SABEDORIA DO DESAPEGO - Clóvis Leite [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 18/07/2025 (há 8 meses) 42:06 2,024 visualizações

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Transcrição

Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Sim. Agora abertos os microfones. Então, boa noite novamente minhas irmãs, meus irmãos. Meu nome é Club Leite, sou expositora espírita. Uma alegria muito grande, imensa estarmos aqui reunidos novamente. Queremos saudar bem todos aqueles que nos assistem através dos nossos canais, nas nossas redes sociais. O tema da palestra que nós vamos falar hoje é sabedoria do desapego, a mensagem enviada pelo espírito Ramed através da mediunidade do médium Francisco do Espírito Santo Neto. Antes, porém, nós vamos fazer a nossa prece, a nossa conexão com Deus, com Jesus e a espiritualidade que está aqui presente. Deus, pai de infinita bondade e sabedoria, reunimo-nos em teu nome, buscando a tua paz, que a tua vontade se manifeste em nossos corações e que os bons espíritos nos assistem inspirando-no e nos guiando na reflexão dessa noite. Que a nossa fé seja fortalecida, que a nossa esperança seja renovada e que a nossa caridade ampliada e que a paz, o amor e a harmonia se estabeleçam em nosso meio e em toda a humanidade, sob a luz de Deus, de Jesus, para que ela possa nos colocar em nossos corações e a gente realizar uma atividade importante sobre a luz de Deus e de Jesus. Que assim seja. Bom, meus irmãos, iniciando, pode até parecer utopia. em falar de desapego em uma época que uma das frases mais predominantes, mais pronunciadas, é dizer o que eu ganho com isso? onde a troca de interesses sociais e profissionais resultando numa sociedade calculista, egoísta, sem consciência e sem princípios. Na verdade, são as consequências das atitudes e as desigualdades sociais. a corrupção como regra comum, o individualismo predominante. E assim nós precisamos fazer um exercício do desapego, uma proposta de vida que mereça a reflexão, porque como diz a mensagem, a autorrealização consiste em trabalhar intensamente e renunciar a cada momento ao fruto do trabalho. O convite é para agir no bem e não mais depender dos frutos dessa

xão, porque como diz a mensagem, a autorrealização consiste em trabalhar intensamente e renunciar a cada momento ao fruto do trabalho. O convite é para agir no bem e não mais depender dos frutos dessa ação, ou seja, o desinteresse do lucro pessoal, desapegando-nos aos desejos egoísticos. No livro dos espíritos, nós encontramos informações que o sinal mais característico de imperfeição é o interesse pessoal, sendo o sinal notório de inferioridade e o apego às coisas materiais. Porque quando o nosso ego domina as nossas ações, nós temos atitudes egoísticas de satisfazer somente os nossos desejos e vontades, sem medir as consequências da nossa escolha. E nós sabemos que a vida é feita de escolhas. Nós estamos a todos instantes escolhendo, seja com pensamento, seja com atos. E os espíritos superiores, eles nos orientam a agir no bem, sem segunda intenção, sacrificando o interesse pessoal pelo bem do próximo, exercitando a mais meritória das virtudes, que é a verdadeira e desinteressada caridade, que é amor em ação. Então, desapegar é preservar alma livre das coisas exteriores, libertando-nos das paixões, do ódio e os impulsos que geram. Porque os maiores entraves da nossa existência e da nossa evolução é o apego. Aí nós poderíamos perguntar: quem de nós ainda é apegado a algo ou a alguém? Com certeza nós teremos respostas variadas, porque haverá ao mesmo tempo algo em comum. Claro, porque todos nós, todos nós ainda somos apegados por demais. É por isso que no evangelho de Lucas, Jesus nos diz, tá lá escrito no Evangelho, todo aquele que não renunciar tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo. Quando Jesus pronuncia essas palavras, ele estava nos convidando a desapegar, a renunciar a tudo que nos aprisiona, a tudo que imperra a nossa evolução espiritual. Porque para segui-lo, gente, é preciso não deixar que algo nos aprisione diante da posse dos bens. materiais, inclusive a nossa beleza física, ao culto, ao narcisismo, eu ser o bom, eu ser o melhor. Porque existe vários tipos de apegos.

so não deixar que algo nos aprisione diante da posse dos bens. materiais, inclusive a nossa beleza física, ao culto, ao narcisismo, eu ser o bom, eu ser o melhor. Porque existe vários tipos de apegos. E Jesus terapeuta por excelência, ele conhecia por demais a alma humana e sabia a necessidade que temos de nos apegar, desapegar e principalmente naquilo que nos faz mal, que atrasa o nosso processo de evolução. Porque ainda estamos estagiando no planeta Terra. Esse é um ponto. E precisamos, obviamente, da matéria para sobreviver. Por isso que a gente reencarna. Estou falando disso para nós nos situarmos diante daquilo que nós consideramos como sendo desapego. Vamos lá. Como desapegar daquilo que mais desejamos, aquilo que nos causa paixão. São indagações importantes em face de desejos de algo extremamente exterior, exterioridade de algo constitutivo, de não poder viver sem, por exemplo, viver sem um computador, viver sem um celular, viver sem um carro. É evidente que são ferramentas de trabalho de hoje. Viver sem o culto da beleza física, viver sem alguém ao lado. Viver essa ideia acaba nos aprisionando, porque nós ainda estamos ligados em tudo que nos cerca nesse mundo. Essa é a realidade, os aspectos materiais. Meu reino não é deste mundo, disse Jesus falando de forma clara e específica dos aspectos espirituais. Dando aqui um exemplo, pode parecer simples, mas vamos lá. Diante da ligação que ainda temos de fazer uma revista, por exemplo, o nosso guarda-roupa, quantas roupas nós não usamos mais, deixamos guardadas sapatos dos mais diversos. E muitas vezes nós guardamos roupas e falamos: "Ó, quando eu emagrecer, eu vou voltar a usá-las". É o que acontece. Que que acontece? Vão passando os anos e nós ficamos preso a esses objetos. Outros ficam presos a um carro que quando adquire ninguém pode entrar. Já convivi com essa essa situação. Olha, esse carro foi comprado esse ano como que tudo fosse para sempre. E mais nós guardamos aquele carro de forma revestida num plástico, deixamos

guém pode entrar. Já convivi com essa essa situação. Olha, esse carro foi comprado esse ano como que tudo fosse para sempre. E mais nós guardamos aquele carro de forma revestida num plástico, deixamos na garagem. Gente, nós usamos as coisas que obviamente são desse mundo. Agora, como lidar com essas coisas? apegados às emoções, com sentimentos ligados aos nossos sentidos físicos, somente aos desejos das pessoas. Ora, se nós partirmos do pressuposto que nós estamos ainda estagiando, passando uma temporada nesse mundo material, encarnar, gente, não é a colônia de férias, tá? Na verdade, nós esquecemos que somos seres eternos e sabemos que aqui essa escola é para estagiar, não é permanente. E o nosso destino é a perfeição relativa. Então, pensar assim muda completamente a concepção da vida, muda completamente o valor que nós damos as coisas, às pessoas e aos sentimentos. Isso não quer dizer que desapegar não pode ser considerado como indiferença, porque nós podemos achar que a indiferença de muitas pessoas que não quer saber do outro e não quer se relacionar. Gente, o mundo foi criado pra gente conviver e conviver viver com alguém. E nós queremos ter uma vida social bastante restrita. Isso não quer dizer desapego. A ideia de do desapego, ela é muito mais ampla, é muito mais profunda, porque também nós temos apego aos vícios, à insatisfação conosco mesmo, com o mundo, e acabamos desenvolvendo a nossa baixa alta autoestima. O que que acontece? ficamos presos a determinados vícios, acreditando que não somos capazes de realizar feitos e que delegamos apenas aos outros. Isso é um processo de inveja, porque nós limitamos os nossos talentos, fechamos em nossos vícios que, por sua vez geram o apego ao ego. Por quê? Apegamos as ideias, aos conceitos, às crenças. Quantos de nós ainda estamos apegados às crenças do passado? Olha, antigamente era muito melhor, não é, gente? Hoje é muito melhor. E isso muitas vezes foi em decorrência da educação que recebemos de forma rígida. Era assim, ou seja, não abrimos a nossa

assado? Olha, antigamente era muito melhor, não é, gente? Hoje é muito melhor. E isso muitas vezes foi em decorrência da educação que recebemos de forma rígida. Era assim, ou seja, não abrimos a nossa mente para as ideias novas que possam acrescentar em algo em nossas vidas e ficamos apegados a um passado de crenças, pessoas cultuando-as. E aí ficamos nesse casulo acreditando que não podemos voar. e não transformamos em borboletas, ou seja, ficamos nesse estágio de larvas, num processo que não há transformação por causa da exigência. Abrindo aqui um parênteses, a parábola do joio e do trigo, que é convivência do joio com o crigo, com o trigo. Porque a representação do joio do joio com trigo simboliza exatamente as nossas limitações de vícios e egos. Sabem por quê? O mal ainda habita em nós, porque ainda é necessário enxergar aí, saber integrá-los à nossa sombra. Por isso a mensagem usa essa terminologia de do crescer do trigo que existe dentro de nós em meio ao joio, ou seja, as nossas necessidades, os nossos vícios, porque ainda somos limitados ao processo da evolução espiritual, porque ainda estamos apegados às coisas. as pessoas e aos sentimentos. Parece extremismo, extremismo eu falar dessa forma, mas não é assim. O joi, gente, é esse movimento que nos faz crescer, é o despertar para uma vida nova. É necessário então que esse estágio que estamos vivendo agora seja para perceber que esse mundo é passageiro. Tudo aqui é transitório, tudo passa, como dizia Chico, escreveu na sua na cabeceira de sua cama, isso aí também passa. E não existe posse de lugar. Meu marido, minha mulher. Gente, nós somos seres espirituais que galgamos a evolução. Estou falando de perceber o ser humano na sua totalidade, porque nós ainda limitamos aos nossos familiares como que se bastasse. E assim nós chegamos a achar que entes queridos se enquadram naqueles do amor no sentido mais profundo. Gente, é claro que parente é importante, os familiares, na verdade é apego que nós temos e chegamos a essa conclusão.

a achar que entes queridos se enquadram naqueles do amor no sentido mais profundo. Gente, é claro que parente é importante, os familiares, na verdade é apego que nós temos e chegamos a essa conclusão. Sabe por quê? Porque aqueles que convivem diretamente conosco, estão mais perto, nós desenvolvemos um apego muito grande e não aceitamos processos de perda naturais da impermanência nessa existência que nós estamos estagiando nesse planeta de Terra. Então, a transitoriedade significa o desapegar, porque todos nós vamos um dia passar por esse estágio de evolução e, obviamente, vamos habitar outros mundos. Sabiam disso? Vamos. E num certo momento nós teremos que dizer o adeus temporário. Nós vamos desencarnar. porque vamos ter que habitar um outro mundo. Portanto, enquanto estivermos aqui nessa existência, experienciando com o outro, é necessário ter essa percepção identificando quem somos nesse processo de autodescobrimento, onde vamos encontrar a capacidade aos poucos do desapegar. Lembrar o que nós falamos lá no início novamente? Parece simples, mas eu vou repetir aqui de uma outra forma. Fazer uma revista e colocar peças de roupas que gostamos para doar, porque apegamos a um tipo de peça, de roupa como se fosse a mais adequada para usar. E nós não queremos doar assim. Nós precisamos fazer um exercício daquilo que mais nós apreciamos. e doar, porque isso, gente, é um exercício de desapego. Era só o começo, mas é. E devemos fazer isso de forma sistemática para juntar essas roupas. É o começo, sim, diante de pequenas coisas para iniciar esse desapego. Isso é fácil, porque o desapegar daquilo que nós não queremos é fácil, mas é aquilo que nós gostamos, que nós temos apreço. É muito mais difícil exercitar isso. é um passo para a nossa evolução e mais a nossa libertação espiritual. Portanto, indagamos como fica o apego às pessoas, porque moralmente nós somos muito apegados à pessoas, mesmo não sendo coisas materiais, não é isso? Vamos falar um outro exemplo aqui, tipo filhos,

l. Portanto, indagamos como fica o apego às pessoas, porque moralmente nós somos muito apegados à pessoas, mesmo não sendo coisas materiais, não é isso? Vamos falar um outro exemplo aqui, tipo filhos, por exemplo, que muda para outra cidade por vários motivos, trabalho ou quando se casam, que que acontece? Os pais passam a perceber, como diz o poeta Carlil Gibran, filhos não são nossos filhos, diz ele. Nós não podemos retê-lo, gente. Nós temos que deixar voar. Não somos donos dos nossos filhos. Porque eles também precisam viver, passar por experiências que não podemos toler suas vidas, nem controlar. Na verdade, nós queremos controlar e vamos muito mais além do controlar. Na verdade, nós queremos é aprisioná-los. Uma forma de amor, de permanecer, ficar sobre as nossas vistas, sobre as nossas asas. Entendemos que isso é amor. Só que amor, gente, não é apego, é muito mais. Tem uma história de um amigo, ele tinha uma namorada e certo momento da convivência ele, ela perguntou: "Você me ama?" Ele responde de uma forma assim bem sincéria, dizendo: "Não, mas eu sou muito apegado a você". Uma resposta que causou um impacto muito grande no renascimento dos dois. Na verdade estava pegado porque não existia realmente o amor. Ele estava usando-a, mas não a amava. Então, foi uma forma cordial de romper um relacionamento. Gente, muitas vezes nós não queremos aceitar o término de um ciclo de relacionamento e tomamos uma decisão porque nunca houve diálogo, nunca houve amor. E nós encerramos aquele relacionamento porque está fazendo mal para os dois e termina as em brigas. incluindo aí até homicídios, como nós já vimos aí em vários casos divulgados pela mídia. Então, é importante que nós percebamos que tem que haver uma relação de respeito, saber até onde nós podemos ir, ou seja, desapegar daquilo que nos faz mal. Nós damos prioridade ao amor, mas no sentido de posse, de uso, porque a felicidade está dentro de nós no processo de evolução. Tá lá no livro dos espíritos. A evolução e a felicidade é determinismo

l. Nós damos prioridade ao amor, mas no sentido de posse, de uso, porque a felicidade está dentro de nós no processo de evolução. Tá lá no livro dos espíritos. A evolução e a felicidade é determinismo das leis de Deus. Ou seja, nós vamos alcançar, mas cabe a cada um fazer a sua parte. Para sim nós libertarmos do desapego, nós precisamos nos conscientizarmos de um ponto muito importante, que todos nós somos seres humanos vindo da expressão divina. Gente, isso aqui é tão lindo, é tão maravilhoso. Alguém já pensou dessa forma? Nós somos a expressão divina na criação, como diz o evangelista João lá no seu evangelho, a consciência, a consciência crística é inata em nós. Porque Deus, ele vai nos apontar tudo que nós buscamos na sua obra de criação. E isso não é egoísmo, é autodescobrimento, é autoencontro, porque esse estádio que nós estamos, nós não vamos mais temer nada, porque nós temos o hábito de dizer também, nós tem que ter, tem que temos que ter temor a Deus, temor de Deus que é pai, que é amor. Ou seja, é entender o processo de perdas, porque nós somos inteiros, não precisamos de outra parte para vivermos. Tô falando da nossa individualidade, a nossa individualização. Só que a individualidade ela assusta por causa das responsabilidades. Agora, compartilhar com outros significa que nós precisamos evoluir, porque se a resposta for não, nós não iremos encontrar a felicidade agora naquilo que nós projetamos. para o futuro do outro. Porque ainda não encontramos dentro de nós a capacidade de amar na essência da palavra, desapegado do joio que ainda permanece dentro de nós no cultivo e que nós mesmos teremos que conviver com os outros juntos. Trigo ao lado do joio. Isso é viver. Porque ainda somos responsáveis por esse joio. Portanto, desapegar é preservar a alma livre, preservar das coisas exteriores, libertando das paixões que nos aprisiona. Lembrando aqui num capítulo do livro Primícias do Reino, um livro maravilhoso de Amélia Rodrigues, onde tem o diálogo do manedo, mancebo

as coisas exteriores, libertando das paixões que nos aprisiona. Lembrando aqui num capítulo do livro Primícias do Reino, um livro maravilhoso de Amélia Rodrigues, onde tem o diálogo do manedo, mancebo rico com Jesus. Jesus diz a mancebo, renuncia a ti, a ti mesmo e reparte seus bens com o próximo. Vem e segue-me. Ou seja, o mancebo rico queria ser seguir Jesus. Todos queremos seguir Jesus. Por que não fazemos? Porque ainda estamos presos às coisas e às pessoas e nós fazemos opção ao aspectos imediatos e materiais. Ou seja, o mancebo rico, ele não conseguiu desvencilhar dos bens que ele estava pegado. E naquele dia ele preferiu correr de bigas, representando o povo judeu. E Jesus disse para ele, ó, amanhã será tarde. E naquela mesma corrida ele acabou desencarnando. Porque nós olhamos apenas os aspecto das conquistas materiais, da posse de ter mais. Esquecemos que o mundo de tempo passa e ele não estava preparado para seguir Jesus. No livro Diretrizes para o erro. Joana deânges pela psicografia do nosso querido Divaldo Pereira Franco. Ela nos fala sobre esse apego e a libertação, onde ela faz uma relação da necessidade de nós despojarmos tudo que pesa negativamente para a nossa evolução espiritual. Sabe por quê? Ninguém leva nada, nem o corpo nós levamos. Ou seja, nós temos que desapegar de tudo que trava a nossa evolução espiritual. Afeição, estress, ansiedade exagerada, oculto ao corpo, juventude. Porque quando nós estamos na juventude podendo tudo, nada vai acontecer comigo. Enfim, tudo que nos aprisiona, tudo que está ligado à transitoriedade de cada experiência. ao aspecto da matéria são ilusões. Porque muitas vezes na ânsia da posse deixamos nos envolver e não nos desapegamos. Portanto, não devemos perceber e perseguir o desapego no sentido de ficar na defensiva, porque muitas vezes nós exclamamos: "Ah, eu sou desapegado. Eu não sou apegado a nada. Eu sou cristão, eu sou espírita. Sigo os preceitos da verdadeira doutrina espírita. Será? Na verdade são mecanismos de fuga.

as vezes nós exclamamos: "Ah, eu sou desapegado. Eu não sou apegado a nada. Eu sou cristão, eu sou espírita. Sigo os preceitos da verdadeira doutrina espírita. Será? Na verdade são mecanismos de fuga. A realidade proveniente do medo de amar. Medo de amar e entregar-se à vida. O amor ensinado por Jesus é regra, gente, não é exceção. E nós perdemos a oportunidade de cultivar e preservar também a natureza, tomando decisões equivocadas de preservar o outro. E quando isolamos do contexto social dos familiares, ficamos reclusos e achamos que isso é desapego. E não é. Por isso que Kardec no livro dos espíritos, na questão 770, ele pergunta aos espíritos que ele deve pensar dos que vivem em absoluta reclusão, fugindo do pernicioso contato com o mundo? Olha que pergunta interessante. A resposta dos espíritos foi rápida, curta, duplo egoísmo. Assim nós devemos nos alinhar com a proposta de Paulo, o apóstolo, viver no mundo sem ser do mundo. Esse é o nosso desafio. Porque se isolar em uma religião, uma igreja ou qualquer casa religiosa é não conviver com esse mundo que nós precisamos e não vai ter utilidade para o nosso progresso espiritual, o nosso aprimoramento. Nós estamos quase encerrando, viu gente? Então, a mente serena, tranquila, como diz Joana de Angeles, e desapegada é a porta estreita. O indivíduo desapegado participa com a família e com toda a comunidade de um relacionamento saudável e espontâneo. Olha que importância. Não vive atado atado aos vínculos doentios da ansiedade de separação, pois crê plenamente que a lei das vidas sucessivas não destrói laço da afetividade e não destrói, gente. ao contrário, estende a um número cada vez maior de pessoas por toda a humanidade. Porque Deus, gente, encerrando, porque Deus é sabedoria. Deus é amor. O amor vem de Deus, que é pai, que nos criou a todos para alcançar a felicidade que é nosso destino. Muita paz a todos e muito obrigado. >> Obrigado. Sem vaidade. Vamos fazer a prece, né, gente, pra gente encerrar. Senhor Deus,

ai, que nos criou a todos para alcançar a felicidade que é nosso destino. Muita paz a todos e muito obrigado. >> Obrigado. Sem vaidade. Vamos fazer a prece, né, gente, pra gente encerrar. Senhor Deus, pai de infinita bondade e misericórdia, agradecemos por mais essa oportunidade de aprendizado. Agradecemos Jesus, nosso mestre, a todos os espíritos protetores que nos assistiram e ampararam. Assim, rogamos que a luz do amor e da paz envolva todos. Que possamos, com a força do vosso amor, seguir praticando bem e auxiliando aqueles que mais precisam. Concedei-nos, Senhor, a permissão de que a vossa luz nos guiará por todo sempre. Graças a Deus. Que assim seja. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o

os momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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