SUBLIMIDADE DO AMOR - Clóvis Leite [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 22/08/2025 (há 7 meses) 47:45 1,048 visualizações

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Transcrição

Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Busca. a obrigado a comunhão espírita de Brasília. Boa noite, minhas irmãs. Boa noite, meus irmãos. Uma alegria muito grande estarmos aqui reunidos novamente. Sejam todos bem-vindos à comunhão Espírita de Brasília. Saudamos também a todos que nos assistem, nos acompanham através dos nossos canais, as nossas redes sociais. Meu nome é Cloves Leite e antes a gente vai fazer a prece de abertura, fazer a conexão com a espiritualidade, com Deus e com Jesus para a gente poder desenvolver esse trabalho de hoje. Então vamos sentir esse momento, dirigir os nossos pensamentos ao nosso mestre Jesus, pedindo teu auxílio para que possamos aprender a praticar teus ensinamentos de amor e caridade. E que a luz do evangelho ilumine nossos corações, guieços, fortalecendo a nossa união e a fraternidade. que os nossos sentimentos se harmonize com a tua vontade, para que possamos cada dia sermos instrumento da paz, do amor e do aperfeiçoamento e também da alegria de acordo com a tua lei. Esteja conosco hoje, mestre, e por todo sempre. Que assim seja. Então, a gente vai falar sobre um tema registrado no livro Momentos de Sublimação. É o capítulo 30, uma mensagem ditada pelo espírito Jana deângeles, psicografado pelas mãos abençoadas de nosso querido Divaldo Pereira Franco, que tem o título de sublimidade do amor. E esse tema ele é muito importante porque fala, falar de sublimidade e amor parece ser uma coisa abstrata que está na nossa vida, que está condicionada. E muitas vezes nós não entendemos o sentido, mas na verdade a sublimidade do amor se manifesta como uma força transformadora e universal, transcendendo os laços, terrenos e conectando-nos em um plano superior. E é um sentimento que se manifesta como caridade, como compaixão e também o perdão, que é a busca, a evolução moral e espiritual, tanto do indivíduo como também da

conectando-nos em um plano superior. E é um sentimento que se manifesta como caridade, como compaixão e também o perdão, que é a busca, a evolução moral e espiritual, tanto do indivíduo como também da coletividade. Porque o amor da visão espírita, gente, ele não se limita ao aspecto emocional ou romântico, mas se estende a uma dimensão espiritual profunda, força que impulsiona o progresso moral na busca por essa perfeição, que é a base de todas relações e ações. Vamos falar muito sobre isso. Por isso que a sublimidade do amor é um tema instigante para nós que estamos aqui no planeta Terra. Primeiro, a sublimidade, segundo, o amor. E a sublimidade é algo profundo, aquilo que é insuperável, que é perfeito. E na sublimidade, ela não existe alterações, não existe mudança. É o amor no processo que transcende as palavras. Porque ele se manifesta em nossas ações. É di e dizer assim, é simplesmente dizer assim, simplesmente eu te amo não faz nenhum sentido, porque somente as ações no campo do sentido e do pensar que vai fazer sentido. É o texto que Jonas de Angeles traz para nós, que gera questionamentos. Indagamos o que compreendemos enquanto habitantes aqui desse planeta da sublimidade do amor que chega até nós. Podemos dizer que essa sublimidade é algo de perfeição insuperável? Sim, é o que tá dizendo para nós Joana de E essa estrutura. Vamos só lembrarmos aqui de 2025 anos atrás, alguém foi pregado no Madeiro e aquela pessoa ali olhou para a multidão e com sua capacidade de vislumbrar Deus viu o porquê de ainda não termos essa virtude e termos ainda simplesmente falta de compreensão. E ele conversa com o pai. E na nossa linguagem nós temos dificuldade quando nós usamos as palavras. E ele fez uma prece, ele conversou com Deus. Ele olhou para aquela multidão que ele estava e olhou para o pai e percebeu a sublimidade do amor com aquelas criaturas que ali estavam. e tentou trazer em palavras a mensagem que o pai estava dando para nós. Mesmo dolorido, torturado diante daquelas palavras infames.

ercebeu a sublimidade do amor com aquelas criaturas que ali estavam. e tentou trazer em palavras a mensagem que o pai estava dando para nós. Mesmo dolorido, torturado diante daquelas palavras infames. E ele olha e diz para o pai: "Pai, em suas mãos eu entrego o meu espírito, perdoa, porque eles não sabem o que estão fazendo." nós indagarmos, é possível ter essa compreensão, porque o nosso amor, gente, ainda está muito ligado às paixões e efetivamente nós não compreendemos a subimidade. Há desapego das coisas ou há encarceramento? Porque no nosso deserto íntimo existe desvios de conduta e nós temos melindres. Porque muitas vezes ainda espelimos palavras descaridosas com o próximo. Lembrando, né, gente, que o próximo é qualquer um da espécie humana. Por isso que Jesus disse: "Amai vossos inimigos, fazei o bem para aqueles que vos perseguem, orai por aqueles que vos caluniam". Então, a sublimidade do amor é algo que nós não alcançamos ainda. São palavras de Jonas de Anjo através de Edivaldo Pereira Fran. Porque nesse período de transição regenerativa do planeta que nós estamos passando, o evangelho nos conclama a uma responsabilidade de comprometimento, que é a transição da humanidade para o mundo melhor que se dará por intermédio do espiritismo. E aqui não é apologia para doutrina espírita, mas também não é o espiritismo de auditório, não é o espiritismo de obras visualizadas no compacto das redes virtuais e congressos. Não é o espiritismo que brilha e tem o seu lugar de estrelas que somos criados por Deus. Assim é necessário que as nossas atividades mais simples, isso aqui é importante, do cotidiano, sejam para que estejamos atentos naquilo que nós fazemos dentro de nós. E nós não percebemos porque Jesus lançou no Calvário a marca prioritária da regeneração do planeta de expiação para e provas para o mundo de amor. Foi ali. Por isso que Jesus falou: "Um novo mandamento vos dou. Amai-vos uns outros como eu vos amei." E é isso que Jesus nos ensina. Então, diante da sublimidade do amor, é

ovas para o mundo de amor. Foi ali. Por isso que Jesus falou: "Um novo mandamento vos dou. Amai-vos uns outros como eu vos amei." E é isso que Jesus nos ensina. Então, diante da sublimidade do amor, é preciso lembrar que há uma reconciliação íntima, onde Jesus, o modelo e guia da humanidade demonstra isso num ápice que praticamente poucos de nós aqui teríamos condições de suportar, porque nós ainda não suportamos quem não nos dá por exemplo para um bom dia. Nós não suportamos quando alguém do grupo familiar faz algum comentário depreciativo sobre a nossa pessoa. E isso acontece muito assim. A sublimidade do amor ele supera porque é ele é insuperável. tá lá registrado pro Jonas de Angeles. Porque todas as convenções humanas, gente, isso aqui também é muito importante, todas as percepções exteriores e todas as estruturas de aparência não demonstra a ligação que existe com o Pai que nos criou. Por isso, quando Jesus de braços abertos fez essa demonstração no diálogo, pai, em tuas mãos entrego o meu espírito, mas antes de ir até ti, Jesus disse, perdoa, porque eles não sabem o que fazem. E na verdade até hoje nós não sabemos o que estamos fazendo, porque dentro da sublimidade do amor, nós criamos bandeiras religiosas que não representam os ensinamentos de Jesus, quanto mais essa sublimidade do criador. Porque esse amor, gente, não tem festa, festa com bandeiras, não. e não faz nenhuma divulgação porque está dentro do sacrifício de cada um em nossas relações diárias. Por isso é um tema complexo, porque geralmente aparece nas redes sociais pessoas de outras crenças que não tem o hábito dos nossos estudos dentro da do campo da filosofia espírita e não entende isso, essa tal de analogia que nós saímos do mundo chamado creche. só extinto. E a pergunta é: para que viemos e por quê? Ou seja, aqui é o nosso segundo estágio. Quando nós saímos lá da creche, nós vamos para a educação infantil, onde nós estamos hoje, mas só que com rompante de vaidade, achando que a nossa ciência é o

Ou seja, aqui é o nosso segundo estágio. Quando nós saímos lá da creche, nós vamos para a educação infantil, onde nós estamos hoje, mas só que com rompante de vaidade, achando que a nossa ciência é o suprassuma do entendimento. Na verdade, nós estamos no jardim da infância. da evolução do espírito. Estamos numa geração que não era nem para entrar, porque Jesus, gente, implantou a regeneração há 2025 anos. Só que nós não conseguimos, nós não seguimos a sublimidade do amor dentro dos novos passos do das bem-aventuranças. E hoje nós estamos no processo de adentrar o mundo de regeneração, porque na regeneração nós vamos do primeiro ao 9º ano e no mundo feliz nós chegaremos ao ensino médio no processo da escala de evolução. E quando nós adentrarmos o mundo de amor, nós estaremos no mundo superior. Então, para entendermos a sublimidade do amor, nós precisamos passar por esse estágio de estar aqui. E não é aqui o estágio da felicidade. Embora quando lê o livro dos espíritos, há determinismo na felicidade. Tá lá escrito a evolução e felicidade e determinismo das leis de Deus, mas é processo. Então a felicidade será diante do nosso merecimento. Por isso que Joaneles nos traz no texto uma maneira de entendermos Jesus e a mensagem de Deus para que nós criaturas entendamos algo que ele colocou dentro de nós. Porque as sensações que sentimos quando falamos que gostamos de alguém não é o amor ainda. E aqui nós vamos entrar nas questões filosóficas do amor ágape, filia e eros. Nós estamos falando da essência no que se refere à transformação do nosso cotidiano na convivência e na relação do com o próximo. Esse é o ponto da mensagem e também do espaço que nós ocupamos. de trazer o reino de Deus para o mundo. Por isso, quando Jesus diz, se esse, se esse mundo fosse de amor e se seu Ron estivesse naquele mundo, ele já teria livrado das mãos de Pilatos e daquela turma todinha que estava ali, porque não havia e não há ainda o entendimento dessa leveza, desse silêncio, como diz Joana de Anges,

se naquele mundo, ele já teria livrado das mãos de Pilatos e daquela turma todinha que estava ali, porque não havia e não há ainda o entendimento dessa leveza, desse silêncio, como diz Joana de Anges, que nos protege. de cotidianamente. Jesus deu exemplo para todos. Agora, como exercer esse procedimento? Como comportar nesse cotidiano que nós vivemos carregando a nossa cruz, que não são semelhantes com a cruz que Jesus carregou, porque as nossas cruzes são leves, fazendo comparativo aqui com a cruz que Jesus carregou. Porque ali quando ele teve naquele madeiro, quando ele voltou 40 dias que ele teve no deserto, onde foi impossível tentar Jesus, porque foi tentado, onde havia os espíritos que estavam observando o nosso nossos momentos de dificuldade, que ainda não carregamos em nosso deserto íntimo o entendimento da mansuetude. da humildade, porque em todas as atividades da vida, nós estamos nesse espaço luminoso, inundado pela sublimidade do amor feito pelo criador, que é Deus. Porque ainda no gente, ainda me lidramos com alguém, nós irritamos com alguém mal educado. Só que Deus nunca deixou de nos proteger dentro do silêncio insuperável, que é a estritura do fluido cósmico universal que nos alimenta, que é o hálito de Deus. Porque o amor tudo cria, o amor nos sustenta. E hoje ainda sentimos incomodados de o filho, por exemplo, ir embora dando exemplos. aqui simples, do amor paterno, do amor materno e mais principalmente o materno e qualificamos como ser o mais próximo do amor ágape. A gente qualifica que é o amor de mãe onde alguns têm a ilusão que se parece com o amor do criador com as criaturas. Não é, porque no nosso nível de sensações, saindo recentemente da creche, como eu disse, dos instintos, existe a necessidade de refletir para ver se estamos com os passos certos. conduta e comportamento no sentido de do pensar a regeneração planetária. Por isso que no livro Obre, que está registrado na metáfora, no capítulo que fala dos trabalhadores da última hora, que somos nós,

uta e comportamento no sentido de do pensar a regeneração planetária. Por isso que no livro Obre, que está registrado na metáfora, no capítulo que fala dos trabalhadores da última hora, que somos nós, está bem claro que a regeneração da humanidade se dará através do espiritismo. Lembrando de novo aqui, não estão fazendo apologia da turina espírita, mas nós devemos lembrar que no espiritismo íntimo que tá trazemos dentro de nós é o sentir e pensar, que é o sentimento, que é o sentimento de Jesus na cruz. Não é o sentimento de Jesus ao pé do monte, não é ensinando as bem-avensuranças, o sermão profético, não é Jesus nos orientando. O amai, amai o outro como eu vos amei. Não estou falando do momento da cruz, porque a nossa cruz, gente, ó, é leve, porque é o fardo que o criador permite. E Jesus não vai dar nada para nós que nós não possamos carregar. Então, o que é ódio? O que é inveja? O que é o orgulho? A vaidade, tudo isso é amor. É estranho a gente falar isso, né? Mas é amor num processo de doença, no momento que eu não tolero o comportamento do meu filho, por exemplo, que tirou nota baixa. Ou seja, não entendemos a sublimidade do amor e tampouco o amor ágape, o incondicional. Porque houve desentendimento, houve incompreensão. E aí nós falamos: "Eu canso de trabalhar, eu cumpro os melhores materiais para você". se referindo ao filho, você estudar, você me tira nota baixa. Era pra gente falar dessa forma com ele ou com ela ou se ajohar e abraçar, dizer: "Meu filho, eu lhe compreendo." Porque o mundo, gente, é cheio de desafios e algumas disciplinas que nós não conseguimos tirar notas boas. Tem dias que nós não conseguimos nem exercer a sublimidade da alegria da amizade, de gostar da pessoa do jeito que ela é. É aquela canção popular, né? É preciso amar como se não houvesse amanhã do olhar a vibração daquele sentimento na nossa frente. Naquele instante nós deveríamos abrir os braços e dizer, né? Mas ainda nós temos cravados nas nossas mãos os espinhos da maledicência,

se amanhã do olhar a vibração daquele sentimento na nossa frente. Naquele instante nós deveríamos abrir os braços e dizer, né? Mas ainda nós temos cravados nas nossas mãos os espinhos da maledicência, da parentela que nos abandona, que fala mal, não importa. Sabe por quê? os nossos cravos, nossas coroas de espinhos no madeiro, é totalmente diferenciado. Isso, gente, é para exercer o amor daqueles que não nos compreendem. Jesus até hoje, mesmo no meio do movimento onde ele diz que os meus eleitos serão enganados nesse período que tá acontecendo, que é o amor de muitos nos tempos de transição. Ele disse: "Só vai esfriar inclusive entre os eleitos". O próprio Jesus disse que até hoje muitos não o compreendem ainda, mesmo no meio daqueles que exercem seu evangelho, que falam sobre o evangelho. Isso é uma realidade. Nós precisamos ser sincero quanto a isso. Então o tema não chama atenção. A gente pergunta: "O que é a casa comunhão espírita? O que elas não convida? Nessa provocação que Jonas de Anjo faz no texto, é para nos conduzir à sublimidade daquilo que constrói. Agora, em que momento eu estou indo para essa sublimação? Para Deus. E na outra ponta, em que momento eu deixo o amor se afastar de mim? Isso acontece porque eu não desejo estar perto dele. Só que Jesus está sempre à nossa disposição. Qual de nós gostaríamos de estar no lugar do mestre Jesus quando aconteceu crucificação? caindo ali numa viela, olhando ali uma senhora que está vindo para limpar o seu rosto ou encontrando com sua mãe em outro momento que ele caiu, ou depois encontrando Simão Cirimeu, Cirineu que carregou sua cruz. Qual de nós gostaríamos de passar por isso? É só lembrar nossa necessidade da semana. Se nós levarmos fechada no trânsito, é Jesus. É Jesus em nós ou somos nós mesmos? Por isso que Jesus diz assim, ó: "Todo aquele que me negar perante os homens, eu também o negarei perante a meu pai". Jesus é amor, gente. E ele diz: "Tudo que eu faço, tudo que eu falo, tudo que eu realizo e faço, eu

s diz assim, ó: "Todo aquele que me negar perante os homens, eu também o negarei perante a meu pai". Jesus é amor, gente. E ele diz: "Tudo que eu faço, tudo que eu falo, tudo que eu realizo e faço, eu não realizo por meu intermédio. Eu realizo e falo por intermédio daquele que me enviou". Jesus enviou aqui pro planeta Terra e nos convidou para associar para sermos o quê? Estrelas, gente. Sim, estrelas. Mas Jesus nos deu um alerta. A estrela brilha, mas cuidai para que não seja sombra. E a pergunta é: em que momento está a estrela? A estrela está sendo sombra. Em que momento nós perdemos Jesus? É quando nós julgamos alguém, se é de direita, se é de de esquerda, se é gordo, se é alto, se é magro, se está ali num deitado no papelão na rua com sua garrafa de bebida, usando droga. Assim, todas as vezes que nós entramos nessa convenção, nós não compreendemos a mensagem de Jesus. Porque hoje, dentro da sublimidade do amor, alguém acredita que Jesus estaria aqui agora em pé do meu lado, fazendo a palestra comigo? Não. Jesus estaria ali numa calçada que nós passamos com uma lanche na mão e pulamos a calçada. Não entregamos aquelas pessoas que queriam, nós passamos direto. Nós consideramos aquela pessoa como de má fama. E nosso mestre Jesus nos convida a trazer o reino de Deus para o mundo. Mas para quem? os doentes. Por isso ele disse, os meus serão reconhecidos para fazer a sublimidade do amor no espaço que ocupar. Olha que interessante. Ou seja, em qualquer lugar. E periodicamente nós estamos melindados, nós estamos irritados, estamos sempre ocupados. Eu não posso, eu não tenho tempo. Não é assim? Mas a sublimidade do amor é de proteção, de acolhimento e de compreensão. E a palestra aqui é para trazermos a sublimidade do amor para as nossas relações do cotidiano. Gente, sim, nós não temos mais tempo para uma construção de aprender o que é amar. Ou seja, nós precisamos exercitar as nossas atividades mais simples, o dia a dia, as pequenas, principalmente dentro de nós, que é o tempo da frequência

o para uma construção de aprender o que é amar. Ou seja, nós precisamos exercitar as nossas atividades mais simples, o dia a dia, as pequenas, principalmente dentro de nós, que é o tempo da frequência que faz de Deus em nós o entusiasmo de servir de maneira incondicional e desinteressada. E acontece que muitas vezes dentro da nossa casa, quando nós terminamos de fazer refeição, um exemplo simples, viu, gente? Aí nós vamos lavar asças e os outros vão fazer outra coisa. E ao começar a lavar as louusas sem a sublimidade do amor que precisa existir e sabemos que comer todo mundo quer, né? É mais fácil. Nós exclamamos. Eu tive a felicidade de com as minhas mãos fazer o que Jesus fez, de preparar os alimentos, o tempero, a verdura, a salada, a carne, o tempo do cozimento, certo? Para sentarmos na mesa, fazer refeição, a atender a nossa estrutura física para que ela esteja alimentada com amor do alimento que nós produzimos. Só que tem que ser temperado com meu afeto. Mas quando eu chego na pia, eu nego Jesus. Ninguém vem me ajudar. Tão pouco enxugar as louças. Ora, se estamos lavando a louça para exercer a sublimidade do amor, porque nós tivemos a sublimidade, a minha energia de pedir auxílio de alguém vai aparecer se eu pedir. Se tivermos a humildade de servir de maneira incondicional e desinteressada a minha família e alguém vai sair de sua atividade e vai chegar e dizer: "Quer que eu te ajude em alguma coisa?" Mas aí vem o nosso ego, não precisa. E quando se afasta, nós questionamos, por que? Ele veio me perguntar, você sabe que eu preciso de ajuda? Estou falando, gente, dos comentários que nós fazemos diante da nossa convivência, nosso pensamento das nossas ações, porque perdemos aquilo que Jesus nos deixou ensinado há mais de 2025 anos. Por isso que é disso, está na oração do Pai Nosso. Seja feita a sua vontade assim na terra como nos planos espirituais. Vem a nós o vosso reino, que é o reino de amor e ele nos ensina. Esse processo e nós usamos apenas de lábios, mas de repente nós terminamos a prece

vontade assim na terra como nos planos espirituais. Vem a nós o vosso reino, que é o reino de amor e ele nos ensina. Esse processo e nós usamos apenas de lábios, mas de repente nós terminamos a prece aqui e ao chegar lá no estamento, se o pneu estiver furado, eu chuto o pneu em vez de pegar as ferramentas e trocar o pneu. Assim, gente, podemos de forma prática pensarmos o seguinte: Não temos mais tempo de aprender a amar. Acabou o tempo. Por isso, os feixes que estavam dispersos, que está no evangelho, nós estamos reunidos aqui na pátria do evangelho para fazermos juntos a obra de Jesus, que Jesus deseja. Qual é a obra que Jesus deseja? que nós evangelizemos as criaturas. Mas o que é evangelizar? Acalmar os sentimentos e alivar aliviar os sentimentos, acalmar nossos pensamentos. Benditos são aqueles bem-aventurados que quando, carregando seus fardos, carregam também o fardo dos seus irmãos. Não tô falando que não tem responsabilidade, porque cada um tem que carregar seu fato. Lembrando que eu falei lá do filho, lembra que tirou notas ruim na escola? Porque a criança chega em casa e diz: "Pai, mãe, ó, eu acho que eu fiquei de recuperação". Pronto. Em vez de ajoelhar e abreçar e dizer: "Eu compreendo sua dificuldade, filho, mas coloca o dedo em riste." E falamos: "Ah, estou pagando sua escola, eu compro materiais escolares, isso é para você aprender. Ou então eu mudo, eu vou até a escola brigar com o professor, porque você não está ensinando adequadamente meu filho. Não é assim que acontece. Em vez de fechar os olhos, façamos, Senhor, o que queres que eu faça? Como diz Paulo apóstolo. Porque a sublimidade do amor, a gente coloca em nós algo que é insuperável, porque o amor é insuperável. Porque se nós estamos recebendo isso intensamente, nada que se manifeste no plano exterior irá nos incomodar. O aplauso não nos encanta e também não vai nos enganar. E tampouco a ingratidão, a avareza, desrespeito, indelicadeza vai nos afetar, porque seremos semelhantes ao ar. que está aqui no ambiente, nós o

O aplauso não nos encanta e também não vai nos enganar. E tampouco a ingratidão, a avareza, desrespeito, indelicadeza vai nos afetar, porque seremos semelhantes ao ar. que está aqui no ambiente, nós o consumimos, mas ele está aqui. Porque o amor, gente, é muito mais etério que o A. Permeia as nossas existências, está nos átomos que compõem nossos corpos, são os trilhões de células nossos órgãos. E é essa sustentação vem daquele que nos ama, Deus. Hoje nós podemos ficar irritados com alguém, mas esse amor, mas esse amor permanece nos cuidando, porque muitos de nós não queremos nem pedir perdão. O ego adoecido que nós temos que fazer, porque nós gostamos é que as pessoas sejam, estejam sobre a nossa subordinação. Só que os seguidores de Jesus no mundo é para quê? para servir e não ser servido. Mas nós rebatemos, gente. A humildade do amor é esse cuidado de fazer a obra de Deus dentro da seara de Jesus, comportando como ele. Embora Jesus não tenha pedido de ser semelhantes a ele, porque ele disse: "Sede perfeito como perfeito nosso pai". Olha o pronome que ele usa aí de forma nosso pai. E aí a coisa pega quando a gente fala isso. Sede perfeitos como é nosso pai. Porque tem no planeta alguém em condições de entender o que é Deus. Por isso que João Evangelista fala no seu evangelho, Deus é espírito. Tá lá no Evangelho de João. Nós também somos espíritos. Mas nós não sabemos a natureza de Deus e queremos saber ainda. Agora, ora, nós não entendemos ainda nem o que é amor, porque nó hoje nós fazemos o amor no planeta Terra, balcão de negócios. É o texto que João Jonas de Anes traz para nós e ele é muito claro, porque a única religião que Deus reconhece é o amor. A única religião que Jesus nos trouxe ao mundo foi: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei". Mas ao mesmo tempo o amor ele diz não é amor dele mesmo. Porque ele diz que fazia e falava. Jesus disse e falava. Não era por intermédio dele, mas sim por aquele que o enviou. E aí ele dá o exemplo, porque nós sempre precisamos de imagem.

é amor dele mesmo. Porque ele diz que fazia e falava. Jesus disse e falava. Não era por intermédio dele, mas sim por aquele que o enviou. E aí ele dá o exemplo, porque nós sempre precisamos de imagem. Nós somos espíritos crianças. Jesus não tinha um projetor para mostrar para as pessoas, um projetor de multimídia. Ele disse: "Eu sou a videira verdadeira. Ele é a árvore. Todos sois os galhos. O pai é o pomicultor. Olha a sublimidade do amor. O que que Jesus estava dizendo? Eu sou a videira e vocês são os ramos. Os que tiverem em mim, eu estarei neles. O Pai é o pomicultor. O amor do Pai, por intermédio de Jesus, chega até nós. O ramo da sublimidade é o amor. É o ramo que estiver produzindo, será podado para produzir mais ainda. É isso que Jesus queria nos dizer. Porque quando alguém não nos dá bom dia, eu sou um coitado. Ninguém me dá bom dia. Onde está a sublimidade do amor? Mas o que pede o evangelho? Observai a alma do próximo. E de repente ele não nos viu porque estava mergulhado em sombras, dores. Tá quase encerrando, viu, gente? Mas quando o amor permeia em nós, é o sentimento maior que é o entusiasmo do criador em nós. Deus está dentro de nós. Essa mensagem nós encerramos assim. A oportunidade é de sermos espíritas cristãos, porque nós não temos mais a linguagem figurada. Nós não vivemos mais com parábolas. é o nosso comportamento cotidiano. Assim, deixemos Deus fluir dentro de nós, porque Deus, gente, é amor. Deus é sabedoria. Muita paz a todos e meu muito obrigado. E agora a gente vai fazer a prece de encerramento, a conexão final. Senhor, te agradecemos por todas as graças que nos foram enviadas. Obrigada pelo alimento necessário para a nossa sobrevivência física e espiritual. Rogamos, Senhor Deus, nesse momento, a fluidificação de nossas águas com os medicamentos necessário para o nosso equilíbrio físico, espiritual e mental. Que as tuas bênçãos envolva a todos e tua presença seja constante em nossas vidas para todo sempre. Que assim seja. Muito obrigado.

ntos necessário para o nosso equilíbrio físico, espiritual e mental. Que as tuas bênçãos envolva a todos e tua presença seja constante em nossas vidas para todo sempre. Que assim seja. Muito obrigado. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade.

a colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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