As paixões e o egoísmo • Lacordaire Faiad

Mansão do Caminho 26/09/2025 (há 6 meses) 44:49 1,703 visualizações

Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista traz um convidado especial para falar sobre temas do cotidiano sob a luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se encontram para reflexões acerca do Evangelho de Jesus. Realização: União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #palestraespirita #espiritismo #evangelho #paixões #egoismo *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências. Que a sua paz esteja em cada coração. Sejam bem-vindos todos os amigos que aqui se encontram nos dois planos da vida. e aqueles que nos acompanham aqui pela UVCTV e pela TV Mansão do Caminho. É sempre uma imensa alegria saber que estamos na companhia de tantas almas queridas para mais um instante de reflexão em torno da mensagem do mestre à luz do seu evangelho. Por isso, nesse instante, que possamos silenciar um pouco os nossos pensamentos, ampliar as nossas percepções e elevá-los numa prece. Divino amor as nossas almas. A nossa gratidão, Senhor, pela companhia bendita durante todos estes milênios, onde nos inspira a aprender, vivenciar as normas, as lições, as leis que já estão esculpidas em nossas mentes. Por isso, amigo, nessas horas em que nos empenhamos por aprender um pouco mais, que sejamos capazes de fazê-lo de livre e espontânea vontade e coragem, a fim de estabelecer o teu reino dentro de nós. Por isso, nessas horas, nós te rogamos, Senhor, que amplie as nossas percepções para melhor entendimento e que teu amor envolva-nos a cada um, protegendo-nos e amparando-nos hoje e sempre. Hoje nós temos a alegria de receber em nossos canais mais uma vez nosso companheiro Lacorder Faiat, que vai abordar o tema As paixões e o egoísmo. La Cordé, seja bem-vindo, sempre uma honra estar contigo. A casa já é sua. Fica à vontade, meu amigo. Rogando votos de muita paz. Passamos a palavra para você. Gratidão, querida Rosângela, Naira e a todas essas almas queridas que nos ouvem nessa oportunidade abençoada de refletirmos sobre o evangelho de Jesus. E quando falamos em Jesus, quem de nós não temos saudade de Jesus, não é verdade? Por que temos tanta saudade de Jesus? Saudade a gente não mata, saudade a gente revigora. Saudade a gente revive, revitaliza. Por quê? Porque saudade é uma virtude. A saudade ela anda de mão dada com a gratidão, com amor. Nós só temos saudade de quem nós amamos e também só tem saudade quem ama.

de a gente revive, revitaliza. Por quê? Porque saudade é uma virtude. A saudade ela anda de mão dada com a gratidão, com amor. Nós só temos saudade de quem nós amamos e também só tem saudade quem ama. E a saudade de Jesus, ela é o antídoto, é o remédio para as nossas paixões e para o nosso egoísmo. O espírito Emanuel, no livro Caminho, verdade e vida, na lição 142, ele coloca que Jesus é o nosso tutor do primeiro dia. O que que significa isso? Significa que antes que nós chegássemos à categoria de espíritos, Jesus já nos aguardava amorosamente para estar tutelando a nossa viagem em busca da nossa angelitude, porque ele mesmo afirma: "Tudo que eu faço vós podeis fazer e muito mais se tiverdes fé". Mostrando, portanto, aonimidade do amor de Deus. Mas o Emânio também ainda complementa nesta página dizendo que Jesus conquistou a nossa tutela não somente por amor, mas pelo seu testemunho pessoal. E aí nós vamos entender que ele que poderia ter descido num dorsel de astros, ele poderia regimentar o maior exército, se ele quisesse. Como que ele veio? na simplicidade de uma manjedora. E também no livro A Caminho da Luz, uma mensagem que se intitula A Manjedoura. O espírito Emânio coloca que Jesus veio inaugurar para a humanidade com o símbolo da manjedoura, a era da humildade. E a humildade é a porta para a nossa elevação espiritual e ter o domínio do nosso egoísmo e das nossas paixões. Jesus realmente ele é um homem incomparável. Ele é tão grande que a história da humanidade não o coube. Ele a dividiu antes dele e depois dele, como diz Ernesto Renan, que é um grande historiador francês. E Jesus, todos aqueles que vieram antes de Jesus, Sócrates, Pitágoras, Arquimedes, Lautissé, Confúcio, Moisés, todos vieram sobre a tutela amorosa do Cristo. que Emânio também no livro A Caminho da Luz. Quem não leu, vale a pena ler este livro, é muito interessante, é da editora FEP. Ele coloca que é Jesus quem recebe a terra quando se desdobra, se desloca como uma nebulosa das mãos de Deus, que vem com toda a sua

vale a pena ler este livro, é muito interessante, é da editora FEP. Ele coloca que é Jesus quem recebe a terra quando se desdobra, se desloca como uma nebulosa das mãos de Deus, que vem com toda a sua equipe de geneticistas, de arquitetos, de engenheiros, trabalhá-la para nos receber. E num dado momento chega Jesus no seio da coletividade humana dizendo o quê? Eu não vim para ser servido, eu vim para servir. O meu reino não é deste mundo. Aquele que quiser ser o maior, sede o menor. Então Jesus veio justamente nos trazer o remédio para as nossas paixões, para o nosso egoísmo. Na questão 115 de O livro dos espíritos e chega a doutrina espírita como sendo uma proposta de Jesus, que é o consolador prometido. que segundo João, no seu evangelho, Jesus num dado momento, passando o olhar por aqueles que ali estavam, ele afirma: "Se me amais, guardai os meus mandamentos e eu rogarei ao Pai que envie outro consolador para que fique eternamente convosco." E chega, portanto, no dia 18 de abril de 1857, o consolador, como sendo atestado de óbito da morte, que veio afirmar que nascimento não é o começo, como a morte também não é o fim. vem justamente tertificar, como já dizia Sócrates, nós, enquanto seres pensantes, somos viajores do tempo e a vida na Terra é uma estação. Todos nós estamos aqui de passagem. E na questão 115 do livro dos espíritos, o codificador tem o cuidado de perguntar aos benfeitores espirituais: Deus criou espíritos bons e espíritos maus? E os espíritos então respondem que todos nós somos criados simples e ignorantes. Simplicidade desprovido desta complexidade que hoje nós trazemos enquanto homem e a mulher tecnológicos ignorantes do quê? Da verdade. E onde se encontra a verdade? Nas leis divinas. E onde se encontra escrito as leis divinas? Kardec pergunta na questão 621 e os benfeitores respondem na consciência. A consciência diz Emanuel é a voz de Deus dentro de nós. Então o nosso egoísmo, as nossas paixões estão não na nossa consciência, mas na nossa mente viciada.

e os benfeitores respondem na consciência. A consciência diz Emanuel é a voz de Deus dentro de nós. Então o nosso egoísmo, as nossas paixões estão não na nossa consciência, mas na nossa mente viciada. Porque nós somos uma consciência em essência, com o desafio de transformá-la em vivência. Daí a oportunidade das reencarnações sucessivas para que possamos transformar em aprendizado as virtudes que nós as trazemos dentro de nós em estado de latência. Na questão 115 do livro dos espíritos, além dos benfeitores colocar que fomos criados simples ignorantes, os maioris afirmam que a cada um Deus deu uma determinada missão, ó, missão pessoal. Cada um de nós temos um compromisso pessoal de conquistar a nossa elevação espiritual. Ninguém reencarnou para mudar o outro. Mas como Deus criou suas leis sábias e mutáveis, a lei de sociedade, a lei de fraternidade, a lei de solidariedade, a lei de liberdade, a lei de responsabilidade, à medida que nós evoluímos, ao mesmo tempo, nós também influenciamos aqueles que gravitam em torno das nossas vidas. E ainda na sequência resposta diz: "Aqueles que se tornam dóceis às leis, já podemos desfrutar da felicidade relativa aqui e agora. E aqueles de nós que nos rebelamos, vem a dor e o sofrimento. É por isso que a benfeitora espiritual da humanidade, Joana de Angeles, no livro Plenitude, ela coloca: "A dor e o sofrimento só se faz presente onde o amor se faz ausente. Então, nós vamos entendendo que esse processo da nossa elevação espiritual é compreensivo que nós ainda tropeçamos nas nossas paixões e no nosso egoísmo. Egoísmo, ismo é culto ao ego. E nossa benfeitora espiritual Joana Dias trabalha muito bem na série psicológica, mostrando o que que é o ego, é tudo aquilo que é transitório, aquilo que nós trazemos enquanto as máscaras da persona. Quem é a persona? Somos nós hoje enquanto Lacorder. Lacorder só serve para essa encarnação. Mas nós não somos um nome, como também não somos um corpo. Nós também não somos o que pensamos, mas também não somos o

ersona? Somos nós hoje enquanto Lacorder. Lacorder só serve para essa encarnação. Mas nós não somos um nome, como também não somos um corpo. Nós também não somos o que pensamos, mas também não somos o que nós fazemos. Nós somos muito mais. Nós somos um espírito, o ser inteligente que povoa o universo, como está em o livro dos espíritos, este ser imortal, este ser, conforme está na própria Gênese bíblica, que fomos criada a imagem e semelhança do criador. O que quer dizer que nós trazemos conosco a semelhança de uma semente, como diz Joana de no livro Amor, imbatível amor. todos os ingredientes necessários para nos tornarmos pessoas felizes. Assim como a semente traz todos os ingredientes necessários para acordar a árvore que a tipifica. E aí nós vamos entendendo a importância que tem o esclarecimento que a doutrina espírita nos oferece. Porque a doutrina espírita quando ela chega, ela não chega criando nada novo, mas ela chega a semelhança do microscópio ou do telescópio, desvendando o mundo que já existe, o mundo que Jesus veio nos apresentar quando ele nos coloca: "Não amontois tesouro onde a traça corrói, a ferrugem consome, ou ladrão roube." Que que Jesus está nos falando? Ele está nos falando aquilo que é o essencial e aquilo que é o superficial. Ele não está falando que nós não usemos aquilo que é transitório. Ele tá falando não amontoeis, não acumular. Em outras palavras, nós vamos perceber quando a psicologia coloca com muita propriedade que são as compulsões, a compulsões da gula, do sexo desvairado, da compra compulsiva, das redes sociais, vem ocupar o lugar de alguma coisa que nós não estamos nos dando amorosamente. Mas a benfeitora Joana de Ângeles no livro Amor, imbatível Amor, ela coloca que nessa nossa viagem, na busca da nossa elevação espiritual, nós produzimos alguns descaminhos. Que são os descaminhos? Quando nós marchamos para o caminho das paixões ou do egoísmo. E nesses desescaminhos ela coloca, nós criamos, desenvolvemos experiências não legítimas.

mos alguns descaminhos. Que são os descaminhos? Quando nós marchamos para o caminho das paixões ou do egoísmo. E nesses desescaminhos ela coloca, nós criamos, desenvolvemos experiências não legítimas. Que que são experiências não legítimas? Ela já coloca o que é o erro. O erro é uma experiência nos convidando a nos autoacolher, analisar. refletir e fazer de forma diferente. A divindade é puro amor, como diz João. Nem os nossos erros são de jogar fora. Então, são experiências não legítimas, são experiências que está na desintonia da lei de amor, justiça e caridade. E ela diz assim: "Essas experiências nos acompanharão". Olha aí a lei de causa e efeito. Então, essas paixões, essas atitudes que nós tomamos apaixonadamente ou egoicas, porque o que que é egoísmo? é eu querer algo para mim em detrimento de alguém ou de mim mesmo enquanto espírito em processo de evolução. Quando eu entro pro campo da droga, das compulsões, eu não estou sendo caridoso comigo mesmo. Eu não estou cumprindo o meu dever maior que me autoamar, me autocuidar, me autovalorizar, me autoentender. Quando eu fico me acusando, quando eu fico me descaracterizando, quando eu fico me culpando, eu não estou buscando sintonizar com o meu processo de autoeducação. E aí nós vamos entender a importância que tem o conhecimento espírita. Allan Kardec, já pensando nesse movimento nosso das das compulsões, das paixões e do egoísmo, ele pergunta a Santo Agostinho na questão 919 e 919. Qual a forma, o meio prático para que possamos resistir ao mal e desenvolver o bem? E o Espírito Santo Agostino, na questão 919 diz assim: "Um sábio da antiguidade Javolo disse: "Conheça a ti mesmo o autoconhecimento. O autoconhecimento nos possibilita diferenciar quem nós somos enquanto filho de Deus, aprendiz da vida, amor em essência para nos acolher naquilo que nós temos, fazemos ou estamos de uma forma egóica ou de das paixões. Quando nós nos autoacolhemos, fruto do autoconhecimento, nós passamos a exercer o autodomínio. O autodomínio é a educação

quilo que nós temos, fazemos ou estamos de uma forma egóica ou de das paixões. Quando nós nos autoacolhemos, fruto do autoconhecimento, nós passamos a exercer o autodomínio. O autodomínio é a educação das nossas paixões, do nosso egoísmo na lei de liberdade. Conforme eu uso a lei de liberdade, eu posso construir a minha escravização ou a minha libertação. Busquemos o exemplo prático. O apóstolo Paulo, ele coloca: "Tudo posso, mas nem tudo me convém. Tudo eu posso dentro da lei de liberdade, mas tudo aquilo que eu fizer das minhas escolhas, inevitavelmente eu teria as respostas a lei de causa e efeito ou a lei de responsabilidade. Então, se eu faço escolhas centrado nas paixões ou no movimento egóico, eu vou ter a minha escravização. Busquemos o apóstolo Paulo. Quando o espírito emano diz assim: "Antes de qualquer problema, a ajuda sempre chega na frente. Paulo, ele já conhecia Estevão e o amava sem conhecer, mas na figura de como a Abigail, a sua noiva, apresentava, quem não leu, vale a pena ler, tá no livro Paulo e Estevão, é da editora da FEB. Então, quando ele ouve sobre os cristãos, sobre a casa do caminho, ele, aquele apaixonado ali, a paixão por Moisés, ele foi educado, voltado para uma cultura de profundo amor e devoção a Moisés. Ele era um apaixonado por Moisés. Aí a paixão, onde muitas vezes nós nos tornamos irracionais, ficamos na monoideia e Saulo, a sua mente foi formatada, o seu mapa mental, tudo era Moisés. E ele como doutor da lei deveria defender Moisés a qualquer custo. E quando ele vai na casa do caminho, que ele ouve Estevão, e quando Estevão diz: "Jesus é a chave e Moisés é a porta". Do que vale a porta se não há chave para abrir e descortinar um horizonte que aguarda todos nós. Jesus é a chave. Jesus é o nosso passaporte para que possamos desfrutar desse mar de oportunidade que a vida oferece a todos. Mas naquele momento o Saulo, pelo seu orgulho e a sua paixão na raça de raça de de Moisés, ele exige que estevam por não entender. E a paixão muitas vezes ela fica na monoideia meio

a oferece a todos. Mas naquele momento o Saulo, pelo seu orgulho e a sua paixão na raça de raça de de Moisés, ele exige que estevam por não entender. E a paixão muitas vezes ela fica na monoideia meio que cega. Ele quis que naquele momento Estevão se retratasse, porque a informação que ele tinha do Cristo, de Jesus é que ele havia sido sacrificado entre dois ladrões, que ele era um tumultuador. Então, na paixão, nós saímos da reflexão. E na questão 919 a quando Allan Kardec volta, mas que de que forma nós podemos estar dominando as nossas paixões, o nosso egoísmo ou as nossas más inclinações e desenvolver o bem? Santo Agostinho então coloca: "Fazei como eu fazia". passar em revista todas as minhas ações. Foi o que falou, faltou para Saulo naquele momento, essa reflexão, qual é o sentido de que Estevo estava dizendo? Não. E naquele momento quando ele diz, "Eu lhe exijo que você retrate em nome do Sinédrio, ali entrou o egoísmo. Porque Estevão com a sua fé convicta disse: "Ô amigo, eu reconheço que o Sinédo tem mil meios de me fazer chorar, mas não lhe reconheço o único modo, uma forma de me fazer renunciar a Jesus. Naquele momento, Saul sentiu-se ferido nas suas fibras mais íntimas de raça, do orgulho, da presunção, da prepotência. Ele nunca havia encontrado alguém com uma retórica tão lógica quanto Estevão. Tanto é que no dia do seu apedrejamento, Estevão faz todo um arrazoado teórico dos profetas da antiguidade até chegar Jesus numa lógica emocional a ponto que todos que aqueles que estavam ali assisti-lo ficaram emocionados. E Paulo, Saulo, naquele momento, desce da tribuna e dá-lhe um bofete. E ele diz: "Ô amigo, a agressividade é filha da paixão e do egoísmo. Mas Jesus nos ensinou a amar nossos irmãos e a perdoar incessantemente. Aquelas reflexões vão agora borbulhar na cústica da alma. de Saulo. Ele começa a refletir profundamente de onde Estevão tirou tanta serenidade. Porque o amor, o auto amor, fruto do autoconhecimento, que nos leva o autodomínio e a automotivação,

tica da alma. de Saulo. Ele começa a refletir profundamente de onde Estevão tirou tanta serenidade. Porque o amor, o auto amor, fruto do autoconhecimento, que nos leva o autodomínio e a automotivação, nos traz a serenidade, enquanto as paixões e o egoísmo nos leva a um vazio existencial. É o que estava acontecendo a Salmo quando na estrada de Damasco, por misericórdia e por bondade, Jesus surge na tela mental psíquica de Saulo e o questiona Saulo, Saulo, por que me persegue? Naquele momento diz Emanuel que Saulo cai de joelhos instintivamente pergunta: "Senhor, quem és?" E aí nós vamos entender quando o Jung fala do self e do ego. O self é a luz, é o amor, é o bem, é a nossa essência. Então Jesus, o amor por excelência ou como diz nossa querida Joana dees, o peregrino do amor, olhando com compaixão para Sau, Jesus. E ali ele cai na realidade, porque o amor é capaz de penetrar no mais profundo do pântano do egoísmo, das paixões, sem se contaminar e ajudar a se drenar e surgir o lottos. Naquele momento surgi o lottos da reflexão de Saulo e percebendo que Jesus é uma realidade. O amor é uma realidade. O amar se autocuidar, o amar se autovalorizar, o amar se autocompreender, amarse autoacolher. Quando Jesus diz, os meus discípulos serão conhecidos por muito se amarem. Então, naquele momento, Saulo pergunta: "Senhor, que queres que eu faça?" Então ali ele tomou uma decisão. >> Eu sou o Gemini, um modelo de linguagem grande treinado. >> E ao tomar essa decisão, >> o que que aconteceu? Ele então passou agora em cima dessa decisão a trabalhar egoicamente, trabalhar o ego num processo de autoacolhimento amoroso. Então, as paixões, o egoísmo, não é para que nós nos censuremos, não é para que nós nos critiquemos, é para que nós nos acolhamos e façamos o trabalho da autotransformação amorosa. Na neurolinguística, nós aprendemos que todo sentimento e todo pensamento tem uma intenção positiva, uma direção equivocada. Quanto de nós já não ouvimos da mãe ou do pai, minha mãe mesmo dizia: "Mãe, eu

neurolinguística, nós aprendemos que todo sentimento e todo pensamento tem uma intenção positiva, uma direção equivocada. Quanto de nós já não ouvimos da mãe ou do pai, minha mãe mesmo dizia: "Mãe, eu não tive a intenção". Mas você vai refletir, porque de boa intenção, então a gente vê que não basta só ter boa intenção. Ninguém muda só de intenção. A mudança é prática. É por isso que Jesus, quando Pedro pergunta: "Senhor, quantas vezes eu devo perdoar meu irmão? Até sete vezes?" Em outras palavras, é como se Jesus falasse para Pedro assim: "Pedro, toda e qualquer virtude é exercício. Quantas vezes por necessário? Quem de nós não temos conosco algum lado sombra do egoísmo ou das paixões para serem trabalhadas? E aí nós vamos entender a importância do autoacolhimento. Na questão 132 de Livro dos Espíritos, Allan Kardec pergunta aos benfeitores da humanidade: "Qual é o sentido da reencarnação? A palavra foi cunhada por Allan Kardec, que a reencarnação hoje, a doutrina espírita mostra que antes da fecundação do espermatozoide com óvulo, ali já está a presença do agente pensante, que é o espírito. Então, é a volta do espírito no mesmo palco da vida com papéis trocados. Então ele diz, a reencarnação tem um sentido de provas e expiações. Na prova nós vamos sedimentar valores ou vamos desenvolver a nossa autoeducação. E educar é formar caracteres, como diz Allan Kardec. E na expiação nós somos convidados a reeducação. A semelhança do aluno quando entra na faculdade, ele não consegue levar todas as matérias. Ele tá muitas vezes num trabalho adaptativo ou muitas vezes falta a determinação, a força da vontade, o exercício, porque dentro de nós nós já trazemos todos os recursos necessários para agirmos exitosamente diante daquilo que a vida está nos convidando. que antes de reencarnarmos, todos nós passamos por um processo de muita amorosidade, de benfeitores que já alcançaram a excelitude do amor, traçando o nosso programa reencarnatório. Então, da mesma forma que a faculdade

rnarmos, todos nós passamos por um processo de muita amorosidade, de benfeitores que já alcançaram a excelitude do amor, traçando o nosso programa reencarnatório. Então, da mesma forma que a faculdade tem um programa, então é compreensivo que aquele aluno que não deu conta de levar todas as matérias, ele deixou a matéria para trás e vai prosseguindo nos outros semestres. Mas vai chegar o momento em que o coordenador irá procurar e dizer: "Olha, na cordia, para que você possa avançar, é fundamental que você resgate, que você busque, que você espie". A própria palavra expiação na sua etimologia significa exrair, pia, pureza das nossas ações. Então não é castigo, é um processo educativo. Deus é amor. Às vezes nós ouvimos, quem não muda por amor, muda pela dor. Muda. Você acha? Se mudasse penitenciária, não seria fábrica de anjos. Então a mudança ela se dá por amor, a dor, o sofrimento, diz nossa veneranda Joana como espírito amigo que ajudou na codificação. É bênção que Deus envia aos seus enitos. é carteiro. Então é muito compreensivo que esse carteiro ao chegar está nos convidando a refletir, analisar e por amor nós estamos mudando, fazendo uma mudança de nível conosco mesmo ou fazendo um upgrade nas nossas mudanças, na nossa vida. Então, quando diz Jesus, "O que o Pai quer é a morte do pecado e não do pecador. Deus é amor. O que Deus quer é a morte da nossa ignorância, não o nosso sofrimento. Por isso que Sidta Galutama Buda, que é um dos mensageiros que veio também em nome do Cristo, ele diz assim: "O homem sofre porque não conhece as verdades que existem na intimidade da sua própria alma. E toda ignorância leva ao caminho do sofrimento. E sofremos porque ignoramos a ignorância que ignoramos. Qual que é a verdade que nós trazemos dentro de nós? Que nós somos filhos de Deus. Nós somos aprendizes da vida. Nós somos espírito em processo de evolução. Qual o problema nós errarmos? Agora, é fundamental que busquemos reconhecer e corrigir rumos. As coisas mais importantes que fazemos bem hoje, nós

da vida. Nós somos espírito em processo de evolução. Qual o problema nós errarmos? Agora, é fundamental que busquemos reconhecer e corrigir rumos. As coisas mais importantes que fazemos bem hoje, nós erramos muito. Então, muitas vezes nós reencarnamos com essas paixões, com esses movimentos egoicos, para que nós possamos nos autoacolher e fazer o nosso aprimoramento espiritual. A doutrina espírita como a mensagem de Jesus. É uma mensagem que consola orientando e que orienta consolando, porque todos nós estamos aqui para darmos conta de nós mesmos. Uma vez eu ouvi de um benfeitor espiritual, uma prova não aprovada não é uma vida reprovada. Aí, voltando ao apóstolo Paulo, nós vamos perceber quando ele diz assim: "O bem que eu quero fazer, esse eu não faço. O mal que eu não quero, eu faço". Em uma das suas epístolas aos Romanos, o que que ele está falando? está falando da predominância do egoísmo, das paixões em detrimento da nossa característica humana extintiva, essencial. Olha a importância do autoacolhimento amoroso. E é o que o apóstolo Paulo fez assim, quando ele tomou o conhecimento de Jesus, de quem é Jesus, quem é Jesus nas nossas vidas, Jesus como sendo roteiro seguro para a nossa caminhada. Ele buscou o seu mestre Gamaliel. E Gamalial então orienta a buscar o deserto e o tear, as mãos ocupadas, a labterapia como a forma do nosso aprimoramento, do nossa mente viciada, egóica ou das paixões, desenvolvendo o amor, cuidar, zelar, respeitar, valorizar, entender, nos autocuidar. E ele trabalhou durante 3 anos meditando na carta magna, que é o evangelho de Jesus. Ele passou 3 anos meditando no GPS divino, como mergulhar dentro de nós e resgatar quem nós somos. Depois ele volta de perseguidor, agora mesmo sendo perseguido, mas com mesmo vigor. Porque a paixão e o egoísmo são forças mal canalizadas por ignorância. Conforme a questão 115, nós temos três níveis de ignorância. A ignorância do não saber, a ignorância do não sentir e a ignorância do não vivenciar. Quantos médicos nós conhecemos que

s por ignorância. Conforme a questão 115, nós temos três níveis de ignorância. A ignorância do não saber, a ignorância do não sentir e a ignorância do não vivenciar. Quantos médicos nós conhecemos que fumam, ele não tem a ignorância do não saber. Da mesma forma, nós vamos nos perguntar: Tudo aquilo que nós hoje sabemos que é bom para nós, que é importante para nossa elevação espiritual, nós fazemos ou muitas vezes nos entregamos ainda os nossos movimentos e apaixonados. Por quê? Porque nos falta ainda o sentir para o vivenciar. O sentir é reflexão. É refletir. Quando Jesus diz assim: "Conheça a verdade" é o conhecimento. E o conhecimento bem pensado, o conhecimento bem sentido vai fazer a mudança. conheça a verdade que são as leis. E o exercício das leis na nossa intimidade vai estar nos transformando, vai estar nos levando a uma conduta amorosa, já não mais pela paixão, nem pelo egoísmo, mas para o pelo altruísmo, pela solidariedade, pela fraternidade, pela empatia, como Jesus colocou na parábola do bom samar. Ali nós vamos entender a prática de como estarmos sobrepondo ao nosso egoísmo e as nossas paixões. Ele dá o exemplo do sacerdote que passou ouvir o homem caído. Ele tinha conhecimento. É o sacerdote, é um representante da divindade. Mas quanto de nós temos um discurso desassociado da prática? é o exemplo do sacerdote. Mas passou por ali também um levita, que era um homem que conhecia todas as leis, mas também não foi atender o caído. Agora, sabiamente, Jesus não disse quem era o caído. Pode ser você, pode ser eu, pode ser meu filho ou minha esposa, meu esposo, nós não sabemos. Mas passou o samaritano. E o samaritano era alguém tido como sendo desprezível, mas perante a divindade todos nós fomos criados simples e ignorantes. Então não há ninguém melhor do que ninguém. É por isso que a veneranda Joana de Angeles coloca: "Sabe quem é o anjo de hoje? é o pecador arrependido de ontem. Então, quando o apóstolo Paulo foi trabalhando paulatinamente as suas paixões

inguém. É por isso que a veneranda Joana de Angeles coloca: "Sabe quem é o anjo de hoje? é o pecador arrependido de ontem. Então, quando o apóstolo Paulo foi trabalhando paulatinamente as suas paixões do Saulo, do antigo doutor da lei, que isso nos acompanha, por isso que tá lá no Evangelho, causas atuais e anteriores das nossas aflições. Então, qual é a nossa responsabilidade? nos autoacoler. Não é censurar, não é criticar, é buscar se autoconhecer. E o que que eu posso fazer para me ajudar? Numa pergunta reflexiva: estou nessa situação? Uma pergunta consciencial. O que essa situação quer me dizer? E como eu posso agir para mudá-la? Com essas perguntas reflexivas, foi o que possibilitou o apóstolo Paulo já no entardecer da sua vida física, ele dizendo com ternura e carinho na segunda carta a Timóteo, eu venci o bom combate e depois ele diz: "Já não sou eu mais quem vivo. E se um Cristo que vive em mim, de tanto nós nos ocuparmos com as nossas mãos no trabalho do bem, nós vamos força para nos administrar e entramos numa sintonia do remédio para a nossa ingratidão das paixões e do egoísmo. Então, já entro nessa conscientização de profunda gratidão. Gratidão, Senhor da vida, pela minha liberdade que eu sinto de poder pensar. Gratidão, bom Deus, que eu sinto pela liberdade de poder sentir. Gratidão, bom Deus. pela liberdade que eu sinto de poder fazer escolhas. E quantas escolhas nós fazemos e deixamos a desejar o num movimento de paixões e de egoísmo. Mas aí eu entro na quarta gratidão. Gratidão bom Deus pela gratidão que eu sinto em poder reparar. E aí entra uma da gratidão que é o coroamento. Gratidão, Deus pela liberdade que eu sinto de poder evoluir continuamente. E aí nós recordamos Jesus quando ele nos afirma das ovelhas que o Pai me confiou, nenhuma se perderá, porque todos nós estaremos inevitavelmente, porque a evolução ela não é uma opção, é uma determinação divina, desfrutando de quem nós somos como filha de Deus, aprendizes da vida e temos como mestre o nosso querido Jesus.

remos inevitavelmente, porque a evolução ela não é uma opção, é uma determinação divina, desfrutando de quem nós somos como filha de Deus, aprendizes da vida e temos como mestre o nosso querido Jesus. Que ele nos abençoe e nos guarde na sua paz hoje, amanhã e sempre. Muita paz. A nossa gratidão a ti, meu amigo, que o Senhor da vida te ilumine, te inspire, te proteja por essas belíssimas palavras que acolhe o nosso coração, dando-nos a confiança que seremos sempre amados, mas que devemos também fazer as nossas escolhas corretamente. >> Paz e luz a ti. >> Obrigado. A nossa gratidão também a tantos amigos aqui conosco hoje de todos os lugares do país, saudando-nos, cumprimentando-nos e vamos lembrar sempre, né, se a mensagem nos é cara ao coração, se nos toca, se nos convida à renovação, que devemos compartilhar, compartilhar sempre o bem para que ele possa chegar a tantos corações tão necessitados quanto os nossos. que sejamos cooperadores com ele nesse trabalho de redenção de nós mesmos, auxiliando uns aos outros. Lembrando que todas as manhãs às 7 horas aqui nós estamos a equipe da União Espírito e Vitória da Conquista para começarmos o dia na luz da oração e na sua companhia. É todas as quartas-feiras às 21 horas com o nosso programa Somos Todos Imortais. A presença de todos será sempre muito bem feita. Então, a todos os amigos aqui presentes nos dois anos da vida, a nossa gratidão e paz e luz a todos.

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