13º Congresso Espírita do RS | 1º Dia

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 18/10/2025 (há 5 meses) 2:51:04 18,497 visualizações 1,691 curtidas

De 17 a 19 de outubro de 2025, o 13º Congresso Espírita do RS debaterá o presente à luz da vida futura! Confira a programação da sexta-feira: Pré-Congresso 📍 18h30 às 19h15 – Momento de Autógrafos Abertura do 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul 📍 19h15 às 20h15 – Solenidade de Abertura 📍 20h15 às 21h15 – Conferência de Abertura Palestrante: Sandra Borba Pereira Tema: Vida futura: impermanência e imortalidade à luz do Espiritismo 📍 21h15 – Encerramento

Transcrição

เฮ Olá, pessoal. Boa tarde a todos. Sejam todos muito bem-vindos ao 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul. Nós estamos felizes em receber vocês, porque nós teremos a partir de hoje três dias de muito aprendizado, de muita intensidade no sentido de adquirir conhecimentos em mais uma edição do Congresso aqui da nossa Federação Espírita do Rio Grande do Sul. Eu sou o Diogo Carboneira. Eu tenho cabelos e olhos castanhos, uso barba, óculos e estou vestindo uma camiseta verde promocional do congresso. E ao meu lado, aqui no salão de atos da PUC, onde nós estaremos esses três dias, junto com vocês, a minha colega Eduarda Seguir. Boa tarde, Eduarda. >> Boa tarde, Diogo. Boa tarde, pessoal que tá no auditório, pessoal que tá no YouTube aqui nos acompanhando. Que privilégio, que alegria estar aqui com vocês nessa sexta-feira, nos preparando, né, para esse final de semana tão intenso de emoções e de tantos conteúdos relacionados a esse tema tão importante do nosso congresso. Eu sou a Eduarda, então eu estou vestindo também uma camiseta verde promocional do nosso congresso. Tenho cabelos ruivos, olhos castanhos e a pele amarela, clarinha, né, podemos dizer. E muito feliz de estar de estar aqui com vocês, de estar aqui com você, Diogo. Que prazer enorme. >> Verdade. E Duda, você citou o tema do congresso. O tema do congresso desse ano é vida futura, impermanência e imortalidade à luz do Espiritismo. Um tema muito legal. Serão seis palestrantes que vão discutir esse assunto sobre diversas perspectivas e a gente vai est acompanhando tudo isso com um público de mais de 16 pessoas presencialmente aqui na PUC em Porto Alegre e também você que nos assiste através da internet em qualquer lugar do mundo, né, Duda? Com certeza, Diogo. E o objetivo principal desse evento, do nosso congresso, é justamente celebrar, estudar, confraternizar com os nossos amigos, né, queridos, aqui acerca desses temas da imortalidade, da impermanência, tão relevantes pro nosso cenário atual hoje em dia e também celebrando os 160

r, estudar, confraternizar com os nossos amigos, né, queridos, aqui acerca desses temas da imortalidade, da impermanência, tão relevantes pro nosso cenário atual hoje em dia e também celebrando os 160 anos dessa obra muito especial que é o céu e inferno nas nossas vidas. E é muito é muito importante, né, a gente a gente tratar desse tema da vida futura e relembrar da nossa presença aqui, da importância da gente viver o nosso presente, né? O nosso congresso está tão preocupado com todos vivendo intensamente, prestando muita atenção os sentimentos, os pensamentos realmente conectados, que a gente aqui já sente essa vibração tão, tão maravilhosa e que com certeza vocês aí de casa nos acompanhando sentem também essa vibração e vamos sentir ao longo desses três dias. Exato. E a proposta é justamente que você siga conosco, porque inclusive durante o intervalo das palestras a gente segue aqui, continua, né, do estúdio, tem muitas atrações, atividades no nosso congresso desse ano. Então você é sempre muito bem-vindo. É importante lembrar também que nós temos alguns parceiros de transmissão. Nós temos a FEB Lives, a Web Rádio Fraternidade, Federação Espírita do Paraná e nós agradecemos o carinho e a companhia desses amigos que também nos assistem através dos canais parceiros, né, Duda? >> Com certeza. E falando em parceiros, né, a gente precisa eh lembrar assim e fazer uma menção especial aos nossos voluntários do nosso evento, que vocês estão vendo eu e o Diogo aqui, mas é muita gente por trás das câmeras, é muita gente no auditório, na recepção, em todos os espaços aqui do nosso congresso que conta esse ano, então com a nossa livraria, com a nossa lojinha, com os amigos da FERGs e entre outros espaços aqui de confraternização que os congressistas vocês presencialmente podem aproveitar. E além disso, esse evento ele é promovido então pela nossa FERGs, a Federação Espírita do Rio Grande do Sul e conta com esses voluntários e ainda jovens dentro desse corpo de voluntários, né? Então abraço especial

esse evento ele é promovido então pela nossa FERGs, a Federação Espírita do Rio Grande do Sul e conta com esses voluntários e ainda jovens dentro desse corpo de voluntários, né? Então abraço especial aí para toda a juventude que tá atuando nesse congresso de forma tão ativa e tão comprometida esse ano. >> A Duda aqui no estúdio representa também os jovens, né, Duda? é quase saindo da juventude, mas mas a gente tá tá aí, né? Isso aí. >> E é importante falar também, Diogo, né, da dessa questão sustentável do nosso Congresso, que a Federação Espírita eh se compromete muito com esse pilar de sustentabilidade, que é a sustentabilidade ambiental. E a gente sabe que por muitas eh razões, né, eventos como estes causam o impacto ambiental. E a FERX, então, preocupada com essa com essa questão, né, com a emissão desse dióxido de carbono CO2, que é muito prejudicial pra nossa pro nosso planeta. A Fergs então atua fazendo eh a replantação, né, de de árvores, né, e esse ano a gente vai ter 24 árvores plantadas para justamente reduzir, né, toda essa essa emissão de CO2. E essas árvores então vão ser plantadas lá em Jaguari, aqui no Rio Grande do Sul também. Exato. E Duda, eu tô mostrando aqui pro pessoal já há algum tempo, porque quando você tocou no assunto sustentabilidade, hoje para quem é congressista nessa edição do Congresso, vai receber, já recebeu, na verdade, essa Ecobag, olha só que que linda que ficou esse ano, com uma frase, né, que que faz eh total conexão com a temática do nosso congresso, mas dentro da Ecobag nós temos também um copo. E aí a gente vai mostrar pro pessoal aqui também, porque esse evento ele não vai disponibilizar copos plásticos. Então a gente tem o copo reutilizável que a Duda tá mostrando aí agora para todos vocês. Esse eh também é um evento que ele conta com recursos de acessibilidade tanto aqui no teatro, né, como também para quem nos acompanha pela internet. Então é importante lembrar que você pode acompanhar a cobertura de tudo que tá acontecendo nesses três dias em nossas

idade tanto aqui no teatro, né, como também para quem nos acompanha pela internet. Então é importante lembrar que você pode acompanhar a cobertura de tudo que tá acontecendo nesses três dias em nossas redes sociais. E aí a gente até já compartilha aqui, né, Duda, as redes sociais lá no @ FergS, o Fergs.oficial. O pessoal pode seguir tanto no Instagram como também no Facebook. E para quem já tá nos assistindo pelo link do YouTube, já aproveita também, além de dar o like, né, que auxilia muito que esse vídeo e chegue mais longe, você pode também se inscrever no canal da Federação Espírita do Rio Grande do Sul. >> Perfeito, amigo. E além do copinho, além da sacola com seu material sustentável, a gente conta esse ano também com sementes, né? Aqui, ó, você recebeu sementes de bucha vegetal para que a gente consiga eh em casa plantar e ter esse material sustentável para auxiliar também o planeta e reduzir aí o consumo de plásticos no nosso dia a dia. >> E os nossos convidados vão falar um pouquinho também sobre essa questão ambiental muito importante que o o Congresso tá trazendo, né? E já veio na outra edição também houve a compensação, né, do do carbono que a gente utilizou no Congresso. Então a gente vai ter muito para conversar ainda sobre esse tema, né, Duda? >> Vamos, com certeza. O Diogo já deu spoiler aqui dos nossos próximos convidados, mas antes da gente ir para eles, a gente tem mais uma coisinha importante para mostrar aqui, que é o nosso crachá, >> né? Para quem tá presencial aqui, eu vou mostrar eh o meu aqui de voluntária, eh que a gente conta com um crachá especial, com QR code, onde vocês podem encontrar todas as informações do congresso, letras de música, é a nossa avaliação, fotos do evento. Então vocês podem ter tudo aqui nesse QRcode, acessando pelo celular de vocês, pelo aplicativo, pela câmera e ainda >> toda programação >> dentro dele, toda a programação, né, amigo? Olha só, de todos os três dias temos toda a nossa programação >> e até Duda, se me permite, pessoal que

licativo, pela câmera e ainda >> toda programação >> dentro dele, toda a programação, né, amigo? Olha só, de todos os três dias temos toda a nossa programação >> e até Duda, se me permite, pessoal que tá nos assistindo no auditório também, né? É importante eh a gente reforçar é esse QR code da frente aqui do crachá que vocês têm, o crachá de congressista ali. Tem e a gente achou muito legal essa iniciativa desse ano da do setor de comunicação. tem as fotos em tempo real, porque nós temos os fotógrafos presentes registrando os momentos, porque a gente depois vai conversar com os convidados aqui também, mas o congresso é sempre uma oportunidade de reencontro, né, de de estar junto com as pessoas que pensam e têm esse mesmo ideal que nós. >> Com certeza. E falando em convidados, estamos aqui com duas pessoas muito especiais que fizeram parte da construção, né, desse congresso, desse evento tão especial, que é a Lia e o Iraci, lideranças aí da nossa Federação Espírita e que a gente pede agora, amigos, para que se apresentem, né, falem um pouquinho de vocês, da sua atuação dentro do movimento espírita para que a gente consiga seguir a nossa conversa. Então tá, meus queridos, é uma grande alegria estar aqui junto de vocês neste congresso, 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, né? Então, eu sou Liamara Nascimento, estou na vice-presidência de Relações Institucionais da FERGs. Eh, tenho os cabelos castanhos claros, compridos e meus olhos também são castanho claro. Estou vestindo um vestido preto. Então, meus queridos, estar aqui neste congresso para nós enche o nosso coração de alegria. Rever corações maravilhosos que nós conhecemos. Hoje a gente já teve a oportunidade de abraçar a tantas pessoas, né, e tantos outros que nós queremos ainda abraçar corações que que são muito caros a nós, né? E isso isso traz para cada um de nós muita muita alegria no nosso coração, né? Então, a gente eh sabe que >> um trabalho como esse tem um suporte muito grande da espiritualidade, tem um

ros a nós, né? E isso isso traz para cada um de nós muita muita alegria no nosso coração, né? Então, a gente eh sabe que >> um trabalho como esse tem um suporte muito grande da espiritualidade, tem um uma aura aqui, né? Uhum. >> muito, muito favorável para que a gente sinta e se conecte com a espiritualidade superior. >> Perfeito, amiga. E espero que vocês aí de casa também sintam, né, essa vibração. Contem pra gente de onde vocês vêm, né, qual a expectativa pro nosso evento. E agora então, amigo Iraci, peço para que tu te apresente para nós. Espere um pouquinho. Boa noite, queridos irmãos, queridas irmãs que nos assistem aqui pelo canal da nossa Federação Espírita do Rio do Sul. Como a Lia disse, é uma grande alegria poder estar aqui participando do nosso 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul com essa temática tão importante para as nossas vidas. E eu sou Iraci de Oliveira, tenho cabelos brancos, pele clara, olhos castanhos, estou usando óculos, uma camisa em tom azul e um casaco preto, né? >> E como a Lia disse, né? Foi uma alegria e é uma alegria encontrar aqui tantos irmãos de Jornada Espírita que já tivemos a oportunidade hoje de abraçar. lideranças espíritas, trabalhadores espíritas, simpatizantes, convidados queridos, né, e todos aqueles que se juntaram a nós neste lindo encontro do nosso movimento espírita, um evento, né, que fortalece a nossa união dos espíritas e a unificação do movimento. o maior evento nosso, né, da nossa federação aí que a Fegas promove bimestralmente. Tá bom? >> Sim. Perfeito, amigo. Obrigada. Então, Lia, eu já dei um, a gente já deu aqui um spoiler, né, uma revisada de algumas questões ambientais que estamos trabalhando, né, dentro do nosso congresso. E a gente queria que tu falasse um pouquinho mais, né, dessas iniciativas, falar também da questão da acessibilidade, né, e inclusão que a gente tá tendo no nosso congresso. >> Isso. Então, a gente sabe que estes eventos eles são importantíssimos, mas eles têm eles realmente causam um

ém da questão da acessibilidade, né, e inclusão que a gente tá tendo no nosso congresso. >> Isso. Então, a gente sabe que estes eventos eles são importantíssimos, mas eles têm eles realmente causam um impacto ambiental. Então, por isso foi eh pensado em como nós podemos, né, eh reduzir esse impacto ambiental, então gerar para todos nós essa alegria, essa satisfação e e trazer muito conhecimento, mas também ter o cuidado com o nosso planeta Terra. Então, foi feito um um trabalho juntamente com uma empresa Agroflorest, que eles fazem todo o cálculo porque nós temos os palestrantes, temos pessoas que vêm de outros estados do nosso do nosso Brasil, não é? Então, o deslocamento ele é feito de avião, eh, outros vêm de ônibus e então nós sabemos, como tu mesmo falaste, né, o dióxido de carbono que acaba gerando, né, e sendo, tendo emissões desse dióxido de carbono. Então, a gente procurou fazer o quê? A compensação. Então, tudo que se gastou, se fazer a compensação para que a gente chegue num carbono zero, né? os os próprios copinhos, né? A gente sabe o quanto os copos plásticos eles são eh muito danosos para o nosso planeta Terra. E a gente tem que não só reduzir, mas evitar realmente o uso desses materiais. Num evento como esse, nós teríamos muito e lixo, né? Teríamos muito plástico. >> Verdade. >> Porque a gente vai lá, toma a água, poucos segundos aquele copo vai fora. Daqui a du horas a gente vai lá, usa de novo, usa um outro, não é? E esse nós vamos reutilizar durante todo o evento. Isso é maravilhoso, porque aí a gente evita de esse lixo que nós iríamos, né, esse esse resíduo, né? E e a gente vê, né, Lia, que e eh esse cuidado ele tá em conexão inclusive com o tema, porque partindo do ponto da certeza da vida futura e de que nós mesmos, né, vamos utilizar o planeta e não só os nossos filhos netos, mas nós voltaremos e que mundo nós estamos plantando, preparando para quando nós também eh retornarmos. Então, é um cuidado eh que a gente não pode nem se colocar no num num lugar de

sos filhos netos, mas nós voltaremos e que mundo nós estamos plantando, preparando para quando nós também eh retornarmos. Então, é um cuidado eh que a gente não pode nem se colocar no num num lugar de egoístas, porque nós mesmos usaremos no futuro. Então, e é a partir desses pequenos cuidados que a gente vai eh na contramão desse eh desse influxo que vem acontecendo e prejudicando o o nosso próprio lar, o planeta Terra, né? Então é muito legal e tá de acordo com o tema, né, >> exatamente, né? Isso que tu falaste é perfeito, né, Diogo? Porque nós vamos, se possível, retornar ao planeta Terra, né? Então assim, se um copinho ele fica para se decompor 400 anos na natureza, então o que nós vamos estamos plantando pro nosso futuro? Então, as ações de hoje elas são muito importantes e nós temos que repensar os nossos hábitos, nós temos que ver o que realmente é necessário nós utilizarmos, né? E e o próprio a própria doutrina espírita nos coloca que a gente deve buscar cada vez menos o consumismo, né? Eh, o materialismo em exagero, temos que utilizar com responsabilidade tudo aquilo que Deus nos ofertou, não é? E aprendendo a cuidar cada vez mais desse nosso planeta que foi emprestado por por Deus para nós estarmos aqui. E a gente tá fazendo o que com ele, né? Nós temos uma responsabilidade nós como espíritas. >> Uhum. >> É. E antes da falar um pouquinho de acessibilidade, que que tu acha, Duda, da gente conversar um pouquinho com o Irac? ele já deu um spoiler ali no início dizendo: "Olha, é importante esse evento, é o maior do Rio Grande do Sul para que os espíritas gaúchos possam se encontrar e e qual é essa sensação de de unir, né, de forma geral no ponto de vista da unificação, da união que a gente precisa ter entre os centros espíritas, entre os confres, né, o pessoal que trabalha no centro espírito voluntário, a importância da gente unificar e eh uma temática E a partir disso, eh, em conversas, rodas de conversa, tudo que o Congresso nos proporciona é trazer isso para esse

lha no centro espírito voluntário, a importância da gente unificar e eh uma temática E a partir disso, eh, em conversas, rodas de conversa, tudo que o Congresso nos proporciona é trazer isso para esse pessoal que que está aqui e também que nos acompanha pela internet. >> Pois é, a nossa união, né, eh, começa entre as pessoas, quando as pessoas se unem, né, formam ali uma família. Depois essa união prossegue quando nós nos unimos e constituímos uma sociedade espírita, onde trabalhamos com objetivos comuns. Essas sociedades espíritas também vão crescendo, assim como disse Jesus, a família universal. E nós criamos as uniões municipais espíritas, as uniões distritais, os conselhos regionais espíritas, até chegar na nossa Federação Espírita do Rio Grande do Sul, depois ao Conselho Federativo Nacional da FEP, né, o Conselho Internacional, Espírito Internacional. E assim nós vamos unindo, né, desde a pessoa humana do ser humano com aquele que está ao seu lado até toda a nossa humanidade. Mas para isso nós precisamos trabalhar esses elementos de união, né, de solidariedade, como diz o Bezerra, né, solidários somos união, separados uns dos outros somos ponto de vista, né? Unidos alcançaremos os nossos propósitos. Esse é o princípio da união e da unificação do movimento espírita trabalhando, né, para a obra do Mestre Jesus Unidos. Eh, unificação não significa uniformidade, mas união de propósitos, compromisso com a tarefa, compromisso com os ideais cristãos, com os ideais da doutrina espírita. Isso a gente constrói, né? eh nos nossos encontros, por exemplo, interregionais, encontros regionais, treinamentos, encontros com lideranças espíritas, até chegar nas casas espíritas. E de todos esses esforços que a FERGas realiza ao longo do ano, através do seu programa de anual, né, de atividades administrativas, atividades federativas, chegamos então ao Congresso, né, que é o ápice dess desse trabalho de união e de unificação. O trabalho que é construído começa no ano anterior, né? Um trabalho

dministrativas, atividades federativas, chegamos então ao Congresso, né, que é o ápice dess desse trabalho de união e de unificação. O trabalho que é construído começa no ano anterior, né? Um trabalho longo de preparação, com muito amor, com muito carinho. Qual o objetivo? Receber todos que aqui vem, né? abraçá-los, trazer temas importantes para reflexão, para que possamos voltar então para as nossas sociedades espíritas, para os nossos lares e para as nossas vidas, levando esses conhecimento, essas vivências maravilhosas e esses sentimentos que nos elevam como seres humanos. Perfeito, >> perfeito, amigo. E para quem tá nos assistindo, talvez não tem tanta familiaridade com essas federativas, né, é muito bom pontuar que o nosso movimento espírita ele se constitui dessas federativas regionais, nacionais, né, e até mesmo internacionais. Tivemos o nosso congresso internacional há pouco e que realmente esse trabalho organizado dentro dos princípios de Jesus. E falando em Jesus tinha pessoa mais inclusiva que Jesus lia. Verdade. >> Tinha pessoa que, olha, olha só, ele acolhia realmente e acolhe ainda hoje, né? acolha a todos nós está nos acolhendo nesse nesse nesse momento e a gente sabe que vamos conversar ainda nos nos próximos dias sobre essa questão da inclusão e acessibilidade, mas agora eh uma vozinha no meu ouvido me falou que não temos mais tempo. Então eu vou agradecer a presença de vocês e a gente continua, né, esse papo talvez em algum outro momento. Vamos com certeza falar sobre isso nas nossas redes sociais. Então não esqueçam de seguir lá a Fergs também. >> Exato. Então muito obrigado, Iraci Li. A gente vai estar falando de acessibilidade ao longo do congresso. Com certeza a Lia também vai eh nos auxiliar ainda mais nos próximos dias. Obrigado, pessoal. E agora a gente vai, temos uma novidade hoje aqui. A gente vai eh conferir o pessoal que tá lá no auditório. A gente tem a imagem, olha aqui que legal. A gente tem a imagem do pessoal que já tá lá no auditório e

ente vai, temos uma novidade hoje aqui. A gente vai eh conferir o pessoal que tá lá no auditório. A gente tem a imagem, olha aqui que legal. A gente tem a imagem do pessoal que já tá lá no auditório e vamos pedir pro pessoal nos dar um oizinho. Oi pessoal, tudo bem? Como é que vocês estão aí? >> E animação. >> Que legal. >> Sejam todos muito bem-vindos. Pessoal eh já tá se preparando, se acomodando. E é interessante até, Duda, vamos comentar aqui, ó. Esse ano nós temos eh uma novidade, né, que a gente tá aqui no salão de atos e aí nós temos eh a visualização do pessoal ali, o conforto no formato teatro, né? Então são cadeiras muito confortáveis para que a gente possa assistir todos os painéis, né? E e >> temos o mesanino ali também, né, amigo? O pessoal que tá mais para cima, subiu ali as escadas. A gente agradece esse pessoal, dá um oizinho para eles. >> Isso aí. E o nosso palco que tá uma beleza, olha essa iluminação, tá todo preparado, tá realmente as luzes ali na frente para receber eh apresentações incríveis além dos painéis, porque a gente vai ter também a nossa área de arte espírita da FX, que está preparando apresentações muito especiais, não só para quem está aqui presencialmente na PUC, mas também para quem está conosco eh assistindo de casa. E agora nós já temos as nossas convidadas que estão aqui por falar em área de arte. Vamos apresentar já a nossa próxima convidada. >> Vamos, com certeza. Então, temos aqui a nossa querida Clélia do da nossa área de arte, que vai permear aí todo o nosso nosso congresso. E Cléia, fale fala um pouquinho pra gente como é que tá sendo essa experiência do da área de arte, como é que, qual é a mensagem, o sentimento que vocês querem passar para esse público hoje ao longo dos dias do nosso congresso? >> Oi, queridos. É um presente, é um presente que nos foi dado com uma grande responsabilidade também. A proposta da artística da federação foi trazer o céu e o inferno vivo pro palco. >> Inclusive você já tá caracterizada, né?

nte, é um presente que nos foi dado com uma grande responsabilidade também. A proposta da artística da federação foi trazer o céu e o inferno vivo pro palco. >> Inclusive você já tá caracterizada, né? >> Caracterizada aqui com a senorita Ema, uma das espíritos felizes do livro Céu e o Inferno. E ela tem essa missão de abrir o congresso para nós. >> Eh, o protagonismo feminino também foi um olhar, né? da nossa diretoria. Então, a gente tá muito feliz de ter essa oportunidade, de ter esse grande presente e tentar, né, trazer essa obra tão grandiosa pro palco. >> Perfeito. Amiga, >> a gente já tá ansioso para te assistir no palco e todo o pessoal da área de arte, porque a gente sabe que realmente a arte ela emociona, né? ela desperta em nós, na nossa alma, é algo assim diferente que faz toda a conexão com a temática do do congresso. Então, eh, hoje tem eh no início e e nos outros dias também nós teremos uma programação da área de arte pro pessoal poder acompanhar, né, Clé? >> Sim. E Clélia, fala um pouquinho para nós também da do papel da arte, né, dentro do espiritismo e dentro desse desse evento esse ano. Ai, é tão lindo eh poder representar, poder tocar os corações, porque a arte ela envolve todos os nossos sentidos, né? Então, o público entra na história contigo. A gente eh não só, né, o público, mas nós atores também. Então, ela é uma forma da gente começar a se trabalhar também, trabalhar a vaidade, trabalhar as nossas questões pessoais. E eu eh agora particularmente, né, considero que me foi uma dádima muito grande, porque os textos vieram muito ao encontro de um momento de vida que nós estamos passando. Então, existe uma frase da Joana, né, que ela dizia pro Divaldo: "Meu filho, se tu quer ler alguma mensagem, quer uma para ti, lê as que eu tenho escrito." E é isso. essa reviver essa obra, ter essa conexão com esses personagens agora para mim assim foi um presente muito grandioso na minha encarnação. Eu tô muito feliz, um pouco ansiosa, porque eu entro no palco em

ssa reviver essa obra, ter essa conexão com esses personagens agora para mim assim foi um presente muito grandioso na minha encarnação. Eu tô muito feliz, um pouco ansiosa, porque eu entro no palco em breves minutos, né? Mas assim, a arte faz toda a diferença para que a gente possa mostrar que o belo, o bom, ele tem lugar, ele pode ser representado no palco, ele faz sentido. A gente não precisa ter sempre apelações e outros tipos de de interpretações. a gente consegue fazer envolver o nosso público, emocionar o nosso público, fazer o nosso público rir com comédias maravilhosas também, né, dentro da nossa doutrina com a temática espírita que é a temporal, né? Verdade. >> Sim. a gente consegue trazer tudo isso envolvendo o nosso público nessa mensagem de amor e de afeto, de união também que faz com que muitas pessoas procurem a doutrina espírita, procurem entender melhor sobre o espiritismo, busquem o Kardec, busquem as obras básicas para entender de fato que compreender a doutrina e aí acabam se tornando espíritas, porque, né, a gente diz que é um caminho sem volta. A a Clé, a Cléa tem que tá lá no set daqui a pouquinho. Então a gente quer te agradecer muito, né, pela tua presença aqui, por ter vindo, né, toda caracterizada para nos mostrar um pouquinho de como vai ser a gente ter essa sensação pro pessoal que tá em casa, pessoal que tá no auditório e e entender como é que vai ser a abertura do nosso congresso, 13ª edição. Muito obrigado, viu, Clell? >> Obrigada, amiga. Boa sorte. Agradeço, amiga. Muito feliz. >> Maravilha. E agora nós temos mais uma convidada, Duda, >> muito muito especial, que é a nossa Clementina, trabalhadora, liderança aí do nosso movimento espírita, né, amiga? E aí, qual é a tua expectativa pro Congresso esse ano? Nossa, eu eu fico muito emocionada porque quando a gente vai chegando, a gente vai rememorando a os nossos congressos, porque a cada a cada um a gente, eu fiquei pensando quando eu estava ouvindo ali a falar, eu lembro assim do segundo congresso espírita

te vai chegando, a gente vai rememorando a os nossos congressos, porque a cada a cada um a gente, eu fiquei pensando quando eu estava ouvindo ali a falar, eu lembro assim do segundo congresso espírita estadual, então alguns a gente acompanhou assim mais eh de longe um pouquinho, né, como participante mesmo, não tinha tanta integração. Não, mas à medida que a gente vai trabalhando nesse movimento, como o Iraci antes descrevia, eh a gente vai sentindo assim, a alma vai se ampliando, porque a família cresce. Então, além de ser uma um momento assim muito especial de estudo, de compreensão da doutrina, nós eh tem todo um significado especial emocional, porque é uma grande família, a gente vai chegando e e cada grupo que com quem a gente interage no trabalho ao longo dos anos, a gente vai encontrando pessoas que a gente vê nos eventos mesmo. Então essa presença humana, essa essa congregação, né, de sentimentos é muito rica e também a gente sente a amplitude do trabalho espiritual, que a gente sabe da ação tão grandiosa das equipes espirituais em qualquer evento que nós façamos. ainda liam uma obra da nossa federação, do nosso querido Francisco Espinelli, que é da região, né, da região onde eu caminhei muito. Eh, íamos nas casas que ele fundou e a cavalo levando a mensagem do Cristo. Então, quando a gente a gente revive isso e foi acendendo essa essa visão do de como a espiritualidade nos acompanha em todas as tarefas. Então, num evento como esse é um momento muito muito especial. >> Uhum. A a Clementina citou umas da das obras mais recentes agora da Fergs editora e aí e citou também mencionou a as edições anteriores, né? E e aí eu te pergunto assim, Clementina, chegando agora nesta edição, né? O que que mais te chamou atenção quando você entrou eh no sentido não só material, mas espiritual? Você falou desse acolhimento espiritual também? tem uma tem uma energia indescritível. Eu eu sou muito assim emotiva e a gente vai sentindo só o fato de chegar aqui já deixa a gente

l, mas espiritual? Você falou desse acolhimento espiritual também? tem uma tem uma energia indescritível. Eu eu sou muito assim emotiva e a gente vai sentindo só o fato de chegar aqui já deixa a gente assim com uma, né, os olhos eh ficam brilhando porque dá uma uma parece assim que é uma alegria que te emociona mesmo, né? Não é vontade de chorar, é uma vontade de alegria de de desse, porque a gente sente no ar esse ambiente espiritual que se cria desde os primeiros esforços que foram descritos aqui há pouco, né? Então, é é muito importante e e a gente leva isso pra nossa região, pro nosso, eu não me apresentei no início, né, mas eu sou trabalhadora, né, do movimento espírita eh lá de Caxias do Sul e a gente trabalhou toda essa região que hoje são três homens que foram se dividindo, que Bom Jesus, onde o Espinelli andava, Pinhal da Serra, Esmeralda, Vacaria, onde ele inclusive residiu e e toda aquela região. Então, a gente caminhou pelos lugares onde essas figuras queridas estiveram. E uma emoção muito grande que me bateu hoje, assim, quantos congressos a gente acompanhou aqui, o Divaldo, a Sueli Calda Schuber, >> que devem estar trabalhando imensamente de onde para que nós >> vivamos esse dia muito lindo também. Verdade. Antes de tu fazer a próxima pergunta, Duda, para ir compartilhando dessa emoção da Clementina, vamos novamente colocar o auditório aqui, perguntar pro pessoal do auditório levantando a mãozinha. Vocês estão sentindo essa energia boa também, pessoal? Levantem a mão aí. Quem já tá sentindo essa energia boa do 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, olha só que legal. A medida que o tempo vai passando, as cadeiras vão ficando mais preenchidas, né? E muito legal a gente poder conversar com o pessoal também. Pode seguir com as perguntas aí, Duda. >> Claro. E além do auditório, você que tá acompanhando aí de casa, enfim, pelas nossas redes sociais, pelo nosso YouTube, pelos canais parceiros, conta pra gente, vocês estão sentindo a energia, né, essa energia renovadora do

rio, você que tá acompanhando aí de casa, enfim, pelas nossas redes sociais, pelo nosso YouTube, pelos canais parceiros, conta pra gente, vocês estão sentindo a energia, né, essa energia renovadora do reencontro, né, de estar aqui com esse tema tão importante, de estar aqui trabalhando com Jesus, né, que alegria e que privilégio estarmos aqui. E a Clementina comentou de Caxias do Sul, que é uma cidade aqui do Rio Grande do Sul. Mas é muito importante também mencionar que temos congressistas, né, de todos os estados do nosso país, de diversos estados, países, né, online, presencial. Então, que >> que reencontro que é esse evento, né? Né, amiga? >> Muito muito especial mesmo. >> E nós já temos mais um convidado aqui na mesa. Parece assim, muito rápido. A nossa produção aqui é muito rápida. Gustavo Roman, que é responsável pela livraria da Ferg. Bem-vindo, Gustavo. Vamos, vamos te inserir aqui na conversa. Bem-vindo, meu amigo. >> Oi, tudo bom, gente? Pois é, a gente tá passando aqui pelo corredor, quando vê pessoal vem, >> tem um bracinho que puxa pro estúdio. Entra aqui. Aonde? Não é no estúdio. Como assim? É papo negócio. >> Mais um congresso livraria novamente ali na na junto à fachada, na entrada ali do nosso saguão, né? >> É. E a gente tá num espaço novo aqui esse ano, né? Mas a livraria realmente ela tá bem na entrada ali. É uma livraria menor do que a gente consegue eh trabalhar nos outros congressos, né, em função da do prédio. Mas a gente tá aqui com uma vontade enorme de atender todo mundo, com lançamentos, com livros novos, com muitos livros. Trouxemos ali bastante bastante novidades e os clássicos que a gente vende muito sempre. >> Falando em obras, né, amigo? se materializou aqui na minha mão agora os nossos lançamentos da livraria, né? Então, temos entre Dores e Flores do Gustavo Roman que tá aqui. >> Esse esse aqui eu posso falar porque eu conheço bem. >> Perfeito. >> Não, a equipe, a equipe aqui é muito rápida, né? O cara foi, a gente foi sugado aqui para dentro e os livros

Roman que tá aqui. >> Esse esse aqui eu posso falar porque eu conheço bem. >> Perfeito. >> Não, a equipe, a equipe aqui é muito rápida, né? O cara foi, a gente foi sugado aqui para dentro e os livros estão é verdade, >> é, é poderoso aqui o trabalho. Temos aqui o livro que a Clementina comentou do Francisco Espinelli, né? da Janete, né? >> Esses são os nossos lançamentos, né? Esse aqui é, esse é romance, né? Entre do é romance mediúnico. Esse aqui também é Humberto de Campos. É, ah, desculpa, Eurí Euríptes Barçanuf. É um livro fantástico, né? Acho que a Janete já passou por aqui. >> Ainda não, mas vai passar, vou deixar fal isso. Janete tava nos autógrafos antes. Temos também os mensageiros dois, poesias e crônicas da Maria Elizabe Barbier. é painelista do nosso congresso. >> Exatamente. >> Isso mesmo. Vai conversar aqui com a gente nos próximos dias. E temos a revista Reencarnação, Reflexões e Aprendizados do Movimento Espírita em Tempos de Crise. >> Isso. Este essa revista aqui é muito especial, né? Uhum. >> Porque faz todo o review da nossa catástrofe climática e coloca em em novos pontos, né, em novos termos, né, pra gente observar daqui para diante. Essa todos esses aqui são lançamentos aqui do Congresso, né, e que estão esperando por aqueles que vierem visitar a nossa livraria. É, o Gustavo citou um ponto muito importante no congresso anterior, né, Clementina? Você lembra que a gente tinha a ideia do reencontro, né? Porque a gente teve o quê? A pandemia, o congresso anterior ao de 23, ele foi online devido à pandemia. Então, foi o momento do reencontro e a gente reencontrou muitas pessoas. De lá para cá, aqui no estado do Rio Grande do Sul, a gente teve a enchente do ano passado, né? Então, a própria revista a Reencarnação tá trazendo esse tema, né, sobre a ótica do Espiritismo e o pessoal vai encontrar aqui na livraria. Clementina, eh, você que a gente sabe que é é uma leitora, né, e gosta muito de livros, né, indicar pro pessoal também, né, procurar a livraria, que que

smo e o pessoal vai encontrar aqui na livraria. Clementina, eh, você que a gente sabe que é é uma leitora, né, e gosta muito de livros, né, indicar pro pessoal também, né, procurar a livraria, que que tipo de livros você indica pro pessoal? Olha, eh, eu acho que todo o livro ele traz uma mensagem, eh, que auxilia a pessoa. Alguns estão em momentos, nós estamos em momentos diferentes da nossa vida, temos eh preferências diferentes. Agora, as obras espíritas e todas as nossas obras espíritas que estão na livraria, a gente sabe que elas são analisadas doutrinariamente. para mim é um fator assim extremamente importante, porque a gente também que às vezes não consegue dar conta das leituras todas pr uma análise, a gente já adquire com a segurança de que é uma obra que foi analisada. Então eu já citei o o do Francisco sobre a vida, né, do Francisco Espinelli, né, que da deixar a Janete falar e se ela quiser falar do espírito, né, que ditou também, querido, que é é muito caro pros nossos corações, mas assim, as obras espíritas elas eh nós podemos selecionar de temos autores inclusive que estão dando os autógrafos. A gente pode até, eu gosto, eu presenteio muito com livro porque eu presenteio com aquilo que eu gosto. Então eu acho interessante porque nós temos eh obras para todo tipo de leitor, inclusive não espírita. >> Perfeito, >> né? a própria federação lançou do César Saí, que tá aqui também, é o nome dos nossos expositores e é um é uma é um autor que eu que eu divulgo muito entre os não espíritas, porque são são mensagens que qualquer pessoa que goste de ler. Então eu eu assim dou uma é uma avalanche dos livros dele, quando vem a gente já faz aquele montinho pros presentes de Natal, para não sei o, porque a leitura realmente é algo que que enriquece. e a gente poder estar aqui eh circulando, vendo os autores, conversando com eles, mas eh também pros nossos momentos difíceis. A doutrina espírita ela é extremamente consoladora e e através dos livros nós podemos chegar, tem pessoas que preferem os

os autores, conversando com eles, mas eh também pros nossos momentos difíceis. A doutrina espírita ela é extremamente consoladora e e através dos livros nós podemos chegar, tem pessoas que preferem os áudios, né, as palestras, mas o livro ele é aquele que te aconchego, né? Você pode ler em voz alta, se se às vezes num momento que não concentra muito e o nosso cérebro vai auxiliando, o nosso coração, vai assimilando, né? >> Dizem que quando você lê um livro você se conecta com o autor. Quando você recebe um autógrafo, então você materializa isso, né? Então, é, e por falar nisso, a gente, já que a gente tem um autor aqui na nossa frente, né? Como é que tá, vai ter uma programação de de autógrafos pro pessoal que tá presente aqui, pro congressista? O pessoal acessando ali o site do Congresso, tem a programação de autógrafos já ali publicada, né? E a gente tem autógrafos eh sempre no meio da >> Pode, pode falar só mais um pouquinho mais perto aí, Gustavo. Isso. >> Eh, a gente pode eh tem autógrafos no meio da manhã, na hora do almoço e no meio da tarde, né? Então hoje a gente já teve aqui antes agora da do início aqui a gente tava acompanhando ali Sandra Borba, Janete Azambuja e Vinícius Lozada estavam dando o autógrafo, né? E essa proximidade com o autor realmente eh ajuda muito, porque a pessoa às vezes quer conversar, quer comentar alguma coisa sobre o livro, quer trocar uma ideia sobre o tipo de escrita, né? E isso é muito legal. E o autor também gosta porque ele recebe um feedback da obra, né? eh, recebe aquele aquele retorno de quem leu, quem se sentiu bem, que ficou surpreso, que ficou triste, porque o livro não terminou do jeito que esperava. Enfim, então a gente a gente recebe um um retorno que é muito estimulante para quem escreve também, né? E uma coisa que eu queria ressaltar o papel da nossa editora, da Fergs editora, hoje muito importante, eh, como livros contemporâneos, né, livros modernos, uma linguagem atual, né, porque a gente tem que entender assim, a

eria ressaltar o papel da nossa editora, da Fergs editora, hoje muito importante, eh, como livros contemporâneos, né, livros modernos, uma linguagem atual, né, porque a gente tem que entender assim, a gente tem livros incríveis do Chico Xavier, são clássicos, por exemplo, né, a gente estuda eles muito, mas a linguagem de hoje, né, aquilo que a gente lê de forma fluída, que parece que tá te acompanhando, são os livros da nossa editora, né, Todos esses livros que saíram esse ano tem essa característica de trazer pro dia de hoje o conhecimento da doutrina espírita. E isso é muito importante, né? No momento em que a gente tem eh tantas pessoas assistindo vídeos rápidos, vídeos curtos, né? Querendo eh eh o conhecimento de forma mais eh rápida, né? Acelerada, né? A gente ter o livro na linguagem do dia, né? na linguagem do dia a dia, isso facilita muito, né? Porque para tu estudar às vezes uma obra com uma linguagem de 1940, 1950, tu já tem que tá com um hábito de leitura mais fortalecido. Verdade. Importante ressaltar também o papel das nossas obras básicas, né, e dessas revisões que acontecem até mesmo nelas para que a leitura, né, seja mais fluida, seja um pouquinho mais fácil de compreender. a gente até tem elas aqui, né, listadas e o evento eh é focado muito no céu e inferno, né, mas perpassa as lições universais de todas de todas elas, né, amigo? Exatamente. E a própria FEB, né, Federação Espírita Brasileira, publicou, né, uma tradução também já com uma linguagem mais moderna, né, que é do Evandro Noleto Bezerra, né, e ele já fez essa adaptação pra gente ter um uma tradução melhor que a do Guion, né, que que também era um pouco mais antiga, mas é claro que ali não há muito espaço, né, Kardec é Kardec, não há muito espaço pra gente ficar mexendo, mas ficou uma linguagem mais atualizada, com certeza, né? E e sem dúvida isso ajuda muito, né, para quem estuda, né? Mas eh é importante a gente ressaltar que a construção do hábito da leitura é que vai tornar a leitura fácil, né? Então

ada, com certeza, né? E e sem dúvida isso ajuda muito, né, para quem estuda, né? Mas eh é importante a gente ressaltar que a construção do hábito da leitura é que vai tornar a leitura fácil, né? Então aquele que tem um hábito da leitura que ainda não está consolidado, inicia pelas leituras mais fáceis, né? Ela a ela tava indicando aqui, né? mensagens de César Saí >> para depois ir entrando naquele material que é mais de estudo mesmo. >> Perfeito. Bom, eu eu queria aproveitar, a gente tá quase já passando lá pro auditório, vai começar a abertura oficial, mas antes, Clementina, eu queria aproveitar que você passasse uma mensagem final, não só para quem tá nos assistindo em casa, mas também para quem tá nos assistindo no auditório, para que eles possam ali receber essa boa energia que vem de ti, né, para esse congresso. uma mensagem aí pro pessoal aproveitar. >> Olha, eu diria pra gente viver esses momentos realmente eh prestando atenção no que vem, eh, valorizando cada momento, porque nós temos momento das das palestras, das da dessa interação, mas nós temos momentos de convivência, de poder folhar um livro, de poder pedir uma opinião, de rever. Então eu acho que lembrar que nós estamos envolvidos pelas equipes espirituais, então aproveitar pra nossa própria renovação, pro nosso próprio repensar da nossa vida. Então eu acho que é um momento de reflexão individual, mas é um momento de comunhão muito profundo também. >> Perfeito. Então muito obrigado pela tua presença aqui. >> Agradeço a oportunidade >> e e o Gustavo também, né, Gustavo? Eh, a gente vai est passando aqui no estúdio pro pessoal que nos acompanha os livros que estão sendo mais vendidos, né, ao longo dos dias e te desejar um bom trabalho para toda a equipe ali da livraria da FEX. >> Estamos muito felizes. Estamos à disposição de vocês. >> Perfeito. Então, muito obrigado, meus amigos. >> Muito obrigada, queridos. Vad >> isso aí, Duda. Então, estamos chegando ao momento da nossa abertura oficial do 13º Congresso Espírita do Rio Grande do

Perfeito. Então, muito obrigado, meus amigos. >> Muito obrigada, queridos. Vad >> isso aí, Duda. Então, estamos chegando ao momento da nossa abertura oficial do 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul. Mais uma vez agradecendo aos parceiros de transmissão, né, Duda? >> Sim, com certeza. Esses parceiros tão importantes para nós. E tá um tá chegando a hora, né, gente, da gente se despedir rapidamente de vocês, temporariamente, porque logo mais vamos retornar. Amanhã tem mais um pouco, domingo tem mais um pouco e a gente vai então passar logo mais paraa abertura do nosso do nosso 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul com a conferência de abertura da nossa querida Sandra Borba, né, falando sobre o tema do congresso Vida Futura em Permanência e Imortalidade à luz do Espiritismo. Tenham todos um bom congresso. Estamos no auditório do salão de atos da PUC RS em formato retangular com piso coberto por carpete cinza escuro. A plateia é formada por poltronas estofadas em tecido vermelho, com braços de madeira, fichas e organizadas em longas fileiras. As fileiras são divididas em três blocos separados por corredores de acesso. As paredes são revestidas em painéis de madeira clara, com detalhes geométricos em alto relevo, formando retângulos e quadrados. Alguns desses detalhes têm iluminação embutida em LED, nas cores azul e vermelho, que criam pontos de luz ao longo das paredes. O teto é preto, alto e inclinado. Nele estão distribuídas fileiras de pequenas luzes embutidas, criando iluminação uniforme e discreta. Ao fundo do auditório, há um mesanino elevado, também com várias fileiras de poltronas vermelhas. Abaixo do mesanino, portas de acesso dos dois lados. À frente, o palco, a mais ou menos 1 m de altura. e madeira na cor marfim claro, com acesso por escadas e rampas nos dois lados. Dois telões de projeção e cortinas nas cores vermelha e preta. Fim da audiodescrição. Amigos e amigas, boa noite. >> Sejam todos muito bem-vindos ao 13º congresso. Sejam todos muito bem.

s dois lados. Dois telões de projeção e cortinas nas cores vermelha e preta. Fim da audiodescrição. Amigos e amigas, boa noite. >> Sejam todos muito bem-vindos ao 13º congresso. Sejam todos muito bem. >> Nossa, >> problemas técnicos, problemas técnicos que acontecem sempre. >> Vamos conversar de novo, então, para dar sorte. Vamos lá, >> por favor. Amigos e amigas, boa noite. Boa noite. Sejam todos muito bem-vindos ao Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, que em sua que em sua 13ª edição tratará acerca do tema vida futura, impermanência e imortalidade à luz do Espiritismo. >> Me chamo Vanessa, tenho cabelos longos. Me chamo Vanessa, tenho cabelos longos, castanhos, olhos também castanhos, pele clara, 1,70 m de altura e estou vestindo a camiseta preta do nosso congresso. >> Eu sou o Leon, um homem negro de 1,94 m, cabelo curto, preto e crespo. Tenho barba e uso óculos. Também estou vestindo a nossa camiseta do 13º Congresso de Cor Preta. >> Juntos iremos conduzir as atividades desta noite tão especial que marca a abertura de mais um grande encontro da família Espírita Gaúcha. >> Estamos prestes a viver momentos inesquecíveis. Serão três dias de convivência num ambiente de paz e fraternidade em que oriremos. aprendizados e reflexões à luz da doutrina espírita num ambiente que só eventos como este podem oferecer. >> Para aproveitarmos ao máximo essa experiência e nos conectarmos com tudo que foi preparado com tanto carinho pelas nossas equipes, convidamos você a desligar ou silenciar o seu aparelho celular. Desde já vamos juntos viver cada instante com presença e atenção, deixando de lado as distrações e nos permitindo estar aqui de corpo e alma. Contribuindo para a acessibilidade e uma melhor experiência dos nossos irmãos com deficiência visual ou auditiva, contaremos com o apoio das mãos amigas que irão colaborar fazendo a interpretação em Libras durante todo o congresso. >> Também teremos a audiodescrição das atividades do nosso congresso. Por isso, antes dos momentos de arte, vocês

amigas que irão colaborar fazendo a interpretação em Libras durante todo o congresso. >> Também teremos a audiodescrição das atividades do nosso congresso. Por isso, antes dos momentos de arte, vocês ouvirão um aviso como este. Este som vai sinalizar que teremos a audiodescrição das atividades que serão desenvolvidas a seguir no palco. E agora, como sempre fazemos, vamos conectar nossas mentes e ideais de trabalho com a espiritualidade amiga que conduz os o nosso congresso. Para isso, convidaremos ao palco o vice-presidente doutrinário da Feg, Vinícius Lousada, para proferir a prece de abertura do nosso congresso. >> Boa noite, meus irmãos. Que Jesus nos abençoe a todos. Eu sou um homem branco de cabelo grisalho. Estou com uma camisa preta e um casaco cinza. Vamos orar então nesse momento em que o coração de todos nós transborda de felicidade. Mestre Jesus, é sempre muito bom. estarmos contigo, todos nós de mãos dadas e coração feliz, pela oportunidade do trabalho abençoado que este congresso apresenta a todos nós. Consentir que possamos recolher a assistência dos bons amigos espirituais. captar a sua inspiração e aprender daqueles que vão estar compartilhando os seus saberes conosco, direcionando a nossa atenção à mensagem do teu evangelho e despertando as nossas consciências aos deveres sagrados que competem a cada um de nós. Nesses dias tão complexos que vive a grande família humana. Permite, Senhor, que ao encontrarmos reflexões pertinentes a nossa evolução espiritual, possamos compreender e ter a certeza da nossa imortalidade, identificarmos a transitoriedade da vida material e recolher do teu evangelho a sabedoria necessária para uma vida digna, correta, voltada aos esforços da caridade, da atenção aos sofredores da terra, de foco fundamental no esclarecimento e no consolo que cabe a cada espírita, a cada cristão. compartilhar com o seu irmão em humanidade. e nessa noite abençoada em que se inicia o nosso congresso, possamos sentir-te junto de nós mais uma vez,

consolo que cabe a cada espírita, a cada cristão. compartilhar com o seu irmão em humanidade. e nessa noite abençoada em que se inicia o nosso congresso, possamos sentir-te junto de nós mais uma vez, reduzindo aquela saudade que nos invade quando pensamos em ti e ampliando a confiança em Deus e o desejo de servir em todos nós. Muita paz e que Deus nos abençoe a todos. Muito obrigada, amigo. Viana de Carvalho afirma que a arte tem como meta materializar a beleza invisível de todas as coisas e despertar a sensibilidade. Graças à contribuição da arte, o bruto se acalma. O primitivo se comoove, o agressivo se apazía, o enfermo se renova, o infeliz se redescobre e todos os outros indivíduos asem na direção de horizontes mais elevados. Abra seu coração e vamos juntos acompanhar a apresentação artística de abertura do nosso congresso. Telão exibe imagens de véus esvoaçantes que se movem lentamente nas cores pastéis. Entra em cena a personagem Ema, mulher, pele clara, cabelos longos castanhos escuros e cacheados presos. Vestindo blusa branca com babado, manga e golas de renda. Saia verde clara, longa, faixa na cintura, branca com bordados brilhantes, sapatos pretos. Narradora Paula, pele clara, cabelos ruivos e ondulados, entra no palco vestindo calça jeans, camiseta preta escrito Kardec e terninho cor- de rosa. Iluminação do palco diminui gradualmente e o casal de cantores se posiciona no centro e no telão céu estrelado com nuvens brancas. E ao centro um raio de luz. À direita escrito 13º congresso, vida futura, permanência e mortalidade à luz do espiritismo, 17 a 19 de outubro de 2025. Fim da audiodescrição. เ Mia, o corpo débil também me despojou das suas cadeias e assim morri vivendo já a verdadeira vida. Não experimentei a perturbação. Entrei serena e recolhida no dia radiante que envolve aqueles que, após muito terem sofrido, souberam esperar um pouco. Minha mãe, minha querida mãe, foi a última vibração terrestre que me repercutiu na alma. Como eu desejo que ela se torne

e que envolve aqueles que, após muito terem sofrido, souberam esperar um pouco. Minha mãe, minha querida mãe, foi a última vibração terrestre que me repercutiu na alma. Como eu desejo que ela se torne espírita. Bendigo, bendigo, pois o fogo, o sofrimento, a prova que não passaram de expiação. semelhante a esses brancos e leves fios do outono, flutua a torrente luminosa e não são mais as estrelas de diamante que me rebrilham na fronte, mas sim as áureas estrelas do bom deus. dos passos que caminhei. No escuro, sem sua luz, dos tropeços e recaídas, só sabemos eu e Jesus. Depois dos pés machucados, de tanto esse ir e vir, aos poucos curei as feridas, vislumbrando um novo porvir. Hoje vos convidamos a viver este congresso como quem abre as janelas da alma. Vinde ver, a morte não é o fim. mas apenas o despertar para a verdadeira existência. Adorai e amai sempre a Deus. Acima de tudo, orai firmemente. É nisto que consiste o vosso sustentáculo aqui na terra, a vossa esperança e a vossa salvação. เฮ adormecer. para despertar a certeza de que a vida vai continuar. Me entender como imortal, educar o coração de forma natural. O amor ensina que as dores são pequenos instantes em meio à imensidão da existência infinita, vida nova, transformação, justiça divina. É que afinal esse não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. Sou supernova que insiste em evoluir, adormecer para despertar a certeza de que a vida vai continuar. me entender como imortal, educar o coração de forma natural. A dor ensina humildade para servir. Fraternidade no futuro a construir como estrela que ilumina o porvi. Vejo renovação e um novo começo que inicia no partir. que final. Esse não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. Um amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova que insiste em evoluir. É que afinal esse não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova que insiste em evoluir. Ah, no amor e explosão já não posso

siste em evoluir. É que afinal esse não é o fim. Imortal é o que vive dentro de mim. O amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova que insiste em evoluir. Ah, no amor e explosão já não posso reprimir. Sou super nova que insiste em evoluir. No ano de 1921, um grupo de espíritas aqui mesmo em Porto Alegre sentiu-se convocado para criar algo maior, uma entidade federativa que organizasse, reunisse e fortalecesse toda a família espírita do Rio Grande do Sul. daquele gesto de fé, visão e coragem, nasceu um legado que atravessa gerações. E aqui seguimos mais de um século depois, trabalhando juntos pela união e unificação dos espíritas em solo gaúcho. Nós somos a Fergues e para que todos possam con E para que todos nós possamos conhecer um pouco mais da nossa trajetória, convidamos vocês a assistirem ao vídeo institucional da nossa federação. É tempo de pacificar, unir e irmanar. >> Trabalhamos para a transformação da sociedade através da propagação de uma cultura de paz, entendendo que a fraternidade será a pedra angular de uma nova ordem social. Assumimos a responsabilidade de preparar e educar as futuras gerações, sem jamais esquecer do que nos trouxe até aqui. >> Somos o fruto da união e da unificação dos espíritas em solo gaúcho. >> Nós somos a FEGS, >> a Federação Espírita do Rio Grande do Sul. Em 1921, nascemos do trabalho comum e impessoal de homens e mulheres determinados a construir um mundo mais fraterno, calcados na segurança adivinda da fé raciocinada. Desde então, apoiamos e fortalecemos a tarefa de difusão do espiritismo, incentivando o estudo teórico, prático e experimental da doutrina espírita. Através do trabalho incansável de nossas equipes, buscamos a unidade de princípios, de vista e de sentimentos, tendo nas obras fundamentais codificadas por Allan Kardec, os elementos para adequação das instituições espíritas ao cumprimento de sua missão. Por meio de ações coletivas amparadas pela força das lideranças servidoras, a rede federativa une e orienta mais de

os elementos para adequação das instituições espíritas ao cumprimento de sua missão. Por meio de ações coletivas amparadas pela força das lideranças servidoras, a rede federativa une e orienta mais de 400 centros espíritas em todo o estado. De maneira constante, promovemos eventos de treinamentos continuados e com fraternização nas 15 regiões federativas. de acordo com o compromisso institucional de promover os valores que sejam a construção de uma nova ordem social, orientando a rede para a busca da sustentabilidade ética, sociopolítico cultural, ambiental e econômica, objetivando a proteção do maior bem, que é a vida em todas as suas manifestações. Agindo onde for necessário, dialogamos com a sociedade por meio de ações interinstitucionais, sensibilizando e ressocializando crianças e jovens através do programa Conte Mais. proposta didática de educação que utiliza-se da tecnologia social da contação de histórias que aprimoram os sentimentos e as emoções. Nosso papel educador tem no livro Espírita um instrumento essencial para a transformação da sociedade e a implantação de novos patamares vivenciais. A editora, Livraria, Distribuidora e o Clube do livro Fergs proporcionam obras que semeiam luz nos corações e nas mentes desde 1954, amparando os indivíduos na sua jornada de evolução. Formamos todas as nossas atividades e diretrizes desde 1934 pela revista A Reencarnação. >> Também divulgamos a doutrina espírita nas mais diversas redes sociais e plataformas digitais, levando conteúdo doutrinário de qualidade através da Fergs Rádio, Fergs Play e Fergs Podcast. Trabalhamos para divulgar a prática da genuína caridade, acolhendo todos sem distinção, sob o abrigo da árvore generosa do espiritismo. >> Nós somos a Fegs. >> Acesse www.fergs.org.br br e conheça mais sobre esta família que trabalha unida pela felicidade humana e pela fraternidade universal. Aproveitamos este momento tão significativo para registrarmos e agradecermos a presença dos representantes das seguintes

amília que trabalha unida pela felicidade humana e pela fraternidade universal. Aproveitamos este momento tão significativo para registrarmos e agradecermos a presença dos representantes das seguintes instituições espíritas: Sérgio Bento da Federação Espírita Catarinense, Lé Voz Duarte da Associação Jurídico Espírita do Rio Rio Grande do Sul, Ney Wademan, da Associação Brasileira dos Magistrados Espíritas, Abram. Paulo Rogério de Aguiar, da Associação Médico Espírita do Rio Grande do Sul. Chamamos para subir ao palco o presidente da FGS, Antônio Nascimento, a vice a vice-presidente administrativa Adriana Pisuti, o vice-presidente doutrinário Vinícius Lousada, o vice-presidente de unificação Iracide Oliveira e a vice-presidente de Relações Institucionais, Liamar Nascimento. Convidamos a todos para acompanharmos de pé a execução do hino nacional. ouvir do pirangas maiscidas de um póico brado retumbante e o sol da liberdade raios fúgidos brilham no sang da pátria nesse instante se o penaldade conseguimos conquistar com braço forte bem seio com liberdade desafio o nosso pente a própria morte ó P amada salve salve Brasil no tenso raio de amor e de esperança a terra desce teu famoso céu isho límpido. A imagem do cruzeiro resplandece gigante pela própria natureza. É bela esporte p do cológio. E o teu futuro estelhas a grandeza doada entre outras vilas do Brasil a pátria amada dos filhos deste sol gentil pátria amada Brasil. eternamente Ente imenso esplêndido ao som do mar e a luz do céu profundo. Fuguras ao Brasil florando da iluminando ao sol do novo mundo do que a terra mais garido. Teus lindos campos tem bastores nossos tem mais vida. Nossa vida no teu seio mais amor ao p amada Brasil de amor eterno seja assim o lavaruca sentas estrelado e diguo desta flâmula faz no futuro e glória no passado mas sempre justiça quando a forte verás que o filho dele não Aleluia que vende agora a própria morte terra dourada entre outras vilas com Brasil a pátria amada dos filhos deste sol das mães

no passado mas sempre justiça quando a forte verás que o filho dele não Aleluia que vende agora a própria morte terra dourada entre outras vilas com Brasil a pátria amada dos filhos deste sol das mães gentil pátria amada Brasil Chegou a hora de ouvirmos os nossos queridos amigos que conduzem as atividades da nossa casa do espírita gaúcho. É com vocês, amigos. Queridos amigos, boa noite. Meu nome é Adriana. Eu tenho a pele clara, olhos castanhos, cabelos castanhos, longos, lisos, estão soltos. Tenho estatura mediana. Estou usando um vestido azul marinho. Há 10 meses atrás parecia tão, tão distante. E aqui estamos nós, mais de 16 congressistas. vindo de diferentes cidades, estados e até países unidos pelo propósito de conviver e compartilhar as luzes que o Espiritismo nos oferece. A cada edição do nosso congresso, nós buscamos aprimorar a infraestrutura, trazer tecnologias que enriqueçam a experiência de todos nós e ampliar as ações de sustentabilidade. Avanços todos muito importantes, mas o maior valor deste congresso está nas pessoas. 160 voluntários, corações queridos, vindos de todos os centros espíritas do nosso estado e todo o grupo de funcionários da nossa Federação Espírita do Rio Grande do Sul, com alegria e propósito de serviço, trabalham para executar cada detalhe deste nosso congresso. Eles são o exemplo vivo do amor que reúne a grande família espírita. A eles e a todos vocês a nossa gratidão. Que nos próximos três dias possamos conviver, estreitar os laços, renovar energias, as forças físicas, mentais, morais e espirituais para seguir com Jesus. buscando a construção desse reinado do bem sobre a terra. Um ótimo congresso para todos nós. Boa noite. Então, meus amigos, nós nos reunimos também e fundamentalmente em torno da obra de Allan Kardec, especialmente essa obra que celebra 160 anos o céu e o inferno, entregue à humanidade num agosto longinco. Temos oportunidade com Kardec, esse missionário de Jesus, construtor de uma nova era, de encontrar o caminho de

obra que celebra 160 anos o céu e o inferno, entregue à humanidade num agosto longinco. Temos oportunidade com Kardec, esse missionário de Jesus, construtor de uma nova era, de encontrar o caminho de volta para a nossa espiritualização. as reflexões que vão andar em torno da obra de Kardecus o coração de todos nós de volta ao evangelho, a convivência com Jesus e a disposição de servir. Mais uma vez servirmos especialmente aos mais pobres, aos mais necessitados, aos sofredores da terra. Um bom congresso a todos. Boa noite, >> queridos irmãos e irmãs, congressistas, lideranças espíritas, ilustres convidados, trabalhadores, simpatizantes, aqueles que nos assistem também. Sejam todos bem-vindos mais uma vez ao nosso 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul. Eu sou Iracide de Oliveira, tenho cabelos brancos, pele clara, olhos castanhos, estou usando óculos, uma camisa azulada e um casaco escuro. É uma alegria estarmos aqui neste 13º Congresso Espírita. A a nossa Federação Espírita do Rio Grande do Sul, trabalhando com Jesus, promove ao longo do ano ou dos anos eventos de união e de unificação, encontros regionais, interregionais, encontros de do Conselho Federativo Estadual, eventos de treinamentos, participa das atividades do movimento espírita gaúcho, brasileiro e internacional, todos eventos da mais elevada relevância para as nossas atividades, a nossa união dos espíritas com Jesus, essa união que nos fortalece, que começa conosco, com aquelas pessoas que vivem ao nosso lado, o nosso centro espírita, os nossos órgãos de unificação, onde hoje tivemos a oportunidade de cumprimentar tantos amigos, lideranças espíritas, a nossa federativa como um todo, com a a FEB e o Conselho Espírita Internacional. Assim nós formamos através da união e os trabalhos da unificação do movimento espírita, este movimento, né, ess e fortalecemos esta doutrina que nos esclarece e nos ilumina. E este congresso espírita, com certeza, será um congresso de esclarecimento, de luz, de união, de unificação e de fraternidade.

o, né, ess e fortalecemos esta doutrina que nos esclarece e nos ilumina. E este congresso espírita, com certeza, será um congresso de esclarecimento, de luz, de união, de unificação e de fraternidade. Um excelente e iluminado 13º Congresso Espírita a todos os irmãos e irmãs. Muito obrigado. >> Boa noite, almas queridas, irmãos. de caminhada, amigos tão queridos, que nós tivemos a satisfação de abraçar, de trazer então esse calor humano que todos nós necessitamos. Sabemos que o nosso planeta Terra, ele atualmente está passando por grandes transformações e necessidades. E aí nós hoje temos o compromisso nesse 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul. Temos o compromisso de cuidarmos do planeta, de fazermos a nossa parte. Não fiz a minha autodescrição. Sou uma mulher de pele clara, cabelos compridos, olhos castanhos e cabelos castanhos também. e estou vestindo um vestido preto. Então, meus irmãos, vocês viram que vocês receberam o seu material, as Ecobegs, dizendo para todos nós que temos um compromisso. Nós como espíritas temos o compromisso de cuidar da Terra, de cuidar do nosso planeta, de cuidar uns dos outros, de fazermos o nosso melhor, deixarmos a nossa marca positiva, deixarmos, como dizia Divaldo Perara Franco, deixar rastros de luz, que cada um de nós possa deixar rastros de luz e de amor aqui na terra. um excelente congresso para todos nós e que saiamos daqui renovados, de esperanças, de ânimo e que seja um congresso maravilhoso. Obrigada, >> queridos amigos, amigas, convidados interessados nessa temática, já por conhecerem a doutrina espírita, porque estão aqui se aproximando por esta mensagem universal que é de amor e de espiritualidade. Eu sou o Antônio, tenho os cabelos grisalhos, talvez brancos, como disse, uso óculos, tem a pele clara, estou vestindo um terno preto com a camisa azul, branca. Branca, a gente se engana, né? Eu tinha que escolher entre a branca e a azul e peguei a branca. Mas eu acho que eu queria trazer vírgula azul, tá? O encontro a gente falando

com a camisa azul, branca. Branca, a gente se engana, né? Eu tinha que escolher entre a branca e a azul e peguei a branca. Mas eu acho que eu queria trazer vírgula azul, tá? O encontro a gente falando >> amanhã. >> Amanhã. Perfeito, meus amigos. Assim, ó, a gente tem acompanhado a retomada dos congressos, esse esforço do movimento espírita. Por que que a gente diz esforço? Porque realmente dá muito trabalho fazer, gera ansiedade, insegurança, temos que equacionar várias coisas. Tivemos o ciclo dos congressos em Gramados, Memoráveis, que foi uma época. Hoje o desafio seria imenso fazê-lo lá. Voltamos para Porto Alegre em parceria com a PUC, uma instituição educacional e que falávamos há pouco com o reitor, ele observando a presença dos espíritos e dizer assim: "Precisamos de mais eventos de espiritualidade, o mundo precisa realmente de luzes para dar esperança, para fortalecer a fé dos homens e para que, quem sabe, a gente retome a fraternidade, a capacidade de diálogo, de empatia. um caminho onde todos possamos conquistar a nossa felicidade. Tivemos inclusive um congresso que não foi possível ser realizado porque estamos em plena pandemia. Congresso de centenário da FERX foi virtual, foi uma experiência diferente. Tivemos o desafio da retomada em 2023 e todos vocês ou muitos de vocês estiveram presentes e foi um momento memorável para nós. Para 2025 nós tivemos no meio do no meio do caminho, não uma pandemia, mas uma inundação, uma enchente que todo mundo sabe o impacto que teve para o nosso estado. dialogamos exaustivamente com a nossa diretoria executiva, com as nossas lideranças de unificação para entender o formato. Tínhamos também o congresso congresso mundial espírita, que aconteceu há duas semanas do Uruguai e com um desafio também imenso. Concordamos com presidente da Federação Espírita Uruguai, o Eduardo, com a secretária do do SEI, a Jusara, porque eram próximos, já que não tínhamos como mudar as nossas datas e nós precisávamos manter o Congresso Gaúcho para essa

Federação Espírita Uruguai, o Eduardo, com a secretária do do SEI, a Jusara, porque eram próximos, já que não tínhamos como mudar as nossas datas e nós precisávamos manter o Congresso Gaúcho para essa retomada, para atender as nossas dores e para falar de um tema que é fundamental, que é a imortalidade, a impermanência do ser humano na face da Terra. Reduzimos um pouco o tamanho, ficou no tamanho adequado, com alguns ganhos, algumas perdas, né? Ganhamos poltronas melhores, perdemos espaço lá na nossa recepção, na nossa livraria. Vai ter alguns pontos que vocês vão identificar que não tá igual, que poderia ser diferente. A gente fez o melhor, é isso, vocês podem saber, o melhor no limite das nossas possibilidades. Mas o mais importante é que todos nós que estamos aqui, que vamos percorrer, porque realmente fomos percorrer uma viagem que a arte preparou, observam que ele tem um contínuo até o desfecho e o encerramento. Então pras caravanas, não saiam sem assistir o lítero musical final, não saiam, senão o congresso não ficará completo. Vocês que estão assistindo também virtualmente, compartilhem, vai ser muito bom. E temos excelentes nomes, companheiros dedicadíssimos, estudiosos que vão nos ajudar a entender, a enfrentarmos de frente não só a questão da morte, esse medo primordial que o ser humano tem dele mesmo ou de um ente querido e dos desafios que essa essa essa experiência, esse episódio, essa passagem, esta grande viagem que nós temos, mas principalmente discutir a nossa impermanência para que nós, e essa é a missão do espiritismo, não nos materializemos para que a nossa alma possa estar mais livre, possa realmente perceber que vale mais um sorriso do que uma discussão, um ponto de vista, um incômodo, uma angústia, porque alguém não pensa como eu e de repente até tem mais likes, tem mais espaços do que o que eu gostaria de ter. Vamos retomar a nossa essência de amorosidade, de alegria, de verdade, de renúncia, mas sem jamais perder aquilo que nos torna humanos, aquilo que nos torna

is espaços do que o que eu gostaria de ter. Vamos retomar a nossa essência de amorosidade, de alegria, de verdade, de renúncia, mas sem jamais perder aquilo que nos torna humanos, aquilo que nos torna espíritas, a nossa rafabilidade e a nossa doçura. Kardec diz que os espíritas deveriam ser apontados pelos outros como um exemplo para ser seguido. Jesus dise que se reconhece os seus discípulos por muito se amarem. Então, meus amigos, vamos realmente refletir, porque o congresso é uma oportunidade de nos abraçar, de tirar fotos, mas é uma oportunidade transformacional. Nós temos que sair daqui melhores. Nós temos que sair daqui como trabalhadores, como seres humanos melhores. Essa a nossa proposta do 13º Congresso Espírita. E certamente sem termos medo da morte, aproveitarmos cada dia, cada momento para fazermos o nosso melhor, para que a nossa liso brilhe intensamente. E de resto, a mensagem de conhecimento e de estímulo fica com os nossos expositores, a começar agora pela nossa querida amiga do Rio Grande do Norte, que vem abraçar o Rio Grande do Sul, a Sandra Borba. Muita paz a todos. Muito obrigado, amigos. Com gratidão, informamos que o 13º Congresso Espírita conta com o apoio de Piraí Alimentos e Arroz Prato Fino. >> E para aproveitar ainda mais o nosso congresso, convidamos você a acessar o QR code impresso no seu crachá de inscrição. Ao fazer a leitura, todos vocês terão acesso às informações importantes, como, por exemplo, mapa do evento, letra das músicas, para nós todos cantarmos juntos e, ao final de cada dia as fotos dos melhores momentos vividos até aqui. Além disso, toda a nossa programação está sendo transmitida pela Fergs Play no YouTube e pela Fergs Rádio. Para acompanhar é bem simples, é só acessar radio.org.br ou pelos aplicativos disponíveis nas lojas App Store e Play Store. >> Há luzes que jamais se apagam. Elas seguem brilhando nos corações de cada um que tocam. Este ano nos despedimos da presença física de um querido benfeitor, alguém que fez própria vida um

lay Store. >> Há luzes que jamais se apagam. Elas seguem brilhando nos corações de cada um que tocam. Este ano nos despedimos da presença física de um querido benfeitor, alguém que fez própria vida um instrumento de amor, consolo e esclarecimento. Com dedicação incansável, dedicou sua existência à divulgação da palavra do mestre Jesus, semeando esperança e consolo nos cinco continentes por onde passou. para o mundo, embaixador da paz, semeador de estrelas, para os espíritas, em especial os gaúchos, para além de todos os títulos, de Valdo Pereira Franco sempre foi um amigo fiel e incansável, companheiro das horas de muitas alegrias e dos momentos desafiadores de lutas e provações. >> Com muita emoção e gratidão, vamos assistir a homenagem de todos os espíritas do Rio Grande do Sul ao nosso querido Divaldo. Aquelas primeiras vindas foram eram muito lindas e emocionantes, porque o Divaldo, ele já vinha com aquela missão de ser o semeador do consolador prometido junto às massas. Sejamos nós aqueles que disputemos a honra de amar, aqueles que nos esforcemos por servir, construindo o mundo melhor que já se nos avizinha, como nos dias em que viveremos este congresso internacional de espiritismo. >> E ele vinha com aquela exuberância. Eu conheci o o Divaldo jovem. Eu conheci o Divaldo que ele tinha uns 30 anos, eu adolescente. E a gente sentava na no Teatro São Pedro para ouvi-los. A dona Adiná levava nós na escadaria porque para não ocupar os espaços porque lotava, ficava gente em pé. Então a juventude sentava nas escadarias ou nós ficávamos na coxia do Teatro São Pedro ouvindo o Eu eu chegava ouvir o Divaldo assim a 20, 30 cm de distância, ele no microfone e eu atrás da cortina. >> Tivemos a oportunidade de conhecer essa nobre alma em várias das oportunidades ao longo das décadas que esteve pelo Rio Grande do Sul, indo a dezenas de municípios. Esse embaixador da paz levava na sua voz vigorosa uma mensagem de fraternidade, de amor, de união e como não poderia deixar de ser de unificação dos

lo Rio Grande do Sul, indo a dezenas de municípios. Esse embaixador da paz levava na sua voz vigorosa uma mensagem de fraternidade, de amor, de união e como não poderia deixar de ser de unificação dos espíritas através do movimento espírita. >> Obrigado, Senhor, pelas minhas mãos, mas também pelas mãos que aram, que semeiam, que agasalham mãos de ternura. Mãos que libertam da amargura. Mãos que apertam mãos. Mãos dos adeusés que limpam feridas, que enxugam lágrimas e dores das vidas. Por manos de poesias, de sinfonias, de psicografias, de cirurgias. Por manos que atiend la verrez que limpia a herida sudores de las vidas por manos. os os grandes congressos do Rio Grande do Sul foram ancorados, é claro, no trabalho dos espíritas do Rio Grande do Sul, da quantidade de voluntários, mas também por esta figura luminosa do nosso querido Paulo de Tarso do século XX. Divaldo, como é que ficou esse coração hoje nesse momento tão lindo? >> Profundamente emocional por causa das surpresas agradáveis que foram propiciadas pelos queridos irmãos da FAS. O Divaldo é um comunicador que trouxe na sua missão esse compromisso de atuar no quarto período de propagação da da divulgação do espiritismo, que é a influência sobre a ordem social, que enquanto ele falava no Gigantim 2006 para aquela plateia de 12.000, 13.000 1 pessoas no na metade da conferência abriu-se como se fosse um candelabro no forro do gigantinho e 100 espíritos da equipe de Joana de Anches atenderam um a um das pessoas que estavam ali e se deslocavam pras famílias, pros hospitais, enfim, pros pras paraas geriatrias, né? Foi eles que foi um fenômeno assim incrível que aconteceu, né? E a gente sentia isso, né? Imagina, a gente percebia essa sensibilidade, né? E depois ele ficava autografando e convers e não só autografando, porque ele conversava com as pessoas, a gente entrava a madrugada e aquela fila não terminava. E nesses dias de tanta perversidade, de tanta indiferença, que a tua mensagem agora vai sendo divulgada e cresce para atender as

om as pessoas, a gente entrava a madrugada e aquela fila não terminava. E nesses dias de tanta perversidade, de tanta indiferença, que a tua mensagem agora vai sendo divulgada e cresce para atender as almas, permite-me dizer-te da emoção que me invade sem reclamar e da gratidão que me toma, sem qualquer sentimento de outra natureza. dizendo ao Pai, ó Senhor, muito obrigado por tudo que me deste, por tudo que me dás. >> Quando nós compartilhamos com ele o primeiro convite para o sexto congresso que reuniu 4000 pessoas em Gramado, ele achou maravilhoso e nos disse: "Realmente, o Espiritismo tem que chegar a todos os corações." Então ele sempre abriu os congressos, né? por ocasião do nosso 12º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, depois de um período longo da pandemia em que ele não pôde viajar e já com 96 anos, ele nos deixou um último legado de perseverança, de superação, de compromisso. E ao longo da preparação em que ele já passava por enfermidades sérias, procedimentos cirúrgicos, convivia com dores praticamente diariamente, ele fez um último esforço e esteve em 2023 aqui no nosso congresso, que foi um momento também de despedida e todos vamos nos lembrar da sua voz vigorosa, da sua mensagem, sempre com fidelidade, com compromisso com a doutrina espírita, com a fé. com a esperança e com a paz. Que a vida tem um sentido que amar. Sentido decretado por nosso Senhor Jesus Cristo. Quem ama é feliz. Verdadeiramente amar é encontrar a vida e tornar a pessoa feliz. Ele sempre foi um alguém que que projetava luz sobre a caminhada daqueles que estivessem trabalhando no bem. sempre recolhíamos dele estas estas lições assim de ver no trabalhador do Cristo o melhor que naquele momento ele estava podendo entregar. poder do seu amor. Obrigado, amigo, irmão. Obrigado, Senhor. Obrigado por estar aqui no céu. Você mensageiro da paz dos conduzir para Jesus. tão forte quanto o poder do seu amor. Nós temos uma gratidão imensa pelo Divalto, por essa cotovia baiana, como a gente

Obrigado por estar aqui no céu. Você mensageiro da paz dos conduzir para Jesus. tão forte quanto o poder do seu amor. Nós temos uma gratidão imensa pelo Divalto, por essa cotovia baiana, como a gente costuma lembrá-lo, né, que deixou esse cântico de luz cativante, muito marcado também no nosso estado. Para os espíritas gaúchos, Divaldo deixa um legado de união, de trabalho conjunto, de unificação com o nosso movimento federativo e essa alma que semeou tantas sementes e que hoje, eu tenho certeza, estão florescendo por todos os rincões do Rio Grande do Sul. De minha parte, em nome do Centro Espírita Caminho da Redenção, de todos os nossos diretores, alguns dos quais aqui estão conosco, gaúchos também, homenageando a casa mãe de todos nós, não só do Rio Grande do Sul, para dizer aos irmãos: "Avante, este é o momento grave, mais do que nunca precisamos de estar unidos. A nossa mensagem de luz. Não apontemos erros, corrijamos. Não falemos do pântano, abramos uma vala. Não reclamemos da escuridão, acendamos uma luz. Obrigada, Divaldo. >> Obrigado, Divaldo. Você pode apoiar e conhecer a Mansão do Caminho, obra social fundada por Divaldo e Nilson Pereira, que atende mais de 5.000 pessoas diariamente, acessando www.mansondocaminho.com.br. P. Queridos amigos, parece que chegou a hora de darmos início à nossa maratona de reflexões e de aprendizados. Durante três dias, estudaremos juntos sobre a vida futura, a luz da obra de Allan Kardec, o céu e o inferno, que este ano completou 160 anos. da sua publicação. >> Segundo o Kardec, vivemos, pensamos e trabalhamos. Mas quando deixamos a terra, para onde vamos? Que seremos após a morte? Estaremos melhores ou piores? Para sempre ou nunca mais? Viveremos eternamente ou tudo se acabará de uma vez? O ser humano, por instinto, acredita no futuro, mas sem uma base segura, criou sistemas variados que deram diferentes, que deram origem a diferentes crenças. A doutrina espírita, ao contrário, não nasce da imaginação, e sim da observação

no futuro, mas sem uma base segura, criou sistemas variados que deram diferentes, que deram origem a diferentes crenças. A doutrina espírita, ao contrário, não nasce da imaginação, e sim da observação de fatos que até hoje se manifestam. Por isso, ela vem reunindo pouco a pouco opiniões divergentes e incertas e assim conduzirá a unidade de crença sobre esse tema, não baseada em suposições, mas em certezas. >> Para falar sobre vida futura, impermanência e imortalidade à luz do Espiritismo, convidamos agora Sandra Borba Pereira. que apresentará a conferência de abertura do 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul. Sandra é doutora em fundamentos da educação, é ex-presidente da Federação Espírita do Rio Grande do Norte, expositora espírita, atualmente é coordenadora adjunta de infância da área de evangelização infanto juvenil pelo Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Com emoção, passamos agora a palavra à Sandra Borba, que dissertará sobre o tema vida futura, impermanência e imortalidade à luz do Espiritismo. Boa noite. >> Boa noite. >> Vocês têm que orar mais. Porque em 2023 vocês começam um congresso com Divaldo Franco. Aí 2025 apareço eu aqui. Se eu tivesse me lembrado que ele tinha feito abertura em 23, eu não aceitaria. Mas, né, eu tava dizendo, vocês são caridosos. Muito obrigada. Eu estava dizendo ali na coxia, meu Deus, eu não sei se eu sou louca ou o que é que eu sou ter aceito esse convite de Antônio. É porque Antônio com esse jeitinho dele, essa amorosidade, ele faz essas coisas com a gente. Bem, meus amigos e meus irmãos, bota o relógio para funcionar, vocês esqueceram. Eu falo igual a mulher da cobra. É uma alegria imensa estar aqui, meio chumbada, uma virosezinha. Essa voz não é minha, certo? Mas é uma alegria retornar a essas terras. E os rios eles são distantes, viu? Foi uma tarde para chegar aqui meia-noite, quase 1 hora, mas é uma alegria muito grande pelo carinho, por tudo aquilo que vocês representam em nossa vida, em nossa trajetória. O Rio

ão distantes, viu? Foi uma tarde para chegar aqui meia-noite, quase 1 hora, mas é uma alegria muito grande pelo carinho, por tudo aquilo que vocês representam em nossa vida, em nossa trajetória. O Rio Grande do Sul faz parte da minha vida de espírita, em especial pela presença cariciosa, sempre amiga, sempre orientadora da nossa amada Cecília Rocha. E então o Rio Grande está no coração, não é verdade? E nós seguimos adiante e se Deus quiser, seguindo também o exemplo dela de tenacidade, de fidelidade em especial e de dedicação total à causa espírita. E nós não poderíamos deixar de, sem dúvida alguma, de enaltecer que essa coragem, essa tenacidade não é só da de Cecília Rocha. Todos acompanhamos pelo Brasil todo as situações catastróficas que atingiram essas plagas. E nós temos que dizer: "Parabéns, gaúchos, vocês são fortes. Vocês aguentam bem". Quando nós sobrevoávamos aqui no avião, eu olhava e dizia: "Meu Deus!" E pensar que isso tudo era água. Então, em tão pouco tempo, tanta luta, tanta reconstrução, nós só temos que parabenizar a todos vocês e também agradecer a oportunidade de estar aqui para aprender, de estar aqui para podermos juntos refletirmos mais uma vez em torno dessa contribuição inestimável da doutrina espírita em relação à compreensão acerca da vida futura. Nós agradecemos à federação, agradecemos aos amigos que aqui estão, a vocês, aos internautas, a todos aqueles que apoiaram e apoiam essa iniciativa. E parabéns pela escolha do tema. O nosso Divaldo dizia, acompanharmos ainda há pouco, esses são dias difíceis e nós poderemos dizer, continuam sendo, talvez sejam até mais difíceis em razão dos núcleos de guerra, das ameaças de guerra em escala mais mundial que vivenciamos nos dias de hoje. Então, sem dúvida alguma, ter a coragem de chamar a atenção da vida futura acerca do nosso comprometimento, em especial comprometimento aqui nesse momento com tudo aquilo que se pode fazer pela paz do mundo, pela construção de uma cultura de paz onde quer que estejamos. Então, quando nós vemos um

metimento, em especial comprometimento aqui nesse momento com tudo aquilo que se pode fazer pela paz do mundo, pela construção de uma cultura de paz onde quer que estejamos. Então, quando nós vemos um auditório deste, sabendo que muitos acompanham de diversos rincões do Brasil, abraço especial ao meu povo lá do Rio Grande do Norte, né? Então, nós temos a certeza de que haverá muita semeadura de paz, muita semeadura de concórdia, muita semeiadura de fraternidade. A nossa abordagem em torno do tema, ela se dará em razão de duas citações aqui para vocês. Primeiro, livro dos espíritos, questão 799 em 9 e livro dos espíritos, conclusão, item quatro. E também nos auxilia nessas reflexões a obra que tem o tema permanência e imortalidade do nosso querido Carlos Torres Pastorino pela mediunidade do Divaldo Franco, publicado pela Federação Espírita Brasileira. Comecemos então com a questão de número 799. Kardec indaga de que maneira pode o Espiritismo contribuir para o progresso? E a resposta nós vamos seccioná-la nos comentários, mas no geral nos diz o seguinte: destruindo o materialismo, que é uma das chagas da sociedade, ele, o espiritismo, faz que os homens compreendam onde se encontra seus verdadeiros interesses, deixando a vida futura de estar velada pela dúvida, O homem perceberá melhor que por meio do presente lhe é dado preparar o futuro. Abolindo os prejuízos de seitas, de castas e cores, ensina aos homens a grande solidariedade. Essa solidariedade nos fará sentirmos de fato verdadeiros irmãos. Esta é a questão central. E essa questão central vamos então desse para as nossas reflexões. Então, em primeiro ponto, destruir o materialismo. É a única coisa que o espiritismo quer destruir, viu, gente? Mais nada, certo? é somente o materialismo, em especial pelas consequências que tal compreensão gera no indivíduo e, por consequência, na sociedade. Isso não significa que nós não conheçamos, que nós não saibamos de pessoas que se dizem materialistas, mas que também possuem um sentimento de

nsão gera no indivíduo e, por consequência, na sociedade. Isso não significa que nós não conheçamos, que nós não saibamos de pessoas que se dizem materialistas, mas que também possuem um sentimento de humanidade muito profundo. são cientistas, são filósofos, são artistas, são pessoas comuns, mas o materialismo possui algumas consequências complicadas, né, de modo geral, principalmente porque o foco está no agora. Ora, mesmo aqueles companheiros e companheiras que estão vivenciando uma experiência, né, religiosa, possuem dificuldades em se deslocarem desse aqui e desse agora. Imaginemos quem não tem nenhuma referência religiosa ou que nega essa mesma referência, o que é que significaria para essa pessoa admitir que não há nada após a morte? Então, nós encontramos algumas características apresentadas por, né, estudiosos, pensadores, que nos apontam principalmente uma insatisfação e um estímulo principalmente ao egoísmo e a falta de compreensão sobre um sentido de vida. Isso teria como consequência uma espécie de declaração do aproveite. Só tem aqui mesmo, né? Então isso nós vemos disseminado na infância, na juventude, na adultez, na velice. Aproveita, acabou, morreu, fechou. Então essa ideia que é realmente de fundo materialista, porque nega a continuidade da vida, ela está presente o tempo todo. É a mídia, né? É a própria pessoa. Hoje tem uma uma função profissional muito interessante chamado influencer, que é eh com a permissão dos senhores é uma problemática, né? Porque tem influencer e influencer. E aí nós vamos encontrar pessoas que usam esse tipo de atividade para disseminarem as ideas, as esdúchulas que nós possamos imaginar e de incentivo, inclusive a atitudes, a adesões, né, sobre o ponto de vista ideológico e, por que não dizer, até mesmo, né, a atitudes de contravenção, de crime, de preconceito. Então, exceto aqueles que entendem a função positiva, mas infelizmente é isso que nós temos também encontrado, né? Bem, então nós temos também entre os materialistas uma

ção, de crime, de preconceito. Então, exceto aqueles que entendem a função positiva, mas infelizmente é isso que nós temos também encontrado, né? Bem, então nós temos também entre os materialistas uma profunda dificuldade de encontrar um sentido para a vida. E ao ter essa dificuldade, o materialista, se não tiver encontrado na sua trajetória de vida bons exemplos, tenderá a perpetuar também essas mesmas indagações ou negações, né? Então, o materialismo possui e estamos aqui pegando leve, consequências complicadas, né, para uma sociedade que adotaria esse tipo de situação. Muito bem. Mas o espiritismo nos diz a questão 799 nos ajuda a compreender, em primeiro lugar quais são os nossos verdadeiros interesses. Aí nós encontramos um momento de apogelu, vamos dizer assim, da contribuição que a doutrina espírita nos traz. Quais seriam os nossos verdadeiros interesses? Aqui nós vemos, né, 1600, 1700 pessoas, fora aquelas pessoas que nos acompanham virtualmente, com o interesse, pelo menos, de escutar, de refletir sobre a vida futura, de pensar aquilo que é a proposta que a doutrina espírita nos apresenta. Muito bem, estamos muito bem, obrigado. E mais 160 trabalhadores, inclusive soube eu, que vão exportar. É verdade, Antônio. É verdade que vão exportar algum. É, Antônio, é verdade. É, né? Lá o outro rio agradece. Então, nós vamos encontrar aqui algumas centenas de pessoas que t outros interesses. Mas a pergunta que não quer nos quer calar, quais seriam os nossos verdadeiros interesses? Pra gente chegar neles, vamos falar dos falsos primeiro, que são os mais comuns. Falsos interesses. Beleza. Eu, por exemplo, gostaria muito de na próxima encarnação usar o modelo biológico de Home Schneider, acrescentada das pernas de Vet Sangalo, porque o meu apelido na adolescência era Olívia Palito, que alguns conhecem. a famosa e eterna namorada do papai, não é verdade? Eu tinha outros também, macaeira, certo? Mandioca aqui, né? Homo total. Mas naquela época a gente nem achava que era bullying. Não sei o que

nhecem. a famosa e eterna namorada do papai, não é verdade? Eu tinha outros também, macaeira, certo? Mandioca aqui, né? Homo total. Mas naquela época a gente nem achava que era bullying. Não sei o que que houve. A coisa parece que piorou, não foi certo? A coisa parece que Mas era isso daí. O que é que acontece? Muita gente quer beleza, juventude eterna ou pelo menos mais prolongado que der, né? E aí a gente vai encontrando outros interesses, poder, fama, dinheiro, muito, muito dinheiro. Para quê? Para nada. para colocar serviço de si mesmo, com raras exceções, louváveis algumas, inclusive uma, eu acho que ela é norte-americana, que decidiu criar uma universidade de medicina, concurso de medicina, nome dela, para acesso de quem não tem condições de pagar. Aí realmente vale a pena atingir determinada condição, como alguns que estão se mobilizando, alguns supermilionários, no sentido de encontrarem caminhos para aquilo que um baiano chamou de aplicação inteligente da fortuna, que morrer rico, segundo ele, que tinha o apelido de sacatrapo, né? Ele era um dentista. Ele quando chegou a uma certa idade, ele decidiu dar as coisas que ele precisava dar para filho, para mulher. Comprou um barco, certo? E foi morar, foi viver ali a beira, pescava peixes. E aí os peixes grandes ele vendia no mercado, os pequenos vendia para as baianas, né, que faziam a carajé e outras comidas maravilhosas que tem lá. E ele dizia de uma maneira muito interessante, morrer rico é burrice. Porque eu imagino o fardo de quem desencarna com milhões, bilhões. E agora parece que tem um que não é nem muito aprumado da cabeça, que já vai para ser o rico de trilhão. Imagina a situação dessa criatura no plano espiritual, o que poderia ter feito, né, com uma parte mínima para ele em benefício da humanidade. Então, poder, riqueza, fama, juventude, beleza são os interesses mais, vamos dizer assim, presentes, mas tem um que é mais grave, que é exatamente domínio sobre as pessoas. Domínio afetivo e intelectual,

ão, poder, riqueza, fama, juventude, beleza são os interesses mais, vamos dizer assim, presentes, mas tem um que é mais grave, que é exatamente domínio sobre as pessoas. Domínio afetivo e intelectual, emocional, moral sobre as criaturas. Isso é terrível, porque isso subjulga, porque isso desrespeita o valor da pessoa humana como uma pessoa, um ser de liberdade. Bem, esse conjunto bonito que eu apresentei aqui para vocês, né, nós poderíamos dizer que é causador de todos os problemas que nós enfrentamos, porque na base de todos eles estão egoísmo, orgulho e vaidade. esse trio terror, esse trio responsável pelos nossos centenários ou séculos ou milênios de atraso perante a lei divina ou natural, a lei máxima de justiça, de amor e de caridade. Então, essa esse trio, egoísmo, orgulho e vaidade, está na base. e estando na base, realmente realiza aquilo que nós poderíamos denominar de um domínio pleno, em especial junto à aquelas pessoas que não possuem uma preocupação com a vida futura, que não estão sensibilizadas para a imortalidade da alma, para a prestação de contas da própria consciência perante a justiça, perante a lei maior. Então, esse esse conjunto, né, de situações poderiam também estar, vamos dizer assim, agrupados naquilo que nós poderíamos denominar de situações de, né, eh, condição de impermanência. Essa palavra em permanência significa, filosoficamente falando, aquilo que é temporário. Mas na obra do nosso querido Carlos Torres Pastorino, ele vai claramente nos dizer: "A impermanência de situações, ela é da própria vida". Nesse sentido, nós evocaríamos o velho Heráclito para dizer: "Tudo muda". É mesmo, tudo muda, tudo está em mudança. E não só no mundo das formas, é só a gente ler nosso lar. Não precisa ler outro, não. É só ler nosso lar e a gente vai identificando que também ali nós temos os momentos de impermanência de situações por uma questão muito simples. Como o velho erácto diria, tudo muda. Tudo está sujeito à mudança. Todos conhecem a célebre afirmativa dele, que

ali nós temos os momentos de impermanência de situações por uma questão muito simples. Como o velho erácto diria, tudo muda. Tudo está sujeito à mudança. Todos conhecem a célebre afirmativa dele, que o mesmo homem não entra no rio duas vezes. Primeiro, porque ele não será o mesmo homem. Segundo, porque o rio também não será o mesmo. Então, essa mudança permanente faz parte da própria vida. Nós nascemos e vivemos no mundo em constante mudança. Essa mudança se dá em todas as áreas, em todas as ordens, em todas as situações, quer no indivíduo, quer na sociedade, quer inclusive no que diz respeito aos aspectos aí da astronomia, dos estudos acerca do espaço. Quem gosta, todo dia tem novidade em relação ao 3 Atlas. Eu tô doida que ele venha para cá mesmo, que ele venha para ver se faz alguma coisa, né? Se dá uma sacolejada. É um objeto interestelar. A hoje ele é cometa. Ele não é cometa. É porque ele freou. Ele freou, depois ele andou de novo. Agora ele está atraindo objetos para estarem, né, gravitando em torno dele. Todo dia tem novidade. E todo dia eu leio porque eu fico doida de alegria, né, de ver. Eu digo: "Senhor, tu deves estar se divertindo a nosso respeito em relação à nossa ignorância, não é?" Então, tudo muda, tudo está então nessa mudança. André Luiz começa nosso lar, onde é que ele está? Umbral, não é isso? Umbral. Suicida indireto, passa lá um bom tempo, alguns aninhos, a mãe intercede, aquela coisa toda, depois vai ser um assistido de nosso lar. E a coisa mais bonita do livro é o último capítulo, quando ele recebe o quê? A condição de cidadão de nosso lar. Mudou em permanência também. Então, o problema é a impermanência, não. O problema é quando nós valorizamos aquilo que é impermanente, como se fosse definitivo, como se não houvesse amanhã, como se não houvesse possibilidade de mudança. Aí uma palavrinha vai surgir. E essa palavrinha ela é forte, chama-se apego. A gente se apega ao filho, a gente se apega ao namorado, ao namorido, né? Ao ficante, ao estabilizante, enfim, a

e mudança. Aí uma palavrinha vai surgir. E essa palavrinha ela é forte, chama-se apego. A gente se apega ao filho, a gente se apega ao namorado, ao namorido, né? Ao ficante, ao estabilizante, enfim, a gente, né? A gente se fixa, tá? É o emprego, é o salário, né? É o contra-cheque chá de cebola, enfim, a gente vai se fixando cargo. Ohô, meu Deus do céu, a gente sabe muito bem disso. O movimento espírita, principalmente, né? Com todo respeito, então tem cargo, não ficou no cargo, cha bênção, não volta mais à casa espírita. Eu tenho um grande amigo meu que eu tive a alegria de encaminhá-lo para começar a fazer palestras na casa espírita e um belo dia ele veio me agradecer. Graças a você me turmei no trabalho espírita e conheci uma palavra que eu não tinha vivência dela. E eu muito, né, abestalhada, né, f qual é essa palavra? Ele disse melindre. Ô povo melindrado, Sandra. Pois é, porque todo mundo já foi cardeal, bispo, pastor, todo mundo já teve título e agora reencarnou na casa espírita, é só irmão, aí não gosta, né? Mas a gente vai melhorar, né? Se Deus quiser, a gente vai melhorar. Então, o problema não é a impermanência daquilo que tem a natureza da impermanência. O problema é o apegó que a gente tem. E esse apego gera uma problemática muito grande. A nossa célebre rainha da internet, a professora Luciena Galvão, ela é rainha da internet, né? Então ela diz com muita propriedade, a dor é o fruto do apego e digo: "Eita, até gostei. Acho que ela leu Manuel, André Luiz, Viana de Carvalho, deve ter lido tudinho. Não diz que leu ninguém, mas com certeza leu, né? Então ela diz, a o apego ele gera uma dor porque gera em você o sentimento de domínio. Você acha que você é dono do objeto, da suação, do emprego, do cargo, da pessoa, das relações, né, do seu corpo. E aí qualquer mudança vai complicar a sua vida e isso vai gerar dor. E qual é o grande problema da dor motivada? Exatamente. Porque nós não conseguimos entender que as coisas são passageiras, que as coisas possuem um

dança vai complicar a sua vida e isso vai gerar dor. E qual é o grande problema da dor motivada? Exatamente. Porque nós não conseguimos entender que as coisas são passageiras, que as coisas possuem um ritmo de mudança. É porque a gente se sente proprietário, dono exclusivo e aí a gente não consegue acompanhar nem intelectual, nem emocional, nem psicológica, nem moral e nem espiritualmente. Quanto nós que muitos aqui t as suas atividades na área da desobsessão, quantos de nós não conhecemos os espíritos companheiros nossos infelizes e infelicitadores, que não aceitam de forma alguma, né, uma separação, a desencarnação, a perda, por exemplo, de alguma coisa sobre o ponto de vista financeiro. Aí a gente observa e acompanha. E qual é o trabalho do dialogador? É esclarecer aquela criatura que ele não é dono. Ela não é dona nem da pessoa, nem da situação, nem dos haveres materiais. Mas a gente não deve se admirar só do que a gente pode perceber e encontrar nas reuniões, né, de desobsessão. Basta a gente ler os noticiários que chegam. o grande volume de assassinatos, de feminicídios, em especial, porque a pessoa não aceitou o término da relação. Mas para que os homens não fiquem com raiva de mim, quando a mulher ela encasqueta, ela não só mata, mata com requintes. É a tristeza que eu tenho. Porque quando a gente vê assim, matou o marido, escartejou e guardou na geladeira. Vala me Cristo Jesus, não é verdade? Então estamos em pates sem problema. Os homens aqui comigo, tá? Graças a Deus. Podem mentir, eu aceito. OK. Então o que é que ocorre? A dor vem, logicamente, ela tem, nós temos diversas dores, temos as dores absolutamente naturais do processo evolutivo, mas o grande problema aqui enfatizado é a dor eleita, a dor que nós geramos pelas nossas escolhas. E quando a gente gera essa dor, a gente se fixa nela e até o dia que a gente conseguir, né, sair dessa situação, isso pode levar muito e muito tempo, muitas décadas, muitos séculos. Há espíritos que dizem os companheiros espirituais

a gente se fixa nela e até o dia que a gente conseguir, né, sair dessa situação, isso pode levar muito e muito tempo, muitas décadas, muitos séculos. Há espíritos que dizem os companheiros espirituais estão há mais de 1000 anos aí vinculados nessa situação. Então, prestemos atenção. Nós já temos dores naturais suficientes. Já temos problemas próprios de espíritos de terceira ordem em processo de evolutivo. Dores que fazem parte do currículo. Currículo. Sim. currículo. Joana deângeles diz que o a reencarnação é um processo pedagógico. Toma eu, data vênia Divaldo, meu amado, né? E dona Joana de Ângel, superiora, tá? Vou dizer. E além de ser um recurso pedagógico, tem ensino individualizador. Meu amado Cezinho ali, essa alma generosa e Cândida, ele sabe quem ele é e o currículo que ele tem que cumprir, não sabe, meu amor? Muito bem, muito bem. Ali é minha alma linda. Eu lá bueno. Essa mulher linda e maravilhosa. Ela sabe quem ela é ela sabe exatamente o que é que tem no currículo dela. Sandra Borba, essa que vos fala. Vixe Maria, essa é que sabe mesmo, né? O currículo, porque aí lá vem paciência para um, dedicação para outro, abnegação para outro, né? suportação de dores físicas para outro, certo? Quase desencarnação para outros. Tem uma aqui que já tem 10 moratórias. É um espírito que conseguiu resolver. Eu vou inclusive pedir a ele, que é o meu amigo lá Cordé Faiado, que ele me dê a fórmula, a fórmula, porque o danadinho já teve tanta coisa para desencarnar e não desencarna. Eu acho que é o poder de Neusa, a esposa, mas ela mesma na sua generosidade diz que não, é porque ele merece. Tá bom, ele merece. Então o que é que ocorre? Ele passa por um processo ped ouviram falar nisso? Já fui eu que criei, tá? Currículum. Currículum lum. Quem que ser currículo espiritualis, viu? Lousada reencarnatório. Cada um de nós tem. Então a benfeitora espiritual diz que cada um reencarna com a sua dose, a sua dose própria. De quê? de alegrias, satisfações, prazeres, mas também dificuldades.

ada reencarnatório. Cada um de nós tem. Então a benfeitora espiritual diz que cada um reencarna com a sua dose, a sua dose própria. De quê? de alegrias, satisfações, prazeres, mas também dificuldades. Tem gente que já reencarna usando uma expressão bem nordestina em homenagem à aqueles que me ouvem lá no Rio Grande do Norte. Já reencarna na Pindaíba, já reencarna. Meu Deus do céu, eu me lembro de uma criança que a gente foi dar assistência. Eu não posso falar muito porque tem gente do direito aqui, inclusive Alessandro, eu não posso me incriminar, mas a situação foi tão difícil que a gente teve que isso ocorrer na maternidade e a orientação era: "Traga uma fralda que não tem nada. A criaturinha que ele nas reencarnou realmente na Pindaíba, certo? Na Pindaíba. Aí tem gente que reencarna numa boa, tudo tranquilo, tudo sereno. O que é que vai acontecer? cada um mediante o seu programa hã escolar reencarnatório. E é exatamente nessa hora que nós temos que observar que o processo vai acontecer nesse, né, nesse devir permanente nosso, na experiência reencarnatória. E nós vamos então no tateamento e vamos escolhendo e vamos agindo. E isso me faz lembrar o nosso Aroldo Dutra Dias que tem uma expressão que eu gostei muito numa palestra que ele fez pros magistrados espíritas. Ele disse na semeiadura Deus fica quieto. Vale, mas Senhor quieto. E ele diz quieto. E quando é que o senhor se manifesta? Na colheta, na colheta, na colheta. A semeadura ela é >> o povo inteligente, mas a colheita é >> obrigatória. >> Pronto. Aí nessa hora colheita obrigatória, entra uma lei chamada >> lei da responsabilidade, lei de ação e reação, né? Lei de causa e efeito e assim vai. Então ele diz, a justiça divina lhe pega exatamente na colheita. Então, nesse processo em que a gente não sabe a que se apegar, porque a gente desconhece os nossos interesses verdadeiros, nós começamos a nos apegar a isso ou aquilo, a essa ou aquela pessoa, a essa ou aquela situação. E aí, nessa dinâmica da vida, começamos a semear com as nossas

onhece os nossos interesses verdadeiros, nós começamos a nos apegar a isso ou aquilo, a essa ou aquela pessoa, a essa ou aquela situação. E aí, nessa dinâmica da vida, começamos a semear com as nossas atitudes. Ótimo. as atitudes foram forem corretas. E ótimo também se a gente perceber que não deve fazer isso, que não deve fazer aquilo e seguir por outros caminhos. complicado para nós quando semeamos de forma irresponsável ou motivados apenas pelos nossos interesses pessoais, pelas nossas más paixões ou atendendo a influências negativas de companheiros nossos, de situações, porque aí quando chegar a colheita, ela virá de fato ali com a lei divina. ou natural. Então, a pergunta que não quer calar, quais são os nossos verdadeiros interesses? Já sabemos os falsos, os nossos verdadeiros interesses. Eu tinha uma amiga evangélica e a gente toda vida a gente lá no na no trabalho, na universidade, a gente tinha um momento, né, uma vez por semana ou duas, o que desse. E a gente, ela é evangélica, mulher de pastor, eu espírita e uma que não sabia de nada. Aí a gente ficava às três conversando, né? E nessa conversa ela dizia assim para mim, quando eu entrava com os postulados espíritas, Sandra, eu não entendo esse negócio de reencarnação. Fica embolando, olha para aí a expressão, embolando de mundo para mundo. Eu não entendo que é isso não. E o pior de tudo, embola para lá, embola para cá e não se lembra porque tá pagando. Eu não gosto dessas coisas não. Dív eu tenho que saber, tenho que ter o boleto. Ela tinha uma certa razão. Por isso que origens não conseguiu realmente passar adiante a ideia da reencarncio na antiguidade. O pessoal disse para ele que como é que a gente ia pagar o que não lembrava. Era preciso esperar o espiritismo e o esclarecimento sobre esquecimento do passado. Mas vamos lá, né? A outra que não sabia de nada, um dia com muita assim eh humildade, ela disse assim: "Eu sei pelo menos uma passagem da Bíblia". Aí a gente ficou, oh, ela sabe de uma é aquela, qual é? Ela disse, é aquela em

que não sabia de nada, um dia com muita assim eh humildade, ela disse assim: "Eu sei pelo menos uma passagem da Bíblia". Aí a gente ficou, oh, ela sabe de uma é aquela, qual é? Ela disse, é aquela em que Jesus disse a a Pedro assim: "Pedro, se o Brasil se separar, antes seja para ti que me h de respeitar." Edn olhou para mim, a minha amiga e perguntou: "Tu conhece essa passagem? Conheço isso. História do Brasil. Volta da família real para Portugal. Dom João olha pro filho dele, Dom Pedro, que não é Pedro o pescador, e disse: "Pedro, se o Brasil se separar, antes seja para ti que me age de respeitar do que para qualquer um desses aventureiros". A gente caiu na risada, acabou o evangelho, mas nunca, né? A gente perguntou nada. Então, vejam bem, né? A dificuldade de perceber que a gente tem isso é natural, mas os nossos verdadeiros interesses dizem respeito à nossa natureza. Aí começa a confusão. A gente não sabe qual é a natureza. Ou então a gente só vê uma dimensão biológica, psicológica, social e qualquer outra coisa, menos a dimensão espiritual. Porque nós somos, independentemente de qualquer consideração, nós somos seres espirituais, vivendo uma experiência corpórea nesse momento, como vivemos antes e como vamos viver outras tantas experiências. Nossa dimensão espiritual, a nossa condição de filhos de Deus criados à imagem e a semelhança do Pai. E aí vem a grande, inestimável colaboração, não, revelação sim de Jesus quando nos diz o sermão do monte, tá lá em Mateus 5, sede perfeitos. Sede perfeitos. Pronto, deu para nós o grande objetivo da vida. A nossa finalidade da existência é a busca da perfectibilidade, conforme a doutrina espírita nos auxiliaria mais ainda séculos depois, criados todos simples >> e burros mesmo. Simples, ignorante, burro, temimor. Não, mas a gente só foi criado simples, ignorante. Esqueçam simples, ignorante. Só isso, né? Mas todos nós destinados a >> Mas foi muito fraca, foi muito ou simples e o ignorante lousada saiu que foi uma beleza, mas o destino, vamos

imples, ignorante. Esqueçam simples, ignorante. Só isso, né? Mas todos nós destinados a >> Mas foi muito fraca, foi muito ou simples e o ignorante lousada saiu que foi uma beleza, mas o destino, vamos repetir que isso é bom. Destinados à >> perfeição. >> Nota 10. Nota 10. Tá destinados à perfeição. Aí a gente não pensa. A gente não pensa. A gente não tem. Eu me lembrei do meu amado e querido, alguns aqui conheceram, André Luiz Peixinhos, aquele que foi nadar bem, né? Decidiu nadar, desencarnou, dirigindo uma reunião virtual, todo mundo acompanhou a desencarnação dele e ele dizia assim: "Qualquer dia desse o peixinho que era ele vai nadar". E nadou mesmo. E ele tinha, a gente sempre conversava, eu chamava de meu guru. E ele dizia: "Minha querida discípula, eu me preocupo muito com o movimento espírita. E eu disse: "Por que minha gente tá tão bem?" E a gente se preocupa com a organização, com a unificação, com a reunião pública, com a divulgação, com o passe, com a evangelização, com o aí começava a descrever todas as atividades da casa espírita para quem não conheceu. Ele dizia: "Mas tem um problema grave dis: "O que é peixinho?" autoiluminação. A nossa preocupação maior no movimento espírita deve ser a nossa autoiluminação. E ele deve ter feito também que bem pouquinho tempo depois da desencarnação já está dizendo: "Gente, tô aqui, viu?" E continua desenvolvendo um trabalho extraordinário lá de onde ele está. Então, a preocupação dele era essa, a nossa, o objetivo da nossa inserção na casa espírita, no movimento espírita, em qualquer filosofia, em qualquer religião, qual deve ser. Ah, eu quero cargo, eu quero ter uma coordenação disso, eu quero ter uma coordenação naquilo, eu quero aplicar 300 passes, eu quero eh dialogar com 300 obsessores. É isso. Ele não. O grande objetivo é o quê? nossa espiritualização. Na codificação, nós encontramos uma resposta bem sintética de Kardec isso. Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua >> que coisa horrível. De novo, apaga. reconhece verdadeiro

ssa espiritualização. Na codificação, nós encontramos uma resposta bem sintética de Kardec isso. Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua >> que coisa horrível. De novo, apaga. reconhece verdadeiro espírita pela sua >> transformação moral, >> pela sua transformação moral. Transformação moral é o objetivo pelos esforços, metodologia que emprega no sentido de domar as suas mais inclinações, conteúdo a ser modificado. Só nessa frase, nesse período, aliás, só nesse período objetivo, metodologia e conteúdo. Então, de fato, interesse verdadeiro que a doutrina espírita nos mostra é a nossa tran lutar por colocar em nossas vidas. Ah, eu adoro uma fofoca. Pois é, espírita não fofoca, troca informações. É verdade, né? Socializa algumas situações. Não, fofoca que é feio. Certo. É feio, né? Muito bem. Eu eu estava numa reunião e aí tinha chamada para as pessoas que iam ser atendidas. Aí alguém disse o nome de um alguém que tem um sobrenome muito famoso de uma igreja evangélica. Aí essa pessoa que é muito criativa e rápida, ela disse: "Fulana e tal, veio paraa maca, veio se tratar. Aí todo mundo caiu na risada. Ele disse: "Quem estiver rindo vai pro mesmo lugar que Alexandra está da viagem". Eu não me aguentei. Então o espírita não fofoca, cuidado. Certo. Então o que é que ocorre? Se eu gosto de fofoca, eu vou começar a a o quê? Fofocar menos. A gente começa assim, depois a gente começa a dizer assim: "Pois é, você sabe disso?" Não, nem sei. A gente começa a dar uma de besta. Aí depois a gente evolui mais ainda. Pessoa aquela pessoa assim, assim, aí você olha já motivado pela transformação moral, você diz assim: "Mas é uma pessoa boa?" Olha: "Ah, melhorou". Não é verdade? Até que um dia a gente não socializa, não fofoca e nem nada. Então, transformação moral mediante os valores do evangelho, humildade, caridade, simplicidade, perdão, indulgência. E aí todo mundo sabe o vocabulário. Esses são os nossos interesses verdadeiros. E se nós tivermos então esses interesses de fato, nós vamos ter,

humildade, caridade, simplicidade, perdão, indulgência. E aí todo mundo sabe o vocabulário. Esses são os nossos interesses verdadeiros. E se nós tivermos então esses interesses de fato, nós vamos ter, presta atenção, uma proposta, um sentido para a nossa vida. A gente vai ser diferente. A gente vai procurar realizar o diferente. Sou intolerante, vou procurar ser tolerante. Eu sou extremamente egoísta. Eu só quero atender o meu capricho. Eu vou mudar. Eu sou vaidoso. Eu sou orgulhoso. Eu sou preconceituoso. E eu acho interessante porque entre nós, no espiritismo, movimento espírita, tem gente que não se acha nada disso, né? A preconceito tenho não, eu sou espírita. Hum. Vamos ver o teste. Vamos passar pelos teste. Não, eu sou uma pessoa desprendida, certo? Desprendida, ninguém sabe de quê, mas é desprendida. Então, nós temos tanta dificuldade de realizar o processo de autoconhecimento e de autoavaliação, que nós usamos aquilo que o Carlos Torres Pastorino coloca como máscaras. A gente tem máscaras, é um baile. Às vezes é um baile, todo mundo mascarado na casa espírita, imagina que situação, né? Não gosta daquela pessoa com a qual está sentada numa reunião de estudo e educação da mediunidade? Não, não suporta a palestra de fulano de cicrano. Hum. E assim vai. O gestor, coitado, quando alguém me pergunta, vai voltar um dia a presidência da federação, que não é o que Antônio vai dizer, mas é o que eu digo. Já paguei meus pecados, fui presidente 6 anos, vice-presidente 4 anos. Hoje eu não consigo nem presidir minha vida tantô, né? Mas o pobre do gestor e não é só presidente, não, coordenador de grupo, meu Deus do céu, né? Então você quer saber se você tem inimigos no movimento espírita? Oupe um cargo. Aí você vai ver, você vai sentir. Não, não aplaudam não, isso é horrível. Não aplaudam não, porque isso é feio. Isso é horrível. É horrível. É verdade, mas é horrível. Então, o que é que ocorre, né? Nós temos que fazer um mergulho, autoconhecimento, autoiluminação. É o que meu querido

m não, porque isso é feio. Isso é horrível. É horrível. É verdade, mas é horrível. Então, o que é que ocorre, né? Nós temos que fazer um mergulho, autoconhecimento, autoiluminação. É o que meu querido Peixinho que nadou pro plano espiritual dizia. É a porque nós só seremos cobrados lá quando a gente comparecer perante a consciência. Não vai ser assim. Foi para quantos congressos, anda? Inclusive lamos Rio Grande do Sul, que é bem longe, uma viagem ótima, começa às 2 horas da tarde, termina 1 da manhã, né? Não, não vou perguntar não, meu irmão, quantos passes minha irmã dialogou com quantos espíritos, evangelizou? Quantas crianças, quantos adolescentes, quantos jovens? Fez quantas palestras? Não, não tem isso não. Aí alguém pode perguntar: "E qual é a pergunta? Não tem pergunta sobre sua atividade. Só tem uma pergunta. O que foi que o espiritismo mudou em você? Eu já disse que eu não tenho medo de desencarnar. tava dizendo aos meus queridos amigos hoje de manhã, meu medo é ver o meu cartão de crédito espiritual, porque eu devo ter colocado lá as dívidas, né? Vai ser, vai ser, vai ser meu Deus, meu Senhor e assim vai. Então, a pergunta vai ser essa: qual o bem que fez? O que foi que mudou? Onde foi que adiantou? Chega, vamos evocar o currículo. Hum. espirituales reencarnatórium. Diga aí, Sandra. Tava aqui, ó. Menina, se matriculou na paciência. Como é que foi? Tem tem uma outra disciplina aqui, dedicação ao movimento espírita. Eh, tem uma outra aqui, ó, eh, paciência com os familiares. Então, vai ser isso que vai ser indagado para nós. Hã, então que interesses, meus queridos, meus amados irmãos gaúchos de Além Pampas, o que é que está motivando a nossa existência? Vamos aí agora para ir fechando o livro dos espíritos. Então, o espiritismo, melhor dizendo, além de nos ajudar a ver os verdadeiros interesses, né, nos mostra a vida futura. Vida futura. Você tá vivendo aqui, mas você vai desencarnar e você vai passar um tempinho, Deus sabe onde e você também, né? Depois você vai

er os verdadeiros interesses, né, nos mostra a vida futura. Vida futura. Você tá vivendo aqui, mas você vai desencarnar e você vai passar um tempinho, Deus sabe onde e você também, né? Depois você vai voltar e você continua porque é que nem escola para repetente, é a mesma coisa, né? Você vai pra sétima série, dependência em matemática, inglês, não sei o quê, vai pra oitava série, passou naquela dependente e assim vai. Então tem não sei quantas dependências nossas no nosso currículum reencarnatórium espirituais. E aí a gente vai vivendo e a gente vai descobrindo o que é que a gente tá conseguindo de fato evoluir. E se a gente tem, e aí é que é o quê? O comentário do item quatro, texto do item quatro da conclusão do livro dos espíritos, nos remete exatamente a essa compreensão, porque o progresso tanto nosso como da humanidade exige a aplicação da lei de justiça, de amor e de caridade. É Jaque. Tem um centro espírita no Canadá, Jaque, né? justiça, amor e caridade. E vejam bem que nos diz Kardec: "E essa lei se funda sobre a certeza na vida futura. Se não tem certeza de vida futura, para que justiça? Para que amor? Para que caridade?" E aí nos diz Kardec: "Tirai essa certeza e lhe tirareis a pedra angular". Então, nós temos que vivenciar essa lei com a certeza de quem olha paraa frente. Porque aquele que olha e vê a vida se esvaindo, se acabando, não tem nada a ver com amanhã para isso. Tanto faz como tanto fez, não é verdade? Mas se você, se eu, se nós temos essa compreensão da vida futura, então quando a gente faz, a gente pensa. Às vezes a gente e na condição de espírita, a gente é obsidiado, né? A gente tem uma dificuldade. Eu me lembro que eu tinha uma amiga isso há muitos anos atrás, eu morava em Recife, ainda já tenho 40 anos, né, de Natal. E ela só vivia reclamando do marido, só vivia reclamando do marido, só viia reclamando do marido. Um dia eu estava com o percentual de uma obsessão maior, maior, né? Porque tem gente que tem 10, 20%, né? Aí eu olhei para ela como aquela pessoa

ia reclamando do marido, só viia reclamando do marido. Um dia eu estava com o percentual de uma obsessão maior, maior, né? Porque tem gente que tem 10, 20%, né? Aí eu olhei para ela como aquela pessoa que não aguentava mais. Eu vi aquela mesma ladaainha famosa. Eu olhei para ela, nesse dia eu tava neus atacada da besta. Disse assim: "Mulher, por que você não deixa esse homem?" Pronto, disse, saiu. Ele olhou para mim e disse: "Para não encontrar ele de novo como marido na próxima encarnação. Toma". Ela tava certa. Eu que tava errada. Eu que tava errada. Vou aguentar, Sandra, até onde der. Aí eu caí na minha realidade. Tem razão, minha querida. Vou orar por você, por ele e mais ainda por mim, para eu não dizer outra besteira para outra pessoa, como eu disse para você, você tem completa razão, não é verdade? Então a gente vai avaliando, a gente vai observando, a gente vai crescendo. Se a gente tem a percepção da vida futura, você tem um filho que só Jesus na causa. A gente tá rindo, rindo e rindo. Mas eu sei que tem gente aqui que tem filho que é uma beleza. É uma beleza. Tem neto que é uma beleza e assim vai. Tem mãe que é uma beleza, pai que é uma beleza e assim vai. É o parentesco completo, né? E aí, se você tem a noção de vida futura, primeira coisa, ninguém reencarna por acaso com ninguém. Reencarnou com a peste, é porque a peste faz parte da sua vida. Não tem o que fazer, não. Tá ali junto. Agora tenho que fazer pra frente. O que é o pra frente? Eu vou ver, né, meu lindo, o que é que eu posso fazer para poder minimizar. E aí a gente vai descobrindo com os estudiosos que três coisas nos mantém unidos. Primeiro, fazer coisas juntos é bom demais. Depois sorrir juntos. Não é isso, Tezinha? E depois chorar juntos. A gente faz, a gente ri, a gente chora, a gente vai diluindo aquela mazela, aquele rancor, a gente vai começando a construir uma relação diferenciada. Nós que estamos aqui, cada um de nós rindo, brincando, muitos carregamos as dores, as dores que são muito difíceis,

a mazela, aquele rancor, a gente vai começando a construir uma relação diferenciada. Nós que estamos aqui, cada um de nós rindo, brincando, muitos carregamos as dores, as dores que são muito difíceis, as dores com os familiares amados. as dores, em especial com filhos, com netos, sobrinhos, que nós muitas vezes não sabemos. E o Espiritismo nos diz: "Aguarde. Nenhuma semeiadura deixará de ter acolheita. Não semeie o ódio, revide a violência, mas o amor. E aí um dia isso vai florcer. Vamos fechando. Vamos lá. Eu tenho um grande amigo lá em Natal. chamado Bruno Félix, que deve estar me ouvindo. Ele é terrível, eh, tem uma inteligência rápida, rápida demais. Então, ele tem uma síntese que vocês vão decorar. Depressão, ele diz, excesso de passado. Eu achei ótimo. Estresse é excesso de presente e ansiedade é excesso de futuro, não é verdade? Olha que sabedoria. Eu hoje até eh escrevi para ele, você me confirma eles, eu errei uma. Ele disse: "Não, é isso aqui. Depress diz o exper Joana aqui é o César que a culpa é uma das piores coisas, concorda? Que nós trazemos? Então tem que se libertar da culpa. Errou, errei." Não tem a história da dívida que a gente diz assim: "Devo, não nego, para quando puder". A gente não usa isso no dia a dia. Então agora é o quê? Errei, mas eu estou tentando agora o quê? Melhorar. resgatar. Nós somos espíritos de terceira ordem no mundo de provas e expiações. Então o pacote, o combo é pesado, certo? Então a gente vai caminhando e por fim nos diz ainda a pergunta 799, quando a gente consegue de fato ter essa perspectiva de futuro, eu tenho que me melhorar, eu tenho que suportar, eu tenho que renovar, eu ten enfim, eu tenho que fazer mudanças na minha vida significativas, essenciais, quando eu faço isso, eu começo Всё.

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