Palestra Especial de Ano Novo com Divaldo Franco

Mansão do Caminho 01/01/2023 (há 3 anos) 1:26:14 177,610 visualizações 15,154 curtidas

• Palestra Especial de Ano Novo com Divaldo Franco, realizada todos os anos, com transmissão ao vivo.

Transcrição

Então, boa noite a todos. Estamos voltando à forma presencial do nosso reveon, que já tínhamos e sentido muita falta desde 2019 deste calor humano, desta presença, da conversa, das fotos. Então, desejamos saudar a todos que estão aqui presentes conosco e aos que nos acompanham pela web TV Mansão do Caminho. A todos os internautas que a partir das 10 22:30 estão nos acompanhando. Nós vamos agora, sem mais demora, compor o nosso palco para darmos início à as palestras, né, da noite de hoje. Então, desejamos convidar dona Ana Veronese Beira para estar aqui conosco ao palco. Nosso companheiro Mário Sérgio Almeida, nosso presidente, fez o que quis, né? Veio pelo lado errado o nosso querido Raul Teixeira, que sempre passa o reveon conosco, e o nosso Divaldo Franco, personagem principal da noite de hoje. S. Nós vamos pedir a Mário Sérgio para fazer a nossa prece de abertura e a seguir ele vai conduzir o cerimonial passando a palavra para Raul Teixeira. Ana, muita paz para todos. Que tenhamos uma bela reunião com muito amor e muita saudade dos velhos tempos, realizando agora, né, o nosso presencial. Então, preparemos para o início da reunião de encerramento do ano. Senhor, Senhor e Mestre Jesus, encerra-se mais um ciclo, outro se abre. Mas o nosso pensamento, a nossa vontade é estar contigo, buscar-te nos próximos 365 dias do ano. Tu que sempre estivestes conosco, nos apoiando, nos orientando, vos rogamos então essa misericórdia de acréscimo para que os próximos passos sejam seguros e possamos caminhar definitivamente em vossa direção e na busca da paz. Ainda não possuímos a paz que desejaríamos, porque a verdadeira paz emana de vós e o amor ainda desconhecemos o verdadeiro amor, porque o amor emana de vós. Orienta-nos, pois, Senhor, para que possamos mais uma vez estar contigo e permita-nos a generosa companhia dos vossos benfeitores, para que a nossa reunião neste final de ano, começo de ano novo, tenha a regência dos benfeitores espirituais. Abençoa-nos. S conosco, Senhor, hoje e por todo

enerosa companhia dos vossos benfeitores, para que a nossa reunião neste final de ano, começo de ano novo, tenha a regência dos benfeitores espirituais. Abençoa-nos. S conosco, Senhor, hoje e por todo sempre. E que assim seja. Eu queria só aproveitar esses instantes finais do ano para agradecer, agradecer muito o Centro Espírita Caminho da Redenção e a Mansão do Caminho. É uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos. E nós temos muitos colaboradores. E esse ano de 2022 foi um ano muito especial, especialíssimo pelas diversas datas e comemorações que nós tivemos, mas nunca, em nenhum momento, nos faltou o apoio. o apoio dos colaboradores, o apoio dos doadores, o apoio do governo, tanto municipal como estadual, como federal, sempre participaram conosco em todas as ações, nos propiciando as condições de podermos conduzir a instituição dentro dos nossos princípios religiosos e sociais. Então, meu agradecimento a todos vocês, porque realmente sem vocês a instituição não estaria na condição que está hoje. Muito obrigado, muita paz e um feliz 2023 para todos nós. Eu passo então agora, obrigado. A palavra Raul Teixeira. Tá ligado? Meus irmãos, que Jesus nos abençoe. Aprendi a louvar Jesus. com as damas da minha vida. Primeiro aprendi com minha mãe na casa que moramos, minha mãe tinha o oratório que toda tarde Ela me ajoelhava para louvar Jesus e Nossa Senhora. Minha mãe morreu muito nova com 40 anos. E eu fiquei com 4 anos. Fui para casa minha madrinha de batismo, Elisa, minha madrinha toda a tarde. 18 horas era Ave Maria. Toda tarde ela me chamava para orar a Jesus. Depois fui morar com a minha avó jardina. Toda 6 horas ela me chamava para orar a Cristo Jesus. Fui para a igreja adolescente. Eu via minha mãe na igreja, em casa. Aí falei com o padre, o padre não gostou. É o demônio, Raul. É minha mãe, é o demônio. Aí eu falei com a minha mãe, o padre e o padre tá muito nervoso com a senhora. Deixa, meu filho, minha mãe, você descobrirá outra porta para louvar Jesus.

É o demônio, Raul. É minha mãe, é o demônio. Aí eu falei com a minha mãe, o padre e o padre tá muito nervoso com a senhora. Deixa, meu filho, minha mãe, você descobrirá outra porta para louvar Jesus. Aí eu encontrei o espiritismo, 17 anos, quando eu encontrei um grupo de jovens queimado de praia, Louvando Jesus, me encontrei a minha professora primeira Cecília em Stores. í morava de em ourinho, São Paulo. Ela me deu um livro para eu fizesse a leitura, o primeiro livro espírita que eu li. Foi Leoni. Depois eu estudei Kardec, fui para o segundo ciclo da mocidade. Esse ciclo formidável. Eu encontrei muitos amigos de longa data. Me encontrei com Lene Marilda de Carvalho, Lucide Nolasco, as duas está no plano espiritual. Minha vida foi assim com essas damas. Todas ela me deu forças para eu louvar a Jesus. Quando chego, no fim do ano de 2022, não posso lembrar delas. Toda as manhãs que eu oro, eu lembro delas, minhas damas. Na minha vida eu encontrei muitas damas. espíritas, delas fluir o carinho, o respeito. Quando visitei a mansão 1960 74, outra dama me escreve. uma página. Nossa Joana de Angeles, Joana me deu a mensagem com muito amor, dizendo que era minha mãe espiritual. Até hoje vejo Joana de Ângeles como minha mãe espiritual. muitas damas desse e do mundo espiritual. Quero agradecer a Jesus por essas damas. Quero agradecer a vocês, quero agradecer ao Divaldo, meu amigo, meu irmão, de 50 anos, quero agradecer a Jesus por isso. queria fazer esse elogio às damas da minha vida, porque muitos de vocês não saberão que eu fui órfão de mãe cedo e outras damas me pegaram para criar. Quero agradecer a Jesus. Quero agradecer a mãe santíssima. Quero agradecer a vocês durante esse ano. ter a oração de vocês. Quero agradecer a Joana, o Divaldo e de vocês. Muito obrigado, meus amigos, minhas irmãs. Muito obrigado. Assim seja. Eu passo a palavra agora à dona Ana. Boa noite a todos. É uma alegria muito grande poder estar aqui de volta no meio de todos nesses dois, apesar desses dois anos tão

rmãs. Muito obrigado. Assim seja. Eu passo a palavra agora à dona Ana. Boa noite a todos. É uma alegria muito grande poder estar aqui de volta no meio de todos nesses dois, apesar desses dois anos tão difíceis que nós passamos, onde tivemos tanta dificuldade, sofremos aflições, onde nós pudemos eh nós tivemos que ficar separados dos nossos familiares, dos nossos amigos, onde nós também sofremos quando aqueles nossos familiares e amigos partiram quando vimos as nossas crianças sem poder ir à escola, quando vimos os nossos adolescentes sem poder ir às universidades, quando não pudemos trabalhar presencialmente, E também quando não pudemos frequentar as nossas casas de oração, porque é lá que nós encontrávamos força, coragem junto com os corações amigos que lá estavam. Tudo isso fez muita falta para todos nós. Tempos difíceis nós passamos. Sem dúvida, nós tínhamos a impressão que esse tempo não ia acabar nunca, mas tudo passa e diz o poeta, no diz o poeta no sua na sua no seu poema, coração Guilherme de Almeida. No final, os dois últimos, as duas últimas estrofes, ele diz o seguinte: "Tudo muda, tudo passa. Nesse mundo de ilusão, vai para o céu a fumaça e fica na terra o carvão. Mas sempre, sem que te ludas, cantando no mesmo tom, só tu, coração, não mudas, porque és puro e porque és bom. Só tu, coração, não mudas porque és puro e porque és bom. Então, nós vimos que, apesar de todas essas dificuldades por passamos, nós observamos coisas muito boas, coisas que trouxeram dentro dessa tristeza toda um alento pro nosso coração. Corações uniram-se e foram à luta. foram consolar aqueles que estavam tristes, foram alimentar, levar o alimento do corpo e do espírito para outros que estavam famintos, porque a fome não era apenas do corpo, era a fome do espírito também, da falta do amor, do carinho, da companhia. E vimos até outros que doaram a sua vida para salvar outras vidas. Quantas histórias de heróis, de corações amorosos que aconteceram. muitos que nós não tomamos conhecimento,

do carinho, da companhia. E vimos até outros que doaram a sua vida para salvar outras vidas. Quantas histórias de heróis, de corações amorosos que aconteceram. muitos que nós não tomamos conhecimento, mas que se doaram muito ao aqueles que necessitavam. Então, a gente sempre ouviu há muito, eu ouvia os amigos benfeitores dizerem o seguinte: "O tempo urge, o tempo urg." E eu dizia: "O que será? Por que o tempo urge?" E com o passar do tempo, nós fomos aprendendo o que eles queriam dizer. Era para que nesses momentos que vivemos, que vivenciamos e talvez outros que podemos vivenciar também, nós estávamos sendo chamados os trabalhadores para ir à vinha do Senhor. trabalhar, trabalhar para auxiliar aqueles que estavam em necessidade ou aflitos, mas trabalhar na vinha do Senhor fazendo o quê? Trazendo Jesus de volta no coração das pessoas, fazendo com que ele renascesse no coração de todos. dos trabalhadores, dos aflitos, dos necessitados, daqueles que não o conheciam. É essa necessidade, essa necessidade de que ele volte para que possamos ter uma vida melhor. E aí nós lembramos que há 2000 anos, quando ele começou a sua, o seu ministério, estava à beira do lago de Genesaré, em Cafarnaum, e lá estavam Pedro, Simão, aliás, Simão e André, os dois irmãos, jogando as redes, porque eram pescadores. E ele aproximou-se deles e disse: "Vem comigo. De hoje em diante sereis pescadores de homens." E eles largaram as redes e o seguiram. E assim foi um a um, chamando os seus companheiros. os seus discípulos e todos os seguiram. Todos, todos os seguiram. Mas pensemos bem, Pedro, André e os outros eram pessoas simples, pessoas que não tinham conhecimento nem da própria doutrina, porque eles eram praticavam porque era uma tradição de família, mas eles não buscavam as entrelinhas da doutrina que professam. Então eles iam auxiliar o mestre, tiveram que aprender muito, muito. E o mestre ensinou-os na prática, com ternura, com amor. E antes deles saírem para pregarem junto com o mestre, ele os

e professam. Então eles iam auxiliar o mestre, tiveram que aprender muito, muito. E o mestre ensinou-os na prática, com ternura, com amor. E antes deles saírem para pregarem junto com o mestre, ele os colocou juntos e disse: "Sigam-me, né? Eu farei de todos vocês, pescadores de homens. Venham comigo, porque a seara é grande e os obreiros são tão poucos como agora. A seara é tão grande e os obreiros são tão poucos. Ide, eu vos mando como cordeiros no meio de lobos vázes. Não leveis bolsa, nem forges, nem alparas. Em qualquer casa que entrardes, dizei primeiro: Paz seja nessa casa. Curai os enfermos. E dizei que o reino dos céus está próximo. Quem vos ouve, a mim ouve. Quem vos rejeita, a mim rejeita. E rejeita também aquele que me enviou. Mas no final ele disse como algo que deixasse o coração dos seus amigos mais leves, porque ele tinha mostrado que o trabalho seria árduo. E nós vimos que foi árduo para todos eles. Ele disse: "Alegrai-vos". Alegrai-vos, porque os seus nomes estão serão escritos no céu. E aí nós vamos vendo quantas coisas que o mestre foi colocando naqueles corações, foi ensinando com aquela ternura, com aquele carinho que emanava do seu coração. E certa ocasião ele não ensinou somente os seus discípulos. Certa ocasião, aproximou-se dele um doutor da lei, que era doutor na lei, na sinagoga, e ele perguntou: "Qual é o maior de todos os mandamentos?" O Senhor disse: "Amarás o Senhor, teu Deus de todo o teu coração e de toda a tua alma. Esse é o primeiro mandamento e o segundo, amar ao seu próximo como a ti mesmo. Estes são os dois mandamentos. Então nós vamos vendo que aqueles homens foram aprendendo aos poucos o verdadeiro sentido do amor. E aquele que ama o seu coração brilha. E eu estava outro dia lendo um livro da benfeitora Amélia Rodriges. O livro era pelos caminhos de Jesus. Ali as mensagens eram belíssimas, como só ela sabe colocá-las daquela forma. Quando nós lemos as suas mensagens, nós penetramos naquele momento em que ela está narrando, nas cidades,

aminhos de Jesus. Ali as mensagens eram belíssimas, como só ela sabe colocá-las daquela forma. Quando nós lemos as suas mensagens, nós penetramos naquele momento em que ela está narrando, nas cidades, nos lugares por onde Jesus passou. E ela disse nesse nesse parágrafo do livro, o amor em qualquer expressão é a presença do Pai Criador, sustentando a vida e dignificando as criaturas. Um dia triunfará sobre todas as conjunturas e regerá a vida. Imaginemos nós o nosso mundo regido pelo amor. Se todos os corações deixassem brotar a semente do amor que está lá dentro, que está dormindo. E Jesus veio para que pudéssemos fazer com que essas sementes germinasses. Então, o que é o amor? Eu vou pedir para eu levantar que eu vou ficar mais à vontade. Eu queria contar para vocês algo que me aconteceu. Nós falamos da necessidade do amor entre nós. A necessidade, mas o plano espiritual. os nossos amigos benfeitores, quanto amor eles dão para todos nós. Quanta paciência, quanta proteção. E vou contar algo que aconteceu comigo. Estávamos numa cidade da Itália, uma cidade do sul da Itália, onde recebia alguns imigrantes, algumas pessoas que saíam dos seus países e estavam ali, estavam desamparados, foram acolhidos, mas ao mesmo tempo estavam desamparados. E nós estávamos num hotel, num grupo muito grande. O Divaldo estava presente e nós íamos sair um fazer um passeio para conhecer algumas ruínas e aquela cidade antiga da Itália. Quando nós saímos do da porta do hotel, eles caminhavam à frente e eu olhei do lado, lá estava uma jovem, uma jovem bonita, uma com uma criança no colo. Essa criança tava dormindo e ela estava sentada na calçada. Eu logo olhei paraa criança, porque quem trabalha com criança gosta muito e a criança é o que mais chama atenção. Eu olhei pra criança e falei: "Nossa, que linda que ela é!" E segui junto com os outros. Nós seguimos, visitamos as ruínas, chegamos lá no fim da rua, depois de muito tempo, tomamos um café e aí saímos do café. O grupo saiu pela frente e eu não sai porque eu fiquei

ui junto com os outros. Nós seguimos, visitamos as ruínas, chegamos lá no fim da rua, depois de muito tempo, tomamos um café e aí saímos do café. O grupo saiu pela frente e eu não sai porque eu fiquei para trás. E aí quando eu olho do lado encostado na parede, no muro que tinha, estava a moça, carregando a criança, não mais dormindo, mas a criança acordada no seu colo. Eu falei, pensei comigo, é a moça do hotel. mas ia caminhando. Aí eu escutei uma voz que me disse: "Olhe para trás". Eu olhei, ela estava também me seguindo e essa voz me disse: "Dê algo para ela". Eu abri a bolsa e levei para ela. Dei lá algo para ela. Ela pegou aquele dinheiro, olhou assustada para mim, sorriu, virou as costas e saiu correndo. Eu fiquei parada porque eu, sinceramente, eu não entendi. Mas nesse mesmo instante, uma figura luminosa surgiu ali e disse: "Minha filha, ela tinha fome. Ela tinha muita fome. Então eu fiquei pensando no carinho, no amor que os amigos benfeitores têm conosco. Aquela aquele espírito veio interceder por aquela jovem que estava faminta naquele momento. Então, é esse o amor que Jesus veio ensinar a todos nós. O amor humildade não é aquele amor que nós encarnados entendemos por amor, mas é o amor humildade, o amor paciência, resignação, perdão, o amor, da coragem, a fé, a ternura, o carinho. Quantos não desejam o alimento material, mas desejam o nosso abraço, o nosso sorriso, o nosso olhar. Os apóstolos diziam que eles estranhavam um pouco o mestre, porque o mestre, ao mesmo tempo que ele se mostrava forte, ele era frágil. Frágil Jesus, forte quando ele enfrentava os poderosos, sem medo e frágil, quando ele deixava os seus olhos encherem de lágrimas diante do sofrimento, do sofrimento dos pobres e das crianças. Esse é o amor de Jesus. Mas quando nós falamos de humildade, quando nós falamos que Jesus a cada momento aproveitava para ensinar os seus discípulos, certa ocasião, também Amélia Rodriguez conta numa das suas obras. Eles estavam andando, os discípulos e Jesus pelos

do nós falamos que Jesus a cada momento aproveitava para ensinar os seus discípulos, certa ocasião, também Amélia Rodriguez conta numa das suas obras. Eles estavam andando, os discípulos e Jesus pelos caminhos. estavam andando na frente Jesus atrás e Jesus escutando o que eles diziam, o que eles estavam falando no caminho, o que eles estavam conversando no caminho. Jesus disse a eles: "O que vinhais falando pelo caminho? Mas antes, o que eles vinham falando? Judas dizia, eles vinham comentando qual seria o melhor, o mais querido do mestre e o melhor no reino dos céus. Judas disse: "Ah, acho que sou eu, porque eu guardo as moedas do grupo". Aí outro disse: "Não sou eu, porque eu, o mestre, o mestre conversa muito comigo." Pedro disse: "Não, é Mateus Levi, porque ele é o único letrado do grupo." O outro disse: "Não, é João, porque ele é o discípulo querido". Aí Jesus se aproximou deles e disse: "Que vinheis dizendo pelo caminho? Quem é o maior no reino dos céus? O maior é aquele que se faz pequeno, é o servo de todos." A lição da humildade que nós ainda temos que aprender muito. Todo a humildade, a paciência, a resignação, a ternura. Como é bom quando nós encontramos no nosso caminho alguém que é eterno com a gente, que nos abraça, que nos consola, que anda conosco, que nos dá a mão. É muito bom. E Jesus continuou muitas vezes aproveitando todas as oportunidades para ensinar aqueles companheiros quando apresentaram uma moeda. De quem é essa moeda? É lícito pagar tributo a César? Jesus. De quem é essa moeda inscrição? De César. Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Obedecer a lei. Quando trouxeram aquela mulher para ser julgada e apedrejada, aquele que tiver sem pecado, atire a primeira pedra. O perdão, o julgar. Quando Pedro diz: "Imbainha espada e ataca o soldado. Embainha a tua espada, Pedro. Quem com ferro fere, com ferro será ferido. Em outras ocasiões, quando as crianças se aproximaram dele e os apóstolos queriam que elas se afastassem para não amolar o mestre,

inha a tua espada, Pedro. Quem com ferro fere, com ferro será ferido. Em outras ocasiões, quando as crianças se aproximaram dele e os apóstolos queriam que elas se afastassem para não amolar o mestre, ele disse: "Deixai vir a minhas criancinhas, porque o reino dos céus é daqueles que lhes assemelham". Aquele momento quando descia do monte e o homem, o pai desesperado, Senhor, cuida do meu filho, que hora cai no fogo, ora cai na água. E os seus apóstolos, seus discípulos não conseguiram curá-lo. Por que, Senhor? Porque é necessário muito jejum e oração, a transformação, a transformação moral que nós descuidamos tanto, cuidamos tanto do nosso corpo, da beleza do corpo, o regime, na no exterior do nosso corpo. esquecemos tanto de cuidar do nosso espírito, da necessidade da nossa transformação, de sermos melhores a cada dia para sermos os trabalhadores a quem o mestre confia para trabalhar na sua vinha. A vinha é tão grande e os obreiros são tão poucos. E nós continuamos ainda acomodados, deixando a vida passar. Vamos deixar para depois. Agora não. O tempo hoje, eles continuam falando, o tempo hoje, vamos aproveitar os momentos. Nós temos tudo na nossa mão, a mensagem do Cristo. Fomos convidados para trabalhar na sua seara. Não vamos deixar o tempo passar. Vamos aproveitar o momento. E muitos depois da partida de Jesus, os seus discípulos deram a sua vida para espalhar a sua mensagem. Depois vieram muitos e muitos e muitos outros, né, que nós poderíamos citar os nomes dos trabalhadores e que hoje são conhecidos em outras crenças também tidos como santos. Mas alguém que toca profundamente o nosso coração, alguém que é eterno, é amigo, é doce, alguém que nos convida à nossa transformação. E eu gostaria de, ao terminar a nossa reflexão, pedir licença para vocês para poder fazer a sua oração, a oração linda que nos fala o coração. É o nosso Pai Francisco. que ele possa nesse momento também derramar as suas bênçãos juntamente com Jesus a todos nós e a toda a humanidade. Senhor,

sua oração, a oração linda que nos fala o coração. É o nosso Pai Francisco. que ele possa nesse momento também derramar as suas bênçãos juntamente com Jesus a todos nós e a toda a humanidade. Senhor, fazei-me instrumento da vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor. Onde houver ofensa, que eu leve o perdão. Onde houver discórdia, que eu leve à união. Onde houver dúvidas, que eu leve à fé. Onde houver erro, que eu leve a verdade. Onde houver desespero, que eu leve à esperança. Onde houver tristeza, que eu leve a alegria. Onde houver trevas, que eu leve à luz. Senhor, fazei que eu não procure ser consolado, mas consolar. Compreender, compreendido, mas compreender. Amado, mas amar, pois que é dando que recebemos, é perdoando que somos perdoados e é morrendo que vivemos para a vida eterna. Então, amigos, aproveitemos o nosso momento agora nessa atual encarnação para sermos os mensageiros, os obreiros, os trabalhadores da vinha do Senhor, porque são muitos os necessitados e os obreiros são poucos. E lembremos que os nomes dos trabalhadores estarão escritos no reino dos céus. São palavras de Jesus. Muito obrigada e boa noite, senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, caras amigas, caros amigos que nos acompanham pela web TV Mansão caminho, nossos votos de muita paz. Aqueles dias eram semelhantes a estes dias. Naturalmente, as circunstâncias, a ocasião e os fatores ambientais eram um pouco diferente. Estávamos na Segunda Guerra Mundial. Mas se fizermos um paralelo das dificuldades sociológicas e éticas daquele período com os dias atuais, verificamos que apenas mudaram as aparências, os vocábulos, a maneira de dissuadir o próximo, mas sobretudo a dificuldade em julgar as lágrimas que nascem nas profundezas do coração. Eu desejo referir-me a um acontecimento de muita importância nesta atualidade. A cidade era na Áustria e o campo de concentração e de extermínio era dos mais terríveis. Havia entre aqueles que trabalhavam na reconstrução do campo que havia sido

uita importância nesta atualidade. A cidade era na Áustria e o campo de concentração e de extermínio era dos mais terríveis. Havia entre aqueles que trabalhavam na reconstrução do campo que havia sido bombardeado fazia poucos dias. Um homem admirável. Ele vivera na Áustria por muitos anos, mas a sua família era judia e por esse crime ele, seus familiares foram mandados para campos de concentração. E quando terminou a guerra, ele sobreviveu e esteve anotando o resultado daquelas perseguições inclementes. 185 pessoas da sua família haviam perecido nas câmaras de gás, mas ele não, por uma circunstância que ele próprio não sabia explicar. Naquela oportunidade, aproximadamente 1944, ele estava no trabalho de reconstrução daquele campo destroçado pelas tropas inglesas. E de repente apareceu uma jovem enfermeira que era também nazista e olhando para os trabalhadores em geral, apontou para ele e perguntou: "Você é judeu? Sim, sou judeu. E como é seu nome? Simon Visal. Ai, os dados são realmente judeus. faz favor de acompanhar-me. E entre aqueles escombros, a enfermeira que tinha um semblante patimular, foi andando e ele seguindo atrás, sem saber a finalidade do chamado. de repente passou por uma pequena área, era um cemitério onde estavam enterrados os nazistas e no cemitério havia girações. Ele então achou tão paradoxal para aqueles criminosos, assassinos, genocidas, havia gerações das suas sepulturas. Mais tarde ele escreveria um livro em homenagem aos girações. E é no prefácio deste livro que nós vamos encontrar essa narração de Simão Vizental naquele dia inesquecível da sua vida. Ele não tinha esperança nenhuma de sobreviver. Toda a situação era lamentável, profundamente dolorosa. Depois de andar por quase 40 minutos, ele chegou a um pavilhão em escombros. Era uma antiga enfermaria em que estavam soldados que vieram do campo de batalha e traziam as marcas cruéis das bombas do crime organizado, da tragédia do cotidiano. Ele adentrou-se e havia um odor púrido que pairava no

rmaria em que estavam soldados que vieram do campo de batalha e traziam as marcas cruéis das bombas do crime organizado, da tragédia do cotidiano. Ele adentrou-se e havia um odor púrido que pairava no ar. eram de alguns cadáveres, ainda em sepultos, ou de outros corpos que estavam em decomposição e vida. Ela chegou até próxima de um jovem soldado que estava com o corpo coberto de ataduras, uma parte do rosto também, e apenas aberta a boca, abertos a narina e os olhos. Havia naqueles olhos verdes algo inexplicável de dor, de ansiedade no oceano de lágrimas. Ela pegou uma cadeira, colocou ao lado do moribundo e disse a Simão: "Ouça-o e depois volte para o seu trabalho". Então o rapaz perguntou-lhe: "E você é judeu? Meu nome é Franzidler, eu tenho 21 anos. Eu acabo de chegar do campo de batalha. Eu quero lhe pedir um grande favor. Sim, eu sou nazista das tropas de elite, das tropas de perseguição aos judeus. Sim, matei muitos judeus e continuaria matando se a vida não estivesse roubando a minha vida agora. Você é judeu? Realmente judeu. Eu tenho pedido a lhe fazer. As moscas voam. O rosto dele estava profundamente marcado pelo sangue coagulado, pelo tecido rejuntado com dificuldade numa costura estúpida. Ele tremia, era realmente muito jovem. Eu eu desejo de fazer um pedido. Olhei para aquele troço de homem, aquele pedaço de corpo cadaverizado quase e me perguntava, será isto a raça? A raça ariana? É isso que eles desejam fazer do mundo? Aí está morrendo como um cão miserável, apodrecendo em vida e manda-me chamar. Porque me quer fazer um pedido. Como se atreve? Eu pensava Simão, olhando aquele jovem que tremia e disse: "Tenho sede havia na mesinha ao lado uma garrafa com água, um copo sujo com moscas. Ele colocou água, deu-lhe a recolheu-se e o rapaz disse: "Eu eu dia amei um homem que era judeu, porque eu nasci numa família católica. Eu sou de uma cidade encantadura. Estugarda é uma cidade das rosas". chorou um pouco e retomou, perguntando: "Mas você é mesmo judeu,

mei um homem que era judeu, porque eu nasci numa família católica. Eu sou de uma cidade encantadura. Estugarda é uma cidade das rosas". chorou um pouco e retomou, perguntando: "Mas você é mesmo judeu, porque somente o judeu me pode ajudar agora e eu tenho que falar a um judeu." Simão não respondeu, sentia asco, odiava aquele pedaço de gente. disse: "Minha mãe era católica. Eu nasci no lar católico e aos 15 anos, quando tomou o poder, minha mãe disse: "É o demônio, meu filho. O demônio está visitando a Alemanha. Esse homem vai destruir-nos a todos nós. Não se deixe engabelado pelas suas palavras. Mas eu tinha 15 anos, agora eu tenho 21. E ele veio proferir um discurso que abalou a estrutura da Alemanha. Ele falou para 50.000 jovens na cidade de Hamburgo e eu fui ouvi-lo. Apaixonei-me. Ele parecia ser o Messias. era alguém que trazia uma mensagem de felicidade para o povo alemão. Eu então tremi quando a sua voz me penetrou semelhante ao punhal e me disse: "Temos que odiar. A nossa vitória é através do ódio. Não tenham compaixão de ninguém. Por onde passarem, deixem o rastro de sangue. As nossas pegadas devem ser amaldiçoadas. Em toda parte deveremos ser odiados, respeitados pelo ódio, pela força do nosso poder. Eu fiquei fascinado. Eu só tinha 15 anos. Não poderia imaginar. Minha mãe me advertira, mas eu fugi de casa e adotei e fiz o registro do meu nome na juventude hitlarista. Depois fui escolhido por pertencer a essa raça superior para pertencer a Gestapo, a maior força que jamais houve na terra. e cresci no momento dos campos de concentração. Eu fui selecionado para perseguir judeus. Aos 17 anos, eu comecei a matar judeus em toda parte. Um prazer irracional. Eles eram inimigos da Alemanha. Eles eram meus inimigos. eram menos do que um suino. Mas você está tão indiferente. Você é judeu. Simão retrocedeu, recuou um pouco, fechou os olhos e lhe disse com ira: "Sou judeu e ninguém destruirá a raça de Israel". Não, não é isso, não é isso. É, é que eu continuei na matança

e. Você é judeu. Simão retrocedeu, recuou um pouco, fechou os olhos e lhe disse com ira: "Sou judeu e ninguém destruirá a raça de Israel". Não, não é isso, não é isso. É, é que eu continuei na matança e há apenas seis meses eu fui destacado com meu grupo para um refúgio de judeus. Era um lugar na floresta, casas improvisadas. Nós chegamos em tanques de guerra, circundamos toda a área, havia 300 pessoas, era madrugada, é, era perto do Natal. Mandamos sair todo mundo com a roupa de dormir, velhos, crianças, todos doentes. E reunimos na praça, deva ali estava a escória da humanidade. Então o nosso chefe disse: "Segundo passo, riscado do mapa. Nós vimos uma casa de madeira de três andares. Empurramos todos com baionetas, com revólveres, fuzis. E quando a casa repletou, não cabia mais ninguém. Fechamos as portas, trancamos por fora, apregamos, jogamos gasolina, ele não riu, chorou. E atiamos fogo. Naquele momento terrível, asendidas começaram a acrepitar e nós fizemos um grupo pronto para quem saltasse nós matarmos no ar. Então eles foram subindo as escadas, foram subindo e asedas também. Gritos horríveis. Eu nunca podia imaginar uma sinfonia trágica de gritos. de imprecações, de dor. De repente, eu vi um homem no último andar. Ele estava tortoado. Então olhou para baixo, nossos olhos cruzaram, ele jogou-se, estava em chamas e com o revólver, eu detive a sua queda, matando-o antes dele cair no chão. Como a nossa vida pode mudar de um momento para o outro? Como é possível que isso aconteça? Foi muito rápido. Você é mesmo judeu? Então eu estou vendo agora uma criança de 8 anos, talvez devia ser o filho dele, porque uma senhora veio correndo também, saltou, devia ser a mãe. Aí a criança me olhou, aquele olhar profundo. Eu olhei para a criança. A criança queria falar quando as nabaridas começaram no seu corpo e ela então saltou e eu lhe dei um tiro fatal. Ela caiu aos meus pés com os olhos abertos. E a partir daquele dia, os olhos daquela criança estão dentro da minha cabeça.

baridas começaram no seu corpo e ela então saltou e eu lhe dei um tiro fatal. Ela caiu aos meus pés com os olhos abertos. E a partir daquele dia, os olhos daquela criança estão dentro da minha cabeça. Um silêncio, mas um silêncio terrível, a gritaria infame lá e aquele silêncio e aqueles dois olhos de uma criança de 8 anos sobre mim. Então, então eu me lembrei daquele judeu de quando eu era criança. Ele me lembrei de minha mãe, juntando as minhas mãos e pedindo a ele perdão pelo sofrimento da humanidade. Fui educado, pedindo perdão a Deus, mas quando me tornei ateu, eu perdi a minha alma. Eu quero lhe pedir uma coisa. Me diga se realmente você é judeu, porque agora é o momento mais importante da minha vida. Eu já estou morrendo. Eu quero lhe dar a minha medalha para você entregar a minha mãe. Minha mãe acha que eu sou um bom menino. Ela deve estar vi. Meu pai foi para a guerra. A nossa cidadezinha estugarda vai sobreviver aos bombardeiros. É quase uma aldeia. Eu quero lhe pedir uma coisa. Você me perdoa pelos crimes que eu pratiquei, por aquela criança que eu matei? Você me perdoa? Simon vizental olhou para ele e escarneceu. Como aquele miserável se atrevia a pedir perdão. Ele que matou a tanto sem compaixão, me entregou a sua identidade. A minha pensão ficará para você. Eu então afastei-me da sua cama. Não lhe disse uma palavra. Não lhe disse uma palavra, mas não perdoei. Não pude perdoar. Que é o perdão? O perdão é esquecer. Não, não é esquecer. O perdão é não devolver a ofensa. Mas eu saí, veio a paz e eu me candidatei a perseguir os nazistas. e os persegui. Um dos piores deles, Ama, fugiu para Argentina. Mengel, o médico do terror, fugiu para o Brasil. morreu numa cidadezinha do interior perto da capital paulista, o monstro que tirava a pele tatuada sem anestesia para fazer da pele humana quebraço. Eu então saí a cata com a organização que prendiam os miseráveis e prendi ama. Ele foi transferido para Telaviv. Foi o maior sequestro da história da humanidade. Um avião

azer da pele humana quebraço. Eu então saí a cata com a organização que prendiam os miseráveis e prendi ama. Ele foi transferido para Telaviv. Foi o maior sequestro da história da humanidade. Um avião israelita pousou em Buenos Aires. Ninguém sabia. Ama foi aprisionado, ninguém sabia e foi levado para o julgamento. Eu estava no julgamento dele e ele dizia: "Sou inocente". O miserável era responsável por mais de 100.000 mortes nas câmaras de gás, nos fuzilamentos. Era ele quem fornecia os três para levar os judeus. E aqueles que foram destruídos dos vários campos de concentração com seus semblantes obeteiro. Ele dizia: "Sou inocente, eu cumpri ordens e eu também cumpri a ordens. Ele foi julgado. O mundo inteiro acompanhou o julgamento dele. Ela viva, a cidade dobrou de população porque todo mundo queria ver o julgamento do criminoso e foi condenado à morte por enforcamento. Eu vi pendurado como a palha ao vento. minha vingança naquele dia terrível, mas a consciência é muito inesperada e eu nunca pude esquecer. France, saiam. Passei a ver também os olhos da criança e fui à Estugarda, a cidade que ele nasceu. Encontrei a sua mãe, estava idosa. Entreguei-lhe a medalha que ele havia ganho na guerra. E ela me perguntou: "Meu filho era um bom menino?" Eu não disse nada. Somente ele disse que ele se tornou cristão, que ele morreu naquela tarde mesmo, cristão, e não pude esquecer nunca mais os olhos daquela mãe dublados de lágrimas. Ele ele pediu perdão por alguma coisa que ele deve ter feito, mas também eu não disse nada. Este fato chocante, terrível, próprio para o fim de um ano de tragédias, de dores, de certezas, de segurança, de ressentimentos, de ódios, de segurança, está num livro editado nos Estados Unidos que se chama Perdão Radical. E ele, o autor da narrativa vizental, faz uma pergunta que eu quero dirigir para os senhores. Você perdoaria? Você perdoaria a Fran Saidido? É necessário perdoar, não uma vez, mas 70 vezes, sete vezes. A mensagem de Jesus é um hino ao amor.

z uma pergunta que eu quero dirigir para os senhores. Você perdoaria? Você perdoaria a Fran Saidido? É necessário perdoar, não uma vez, mas 70 vezes, sete vezes. A mensagem de Jesus é um hino ao amor. Mas como pode haver amor sem haver perdão radical? Talvez não nos esqueçamos da tragédia, do mal que nos fizeram nestes dias turbulentos que estão vivendo angustiantes, incertos, que são prenúncio de uma era nova, talvez mais do que nunca temos necessidade de amar, Mas será possível amar aqueles que nos maltratam, que nos perseguem, que nos humilham, que nos subestimam? Exatamente esses, porque eles são doentes, são primários, são bípedes, mas estão ainda na consciência de sono em pleno período animal. Nele sobreexistem os primári. Nutrir-se, procriar, dormir, nada mais. Vamos entrar em um ano novo. Não seria ideal que na noite de hoje, nesta madrugada fizéssemos um propósito, um propósito de perdoar, isto é, de não retribuir mal por mal. Já é um grande passo de não desejar a ruína, a miséria, a destruição do outro não desejar. Porque as leis inexoráveis do universo, representando o divino código, sempre cumprem com os seus deveres. Nenhum de nós emerge do Pantanal sem trazer os pés marcados pela podidão. Muitas vezes temos uma cabeça que brilha, um coração que furgura. Mas o instinto predominante da sobrevivência deu-nos pés de barros que se arrebentam ao peso das nossas culpas. Hoje, mais do que nunca, necessitamos de ter paz, mas não a palavra paz, essa tranquilidade dos cadáveres, mas a paz dinâmica de Madre Teresa de Calcutá, de Chico Xavier, de Francisco de Assis, de Vicente de Paulo, a dulce da paz do coração de Jesus. Hoje, mais do que nunca, descobrimos-nos que temos uma missão na terra, amar. Embora seja muito difícil, e porque é muito difícil, é a meta mais importante das nossas vidas, porque tudo urge, como diz o Evangelho e dona Ana se referiu, o tempo hoje nunca sabemos o hoje, o agora era amanhã. Amanhã. O amanhã já é ontem. Nós estamos nesta luta interérmina

e das nossas vidas, porque tudo urge, como diz o Evangelho e dona Ana se referiu, o tempo hoje nunca sabemos o hoje, o agora era amanhã. Amanhã. O amanhã já é ontem. Nós estamos nesta luta interérmina do onde, quando e como da nossa existência. Mas o essencial, acima de tudo, é que é a mensagem do evangelho de Jesus, trazida pelos imortais que voltam da sepultura vazia para nos dizer que a vida és tua, mas que cada um vive de acordo com a consciência que leva para a lei da morte. Vejo aqui nossa sala que ainda sofre os efeitos desses dias passados de estarmos tão distantes uns dos outros. Estamos buscando diversão para fugir, embriagar-vos no tóxico do cansaço, beber até as feeses, a taça do prazer para esquecer, para desculpar. Então, este momento é muito importante para nós e vejo aqui entre nós muito, muito maior número de almas redimidas, de almas angélicas e de almas necessitadas como nós, suplicando não ao márte da cruz, mas ao Senhor das bem-aventuranças, para que tenha compaixão. da nossa pequenez, suplicando aquele que é o nosso rei solar, a claridade infinita da sua inefável misericórdia e a força saudável do seu misericordioso perdão. Será que eu perdoaria? Desde quando eu li essa história há 4 anos, que eu me pergunto se eu perdoaria em determinado momento, sim, de todo coração. Mas em outro momento talvez, não sei, em alguns outros momentos não. Não perdoaria. E logo retorno às mesmas interrogações. Eu perdoaria, mas não há outra alternativa. Temos que perdoar. Porque a reencarnação é o perdão de Deus, dando-nos ensejo de reparar nossas faltas. E não há faltas que sejam inamovíveis. Não há angústias, não há dores, não há crimes que não sejam reparáveis, porque acima de tudo paira o inefável amor de Deus nesta noite, manhã, porque já é de ano novo, já raiou o primeiro, segundo, os primeiros 10, 15 minutos da era nova. E necessitamos de estar com o coração banhado de esperança, portas abertas ao amor para perdoarmos a tudo de bom que não nos aconteceu,

ou o primeiro, segundo, os primeiros 10, 15 minutos da era nova. E necessitamos de estar com o coração banhado de esperança, portas abertas ao amor para perdoarmos a tudo de bom que não nos aconteceu, a tudo de mal que nos aconteceu, mas principalmente para podermos reparar os males que fizemos ontem. que outros estão fazendo agora, porque em nossa jornada, a dulce da presença de Jesus já é um significativo passo para a nossa felicidade. Minhas queridas irmãs, meus queridos irmãos, hoje, agora, neste ano novo, que a paz harmoniosa do céu penetre em nosso coração e aí habite para todo sempre. Feliz ano novo para todos. Muito obrigado. Nossa alegria de bons cristãos ofende a Jesus, não ofere a ninguém. Nossa alegria, a nossa alegria é bem do evangelho. É bem do evangelho. Vibrai contagia da criança da criaço. Mesmo entre perigos. Daremos as mãos. Daremos as mãos como bons amigos. Como bons amigos, como bons cristãos, sempre ombro a ombro, sempre lado a lado, vamos trabalhar pensando no bem. Deus é bom, mas cristianizado pela implantação da paz e harmonia. A nossa alegria, a nossa alegria é bem do evangelho. É bem do evangelho. Vibrai em contagia. Vibrai contagia da criança ao velho. Da criação ao velho fez perigos. Fmente perigos. Daremos as mãos. Daremos as mãos como pois amigos. Como amigos, paz e alegria. Muita paz para todos. Obrigado. Obrigado, Somos companheiros, amigos, irmãos que vivem alegres pensando no bem. A nossa alegria é de bons cristãos. Não ofende a Jesus, não fere a ninguém. A nossa alegria, A nossa alegria rebendo evangelho. É bem do evangelho. Vibra e contagia. Vibra e contagia da criança ao velho. Da criança ao velho. Mesmo entre perigos. Mesmo entre perigos. Daremos as mãos. Daremos as mãos como bons amigos. Como bons amigos. Como bons cristãos, sempre ombro a ombro, sempre lado a lado, vamos trabalhar com muita alegria pelo Espiritismo mais cristianizado, pela implantação da paz e harmonia. A nossa alegria, A nossa alegria reho. É vem do evangelho.

ombro a ombro, sempre lado a lado, vamos trabalhar com muita alegria pelo Espiritismo mais cristianizado, pela implantação da paz e harmonia. A nossa alegria, A nossa alegria reho. É vem do evangelho. Librai e contagia. Librai e contagia da criança ao velho. Da criança ao velho. Mesmo entre perigos. Mesmo entre perigos. Daremos as mãos. Daremos as mãos como bons amigos. Como bons amigos. como bons cristãos.

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