A Força do Espiritismo - As bem-aventuranças - Fabio Carvalho
"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às quintas-feiras, às 20h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.
Olá pessoal boa noite sejam bem-vindos a mais uma edição do programa força do Espiritismo que é uma produção do espiritismo.net em parceria com a TV cerge com a FEB TV e também retransmitido esse programa por alguns outros canais parceiros bom hoje nós vamos fazer uma pausa naquele ciclo de episódios sobre os mitos de Platão né com o nosso querido thgo Barbosa e estamos chamando hoje o nosso igualmente querido amigo Fábio Carvalho para um tema muito especial que é falar sobre as bem aventuranças Olha que coisa legal né vamos trazer ele aqui pra tela seja bem-vindo Opa caiu ele caiu na hora que eu tava chamando ele pra tela olha que coisa interessante mas enquanto isso enquanto ele volta a gente dá boa noite aqui pra nossa querida Gisele Lemes da Silva Boa noite também para Fátima Álvares sejam bem-vindos a todos a gente já deixa aqui também um o aquilo que a gente sempre fala né que ao longo da opa pera aí que ele tá voltando vamos ver Opa tá mas não tá vamos ver se ele aparece aí enquanto isso eu vou falando eh sobre a participação de vocês né que vocês podem participar agora parece que ele voltou é você mesmo não é um clone meu amigo não é não é um clone não nenhuma Inteligência Artificial que tá se apresentando no lugar de você seja bem Obrigado meu amigo olha eu tava aqui falando pro pessoal dando boa noite né aqui também chegou a Ana Maria Correia Lina Car nossa querida amiga e eu tava falando para eles Fábio que eles podem tava começando a dizer né que eles podem fazer perguntas comentários no chat que você tem esses primeiros 40 minutos para desenvolver o tema As bem-aventuranças e depois eu retorno para que a gente possa colocar aqui essas questões essas dúvidas esses comentários do público tá bom meu irmão palavra então é tua agora tá e quer dizer seria né acho que tá difícil ele segurar ali A internet dele não tá muito boa não vamos ver vamos ver se ele retorna Hoje é com emoção gente hoje é com emoção emoção das das bem-aventuranças Opa aqui se segura aí Fábio e
difícil ele segurar ali A internet dele não tá muito boa não vamos ver vamos ver se ele retorna Hoje é com emoção gente hoje é com emoção emoção das das bem-aventuranças Opa aqui se segura aí Fábio e segura Cadê ó então é com emoção mesmo Pronto acho que agora nosso senhor vai segurar a internet e agora é e agora tá me ouvindo tô te ouvindo bem tô te ouvindo Ah então tá bom problema é a internet né meu amigo é mas vai vai dar certo vai dar certo então vamos lá a palavra é tua tá vamos lá minhas amigas meus amigos nossas saudações fraternais quando Nós pensamos nas bem-aventuranças nós imaginamos muitas vezes e trago aqui um pouco da minha visão pessoal da minha própria emotividade quando trato dessa temática de nossa própria jornada evolutiva de nossa viagem em direção ao infinito em direção ao sagrado em direção à felicidade e naturalmente uma viagem ela tem os seus percalços Ela tem os seus desafios Principalmente quando pensamos essa viagem como um caminho de evolução onde Fazendo o trajeto em direção ao destino nós vamos nos aprimorando dia a dia o símbolo desse processo pode ser o caminho mas poderíamos pensar em uma escada com muitos degraus poderíamos imaginar Ah que essa jornada ela seja de uma longa caminhada ou seja uma jornada com o auxílio de animais de carga O importante na imagem é compreender o processo de mudança que acontece ao longo do caminho e É interessante fazer essa visualização porque quando Jesus ele inicia a sua narrativa ali estava assentado ao redor dele não só os discípulos mais Possivelmente dezenas de centenas de pessoas e ele do Alto do Monte começa a desenhar essas bem-aventuranças e eu me recordo de uma mensagem que eu escrevi aos meus filhos a e que na verdade foi uma mensagem encaminhada e pelo meu pai já desencarnado e que eu reproduzia eles e que falava um pouquinho das bem-aventuranças e para que eu possa ilustrar um pouco dessa viagem e voltar aos degraus da subida dessa escada Eu pediria para fazer uma leitura desse trecho ele é não é grande
alava um pouquinho das bem-aventuranças e para que eu possa ilustrar um pouco dessa viagem e voltar aos degraus da subida dessa escada Eu pediria para fazer uma leitura desse trecho ele é não é grande Ele é pequeno para que nós possamos extrair dessa visão de um pai desencarnado um pouco da Perspectiva da da do jornadear em direção a perfeição ele começa dizendo dirigindo se aos filhos meus filhos hoje me propus Um Desafio se Deus me dissesse que antes de partir desse mundo eu poderia deixar uma carta uma última carta a vocês o que eu escreveria passei muito tempo ouvindo um silêncio ruidoso sem saber por onde começaria a escrever daí percebi que ninguém deixa um legado em algumas horas ou durante o tempo que escreve uma carta é preciso uma vida inteira para deixar uma marca Foi então que me surgiu a ideia é sobre a vida que eu escreveria pensei algum tempo passei algum tempo para entender o que Jesus quis dizer com as bem-aventuranças na verdade ainda debulho aquelas palavras para nelas encontrar a Fartura abundante do amor naquele famoso sermão Jesus diz bem-aventurados os pobres de espírito porque deles é o reino dos céus bem-aventurados os que choram porque serão consolados bem-aventurados os mansos e os pacíficos porque herdarão a terra bem-aventurados os que t fome e sede de justiça porque serão saciados bem-aventurados os misericordiosos porque alcançarão misericórdia bem-aventurados os puros de coração porque verão a Deus bem-aventurados Os Pacificadores porque serão chamados filhos de Deus bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça porque deles é o reino dos céus bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem perseguirem e mentindo falarem todo mal contra vós por minha causa exultai e alegrai-vos porque é grande o vosso galardão e Céus porque assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós em cada frase vejo uma vida inteira e a vida é uma grande Aventura toda Aventura tem suspens drama ação desafios estouro medo lágrimas às vezes
ue assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós em cada frase vejo uma vida inteira e a vida é uma grande Aventura toda Aventura tem suspens drama ação desafios estouro medo lágrimas às vezes solidão mas quando lemos uma aventura sabemos que no final tudo dará certo um exemplo é a própria pobreza de espírito a umildade para conquistá-la como virtude precisamos viver a glória dos Derrotados porque antes dela se desenvolver em nós a vida vai ferir o nosso orgulho e isso nos causará dor nós nos sentiremos achincalhado escarnecido ridicularizados essa ferida desperta em nós a ira Cólera a raiva choramos de revolta mas a aventura não para por aí porque como uma professora dedicada a vida nos consola nos oferece um ombro amigo nos enxuga os prantos para isso mesmo que vocês estão pensando para nos ferir mais uma vez e lá vem a dor de novo porque ela vai ferir o nosso orgulho até ele desaparecer e essa jornada só termina quando das cinzas mortas do orgulho começam a nascer os primeiros brotos da humildade e quando essa pobreza de espírito aparece espírito aqui no sentido Platônico de o quanto nos sentimos importantes essa aventura nos brinda com a Ventura de nos oferecer o majestoso Reino dos Céus em Todas aquelas linhas desse poderoso sermão uma aventura cujo tesouro final se apresenta venturoso cheio de felicidade e alegria então se eu tivesse a chance de escrever uma última vez eu diria não se revolte com essa aventura chamada vida eu sei que ela vai testá-los até o limite mas ela vai arrancar o que há de melhor em seus corações e fará que das Pedras surjam flores aromáticas o sermão vai seguindo numa crescente como se fosse na música uma ascensão tonal Alguns ainda estão no primeiro degrau sendo machucado no orgulho outros já estão sendo perseguidos por causa da Justiça mas todos invariavelmente todos jorn por essa vida e em qualquer de suas versões haverá sorrisos gargalhadas as cenas de despedidas e quando nos vamos uma saudade que evoca lembranças não sei bem que degrau estou
variavelmente todos jorn por essa vida e em qualquer de suas versões haverá sorrisos gargalhadas as cenas de despedidas e quando nos vamos uma saudade que evoca lembranças não sei bem que degrau estou daquela escada aventurosa mas sei que sou muito grato à vida sou grato a cada lição dolorosa a cada espinho nos pés a cada pedra pontiaguda mas principalmente a cada um de vocês o chicote das ondas e o azorrague são bem menos ferinos quando me pego contemplando esse novelo que nos uniu por lá indit por isso meus filhos vivam a vida intensamente quente ou fria nunca mor E como eu contemplem as alegrias e as tristezas e não mal digam jamais a vida Afinal será ela que vos guiará para o destino a que todos estamos fadados alcançar do Reino dos Céus a conso Terra dada por herança a Fartura com o que é justo da Misericórdia a alegria de ver Deus de ser chamado filho de Deus a apropriar-se de seu rei Esse é o tesouro no final do arco-íris Essa é a destinação de cada um de nós com amor teu pai e essa mensagem me faz refletir com maior vagar sobre esta escada de Jacó sobre esta Aventura de fato quando Nós pensamos seja na estrada de uma grande viagem seja em uma escada sempre começamos pelo primeiro passo pelo primeiro metro pelo primeiro centímetro e esse primeiro passo é essa Ventura interior de vencer o próprio orgulho é interessante como nós analisamos essas bem-aventuranças desde uma perspectiva inclusive da influência grega no pensamento judaico seja pela pela própria presença do pensamento grego desde os períodos de Alexandre Magno até mesmo pela própria influência Romana que por sua vez foi influenciada grandemente pela cultura grega na perspectiva de analisar esse espírito em um outro olhar porque muitas vezes essa palavra numa perspectiva filosófica numa perspectiva platônica ela pode ser vista dentro da teoria tripartite da alma onde razão apetite e espírito constituem esse grande conceito de al a razão é o elemento que nos permite pensar com a logicidade isso no olhar do grande filósofo
ta dentro da teoria tripartite da alma onde razão apetite e espírito constituem esse grande conceito de al a razão é o elemento que nos permite pensar com a logicidade isso no olhar do grande filósofo discípulo de Sócrates o apetite faz menção aos desejos materiais às vezes vis às vezes não mas o espírito relaciona-se com a própria relação do ser no eixo em direção ao próprio Ego e o quanto esse elemento muitas vezes envaidece a alma fulano de tal é tão espirituoso ele é tão cheio de espírito e nessa perspectiva de ver tanta importância dentro de nós de ver tanta ância em nós alguém nos convida a fazer um novo caminho e vejamos que esse caminho não é um caminho fácil porque ele diz bem-aventurados os pobres de espírito ou em algumas traduções os pobres em espírito porque deles é o reino dos céus então parece que ele primeiro faz a narrativa de uma aventura para depois fazer a narrativa da aventura bem-aventurados os pobres de espírito porque deles é o reino dos céus o reino será alcançado quando a humildade for igualmente alcançada mas até lá eu tenho uma grande jornada a fazer eu tenho um caminho a realizar e este caminho é de Pouco a Pouco perceber que aquela importância ilusória que eu dava a mim mesmo aquela crença de que eu era eu sou tão importante que ninguém pode me ofender ninguém pode me machucar ninguém pode atingir os meus brios porque há tanta riqueza de espírito dentro de mim que isso seria Como atingir com uma Daga o peito de um rei e quando eu percebo que não há diferença entre todos os seres que o húmus da humildade nos iguala numa perspectiva de Amor Divino eu começo a compreender que o grande caminho que me leva ao reino dos céus e que me traz um reino de Bonança e Fartura porque essa era a ideia do Reino dos Céus dos hebreus dos judeus uma terra que manasse leite e mel é nesse reino que eu encontrarei o tesouro se eu traçar A Grande Viagem na busca da humildade isso pode ser uma viagem de uma Encarnação de duas três de 10 não sei quantas Cada um faz o seu próprio
el é nesse reino que eu encontrarei o tesouro se eu traçar A Grande Viagem na busca da humildade isso pode ser uma viagem de uma Encarnação de duas três de 10 não sei quantas Cada um faz o seu próprio caminho mas alcançar a humildade é proteger-se num reino onde não há mais aflição porque quando nós nos sobre a história dos Humildes n Nos romances de Emmanuel nas narrativas de Amélia Rodrigues nos contos de Humberto de Campos nós perceberemos que as agruras da vida pesam tão bem tão menos sobre eles como se eles já estivessem no reino dos céus quando nós por exemplo observamos a mansuetude de quinto varro já golpeado três vezes na altura da clavícula conversando de forma Branda e equilibrada com o filho taan na obra a ver Cristo percebemos que ele se encontra num reino tão que a mais viu e torpe das iras romanas era incapaz de desestruturar aquele homem aquela alma notabilíssimo é o primeiro degrau é o início de uma jornada é o início de uma compreensão de que é possível encontrar a grandeza do Amor no paradoxo da compreensão da pequenez diante da criação e do Criador e ele continua falando dessa jornada dizendo bem-aventurados os aflitos porque eles serão consolados como quem dá uma ideia nova mente de que tem uma viagem uma jornada primeiro porque ele diz que o consolo vem depois utiliza até o verbo conjugado no futuro do presente Porque eles serão ainda não são isso é tão claro no olhar do espírito de verdade no olhar do pensamento de Kardec que no próprio prefácio do Evangelho Segundo o Espiritismo eles lembram que as vozes dos céus cumprirão um comando do seu senhor de glorificar os justos e Kardec vai mais além ao comentar essa bem-aventurança ao dizer que por muito tempo a terra foi dominada pelos maus mas que chega o momento chegam os tempos de que as almas nobres herdarão a terra então é natural que os aflitos e não de qualquer aflição encontrem consolo e não aflição pela aflição Porque se o sofrimento pelo sofrimento nos trouxesse felicidade a regiões umbralinas nas narrativas de André Luiz
que os aflitos e não de qualquer aflição encontrem consolo e não aflição pela aflição Porque se o sofrimento pelo sofrimento nos trouxesse felicidade a regiões umbralinas nas narrativas de André Luiz seriam locais de felicidade não é necessário o bem sofrer como dizem os espíritos em o evangelho segundo espiritismo é necessário que essa aflição seja pela mais nobre das causas a aflição sem revoltas a aflição sem queixumes e sem reclamos a aflição daquele que de tanto amar nem percebe o peso maior da aflição porque está cheio de fé porque ele não tem dúvidas de que este consolo virá a seu tempo e nobremente vivencia os momentos graves da vida que todos nós atravessamos até mesmo Cristo que não praticou nenhum ato para passar pelos Sofrimentos que atravessou não fugiu da dor pelo contrário Como diria o poeta ele tornou o sofrimento sagrado ele transformou um símbolo de martírio que era a cruz em um símbolo de Redenção e quando nós então desenvolvemos esse sentimento de humildade somos capazes agora de bem sofrer porque é impossível atravessar um sofrimento quando nós acreditamos que somos importantes demais para sofrer portanto sem humildade não haverá uma aflição conv venturas é preciso desenvolver essa virtude da humildade para que nós possamos encontrar o grande consolo dentro da própria aflição pela própria alegria de servir Jesus Afinal como diria o poeta e cantor depois do Cristo martirios são troféus bem-aventurados os mansos porque eles herdarão a terra Ah quando nós desenvolvemos essa humildade e agora somos capazes de atravessar Sofrimentos sem murmúrios porque não nos achamos importante demais para não sofrermos e sempre lembramos como fez Jeziel Estevão Quando meditava consigo mesmo e orava Senhor eu quero também ter o direito de sofrer em teu nome tu sofreste por nós e se tu que não merecias nenhum sofrimento não fugiu da dor conforme as narrativas do Conde Von rochester na obra Herculano Quem Somos Nós para fugirmos das aflições da vida com tantos débitos do passado com tantos
o merecias nenhum sofrimento não fugiu da dor conforme as narrativas do Conde Von rochester na obra Herculano Quem Somos Nós para fugirmos das aflições da vida com tantos débitos do passado com tantos equívocos com tantos erros e no momento em que Nós aceitamos essa possibilidade quando nós também buscamos os caminhos do Cristo porque é muito fácil querer caminhar com Jesus difícil é querer colocar os pés Onde ele pôs difícil é querer a coroa de espinos difícil é aceitar o manto da vergonha ou a cruz da ignomínia mas quando nós alcançamos essa Perspectiva da vivência da aflição que não nos pesa mais nós nos tornamos brandos porque quando nós passamos pela aflição e não aceitamos porque nos achamos importantes demais para sofrer nós nos revoltamos deixamos de ser mansos passamos a ser coléricos porque a mansidão Ela é filha dessa humildade dessa percepção de que é grandioso caminhar ao lado de Jesus e de que o sofrimento o sofrimento de vez em quando anda de mãos dadas com estes conhecidos como Cristão Se pudéssemos parafrasear um pouco o poeta português Poderíamos dizer que é Solitário andar por entre a gente porque não são todas que querem aceitar essas aflições com sorriso e alegria no rosto ou conforme as narrativas de Emmanuel em ave Cristo em cânticos de louvor nas Arenas humanas enquanto os corpos se transformam em Labaredas de fogo ou são devorados pelas feras esfaimados e essa mansidão um dia herdará a terra porque um dia a terra será herdada pelos bons como bem nos lembra o bondoso professor de Leon mas quando nós desenvolvemos essa mansidão Mesmo Diante do sofrimento nós passamos para um outro nível bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça porque eles serão saciados se nós nos revoltamos com o sofrimento não temos fome Sede de Justiça temos fome sede de vingança E desde aquelas pessoas que amanhecem assistindo programas policiais revoltados porque de alguma forma se projetam em vítimas dos mais diversos crimes e ao se projetarem impõem as suas vinganças como se fossem
quelas pessoas que amanhecem assistindo programas policiais revoltados porque de alguma forma se projetam em vítimas dos mais diversos crimes e ao se projetarem impõem as suas vinganças como se fossem justiças tendo fome e sede de Vingança sem se aperceberem que nunca se permitiram serem mansos e brandos nunca aceitaram a menor das hipóteses de atravessar a aflição porque nunca aceitaram que oos seus espíritos na visão platônica fossem pobres sempre a riqueza de espírito e naturalmente isso gera fome e sede de vingança de ódio e a história da humanidade é marcada por penas cruéis a Europa traz os seus museus das penas mais cruéis da Inquisição algumas que nos leva a questionar meu Deus Como já fomos assim as narrativas apresentadas por Michel Foucault na obra vigiar e puni mostra que temos mais históricos de crueldade e impiedade do que de justiça a recordar que o próprio espírito de verdade no capítulo 6 do Evangelho Segundo espiritismo nos lembra Jesus Cristo foi o vencedor da morte se de vós Os Vencedores da impiedade porque somos profundamente impiedosos e poderíamos nos perguntar mas o que que Piedade tem a ver com justiça e na verdade Deus é soberanamente justo e bom porque é profundamente piedoso e como dizem os espos é exemplo de São luí Deus nunca quis nos aniquilar é tão misericordioso que mesmo diante dos nossos erros nos permite voltar quantas vezes forem necessárias ante a lei da reencarnação por isso é necessário ter fome de Justiça mas a justiça em uma nova ordem porque ele bem lembra ainda nesse sermão portentoso aprendestes O que foi dito Amarás os teus amigos e odiarás os teus inimigos e esse era um conceito do senso comum grego de Justiça quando céfalo e polemarco fazem essa pergunta ou respondem essa pergunta de Sócrates O que é justiça ambos respondem com senso comum justiça é fazer o bem aos amigos e mal aos inimigos essa é a nossa ideia de justiça se ele matou o meu filho Justiça lhe fazer o mal se ele roubou alguém justiça é lhe fazer o mal e ele então lembra esse conceito
zer o bem aos amigos e mal aos inimigos essa é a nossa ideia de justiça se ele matou o meu filho Justiça lhe fazer o mal se ele roubou alguém justiça é lhe fazer o mal e ele então lembra esse conceito polemarch ano cefalo de Justiça aprendestes O que foi dito E aprendemos com os gregos Amarás os teus amigos e odiarás os teus inimigos eu porém vos digo eu uma nova ordem do que seja o justo Amai os vossos inimigos fazei o bem aqueles que vos perseguem orai por aqueles que vos calum e para que não haja dúvida Allan Kardec pergunta aos Espíritos é justo dar a vida por um malfeitor cardec vai mais além mais do que fazer o bem e orar dá a própria vida por um malfeitor e esse conceito de justiça se difere deste outro humano e Jesus então reconhecendo a anfibologia da palavra diz se a vossa Justiça não for maior do que a justiça dos fariseus e ainda hoje optamos pela justiça dos fariseus Deus ele que foi o primeiro a levantar o discurso aprofundado dos Direitos Humanos tive fome e me deste de comer tive sede me deste de beber estive no e me vestiste estive só me fizeste companhia estive doente me prestaste me me prestaste assistência eu estive preso e foste me ver e de repente compilamos em poucas palavras Direitos Humanos que só seriam reconhecidos quase 2000 anos depois pela humanidade o homem que se coloca contra as penas cruéis h de apedrejamento por exemplo diante da mulher adulta Lance a primeira pedra aquele que tiver pecado ele que caminha ao lado de Miriam de migd ele que acolhe o injustiçado fariseu e come na casa de zaquel é precisamos rever os nossos conceitos de justiça para termos fome Sede de Justiça e não de Vingança como ainda tem porque há muita violência dentro de nós e pouca brandura porque aqueles que tiverem essa fome de Justiça um dia eles serão saciados é uma jornada é uma viagem ele não diz porque ele é saciado serão saciados é o que se conquista no final desta Grande Aventura E se eu então passo a ter fome e sede da verdadeira justiça se não existe sem amor e sem
uma viagem ele não diz porque ele é saciado serão saciados é o que se conquista no final desta Grande Aventura E se eu então passo a ter fome e sede da verdadeira justiça se não existe sem amor e sem caridade e Kardec vê isso com tanta clareza que reconhece esses elementos constituindo-se uma única lei lei de Justiça amor e caridade vê o Cristo partindo para o seguinte degrau aventurados os misericordiosos porque aquele que tem fome e sede de Justiça passa para se alimentar para se nutrir da Justiça se faz cheio de misericórdia e ao se encher de Misericórdia também recebe do universo misericórdia porque todos nós temos erros em confessar todos nós precisamos de indulgência já lembrava Allan Kardec o homem de bem É indulgente porque também precisa de indulgência todos nós precisamos de Misericórdia Todos nós temos erros Ah quando nós agora no nos enchemos de Misericórdia nessa viagem cujos Passos já nos trouxeram alguas diante daquele primeiro onde estvamos na luta interior em busca de humildade agora conseguimos estagiar em um momento mais elevado de pureza de coração bem-aventurados os puros de porque eles verão a Deus é interessante porque Alan Kardec a questão 244 de O Livro dos Espíritos pergunta se os espíritos veem a Deus e os acólitos do nosso senhor Jesus Cristo respondem a ele os espíritos superiores vem e compreendem os espíritos inferiores os sentem e adivin nós ainda não vemos Deus ainda não vemos a Deus mas já somos capazes de senti-lo e nessa jornada na busca da Pureza de coração e imaginemos nós perceber que Deus está em todas as coisas Deus está em tudo e em todos e bem-aventurado aquele que conseguir ver Deus em seu próprio verdugo em seu próprio perseguidor bendito aquele que consiga ver Deus na criança su mina sobre as marquises ou sentada nos bancos de jardins aquele que consegue ver Deus no que tem fome no que tem sede Benditos do meu pai Sentai vos à minha direita Porque eu tive fome e me deste de comer aquele que vê Deus nas circunstâncias
cos de jardins aquele que consegue ver Deus no que tem fome no que tem sede Benditos do meu pai Sentai vos à minha direita Porque eu tive fome e me deste de comer aquele que vê Deus nas circunstâncias mais aparentemente absurdas da vida até naquele momento ele vê Deus no Controle de todas as coisas vê Deus no tufão Bravio no chicote das ondas nas pedras pontiagudas que causam dor e quando eu consigo ver Deus em todas as coisas em elevado nível de percepção da vida agora eu posso de Pacífico me tornar Pacificador Bem aventurados os Pacificadores porque eles serão chamados filhos de Deus a palavra filho entre os hebreus representava mais do que uma condição de relação consanguínea ou afetiva com alguém para os hebreus a relação de parentalidade a relação pai e filho era algo tão profundo que essa insígnia filho era dada para aquele que cumprir a vontade do seu pai esse poderia ser chamado de filho e é quando nós nos tornamos Pacificadores que merecemos essa insígnia de filho de Deus e agora como filho de Deus podemos sim nesse momento colocar os pés onde ele colocou porque estamos preparados para isso e se estamos preparados para os pés onde Jesus colocou os dele estamos prontos para sermos perseguidos bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça porque deles é o reino dos céus bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem e perseguirem e mentindo disserem todo mal contra vós por minha causa alegrai-vos regozijar porque é grande a vossa recompensa agora eu encontro a recompensa no final da jornada eu encontro o estado de ventura no final da Aventura esse o caminho de todos os profetas Essa é estrada que nos espera essa estrada que nós qu os percorrer ele não prometeu nem prata Nem ouro os seus não viveram na abundância foram perseguidos mas não há uma única narrativa de que eles não tivessem encontrado a mais ldma e elevada felicidade e que Jesus nos abençoe muito bem meu amigo muito bem eu estou aqui né agradecendo a Deus por essa mensagem linda que você trouxe E agradecendo também aos
m encontrado a mais ldma e elevada felicidade e que Jesus nos abençoe muito bem meu amigo muito bem eu estou aqui né agradecendo a Deus por essa mensagem linda que você trouxe E agradecendo também aos espíritos por terem segurado a sua internet ao longo desse período n porque foram momentos muito bonitos mesmo e como nós pedimos para os amigos né fazerem perguntas comentários nós temos aqui da nossa querida Lina Cil uma pergunta Fábio que eu vou te passar ela diz assim ol Fábio podemos ser merecedores ais ela até fez um um adendo né substituindo merecedores por detentores das poderíamos ser então detentores dasem bem-aventuranças num estado de completa felicidade E sublimidade aqui onde aprisionados estamos sobre os grilhões de nossas pesadas provas do caminho essa é uma pergunta muito interessante Lina e ela já está num determinado estádio dentro do processo dessa viagem e eu começaria a responder essa pergunta tomando por base a questão de 900 a questão de número 920 do Livro dos Espíritos e a partir dela Allan Kardec começa a a investir ligar a felicidade e ouve dos Espíritos que a felicidade absoluta A Felicidade em sua Plenitude não é deste mundo mas eu não diria que ela não é deste mundo necessariamente porque nesse mundo não existem espíritos superiores é possível até que encarnam é possível até que desencarnados estejam na atmosfera na psicosfera do planeta terra mas ela não é absoluta Porque neste mundo ainda há sofrimento mesmo que eu consiga me sublimar ao ponto de não errar mais e de me aproximar de Deus enquanto existirem lágrimas a secar eu sofrerei pelos outros porque eu serei movido por compaixão e eu estarei viajando pelo mundo enxugando lágrimas mas amar é algo tão profundo que espíritos nobres renunciam a mundos de plena felicidade para estar enxugando as nossas lágrimas aqui como faz o nosso dúlcido e bondoso Bezerra de Menezes Então a felicidade não é deste mundo mundo mas é possível viver feliz no limite de nossas possibilidades e das possibilidades do mundo porque
aqui como faz o nosso dúlcido e bondoso Bezerra de Menezes Então a felicidade não é deste mundo mundo mas é possível viver feliz no limite de nossas possibilidades e das possibilidades do mundo porque fazer o bem já é um caminho é verdade meu amigo é verdade e ela fez aqui uma outra colocação não uma pergunta quando ela diz assim se você pudesse comentar tá eu tô indo de trás para frente do da da da última postagem dela paraa primeira né ela diz assim estaremos cobertos pelas divinas bem-aventuranças se desenvolvermos as características concernentes ao homem de bem humildade amorosidade mansuetude retidão E aí eu até faço um adendo Fábio que o homem de bem né conforme tá lá na tanto O Livro dos Espíritos quanto no Evangelho Segundo o Espiritismo ainda não é um ser perfeito né Acho que o Fábio entrou em estado de bem-aventurança pelo menos ele travou rindo sorrindo olha que coisa maravilhosa vamos ver se ele vai destravar ó caiu é minha meus amigos não sei se vai dar tempo dele voltar mas nós também já estávamos no finalzinho Opa voltou tá me ouvindo Ah tem todo um proc tô te ouvindo meu amigo só a a câmera tá para voltar ah então tá bom pronto eh você chegou a ouvir o a colocação aqui eh tu Poderias repetir para mim posso ela colocou assim né estaremos cobertos pelas divinas lei pelas divinas bem-aventuranças se desenvolvermos as características concernentes ao homem de bem humildade a amorosidade a mansuetude e a retidão E aí eu fiz um adendo eh falando que na codificação tanto no Livro dos Espíritos quanto no Evangelho Segundo o Espiritismo quando Kardec traz a questão do homem de bem nós identificamos ali que o homem de bem não é um ser perfeito ainda né então se você pudesse fazer um comentário em cima dessa fala aqui da Lina aí a gente agradece para encerrar né você já emendando também nas suas considera finais é É isso mesmo que o já já já bem adiantou o se nós pensarmos dentro deste processo e o próprio a própria obra básica o pensamento de Kardec ele é muito bem
emendando também nas suas considera finais é É isso mesmo que o já já já bem adiantou o se nós pensarmos dentro deste processo e o próprio a própria obra básica o pensamento de Kardec ele é muito bem desenhado para que nós no nível evolutivo em que nos encontramos tenhamos condições de compreender e encontrar um certo Eco dessa mensagem em nossos corações vejamos que essa obra é apresentada no século XIX um século ainda marcada pelo racionalismo em um período onde o materialismo graçavoce também do pensamento revolucionário francês encontramos o ateísmo forte no próprio ambiente do Parlamento francês com Robes Pierre e tantos outros e desse materialismo iniciamos o século XX já com uma guerra mundial no meio de uma grande pandemia que foi a gripe espanhola logo depois uma segunda guerra Guerra Mundial portanto nós estávamos diante de um grande materialismo e essa mensagem ela chega para ecoar em pessoas cuja ideia materialista era muito forte portanto não é uma mensagem que chega para espíritos que já estão se sublimando é uma mensagem que chega para espíritos que estão querendo sair do nível de engatinhar e começa a andar mesmo que de forma trôpegos espíritos a gente encontre essa mensagem destinada a isso ó O Livro dos Espíritos vai tratar ainda sobre Guerra CeC vai perguntar ainda porque a guerra é necessária vai tratar sobre questões que ainda precisamos lidar com elas como por exemplo a legítima defesa Kardec vai perguntar sobre legítima defesa alguém consegue conceber um espírito da envergadura de Jesus matando alguém por legítima defesa isso é um discurso para nós isso é um discurso para nós que somos inferiores o escrito o livro foi feito para nós então é óbvio que a referência do homem de bem não é de um homem perfeito porque nós ainda não somos mas para que dentro de nossas imperfeições nós possamos dar os primeiros passos os primeiros passos as bem-aventuranças Como dito alhures ela é a história de uma viagem qualquer viagem tem muitos momentos Alguns que estão mais próximos do início
s possamos dar os primeiros passos os primeiros passos as bem-aventuranças Como dito alhures ela é a história de uma viagem qualquer viagem tem muitos momentos Alguns que estão mais próximos do início da viagem outros que estão mais próximos do final mas é uma viagem e quando a gente fala de final a gente não fala do final total da viagem mas do final de um dia de um dia de viagem é possível que depois dos Pacificadores a partir dali eu tenho um outro dia do qual eu não sei nem o que que vai ter depois disso De repente de Pacificadores agora nós teremos obras que falem sobre como coordenar mundos Como amar planetas não sei mas nessa perspectiva precisamos desenvolver o que é possível o peixinho ele costumava dizer que todos nós temos um espectro de possibilidades de amorosidade temos um espectro de possibilidades do bem e nós conseguimos chegar até o diâmetro dessa circunferência até o raio dela Entretanto a gente não sai do ponto do centro e nós não saímos o não queremos muito embora tenhamos potencial suficiente para chegar ao limite do nosso espectro de fazer o bem e os espíritos dizem que é necessário fazer o bem no limite das nossas forças a gente faz no limite das conveniências então a gente é humilde o limite das conveniências nós somos mansos No Limite das conveniências nossa amorosidade ela termina quando termina conveniência e nós então não nos permitimos chegar em todo o potencial que temos de humidade porque temos um potencial muito grande e poderíamos dar saltos quânticos Olha a última Encarnação a penúltima Encarnação de Ivone do Amaral Pereira e o salto que ela deu para a última nós temos potencial Entretanto é preciso essa vontade talvez esse seja o grande potencial da alma do Espírito a vontade de fazer a vontade de desenvolver virtudes a vontade de vencer esse esse amor próprio que é diferente do autoamor e é por isso que que essas bem-aventuranças elas constituem um caminho como homem de bem suas características também são caminho O destino o destino nós não conhecemos e
io que é diferente do autoamor e é por isso que que essas bem-aventuranças elas constituem um caminho como homem de bem suas características também são caminho O destino o destino nós não conhecemos e concluo dizendo que Allan Kardec tanto sabia que não sabia do destino que ao classificar os espíritos os classificou em ordens e a única ordem que ele não dividiu em classes foi a primeira porque el disse que nós não conhecíamos os espíritos puros é impossível classificar umais que a gente mal Conce Nenhum de Nós consegue se quer imaginar o que a pureza o amor a grandeza dentro de nós de sentimento do que seja um espírito puro não tem como classificar os bons a gente tem uma ideia os imperfeitos mais ainda mas o destino que nos espera é preciso focar o nosso pensamento no caminho no caminhar no passo a passo Quem muito se preocupa com a prova de amanhã pode esquecer de estudar hoje hoje é o caminho e que Jesus nos abençoe muito bem meu amigo muito obrigado aí mais uma vez pela sua participação por essa disponibilidade em estar conosco a gente sabe aí que você também está aí com as suas atividades profissionais e dar essa pausa para poder nos atender e por isso nós agradecemos muito né de coração agradecendo também a todo mundo que teve aí conosco ao pessoal que tá assistindo depois né no vídeo gravado no YouTube Se quiserem também posso podem fazer seus comentários perguntas pro Fábio que quem sabe né Ele também não responde no futuro isso aí meus amigos semana que vem se Deus quiser nosso querido Thiago Barbosa estará de volta com o com a retomada da série dos mitos de Platão e o espiritismo e é isso aí é a força do Espiritismo que está no ar todas as quintas-feiras às 9:30 da ou melhor às 8:30 da noite aqui no canal do espiri um.net na parceria com a FEB TV com a TV CR uma excelente noite para todo mundo fiquem com Deus até a próxima tchau tchau o espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material Allan Kardec o sábio mestre lonis se utilizou
undo fiquem com Deus até a próxima tchau tchau o espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material Allan Kardec o sábio mestre lonis se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova não mais véus e Mistérios sobrenatural e nada mas uma Perpétua continuidade entre os dois mundos pesquisando a mediunidade com e razão Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o Além Túmulo e o plano físico demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência é pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade Espírita A se debruçar sobre o tema invisível ciência investigativa como instrumento ético o sexto congresso do espiritismo.net nos dias 27 e 28 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro informações e inscrições no site www.espiritismo.net bcomo n
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