Orientações para Esclarecedores de Reunião Mediúnica | Módulo 04

Feemt Play 02/11/2015 (há 10 anos) 1:49:01 39,830 visualizações

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Transcrição

Chegamos ao momento em que o nosso seminário dá-se em sistema de mais profundidade. E por isso solicitamos a todos nós que possamos nos dispor a essa viagem consciencial, porquanto compreendida a primeira fase do seminário, que é a fase da relação dos ensinos evangélicos de Jesus. Por meio da parábola do filho pródigo e por meio do convite vinde a mim, estabelecemos nessa primeira etapa a intensa comunicação que somos convidados a nutrir por meio da força da afetividade. compreender que os espíritos com os quais estamos lidando, assim como nós, vem de uma trajetória de afastamento da casa do Pai e que caído em si, voltam e para a alegria de si mesmos encontram no banquete da reunião mediúnica, nas sandálias desse conforto espiritual, nesse anel que simboliza a aliança profunda entre esses membros da reunião mediúnica, com esse momento tão consciencial do espírito, que é sua retomada para a evolução vertical na vida. Também presenciamos nesse instante o convite através das quatro etapas amorosas, que exatamente o destrinchar desse banquete, esse banquete com os seus aspectos é realizado através do movimento do acolhimento, do alívio, do consolo e do propósito. Entretanto, é fixando-nos agora nesse exato momento sobre a gravidade do que é o trabalho de esclarecimento mediúnico, que significa para todos nós uma das contribuições mais profundas em termos de auxílio para o planeta de regeneração. Porque uma coisa é o ser humano estar vivendo no planeta ainda na condição de encarnado e ignorar as leis divinas e a realidade da imortalidade. Outra coisa é o espírito depois que tomba obviamente o último momento do segundo na terra, o espírito dando-se conta do que produziu em si mesmo em matéria de felicidade ou infelicidade, o importante é esse espírito a partir de agora continuar a sua trajetória em favor da sua elevação. Então, enquanto estamos na terra, somos convidados de mil formas e mil modos a conversar com todos aqueles que convivemos na terra para juntos caminharmos

ar a sua trajetória em favor da sua elevação. Então, enquanto estamos na terra, somos convidados de mil formas e mil modos a conversar com todos aqueles que convivemos na terra para juntos caminharmos e sermos discípulos do mestre verdadeiro. Porém, se nós não colocamos isso como diretriz em nossa vida e nos encontramos depois do véu da morte, em um momento de grave e séria situação no mundo espiritual, nós vamos verificar que exatamente ali na reunião mediúnica, nesse núcleo da caridade real e essencial que se faz talvez o primeiro contacto com a retomada de todas as nossas esperanças, de todas as nossas intensas vontades e que não foram bem administradas ao longo da nossa existência quanto no corpo. Vejamos então que a reunião mediúnica e o médium esclarecedor significa, talvez para muitos espíritos, o primeiro contato de esperança profunda e real. E sendo assim, é uma tarefa perigosa. Não é uma tarefa que nós dizemos arriscada, mas é uma tarefa que traz os seus perigos. os seus perigos no sentido principalmente de como os nossos potenciais estão sendo trabalhados. Porque se nós estamos na reunião para trabalhar a nós próprios, devemos saber que isso também está mexendo com a realidade e a estrutura do mundo espiritual e da terra consequentemente. Porque não é o fato do espírito encarnar, desencarnar, encarnar, desencarnar várias vezes, que necessariamente ele mudou de atitude. Ele pode mudar de corpo, mas muitas vezes ele não muda de atitude. Entretanto, quando nós estamos diante de um espírito que consciencialmente ele se arrepende do que fez numa reunião mediúnica ou que ele recebe instruções que vão lhe auxiliar no arrependimento, nós estamos diante de uma reunião que vai promover a mudança de atitude. Podemos considerar a partir disso que a reunião mediúnica é uma reunião existencial. Uma reunião existencial porque o espírito que está participando dessa reunião mediúnica não está tratando de coisas transitórias. Os assuntos da reunião mediúnica são de ordem profundamente

istencial. Uma reunião existencial porque o espírito que está participando dessa reunião mediúnica não está tratando de coisas transitórias. Os assuntos da reunião mediúnica são de ordem profundamente existenciais, profundamente conscienciais. Ali na reunião mediúnica, estamos tratando dos assuntos mais importantes que existe para o espírito imortal, é a sua relação com as leis divinas. Por isso mesmo, esses aspectos psicológicos conscienciais do diálogo terapêutico vai ao encontro diretamente à mente e ao coração dos candidatos a serem esclarecedores dos espíritos. Porque estamos aqui em parâmetro de aprendizado, em parâmetro de absorção dessas informações, não apenas para utilizá-las no dia a dia da reunião mediúnica. Este seminário seria muito reducionista se o objetivo fosse esse, utilizar esses conteúdos apenas para utilização em segundas, quartas, sextas, terças, quintas-feiras, em um dia da semana. Estamos aprofundando estes conteúdos para nossa utilização existencial enquanto espíritos imortais. Nesse sentido, vamos verificar o que aconteceu em Bordelus, 1862. Uma mensagem de João Evangelista, uma mensagem sugêneres, porque a mensagem de João Evangelista veio trazer um aspecto singular, veio falar de uma passagem em que dita que depois que Jesus foi tocado pelo Espírito Santo segundo as Escrituras, ele então foi ao deserto e lá foi tentado pelo diabo, permanecendo em 40 dias. E depois dos 40 dias foi tentado pelo diabo, teve fome e o diabo lhe ofereceu várias sugestões. É interessante porque é justamente o espírito João Evangelista que dá a mensagem no ano de 1862 em Bordéus, que não registrou como João Evangelista. Essa passagem no evangelho. Não existe essa passagem da tentação de Jesus no Evangelho de João. Ele só existe em Lucas, em Marcos e em Mateus. É porque João Evangelista realmente considerou essa passagem não como um ato da vida de Jesus, mas como uma parábola. E ele, obviamente, colocando isso como uma parábola, os outros, os outros evangelistas registraram que também

ealmente considerou essa passagem não como um ato da vida de Jesus, mas como uma parábola. E ele, obviamente, colocando isso como uma parábola, os outros, os outros evangelistas registraram que também sabiam aos discípulos diretos de Jesus também sabiam tratar-se de uma parábola. Mas a forma como as escrituras foram depois reeditadas em capítulos, em versículos, colocaram esse trecho como se fosse literal. E esse trecho não é literal, ele é uma parábola. A presença de Jesus e o diálogo dele com o suposto Satanás é uma parábola e é o próprio João Evangelista que vem depois de 1800 anos esclarecer que ele realmente esse esse trecho é uma parábola do evangelho. Então vejamos. considerada como a parábola do discernimento. Passagem simbólica na qual Jesus convida a todos que desejam ser seus discípulos a trilhar um caminho iniciático e se tornarem seres conscientes capazes de discernir entre o que devem ou não realizar. Era muito comum, tanto é ainda hoje colocado, que no Oriente haviam símbolos para dar processos iniciáticos. O João Batista no deserto que fazia o chamado batismo, aquilo era um processo iniciático, um processo onde a pessoa agora quer tomar uma nova jornada na existência. Então, naquele hábito cultural criado pelo próprio profeta do Jordão, ele então batizava as pessoas como sendo um símbolo de uma nova etapa, de um começo agora focado na sua autotransformação. Era esse o objetivo. E essa parábola também fala justamente isso. Era um momento iniciático para todos aqueles que estavam com Jesus e para toda a humanidade consequentemente. Vamos estudá-las no contexto da reunião mediúnica para refletirmos os aspectos psicológicos conscienciais do diálogo terapêutico. Em Lucas, capítulo 4, 1 a 13, Jesus, pois, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e era levado pelo Espírito no deserto durante 40 dias, sendo tentado pelo diabo. E naqueles dias não comeu coisa alguma, e terminados eles, teve fome. Disse-lhe então o diabo: "Se tu és filho de Deus, manda esta pedra que se torne

deserto durante 40 dias, sendo tentado pelo diabo. E naqueles dias não comeu coisa alguma, e terminados eles, teve fome. Disse-lhe então o diabo: "Se tu és filho de Deus, manda esta pedra que se torne em pão". Jesus, porém, lhe respondeu: "Está escrito: "Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus". Então o diabo, levando a um lugar elevado, mostrou-lhe num relance todos os reinos do mundo, e disse-lhe: "Dar-te ei toda a autoridade e glória destes reinos, porque me foi entregue e a doua a quem eu quiser. Se tu me adorares, será toda tua". Respondeu-lhe Jesus: "Vai-te para trás de mim, Satanás, porque está escrito: "Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele servirás". Então, levou a Jerusalém e o colocou sobre o pináculo do templo e lhe disse: "Se tu és filho de Deus, lança-te daqui abaixo, porque está escrito: "A seus anjos ordenará a teu respeito que te guardem. E eles te susterão as nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra. Respondeu-lhe Jesus: Dito está, não tentarás o Senhor, teu Deus. Uma questão fundamental histórica que deve ser registrado para entender como é a construção desta passagem como parábola. É que se nós analisarmos do ponto de vista do que lemos nesse trecho de Lucas, por exemplo, parece que estamos diante de uma terceira pessoa que viu o episódio acontecer com Jesus. Mas esse episódio aconteceu supostamente entre Jesus e o diabo apenas. Logo, vamos verificar que nesse trecho do Evangelho que está aqui registrado como Lucas, mas tem em Marcos e também tem em Mateus, na verdade quem é que contou essa história para alguém registrar? Foi o próprio Cristo que contou essa história. E essa história foi contada em forma de parábola. E é o próprio espírito João Evangelista no livro A Gênese de Allan Kardec, no capítulo Tentação de Jesus, um subitem, que ele vai trazer exatamente a verdadeira significação desta parábola. Assim, tendo o diabo acabado toda sorte de tentação, retirou-se dele até a ocasião oportuna. Em a Gênes e Allan Kardec, capítulo 15,

ele vai trazer exatamente a verdadeira significação desta parábola. Assim, tendo o diabo acabado toda sorte de tentação, retirou-se dele até a ocasião oportuna. Em a Gênes e Allan Kardec, capítulo 15, itens 52 e 53. Jesus, transportado pelo diabo ao pináculo do templo, depois ao cume de uma montanha por ele tentado, constitui uma daquelas parábolas que lhe eram familiares e que a credulidade pública transformou em fatos materiais. Orientação de João Evangelista. Jesus não foi arrebatado. Ele apenas quis fazer que os homens compreendessem que a humanidade se acha sujeita a falir e que deve estar sempre em guarda contra as más inspirações e que pela sua natureza fraca é impelida a ceder. Era o Cristo cósmico, tendo como parábola a sua ferramenta para explicar o que para nós? A nossa falibilidade na nossa condição humana. é o Cristo manifesto, as virtudes plenas manifestas naquele espírito imortal, Jesus, fazendo através dessa parábola mais um convite muito profundo, de muita responsabilidade, para colocarmos em nosso coração a gravidade e a seriedade de nossa condição de seres aprendizes da vida. que estamos num processo que somos convidados, sim, a aprender, verificar o quanto podemos dentro das experiências da vida aprender com as nossas dificuldades, com os nossos erros. Então aqui está bem claro o sentido que João Evangelista Espírito vem esclarecer. Continua ele: "A tentação de Jesus é, pois uma figura e fora preciso ser cego para tomá-la ao pé da letra. Como pretenderias que o Messias, o verbo de Deus encarnado, tenha estado submetido por algum tempo, embora muito curto fosse este, as sugestões do demônio e que, como diz o Evangelho de Lucas, o demônio houvesse deixado por algum tempo, o que daria supor que o Cristo continuou submetido ao poder daquela entidade? Não compreendei melhor os ensinos que vos foram dados. O espírito do mal nada poderia sobre a essência do bem. Veja como é consciencial a fala de João Evangelista, que ele está trazendo a lógica, está trabalhando um argumento pautado na

e vos foram dados. O espírito do mal nada poderia sobre a essência do bem. Veja como é consciencial a fala de João Evangelista, que ele está trazendo a lógica, está trabalhando um argumento pautado na lógica. Compreendei, portanto, o sentido dessa parábola, que outra coisa aí não tendes, do mesmo modo que nos casos do filho pródigo e do bom samaritano. É interessante a gente verificar porque muitas vezes nós temos eh talvez o hábito de quando nós analisamos uma parábola de Jesus, nós queremos tentar pesquisar demais os aspectos históricos, querer pesquisar demais as palavras, a época, o ponto histórico, por onde passou aquela parábola. O que seria que seria aquilo naquela vertente da época, daquela vila, daquela língua. O espírito João Evangelista vem conforme uma visão profundamente espírita dizer que sobre análises, exegeses de parábolas, nós somos convidados a fazer exegeses morais e não exegeses históricas, como se a gente tivesse a intenção de consertar o que a história deturpou, porque senão vamos ficar em disputas e disputas de interpretações. As exegeses que o Cristo nos legou são exegeses conscienciais e não exegeses que nós tenhamos que ficar gastando muito tempo em explicações, porque segundo o historiador tal, o historiador tal disse que seria realmente estranho, justamente levando em conta que até mesmo o codificador Allan Kardec resolveu pegar a essência do pensamento de Jesus para compor o evangelho segundo o Espiritismo e se focar em que ponto? no moral, porque tentar se focar em questões que abrem muito é dar guarita para sempre interpretações discordantes. Então aqui nós podemos perceber que esta parábola simboliza o convite aos seus candidatos a discípulos a percorrerem um caminho iniciático. Pois Jesus sendo um espírito crístico, o espírito mais puro que Deus nos ofereceu como modelo e guia, já se encontrava completamente preparado para o seu ministério. Pois um espírito crístico não possui mais um ego capaz de tentá-lo e desviá-lo do caminho. Jesus contou

nos ofereceu como modelo e guia, já se encontrava completamente preparado para o seu ministério. Pois um espírito crístico não possui mais um ego capaz de tentá-lo e desviá-lo do caminho. Jesus contou essa parábola para dizer que ele viveu uma experiência pessoal. Seria essa a intenção de um espírito crístico? Porque se nós analisarmos do começo ao fim da parábola, o que que acontece? Jesus contou que foi no deserto, foi tentado pelo demônio e conseguiu vencer o demônio. Pronto, como ele é vitorioso. Se for literalmente ver, se fosse um fato, o que na verdade já contradiz várias leis, inclusive que nós nós acabamos de falar do João Evangelista fala, como pode o verbo encarnado ser tentado? Mas ainda assim, considerando a história, seria muito estranho. Agora, e se nós formos no aspecto consciencial? Se o fundo da parábola que o Cristo contou não foi para dizer que ele venceu o demônio no caso ou que ele transmutou as sugestões do demônio, melhor dizendo, é para dizer o quê? que todos nós, enquanto humanidade estamos sujeitos a prestar grave atenção sobre as nossas índoles, sobre os nossos vícios, sobre aquilo que está dentro de nós. E agora, fazendo essa ponte, esse aspecto para as reuniões mediúnicas, com base nessa parábola, nós vamos encontrar três graves perigos, três graves tentações, que a equipe mediúnica e mais notadamente o médium esclarecedor, ele passa. Se ele obviamente está vigilante, coerente, fazendo os esforços, essas tentações, esses perigos podem até querer se aproximar, mas ele se mantém sempre lidando com eles, lidando com essas tentações de maneira muito bem resolvível. Porém, se nesse aspecto o esforço pessoal, o trabalho de autotransformação é deixado para segundo plano e fica fixa-se somente em atender os espíritos sem se atender, atender os espíritos sem atender os encarnados com amorosidade. Então, nós vamos perceber que talvez algumas dessas tentações, vamos dizer assim, dentro desse símbolo, poderão está tomando eh de uma maneira muito

spíritos sem atender os encarnados com amorosidade. Então, nós vamos perceber que talvez algumas dessas tentações, vamos dizer assim, dentro desse símbolo, poderão está tomando eh de uma maneira muito intensa a casa mental dos trabalhadores de Jesus. Essa parábola nos ensina como colocar o ego a serviço do ser essencial, construindo um novo eu, constituindo-se no processo que todos aqueles que se iluminaram e seguiram incondicionalmente o caminho de Jesus devem passar. Nesta parábola, Jesus revela aos candidatos a discípulos que ainda não alcançar a pureza espiritual, possui um lado sombra, simbolizado pelo diabo na parábola e um lado luz, numa didática abordagem da fissão ego self, que caminha para a unicidade, tornando-se uno com o pai. Ou seja, quem é o símbolo do ser essencial na parábola? Jesus. Quem é o símbolo do ego? O diabo. E o diabo tenta o quê? Dominar a energia do ser essencial. Eles tenta induzir o ser essencial. É possível algo dessa natureza? É possível a energia da nossa ignorância destruir a luz que somos? Não. Ou é possível ainda a energia da nossa ignorância tomar por enquanto muitas vezes nossas atitudes? Porque a luz que nós somos não foi trabalhada ainda dentro de nós. É a luz que nós somos que deve ser trabalhada para colocar o ego a serviço e não o ego dominador do ser essencial. Porque uma coisa dentro da psicologia consciencial é fato. Quando nós não fazemos os esforços na direção do bem, da lei do progresso, alguma coisa vai ficar no lugar. E dentro das dimensões da leis, das leis divinas, não existe neutralidade. Não tem como eu estar agora neutro dentro da dimensão das leis divinas. Ou eu estou cumprindo algumas leis ou eu não estou cumprindo algumas leis. Eu não estou nesse exato momento neutro. Eu posso estar cumprindo algumas leis, por exemplo, de caridade, de amor, de justiça e posso estar descumprindo leis como de conservação, porque não tô cuidando muito bem do corpo, porque alguma lei, enfim, de responsabilidade, porque não estou me responsabilizando

de amor, de justiça e posso estar descumprindo leis como de conservação, porque não tô cuidando muito bem do corpo, porque alguma lei, enfim, de responsabilidade, porque não estou me responsabilizando diante de um fato. Então, é, são dimensões múltiplas, mas eu nunca fico neutro diante das leis. ou eu a estou cumprindo mais no limite das minhas forças ou eu não estou cumprindo essas leis no limite das minhas forças. E exatamente este o ponto constantemente dentro do espírito imortal, o ego vai querer sim continuar dando sugestões nocivas. é da natureza do ego se apegar ao que é transitório, porque a realidade que o ego dentro de nós conhece. Porém, se nós começarmos a iluminar o ego como o ser maduro que ilumina e explica pro ser infantil aquilo que na verdade é bom para ele, quando nós começarmos a iluminar o ego, explicando consciencialmente para o ego o que faz sentido e o que me eleva no meu propósito, o ego começará a atender as solicitações do ser essencial, que somos nós. No caso específico da reunião mediúnica dos médiuns esclarecedores, quanto mais o médium esclarecedor se der conta do que significa essa tarefa na sua vida, da profundidade que é comunicar-se, atender e lidar com espíritos que são filhos de Deus como ele e que naquela reunião mediúnica estão fazendo direcionamentos existenciais, estão tendo participações existenciais na vida dele. É, por exemplo, mais ou menos assim. Eu digo, por exemplo, para aqueles de nós que já tivemos experiências que pode ser considerada como experiências existenciais por causa do impacto emocional, mas que não necessariamente é tão existencial quanto uma reunião mediúnica. Mas vamos dar um exemplo. Quem de nós aqui não tem uma memória de uma gratidão, de alguém que fez algo bom pra gente no momento muito difícil da nossa vida? Até hoje nós lembramos desse alguém. Às vezes foi uma pessoa que salvou muitas vezes a nossa vida corpórea naquele momento. Ela ajudou nos levando a um hospital, nos dando, enfim, aquilo não ficou guardado na nossa mente, não

sse alguém. Às vezes foi uma pessoa que salvou muitas vezes a nossa vida corpórea naquele momento. Ela ajudou nos levando a um hospital, nos dando, enfim, aquilo não ficou guardado na nossa mente, não ficou guardado no nosso coração. Aquela é uma atitude que foi direto à nossa memória, nos ajudou profundamente no nosso sentimento. Agora, imaginemos uma reunião mediúnica. Uma reunião mediúnica é uma questão existencial, não é de uma vida apenas, é para reencarnações e reencarnações sucessivas. Então, quando o médium esclarecedor se dá conta dessa gravidade, ele sabe dos perigos que deve superar e como fazer para superar. Façamos então a exegese da parábola à luz dessa psicologia transpessoal consciencial, focando essa questão do médium esclarecedor e do trabalho na reunião mediúnica. Jesus pôs cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e era levado pelo Espírito no deserto durante 40 dias, sendo tentado pelo diabo. E naqueles dias não comeu coisa alguma, e terminados eles, teve fome. Esta passagem cita que Jesus estava cheio do Espírito Santo, que simboliza o estado cósmico pleno. O mestre foi levado pelo espírito ao deserto. Ou seja, esse estado cósmico que todos nós somos em essência, ele está presente dentro de nós. Quando nós estamos lidando na reunião mediúnica com esse outro espírito, nós estamos buscando ajudá-lo num momento em que ele antes estava indo contra as leis divinas. Era sempre o movimento da rebeldia, de odiar, de não querer saber das leis divinas. Imagine esse momento agora. O espírito sendo atendido por movimentos amorosos que os benfeitores organizam. Ah, olha, há recursos tão amorosos. Nosso Lacordia vai aprofundar, mas eu vou só citar. Há recursos tão amorosos que certa feita eu me comovi num dos atendimentos, como se eu tivesse vendo um desses livros de André Luiz, Manuel Flum de Miranda. é que a história que transcorreu naquele momento fazia menção à história de uma mãe que mais de 200 anos ela se disfarçou de servidora na erraticidade inferior do filho que era

Manuel Flum de Miranda. é que a história que transcorreu naquele momento fazia menção à história de uma mãe que mais de 200 anos ela se disfarçou de servidora na erraticidade inferior do filho que era um chefe de falange. Ela se disfarçou em servidora dele para que ela em contato com os benfeitores fosse dialogando e pouco a pouco pontuando para o filho que sempre a desprezava. Ele não sabia que era a mãe de reencarnação passada, reencarnações anteriores. E ela então foi trabalhando. Então quando ela organizando com os benfeitores, trouxeram esse espírito na reunião mediúnica. E na reunião mediúnica, ele teve noção de que a serva que ele desprezava era um espírito de alta envergadura, disfarçado, e era a mãe dele. Esse espírito chorou como uma criança copiosamente, porque da mãe dele ele só tinha lembrança boa, era o ponto de luz que ele não queria nem pensar na mãe. Então, os mentores foram conduzindo para que ele primeiro pensasse na mãe. E ele não queria pensar na mãe de jeito nenhum. E ele dizia: "Porque eu não mereço? porque ela está em outro nível. Eu sou cruel porque eu sou cruel mesmo. Eu fiz o que eu fiz. Eu sou tenebroso e eu nunca vou ter a minha mãe por perto. Foi então que os espíritos apresentaram a serva que ficava perto dele. E quando os espíritos apresentaram a serva que o espírito destituiu da roupagem plasmada e se mostrou como mãe dele, imagina o choque dele. É um momento cósmico. Então, o médium esclarecedor, ele é convidado a ter certeza dessa luz que ele traz para poder conversar nesse nível com os espíritos, dessa luz essencial que ele é para poder conversar, dialogar nesse nível com os espíritos. Que símbolo nós podemos ter com o deserto? Jesus foi levado, arrebatado ao deserto. O deserto simboliza o ser na quietude de si mesmo. Jesus, ao reportar-se a esse deserto, afirma que foi tentado pelo diabo, simbolizando a manifestação do ego na busca de indeferir a a legitimidade do ser essencial e consequentemente desconsiderar a realidade transcendente

a esse deserto, afirma que foi tentado pelo diabo, simbolizando a manifestação do ego na busca de indeferir a a legitimidade do ser essencial e consequentemente desconsiderar a realidade transcendente do ser. O médium esclarecedor é convidado a ir fundo no deserto de si mesmo. Não é possível uma tarefa dessa envergadura sem o hábito da quietude íntima, do silêncio interior. tem o hábito do silêncio interior. A mente do médium esclarecedor cria o que nós chamamos de mentalidade dominante. E essa mentalidade dominante é o que André Luiz explica de forma pensamento. Essa forma pensamento dentro dessa mentalidade dominante é o padrão que o médium esclarecedor tem 24 horas durante o dia. Ele traz esse padrão, como todos nós trazemos o nosso padrão. Mas especificamente esse padrão mental do médium esclarecedor, ele vem com toda a carga daquilo que ele pensa, daquilo que ele realiza e traz formas pensamento. Se o médium esclarecedor não desenvolve o hábito interior do recolhimento íntimo, muito além da reunião mediúnica como hábito de vida, na hora que ele vai conversar com o espírito na reunião mediúnica, a mentalidade dominante é que faz presença naquele diálogo. Então, naquele momento médio esclarecedor vai querer ser amoroso, somente naquele momento vai querer ser fraterno e compreensivo. O espírito que está ali, claro, tem todo o apoio dos benfeitores, mas é uma parceria entre nós e os benfeitores. O espírito que está ali comunicando capta esclarecedor e percebe pelas formas pensamento. Isso de forma consciente ou de forma subconsciente, depende de como está o estado desse espírito. Percebe assim como é a mentalidade dominante do médium esclarecedor, tanto quanto dominante do médium ostensivo, do grupo em si. Então, o deserto é um ponto fundamental, ou seja, o recolhimento íntimo, o hábito de dar-nos o recolhimento íntimo é fundamental para quem tem o trabalho, desenvolver este trabalho, está desenvolvendo esse trabalho em reuniões mediúnicas e especificamente o médium

íntimo, o hábito de dar-nos o recolhimento íntimo é fundamental para quem tem o trabalho, desenvolver este trabalho, está desenvolvendo esse trabalho em reuniões mediúnicas e especificamente o médium esclarecedor. Porque no recolhimento íntimo, o que é que nós somos capazes de perceber quando nós entramos num profundo deserto em recolhimento íntimo? Quando tá tudo silencioso, que que nós conseguimos perceber? Nós percebemos o barulho interior. Esse deserto íntimo, esse recolhimento, é para que nós possamos perceber o barulho interior que nós trazemos. E é impressionante o barulho interior. Possamos nós fazermos exercícios dessa natureza em casa e vamos perceber na hora de fazer nossas orações em casa, vamos perceber como é prático perceber esse barulho interior. Tentemos ficar em silêncio apenas com o som de uma música ou talvez som nenhum. Percebamos como o a mente começa a falar um monte de coisa dentro da nossa cabeça. Não para de falar porque nós trazemos esse barulho interior. Esse barulho é barulho do ego. O médium esclarecedor é convidado a começar a sublimar esses esses ruídos interiores, entrando nesse deserto para um grande recolhimento interior. Nesse recolhimento, ele reconhece a necessidade de mergulhar no deserto de si mesmo, ou seja, onde somente a si pertence todos os pensamentos e é fundamental para o início da jornada rumo à autoconsciência. Num trabalho em que o médio esclarecedor está diante dos espíritos e os espíritos podem ter acesso à matriz do médio esclarecedor como a matrizes da equipe. É muito importante que este hábito da meditação, da oração, da visualização seja uma constante no comportamento da equipe mediúnica, do médium esclarecedor. Porque através dessa atitude, dessa ação constante de silêncio e meditação, o médium não vai, obviamente, através do que o espírito está dizendo, o médium não vai necessariamente tolher todas as colocações do espírito para, entre aspas, poupar que o espírito diga alguma coisa que mexa com a matriz do médium

ravés do que o espírito está dizendo, o médium não vai necessariamente tolher todas as colocações do espírito para, entre aspas, poupar que o espírito diga alguma coisa que mexa com a matriz do médium esclarecedor ou alguém da equipe, justamente porque o médium não tem essa noção do que está acontecendo na intimidade das pessoas. Isso é um trabalho interior de dever de cada um de nós fazermos essa vigilância e essa mudança. O espírito vai dizer muitas coisas sobre um controle equilibrado que o médium e a equipe toda oferece sobre a inspiração dos benfeitores. Porém, questões às vezes que vão mexer com matrizes pode estar ali e somente quem tem tido o hábito de mergulhar dentro de si mesmo e fazer esse deserto, o deserto simbólico, o deserto da autorreflexão interior, é que poderá ter capacidade de lidar com isso com tranquilidade. Quer ver um exemplo? Vamos dar um exemplo prático. Às vezes o médium esclarecedor está trabalhando na reunião mediúnica e o espírito, por exemplo, sabe que o filho daquele médico esclarecedor usa droga. E aí o espírito vai mexer com a matriz do médium esclarecedor. Você tá aqui para me doutrinar, né? Você não conseguiu doutrinar nem seu filho. Seu filho tá lá se acabando com a droga, vai vir aqui ser escravo nosso e você tá aí tentando me convencer. Eu acho melhor você voltar para casa para tentar convencer seu filho, porque ele vai morrer logo logo e vai vir fazer parte da nossa gang. Eu pergunto, mexe com a matriz ou não mexe? mexe. Se não houver o hábito do silêncio interior, o que que o médio esclarecedor vai fazer? vai se sentir imensamente culpado, vai abandonar o trabalho, possivelmente pode chegar a esse nível, porque ele vai chegar à conclusão realmente que ele não tem nem qualidade para trabalhar no trabalho do bem, já que lá na família dele tá perecendo. Vejamos como é ardiloso o processo. Então nós realmente somos convidados a fazer esforços para entender que o que nós estamos nos esforçando em família, estamos nos esforçando eh interiormente,

cendo. Vejamos como é ardiloso o processo. Então nós realmente somos convidados a fazer esforços para entender que o que nós estamos nos esforçando em família, estamos nos esforçando eh interiormente, estamos nos esforçando enquanto comunidade espírita são recursos e que estar nos esforçando na reunião mediúnica também é um recurso, que sair desse trabalho não vai ser solução, vai ser na verdade deserção. E deserção para nós que temos muito o que ainda quitar na consciência, não é bom negócio. Disse-lhe então o diabo: "Se tu és filho de Deus, manda esta pedra que se torne em pão". Jesus, porém, lhe respondeu: "Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus". Primeira tentação, sentimento de privilégio. Vejamos como que o diabo fez. Ele propôs para Jesus transformar o quê? em pão. Pedra em pão. Veja só, a necessidade desvairada, representada pelo ego diabólico, que nos situa pensamentos com colocações insensatas, constituem desafio enorme para todos aqueles que iniciaram a jornada da autolibertação pela autoconsciência. Ou seja, existe possibilidade de nós, enquanto filhos de Deus, termos algum privilégio diante de outro filho de Deus? Nós somos melhores do que alguém? Sim ou não? Não. Não. Mas a tentação do sentimento de privilégio simbolizada nessa parábola é uma tentação muito grave. Porque em termos de trabalho mediúnico, quando estamos lidando com esse trabalho mediúnico, às vezes vem a tentação do sentimento de privilégio. Como assim? Ah, olha, nossa, você, eu vou contar só para você, mas eu sinto que você é um médium melhor esclarecedor do que o outro ali. Eu sinto que você é melhor do que eles. Não acontece muitas vezes isso? E é muito perigoso, porque o médium esclarecedor que não auxilia a pessoa no que ela acabou de colocar comete um equívoco com ele e com a pessoa. Porque de maneira nenhuma esse sentimento de colocar uma pessoa com privilégio é saudável em reunião mediúnica. Ou às vezes trazer o sentimento de privilégio para o médium. Ah, tem um

e com a pessoa. Porque de maneira nenhuma esse sentimento de colocar uma pessoa com privilégio é saudável em reunião mediúnica. Ou às vezes trazer o sentimento de privilégio para o médium. Ah, tem um médium principal na reunião mediúnica. Esse médium aqui é o principal. Se ele não vier, não vem benfeitor. Se ele não vier, não vem os espíritos. Só com ele que vem. Também é um sentimento muito grave. Esse é um sentimento que devemos estar bastante atentos, porque quando os espíritos mistificadores eles intentam enganar a reunião, a uma das primeiras coisas pelos quais eles, o viés que ele vai, que ele vai, o espírito mistificador, é criar uma ideia de que o grupo é um grupo especial. Esse grupo mediúnico é um grupo especial. O infalível vem daqui a pouco. Esse é um grupo especial. Olha, vocês são especiais, assim, são diferentes. Eu já fui em outros grupos, mas aqui sim. Então, quer dizer que Jesus favorece só aquele grupo e os outros grupos não. Vejamos que são técnicas ardilosas para induzir as tentações do ego. Nesta passagem, a sua forma de abordar é sutil e aparentemente correta. Mas se analisarmos com profundidade, verificaremos que o ego diabólico faz um perigoso convite para a quebra da lei do equilíbrio, buscando ordenar uma transformação fantasiosa de pedra em pão. Uma das outras formas também de perigosas de estar adentrando a esse sentimento de privilégio é acreditar que dentro de uma reunião mediúnica, de uma hora para outra, vamos transformar a pedra do ódio daquele espírito em pão de abnegação, em pão de renúncia, vamos dizer assim. é acreditar que a doutrinação, entre aspas, o esclarecimento é que vai resolver a questão. Não foi a partir daquela doutrinação que o espírito vai ficar agora bem, não é? Esse é um sentimento de privilégio, porque o processo na reunião mediúnica é apenas uma etapa de muitas etapas no atendimento daquele espírito. Levar em conta as nossas necessidades e solicitar privilégios ao Senhor da vida é aceitar a proposta egoica que nos citia a casa

ca é apenas uma etapa de muitas etapas no atendimento daquele espírito. Levar em conta as nossas necessidades e solicitar privilégios ao Senhor da vida é aceitar a proposta egoica que nos citia a casa mental. Uma outra questão também que vale a pena refletir em qualquer situação que estejamos, quando nós decidimos trabalhar numa reunião mediúnica, é porque nós decidimos trabalhar numa reunião mediúnica. Nós não estamos ali para pedir vantagem aos espíritos. Olha, eu vou trabalhar na reunião mediúnica hoje, tá muito difícil lá em casa, mas eu vou trabalhar. Eu sei que se eu trabalhar, minha vida vai melhorar, tudo vai acontecer. É uma doce ilusão que vai virar numa amarga decepção. Porque que critério é esse que poderíamos estar utilizando mentalmente de estarmos indo numa reunião mediúnica, trabalhar ali com os espíritos e criar a ilusão do privilégio, que é por causa disso que eu nunca vou ser atacado, que as coisas da minha família vão melhorar, que tudo vai, mas as coisas da minha família vão melhorar se eu me esforçar. Meu filho vai deixar essa rebeldia se eu aprofundar meu diálogo com o meu filho. Não é eu estar com problema lá em casa e amigos, olha, vamos fazer reunião mediúnica lá pra gente. Não é isso. Às vezes a gente vê pessoa tem um desafio que é familiar, que precisa de relacionamento interpessoal saudável e ela deposita nos espíritos. Então ela solicita a equipe do centro, que ela faz parte, para fazer uma reunião mediúnica para que possa, entre aspas, retirar os espíritos obsessores lá da família e tudo mais. Ainda tem esse termo, retirar os espíritos obsessores da família. Mas a questão não é essa. A questão foi a ausência do diálogo fraterno dentro de casa. Não é utilizando o mecanismo assim que se resolve a outra questão. Então, vejamos que há formas e formas. Então, estarmos na reunião mediúnica e trabalharmos como médiuns esclarecedores ou médiuns ostensivos não nos traz privilégio sobre qualquer coisa em nada. Nossos desafios continuarão os mesmos,

rmas. Então, estarmos na reunião mediúnica e trabalharmos como médiuns esclarecedores ou médiuns ostensivos não nos traz privilégio sobre qualquer coisa em nada. Nossos desafios continuarão os mesmos, porque eles só vão se modificar se nós começarmos a nos modificar naqueles desafios. Agora, por nós trabalharmos na reunião mediúnica, nós vamos receber experiências, lições, mensagens, consolações muito profundas para que a gente saiba aproveitar e aplicar isso realmente na nossa vida. Isso sim. lições e alegrias que o mundo desconhece, lições de ver histórias tão tocantes que o mundo às vezes, o mundo que eu digo, a visão materialista, né? A visão materialista desconhece profundamente porque vem de histórias de um amor tão intenso que somente quem decidiu estar no trabalho do bem da reunião mediúnica pode ter essa chance de ver. é da característica dessa oportunidade de ver histórias tão comoventes como essa, que são lições para nós, mas que não vão nos retirar o trabalho específico da reunião da reunião mediúnica, nos retirar o dever de cumprir com outros deveres que temos. Jesus, porém, lhe respondeu: "Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus. Enquanto o ser humano não se permite sentir a presença de Deus em si, mesmo nas horas de maior necessidade, continuará passando imensa fome de paz. O médium esclarecedor é convidado a dar dentro dos seus esforços uma importância muito grande sobre a sua maior necessidade. A maior necessidade do trabalhador da mediunidade não é atender os espíritos. A maior necessidade é dele aproveitar a experiência dos espíritos para se tornar um espírito melhor e saber que o que ele está vendo ali não é ficção, é realidade. E pode acontecer sim com ele, mesmo com todos os supostos conhecimentos espíritas que ele adquiriu. Não importa as páginas de livros que nós lemos, as linhas de livros que nós escrevemos, as páginas de livros que nós psicografamos, o que importa é o que nós consideramos e

espíritas que ele adquiriu. Não importa as páginas de livros que nós lemos, as linhas de livros que nós escrevemos, as páginas de livros que nós psicografamos, o que importa é o que nós consideramos e fizemos no coração. Ser espírita não é credencial de nos livrar de sermos atendidos numa reunião mediúnica um dia. Muito pelo contrário, podemos dizer que por sermos espíritas e não cumprirmos o que o Espiritismo nos oferece, somos grandes candidatos à reunião mediúnica, mas não como colaboradores, como atendidos, o que é lastimável. Porque é interessante analisar que aqui na Terra nós dizem-nos colaboradores e depois quando desencarnarmos vamos ser atendidos. Não é da natureza da lei do mérito se realmente nos esforçamos continuar a atender e auxiliar as reuniões mediúnicas, mas isso só é possível dentro de um verdadeiro processo de compromisso com a própria consciência. Então o diabo, levando a um lugar elevado, mostrou-lhe num relance todos os reinos do mundo e disse-lhe: "Dar-te ei toda a autoridade, glória destes reinos, porque me foi entregue e a doua a quem eu quiser. Se tu me adorares, será toda tua." Veja, ele pegou Jesus, levou para o reino, para um ponto, mostrou todos os reinos e as glórias e disse: "Vou dar isso a você. Nós que sabemos que Jesus é o governador do planeta Terra, que é o Senhor de tudo, imagine aquele espírito, se fosse um, se isso fosse uma história, mas é uma parábola, dizendo ao governador da terra que vai dar, entre aspas, os reinos da terra pro governador da terra. Veja que incongruência. Aqui é um outro símbolo, é uma outra tentação. Essa passagem é a tentação da superficialidade, uma grave tentação. O médium esclarecedor, ele é pessoa humana e por isso pessoa humana passa por todos os níveis de desafios que nós enquanto humano, passamos, claro. Mas o que faz do médium esclarecedor, um médium de autoridade moral sobre os espíritos, é a sua capacidade de aprofundar a vida dentro de tudo isso que ele está aprendendo na experiência mediúnica.

o. Mas o que faz do médium esclarecedor, um médium de autoridade moral sobre os espíritos, é a sua capacidade de aprofundar a vida dentro de tudo isso que ele está aprendendo na experiência mediúnica. Ele não considera o espírito como uma mera comunicação, como por exemplo, temos exemplos de que consideram pacientes como se fosse mais um número que chega e eu dou a receita. Essa descartabilidade, essa superficialidade, ela está muito presente na sociedade atual. Nós conversamos uns com os outros de maneira superficial. Muitas vezes não paramos para ouvir o outro falar, dizer do que está sentindo e trazemos esse comportamento superficial de uma vida acelerada, de uma vida que tem muita correria, porque eu preciso correr demais para pagar as contas e, enfim, os argumentos sempre parecem lógicos e essa superficialidade que criamos na vida social, na vida familiar, nós muitas vezes trazemos para o intercâmbio mediúnico. E é muito importante o médium esclarecedor compreender que naquele momento ele está lidando com dores, processos intensos e que são espíritos sob a este do Cristo, ou seja, espíritos que apoiados pelos espíritos superiores sobre a este do Cristo, muitas vezes vem sendo convidados há tantos séculos. É naquele momento que ele vai ser atendido do ponto de vista mais consciente para ele. E o médium esclarecedor lidar com uma questão dessa com superficialidade é muito grave. é muito mais grave do que qualquer comparação que possamos fazer em termos de invigilância, de ter de uma pessoa que tem uma grave responsabilidade e faz um processo leviano. Quando nós trabalhamos com a profundidade, nós angareamos exatamente o ponto de amparo moral dos espíritos superiores. Mas quando nós começamos o hábito da superficialidade, nós estamos agindo com o que é chamado de leviandade. Quando nós atuamos e agimos com leviandade, nós atraímos espíritos levianos. E os espíritos levianos vão inspirar não apenas o médium esclarecedor, como a equipe também. Não adianta querermos fugir dessa verdade.

tuamos e agimos com leviandade, nós atraímos espíritos levianos. E os espíritos levianos vão inspirar não apenas o médium esclarecedor, como a equipe também. Não adianta querermos fugir dessa verdade. Não sou eu que criei a lei de atração, foi Deus. Tudo aquilo que nós produzimos, nós atraímos. Produzimos um comportamento de leviandade, atraímos espíritos levianos. E aqui eu gostaria de pontuar uma gravidade nesse sentido. O médium esclarecedor, ele é convidado a se abrir para intuições e não para imaginações. Médium esclarecedor não fica imaginando o que é que ele está vendo. Ele é intuído e ele percebe se é real ou não. Não fica dizendo ao espírito, olha, estou vendo que você na outra existência fez isso. Ele não imagina. ou ele é intuído real, ou ele se foca no esclarecimento com base doutrinária evangélica e pontua isso. Porque essa ideia de criar questões, imaginar coisas para impressionar o espírito, ah, isso sim, é a abertura para a sessão mistificadora da casa espírita e não desobessora. Porque não se brinca com questões dessa natureza. Nós não estamos ali em reunião mediúnica. Aquilo não é uma sessão cênica, não é teatro. Aquilo é uma reunião de autocontato psíquico. O que deve haver dentro do deserto, dentro dessa questão interior do do silêncio interior é se abrir para as altas intuições que vêm e somente produzir no vocabulário aquilo que sentir que é verdadeiro. que há o hábito às vezes de começar a criar coisas dentro do diálogo fraterno, o que é muito perigoso. Estando o ego plenamente clarificado de que a grande necessidade não é de viver para atender as necessidades estreitas do corpo, mas de buscar o sentido existencial na presença de Deus, eis que surge uma segunda tentativa do ego para dificultar a libertação plena e consciente do ser essencial, que é a superficialidade. A proposta egóica é oferecer todos os reinos da terra, simbolizando todas as conquistas exteriores, tais como as do campo da vaidade, do poder, do reconhecimento, destaque pessoal ou

superficialidade. A proposta egóica é oferecer todos os reinos da terra, simbolizando todas as conquistas exteriores, tais como as do campo da vaidade, do poder, do reconhecimento, destaque pessoal ou posses materiais. Aqui vale a pena notar que se nós conhecemos a produção da vaidade como manifestação de projeção para muita gente, nós também devemos reconhecer que existe a vaidade como manifestação íntima da pessoa sobre o que ela está realizando na reunião mediúnica. Por exemplo, o médium ostensivo pode não dizer aos outros, mas pode entrar numa superficialidade e num sentimento de privilégio se envaidecendo pela comunicação que transmitiu. Ou o médium esclarecedor pode se envacer de ter falado com espírito que é conhecido na humanidade, que foi conhecido na humanidade com tal nome ou tal nome. Pode acontecer. Apesar que nesse sentido, nomes conhecidos, conforme o codificador Allan Kardec diz, é preciso ter muito critério, porque isso de prae não vem de espíritos reais com aqueles nomes. Respondeu-lhe Jesus: Vte, vai-te para trás de mim, Satanás, porque está escrito: "Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele servirás". O ego, em realidade é um subproduto da ausência da luz crística em nós. Ele não é uma existência, mas a manifestação de uma ausência, a ausência do amor. Notemos que Jesus ordena que Satanás vai para trás dele, que em termos simbólicos significa colocar o ego a serviço do ser essencial. Ir para trás é ficar na condição de guiado, de servidor e não de pseudo mestre. Na reunião mediúnica, quem é que é o diretor? Quem é o diretor? Quem é realmente o senhor da reunião mediúnica? É Jesus. Quem é o diretor espiritual da reunião mediúnica? é o mentor, a equipe. Em que momento nós temos o direito de nos ufanar, de estarmos nós conduzindo a reunião mediúnica a partir de nós? Em nenhum momento temos esse direito. Nós podemos até fazer isso, podemos até pensar isso, porque a lei de liberdade nos permite pensar o que quisermos. Mas em termos de direitos e deveres

tir de nós? Em nenhum momento temos esse direito. Nós podemos até fazer isso, podemos até pensar isso, porque a lei de liberdade nos permite pensar o que quisermos. Mas em termos de direitos e deveres cósmicos, não temos o dever de acreditar que a partir de nós é que a reunião mediúnica se dá. Completando a sentença, Jesus afirma que somente a Deus o ego deverá servir. É uma passagem interpretada pelas influências das religiões, como sendo uma expulsão que Jesus faz a Satanás. Entretanto, é o convite para que ele ego sirva aos propósitos do ser essencial. Então o levou a Jerusalém, olha aí outro símbolo, e o colocou sobre o pináculo do templo e lhe disse: "Se tu és filho de Deus, lança-te daqui abaixo, porque está escrito: Aos seus anjos ordenará ao teu respeito que te guardem, e eles te susterão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra". Que sentimento que é esse? Primeiro tentação, sentimento de privilégio. Nossa, nós estamos na reunião mediúnica muito especial. Eu não sei como é a reunião mediúnica dos outros, mas a minha só mentores de luzes, só espírit. Vejamos, gente, muito séria essa questão, muito séria, porque é lógico que existem benfeitores, é lógico que existem mentores, mas o ufanismo ele vai em gradações tão sutis que nós nem nos damos conta. O ufanismo é uma questão perigosa. Para nós identificarmos se estamos sendo zufanistas, vamos fazer um teste pessoal. É só colocarmos nós na outra situação. Se eu não estivesse na reunião mediúnica onde eu estou, qual outra reunião mediúnica séria eu acredito que poderia estar? Se não vier na minha cabeça possíveis outras reuniões mediúnicas sérias, só a minha é séria. Cuidado, muito cuidado, porque alguma coisa destoa do normal, porque só a minha é séria. Não existem outras séries, não existem outras que podem também ter desafios, que tem pessoas que têm certas posturas, mas estão buscando. Mas possivelmente seria séria. Possivelmente seria aquele grupo. Eu acredito que é sério. Muito bem. Mas se alguma coisa na minha intimidade

ue tem pessoas que têm certas posturas, mas estão buscando. Mas possivelmente seria séria. Possivelmente seria aquele grupo. Eu acredito que é sério. Muito bem. Mas se alguma coisa na minha intimidade diz que só eu estou no grupo sério, cuidado. Pelo ufanismo sutil, eu estou criando um sentimento de privilégio em relação a outros grupos mediúnicos. Ou médium particular, o médium que psicografa. Não, olha, se tiver um outro médium psicografando na reunião mediúnica, hum, deixa eu ver se é verdade essa mensagem. Não sei não. Ué, por quê? Então quer dizer que o Honório pode psicografar só pelo afro, não pode psicografar por outro espírito? Pode, não é de praxa que um mentor espiritual faça isso. Bezerra de Menezes não pode psicografar, pode. Não é essa questão. A questão é verificar a seriedade daquela mensagem, a seriedade daquele médium, a seriedade daquele espírito. É verificar com critério cardequiano, verificar, mas sem esse sentimento de privilégio. Vamos ver a mensagem primeiro e vamos ver daquilo que ela fala. É o ponto central. E é assim que nós temos trabalhado no projeto Espiritizar, trabalhando com seriedade nesse sentido de verificar que não somos espíritos privilegiados por nenhum dos mentores do projeto. Somos espíritos servidores e que os espíritos do projeto são mentores como em vários pontos do Brasil, em vários pontos do mundo, há servidores do Cristo trabalhando também seriamente. Nossa contribuição é mais um degrau. E esse é o sentimento de privilégio de crença na infalibilidade. Aliás, diga-se de passagem, eh, essa parábola é tão profunda que é dentro dessa ideia da crença, da infalibilidade, que nós vamos encontrar uma das questões que Emmanuel coloca no livro Emmanuel, onde ele coloca que uma das dos pontos graves na Idade Média do Antigo Catolicismo foi ter colocado a encíclica da infalibilidade papal. Ou seja, o Papa nunca erra. O que depois João Paulo I, nobre espírito e agora o nobre espírito Francisco tem demonstrado sua nobreza, vem mostrar completamente

ado a encíclica da infalibilidade papal. Ou seja, o Papa nunca erra. O que depois João Paulo I, nobre espírito e agora o nobre espírito Francisco tem demonstrado sua nobreza, vem mostrar completamente destituída a lógica desse pensamento. Tanto é que o próprio Papa João Paulo I pediu perdão pelas atrocidades da Idade Média. Então, logo, não existe infalibilidade papal, mas nós guardamos a ideia da infalibilidade muito no nosso inconsciente e trazemos isso. Na reunião mediúnica, por exemplo, é fundamental entendermos que nós não estamos ali num ponto de vista para fechar as questões, doutrinar espíritos, converter espíritos. Esse sentimento traz uma ideia de infalibilidade. Aquele médium sempre, aquele médium nunca falha. As ideias daquela doutrinação sempre são adequadas. Não, às vezes o daquele esclarecimento, melhor dizendo, não. Às vezes o psicoterapeuta espiritual, ele não fez uma uma psicoterapia espiritual tão profunda quanto comum. Então, às vezes, o médium, a equipe pode às vezes pontuar para ele que poderia ter sido um pouquinho mais dessa maneira eles sentiram, que seria um pouco mais adequado ao que eles sentiam com o espírito. Pode pontuar. Se for um médium esclarecedor com humildade, bondade, vigilância no coração, ele vai ouvir a sugestão e vai se melhorar. Caso não seja, ele vai se tornar ali um alvo para os ataques. A terceira trama do ego oferecer a ideia da infalibilidade e conduzir o aprendiz a se sentir sempre amparado pela proteção exagerada dos anjos. Ou seja, um sofisma que apresenta o amparo espiritual distorcido, colocando os anjos na condição de serviçais e não de instrutores. Não é às vezes isso que acontece? Às vezes dentro da ideia, o indivíduo não pensa que olha, nós somos protegidos por espíritos, não vai acontecer nada conosco. Realmente somos protegidos. Mas se nós adentrarmos por posturas de invigilância, de incoerência, acontece sim. Por exemplo, o médium esclarecedor tem um dia agitado, briga com a família, briga com os filhos e vai pra reunião mediúnica esclarecer

armos por posturas de invigilância, de incoerência, acontece sim. Por exemplo, o médium esclarecedor tem um dia agitado, briga com a família, briga com os filhos e vai pra reunião mediúnica esclarecer espíritos. Vamos pensar nessa situação. Isso não acontece aqui em Cuiabá, gente, mas acontece muito isso na eh eh na Europa. Acontece. É, acontece muito isso lá no Alasca. Não, vamos assumir questões práticas. Veja bem, brigamos, brigou com a esposa, brigou com os filhos, tá agitado, chega na reunião mediúnica e ainda o interessante é que ainda traz argumentos do tipo, é porque hoje é dia de reunião mediúnica, por isso que eu tô assim. Não, minha meu irmão, minha irmã, você tá assim porque você está assim mesmo, porque o teu hábito interior é de não se equilibrar. Então, no dia de reunião mediúnica, que pode realmente aguçar muita coisa, não trabalhou a parte interior e criou uma crença na infalibilidade. Quando chega na reunião mediúnica, não tem problema. Os mentores amparam, eles que cuidam, vai tá tudo certo. Muitas vezes não dá tão certo assim, porque os espíritos que vão ser atendidos precisariam de uma mente bem dosada equilíbrio, bem dosada para poder fazer um diálogo. E acontece sim diálogos espirituais malsucedidos. acontece com todo o amparo espiritual, os benfeitores ali, toda equipe disciplinada, acontece, acontece porque os encarnados são parte do programa dessa equipe e eles contam com o equilíbrio dos encarnados para poder concluir o planejamento. Faz sentido isso? Sim. Sim ou não? Sim. Então, veja bem, olha a gravidade do que significa nós dedicarmos um tempo com os mentores do centro, do trabalho, os obreiros espirituais de Jesus, como nós somos esses servidores, e chegarmos na presença deles com esses espíritos em tal grave sofrimento e fazer um trabalho mal sucedido. Veja só, é porque tá invisível aos olhos. A gente acha que não é concreto. É concreto. Só está invisível aos olhos de muitos que não tem habilidade às vezes de ver porque não traz compromisso nessa área

ja só, é porque tá invisível aos olhos. A gente acha que não é concreto. É concreto. Só está invisível aos olhos de muitos que não tem habilidade às vezes de ver porque não traz compromisso nessa área com a mediunidade, mas é concreta a situação. Então, nesse sentido, vamos com base nessas trê nesses três pontos, fazer uma questão bem consciencial. Sentimento de privilégio é uma tentação. Superficialidade é outra tentação. E crença na infalibilidade é outra tentação. Que nós somos convidados a estar bem atentos se não estamos caindo em uma delas ou em todas elas. Respondeu-lhe Jesus, dito está: "Não tentarás o Senhor teu Deus". Quando Jesus responde: "Não tentarás o Senhor teu Deus", coloca a luz sobre a grande questão até hoje não compreendida. O termo Deus não se refere a Jesus como interpretado pelas religiões, mas as leis divinas que o ego insiste em burlar, considerando capaz de de ser tão poderoso e amado quanto Deus. Ou seja, ego, não tentes burlar as leis divinas criadas por Deus. Ou seja, sirva as leis divinas, esteja apto a ser o servo das leis divinas. E nós então colocaremos o ego a serviço do ser essencial. Em todas as situações, o ego buscou tentar impulsionar o ser para o parecer. E Jesus demonstrou o real poder do ser, que é sempre amar a Deus sobre todas as coisas. Ou seja, pelo amor sincero que sentimos pelas leis perfeitas de Deus, demonstre. Veja que todo momento o ego quis oferecer coisas para o ser essencial na simbologia do diabo com Jesus. Quis oferecer coisas para o ser essencial, pro ser essencial ter. Ó, te ofereço o reino, pedra em pão. Se atire daqui se você puder, seus anjos te pegarão. É sempre conduzindo o indivíduo, induzindo o indivíduo a aparecer na reunião mediúnica, no trabalho que o médio esclarecedor é convidado, ele deve estar vigilante. se ele está indo pro trabalho da reunião mediúnica para parecer que é um trabalhador ou se ele está se sentindo um trabalhador naquela reunião mediúnica. Toda vez que ele sai e termina a reunião mediúnica, ele se

indo pro trabalho da reunião mediúnica para parecer que é um trabalhador ou se ele está se sentindo um trabalhador naquela reunião mediúnica. Toda vez que ele sai e termina a reunião mediúnica, ele se sente um trabalhador mais ligado à sua própria consciência, mais ligado às leis divinas, ou ele sai do trabalho, ai como tô cansado, que às vezes acontece, né? Muitas vezes nós não saímos dali, às vezes eh do trabalho da reunião mediúnica totalmente, porque teve um dia de trabalho, o cansaço que a gente teve no dia às vezes fica. Não é o cansaço do trabalho, é o cansaço do dia. A gente às vezes sai pouco cansado, porém a alma como que sai? Totalmente refeita. Então não é o cansaço real. O cansaço da alma não existe. É o descanso para a alma. Nós devemos compreender que para terminar a reunião mediúnica, nós somos convidados a terminar a reunião mediúnica com descanso para a alma. Se nós estamos terminando a reunião mediúnica com cansaço e opressão na alma, alguma coisa não foi o ser, foi o parecer. Estava ali muito mais a questão egóica envolvida do que a questão essencial. E a questão egoica pode passar também pelo sentimento de obrigação. Eu me sinto obrigado aí, porque se eu não for, né, que que vão dizer de mim? Isso não é fundamental para um trabalho dessa envergadura. Quem ama as leis divinas está exercitando a verdadeira jornada espiritual, pois não fantasia outra forma de se iluminar que não seja a prática das virtudes da autoconsciência, do esforço, da humildade, do devotamento, da caridade, do amor real para consigo mesmo e para com o próximo. Assim, tendo o diabo acabado toda sorte de tentação, retirou-se dele até ocasião oportuna. Veja que aqui é o que o João Evangelista colocou. Como que pode ocasião oportuna o espírito ficar esperando ocasião oportuna, ou seja, ficar esperando Jesus da brecha, porque ocasião oportuna para obsediar precisa de brecha do obsediado. É claro que isso é uma parábola. Como é que pode Jesus oferecer ocasião oportuna pro diabo vir tentar ele de novo?

esus da brecha, porque ocasião oportuna para obsediar precisa de brecha do obsediado. É claro que isso é uma parábola. Como é que pode Jesus oferecer ocasião oportuna pro diabo vir tentar ele de novo? Vejamos. Então, veja como é importante a gente aprender a ler as questões vendo os conteúdos. Investigar, portanto, no deserto de nós mesmos as propostas egóicas que nos induzam a acreditar que somos maiores que as leis de Deus. é medida urgente e saudável para que após todas as tentativas do ego, ao ver nossa real humildade e discernimento espiritual, possa ausentar-se por algum tempo, até que um dia, quando a plenitude estiver instalada definitivamente em nós, possamos dizer assim como Jesus: "Pai, em tuas mãos entrego minha alma". Na nossa condição humana, sim, temos assim o dever de pela força do discernimento, por isso o nome da parábola, parábola do discernimento, a força do discernimento, estarmos percebendo se estamos agindo com superficialidade aqui, se estamos agindo na reunião mediúnica, no trabalho mediúnico e dentro de nós, principalmente com infalibilidade, se estamos agindo com sentimento de privilégio, um sentimento de privilégio. Às vezes nós vamos detectar alguma coisa no nosso no nosso ponto interior, na nossa vigilância. Vamos detectar. Muito obrigado, queridas almas e irmãs. Jesus prossiga nos envolvendo na sua paz. Bem, nós estamos tendo essa abençoada oportunidade de refletirmos o nosso papel primeiro para conosco que vivemos interiormente, esse é o nosso convite, uma permanente reunião mediúnica e nós somos os nossos primeiros a a enfermeiros de nós mesmos. O nosso alírio utilizou de uma metáfora muito oportuna, eh, do garçon e a festa. E nós vamos perceber que o trabalho doutrinário, o trabalho no bem é realmente uma eterna festa, cujos eh produtos, aquilo que está sendo ofertado, muitas vezes não nos pertence, mas a forma como nós ofertamos é nosso. Então, muitas vezes nós estamos numa festa que não é nossa, como o garçom, ele está numa festa que

quilo que está sendo ofertado, muitas vezes não nos pertence, mas a forma como nós ofertamos é nosso. Então, muitas vezes nós estamos numa festa que não é nossa, como o garçom, ele está numa festa que não lhe pertence, mas desta festa ele tem o convite de fazer a sua festa, que é a festa do coração, é a festa da boa vontade, é a festa da sua intimidade. E com a consciência de que o que ele oferta na sua bandeja, na verdade, não é dele. O que é dele? a forma como ele trabalha esses elementos. E aí nós vamos entender a oportunidade abençoada da mediunidade. Quando surge a mediunidade na terra? Quando surge o homem e a mulher. E é com Jesus que nós vamos ter a mediunidade como sendo a transformação do talentos que ele então coloca dei de graça aquilo que de graça recebeste. Mas nessa trajetória da evolução da humanidade, nós vamos encontrar no momento em que Jesus então promete: "Se me amais, guardai os meus mandamentos e eu rogarei ao Pai que envie o consolador que fique eternamente convosco." Naturalmente, eternamente, não poderia ser alguém, não poderia ser uma personalidade humana, mas é alguém que estaria sendo intermediário desta mensagem. E aí vem os médiuns. Mas dentre esses médiuns que a humanidade conhece, justamente no século XIX, chega então o professor Hipolite Leon Denis Rivaio como observador dos fenômenos que sempre ocorreram. Mas esses fenômenos também foram evoluindo quando em Ridesville, em 1848, nós vamos ter as irmãs Fox. E este fenômeno se espalha pela América, pela Europa. Mas foi justamente este médium com Jesus, que foi o professor Rivai, partindo de uma percepção muito aguçada, lúcida, que a mesa não tinha cérebro, e de um questionamento, o que é que está por trás deste fenômeno, porque não há efeito sem causa? ali a mesa respondendo, era um ato inteligente. O que haveria de estar por trás dessa manifestação inteligente? Então, nós temos a resposta. Somos nós, as almas dos homens e das mulheres que já vivemos na terra. E é justamente com a doutrina espírita

que haveria de estar por trás dessa manifestação inteligente? Então, nós temos a resposta. Somos nós, as almas dos homens e das mulheres que já vivemos na terra. E é justamente com a doutrina espírita que a mediunidade ganha agora todo um roteiro seguro para vivenciarmos o que Jesus nos orientou. Com o livro dos médiuns, a humanidade passa agora a ter todo um roteiro amoroso de como utilizar desses talentos de uma forma eficiente e eficaz. E quando então surge através das mesas, depois das cestas e depois da psicografia e depois hoje nós somos convidados a vivenciar a mediunidade permanente através da nossa conduta e do nosso trabalho do bem. E é justamente a reunião mediúnica que vem a ser este laboratório de almas para que nós possamos ao mesmo tempo dentro da lei de sociedade, dentro da lei de fraternidade, a uma medida que nós auxiliamos, nós também somos auxiliados. O que Joana deâ sintetiza? Remédio que se coloca na ferida do próximo é medicação que se coloca na própria alma. Então nós, enquanto médiuns, como espíritas, temos essa abençoada oportunidade. Então, funcionamento da reunião de intercâmbio mediúnico ou de desobsessão. Nós vamos, antes de entrarmos no texto, recordarmos uma mensagem muito oportuna do livro Dias Felizes do Espírito Honório, através da psicografia do nosso afro, uma mensagem que se intitula Contratos Espirituais. Nessa mensagem, o Espírito Honório, ele nos fala que todos nós, antes de reencarnarmos, passamos por um cuidado especial, amoroso, com psicólogos, psicopedagogos, espíritos que vêm com conhecimento profundo nessas áreas e que estudam as nossas experiências anteriores para estarem fazendo fazendo e colaborando com o nosso projeto reencarnatório. Ainda diz mais, aqueles de nós que trazemos a responsabilidade além do processo intrapessoal que é conosco mesmo e interpessoal, interrelacional com a família, no trabalho e assim sucessivamente. Nós recebemos uma equipe multidisciplinar nos auxiliando no nosso processo de compromisso reencarnatório. E dentre os

e interpessoal, interrelacional com a família, no trabalho e assim sucessivamente. Nós recebemos uma equipe multidisciplinar nos auxiliando no nosso processo de compromisso reencarnatório. E dentre os programas que nós abraçamos está justamente o compromisso doutrinário. O espírito Guilon Ribeiro, ele nos afirma: "Nós, aqueles que hoje nos encontramos na intimidade das hostes doutrinárias, da doutrina espírita, ou somos espíritas pela segunda vez, ou fomos muito bem preparados para estarmos hoje no trabalho doutrinário". Então, dentro dessas reflexões, nós estudaremos textos didaticamente agrupados de três mensagem de Manuel Filomino de Miranda, psicografia de Divaldo Pereira Franco, que se intitula Enfermagem Espiritual Libertadora, enfermagem espiritual libertadora do livro Temas da Vida e da Morte, Sessões espíritas mediúnicas do livro Reencontro com a vida e responsabilidade mediúnica do livro mediunidade, desafio e bênçãos. Vamos começar vendo pela seriedade de uma reunião mediúnica. Uma reunião mediúnica séria à luz do Espiritismo, é constituída por um conjunto operacional de alta qualidade em face dos objetivos superiores que se desejam alcançar. Então, vejamos que não é uma reunião qualquer, é uma reunião constituída de um conjunto operacional. Então, há todo um planejamento minucioso, detalhado para que nós tenhamos uma reunião mediúnica. Por isso, como nós vimos na fala dos bons espíritos e o que nosso alírio nosso afro nos colocou também, a reunião mediúnica, ela deve ser o respaldo da harmonia, do conhecimento doutrinário e da sinceridade de propósito dos seus participantes. Naturalmente, se é uma reunião que requer todo um preparo, o preparo fundamental, além do doutrinário, é da sinceridade de propósito. Porque como toda e qualquer relação ela uma via de mão dupla, ao mesmo tempo que nós vamos estar sendo instrumentos para um atendimento, maiores necessitados somos nós mesmos. Então, é muito importante nós percebermos que Emânio no livro Pensamento e Vida, ele diz que o outro

que nós vamos estar sendo instrumentos para um atendimento, maiores necessitados somos nós mesmos. Então, é muito importante nós percebermos que Emânio no livro Pensamento e Vida, ele diz que o outro ele tem um papel importantíssimo na nossa vida, assim como também o trabalho, porque é também através da relação com o outro que nós nos percebemos. Então ele coloca que o outro é tão importante para nós, assim como é o barro para o oleiro para poder expressar a sua arte, a madeira para o escultor. Então o nosso processo na relação com o outro, ela é fundamental. Tanto é que Allan Kardec, em a Gênesis, ele coloca que a vida em sociedade é a pedra de toque do espírito. Agora, imaginemos então uma reunião mediúnica, onde nós vamos estar trabalhando questões profundas das nossas almas e das almas daqueles que são trazidos nas reuniões mediúnicas. Então, por isso que realmente ela requer toda essa esse preparo, tratando-se de um empreendimento que se desenvolve no campo da energia. Requisitos graves são exigidos de forma que sejam conseguidas as realizações passo a passo até a etapa final. Então, vejamos que há todo um planejamento. Imaginemos como nós vimos nosso afro colocando aquele espírito, aquela mãe que ficou 200 anos ou 300 anos trabalhando como sendo uma cervissal em regiões de sofrimento, em regiões difíceis, ao lado de um filho que trazia consigo o coração mesclado de mágoa, de ódio e trazendo na sua intimidade uma carência muito profunda, mas que esta mãe sabia quem ele era. Por isso ela tinha um foco, ela sabia quem ela era e quem ela era na também na relação com o filho. Ou seja, é fundamental que nós tenhamos a autoconsciência de nós mesmos. Por isso, na questão 919 de O livro dos Espíritos, quando Allan Kardec pergunta qual é o meio prático e eficaz para que nós possamos resistir ao mal e desenvolver o bem, então Santo Agostinho nos fala: "Conheça a ti mesmo". Então, é muito importante que nós tenos uma consciência de nós mesmos, quem nós somos primeiro para nós mesmos, enquanto filhos de

envolver o bem, então Santo Agostinho nos fala: "Conheça a ti mesmo". Então, é muito importante que nós tenos uma consciência de nós mesmos, quem nós somos primeiro para nós mesmos, enquanto filhos de Deus, aprendizes da vida, viajores do tempo, que trazemos conosco temporariamente uma série de questões a serem resolvidas, embora com muitos capítulos já conquistados. E ao mesmo tempo, quem nós somos na relação com aqueles que a divindade nos deu a oportunidade abençoada de nos interrelacionarmos para que nós tenhamos a autoconfiança em momentos de desafios. Como nosso afro colocou, se o espírito falar da nossa intimidade, como eu estaria agindo? Como estará vivando em mim? as minhas matrizes, eu tenho consciência para poder lidar com essas questões. Então, a reunião mediúnica, ela é a somatória daqueles que a compõem. Então, vejamos a a importância e a responsabilidade nossa enquanto dirigentes da casa espírita, do núcleo espírita, na formação de um grupo mediúnico. Então, é muito importante que passemos primeiro por todo esse embasamento doutrinário. E além do embasamento doutrinário, que nós busquemos também criar um espaço de autoconscientização daquilo que nós vamos estar lidando na intimidade de uma reunião mediúnica. Então, é justamente por é algo que se faz etapa por etapa. Não se trata de uma atividade com características meramente transcendentais, mas de um labor que se fundamenta na ação da caridade, tendo-se em vista os espíritos aos quais é direcionado. E aí nós vamos entender quando Allan Kardec pergunta qual é o sentido da caridade conforme entendia Jesus. Então é um espaço da caridade nesse sentido, benevolência, indulgência e perdão das ofensas. Então o primeiro questionamento é como eu lido com a caridade comigo mesmo? Porque se eu não for indulgente comigo mesmo, como é que eu posso oferecer indulg indulgência a outrem? Se eu não tiver também consciência do auto perdão e uma consciência daquilo que eu trago comigo enquanto dificuldades ainda, desafios a serem trabalhadas, como que

ferecer indulg indulgência a outrem? Se eu não tiver também consciência do auto perdão e uma consciência daquilo que eu trago comigo enquanto dificuldades ainda, desafios a serem trabalhadas, como que eu lido com os meus conflitos? Na área da sexualidade perturbada, na área muitas vezes da maledicência, na área muitas vezes do interrelacionamento difícil, como eu me posiciono? Como que eu lido? E aí, então nós vamos perceber que não é somente uma uma relação ali eh meramente de comunicação com os espíritos. Ela é acima de tudo uma reunião que vai avivar em nós matrizes profundas. E aí nós vamos entender mais ainda, porque vejamos como é que nós vamos atender um espírito se a mãe 300 anos juntos, se não houver uma preparação. E nós vamos ver conforme no contratos espirituais que o espírito nos coloca, há todo um planejamento espiritual. Eu não estou me reunindo a essa casa espírita fortuitamente. Nós não estamos reencontrando o companheiro, companheira eh na casa espírita por acaso. Por isso nós vamos ver os diferentes papéis da casa espírita, como sendo uma família, desempenhando um papel de um lar, não da família consanguínea, mas da família espiritual, como um hospital de almas, não um hospital para que possa fazer curas no sentido eh disputar com poder público, mas um hospital em que nós vamos trabalhar as questões subjetivas das nossas relações. e uma escola não no sentido cognitivo, formal, mas uma escola no sentido de nós termos oportunidade de estar aprofundando no conhecimento da doutrina espírita, conforme Allan Kardec coloca, a doutrina espírita é uma ciência que estuda a natureza, a origem, o destino dos espíritos e as suas relações com o mundo corporal. Então é muito importante se ela é uma ciência, é uma ciência que tem como objeto de estudo o espírito. E a reunião mediúnica, ela é o laboratório. Allan Kardec faz uma comparação no próprio livro dos médicos, a importância que tem do estudo, porque se quando você conduz um neófito a um laboratório, ele

E a reunião mediúnica, ela é o laboratório. Allan Kardec faz uma comparação no próprio livro dos médicos, a importância que tem do estudo, porque se quando você conduz um neófito a um laboratório, ele vê a água destilada e a água ácido sulfúrico. Os dois aparentemente são iguais, um é inofensivo e o outro é corrosivo. Então, como que eu vou estar e adentrando um laboratório que é a reunião mediúnica, se eu não tivesse devido preparo? Mas também não é somente um preparo cognitivo. É fundamental que nós trabalhemos as nossas almas numa disponibilidade de me acolher plenamente na caridade, conforme entendia Jesus. Porque nosso psiquismo, nosso cérebro trabalha por associação, comparação. Então, uma música, um perfume, algo que a gente vê desperta em nós aquilo que está dentro de nós. Então, quando nós adentramos uma reunião mediúnica e que o espírito fala algo ou a sua própria presença com o seu psiquismo, vai avivar em nós matrizes profundas. E como eu vou lidar com essas matrizes? dificuldade, todos nós as temos. Agora, eu tenho consciência que eu as tenho entrando ou saindo. Então, se eu as tenho buscando sair, eu estou na condição, conforme disse Allan Kardec, conhece o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelo esforço que emprega, que empreende para dominar as suas más inclinações. Então, muitas vezes vem um espírito ligado na sexualidade perturbada e a sua energia, o seu psiquismo pela lei de afinidade vai aguçar em nós também. E nós vamos perceber que muitas vezes aquele espírito que vai ser atendido, ele já está se ligando ao médium muito antes, como nós vamos ver logo mais. Então, como que eu estou preparado para adentrar a essa atividade que mexe profundamente comigo? Ainda os círculos mediúnicos sérios, que atraem os espíritos nobres e que encaminham para os seus serviços aqueles desencarnados que lhe são confiados, não podem ser resultado de improvisações, mas de superior programação. Então, muitas vezes nós vamos estar reencontrando, porque há uma

ra os seus serviços aqueles desencarnados que lhe são confiados, não podem ser resultado de improvisações, mas de superior programação. Então, muitas vezes nós vamos estar reencontrando, porque há uma planejamento espiritual nas nossas vidas e principalmente para uma reunião mediúnica séria, porque conforme Filomeno de Miranda coloca, se ele coloca reunião mediúnica séria, é porque tem reunião mediúnica não séria. Só que sempre os bons espíritos trabalham naquilo que é o positivo, naquilo que se deve fazer. Então ele nos mostra já subentendido que não que existem reuniões não sérias. E muitas vezes nessas reuniões não sérias e as reuniões vem a ser a somatória dos propósitos daqueles que a compõem, onde nós vamos perceber companheiros muito bem tensionados, mas mal direcionados. E os espíritos aproveitam essas nossas matrizes, onde muitas vezes vão despertar em nós. E por eu não ter uma estrutura psíquica, espiritual bem trabalhada ou consciente disso, eu posso muitas vezes me encantar com a companheira ou com o companheiro de atividade mediúnica ou da casa espírita, porque toda atividade mediúnica é o nosso tempo todo, porque médium, conforme Allan Kardec coloca, todos nós somos. Agora, aqueles ostensivamente, somente alguns, mas todos nós passamos pela influência dos espíritos, conforme tá na questão 459 de o livro dos espíritos. Então, muitas vezes, por eu não ter muito bem internalizado esses valores, porque é comum acontecer pelas minhas carências muitas vezes na relação com meu filho, com a minha esposa, com meu marido, essa carência, se eu não souber trabalhá-la, eu vou buscar caminhos de atalhos e muitas vezes eu estou aí, de repente desviando o meu propósito. Agora, é muito importante que eu tenha consciência de que essa carência, essas dificuldades de hoje é mais um convite para que eu possa desenvolver o autoamor, desenvolver através do autoconhecimento, o autodomínio. E quando eu for realmente para uma reunião mediúnica, eu vou estar realmente buscando canalizar essa

e para que eu possa desenvolver o autoamor, desenvolver através do autoconhecimento, o autodomínio. E quando eu for realmente para uma reunião mediúnica, eu vou estar realmente buscando canalizar essa energia de uma forma consciente, objetiva, com certeza. de que eu sou o primeiro beneficiado. As sessões mediúnicas séria e responsável é laboratório espírita para atividades psicoterapêuticas ou transcendentes de ambos os planos da vida, contribuindo eficazmente para o equilíbrio e a saúde total dos espíritos. Então, vejamos que, conforme então Kardec coloca que a doutrina espita é uma ciência, a reunião mediúnica é o laboratório para que nós possamos estar ao mesmo tempo nos ajudando nós estarmos também colaborando com aqueles que gravitam em torno das nossas vidas ou em torno das nossas necessidades. Porque muitas vezes, como diz o poeta Castro Alves, a humanidade é a somatória de todos nós. O fogo que pega na casa do vizinho pode também pegar na nossa. Então, muitas vezes, essa dificuldade que nós estamos vendo lá fora de tanta dor, de tanto sofrimento, numa reunião séria, os bons espíritos vão encontrar espaço para muitas vezes trazer aquele chefe de falange, aquele espírito que é um idealizador da perturbação do tumulto para uma reunião como esta. E naturalmente o atendendo, estará agora desarticulando todo um planejamento da sombra a uma um coã que havia vários animais sendo jogados e ainda em vida no rio descendo o rio abaixo. E alguém passou ali e viu: "Ó, gente, vem nos ajudar, vamos ajudar a pegar esses animais que estão aqui sendo jogados vivos. Vamos." Alguém chegou, tirou um, tirou dois e viu que tava jogando cada vez mais. Ele falou assim: "Não, não vou mais catar esses animais." Ele falou: "Mas você não vai nos ajudar?" "Não, eu vou atrás de quem está jogando esses animais". Então, nós vamos perceber que a reunião mediúnica séria, os bons espíritos vem a trabalhar aqueles que são muitas vezes os idealizadores da perturbação, os planejadores desse tumulto. Agora, para que nós assim

s vamos perceber que a reunião mediúnica séria, os bons espíritos vem a trabalhar aqueles que são muitas vezes os idealizadores da perturbação, os planejadores desse tumulto. Agora, para que nós assim sejamos esse braço amoroso da espiritualidade superior, é fundamental que nós manifestemos este equilíbrio, a nossa sinceridade de propósito. Desse modo, o elevado mistério socorrista constitui expressiva experiência de caridade em razão do anonimato, daquele que vem rogar ajuda e da generosidade de quem a oferece, conforme recomendava Jesus, dando a mão direita, dando com a mão direita, sem que a esquerda tome conhecimento. Como é fundamental isso, porque o trabalho mediúnico é o trabalho eminentemente desta caridade, conforme entendia Jesus. Porque o médium sincero, ele sabe que ao mesmo tempo que ele está a atender aquele espírito, ele é o primeiro beneficiado. Eu me recordo com muito carinho, como nós sempre falamos, o seu praieeiro. E seu praeiro é realmente o verdadeiro patrimônio moral. E aí a gente vai perceber o que que é o patrimônio moral. Então tem aquela história, nós sempre às vezes contamos do seu Praheiro, ele era militar e um soldado foi colocado em pernoite e o soldado revoltado agora foi pediu ao tenente, que era o oficial do dia, que o libertasse porque ele tinha um compromisso e ele não percebeu, não sabia porquê. E aquilo era uma injustiça que haviam colocado o colocado de per noite. E ele foi e disse: "Olha, você é o tipo da pessoa que ninguém gosta de você." E agora você vem dar uma de santinho dizendo que não sabe nem porque você está de pernoite. Se você me apontar uma pessoa que gosta de você aqui ou que fale bem de você aqui, eu lhe liberto. Eu lhe tiro do pernoite. Ele foi, disse: "O senhor me tira?" "Sim, vocês estão vendo?" Chamou o soldado. "Vocês estão vendo? Pois eu vou dizer pro senhor, tem sim, tem o tenente praeiro. O tenente foi disse: "Praeiro não serve, porque o Praieiro é espírita e ele não fala mal de ninguém, ele gosta de todo

"Vocês estão vendo? Pois eu vou dizer pro senhor, tem sim, tem o tenente praeiro. O tenente foi disse: "Praeiro não serve, porque o Praieiro é espírita e ele não fala mal de ninguém, ele gosta de todo mundo." Que que é isso? Patrimônio moral. E eu me recordo numa das reuniões mediúnicas em que o espírito chegou ali atormentado, falando uma série de impropérios. e com o seu praeiro e ele serenamente, como nós vimos o afro, né, na nos colocando os passos do atendimento, acolhimento incondicional. Por que o acolhimento incondicional? Pra gente poder entender, para poder ver o que que você vai fazer. Por isso que é muito importante a objetividade. E ele então naquele momento ouviu pacientemente o espírito. Logo depois ele agora passa a atender. Então o acolhimento incondicional para atender adequadamente. E ele foi disse ao espírito: "Você não é isto, você está assim. Você deve ter uma machucadura muito grande na sua alma, uma dor muito grande que está lhe fazendo você agir desta forma. Você não tá se percebendo, você não é isso. Você é um filho de Deus como todos nós. E foi conversando com o espírito, foi conversando de tal forma que o espírito naquele momento foi caindo em si a questão da parábola. E o fato é que depois desse atendimento, numas duas reuniões depois, o espírito veio, daí a gente vê que não existe mágica e ninguém muda de uma hora para outra. Em nenhum momento ele quis mudar o espírito, ele ofereceu dados para que o espírito refletisse. E a grande tônica do espírito é que ele teria que perseguir porque sua família foi destruída. E ele foi disse: "Você ama a sua família?" Disse: "Amo e muito. E se você ama sua família, onde ela está? Eu não sei. Mas como você sabe de todos os seus inimigos e não sabe da sua família?" O espírito foi começando a refletir e logo depois atendido, numa outra reunião que ele atende, o espírito foi atendido, manifesta espontaneamente uma alma muito querida e disse: "Meus irmãos, ela emocionada, eu quero agradecer a todos vocês

go depois atendido, numa outra reunião que ele atende, o espírito foi atendido, manifesta espontaneamente uma alma muito querida e disse: "Meus irmãos, ela emocionada, eu quero agradecer a todos vocês as tormentas que o grupo passou durante esses meses. Porque eu sei o que esse espírito fez e tumultou tanto a vida de vocês. Mas eu quero dizer que este monstro que vocês pacientemente acolheram é meu filho. É meu filho. E eu roguei à mãe Maria há mais de 500 anos que me desse essa oportunidade de poder acolhê-lo. Vejamos. E aí dirigiu ao seu praiiro e disse: "Me perdoe o tumulto que meu filho fez no seu lar e você soube encaminhar cada momento, cada situação." E aí nós vamos perceber o que é a reunião mediúnica. É aquele momento, mas o trabalho mediúnico é todo um trabalho contextualizado, onde muitas vezes na minha casa, no meu trabalho, no nosso lar, nós somos convidados a nos trabalhar para que tenhamos uma reunião mediúnica em harmonia e paz. M.

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