A Força do Espiritismo - A ressureição de Lázaro - Fabio Carvalho

FEBtv Brasil 09/05/2025 (há 11 meses) 1:03:00 46 visualizações

"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às quintas-feiras, às 20h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.

Transcrição

Boa noite, meus queridos amigos, minhas queridas amigas. Um bom dia, uma boa tarde para quem irá assistir em outro momento. Sejam todos bem-vindos a mais uma edição do programa A Força do Espiritismo, uma produção do canal Espiritismo.net em parceria com a TV CRE e com a FEB TV e que também retransmitido pelos diversos canais parceiros. Mais uma quinta-feira de estudo e essa semana quem vai estar conosco é o nosso querido amigo Fábio Carvalho, que irá nos brindar com as preciosas reflexões em torno do tema A ressurreição de laço. Aproveito para convidar a todos que estão nos assistindo, que queiram deixar seus comentários e suas dúvidas, que o façam através do nosso chat, que ao final o nosso querido Fábio Carvalho terá imenso prazer em responder e refletir sobre as questões aqui deixadas por vocês. Vamos convidar o nosso querido Fábio para nos fazer companhia. Aí chegou. Boa noite, Fábio. Seja bem-vindo. Uma alegria estar com você mais uma quinta-feira. Tá sem som, meu amigo. Pronto, pronto. Eita, amiga. Sim. Como nós estamos assim baseados de felicidade. Graças a Deus, né, meu amigo. Então, vamos lá. Ao final eu retorno, tá? OK. Bom estudo para todos nós, minhas amigas, meus amigos. Ah, muita paz. Um abraço saudoso a todas aquelas e aqueles que nos acompanham nesse momento, a aqueles que nos acompanharão em outra oportunidade. Passagem que toca ao retorno de Lázaro à vida pode ser analisado sobre diversos aspectos, mas valeria a pena utilizarmos aqui algum tempo para fazer breve leitura do Evangelho, a fim de estabelecermos algum roteiro. para que possamos depois da leitura devagar um pouco a respeito da mensagem, tanto numa perspectiva moral quanto numa perspectiva dos acontecimentos que se desenrolvam naquele momento e que naturalmente antecediam. as perseguições e o próprio martírio que conhecemos todos nós a respeito da vida de Jesus. João terá a oportunidade de fazer a seguinte narrativa no seu capítulo 11. Estava enfermo um certo Lázaro de Betânia, a aldeia de Maria e sua irmã

que conhecemos todos nós a respeito da vida de Jesus. João terá a oportunidade de fazer a seguinte narrativa no seu capítulo 11. Estava enfermo um certo Lázaro de Betânia, a aldeia de Maria e sua irmã Marta. Maria, cujo irmão Lázaro estava enfermo, era a mesma que tinha ungido o Senhor com um guento e enxugado os pés dele com seus cabelos. Assim, as irmãs foram enviadas a ele, dizendo: "Senhor, eis que está enfermo aquele que amas." E ao ouvir isso, disse Jesus: "Esta enfermidade não é para a morte. mas para a glória de Deus, a fim de que seja glorificado o filho de Deus por meio dela. Jesus amava a Marta, bem como a irmã dela e a Lázaro. Quando, portanto, ouviu que estava enfermo, ainda permaneceu dois dias no lugar onde estava. Depois disso, então, diz aos discípulos: "Vamos novamente à Judeia. Diziam-lhe osíul: "Rabi, ainda agora os judeus procuravam te apedrejar e vais novamente para lá?" Respondeu Jesus: "Não são 12 as horas do dia? Se alguém anda durante o dia, não tropeça, porque vê a luz deste mundo. Mas se alguém anda durante a noite, tropeça, porque nele não há luz. disse estas coisas, mas depois diz a eles isto: "Lázaro, o nosso amigo, adormeceu, mas vou despertá-lo." Disseram-lhe então os discípulos: "Senhor, se adormeceu, será salvo". Jesus tinha falado a respeito da morte dele, mas eles supunhaam que estivesse falando a respeito do repouso do sono. Assim disse-lhes Jesus abertamente: "Lázaro morreu e me alegro por vós de que eu não estivesse lá para que creiais. Todavia, vamos até ele. Então disse Tomé, chamado Dídimo, aos condisípulos: "Vamos nós também a fim de morrermos com ele." Assim que chegou, Jesus o encontrou no sepulcro já há quatro dias. Ora, Betânia estava próxima de Jerusalém, cerca de 15 estádios. Muitos dentre os judeus tinham vindo até Marta e Maria para confortá-las a respeito do irmão. Assim que Marta ouviu que Jesus estava vindo, saiu ao encontro dele. Maria, porém, estava sentada em casa. Então, Marta disse a Jesus: "Senhor, se tu estivesses aqui, meu

ortá-las a respeito do irmão. Assim que Marta ouviu que Jesus estava vindo, saiu ao encontro dele. Maria, porém, estava sentada em casa. Então, Marta disse a Jesus: "Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido. Sei também que tudo quanto pedires a Deus agora, Deus te dará." Jesus lhe diz: "Teu irmão se levantará". Marta lhe diz: "Sei que ressuscitará na ressurreição do último dia." Disse-lhe Jesus: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo se morrer, viverá. E todo que vive e crê em mim, jamais morrerá por todo sempre". Crês nisto? Ela diz a ele: "Sim, Senhor, eu creio que tu és o Cristo, filho de Deus que vem ao mundo". Ao dizer isso, ela partiu e chamou secretamente Maria, sua irmã, dizendo: "O mestre chegou e te chama". Ela quando ouviu isto levantou-se depressa e foi até ele. Jesus ainda não havia entrado na aldeia, mas estava no lugar onde Marta fora encontrado. Os judeus que estavam com Maria em casa e a confortável, vendo que Maria levantava-se depressa e saía, seguiram-na, supondo que fora ao sepulcro, a fim de chorar lá. Então, quando Maria chegou onde estava Jesus, ao vê-lo, prosternou-se junto aos seus pés, dizendo: "Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido." Assim, quando Jesus a viu chorando e também chorando todos os judeus que vieram com ela, agitou-se em espírito, perturbou-se e disse: "Onde o colocaste?" Dizem-lhe: "Senhor, vem ver". Jesus chorou. Então diziam judeus: "Vede como amava". Alguns dentre eles disseram: "Ele que abriu os olhos do cego, não podia fazer também com que este não morresse?" Jesus, então, agitando-se novamente, dirigiu-se ao sepulcro. Era uma gruta e uma pedra estava posta sobre ela. Jesus diz: "Querai a pedra". Marta, irmã do que estava morto, diz a ele: "Senhor, já cheira mal, pois é o quarto dia". Jesus lhe diz: "Não te disse que se creres verás a glória de Deus?" Tiraram então a pedra. E Jesus levantou os olhos para si disse: "Pai, te dou graças porque me ouviste. Eu sei que sempre me ouves, mas

sus lhe diz: "Não te disse que se creres verás a glória de Deus?" Tiraram então a pedra. E Jesus levantou os olhos para si disse: "Pai, te dou graças porque me ouviste. Eu sei que sempre me ouves, mas disse isso por causa da multidão que está ao redor, para que creio que tu me enviaste." Ao dizer essas coisas, gritou em alta voz: "Lázaro, vem para fora!" O que estivera morto saiu com os pés amarrados, as mãos enfaixadas e o rosto envolto em um sudário. Jesus lhes disse: "Soltai-o e deixai-o ir". é de fato uma passagem longa, muito profunda, da qual nós analisaremos em três aspectos. No primeiro aspecto, vamos analisar o momento histórico e algumas frases que são importantes no texto, principalmente no seu prelúde. Logo no início do capítulo 11, Jesus diz as irmãs de Lázaro, que aquela enfermidade não era para a morte, mas para a glória de Deus, a fim de que seja glorificado o filho de Deus por meio dela. E é muito interessante essa passagem para uma análise de que muitos dos espíritos que estavam ali encarnados e já haviam realizado grandes transformações internas, grandes mudanças significativas, estavam para colaborar com uma série de reflexões mas também de acontecimentos fenomênicos, a fim de que as profecias de Isaías viessem a se cumprir. E as pessoas, não só, mas também saltando aos olhos diante dos das situações até então classificadas como miraculosas, como notáveis, como inexplicáveis, pudessem se atentar para as lições de cunho moral que, porventura cura pudessem ser retiradas também daqueles acontecimentos. Então se tratavam de espíritos que colaboravam com o próprio messenato do Cristo, com a própria missão de esclarecer na perspectiva da apresentação da boa nova do evangého das verdades e morredoras da palavra da Portanto, ao mesmo tempo que seguia-se uma lei de causa e efeito do qual em nenhum momento Jesus a descumpriu. aqueles espíritos, eles na verdade não atravessavam necessariamente graves expiações, mas vinham nessa colaboração para a glória de Deus, a fim de que ele

do qual em nenhum momento Jesus a descumpriu. aqueles espíritos, eles na verdade não atravessavam necessariamente graves expiações, mas vinham nessa colaboração para a glória de Deus, a fim de que ele fosse compreendido, glorificado, como acontece com aquele cego em que os discípulos perguntam quem havia pecado, se tinha sido ele ou se tinha sido seus pais para que ele nascesse cego de cego desde eh tivesse nascido cego. E Jesus responde: Nenhum nem outro, na verdade ele vem para que pudessem ali crer de sua grandeza moral, de sua missão em relação aos homens da terra. Então, Lázaro era um desses espíritos colaboradores desse processo. E era necessário que Jesus assim pontuasse e que João, que tinha uma visão muito mais larga comparado aos Evangelhos canônicos, pudesse ele dizer que aquela enfermidade não era para a morte, mas para a glória de Deus, a fim de que o próprio filho de Deus, o próprio filho do homem fosse glorificado por meio dela. Então, talvez essa seja uma reflexão importante dentro dessa narrativa. Um outro ponto importante era que a os discípulos já percebiam e naturalmente Jesus sabia de como os judeus eles já se reuniam na perspectiva de fazê-lo contrariar a própria lei, as próprias tradições judaicas com o intuito eh de levá-lo a um julgamento e, por conseguinente, a morte. E diante dessas perseguições, os discípulos estavam muito preocupados em Jesus voltar à Judeia, mais precisamente a Jerusalém e os seus arredores. E Betânia ficava nos arredores de Jerusalém. Ela ficava a poucos quilômetros de Jerusalém, então era uma região muito próxima. E ele que estava ali pela Pereia recebe a informação de que Lázaro havia falecido e era uma pessoa que todos sabiam do quanto ele visitava aqueles três irmãos, o carinho que ele guardava, porque sempre que passava por Betânia, ele ficava na casa deles, dormia, comia na casa de Lázaro, de Maria e de Marta. E as pessoas esperavam que naturalmente ele se dirigisse de cho imediato até a cidade de Betânia. Mas quando ele recebe essa

ficava na casa deles, dormia, comia na casa de Lázaro, de Maria e de Marta. E as pessoas esperavam que naturalmente ele se dirigisse de cho imediato até a cidade de Betânia. Mas quando ele recebe essa informação, como se cumprisse deveres, ele permanece na peria por mais dois dias. E depois de cumprir o que ele tinha que cumprir no local onde ele se encontrava, ele então chama os discípulos e diz: "Agora sim, vamos novamente à Judeia". E os discípulos começam a se preocupar por causa dos acontecimentos. É quando eles lembram a ele quase que num tom de admestação, rabi, os judeus procuram te apedrejar. e tu vais novamente à Judeia. E aí vem uma resposta muito interessante, muito interessante. Jesus pergunta, responde fazendo uma pergunta, não são 12 as horas do dia? E obviamente naquela época não se tinha conhecimento do movimento de rotação da Terra. Então, o marco da contagem dos dias não era necessariamente eh uma volta inteira da Terra sobre o seu próprio eixo, dando as 24 horas que nós temos hoje. Os referenciais eram o dia e a noite. Então, se tinha 12 horas do dia, que começava ao amanhecer, aproximadamente 6 horas da manhã e o momento em que o sol se punha eh por volta das 18 horas, completando 12 horas do dia. E o dia era diferente, era visto em um momento diferente da noite. Dia era dia, noite era noite. Hoje é que nós chamamos o dia numa outra perspectiva de que ele tem 24 horas. E Jesus então pergunta: "Não são 12 as horas do dia? Se alguém anda durante o dia, não tropece, porque vê a luz deste mundo. Mas alguém anda durante a noite, tropeça, porque nele não há luz". E e obviamente noite, dia, luz, escuridão podem ter inúmeros significados, principalmente quando trazemos eh as simbologias, os arquétipos primordiais que Jung pode identificar em diversas tradições, em diversas religiões, em diversas culturas. uras em diversos povos. Mas quando nós pensamos na perspectiva do dia como um momento de claridade, e aí Jesus utiliza esse referencial para falar, se alguém anda

rsas religiões, em diversas culturas. uras em diversos povos. Mas quando nós pensamos na perspectiva do dia como um momento de claridade, e aí Jesus utiliza esse referencial para falar, se alguém anda durante o dia, não tropeça, porque o dia é claro, porque vê a luz deste mundo. Ele propõe uma reflexão a respeito de momentos onde nós temos a luz e momentos em que nós estamos atravessando provas, dificuldades durante a noite da vida. E muitas vezes nós deixamos de fazer as coisas durante o dia, durante o momento em que a nossa vida ela está boa. Nós não estamos atravessando as provas do negrit, não estamos atravessando as dificuldades. E Jesus bem lembra que muito embora os judeus estivessem tramando para pedrejá-lo, para pegá-lo, para martirizá-lo, aquele momento ainda não tinha chegado. Então, era muito melhor que os acontecimentos relacionados a as grandes lições que seriam levadas à humanidade acontecessem antes dessas perseguições e não durante elas. Era necessário que durante a luz as pessoas pudessem ali andar e se beneficiar da luz do dia e compreender essa mensagem, compreender a palavra da vida eterna, ouvir a palavra, testemunhar e testificar os acontecimentos que também eram ricos de significados e não esperar os momentos doloros os momentos de dificuldade. Assim acontece nas escolas. Nós nos dedicamos aos aos períodos saborosos das aulas dos professores, com as dinâmicas, com as vivências, onde a gente ri, troca experiências na sala de aula para que quando chegue a prova sobre a nossa mesa, nós estejamos preparados para atravessar a prova. Nós não podemos deixar para aprender na hora da prova, porque aquele que deixa para aprender na hora da prova, aquele que deixa para compreender na hora da prova, corre um grande risco de tirar nota baixa. Não estudou. O momento de estudo não é o momento da prova. As 12 horas do dia representam oportunos momentos de lições. E aquelas lições não era o momento da perseguição dos discípulos. Os discípulos seriam perseguidos

ento de estudo não é o momento da prova. As 12 horas do dia representam oportunos momentos de lições. E aquelas lições não era o momento da perseguição dos discípulos. Os discípulos seriam perseguidos depois. A noite deles apareceria depois. Então, era necessário que durante o dia se cumprisse a missão da divulgação das lições, seja pelas parábolas, pelas falas, pelas rodas de conversa, seja por esses espíritos que oportunizavam grandes lições. espíritos enobrecidos, exemplo de Lázaro, cuja a morte aparente vinha para a glorificação do próprio Cristo, para que ele fosse percebido como mestre diante de todos. Daí, por chama-se essa atenção. O problema não era o medo. E os discípulos tinham medo. Tinham medo por eles mesmos, tinham medo pelo Cristo. A visão de Jesus era completamente outra, não era a do medo, era de se aproveitar o momento. E o momento ainda era momento de dia, não era momento de noite. E é durante as 12 horas do dia que se anda, é durante as 12 horas do dia que se leciona, não durante a noite. Estudar durante a prova a risco de tropeço. Quem durante a noite anda, tropeça, porque nele não há luz. Ele se ilumina durante o dia para enfrentar as provas do negrite. Ele acende a sua luz durante o dia para que a sua lâmpada esteja acesa quando a noite chegar e não o contrário. Então respondeu Jesus: "Não são 12 as horas do dia. Se alguém anda durante o dia, não tropece porque vê a luz deste mundo. Mas se alguém anda durante a noite, tropeça, porque nele não há luz. Disse estas coisas, mas depois diz eles a eles isto, Lázaro, o nosso amigo, adormeceu, mas vou despertá-lo. E aí há uma simbologia muito interessante nisso que a gente vai analisar mais na frente. Disseram ali então os discípulos: "Senhor, se adormeceu, será salvo. Para que ir lá? A gente pode ficar aqui. A gente não precisa correr riscos. Em Betânia, Jesus tinha falado a respeito da morte dele, mas eles supunha que estivessem falando a respeito do repouso do sono. Obviamente o conceito de catalepsia hoje compreendido não era um

riscos. Em Betânia, Jesus tinha falado a respeito da morte dele, mas eles supunha que estivessem falando a respeito do repouso do sono. Obviamente o conceito de catalepsia hoje compreendido não era um conceito compreendido à época porque não havia instrumentos para a compreensão da catalpsia que vai na verdade surgir como um conhecimento médico em tempos muito mais próximos dos dias atuais do que a época de Jesus. Então Jesus fala abertamente: "Lázaro morreu e me alegro por vós de que eu não estivesse lá para que creiais?" Ou seja, para que a sua missão pudesse ser cumprida. Ele está colaborando, não estava lá e não estava por um propósito muito específico. Por quê? Porque aquela experiência não era experiência da cura, porque Lázaro havia enfermado, ele estava doente. Então, todo mundo queria que ele tivesse lá, porque todo mundo já tinha testemunhado Jesus curando doentes. Se Jesus estivesse lá, ia curar Lázaro, Lázaro não iria morrer. Por isso, as duas irmãs de Lázaro dizem isso a ele. Se tu estivesse aqui, ele não teria morrido. Por que que eu não teria deixado? Mas Jesus dizer, era necessário que eu não estivesse lá para que creiais em mim. Então ele quer trazer uma leição e quer que as pessoas acreditassem nessa lição. Todavia, vamos até ele. Então se dirigiram até Betânia. E assim que Jesus chega a Betânia, ainda eh nas regiões fora da cidade, porque os sepulcros não ficavam dentro da cidade, Jesus encontra no sepulcro já há quatro dias. Betânia estava próxima de Jerusalém, como a gente já diz, e obviamente os judeus que eram amigos da família tinham feito essa viagem que era curta de Jerusalém até Betânia para confortar Marta e Maria. Então, quando Jesus chega, Marta ouve a notícia de que Jesus estava vindo e ela já corre em direção a ele, nem espera ele entrar na aldeia de Betânia. Enquanto isso, Maria permanece em casa com as visitas, com as pessoas que eh vieram solidarizar-se com o luto que elas estavam atravessando. E aí Marta diz: "Senhor, se tu estivesses aqui, meu

etânia. Enquanto isso, Maria permanece em casa com as visitas, com as pessoas que eh vieram solidarizar-se com o luto que elas estavam atravessando. E aí Marta diz: "Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido. Sei também que tudo quanto pedires a Deus agora Deus te dará." E aí Jesus diz: "Teu irmão se levantará". Mas ela não entende, porque ela interpreta conforme a tradição judaica de que ele ressuscitaria no último dia. Tradição essa que ainda é pujante em algumas religiões cristãs. E aí Jesus diz: "Calma, eu sou a ressurreição e a vida". Hora que Jesus então começa a dar a lição de que aquele acontecimento ele traria um novo olhar, uma nova ideia de ressurreição. A ressurreição não é um acontecimento que se dará no último dia. Eu sou a ressurreição. Aí se poderia perguntar, mas de que ressurreição ele está falando ao dizer que ele mesmo é a ressurreição? Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo se morrer, viverá. E aí a gente começa a perceber que a lição por detrás daquele acontecimento não era uma lição de fenômeno anímico, nem de fenômeno medianímico, mas era uma lição moral. E todo que vive e crê em mim, jamais morrerá por todo sempre. Obra não era da morte biológica que ele estava falando. Porque Lázaro, ele pode até ter chamado Lázaro, que saiu do sepulcro depois de quatro dias lá. Mas alguém tem dúvida aqui que Lázaro depois morreu biologicamente do que o filho da viúva de Naim também morreu depois? Então, obviamente essa morte não era a morte biológica de que ele falava, porque biologicamente todos desencarnaram. Não ficou um daquela época para contar a história. Mas se ele diz: "Quem crê em mim mesmo se morrer, viverá". Ele não está falando de uma morte biológica. Se ele diz: "Eu sou a ressurreição e a vida", ele não está falando de uma ressurreição, como entendiam os judeus. E aí ele diz, pergunta a ela, crês nisto? E ela responde: "Sim, Senhor, eu creio que tu és o Cristo, filho de Deus, que vem ao mundo." E aí, nisso ela vai chamar a

surreição, como entendiam os judeus. E aí ele diz, pergunta a ela, crês nisto? E ela responde: "Sim, Senhor, eu creio que tu és o Cristo, filho de Deus, que vem ao mundo." E aí, nisso ela vai chamar a irmã Maria, que estava com os convidados em casa. Quando ela fala de Jesus, ela se levanta rapidamente, corre em direção ao Cristo. Os convidados seguem pensando que ela estava indo ver o irmão no sepulcro, mas ela vai em direção a Jesus e fala a mesma coisa que Marcos. Se tu estivesse aqui, meu irmão não teria morrido. E aí temos um momento muito interessante que é o momento de uma profunda empatia. Jesus nesse momento percebendo o sofrimento de Maria Edmar, que eram pessoas muito queridas, ele vai ao sepulcro com ela e chor porque em alguns momentos este é o grande consolo da vida, a compaixão. Paixão na perspectiva de sofrimento e a compaixão em sofrer com o outro ou em sentir o sofrimento do outro ao ponto de compreender o que passa dentro dele. E quando ele chora, os discípulos, perdão, os judeus que estavam ali presentes, eh, interpretam do amor de Jesus por Lázaro e começam a falar: "Vede como amava!" Porque o choro era uma representação desse amor. Era por isso que a mulheres eram contratadas para chorar em veles e e começaram a murmurar porque velório é assim mesmo. As pessoas começam a falar e entre as falas um diz assim: "Ele que abriu os olhos do cego não podia fazer também com que este não morresse? estavam todos focados na cura da doença, mas não na possibilidade de se trazer à vida aquele que já tivesse morto. E Jesus então se dirige ao sepulcro e aí vem uma lição moral interessante. Era uma gruta e havia uma pedra pesada posta sobre ela. E Jesus diz assim: "Tira Pedro". E aí Marta é a primeira a redarguir. Senhor, já cheira mal, pois é o quarto dia. Jesus lhe diz: "Não te disse que se creres verás a glória de Deus? Tira a pedra". Então eles tiraram a pedra. E Jesus levantou os olhos para cima, faz uma prece. E nessa prece, recorda que o grande pedido é para que aquela multidão

e se creres verás a glória de Deus? Tira a pedra". Então eles tiraram a pedra. E Jesus levantou os olhos para cima, faz uma prece. E nessa prece, recorda que o grande pedido é para que aquela multidão pudesse crer nele. Esse era o pedido. Então a gente percebe que todo aquele acontecimento, ele estava relacionado a uma necessidade de que aqueles homens pudessem crer em Jesus e em sua mensagem. E após dizer essas coisas, após realizar essa prece, ele disse: "Lázaro, vem para fora". E aí Lázaro sai: "Quantas pedras nos impedem de sair dos nossos sepulcros?" O que é a morte e qual o seu significado simbólico para nós que erramos? Há muitos mortos da carne que estão vivos e com vida em abundância no mundo espiritual, mas há muitos vivos na carne que estão mortos na perspectiva espiritual. Há muitos zumbis encarnados e há muita juventude no mundo espiritual. Me recordo em um encontro de jovem em que eu imaginava como espíritos que haviam desencarnado muito jovens, se estivessem ainda encarnados estariam idosos. E me lembrei e me lembrei e do espírito Luiz Sérgio. Enquanto eu pensava, Luiz Sérgio se aproximou de mim e me disse uma frase muito significativa. Ele disse: "É preciso bem mais do que a morte para matar a juventude". Portanto, a morte do corpo físico não é ela que gera morte espiritual. A morte espiritual é gerada utilizando uma expressão mais teológica pelo pecado, pelos erros, pelos caminhos muitas vezes torpes e vis que nós jornadeamos. Isso nos leva a uma a uma morte espiritual, a um sofrimento psíquico profundo, a uma vivência cujo costume vai nos colocando em uma penumbra profunda, em um estado de melancolia do qual não nos apercebermos disso e não nos esforçamos em tirar as pedras desses sepulcros para podermos sair das bolhas escuras ou dos das tumbas em que nós nos encontramos. E enquanto não são retiradas as pedras, é muito difícil ouvir Jesus, porque Jesus só se dirige a Lázaro para dizer: "Lázaro, vem para fora depois que as pedras são retiradas". Então, muitas vezes as

. E enquanto não são retiradas as pedras, é muito difícil ouvir Jesus, porque Jesus só se dirige a Lázaro para dizer: "Lázaro, vem para fora depois que as pedras são retiradas". Então, muitas vezes as pedras precisam ser retiradas para ouvirmos Jesus. Imaginemos alguém que em razão de sua monoideia, em razão de seu transtorno psíquico, ele a ele se entregue um livro, a ele se entregue uma Bíblia, um evangelho, ele não vai conseguir ouvir o chamado do Cristo, porque é uma pedra que ainda impede dele perceber esse chamado. É necessário que antes a pedra seja retirada. Simbolicamente, a pedra pode ser retirada pela terapia. Simbolicamente, a pedra pode ser retirada pelo atendimento fraterno. Simbolicamente, a pedra pode ser retirada pela fluidoterapia, pelo acolhimento, mas ele não é quem tira a pedra. Ele diz aos homens presentes: "Tirem a pedra". Portanto, esse é um trabalho nosso de tirar a pedra. a fim de que a pessoa possa ter contato mesmo no seu estado de morte espiritual e ouviu Cristo chamando para sair da tumba, chamando para sair do sepulcro. E nós percebemos que aquela família de Betânia, ela representa um pouco da humanidade, porque na humanidade estamos aqueles na condição de mortos. e a morte desde as escolas mais antigas do judaísmo até aquelas que surgem com os primeiros cristãos, as primeiras escolas de interpretação alegórica, literária, como a morte era classificada como algo ruim, como algo tenebroso. como algo que levasse a profundo estado de sofrimento. Então Jesus aproveita essa simbologia de morte para deixar claro que a sua mensagem é para trazer da morte à vida os que estão mortos, ainda que estejam vivos, porque Lázaro estava vivo. Essa mensagem nos traz do estado de morte. Mas vejamos que aquele que entra no estado de morte e o processo ele começa com a enfermidade. O texto começa dizendo que Lázaro havia enfermado, enfermara. E nós vamos então progredindo na enfermidade até chegar no estado de morte. E às vezes permanecemos na morte alguns

eça com a enfermidade. O texto começa dizendo que Lázaro havia enfermado, enfermara. E nós vamos então progredindo na enfermidade até chegar no estado de morte. E às vezes permanecemos na morte alguns dias, mas a força do Cristo, a sua voz onipotente, o seu chamado irresistível nos tira do estado de morte. Ouçam belíssimos testemunhos de ex-adictos que ouviram essa voz. dizendo: "Sai para fora". E saíram com suas ataduras que cobriam as chagas, as úlceras. saem com seus sudários porque estavam mortos simbolicamente representa a humanidade que mesmo diante desses tantos mortos constróem a ideia de que o quadro é irreversível. se poderia ter feito antes desse estado de profunda morte enquanto ele estava enfermo. E quantas vezes nós não ouvimos as pessoas falando: "O lano de tal que está preso não tem mais jeito. Ele é irrecuperável. Jesus teria que ter vindo antes se quisesse recuperá-lo. Se quisesse salvá-lo, teria que ter chegado enquanto a doença ainda estava avançando. Mas depois da morte, depois desse estado cruel em que ele se encontra, é irreversível. É irreversível. E a humanidade ainda raciocina assim. Por isso aquela família representa a humanidade, mas para o Senhor não há quadros irreversíos. E aí a gente começa a compreender que ao longo de toda essa história havia uma mensagem que era para ser levada à humanidade, onde Lázaro contribui para o processo, é para glorificação, para perceberem a força dessa mensagem, a força dessa palavra, a força do evangelho. E o próprio João, o próprio João vai começar o seu evangelho lembrando que ele é a própria palavra, ele é o verbo e ele sendo o verbo, é esse verbo que ressuscita, é esse verbo que tira da morte, é esse verbo que chama para fora. Era necessário que aquelas pessoas testemunhassem não só a enfermidade como a morte, para que elas pudessem olhar a força da glorificação do Senhor e de como ele é capaz, de como essa palavra é capaz de arrancar do sepulcro os mortos espirituais. E observamos a partir de um contexto

, para que elas pudessem olhar a força da glorificação do Senhor e de como ele é capaz, de como essa palavra é capaz de arrancar do sepulcro os mortos espirituais. E observamos a partir de um contexto biológico mais simples, de que em nenhum momento Jesus se propôs a violar as leis da natureza. Era apenas o cataléptico despertando do estado de letar. do estado de letargia, mas por detrás do fenômeno há uma lição que sangra os templos e hoje é apresentada com lucidez pela doutrina espírita, a fim de nem nos portarmos como humanidade, como as irmãs que perdem esperança. diante da morte espiritual e nem perdermos a perspectiva de que a força do Cristo até os mortos que já parecem estar apodrecidos de dentro dos seus sepulcros. Minha amiga, vamos bater agora, vamos fazer um bate-papo agora. Puxa vida, viu? Eu tô aqui assim pensando, refletindo essa passagem do evangelho, ela a primeira vista parece desafiar as leis naturais, né, Fábio, mas que a luz da doutrina espírita, ela nos convida a uma compreensão mais profunda, né, espiritual da vida e da morte. E a nossa querida Lina Cal deixou aqui como sempre, queridíssima, né, deixando sempre as suas perguntas, seus comentários. E a primeira questão que ela nos coloca aqui, Fábio, ela faz o seguinte: o medo dos discípulos refere-se à pouca fé? Essa é uma pergunta muito interessante, Lina. Que pergunta belíssima. Eh, o Zigman Balman, grande sociólogo polonês, um dos maiores críticos da pós-modernidade, escreveu um livro intitulado Medo líquido. Nessa obra, ele traz dois paradigmas do medo. O primeiro deles, ele chama de sombra. O medo é o desconhecido, a sombra como representação do desconhecido. Então, a primeira coisa a ser feita para retirar o medo é trazer a luz. E a luz é a representação do conhecimento. Daí a expressão iluminismo. E os iluministas trouxeram luz às trevas por meio do conhecimento. Mas nem sempre o conhecimento por si só resolve o problema do medo. Se eu estiver em um salão escuro do qual eu não conheço, eu naturalmente, por não

trouxeram luz às trevas por meio do conhecimento. Mas nem sempre o conhecimento por si só resolve o problema do medo. Se eu estiver em um salão escuro do qual eu não conheço, eu naturalmente, por não enxergar, vou ter medo de tropeçar em alguma coisa. Não sei se tem umaquina, não sei se eu vou me machucar. Então eu vou andar com medo. Se eu acender a luz eu vou ter conhecimento, eu vou ver as coisas. Mas isso não resolve o problema do medo. Vamos imaginar que eu ligue a luz nesse nesse quarto e veja lá do outro lado do quarto um leão feroz. Muitos, muitos prefeririam estar com a luz desligada, porque o conhecimento agora aumentou o medo e não diminuiu. Mas vamos imaginar que eu tenha ligado a luz, apertado o interruptor, mas eu seja um exímio domador de leões. Eu disse assim: "Ah, é só um leão. Já domei milhares de leões ao longo da vida. Se fosse um hipopótamo, não saberia o que fazer, porque eu não sou domador de hipopótamo. Mas Leão, eu dou conta. Leão, eu sei o que fazer. Então, me parece que o segundo paradigma é a competência, a habilidade do que se fazer com o conhecimento. Então, vejamos que os discípulos eles ainda não conheciam com clareza o mundo espiritual. e nem sabiam como lidar com a morte. Olha que coisa interessante. Lhes faltava luz tanto a respeito da continuidade da vida, porque estavam mergulhados em uma tradição judaica que havia envenenado de de negativismo à morte, como também não sabiam lidar com a morte. Não sabiam lidar com a morte dos parentes, não sabiam lidar com a morte dos amigos, não saberiam lidar com a própria morte. Tanto não sabiam que Pedro, que era o mais velho, o mais experiente, nega Jesus três vezes com medo de morrer. Então, não sabiam lidar com a morte. A fé é um saber que transcende a própria razão, mas é um saber. Então, poderia dizer, faltava fé, mas também faltava outros tipos de conhecimento além da fé. Mas Jesus, que tinha um conhecimento mais amplo, Jesus sabia tanto com clareza das verdades e morredoras do mundo espiritual, como

ltava fé, mas também faltava outros tipos de conhecimento além da fé. Mas Jesus, que tinha um conhecimento mais amplo, Jesus sabia tanto com clareza das verdades e morredoras do mundo espiritual, como também sabia lidar muito bem com a morte. Quem sabe lidar com a morte vai ter medo de morrer. Por quê? é diante, está diante de um leão, mas eu sou um evío, domador de leão. Isso aqui para mim é de letra, eu não tenho medo disso. Então ele para ele não tem problema nenhum de ir a Betânia, de ir a Jerusalém, mesmo que todas as pessoas estejam perseguindo. Jesus sabe lidar com isso. Mas os discípulos tinham tanto medo que no momento do martir em que ele está preso na cruz, só aparece um adolescente, João e a sua mãe. Os outros não tinha um por perto, porque todos estavam aterrorizados. E o conhecimento deles só vai se agigantar no terceiro dia, quando ele aparece ressurrecto. Agora eu tenho certeza que a vida continua, ele apareceu. E essa presença de Jesus muda completamente a história do cristianismo se ele não tivesse aparecido. Nós não sabemos se o cristianismo seria o mesmo, porque possivelmente muitos cristãos estavam fugindo das feras, estavam fugindo dos gládios, estavam fugindo das arenas, mas com o Cristo ressurrecto, a fé, ainda que eu não tenha compreensão racional, ainda que eu não tenha a experiência clara, a fé ela é saber que ela aproximando-se da perspectiva intuitiva, ela dá um salto diante dos fatores racionais que me levam ao saber. Então sim, havia falta de fé, havia falta de conhecimento. Nossa, ela continua, Fabinho, aqui fazendo, trazendo para nós mais uma questão. É, transitamos por regiões sombrias e não escuras como um breu, já que pela nossa fé sempre teremos a luz para iluminar algum ponto do caminho. Quissá em algum momento todo ele estaria correto. Sim. Quando pensamos que o negro, é porque nós não levantamos a cabeça para olhar as estrelas, para não perceber que alguém acendeu os pirilampos no céu, de que nunca estamos completamente sozinhos.

. Sim. Quando pensamos que o negro, é porque nós não levantamos a cabeça para olhar as estrelas, para não perceber que alguém acendeu os pirilampos no céu, de que nunca estamos completamente sozinhos. Sempre há um vagalume, sempre há uma vela, um achote, uma cidade em cima do monte, algum tipo de luz. Mas ainda assim é muito melhor caminhar durante o dia. É mais ou menos lembrar aquela história da formiga e da cigarra. É melhor trabalhar e se preparar durante a primavera, durante o verão, do que necessariamente durante o inverno da existência. E muitos de nós só procuramos durante o inverno. É só durante a noite que queremos andar. Aqueles que andam na noite, muitas vezes são os vivos mortos. estarão mortos para sempre? Não. Em algum momento a pedra vai ser retirada daquela escuridão do sepulcro e alguém vai chamar ele para fora em direção à luz. Mas como é bom, enquanto não estamos atravessando dificuldades, nos entregarmos a esse evangelho e não só esperar o momento da dificuldade. Lembra da parábola do fechin de núpcias em que o dono da festa, o pai do noivo, manda chamar os convidados. Os convidados, como eles estavam muito bem de vida, não foram. Olha, eu tenho que cuidar dos meus bois. Tá muito bem de vida. Materialmente não vou. Eu acabei de casar, preciso cuidar da minha esposa. Não vou. Eu tenho os meus negócios estão muit indo muito bem. Não vou. E aí na narrativa de Lucas ele manda novamente os servos para as encruzilhadas e lá eles encontram coxos cegos, estropeados. Esses que estão na noite da vida, na escuridão, esses aceitam o convite. Que bom se nós aceitássemos antes de chegar nisso, antes de chegar no momento do sofrimento, porque o momento do testemunho todos nós passaremos, todos nós atravessaremos. Depois de qualquer dia virá noite. Depois de qualquer noite virá dia. Essa é a sucessão da vida. Mas que bom que a nossa fé esteja durante o dia e que durante o dia a gente decida andar e não descansar durante o dia para andar durante a noite. Esse não é o momento de

a. Essa é a sucessão da vida. Mas que bom que a nossa fé esteja durante o dia e que durante o dia a gente decida andar e não descansar durante o dia para andar durante a noite. Esse não é o momento de descanso. Esse é o momento de marchar ao lado de Jesus. Com certeza, Fabinho. Ela traz só mais uma questão aqui, Fábio, que é como discernirmos sobre amor, devotamento, sem tomarmos o caminho do fanatismo, como temos visto com frequência? O amor ele é profundamente libertador e transformador. Talvez Paulo em sua carta aos Coríntios, no capítulo 13, tenha expressado, como poeta que era das almas o amor em sua plenitude. E o amor, ele, por exemplo, não pode se confundir com medo, nem com egoísmo. Mães que na perspectiva de acreditarem, estarem amando os seus filhos, deixam eles fazerem o que quiserem. estão fascinadas por aquelas crianças de 7, 8 anos e eles chegam e fazem o que quiserem, o que querem fazer e depois se tornam delinquentes e elas sofrem e vão se indagar em algum momento onde eu errei. Não foi excesso de amor, na verdade foi medo. O medo do filho se revoltar, o medo de não ser amada. Como eu sou carente demais, eu quero que o meu filho ele me ame. Porque quem é feliz e amado por Deus não precisa ser mais amado por ninguém. A mãe que compreende o amor vai dizer para o filho: "Você não vai, eu não deixo vá agora". E ele vai falar: "Eu não te amo mais. Eu não preciso do seu amor. Eu não preciso. Amar é algo que exige muita maturidade. Nós não podemos esperar atitudes profundamente maduras de quem está engatinhando na vida. E essa maturidade do amor faz muita gente não compreendê-lo, como aconteceu, por exemplo, com o marido da mulher adúltera, porque ele se sentiu abandonado por Jesus. Ele foi traído. O adultério era um crime considerado torpe naquela época, um dos mais graves, cuja pena era morte por apedrejamento. Jesus se dirige a ela, a protege, mas não se dirige a ele para dar uma palavra de consolo, porque ele foi o marido traído. E segundo Amélia Rodrigues, ele

raves, cuja pena era morte por apedrejamento. Jesus se dirige a ela, a protege, mas não se dirige a ele para dar uma palavra de consolo, porque ele foi o marido traído. E segundo Amélia Rodrigues, ele se revolta por completo, porque não se sente amada sem perceber que Jesus ama todos nós e ninguém nunca escapou do seu amor. Então é a nossa imaturidade que não nos faz perceber o amor. E eu vejo muitos filhos dizendo por aí: "Minha mãe não me ama, meu pai não me ama". Essa pergunta ante os dias que se aproximam do dia das mães é profundamente oportuno para nós refletirmos sobre o real significado do amor, especialmente uma terra. Só suspirando mesmo, viu, Fábio? Nós chegamos ao final do nosso programa. Só temos que te agradecer imensamente todas as colocações. A Lina agradece, ficou muito satisfeita com todas as questões que você respondeu, né? E a do lado de cá como mãe, né? Tô pegando essas lições aí todas para mim, muitas reflexões. Te agradeço e a gente te espera em uma nova oportunidade numa próxima quinta-feira, se Deus quiser. Muito obrigada, Fábio. Pessoal, a gente agradece a todos vocês que estiveram conosco aí no chat. Continue nos acompanhando a programação do canal do Espiritismo Net e até semana que vem, se Deus quiser. Tchau. Obrigada. Fiquem com Deus. O espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material. Allan Kardec, o sábio mestre lionês, se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova. Não mais véus e mistérios, sobrenatural e nada, mas uma perpétua continuidade entre os dois mundos. Pesquisando a mediunidade com lógica e razão, Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o além túmulo e o plano físico, demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência. É pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade espírita a se debruçar sobre o tema invisível, ciência investigativa

orte e que céu e inferno são apenas estados de consciência. É pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade espírita a se debruçar sobre o tema invisível, ciência investigativa como instrumento ético. O sexto congresso do espiritismo.net nos dias 27 e 28 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro. Informações e inscrições no site www.espiritismo.net. pespiritismo.net/congresso N/Cresso

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