Clóvis Leite | O HOMEM QUE MATAVA O TEMPO (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 13/11/2019 (há 6 anos) 42:36 1,592 visualizações

Palestra "O HOMEM QUE MATAVA O TEMPO", realizada na Comunhão Espírita de Brasília, por Clóvis Leite. Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. https://www.youtube.com/c/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 #ComunhaoEspirita #PalestraEspirita #Espiritismo Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicoo

Transcrição

presente. que todos possam ficar tranquilos, porque Jesus está ao nosso lado e vamos aproveitar esta oportunidade. tão grandiosa, meus irmãos, e que nós com certeza vamos levar para os nossos lares tudo aquilo que está sendo colocado em nossas mãos. Vamos por todos. passar a palavra ao nosso irmão que se que será o palestrante desta tarde. Fica à disposição, viu? Obrigado. Tá bom. Boa tarde, meus irmãos. Boa tarde, minhas irmãs. Uma alegria imensa estar aqui nessa casa novamente. Essas energias, essas emanações que chegam até nós, que vai movimentar o nosso sentimento, vai nos dar sentido daquilo que do que que nós existimos, oportunizando a todos nós melhoria nas reflexões dos ensinamentos dos espíritas. Eu quero cumprimentar também aos que estão nos ouvindo pela Rádio Comunhão Espírita, bem como aqueles que estão nos assistindo pela TV Comunhão Espírita via internet. Meus irmãos, nós vamos falar sobre um tema importante. Ele é recorrente na nossa na nossa condição de espíritos encarnados. É a lição número 42 desse livro aqui, ó. Acho que alguns de vocês podem até ter lido, Pontos e Contos, que é uma mensagem encaminhada mediunicamente pelo nosso irmão Humberto de Campos, que tinha psônio de irmão X, psicografia do nosso querido e amado Chico Xavier. Esse livro aqui com essas mensagens, ele retrata muito o nosso cotidiano e lucra para nós alguns acontecimentos que são reais. Então essa esse motivo por causa nós vamos falar sobre esse tema que é o homem que matava o tempo. O homem que matava o tempo. Então berto de Campos, ele traz essa mensagem, eu vou ler ela não no todo, né? a gente vai dar uma interpretação paraa gente poder fazer essa abordagem depois posteriormente para inteirar-nos dessas palavras que são, como ele disse aqui no início, uma reflexão para o nosso dia a dia. Anselmo, o nosso personagem da da história chama Anselmo. tinha pais, irmã e e mãe, evidentemente, pai e mãe, família Figueiredo. Anselmo, ele via sempre motivado na questão de gozar o tempo.

a a dia. Anselmo, o nosso personagem da da história chama Anselmo. tinha pais, irmã e e mãe, evidentemente, pai e mãe, família Figueiredo. Anselmo, ele via sempre motivado na questão de gozar o tempo. Seu pai e sua mãe eram espíritas atuantes. eram devotados ao espiritismo cristão. Então ele tinha uma assistência carinhosa do pai e tinha também uma assistência comovente, como é sempre a das mães, que faziam sempre a ele apelos. E Anselmo sempre afirmava para seus pais que ele não havia atingido aquele estágio deles. Ele estava numa ocasião adequada ainda de entender, por exemplo, o pensamento religioso. Ele entendia que era preciso usar a mocidade, só que não precisava de uma fé religiosa, ter sentimentos religiosos. Ele queria ter o entendimento de aproveitar a sua mocidade, ou seja, ele queria gastar as energias, ele queria sentir o prazer da vida e só depois passado esse momento, entendia ele, e chegasse as perspectiva da morte do corpo, ele ia resolver os problemas da fé. E Humberto de Campo, irmão X, continua relatando para nós casos que aconteceram. E Anselmo sempre afirmava que ele não era o momento dele atingir, entender essa condição adequada, acão não era adequada para ele entender essa questão da fé religiosa. Ele era muito jovem, dizia ele. Eu sou muito jovem, eu tinha que passar para um outro processo para poder entender isso. Ele considerava indispensável aproveitar a saúde para atender os caprichos inferiores. Caprichos inferiores que atendiam os seus desejos através de comidas, bebidas, jogos, prazeres do tempo. Pois bem, mas o pai dele falava de forma amorosa para ele, tava sempre chamando atenção. De quando em quando ele ia conversar com Anselm, meu filho, você não é mais uma criança, aquela criança frágil que eu cuidava. Creio que deves refletir maduramente quanto ao nosso destino eterno. E Anselmo retrucava: "Ora, meu pai, de forma, né, contrafeita, lá vem o senhor que essas histórias de religião, tem paciência, não te pedi nada, não te pedi nenhum conselho.

o ao nosso destino eterno. E Anselmo retrucava: "Ora, meu pai, de forma, né, contrafeita, lá vem o senhor que essas histórias de religião, tem paciência, não te pedi nada, não te pedi nenhum conselho. Quando eu tiver a sua idade, talvez eu pense nisso. Por hora não. E este mundo é bastante miserável na visão de Anselmo, para que não se aproveitasse os dias tão curtos da mocidade e depois, de uma certa forma até irritante, ela arrematada pro seu pai. É necessário matar o tempo, meu pai. Quem nunca ouviu essa expressão? Vamos matar o tempo, jogar a conversa fora. De outras vezes, vinha sua mãezinha de forma generosa, caridosa, como sempre as mães. Meu filho, meu filho, repara que nós estamos no planeta Terra e nós estamos só de passagem. Vamos aprender as lições de fé, porque Jesus nos espera com seu perdão diante dos nossos erros. Anco, meu querido, porque não frequenta conosco a escola de iluminação interior. Erem espíritas. Seria para sua mãe um prazer tão grande, dá mais a minha condição, na minha idade. E Anselmo esbuçava um sorriso irônico, explicava pra mãe: "Mamãe, eu sou um criminoso. Mamãe, eu sou um desviado." Ele dizia: "Eu creio sinceramente na existência de Deus, mas que quer a senhora comigo? Eu estou jovem. Eu preciso dessa única ocasião que tem as alegrias no nosso planeta. Eu preciso delas. A senhora e papai estimam estudos evangélicos? Eu não, eu dou preferência para os cassinos. Que fazer? Eu não tenho culpa no que concerne as nossas diferenças, as nossas predileções. E ele falava assim: "Ó, mamãe, é preciso matar o tempo." A própria mãe suspirava triste, mas a luta continuava. Anselmo, ele tinha uma excelente remuneração, só que ele dissipava os seus vencimentos em jogo, prazeres alcoólicos, comprometendo-se por vezes, vultuosos empréstimo, não dava seus rendimentos. E quando ele não conseguia os empréstimos, ele ia para o pai. Pai me presta mais um dinheiro que eu preciso de cobrir algumas as despesas. Eu preciso de cobrir as minhas extravagâncias,

s rendimentos. E quando ele não conseguia os empréstimos, ele ia para o pai. Pai me presta mais um dinheiro que eu preciso de cobrir algumas as despesas. Eu preciso de cobrir as minhas extravagâncias, porque eu não sou velho e também não sou enfermo. Eu preciso usar a minha mocidade e evidentemente que a minha conduta é diferente da sua, porque o homem normal, tranquilo, sabe, dizia, matar o tempo. Isso não me faz perder a cabeça, meu pai. Em certa ocasião, tinha uma assembleia de vizinho, de pessoas que estavam todos junto. E Anselmo tinha uma boa oratória. Ele quis enfrentar aquela multidão que estava ali de forma dominadora. E ele dirigiu-se ironicamente para uma velha, uma velhinha simpática que estava lá do lado. Ele exclamou para ela: "O que diz a senhora, dona Romualda? Acaso não se aproximou do espiritismo em virtude de suas velhas cólicas? Teria pensado em religião antes disso?" Olha o argumento de ancião. A ancião humilde que era uma pessoa humilde. Ah, sim, Anselmo. Talvez tenha razão. E dirigiu a seu Manuel que estava ao lado também de forma atrevida. E o seu Manuel era um negociante lá da da cidade, ele era idoso já. Seu Manuel, senhor não teria buscado o espiritismo se não aparecesse as varizes e o reumatismo? Só que Manel tinha uma forma de ir questionar também. Ele interpôs não daquela forma que a dona Ramonalda fez, humilde, sincera, mas meu amigo dizia seu Manuel, não é o caso de abençoar as enfermidades? Se é que elas estão esperando para renovar as nossas atitudes, inclusive mentais, formula os votos a providência divina, que ela o atenda breve. Olha a resposta de seu Manuel. Assim, a ficha de Anselmo estava cheia de anotações inferiores. É o livro da vida, das nossas existências. ociosidade, libertinagem, negação de atividades úteis nenhuma. E assim o filho do casal Figueiredo chegou a 48 anos de idade, se considerava jovem, sentia-se demasiadamente jovem e ele não queria aproximar ainda de conhecimento divino. Mas que que acontece com as pessoas

o filho do casal Figueiredo chegou a 48 anos de idade, se considerava jovem, sentia-se demasiadamente jovem e ele não queria aproximar ainda de conhecimento divino. Mas que que acontece com as pessoas mesmo uma terra idade? 48 anos desencarna, morre. Espírita também morre, gente. Todos nós vamos desencarnar. Anselmo tinha 48 anos e chegou o dia em que ele de forma imprevidente não mais conseguiu abrir os olhos físicos. eou no mundo espiritual em trevas densas que lhe pareciam infinitas. Desencarnou 48 anos de idade. Naquele instante, diante daquela perturbação que é notório de todos nós na nossa condição, percebeu as dificuldades que não mais participava do quadro terrestre. E ele teve essa percepção, essa sensação bem rápida. Sentia que tinha posse nos olhos, mas figuravam-lhe agora como se fosse duas lâmpadas mortas. Naquele instante, Anselmo chorou, pediu, praguejou. Não mais como fora antes, de forma amorosa dos seus pais que convidava ele ao banquete do amor. É o conhecimento. Não tinha mais a ternura da mãe. Não valia mais lágrimas, não tinha mais as suas rogativas atendidas. Ele se apresentava como um cego perdido numa região ignorada, sem família e sem ninguém. Era a condição de Ancel. Nunca mais pude retornar o lar. Ele estava ansioso agora para ouvir seus pais. Aquelas observações carinhosas do pai e da mãe, anos se passaram sem que Anselmo pudesse contar o tempo das amarguras. Houve, porém, um dia em que, após a angustiosa pressa que ele fez entre lágrimas, de súbito veio uma claridade naquela longa noite, onde é que ele estava. Ele ajoelhou-se deslumbrado. Alguém veio visitar naquela caverna escura e de repente desce uma doce luz que se forma em torno dele. Apareceu-lhe a amada genitora e olhou para ele com extrema doçura. E a mãe, minha mãe, bradou, socorre-me por piedade. Ancelanto tentou alcançar aquela figura luminosa de sua mãe que contemplava ele de forma entristecida. A mãe visível, mas parecia distante. Procurou correr para atingi-la. ansioso que ela pudesse retirar daquelas

ntou alcançar aquela figura luminosa de sua mãe que contemplava ele de forma entristecida. A mãe visível, mas parecia distante. Procurou correr para atingi-la. ansioso que ela pudesse retirar daquelas trevas para sempre. E a sua mãezinha, contudo, de forma compassiva falou de forma emocionada. É inútil por enquanto, meu filho. Estamos separados pelo abismo que cavastes com as próprias mãos. Há mais de 10 anos aguardava ansiosamente esse encontro. Mas em que estado lastimável? Eu te encontro, te vejo. E Ansemo, querida mamãe, porque Deus, o Senhor do universo, me esqueceu? Abandonou a todos. Olha a situação minha, onde é que eu estou? Eu agora sou um fantasma de dor, sem o auxílio de ninguém, porque tamanho padecimento. Por quê? E a sua genitora esclareceu: "Meu filho, Deus nunca te esqueceu. Foste tu que ergueste as bênçãos, desculpa, que esqueceste as bênçãos no caminho do mundo. Cuidaste apenas de matar o tempo e teu tempo agora permanece morto. Resta você agora o trabalho para ressuscitar, para que possa procurar uma nova oportunidade de serviço perante a misericórdia de Deus. Não te esqueça, meu filho, a longa a estrada que ainda tem que percorrer. E antes que An pudesse formular novas interpelações, a luz espiritual apagou-se devagarinho. Essa é a história de Anselmo e os seus pais. Meus irmãos, às vezes a gente pensa que acontece só com as outras pessoas e a gente não percebe o que nós estamos fazendo. Vamos fazer um exercício de raciocínio aqui. Se existisse um banco, um banco que ele nos creditasse todo dia na nossa conta, 86.400 moedas toda manhã depositar. Vamos depositar 86.400 moedas para você. Mas aquele saldo ao fim do dia não pode ser transferido para o dia seguinte. 86.400 14 moedas de manhã você fica até de tarde com ele. Ou seja, a quantia que você não utilizou, você não poderia renovar nem utilizar novamente. E aí a pergunta fundamental pra gente entender a mensagem de hoje. O que que nós faríamos? Qual seria a nossa atitude? seria sacado todo dia o último centava

ão poderia renovar nem utilizar novamente. E aí a pergunta fundamental pra gente entender a mensagem de hoje. O que que nós faríamos? Qual seria a nossa atitude? seria sacado todo dia o último centava que chegava a tardezinho e lá sacava tudo. Aproveitar todo o dinheiro que era me depositado, fazer as mais diversas aquisições. Em que nós investiríamos? Joias, livros, viagens, imóveis, realizar os nossos sonhos. Pois bem, irmãos, você sabe que esse banco existe e esse banco se chama tempo. Esse banco se chama tempo. Todo dia esse banco chamado tempo deposita nas nossas contas 86.400 segundos. 86.400 segundos todos os dias. Só que se nós não utilizarmos esses segundos, nós vamos nós não podemos aplicá-los no dia seguinte. Passou o tempo, não se transfere saldo de um dia pro outro e nem permite que você gasta. Porque passou o tempo, passou um dia, você não pode voltar para ontem, ninguém volta. Então, todo segundo é importante. Todo segundo que nós dispomos é muito importante, porque se nós não utilizarmos adequadamente com utilidade, ele se perde. Ou seja, não há nenhuma possibilidade da gente recuperar aquele tempo. Quantas vezes nós manifestamos: "Perdu tempo". Gente, tempo é prioridade. É medida de espaço, mas é prioridade. Eu que estabeleço o meu tempo, a minha prioridade. Não usou o tempo, perdeu. Perdemos. E tem mais. Não tem aquela história de dar cheque pedratado, não. Não passa cheque pedratado nem para um dia, ainda mais para 30 dias. 30, 60, 90. Não passa cheque pedado. Só que de nós, na maioria de nós, nós não percebemos os valores do tempo. Nós abusamos desse tesouro que é concedido. Porque todo momento que chega um processo de reencarnatório para cada um de nós, olha, é destinado a te dar tantos minutos nessa sua existência. Utilize-o. Julgamos, por exemplo, que a riqueza nos é devida por Deus. Fazemos esse pré-julgamento, esse julgamento, questionamos a Deus. Só que nós esquecemos de aproveitar esse tempo. Eu não tenho tempo. Já ouvi isso, vári, eu já disse isso

queza nos é devida por Deus. Fazemos esse pré-julgamento, esse julgamento, questionamos a Deus. Só que nós esquecemos de aproveitar esse tempo. Eu não tenho tempo. Já ouvi isso, vári, eu já disse isso várias vezes. E aí vem uma oportuna indagação sobre esse tema. O que devemos fazer? O que nós estamos fazendo no nosso tempo? fazendo igualmo, matando tempo, esperando ser idoso para poder começar uma atividade de iluminação interior, de uma atividade que nos dê conhecimento da nossa existência, da nossa condição. Não só saber a existência de Deus, porque aquilo que se propunha era contra aquilo que Deus manifesta através de Jesus. na sua lei de amor. Não é aquela sabedoria popular, nós imploramos ela. A gente afirma: "Eu estou matando tempo." Que que você tá fazendo agora? Tô matando o tempo. Matamos o tempo com quê? Futilidades, fofocas, calúnias, maledicências. Olha os segundos passando e nós priorizamos os bens materiais, as agências de marketing vem aquela ideia que tempo é dinheiro. Tempo é dinheiro. Não é assim que eles falam? Então nós empenhamos em demasia as nossas horas de trabalho, por exemplo, para quê? Para que nos conceda mais lucros. Eu cultuo o dinheiro, o lucro. Então, nós dedicamos horas e conversas que não edificam. A gente lembra de Jesus aquela vez que eu tava na casa de Pedro, que ele criou primeiro culto evangélico no lar, quando os seus discípulos estavam todos sentados e estava ali jogando conversa fora, matando o tempo. E Jesus falou assim: "Ó, vamos ler as obras edificantes aqui, ó. Jesus criou naquele momento o culto cristano lá, dá utilidade ao tempo. Então nós dedicamos horas e horas que não edificam. ficar a noite inteira no Facebook, ficar a noite inteira respondendo mensagem, ficar a noite inteira jogando. Tô passando tempo, tá passando tempo para você. Então são programas que nada acrescentam, nem ao sentimento, nem ao intelecto. Gente, quem tá fazendo comentário dessa forma em quase todo o segmento da evolução terrestre é assim. Nós estamos abusando dessa oportunidade

que nada acrescentam, nem ao sentimento, nem ao intelecto. Gente, quem tá fazendo comentário dessa forma em quase todo o segmento da evolução terrestre é assim. Nós estamos abusando dessa oportunidade que complica os nossos caminhos. Ancelmo desencarnou com 48 anos de idade. Eu tô matando tempo. Eu vou curtir a minha mocidade, porque a lei de Deus em sua sabedoria, ela estabelece para nós. Todo excesso merece escassez e todo abuso vai exigir restrições que aconteceu com desencarnou, vai ter que passar por um processo para poder reencarnar novamente, para recompor o tempo que ele perdeu. E nós fazemos isso todos os dias, porque em questão de tempo, a gente recebe exatamente o que a gente semeia. não é diferente. E na atualidade, nessa condição do nosso planeta, a nossa sociedade, nós percebemos que nós não dispomos de tempo que nós que desejamos. Muitos dizem, muitos irmãos dizem: "O tempo que eu tenho é pouco, não é suficiente. Qual é a minha prioridade? Qual a nossa prioridade que eu estou fazendo do tempo? Então, meus irmãos, nós perdemos a chance de agir diante do tempo que se passa muito rápido. Eu tava fazendo esse exame de raciocínio, tava lembrando da minha juventude, agora tô pronto para voltar. Ó, o meu corpo já, as moléculas já estão se decompondo já. Neurônio diminuiu muito. Estou voltando. O que eu estou fazendo do tempo que me é dado? Aí nós esquecemos o irmão. Cadê a doação ao outro? Cadê a doação aos familiares? Não tô falando de doação material, tô falando de doação de sentimento, de viver como família, de respeitar, de trabalhar, cultivar a harmonia, a iluminação interior que tanto sua mãezinha pedia. Anselmo, vamos lá pra gente entender um pouco mais. Aqui o tempo é passagem, gente. As leis, a execução das leis divinas, elas se operam. Nós espíritas já falamos dessa forma, ó. Na próxima encarnação, na próxima existência, eu faço isso. Perder 70 anos, 80 anos, 48 anos de uma existência é muito. É por isso que Paulo, apóstolo, na sua carta, na sua carta aos romanos, ele

, ó. Na próxima encarnação, na próxima existência, eu faço isso. Perder 70 anos, 80 anos, 48 anos de uma existência é muito. É por isso que Paulo, apóstolo, na sua carta, na sua carta aos romanos, ele falava isso. Daquela época já entendia essa mensagem. fala da importância do tempo, afirmando que aquele faz a casa do tempo do dia, faz também para Deus, porque é bênção, gente. Nós não podemos lembrar de uma coisa importante. Nós somos espíritos. A nossa condição é de espíritos. É a nossa origem. Nós estamos na carne agora. Eu estou com Cloves. Eu não sou Cloves, eu estou. O que é que eu estou aproveitando diante das misericórdia de Deus? Então Paulo, apóstolo, ele reconhecia que o tempo era talento que o Pai nos concedia, que nos concede. É assim, no processo reencarnatório nosso, ó, você vai nesse processo e vai viver na carne 70 anos. Não volte antes, aproveite. Então, os talentos nós não podemos enterrar no solo da inutilidade. Nós temos utilizado com sabedoria para que as nossas bênçãos que nós recebemos sejam multiplicadas. Gente, de que forma? Sabedoria. Porque a maioria de nós, nós ainda não percebemos os valores infinitos do tempo. Ah, mas eu tava estudando aqui na casa da comunhão espírita e eu vi que quando os espíritos superiores atingem um patamar de superioridade, não existe tempo. Não vai existir mesmo. Mas hoje nós precisamos do tempo. Nós precisamos do tempo que dela imita as nossas atividades. Uma hora que nós chegarmos aquele patamar de espírito evoluído, não vai existir tempo não, mas agora a gente precisa dele. Então existe efetivamente aqueles que nós estamos incolhidos que abusam da concessão divina. Julgamos aqui que nós falamos no início que os benefícios Deus é que tem que me dar. É de vida. Olha, eu sou filho de Deus, eu sou merecedor. Eu preciso disso para minha sobrevivência. Eu preciso de aquilo para atender a necessidade da minha família. Por que é que a gente faz essas presunções? Gente, nós temos que olhar as possibilidades da vida da qual todos nós

inha sobrevivência. Eu preciso de aquilo para atender a necessidade da minha família. Por que é que a gente faz essas presunções? Gente, nós temos que olhar as possibilidades da vida da qual todos nós participamos, da sociedade que nós estamos inseridos. E assim, de forma geral, todos nós temos que meditar. Reflexão, como Santo Agostinho fazia todo dia, tem a questão 919 do livro dos espíritos. Fazer um exame de consciência, você não tinha prejudicado alguém. Que que eu fiz naquele tempo para prejudicar as pessoas? Então, nós temos que entender as harmonias e as circunstâncias que se ajustam ao nosso planeta. Nosso planeta ainda é de expiação em prova. Estamos passando por essa transição importante que é a regeneração. Mas isso é necessário. Será que eu estou inserido nesse processo desse aperfeiçoamento espiritual? São questionamentos que nós fazemos aqui. É lógico que todos nós precisamos de tempo, mas Deus concede, tá? Mas se esses tempos estivessem em luz, sem utilidade, sem equilíbrio, sem saúde, sem trabalho, porque que eu usei o meu tempo? Então somos raros aqueles que valorizam o dia. Na verdade, nós queremos é acabar. Vamos acabar logo com esse dia. Tomara que esse dia passa logo e que seja de qualquer forma, que chegue dia primeiro. Então aquela velha expressão popular, matar o tempo. Reflete, gente, isso a inconsciência vulgar. que nós temos é inconsciência vulgar. Matar o tempo é inconsciência vulgar. Porque nos mais obscuros recantos do nosso planeta há irmãos exterminando as possibilidades sagradas. É possibilidades sagradas. Então vamos entender aquilo que sua a mãe de Anselmo e o pai dele dizia: "Meu filho, é muito importante que você perceba que nós vivemos num mundo de tempo, mas que você aproveite. Não fica aquela ideia dos interesses imediatistas do mundo que chama o tempo é dinheiro." Nós somos imediatistas, né? Principalmente quando nós passamos pro processo de dor, de dor, que essa dor passe logo, Deus, porque eu não tô suportando mais. Aí a gente quer que o tempo com rapidez,

." Nós somos imediatistas, né? Principalmente quando nós passamos pro processo de dor, de dor, que essa dor passe logo, Deus, porque eu não tô suportando mais. Aí a gente quer que o tempo com rapidez, né? Ou seja, o que nós temos que pedir é que a mãe de Anselmo disse para ele naquele momento lá que ela apareceu para ele, meu filho, você vai ter que pedir a misericórdia de Deus para ser retornar na carne e passar para um outro processo, outro processo encarnatório. Por isso mesmo, meus irmãos, nós, como os imperfeitos que somos, a gente tá destruindo o tempo que nos nos é dado, que nós aprendemos de forma leviana. E assim, que é que vai acontecer sempre? Nós vamos recapitular a dificuldade da conquista dessa experiência. Simples assim. Não passei no vestibular, vou ter que fazer novamente. Mas Deus é generoso demais. Ele pergunta para nós quantas quantas vezes você quer fazer o vestibular? Quantas? 1000. Concedo, concedo a todos vós. Então, meus irmãos, em quase todos os setores de evolução terrestre, nós temos que dar ênfase a isso que nós estamos falando. Nós estamos abusando da oportunidade e complicando os nossos caminhos. Isso Paulo já percebia desde aquela época. pra gente encerrar. Não prefira o mais tarde. Sabe qual que é o melhor dia? Hoje sabe qual a melhor hora agora? É isso que nós devemos entender. É o exercício do dever. É agora. Porque a doação que nós poderíamos fazer e o bem que nós podemos fazer tem que ser agora, nesse momento. Vou deixar paraa próxima encarnação, próxima existência, perdendo a oportunidade. Ou seja, na ainda há um espaço infinito que nós ainda não preenchemos. Não vamos confiar que a desencarnação morrer vai resolver nossos problemas. que ela vai oferecer grandes voos de caridade para o espírito. A gente vai vir num outra condição, não daquela forma que Anselmo tinha, que tinha os pais dedicados, ele tinha uma boa remuneração, que fizeste o tempo que eu lhe confiei? Então, quem não acostumou a caminhar no auxílio, jamais planará no

daquela forma que Anselmo tinha, que tinha os pais dedicados, ele tinha uma boa remuneração, que fizeste o tempo que eu lhe confiei? Então, quem não acostumou a caminhar no auxílio, jamais planará no benefício. Não deixe, meus irmãos, para o futuro os compromissos do presente. A gente pede a Jesus que desça sobre todos nós a sua bênção. Muita paz a todos. Meu muito obrigado. Como no Valtinha, eu vou fazer a prece final pra gente aproveitar o tempo. Então vamos fechar os nossos olhos físicos, entender esse momento, respeitar os nossos sentimentos e agradecer ao Pai Maior que é Deus, que que é misericórdia. agradecer a Jesus, que é o nosso mestre, que não desiste nunca de nós. Para o entendimento que foi apresentado nessa noite, o alimento espiritual que devemos praticar, sentindo assim na nossa essência os valores que são conquista para nós trabalharmos. E assim a gente pede a Jesus que desça sobre todos nós agora. de forma luminosa, pétalas de rosas que vão ser colocadas no coração de cada um para que elas possam ser colocadas e nós sentirmos esse momento de vivenciar os seus ensinamentos, que é a mola mestra que traduz para nós esses momentos para a gente aplicar, respeitar e amar. Esteja conosco, Senhor, hoje e sempre. Que assim seja. Graças a Deus. Graças a Jesus que nos abençoou com o nosso irmão palestrante desta tarde. É esperado. Era esperado mesmo que isso viesse acontecer. Que Jesus nos abençoe agora e sempre. Graças a Deus.

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