A Força do Espiritismo - Bem-aventurados os misericordiosos - Fabio Carvalho
"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às quintas-feiras, às 20h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv. 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5401710428684288
Boa noite, meus queridos amigos e minhas queridas amigas. Sejam todos muito bem-vindos a mais uma edição do programa A Força do Espiritismo, uma produção do canal Espiritismo.net em parceria com a TVCR e com a FEB TV e que também é retransmitido pelos diversos canais parceiros. Mais uma quinta-feira de estudos e essa semana o nosso querido amigo Fábio Carvalho irá nos brindar com preciosas reflexões em torno do tema bem-aventurados misericordiosos. Aproveito para convidar a todos que, caso queiram deixar seus comentários, suas dúvidas, que o façam através do nosso chat, que ao final com certeza o nosso querido Fábio irá, terá imenso prazer em responder e refletir sobre as questões aqui deixadas por vocês. Mas sem mais delongas, né, vamos convidar o nosso querido Fábio para estar conosco na telinha. Boa noite, Fábio. Boa noite, Elô. Boa noite, minha amiga, meu amigo internauta, que nos acompanha tanto nesse momento como aqueles que nos acompanharão em outra oportunidade. Nossas fraternais saudações e que nós tenhamos um bom estudo para todos nós. Isso aí, Fabinho. Você fique à vontade. A tela é toda sua. Ao final, ao seu chamado, eu retorno, OK? Perfeito. Minha amiga, meu amigo, hoje a nossa reflexão vai se dar em torno dessa temática das do Bem-aventurados os misericordiosos. é uma proposta muito profunda que precisa ser analisada dentro de um contexto a que é o próprio sermão do monte. Numa perspectiva eti etimológica, a palavra misericórdia, ela vem do latim e ela é formada por dois radicais. O radical miséri, que traz a ideia de miserável, de aflito, daquele que sofre. e o radical cordes, que significa coração. Etimologicamente, juntando esses dois radicais, teríamos um coração voltado para aquele que sofre, para aquele que está atravessando o momento de aflição. Isso nos traz uma ideia de misericórdia que transcende um simples sentimento. Misericórdia como se fosse uma disposição íntima que nos faz sofrer com a dor do outro e isso nos enseja a agir para aliviar essa
s traz uma ideia de misericórdia que transcende um simples sentimento. Misericórdia como se fosse uma disposição íntima que nos faz sofrer com a dor do outro e isso nos enseja a agir para aliviar essa dor. Não é uma emoção passageira. Mais uma virtude. Uma virtude que envolve uma empatia ativa, uma compaixão operante, uma sensibilidade justa. E como toda virtude se caracteriza pelo fat, pelo fazer, pela ação, pela conduta, que é o resultado natural dessa qualidade da alma, dessa característica da alma misericordiosa. Se nós analisarmos bem o sermão do monte, que é a nossa referência contextual, a gente vai perceber que as bem-aventuranças elas seguem uma ordem lógica, uma ordem ascendente. E pontuando especificamente nos bem-aventurados e os misericordiosos, a gente percebe que antes dessa bem-aventurança, Jesus afirma que bem-aventurados são os que têm fome e sede de justiça. E a gente vai perceber que isso não é casual. Isso traz uma revelação lógica, porque nos traz a perspectiva de uma justiça que se aproxima da justiça divina, ainda que essa seja uma justiça de virtude ou de dever, uma justiça, portanto, que é desenvolvida no coração humano. Essa justiça, ela é aquela que se eleva e se alinha ou se alinhava com os ideais de justiça, com os ideais de amor e com os ideais de caridade, formando o tripé apresentado por Allan Kardec na maior das leis morais que resumem todas as demais leis, que é a lei de justiça, amor e caridade. E por que é um processo de desenvolvimento? Porque o que nós inicialmente sentimos sem a a necessidade de uma análise mais profunda de natureza lógico-racional é a percepção da injustiça. A injustiça, ela é sentida, eh, não necessariamente pela ela não é percebida necessariamente pela razão, ela é principalmente sentida. Se eu, por exemplo, praticar um ato de injustiça com um cão que é um ser não racional, ele vai sentir o ato de injustiça. E isso pode naturalmente revoltá-lo em face dos instintos que ele tem de se proteger naturalmente de eventuais
ato de injustiça com um cão que é um ser não racional, ele vai sentir o ato de injustiça. E isso pode naturalmente revoltá-lo em face dos instintos que ele tem de se proteger naturalmente de eventuais injustiças, de eventuais males praticados contra ele, né? Obviamente. Então, a percepção da injustiça, ela é muito prática e muito fácil. Qualquer pessoa é capaz de perceber uma injustiça. Agora, a compreensão da justiça, ela no seu sentido mais sublime, no seu sentido mais profundo, ela precisa ser desenvolvida. Quando nós analisamos a história da humanidade, a gente vai perceber que o senso de justiça rudimentar humano, ele foi muito pautado na vingança, numa justiça vingativa. E a gente vai encontrar essa justiça vingativa. E nos pergaminhos antigos, nós vamos encontrar na lei das 12 tábuas, no código de Amorab, a gente vai encontrar no Deuteronômio. Mas vamos encontrar em diversos instrumentos de legislação, principalmente em seu prelúdio, é essa construção de uma justiça vingativa, eh, seja numa vingança privada, seja numa numa vingança pública, mas era os ideais de justiça que eram construídos no passado. E quando Jesus, por exemplo, traz essa fome, essa sede de justiça, ele contrapõe isso com a vingança que era o ideal de justiça dos homens. Quando nós, por exemplo, encontramos o diálogo tanto de Céfalo com Sócrates, como o diálogo do seu filho polemarco, ambos contidos na obra república de Platão, a gente vai ver um ideal de justiça, segundo o qual justiça seria fazer o bem aos amigos e o mal aos inimigos. Então, se é meu inimigo, merece todo o mal possível, mas se é meu amigo, merece toda a proteção necessária. E essa trai, isso traz a percepção da desigualdade de nossa visão a respeito do que seja justo. E uma coisa interessante desse modelo vingativo é de que essa justiça necessariamente não nos traz paz. Ela traz revolta, ela traz raiva, ela traz desequilíbrio íntimo interior, ela não é pautada em uma verdadeira equidade. Ela não se funda na compreensão profunda da dor alheia, não.
e não nos traz paz. Ela traz revolta, ela traz raiva, ela traz desequilíbrio íntimo interior, ela não é pautada em uma verdadeira equidade. Ela não se funda na compreensão profunda da dor alheia, não. Ela se funda numa satisfação pessoal, porque o conceito de inimizade, amizades sempre serão relativas à pessoa. Quem é meu inimigo pode ser amigo de alguém. E isso me traz uma percepção muito relativa do que seja justo. Então, se justiça é fazer mal aos inimigos, é possível que a minha percepção seja de que na justiça o meu inimigo sofra o mal. Mas esse meu inimigo pode ser filho de alguém. E se é filho de alguém, é sua mãe naturalmente ou seu pai, estão seus amigos e para eles a justiça teria uma outra percepção ou um outro sentido. Então nós nunca teríamos um conceito uniforme de justiça com esses parâmetros. sempre alguém sairia injustiçado nesse processo, porque sempre alguém será amigo ou inimigo de uma outra pessoa. A misericórdia, ela se torna dentro desse sermão do monte uma consequência de uma alma justa. A alma verdadeiramente justa se torna misericordiosa. E é muito interessante que antes de falar de justiça, Jesus fala da brandura, da pacificidade. Aqueles que não pacificam a si mesmos, aqueles que não conseguem introjetar o ideal de paz, não conseguem ter fome e sede de justiça, mas possivelmente terão fome e sede de vingança, porque não estão em paz. Mas aqueles que se apasiam passa a ter fome e sede de justiça. E aquele que tem fome e sede de justiça, torna-se uma alma justa, busca justiça no seu sentido mais profundo. Os espíritos dizem, o livro dos espíritos, que Jesus é o exemplo do justo por excelência, porque era a expressão do amor e da caridade. Sem amor e caridade não há justiça. Portanto, uma alma justa, por ser uma alma profundamente amável, afável, por ser uma alma profundamente caridosa, a misericórdia será uma natural consequência de suas ações. Isso não é uma postura meramente condescendente ou sentimentalista, não. Não é uma condescendência do erro, mas é uma
rofundamente caridosa, a misericórdia será uma natural consequência de suas ações. Isso não é uma postura meramente condescendente ou sentimentalista, não. Não é uma condescendência do erro, mas é uma compreensão de um contexto. E é esse contexto que precisa ser analisado na vida individual e na vida coletiva de um grupo ou da própria humanidade. Eh, quando nós nos debruçamos no pensamento socrático, nós encontramos eh discussões muito interessantes em torno da piedade da Euzebeia. tanto numa perspectiva de uma virtude cívica como de uma virtude religiosa. Na perspectiva de uma virtude religiosa, ela era a justa reverência aos deuses e como uma virtude cívica, ela era uma reverência aos deveres morais. E é interessante como Sócrates ele trabalha essas duas questões dialogando com Eutífro quando ele propõe a seguinte reflexão. Nós, a piedade ela é boa porque os deuses dela gostam ou os deuses dela gostam porque ela em sua essência é boa. Em outras palavras, a ela tem um caráter de religiosidade porque ela é naturalmente boa ou ela é boa porque Zeus, porque Urano, porque os deuses do Olimpo, eles gostam da piedade. Isso obviamente é um uma grande ruptura que vai se estabelecendo de forma paulatina. entre as estruturas míticas que vão justificando e explicando as virtudes desenvolvidas no indivíduo e a própria construção racional para que se pudesse compreender as virtudes independentemente dos deuses. E aí a gente traz a ideia como justa referência aos deveres morais, que a piedade, ela é o grande respeito à ordem divina, é o grande respeito ao equilíbrio social. Portanto, ela não é necessariamente um sentimento dos fracos ou um sentimento dos religiosos puramente, mas ela é a consequência natural de quem consegue transcender uma visão egocentrada e passa a desenvolver uma uma visão mundêntrica, uma visão mundêntrica da vida. Eu poderia dizer nessa perspectiva que a misericórdia, ela é um reflexo da harmonia universal, em que o sábio ele age com benevolência por compreender o lugar de
ntrica, uma visão mundêntrica da vida. Eu poderia dizer nessa perspectiva que a misericórdia, ela é um reflexo da harmonia universal, em que o sábio ele age com benevolência por compreender o lugar de cada ser no cosmos, de cada ser no universo. E aí ele vai percebendo que cada ser está em uma posição que é dentro de um processo existencial algo profundamente mutável. Ele está assim, não necessariamente é assim, por isso ele está naquela posição. E no momento em que eu desenvolvo esta macrovisão espírita da vida, no momento em que eu desenvolvo essa cosmovisão espírita da vida, eu passo a compreender que aquele que erra não é mal. Ele está em uma existência má. Ele está numa condição má, mas ele não é. Ele é centelha divina. Ele é imagem e semelhança de Deus dentro de uma perspectiva teológica, teosófica. Entretanto, dentro de um processo evolutivo, a sua existência, ela traz aquela característica da imperfeição, mas ele não é um espírito imperfeito, ele está um espírito imperfeito. E essa é uma perspectiva de um reflexo, de um macro olhar que leva aos seres mais elevados essa misericórdia. Vejamos que quando nós tomamos, por exemplo, o próprio Cristo, Jesus, ele no momento derradeiro, ele não se coloca numa posição de promotor de justiça, que poderia ser também, naturalmente, um reflexo do que é justo e não se coloca numa posição de juiz. propõe-nos um paracleto e a sua posição na cruz da ignomínia é de um verdadeiro advogado pedindo clemência, misericórdia. Pai, perdoai-lhes, eles não sabem o que fazem. A misericórdia, como reflexo da harmonia universal leva o sábio a compreender o lugar de cada ser no cosmos e a compreender o estágio em que esses seres se encontram, o local onde eles estão estagiando temporariamente. Portanto, justo nesse sentido é piedoso, porque vê além das aparências. Vejamos o sentimento de piedade de Estevão quando está sendo apedrejado. Estevão profundamente machucado, com os ossos quebrados, vários órgãos agora em processo de falência. Ele num processo de desencarnação se
entimento de piedade de Estevão quando está sendo apedrejado. Estevão profundamente machucado, com os ossos quebrados, vários órgãos agora em processo de falência. Ele num processo de desencarnação se depara com Paulo ao lado de Abigaí. E ele, como é, tem a virtude da misericórdia e da piedade, vê além das aparências do Saulo agressor, do Saulo impiedoso, do Saulo orgulhoso. Não é isso que ele enxerga. Porque a misericórdia é um reflexo do olhar harmonioso do universo. O piedoso vê além das aparências. E a aparência existencial é que me traz a ideia de que aquele homem é mau, aquela mulher é má. Mas a visão para além das aparências me dá ideia. Ele ainda não conhece Jesus. Ele ainda está estagiando. Entretanto, como a lei do progresso é inexorável, ele se tornará bom. Portanto, o justo compreende a ignorância que gera o mal. E ao compreender a ignorância que gera o mal, ele consegue perdoar e ensinar. Agora eu tenho um outro contexto. Quando nós fazemos uma análise teosófica da piedade, a analisamos como um atributo da alma superior que compreende a unidade do universo e a relação existente entre todos os seres. Aqui a misericórdia se torna uma vibração compassiva que emana da consciência espiritual que percebe a dor do outro como sua própria dor. E nessa perspectiva da unidade, o indivíduo que chega a esse estágio de profunda percepção da vida sente-se profundamente vinculado a toda a criação divina. E essa relação com a criação me traz uma percepção, seja de unidade, seja de irmandade, a depender de como eu construo as palavras. Mas para Francesco Bernadoni, o lobo não era mau e era seu irmão, meu irmão lobo. O fogo que cega não é mau, é o meu irmão fogo. o irmão Sol, a irmã Lua, a pobreza não é má, é minha irmã pobreza. E nessa visão, a alma que se eleva e vai compreendendo a unidade de todas as coisas, passa a ter nessa perspectiva de unidade também a percepção de que a dor do outro me verá dor. E a dor do outro, se ela é importante para o outro, ela também é
preendendo a unidade de todas as coisas, passa a ter nessa perspectiva de unidade também a percepção de que a dor do outro me verá dor. E a dor do outro, se ela é importante para o outro, ela também é importante para mim. Por isso, o compassivo, misericordioso, ele ouve, ele escuta ativamente, atentamente a história do outro como se fosse a sua própria história. E a superação do outro é a sua própria superação. Não há julgamento, mas um acolhimento, um acolhimento que cura. Porque toda a alma, mesmo em erro, ela está em um caminho ascensional, está em um processo de ascensão. Se a queda a ascensão. E aí a gente passa a reanalisar a perspectiva da justiça em seu sentido mais amplo, a justiça em sua mais pura expressão. Agora não há mais espaço para uma ideia de justiça retributiva, mas de uma justiça restauradora, que restaura o equilíbrio causado ou comprometido pela injustiça. E agora essa justiça que restaura, ela educa, ela reequilibre, ela redime. Se justiça é trazer o equilíbrio de volta que foi em algum momento rompido. E se esse rompimento é provocado pela ignorância da alma, a misericórdia leva à compreensão da alma e a sua redenção. Por isso, o verdadeiro justo não busca vingança, mas restauração. A misericórdia nessa perspectiva não é a negação da justiça, mas a sua forma mais sublime, pois corrige com amor, cura com verdade, liberta com ternura. E a indulgência, como bem nos apresenta Allan Kardec, é uma expressão da misericórdia. Na verdade, ela se torna na misericórdia um efeito geral do pensamento espírita. A Allan Kardec, no item 7 da conclusão de O livro dos Espíritos, ele destaca três efeitos gerais do espiritismo. O primeiro, o desenvolvimento de um sentimento religioso. O segundo, a resignação diante das dores alheias e o terceiro, a indulgência para com as imperfeições alheias. A indulgência é essa capacidade de olhar para o erro alheio, com compreensão, mas sem conivência, entretanto, com profunda caridade. Na verdade, a indulgência é a expressão da caridade, como entendia
A indulgência é essa capacidade de olhar para o erro alheio, com compreensão, mas sem conivência, entretanto, com profunda caridade. Na verdade, a indulgência é a expressão da caridade, como entendia Jesus. é a paciência do sábio que reconhece a fraqueza humana e opta por não julgar, mas colaborar na transformação do outro para melhor. É por isso que os nossos anjos de guarda são profundamente misericordiosos, porque o seu papel é o trabalho para a nossa transformação. Esse é o objetivo. O objetivo, como bem pontua espírito de verdade, não é o aniquilamento da humanidade, do espírito que erra. Deus não quer nenhum de nós aniquilado. Deus quer cada um de nós transformado. O perdão também é uma consequência ativa dessa misericórdia. é o ato de libertar o outro de sua dívida afetiva, de sua dívida moral, ao tempo que também liberta o próprio indivíduo da prisão do ressentimento. E aí nós percebemos que a misericórdia, como bem propõe Allan Kardec, é essa matriz da indulgência e do perdão. E aquele que tem um coração tocado pelo sofrimento do outro, cheio de compaixão, consegue perdoar com sinceridade. E a misericórdia vai se tornando um elemento de libertação interior. Porque agora a alma misericordiosa não se vê mais aprisionada aos grilhões da raiva. Você reconhece que o mal ali é fruto de ignorância ou mesmo da própria dor ou mesmo do próprio medo. Aquele que tem medo se protege muitas vezes com a raiva. alma misericordiosa não se vê aprisionada revolta, pois ela entende, compreende que tudo obedece a uma lei maior que não falha. Ela não se vê aprisionada angústia, pois prefere confiar na regeneração do outro a condená-lo eternamente. E a obra O céu Inferno que comemoramos esse ano e que trata da justiça divina, nos mostra que a justiça, no seu sentido mais profundo, a justiça como atributo da divindade de um Deus soberanamente justo e bom, não é compatível com qualquer condenação eterna. Se não é compatível com qualquer condenação eterna, ela nos propõe. O perdão nos propõe a
o atributo da divindade de um Deus soberanamente justo e bom, não é compatível com qualquer condenação eterna. Se não é compatível com qualquer condenação eterna, ela nos propõe. O perdão nos propõe a misericórdia. Justiça divina está aliada ao ideal misericordioso. É por isso que é necessário ter fome e sede dessa justiça sublime para chegar ao degrau da misericórdia. Mas a misericórdia também nos liberta da angústia, pois que a alma misericordiosa prefere confiar na regeneração do algós a condená-lo eternamente, mas também do medo, pois a misericórdia lança fora todo o temor do indivíduo. Porque nós temos muito medo de ser magoado, de ser machucado, porque damos muita importância a nós mesmos. Achamos que se Jesus atravessou um grande martírio, o problema dele, mas eu não posso atravessar nenhum. O olhar misericordioso, o olhar de Estevão. Se Jesus passou pelo martírio, porque eu não posso ser um mártir amando os verdugos que me martirizam? E quem é cheio dessa misericórdia não tem temor, porque é a expressão do amor. A misericórdia, portanto, ela liberta tanto quanto oferece ao indivíduo a libertação. Liberta quem dá, liberta quem recebe, porque ela rompe ciclos de ódio, cura feridas invisíveis. Desarma conflitos, projeta luz sobre a sombra. Bem-aventurados os misericórdios misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. É interessante essa conclusão, porque à medida que nós nos tornamos misericordiosos, nós vamos percebendo como a vida é misericordiosa conosco, como nós vamos alcançando todo o coração divino. E voltamos à aquela etimologia da palavra misericórdia. o coração voltado para o sofrimento e os nossos sofrimentos começam a ser completamente lenidos por Deus e passamos a perceber que somos destinatários da misericórdia divina. Por isso, todo aquele que é misericordioso é um bem-aventurado, porque ele alcança esta misericórdia e ele percebe ela com tanta profundidade que a sua vida passa a ser um exemplo de gratidão. E ele passa a sentir a grande reciprocidade da lei de vida.
aventurado, porque ele alcança esta misericórdia e ele percebe ela com tanta profundidade que a sua vida passa a ser um exemplo de gratidão. E ele passa a sentir a grande reciprocidade da lei de vida. A medida que eu amplio a minha misericórdia, eu vou percebendo como a lei é misericordiosa comigo. E essa misericórdia que é guia nosso, não apenas nos aproxima de Deus, porque já é muito, mas nos torna um com ele e passamos a viver em comunhão com o Criador, pois Deus é amor. A misericórdia é a justiça dos que já compreenderam que o outro é também parte de Deus, não sentido de uma proposta de de uma teoria eh de um panteísmo, mas na percepção de que todos estamos ligados ao coração divino e, portanto, todos estamos interligados pelo grande hub divino. E quando nós chegamos a esse estágio de consciência objetiva, nós percebemos que é impossível ser feliz enquanto o outro sofre. Vizer é um exemplo dessa expressão de coração misericordioso. Ao propor a Maria Santíssima não se desvincular da terra enquanto houvesse uma única lágrima secal. E essa compreensão desta ligação do universo, desta grande rede que liga cada elemento, cada átomo, cada molécula, cada ser pensante e não pensante, vai nos salvando da percepção egocentrada da vida. E é nessa perspectiva que a misericórdia em sua profundidade nos é apresentada pelo pensamento de Jesus na pequenina limitação de percepção que eu tenho do sermão do mundo. Um, vou convidar a Minelô para voltar. Cheguei, Fabinho. Muito bem. Eu tenho alguns comentários de Lina aqui que eu gostaria que você fizesse uma reflexão e tem uma pergunta dela também. Então, vou começar com o primeiro. Vamos lá. A Lina nos coloca assim, eh, vou colocar na tela para facilitar. Ao me deparar com a injustiça, me dói profundamente. Ela continua: "Meu pai tinha um enorme senso de justiça. Acho que sou herdeira. Que bom, Lina. E o interessante é que já fui alvo de algumas injustiças na minha trajetória. E aí ela vem fazendo a pergunta: "Gostaria de entender melhor
orme senso de justiça. Acho que sou herdeira. Que bom, Lina. E o interessante é que já fui alvo de algumas injustiças na minha trajetória. E aí ela vem fazendo a pergunta: "Gostaria de entender melhor sobre este contexto, Fábio, o fato de ter ao mesmo tempo um senso aguçado de justiça e, por outro lado, sofrê-la na pele." Linda, minha amiga, primeiro lugar, meu abraço fraternal, saudoso, que você receba todas as vibrações carinhosas, tanto de Elô, quanto nosso e de toda a equipe do Espiritismo.net. Estávamos saudosos de você, minha amiga. Analisando a sua pergunta contextualizada, como eu disse logo no início, nós não temos muita dificuldade de percepção do injusto. Se você, por exemplo, vê duas crianças de 1 ano de idade e você entregar um docinho para uma e não entregar para a outra, a que não recebeu, ela se sente injustiçada. Se você der para um cãozinho um biscoito e para o outro não, do lado dele, ele se sente injustiçado. Olha que coisa interessante. É como se a percepção da injustiça fosse quase instintiva. Eu não preciso desenvolver muita evolução pouca, ou seja, no reino animal superior isso eu eu já consigo perceber isso. Talvez nos reinos muito inferiores, eh, Monera, talvez não tenha essa percepção de injustiça, mas nos reinos superiores a gente vai percebendo. E nós não precisamos nos dizeres populares eh de exercício de inteligência para perceber injustiça. Agora, a justiça, eu já não tô falando da injustiça. A justiça, ela é resultado de um processo evolutivo mais complexo do que a percepção da injustiça. A in a percepção da injustiça é resultado de um processo evolutivo. Naturalmente, se uma bactéria não consegue perceber e um cãozinho consegue, houve aí um processo evolutivo. Entretanto, é bem menor do que a percepção da justiça. Michael Sendel, que é um professor de filosofia de Harvard, ele escreveu um livro intitulado Justiça e ele apresenta logo no início da obra um dilema filosófico antigo que é o famoso dilema do trem que muita gente conhece, tá nos memes aí. E esse
a de Harvard, ele escreveu um livro intitulado Justiça e ele apresenta logo no início da obra um dilema filosófico antigo que é o famoso dilema do trem que muita gente conhece, tá nos memes aí. E esse dilema do trem, imagina, vou contar aqui com minhas próprias palavras, imagina uma pessoa que está em uma locomotiva e nessa locomotiva, eh, quem está dentro não consegue se comunicar com quem está fora. Eh, é um trem que não faz zoada alguma. Ele é absolutamente completamente silencioso. Eh, e esse trem está sem freio e como ele é absolutamente silencioso, ele não tem buzina, ele não tem a pita, ele não tem nada. E ele sem freio, ele percebe o maquinista que em na linha de trem que ele se encontra tem uma pessoa, mas ele eh ele percebe, tem cinco pessoas, mas ele percebe que é possível desviar para uma outra linha, só que nessa outra linha tem uma pessoa. E aí vem o dilema. Qual é a conduta justa? Matar cinco ou matar um? percebe que a injustiça é fácil de perceber. Tomar a decisão justa já não é tão fácil. Todas as mães eh tem um papel justo e essa função justa é de educar os filhos. Para educar filhos, eu preciso tomar decisões. Nem sempre a decisão tomada é justa. Às vezes a gente proíbe um filho de fazer isso. Às vezes a gente não deixa um filho fazer aquilo. Só depois a gente vai perceber que a gente foi injusto. Porque justiça não é um conceito fácil, é resultado de um processo evolutivo. Então, a maioria de nós tem senso de injustiça. Isso é fácil de perceber. Tomar decisão justa é o resultado de um processo evolutivo. Eu poderia, por exemplo, dizer que faltar com a verdade ou mentir é uma injustiça. É um conceito muito simplório. Quando eu leio renúncia, eu vejo a tomada de decisão de Aion de omitir a sua mãe a informação de que ela encontrou o pai, o grande amor da vida dela. Qual é a conduta justa? Falar sempre a verdade ou fazer ao outro aquilo que eu gostaria que fosse feito a mim mesmo? Olha o parâmetro. Vou tornar mais complexo. Diante da mediania apresentada
da dela. Qual é a conduta justa? Falar sempre a verdade ou fazer ao outro aquilo que eu gostaria que fosse feito a mim mesmo? Olha o parâmetro. Vou tornar mais complexo. Diante da mediania apresentada por Aristóteles, a justa medida das coisas. Qual é o justo com meu corpo na alimentação? Qual a quantidade certa de comida? Qual o tipo de alimento? Será que a gente pratica injustiças e às vezes nem sabe que tá praticando uma injustiça com o próprio corpo? Justiça é um conceito complexo. Sendo uma virtude, ela é desenvolvida. Primeiro a gente cumpre com dever para depois a gente alcançar a virtude. Mas a cada medida que nós evoluímos, ao longo das reencarnações, nós vamos agregando algum tipo de saber a esse ideal de justiça. Portanto, hoje eu poderia dizer: "Eu sou menos injusto do que foi ontem ou sou mais justo do que foi ontem. Hoje eu sou capazes de capaz de tomar melhores decisões. E essa é uma percepção complexa. Por isso que quando você propõe o senso aguçado de justiça e ao mesmo tempo sofrer na pele, me traz, hum, eu tenho um senso de injustiça, consigo perceber uma injustiça e isso é natural, isso é próprio do ser humano, isso é próprio do ser. Um homem das cavernas também percebe injustiça. Entretanto, quando eu me pergunto senso aguçado de justiça, o aguçado ele precisa de referencial. Qual é o meu senso de justiça? Por exemplo, eh Jesus é o justo por excelência e na sua justiça por excelência, ele protege, através de um discurso muito bem articulado à mulher adúltera. A lei era clara, adultério, a pena é morte por apedrejamento. Fazer consunção na lei, por exemplo, eu chegar e dizer assim: "Olha, fulano de tal cometeu o crime de corrupção, a pena é essa." Isso é fácil. Isso é fácil. Não é difícil. A pena da época era apedrejamento. Eu percebo que a justiça é muito diferente do direito. Nem sempre o que está na lei é justo. A escravidão já foi legalizada. Isso não quer dizer que em algum momento ela tenha sido justa. O antissemitismo foi legalizado na Alemanha nazista. Isso não quer dizer
empre o que está na lei é justo. A escravidão já foi legalizada. Isso não quer dizer que em algum momento ela tenha sido justa. O antissemitismo foi legalizado na Alemanha nazista. Isso não quer dizer que era justo. Portanto, a justiça segue nesse processo. E se hoje você tem um senso aguçado de justiça, é possível que daqui a duas encarnações você perceba, agora eu estou com senso melhor. Eu tinha um aguçado, mas agora tá mais aguçado ainda, está mais aprimorado ainda porque é resultado de um processo evolutivo. Isso aí, Fabinho. Fabinho, nós temos um irmão aqui, ele tem participado de alguns programas com a gente e a gente percebe que ele eh está muito assim curioso com as coisas da doutrina espírita. E ele nos trouxe uma pergunta que eu gostaria que você colocasse para ele de acordo com a doutrina, né? Ele nos pergunta assim: "Se Deus é misericordioso, por que ele mandava matar sem dó nem piedade na Bíblia?" Você pode esclarecer a esse querido irmão, meu amigo Francisco, antes de tudo, o nosso abraço fraternal. E essa pergunta do Francisco, ela é muito oportuna. Eh, é necessário de fato enfrentar questões como essa. Quando nós eh observamos especialmente o Velho Testamento, nós precisamos compreender ali que existem elementos que estão vinculados a uma lei divina, uma lei natural, a exemplo dentro da Torá, do próprio decálogo, dos próprios mandamentos que Moisés apresenta recebidos no Monte Siná e das leis humanas que foram desenvolvidas, construídas dentro da perspectiva da limitação de visão da humanidade na época. Entretanto, a nossa história da humanidade, e aí isso é profundamente arquetípico e você vai perceber isso em todas as civilizações, é de que a legislação ela era legitimada pelo divino. Se você se debrusta sobre a legislação da Roma antiga, você vai encontrar a legitimação daquela lei com os ditames dos deuses. Isso vai acontecer na Índia e isso vai acontecer entre os judeus. Então, muitas leis humanas contidas em Deuteronômio, por exemplo, são leis humanas, mas eu utilizo o
la lei com os ditames dos deuses. Isso vai acontecer na Índia e isso vai acontecer entre os judeus. Então, muitas leis humanas contidas em Deuteronômio, por exemplo, são leis humanas, mas eu utilizo o divino para legitimar a lei humana. Por isso lá o discurso é: "Olha, se fizer isso que Deus manda é que mate". Mas na verdade não é resultado da vontade divina, é da vontade humana que se legitima com o divino. Se nós observarmos, por exemplo, a Idade Média, a gente vai encontar a legitimação da coroação dos reis profundamente ligado ao posicionamento da Igreja Católica e sempre a legislação se relacionando com o divo. A relação do direito de hoje tem muita influência do direito canônico. E nós vamos percebendo essa legitimação porque não havia muita construção racional. Então, se os deuses assim querem, é assim que vai ser realizado. Se Deus assim quer, é assim que será realizado. Então, naturalmente que a igreja construía uma legislação dizendo que é necessário, como meu caso do malos malaférum, ou martelo das bruxas, se é necessário matar as bruxas, porque é crime ser bruxa, se pode até legitimar em um determinado concílio como se fosse uma sustentação religiosa divina, mas essa é uma decisão humana. Essa é uma decisão humana. Então, eu terei muitas leis humanas travestidas de divinas no Velho Testamento. Portanto, se Deus consagra a vida, Deus não pode ser esquizofrênico. Uma hora ele defende a vida, a outra hora ele manda matar. A lei divina é imutável. os homens de esforcem como querem para legitimar as suas decisões. Perfeito, Fabinho. E ele trouxe mais uma questão aqui que é eu acho bem interessante da gente tá eh falando quando ele fala de Deus, né? Ele coloca que eh justo não protege uma criança de um maníaco. Bom, se fosse bom, não sofríamos nesse mundo caótico e mortal. O que que você pode tá esclarecendo para esse querido irmão nosso? E isso mesmo, Francisco. O justo ele protege a criança. Se eu, por exemplo, eu tenho uma relação entre uma criança e um maníaco, o ser vulnerável que precisa
sclarecendo para esse querido irmão nosso? E isso mesmo, Francisco. O justo ele protege a criança. Se eu, por exemplo, eu tenho uma relação entre uma criança e um maníaco, o ser vulnerável que precisa ser protegido naquele momento é a criança. Quando nós falamos de misericórdia, nós não falamos de conivência com o mal. Em nenhum momento eu vou concordar com qualquer ato trêsloucado de um maníaco. Injustiça é como eu restauro essa criança por dentro caso ela tenha sido vítima de um ato insano, de um ato nefasto de amoníaco. E ao mesmo tempo é que ações eu devo fazer para que o maníaco consiga se libertar da sua mania, consiga se libertar da sua loucura, porque se nessa sociedade nunca terá equilíbrio. Porque se ele não se liberta de sua mania, de sua doença, do seu mal, da sua loucura, do seu ódio, da sua raiva, de suas imperfeições, a minha ideia é que justiça será aniquilá-lo. Entretanto, o espiritismo matou a morte. Ele nunca vai ser aniquilado, porque a alma é indestrutível e a vida é inescapável. Se você mata o espírito, o indivíduo que é mal, a alma má ela continua viva do outro lado. E se ela continua mal, ela vai continuar praticando mal. Então me parece que não resolve o problema. O problema só vai ser resolvido quando a alma má deixa de ser má. Portanto, justiça na reconstrução do equilíbrio é trabalhar para que o maníaco não seja mais maníaco, porque ele não é, ele está maníaco. A mania na psiquiatria é uma doença. Tem gente que tem mania disso, tem gente que tem mania daquilo. Então, mania precisa ser tratada. Daí a necessidade de compreender a justiça e saber qual a decisão justa a ser tomada. Se para proteger as crianças o maníaco precisa ter a sua liberdade serada, sei se é a liberdade do maníaco, só se a liberdade trouxe de volta o equilíbrio, quem vai cuidar da criança? Raramente o sistema de justiça se dedica, por exemplo, às vítimas, que geralmente são ouvidas em salas de audiência como testemunhas e um juiz nunca mais olha. O sistema de justiça
cuidar da criança? Raramente o sistema de justiça se dedica, por exemplo, às vítimas, que geralmente são ouvidas em salas de audiência como testemunhas e um juiz nunca mais olha. O sistema de justiça retributivo cuida do réu, que se for condenado vai ser quem vai ser olhado durante anos no cumprimento da sentença penal, condenatória, transitada em julgado. Parece ser justo. ele, por exemplo, termina de cumprir a pena e sair e comete o crime novamente, me parece que nós não conseguimos restaurar o equilíbrio das coisas. A cidade não está em seu equilíbrio. Mas se ele se restaura por dentro com a ajuda do outro e sai melhor, me parece que a decisão que o torna melhor é a decisão mais justa. Na obra República de Platão, ele propõe um diálogo socrático muito interessante. Eh, se nós agimos com violência com o cachorro, com um cão, ele se torna um cão dócil ou um cão iraível? E se eu ato de violência com cavalo, ele se torna um cavalo dócil ou um cavalo iraível? Se justiça é uma virtude e não se espera o mal da virtude, como é que justiça é fazer mal a alguém? O virtuoso pratica o mal ou a virtude é só um bem e não o mal? Então, são reflexões do filósofo de Atenas muito profundas e que merecem ser analisadas nos dias de hoje, em que perdemos a referência das virtudes, das sábias e boas decisões e compreendendo que a justiça não se compiliza com o ódio e nem se compatibiliza com a conivência do mal. Muito bom, Fábio. Nós não temos mais nenhum comentário. Só queremos te agradecer, né, por suas reflexões. Como Lina falou, quantas reflexões importantes, Fábio. Vou pensar muito ainda. Não só você, Lina. Nós também. Fábio, uma boa noite. Aguardamos, né, no próximo programa, se Deus quiser, na próxima quinta-feira. Muito obrigada e boa noite. Boa noite, minha amiga. Bom, pessoal, chegamos ao final do nosso programa. Quinta-feira que vem estaremos de novo com vocês. Espero que vocês tenham gostado. Deem o seu like, acessem a playlist dos programas anteriores, né? E até quinta-feira que vem, se Deus
nosso programa. Quinta-feira que vem estaremos de novo com vocês. Espero que vocês tenham gostado. Deem o seu like, acessem a playlist dos programas anteriores, né? E até quinta-feira que vem, se Deus quiser. O espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material. Allan Kardec, o sábio mestre lonês, se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova. Não mais véus e mistérios, sobrenatural e nada, mas uma perpétua continuidade entre os dois mundos. Pesquisando a mediunidade com lógica e razão, Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o além túmulo e o plano físico, demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência. É pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade espírita a se debruçar sobre o tema invisível, ciência investigativa como instrumento ético. O sexto congresso do espiritismo.net nos dias 27 e 28 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro. Informações e inscrições no site www.espiritismo.net. espiritismo.net/congresso. Congresso.
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