Arte Espírita | Domingo - Lítero-musical | 13º Congresso RS

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 14/12/2025 (há 3 meses) 46:37 81 visualizações

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Transcrição

Levanta-te, homem no mundo, que a tua missão te espera. As cores da primavera, quando o inverno se for, serão dádivas de amor, de um sentimento profundo. Mas és tu, homem no mundo, por tudo que realizas que a humanidade precisa na carência de valores, levanta-te e rega as flores que o mundo se moraliza. Levanta-te, homem no mundo, vais reunir teu rebanho. Nunca serás um estranho a quem estendas a mão. [música] Terás admiração de poucos bem verdade, mas é na dificuldade que o forte se realiza, que sonha, [música] que idealiza com os recursos que tem. É pelos homens de bem que o mundo se moraliza. A sombra desaparece quando acendemos a luz. Força que vem de Jesus para iluminar as consciências. Apesar das resistências, é o bem que prevalece. As energias da prece com a intenção mais sincera estimula, recupera, revigora e tranquiliza. O mundo se moraliza e o planeta regenera. >> H Boa noite, amores. Vai dar tudo certo. >> Pois bem. [música] Oi, >> meu amigo. Considero-me feliz agora. >> Estes míseros olhos que se enfraqueceram a ponto de não me deixarem mais que a recordação de coloridos prismas da juventude de esplendor cintilante. Estes olhos, digo, abriram-se aqui para rever horizontes esplêndidos. Idealizados em vagas e produções por alguns dos vossos geniais artistas. Mas cuja exuberância mais estática, severa e consequentemente grandiosa, tem o cunho da mais completa [música] realidade. Não há mais de três dias que desencarnei e sinto que sou artista. As minhas aspirações atinentes [música] ao ideal do belo artístico, mas não eram que a intuição de [música] faculdades adquiridas em anteriores existências e [música] na última encarnação desenvolvidas. Por que vos incomodar assim, minha boa amiga? [música] com o motivo da minha morte. Vós, principalmente vós, que [música] conheceis as decepções e amarguras da minha existência, devereis antes regozijar-vos em sabendo [música] que não bebo mais na taça amarga das dores terrenas. [música] Tá se esgotada até as fezes.

ica] conheceis as decepções e amarguras da minha existência, devereis antes regozijar-vos em sabendo [música] que não bebo mais na taça amarga das dores terrenas. [música] Tá se esgotada até as fezes. Crede-me, [música] os mortos são mais felizes que os vivos. E prantiá-los é duvidar das verdades espíritas. Tornareis a ver-me. Ficai certa. Se partir primeiro, é porque farea, que, aliás, cada qual tem na terra. Assim, quando a vossa for completada, vireis repousar um pouco junto de mim. Para recomeçar [música] mais tarde, atento ao princípio de que nada é inativo na natureza, [música] voltarei a conversar convosco, pois não vos esqueçais [música] de que sou uma conversadora infatigável. Ai, mas quanto trabalho para reproduzir uma obra prima digna da cena que sentou-lhe o espírito chegado às regiões da luz. Pincéis, pincéis. E eu provarei ao mundo que a arte espírita é o complemento da arte pagã, da arte crista [música] que pereclita, cabendo somente o espiritismo, a glória de revivê-la com todo o esplendor sobre o vosso mundo deserdado. possam essas comunicações [música] fortalecer-vos na fé, no amor de Deus. Esse Deus que tantos benefícios nos prodigalizou, que tantas e tantas vezes socorreu a vossa mãe. Orai [música] sempre, que a prece revigora. Adeus. Até breve. Eu volo suplico por vós. Crede na bondade divina. Até sempre. >> Quando me deparei com o fim desse existir, [música] precisei me despedir. [música] >> Apenas para anotar uma missão a [música] continuar. A velha [música] casa retornar [música] nas vicissitudes do mundo, no pranto [música] dos dias escuros, encontro [música] o meu porto seguro na infinita bondade [música] de Deus, já que as dores são só temporárias, são lágrimas que ensinam a calma. Perdi [música] os olhos do corpo e ganhei os olhos da alma. >> Nas vicissitudes [música] o mundo no pranto dos dias escuro. Encontro o meu porto seguro na infinita bondade de Deus. Já que as dores são só temporárias, são lágrimas que ensinam a calma. Perdi os olhos do corpo e ganhei

sica] o mundo no pranto dos dias escuro. Encontro o meu porto seguro na infinita bondade de Deus. Já que as dores são só temporárias, são lágrimas que ensinam a calma. Perdi os olhos do corpo e ganhei os olhos da alma. Os olhos da alma. >> já que as dores são só temporárias, são lágrimas que [música] ensinam a calma. Perdi os olhos do corpo e ganhei os olhos da alma. >> Deixa eu sentar uns pezinhos. Estáis presente? >> Sim. No dia da minha morte vos persegui com a minha presença e resistes às tentativas que fiz para escreverdes. As palavras que a meu respeito dissestes deram ocasião a que vos reconhecesse. E daí o desejo de me entreter convosco para vosso benefício. Bom, comois, por sofrestes tanto? Porque ao Senhor aprouve fazer-me sentir duplamente por esse meio o preço da minha libertação, querendo ao mesmo tempo que na Terra progredisse o mais possível. A ideia da morte causou-vos terror. Tinha bastante fé em Deus para que tal não sucedesse. >> O desprendimento foi doloroso? Não. Isso que denominais últimos momentos nada é. Eu apenas senti um rápido abalo para encontrar-me logo feliz. inteiramente desembaraçado da míera carcaça. E que sucedeu depois? Tive o prazer de ver aproximarem-se inúmeros amigos, notadamente os que tive a satisfação de ajudar, dando-me todos as boas-vindas. Que regiões habitais? Acaso algum planeta? Tudo que não seja planeta constitui o que chamais espaço e é neste que permaneço. O homem não pode, contudo, calcular, fazer uma ideia sequer do número de gradações desta imensidade. Logo, deveis ter tido muitas existências. >> Nem podia ser de outra maneira. Nada há excepcional na ordem imutável do universo estabelecida por Deus. A recompensa só pode vir depois da luta vencida. Assim, se grande for aquela, é que também esta o foi. Enecessariamente. >> Em que consiste a vossa felicidade? Isso é mais difícil de vos fazer compreender. Essa aventura que gozo é uma espécie de contentamento extremo de mim mesmo, não pelos meus merecimentos, o que seria

> Em que consiste a vossa felicidade? Isso é mais difícil de vos fazer compreender. Essa aventura que gozo é uma espécie de contentamento extremo de mim mesmo, não pelos meus merecimentos, o que seria orgulho. E este é predicado de espíritos atrasados, mas contentamento como que saturado, imerso no amor de Deus, no reconhecimento da sua infinita bondade. Vestes a bondade de exprimir o desejo de me ser útil. Peço-vos me digais em que posso ajudar-vos e amparar nos desfalecimentos, fortalecer-nos momentos de desânimo, consolar-nos de aflição. Se a vossa fé se abalar e qualquer comoção vos perturbar, evocai-me, porque Deus me permitirá. Vou-lo fazer lembrado, atraindo-vos para ele. Porque faço ju essa proteção que quereis dispensar-me? Eis a razão. A vóz me afeiçoei logo no dia da minha morte. É que como espírito vos vi do Espiritismo adepto, sincero e bom médium. E como dentre tantos que aí deixei, fostes vós que vi primeiramente, logo me propus contribuir para o vosso progresso. Não me julgo digno de tão grande favor, >> mas por certo que bem longe estais da perfeição. Não obstante o vosso ardor na divulgação das sãs doutrinas, o cuidado em manter a fé dos que vos ouvem, em aconselhar a caridade, a bondade e a benevolência, mesmo para os que convosco mal se conduzem, a resistência aos instintos de cólera, que, aliás, facilmente poderíeis descarregar nos que vos afligem, por ignorantes da vossa intenções. Tudo isso atenua à maldade que ainda possuís. Convém que o diga: O perdão das ofensas é de tantas uma das mais poderosas atenuantes do mal. Deus vos cumula de graças pela faculdade que vos concedeu e que deveis desenvolver pelo esforço próprio, a fim de cooperardes na salvação do próximo. Vou deixar-vos, porém contai sempre comigo. Preciso se faz. Modereis as ideias terrenas, vivendo o mais possível com os amigos do espaço. >> O que eu sou? [música] O que há dentro de mim para onde vou? Como enfrentar a vida e, apesar [música] da dor, compreender o amor. Tente ouvir

renas, vivendo o mais possível com os amigos do espaço. >> O que eu sou? [música] O que há dentro de mim para onde vou? Como enfrentar a vida e, apesar [música] da dor, compreender o amor. Tente ouvir o coração, perceber [música] a voz de Deus. Deus, dizendo que há [música] um mundo novo para conquistar, aprendendo a amar. [música] >> Alimente o [música] perdão. Lembre de sorrir. Vamos tentar descobrir a paz de quem [música] tira a mágua do coração. Sinta o amor, a presença de Deus. >> E se somos todos filhos seus, não há razão para se entregar. [música] A noite escura vai passar, que uma amanhã será melhor. É só você acreditar. >> Tente ouvir o coração. [música] Perceber a voz de Deus, [música] dizendo que há um mundo novo para [música] conquistar, aprendendo a amar. >> Sinta o amor, a presença de Deus. [música] Deus. E se somos todos filhos céus, não. Para se entregar, a noite escura vai passar e o amanhã será melhor é só você. acreditar. >> Não basta crer, é preciso compreender, sentir [música] e viver as verdades eternas. Você me pergunta, alma [música] querida, quais as minhas impressões sobre a obra de Allan Kardec, especialmente [música] o céu e o inferno. Percebo essa questão com profundo respeito, [música] pois sei que se trata de um interesse sagrado para a sua instrução [música] e para o coração de muitos outros. Houve um tempo em que eu vivia na terra, conhecia a dor das perdas, vi partir aqueles que eu amava [música] e no íntimo algo em mim também morria, não me revoltava, mas a dor e a perplexidade [música] eram minhas companheiras. Chegou então [música] o meu dia, a desencarnação. Não era incrédula, mas também não sabia o que me aguardava. O corpo velho e cansado [música] tornou-se cárcere e quando parti, [música] mergulhei em confusão e silêncio. Até que despertei. Vi acolhida num asilo espiritual. Jardins, flores, serenidade. Enfermeiros e médicos me explicaram. A vida continua. Eu, [música] que nunca seguir a religião alguma, percebi que o bem que tentei

rtei. Vi acolhida num asilo espiritual. Jardins, flores, serenidade. Enfermeiros e médicos me explicaram. A vida continua. Eu, [música] que nunca seguir a religião alguma, percebi que o bem que tentei praticar, a responsabilidade [música] familiar, a dedicação simples haviam se tornado minha [música] prece silenciosa. Logo passei a estudar, [música] a viver e aprender em um lar espiritual erguido sobre obras de amor. [música] Ali ouvimos palestras, lições, aprendizados e pela primeira vez escutei no além sobre o céu e o inferno de Allan Kardec. Ah, que lógica sublime, que clareza para explicar a morte, a justiça divina, a vida. E o que mais me tocou foi o Código [música] Penal da Vida Futura. Não precisamos morrer para aprender as leis da felicidade. Podemos vivê-las já, aqui e agora? Descobrir [música] que o bem e a virtude são defesas naturais da alma [música] e que o amor, diante da misericórdia divina [música] cobre a multidão de pecados. >> Por isso, hoje agradeço a Kardec, esse cartógrafo da imortalidade, por nos entregar um verdadeiro mapa do tesouro eterno. Amigos, estudem, vivam, amem. Conhecer para viver melhor, amar para regenerar-se. Eis o que desejo a todos. Um espírito renovado pelo [música] espiritismo. Passos que caminhei [música] no escuro. Sento a luz. Depois dos [música] pés machucados. Só sabemos, eu e Jesus paguei o preço proposto pela [música] prova edificante e com o coração vivificado, cheio de amor, fui adiante, nova luz me esclarecendo. me abrindo os olhos de ver e a clareza do espiritismo e proteção de Jesus para [música] crescer. O espiritismo e suas verdades. A Deus, nosso pai conduzem. >> Com suas asas de luzes, exemplos de amor nos induzem, alçando um voo ascendente nas asas de luz da doutrina, planam centelhas brilhantes, orbitando. A luz divina. Meus queridos, chegamos ao final de nossa jornada, onde a luz da espiritualidade se encontra com as cores da vida. Hoje celebramos as verdades eternas que nos unem, [música] fé, o amor e a compreensão.

eus queridos, chegamos ao final de nossa jornada, onde a luz da espiritualidade se encontra com as cores da vida. Hoje celebramos as verdades eternas que nos unem, [música] fé, o amor e a compreensão. Em o céu e o inferno, Allan Kardec nos ensina [música] que a vida continua. que cada um de nós é responsável [música] por sua própria evolução. Não basta crer, [música] é preciso compreender, sentir e viver as verdades eternas. >> Assim como a nossa querida Madame Ful, sagem [música] de amor e superação. E o médico russo [música] que compartilhou a sua alegria em ajudar e a sua fé. A nossa querida [música] Gabi, Amel Gabriel Budet, pilar fundamental na codificação [música] da nossa amada doutrina, exemplo de força e de [música] perseverança. Nós também somos convidados [música] a refletir sobre as nossas próprias vidas. >> A vida, uma série de provas e conquistas. E [música] cada um de nós tem um papel fundamental a desempenhar. Devemos nos levantar [música] e regar as flores do bem, como nos lembrou a poesia. >> Allan Kardec, tua obra é luz acesa no mundo e luz não morre. [música] Ilumina. É nosso dever seguir [música] em frente, apoiar-nos uns aos outros, contribuindo [música] na construção de um mundo mais justo e amoroso. [música] E cada um de nós. Lembre do chamado à ação, [música] da responsabilidade que temos em nossas mãos. Devemos ser luz, luz na vida uns dos outros, [música] ajudando assim a moralizar o mundo com amor e com [música] caridade. >> Venho dizer >> Obrigado, amigo, por ter desvendado o dom de saber de onde vim, [música] porque estou aqui para onde vou. Como [música] ser feliz? Como encontrar Jesus com o seu trabalho, [música] hoje temos o consolador que nos trouxe o Cristo Rede vivo [música] e a nossa fé. Hoje é raciocinada. Não há mais [música] nada o que temer apenas caminhar [música] e a sua [música] luz vai brilhar na terra. Porque a verdade encerra e assim digo Kardec, obrigado [música] pelo Espiritismo, por ter renunciado pelo Espiritismo

da o que temer apenas caminhar [música] e a sua [música] luz vai brilhar na terra. Porque a verdade encerra e assim digo Kardec, obrigado [música] pelo Espiritismo, por ter renunciado pelo Espiritismo e a vida dedicado É o espiritismo e a sua luz vai brigar na terra porque a verdade encerra. E assim digo, Kardec, obrigado pelo Espiritismo, por ter anunciado pelo [música] Espiritismo e a vida dedicado ao Espiritismo, ao espiritismo. Pera, pera, per a luz de Deus. [música] nos acompanhem sempre e que possamos nos reencontrar entre céus e cores para [música] celebrar a vida e a evolução espiritual. >> Adormecer para despertar [música] a certeza de que a vida [música] vai continuar. Me entender como [música] imortal, educar o coração de forma natural. O amor ensina que as dores são pequenos [música] instantes em meio à imensidão da essência infinita, vida nova, transformação, justiça divina. [música] É que afinal esse não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. Sou supernova que insiste em evoluir, adormecer [música] para despertar. A certeza [música] de que a vida vai continuar. Me entender como imortal, educar o coração de forma natural. A dor [música] ensina humildade para servir. Fraternidade no futuro a construir como [música] estrela que ilumina o porvi. Vejo renovação [música] e um novo começo que inicia no partir. que final. Esse não é o fim. Imortal é o que vive [música] dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova que insiste em evoluir. É que afinal esse não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. Um amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova que insiste em evoluir. Sua gente é que afinal esse não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso repreir. Sou super nova que insiste em evoluir. É que afinal esse não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova que insiste [música] em evoluir.

reir. Sou super nova que insiste em evoluir. É que afinal esse não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova que insiste [música] em evoluir. Ah, sou super nova, que insiste [música] em evoluir. Sou super nova que insiste [música] em evoluir. Mais uma vez, sou super nova que insiste em evoluir. >> Vamos juntar todo mundo ali. He.

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