A Força do Espiritismo - A Parábola do bom samaritano - Fabio Carvalho

FEBtv Brasil 07/02/2025 (há 1 ano) 1:01:59 50 visualizações

"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às quintas-feiras, às 20h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.

Transcrição

Olá pessoal boa noite boa noite estamos iniciando mais uma edição do programa A Força do Espiritismo que é uma produção aqui do espiritismo.net em parceria com a TV Serge e a FEB TV e também retransmitido esse programa por alguns outros canais parceiros na noite de hoje eu tinha falado na semana passada que o Thiago Barbosa voltaria mas ainda não é hoje só na semana que vem aí ele retoma aquela série que eu anunciei né quer dizer uma série nova mas variante da da anterior né Eh são os mitos de Platão e o espiritismo então semana que vem se Deus quiser ele estará de volta com o início dessa série e hoje a gente tem a grata satisfação alegria imensa de receber mais uma vez nosso querido Fábio Carvalho para mim é o fabito Boa noite meu irmão boa noite meu amigo xá Boa noite você que nos acompanha em mais uma força do espiritismo e vai nos assistir agora ou vai assistir Em outro momento nossas saudações muito fraternas isso aí E o nosso querido fabito hoje tem um tema para lá de interessante a parábola do bom samaritano Hum fabito eu sempre fico pensando assim o que eu faria diante daquela situação como eu me comportaria bom mas a gente vai passar agora a palavra para você meu amigo esses primeiros 40 minutos depois a gente volta para conversar para bater um papo e enquanto você fala a gente estimula o pessoal a fazer perguntas né pode fazer perguntas podem deixar seus comentários aí na área do chat que ao final é o momento de repassar essas perguntas essas dúvidas esses comentários para o nosso querido Fábio é contigo meu irmão Obrigado meu amigo então para nos ambientar em relação à parábola é muito interessante fazermos a leitura e eu farei retirando extraindo essa leitura do próprio Evangelho Segundo espiritismo ela se encontra no capítulo 15 do Evangelho Segundo espiritismo no item dois ah Kardec ele tira o trecho eh dessa parábola do Capítulo 10 Versículos 25 a 37 do Evangelho de Lucas E à medida que nós lermos a parábola nós construiremos uma reflexão sobre a leitura Então vamos

is ah Kardec ele tira o trecho eh dessa parábola do Capítulo 10 Versículos 25 a 37 do Evangelho de Lucas E à medida que nós lermos a parábola nós construiremos uma reflexão sobre a leitura Então vamos lá Lucas começa dizendo o seguinte então levantando-se disse-lhe um doutor da lei para o tentar mestre que preciso fazer para possuir a vida eterna respondeu-lhe Jesus que é o que está escrito na lei que é o que L nela Ele respondeu Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração de toda a tua alma com todas as tuas forças e de todo o teu espírito e ao teu próximo como a ti mesmo disse-lhe Jesus respondeste muito bem faz isso e viverás e aqui há algumas informações nesse trecho que são muito ricas A primeira é a intencionalidade a intenção do doutor da Lei não era a de tirar uma dúvida ou a de compreender melhor a mensagem mas de causar um embaraço de fazer com que Jesus a prasse uma resposta que de alguma forma fosse de encontro às tradições judaicas especialmente no que toca o pensamento conservador que traziam alguns na perspectiva de manutenção dessas tradições conforme foram apresentadas pelos mais antigos Então esse é o objetivo Essa é a intenção mestre que é preciso fazer para possuir a vida eterna naturalmente a expressão vida eterna ela tem um sentido muito peculiar muito especial para o pensamento judeu traz a ideia de uma felicidade especialmente a aquela que é experienciada com o passamento com a viagem para o mundo espiritual para o país dos Imortais para alguns essa vida eterna ou esse estado de felicidade já pode ser experienciado na própria existência desde que o Messias se fazendo presente possa fazer com que todos os males todas as dores todas as aflições venham a ser dissipadas do mundo e Jesus demonstrando que ele já tinha resposta e que essa pergunta ela não tinha intenção de fato de tornar compreensível a mensagem que já estava presente nos pergaminos os antigos devolve com uma outra pergunta que está escrito na lei que é que tu leis nela e ele então responde Amarás o

de fato de tornar compreensível a mensagem que já estava presente nos pergaminos os antigos devolve com uma outra pergunta que está escrito na lei que é que tu leis nela e ele então responde Amarás o Senhor teu Deus de todo o coração de toda a tua alma com todas as tuas forças e de todo o teu espírito e a teu próximo como a ti mesmo e é interessante que a ideia do amor é uma ideia centrada no pensamento judaico porque eo já havia estabelecido ou hile já havia estabelecido que o amor poderia resumir todos os pergaminhos sagrados este notável Rabino ainda hoje um grande paradigma para o pensamento judeu e obviamente Deus em primeiro lugar mas de igual de igual força o amor ao próximo e o amor a si mesmo e Jesus completa se fizermos isso encontraremos a vida eterna faz isso e viverás e a conversa poderia ter se concluído nisso entretanto o homem cuja intencionalidade era de causar embaraço agora tenta parecer justo ao Senhor e essa parecença de ser justo está ligado a ora em relação a à a última parte do amor ao próximo é necessário que eu saiba quem é o meu próximo para que eu seja tratado com justiça porque se eu não sei natural que eu não seja condenado a não experienciar as alegrias da vida eterna por não ter amado meu próximo Afinal eu não sei quem é ele então ele pergunta Quem é o meu próximo e como esta pergunta Ela é Rica em lições para a humanidade Jesus a explica por meio de uma parábola A fim de que ela alcance múltiplas capacidades de percepção então Jesus narra o seguinte um homem que descia de Jerusalém para Jericó caiu em poder de ladrões que o despojaram cobriram diferimentos e se foram deixando o semimorto e aqui há muita simbologia como há simbologia em qualquer coan em qualquer parábola este homem descia de Jerusalém para Jericó o verbo descer já traz-nos uma ideia de alguém que está em cima e caminha num sentido que possa lhe levar a algo que está mais embaixo Jerusalém era a representação da cidade da adoração a Deus onde se encontrava o templo onde estava situada

lguém que está em cima e caminha num sentido que possa lhe levar a algo que está mais embaixo Jerusalém era a representação da cidade da adoração a Deus onde se encontrava o templo onde estava situada a representação de maior religiosidade daquele povo e este homem que se encontrava em cima em Jerusalém desce para Jericó que é a expressão a ação de uma cidade comercial de um impório de um local onde os Comerciantes se encontram mas também onde estão os grandes lupanares procurados por estes Comerciantes onde estão as casas de jogos quando nós percebemos ISO não nos traz aqui a ideia de que houve uma descendo basta no Prof Jes admoesta aqueles que estado paraes ou para aqueles que estão no monte não descerem para o Vale porqueas vezes nós até fazemos algum tipo de esforço para buscar algo mais elevado que ainda não está dentro de nós e em razão disso depois de subirmos na busca de uma autotransformação como ela não é encontrada nós descemos ante as primeiras tentações ou ante os primeiros convites para a revivência das experiências malogradas do comportamento mal então um homem descia de Jerusalém para Jericó e nesse caminho de descida caiu em poder de ladrões e isso acontece comumente com todo aquele que cujo esforço de subir à montanha cuj esforço de subir ao telhado ou mesmo de subir a Jerusalém corre quando resolve descer os ladres são a representação das dificuldades das Dores dos Sofrimentos em especial Sofrimentos esses que vão trazer aqui algumas características primeiro o de despojar aquilo que eu pensava ter já não tenho e Me apresento sem as coisas ou sem aquilo que aparentemente para mim era valioso era importante Mas além de terem despojado cobriram ele de ferimentos ou seja o o ferimento aqui é uma representação da dor física mas também da dor moral da dor psicológica e eles então o deixam semimorto ou seja naquele momento ele não tinha uma reação não tinha como de alguma forma ah se auto auxiliar já que a pessoa que está sendo orta ela não tem condições

sicológica e eles então o deixam semimorto ou seja naquele momento ele não tinha uma reação não tinha como de alguma forma ah se auto auxiliar já que a pessoa que está sendo orta ela não tem condições de tomar ou fazer uma escolha para sair daquela situação então se ele está semimorto naturalmente ele precisa de ajuda aconteceu continua o Cristo em sua narrativa que logo em seguida passa ali um sacerdote descendo pelo mesmo caminho é interessante novamente o verbo descer se é um sacerdote é um homem cujas vestimentas são vestimentas de túnicas próprias de um sacerdote roupas próprias de um sacerdote a época era muito comum identificarmos a pureza da pessoa principalmente em relação à sua proximidade com os instrumentos sagrados com os livros ou os pergaminhos sagrados ou as coisas sagradas pelas suas túnicas pelas suas roupas então se era um sacerdote estava vestido como sacerdote e ele entretanto desce pelo mesmo caminho que descia o homem que foi vítima de salteadores senal que ele fazia o mesmo percurso havia buscado em algum momento algo que pudesse levar entretanto as tentações que geraram o sofrimento do noso personagem naturalmente poderiam gerar o sofrimento daquele sacerdote muito embora ele descesse pelo mesmo caminho ele passa de Largo ele passa adiante e passar de Largo é distanciar-se à medida que vê o indivíduo ele poderia até passar perto caso ele não tivesse desviado o caminho então ele vê o homem de vez de se aproximar ele se distancia O sacerdote ele não só é alguém que interpreta ou deveria interpretar com certa galhardia o pensamento contido nos pergaminhos sagrados como alguém que orienta aqueles que precisam e ainda assim o comportamento estava dissociado não só da aparente ou da aparência da túnica como também da própria função e do próprio cargo e Jesus continua Um Levita que também passava por aquele lugar tendo observado ou seja ele nota o homem semimorto Ele observara igualmente passa diante igualmente passa de Largo ou seja também se distancia ainda que fosse ele

a que também passava por aquele lugar tendo observado ou seja ele nota o homem semimorto Ele observara igualmente passa diante igualmente passa de Largo ou seja também se distancia ainda que fosse ele responsável pela curadoria pelos cuidados das coisas sagradas do templo entretanto chega o momento da narrativa em que Jesus diz mais um samaritano que viajava aqui já não utiliza o verbo descer um samaritano que viajar e o ponto talvez F cal aqui e que chama a atenção e que choca os ouvintes há 2000 anos atrás é o fato de ser um samaritano sendo um samaritano naturalmente as suas relações com judeus em razão de fatores históricos não eram fáceis os samaritanos não falavam com judeus era natural que quando um olhasse o outro virasse para o lá C pissos no chão e falasse raca que era uma expressão profundamente ofensiva louco e esse Samaritano ele age diferente do sacerdote do Levita ele muito embora fosse considerado impuro trouxesse a aparência da maldade da impureza o olhar preconce de um judeu ele não passa de Largo nem se afasta Ele chegando ao lugar onde ja o homem olhando vendo é tocado de compaixão eu gosto muito dessa expressão porque a palavra Paixão quando nos traz a ideia de sofrimento e Paixão pode ser entendida como sofrimento e é por isso que a Paixão de Cristo fascina naturalmente Os Religiosos especialmente os católicos já que nas igrejas nas capelas nas catedrais nós encontramos hav viia a via sacra mostrando essa paixão do Cristo então essa palavra compaixão nos dá ideia de Sofrimento com eu sofro aor do outro ador do outro é tão relevante para mim que eu a sinto e tendo visto foi tocado de compaixão aproximou-se dele deitou lhe óleo e Vinho nas feridas e as pensou é interessante que ele não apenas se move de compaixão não se trata de um mero sentimento mas H um fere Ele toma uma postura ele age ele faz porque ele cuida efetivamente daquele homem toma o óleo para Lenir as suas dores o vinho para de alguma forma matar as bactérias por causa do álcool ou seja

m fere Ele toma uma postura ele age ele faz porque ele cuida efetivamente daquele homem toma o óleo para Lenir as suas dores o vinho para de alguma forma matar as bactérias por causa do álcool ou seja fazer ali uma rápida limpeza uma sepsia nas feridas e depois as Pensa ou seja ele coloca um curativo coloca um penso e após essa assistência imediata põe no seu cavalo e o leva mais Estalagem a uma hospedaria e continua cuidando dele vejamos que aqui eu tenho outra informação importante diante de alguém que não tem como cuidar de si mesmo porque está semimorto é necessário esse movimento isso não quer dizer trabalho ele seja individualizado veja que aqui eu começo a vislumbrar uma rede de possibilidades de auxílio porque muito embora a assistência imediata tenha sido feita por este Samaritano bondoso depois da assistência imediata percebendo que ele ainda Precisa de ajuda ele o conduz a uma hospedaria obviamente nessa hospedaria tem um hospedeiro tem um estalajadeiro tem serviçais Existem várias pessoas que estão de alguma forma colaborando para que aquele homem Então semimorto venha convalecer cuidando dele quando nós visualizamos estas possibilidades imaginamos que para além de uma ação carid é necessário visualizar uma rede onde outras pessoas colaboram como colaborou o estalajadeiro e é necessário reconhecer a importância das instituições no processo de auxílio de assistência aqueles que precisam no dia seguinte continua o Cristo o Samaritano tira dois denários e dá o hospedeiro o Denário correspondia a uma moeda de prata Romana cujo valor era o valor próprio para um dia de trabalho no campo então ele dá dois denários ao hospedeiro há a partir dele um esforço de valor porque há um valor nessa moeda e ele então diz ao estalajadeiro trata muito bem deste homem e tudo que despender a mais além destes dois denários eu te Pagarei quando regressar em outras palavras ainda que haja uma rede de apoio uma rede de assistência ele se sente responsável e se coloca na condição de

espender a mais além destes dois denários eu te Pagarei quando regressar em outras palavras ainda que haja uma rede de apoio uma rede de assistência ele se sente responsável e se coloca na condição de responsável não simplesmente como no passado acontecia com crianças Órfã que eram abandonadas em Mosteiros que eram abandonadas em Conventos eram abandonadas em casas de misericórdia e as pessoas que assim o faziam traziam a crença de que estavam fazendo o bem em sua Plenitude quando na verdade compaixão quando ela existe ela nos faz agir com uma profundidade tal de que o outro em suas dificuldades é tão importante para mim quanto seria um filho ao ponto de eu dizer trata muito bem deste homem não é um homem qualquer é alguém que eu sinto compaixão alguém que eu amo trata muito bem de este homem e não se preocupe o que ele precisar eu te pago receberá de mim o esforço necessário para que ele se recupere para que ele se erga para que ele se levante E aí então Jesus após fazer essa narrativa Faz uma pergunta muito interessante qual desses três pergunta ao fariseu que o interpelar qual desses três que parece ter sido próximo daquele que caíra em poder dos ladrões vejamos que a palavra próximo aqui ela guarda grande coerência com a parábola porque o sacerdote ele passa de lá o levita ele passa de largo ele passa distante entretanto o Samaritano quando vê o homem semimorto vai em seu sentido e se aproxima dele então nos traz a ideia nesta pergunta e que poderia ser reconstruída para nós mesmos quantas vezes nós nos distanciamos daqueles que precisam de nossa ajuda quantas vezes não estamos próximos estamos distantes e não se trata apenas de uma distância física se trata de uma distância espiritual porque às vezes são pessoas que estão inseridas dentro do mesmo contexto familiar um filho um irmão às vezes somos nós os religiosos e dentro de caso estamos distantes não estamos próximos e obviamente se trata aqui de uma distância espiritual então o doutor da Lei responde aquele que usou de misericórdia para com

nós os religiosos e dentro de caso estamos distantes não estamos próximos e obviamente se trata aqui de uma distância espiritual então o doutor da Lei responde aquele que usou de misericórdia para com ele e aqui mais uma ideia importante que nos traz esse trecho o próprio Doutor da Lei reconhece Que a misericórdia é o elemento que nos aproxima espiritualmente daqueles que S E mais uma vez a misericórdia traz a ideia de como a miséria do outro mexe no nosso coração mexe no nosso cóis como a dor do outro mexe conosco e quando isso acontece nós começamos a nos aproximar começamos a nos tornar próximos das pessoas dos amigos das amigas mas também do desconhecido que nós sabemos que precisa de ajuda e é belo Esse reconhecimento próximo é aquele que usa de misericórdia e Jesus Então reafirma o que ele havia dito ao doutor da Lei no início então vai e faz o mesmo dando uma ideia de que o Evangelho não é uma construção meramente teórica não se trata de um discurso se trata de algo que tem vida algo do qual nós precisamos viver a experiência de fazer o bem grande desfio do Pens Espírita não é desfio Doo não é desafio de F bem não é oio de responder perguntas compli mas é desafio de vi o se notabiliza muito mais do que a psicografia que já um grande legado para a humanidade as tantas obras que nos trazem belíssimas revelações do mundo espiritual mas o que o notabiliza para o mundo é esse faz oo porque Ele faz conforme as orientações de Jesus Nem todas as pessoas no mundo eu poderia dizer dizer que uma grande minoria no planeta já se dedicou à leitura de alguma ou algumas obras psicografadas Mas nenhum religioso cuja ideia de religião é verdadeira e profunda viveu e passou de forma insensível ao bem realizado pelo nosso querido Chico porque esse fazer representa a mais bela relação com Deus e aí passamos a compreender que essas duas máximas ou esses dois mandamentos que estão escritos na lei estão profundamente relacionados Amarás o Senhor teu Deus de todo o coração de toda a tua alma com toda a

samos a compreender que essas duas máximas ou esses dois mandamentos que estão escritos na lei estão profundamente relacionados Amarás o Senhor teu Deus de todo o coração de toda a tua alma com toda a tua força e com todo o teu espírito e quando pensamos nesse amor a Deus cuja expressão também está no amor ao próximo nós passamos a perceber que à medida que nós nos aproximamos de deus nós temos mais facilidade de amarmos aqueles que não nos compreendem ou aqueles que nos fazem mal ou aqueles que pensam mal de nós compreendendo ou não a reencarnação a reencarnação até auxilia mas esse amor a Deus ele é o elemento fundamental porque a medida que nós nos aproximamos de deus deus se faz como um grande Hub do amor quando João diz Deus é Amor ele nos permite por meio de Deus estender braços para todos os seres vivos não só os humanos para tudo que existe para além dos seres vivos aqueles que muito embora não sejam vivos se constituem também da criação divina e esse grande rub não exige de mim conhecer ser ofendido ou não ser ofendido Porque neste momento eu começo a superar os elementos do Ego eu começo a superar os elementos que me fazem olhar a partir de um prisma do egocentrismo ou do etnocentrismo eu passo a olhar por um prisma mais mundico ou utilizando uma expressão Mais elevada teocêntrico porque diante de uma perspectiva Divina somos todos irmãos olhar por essa perspectiva é compreender que se somos todos C telhas divinas qualquer mal seja ele vindo de um samaritano que cospe no chão que trata mal seja vindo de um judeu que cospe no chão e trata mal o outro em razão de fatores históricos para Deus somos irmãos e e como criaturas divinas somos infinitamente amados por ele e à medida que nós estabelecemos uma comunhão com Deus todos os seres passam para nós a ter a mesma importância que tem para o criador ao ponto de dizermos Eu e o pai somos um diante dessa profunda comunhão entre o criador e a criatura e quando isso se dá Ah é muito fácil se aproximar é muito fácil mover-se em direção ao

ra o criador ao ponto de dizermos Eu e o pai somos um diante dessa profunda comunhão entre o criador e a criatura e quando isso se dá Ah é muito fácil se aproximar é muito fácil mover-se em direção ao próximo e amaremos o próximo Como Amamos a nós mesmos e essa expressão é outra expressão riquíssima porque raramente amamos o próximo como amamos a nós mesmos o ego sempre faz com que amemos a nós mesmos mais do que amemos a qualquer outro Nós nos damos muita importância nós somos muito importantes na Perspectiva egocêntrica de nossa observação dificilmente conseguimos fazer essa movimentação em direção ao próximo com o mesmo cuidado que fazemos a nós mesmos se você ofender alguém um desconhecido a dor percebida será muito menor do que quando você mesmo for o ofendido a nossa reação diante de uma ofensa é muito maior do que quando ofensa em relação ao outro Ah mas e se esse alguém for um filho é como se fosse a nossa ofensa o que demonstra ofensa a nós mesmos o que demonstra que na verdade somos nós que estamos ofendidos ainda que por meio de outro e também demonstra que nós não amamos o outro Como Amamos a nós mesmos e esta parábola mostra que este Samaritano muito embora na vida social pudesse ser ofendido por um judeu ou já pudesse ter sido ofendido por muitos judeus ao ligar-se a Deus ao se relacionar com Deus movimenta-se no sentido de se aproximar de sua criação franisco S traz o exemplo Belo do lobo em que as pessoas se distanciam em razão do mal que ele poderia causar a elas ele faz o movimento contrário ele se aproxima é o meu irmão Lou é o irmão meu irmão fogo que queima minha retina é a minha irmã pobreza e se são meus irmãos mos em direção a eles eu me movimento Não importa se ele traz a marca da lepra que pode me causar sofrimento porque se eu amo ao próximo como eu amo a mim mesmo eu me contamino com amor e como eu gostaria de ser acolhido eu acolho e essa transformação ou essa expressão de como a grande Virtude das virtudes e é por isso que esse texto está no capítulo

im mesmo eu me contamino com amor e como eu gostaria de ser acolhido eu acolho e essa transformação ou essa expressão de como a grande Virtude das virtudes e é por isso que esse texto está no capítulo 15 que trata fora da caridade não há salvação ele ganha essa importância de reflexão porque ele Expressa o verdadeiro amor a Deus ao próximo cuja referência em relação a este último é o amor que temos a nós mesmos meu amigo já já venha para cá agora pra gente bater um papo muito legal sobre essa parábola Opa vamos lá vamos lá primeiro agradecer a você né por essas reflexões agradecer aos amigos que estão acompanhando a gente aqueles que se estaram como a nossa querida Lina Calil a sirene a sirene não estava entendendo aí porque que de vez em quando aparecia uma cadeira aí né mas essa a imagem de fundo que você usa né boa noite também pra Gisele enfim e a lina Ô o fabito ela tem algumas questões aqui para você então vou começar com ela né E se sobrar espaço para mim eu trago alguma coisa também tá ok ela diz assim na primeira participação até que ponto poderíamos trazê-la né a parábola para os nossos dias ainda estamos longe de exercermos essas práticas com leveza e amorosidade será que poderíamos haja Vista a situação de violência que vivemos Muito obrigado Lina minha amiga pela pergunta Iríamos deixar aqui Um grande abraço e é especialmente a registrar a profundidade dessa questão dessa pergunta nós começamos a parábola fazendo uma menção da vida eterna e do sentido da vida eterna para os Judeus é uma vida de graça uma vida de felicidade Imaginem a felicidade absoluta onde você ganhasse na eternidade uma alegria de viver então a parábola naturalmente visando responder esta pergunta ou trazendo o caminho para essa questão vai nos mostrar inicialmente O destino o destino é esse amor profundo é onde nós queremos chegar agora nós podemos falar do caminho o caminho ele começa com a própria resposta dada pelo Doutor da Lei ama a Deus com toda a tua força antes de começarmos com a

mor profundo é onde nós queremos chegar agora nós podemos falar do caminho o caminho ele começa com a própria resposta dada pelo Doutor da Lei ama a Deus com toda a tua força antes de começarmos com a violência que vem do próximo e não de Deus nós poderíamos fazer uma seguinte pergunta o próximo ele é difícil de ser amado porque ele age com violência às vezes é agressivo às vezes eles nos machuca mas e Deus que não faz nada disso não ha de com violência é todo bondade é todo Justiça o que que nós não amamos a Deus E essa reflexão nos mostra que a dificuldade que nós temos de exercer com leveza e amorosidade isso é o nosso distanciamento de Deus como nós estamos distantes de Deus tudo isso fica muito mais difícil E aí vem agora com maior objetividade a resposta a essa pergunta Será que poderíamos viver isso à medida que nos aproximarmos de Deus mesmo as situações de violência não retirarão nossa leveza e nossa amorosidade Emmanuel por exemplo para nos fazer compreender isso nos traz uma série de romances belíssimos daqueles que por terem se aproximado de Deus passam a agir com leveza e amorosidade quro por exemplo no seu leito de morte é golpeado três vezes com machado que visava lhe cortar o pescoço mas porque o machado não era fiado e o verdugo não era exímio naquilo que fazia ele ficou com o pescoço jorrando sangue e em vez de exalar ódio naquele momento de abação ele fala sobre Jesus ao seu filho taan começa a falar com amorosidade no momento que poderia ser de revolta que poderia ser de raiva que poderia ser um momento que qualquer cidadão diria estar justificado o comportamento revoltado deste ou daquele porque essa leveza ela existe em razão de uma fé ela surge em razão de uma confiança em Deus e na balava e quando essa confiança existe o que é que vai nos abalar Como diria o salmista Se Deus é por nós quem será contra nós por isso quando essa certeza por essa aproximação existe não são coisas pequenas que poderiam me abalar porque a única coisa grande que poderia me abalar é Deus está distante

nós quem será contra nós por isso quando essa certeza por essa aproximação existe não são coisas pequenas que poderiam me abalar porque a única coisa grande que poderia me abalar é Deus está distante de mim ou eu est distante de Deus o resto tudo é muito pequeno o resto é tudo de menor importância entretanto como nós somos direcionados por nós mesmos Protágoras diria o homem a medida de todas as coisas a minha medida não é uma eu não uso uma fita métrica Divina eu uso uma fita métrica pessoal eu meço as pessoas a partir do meu próprio olhar então é natural que eu me revolte porque se alguém me machuca ele ofendeu um príncipe ele ofendeu uma rosa aqui fazendo menção ao Pequeno Príncipe ele ofendeu alguém que é muito importante e concluo com já falei e repito nessa oportunidade um trecho da obra por detrás do vé de ises de Marcel solto maior quando ele diz que Chico após ter sido vitimado pela esperteza de um falso jornalista se vê diante da capa de uma revista como embusteiro portanto escarnecido vilipendiado em sua honra e quando ele chega em casa as lágrimas encontra amando e amemo pergunta por que tu estás chorando ele responde Tu não viste o que aconteceu Olha o que fizeram comigo em mano disse Qual o problema tu foste parar na capa de uma revista Jesus foi parar numa cruz eu pergunto conheço ninguém revoltado porque Jesus foi parar numa cruz mas basta alguém me chamar de feio já fico revoltado basta que alguém passa Menor das ofensas porque eu dou muita importância a mim mesmo eu não amo o próximo que eu amo a mim eu me amo tanto ainda que esse amor seja um amor adoecido seja um amor que não seja pleno eu me amo tanto que se você quiser coloque prego na mão de Jesus mas não mexa comigo porque esta revolta minha ante a violência em razão do Altíssimo valor que eu dou a mim acima de qualquer outra coisa no mundo é por isso que a escada de Jacó ela começa com o degrau da primeira bem-aventurança a pobreza de espírito a humildade quando eu me percebo igual entre todas as criaturas e

ualquer outra coisa no mundo é por isso que a escada de Jacó ela começa com o degrau da primeira bem-aventurança a pobreza de espírito a humildade quando eu me percebo igual entre todas as criaturas e vejo o irmão sol a irmã lua irmã pobreza o irmão Lobo irmão fogo como criaturas igualmente feitas por Deus eu me comungo com Deus a tal ponto de por meio dele sentir o universo inteiro e amar o universo inteir ainda que o universo esteja temporariamente agressivo ainda que o universo esteja temporariamente em estado de violência porque tudo é temporário o truão passa ligeiro o Tsunami ele é mais rápido do que a acalmaria do mar por isso ao compreender isso eu também vou amar como diria Buda como sândalo eu vou amar a lâmina que me corta e perfumar com o meu arom muito bem boa noite também pra elizabe Silva que chegou agora no finalzinho seja bem-vinda minha amiga e a lina ela ainda questiona né Eh e não precisa pedir desculpa não tá Lina Pode perguntar à vontade nos bastaria assim em nossos dias apenas sentirmos e não agirmos como Samaritano sentimento e sem ação de que vale não é É isso mesmo minha amiga é isso mesmo é necessário para além dos sentimentos as ações e quando nós eh pensamos nos sentimentos como ato efeito de sentir utilizando aqui este conceito simples né da palavra sentimento ato efeito de sentir eu posso por exemplo sentir uma comiseração por alguém muito Sutil muito leve mas não faço um movimento para ir em Direção a ela nós somos assim a fulana tá sofrendo sinto tanto por ela não pego o telefone para ligar para saber como tá não faço um movimento para perguntar você precisa de ajuda se precisar eu estou aqui você é importante para mim ou simplesmente não falar nada ficar do lado encostar a cabeça no ombro às vezes um abraço é suficiente mas é necessário um movimento porque essa ação ela é resultado da vontade em filosofia nós distinguimos desejo de vontade Tem muita gente que deseja tirar 10 na prova na verdade eu nunca vi gente com desejo de tirar zero em prova só não

essa ação ela é resultado da vontade em filosofia nós distinguimos desejo de vontade Tem muita gente que deseja tirar 10 na prova na verdade eu nunca vi gente com desejo de tirar zero em prova só não tem a vontade de estudar mas desejo tem a eu quia desejo tanto que Fulano esteja bem Eu só não tenho a vontade de ajudar ele ficar bem mas desejo eu tenho então é necessário ir para além do desejo e a vontade é que gera o movimento geração é o desejo tão forte que transforma a inação em Ação eu desejo beber água mas tô com tanta preguiça de ir lá agora quando eu realmente estou com vontade de beber água eu me levanto e vou beber água aí eu faço uma ação então é necessário que nós tenhamos vontade de servir vontade de ajudar vontade de amar muito bem meu amigo muito bem boa noite aqui também pro Henrique Miranda nosso querido amigo colaborador aqui também do espiri Net eard chegou aí também nesse finalzinho Fábio a gente tem poucos minutos eu vou pedir as suas considerações finais já te agradecendo mais uma vez né por estar aqui conosco mas nessas considerações finais eu vou colocar aqui um comentário da Lina que ela botou assim nosso contemporâneo Chico Xavier querido irmão nos deu também belos exemplos vamos nos espelhar E aí eu fiquei pensando meu amigo eh você falou agora da diferença entre desejo e vontade muitas vezes a gente olha para um Chico Xavier a gente gostaria de ser igual como a gente gostaria de ser igual ao Samaritano que movido por compaixão muitas vezes até nos falta compaixão Em alguns momentos né Eh então como a gente vai se trabalhar para conseguiro nos espelhar num Chico Xavier como também em buscar seguir o exemplo do bom samaritano da parada e emendando aí nas suas considerações finais Alan carbe como educador ele faz uma proposta muito interessante ele nos diz é necessário começar pelo simples para depois partir para o complexo é necessário iniciar pelo conhecido para depois desvendar o desconhecido existem muitas coisas simples que nós poderíamos iniciar desse

cessário começar pelo simples para depois partir para o complexo é necessário iniciar pelo conhecido para depois desvendar o desconhecido existem muitas coisas simples que nós poderíamos iniciar desse esforço às vezes um simples bom dia Nós entramos no serviço não cumprimentamos ninguém vou começar a fazer um esforço eu vou começar a cumprimentar as pessoas ainda que elas não me cumprimentem de volta não preciso eu posso chegar pro porteiro e falar assim Bom dia com aquela cara fechada o dia não tá bom não tem problema vamos dar bom dia vamos começar a perguntar para as pessoas como é que você está ainda que a resposta Seja atrevida vamos começar pelo simples dentro de casa no momento de pressa vamos dá um minuto para um filho que quer a nossa atenção vamos dar 5 minutos para uma esposa que faz uma pergunta em razão da preocupação que ela tem com os problemas da casa às vezes nós ficamos nos perguntando como é difícil o complexo que é perdoar o assassino que é isso que aquilo quando nós não nos esforçamos em começar pelo simples precisamos começar pelo abecedário ninguém aprende a escrever e antes não desenha às vezes com dificuldade a letra cobrindo um traçado Como faz a criança para dominar as letras se nós ainda não estamos alfabetizados no amor vamos começar pelo simples Paulo dizia que ninguém dá comida ou um alimento muito elaborado para uma criança ela precisa ser alimentada com leite eu não vou dar Maná a ela Então a minha grande proposta meu amigo jaj é que nós comecemos com simples com o dia a dia com a amorosidade e pouco a pouco a nossa capacidade de amar e de cuidar vai se alargando mas é necessário primeiro aprender a amar um amar dois amar três e um dia a humanidade será pequena diante de tanto amor com certeza meu amigo e que a gente não desista né que siga em frente porque como você falou em muitos momentos O Retorno que a gente vai ter não vai ser tão agradável assim mas quem ama não desiste quem ama segue em frente não podemos descer de Jerusalém nem

em frente porque como você falou em muitos momentos O Retorno que a gente vai ter não vai ser tão agradável assim mas quem ama não desiste quem ama segue em frente não podemos descer de Jerusalém nem descer do telhado vamos seguir bem hoje a gente encerra por aqui foi muito bom meu querido Fábio semana que vem se Deus quiser o Thiago tá de volta eh e o Fábio em algum momento vai est de volta por aqui também a gente tem certeza disso agradecemos aí também a oportunidade desse espaço agradecemos aos espíritos amigos que sempre nos auxiliam nessa tarefa agradecemos a todos que nos acompanharam aí com seus comentários eh um abraço para todos que vão assistir depois e uma excelente noite um excelente final de semana que já tá chegando e até semana que vem fiquem com Deus tchau tchau o espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material Allan Kardec o sábio mestre lionês se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova não mais véus e Mistérios sobrenatural e nada mas uma Perpétua continuidade entre os dois os mundos pesquisando a mediunidade com lógica e razão Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o Além Túmulo e o plano físico demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência é pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade Espírita A se debruçar sobre o tema invisível ci investigativa como instrumento ético no sexto congresso do espiritismo.net nos dias 27 e 28 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro informações e inscrições no site www.espiritismo.net bar congresso l

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