Anderson Portugal | ALÉM DOS OUTROS (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 15/04/2025 (há 11 meses) 43:33 562 visualizações

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Transcrição

Bom dia a todos. Que sejam todos e todas bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. Tantos que nos acompanham aqui presencialmente no salão Bezerra de Menezes. Também aqueles que nos acompanham pela internet, seja agora ao vivo, posteriormente de forma gravada, que a paz de Jesus possa estar conosco. Hoje seria a palestra da nossa irmã Andreia. Infelizmente, ela teve um contratempo e aí então eu ficarei responsável por conduzir a reflexão desta manhã. Mas antes da gente adentrar na palestra, como é de costume, a gente costuma pegar um trecho de um livro, uma mensagem pra gente ler, refletir sobre a mensagem e só ajudar a gente ficar presente nesse momento da palestra. E para hoje eu peguei esse livro chamado Conselhos úteis, de autoria de Hilda Pereira Magalhães, que foi recebida pela média Alonso, né? Esse livro foi editado aqui pela comunhão Espírita de Brasília e são pequenas mensagens, né, que a Hilda Magalhãs escreveu por intermédio da Ida Alonso e a e a Ida Magalhãs era mãe da Ilda Alonso. Então são conselhos de uma mãe para uma filha, né? Ele é um livro bastante rico com informações e a gente pode usar ele no nosso dia a dia, ao acordar, ao ir dormir, momento que a gente tá em alguma aflição, em alguma preocupação, alguma mensagem pode aqui tocar nosso coração e alinhar os nossos pensamentos pra gente fazer o que é preciso ser feito. O capítulo que eu abri aqui foi Tesouros da Sabedoria e do amor. Estás a um passo da compreensão das verdades divinas, pelo muito que tens estudado, lido e relido o Evangelho. Mas todo esforço terá sido em vão se ainda não tiveres aproveitado na tua modificação interior. Será que consegues vencer as tuas fraquezas e imperfeições? Acaso já podes pronunciar o nome de Deus com aquela unção e respeito dos verdadeiros cristãos, portadores de fé viva e operante? Quando puderes responder afirmativamente a essas questões, terás obtido a utilização perfeita para os conhecimentos que vens acumulando. Que o Senhor te faça acrescentar os tesouros

é viva e operante? Quando puderes responder afirmativamente a essas questões, terás obtido a utilização perfeita para os conhecimentos que vens acumulando. Que o Senhor te faça acrescentar os tesouros da sabedoria e do amor. Então a Magalhães trazendo a reflexão de que ainda que a gente estude, reflita, pense sobre o evangelho, como é que a gente tá usando o nosso dia a dia, né? a gente já conseguiu colocar o evangelho em prática nosso dia a dia ou a gente ainda tá num campo intelectual e só reflexivo? Então é uma pergunta que acho que cabe a todos nós todos os dias, né? Então, nessa reflexão, vamos elevar nosso pensamento a Deus, nosso pai, agradecendo por esta oportunidade da presente encarnação e também por mais esse dia que se apresenta diante dos nossos olhos. Obrigado também toda a espiritualidade que prepara este ambiente para a palestra de hoje, que prepara nosso coração, que a gente possa refletir sobre o que será dito, refletir nas nossas vidas o que que eu posso aplicar sobre a mensagem da palestra. que a gente possa ter um bom momento de reflexão amparado por Jesus e pela espiritualidade. Que assim seja, graças a Deus. Então, pra palestra de hoje, a gente tomou como inspiração um dos capítulos desse livro aqui chamado Fonte Viva. Esse Fonte Viva é de autoria de Emmanuel e foi recebido pelo médio Francisco Cândido Xavier. Esse livro faz parte de uma coleção de cinco livros, onde Emmanu pega uma transcrição do Novo Testamento e faz uma reflexão em cima dele. Também é uma boa opção pra gente ter um livro ali de cabeceira, fazer uma leitura ao acaso ou na sequência, se a gente assim desejar. Mas também fica o convite para esse tipo de livro que tem o Evangelho como referência e uma reflexão posteriormente para fazermos o evangelho no lar. Para quem não faz, fica o convite para começar a fazer. E para quem já faz, fica o fortalecimento de manter essa prática. Em rápida síntese, o evangelho lá é o momento que a gente separa na nossa semana, 15 minutos a 30 minutos, para

para começar a fazer. E para quem já faz, fica o fortalecimento de manter essa prática. Em rápida síntese, o evangelho lá é o momento que a gente separa na nossa semana, 15 minutos a 30 minutos, para refletirmos o ensinamento de Jesus em nosso lar. também trocando em miúdos. É o convite que fazemos a Jesus de entrar ao nosso lar, porque ele disse que onde dois ou mais estiverem reunidos em nome dele, ele também estaria presente. Então, o evangelho no lar é esse convite que fazemos Jesus, nossa casa para refletirmos os ensinamentos dele. Isso nos fortalece como espíritos, fortalece o nosso lar. A Joana de Angeles, mentora do Divaldo Franco, fala inclusive que fortalece o bairro. E se várias casas começam a fazer o evangelho no lar, fortalece a cidade. Então, a prática do evangelho no lar é algo que precisa ser rotineiro. Assim como a gente escova os dentes todos os dias, assim como a gente se arruma para ir pro trabalho, para ir pra escola, faculdade, nós também precisamos ter essa rotina com relação ao evangelho no lar. E essa série aqui da fonte viva é uma boa opção. E na reflexão de hoje estamos no capítulo 96, que Emanuel escolheu como título além dos outros e também se transformou no título dessa palestra. Emanuel aqui ele vai fazer uma diversas perguntas para nós, alguns no estilo de Emmanuel, de puxar a orelha, para pensarmos no nosso dia a dia como a gente tem aplicado o evangelho. A leitura inicial veio bem ao encontro da palestra, porque por mais que a gente esteja sempre refletindo, sempre ouvindo o ensinamento de Jesus, a que até que ponto nós estamos colocando ele em prática? Emanuel, ele pega um trecho do Evangelho segundo Mateus, capítulo 5, versículo 46. E a pergunta que Jesus faz, tá registrado no Evangelho, diz: "Não fazem os publicanos também o mesmo?" Os publicanos na época eram os cobradores de impostos, né? Eram o ofício que Mateus tinha, né? Antes de encontrar com Jesus. E os publicanos não eram bem vistos, não eram bem quistos. Quem por acaso acompanha a série de

oca eram os cobradores de impostos, né? Eram o ofício que Mateus tinha, né? Antes de encontrar com Jesus. E os publicanos não eram bem vistos, não eram bem quistos. Quem por acaso acompanha a série de Chosen, né, os Escolhidos, a gente consegue perceber muito bem essa aversão a Mateus na série. Simão, filho de Jonas, que fora depois conhecido como Pedro, não suportava ficar do lado de Mateus. Até porque bem na primeira temporada passa essa mensagem, Pedro é cobrado de impostos atrasados e com risco de ser preso por não tá conseguindo pagar os impostos. E quem faz essa cobrança, quem fica vigilante em cima de Simão é Mateus. Então já tá uma versão aí no início do da relação entre Mateus e Pedro. Nós temos também uma cena onde que Jesus tá sempre mandando dois em dois. Maria de Madalena, ela foge do grupo. Quem vai resgatar a Maria é Simão e Mateus. Uma outra situação na série também aborda de que ele pega o Simão, o zelote para andar junto de Mateus. E o zelote era um grupo de judeus na época que queriam a libertação do povo de Israel, mas com base na força. Então, todo aquele que ajudava o império romano era dito como inimigo. E se os publicanos estão cobrando os impostos do povo judeu para fortalecer o império romano, ele também era o inimigo. Então, Mateus era visto como inimigo o tempo todo. Tanto que na passagem do evangelho, e a série aborda muito bem isso, quando Pedro vai questionar a Jesus: "Até quando eu devo perdoar o meu inimigo? Até quando eu devo perdoar aquele que me ofende? Será que até sete vezes?" E Jesus responde: Eu te digo que não até sete vezes, mas até 70 x 7. E no íntimo, Simão estava se referindo ali a Mateus. Quanto que eu devo perdoar Mateus diante de tantos impostos que ele foi cobrando do nosso povo? E Jesus firme ali com relação ao perdão. E estão trazendo essas relações de que os publicanos eram muito mal vistos pelo povo judeu. Pegando ainda um um parêntese da série, também vemos isso com relação a Mateus e o pai dele. O pai ele exclui

estão trazendo essas relações de que os publicanos eram muito mal vistos pelo povo judeu. Pegando ainda um um parêntese da série, também vemos isso com relação a Mateus e o pai dele. O pai ele exclui Mateus de sua vida pelo fato dele ter optado em concordar com o império romano de cobrar os impostos. Então Jesus nessa pergunta ele falou assim: "Olha, se eu tô sempre ali ajudando o próximo, querendo o bem a quem me faz o bem, os publicanos também não fazem isso? Os publicanos também não amam aquele que ama. Jesus vem nos convidar a ir um pouco além, a ir além do que é dito ordinário, ir além do que qualquer um faz. a gente se esforçar para dar um passo além. E aí vem as perguntas que Emanu nesse no nesse capítulo, né, do Fonte Viva. E aí eu vou ler junto com vocês. Emanu assim começa. Trabalhar no horário comum irrepreensivelmente. Então assim, ó, eu trabalhar no meu dia, se eu trabalho de 8 às 5 ou de 9 às 6, não importa. Eu bater o ponto às 8 horas, trabalhar, parar para almoçar e voltar a trabalhar é é o comum cuidar dos deveres domésticos. Então eu cuidar da minha casa, manter a laceada, cozinhar, passar, lavar, também é ordinário. Satisfazer exigências legais e exercitar a correção de proceder, fazendo bastante nas esferas das obrigações inadiáveis, são tarefas peculiares a crentes e discrentes na senda diária. Então, eu fazer o que eu preciso fazer no meu trabalho, em casa, eu estudar quando necessário na faculdade, na escola, é o ordinário, é o básico que tantos os crentes e os discrentes fazem, os cristãos e os não cristãos, aqueles que acreditam em Deus e são espiritualistas e aqueles que são materialistas que não acreditam em nada, que a gente chama de ateu ou agnóstico, que é aquele que não crê e nem descrê. Não importa. Todos são convidados a fazer o ordinário. Jesus, contudo, espera algo mais do discípulo. Corresponde aos impositivos do trabalho de turno, criando coragem, alegria e estímulo em derredor de ti. Então, a gente tá cumprindo o nosso dever de um trabalho. E nosso dever do

o mais do discípulo. Corresponde aos impositivos do trabalho de turno, criando coragem, alegria e estímulo em derredor de ti. Então, a gente tá cumprindo o nosso dever de um trabalho. E nosso dever do trabalho, criamos em nosso redor a coragem, a alegria e o estímulo em derredor de nós. Nós no nosso dia a dia podemos nos considerar como referência de discípulos de Jesus? Porque o evangelho, na síntese da sua palavra, é traduzido como a boa nova. É uma boa notícia. Jesus prometeu aquele que seguira a boa nova o reino dos céus. Não aquele reino dos céus externo que muito na época os judeus esperavam, mas é aquele reino dos céus no interior. É aquela paz de espírito que aconteça o que acontecer à nossa volta, conseguimos manter a nossa calma e a nossa paz. É fácil conseguir isso? Não é? A gente o tempo todo é testado, é tentado. Quando a gente consegue est calmo, vem a vida e muda tudo de novo. Ah, agora eu eu arrumei aqui minha vida, tudo certinho. Aí a vida faz o quê? Muda todas as perguntas, muda toda a situação. Aí você fala assim: "Poxa, mas eu tava me preparando para cá, que que tá acontecendo?" Pois é, a vida tá te convidando a vir para cá agora. Só que independente dessas mudanças que a vida convida para todos nós, se a gente tá em paz de espírito conosco mesmo, a gente se adapta. Não que seja fácil novamente eh reprisar, mas a gente vai ter força, vai ter resiliência para permanecer em frente. Então aquele que se considera um discípulo de Jesus e aceita esse convite de Jesus a seguir os seus passos, precisa no seu dia a dia ser essa referência, como o Emano coloca aqui, de coragem, alegria e estímulo. É aquele, não sei se vocês já viram uma figura que tem uma uma série de palitos de fósforos e aí os vai pegando um fogo um do lado do outro. Como tá um colado com outro, o primeiro pega fogo, o segundo pega fogo e ele vai pegando fogo na sequência. E a figura aponta que um palito de fósforo sai da linha. E como ele sai da linha, aquele fogo para no palito de fósforo anterior

iro pega fogo, o segundo pega fogo e ele vai pegando fogo na sequência. E a figura aponta que um palito de fósforo sai da linha. E como ele sai da linha, aquele fogo para no palito de fósforo anterior e não queima os demais. Jesus está nos convidando no nosso dia a dia de trabalho, de estudo, que a gente seja esse palito de fósforo que ao perceber que tá pegando fogo, a gente saia, a gente ser no nosso ambiente de trabalho, de estudo, uma referência assim: "Poxa, ele realmente tá se esforçando ou ela realmente está se esforçando para ser um discípulo de Jesus." Só que continua fazendo as perguntas. Sabes improvisar o bem onde outras pessoas se mostraram infrutíferas? Ou seja, num ambiente em que ninguém tá procurando fazer o bem, ninguém tá procurando levantar o estarte da caridade, do amor, assim como Jesus ensinou. Será que a gente naquele ambiente tem condições de plantar o bem? A gente vai ter coragem de se manter fiel a Jesus num ambiente que tá tudo dando errado? A gente não precisa ir muito longe. Quantas reclamações nós podemos ter na cidade que moramos, no país que moramos? Infelizmente, Brasília aqui às vezes tem o estereótipo por conta da corrupção, por conta de deputados e senadores que optaram pela corrupção. Mas quer dizer que todo mundo em Brasília é corrupto? Imagine alguém que num ambiente em que esteja a corrupção seja algo comum a ser fazer, a ser feito. Alguém que levante a boa, a fidelidade, a boa nova, o modo correto de agir. Tem um filme chamado acho que Os Corajos. E aí tem uma cena desse filme que é uma um pai de família com poucos recursos. E ele trabalha na parte de de gestão de estoque. O chefe chega para ele, o chama para conversar e fala: "Nós temos um cargo para lhe promover. Você vai ser o supervisor. Mas eu tenho uma um pedido para você. Amanhã vai chegar 11 compartimentos e eu peço que você registre 10 compartimentos". Ele acha estranho. Falou assim: "Senhor, mas eh vão chegar 11. Sim, mas eu te peço para registrar 10". Ele fica meio enculcado, meio sem

compartimentos e eu peço que você registre 10 compartimentos". Ele acha estranho. Falou assim: "Senhor, mas eh vão chegar 11. Sim, mas eu te peço para registrar 10". Ele fica meio enculcado, meio sem jeito. Ele falou assim: "Volte amanhã, converse com sua esposa." E ele vai conversar com a esposa. Eles estão passando dificuldade, não tem dinheiro para comida todos os dias. E na conversa ela falou assim: "Não, você precisa aceitar, porque se você não aceitar você vai ser demitido. O que que vai ser de nós? Os nossos filhos." E ele tá angustiado com aquela situação. E ele reza, ele ora a Deus pedindo orientação, sem saber o que fazer. Chega no dia seguinte, o chefe chama ele e pergunta: "E aí, você aceita o trabalho de ser supervisor?" E aí ele responde que não, que ele não poderia aceitar o trabalho, pois ele precisaria estar mentindo. Ele precisaria negligenciar a informação que ele estava recebendo com relação ao estoque recebido. Tinha um chefe e um outro supervisor. Eles se entreolham, riem e fala: "Muito bem, você está contratado". E ele fica sem saber o que aconteceu, porque ele já tava esperando a demissão. E aí o chefe, o responsável pela empresa, falou assim: "Não, é porque você foi a nossa última escolha. Nós tínhamos entrevistado diversos candidatos e todos aceitaram o convite. Só que eu preciso que alguém nessa função de supervisor do estoque seja alguém digno, fiel, correto. E você demonstrou, ainda que se arriscando com o próprio emprego, estivesse firme na proposta de fazer o que é certo, ele se fica empolgado, se emociona e liga pra esposa. E a esposa já no outro lado do telefone imaginando, né? Tá bom, meu amor, eu sei que você ficou desempregado agora, a gente vai dar o jeito, a gente vai dar volta por cima, a gente vai conseguir. Ele: "Não, mulher, eu consegui. Era um teste, eu estava sendo testado." E esse filme tem outras cenas dentro dele, né? Mas essa em especial traz esse convite que que Emanuel coloca aqui no texto de que no ambiente, ainda

u consegui. Era um teste, eu estava sendo testado." E esse filme tem outras cenas dentro dele, né? Mas essa em especial traz esse convite que que Emanuel coloca aqui no texto de que no ambiente, ainda que o ambiente esteja promisco, ainda que o ambiente esteja equivocado nas suas decisões, que a gente seja perseverante no nosso dia a dia, que a gente seja perseverante no que a gente acredita o que é certo. continua falando que se a gente aproveita com êxito o material que outrem desprezou como emprestável, então aquele material que não serviu para nada, eu olho pro material e falo assim: "Poxa, isso pode ser útil. A gente pode fazer isso com material reciclável. Quanto material descartável é lixo pra visão de um e para outro vira uma obra de arte". Eu lembro uma vez lá no Rio de Janeiro, na Casa da Moeda do Brasil, onde faz as cédulas e as moedas, eles fizeram armação de óculos, mesa, cadeira, com restos de cédulas que tinham sido danificadas. Eles trituraram as cédulas e viraram uma obra de arte. E algo útil, né? Então, algo ali para poder sentar. Lógico que virou um museu, né? Mas é uma reflexão de que ainda que eu veja algo que é descartável, eu consiga ser rotilizável. Só que essa reflexão vai além do material. Quantas pessoas para a sociedade são consideradas descartáveis? Quantas pessoas são consideradas como infrutíferas, como algo que ele coloca aqui imprestável. Ah, essa pessoa não serve para nada. Será? Será que cada um de nós não tem um talento interior? Se a gente for refletir sobre administração de empresas, se formos refletir sobre organização e liderança, nós vamos ver que é comum o senso, é, há um senso comum de que o líder, aquele que tá à frente do grupo, ele consegue perceber as características de cada um e vai indicar para cada um que aquela pessoa tem de talento. Então, alguém tem mais aquele hábito de planejamento, então essa pessoa vai ficar nos bastidores planejando as ações. Outro não gosta muito de planejar, ele gosta mais de colocar a mão na massa. Então esse vai ser

tem mais aquele hábito de planejamento, então essa pessoa vai ficar nos bastidores planejando as ações. Outro não gosta muito de planejar, ele gosta mais de colocar a mão na massa. Então esse vai ser direcionado para as ações. Mas eu também não posso deixar a pessoa solta, senão ela se perde. Eu tenho que ser algo focado. E a gente percebe que a ciência e a sociedade como um todo tem começado a a perceber esses detalhes, esses talentos interiores. A gente tem começado a se esforçar mais em respeitar o o próximo, as limitações que cada um tem e dentro das limitações que cada um tem, identificar como elas podem ser úteis. Outro dia eu vi a um vídeo na internet, uma menina menina com síndrome de Daliz porque tava tirando a carteira de motorista, algo que alguns anos atrás era impensável e ela se sentindo útil por ter condições de dirigir um carro. Então a gente percebe que em algumas situações pessoas que a gente possa pensar que são imprestáveis, elas têm a sua utilidade. E aí Emanuel fica também repetindo, será que a gente consegue perceber, ter essa visão de sermos colocarmos utilidade em tudo que tá à nossa volta? Emanu continua: "Aguardas com paciente onde outros desesperaram?" Ou seja, tá todo mundo desesperado, tá todo mundo sem esperança e você tá com paciência? Lembrando agora tem uma cena, uma cena não, um relato, né, do próprio Chico Xavier em que ele tava num num voo, né, dentro do avião e o avião passa por um momento de turbulência. E nesse momento de turbulência, todo mundo começa a gritar. O piloto tenta acalmar os ânimos falando que eles estavam passando por uma situação que era conhecido como vento de caudda. E o que poderia acontecer é que eles iam chegar um pouco mais rápido ao seu destino. O Chico Xavier fala que alguém gritou dentro do avião de que só se a gente chegar mais rápido do outro lado da vida. Só que aquele ambiente de desespero, de risos e gargalhada, que acontece, né? Várias pessoas quando ficam nervosas e e tensas começam a rir, começam a ficar meio e

r mais rápido do outro lado da vida. Só que aquele ambiente de desespero, de risos e gargalhada, que acontece, né? Várias pessoas quando ficam nervosas e e tensas começam a rir, começam a ficar meio e tendo não tendo controle das suas emoções. E Chico já viia narra que aquele momento era esse. E diante de todo mundo começou a gritar, o Chico também começou a gritar. E ele fala que começou a gritar: "Valei me Deus! Socorro! Pô, só corre a gente. Eis que Emanuel, o mentor do Chico Xavier, aparece e fala: "Chico, eu ouvi o seu chamado. O que que aconte que que tá acontecendo?" Ah, mano, você não está vendo que estamos correndo risco de vida? Emanu com a sua firmeza? Sim, estou vendo, mas vocês não são privilegiados por conta disso. Outras pessoas também estão passando pelo risco de vida neste momento na Terra. Chico fala que sim, então se eu estou passando por risco de vida, então eu vou gritar. Valei, me Deus. Socorro, me ajude. E aí olha para Chico e fala assim: "Chico, você não acha que este momento de desespero, de agonia, de risco de vida, não é uma oportunidade que você demonstre para quem está ao seu lado na imortalidade da alma a que você acredita? Se eu acredito que eu sou imortal, porque eu desespero? E aí o Chico com argumenta com o Emanuel, fala assim: "Sim, tudo bem, eu entendo, mas eu vou gritar". E e continua gritando e continua desesperado. E Em Emanuel percebendo que a sua orientação não tava dando fruto nenhum, chega para Chico e fala assim: "Tá bom, então você quer gritar?" Então se esforce para já achando que você vai morrer, mas que morra em silêncio, morra com educação. E aí Chico fala que não sai do do avião. Aí passa o tempo, o avião passa a turbulência e segue. O Chico ele contando essa história tá no num dos programas do Pingafogo, mas se vocês colocarem no YouTube, né, Chico Xavier, a história do avião, vai aparecer ele mesmo contando essa história e ele termina ele narrando mesmo, né? que até hoje, até aquela época, ele tava tentando entender como a

no YouTube, né, Chico Xavier, a história do avião, vai aparecer ele mesmo contando essa história e ele termina ele narrando mesmo, né? que até hoje, até aquela época, ele tava tentando entender como a gente conseguiria morrer com educação. Mas nessa reflexão e em Emanu coloca aqui de que ainda que o ambiente esteja tumutulado, será que a gente tá conseguindo fortalecer na nossa paciência, no nosso na sua perseverança de que a gente não tá sozinho, a gente tá amparado? Eu vou fazer uma pausa aqui trazendo umas outras reflexões com relação à além dos outros. Jesus fala de ir além dos outros na parábola do bom samaritano. Se a gente for recordar da parábola do bom samaritano, tava ali uma pessoa abandonada na estrada e o samaritano resolve acolher. Só que ele não só acolhe o ferido, ele deixa numa estribaria, paga as despesas e diz que quando voltar ele vai pagar além do que aquela pessoa precisar de ajuda. Então ele não só focou em ajudar aquele que estava ferito na estrada, como foi além. Uma outra passagem também pensando em ir além é a história de Zaquel. Zaqui era de baixa estatura. Ele sobe na árvore para poder ver Jesus passando. A multidão estava junto de Jesus. E aí Jesus olha para Zaqueu e fala assim: "Zaqueu, desce daí. Hoje convém que eu vá pra sua casa." E aí os os discípulos ficam estranhos porque assim, pô, a gente vai paraa casa dele. Ele também era um cobrador de impostos, era um publicano. E aí aquela aquele incômodo, mas Jesus mantém firme. E aí, e Zaquel recebendo Jesus e os apóstolos em sua casa, diz que percebe que a grandiosidade de Jesus, que Jesus é o Messias e que ele devolveria tudo que ele tinha cobrado indevidamente ao próximo. E não é só isso. Ele não só devolveria uma vez, mas quatro vezes mais. Então, naquela reposição do mal que ele tenha aplicado em seu povo, ele multiplicaria aquela reposição, aquele reparo do equívoco. Então, Zaquel também é uma referência desse esforço de ir além. E esse esforço de além a gente precisa est verificando, como eu falei no

ele multiplicaria aquela reposição, aquele reparo do equívoco. Então, Zaquel também é uma referência desse esforço de ir além. E esse esforço de além a gente precisa est verificando, como eu falei no começo, no nosso dia a dia. Na questão 886 do livro dos espíritos, Kardec pergunta aos espíritos o que consistia a caridade segundo entendia Jesus. E aí é o chamado bip, que a gente ouve muito quando vai estudar o espiritismo. É a benevolência para com todos. Então, precisamos ser bom para com todo mundo, sem distinção. A indulgência para com perfeições alheias. Então, se eu tô ali verificando se tem algo errado, eu não multiplicar o erro, eu não ficar falando do erro do outro, do equívoco do outro, eu ser indulgente, eu guardar para mim e o perdão das ofensas. Então esse é o básico da caridade. E aí para por aí, não? A gente vai avançando um pouquinho no livro dos espíritos. Há uma questão chama 922 que Kardec fala que a felicidade é terrena. A felicidade terrena ela é relativa à condição de cada um. Mas Kardec pergunta se existe alguma fórmula, algum modo de atingirmos a felicidade, mas para todo mundo de forma indistinta. E aí os espíritos respondem em dois braços na vida material a posse do necessário. Então toda vez que eu vou além do necessário, eu acabo a o ganho de felicidade não é proporcional ao ganho material que eu conquisto. Na outra ponta em relação à vida moral é a fé no futuro, na vida futura e a consciência pura, a consciência tranquila. E o que que seria essa consciência tranquila? É eu deitar no travesseiro, estar bem comigo mesmo, estar consciente de que eu não pratiquei o mal. Mas será somente não praticar o mal eh basta? E aí Kardec, numa outra questão chamada 642, Kardec pergunta aos pitos: "Convém ali? Eu vou agradar a Deus, assegurar minha posição no reino dos céus, uma posição boa na vida futura? Basta ou não fazer o mal? Os espíritos falam que não. Não basta só não fazer o mal. É preciso fazer o bem no limite de nossas forças. Então, não fazer o mal, não

céus, uma posição boa na vida futura? Basta ou não fazer o mal? Os espíritos falam que não. Não basta só não fazer o mal. É preciso fazer o bem no limite de nossas forças. Então, não fazer o mal, não devolver o mal com o mal é o ordinário, é o básico. O que Jesus nos convida e o que emano reflete nessa nessa lição do livro Fonte Viva é que a gente precisa ir além. E esse força, essa força de ir além é fazer o bem no limite de nossas forças. E aí convém frisar esse limite das nossas forças, porque cada um vai ter o seu limite. Cada um vai entender até que ponto eu consigo fazer o bem, até que ponto eu consigo ser útil no meu dia a dia. Então é um convite pessoal. Não adianta eu ficar olhando pro outro. Eu preciso olhar pro meu dia a dia. E essa frase que que Emmanuel retira, né, do Evangelho segundo Mateus, que Jesus disse, não fazem mesmo os publicanos um pouquinho antes, Jesus estava falando de amar os inimigos. É aquele, a passagem de que Jesus fala de se alguém bater numa face, a gente ofereça outra. Se alguém tirar a nossa capa, que leve a túnica. Se alguém convida a gente a andar uma milha, que andemos duas. Jesus convidando a gente esse esforço nosso de ir além, ir além do comum, do ordinário. Eu gostaria de eh trazer a uma sugestão de de ação aqui pra gente hoje, que a gente costuma chamar de visualização terapêutica. Quem se sentir à vontade, a gente convida a fechar os olhos. Fechar os olhos pra gente eliminar o sentido da visão na nossa reflexão. Para quem não se senti à vontade de fechar os olhos, não tem problema. Eu convido apenas que foque num ponto fixo à sua frente. Não olhe pros lados, evite se distrair. Com os olhos fechados ou concentrados num ponto, vamos imaginar a gente num local tranquilo do nosso sagrado, aquele local que a gente se sinta bem, que a gente possa se sentir em paz. Podemos pensar numa montanha, numa cachoeira, numa praia ou queçá aqui mesmo no salão da comunhão. A gente tá tranquilo nesse ambiente, a gente tá sereno com os nossos

a gente possa se sentir em paz. Podemos pensar numa montanha, numa cachoeira, numa praia ou queçá aqui mesmo no salão da comunhão. A gente tá tranquilo nesse ambiente, a gente tá sereno com os nossos pensamentos, estamos em paz. É dia, mas a gente olha pro céu e percebe algo diferente no céu. Aparece uma estrela. A gente fica confuso porque não é noite e essa estrela tá brilhando. Percebendo as as, perdão, percebendo a estrela, ela começa a se aproximar. A gente fica ainda confuso, sem entender se pode ser um avião, um helicóptero, mas a estrela vai aumentando de tamanho, cada vez mais e começa a tomar a forma, a forma de um corpo. A gente não consegue identificar quem é que tá se aproximando, mas a gente sente que já conhece essa pessoa. A gente sente uma paz em nosso espírito que há muito tempo a gente não percebia. A estrela se aproxima do chão e começa a caminhar ao nosso encontro. A gente se levanta e fica tentando perceber quem é. Chegando mais perto, percebemos que é Jesus. Jesus com seu olhar sereno, calmo e tranquilo, sorri para nós e ergue os braços. Ao erguer os braços, a gente vai ao seu encontro e também um abraça, sentindo nesse abraço a paz de Jesus, a calma em nosso coração, sentindo todo o amor que Jesus está colocando ao nosso coração. A gente quer falar alguma coisa, a gente quer perguntar, mas a emoção não deixa. Só sai da nossa boca a mesma fala que Saulo de Tarso fez na porta de Damasco. Senhor, o que queres que eu faça? Jesus olha pra gente e diz: "Vá e faça além dos outros". Aplique o evangelho e sua vida além dos outros. Seja um bom cristão além dos outros. Nesse abraço, toda a luminosidade do mestre vai pro nosso interior. E essa luz agora nos acompanha, vai nos acompanhar nos nossos lares, no nosso trabalho, nos nossos ambientes de estudo, enfim, em nossa vida. E que a gente fique com esse pedido que Jesus fez a cada um de nós, que a gente possa ir além dos outros, que a gente possa saia daqui em paz e fortalecido para uma boa terça e uma boa

em nossa vida. E que a gente fique com esse pedido que Jesus fez a cada um de nós, que a gente possa ir além dos outros, que a gente possa saia daqui em paz e fortalecido para uma boa terça e uma boa semana. Que assim seja. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e

e cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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