A parábola dos talentos • Marina Alves
Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista traz um convidado especial para falar sobre temas do cotidiano sob a luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se encontram para reflexões acerca do Evangelho de Jesus. Realização: União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #palestraespirita #espiritismo #evangelho
Que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências. Que a sua paz esteja em cada coração. Sejam bem-vindos todos os amigos que aqui se encontram nos dois planos da vida e os amigos que nos acompanham pela UVCTV e pelo pelo canal da TV Mansão do Caminho. Sempre uma imensa satisfação saber que estamos na companhia de tantas almas queridas para mais um momento de reflexão em torno da mensagem do mestre à luz da doutrina espírita. E para melhor sintonizarmos com este momento, que possamos elevar os nossos pensamentos numa prece. Divino amor de nossas almas, a nossa gratidão, Senhor, pela tua presença bendita em nossas mentes e corações, inspirando-nos para que sejamos verdadeiramente servos fiéis da tua mensagem. cooperando contigo na grande transformação de nós mesmos, instaurando em nós o teu reino de amor, de bondade, de perdão. Que sejamos, Senhor, compartícipes contigo em todos os lugares que estivermos sobre o teu amparo e a tua proteção. Por isso, nesse instante, te convidamos, amigo, para que amplie as nossas percepções para melhor compreender as reflexões desta noite, a fim de colocá-las em prática a nossa vivência. Por isso, te convidamos, Senhor, que permaneça conosco, iluminando-nos e abraçando-nos com a tua misericórdia hoje e sempre. Hoje nós temos a grata alegria de receber pela vez primeira aqui na nossas lives das terças-feiras nossa querida amiga irmã Marina Alves, que vai nos trazer o tema A parábola dos talentos. Marina, uma alegria tê-la conosco. Seja bem-vinda essa casa Vitória da Conquista já é sua, a União Espírita também. Então vamos rogando votos de muita paz. Passamos a palavra para você. Fique à vontade. Muito obrigada pelas boas-vindas, pelo carinho, pela oportunidade. E vamos então iniciarmos as nossas reflexões de hoje. Gostaríamos, antes de tudo, cumprimentar a todos os que estiverem nos acompanhando agora ou posteriormente. E vamos refletir um pouquinho sobre a parábola dos talentos. A parábola dos talentos é uma das parábolas, talvez mais conhecidas do
r a todos os que estiverem nos acompanhando agora ou posteriormente. E vamos refletir um pouquinho sobre a parábola dos talentos. A parábola dos talentos é uma das parábolas, talvez mais conhecidas do evangelho de Jesus. É uma das parábolas que fazem parte das nossas discussões, das nossas reflexões diárias. Então, o nosso objetivo hoje será trazer de volta um pouco daquilo que já sabemos, buscar nos textos já conhecidos, buscar nas reflexões já conhecidas um sentido vivo, um sentido em que não apenas se entende a palavra, mas que sobretudo acima da palavra compreendemos uma lição deixada por Jesus para espíritos imortais que através Através das nossas jornadas reencarnatórias no planeta Terra, nós teríamos a oportunidade de estarmos vezes e outras em contato com a mesma mensagem de Jesus. E progressivamente, conforme avançamos nós na nossa senda, avançaríamos também nesta compreensão daquilo que ele nos deixou. A parábola dos talentos se encontra em um contexto que é importante ser compreendido para que possamos também compreender o sentido geral da mensagem que ela nos traz. Ela se encontra no capítulo 25 do Evangelho de Mateus, que é um dos capítulos do sermão profético chamado O sermão profético está nos capítulos 24 e 25. E antes de falarmos um pouquinho especificamente da parábola dos talentos, vamos pensar de maneira mais ampla no sermão profético. Quando vamos analisar o conteúdo dos capítulos 24 e 25, vamos perceber Jesus em uma conversa íntima com os discípulos no Monte Oliveiras, depois de ter saído de uma pregação pública no tempo, vai ao monte junto aos seus discípulos e os esclarece, anunciando o que viria, anunciando diversas dores. Mas como sempre em seu evangelho, Jesus sendo o divino mestre e o divino guia nos anuncia o que virá e nos ensina o caminho pelo qual vencermos os desafios que chegariam. Nesse sermão, portanto, ele se utiliza de algumas parábolas para exemplificar quais seriam as atitudes dos seus discípulos verdadeiros. as atitudes que ele esperaria de nós.
os desafios que chegariam. Nesse sermão, portanto, ele se utiliza de algumas parábolas para exemplificar quais seriam as atitudes dos seus discípulos verdadeiros. as atitudes que ele esperaria de nós. Para exemplificar que diante de tantas atribulações, seria possível sim mantermos uma postura de firmeza no evangelho, uma postura de confiança em Jesus e, portanto, uma postura de conquista sobre nós mesmos. É nesse capítulo 24 em que nós temos aquela frase tão refletida que por muito abundar a iniquidade ou o mal, o amor de muitos se esfriaria, mas que aqueles que persistissem até o fim, estes seriam salvos. Se nós sabemos que em um período de transição planetária, que é a tradução da doutrina espírita para o sermão profético, em que entendemos as falas de Jesus sendo referentes a esse processo de transição planetária e não ao fim dos tempos de uma maneira fatídica. Nós vamos perceber que as orientações de Jesus para os seus discípulos de como enfrentar esses momentos de atribulação são orientações para nós de como enfrentarmos e de como sermos vitoriosos no momento de transição planetária, mas sobretudo no momento de existência individual, que independente do período de transição ou não, ainda traz consigo pela nossa inferior prioridade, seus desafios próprios, seus obstáculos próprios que moram dentro de nós. Ao percebermos a fala de Jesus, que aqueles que persistissem até o final seriam salvos, nós abrimos uma compreensão mais ampliada para o que ele viria exemplificar depois, em que as parábolas que se seguem nos levam à compreensão do que seria persistir até o final. Antes de contar a parábola dos talentos, Jesus narra a parábola das 10 virgens. E antes da parábola das 10 virgens, nós temos a parábola do servidor fiel e do servidor indisciplinado, por assim dizer, em que o Senhor vai viajar e deixa o Senhor o deixa o seu servo tomando conta de sua casa e de seus bens. E Jesus nos diz que existem dois exemplos a serem seguidos, ou um exemplo a ser seguido e outro exemplo a não ser
viajar e deixa o Senhor o deixa o seu servo tomando conta de sua casa e de seus bens. E Jesus nos diz que existem dois exemplos a serem seguidos, ou um exemplo a ser seguido e outro exemplo a não ser seguido, mas dois exemplos possíveis. Um deles é o primeiro servo, que é o servo indisciplinado, em que não sabendo quando chegaria o seu senhor, passa a utilizar dos bens da casa, passa a festejar e a dilapidar todos os seus bens. E inesperadamente o seu senhor chega. E naquele momento em que ele chega, grande dor é a do seu servo, pois que é lançado às trevas exteriores, onde haveria pranto e ranger de dentes. Mas que bendito seria o servo, que se encontrasse ciente das suas responsabilidades e que por amor ao seu senhor conservasse bem feito o seu dever. conservar-se bem cuidados os bens daquele que confiava nele. Uma atenção. O grande ponto desta primeira reflexão nesta parábola é que os servos não sabiam quando o Senhor chegaria. Do mesmo modo na parábola dos talentos, o Senhor confia os talentos, mas não diz quando voltaria. Nós podemos refletir quanto tanto ao momento de transição, quanto as dificuldades que surgem no nosso íntimo e na nossa vida, por característica mesmo do planeta em que nos encontramos, das convivências com as quais nós compartilhamos a vida, que as dores não são avisadas. Nós não sabemos quando os momentos de dificuldade chegarão, que podem ser traduzidos pelo evangelho como momentos de testemunho. Nós não sabemos quando Deus nos pedirá o testemunho da nossa fé diariamente. E por isso nós precisamos estar preparados. Preparados não por medo do Senhor que virá, mas preparados no Senhor, por sabermos que é nele que encontramos as forças necessárias para superarmos e vencermos os momentos de testemunho e de tribulação. Para que nós pudéssemos passar por esses momentos, Deus nos confere recursos que poderíamos chamar de talentos. E é aqui que nós vamos fazer uma pausa para pedir licença, para ler a primeira parte da parábola dos talentos, em que
r por esses momentos, Deus nos confere recursos que poderíamos chamar de talentos. E é aqui que nós vamos fazer uma pausa para pedir licença, para ler a primeira parte da parábola dos talentos, em que Jesus dirá: "Porque isto também, o reino dos céus, é como um homem que, partindo para fora da terra chamou os seus servos e entregou-lhes os seus bens. A um deu cinco talentos, a outro dois e a outro um. A cada um segundo a sua capacidade e ausentou-se para longe. E tendo ele partido, que recebera cinco talentos, negociou com ele e conquistou mais cinco talentos. Da mesma forma, o que recebera dois conquistou outros dois. Mas o que receberá um foi, cavou na terra e escondeu o dinheiro do seu Senhor. Quando nós reconhecemos a bondade divina em nos ofertar os talentos, nós reconhecemos também um pedido, que é um pedido de fidelidade. A parábola dos talentos passa a ser traduzida como uma parábola também que nos convida a refletir sobre a fidelidade a Deus. O talento não era uma moeda como nós imaginamos. O talento era uma medida de peso, uma medida de valor que tinha aproximadamente 30 kg e que era pesada em metais preciosos, neste caso, a prata. Então, aquele que recebeu um talento não recebeu uma moedinha, recebeu 30 kg de prata. Aquele que recebeu dois, 30 x 2. E o que recebeu 5, 30 x 5, 150 e 60 kg. Ou seja, não era uma concessão, mas era uma oportunidade de trabalho. Era um patrimônio divino confiado aos seus servos, para que através da fidelidade eles pudessem se utilizar destes patrimônios. Observemos, não apenas em favor do seu senhor, mas que em favor de si mesmos. Porque aqueles que bem utilizassem dos seus talentos receberiam depois a recompensa da alegria do Senhor. Em verdade, quando falamos em termos de fidelidade ao evangelho, as noções de justiça são alteradas e passamos a penetrar dentro da lógica de Jesus, em que a justiça significa abundância, a justiça significa o amor que transborda. A justiça significa sempre diante das nossas falhas ou dos nossos acertos. a
mos a penetrar dentro da lógica de Jesus, em que a justiça significa abundância, a justiça significa o amor que transborda. A justiça significa sempre diante das nossas falhas ou dos nossos acertos. a condução do Pai para que nos engrandeçamos cada vez mais, para que ergamos a nossa alma para cada vez mais próximo da nossa essência divina, daquilo que somos em potência, de acordo com a nossa criação, que a doutrina espírita vem nos esclarecer, simples e ignorantes a princípio, com a fatalidade da perfeição, através da lei do progresso, que nos acompanha pelas encarnações. Se todo trabalho que é confiado por Deus a nós tem também a mão da sua justiça, porque os atributos divinos não funcionam com pausas no sentido de que Deus em um momento é amor, em outro momento é justiça, em outro momento é misericórdia. Deus é sempre Deus em todas as suas ações para com cada um dos seus filhos. Ele se utiliza de todos os seus atributos. Portanto, a ação de conferir-nos trabalho, de conferir-nos a oportunidade de progresso, oportunidade de multiplicarmos aquilo que recebemos, é também uma ação de justiça e de misericórdia. possibilitando que nós caminhássemos um pouquinho mais dentro de nós mesmos. Que nós caminhemos um pouquinho mais dentro de nós mesmos. Quando vamos observar a lição da fidelidade, que é a lição pedida para aos servos, vamos encontrar a compreensão dessa lição em um capítulo do livro Boa Nova, capítulo 6, ditado por Humberto de Campos, pela psicografia do nosso Chico Xavier. E nesse capítulo seis, cujo título é fidelidade a Deus, vamos encontrar um diálogo muito precioso entre Jesus e também os seus discípulos, que vai nos auxiliar a entendermos de maneira mais profunda a proposta do Senhor para com seus servos e a proposta de Jesus ao nos ofertar, ao nos presentear a parábola dos talentos. Nesse capítulo fidelidade a Deus, os discípulos se encontram em um contexto em que acabaram de ouvir há um há um certo tempo as primeiras prédicas de Jesus com relação às dificuldades, aos
s talentos. Nesse capítulo fidelidade a Deus, os discípulos se encontram em um contexto em que acabaram de ouvir há um há um certo tempo as primeiras prédicas de Jesus com relação às dificuldades, aos desafios, aos testemunhos que o evangelho pediria e tinham o espírito atribulado, refletiam sobre a validade de tanto esforço. Qual seria a recompensa? Para quê? Será mesmo justo? Tanto em favor do evangelho? Será mesmo que vale a pena tamanho sacrifício pessoal? Em cuja reflexão reconhecemos ainda a falta da compreensão daquilo que Jesus ensina quando diz que aquele que buscasse salvar a sua vida perderia. Mas que aquele que perdesse a sua vida por amor dele, em verdade a ganharia. Porque a verdadeira vida, as verdadeiras recompensas e os verdadeiros tesouros se conquistam através do nosso esforço e do nosso trabalho aqui para encontrarmos os frutos do lado de lá. Como os discípulos ainda não entendiam muito bem esse raciocínio, ou talvez como nós entendiam esse raciocínio, mas não eram capazes de ter este sentimento de entrega e verdadeira confiança e fidelidade. Jesus o chama para conversar. Permite que eles expusem as suas dúvidas, as suas angústias, as suas queixas. E então traz uma reflexão que seria a nossa postura diante do Pai, senão a postura de filhos gratos por tamanhas misericórdias adivinas, por tamanhas bênçãos recebidas e que a quem muito agradaria a oportunidade de retribuição. faz-nos também refletir quanto ao tributo que o mundo nos cobra para vivenciarmos todos os prazeres e todas os todas as ofertas, todos os convites que ele nos propõe e que nada nos dá em troca. Que por outro lado, o evangelho, se nos propõe um caminho de sacrifício, nos dá em troca a vida verdadeira, em paz e felicidade, em comunhão com Deus. Em um momento, já começando a compreender a lição do mestre, um dos discípulos questiona: "Senhor, qual então a característica mais fundamental para ser cultivada no coração para a identificação com a grandeza da tarefa?" E Jesus diz: "Antes de tudo, é
mestre, um dos discípulos questiona: "Senhor, qual então a característica mais fundamental para ser cultivada no coração para a identificação com a grandeza da tarefa?" E Jesus diz: "Antes de tudo, é preciso fidelidade a Deus". Vamos tomar a pergunta para nos aprofundarmos um pouquinho mais. O questionamento traz em si a grandeza da tarefa. Não era apenas qual a característica mais necessária para que se seguisse a Jesus, para que se seguisse ao evangelho, mas era para que se compreendesse, vivenciasse a grandeza da tarefa. Porque entendemos então que o evangelho de Jesus tem a tarefa de transformar os corações, tem a tarefa de renovar o mundo como um todo. E mais grandiosa que esta, não poderia existir outra atribuição. Ao percebermos isso, entendemos o porquê que mais à frente aquele que não multiplica o seu talento é de alguma maneira punido na parábola pelo Senhor, traduzido pela sua própria consciência. Porque a fidelidade pedida por Deus ao nos confiar um trabalho, um talento, uma obra, é a fidelidade daquele que reconhece no seu servo alguém que compreende a grandeza da tarefa e que por esta grandeza multiplica. Se eu entendo que o evangelho tem um objetivo, tem um fim de transformar, tem a necessidade de entrar em outros corações, assim como chegou ao meu coração, eu não me contento em saber o evangelho para mim, mas eu tenho intimamente a necessidade de fazer frutificar para outros aquilo que recebi. O mínimo é a multiplicação. mínimo torna-se muito mais, porque sabemos que Deus não planta para que exista apenas um fruto, mas que na parábola do semeador, Jesus nos diz que a terra boa dá 30 por uma semente, 60 por uma semente ou 100 por uma semente. Não importam quantas, não importa se foi 30, se foi 60 ou se foi 100, mas importa que multiplicou. Por isso, a cada um segundo a sua capacidade. Quando vamos compreender a correlação de todos os ensinamentos de Jesus, nós percebemos que em todo momento, em tantas lições, o mestre nos traz a oportunidade de olharmos para
gundo a sua capacidade. Quando vamos compreender a correlação de todos os ensinamentos de Jesus, nós percebemos que em todo momento, em tantas lições, o mestre nos traz a oportunidade de olharmos para dentro de nós e de nos reconhecermos como os chamados, para sermos instrumentos e multiplicadores da boa noiva, para sermos tratados por ele como doentes da alma. em sua perfeita medicina, em que a cura se dá através do cuidado de outros doentes, por nós ainda doentados. E nesse processo de aprender a cuidar, nos curamos. Nesse processo de aprender a multiplicar, nos fartamos e nos tornamos indivíduos filhos de Deus, seres humanos não perfeitos. mais melhores, que não dão 100, mas que se antes a terra era pedregosa, passam a dar 30. Na parábola do do dos talentos, não necessariamente vamos multiplicar para 10, mas podemos multiplicar quatro. Quando o Senhor que chama aos seus servos, convoca a cada um e confere cinco ao que podia reter cinco, dois ao que podia reter dois e um ao que podia reter um, é Jesus nos dizer em todas as circunstâncias de nossas vidas, em todos os desafios e oportunidades que Deus permite que estejamos imersos, existe Existe sempre o critério judicioso do pai que conhece o filho, do pai que não espera 10 daquele que pode dar quatro, mas que espera dois daquele que pode dar dois. Que aquele que recebeu um tinha capacidade de fazer do um dois. E o seu senhor não esperava dele quatro, mas apenas dois. E muitas vezes nós não somos capazes de nos entregarmos verdadeiramente a Deus em sua vontade para nossa vida, para com a nossa vida, pela nossa pouca fé, mas abrindo um pouquinho mais essa característica da pouca fé pela nossa falta de fé em Deus e da falta da fé humana, como vamos encontrar na lição do Evangelho segundo No espiritismo. Deus sabe das nossas fragilidades, bem como das nossas potencialidades. O nosso planejamento reencarnatório e o e a nossa vida no dia a dia é conduzido por ele e pela espiritualidade trabalhadora que cumpre, que faz cumprir as suas
es, bem como das nossas potencialidades. O nosso planejamento reencarnatório e o e a nossa vida no dia a dia é conduzido por ele e pela espiritualidade trabalhadora que cumpre, que faz cumprir as suas vontades de maneira coerente com as nossas fragilidades e com as nossas potencialidades. Quando nos falta fé divina, nós somos como o servo que enterrou o talento. Teve medo do Senhor, por isso enterrou. Não soube reconhecer no seu senhor o amparo, mas esqueceu da figura amorosa para lembrar-se apenas da figura punitiva. E pela figura punitiva, nós não encontramos a força que necessitamos. Se Deus é para nós um pai de apenas justiça ou um criador de apenas justiça, nós não encontramos as forças necessárias para nos superarmos pela pelo vigor que apenas a fé divina, a fé em Deus, em Jesus, é capaz de nos ofertar. Se por outro lado não temos a fé humana, somos também como servo que enterrou o seu talento. Porque diante da oportunidade concedida por Deus, é como se disséssemos que somos mais do que Deus, dizendo: "Deus confiou em mim, mas ele errou. Eu não sou capaz. Eu sei que Deus não se equivoca, mas nesse ponto houve um equívoco. Eu não sou capaz. E esquecemo-nos de olhar para nós, de olharmos para nós com a verdade que Jesus nos enxerga. E é então que a fé humana necessita da fé divina. Porque eu só me enxergo capaz se eu confio em Deus. Eu só me enxergo capaz num momento de fragilidade se eu confio que Deus é maior do que eu. E por ser maior do que eu, por ser perfeitamente sábio, me fará capaz. E com Deus eu me torno capaz. E, portanto, eu sou capaz. No final das contas, preciso ter a consciência enquanto indivíduo, enquanto espírito encarnado, que nenhuma oportunidade reencarnatória é ofertada sem que Deus saiba que podem ser colhidos frutos. Não são os mesmos frutos para cada um, mas são os frutos particulares. Cada planejamento reencarnatório, cada oportunidade de vida traz consigo toda uma ciência por detrás. Traz consigo a bondade, a justiça. Traz consigo a necessidade de
, mas são os frutos particulares. Cada planejamento reencarnatório, cada oportunidade de vida traz consigo toda uma ciência por detrás. Traz consigo a bondade, a justiça. Traz consigo a necessidade de reparação e a possibilidade de redenção. Traz consigo a possibilidade de refazer laços que antes eram ódio e ora, podem transformarem-se em amor. traz consigo a oportunidade de conquistarmos novos amores, novos valores, novos trabalhos, novas potencialidades. Porque diante da oportunidade de obrar para o mundo, em nome de Deus, nós em verdade obramos para nós em nome da construção do reino dos céus em nossos corações. É por isso que ao final da parábola, aquele que tinha 10 recebeu o talento daquele que ficou com Se compreendemos dois pontos, um, os talentos não como concessões, mas como trabalho, como responsabilidade. aquele que recebeu mais, não recebeu mais como um prêmio, mas recebeu mais como um acréscimo de responsabilidade. Mas dois, se compreendemos que toda responsabilidade no alfabeto divino significa possibilidade de maior aproximação para com Deus. E quanto mais próximos estamos, mais profundamente amparados nos reconhecemos e sentimos. Vamos perceber que Deus nem é justo ao tirar daquele que não tinha mais condições de administrar e nem é injusto ao ofertar mais aquele que tinha mais, dando-lhe mais afazeres. Porque aquele que não tinha condições, Deus respeita. Se antes ele ofertou a oportunidade condizente a sua capacidade, hoje também. E é necessário para ele o recomeço, a conquista da possibilidade de carregar um talento. Mas aquele que recebeu mais um foi porque no trabalho de multiplicar o cinco transformando em 10, conquistou força interior, vigor espiritual que o tornou capaz de receber mais um. Não era mais um fardo. Era mais uma vez apenas condizente com o trabalho que ele poderia desempenhar. Observemos a estrada de Jesus, a trajetória que ele exemplificou para todos nós. O mestre, como diz na questão 625 do livro dos espíritos, é o modelo e
ente com o trabalho que ele poderia desempenhar. Observemos a estrada de Jesus, a trajetória que ele exemplificou para todos nós. O mestre, como diz na questão 625 do livro dos espíritos, é o modelo e guia mais perfeito que Deus ofertou. ao ser humano, ao indivíduo que aqui está no planeta Terra. E sendo assim, naturalmente que ele nos trouxe muitas lições. As lições mais belas, as lições mais profundas, as lições de maior alerta, as lições de maior energia, as lições de maior ternura, as lições também de maiores exemplificações da presença de Deus no mundo. nos ensinou também quanto nós podemos se presença divina e o quanto Deus é muito maior do que os melhores dos nossos raciocínios. E o quanto que ele mesmo era e é muito maior do que a maior das perfeições que o nosso pensamento possa alcançar. Mas já que ele foi tanto, fez tanto, de modo que nós não somos nem capazes de compreender perfeitamente tudo que ele nos deixou, tem algo que não é tão complicado assim e que talvez tenha sido uma das lições mais importantes e preciosas que o mestre nos legou, que é a lição de cumprir Com a vontade divina, Jesus fez para o mundo aquilo que podia em sua perfeição. Jesus fez para nós aquilo que Deus lhe lhe solicitou, lhe ordenou. foi junto a Deus, assim como é a perfeita expressão dos seus desígnios divinos, da sua vontade celeste, nos deu o exemplo daquele que soube utilizar de todas as suas potencialidades a serviço do seu senhor. De modo que nós, chegando à nossa vez, somos convidados a também colocarmos todas as nossas potencialidades a serviço do nosso Senhor. Quando Jesus cumpre integralmente com tudo que cumpriu, ele não nos pede que façamos igual, mas nos pede que aprendamos do seu exemplo, de modo a nos tornarmos instrumentos melhores, indivíduos melhores, cristãos, espíritas verdadeiros. Quando Kardec define os verdadeiros espíritas por aqueles que se esforçam para domar as suas más inclinações, nós vamos perceber uma retomada ao evangelho de Jesus, em que ele nos convida
verdadeiros. Quando Kardec define os verdadeiros espíritas por aqueles que se esforçam para domar as suas más inclinações, nós vamos perceber uma retomada ao evangelho de Jesus, em que ele nos convida enquanto doentes, quando ele diz que não são os que precisam de médico e também afirma que veio para todos. É como se dissesse: "E estamos mais, mais ou menos adoentados do espírito, da alma, do coração. Todos, portanto, precisamos da presença de Jesus. E para nos aproximarmos da presença de Jesus, Deus nos oferta recursos, talentos que nos conduzam no exercício de multiplicação para mais próximo dele. Então vamos continuar prosseguir no passo seguinte, na última parte da parábola dos talentos, em que vamos compreender quais foram, apesar de já termos comentado um pouco, vamos ler na íntegra, quais foram as consequências de cada atitude, quais foram as consequências da postura de cada um dos corações. Jesus vai continuar dizendo: "Então aproxim, então voltou o Senhor. Muito tempo depois veio o Senhor daqueles servos e fez conta com eles. Então aproximou-se o que recebera cinco talentos e trouxe-lhes outros cinco, dizendo: "Senhor, entregaste-me cinco talentos, eis aqui os outros cinco. Eis aqui outros cinco que conquistei. E o seu Senhor lhe disse: "Bemestar, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei. Entra na alegria do seu Senhor." Chegando também o que tinha recebido dois talentos, disse: "Senhor, entregaste-me dois talentos. Eis aqui com eles. Eis que com eles conquistei outros dois." Disse-lhe o seu Senhor: "Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei. Entra na alegria do teu Senhor." Mas chegando também o que recebera um talento, disse: "Senhor, eu conhecia-te. Sabia que és um homem duro, que ceifas onde não semeias e ajuntas onde não espalhastes? E atemorizado, escondi na terra o teu talento. Aqui tens o que é teu. Respondendo, porém, o Senhor, disse-lhe: Servo ma e negligente, sabias que seifo onde não semei? Que ajunto
onde não espalhastes? E atemorizado, escondi na terra o teu talento. Aqui tens o que é teu. Respondendo, porém, o Senhor, disse-lhe: Servo ma e negligente, sabias que seifo onde não semei? Que ajunto onde não espalhei? Devias então ter dado meu dinheiro aos banqueiros. Quando eu viesse, receberia o meu, o que é meu conjuros. Tirai-lhe, pois o talento e dai-o ao que tem 10. Porque a qualquer que tiver será dado e terá em abundância. Mas ao que não tiver, até o que tiver lhe será tirado. Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores. Ali haverá pranto e ranger de dentes. Já refletimos um pouco quanto ao desejo de Deus, quanto à postura do nosso pai frente a nós, em nos ofertando talentos, em nos ofertando possibilidades e esperando de nós a fidelidade que nos possibilita o progresso e a caminhada a nós mesmos. Mas agora gostaria, gostaríamos de trazer um outro ponto à discussão, reconhecendo as consequências que já foram narradas, em que os que puderam multiplicar entraram na alegria do Senhor, e aquele que não soube se utilizar do talento que havia recebido foi lançado para fora da presença do Senhor. que podemos facilmente conectar à postura da nossa consciência, diante da qual nos sentimos distanciados de Deus, sempre quando nos afastamos daquilo que sabemos que é o correto e que é a sua vontade, que não necessariamente é Deus que nos expulsa, mas que nós nos sentimos distanciados da sua presença. Reconhecemos as consequências. Agora gostaríamos de trazer para a reflexão o critério, o critério de julgamento, o critério de decisão do Senhor para com os seus servos. E este critério que poderíamos revelar também, refletir também como critério da verdadeira justiça, está contido em uma frase: "Foste fiel no pouco, no muito te constituirei." Faznos lembrar Paulo saber viver com muito, saber viver com pouco, ser fiel a Deus em todos os momentos. Quando Jesus ressalta a fidelidade no pouco, ele ressalta o processo. Diante do conhecimento que a doutrina espírita nos traz, nós temos
o, saber viver com pouco, ser fiel a Deus em todos os momentos. Quando Jesus ressalta a fidelidade no pouco, ele ressalta o processo. Diante do conhecimento que a doutrina espírita nos traz, nós temos uma compreensão mais vasta do processo evolutivo dos espíritos de todos nós em uma caminhada imortal. E sabemos, portanto, que em uma encarnação nós não seremos capazes de dar grandes saltos. que estejam fora da nossa capacidade, que estejam fora da nossa natureza, que em uma encarnação nós não nos tornaremos Jesus, nós não nos tornaremos espíritos perfeitos, mas que muito pode ser feito em uma existência. Por isso mesmo, nós a recebemos como presente, como responsabilidade da parte de Deus. Se muito pode ser feito para que o muito seja feito, é necessário que iniciemos no pouco. O pouco que tem o sabor do dia a dia. o que tem o sabor de entendermos o chamado do evangelho, não nas obras exteriores, mas nas obras interiores. Vejamos na parábola dos talentos, o fato de terem sido fiéis no pouco, que para um era cinco, para outro eram dois, os possibilitou a conquista de 10, depois de 11 e a conquista de quatro. Ou seja, ser fiel no pouco, no Evangelho de Jesus significa prepararmos as nossas almas, prepararmo-nos para os desígnios divinos. Significa nos tornarmos capazes de vivenciarmos cada vez um pouco mais a proposta de Jesus. Ser fiel no pouco significa os processos da vida em que Deus nos permite situações repetidas, mas de complexidade crescente, exponencial, em que muitas vezes nós temos a oportunidade de vivenciar em terra idade a dor de algum abandono. Temos a oportunidade de vivenciar a saudade em menor escala, sem sabermos que mais à frente um pouquinho nos seria requisitado o testemunho da fé, da fortaleza em um momento de profundo abandono, em um momento de profunda saudade, em um momento de profundo desamparo da parte do mundo. Nestes primeiros passos em que se fosse de nossa escolha hoje encarnados, gostaríamos de não termos estas experiências? Gostaríamos de não
udade, em um momento de profundo desamparo da parte do mundo. Nestes primeiros passos em que se fosse de nossa escolha hoje encarnados, gostaríamos de não termos estas experiências? Gostaríamos de não vivenciar a saudade, de não vivenciar a tristeza, não vivenciar a dor? Mais tarde nos reconheceremos agradecidos se soubermos multiplicar, soubermos utilizar dessas oportunidades para fortalecer as nossas almas. Deus, através dos desafios, nos possibilita essa fortificação, nos convida para a conquista e para o erguimento de nós mesmos. De modo que se caímos na revolta no momento presente, no momento futuro, longe de termos nos erguido, nos construído agora para sermos vitoriosos depois, som apenas somaremos as nossas queixas e nos reconheceremos em uma posição de questionamento contra a presença de Deus. pensaremos em sobre a justiça divina, sobre o verdadeiro amparo que Deus confere ou não confere aos seus filhos. Em um ato, em um sentimento de revolta, de indignação, no sentimento de sermos injustiçados, nos distanciamos cada vez mais da presença do Pai, tornando cada vez mais difícil reconhecermos a sua bondade a nos sustentar. Então que vamos reconhecer em nossas vidas os exemplos de necessidade de recomeço. Recomeço desta vez por dores ainda maiores. Quando vamos observar as trajetórias reencarnatórias que marcam as nossas próprias histórias, que não precisamos saber com detalhes, mas olhando para a história da humanidade podemos facilmente deduzir. Como diz Kardec, olhando para os nossos impulsos, facilmente podemos deduzir aquilo que fomos. Vamos perceber que a nossa postura de indignação para com Deus, de revolta para com a vida para com o Senhor, de indisciplina, da falta de fé e de vontade para seguirmos o evangelho que já conhecíamos, nos trouxe as dores que vivemos hoje, de modo a sabermos quais são os frutos do nosso plantil. De modo a não termos dúvida que o afastamento hoje das oportunidades que Deus me confere, tanto em forma de recursos, talentos que podem
hoje, de modo a sabermos quais são os frutos do nosso plantil. De modo a não termos dúvida que o afastamento hoje das oportunidades que Deus me confere, tanto em forma de recursos, talentos que podem chegar, sendo o conhecimento, sendo a estrutura familiar na qual nasci, sendo a preciosidade do conhecimento espírita, a preciosidade da vivência do saber. espírita, seja nas dores. E nós perdemos a oportunidade de multiplicar estes talentos agora mais à frente, quando tivermos a necessidade deles, não os teremos e seremos então mais uma vez beneficiados pela misericórdia do Pai, em que mesmo sem termos, nos possibilita a conquista, não nos entrega aquilo que não conquistamos. mas nos faculta outras oportunidades, naturalmente mais dolorosas, para que possamos construir aquilo que ainda necessitamos, porque as nossas necessidades enquanto espíritos não foram alteradas. Se lá atrás Deus nos ofertou determinadas circunstâncias de vida para que delas tirássemos os frutos necessários para as nossas almas, necessários para nós, e não fomos capazes de tirar, de extrair estes frutos, ainda temos falta deles. Se a primeira dor era para construir em nós a noção de que o verdadeiro amor liberta e não tem posse e ainda não aprendemos a libertar os nossos amados, ainda carecemos desta lição. E aquela primeira dor era tinha o objetivo de nos ensinar que mesmo quando o mundo nos abandonar, nós precisamos cultivar a fé na presença divina. E nós ainda não temos essa fé, ainda temos a falta de outras oportunidades que nos possibilitem a conquista desta fé. Na parábola dos talentos, quando o Senhor da quando o senhor daqueles servos afirma sobre a alegria que aqueles que foram fiel no pouco seriam constituídos, é a é o momento da promessa de Jesus. É o momento da garantia que o mestre nos dá para dizer: "Não temamos, não temam. Não temam as dores. Não temam os desafios. Não temam não apenas porque existe um Pai que está sobre vós, mas porque existem também frutos para serem colhidos. Não temam não apenas pelos
os, não temam. Não temam as dores. Não temam os desafios. Não temam não apenas porque existe um Pai que está sobre vós, mas porque existem também frutos para serem colhidos. Não temam não apenas pelos frutos, mas porque existe um pai. E por estes dois elementos juntos, nós percebemos e reconhecemos a condução desse pai. Nós nos tornamos instrumentos dóceis. Nós nos tornamos instrumentos daqueles que não t a necessidade de fazerem muito, mas que apenas a exemplo de Jesus, sabem colocar os seus talentos à disposição de Deus. a disposição da espiritualidade. Se nesta encarnação viemos com o mandato mediúnico, é nele que encontraremos a nossa alegria. Se o nosso compromisso é um compromisso doutrinário, é nele que encontraremos a nossa alegria. Se o nosso compromisso é um compromisso em termos profissionais, se dentro da minha área de atuação eu reconheço potencialidade em mim de trazer o bem-estar para outros, de levar a presença de Jesus, seja pelas palavras do evangelho, ou não, ou seja apenas pelas minhas ações, é neste compromisso, nesta vivência que eu encontrarei a minha alegria. que o meu compromisso é para com a minha família. É aí que eu também encontrarei a minha alegria pelo fato de que Jesus sempre nos recompensa com a alegria da sua presença, quando temos a nossa consciência reta e tranquila de estarmos seguindo pelos caminhos necessários, pelos caminhos que não são obrigatórios e que nem tem o quesito de peso. Mas pelos caminhos que, de acordo com a minha capacidade, não pedem mais do que eu posso dar, mas pedem que eu seja tudo que eu posso ser para mim. Se compreendemos que a oportunidade de estarmos em vida tem esta finalidade, de nos engrandecermos diante de nós mesmos, de nos de tomarmos posse das nossas próprias potencialidades. Quando ouvimos tanto diante da reflexão das parábolas do talento, a necessidade de multiplicarmos os nossos talentos, vamos não apenas colocar nisso o critério da responsabilidade do peso, não vamos enxergar a multiplicação dos
da reflexão das parábolas do talento, a necessidade de multiplicarmos os nossos talentos, vamos não apenas colocar nisso o critério da responsabilidade do peso, não vamos enxergar a multiplicação dos talentos como a obrigação daquele que já conhece o evangelho de Jesus, mas perceberemos neste movimento de multiplicação. interna dos valores que Jesus concedeu a mim enquanto espírito imortal a caminhada de reconciliação comigo mesmo, a caminhada de paz, a caminhada por fim do mais perto que podemos chegar da felicidade. Porque se lembrarmos o livro dos espíritos, os fatores necessários para a felicidade em termos espirituais são a fé no futuro e a consciência tranquila. Para finalizarmos as nossas reflexões da noite de hoje, gostaria apenas de fazer um caminho de volta por tudo que passamos no ao decorrer da reflexão sobre as sobre a parábola dos talentos. Iniciamos diante do entendimento do contexto em que a parábola dos talentos diz respeito ao momento de transição planetária, diz respeito à postura de cada um de nós frente aos desafios que este contexto do mundo nos ofertaria, que nós não sabemos quando as dores características da vida própria e características do momento do planeta nos chegarão. E por não sabermos, assim como servos, necessitamos da fortificação de nossas almas no agora, para que possamos receber em nós e transbordar a presença de Jesus. Percebemos também que o grande ponto de transbordar a presença de Jesus não é o quanto nós fazemos, mas é a postura de multiplicação. Por nos reconhecermos agraciados pelas bênçãos divinas e devedores de gratidão ao Pai. E pelo movimento da gratidão nos tornamos multiplicadores e instrumentos seus. Entendemos que no momento em que nos tornamos multiplicadores e instrumentos, temos o início da nossa jornada no pouco, aprendendo a fidelidade nos compromissos diários que a nossa consciência nos apresenta para nos aproximarmos através da satisfação plena da nossa consciência, da alegria e da paz que o Mestre Jesus nos ofere.
do a fidelidade nos compromissos diários que a nossa consciência nos apresenta para nos aproximarmos através da satisfação plena da nossa consciência, da alegria e da paz que o Mestre Jesus nos ofere. que, portanto, diante da parábola dos talentos, nós possamos agradecer a Deus a oportunidade da vida, a oportunidade das daquilo que reconhecemos como bênçãos e daquilo que também sendo bênçãos reconhecemos como desafios. e que saibamos utilizar a tudo para nos tornarmos multiplicadores da seara de Jesus, do evangelho de Jesus que tem de chegar a tantos outros corações para frutificar assim como nos nó noss. Que a paz do nosso Senhor permaneça com todos nós na noite de hoje. Que ele seja sempre nosso mestre, guia, consola, amparo e amigo hoje e sempre. Que assim seja. A nossa gratidão, Marina, pela generosidade desse estudo desta noite, pelas belíssimas reflexões. Que o Senhor da vida te ilumine, te inspire, proteja o teu pensar, o teu caminhar. Paz e luz a ti. Que assim seja. Muito obrigada. Nossa gratidão também a tantos amigos aqui conosco, saudando-nos, cumprimentando a nossa querida irmã, auxiliando-nos a melhor entender esse caminhar através dos nossos talentos para desenvolvê-los. Lembrando sempre se esse conteúdo é importante para cada um de nós, se traz discernimento, se clareia a nossa consciência, que possamos elevar esse conhecimento a e levá-lo a outras pessoas, a fim de que cooperando assim com o mestre fazer que o seu evangelho chegue em toda parte, agora mais claro pela doutrina espírita, lembrando sempre que todas as manhãs às 7 horas, nós nos encontramos aqui no nosso momento de reflexão para iniciarmos o dia na luz da oração e na sua companhia. e também todas as quartas-feiras às 21 horas com o nosso programa Somos Todos Imortais, um programas de entrevista. Contamos sempre com gentileza da sua presença. A todos os amigos aqui presentes nos dois planos da vida, paz e luz e amor sempre.
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