A Essência da Comunicação – T9:E13 | Atenção aos julgamentos

Mansão do Caminho 05/11/2025 (há 4 meses) 48:20 2,319 visualizações

Na nona temporada de Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis, a apresentadora Cristiane Beira reflete sobre a essência da comunicação, destacando como a fala, a escuta, o silêncio e as atitudes moldam nossas relações e favorecem o autodescobrimento. Neste episódio, o tema “Atenção aos julgamentos” convida à observação dos pensamentos e das palavras que revelam o modo como percebemos o outro. A expositora analisa, à luz da Psicologia Espírita, como o hábito de julgar interfere na convivência e reflete os conflitos íntimos ainda não resolvidos. A partir da obra de Joanna de Ângelis e do Evangelho, o estudo propõe o exercício da empatia e da compreensão como caminhos para a verdadeira comunicação. 📚 Referências bibliográficas: • Vida: Desafios e Soluções, caps. 6 e 8 • Jesus e Atualidade, cap. 5 • O Homem Integral, cap. 2 📖 Sugestões de leitura complementar: • Mateus 7:1–5 • O Evangelho Segundo o Espiritismo (ESE), cap. 10, itens 19 e 20 🎬 Indicação de Filme: Jurado Nº 2 (2024) #PsicologiaEspírita #JoannaDeAngelis #CristianeBeira #Comunicação #Julgamento #Compreensão #Autoconhecimento #Espiritismo *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita. com Joana dees. Hoje vamos falar sobre os julgamentos. Então, nas comunicações, nas relações, em termos da forma como a gente se relaciona e a gente se comunica, não é difícil da gente constatar o quanto os julgamentos fazem parte do dia a dia. A gente vive dando sentença, fazendo afirmações categóricas. Eh, a gente vive dizendo que a gente sabe o que acontece com o outro. a gente vive julgando frases bobas do tipo: "Não, eu sei muito bem o que você quis dizer. Como é que eu sei o que você quis dizer, né? Eu posso imaginar, eu posso deduzir, tenho a impressão que, mas a gente tem uma leviandade em fazer afirmações. Ah, não adianta você falar: "Eh, eu já te conheço, eu sei muito bem o que tá aí dentro." Veja como é um absurdo que a gente fala, porque a gente não sabe o que está dentro da gente. O ser humano é tão complexo, a nossa psiqua traz tantas camadas, o inconsciente nosso é tão gigante, mas a gente é capaz de dizer tão facilmente que a gente sabe o que que o outro tá pensando, sentindo, porque que ele falou, eh, ah, eu sei o que você queria quando você fez aquilo ou ah, você jamais deveria ter agido dessa forma. Por que que você não fez aquilo? tava na cara que era aquilo que você deveria ter feito. A gente vive dizendo pros outros o que eles devem, não devem, por que fizeram. A gente analisa, avalia, julga, a gente dá sentença na vida das pessoas o tempo todo. O tempo todo. Às vezes você tá se relacionando com alguém que é uma que você tem uma vida junto e aí você faz uma afirmação e a pessoa fala: "Ah, não sei não, não sei, não acho que é isso bem o que você tá querendo dizer, mas eu tô te dizendo, olha, eu tô te dizendo, não tem nada por trás da minha fala. Ah, não sei. Então, a gente traz essa desconfiança misturado com certezas absolutas, misturado com uma sensação de prepotência da nossa parte, como se a gente fosse Deus e a gente conseguisse vasculhar o mundo do outro. Se a gente só analisasse isso, se a gente falasse

ezas absolutas, misturado com uma sensação de prepotência da nossa parte, como se a gente fosse Deus e a gente conseguisse vasculhar o mundo do outro. Se a gente só analisasse isso, se a gente falasse assim: "Olha, eu vou investir no meu relacionamento, na na comunicação nos meus relacionamentos apenas vigiando os julgamentos que eu faço." E o que que é julgamento? Julgamento é mais do que uma opinião. É quando a gente determina que algo é assim, né? Porque a opinião, você diz assim, olha, eu acho. Ou a gente diz assim, ó, eu penso ou a gente diz, para mim, isso significa é uma é uma possibilidade. Aí tá bom, porque no contexto geral, eu não tô afirmando que é exatamente isso, que é só isso ou que é é verdade. Isso eu tô dizendo que é como eu vejo, mas não tô dizendo da opinião, eu tô dizendo quando a gente vem com essas afirmações e que a gente bate no peito dizendo: "Eu sei muito bem como é i já te conheço. Não, eu sei o que você tá pensando. Eu sei muito bem o que você quis dizer. Eh, você nunca poderia ter falado daquele jeito. Você era obrigado a dizer aquilo. Quando a gente vem, sentencia mesmo. Você, eu tô te, tô tô te afirmando. Você fez errado, você fez você fez o que você não deveria ter feito. Se a gente só vigiar, faça um teste. Vamos lá. Compromisso da semana, tarefa da aula da Joana. Prestar atenção nas certezas, nas suas afirmações, no quantas vezes a gente tem prepotência para falar com o outro. pega um um caderninho, pega o o bloco de notas no seu celular e fala: "Vou me vigiar por uma semana". Cada vez que eu falar: "Ah, sei muito bem o que você tá querendo dizer". Cada vez que eu der uma sentença na vida de outro ou até da gente mesmo, né? você anota lá pra gente trazer consciência, a gente vai ver que se a gente só mexer nisso, se a gente só se comprometesse a não ter tanta certeza e não fazer tantos julgamentos, a gente já melhoraria muito as nossas relações. Mas vamos entrar então na questão do julgamento, porque a primeira coisa que eu queria fazer nessa introdução, que eu

za e não fazer tantos julgamentos, a gente já melhoraria muito as nossas relações. Mas vamos entrar então na questão do julgamento, porque a primeira coisa que eu queria fazer nessa introdução, que eu costumo fazer um aquecimento do tema para ir mexendo com vocês, sabendo que vocês já têm de conhecimento, o que que vocês lembram, tentando trazer um pouco com a prática do que que a gente tá falando, porque essas esses encontros têm como objetivo eh eh vincular com a vida. Não é só um estudo do conceito pelo conceito, só entender Joana para saber o que que ela tá dizendo. É entender Joana para saber o que ela tá dizendo e como eu uso isso no meu dia a dia. Como é que isso me toca, quando que isso me toca, que que isso tem a ver com a vida que eu tenho. Então eu sempre tenho esse objetivo de transferir pra nossa vida, pra gente se transformar. É para isso que Joan escreveu. Ela não queria que a gente fosse se tornar seruditos para saber muitas coisas e e não aplicar em nada, né? ela queria vir transformar, ajudar e a colaboração dela para esse mundo melhor. Então eu acho que uma primeira distinção é é a gente saber até onde que isso é é bom e quando isso passa a ser nocivo, porque a gente sempre fala, nada em si tem uma essência maléfica ou ruim, né? nada em si, se qualquer coisa, uma palavra, palavra que a gente tá usando, palavra é ruim, não. A gente já discutiu isso em encontros anteriores. Então, como é que eu analiso essa dose certa? A mesma coisa. Julgamento. Julgamento é ruim, não. O julgamento na Terra, o poder judiciário é ou deveria ser, infelizmente nem sempre é por conta das imperfeições das pessoas que os representam, mas ele deveria vir trazer o equilíbrio, ele ele deveria vir trazer a a justiça, a harmonia. Ou seja, é necessário a gente julgar. É, é, é fundamental a gente olhar paraas situações, emitindo julgamentos no sentido qual? Qual que é o sentido bom e qual que é o sentido ruim? Então, vamos diferenciar. Então, se alguém perguntasse para Jesus, Jesus, o Senhor

e olhar paraas situações, emitindo julgamentos no sentido qual? Qual que é o sentido bom e qual que é o sentido ruim? Então, vamos diferenciar. Então, se alguém perguntasse para Jesus, Jesus, o Senhor falou, não julgueis. E agora? Não posso mais julgar. Não posso mais julgar em nenhum momento. Não, porque pensa, se eu tiver que tomar uma decisão, devo fazer ou não devo fazer? É um julgamento que eu vou emitir. Deixa eu pensar. Se eu fizer isso, vai acontecer isso, isso, isso. Se eu fizer aquilo, vai acontecer aquilo. Então, deixa eu julgar o que que é o melhor, que que eu faço mais de de bem, menos de mal. Então, eu faço julgamentos. Jesus falava, isso é bom, aquilo não é. Jesus disse, seja se eu falar sim, sim, não, não. Como é que eu vou falar sim e não se eu não puder julgar? Então o julgamento tem duas ou várias, né, nuanças e a gente vai diferenciar. Quando eu tô dizendo julgamento no sentido de analisar, deixa eu analisar essa situação, eu tô fazendo um juízo de valor daquilo. Existe um um olhar como quem está ponderando, discriminando, diferenciando, criticando, analisando, refletindo. Existe um raciocínio que analisa a situação para daí você dizer: "Acredito que isso seja bom, isso não seja bom. Acredito que eu posso fazer isso, mas não devo fazer aquilo". Então, o julgar não foi condenado por Jesus. Jesus quando disse não julgueis, ele estava se referindo a um tipo específico de julgamento e se a gente ler aqui o trecho que eu retirei do Evangelho de Mateus, capítulo 7, versículos de 1 a 5, a gente vai entender de qual julgamento Jesus estava falando. Então eu vou ler. Não julgueis para não serdes julgados, para que não sejam julgados. Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados e a medida que usarem também será usada para medir vocês. Então ele tá dizendo assim: "Olha, não julguem com uma medida pesada, porque isso vai voltar para vocês. Não julgue de uma maneira eh eh injusta, porque isso vai voltar para vocês." Então, ele tá dizendo de qual julgamento ele, a

Olha, não julguem com uma medida pesada, porque isso vai voltar para vocês. Não julgue de uma maneira eh eh injusta, porque isso vai voltar para vocês." Então, ele tá dizendo de qual julgamento ele, a qual julgamento ele se refere. Ele continua: "Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão e não se dá conta da viga, né, da trave que está no seu próprio olho?" Pronto, essa é a frase que Jesus explica de qual julgamento ele está falando. Ele está falando de um julgamento que é uma projeção psicológica. É um julgamento em que eu não estou olhando para mim, eu não estou olhando para o que me cabe, eu não estou olhando pro que me diz respeito. É um julgamento vazio pro outro. Sou eu cuidando da vida do outro. Então, quando eu digo assim, deixa eu analisar a minha situação financeira para saber se eu devo trocar de carro ou não, eu vou fazer um julgamento, vou pôr na balança, se carro tá velho, mas talvez daqui a pouco ele comece a me dar muita manutenção. Por outro lado, esse dinheiro que eu tava reservando era para uma finalidade X, eu vou ter que desaplicar dele. E aí, como é? Eu vou fazer um julgamento, mas é minha vida, é minha vida, é meu dinheiro, é minha decisão. Agora vamos lá. Eu encontro com o vizinho e eu começo assim, viu? O seu carro. Ah, eu acho que tá na hora de você trocar seu carro, porque veja bem, você fica andando com esse carro sendo que eu sei que você tem dinheiro guardado. Entendeu a diferença? A diferença é essa. Que que Jesus tá tá falando? Não é o ato de julgar que é ruim, ele é necessário. A gente equipou o nosso cérebro e a ú a última camada da formação dele no processo evolutivo, né, da do desenvolvimento neurológico mesmo, cerebral, a última camada, esse neocórtex, que é só o ser humano que pode desfrutar dele. Uma das principais capacidades, habilidades que a gente pode desenvolver com esse cérebro que só o ser humano tem é o julgamento. É a gente analisar o certo e o errado num nível moral. Porque os animais eles até conseguem

pacidades, habilidades que a gente pode desenvolver com esse cérebro que só o ser humano tem é o julgamento. É a gente analisar o certo e o errado num nível moral. Porque os animais eles até conseguem diferenciar uma coisa da outra, mas é instintivo, não é refletido raciocinado. O ser humano consegue raciocinar e consegue diferenciar o bem do mal, aquilo que vai ajudar e aquilo que vai prejudicar. Esse poder de diferenciar, de categorizar, é a é uma das habilidades mais nobres e complexas do nosso cérebro. A capacidade de emitir julgamentos nesse sentido, eu vou categorizar, me permite fazer a linguagem, a matemática. Como é que eu sei fazer matemática? Porque eu sou capaz de categorizar. Isso é menor que aquilo. Isso daqui vai na caixinha do um, do dois, do três. Tem tantas bolinhas aqui. Como é que a gente ensina a criança? ába a gente ensina porque a gente tá mostrando para eles como que se cria categorias. Categoria de coisas pequenas, vai aqui. Categoria de coisas grandes, eu preciso categorizar para eu poder medir, fazer ciência. Então Jesus nunca disse que a função, a faculdade do raciocínio que logica, que categoriza e que julga é ruim. Ele tá explicando a forma como a gente usa isso específica para cuidar da vida do outro sem ter um fim nobre, sem ter uma boa intenção, sem querer aprender com isso ou ensinar com isso. É desse o julgamento que Jesus tá falando. E ele continua: "Como você pode dizer ao seu irmão: "Deixe-me tirar o cisco do seu olho quando há uma viga no seu". Hipócrita. Pronto, chegou na palavra. Jesus está falando do julgamento dos hipócritas. Aqueles que falam dos outros, mas não faz para si. Aqueles que cuidam do que o outro tem que fazer, mas não cuida do que tem que fazer na sua própria vida. Aqueles que falam pros outros: "Faz isso, não faz aquilo, sendo que eles mesmos não executam o que eles orientam. É dos hipócritas". Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho e então você verá claramente para poder tirar o cisco do olho do seu irmão. Ou seja, só vai cuidar da vida do

ecutam o que eles orientam. É dos hipócritas". Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho e então você verá claramente para poder tirar o cisco do olho do seu irmão. Ou seja, só vai cuidar da vida do seu irmão quando você estiver isento de problemas. Quem é que pode fazer isso? Jesus. Jesus. São Francisco, talvez, né? Então, quem é que não tendo eh dilemas morais, quem é que já está iluminado a ponto de falar: "Eu eu já não tenho mais ciscos, eu já não tenho mais sombra, agora eu posso me doar inteiro de luz para cuidar da vida dos outros, ajudando". Os missionários. Jesus. Jesus podia falar de todos os ciscos do olho de todo mundo porque viria na fala de um amor. Jesus falaria pleno de amor. Ele nunca olharia pro outro para condenar, para debochar, para desfazer, para desvalorizar. Ele olharia pro outro como um pai amoroso que quer erguer o outro, que quer educar, que quer ensinar. Nós estamos distante disso. Então, muita atenção para que a gente não caia nessa tentação de da hipocrisia. Eu vivo sabendo que os outros têm que fazer, não deve fazer, mas eu não olho para mim, né? Eu não cuido de mim mesma. E eu vou destacar aqui um outro, uma outra, vou deixar uma outra citação importante pra gente ler, já que a gente está falando sobre os julgamentos, que está no Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo 10, itens 19 e 20. Porque lá os espíritos, os bons espíritos estão explicando sobre esse trecho evangélico dos dos julgamentos, da trave do cisco. E aí Kardec faz uma pergunta para eles, dizendo: "Mas então eu nunca vou poder olhar o o criticar o outro? Eu nunca vou poder analisar as faltas alheias?" Se eu fiquei sabendo que o vizinho surtou e cometeu um crime, eu não posso nem ficar sabendo, não posso nem não quero saber, não quero saber, porque senão eu vou acabar julgando. Eu nunca posso analisar as faltas alheias? Essa é a pergunta. São duas perguntas. E os espíritos vão responder e vocês vão lá ler na íntegra depois, né, no capítulo 10 do Evangelho Segundo Espiritismo,

u nunca posso analisar as faltas alheias? Essa é a pergunta. São duas perguntas. E os espíritos vão responder e vocês vão lá ler na íntegra depois, né, no capítulo 10 do Evangelho Segundo Espiritismo, itens 1920. Mas o que que os espíritos vão trazer? Não, não é isso, porque o cérebro vai categorizar. Se eu te der uma notícia nesse momento, automatic, automaticamente seu cérebro começa a funcionar para tentar categorizar isso pode, aquilo não pode, esse aqui tá errado por causa disso. É automático isso. E é e é bom que a gente faz. Mas que que eles falam? Faça com moderação. Faça com moderação. Calma, não se inflame. Não entre com tanta energia. Calma, modera, pensa um pouco antes, filtra. Use isso para um fim útil. Para que que você vai comentar do do crime que o vizinho fez? Para sair fofocando e contando para metade do mundo. Só para espalhar a notícia dele, né? Então, com moderação, para que que eu vou falar? Funciona? Funciona eu falar? Tem um fim útil. Eu lembro das três peneiras do Sócrates, né? É bom, é útil e é real, é verdadeiro, né? Então, o que eu vou falar? tem um finte, eu vou falar para ensinar, eu vou falar para esclarecer, né? E por fim, aplique a si aí matou, né? Aplique a si aquilo que você vai falar do seu vizinho. E se fosse com você, como que você gostaria que agissem? Gostaria que saísse por aí contando para Deus e o mundo o que que o vizinho fez? Então é é é não é não é errado usar. É para que que você tá usando? O que você busca? Qual a sua intenção? Qual o sentido que você vai dar para aquilo? É para fazer o bem? É para ajudar? É para aprender, é para ensinar. Ótimo. Porque nesse caso vai vir com respeito, vai vir com compreensão, vai vir com caridade, vai vir com amor. Então não é errado o julgar em si. É como a gente aplica que acaba atrapalhando as relações. Bom, então vamos entrar na em Joana, né? Vamos começar com o livro Vida, desafios e Soluções, capítulo 6. Eh, Joana vai falar que vou começar construindo assim, olha, quando é que eu

ando as relações. Bom, então vamos entrar na em Joana, né? Vamos começar com o livro Vida, desafios e Soluções, capítulo 6. Eh, Joana vai falar que vou começar construindo assim, olha, quando é que eu vou ter esse esse nível de julgamento bom, em que eu não vá cair na tentação de falar mal do vizinho por por prazer ou viver fazendo cutucando os outros para expor o mal dos outros? quando é que eu vou realmente relaxar? E e a e os meus comentários, eles vão sair naturalmente comentários com fim útil, carregados de carinho na fala de de fala amorosa quando quando a gente tiver um grau de evolução maior. Então o julgamento vai ter relação com o nosso grau de evolução. Quanto mais o nosso grau de evolução tiver perto do começo, quanto mais conflito, mais ignorância, mais julgamentos a gente faz. Então é uma autoanálise. Se eu for fazer no meu caderninho, deixa eu ver quantas vezes eu julgo e eu percebo que eu julgo 430 30 por dia, significa que eu ainda tô bem atrasadinha em termos de evolução moral, evolução espiritual. Quando a gente consegue perceber essas grandes personalidades que passaram pela Terra e que são almas mais maduras, a primeira coisa que a gente nota: "Não julgam, eles falam sempre com amor. Não quer dizer que não corrijam, não quer dizer que não pontuem, não quer dizer que não se coloquem, mas é sempre uma colocação tão cheia de de cuidado, com sempre uma finalidade útil, com fala amorosa, né? Então, a gente vai desenvolvendo o nível de consciência e conforme a gente vai evoluindo em termos de nível de consciência, menos julgamentos a gente vai fazendo, mais a gente vai se ocupando de si mesmo, do seu próprio progresso. Então, vida, desafios e soluções. Capítulo 6. Estar desperto significa encontrar-se construindo, construindo, livre de preconceitos e de limites, aberto ao bem e a verdade, que se torna vanguardeiro e divulgador. Olha uma frase, gente, e ela diz tudo. Então ela tá dizendo assim: "Se você já estiver num grau de consciência de esperto como quem acordou pra vida e

verdade, que se torna vanguardeiro e divulgador. Olha uma frase, gente, e ela diz tudo. Então ela tá dizendo assim: "Se você já estiver num grau de consciência de esperto como quem acordou pra vida e sabe e sabe que que tem muitos conflitos, que estamos todos no mesmo barco, que as pessoas são irmãos nossos, quando eu já despertei, eu não vivo naquela coisa do inconsciente automático atávico, sabe? e reproduzindo padrões e e seguindo a massa. Não, eu despertei. Que que é o primeiro sintoma? Tenho consciência, um pingo de mim. Sei que eu carrego minhas mazelas, meus conflitos, meus vícios. Sei que o meu irmão não é diferente de mim. Então, eu compreendo a mim, compreendo ao outro. Nesse caso, eu vou vivendo livre de preconceito, porque eu não me acho melhor do que os outros, livre de limites, porque também não me limito, e me dedico à construção do quê? Do bem e da verdade. Me torno vanguardeiro disso. Por quê? Porque a maioria da Terra ainda não está na consciência desperta, ainda está vivendo com base em crenças, em padrões, em repetição, porque todo mundo faz. eh sempre nessa posição de defesa e de ataque, ataca para se defender. Então é um ponto pra gente analisar preconceito. Preconceito é julgamento. Preconceito é dizer: "O outro é pior do que eu, porque ele é branco, negro, seja lá o que for, porque ele pratica tal religião, seja qual foi o meu o meu preconceito, eu já estou categorizando para baixo. Esse aqui é melhor que aquele. Então, é um julgamento de uma alma ainda atrasada. Quanto mais a gente evoluir, menos preconceito a gente vai tendo, menos julgamento depreciativo dos outros a gente vai tendo. Agora nós vamos para Jesus e atualidade, capítulo 5. Então, o que que Jesus vai trazer? Desculpa, que que Joana vai trazer aqui nesse livro? Eh, não somos juízes, não estamos num tribunal. E a gente vive como se a gente tivesse, a gente vive condenando com o nosso martelinho, né? E a gente vive condenando os outros, a vizinha, o patrão, seja lá quem for. Mas também,

stamos num tribunal. E a gente vive como se a gente tivesse, a gente vive condenando com o nosso martelinho, né? E a gente vive condenando os outros, a vizinha, o patrão, seja lá quem for. Mas também, por outro lado, não dá para falar eh sou cego, né? Não tô vendo nada, não tô vendo nada, não me não me comprometa também. Não é bom assim. Então, eu preciso ver, eu preciso analisar, porque eu cresço analisando as coisas que eu vou observando, mas eu preciso entender o que me cabe. Eu preciso entender que o outro está no seu processo. Eu não vou ser nem cego para não ver, porque eu não quero me comprometer, porque isso daí também é se omitir. E eu também não vou achar que eu sou dona da razão. Eu sei apontar o dedo para todo mundo, quem tá certo, quem tá errado, que eu que sei, eu que tô no tribunal com martelinho na mão. Então, nemum caso, nem outro. Não dá para se omitir. Não quero saber porque assim não me comprometo. Isso daí é omissão. E nem tampouco a gente também meter os pés pelas mãos, achando que a gente que sabe tudo e que nós que vamos condenar. Então, Joana fala assim: "Em termos de psicologia profunda, a questão do julgamento das faltas alheias constitui cometimento de desumanidade em relação àquele que erra." O problema do pecado, né, do erro do outro, pertence a quem o pratica, que se encontra a partir daí incurso em doloroso processo de autoflagelação, buscando mesmo que inconscientemente liberar-se da falta que lhe pesa como culpa na economia da consciência. Então, não precisa da gente fazer um tribunal para condenar o outro. Se o outro se equivocou perante a lei divina, existe todo um processo que é interno, inclusive junto com o processo externo. É como se a gente já configurasse um botãozinho errado e ele vai ficar dando alarme até eu voltar ele pro normal. Então eu não fui feito pro erro. Quando eu erro, algo em mim é acionado. Internamente eu vou buscar mecanismos de reparação. Mesmo que eu não queira conscientemente. Eu vou gerar um mecanismo e a própria

ão eu não fui feito pro erro. Quando eu erro, algo em mim é acionado. Internamente eu vou buscar mecanismos de reparação. Mesmo que eu não queira conscientemente. Eu vou gerar um mecanismo e a própria lei vai me levar de novo para um lugar para eu para eu refazer, para eu reparar, para eu arrumar aquilo que eu não fiz direito na primeira vez. Então, eu não preciso me preocupar em ser juiz da vida dos outros. Não preciso. Existe uma lei que ela própria vai criando mecanismos de reparação, de balanceamento. Então, às vezes a gente fala assim, é também um jargão comum. A pessoa roubou não sei quanto do governo, do do patrão, do vizinho, seja lá de quem for. E a gente fala assim: "Ai, se ele soubesse que a balança divina se regula sozinha, eu não posso tirar uma coisa que não é minha. a balança divina vai se regular e na hora que eu estiver com as minhas coisinhas lá, a balança divina vem e tira nesse sentido de que é autorregulador o sistema, não é punição. E aí a gente fala assim: "Puxa vida, roubaram o meu carro, fiquei sem carro, perdi um patrimônio que eu que conquistei, eu que trabalhei hoje", né? Hoje, na verdade, você só devolveu que você tirou uma outra vez, de alguma outra forma, você se apropriou de uma coisa que era mais do que era merecido. Então, a lei, porque a lei não tem tempo, né? Isso pode levar de uma vida para outra. De alguma forma existe uma regulação que procura o equilíbrio. Eu não vou burlar a lei. Aquilo que eu tiro hoje, sem ser do meu merecimento, sem que eu seja justo, seja justo que eu tenha, amanhã eu devolvo. Então é ilusão nossa a gente achar que passa perna, que tira vantagem. Se a gente soubesse o sofrimento que vai gerar lá na frente, não vai nem saber de onde veio, né? Porque você não, para você, se for em outra vida, você não vai lembrar. E aí, para que que eu vou gerar um sofrimento lá na frente? Não vale a pena. Mas aí é da consciência de cada um. Bom, então eh, não somos juizes. Então, Joana diz, deixa eu ver se eu já li já, né? Então é isso. Então a a o

vou gerar um sofrimento lá na frente? Não vale a pena. Mas aí é da consciência de cada um. Bom, então eh, não somos juizes. Então, Joana diz, deixa eu ver se eu já li já, né? Então é isso. Então a a o problema do pecado pertence a quem o pratica e e a partir daí ele vai entrar num processo doloroso de autoflagelação, mesmo que inconscientemente até ele reparar o dano. Então a gente não consegue se isentar da lei divina, né? Vamos agora, deixa eu ver se é o mesmo livro. é Jesus e atualidade capítulo 5, é o mesmo livro, no mesmo capítulo. E então Joana só continua falando dessa questão do do olhar o cisco no olho do outro e não olhar a trave em si, que é importante a gente eh da mesma forma que a gente acha culpado perante as as leis divinas, né, em algum momento a gente vai ser convidado a reparar. Então ela diz, toda contribuição de impiedade mediante os julgamentos arbitrários, gera, por sua vez, mecanismo de futura aflição para o acusador. Aquilo que a gente tá falando, eu não vou me exentar ali na frente me encontra, aquilo que eu gerei me encontra. Ele próprio uma consciência sobre o peso de vários problemas, julgando as ações que considera incorretas no seu próximo, realiza um fenômeno de projeção da sua sombra em forma de autojustificação, que não consegue libertá-lo do impositivo das suas próprias mazelas. Então, o que que Joana tá dizendo? Se a gente, ela tá trazendo a projeção, se a gente presta muita atenção no comportamento X das pessoas, anota esse comportamento X que te irrita tanto e leva pra terapia, porque é um tema que está em você pedindo atenção porque está te irritando. Então, vou dar um exemplo bem simplista desses assim, bem, né, do que todo mundo falaria. a questão dos moralismos, sabe? Hoje, hoje já não tem mais tanto isso, a gente tá mais liberal, de repente até demais, mas na geração passada lá, quando a gente quando eu era criança, tinha um moralismo muito forte, sabe? A história de que fica vigiando o cumprimento da saia para ver se tá se a menina é

te até demais, mas na geração passada lá, quando a gente quando eu era criança, tinha um moralismo muito forte, sabe? A história de que fica vigiando o cumprimento da saia para ver se tá se a menina é direita ou não. Sabe esse olhar eh moralista mesmo que fica cuidando da vida do outro e como se isso fosse o verdadeiro problema. Então, que que a gente diz? Quando eu enxergo muito no outro, é porque tem em mim. Se eu sou a pessoa que vive vigiando o tamanho das mini saias, porque eu acho que aquilo é hipersexualização, porque eu acho que aquilo tá voltando para sexo ou seja o que for, leva pra terapia o termo o tema. O que que é uma expressão sexual? O que que é? Eu não tô resolvida com isso. É um tema meu. Aí aonde eu olho, eu olho com esse com esse viés de uma certa de um certo incômodo. Eu não tô bem resolvida, né? E qualquer tipo de preconceito, vamos supor que seja o preconceito de classe social. Ah, não vou naquele lugar porque não me misturo. Ai, mas você viu aquela fulana porque ela não é da classe X? Puxa vida, você fala. Ele tá sempre tocando nesse assunto. Leva isso pra terapia. Que que te incomoda tanto a respeito de classes sociais? Por que que isso é um tema que te chama atenção? É isso que Joana tá falando. A projeção, ela é muito comum e a gente pode usar essa projeção, se a gente se der conta dela para se conhecer. Por que que me incomoda tanto? Ah, não, meu minha questão é é injustiça. Ah, não posso ver um ato de injustiça porque eu eu fico olhando, eu não esqueço porque daí eu vou atrás. O que que é esse tema para você? Em algum momento você foi injusta, você se sente injustiçada, é seu o tema. Quando eu aponto muito o dedo lá fora, aquilo anota porque é um sintoma ótimo para você voltar para si. É seu esse tema, porque o seu amigo que tá aqui do lado, talvez ele não esteja incomodado que nem você tá com o tamanho da mini saia. Talvez ele nem tum até eu ponho mini saia que tô muito bem. Obrigada. Então, quando eu olho muito para as coisas e fico julgando e fico

ão esteja incomodado que nem você tá com o tamanho da mini saia. Talvez ele nem tum até eu ponho mini saia que tô muito bem. Obrigada. Então, quando eu olho muito para as coisas e fico julgando e fico inconformada, é seu, olha para você, leva pra sua terapia que isso vai te ajudar. Ainda no Jesusalidade, esse capítulo, gente, ele é de julgamento. Então, se vocês quiserem ler um um um capítulo inteiro de Joana falando só sobre o julgamento, tá lá Jesus e atualidade, capítulo 5. Tem mais um trechinho dele que tem a ver com essa história de que ã conforme a gente vai evoluindo, então assim, ó, conforme sobe a evolução moral, desce o julgamento. Então, quanto mais eu evoluirmente falando, menos julgamentos eu vou fazendo desse julgamento eh pernicioso, né, preconceituoso. Então, ela diz, o julgamento pessoal que ignora as causas geradoras dos problemas, esse que é julgamento preconceituoso, que não tá indo lá para ver se ele pode ajudar, como é que ele aprende com a história, não. Ele demonstra o quê? Primitivismo moral do homem ainda lobo do seu irmão. O homem lobo do seu irmão. Primitivismo moral. Então, quanto mais eu julgo, cuido da vida dos outros, falo de todo mundo, o que que outro devia fazer, não devia fazer, eu estou assinando um atestado de primitivismo moral. Significa que ainda falta muito para eu evoluir. Ainda estou muito atrasada em termos de progresso eh evolutivo. Vamos lá. Agora, ã ah, eu destaquei aqui, procurei um trecho que Joana falava sobre o prazer de fazer isso, porque tem, né? Nossa, a gente a gente nossa, a gente sente assim, que coisa triste, não é triste? Pensa você ter prazer de contar uma história ruim do outro. Ai, você não sabe o que que eu descobri do nosso chefe. E aí você vai contar um podre enorme do chefe. Só que a sua introdução foi uma introdução de um extremo prazer, como se tivesse assim, nossa, ponto alto do meu dia. Você não sabe o que eu descobri do chefe. Aí a gente vai contar um podre do chefe. Que coisa feia. É feio, é feio, é feio

ção de um extremo prazer, como se tivesse assim, nossa, ponto alto do meu dia. Você não sabe o que eu descobri do chefe. Aí a gente vai contar um podre do chefe. Que coisa feia. É feio, é feio, é feio fazer isso, né? Por que que a gente se sente prazer de denegrir o outro, de expor? Às vezes, às vezes a gente fala de forma debochada, quase que às vezes parece assim, ó, eu tô rindo do que o outro fez porque graças a Deus que não fui eu, não é? Às vezes eu penso que é isso, né? Quando eu conto uma coisa do outro debochando, você não sabe o que que ele fez. Ele foi aprontar isso aí, tiraram uma foto, colocaram na internet e eu tô falando desse jeito, debochado. Será que inconscientemente eu tô falando: "Graças a Deus que dessa vez não fui eu escapei, não é comigo, mas amanhã vai ser. Amanhã vai ser. Não é porque hoje eu não tô isento. Nós estamos todos no mesmo barco. Amanhã eu posso cometer uma gafa enorme. Eu posso levar um tombo moral. Ninguém tá ileso disso. Não diga: "Ah, jamais eu faria". Não diga, porque a confluência de fatores modifica e você às vezes não se reconhece. Você é capaz de fazer o que você não imagina, porque você não tá inteiro ainda. Jesus tava, Jesus não tinha inconsciente com mil complexos dentro dele que tomavam conta dele. A gente sabe, ai não sei o que deu em mim. comecei falar um monte de coisa que eu nunca imaginei que eu fosse capaz. Pois é. Pois é. A gente tem complexos e você não sabe do que você é capaz. Hoje, pelos fatores que me envolvem, eu tô protegida. Mas eu não sei se eu tiver numa outra configuração, passando por uma outra situação, me sentindo desprotegida, vulnerável, desesperada, eu não sei o que eu sou capaz de fazer. Então, não aponte. Por isso que a gente precisa reencarnar com várias configurações. Como será que eu sou vivendo num lugar de muita violência, de incentivo à violência? Será que eu, a pacífica da vida atual, daqui a pouco não roda essa essa samsara, essa roda da reencarnação e tô eu lá com uma espada, com uma

do num lugar de muita violência, de incentivo à violência? Será que eu, a pacífica da vida atual, daqui a pouco não roda essa essa samsara, essa roda da reencarnação e tô eu lá com uma espada, com uma espingarda ou seja lá o que for, com uma arma? Não sei, eu não sei de mim o suficiente para afirmar o que eu ainda sou capaz de fazer ou que eu já superei, né? Então é isso. Cuidado com esse prazer mórbido de ficar se divertindo, contando desgraça do outro, porque é muito em involução da nossa parte. Bom, então Joana diz: "É um trecho longo, vida, desafios e soluções, capítulo 8. Sucede que muitos dos acidentes morais que chegam ao conhecimento público e fazem a felicidade dos tabloides escandalosos e da mídia em geral, que com eles se preocupam, assim interessam as criaturas, porque são projeções inconscientes do que está gravado no íntimo dos seres permanecendo ocultos. De certo modo, o ser humano sente prazer quando detecta desgraça alheia, vendo-se refletido no outro. Ah, Joana tá dizendo que no fundo a gente tá falando: "Ufa, não sou só eu, né? O vizinho cometeu um, sei lá, um adultério. Ai, pelo menos se não estou não tô sozinha nessa possibilidade. É quase que um alívio de imaginar que o que o outro fez te permite em algum momento ser imperfeito, né? quase que um alívio. Ai, que triste. eh vendo-se refletido no outro que parecia nobre e bom, no entanto portador das mesmas misérias que ele, como consequência comprasse em divulgar o fato, hipócritamente algumas vezes, dando a impressão de lamentá-lo quando está aplaudindo, né, internamente, ampliando a área de informação ao sã ou simplesmente quando se ergue para agredir em nome de uma moralidade ou de defesa de ideais de enobrecimento. Assim, agindo e irado, porque o outro realizou o que ele gostaria de fazer e não pôde, não teve coragem. As circunstâncias não lhe facultaram. Então, Joana dá aqui várias descrições. Olha, outra coisa que tem acontecido muito. Eu levanto uma bandeira, estou defendendo os oprimidos,

ôde, não teve coragem. As circunstâncias não lhe facultaram. Então, Joana dá aqui várias descrições. Olha, outra coisa que tem acontecido muito. Eu levanto uma bandeira, estou defendendo os oprimidos, a minoria que foi maltratada, violentada. E em nome dessa bandeira nobre, digna, eu cometo os mesmos gestos. Eu acuso, eu eu ofendo, eu violento. A gente tem visto violência sendo praticada por quem está defendendo quem antes foi violentado. Olha como que não funciona, como a gente é paradoxal, como a gente é governado pelas sombras. a gente não tem coerência. Então, que que precisa? Tomada de consciência. Presta atenção. Não entre nessas narrativas que vem na forma de onda que leva, porque vem bonitinha, né? Vem bonitinha. Olha que bonito, o que que eles estão falando. Vou junto. E daqui a pouco você tá cometendo as mesmas coisas no no no sinal invertido. Aí aquilo que eu sofri eu tô fazendo. Isso não é defender uma uma causa, né? Isso é defend, isso é contraatacar como se fosse uma guerra. Como se fosse uma guerra. Não tô defendendo a causa da não violência. Eu estou contra-atacando aquele que antes violentava, agora eu que vou violentá-lo, né? Então, muita atenção, muita consciência pra gente não cair nesses embustes, né? Vamos continuar. Então, agora eu vou pro homem integral, capítulo 2, e Joana vai falar da questão do público versus o privado. Quantas vezes a gente age de um jeito no particular e de outro jeito no público, porque os outros estão vendo. Então assim, é uma persona ainda não é real. Eu estou representando um papel, eu estou querendo ficar bonito na fita, na foto, mas não é conquista minha, né? Por outro lado, quantas vezes a gente também ã quando eu faço preconceito ou julgamento num lugar pequeno e quando eu faço esse julgamento na massa, hoje a gente tem visto muito isso, né? os os exposes, quando a gente expõe alguém numa rede social para milhões de pessoas ao mesmo tempo, o o prejuízo que causa, quantas vidas foram afetadas para sempre, porque um infeliz usou de um de

é? os os exposes, quando a gente expõe alguém numa rede social para milhões de pessoas ao mesmo tempo, o o prejuízo que causa, quantas vidas foram afetadas para sempre, porque um infeliz usou de um de uma queda, de um erro, de um equívoco e levou pra mídia e expôs pro mundo inteiro a situação da pessoa, como se ninguém errasse. Só o fulano. Imagina se qualquer um de nós já cometeu erro que se tivesse ido pra mídia acabava com a nossa vida. Porque até chegar lá a forma como é exposta e e aquilo cresce, a gente fica em a gente fica irracional. Daqui a pouco a gente tá falando de um caso que a gente mesmo fez, mas quando deu ênfase para aquele caso, que absurdo, você viu aquele pai de família e às vezes aconteceu na minha família isso, mas não foi pro pra rede social. Então, o quanto a gente gera fobias, traumas para outras vidas, com a leviandade da gente expor eh nossos julgamentos nessa massa que hoje tá à disposição pelas redes sociais. A fobia social impede uma leitura em voz alta, uma assinatura diante de alguém que acompanha o gesto, segurar um talher para uma refeição, pegar um vaso com líquido sem oortnar. O paciente, nesses casos, tem a impressão de que está sob severa observação e análise dos outros, passando a detestar as presenças estranhas até os familiares e amigos mais íntimos. Aí a gente vê então quando a gente olha então os as fobias sociais, né, de pessoas que não têm vida, porque elas acham a mania da perseguição, né? Elas acham que se elas saírem e forem, sei lá, para um shopping ou todo mundo vai olhar como se tivesse vigiando, sabe, com câmera para ver o que que você vai falar de errado, o que que você vai fazer de errado para te condenar. Imagina o nível de neurose. Agora você pergunta o que que esse que que esse espírito passou, que nível de exposição ele deve ter sofrido para causar um trauma tão grande que ele morre de medo de estar na presença de público? Porque esse público pode detonar a vida dele. O público não tá nem aí com ele, mas ele

ição ele deve ter sofrido para causar um trauma tão grande que ele morre de medo de estar na presença de público? Porque esse público pode detonar a vida dele. O público não tá nem aí com ele, mas ele não tá vivendo essa situação presente. Ele está na situação presente achando que vai acontecer aquilo que aconteceu numa situação passada. Então, as fobias sociais muito provavelmente tem relação com vivências passadas dessa discriminação em praça pública, né, dessa dessa forma muito muito má de você julgar os outros, expor os outros. Cuidado, cuidado. A gente vai influenciar a vida inteira de uma pessoa, né? E um último, hoje tô adiantada, um último trecho que eu trago que está de novo, Jesus e atualidade capítulo 5, é para finalizar porque vai falar sobre Jesus. E Jesus é o nosso modelo e guia no que se refere a como que eu devo agir nessa questão de analisar a vida alheia. Eh, se é se existe uma possibilidade de um fim útil, como que eu vou me posicionar? Como Jesus faria? Aquilo que a gente sempre fala no espiritismo. Se fosse com Jesus, que que ele responderia? Se fosse com Jesus, como ele se posicionaria? Se fosse Jesus, o que ele comentaria? Isso vai ser suficiente pra gente evocar em nós o velho sábio, o ego de Freud para nos ajudar a fazer uma boa análise sem cair em julgamento preconceito. Então Joana diz: "Tem compaixão de quem cai? A consciência dele será seu juiz. Ajuda aquele que tomba. Sua fraqueza já lhe constitui punição. Tolera o infrator. Ele é o teu futuro, caso não disponha de forças para prosseguir no bem. A tolerância que utilizares para com os infelizes se transformará na medida emocional de compaixão que receberás quando chegar a tua vez, já que ninguém é inexpugnável, nem perfeito. Então, aplica pro outro, que é o que Jesus falou lá e a gente leu em Mateus, aplica pro outro a medida, oferece ao outro a postura. que você gostaria de receber quando você cair. Não é nem se você cair, porque no nosso grau de evolução a gente vai cair, a gente vai ser possibilidade

pro outro a medida, oferece ao outro a postura. que você gostaria de receber quando você cair. Não é nem se você cair, porque no nosso grau de evolução a gente vai cair, a gente vai ser possibilidade de ser assunto na vida das pessoas. Em algum momento a gente vai viverar alguma situação em que se as pessoas quiserem elas vão ter muito que falar da gente. Não vamos nos achar isentos de tombos e de quedas. Então, vamos nos preparar para que a gente crie amorosos ao nosso lado. E sempre que a gente for essa pessoa que cria campo amoroso, que estende a mão, que respeita, que tolera, que compreende, que não julga, nós estamos criando um campo que daqui a pouco vai voltar pra gente e na hora que a gente cair, essas pessoas que a gente estendeu a mão, ajudou, colaborou, não julgou, são elas que vão olhar pra gente e a gente vai criar esse campo que a gente mesmo vai receber o amor em volta, de volta. Não é negociação, isso é construção de um mundo fraterno. É proposta cristã. Então, a gente termina aqui e eu vou deixar para vocês como sugestão um filmaço que vai prender atenção e eu quero saber quem é que vai conseguir dizer: "Ah, eu faria tal coisa com certeza". A gente termina o filme sem saber porque é o tal do dilema do trem, né? Ponho o trem para cá, tenho dois trilhos. Eu vou ter que escolher. Se eu for para cá, tem uma pessoa no trilho que vai morrer. Se eu for para cá, tem cinco pessoas. Ah, não tenho dúvida. Se tiver que morrer alguém, vamos morrer um, né? Menor prejuízo. Esse um é da sua família. Aí outro dia alguém me respondeu: "Ah, não tem dúvida, joga pro cinco". É isso, é esse dilema de quanto a gente ainda está aí identificado com nossos grupinhos, o quanto nossa consciência ainda não consegue pensar de forma coletiva, né? E esse dilema não tem solução, gente. Não tem solução. Não faça nada. Não faça nada. Deixa a lei e escolher o que que vai acontecer. Não sei o que que é para fazer. Não sei. Mas é isso. Esse jurado número dois, que é o nome do filme, que eu acho que eu não falei até

da. Não faça nada. Deixa a lei e escolher o que que vai acontecer. Não sei o que que é para fazer. Não sei. Mas é isso. Esse jurado número dois, que é o nome do filme, que eu acho que eu não falei até agora, né? Já expliquei o filme, não foi o nome Jurado número dois. É um filme recente, esqueci de pôr a data, mas é recente, eu assisti não faz muito tempo. E ele fala desse pai de família e aí você tem toda uma construção estereotipada desse pai de família. Aí ele vai ser jurado, né? ele vai ser jurado num crime e aí o negócio começa. Eu não vou falar porque eu sou muito muito boa para dar spoiler, mas você vai entrando no drama dele e aí você fica aí agora vai ter que falar, não vai ter que falar e se tiver coisa escondida, tudo isso a gente vive. Tô vivendo uma situação, mas tem uma parte que está escondido, ninguém sabe, já influenciou. Então, quanto que é ruim as coisas que estão escondidas? quando que a gente não deve deixar coisa embaixo do do tapete? Ah, mas e quando eh e se envolvemos num lado pessoal? Falo não falo. Então, é um mergulho pra gente ver o possível prejuízo que julgamentos podem fazer na vida das pessoas, principalmente no nosso grau de evolução, que a gente ainda é a mais atrasado do que evoluído. Então, fica aqui esse convite, jurado número dois. Muito obrigada pela atenção de vocês. Hoje eu vou liberar vocês um pouquinho mais cedo para compensar os atrasos das vezes anteriores. Uma boa semana e até mais, se Deus quiser.

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