Afinal, somos o espírito no tempo? Com Chris Drux, Ivana Raisky e Jorge Elarrat
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เฮ Ja. Muito bem, boa noite. Boa noite a todos. Que alegria nós estarmos juntos aqui nessa terça-feira, dia 15 de abril de 2025. Boa noite, Cristiane Drux. >> Boa noite, Ivanita. Boa noite, Jorge. Boa noite a todos que nos acompanham de novo juntos. Que bom. >> Boa noite, Jorge Alará. >> Boa noite, Vana. Mas eu quero Boa noite, Cris. Tudo bem? Eu quero saber notícias do Congresso de Goiânia. Como é que foi lá o congresso da Federação? >> Olha, foi maravilhoso como sempre. A gente fala que é sempre uma festa espiritual. Ela nós ouvimos um depoimento de um funcionário do Centro de Convenções de Goiânia que não é espírita. quando ele nos entregou as chaves das salas que nós usamos na quinta-feira que nós estávamos lá montando o congresso, ele me disse assim: "Quando nós fazemos, quando nós temos o congresso espírita aqui no centro de convenções, é como se uma bolha estivesse em volta de nós. Nós não ouvimos barulho, não tem perturbação, não tem problema. é o melhor evento que nós realizamos aqui. Então, quando a gente ouve isso de uma pessoa que não é espírita e que tem essa sensação, você imagina, não é? o quanto a gente que tá ali naquele momento, o quanto nós sentimos esse envolvimento da espiritualidade para que tudo transcorra com harmonia, com alegria, com fraternidade. Todos nós quando terminamos o evento, nós estamos cansados fisicamente, mas numa energia espiritual, numa vontade de sair trabalhando e fazendo a diferença, porque a gente recebe tanto. Então, foi maravilhoso. Sentimos a sua falta na avaliação do Congresso, muitas pessoas dizendo assim: "Faltou o Jorge Alará". E eu disse: "Gente, porque o Álvaro tava lá, né? >> O Álvaro está, você não estava. Aí o pessoal falou: "Faltou ela já." Mas eu disse: "Ó, ela já não veio porque não pôde, né?" Ó, a Elsa tá dizendo aqui, olha, maravilhoso, o melhor de todos os congressos. Todos os congressos. >> Beleza, Elsa. Obrigada. >> Legal. Poxa, fico muito feliz, muito feliz, muito feliz mesmo. >> Poxa, não só pelo congresso em si, mas
aravilhoso, o melhor de todos os congressos. Todos os congressos. >> Beleza, Elsa. Obrigada. >> Legal. Poxa, fico muito feliz, muito feliz, muito feliz mesmo. >> Poxa, não só pelo congresso em si, mas por uma coisa que é muito importante, V, que é o encontro presencial nosso. Live é muito bom, mas a energia de um ambiente presencial, ela não tem não tem comparação, é outra coisa, né? >> É verdade. >> Passe pela internet. É complicado, né? >> Pois é. Ó, a Sueli, que é de Pires do Rio, ela esteve conosco no congresso, está aqui com a gente. O José da Costa, também de Goianésia, esteve presencialmente no congresso conosco. Então, muita gente que, né, esteve presencial. E para você, Cris, como foi? >> É, eu acho que eh foi maravilhoso. O conteúdo trocado ali foi enriquecedor. As pessoas estavam engajadas. participando a forma como foi entregue, né, a mensagem espírita foi de uma forma eh bastante susgêneris no sentido de ter sido criativa. A gente teve, né, companheiros da exposição doutrinária extremamente dedicados e versáteis nessa forma diferenciada de entrega de conteúdo, né? Eu eu assisti pouca coisa porque eu só pude ficar no primeiro dia, mas por exemplo, Gustavo tocando violão, levantando a plateia, todo mundo cantando, é, é o Espiritismo para vivos que falava Leopoldo Machado, né? É o Espiritismo para vivos. E assim as rodas de conversa que eu pude participar, né, os companheiros da exposição doutrinária, todos muito felizes na na na mensagem, né, falando da vida no plano espiritual. Eh, tocamos em temas sensíveis, né? Eh, o espiritismo não tem chefes, né? O espiritismo não tem linha, tem a linha do alto, né? Nem da esquerda e nem da direita. Enfim, foi muito bom. Foi muito bom. >> A Alba tá dizendo a frase que você disse espírita não tem linha, tem lã. Allan Kardec. Isso. Allan Kardec. É isso mesmo. E no tocante ao que você falava, Ivana, dos funcionários do Centro de Convenções, eu pude testemunhar isso, >> né? porque eu saí meio corrida, voada para pegar o avião no aeroporto, com um
isso mesmo. E no tocante ao que você falava, Ivana, dos funcionários do Centro de Convenções, eu pude testemunhar isso, >> né? porque eu saí meio corrida, voada para pegar o avião no aeroporto, com um horário meio eh estrangulado ali. E eu passei correndo pelo corredor que dava acesso à porta de saída, tava a moça que cuida ali da recepção da da entrada, que era funcionária do teatro, mais o segurança, os dois prestando atenção no que tava sendo dito na palestra. Eles não estavam ali trabalhando, eles estavam ali participando, >> sorvendo o conteúdo. Foi muito bom, Ivana. >> Parabéns. A Ivana, para quem não sabe, é a é a maestra, né, de toda a organização do congresso. Então, assim, eu preciso, Ivana, te dar parabéns ao vivo aqui no programa. Foi maravilhoso, maravilhoso. >> É, mas a gente sabe que o maestro só tem sucesso porque tem toda uma orquestra e um couro trabalhando junto, não é? Então era muita gente unida para fazer o melhor. Com certeza. Bom, >> que bom, eu fico muito feliz. Puxa vida, >> que bom. Obrigada, viu, Jorge? Obrigada mesmo. >> É, mas então, >> então vamos estudar, não é? Falemos então do nosso tema de hoje, que é um tema tr, porque hoje a gente vai abordar eh uma parte, né, da história do do cristianismo já na na era pós o chamado espiritismo nascente, espiritismo primitivo, também chamado. Vamos pegar ali, não é, Cris? aquele pedaço já medieval e os enroscos que a gente arrumou nesse tempo que o Senhor nos concedeu para divulgar essa mensagem. A gente vai ver o que que aconteceu com o cristianismo a partir ali de um de um certo ponto que o vídeo vai mostrar para nós, em que há uma mudança, uma virada de chave na história do cristianismo em si. Então, hoje é um dia muito singular, porque a gente vai rever muito de nós, razão pela qual o Cristo nos atrai, o espiritismo nos atrai, eh, essa coisa dessa visão mais cristã do Espiritismo nos atrai e pelas nossas histórias de andanças nessas nessas linhas que a gente vai ter a chance de ler na noite de hoje. Hoje a
itismo nos atrai, eh, essa coisa dessa visão mais cristã do Espiritismo nos atrai e pelas nossas histórias de andanças nessas nessas linhas que a gente vai ter a chance de ler na noite de hoje. Hoje a gente vai ver coisas que quem sabe nós somos personagens de um lado e do outro dessas histórias. que vamos ter a chance de ver, né, Cris? >> É isso. Olha, eu ganhei um livro aqui de um grande amigo, né? Esse livro novinho aqui. Esse grande amigo me deu a oportunidade de ler e mandou gentilmente pelos Correios para que eu tivesse acesso a meio da própria obra. >> Você viu, você viu o a a dedicatória é do autor? >> Eu vi. É lindo, lindo, lindo, lindo. E aí eu eu estudo por ele. Olha, olha aqui, olha aqui. Pedro Granja. Olhem a assinatura do Não sei se dá para ver, ó. Assinatura de Pedro Granja. >> O o Elará, o Elará me fez essa feliz surpresa de me mandar pelo pelo correio e eu estudo por ele, né? E aí, só pra gente situar, meus amigos, a gente tá hoje totalmente debruçado sobre a o capítulo nono dessa obra. Afinal, quem somos? Então, o capítulo nono, ah, minto, o capítulo oitavo. O capítulo oitavo é um capítulo enorme. Eu contei 40 páginas, mas a gente tentou fazer um substrato dessas 40 páginas no vídeo que vocês vão assistir já. E aí a gente dá dá o desdobramento aos desdobramentos do cristianismo primeiro. É isso. É o que a Lará falou. A gente vai desdobrar isso. >> Vamos assistir o vídeo então. >> Vamos lá. >> Vamos. Vamos ao vídeo. Em época confusa, o paganismo agonizava diante do triunfo do cristianismo. Ao longo da história, conflitos e divisões marcaram a religião cristã, fazendo nascer novas igrejas e novas formas de professar a fé. A boa nova de Jesus e o cristianismo primeiro foram a semente da fé cristã que mudou radicalmente a história da humanidade. A ideologia e mentalidade cristã teve origem no século depois de Cristo e se difundiu da Judeia à Mesopotâmia, Síria, Ásia Menor, o que hoje é o Cáaso do Sul. Etiópia, Egito e Império Romano, de onde avançou para a Europa, onde, sem dúvida,
igem no século depois de Cristo e se difundiu da Judeia à Mesopotâmia, Síria, Ásia Menor, o que hoje é o Cáaso do Sul. Etiópia, Egito e Império Romano, de onde avançou para a Europa, onde, sem dúvida, alcançou seu maior sucesso, culminando com a conversão do imperador romano Constantino I ao cristianismo no século depois de Cristo. A ruptura definitiva na unidade do império após a morte de Teodósio foi uma das portas pelas quais começou a primeira grande divisão do culto cristão. Após a queda final de Roma, consolidou-se, a grosso modo, o catolicismo baseado em Roma, no Ocidente, e a Igreja Ortodoxa, baseada em Constantinopla. Hoje estou na Turquia, do Oriente. Nas origens puramente evangélicas, a história da Igreja Romana deve ser considerada a datar de Pedro no ano de 42 e mais dos seus dois sucessores imediatos, Lino e Clemente. Nesses primórdios, a barca de Pedro se engrava os mares dos corações humanos, sem o lastro do ouro ou poder materialista, que depois acenaria as práticas religiosas. O pescador de almas, Pedro, o apóstolo de Jesus, teria sido alçado ao posto da primeira liderança da Igreja Católica, a uma equivocada interpretação do registro de Mateus, capítulo 16, versículo 18. Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja. A melhor interpretação do texto bíblico não indica a nomeação de Pedro como papa, nem o estabelecimento de uma linha sucessória de bispos romanos contada a partir dele. frase dita por Jesus se referia à inspiração extrafísica, espiritualizada ou mediúnica que Pedro teve quando declarou que Jesus é o Cristo, o filho do Deus vivo. Jesus ensina que a percepção de Pedro não proveio nem da carne e nem do sangue, ou seja, não foi uma dedução cerebral. intelectual proveio do espírito que capta a inspiração superior. Cristo ainda afirma que a sua verdadeira igreja seria erguida, tendo como base essa orientação provinda do mais alto, da espiritualidade, não dos dizeres próprios dos homens, mas da inspiração concedida aos homens pelas
que a sua verdadeira igreja seria erguida, tendo como base essa orientação provinda do mais alto, da espiritualidade, não dos dizeres próprios dos homens, mas da inspiração concedida aos homens pelas vozes celestiais prepostos do Cristo. falava de uma igreja de cima, a igreja liberta do Cristo, não na esfera estreita dos homens, mas no ilimitado pensamento divino. Naqueles tempos iniciais, todos os povos reconheciam a grande força moral da doutrina do crucificado. Porém, o encaminhamento espiritual foi substituído pela Igreja Romana, superpondo-se a fé genuína com interesses materiais dos impérios e deixando infiltrar em seu seio a ganância e os acordos políticos. Equivocadamente, necessário foi a esse tempo para manter a vilania, impor o silêncio aos partidários da doutrina secreta, renunciar a toda a comunicação com o plano superior da vida e condenar a prática da mediunidade e o ensino dos espíritos como prática inspirada pelo demônio. A igreja estabelecia pedágios em um mercadejar da fé. Colocou-se como representante de Deus e cobrava através da vaidade, da luxúria e da hipocrisia de seus autodenominados interlocutores. O preço de integração entre o criador e as criaturas. Foi a igreja em sua estrutura, a mãe da culpa. Promotora da Inquisição, saqueava o povo pobre em seus haveres e na liberdade de consciência. O cristianismo se consolidara a religião oficial do Império Romano, desde que o imperador Teodósio I assinou o édito de Tessalônica em 380 depois de Cristo. Quase 70 anos depois de Constantino I, o grande, ter decretado a liberdade de culto no império, depois de promulgar o que é conhecido como édito de Milão em 313 depois de Cristo. Teria sido o imperador Constantino um missionário que bem cumpriu a atribuição de livrar o cristianismo da perseguição romana. e dotá-lo das condições necessárias a exercer no futuro influência em todo o planeta. Ou seria ele um hábil estrategista que utilizou o ideal cristão para enfechar nas mãos o seu projeto de poder. Não
e dotá-lo das condições necessárias a exercer no futuro influência em todo o planeta. Ou seria ele um hábil estrategista que utilizou o ideal cristão para enfechar nas mãos o seu projeto de poder. Não importa. Deita marginal perseguida e considerada ateia, porque não rendia homenagem aos deuses politeístas. O movimento cristão começou a frequentar a corte imperial, o estado apoiando a religião. Encerrava-se no ocidente com Édito de Milão, três séculos de perseguição iniciada por Paulo nos anos 35, quando coordenou o apedrejamento de Estevão e oficializada por Nero nos anos 60 da era cristã. Constantino lança seus olhos em direção do Oriente. Lactâncio ledita o ensino registrado em João, capítulo 10. Um só rebanho, um só pastor. Constantino põe em execução o projeto Um só império, um só imperador. Instaura-se o cristianismo católico. A palavra católico vem da palavra grega catolque, que significa segundo o todo ou universal. Era a forma mais aceita da fé transmitida pelos primeiros seguidores de Jesus. uma visão espiritual, uma convicção de que todos os cristãos deveriam ser um só corpo. Durante os primeiros séculos, após a morte de Jesus, a maioria dos cristãos promoveu o cristianismo católico, ou seja, o que os antigos apóstolos espalharam como a santa igreja católica. A confusão entre os termos vem de fato daquela época, pois a cultura romana e o latim dominavam o ocidente. Assim, o cristianismo se misturou com a cultura romana e o termo catolicismo. Começou a designar todo o cristianismo. Desde os primeiros séculos, após a morte de Cristo e ao longo da Idade Média, as crenças católicas romanas foram a norma para o cristianismo. No começo do século em 325, o concílio de Niceia, o primeiro concílio universal, realizou-se atendendo quatro objetivos, entre eles a condenação da Igreja do Oriente. Firmava-se o catolicismo sobre a doutrina secreta que fora deturpada. aparecem novos dogmas, culto dos ídolos nas igrejas e as espetaculosas festas do culto externo. Foram séculos tumultuosos para o
. Firmava-se o catolicismo sobre a doutrina secreta que fora deturpada. aparecem novos dogmas, culto dos ídolos nas igrejas e as espetaculosas festas do culto externo. Foram séculos tumultuosos para o cristianismo. Com o desenrolar da história, a religião se dividiu em diferentes ramos e após o cisma oriental do século X em 1054, os cristãos orientais se separaram de Roma e formaram a igreja ortodoxa, que se espalhou principalmente dos países da Europa Oriental, em alguns países do Oriente Médio. No curso da história se apresentaram também os protestantes, o outro grande ramo do cristianismo. nasceram do movimento de reforma do século X, liderado pelo padre alemão Martim Lutero, que queria reformar a Igreja Católica após 15 anos em que ela havia passado de uma religião perseguida para um dos mais poderosos pilares políticos em toda a Europa Ocidental, embora a princípio tentassem reformar a igreja a partir de dentro. À medida que os acontecimentos se desdobravam, sua incompatibilidade com a igreja mãe tornou-se evidente e acabaram se separando e criando suas próprias organizações. Subdivisões como luterana, anglicana, presbiteriana, batista, metodista ou pentecostal, também nasceram entre os protestantes. Nos albores de uma nova era, sussurram os erros do passado. A religião católica, por intermédio de seus representantes, abafara a voz de Jesus. Apesar dos espíritos missionários, dos ditos hereges, que foram os austos de oxigenação nas vilanias exercidas em nome da fé. Uma fé cega, imposta pelos padres, que produziu erros e crimes ediondos e inumeráveis. contra os quais se revoltou o espírito humano liberto de seus prejuízos. A igreja, pretensamente infalível, enganou-se tanto na concepção física do universo como na sua ideia moral da vida humana. Mas como a marcha do progresso é inexorável, a grande corrente humanista superou as rajadas de ódios e dúvidas que sopraram nas igrejas desprevenidas da Terra. Superaram as lutas angustiosas, fizeram secar o sangue das cruzadas e da
inexorável, a grande corrente humanista superou as rajadas de ódios e dúvidas que sopraram nas igrejas desprevenidas da Terra. Superaram as lutas angustiosas, fizeram secar o sangue das cruzadas e da inquisição. Os anatematizados que figuram e figuraram sob a tutela do poder divino, não se alteraram na consciência tranquila como mensageiros da verdade. Conhecem que além da esfera obscura da ação física, resplandece a Igreja Livre, o templo soberano e invisível em que Jesus recolhe os servidores fiéis, sem deter-se na cor ou no feitio de suas vestimentas. É chegado o momento, como nos lembra o emérito professor Leopoldo Machado, que o augusto entendimento está assentado na civilização que o Espiritismo pretende implantar a face da Terra e para implantá-la mais hoje, mais amanhã, dispõe de recursos que nenhuma outra doutrina já possui. cursos de ordem moral, experimental e divina, porque age sem ser unilateral, age como ciência, ciência imortal, impõe-se como filosofia, a filosofia do espírito e como religião, por excelência, por religar sem infernos e penas eternas a criatura ao criador. Nessa arena do esclarecimento, apresenta-se um missionário, Alan Kardec, para unificar os saberes, promover o entendimento e restaurar a verdade. Mas isso é assunto para uma próxima conversa. Espetacular. Você vai falar, você não vai falar nada, vai ficar calado. Você vai ficar calado, Ivana. Pois é, >> que resumo. >> É, >> tá sem áudio, Lará. >> Exato. Eu perdi o áudio da Lará. >> Ele é, mas ele volta, ele volta. >> É, a intenção foi resumir, né? Né, Ivaninha? >> Resumosamente bem. Muito bem. >> É. E aí eu fiquei com receio porque o nosso alvo hoje de conteúdo, enquanto o El não volta, nosso alvo do conteúdo hoje é esse capítulo gigante do catolicismo em Pedro Granja. E aí, meus amigos, a gente tá fazendo uma varredura histórica simplesmente de 1000 anos. >> Eu fui falar, eu fui falar e internet mesmo. >> É, mas eu quero quero que voltar a palavra para você. Eu só tô explicando que a gente tentou resumir 1000 anos da
istórica simplesmente de 1000 anos. >> Eu fui falar, eu fui falar e internet mesmo. >> É, mas eu quero quero que voltar a palavra para você. Eu só tô explicando que a gente tentou resumir 1000 anos da idade medieval. Quando a gente entra no protestantismo, a gente tá falando de mais uns 200 anos para frente, né? Século X7. Então, a gente tá falando aí de 1200 anos de enganos, de milpias na religiosidade do homem. Mas quero te ouvir, Elará. Éá, antes de passar para você, só falar com a Maria Olívia que ela colocou um comentário assim: "Só não entendo como numa live ao vivo entra propaganda, interrompe a ideia a ideia". Eh, Maria Olívia, isso é a questão do YouTube para quem não é assinante do YouTube, né? A gente tá assistindo um conteúdo, o YouTube joga uma propaganda. Então, a propaganda ela não é da live, entende? Ela é o YouTube que joga aí para você. Nem todo mundo viu essa propaganda, né? Só para ela entender isso. >> E eu acho e eu acho que cada um viu uma diferente, né? >> Exatamente. >> E de acordo com o perfil, ele joga diferente. >> Não somos nós, é o YouTube. >> Muito bom. Não, mas ó, no norte, eu não sei como é que fala empatia dos alferes, mas no norte, quando uma pessoa faz um negócio assim, a gente diz assim: égua do vídeo a gente diz assim. É como se fosse assim, caramba, égua do vídeo ficou maravilhoso a costura dos pontos importantes, das amarrações todas. Poxa, ficou bom demais. Bom demais. Bom demais. Inclusive aqui, né, o pessoal tava comentando, né, que que realmente, ó, a aqui, cadê? Acho que foi o Isso, Manuel Moura, que disse: "Olha, acabou a live, a live acabou, não tem que vou falar para dizer, né? Fantástico isso, fantástico." E assim, eh, o cristianismo, só para poder fazer, para não eu não ficar calado, né? falar pelo menos alguma coisa. O cristianismo ele tem um ele tem um ponto de mudança que é o Constantino lá que foi colocado. Ele vem como perseguido até o governo de Constantino, que tinha mãe cristã. Ele não era em princípio, mas a mãe era
ismo ele tem um ele tem um ponto de mudança que é o Constantino lá que foi colocado. Ele vem como perseguido até o governo de Constantino, que tinha mãe cristã. Ele não era em princípio, mas a mãe era cristã. E ele vence uma batalha em que ele sonha que queria, se ele colocasse a cruz na nos escudos, ele venceria. para do cristianismo, ele venceu e ele entendeu que a vitória era sobre o outro e não sobre si mesmo. Aí, meu amigo, ele vai e faz a mudança, né? Já tinha feito aquele edito de vilão, por senão aquela catedral é linda, hein? Nossa, aquela catedral acho que é uma das coisas mais bonitas que eu vi na vida. Coisa mais bonita da vida. Bom, aí o ele faz uma mudança, o cristianismo se torna religião oficial, mas não não pega, não pega. Ele ele torna a religião oficial, mas depois o imperador seguinte tira e volta à condição anterior. Aí Teodósio, de novo, pela segunda vez, 380, coloca e não sai mais. Aí tudo bem, aí o cristianismo vira religião oficial. E aí tem aquela velha questão, né? Imagina que você chegasse hoje na Igreja Católica, eu não tô falando isso com sentido de crítica, só paraa comparação, chegasse o Papa chegasse e dissesse: "Olha, gente, eu agora sou budista. Sou budista e vocês vão pregar budismo. Como que os padres católicos vão pregar budismo puro?" Não tem como despregarem budismo puro. O budismo dos padres vai ser um budismo à moda da casa, porque não tem como. Os caras vem décadas dentro de uma dentro de um jeitão de funcionar, como é que ele vai absorver o budismo puro? Não tem como. E foi o que aconteceu com o cristianismo. O o o Constantino e depois o Teodósio vão dizer pros sacerdotes pagãos, galera. Agora esquece esse negócio aí. Agora é cristianismo, tá? A partir de amanhã eu quero o cristianismo nas igrejas. Como que isso ia funcionar, gente? Então, houve, por isso houve tanto desvio, porque não foram as igrejas que foram assim devagarinho se transformando, isso também aconteceu, mas os templos pagãos passaram a ter que pregar cristianismo. É muito complicado
so houve tanto desvio, porque não foram as igrejas que foram assim devagarinho se transformando, isso também aconteceu, mas os templos pagãos passaram a ter que pregar cristianismo. É muito complicado isso. Então, havia toda uma cultura pagã com várias práticas que eram típicas eh dessa realidade. Então, o cristianismo acabou eh o o o Constantino querendo ajudar acabou atrapalhando, porque eh eh ele acabou obrigando os sacerdotes a pregar uma coisa que eles nem conheciam, não tinham intimidade. E aí ele vai distorcendo progressivamente. Eh, essa essa distorção poderia ter ficado somente no culto. A gente poderia ter errado no culto, ter errado nas roupas, nos rituais, nos paramentos. Poderia, mas a gente saiu disso. A gente descaracterizou o cristianismo na sua essência, porque a gente promoveu guerras, torturas. Cara, não tem nada a ver cristianismo com tortura, com perseguição, com morte. É, é, é, é o, é uma ideia assim, é um antagonismo da ideia isso. E a gente conseguiu fazer, né, a gente conseguiu corromper a esse ponto e aí a CRZ mostrou bem, né, esse momento da mudança. Depois lá naí a corrupção que acontece, corrupção que eu tô falando é no de corrupção da ideia, tá? A ideia se corrompe e depois da ideia corrompida, ela tem o racha, que eu achei linda aquela imagem do chão partido com o cisma de 1054, quando surge a igreja do Oriente, que a essa cisma aconteceu e e não descismou mais. Eu tenho mais de 1000 anos e esse negócio incrível, né? O povo brigou e acabou. Não desbrigou depois, mas não. Você vê como as coisas, Ivana, podem acontecer. que um racha dentro de uma igreja ou de um movimento pode realmente ser uma coisa definitiva. E aí uma curiosidade, né? Nós temos uma igreja, eu acho que é a igreja de Santo Sepulcro, tenho certeza, mas acho que é igreja de Santo Sepulcro, que tem várias igrejas que administram essa mesma igreja. tem várias denominações do mesmo prédio. Então, tem um horário que a missa é católica, tem um horário que a missa é ortodoxa e tal.
Sepulcro, que tem várias igrejas que administram essa mesma igreja. tem várias denominações do mesmo prédio. Então, tem um horário que a missa é católica, tem um horário que a missa é ortodoxa e tal. E num ano aí lá atrás, que eu não me lembro agora, 1700, 1800, é um, sei que é bem recuado, eles assinaram um documento de que ninguém mais mexeria na igreja do que ela tava. Então, olha, ninguém vai mexer mais. O que o que é de um é, o que não é do outro é. E eles relacionaram tudo que tinha na no prédio e disseram: "Isso aqui é da igreja tal, isso aqui é da igreja tal". Parece que a igreja copta, a ortodoxa e a e a e a católica romana que estão lá. E eles esqueceram de relacionar uma escada que estava no segundo piso perto de uma janela, numa manutenção tava sendo feito na igreja. Como a a escada não foi relacionada, ela não pode ser mexida. Ela está lá até hoje. Se você pegar, se você botar igreja Santo Sepulco, escada, você vai ver a escada do lado de fora, escadinha de madeira, bem escadinha de pedreiro. Ela tá do lado de fora encostada numa janela até hoje, centenas de anos depois, porque ninguém pode tocar porque o acordo não previu esse objeto que foi esquecido no rol. Então você vê como a gente pode ser assim tão rígido nessas coisas, né? É isso. Eh, eh, eu queria ouvir a Ivana também, mas só pra gente, eu gosto muito de buscar as origens, né, as origens dos movimentos. E essa história toda contada, que a gente vai se debruçar na noite de hoje, tem muitos movimentos. Mas quando a gente pensa na evolução do pensamento humano e na questão da religiosidade, a gente vai ver que o berço grego ofertou ao mundo a o círculo cultural da filosofia, basicamente, né? >> Sim. É na Grécia que a gente vai ter essa paide, a paideia grega do da orientação, inclusive moral ao homem através da filosofia, no rio da filosofia, nas águas da filosofia, eh é entregue ao homem uma proposta de bem viver, uma proposta de bem se relacionar com o próximo, eh de valorização da vida, enfim, existe ali
filosofia, no rio da filosofia, nas águas da filosofia, eh é entregue ao homem uma proposta de bem viver, uma proposta de bem se relacionar com o próximo, eh de valorização da vida, enfim, existe ali na no círculo filosófico grego, uma proposta moral que ficou ali muito bem sedimentada e que foi base para o surgimento desse movimento do cristianismo primeiro, que vai beber nessa paideia grega e institui uma nova paideia que é a paideia cristã. No cristianismo primeiro, a gente vai ver realmente vivificado a ideia da boa nova com um novo, uma nova proposta de momento, que é uma nova relação com o pai, que é um pai amoroso, é um pai justo e um novo convite de mirarmos a nossa existência, a nossa vivência na Terra. a uma realeza que não é terrestre, é uma realeza celeste. Então, a gente vê essa ideologia cristã dando seguimento a essa filosofia grega de boa moral, né, de bom comportamento, de respeito à lei divina, né, de respeito a uma a algo que rege o universo, né? E aí depois a gente sai dessa pideia cristã no cristianismo primeiro, começa isso começa a ganhar corpo, começa a ficar um rio mais caudaloso e esse rio mais caudaloso ganha movimento. E quando esse movimento cristão começa a ganhar expansão na Europa, na Palestina, justamente com aquela provocação do vídeo, né? Será que Constantino foi realmente um espírito missionário que se engajou com a proposta de dar amplitude à ideia cristã? el acertoulumbrou >> isso ou ele vislumbrou nesse processo uma grande alavanca para o seu exercício de poder, né? E aí esse movimento cristão, ele invade o Oriente, né? E Constantino, com essa invasão ideológica e filosófica, também assenta os seus exércitos e o seu poderio no Oriente, né? E aí tem todo ali uma prevalência do do Império Romano também no Oriente. E depois disso, meus amigos, eu já tô acabando de fazer a a a busca dessa origem, essa linha do tempo. Depois disso, desse alcance do Oriente, a gente vai ver esse movimento expansionista cristão ganhar sedimentos. E aí eu vou usar a
á tô acabando de fazer a a a busca dessa origem, essa linha do tempo. Depois disso, desse alcance do Oriente, a gente vai ver esse movimento expansionista cristão ganhar sedimentos. E aí eu vou usar a palavra tentáculos para o exercício de uma instituição não mais seita, perseguida, mas uma instituição religiosa praticante de poder, né, argumentando acordos pouco louváveis. E por que que a gente fala isso, né? Eh, eu até quando eh fiz esse vídeo e compartilhei com alguns amigos do meu do meu círculo de relação mais íntima, né, que são espíritas também, alguns falaram: "Cristiane, puxa, mas você tá pegando pesado, né?" Eh, eu acho que não nos compete criticar uma outra religião, mas eu, meus amigos, e aí eu tô falando editorialmente, né? Eu não quero criticar a igreja, mas eu quero sim criticar as atrocidades que foram feitas em nome da fé numa idade medieval, onde a igreja sequestrou vidas, onde a igreja matou, onde a igreja instituiu guerras, onde a igreja em conio com os impérios, eh, faziam ali um jogo de poder. Então, isso não é religião, isso é prática de poder. e religião se misturando com política nunca dá certo. A idade medieval mostrou isso pra gente. Então, eu tô aqui fazendo até uma um esclarecimento editorial. Eu não estou criticando a Igreja Católica. Eh, eu acho que todo culto é louvável. Toda a igreja, toda crença precisa ser respeitada. Agora, o que eu não consigo me conter, meus amigos. E aí eu peço desculpa a Ivana, ao Jorge de tá falando tanto, porque eu tenho essa necessidade de explicar. Eh, eu não consigo me conter em não falar das atrocidades cometidas em nome da fé. Isso, isso não dá, isso não dá para fechar os olhos. E a gente não tá criticando religião, a gente tá falando de fatos históricos. E a história e a memória, elas devem existir para isso, para que nós não cometamos os mesmos erros do passado, né? Então eu acho que é essa essa o intuito do esse foi o intuito do vídeo e esse é o intuito do texto. Enfim, não façamos de novo. >> É, eh, eu, eu, eu queria destacar uma
os mesmos erros do passado, né? Então eu acho que é essa essa o intuito do esse foi o intuito do vídeo e esse é o intuito do texto. Enfim, não façamos de novo. >> É, eh, eu, eu, eu queria destacar uma coisa que o Ela disse, Cris, que vem bem ao encontro disso que você está falando, né? Porque ele disse, "Hoje nós vamos conhecer um pouco da nossa história". Então, quando nós estamos falando desse período medieval, das atrocidades cometidas pela igreja, nós temos que lembrar que possivelmente nós estávamos lá, talvez justamente do lado dos que realizavam essas atrocidades. Então, nós estamos falando de um momento histórico da humanidade e que possivelmente nós participamos, não é? Então, não é jogar pedras, é o que você falou, é analisar os fatos. Isso é fato. Aconteceu e penso que é isso que você falou. Nós precisamos pensar agora é, será que nós hoje estamos fazendo diferente? Porque eh o que eu gostei muito desse capítulo também é que o Pedro Gran ele começa mostrando o quanto a ideia dessa doutrina secreta ou dessa desse intercâmbio entre o mundo espiritual e o mundo material, ela é antiga, não é? Que ela está narrada em diversas passagens do Antigo Testamento, do Novo Testamento, dos livros sagrados. Eh, nós temos vários filósofos que falaram sobre isso no decorrer, né, da história da humanidade. Depois ele traz a a parte dos cientistas que vem também desenvolvendo esta temática. Muitos pagando com a vida, não é? pagando com o exílio, pagando com a com a humilhação, porf ideias, né, com fisco. Eh, de repente, aquele período em que não se podia discordar de nada, por exemplo, Galileu Galilei, Galilei foi um que sentiu isso muito na pele, Jordano Bruno e tantos outros, né, com a com as suas teses científicas. E depois de tudo isso, hoje que a gente vive em pleno século XX, com toda essa tecnologia que a gente tem ao nosso dispor, com todo esse avanço científico, eu fico imaginando, será que nós hoje estamos preparados para fazer diferente? Não é? Porque nós observamos que ainda existe
ecnologia que a gente tem ao nosso dispor, com todo esse avanço científico, eu fico imaginando, será que nós hoje estamos preparados para fazer diferente? Não é? Porque nós observamos que ainda existe intolerância religiosa, ainda existe preconceito, ainda existe uma tentativa de atrelar o poder temporal ao poder espiritual, né? de trazer a igreja para um movimento político para de poder temporal. Eh eh então eu penso que tudo isso para nós é lição. É lição. Vamos tomar cuidado. Nós espíritas, principalmente temos que ser diferentes, porque nós temos esse conhecimento de forma muito clara. Eh, eu eu vejo uma coisa que eu acho que é importante observar, é que a igreja que realizou todos esses atos no passado, ela já não existe mais. tem uma outra que usa o mesmo nome, mas ela é totalmente diferente porque e eh a igreja que hoje usa o mesmo nome dessa do passado, defende os pequenos, está preocupado com os excluídos, tem uma visão extremamente voltada para o social e não dá pra gente, quando a gente fala disso, a gente não tá falando eh do padre Marcelo Ross, do padre Fábio de Melo, do Frei Gilson, porque são personagens da atualidade que não tem nada a ver com essa história, mas o rótulo, né, o rótulo de igreja é o mesmo. Mas ela fez uma mudança muito bonita, sabe, observando uma uma instituição multisecular como a Igreja Católica e que tem um corpo muito grande de pessoas, eles conseguiram fazer mudanças e e assim invejáveis, sabe? Se você olhar a igreja de 100 anos atrás paraa igreja de hoje, meu Deus, eles fizeram um avanço gigantesco, gigantesco, né? Então, eh, isso tudo é muito importante pra gente poder, eh, observar que essa discussão ela se prende a uma, como a Cris estava falando, a uma instituição histórica lá atrás, né? Mas realmente tudo isso aconteceu, infelizmente. >> E ela a gente precisa também diante dessa história que nos que nos serve de exemplo, que nos serve de espelho, a gente precisa usar esses exemplos para nos vasculharmos no nosso comportamento
ente. >> E ela a gente precisa também diante dessa história que nos que nos serve de exemplo, que nos serve de espelho, a gente precisa usar esses exemplos para nos vasculharmos no nosso comportamento cotidiano dentro do movimento espírita. >> Porque para começar, espiritismo não tem hierarquia, espiritismo não tem papa. Espiritismo não tem padre, espiritismo não tem pároco, não tem diácono, não tem cardeal. Então, às vezes, e exatamente porque estacionamos nesse pretérito, fomos protagonistas, muitos de nós, dessa própria história medieval, inclusive, onde foi o pior período, né, dessa hegemonia, dessa dessa confusão que se fez em nome da fé, né, usando a fé como ferramenta de autopromoção, eh, É, >> exato. E de controle. Eh, hoje nós não podemos transferir para casa espírita esses mesmos comportamentos viciosos. Então, eh, dentro de uma perspectiva mais nobre, por exemplo, uma tomada de decisão na casa espírita, ela a princípio, precisa perseguir o que o próprio Espiritismo nos entrega como forma e conduta. E qual é a forma e conduta que o Espiritismo nos entrega? A doutrina dos espíritos é plural, é colegiado, é tomada de decisão em consenso, é ação compartilhada, é ação coletiva, é processo de ouvidoria, é levantamento de expectativas. Então não tem nada a ver com o cardeal que dá as ordens e os padres seguem. Não tem nada a ver com o presidente equivocado da casa espírita que dá a ordem e diz: "O meu centro, a minha regra e vocês que são coordenadores de serviço precisam agir dessa forma. Eu tô inventando isso não existe no movimento espírita. >> Não, >> isso existe no movimento espírita. E se existe isso no movimento espírita, nós estamos fazendo revigorar muito provavelmente essas esses comportamentos equivocados onde muitos de nós fomos protagonistas no passado. Então é o é o cardeal que volta e assume a presidência da casa espírita. É o papa. >> É o papa que >> fala. Desculpe. Pode falar. Porque a reencarnação é para isso mesmo, né? É, reencarnação é para isso.
ão é o é o cardeal que volta e assume a presidência da casa espírita. É o papa. >> É o papa que >> fala. Desculpe. Pode falar. Porque a reencarnação é para isso mesmo, né? É, reencarnação é para isso. >> É sobre isso, né? Eu tô tô lendo a Mônica aqui. É sobre isso, Mônica, né? Eh, o passado ele existe. O nosso olhar mais aberto, o nosso olhar mais crítico, não é com a intenção de apontar o dedo e dizer: "Olha, Igreja Medieval, você errou". Como ela já falou, a Igreja Católica do da atualidade não tem nada a ver com essa história, né? É, é, tem a herança dessa história, mas não foi ela, >> né? A, a produtora dessa história. Mas é a gente olhar para esse passado e pelo amor de Deus, gente, vamos fazer diferente, sabe? Vamos fazer diferente. Deus nos deu a oportunidade da reencarnação, nos colocou como seareiros do Cristo no movimento espírita. Então vamos praticar espiritismo no movimento espírita. Gente, a Estela tá até aqui lembrando, ou queimamos ou fomos queimados na fogueira. E aí a gente vai entender também um outro movimento que existe, que é das pessoas que têm aversão à religião na atualidade. Aí você pergunta: "Mas esse pessoal nunca reencarnou?" Não, nunca nunca viu religião? Como é que esse pessoal nega Deus? nega a religião, não aceita nada. Eles estavam onde? Ardendo um buraco, não sabem de nada. Como é que eles podem não acreditar em nada se eles já desencarnaram tantas vezes? Esses indivíduos muitas vezes trazem sequelas muito profundas da perseguição e de ódio à religião em função dos atos cometidos no passado. Muitos deles, inclusive renascem médiuns, que é para não negar o espiritual, mas não gostam de espiritismo, não gostam de doutrina. Então, são livres pensadores, querem ficar eh de uma maneira muito mais liberta com as suas crenças, sem nenhum tipo de código que possa dizer a elas: "Olha, até aqui é razoável, daqui paraa frente não é". Então, as pessoas querem, na verdade, eh, viver intensamente sua espiritualidade, mas sem nenhum tipo de regra. E aí a gente diz assim: "Mas por
"Olha, até aqui é razoável, daqui paraa frente não é". Então, as pessoas querem, na verdade, eh, viver intensamente sua espiritualidade, mas sem nenhum tipo de regra. E aí a gente diz assim: "Mas por que isso?" Porque são companheiros nossos que estavam aí, como a Estela lembrou, nas fogueiras sendo queimad. Você acha que uma pessoa que o cara era médium na na idade média, Ivana? O cara era médium, não fez nada de mal para ninguém. O cara não fez nada de mal, ele só era médium. Pois o cara perdeu tudo. Ele foi torturado, morto, queimado numa fogueira a truco de nada. Então, na cabeça desta pessoa, o cristianismo é um uma expressão demoníaca, é uma coisa horrível. Então você retorna para um ambiente europeu aonde essas coisas foram repetidas séculos a fo. Aí você entende por tanta rejeição das questões religiosas na Europa, por da migração da árvore do evangelho para um ambiente novo? Porque essa estratégia de trazer para cá, o o chão tá encharcado de sangue. Aquelas paredes estão encharcadas de histórias de tortura, de desamor. Existe muita beleza na Europa, mas tem muita beleza, coisas assim que você pare, meu Deus, parece obra de deuses, não parece obra de homens, de tão perfeito que é e tão maravilhoso, mas ao lado daquilo, quanto choro, quanta dor, quanta, quanto, hã, quanta intolerância respirando ao lado de coisas extraordinárias que a gente vê. É uma coisa incrível isso. >> Você falou uma coisa interessante, eh, não só e em relação à Europa, né? E esse sentimento que tem predomina em muita gente, né? Quando a gente caminha por certos lugares, você fica imaginando o seguinte, eh, quantos milênios esse local está sendo habitado, quantas coisas aconteceram aqui e a e a gente imagina que toda essa energia está impregnada naquelas paredes, naqueles objetos, né? Então, imaginemos, aquilo ali é realmente é um museu a céu aberto, mas com coisas maravilhosas, mas também com memórias muito tristes, né? >> Cheia de miasmas, né, minha amiga? Eh, olha, eu queria que você destacasse pra
quilo ali é realmente é um museu a céu aberto, mas com coisas maravilhosas, mas também com memórias muito tristes, né? >> Cheia de miasmas, né, minha amiga? Eh, olha, eu queria que você destacasse pra gente um comentário do nosso amigo Calci. Ah, 102 10:21. Eu já vou destacar de novo. >> Eu eu não vi, mas eu queria comentar uma coisa em cima disso. O Calci tem plena razão. Aliás, o Calci foi fonte inspiradora para que eu pudesse escrever parte do roteiro desse vídeo que foi apresentado. Calci ele é autor que é >> autor de um livro da Fé Ego sobre o tema. Isso. E ele ele fez uma uma um estudo profundo. Ele me confidenciou que leu mais de 100 livros sobre o catolicismo e todo esse esse início do cristianismo nesse momento de de desdobramento pro catolicismo. E foi uma grande fonte inspiradora para mim. E o eh vai sair um outro livro, né? vai sair um livro sobre isso aí, mas a gente tá na expectativa para para poder ler essa obra magnífica do irmãozinho C. E ele ele fala uma grande verdade, né? E me fez lembrar dos Borgja, por exemplo, na Itália, da grande família, né? Eh eh da Idade Média, bastante abastada >> e que ali faziam uma alternância no poder eclesiástico, né? quem pôde assistir, eu acho que esse esse filme, né, esse seriado, melhor dizendo, ele passou por algum tempo na Netflix, eu não sei se tem hoje em dia, mas enfim, nas TVs, por assinatura, alguns ainda exibem os Borgia, esse seriado. E ali você ganha total eh consciência disso que o Calci tá apontando. essas essas famílias nobres europeias, elas eh se assentavam, né, nas cadeiras do controle do poder eclesiástico no Vaticano e ali faziam a religião funcionar em favor, né, da manutenção dos dos seus poder do seu poder, da sua da da sua estrutura. Olha aí, sublime expiação Divaldo Pereira Franco. Exatamente. Aborda essa questão também. Então a gente vê e, né, e só repetindo de novo algo que eu já falei anteriormente, a gente vê que quando a gente mistura religião com poder, não é um binômio que dá certo, né? É um
ssa questão também. Então a gente vê e, né, e só repetindo de novo algo que eu já falei anteriormente, a gente vê que quando a gente mistura religião com poder, não é um binômio que dá certo, né? É um binômio que acaba atendendo interesses particulares. >> Esse livro, Sublime Espiação, ele é a história do Alexandre Borges. >> Sim. César de Borja, da família dos Borr, tá tudo relatado aqui nesse livro e é psicografia do Divaldo, mas um autor espiritual é Vittor Hugo, Víctor e aqui ele vai narrar os bastidores da história, como que César Borgia trabalhava matando as pessoas, perseguindo os outros. Uma coisa sem nome aquilo e tudo em nome da religião, né? mais recente, me lembrando aqui, vocês viram com Clave que concorreu ao Oscar como o melhor filme? Assist, >> gente. Imperdível, imperdível. A fotografia do filme é maravilhosa, o roteiro é maravilhoso, a mensagem é maravilhosa e os bastidores muito bem retratado, muito bem retratado. É aquilo ali mesmo, >> sabe? eh aqueles conuios, aquelas conversas de pé de orelha, aqueles interesses sendo ali negociados, né, através de atitudes, através de gestos, através de palavras. Olha, imperdível. >> Qualquer semelhança com a sucessão nas casas espíritas não é mera coincidência. Não é mera coincidência. só muda o cenário. >> Mas eh teve um comentário também de um irmão aqui que fala da obra Dramas da Obsessão, né? Psicografia da Ivone, que vem tratando aquele primeiro capítulo do Leonel e os judeus. >> Leonel e os judeus, >> né? É, que é a história da Inquisição Portuguesa, né? tem que ter estômago para ler, porque a riqueza de detalhes >> que é trazido na psicografia de de Bezerra através de Don Ivoni chega a ser em algum momento até perturbador. algumas cenas assim que são pesadíssimas, porque eh você assistir todo o cerco que os judeus vão sofrendo, a família e eles são presos, a tortura, a exposição da família. E aí quando quando a história começa, você tá assim muito impressionado com a a pertinácia dos obsessores em cima do Leonel.
o sofrendo, a família e eles são presos, a tortura, a exposição da família. E aí quando quando a história começa, você tá assim muito impressionado com a a pertinácia dos obsessores em cima do Leonel. >> É >> quando vai contar o que o Leonel fez. Não, realmente, >> aí você entende >> aí você vai entender o que por tanto ódio, né? >> Por que tanto ódio, é >> tanto ódio. Meu Deus. >> Ave Maria, meu Deus. Pois é, >> temas perguntas aí, Vana? >> Olha, eh, o pessoal fez muitos comentários aqui, né? Eh, >> eu queria fazer um comentário ainda antes >> antes das perguntas, que é um um pedaço da história lá na frente que é da reforma protestante, só pra gente fazer essa postura dessa parte, né, >> que você tem ali primeiro Constantino, que vira o cristianismo uma religião oficial. Depois você tem eh a figura do cisma, que racha em duas igrejas, mas elas com a igreja ocidental, que é a católica, com a hegemonia na Europa como um todo, até o período do início do século X, quando acontece ali a o a movimentação de Martinho Lutero. Um pouquinho antes de Lutero, a gente teve também John Rus, que tinha uma proposta bem assemelhada, muito interessante, que os dois eram professores de teologia, os dois eram sacerdotes, os dois eh pregaram na porta das suas igrejas um conjunto de teses. Um fez 45, que foi o John Russe, e o Lutero fez 95 teses. E o o John Rus foi preso, foi passou dois anos preso para depois ser morto numa fogueira. Gente, é uma coisa assim, se você pensar na cena, na real, você vai na cadeia, tira uma pessoa que tá viva, leva essa pessoa para uma praça, amarra essa pessoa e toca fogo nessa pessoa. Você toca fogo numa pessoa que tá viva porque ela pensa diferente de você. É um nível de intolerância muito triste que a gente já teve. E aquela praça, a mesma praça, depois e Jerônio de Praga também foi sacrificado na mesmo, no mesmo lugar. Tem uma pedra para um e tem uma pedra para outro bem no ladinho assim, uma do ladinho da outra, na mesma praça, que hoje fica num ambiente tipo um, é
a também foi sacrificado na mesmo, no mesmo lugar. Tem uma pedra para um e tem uma pedra para outro bem no ladinho assim, uma do ladinho da outra, na mesma praça, que hoje fica num ambiente tipo um, é tudo habitado hoje em volta, mas na época era meio afastado da cidade. Hoje já tá tudo. >> E quando é época da de aniversário da morte dele, a praça fica cheia de flores e e não é por motivo religioso, é por motivo não religioso. Eles vão depositar flores pedindo desculpas a John Russe. É um pedido de desculpas. Interessante. >> Aí você vê como a religião é ela é mal vista. Então você vai lá e vai colocar as flores. Você vai colocar as flores para dizer que Me desculpe, >> sente muito, sente muito. E essa história tá relatada, né, na obra Os Luminares Checos. Isso. >> Escografia do espírito Rochester. Muito bom por ser o Yah Rus, meus amigos, foi eh o o aquele que inaugura, né, foi o primeiro grande mártir da liberdade religiosa. >> Sim. >> Né? E depois a gente vai ver Kardec, né? eh, que é na verdade encarnação, inaugurando uma nova era do pensamento religioso. Então, vocês vejam como as coisas estão interligadas. Yus como mártir da liberdade religiosa e Kardecis revivecendo a ideia como codificador e promovendo a integração dos saberes e criando a ponte, né, do de um novo momento do pensamento religioso, inaugurando uma nova era do pensamento religioso. >> E e tem uma coisa curiosa, né? John Rose e e e o Lutero tinham pensamentos bem parecidos. Só que um deu, teve sucesso e o outro não. Qual foi a arma de Lutero para ter sucesso que John Russo não conseguiu usar? Imprensa. Lutero pegou o livro, traduziu e imprimiu. Quando ele imprimiu, amigo, quem é que segura? Quem é? Ninguém segurou mais. Acabou. Tão Russo não tinha. Então, se matasse o homem, matava a ideia. Lutero não adiantava matar o homem porque a ideia já tinha galopado para longe. Aí acabou. tem mais controle, porque eh só os sacerdotes tinham acesso ao texto. Essa coisa de você ter em casa esse texto aqui para
diantava matar o homem porque a ideia já tinha galopado para longe. Aí acabou. tem mais controle, porque eh só os sacerdotes tinham acesso ao texto. Essa coisa de você ter em casa esse texto aqui para você ler a hora que você quiser, isso só veio depois de Lutero, que por sinal o nome dele não era Martinho Lutero, era Martin Luther, não era King, mas era Martin Luther. >> Martin Luther. E é bonito, né, ver na história os voluntários que em segredo na calada da noite faziam as cópias dos textos para divulgarem, né? Muitas vezes era dessa forma, era copiando e passando de um pro outro e um pro outro, né? >> Olha, eu aí preciso fazer uma inconfidência particular. Eu falo isso com tanto orgulho, mas é porque eu me para me lembrar de que agora tem que dar certo nessa encarnação. Tem que dar certo. Meus amigos, meu nome Cristiane significa seguidora de Cristo. Cristiane, né? seguidora de Cristo. Então, já tem ali um apontamento para dar certo. Drx vem do alemão, raiz, né, germânica. Eh, a palavra alemã que faz referência a essa corruptela que virou Druc é Druc. E Druc em alemão significa pressão. Por que pressão? Porque as famílias de ofício, os homens de ofício na idade medieval, né, eh ganhavam nomes eh atrelados às suas profissões. Então, o meu tatataravô trabalhou na impressão das primeiras bíblias para os protestantes com Gutemberg. Ele era um auxiliar direto de Gutemberg. E daí porque a família ganha esse nome, Druc, Drux. Então assim, pelo pelo nome inicial, eu sou uma seguidora do Cristo e pelo sobrenome, eu sou a um elemento vinculado à Bíblia. Tem que dar certo, gente. >> Não é à toa que é jornalista. Olha aí, imprensa. >> Não é à toa que eu sou jornalista. Então d certo >> é é binômio as duas as os dois elementos do nome tem a ver com essa história religiosa, né? >> Responsabilidade maior, hein? >> É a minha família também é a mesma coisa. O nome original era Laharat, que significa artesão de ferro. São aquelas pessoas que não fazem portões, fazem aquelas grades de casa, tipo um
maior, hein? >> É a minha família também é a mesma coisa. O nome original era Laharat, que significa artesão de ferro. São aquelas pessoas que não fazem portões, fazem aquelas grades de casa, tipo um serralheiro, né, mas que tem arte, ele é um artesão. São os laharat. Muito, muito interessante isso, Cris. Quer dizer, então, que você tava lá na história do do dr. >> Eu tava no Druc. É, >> Dr. Adoro fazer expressão, né? O sobrenome também cai bem, que eu adoro fazer pressão, >> gente, que interessante isso. Pois é. Então aí, ó, você tem um primeiro marco que é Constantino, você tem um segundo marco que é o o cisma e tem um terceiro marco, que é essa esse momento em que você tem a o surgimento da igreja eh da igreja protestante, que depois ela vai se ramificando em várias outras, que é que você até colocou no vídeo, né, os vários segmentos que vão se originando daquela daquele ponto inicial que disse: "Não, nós não queremos seguir aqui. Aí você vem batistas, adventistas, eh luteranos, calvinistas. Tem a história de Zuiglio na Suíça, que também fez um trabalho de divulgação dessa mesma ideia. Então você vai tendo todo um um caminhar desse pensamento nos séculos que se seguem a esse esse momento aí da da inquisição da da reforma protestante. E o o interesse de colonizar o Brasil e trazer os jesuítas para cá era exatamente para impedir a concorrência. Se você viesse com o catolicismo e implantasse esse negócio aqui, quando o protestante chegasse, hum, não tinha mais porque eu já cheguei primeiro. Que é o que não aconteceu nos Estados Unidos, né? Nos Estados Unidos, o o catolicismo não foi veloz, porque ele era de uma colonização americana, eh, inglesa. Então, acabou que os protestantes é que tiveram a maior parte da fatia lá, né? Enquanto que aqui Portugal era católico, houve uma predominância da Igreja Católica do lado >> interessante, né, Larrá? Porque a igreja anglicana não teve, né, essa expressão nos Estados Unidos. >> Se expandiu, né? Deveria ter se expandido. Era o lógico,
dominância da Igreja Católica do lado >> interessante, né, Larrá? Porque a igreja anglicana não teve, né, essa expressão nos Estados Unidos. >> Se expandiu, né? Deveria ter se expandido. Era o lógico, né? >> É. Eh, só pra gente também não cometer nenhuma injustiça, né? E, e, e a mais do que além disso, valorizarmos, né? ou o que a gente num vídeo colocou como sendo austos de oxigenação. Nós nós tivemos ao longo desse período verdadeiros espíritos luminares que foram realmente à luz na escuridão, né? A gente não pode se esquecer que em plena Idade Média a gente teve um Francisco de Assis. >> Sim, >> né? Eh, então a gente teve inclusive muitos anônimos, muitos mártires que lutaram pela preservação da essência do cristianismo, né? e deram a vida muitos deles para que houvesse essa propagação dessa mensagem e auidade dela. Apesar dos desmandos, apesar de todas esses essas esses desvios de toda meu a de toda a milpia de entendimento, nós tivemos ao longo da da dessa história de mais de 1000 anos, muitos mártires, muitos espíritas >> contas, né? Para que a gente não morresse a míngua. Então, sempre tinha um missionário que vinha para chacoalhar a rosezeira, para não deixar. Eu eu eu diria que foram brasas, literalmente fazendo um jogo de palavra, foram brasas no incêndio, né, da inquisição, mas foram brasas desse dessa verdadeira fé, né, dessa fé assentada na essência da boa nova, né, e deram perpetuidade a isso, com seus exemplos, com seus legados. Eh, não está no nosso assunto, mas eu queria só fazer um comentário que no período mais sombrio da Idade Média, quando a coisa parecia que tudo ia se acabar, o Cristo manda o renascimento e tudo se renova de uma maneira impressionante no intervalo de tempo muito curto. a ciência, a arte, eh, a filosofia, ela se renova integralmente numa janela de 80 anos, que é quando o renascimento acontece. E ninguém consegue explicar como é que surgiu tanto gênio numa janela só. É porque na verdade foi um período assinalado pelo alto para
nte numa janela de 80 anos, que é quando o renascimento acontece. E ninguém consegue explicar como é que surgiu tanto gênio numa janela só. É porque na verdade foi um período assinalado pelo alto para que desse uma guinada na história, senão a gente ia se perder mesmo. Era um período muito muito perigoso pra humanidade que a intolerância tinha chegado num nível inimaginável. dava até a sensação de que não ia ter mais conserto. E na verdade e as coisas depois daí passaram a ter uma mudança bastante significativa. >> É verdade. Ela às vezes eu fico pensando, fico tentando fatiar os setores da história. E quando você me fala isso e nos fala isso, né? Eh, eu fiquei pensando aqui, por exemplo, junto com o renascimento no âmbito artístico, no âmbito cultural, que é aonde ele tava atuando ali na na promoção dos saberes, a gente tem junto com o renascimento no âmbito econômico, por exemplo, o mercantilismo, eh saindo de um período medieval, eh ganhando expansão são colonialistas e esses impérios, esses reinos se lançando ao mar, buscando expansão. Então assim, eh, se a gente parar para olhar a história, o que eu quero dizer para vocês é o seguinte: todos os círculos da vivência humana no âmbito religioso, no âmbito econômico, no âmbito das artes, eh e essas essas eh movimentações, essas dinâmicas, elas se dão a partir de uma coordenação espiritual superior. Porque se você se você fatia esse momento da história, você vai que esse momento da história do renascimento, é, é, tá ganhando ali a oxigenação no âmbito econômico também. Não é só uma oxigenação nas artes, é uma oxigenação no âmbito do da dinâmica econômica do mundo, da busca por novos territórios, eh da expansão. Então é é é como se um hálito dessa governança planetária. >> Fechou o áudio. >> Fechou seu áudio, Cris? Eh, agora voltei. >> Fechou de novo. >> Fechou de novo. >> Deus. Tá com obsessor esse esse microfone aí. É como se, vou tentar pela terceira vez, é como se esse hálito divino, né, estivesse ali numa grande, numa
oltei. >> Fechou de novo. >> Fechou de novo. >> Deus. Tá com obsessor esse esse microfone aí. É como se, vou tentar pela terceira vez, é como se esse hálito divino, né, estivesse ali numa grande, numa governança planetária, né, orquestrando essas dinâmicas que vão se aglutinando e vão se complementando. >> Sim, >> esses âmbitos, né? o âmbito econômico, o âmbito religioso, o âmbito das águas. Eu eu uma vez eu cheguei a pegar o século XV para fazer esse estudo, porque o século XI é um século medíocre. O século XI é 1300 e pouco, é quando explode mesmo a Inquisição de vez. Então eu fiz uma análise do século XV, que ele é uma ponte para o século X. O século X é totalmente diferente do 14. Por quê? Porque o 15 teve sete, sete mudanças importantes. Eu vou ler aqui rapidinho as mudanças. No campo religioso, a figura de John Rose e Lutero acontecem nessa janela do ali do século XV, virando pro 16. No campo da arte, o renascimento. No campo da filosofia, o renascimento. No campo da política, a queda de Constantinopla. No campo da economia, o fim do feudalismo e as rotas para o Oriente. No campo social, os descobrimentos, abrindo novas perspectivas sociais. E no campo da ciência, a grande mudança, a imprensa que revoluciona. Então são sete áreas distintas que o governador planetário atacou de uma vez só e ele virou a história da idade média totalmente com esse com esse movimento que ele faz. >> Interessante mesmo, né? Bom, nós temos umas perguntinhas aqui. Eu quero começar com a última que chegou, porque a Maria José fala: "Agora o cristianismo está sendo esmagado, enquanto o islamismo está tomando conta da Europa e do mundo." O que significa isso? É uma pergunta bem complexa, bem complexa. Mas assim, eh, o islamismo avança na Europa porque a Europa tem sede, os homens têm sede de espiritualidade e o cristianismo que foi apresentado aos europeus é um cristianismo muito intolerante. Então, como eles não estão interessados nisso, há um recu. e ao mesmo tempo ocorre um fluxo migratório muito forte
o cristianismo que foi apresentado aos europeus é um cristianismo muito intolerante. Então, como eles não estão interessados nisso, há um recu. e ao mesmo tempo ocorre um fluxo migratório muito forte de países do Oriente Médio, em que as pessoas já chegam convertidas lá. Então, de repente, o que a gente pode vir ver a acontecer é uma islamização da Europa. Eh, eles vão se tornar mais numerosos, vão votar, farão leis mais adequadas às suas crenças e a Europa pode tornar-se um ambiente eh muçulmano. É o que, do ponto de vista pragmático, é o que pode vir a acontecer no nosso continente americano. É possível que o islamismo também avance, mas ele vai ter mais dificuldades, porque como o cristianismo aqui ele preenche bem as expectativas das pessoas, não haverá tantas conversões, porque os cristãos daqui eles estão eh muito bem satisfeitos com sua fé, seja ela católica ou protestante. As pessoas estão bem tranquilas. Agora na Europa houve um uma fuga disso. Eu estava conversando com o pessoal da Itália outro dia e o e ela a Itália que tem a Igreja Católica lá, ela tava me dizendo assim: "Aqui na Itália as pessoas não dizem graças a Deus, vai com Deus". Não tem, é tudo eh afortunadamente eu consegui. Felizmente isso deu certo. Mas assim, as pessoas não se referem a Deus, não quer dizer nada. Mas quer dizer muito que na medida que você vai afugentando Deus da linguagem, ele vai sumindo do ideário, né? Mas isso é um problema. A Europa tem problema com religião, tem graves problemas com religião. >> É, e eu diria, Larra e Ivana, que a Europa tem problemas com questões reencarnatórias >> também, >> com a um próprio acerto de contas >> enquanto coletividade europeia. >> E eu vou explicar porquê. Hoje em dia nós temos um uma um avaçalador movimento de migração dentro da própria Europa, né, os refugiados. >> Eh, e muitos são islâmicos. Muitos são islâmicos. >> Muitos. >> E os islâmicos eles, eh, invadiram a Suíça, a Alemanha. A Alemanha está vaçalada de de refugiados. do islamismo,
, né, os refugiados. >> Eh, e muitos são islâmicos. Muitos são islâmicos. >> Muitos. >> E os islâmicos eles, eh, invadiram a Suíça, a Alemanha. A Alemanha está vaçalada de de refugiados. do islamismo, né, dos dos do povo árabe. E eles trazem consigo uma característica que incomoda muito o cidadão europeu ou o local europeu, que o o islâmico quando ele passa a viver em outro país, ele não abandona a sua cultura, ele não abandona o seu hábito. Então ele não faz nenhum tipo de esforço para se adaptar àquela nova cultura, né? E eu eu posso falar isso com muita propriedade, porque é a principal reclamação que eu escuto, por exemplo, dos meus clientes alemães. Eles têm um discurso de intolerância, porque é um discurso de intolerância, mas é um discurso intolerante justificado nessa argumentação. eles vêm para cá, né? Eh, e acabam se nutrindo dos nossos recursos naturais, dos nossos recursos econômicos. O governo banca pensão, banca subsidiar tudo isso para eles, a família deles, os filhos, a escola, alimentação, eles não trabalham, mas ganham recursos do próprio governo alemão. Tô falando da Alemanha, mas isso é igual em outros países da Europa. E eles não fazem o mínimo esforço para se adaptar a uma nova cultura. eles impõem a cultura deles. Então, é certo, é errado, não sei. Eu não tô fazendo esse julgamento de valor, mas o que eu tô querendo dizer é que existe ali um óleo que não se mistura com a água. Então, o óleo sempre fica evidente e a água sempre vai ficar evidente. E daí por essa incapacidade desse amálgama, né, >> não faz. >> Coesão não faz. E e daí dá essa impressão, né, eh, que o islamismo ele está dominando. Não é que o islamismo esteja dominando, mas ele está sim se impondo a uma não adaptação desejável a uma cultura que ele tá buscando acolhimento. Então, dá essa impressão do alto que é isso que tá acontecendo. Mas na base, e voltando à história da da reencarnação, existe, sem dúvida, um acerto de contas. com um continente e com uma população de espíritos que sempre tiveram um
que é isso que tá acontecendo. Mas na base, e voltando à história da da reencarnação, existe, sem dúvida, um acerto de contas. com um continente e com uma população de espíritos que sempre tiveram um posicionamento altamente imperialista. altamente imperialista. >> É. Agora, olha só, vou fazer uma comparação com o Brasil. Uma popul uma família árabe vem para o Brasil. Depois da terceira geração, eles não falam mais árabe. Não fala mais. Ela conhece os palavrões, não fala mais árabe, toca, dança samba e e vive do Brasil. O Brasil, com todos os defeitos que tem, ele tem um poder de destruir a cultura dos outros. O sujeito vem do Japão para cá, ele vem do Japão para cá, ele não fala, só fala japonês. Os filhos dele só falam japonês em casa. Mas não adianta, na terceira geração, os filhos já estão todos aculturados. O Brasil tem essa coisa de que ele, digamos assim, ele não respeita a cultura dos outros, ele sai quebrando e misturando e e acabando com isso, fazendo essa amálgama. Quando você vai para certas regiões aonde os povos estão constituídos assim, o que que é um francês? Um francês é um francês. O que que é um alemão? Um alemão é um alemão. Agora, o que que é um brasileiro? um brasileiro, eu sei lá o que que é um brasileiro, mas um um um suíço é um suíço. Então, quando você vem para se inserir nessa sociedade, é muito mais difícil. Então, eh eu entendo isso e o que acontece é um um processo de rejeição recíproca, porque o muçulmano diz: "Ah, você não me aceita?" É, pois então também eu não aceito você. Então fica fica tensões sociais o tempo todo. Paris é um barril de pólvora por conta das pressões que existem nos arredores da cidade. Os os os migrantes foram todos pros arredores da cidade e no centro estão morando os franceses. Isso é uma pressão social terrível. Na Suíça, eu estive vendo lá umas coisas muito interessantes. Olha como é curioso. Lá tem supermercado só para migrante que vende os mesmos produtos por metade ou até 1/4 do preço. Aí eu perguntei pra
Na Suíça, eu estive vendo lá umas coisas muito interessantes. Olha como é curioso. Lá tem supermercado só para migrante que vende os mesmos produtos por metade ou até 1/4 do preço. Aí eu perguntei pra Suíça que tava comigo: "E você não pode fazer compra aqui?" Ela disse: "Não posso, mas não é errado, não é correto, é errado. Então a gente compra no nosso que é o outro, tá lá embaixo, vai pagar o dobro do preço, mas aqui é é subsidiado pelo governo, não é correto pegar aqui. Isso é só para eles." Então eles têm um subsídio para poder eh sobreviver naquela sociedade extremamente eh Olha aí o a a Smussi. Sou neta de libanês. Meus avós e meu pai não ensinaram a língua árabe, só aprender os palavrões mesmo. É. >> E o o Manuel tá falando, Júnior, que é o caso da 25 de março, que é aquela miscelânia, né, de judeus e árabes se casando, constituindo família. É uma é uma, um lindo colorido, né? É tudo >> nelaá. Família judia, casado com a Samia que é de família muçulmana. Pois é. Tá vendo? Olha a mistura, né? >> Aí, Ivana, agora a gente roda a vinheta porque a gente voltou pro Brasil coração do mundo, pátria do evangelho. >> É verdade. >> Mas imaginem a vinheta. >> Olha, o Arrênios tá fazendo a pergunta, né? Podemos também enfatizar a importância da ética e do autoconhecimento como eh ferramentas para essa evolução. >> Essencial, né? Essencial. Na verdade, tudo converge para isso aí, Renos. A gente circula, circula, circula, circula, circula e o foco é: "Cara, enquanto não fizer transformação moral e autoconhecimento, pode rodar para onde quiser, inventar o que quiser, não, não resolve. Só resolve é isso aí. >> É, ó, eh, nós temos mais uma pergunta e vai ser a nossa última pergunta, porque nós já estamos há quase 1 hora e meia de live e depois a gente já passa para as nossas considerações finais, OK? Ariana, Ariane, como define o tempo atual em comparação ao passado? Achei a pergunta dela fantástica. Ah, eu acho assim, como nós somos, na verdade os mesmos espíritos que voltam, existe muito do
OK? Ariana, Ariane, como define o tempo atual em comparação ao passado? Achei a pergunta dela fantástica. Ah, eu acho assim, como nós somos, na verdade os mesmos espíritos que voltam, existe muito do passado no presente, muito. Mesmo com todas as lições que o passado nos entrega, a gente continua repisando as mesmas trilhas. E assim, a diferença de uma criatura em duas encarnações consecutivas é pequena. Existem algumas reflexões nesse sentido dentro da literatura espírita sobre o quão pouco o espírito se transforma de uma existência para outra. Às vezes a gente vê uma pessoa com idade avançada, com pensamentos bonitos, nossa, como mudou nessa existência. Bota de jovem de novo, bota hormônio na veia dele e solta no carnaval, vê se ele vai realmente ter toda essa nobreza de caráter. Então, eh, nem sempre uma conduta equilibrada na velice significa que o espírito venceu. Ele precisa voltar às mesmas condições da juventude em que ele se equivocou para que ele prove que realmente aquilo não lhe é mais interessante. É bem mais difícil. Então tem muito do passado no presente. Às vezes a gente sofistica a forma de lidar com isso. Então a gente não tem fogueira, mas tem cancelamento em rede social, né? Tem uma série de práticas que são assemelhadas. A intolerância não é física, mas nossa, a intolerância que tem hoje na rede social, o ódio que existe é muito grande. Então a gente vai só se revelando e nesse período de transição planetária, todas as portas do desequilíbrio estão abertas, que é pra gente se revelar e a gente poder separar o joio do trio com mais facilidade. Então você tem que ter todas as portas abertas para saber se o cara passa pela porta ou não. passar pela porta. Beleza? Se as portas estiverem trancadas, eu nunca saberei se meu filho é bom ou não. Ele tem que estar com tudo aberto e ele escolher a porta correta para atravessar. É isso. Eh, eu fico pensando, né, que a gente já tá num momento de transição. Estamos em processo de transição. Então, eh, estamos no mundo de provas e
e ele escolher a porta correta para atravessar. É isso. Eh, eu fico pensando, né, que a gente já tá num momento de transição. Estamos em processo de transição. Então, eh, estamos no mundo de provas e expiações, não. Nós já estamos migrando para o momento da regeneração. Mas como Kardec, né, sempre como bom pedagogo disse, nada é tão sólido e tão pontual. Existem nuances, como a própria escala espírita também é composta de nuances. Então são fases de transição e nós estamos em plena fase de transição. E como muitos autores espirituais nos asseveram, né, quando a gente se debruça sobre a literatura espírita, essa ideia ela é uma ideia recorrente. Nós hoje já temos todos os insumos necessários para fazermos prevalecer o homem espiritual. Isso é inquestionável. Nós já podemos exercer o nosso melhor lado da luz e deixarmos o lado sombra, mas por vários mecanismos internos, por várias situações, né? E são situações na história particular de cada um, que não dá para estabelecer via de regra geral. Eh, nós temos dificuldades de fazer isso prevalecer. Agora, eh, nós já temos plena condição hoje de exercitar esse homem espiritual. Isso é é impressionável. uma questão só de mobilização da nossa vontade para que esse exercício seja um exercício contínuo, permanente. Agora, o que eu acho que todos nós devemos fazer, e aí eu tô falando para eu mesma ouvir, fica dever de casa para todo mundo. Daqui a uma quinzena vocês vão me responder o que que aconteceu. Nós podemos fazer uma pergunta alavanca. para que o nosso progresso espiritual ocorra. E qual é essa pergunta alavanca? Todos nós temos nessa encarnação uma questão. Qual é a sua questão? Qual é o seu ponto mais sensível e que você, se você se vasculhar por dentro, você sabe, você vai conseguir elencar esse único, um ponto preponderante mais sensível. Qual é a tua questão na vida? Eu sei qual é a minha. Tô lançando aí para vocês qual é a sua questão. E se você identifica qual é essa sua questão, você alcança um degrau para você subir,
ais sensível. Qual é a tua questão na vida? Eu sei qual é a minha. Tô lançando aí para vocês qual é a sua questão. E se você identifica qual é essa sua questão, você alcança um degrau para você subir, que é é o autoconhecimento. >> Sim. Então, pronto. Sento objetivado. Eu, qual é a tua questão nessa vida? O que que mais te incomoda? O que que mais prevalece em você desse lado sombra? É aquilo que você mais tem que dar atenção, é aquilo que você mais precisa corrigir. Qual é a tua questão? Se você resolver essa equação de qual é a tua questão, podem ter certeza que essa encarnação tá ganha. Essa encarnação tá ganha, minha gente. >> É porque >> pode falar, L. >> Tem dois planejamentos espirituais. Tem o planejamento espiritual social e tem o planejamento espiritual interno. O social é assim, ah, a fulan vai se formar, vai ser médico, vai casar, vai ter não sei quantos filhos. Esse é um. Mas tem o outro que assim se reconciliar com o pai, conseguir vencer o alcoolismo. Esse é o meu. Eu tenho um para fora e um para dentro. E a gente às vezes olha assim, olha, fulano cumpriu o planejamento, fez tudo que era do lado de fora, tá tudo feito, mas do lado dentro não fez nada. Então a gente tem essa coisa que a Cristo tá colocando é muito importante. Nós temos que descobrir a nossa questão fundamental. O que é que nos moveu vir para cá? Qual foi o a questão? Não é pro lado de fora. Esquece pro lado de fora. Não é o curso de medicina, não é o prêmio Nobel da Paz, não é, não é isso. É o que que você veio para resolver para dentro, você com você mesmo. Então essa que é a questão que a gente não pode perder de vista, né? Eh, eu quero enfatizar o quanto o espiritismo nos ajuda nesse processo, o quanto é importante nós buscarmos o conhecimento. Eh, muitas vezes nós observamos que ficamos na superficialidade, sabe? A gente observa dirigentes espíritas, de casas espíritas, e quando você conversa, percebe que o conhecimento da doutrina é muito superficial. Então, gente, nós temos um
amos na superficialidade, sabe? A gente observa dirigentes espíritas, de casas espíritas, e quando você conversa, percebe que o conhecimento da doutrina é muito superficial. Então, gente, nós temos um verdadeiro tesouro nas nossas mãos. Nós precisamos conhecer, buscar isso, estudar mesmo o espiritismo. E esse estudo ele é contínuo, não acaba nunca, porque a cada vez que a gente lê uma obra, a gente descobre aspectos que a gente não tinha percebido, não é? Então é realmente estudar, porque nós temos tudo na mão para dar certo. A gente tem que seguir o roteiro, não é? Que Jesus deixou e que agora o Espiritismo veio e tirou o véu, mostrou para nós o que ele quis dizer. Tá muito, muito claro agora, né? Mas olha, pessoal, a Ana Cecília tá pedindo pra gente dizer qual vai ser o capítulo estudado no próximo encontro. Olha, eu eu não sei se Cris, eu não sei se vai ser o capítulo sobre cristianismo lá do doc do do do no Leon Deni, porque ele tem um capítulo sobre o cristianismo ou se esse fez tudo já contemplou o lado de lá, porque o Pedro Gran já pega muita coisa, >> pega. É, aliás, é uma uma ressalva, né? Respondendo a pergunta lá, Rai, eu vou te responder e responder a internauta também. Eh, o Pedro Granja, quando a gente leu Afinal, Quem Somos e se vocês estão acompanhando o Afinal Quem Somos, eh, quando quando a gente cria um paralelismo com Leondeni e ele vai beber na fonte de Leon também, ele se utiliza de parágrafos inteiros de Deni, >> inteiros, >> mas ele assume que faz isso. E ele assume que faz isso desde a introdução da obra, o que eu acho muito elegante dele, porque eh se você já tem alguém que já falou aquilo de uma forma tão apropriada, por que que você vai querer inventar a roda? É elegante, é humilde. Então ele assume que tá reproduzindo e fala se como ler, como nos lembra Deni? E aí ele traz o capí o o parágrafo inteiro. É lindo isso. É ausência de personalismo, gente. Para que que vai inventar falar com outras palavras o que o outro já disse? É bobo isso. Então, Pedro Granja faz
ele traz o capí o o parágrafo inteiro. É lindo isso. É ausência de personalismo, gente. Para que que vai inventar falar com outras palavras o que o outro já disse? É bobo isso. Então, Pedro Granja faz isso. Então, tem, por exemplo, esse capítulo do catolicismo, ele ele ele faz essa varredura, foram 40 páginas, de 1000 anos, idade média, mais o protestantismo, mais a reforma, né? E ele agora no próximo capítulo, que é o capítulo 10, ele já entra na doutrina espírita. Então eu acho que a gente pode eh fazer esse salto, né? Porque doutrina espírita já é bem-vinda. Oba! Vamos entrar na doutrina espírita. >> Não, mas aí >> é coisas do Herculano também. >> Não, mas aí aí é o seguinte, depois do cristianismo, >> o Leão Deni trata do o materialismo e o positivismo e a crise moral. >> Então eu acho que a gente tem que fazer Leon Deni antes, né? É, temos que fazer esse DNI aqui, pegando o cristianismo, materialismo e a crise moral. >> Isso >> para fazer a preparação ambiental para entrar doutrina. É porque o positivismo, eh, todos foram correntes ideológicas, o positivismo, o cartesianismo e todos os ismos, o Iluminismo, foram fontes inspiradoras do humanismo, que vai ser ali o fio condutor principal do pensamento catequiano. Então, acho que a gente pode ficar no Leon Deni mesmo antes, pessoal. E o catolicismo, Luía Negrão, a gente tratou hoje, né? O catolicismo foi tratado hoje não só da idade medieval, como de todas as ramificações que a Igreja Católica desenhou ao longo da história, né? como a Igreja Apostólica Romana, a a o o a o viés que ganhou do protestantismo. Então, a gente já tratou hoje, tratamos hoje catolicismo. É isso aí, pessoal. Olha, então nós já estamos aí quase 1 hora: 40, vamos finalizando. Cris, suas despedidas. Minhas despedidas é renovado o convite para que estejamos juntos na próxima semana. Hoje já falei muito, mas é isso, que a gente revigore um novo comportamento, já que somos espíritos viajores do tempo, que nós revigoremos um novo comportamento diante da nossa
ntos na próxima semana. Hoje já falei muito, mas é isso, que a gente revigore um novo comportamento, já que somos espíritos viajores do tempo, que nós revigoremos um novo comportamento diante da nossa religiosidade e que essa religiosidade seja a religiosidade do religar sem interesses obscuros e nenhuma verdadeira eh relação filial com o nosso pai. É isso, meus irmãos. Muito obrigada. Tela. >> Bom, minhas considerações finais são apenas uma frase. Cris, o vídeo ficou excelente, espetacular. Não posso dar nota 10 para você, senão ficar sem nota para Deus. Então eu vou dar 9,9. Muito bom, gente. >> E a nossa próxima live, dia 29 de abril, daqui a 15 dias, né? Estaremos de volta. E pessoal, quem não conseguiu assistir o vídeo da Cris, que foi exibido no começo da live, olha aí na descrição dessa live que tem o link onde a Cris coloca todos os vídeos que ela produz, tá bom? Então, tá disponível e claro, você também pode voltar e assistir essa live desde o começo, né? caso queira também acompanhar o raciocínio, né, desde o começo, tá bom? Então, muito obrigada a todos que estiveram conosco, todo mundo firme, mais de 300 corações unidos aqui nessa live. Muito obrigada a todos. que nós tenhamos aí uma semana abençoada, que Deus esteja com cada um de nós, nos guardando, nos protegendo e a gente se encontra daqui a 15 dias em mais um Afinal, somos o espírito no tempo. Tchau, pessoal. Um abraço a todos.