A Essência da Comunicação – T9:E5 | Perguntas e Respostas

Mansão do Caminho 10/09/2025 (há 6 meses) 58:00 2,592 visualizações

Na nona temporada de Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis, a apresentadora Cristiane Beira reflete sobre a essência da comunicação, analisando como a fala, a escuta e o silêncio influenciam nossas relações e o processo de autodescobrimento. No Episódio 5 – Perguntas e Respostas, são abordados pontos levantados pelo público a partir dos quatro primeiros episódios desta temporada. O encontro aprofunda reflexões com base em citações de Paulo de Tarso (“o bem que eu quero fazer, eu não consigo; o mal que eu não quero fazer, esse eu faço”), de Joanna de Ângelis (“primeiro chacoalha a gente, depois acolhe”) e de Jesus (“perdoar setenta vezes sete”). 🎬 Indicação de Filme: Réquiem para um Sonho (2000) – sugestão de um espectador #PsicologiaEspírita #JoannaDeAngelis #CristianeBeira #Comunicação #PerguntaseRespostas #EstudoEspírita #Espiritismo #Autodescobrimento #Psicologia *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana de Angeles. No episódio de hoje, nós vamos trabalhar aquelas trocas em que vocês me deixam perguntas e eu tenho chance aqui de me relacionar um pouquinho com vocês. E apesar de não estarmos presencialmente, mas pelo menos a gente consegue trocar um pouco pensamentos, reflexões. Eu valorizo muito esses encontros. Então, sempre que vocês puderem, compartilhe o que vocês pensam, o que que ocorre. É tão enriquece muito, porque às vezes, ã, eu não tinha pensado em algo que alguém pensou e isso me enriquece. Ou às vezes uma dúvida minha, eu não pergunto, outra pessoa pergunta, eu tenho chance de de me beneficiar. Mas tem bastante coisa. Eu eu tô bem feliz, então não vou nem perder muito tempo porque a gente tem eh bastante material para trabalhar. Eh, então nós tivemos até agora quatro episódios. Estamos trabalhando a questão da comunicação especificamente. Na temporada anterior, nós falamos sobre os relacionamentos e agora nós trouxemos dentro dos relacionamentos o papel da comunicação, tentando entender um pouquinho como que a gente melhora a comunicação, como que a comunicação é realmente um pilar importantíssimo, né, estruturante da relação. Então, a gente precisa mesmo parar para pensar sobre ela. É, no primeiro episódio eu fiz uma apresentação, né, uma introdução do tema. Eu expus, eu eu eu defendi a a razão do porqu do a razão da importância da comunicação pros relacionamentos. E nós tivemos muitas participações. Eu vou começar com João e a Rita Barreto, nossos amigos de Salvador. E o João diz assim: "Uma má comunicação poderá tornar um relacionamento uma verdadeira guerra. Precisamos ter verdadeiramente uma certeza de entendimento para que não tenhamos conflitos. Ouvir é fundamental. Eh, quando a gente traz essa questão da guerra, eu acho que foi importantíssimo eh o João trazer essa esse tema, porque eh é o é o fracasso máximo de um relacionamento. Imagina quando a gente conhece alguém por uma amizade, um reencontro

da guerra, eu acho que foi importantíssimo eh o João trazer essa esse tema, porque eh é o é o fracasso máximo de um relacionamento. Imagina quando a gente conhece alguém por uma amizade, um reencontro espiritual, um amor que surge e a gente passa a se relacionar e e a gente tem tudo o que precisa para se dar bem. a gente ama, a gente compartilha de valores, a gente tem propósitos semelhantes, a gente tem um querer eh de ficar juntos. E apesar disso tudo que é muito difícil da gente conseguir juntar, não é difícil da gente ver esse relacionamento terminar em guerra, terminar em litígio, realmente em guerra, em violência. Então é é o fracasso mesmo da comunicação, porque a gente tinha a matéria prima o ingrediente, os ingredientes principais para fazer uma uma linda refeição. E a gente por falta de habilidade, por falta de manejo, a gente acaba pondo tudo a perder e o relacionamento desanda. Eh, e é, e o nosso objetivo aqui é é evitar isso. Eh, a gente precisa cuidar muito dos nossos relacionamentos. A gente precisa olhar pros nossos relacionamentos como como eles como eles são mesmo, tesouros. Eu não posso bobear porque não é que só acontece com o vizinho e também não é uma algo que você fala: "Ah, mas isso é uma tragédia". Não é, é uma coisa de cada vez, sabe? uma coisa que leva a segunda, que leva a terceira, que leva a quarta e daqui a pouco você tá envolvido numa numa situação que você não consegue imaginar como é que você chegou ali e você se vê numa situação que é intransponível, é é indissolúvel, você não vê saída e a gente entra em guerra, a gente entra em violência, em agressão, em xingamento, em ofensa. Agora o João fala, precisamos ter verdadeiramente uma certeza de entendimento. É, e João, eu entendo o que você tá trazendo, que a gente precisa garantir que nós estamos nos entendendo. Ou seja, não desista. Pergunta para ver se a pessoa entendeu o que você quis dizer. Explica quantas vezes for necessário. Garanta, garanta que você tá se entendendo. Não, não aja

tamos nos entendendo. Ou seja, não desista. Pergunta para ver se a pessoa entendeu o que você quis dizer. Explica quantas vezes for necessário. Garanta, garanta que você tá se entendendo. Não, não aja com pouco caso. Tipo, eu falei, se ela não entendeu, o problema é dela. Ah, eu não vou ficar gastando minha energia. Gaste sim. Isso não é gastar, isso é investir. Então, invista a sua energia. Agora, uma certeza de entend de entendimento, eu diria que é impossível. A gente não vai conseguir pelo nosso grau de evolução, pela nossa cegueira, a gente ainda é muito obtuso, né? Então, a gente pode ir o máximo que a gente puder, mas nem sempre a gente vai conseguir garantir a certeza do entendimento. Algumas vezes a gente não vai chegar nesse ponto. O importante, que eu acho que é o que você quis dizer, é não se contente com pouco. Lute, tente, fale de outra forma, deixa esfriar, procura um outro momento, garanta que você usou do dos recursos que você tinha para garantir esse o máximo possível, né, desse entendimento. Então, João, obrigada por estar sempre com a gente. A Clediciana Pimentel falou sobre empatia. Então ela disse assim: "A falta de empatia das pessoas, né, o descontrole emocional são duas coisas importantes. A falta de empatia, eu tô focada em mim. Eu não sou capaz de perceber o outro, não sou capaz de perceber a necessidade do outro. Não sou capaz de entender os motivos do outro. Não sou capaz de validar a emoção do outro, a escolha do outro. Eu olho pro outro a partir do meu julgamento, das minhas lentes. Eu não sou capaz de olhar pro outro a partir do outro, porque ele é diferente de mim. O que para mim não é importante para ele pode ser. O que para mim é uma bobagem para ele pode não ser. Então a falta de empatia, a falta de entender que o outro é outro e não é uma extensão sua. Além disso, o descontrole emocional, ou seja, eu não sou capaz de me regular, eu explodo, eu não me controlo, fazem com que a gente se silencie. E esse silêncio é uma autoproteção. Bom,

extensão sua. Além disso, o descontrole emocional, ou seja, eu não sou capaz de me regular, eu explodo, eu não me controlo, fazem com que a gente se silencie. E esse silêncio é uma autoproteção. Bom, é verdade. Por um lado, por um lado é verdade. Eh, às vezes a gente não encontra como se colocar. Às vezes a gente não, se eu for falar, eu vou explodir, eu não consigo me controlar, eu não tô entendendo o outro, não tô conseguindo praticar empatia. Então, dependendo da situação, a leitura é válida. é melhor eu ficar quieta nesse momento, porque talvez eu tenho a tenho uma sensação que eu vou piorar a situação. Então, algumas vezes é realmente melhor esse silêncio, né? Eh, existe esse esse silêncio que ele é proativo, ele é necessário, ele é benéfico. A gente em breve vai ter um episódio só para falar desse silêncio, mas eu já dou um spoiler aqui, já adianto um pouquinho, aproveitando a Clericiana trazer esse tema do silêncio, porque algumas vezes ele vem camuflado, às vezes a gente se apoia nessa excusa porque a gente não quer fazer enfrentamentos, a gente não quer ficar mal na fita. a gente usa de desculpas pra gente mesmo, porque a gente não quer se dispor, porque a gente não não consegue dar voz. Então, cuidado pra gente não usar esse silêncio às vezes como acomodação e outras vezes até como punição na forma de chantagem. É muito chato quando você tá numa discussão e alguém fala assim: "Não falo mais nada" e sai no no na hora que o negócio tá quente, fervendo e aí a pessoa dá uma de superior, ai não tenho mais nada para falar e silencia. Às vezes esse silêncio, então ele vem também como se ele tivesse sendo uma postura de arrogância, né? Eu não vou falar. É como se eu fosse tão bom que eu não mereço eh gastar a minha energia tentando fazer o outro entender, né? Então é importante a gente prestar atenção se esse silêncio ele vem com uma dose de caridade, eu prefiro ficar quieta porque senão vou ofender, eu vou magoar, eu posso me extrapolar, é isso? ou eu vou ficar

é importante a gente prestar atenção se esse silêncio ele vem com uma dose de caridade, eu prefiro ficar quieta porque senão vou ofender, eu vou magoar, eu posso me extrapolar, é isso? ou eu vou ficar quieta porque eh eu vou dar uma lição nele, vou dar um gelo nele, vou pôr ele no freezer ou então eu tô com medo, isso daqui não vai se acabar bem, então eu tenho até algo interessante, mas eu tenho coragem, tá me faltando coragem, então estou me acovardando. Então o silêncio ele tem várias vários aspectos e depois a gente vai aprofundar nele, mas acho que é interessante a sua colocação, por isso que eu já adiantei, né, que algumas vezes a gente usa o silêncio como autoproteção. Dependendo da situação, isso é válido. Dependendo da situação, você não tá se protegendo, você tá se excusando, você tá fugindo. Então, precisa analisar dentro de si qual que é a intenção. Eu volto pro João e paraa Rita Barreto e eles dizem assim: "Por isso estamos aqui em expiação e provas. conflitos muitas vezes por essa má comunicação, né? Refletir sobre cada situação é chave para viver bem. Precisamos de afabilidade e doçura nas comunicações. Então, João, eu vou, eu achei que você remeter ao evangelho foi muito bom. E então falar sobre a fabilidade e a doçura, tem tudo a ver com comunicação. Então, eu fiz questão de buscar o trecho do Evangelho e lê-lo na íntegra. Porque eh para deixar aqui essa provocação para depois a gente estender um pouco mais no capítulo. Então ele está no Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 9 e tem seis e tem os próximos que combinam com esse tema, mas esses esse que o João citou da afabilidade da doçura, especificamente está no item seis. E o Evangelho diz assim: "A benevolência para com os seus semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz a failidade e a doçura, que lhe são as formas de manifestar-se. Entretanto, nem sempre há que fiar nas aparências. A educação e a frequentação do mundo podem dar ao homem o verniz dessas qualidades. A aparência, só o brilho, mas não ser nada mais do

manifestar-se. Entretanto, nem sempre há que fiar nas aparências. A educação e a frequentação do mundo podem dar ao homem o verniz dessas qualidades. A aparência, só o brilho, mas não ser nada mais do que uma casca de afabilidade e doçura. Eh, quantos há, cuja fingida bonomia não passa de máscara para o exterior, de uma roupagem cujo talhe primoroso dissimula as deformidades interiores. O mundo está cheio dessas criaturas que t nos lábios o sorriso e no coração o veneno, que são brandas desde que nada as agaste, mas que mordem a menor contrariedade e cuja língua de ouro quando falam pela frente se muda em dado em dardo peçonhento quando estão por detrás. Eh, então, obrigada, João, por nos lembrar desse texto. Fica aqui o convite para vocês aprofundarem, mas os bons espíritos da codificação nos chamam atenção, que a fabilidade e a doçura, elas são frutos do amor ao próximo, mas que a gente precisa ficar atento para que elas não sejam simplesmente uma estratégia eh de sedução do outro, uma estratégia de criar uma persona da boazinha, da bonitinha, da que ajuda os outros. Então, precisa que não seja só uma um verniz, só uma aparência, que ele venha do nosso coração, ainda que a gente não seja perfeito, mas que a gente tenha a intenção de olhar pros outros com mais gentileza, com mais doçura, com mais afabilidade, né? A gente não é mais afável uns com os outros. a gente se atropela a hora que você vai descer de um veículo de de transporte público. Nossa, eh, quem não é muito grande, quem não tem muita força, eh, você pode correr risco de se machucar ali, porque as pessoas passam por cima. E hoje, cadê o respeito? O respeito pelo outro. Às vezes é uma pessoa que tá grávida, às vezes é uma pessoa já de mais de idade. Então essa essa afabilidade, o ser afável, ser cordial, ser gentil, parece que caiu de moda, infelizmente, né? Você ser doce, eh, as pessoas vão dar risada hoje se você falar: "Ah, você é doce". Não é bom ser doce hoje. É bom você ser esperto, né? Estrategista.

entil, parece que caiu de moda, infelizmente, né? Você ser doce, eh, as pessoas vão dar risada hoje se você falar: "Ah, você é doce". Não é bom ser doce hoje. É bom você ser esperto, né? Estrategista. É isso que é valorizado. Tem mais, gente, essa primeira aula aqui vocês participaram muito. A Simone Ross disse assim: "Cris, querida, olá, que saudade." E que gostoso escutar isso. Neste período assisti as séries antigas que não tive oportunidade à época, pois tenho o compromisso de estudar seus vídeos toda semana. Muito obrigada. Que honra a minha. Recentemente tive uma discussão com minha mãe, onde ficou visível a dificuldade de colocar as palavras certas, trazendo grande tristeza em meu coração. Mas com seus estudos também fui capaz de resolver os conflitos que foram gerados pelas palavras mal colocadas. As palavras são armas, como você colocou. Obrigada pelo carinho, pelo tempo disponibilizado e nos ajudar e orientar. continua com seus agradecimentos aqui, seu carinho e eu e eu retribuo. Simone, muito obrigada pela sua afabilidade, pela sua doçura em trazer esse esse feedback, em me oferecer esse esse doce que aquece esse gostinho bom. Ã, Simone, muito importante o que você trouxe. É uma realidade. Eu acho que quem quem nunca, né? Quem nunca teve uma discussão com quem ama e se perdeu nas palavras? Pesou, falou demais, misturou coisas, misturou situações, né? Quis lavar a roupa suja na hora que não era o ideal. Quem quem já não passou por isso? Impossível, né? Todo mundo passa. Agora, o que que é importante? O importante é é você se posicionar depois. É isso que nos cabe. Não adianta a gente ter ilusão de que a gente já tá pronto e nós não vamos mais errar. Eu sempre lembro do apóstolo Paulo. Apóstolo Paulo, o bem que eu quero fazer, eu não faço. O mal que eu não quero fazer, esse eu faço. Se o apóstolo Paulo, que estava lá, a gente sabe que é um espírito que veio preparado para essa missão, com com capacidade para desempenhar a missão que desempenhou, que é uma figura do

esse eu faço. Se o apóstolo Paulo, que estava lá, a gente sabe que é um espírito que veio preparado para essa missão, com com capacidade para desempenhar a missão que desempenhou, que é uma figura do cristianismo primitivo, se ele admitia que ele não dava conta muitas vezes, né, de ser 100% o que ele queria ser, imagina a gente. Então, não é uma questão da gente falar: "Ah, eu não escapo nada, não será? Será que a gente não tá fingindo, fugindo, reprimindo?" O importante é o que você fez. Eu fui capaz de resolver os conflitos que foram gerados pelas palavras mal colocadas. É a gente voltar. Olha, pensei, acalmei, posso conversar com você? E aí a gente pondera, pondera o nosso lado, pondera o lado do outro. Olha, da minha parte extrapolei. Eu falei o que eu não deveria, o que eu queria dizer a isso. Por outro lado, também quando você falou aquilo comigo daquela forma você também me machucou. Então, quando tiver calmo, quando eu estiver, né, mais pacificado, sem a emoção fervente, eu posso voltar e tentar reorganizar aquilo que foi na forma explodida, né, na forma das explosões eh de emoção. Então, obrigada, porque eu acho que esse é um ponto que também vai pra nossa listinha que nós estamos fazendo o caderninho de como melhorar as comunicações, né? Então, é esse mais importante do que conseguir segurar as palavras que vão escapar e que não são boas, é a gente se reposicionar e reorganizar o conflito gerado a partir do descontrole inicial. O Fábio José me pediu para deixar para vocês um filme. Vocês estão gostando do filme, gente? Vocês estão conseguindo acompanhar e e ter a sessão pipoca, sessão cinema no final de semana? Então ele disse: "Sugerir o filme Hacking para um sonho, né? Hacking for a dream". Hacking para um sonho. É de 2000 e mostra a negligência de um profissional de saúde no que se refere à atenção individualizada de cada paciente, né? Para cada paciente é a história de você ter uma comunicação só para todo mundo. Impossível. Você tem que adaptar a sua comunicação. Você não

e se refere à atenção individualizada de cada paciente, né? Para cada paciente é a história de você ter uma comunicação só para todo mundo. Impossível. Você tem que adaptar a sua comunicação. Você não vai falar com uma criança do jeito que você fala, com eh sei lá, com um padre ou com empresário ou com a gente vai adaptando até pro círculo, pro contexto, dependendo do lugar onde eu estou. Se eu tô na praia, eu uso uma certa, um certo linguajar. Se eu estou no meu escritório, eu uso outro. Então, a gente precisa adaptar. Não dá para sair falando. Imagina quando você tá atendendo alguém na medicina, na terapia, na psicologia. né? Então você tem sim que fazer esse vínculo e ele tem que ser individualizado. Sou eu com você, não é? Sou eu com qualquer um que está aí. Então deve ser eu não assisti ainda, eu vou assistir. Agora voltamos com o Diácono Rossi, que falou que é italiano, sim, tá morando no Brasil. Então, Diácomo fala: "Boa tarde, mais uma aula maravilhosa, gratidão. Sobre as energias da das palavras, já ouvi dizer que soltar palavrões no momento da raiva ajuda a descarregar e relaxar." Não estou convencido disso e gostaria da sua opinião, por favor. Aí ele faz o PS que eu descobri que ele é italiano. Pode pronunciar o meu nome da forma italiana se quiser, pois sou italiano e moro no Brasil há 15 anos. Diácomo, eu penso como você. Não fecha essa, tem algo errado aí, né? Não soua gostoso a gente falar que se eu descarregar os palavrões eh é algo terapêutico e e a gente deve colocar na nossa lista de como aliviar as emoções. Eh, que vai aliviar, vai aliviar, não tenha dúvida, né? Porque você vai liberar a energia da raiva, você põe ela em movimento. Então, que vai dar um uma acalmada, a gente sabe disso, na própria pele, né? Solta os cachorros, xinga, fala, fala, fala, fala, fala. Depois a gente faz até assim, ó. Ai, né? Tipo assim, relaxei. Agora, a que custo? Como ficou o outro nessa história? Que energia eu criei no clima do no ambiente? Que fluidos eu emanei? Porque

, fala. Depois a gente faz até assim, ó. Ai, né? Tipo assim, relaxei. Agora, a que custo? Como ficou o outro nessa história? Que energia eu criei no clima do no ambiente? Que fluidos eu emanei? Porque eu vou me responsabilizar por isso. Então é algo que é imediatista para mim, causa um alívio, só que num segundo momento me prejudica muito, porque eu vou me responsabilizar por tudo aquilo que saiu de mim. Eu vou me responsabilizar pelo machucado que eu fiz no outro, pela ofensa, pelo pelo como ele se sentiu. Eu vou me responsabilizar pela energia que eu criei aqui com esse acesso de explosão de palavrões. Eu vou me responsabilizar pelo efeito desses fluidos. Eu vou me responsabilizar pelas mentes que vão sintonizar comigo, atraídas pelo mesmo pela mesma faixa de vibração. Então, não é inteligente a gente liberar emoções xingando palavrões. A gente vai ter outros mecanismos em que a gente vai ter o ai sem precisar criar uma situação pior depois. Então, a gente brinca e brinca a gente trabalha com as crianças de uma forma mais lúdica, socar o travesseiro, mas até a gente pode fazer isso, socar o travesseiro. A gente pode até gritar, pode ser pela voz, sem sem falar palavras feias, né, chulas, agressivas. A gente pode só solta um grito, ah, pronto, gritei, aquilo saiu. Eu não preciso falar algo que eu sei que é algo ruim, né? Não é não é bom isso. Então, palavrões, esquece. Isso pode até ter um efeito num primeiro momento de alívio, mas a gente pode conseguir esse alívio sem se prejudicar no seguinte, no momento seguinte. Então, às vezes eu escrevo uma carta, o diário, o diário é terapêutico. Escrevo uma carta para aquele que me magou. Escreve, escreve, escreve, escreve. Me chatei com isso. Eu nunca imaginei. Na hora eu queria pegar você pelo pescoço, mas eu não peguei. Então não tô xingando de palavrão. Tô tô tô dizendo o que eu estou sentindo. Aí depois rasga a carta ou faz uma pega um apanhado ali, transforma numa numa conversa saudável num segundo momento. Olha, organizei meu pensamento, escrevi

. Tô tô tô dizendo o que eu estou sentindo. Aí depois rasga a carta ou faz uma pega um apanhado ali, transforma numa numa conversa saudável num segundo momento. Olha, organizei meu pensamento, escrevi tudo. Tem uns pontos que eu gostaria de voltar a falar com você. Tem 1000 formas, né? respiração, oração, toma um banho, faz uma corrida, cada um vai conseguir extravazar essa energia para ela não ficar reprimida, porque ela adoece, mas sem usar palavrão. Palavrão não justifica, não. É que nem a gente falar assim: "Ai, uma pessoa me ofendeu e eu aliviei dando um soco na cara dela." Dei um soco na cara dela, saí de lá sem, né? Ah, só que isso é solução. Isso não é solução. Eu não vou ficar bem. e o outro não vai ficar bem, eu vou responder por isso. Então, ainda que tenha um prazer esquisito aí que tem, né, dessa agressão quando eu soco alguém, mas não é não é uma estratégia válida, né? Não compensa. Pronto, agora nós vamos para o episódio dois. A gente falou da fala amorosa, da importância da nossa fala carregar boa intenção, da nossa fala ser cristã, da gente não disfarçar e esconder que a gente está falando a verdade para jogar na cara do outro monte de lixo, né? O que que é falar com amor? falar com amor é é você não julgar, é você compreender o outro, é você falar conforme o outro está pronto para ouvir, é você exemplificar, é você não eh não cobrar, né? Então é ter amor. Eu quero fazer o bem pro outro. Eu vou fazer o bem pro outro na fala. Eu quero ajudar, eu quero, eu tenho uma intenção de fazer o outro crescer. Isso que é uma fala amorosa. Tem um perfil que se apresentou com Educa Marte e disse: "Às vezes é melhor deixar certos assuntos no passado, pois não altera nada e a vida que segue, principalmente se está tudo correndo bem, mas você tem toda a razão nas colocações. Obrigado." Bom, e é realmente, né? sempre tem esses dois lados da história. Então, veja, eu tenho uma coisa que me aconteceu, sei lá, com a minha mãe quando eu tinha 15 anos e foi o mal entendido, teve

brigado." Bom, e é realmente, né? sempre tem esses dois lados da história. Então, veja, eu tenho uma coisa que me aconteceu, sei lá, com a minha mãe quando eu tinha 15 anos e foi o mal entendido, teve agressão minha dela, enfim, ficou um negócio lá. Mas de lá para cá eu já elaborei, eu entendi perfeitamente o meu lado, a minha idade, a preocupação dela. Hoje eu entendo porque eu também sou mãe, então eu sou capaz de entender ela como mãe. Para que que eu vou lá ressuscitar esse morto? Qual Qual a finalidade? Não tem nenhuma. Eu não estou guardando nenhuma energia ruim, nenhuma mágoa. Eu elaborei, eu parei, eu refleti, eu trouxe tudo isso, eu analisei, eu diferenciei, eu compreendi a mim mesma ela. Em algum momento eu já extravazei essa energia se tava lá atrás. Então, pronto, isso significa que eu superei, eu andei, eu não tô presa lá. Não existe uma energia lá condensada que me uma emoção que está lá presa até hoje. Aquilo ficou é é registro, é memória. Só não tem um nó emocional lá. Quando eu falo daquilo, não desperta a emoção. Esse é um termômetro. Não desperta a emoção tudo de novo em mim. Então, quando eu lembro do que minha mãe me falou, por exemplo, eu não choro, não fico com raiva, eh não me sobe um uma emoção descontrolada, não. Eu só lembro, falo: "Nossa, é coisa que passa". E falei, ela falou, sabe? Vem calmo, significa que isso ficou para trás, então não tem para que, a não ser que eu faça isso, sei lá, mãe, lembra aquela vez? Nossa, cada coisa que a gente já passou, né? Pai, filha, nem fale. Ainda bem que a gente se entendeu. Mas para que que eu vou levantar isso se não for para crescer? Agora tem outra situação. Eu lembro disso, como eu falei, e me volta ao nó, eu começo a me descontrolar, eu quero chorar, eu fico com uma raiva, tem emoção. E aí eu faço o quê? Eu vou lá, bato na porta dela e falo, vamos conversar? Não sei. Cada caso é um caso. Você tem que elaborar com você. Se você tiver fazendo terapia, elabora na terapia. Conversa com Jesus, conversa com amigos,

á, bato na porta dela e falo, vamos conversar? Não sei. Cada caso é um caso. Você tem que elaborar com você. Se você tiver fazendo terapia, elabora na terapia. Conversa com Jesus, conversa com amigos, troca. E se tiver depois que você pensou, elaborou, analisou, diferenciou, né? Pronto, eu trabalhei com isso. Agora se pergunta, quer quer voltar e falar, mãe, eu queria conversar com você sobre um acontecimento. Por que não, né? Por que não? Eh, aí pode ter um benefício, porque ainda tem algo que não que não foi, tem nó. Então isso pode ter um benefício. Olha, eu queria dizer para você que aquilo me magoou na época, mas que eu também da minha parte falei o que eu não deveria. Então eu só queria trazer isso porque eu achei que ficou o negócio mal resolvido. Então pode ter benefício. Então não dá pra gente generalizar. A gente vai ter que olhar cada caso, né? Cada caso é um caso. Por isso que tem horas que é bom a gente trazer ou ressuscitar aquele acontecimento e tem hora que não precisa, que não vai ter benefício. Então, a gente vai sempre olhar um por um. Bom, agora Carla Costa diz assim: "O amor verdadeiro é sobre aceitar a luz e a sombra do outro. Porém, isso não pode ser justificativa para o outro não buscar equilibrar suas sombras. e nem para aceitar desrespeito. Qual a linha divisória? Para amar precisa se relacionar. O amor é incondicional, a relação não. Aí ela fala: "Se bem que a maternidade é incondicional para mim". Maternidade sai fora, né, Carla? A gente entra no outro, no outro patamar aí da maternidade. Mas vamos ficar na primeira parte da sua pergunta, né? Se o amor verdadeiro é sobreitar a luz e a sombra. Ok? Então eu vou aceitar a sombra do meu companheiro. Mas até que ponto? Cadê a linha divisória? Quando eu vou começar a ser conivente, quando eu vou começar a ser cúmplice da do que ele tá fazendo com a sombra dele, quando eu estou, ele está me machucando, ele está me desrespeitando. Então, até quando eu vou ficar eh a mercê dessa sombra, né? Quanto que isso eh eu acabo

da do que ele tá fazendo com a sombra dele, quando eu estou, ele está me machucando, ele está me desrespeitando. Então, até quando eu vou ficar eh a mercê dessa sombra, né? Quanto que isso eh eu acabo não sendo conivente? cúmplice, acomodada com a situação. Então, realmente vai ser difícil eu conseguir te dar uma resposta que sirva para tudo e que seja uma receita. Essa essa busca da linha divisória é o próprio trabalho. Enquanto a gente ficar buscando essa linha divisória, nós estamos crescendo, nós estamos nos desenvolvendo, nós estamos ampliando. Eu acho que o simples fato de procurar, de pensar, de avaliar, você já vai chegar, né? Porque como cada caso é um caso, eu só vou não perceber essa linha divisória quando eu não estiver consciente, quando eu estiver desatenta. E aí eu tô vivendo no automatismo e daqui a pouco alguém fala: "Cris, você vai ficar tipo apanhando, sendo desrespeitada até quando?" Ah, mas é o jeito dele. É o jeito dele. Ele muda, né? o jeito dele 1 ano, 2 anos, 3 anos, 5 anos e você tá aí aguentando. Então, quando eu estou inconsciente, eu não vou ver essa linha divisória. Mas se eu estou atenta como você parece estar, quando se está atento, prestando atenção e fazendo essa pergunta, mas pera aí, há quanto tempo faz que eu tô falando que isso machuca e a pessoa não tá modificando? Quando eu estou nessa pergunta, eu já estou me protegendo. Aí eu tenho chance sim de falar: "Não, eu acho que o meu bom senso tá me dizendo que passou". Não, eu acho que eu não fui tão clara. Eu vou falar de novo, eu vou fazer a minha parte, eu vou me poupar ficando fora desse tipo de situação, porque daí ele não me machuca. Então eu vou elaborar estratégias ou para dizer: "Chega, eu tô pondo no limite final". ou para me proteger, para não ser resvalado em mim, ou para dar uma uma um tempo e uma um limite para aquilo, de alguma forma, eu vou conseguir encontrar um caminho que não seja nem de tchau, vou aproveitar falando que ele é ele tem uma sombra e para eu me respeitar eu tô

um tempo e uma um limite para aquilo, de alguma forma, eu vou conseguir encontrar um caminho que não seja nem de tchau, vou aproveitar falando que ele é ele tem uma sombra e para eu me respeitar eu tô dando no pé, porque também não é por aí, porque a gente cresce fazendo esses esses ajustes e nem tampouco a ficar submisso, porque afinal de contas eu casei com a sombra, então eu não posso desfazer dele, tenho que ficar aguentando, apanhando também. Não é esse o caso, né? Mas o que vale sempre a gente lembrar dos 50, lembrar do 50% de cada lado. Que que me cabe, o que que é meu, o que que eu posso fazer, o que está em minhas mãos. Eu estando consciente, fazendo essa pergunta, a gente vai conseguir diferenciar até onde a gente deve ir ou não dessa linha divisória que você tá perguntando. O Demétrio, que também está sempre com a gente, diz: "Às vezes uma criança de 7 anos nos traz um ensinamento para uma vida inteira incrível, porque eu dei o exemplo, acho que do Augusto, né? Ele falou: "Tentei evitar, tentei evitar citar o cutigut, eh, mas foi falado duas vezes. Ficou bem alegre o exemplo. Depois do primeiro episódio, voltamos à Terra e no segundo vem a flecha da consciência que começa a cutucar. Necessitamos muito entender como nos comunicamos externa e internamente. Demetro, eu gostei dessa história da flecha e eu tenho também essa sensação. Joana nos faz isso, né? A gente brinca que Joana Cutuca e Joana Col nosso grupo de estudos presencial aqui em Amparo, a gente sempre brinca, ai meu Deus, Joana de vez em quando dá uns chahões, né? A gente não sabe onde onde foi. Então assim, foi pros ar, mas depois a gente volta pra Terra, porque depois ela sempre termina os capítulos dela acolhendo. Ela tem sempre uma palavra de esperança, ela sempre nos coloca para cima, né? Então, é como uma educadora mesmo. Eh, mas eu lembrei, quando você fala dessa flecha, eu lembrei do apóstolo Paulo também quando ele fala ã do espinho na carne, tem relação com aquilo que eu acabei de citar, né? Eh, quando ele fala: "O bem

mas eu lembrei, quando você fala dessa flecha, eu lembrei do apóstolo Paulo também quando ele fala ã do espinho na carne, tem relação com aquilo que eu acabei de citar, né? Eh, quando ele fala: "O bem que eu quero fazer não faço. O mal que eu não quero fazer esse eu faço". Isso é reflexo do quê? Do espinho na carne. Então, como se ele falasse, tem algo em mim que são o quê? Os conflitos, os os complexos, né? tem algo em mim que me cutuca, que me cutuca e que toma conta de mim. E isso é importante pra gente, porque se ele não me cutucasse, se meus conflitos não me atrapalhassem, se os meus conflitos não me desajustassem, que que iria acontecer? Eu não iria trabalhar com eles. Deixa lá, né? Tá confortável, não tá me doendo, não está atrapalhando meu relacionamento, não está me fazendo perder emprego. Para que que eu vou mudar? Agora eu tenho um espinho, um conflito e esse conflito já me atrapalhou no trabalho. Esse conflito me atormenta na relação familiar, eu vou ter que lidar com ele. Então o espinho na carne é esse que cutuca mesmo, essa flecha que faz com que a gente vá buscar alternativa para superá-la e aí a gente cresce. Então, a gente precisa desses cutucões, porque realmente eles são eh fundamentais pra gente tomar consciência do que que em nós precisa ser mudado. Se o apóstolo Paulo falasse assim: "O bem que eu quero fazer, eu faço. O mal que eu não quero fazer, se eu não faço". Ele não tinha mais nada para trabalhar. Ele não tinha espinho na carne, ele não tava sendo incomodado. Ele não tava sendo cutucado. Ele não estava em dilema. Por que que eu faço? Porque que eu não faço? Era Jesus. Jesus nunca falou pra gente: "Ai, eu queria fazer isso, mas eu não consigo. Toda vez que eu vou tentar fazer aquilo, eu não faço". Jesus não tinha espinho na carne. Jesus não estava sendo cutucado. Jesus não tinha algo que o incomodava para ele crescer. É, era plenitude. Jesus era luz. Jesus era consciência. Então nós, ele é o nosso modelo e guia. Nós vamos chegar lá. Mas se hoje a gente não for cutucado,

tinha algo que o incomodava para ele crescer. É, era plenitude. Jesus era luz. Jesus era consciência. Então nós, ele é o nosso modelo e guia. Nós vamos chegar lá. Mas se hoje a gente não for cutucado, flechado, incomodado, a gente não vai se mexer. A gente precisa de um termômetro que fale: "Olha, esse tem alguma coisa em você que tá tá afastando as pessoas, Cris, puxa vida, quantas vezes você já escutou alguém começando com você daqui a pouco falar: "Ah, mas eu tô indo embora porque você é muito chata". Então você vai ficar sendo cutucada até você parar e falar: "Tá bom, é o que que é meu aqui 50%. Eu vou trabalhar com o que é meu. Então essa flechada, esse espinho, eles são bons pra gente. A gente deveria agradecer pelos incômodos, porque eles que nos fazem crescer. Vamos agora para escuta empática, terceiro episódio, né? Então, eh, a gente vai falou primeiro do da fala com amor. Então, eu vou falar do que é meu. Eu não vou ficar falando do outro apontando o dedo, porque isso não é amoroso, né? Eu vou, eu vou expor com carinho aquilo que me toca, as minhas necessidades. E no episódio três, a gente fala da escuta empática, que não é uma escuta filtrada, que eu só escuto o que me interessa. Conforme eu tô escutando, eu já vou processando do meu jeito e eu já vou contraargumentando. Não. Escuta, se põe no lugar dele, tenta entender o que ele tá falando. Não fica já arranjando argumentos para quebrar o argumento dele. Isso não é empatia. se esvazia, escuta, por mais absurdo que ele esteja falando, o que será que ele tá querendo? Por que ele se sente assim? Sabe quantas vezes a gente a gente escuta alguém dizendo algo a respeito da gente, a gente fala: "Ah, não, não tem nada a ver comigo". Nossa Senhora Pessoa é injustiça. É injustiça. O que que é escuta empática? Nessa hora que tá difícil de engolir o que o outro tá falando, a gente respirar e falar: "Olha, mas mas ele deve ter o motivo dele. O que será que ele tá vendo? Por que será que ele está me descrevendo assim?

ra que tá difícil de engolir o que o outro tá falando, a gente respirar e falar: "Olha, mas mas ele deve ter o motivo dele. O que será que ele tá vendo? Por que será que ele está me descrevendo assim? Como é que ele viu? Se eu não acho que eu tenho nada a ver com isso, mas ele viu. Então eu vou fazer um esforço para entender o que ele está me dizendo, por menos sentido que faça para mim. Isso é a escuta empática. E o João e a Rita participam sempre, disseram assim: "Nosso relacionamento não é adversário, é nosso companheiro de caminhada. Sejamos pacíficos". Ai, João, eu adorei isso. Porque é tão óbvio, é tão óbvio. Quantas vezes é como se a gente quisesse falar: "Viu, eu tô do seu lador, eu te amo." Você tá, você tá entendendo que eu te amo? Porque do jeito que vai chegando a relação, parece que a gente tá numa disputa, né, de de armado. Parece que a gente faz parte de dois times e estamos disputando, porque a gente volta na guerra lá do primeiro episódio, né, que a gente tá disputando para ver quem vence a guerra. E e se a gente naquele momento parasse um pouquinho e lembrasse de quem quem é que tá ali na sua frente, você ia falar: "Nossa, mas por que que eu tô falando isso para você? Eu amo você. A gente se ama. né? Então parece óbvio, mas a hora que a gente liga o piloto automático e vai viver, João, ah, fica difícil. Mas eu trouxe aqui uns pontos pra gente pensar, né, que a gente tem esse olhar calibrado pro pessimismo. A gente olha sempre pro que falta, a gente olha pro ruim, a gente olha pro que o outro não fez. A gente tem um dom de esquecer o que é 90%, que é o lado bom, o lado leve, o lado da gratidão, as coisas que a gente constrói juntos. tem tanta coisa boa, mas a gente faz ser gigante o desacordo. E aí eu cito sempre aquela frase do inglês que eles usam demais essa gíria. A gente deveria incorporar isso na nossa dinâmica de relacionamentos, como ele quando eles falam: "Let's agree disagree." Let's agree and disagree. Vamos concordar em discordar e pronto.

s essa gíria. A gente deveria incorporar isso na nossa dinâmica de relacionamentos, como ele quando eles falam: "Let's agree disagree." Let's agree and disagree. Vamos concordar em discordar e pronto. Porque vai chegar uma hora que não vai ter argumento. Não é uma questão de, sabe quando a gente mas escuta o que eu estou falando? Quando a gente fala, escuta o que eu estou falando. Às vezes o outro já escutou, mas ele tem um outro pensamento. Não adianta você falar de novo, de trás para frente, pausado, em outra língua. Ele já escutou, ele só não pensa igual. Então, nessa hora, quando a gente entende, você já entendeu o que eu falei? Eu entendi. Você entendeu o que eu falei? Eu entendi. Você mudou sua opinião. Não. E você mudou sua opinião também? Não, pronto. Let's agree and disagree. Vamos concordar em discordar e move on. E e vai pra frente. Vamos para outra coisa. Vamos pensar em outra coisa. Vamos fazer outra coisa. Ah, mas vai ficar mal resolvido aquilo. Não, aquilo foi resolvido. Somos dois seres diferentes que pensamos diferentes e descobrimos um ponto em que a gente não consegue entrar num consenso. Ah, mas tem coisa que vai ter que Aí a gente entra no quê? Na negociação. Então vamos negociar, né? pensamos totalmente oposto. Como é que a gente negocia isso? Aí a gente vai ter que ter estratégias de eu cedo, ele cede, aí entra em negociação, mas eu não preciso ir pra doutrinação que o outro tem que pensar igual a mim para eu conviver com ele, senão ele vai ser meu inimigo. Isso é o que tá predominando a sociedade. Ou você pensa igual a mim, você vota no mesmo partido, você tem o mesmo ideologia religiosa, política, seja lá o que for, senão você é meu inimigo. A gente tá vivendo isso. Não era assim, gente. Não era assim. Eu não sei em que momento que a gente polarizou e ao polarizar a gente decretou guerra e hoje a gente não consegue conviver, né? Então chega uma hora que a lets agree disagree. Ai olha, já falamos tudo, já falamos tudo, já escutei, já falei, já esgotei. Então

zar a gente decretou guerra e hoje a gente não consegue conviver, né? Então chega uma hora que a lets agree disagree. Ai olha, já falamos tudo, já falamos tudo, já escutei, já falei, já esgotei. Então vamos dar para encerrado isso. Você fica com seu, fico com meu, vamos fazer outra coisa da vida. Ah, mas tem que ter tomar uma decisão a partir, então vamos negociar. Não, já não cabe mais a gente ficar tentando convencer um ao outro. Agora a gente vai negociar e ver o que que a gente pode fazer para os dois ficarem bem, né? Ã, então esse foi a o João. Agora vamos paraa Jerusa Valtermas. Ela diz: "No caso de um narcisista não tem como se interessar, sendo que nem ele mesmo quer ouvir nem falar. Tem casos que é difícil. E a Simônica ET, que tá sempre com a gente também concorda. Diz verdade, Jerusa, eh, Walter, é complicado ter uma comunicação que o outro não quer, seja em qualquer situação, né, que o mesmo se encontra. Então, eh, realmente tem pontos em que a gente não consegue, né, a forceps, abrir o outro para ele poder entender. Ele tá fechado, ele está lá encastelado. O narcisista vive encastelado. Ele tá no castelo dele esplendoroso. E ele não, ele pôs muro, ele pôs fça, ele pôs ponte movadiça, ele pôs todas as barreiras porque ele não quer te ver. Exagerei, né? Dramatizei. Então, nesse caso, realmente, eu não tenho o que fazer. Eh, ai paciência. Mas de novo, o que que eu trago sempre? 50% de cada lado. Como é que você foi se enroscar com com uma pessoa dessa, né? Como é que surgiu esse essa pessoa narcisista aí na sua vida? Qual parte sua que você em algum momento afinou, simpatizou, sintonizou, gerou? E então também não adianta só virar as costas, né? A gente vai chegar um momento que a gente vai poder pôr um fim na relação quando ela não é mais eh quando a gente percebe que esgotou o que podia ser feito. Mas eu acho que quando a gente pensa no 50%, a gente pode descobrir alguma forma eh de mexer com esse encastelado, né? Então não quer, não tá querendo ouvir, usa um pouco de

tou o que podia ser feito. Mas eu acho que quando a gente pensa no 50%, a gente pode descobrir alguma forma eh de mexer com esse encastelado, né? Então não quer, não tá querendo ouvir, usa um pouco de criatividade para ver se você não consegue abrir uma outra porta. De repente a fala eh frontal assim, né, de chegar e conversar não funciona, a pessoa não escuta. Mas às vezes, se você contar uma história, fazendo uma analogia, ele pode captar analogia, depois você transfere. Então também não vamos ser rápidos em decretar essa e esse veredito, né? Ah, o outro não quer me escutar, então pronto. Então, sou eu que devo investir na relação. Que que eu posso fazer? Que que me cabe? Que que dá certo? Simone Ross volta e diz: "Ufa, boa noite, Cris. Agradeci que agradecida aqui pelas palavras tão elucidativas quantas observações que no passar dos dias e das horas não percebemos. Como é difícil! Precisamos praticar regularmente, pois é tão gostoso quando alguém se dispõe a nos ouvir com atenção e carinho. Deus te abençoe até semana que vem. É isso, Simone. Eh, eu achei esse esse ponto de uma elegância. Qual o argumento que eu posso dizer para vocês praticarem mais a escuta empática? Simplesmente por causa disso. É tão gostoso quando alguém se dispõe a nos ouvir com atenção e carinho. É tão valoroso isso. Quando a gente tá lá com problema, com dilema, quando a gente quer conversar, é tão ruim. Quando a gente tenta conversar, a pessoa não deixa nem você terminar, ela já vai dando opinião. Que você fala, não tem nada a ver o que você tá falando. Você não sabe, eu não tô conseguindo nem explicar e você já tá querendo solucionar. Ou então a pessoa fala assim: "Ah, é, realmente isso aí é difícil, hein? Viu? O que que vai ter de janta hoje? É horrível isso. É tão aquece tanto o coração quando você fala: "Ai, eu tava pensando nisso, aconteceu aquilo". E a pessoa para para prestar atenção. Mas como é que é, Cris? Puxa, mas então você quer dizer, pera aí, pera aí, senta aqui um pouquinho, deixa eu entender melhor.

a pensando nisso, aconteceu aquilo". E a pessoa para para prestar atenção. Mas como é que é, Cris? Puxa, mas então você quer dizer, pera aí, pera aí, senta aqui um pouquinho, deixa eu entender melhor. Gente, parece que nem existe mais isso. Você solta rojão, sabe? ganhou na loteria, alguém parou, guardou celular para ouvir o que você tá falando. Nossa, isso é tão bom. Então é isso, vamos treinar mais, vamos ter mais consciência pra gente prestar atenção, porque a gente quer fazer isso. A gente só esqueceu. A gente tá correndo na nossa vida que nem doidos e a gente esqueceu que isso é tão gostoso. É tão gostoso quando alguém se dispõe a nos ouvir com atenção e carinho. Vamos oferecer isso pro outro para que ele veja quanto é gostoso e ele tem a chance de escolher fazer isso pra gente. Porque se ele tá também perdido e a gente não faz isso por ele, ele nem sabe que existe. Agora, quando a gente se ama mesmo e a gente oferece alguma coisa, é bem provável que o outro fale: "Também quero oferecer isso para você", né? É como uma troca que são as relações. A Sabrina Diogo disse: "Bom dia, eu estudei CNV no curso de pedagogia e me abriu uma janela e me fez olhar com outros olhos algumas situações. É um exercício diário. Eu trouxe isso porque eu queria deixar aqui registrado. Eh, existem vários cursos de comunicação não violenta. Vale muito a pena. Vale muito a pena. é um bom tanto do que a gente tá trabalhando aqui, é porque eu também fiz o curso e aí eu trago essas técnicas. É prático, é fácil de de você entender o mecanismo, é difícil de aplicar porque vai ter que quebrar padrões passados, mas esclarece, abre portas, que nem ela tá dizendo assim, abriu uma janela. Então fica aqui para vocês pesquisarem que tem muita coisa na internet de CNV, de comunicação não violenta pra gente enriquecer a nossa comunicação nos nossos relacionamentos. A Nadir Rosa disse: "Por favor, fale sobre as péssimas atitudes dos estudantes de hoje em dia. Eles não respeitam nada, nem o que foi combinado.

iquecer a nossa comunicação nos nossos relacionamentos. A Nadir Rosa disse: "Por favor, fale sobre as péssimas atitudes dos estudantes de hoje em dia. Eles não respeitam nada, nem o que foi combinado. Não permite que o curso da aula flua. Como já trabalhei a responsabilidade individualidade coletiva, mas não adianta. Olha, Nadir, tá difícil, tá difícil, eu sei. a gente trabalha com educação, as famílias estão desestruturadas, as crianças estão chegando sem limites, eh o a mídia não colabora em nada, pelo contrário, ã o avanço da tecnologia, né, do das redes e dos e dos acessórios e dos apps, tudo isso vira uma sopa e e a sala de aula tá sendo muito prejudicada. Mas antes da gente falar do jovem, porque o jovem é é a é o produto, né? O jovem é o que saiu ali dessa linha que a gente montou. Antes de falar do jovem, eu queria falar justamente disso, das famílias, dos pais, dos educadores, da mídia, do governo, da cultura, das ideologias. Porque a gente pega tudo isso, coloca dentro da cabecinha dos jovens que estão entre dois planos quase, que é o da infância e o da da fase adulta. Eles por si só já já é um mundo caótico lá dentro que faz parte. E a gente pega tudo isso e não ajuda a organizar, pelo contrário, desorganiza e depois a gente olha para eles e fala assim: "Que que vocês estão fazendo aí? Vocês não tm educação não?" Então eu aproveito a sua fala para fazer aqui uma crítica ao sistema inteiro, as famílias, a mídia, ao governo, a cultura. A gente não tá um pouco caso, tá um pouco caso com a educação. Onde que a gente tá vendo as pessoas falarem de educação? Preocupadas, querendo investir, resgatar, melhorar. É só índice pior a cada ano, estatística pior a cada ano em todas as áreas, cognitiva, social, emocional, moral. Alguém está falando: "Pelo amor de Deus, vamos nos unir em nome da educação". Não, mas a gente quer que o o jovem se vire. Se vire, jovem. Você não sabe nem quem você é. Você tá começando a chegar na vida. Mas pega tudo isso aí que a gente tá pondo em você e não sei o que

ção". Não, mas a gente quer que o o jovem se vire. Se vire, jovem. Você não sabe nem quem você é. Você tá começando a chegar na vida. Mas pega tudo isso aí que a gente tá pondo em você e não sei o que você vai fazer. faça o que eu não tô dando conta de fazer enquanto adulto. Então, eu tenho a mesma crítica que você tem, só que ao invés de eu falar aqui o jovem, eu tô falando de quem está gerando esses jovens. E o último episódio, flexibilidade, que é as tais negociações, né? Eu eu trouxe a Débora de Marco e ela diz: "Boa noite, Cris. Algum dia você pode falar sobre a lição de perdoar até 70 vezes sete vezes?" Na prática é desafiador. Consegui compreender muito disso nas suas falas de hoje. Abraços carinhosos. Vamos lá, Débora. Acho que é um assunto bem interessante, né? Eh, eu lembrei de um caso que o Chico conta que chegou uma mulher na fila, né? Vai lá, aí quando chega para conversar com o Chico, fala assim: "Chico, sabe a história do perdoar 70 vezes sete vezes? Então, eu tô com meu marido, que é um crápula, né? Já faz uma vida inteira. Eu fiquei pensando outro dia que eu já perdoei ele. Pode pôr 70 x 7 x 7 x 7 o quanto você quiser que eu ainda vou estar contemplada. E aí acho que os os benfeitores falaram pro Chico: "Chico, não dá para você falar para ela que ela tá liberada, que ela tá querendo que você libere ela para ela para ela pedir a o divórcio. Não vá por esse caminho que não vai ser o caso, hein?" E aí o Chico sai naquelas brincadeiras dele e fala: "Não, minha filha, é 70 xes cada ofensa." Aí ela fala: "Nossa, Chico, mas cada ofensa, cada vez que ele me ofendeu, eu tenho que perdoar 70 vezes, sete vezes." Ah, e daí ela vai embora, depois ele conta que passou um tempo, ela volta e ele fala: "E aí?" E ela volta chorando porque ele tinha morrido e ela sentia falta. Então tem essa história que a gente conhece, mas o Chico traz ali o que que ele quis dizer. E o próprio Jesus, quando Jesus faz essa conta absurda, que que ele tá querendo dizer? É quase como se ele falasse: "Tem

sa história que a gente conhece, mas o Chico traz ali o que que ele quis dizer. E o próprio Jesus, quando Jesus faz essa conta absurda, que que ele tá querendo dizer? É quase como se ele falasse: "Tem que perdoar para sempre". Ele ele dá um uma resposta, né? Porque tinha um tal de um sete na pergunta quando Pedro, né? Pedro, né? Jesus, a gente tem mesmo que perdoar sete vezes. Que que Jesus falou? 70 vezes, sete vezes, 7 milhões de vezes, sete vezes eternidade. É como se ele falasse, não é sete vezes não, meu filho. Você vai ter que perdoar para sempre. É isso que tem. Agora a gente pensa, né, como é que eu vou perdoar para sempre? É como se ele falasse que esse perdão ele ele é ele é um ele é perene. É como se ele fosse a priori. Eu vou eu vou fazer uma distinção para ver se eu consigo eh expressar o que eu tô o que eu tô querendo. Então, vamos supor eh pega, vamos pegar Jesus, né? Então vai lá o fariseu e e acusa Jesus e de ser de ser um um ser um herege lá, de tá contra eh manipulando, distorcendo as palavras de Deus. Então vem o o doutor da lei e acusa Jesus, ofende Jesus. Jesus vai perdoar? Jesus já perdoou antes dele fazer essa essa ofensa. É isso que como assim que Jesus já perdoou? Porque Jesus não é ofensável. Não dá pra gente ofender Jesus. Então Jesus já a priori disponibiliza pra gente o perdão. Ele vai, ele vai perdoar sempre, não importa o que você faça. Por que que ele vai perdoar? Porque ele não é afetável. O que que é a prática do perdão? A prática do perdão é: "Eu fui ofendido e eu vou trabalhar comigo para eu não ficar querendo descontar, me vingar". Então eu vou liberar você, eu vou perdoar você, eu vou liberar você de uma de um sentimento que eu tava sentindo. Isso que pra gente a prática do perdão é uma prática de tentar liberar a emoção que vem causada com com a ofensa. E quantas vezes que eu vou ter que liberar essa esse esse mal-estar? Sempre. Sempre. Cada vez que alguém me ofender, cada vez que alguém me afetar, cada vez que alguém me desequilibrar, eu preciso

sa. E quantas vezes que eu vou ter que liberar essa esse esse mal-estar? Sempre. Sempre. Cada vez que alguém me ofender, cada vez que alguém me afetar, cada vez que alguém me desequilibrar, eu preciso trabalhar para liberar isso. Isso não me atrapalhar mais. Tá para sempre. Não adianta falar: "Ele ele me afetou, eu fiquei remoendo, mas eu já eu já fiz 70 vezes sete vezes, então agora eu vou ficar remoendo isso porque já passou da conta, não. Então eh esse perdoar para sempre é o nosso futuro. Hoje ainda não dá. a gente é que nem você falou, é desafio. Hoje a gente vai ficar lutando com isso, lutando com isso. Mas conforme a gente vai crescendo, evoluindo, quando a gente chega lá onde tá Jesus, aí isso vai ser para sempre. Então, 70 x 7 vezes significa sempre, sempre, toda vez. Ah, mas toda vez é porque toda vez é porque se você não perdoar, você vai estar alimentando uma sombra, um conflito. Não dá para evoluir carregando conflito. Para você evoluir, você vai ter que iluminar esse esse mundo seu dentro. Quando você ilumina o mundo dentro, você perdoa. Então, é parte do processo. Não é uma ação que você executa, é uma conquista interna. O perdoar é o reflexo. Então, por isso que você vai ter que perdoar sempre. Ou seja, você vai ter que sempre trabalhar com você para não ficar alimentando raiva, mágoa, sempre, toda vez. Será que eu respondi? Senão você pergunta de novo e a gente volta nesse assunto. Débora, agora pra gente terminar. Nossa, passou o horário, hein? João e Rita, eles dizem assim: "Mas no fundo sou flexível na maior parte do tempo, mas quando eu birro, meu Deus". Ah, então João, obrigada de novo você com essa espontaneidade. E eu vou aproveitar a sua fala para lembrar, porque quando você quando eu li o que você falou e eu entendi o que você falou, que a gente vai vai, chega uma hora que também passa dos limites, né? Mas não é o seu caso, mas eu lembrei e da flexibilidade da pela persona. Então, isso que eu queria só destacar. Eh, muitas vezes a gente adquire

i vai, chega uma hora que também passa dos limites, né? Mas não é o seu caso, mas eu lembrei e da flexibilidade da pela persona. Então, isso que eu queria só destacar. Eh, muitas vezes a gente adquire virtudes, mas a gente adquire virtudes na persona que é só de aparência. E aí esta aparência chega uma hora que ela desmonta, ela nos sustenta muito. Então eu estou lá com uma aparência de, vamos supor que eu quis colocar na minha persona que eu sou uma intelectual, porque eu já li alguns livros, né? Então eu vou aí eu começo dialogar com um filósofo, dialogar dialog, chega uma hora que aquilo que eu tinha para dar era isso, né? Então, era só uma aparência, não era algo que vinha amadurecendo, que que faz parte da minha essência. Acho que esse exemplo que eu dei não foi muito feliz não, viu, gente? É, é, é algo mais de é mais superficial, porque se eu li alguns livros e começo a debater com filósofo, isso é meu, não é só aparência, não. Eh, é aquilo que eu faço questão de mostrar que eu sou, mas na hora que eu estou dentro de casa, eu não sou. Por isso que o exemplo do livro acho que não cabe muito. Tem no evangelho falando isso que falando da aparência, né, que é dentro desse cesto de flores não tem um rptil escondido. Então é isso, sabe? É o que tem por trás, é o que tem por baixo. Então às vezes eu tô falando que eu sou flexível, mas é a persona só que é flexível. Na hora que me aperta um pouquinho, a máscara cai. Eu não sou nada flexível. Eu tava sendo flexível para ficar bonito na fita. Mas não é que eu sou flexível, eu me mostro flexível, né? Então precisa tomar cuidado pra gente não estar adquirindo eh virtudes de persona, que é só para mostrar, para aparecer, para ficar bonito na fita. Desculpa aí, avancei um pouco no horário. Muito obrigada pela participação de vocês. Espero vocês semana que vem, se Deus quiser.

Mais do canal