Sexta-Feira Literária | Os Mensageiros – Poesias e Crônicas | com Maria Elisabeth Barbieri

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 21/06/2025 (há 9 meses) 1:04:18 458 visualizações 82 curtidas

Uma obra sensível que propõe uma releitura do clássico da literatura espírita. Os Mensageiros – Poesias e Crônicas, de Maria Elisabeth Barbieri, será o tema da Sexta-Feira Literária de junho. Inspirada nos 28 primeiros capítulos do livro Os Mensageiros, de André Luiz, psicografado por Francisco Cândido Xavier, a autora apresenta crônicas e poesias que homenageiam a obra original. Um preito de gratidão ao trabalho desses abnegados divulgadores da Doutrina Espírita. O programa vai ao ar na sexta-feira, 20 de junho, às 22h, com transmissão ao vivo pelo FergsPlay, Facebook da Fergs e Fergs Rádio (www.radio.fergs.org.br). O aplicativo da Fergs Rádio está disponível gratuitamente na Apple Store e Play Store.

Transcrição

um tributo. à obra que atravessa gerações. Os mensageiros, poesias e crônicas de Maria Elizabeth Barbieri traz uma mensagem que emociona e inspira. Os primeiros 28 capítulos do livro original ganham nova vida em poesias e crônicas que tocam a alma, preparando o espírito para os panoramas mais felizes da vida futura. Mais um lançamento da FERGs Editora, disponível nas principais livrarias espíritas do Brasil. Boa noite, amigos. Estamos em mais uma sexta literária. Nesta sexta literária de hoje, estamos eu, Paulo, né? Está a nossa colega Tereca, que logo vai chegar, né? E hoje nós vamos trabalhar com esta maravilha de obra, entrevistando a nossa autora Maria Elizabeth Barbieri. Seja bem-vinda, Bet, para essa nossa sexta literária ET, fica bem à vontade de se apresentar para nós, né? Eh, pra gente já dando os nossos inícios aí de falas e reflexões, né, aos nossos internautas, né, toda o pessoal que tá nos acompanhando nas redes sociais, né, fica aí o nossa possibilidade aí de nós eh estarmos aí nos comunicando, de estar colocando aí da onde você é, da que cidade você vem. Então, a gente vai convidar primeiro a Tereca para nos trazer as boas-vindas aí suas, depois a Bet vai nos falar um pouco e já vamos abordar. Obrigada, gente. Boa noite a todos. alegria imensa estar aqui com a Bet, né, nossa amiga querida, nossa, eh, autora da federação e nós vamos, com certeza, aprender muito com ela e também com os irmãos que vão compartilhar conosco este momento. Então, meus amigos, amigas, né, leitores e leitoras queridas, recebam o nosso carinho, o nosso abraço para o autor, esse momento de interlocução, de conversa com os leitores, é um momento muito especial. Então, nós queremos agradecer convite para estarmos aqui nesse momento que já se tornou tradicional da nossa editora. Ainda há pouco conversava com o amigo querido Vinícius Lousada, que foi quem iniciou esse projeto e ele estava compartilhando comigo aqui, Tereca e Paulo, o projeto da sexta literária que ele encaminhou a diretoria executiva em

om o amigo querido Vinícius Lousada, que foi quem iniciou esse projeto e ele estava compartilhando comigo aqui, Tereca e Paulo, o projeto da sexta literária que ele encaminhou a diretoria executiva em julho de 2020. Então, veja que está fazendo 5 anos, não é? e ele tem um público cativo que nós queremos abraçar, saudar nesse momento tão especial. Perfeito, né? Eh, olha, pessoal aí de muitas regiões aí, né? Tá aí nos nos eh junto conosco aí, né? Itaqui, Cruzalta, pessoal lá de várias cidades aí, né? dando o seu alô, dando as suas falas de Porto Alegre, né? Tantos outros companheiros aí que estão aí junto conosco aí, eh, dando, né, e abrilhantando essa noite aí, em especial, né, esse momento. Então, nós vamos à pergunta, né, Tereca tá com algumas dificuldades hoje com relação às às tecnologias, né, e aí isso é muito comum, né, acontece, né, mas vamos às perguntas aqui, né? E aí a gente quer, na verdade, Bet, trazer, né, eh, essa primeira, esse primeiro bloco aqui pra gente trazer essas falas, né? Eh, o que a inspirou a escrever o livro Os mensageiros, poesias e crônicas de maneira tão singular, resumindo, primeiramente cada capítulo em forma de poesia para em seguida trazer um ensinamento em forma de crônicas, como no nosso para o nosso dia a dia. Qual é a conexão principal que você percebe entre o seu livro e a obra Os mensageiros de André Luiz? Bet, olha só, é uma é são perguntas profundas, né? Primeiro lugar, a inspiração para a obra sempre é o leitor. E nós temos leitores que são generosos e são leais. Porque cada vez que nós entregamos um livro para Fergs Editora, nós recebemos avaliações, sugestões, ponderações de muitos leitores, amigos. Então, a gente olhar aqui pro nosso chat e ver a Edilene Cardoso, a Taninha Gab, a Thaís da Luz, querida amiga, a a Marlise Morais, a Cláudia Conter que está sempre atenta às nossas postagens, a Andreia Mendes, a Evinha, a Evinha de Bagé, minha querida Evinha. das Dores, Evinha Tanhote, companheira de tanto tempo, a Andreia Mendes. Olha o

a Conter que está sempre atenta às nossas postagens, a Andreia Mendes, a Evinha, a Evinha de Bagé, minha querida Evinha. das Dores, Evinha Tanhote, companheira de tanto tempo, a Andreia Mendes. Olha o nosso amigo, o nosso vice presidente Iracide de Oliveira, a Janetinha, é o o Vanderl Costa, a Ginja, minha filha, olha ali, tá? Está também conosco o Bemar, o Sérgio Gomes, a Ivone Vasques, a Susana, a Clementina, amiga querida, né? Muito atenta, sempre revisando as nossas obras. A a Lenice Alves, a Lenice é uma leitora, todos os dias ela me manda alguma apreciação desta obra, né, numa contribuição muito especial a Susana Meia da Silva, eh, a Geneci Rad e outros que nós vamos lendo. Olha minha filha, outra a Leia, a Elsa Taí, a Ângela, querida, parceira, né, de companheira, minha minha cunhada ali, a, a Rosa Helena Carmen, depois nós vamos ler os demais. Então, o leitor é a inspiração maior, porque quando nosso lar dois vem aos cinemas, é inevitável que nós sejamos convidados a revisitar, a reler, a reestudar a obra que embasou o filme. E ao fazer isto, primeiramente eu tive a presença muito amorosa do nosso querido Roberto Pedro Michelena, presidente da nossa federativa na década de 40, espírito que se aproximou e nos convidou a fazer alguns poemas sobre os capítulos das obras. E ele é um poeta, o general Michelena é um poeta e inclusive era colunista no Correio do Povo, escrevia vários poemas no Correio do Povo que depois ele reuniu em uma obra que se chama Credo da Pátria do Evangelho. É um livro que foi editado assim de uma forma bem artesanal. os direitos autorais doados para o Instituto Espírita Amigo Germano, né? Então, Michelena nos convidou a escrever esses poemas e à medida que nós fomos lendo o livro e fazendo os poemas sobre a inspiração dele, nós também fomos percebendo que as lições de André Luiz, elas são muito atuais. Os bons livros são assim, nós escrevemos, né, que o bom livro é como uma semente que ele vai dando frutos em várias colheitas. E nós fomos fazendo conexões

lições de André Luiz, elas são muito atuais. Os bons livros são assim, nós escrevemos, né, que o bom livro é como uma semente que ele vai dando frutos em várias colheitas. E nós fomos fazendo conexões dos ensinamentos trazidos ali com os momentos atuais. Eh, só para exemplificar assim, tem um capítulo que fala sobre o quadro de São Dinis, que André Luiz vai encontrar na colônia, no posto, no posto de de de socorro Campo da Paz. Ele vai ver um quadro de São Dinis que existe na Terra, tá? Primeiro, ele acha que é uma réplica que há no mundo espiritual e os e o benfeitor amigo explica que não, a réplica é da Terra. Então, nós nos levou a pensar na questão da arte digital, dessas artes propiciadas por inteligência artificial e o quanto isto é importante, como isso pode democratizar a arte. Então, fomos buscando nos avanços, no progresso, os aspectos positivos, que eu acho que esse é o papel do espírito. Diz: "Ai, a inteligência artificial, tem gente fazendo um livro com Iá. E como é que vai ser isso?" Bom, desde que o homem inventou o fogo, que a tribo que viu que o outro descobriu, pensou: "Bom, aqueles lá agora com fogo, eles vão botar fogo e queimar o mundo". Eu imagino que a outra tribo que ainda não sabia pensou isso, né? Quando descobriram, inventaram o telefone, as pessoas devem ter pensado assim: "Ninguém mais vai ter sossego agora, porque essa coisa vai passar tocando dia e noite". Quando inventaram, quando Gutenberg inventou a imprensa, alguém deve ter pensado assim: "Meu Deus, agora vão escrever tudo que bem entendem, já pensou em distribuir por aí?" Então, a inovação ela traz esse desafio e a arte digital não é diferente. Então, nós fomos fazendo um paralelo o quanto os nossos artistas precisam espiritualizar a arte, se tornarem instrumentos e sintonizarem com as forças criativas positivas do universo. Então, nós somos estabelecendo esse paralelo entre as lições de André Luiz, que são atualíssimas, mas que na obra referem muitas vezes fatos lá da década de 40, né? Porque era

s positivas do universo. Então, nós somos estabelecendo esse paralelo entre as lições de André Luiz, que são atualíssimas, mas que na obra referem muitas vezes fatos lá da década de 40, né? Porque era aquilo que a o homem encarnado conhecia. Então, em muitas crônicas nós trouxemos isto para o nosso cotidiano, tá? Então, eh, foi isso que nos motivou. Ah, não é simplesmente um livro de um livro, mas é a aplicação de uma obra que é um clássico da literatura aos nossos dias atuais. E e como é um repositório imenso de ensinamentos, vocês vão ver que a gente retira uma frase, às vezes um parágrafo de cada capítulo e ali em cima daquele parágrafo nós discorremos a crônica, que é um pouco inspirada, um pouco fruto da pesquisa. a gente procura pesquisar muito, principalmente eh, a contribuição daquilo que as que os outros campos do conhecimento hoje estão eh investigando e fazendo essa conexão com os princípios profundos e atemporais da nossa doutrina espírita, né? E o finalzinho da questão ali que repete para mim porque a cabeça já não não grava muito. Por favor, Paulinho, final ali você fez uma outra pergunta no final ali. Isto a qual é a conexão principal que você percebe entre o seu livro e a obra dos mensageiros, né? Obra dos mensageiros. Eh, a toda a obra de André Luiz, ela vem nos desventar a realidade do nosso viver espiritual. Eu custei muito a entender isso, porque eu às vezes ouço as ouço alguém dizer assim: "As historinhas de André Luiz, não, não são historinhas." O que ele procura traduzir para nós é o nosso viver espiritual. Quando ele está descrevendo uma cena no mundo espiritual, ele está descrevendo uma vivência nossa. E aí ele vai usar todas a todos aqueles recursos que o texto literário tem, né? Ele ele usa muito antíteses, por exemplo, eh antíteses, paradoxos, quando ele ele fala sobre o eu vou ver um capítulo aqui que eu acho muito interessante, né? quando ele vai falar sobre o o romance de Alfredo, aquele capítulo, ele usa antítes porque ele descreve o

s, quando ele ele fala sobre o eu vou ver um capítulo aqui que eu acho muito interessante, né? quando ele vai falar sobre o o romance de Alfredo, aquele capítulo, ele usa antítes porque ele descreve o temperamento, a evolução espiritual de Alfredo, que era alguém que tinha eh dava, agasalhava muitos sentimentos de ciúme, de desconfi fiança, sintonizava muito com aquele que queria destruir o seu lar. E ela era bem o contrário, era bem aquela antítese, assim, ela era uma pessoa resignada, ela era uma pessoa devotada ao lar. E ele vai fazendo essa construção dessa história, mostrando que ele, apesar depois da desencarnação, conseguiu ir superando, né? Porque ele levou a esposa à morte de tanta tristeza por ter desfeito um casamento com base numa difamação, táé? Mesmo assim, ele estava eh em Campo da Paz, que era uma região espiritual de atendimento a sofredores, a pessoas ainda em um estado muito inferiorizado de evolução. E ela já estava já estava numa situação de habitar nosso lar e mesmo assim vinha para auxiliá-lo. Então isso mostra exatamente como são as nossas relações e como nós podemos conviver e nos auxiliarmos, mesmo tendo pontos de vistas, sentimentos e níveis de evolução diferente. Então é essa conexão que nós procuramos fazer com a obra. E que beleza isso, né? trazendo eh usando a arte, né, para trazer esse essa amplitude de conhecimento que traz, né, essa obra de André Luiz. E a sua obra, né, eh, Bet, ela contribui muito nesse sentido para trazer essa lição e gravar ela mais profundamente com todo esse material. Riquíssimo isso. Com certeza, né? Eh, com certeza. Isso que a Bet nos coloca das lições, né, do aprendizado na obra de André Luiz. E a gente percebe em todos os capítulos da do mensageiro e no seu livro, Bet, lições diferentes, mas muitas elas são eh semelhantes, porque tem um fundo, um um pano de fundo, né, eh semelhante, onde fala eh dos novos hábitos, aonde diz que a construção de novos hábitos Uhum. A construção de novos hábitos, ela ela faz eh a

elhantes, porque tem um fundo, um um pano de fundo, né, eh semelhante, onde fala eh dos novos hábitos, aonde diz que a construção de novos hábitos Uhum. A construção de novos hábitos, ela ela faz eh a renovação mental e o e o abandono dos programas devotadamente preparados na espiritualidade antes da reencarnação, constitui a tônica geral do livro de Andrus, né? Em cada capítulo do livro, há relato de casos de espíritos eh em busca de reabilitação, alguns por vontade própria, outros com a outros com auxílio de benfeitores espirituais. Percebe-se então a possibilidade de mudança desse roteiro, tornando menos pesado, mais feliz e mais agradável à nossa caminhada, né? No livro Os Mensageiros, os mensageiros do André Luiz, né, fala sobre o compromisso com a tarefa, a responsabilidade espiritual e o serviço no bem. Então, de que forma essas ideias aparecem na sua obra poética? Inclusive você já nos trouxe algumas, já deu algumas fitadas a respeito, né, agora na sua fala inicial, mas eh o bonito é isso, que você conseguiu pegar cada fato e transformar num poema e depois numa crônica, né? Então, de que forma essas ideias aparecem na sua obra poética, Bet? Pois é, a poesia, a poesia ela é aquele, aquela mescla, né, entre a música e a narrativa, porque ela tem o ritmo. A poesia ela tem o ritmo. Inclusive, a forma como a gente lê um poema te dá um entendimento e provoca as tuas emoções de uma determinada maneira. E o e o e o nosso querido Roberto Pedro Michelena, ele trouxe a inspiração para fazer poemas com várias estruturas. Ele começa com um soneto ali e depois ele vai eh sugerindo assim eh poemas em quartetos, poemas em cestetos, poemas em tercetos, rimas emparelhadas, rimas alternadas, algumas alguns versos bárbaros, alguns versos brancos, né, que uns com rima, outros sem métrica. Então, eh, ele fez assim uma policromia de estilos de poemas, né? E eu acho que ele não aprofundou mais, é claro, porque o filtro que ele tinha é um filtro limitado. Eu sinto isso, né, que é um

trica. Então, eh, ele fez assim uma policromia de estilos de poemas, né? E eu acho que ele não aprofundou mais, é claro, porque o filtro que ele tinha é um filtro limitado. Eu sinto isso, né, que é um filtro limitado, mas aquilo que foi possível entregar, a gente entregou. Então, eh, esta essa forma, porque também tinha que ser fiel ao texto. Assim como a crônica, a gente retira um aspecto do texto, no poema tinha que constar praticamente todo. Isto eu achei, quando ele me propôs, eu fiquei pensando assim: "Nossa, eu acho que eu não, eu acho não, eu não sei fazer isso, porque eu recordo quando o Adeísso fez nosso lar em versos, a gente conversou muito, né?" E claro, o Adeísso já tem uma outra vivência e preparo. E uma das coisas que ele me disse, "Bet, é dificíimo a gente sintetizar. o capítulo em poesia. E quando o querido benfeitor propôs, eu pensei, eu não vou saber fazer isso, tá? Mas aí ele disse: "Não, mas nós auxiliaremos. Bom, então a gente vai se dispor." E é e é muito interessante assim, porque o o próprio texto de André Luiz é uma prosa poética, né? Porque ele ele usa muitas metáforas. Primeiro capítulo, quando ele fala na taça, a gente o que é a taça. E ele vai dizer que é o coração, né? Coração é uma taça iluminada aos raios do alvorecer divino. Tem poesia mais linda que isso, mas vazia dos sentimentos do mundo que a encheram por séculos consecutivos. Eu quando li esta frase, né, eu disse, eu eu preciso escrever a crônica, que é isso que você estava falando, a construção de novos hábitos. Porque a gente vai se esvaziando dos hábitos anteriores e tem um dado momento que parece que você se sente, você sente um tédio e você não se apega mais aquilo que se apegava antes, você vai mudando seus hábitos, mas aí precisa encher com outros que satisfaçam a sua alma, não é? E isso eu achei fantástico assim, porque muitas vezes a gente passa nas muitas fases da vida, a gente vai experimentando uma certa melancolia, como se a gente estivesse perdendo alguma coisa. Não sei se vocês já

chei fantástico assim, porque muitas vezes a gente passa nas muitas fases da vida, a gente vai experimentando uma certa melancolia, como se a gente estivesse perdendo alguma coisa. Não sei se vocês já passaram por isso. Eu acho que todos nós passamos, né? E André Luiz fala disto com uma propriedade num parágrafo. Reconheço que ao lado das rosas do júbilo, defrontando os novos caminhos que se descerram para a sua esperança, há espinhos do tédio nas margens das velhas estradas inferiores que você vai deixando para trás. Eu achei isso assim, aliás, como tudo, né? O livro ele vai, ele vai deslumbrando. E aí o soneto sai liberto dos laços da experiência dolorosa. Realizei a descoberta de mim mesmo. Achei meu rumo, deixando de andar a exmo com o auxílio da equipe da colônia valorosa. Observei surpreendido a grande transformação. dor rompera a concha de muitos e antigos vícios, deixando o sol da bondade ensejar novos inícios. Adentrei a nova era da minha renovação. A benfeitora Narcisa falou-me em certo dia sobre as lutas e espinhos que assaltam o coração, também do florescimento das rosas da alegria. O evangelho, amigo André, é um sol que se irradia sob o tédio a vissejar na rota da redenção. Deixa seu cálice e marche confiante para o dia. Então, esse foi o primeiro soneto que saiu e eles saíam muito rápidos, claro, sob inspiração, né? Quando eu lia assim, eu fazia o soneto e enviava para um poeta amigo, né? Leia e leia e e leia o texto de André Luiz. E aí ele ia trazendo as considerações, né? Então eu cada dia assim de escrita desta obra para mim foi como um banquete espiritual. Encheu a minha taça. Que legal, né? Que importância. O teu microfone tá fechado, Terequinha. É o é o Rafa que tem que abrir a eh, e perfeito, Bet. E o que você falou, exatamente o que a gente percebe, ã, eu quando eu comecei a ler, porque eu li primeiro li novamente, né, o original, capítulo por capítulo, ia lá pro teu, ia no ia lá pro teu. E e eu percebi que a composição de cada poema eram diferente.

eu quando eu comecei a ler, porque eu li primeiro li novamente, né, o original, capítulo por capítulo, ia lá pro teu, ia no ia lá pro teu. E e eu percebi que a composição de cada poema eram diferente. As rimas, as formas de apresentaram diferente. Aí o que que eu fiz? Fui estudar as rimas. Aí eu fui pesquisar. Ai que legal. É para poder entender o que que você queria dizer. E isso me fascinou, né? Que bacana. Por isso da nossa pergunta, né? De que forma essas ideias aparecem na sua obra poética? Muito boa. Muito bem. Que bom. Olha, tô vendo a minha outra filhotinha ali, a Dedeia, ó. Andreia, beijo da mamãe. Ah, o Rogério, amigo querido. A Cleuzinha chuca. Ai, que bacana. Olha quanta gente amiga, querida aí, né? E nessas referências aqui o Iraci traz, né, numa das das da dos textos, né, Deus sempre socorre o homem. é sempre e sempre atende a alma através do próprio homem, por meio das próprias da própria alma, do poema Efeitos da Oração. Efeitos da Oração. Exatamente. É. E nós queremos trazer para esse próximo momento, né, eh, uma reflexão em cima da página 44 do sexto capítulo. Sequiosos de vida eterna, ergamos nosso olhar. Se somos endividados, portemos a esperança. O Senhor renova sempre os celeiros da confiança para a realização do progresso espiritual e rompemos as cadeias que forjam com o mal, abandonando a sombra que não nos deixa brilhar, né? Advertências profundas, né? No capítulo 44 de seu livro, né? Na sua visão, Bet, a arte como a poesia pode ser um canal legítimo de serviço espiritual, assim como vemos no livro de André Luiz, como conciliar beleza literária com profundidade doutrinária? Pois é. Eh, a literatura espírita, ela é uma uma literatura diferente, porque há muita licença poética. E na licença poética, nós vamos percebendo que há literatura para todos os gostos, a literatura sensualista, né? A literatura que explora o pior que o ser humano tem. E isto, de certa forma é algo muito consentido entre os escritores, que há um um uma hadage que diz que a literatura não

teratura sensualista, né? A literatura que explora o pior que o ser humano tem. E isto, de certa forma é algo muito consentido entre os escritores, que há um um uma hadage que diz que a literatura não deve nada para ninguém, a pessoa pode escrever o que ela quiser, o que ela entender e tudo mais. Para nós espíritas não é assim, tá? A gente sabe que a literatura espírita ela sobretudo é uma forma de divulgação do espiritismo. E o leitor espírita, ele é um leitor que busca consolação através do conhecimento, porque o conhecimento é consolador. À medida que você entende, você percebe a razão das suas dores, o porquê e como atenuá-las. Então, é um leitor diferente, por isso ela precisa ser uma literatura diferente. É uma linguagem. Muitas vezes nós ouvimos assim, a linguagem dos livros espíritas é muito difícil. É porque nós estamos acostumados com essa linguagem coloquial, a literatura espírita, e esta é a razão porque a leitura e e a escrita da poesia é muito importante, porque a escrita da poesia ela te faz desenvolver vocabulário para fazer rimas. ricas. Tu não pode rimar ão, ão, ar, verbo simplesmente. Tu tu precisa aprofundar mais o teu conhecimento sobre o vocabulário, sobre as palavras, sobre as sílabas, enfim, tu tem tu tem que ter uma gramática mais pronta até para escrever os textos. a gente precisa dar a divulgação do espiritismo a nobreza que essa doutrina tem. É claro que há há palavras que já estão eh em desuso. Por exemplo, eu vou colocar hoje prolegômenos, não é? que é algo que a gente já não usa, mas eu vou usar um sinônimo correspondente, prefácio, introdução, mas eu preciso primar pela escrita que enobreça. Então, a gente tem que fazer as coisas de uma forma lúdica, de uma forma leve. simples, mas digna, mais bela. aqui na na crônica deste capítulo do qual você recita o o poema, Paulo, eh tem uma um parágrafo que essa é da nossa lavra que a gente coloca que a criação de palavras é incessante, a linguagem evolui e constantemente são adicionados pelas

ual você recita o o poema, Paulo, eh tem uma um parágrafo que essa é da nossa lavra que a gente coloca que a criação de palavras é incessante, a linguagem evolui e constantemente são adicionados pelas academias literárias, novos vocábulos que ingressam na linguagem usual. E o nosso dever qual é? É a gente treinando a fala, sabermos exatamente a procedência de determinados discursos que nós anotamos. Porque às vezes nós estamos repetindo palavras e repetindo falas que têm uma origem que não é condizente com os princípios da nossa doutrina. Esse crio a gente precisa fazer, porque são as palavras que nós vamos levar, que vão despertar os sentimentos, que vão acalmar as dores, que vão orientar, que vão abrir novos horizontes para o leitor. Então o hoje nós temos nos filmes, nos próprios livros, no próprio linguajar do dia um uso corrente de palavrões, por exemplo, não é? E isto vai plasmando formas, pensamentos. E as formas, pensamentos, elas vão atraindo sintonias. daqueles que se afinizam com esse tipo de linguajar, com esse tipo de de falar despreocupado com a beleza, com a utilidade, com aquilo que é bom. Então, a hoje nem a educação formal e nem a intelectualidade inibe esse tipo de fala grosseira, vulgar. das pessoas, porque isso vai, isso acaba retratando instintos enfermos que a gente se abstém de educar. Então, uma das recomendações do nosso querido Michelena para lermos poesia é exatamente educarmos os sentimentos, freiarmos os instintos, trazermos para o nosso o nosso diálogo, o nosso cotidiano, a beleza e a riqueza de uma língua, como é a língua portuguesa, né? E como é o como são os princípios da nossa doutrina. Que legal isso, né? E trazendo, né, essa profundidade que o Telésforo, né, traz na mensagem original, né, com essa importância desse, né, desse olhar, de nós nos mantermos, né, em condições muito mais elevadas, nos proporcionando, né, as nossas eh reais e necessárias eh colocações, né? Então, maravilhoso, né, essas reflexões aqui, a própria a própria doutrina espírita,

, né, em condições muito mais elevadas, nos proporcionando, né, as nossas eh reais e necessárias eh colocações, né? Então, maravilhoso, né, essas reflexões aqui, a própria a própria doutrina espírita, quando nós vamos estudar as características dos espíritos superiores, tanto quando nós estamos estudando da identidade dos espíritos lá em o livro dos médiuns, quando nós estamos falando da escala espírita em o livro dos espíritos, traz como característica da superioridade dos espíritos a língua imagem. Isso, tá? Então, é um é um para é um paradigma que nós, os escritores espíritas precisamos estabelecer para as obras que nós psicografamos, pesquisamos, organizamos, enfim. Perfeito, Bet. Eh, eh, a eu tô com dificuldade aqui no meu, mas nós vamos seguir, né? E até que a Tereca volta. É, eu tô caindo. Eu só tô caindo, não sei porquê. Acho que é a internet que tá oscilando muito, né? Toda hora me desculpa, mas a gente nós, a Bet estava, eu estava aqui fascinada ouvindo o que a Bet estava falando, né? Mas nós precisamos continuar. E e outra tônica no seu livro, Bet, que traz são vários assuntos, a prece constante, fala bastante da mediunidade também, né? vários vários várias ocorrências, vários fatos, né, com vários personagens ali. Mas uma outra algo importante que nos chamou atenção, porque hoje o mundo, né, e vive-se na atualidade grandes conflitos bélicos, a exemplo do que ocorria quando na primeira edição do livro Os Mensageiros, a gente vê isso lá no capítulo 18, que hoje retrata com fidelidade o mesmo estado de coisas. Então, nós gostaríamos que você detalhasse na detalhasse para nós a sua crônica quando ouvirdes de guerra da página 135 do seu livro. a esta crônica, porque o sermão profético, ele sempre exerce, né, sobre sobre mim um um fascínio. as frases do sermão profético. Eh, eu ouso dizer assim que é que nem Paulo e Estev para tudo que é assunto que você vai escrever, você encontra subsídios no sermão profético. E é muito interessante que o próprio benfeitor amigo, ele ele

u ouso dizer assim que é que nem Paulo e Estev para tudo que é assunto que você vai escrever, você encontra subsídios no sermão profético. E é muito interessante que o próprio benfeitor amigo, ele ele diz ali que os que não se encontram na linha de fogo, né, permanece nas linhas da palavra e do pensamento. Exatamente. nos trazendo esse esses conflitos vividos pela humanidade e que são nascidos do egoísmo, né? São produzidos pelos sentimentos inferiores, que o homem se torna violento e ele vai manejando os pensamentos, as ideias agressivas para o culto do ego e vai formando uma associação com os seus iguais. E isto vai, de certa forma construindo movimentos perturbadores da paz. Então, a a necessidade de da nossa transformação individual, da nossa pacificação, que é também algo que o nosso querido CPÉ tem alertado muito nas suas mensagens a necessidade do homem pacificado, porque são são essas amálgamas destas almas guerreiras que nós nos transformamos. que vão fomentando todos os conflitos até as grandes guerras. E aí nós fomos buscar na no livro do Angel Agarrô, grandes e pequenos problemas que ele trata sobre o problema da guerra, né? E Angel Agarrô faz uma afirmação que parece um paradoxo. Como André Luiz trabalha muitos paradoxos nesse livro, a forma dele escrever traz esses paradoxos, a gente achou interessante combinar também a proposta do Ângel Agarrô com os paradoxos apresentados pelo benfeitor amigo. E e ele diz que a guerra é santificada e maldita, que ela é desejada e temida. Olha que coisa interessante, né? Então ele vai mostrando essa contradição que existe no sentimento humano, porque nós sempre queremos resolver as questões e manter a nossa liberdade, seja no terreno individual, familiar, profissional e até no terreno das nações, dos povos, através da guerra. é do conflito, mas ao mesmo tempo que nós queremos isto, nós ansiamos pela paz, porque a guerra só é boa antes da gente entrar nela, quando a gente começa a se envolver. Embora os povos e nós às vezes não queiramos parar

o mesmo tempo que nós queremos isto, nós ansiamos pela paz, porque a guerra só é boa antes da gente entrar nela, quando a gente começa a se envolver. Embora os povos e nós às vezes não queiramos parar nas nossas guerras, nós começamos a experimentar a dor que é guerrear. Então, a gente volta a desejar a paz, né? Então ele vai dizer que a gente vai chegar e nós chegaremos a um cansaço. Eu acho interessante ele dizer isso, a um cansaço a ponto de fazer-nos silenciar os pruídos contendores e desejar a paz. Então a gente faz uma pergunta na crônica, né? Até que ponto nós já identificamos em nós esse cansaço convidando a silenciar esse nosso espírito belicoso, essa nossa tendência ao conflito destruidor, não ao conflito no aspecto positivo, que é o conflito das ideias, que é o conflito que leva ao progresso, mas esse conflito que muitas vezes almeja destruir o outro, destruir o sonho do outro, retirar o espaço do outro. Até que ponto nós já estamos eh prontos para isso, né? E Paulo de Tarso, ele vai falar na epístola aos Tessalonicenses, que nós devemos viver em paz uns com os outros. viver em paz uns com os outros. Olha, Paulo falava isso há 2000 anos, né? E Emanuel vai comentar essa passagem dizendo exatamente isso, que nós costumamos nos referir à guerra como se ela fosse um fenômeno de deratologia, né? um fenômeno monstruoso da política, exclusivamente atribuída aos desmandos de ditadores cruéis, quando na verdade todos nós somos intimados pela vida ao sustento da paz. Quantas vezes nós nos perguntamos isso: "O que é que eu estou fazendo para me pacificar e contribuir com a paz no meu entorno?" Tá? Então, o instrutor Alfredo neste neste capítulo ele vai falar desses dessa guerra travada no domínio dos pensamentos, das palavras. Quando a gente tce comentários, quando faz julgamentos, até acerca das guerras em andamento. Quantas vezes nós temos nos alinhado, ah, mas esse ditador devia ser morto, aquele deveria ser parado de alguma forma, não é? E e aí nós referimos aqui o o Dr. Car

até acerca das guerras em andamento. Quantas vezes nós temos nos alinhado, ah, mas esse ditador devia ser morto, aquele deveria ser parado de alguma forma, não é? E e aí nós referimos aqui o o Dr. Car Pitan, no livro eh Cepé, o Guerreiro da Paz, quando ele fala sobre a cultura de paz vivida na redução de São Miguel, que ele diz que assim como a paz se expande a cada atitude pacificadora praticada, a guerra se amplia a cada gesto ou pensamento que aposte no conflito. né? Então acho que para nós nesse momento, nós espíritas, sua muito forte esse convite de Jesus para que trabalhemos juntos, para que silenciemos os nossos ciúmes, para que apaziguemos as nossas quisilas, né? Porque ele nos deu a sua paz. Como ele é o modelo e guia, nós precisamos fazer essa grande tarefa. que é trabalhar sem descanso, no sentido de pacificar-nos, pacificar o mundo também do qual nós fazemos parte, né? Então, a nossa crônica foi nesse sentido, assim, esse convite, né, para que a gente acesse, como nós colocamos a última frase, acesse a nossa cripta interior com esse legado precioso e cheio de amor que Jesus nos deixou, que é a sua paz. Bem, o que me chamou atenção aqui nesse capítulo, na fala do Ângelo Agarrô, é no silêncio interior de cada alma, no trabalho consciente para sufocar os ímpetos atávicos para guerrearmos uns aos outros, se concentra o grande e desvelado trabalho individual dos seres dispostos a contribuir para a pacificação do mundo. Eu achei linda essa reflexão. Linda, né? Linda. Em cada onda mental de ternura, de fraternidade, de compreensão e de amor pelo próximo, inicia o saneamento das densas nuvens de ódio a saturarem a atmosfera espiritual da Terra. Muito bom, maravilha. É, aí a gente vê o trabalho de CPÉ em meio à guerra, né? Exatamente. Uma construção de fraternidade, né? É verdade. Seguimos. Eh, Bet, e eu quero te trazer uma uma um comparativo, uma fala, né, nesse sentido, né? Quais foram os maiores aprendizados que você teve ao escrever os mensageiros? Poesia e

, né? É verdade. Seguimos. Eh, Bet, e eu quero te trazer uma uma um comparativo, uma fala, né, nesse sentido, né? Quais foram os maiores aprendizados que você teve ao escrever os mensageiros? Poesia e crônicas. Se André Luiz lesse o seu livro hoje, o que você gostaria que ele visse ou sentisse nas suas palavras? Eu sou uma pessoa muito grata a esse espírito André Luiz, porque eu sempre fui uma pessoa iminentemente prática. E essa questão da de desvendar um pouquinho do mundo espiritual para mim sempre foi desafiador. E eu encontrei em André Luiz essa bússola, esse mapa, a forma como ele consegue trazer. Quando ele fala naquele capítulo assim, por exemplo, as defesas do mal, é isso. São tantas que agora já tô escrevendo o dois, né? E às vezes eu já misturo um pouquinho defesas contra o mal. Defesas contra o mal. E que ele vai, ele fala no castelo, né? E eu fico pensando o que que ele tá, o que que ele quer dizer com um castelo? É claro que o castelo é autoridade moral. O fosso, o que que é o fosso? é a distância que a sintonia provoca. Quando nós estamos vibrando em uma sintonia positiva, você abre um fosso, né, entre os seus pensamentos e aqueles pensamentos que querem assaltar-te. A torre de vigia. O que é a torre de vigia senão a visão do mundo espiritual superior que te alerta? Então, e o o que eu o que eu gostaria assim que ele ao olhar o livro ele dissesse assim para mim: "Olha, isso, isso aqui, isso aqui tá correto, é por aí. Vai em frente que tu tá chegando perto." Não, isso aqui, isso aqui não tá certo. Não é isso que eu quis dizer, tá? Pensa um pouquinho mais, estuda um pouquinho mais, porque não foi bem isso. Queria queria ter esse professor assim, sabe? Eh, olhando a essas considerações muito simples e e quando eu tava lendo a obra, eu pensei: "Poxa, tomara que mais gente leia os livros de André Luiz e façam essas correlações também, porque eu acho que auxilia muito no estudo. Agora no nosso centro espírita Leon lá, nós estamos estudando meus mensageiros.

ue mais gente leia os livros de André Luiz e façam essas correlações também, porque eu acho que auxilia muito no estudo. Agora no nosso centro espírita Leon lá, nós estamos estudando meus mensageiros. Cada domingo à noite é a espiritualidade na obra de André Luiz, que também eh casualmente, né, casual a casa não existe, mas assim como nasceu de um como a sexta literária nasceu de um projeto apresentado pelo Vinícius, a espiritualidade na obra de André Luiz também. E a gente tá estudando os mensageiros. E quando cada episódio, cada capítulo, a gente vai aprendendo e vendo os companheiros fazendo correlações, estudos que eu nem pensei ao escrever o livro. Então isso é muito bacana, assim, eh, a profundidade desses ensinamentos e que às vezes a gente aproveita pouco, sabe? E a outra coisa que eu queria era ver, era ter oportunidade de assistir um diálogo do nosso querido benfeitor, o Carlos Barbosa. Aqui tem uma fala dele, médico de almas, tá? E nas outras obras que a gente psicografa aqui, que aqui tem algumas crônicas que foram psicografadas. Médico de almas é uma delas. Eu queria assistir um diálogo entre o André Luiz e ele, porque eu acho que seria alguma coisa assim fantástica, né? Quem sabe até já não assisti na espiritualidade, mas não retive. É isso eu gostaria. E eu, o que eu aprendi com esse livro foi o quanto a gente precisa refletir sobre questões que muitas vezes nos parecem dominadas, vou dizer assim. Parece que a gente sabe. E quando a gente começa a refletir, a ler, a escrever, a pesquisar, a gente entende que o conhecimento humano, à medida que ele vai se aprimorando, ele vai nos trazendo mais recursos para que nós possamos entender essas maravilhas desse legado que o Chico nos deixou o quanto esta alma querida, o Chico Xavier, porque eu acho que o Chico também ele ele veio de um centro de mensageiros, eu não sei qual, talvez não seja este do livro, mas ele veio de um centro de mensageiros e alguém que me parece ter cumprido seguramente integralmente a sua tarefa.

e veio de um centro de mensageiros, eu não sei qual, talvez não seja este do livro, mas ele veio de um centro de mensageiros e alguém que me parece ter cumprido seguramente integralmente a sua tarefa. Então, o quantos espíritos podem investir naqueles que modestamente colocam seus recursos a serviço da implantação do reino na terra. Então, a minha gratidão por André Luiz, ela é imensa e eu espero não ter desfigurado nenhum dos seus ensinamentos. Eh, à medida que a gente foi colocando isso no livro e e com um desígno muito certo assim de que este estes apontamentos simples que nós fizemos, eles despertem o leitor a voltar e restudar e restudar muitas vezes a obra que embasou essa aqui. Esse é um pensamento, é uma vontade de nós que a gente vê assim, né? Já estudamos o livro Mensageiros, né? E as falas que tu traz e as reflexões em cima de eh de poesia e crônica, né? trabalhando. Acreditamos eh com certeza que essa mensagem de André Luiz, né, está clareando e e aí o convite, né, pros nossos leitores, né, é o convite para todos nós, né, fazermos este estudo do livro Mensageiros, né, André Luiz, e Mensageiros, né, eh poesia e crônica, que é essencialmente eh importante nessa contribuição, né? Verdade. Tava olhando ali a Helena, a nossa querida Helena, autora também, né, escritora. Infelizmente, muitas vezes não investimos na análise do nosso tornos pensante. É verdade, Helena, é verdade. É necessário pensar no bem coletivo para cooperar no saneamento atmosférico. É verdade isso aí. E que bacana, né, tudo isso, né? Muitas contribuições aqui. A gente poderia ficar aí várias, né? A Nelise aqui tá passando, né? Que maravilha, Bet. Muito bom ouvir as tuas palavras e fazer a autorreflexão para identificar até que ponto estamos contribuindo com as vibrações adoecidas. É verdade, Anelise, verdade, amiga. A nossa contribuição, né, paraa construção do reino dos céus, né, interior, né, e esta obra, acredito que seja uma grande contribuição nesse sentido, né, de nós nos eh darmos conta

se, verdade, amiga. A nossa contribuição, né, paraa construção do reino dos céus, né, interior, né, e esta obra, acredito que seja uma grande contribuição nesse sentido, né, de nós nos eh darmos conta de nossa realidade espiritual aqui encarnados já, né, pra gente fazer redificar, para nós fazermos um belo de um caminho, né? Então, é verdade, imensa gratidão aí pros companheiros que nos acompanharam nessa jornada. O relógio não para, né, que é algo que nos, né, nos impulsiona e e aí fica nosso sentimento real de imensa gratidão por essa oportunidade de aqui podermos estar. Estamos na quinta temporada da nossa sexta literária, né? E ficamos assim gratos por todas, né? E por essa noite em especial também a Tereca junto conosco, a Bet nos trazendo belas reflexões. Então, as considerações finais, eh, Tereca, depois a Bet, assim como você, Paulinho, a minha gratidão é imensa. Primeiro, eu já tinha lido há muito tempo os mensageiros, já tinha lido outras obras da André Luiz, agora abriu, né, com a com esse novo livro da Bet, abriu e e depois dessa sexta, eu acho que eu vou ter que ler de novo para pegar pontos que eu ainda não consegui eh captar. Com certeza. Eh, e tomara que mais pessoas também se incentivem a a ler a obra de Andaluz. Obrigada imensamente, Bet, e obrigada aos companheiros que estão no chat nos mandando mensagens animadoras, motivadoras. Então, amigos queridos, leitores queridos, né? Eu vou encerrar com aquele texto de Gibran que coloquei aqui no no preface do livro e é dedicado a todos vocês leitores a quem eu agradeço imensamente. Para o leitor basta que uma pessoa leia o livro. Isto é suficiente, né? Então, eh, a gente fica muito feliz. Gibran pergunta assim: "E o que é trabalhar com amor?" E ele responde: "É tecer o pano com fios tirados do vosso coração, como se o vosso bem-amado fosse usar aquele pano. É construir uma casa com afeição, como se o vosso bem-amado fosse viver naquela casa". é semear as sementes com carinho e fazer a colheita com alegria,

omo se o vosso bem-amado fosse usar aquele pano. É construir uma casa com afeição, como se o vosso bem-amado fosse viver naquela casa". é semear as sementes com carinho e fazer a colheita com alegria, como se o vosso bem-am fosse comer as frutas. Então você, leitor, leitora, é para essa escritora o bem amado. E é para ti que o pensamento voou ao tecer cada palavra e cada linha com os fios do meu coração, impregnando-as com o hálito do carinho que exala de uma alma gratificada. ao recolher a dádiva do dever cumprido, quando os teus olhos contemplarem essas páginas. Muito obrigada. E a nossa gratidão, né, pessoal, por todos que estão conosco. Eh, cada mês nós temos uma bela reflexão na cesta literária, então estejamos juntos em próximos momentos. Uma boa noite. Tudo muda ao nosso redor. As estações passam, os dias chegam ao fim. Teorias se modificam, costumes se alteram, patrimônios materiais são transferidos, lideranças se sucedem umas às outras. De um instante para outro, tudo se transforma. Diante da impermanência das situações da vida física, a imortalidade se apresenta como realidade inevitável. Ergueu-se o véu. O mundo espiritual aparece-nos na plenitude de sua realidade prática. Não foram os homens que o descobriram pelo esforço de uma concepção engenhosa. São os próprios habitantes desse mundo que nos vem descrever a sua situação. Ante a certeza da sobrevivência do espírito, o preparo para a vida após a vida começa agora. A Federação Espírita do Rio Grande do Sul convida para o seu 13º congresso sob o tema Vida Futura em permanência e imortalidade à luz do Espiritismo. Participe desta experiência imersiva que reunirá estudiosos do Espiritismo em um ambiente de aprendizado, reflexão e reencontro. E mais, todo carbono gerado pelo evento será compensado com um plantil de árvores, reafirmando o compromisso dos espíritas com a sustentabilidade ambiental. Agregue novos sentidos à sua vida nos dias 17, 18 e 19 de outubro de 2025 no salão de atos da PUC em Porto Alegre.

de árvores, reafirmando o compromisso dos espíritas com a sustentabilidade ambiental. Agregue novos sentidos à sua vida nos dias 17, 18 e 19 de outubro de 2025 no salão de atos da PUC em Porto Alegre. Acesse congressespiritrs.org.br BR e realize a sua inscrição.

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