A Essência da Comunicação | Módulo 02 de 04

Feemt Play 19/08/2016 (há 9 anos) 2:26:50 1,184 visualizações 35 curtidas

📝 Slides: https://bit.ly/3l5CmQh | 💦 Conheça a campanha Gotas do Bem e nos ajude a seguir produzindo conteúdos gratuitos como este: http://gotasdobem.org/ | 🔹 Quer fazer parte da nossa Lista de Transmissão? Manda um Whats: https://wa.me/556581127262 --- 👤 Facilitador: Alírio de Cerqueira Filho Jesus orienta sobre a essência da comunicação em Mateus, capítulo 12, versículos 34 e 35: "Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca. O homem bom tira boas coisas do bom tesouro de seu coração e o homem mau, do mau tesouro, tira coisas más". Ao dizer que falamos pela boca do que há em nosso coração, o Mestre reporta-se à ideia de que a comunicação interpessoal será sempre resultado dos tesouros que nos esforçamos por conquistar. Este trabalho apresenta método para desenvolver a excelência em comunicação interpessoal, a partir de exercícios dos valores cristãos da verdade, do amor e da compaixão. --- 🔹 Colabore com as atividades doutrinárias realizadas pela Feemt. Conheça e participe da campanha Gotas do Bem: http://gotasdobem.org/ --- 🎧 Este conteúdo também está disponível em formato de podcast no Spotify! Basta procurá-lo pelo nome. --- Você pode aprofundar seus estudos e colaborar com a manutenção deste projeto iluminativo, adquirindo os livros, DVDs e MP3 do Projeto Espiritizar em: http://www.livrariaespiritizar.com.br --- 🔹 Material relacionado: - Essência da Comunicação (livro): https://bit.ly/2JamGxO - Modelos de Liderança, Trabalho e Autotransformação (livro): http://bit.ly/2R3SMcH 🔹 Nos acompanhe: - Facebook: http://www.facebook.com/feemt.oficial - Instagram: http://www.instagram.com/feemt.oficial 🔹 Mais informações: http://www.feemt.org.br/ comunicacao@feemt.org.br 🔹 O Projeto Espiritizar é um instrumento doutrinário desenvolvido pela Feemt para o Movimento Espírita. Conheça: http://espiritizar.feemt.org.br/

Transcrição

O vídeo que você está assistindo é um dos vários materiais disponibilizados gratuitamente pelo projeto Espiritizar e que são o patrimônio do movimento espírita e da humanidade. Na descrição do vídeo, você encontra a indicação de outros materiais relacionados a este assunto. Você pode aprofundar seus estudos e colaborar com a manutenção deste projeto iluminativo, adquirindo os livros, DVDs e MP3 do projeto Espiritizar. em www.livrariespesiritizar.com.br. Encontre mais materiais como este e fique por dentro da agenda de palestras e seminários transmitidos ao vivo em www.espiritizar.org. Agora nós vamos trabalhar a ação de mudança para uma proposta cristã. A partir do momento que nós estamos conscientes que essa proposta é uma proposta válida, é válida ou não é nas nossas vidas essa proposta de comunicação alocentrada, centrada no amor cristão e na compaixão cristã. Então, a partir do momento que nós estamos conscientes que isso é válido para nós, como transformar a nossa intimidade para para ir ao encontro dessa proposta. Vejamos, todo caminho de autotransformação, ele parte das dificuldades que nós temos. Então, todos nós trazemos dificuldade de comunicação. Nenhum de nós podemos dizer que nós somos totalmente holocentrados. O nosso ego ainda fala muito alto dentro de nós. Nós estamos muito mais para o egocentrismo do que para o holocentrismo. Essa postura holocêntrica ainda é uma proposta para nós, uma proposta para ser desenvolvida com muito exercício. Então isso tudo faz parte das dificuldades que nós trazemos. Então, todas as vezes que nós estmos diante de uma dificuldade qualquer, principalmente a de comunicação, como nós estamos trabalhando, nós estaremos lidando com as limitações a serem superadas. Toda dificuldade é uma limitação a ser superada. Nós podemos ficar acomodados na limitação, como nós vimos, ou podemos fazer esforços de superação. Então, nós trazemos limitações a serem superadas. Nós trazemos também dentro de nós, de forma latente as a capacidade de superar

s na limitação, como nós vimos, ou podemos fazer esforços de superação. Então, nós trazemos limitações a serem superadas. Nós trazemos também dentro de nós, de forma latente as a capacidade de superar essas limitações. Todos nós, sem exceção, trazemos a capacidade dentro de nós. Só que essa capacidade, ela existe com Deus nos deu a semente. Muitas vezes a pessoa diz assim: "Eu quero muito tal coisa, mas não consigo, mas não sou capaz, mais não dou conta". O que tá acontecendo com essa pessoa? Essa pessoa que diz assim, que fala isso, ela está focada numa falsa incapacidade, porque ela não tem nenhuma debilidade mental, porque normalmente a pessoa débil mental nem cogita esse tipo de coisa. Quem está numa expiação, numa debilidade mental que realmente é incapaz, não cogita esse tipo de coisa. Quem vive reclamando que não é capaz, normalmente são pessoas que têm os os cinco sentidos sensoriais no lugar. São pessoas que t um corpo normal, uma mente normal, mas diz para si mesma que não é capaz, que não dá conta, que não consegue. E aí o que tá acontecendo? Na verdade, a pessoa tem uma debilidade no nível da vontade, da força de vontade, que mobiliza a capacidade. A força de vontade é como uma semente preciosa de uma árvore que produz um fruto muito doce. Nós muitas vezes envejamos a árvore dos outros. Nossa, mas eu queria ter uma árvore daquele jeito que produz frutos tão deliciosos. A gente olha a árvore dos outros. Só que desse fruto não dá pra gente pegar da árvore do vizinho. Ou nós plantamos a nossa semente e cuidamos dela e fazemos esforços para que ela vire uma árvore frondosa cheio de frutos, ou a semente vai ficar ali esperando que nós façamos isso. Muita gente pega essa semente da força de vontade e coloca dentro de um cofre e fica lá envejando a as árvores e os frutos dos outros, dizendo para si mesmo: "Eu gostaria tanto, mas não sou capaz, mas não dou conta. Eu daria minha vida para ser como fulano, mas não sou capaz. Só que você não vê que o fulano está

os frutos dos outros, dizendo para si mesmo: "Eu gostaria tanto, mas não sou capaz, mas não dou conta. Eu daria minha vida para ser como fulano, mas não sou capaz. Só que você não vê que o fulano está verdadeiramente dando a vida dele para aquilo. E você quer os frutos que fulano tem sem dar a vida. Fala que quer dar boca para fora, mas não da boca para dentro. Então, fundamental que nós sejamos autênticos como nós estamos trabalhando. A proposta cristã é de autenticidade e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Então, se nós entramos no movimento de uma falsa incapacidade, é fundamental que nós reflitamos nesse movimento ligado à falsa incapacidade. Porque no dia do juízo que nós vimos, nós não vamos chegar e falar: "Ah, mas mais isso, mais aquilo, mais aquilo outro". A coisa é aquilo que é. A consciência vai nos mostrar a indolência ou o esforço que nós fizermos. E aí nós vamos entrar na absolvição, como diz Jesus, na no vamos ser justificados ou condenados pela nossa própria consciência. A parábola dos talentos que Jesus fala, tem os que negociam bem com os talentos, os servos que negociam bem e o que enterra o talento. Então, todos nós trazemos os talentos. Nós trazemos as sementes, as virtudes dentro de nós, na nossa própria essência divina. Agora, a são sementes. Sementes são para ser colocada em terra fértil, cuidada diariamente até produzir a árvore cheia de frutos. Não é para que a gente fique invejando as árvores dos outros e os frutos dos outros, mas que nós façamos a mesma coisa conosco. Por que que nós podemos isso? Porque todos nós trazemos os potenciais que são exatamente as sementes. Aí é importante acreditar aquilo que Jesus diz. Não atemorizeis, não turbe o vosso coração. Acredite em você. Acredite que você pode. Como aprendizes da vida, todos nós podemos. Agora, se nós acreditamos que não podemos, enquanto não mudarmos essa crença, nós vamos ficar batendo na mesma tecla de uma falsa incapacidade. Então, toda o processo de transformação passa por esse

. Agora, se nós acreditamos que não podemos, enquanto não mudarmos essa crença, nós vamos ficar batendo na mesma tecla de uma falsa incapacidade. Então, toda o processo de transformação passa por esse mecanismo aqui. A as dificuldades são limitações a serem transformadas, são oportunidades de crescimento interior, não são impedimentos, são obstáculos. Obstáculos existem para que nós possamos transpô-los um a um. E nós temos todo o potencial para realizar essa ação. Alguma pergunta, gente? E agora vejamos como se dá esse processo de transformação. Uma vez que nós estamos conscientes que o processo de transformação é o melhor caminho, como se dará a ação de mudança? Primeira coisa fundamental, querer realizar a mudança. Agora, como é esse querer? Quem é que não quer ser feliz? levanta a mão. Todos nós queremos, né, que se alguém levantasse a mão, a gente ia inter lá no alto botelho, hospital psiquiátrico. Por que que nós queremos ser felizes? Porque isso é uma determinação divina para nós. Tá lá impresso lá na questão 115 do livro dos espíritos. Agora, se nós perguntarmos quantos se sentem felizes dentro da felicidade relativa possível no planeta, não precisa levantar a mão para não constranger, para que a gente seja realmente autêntico. É uma minoria que se sente realmente assim, porque todo mundo quer e poucas pessoas conseguem se sentir realmente feliz. Porque há uma diferença entre o querer no nível do desejo e o querer no nível da ação. Este querer aqui que está registrado aqui é o querer no nível da ação. Querer no nível dos desejos todo mundo deseja. Quem que não deseja ser plenamente cristão? Quem que não deseja ser uma pessoa boa? Se nós não quiséssemos ser uma pessoa boa, não estaríamos aqui, estaríamos mancomunando crime por aí. Então, nós já desejamos isso. O desejo é o primeiro passo, mas não basta por si mesmo. É preciso que entre o querer no nível do desejo e o querer no nível da ação, nós tomemos uma decisão que exatamente é a decisão de mudança. Eu não estou

é o primeiro passo, mas não basta por si mesmo. É preciso que entre o querer no nível do desejo e o querer no nível da ação, nós tomemos uma decisão que exatamente é a decisão de mudança. Eu não estou satisfeito da forma como eu tenho vivido, como eu tenho me comunicado, agindo de forma egocêntrica. Então, se eu não estou satisfeito, eu quero algo melhor. Aí vem uma pergunta importantíssima. O que eu quero verdadeiramente para a minha vida? Eu quero realmente mudar ou eu quero ganhar os benefícios da mudança? A grande maioria dainda quer ganhar os benefícios da mudança. Só que Deus não nos dá os benefícios, nos dá a condição para conquistarmos os benefícios pelo esforço nosso, pessoal. Então, tem a ver com esse querer. Esse querer deve ser um querer profundo. Eu quero verdadeiramente. Se eu quero, eu posso, eu consigo, eu sou capaz. Aí as coisas funcionam. Depois do querer, é fundamental que nós saibamos como e o que realizar. Se eu quero realizar uma mudança, não sei o que fazer, nem como fazer essa mudança em mim mesmo, ela vai, vou ficar só no querer. Então, o saber como e o que realizar passa por todo o conhecimento, tanto o autoconhecimento, que é o conhecimento de si mesmo, e o conhecimento da verdade universal. Quando nós refletimos sobre o evangelho, nós estamos aprendendo como realizar. Então, existe a verdade universal que deve ser traduzida para dentro de nós, para a nossa intimidade, né? E isso tudo é, nós vamos aprender de que forma? estudando, seja na casa espírita, seja sozinhos conosco mesmo. Nós vamos fazer um curso como esse, como que nós estamos fazendo, seja presencial ou assistindo o DVD depois, né, ou as duas coisas. Nós podemos eh fazer uma um processo psicoterapêutico. Existe várias formas de nós aprendermos como e o que realizar em termos de mudança. Depois nós vamos lidar com outra questão importante. Sentir que se deve mudar, realizar a mudança. Não adianta a gente querer saber como, se nós não sentimos no coração que vale a pena realizar essa

. Depois nós vamos lidar com outra questão importante. Sentir que se deve mudar, realizar a mudança. Não adianta a gente querer saber como, se nós não sentimos no coração que vale a pena realizar essa mudança. Então, quando nós queremos realmente ser fiéis a uma proposta cristã, só vamos realizar a ação se nós sentimos isso dentro de nós como uma realidade que nós podemos conquistar. E aí, querendo, sabendo como e o que e sentindo que devemos realizar, acontece a efetivação da mudança gradativamente. Ninguém vai transformar a vida toda dela numa única existência, porque isso não é possível. Agora podemos fazer esforços e gradativamente ir transformando as a nossa intimidade, nos tornando pessoas melhores. Então, na prática da ação de mudança, nós encontramos muitas dificuldades que são processos de autoboicote. Em todas elas, nós mentimos para nos nós mesmos, que não somos capazes, que não conseguimos, etc. devido ao movimento muito comum que é o autoengano. Então, nesse processo todo que nós estamos vendo, é muito comum o autoengano. A pessoa diz que quer, mas ela quer ganhar da vida aquilo que ela diz que quer e não se esforçar para conquistar aquilo que ela diz que quer. Então, esse movimento do autoengano é muito comum. O que o autoengano gera? E aí vocês vão participar um pouco? O que o autoengano, esse movimento de mentir para nós mesmos que nós queremos uma mudança sem fazer os esforços para que a mudança aconteça. O que ele isso gera para nós? Uhum. O autoengano é o próprio comodismo, né? Mas o que ele gera? O que todos nós somos convidados a realizar pela consciência cósmica, por Deus que nos criou para a perfeição. Todos nós trazemos na consciência a necessidade de nos transformar moralmente. Todos nós, sem exceção. A questão 621 do livro dos espíritos, quando Kardec pergunta: "Onde está escrita a lei de Deus?" E a resposta muito clara: na consciência. Então, se nós trazemos na nossa consciência o mecanismo que nos convida a um aprimoramento constante e nós nos enganamos dizendo

está escrita a lei de Deus?" E a resposta muito clara: na consciência. Então, se nós trazemos na nossa consciência o mecanismo que nos convida a um aprimoramento constante e nós nos enganamos dizendo que nós não somos capazes, que não nos nós não damos conta, que nós não conseguimos porque estamos preso à acomodação. O que esse movimento traz para nós? Sofrimento. Sofrimento. Que mais? Culpa. Hã? Culpa. Culpa pode trazer culpa também. Que mais? Quando a pessoa diz assim: "Não é que eu não queira, eu quero, mas eu não consigo". Que que ela tá Sim, mas o que que ela tá querendo para ela mesma? Qual a intenção positiva desse movimento? Hã? É uma é uma desculpa que ela dá para para a própria consciência. É possível? Não. A gente tenta, mas não é possível. É uma tentativa de autoenganar-se. Então é exatamente isso. O que que a pessoa tá buscando? Ela tenta aliviar a própria consciência, porque todos nós trazemos da consciência a necessidade de crescer emocionalmente, de evoluir. Essa é uma necessidade para o espírito, assim como o corpo necessita de ar e água para viver. Então, se nós trazemos na nossa consciência a necessidade de evoluir, quando a gente mente, não, eu tô tentando. É como se a pessoa diz dissesse assim: "Coitado de mim, eu sou tão, eu quero tanto, mas eu não dou conta, coitado, né? Ó, coitado. Quando a pessoa nutre o autoengano, é como se ela dissesse para si mesmo: "Eu estou fazendo tudo que é possível para mudar. Eu estou tentando, estou fazendo isso e aquilo, mas a mudança não acontece." Contudo, será que ela está realmente fazendo tudo que é possível ou está querendo simplesmente pelo desejo de realizar a mudança, que ela aconteça sem esforço? Ela quer os benefícios da mudança, porque ela sabe que se ela mudar os benefícios vão ser grandes, mas não quer pagar o preço, fazer os esforços para que a mudança aconteça. Então, o autoengano funciona como um anestésico da consciência, da ansiedade de consciência que a reduz. Contudo, não resolve a necessidade

agar o preço, fazer os esforços para que a mudança aconteça. Então, o autoengano funciona como um anestésico da consciência, da ansiedade de consciência que a reduz. Contudo, não resolve a necessidade consciencial, porque para resolver a questão conscial é necessário fazer os esforços e mudança para se tornar uma pessoa mais consciente de si mesmo. Então a pessoa tenta aliviar a consciência, não é porque ela não quer, é porque não consegue, né? Mas por que que não consegue? porque não faz os esforços suficientes para conseguir. Exatamente isso. Quando nós fazemos esforços de mudança para melhor num processo de fidelidade consciencial, o resultado é uma paz, uma harmonia, um sentimento de alegria, de pertencimento, de realmente estar no caminho traçado por Deus para todos nós. Então, os sentimentos são verdadeiras joias raras, de alto valor, que não se consegue, é claro, ninguém consegue uma joia rara de alto valor, simplesmente com qualquer centavo, né? Se a gente for ali na H externe, no Shopping Pantanal e pedir pro gerente: "Olha, eu gostei tanto dessa joia que tá na vitrine, mas eu só tenho R$ 1." Me me dá ela por R$ 1, né? Ele vai sorrir na nossa cara e se a gente insistir vai chamar o segurança para nos enquadrar, né? E muitas vezes nós queremos essas joias raras, alegria, sensação de pertencimento, de estar no caminho correto sem pagar preço algum, né? A gente quer de graça. E aí o autoengano. Então, fundamental a fidelidade consciencial. Que que a fidelidade consciencial nos nos eh nos convida? Fidelidade à nossa consciência, que significa tomar contato com o próprio autoengano. Eu estou tentando me autoenganar. Isso não vai me levar a lugar algum. E assumir de uma vez por todas um movimento de autoconsciência. me autoenganando, eu só vou ficar marcando passo no mesmo lugar e aí fazer os esforços realmente para gradativamente, de uma forma suave e leve, como é a proposta cristã, de crescer, né? Ninguém precisa crescer abruptamente. Isso não é da vida, isso não é da lei da vida. Mas

os esforços realmente para gradativamente, de uma forma suave e leve, como é a proposta cristã, de crescer, né? Ninguém precisa crescer abruptamente. Isso não é da vida, isso não é da lei da vida. Mas todos nós somos convidados a fazer esforços graduais de crescimento. Isso é uma necessidade. Então isso que é a fidelidade consciencial. Então, não é possível forjar esse estado interior. Por isso, o processo que a pessoa usa de mentir para si mesma, dizendo que está fazendo todos os esforços de mudança e mesmo assim permanece inquieta, desarmonizada, sem o sentimento de pertencimento, é porque há desconexão com o todo. Então, a fidelidade consciencial faz você enxergar você como você está nesse momento. Não é problema ter o egocentrismo, ter o movimento egórico, ter um movimento mascarado. O problema é acomodarmo-nos nesse movimento. Aí é um problema ter a dificuldade. Todos nós temos. Agora, uma coisa é você ter a dificuldade, assumir que tem e fazer esforços graduais de mudança. Mesmo que a gente mude isso, assim, só no dia do juízo, a nossa consciência vai estar tranquila. Eu mudei aquilo que eu pude, porque eu fiz esforços dentro daquilo que eu pude. Aí a nossa consciência vai est tranquila. Agora, se nós ficarmos no movimento do autoengano, o resultado no final será a condenação pela nossa própria consciência. Então, nós somos convidados pela vida a realizar o auto questionamento, a fim de que possamos realizar escolhas conscientes, tornando-nos mais vigilantes para nos libertarmos de nossas limitações, superando o autoengano. O autoquestionamento é uma técnica. é uma técnica para que nós possamos tomar contato com a verdade dentro de nós, qualquer que seja essa verdade. Então, vejamos o método do autoquestionamento. O autoquestionamento é a base do autoconhecimento. É uma regra básica, pois se eu quero me perceber enquanto ser, devo autoquestionar-me para tomar contato com o ser que eu sou. Como funciona? Então, lembrando João capítulo 8 versículo 32. Conhecereis a

uma regra básica, pois se eu quero me perceber enquanto ser, devo autoquestionar-me para tomar contato com o ser que eu sou. Como funciona? Então, lembrando João capítulo 8 versículo 32. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Não é possível que nós melhoremos a nós mesmos sem conhecer a verdade que está dentro de nós. Por isso, na questão 919, 919 a de o livro dos espíritos, eh, Santo Agostinho dá todo um método de autoconhecimento, de auto questionamento. Nós vamos dar um método aqui, eh, que no baseado na nossa experiência profissional. Objetivo é de conhecer a verdade e trazer essa verdade para dentro de nós para que ela nos liberte. Então, vejamos. Todas as vezes que nós nos depararmos com autoengano, é uma tentativa de burlar a consciência. Vai ser possível? Então, não é possível nós burlarmos a nossa consciência. A gente tenta, né? Tem gente que tenta a vida inteira até o dia do juízo. Depois, no dia do juízo, se arrepende por ter não ter feito aquilo que podia ter feito. Principalmente nós espíritas que já conhecemos a verdade universal. Nós não estamos falando de pessoas que estão aí nos bares da vida. Nós estamos falando para pessoas como nós que estamos em pleno sábado à tarde aqui nesse salão fazendo uma atividade puramente espiritual. Então o autoengano chega de nos autoenganar, né? Já é tempo de nós, uma mensagem do Dr. Bezerra de Menezes recentemente, que ele fala sobre os cristãos decididos. muito muito significativa essa mensagem recebida pelo nosso Divaldo. Quem não tiver, não teve oportunidade de ler, que lei essa mensagem que é extremamente significativa, que ele fala exatamente nesse movimento de tomar a decisão de mudança, porque o tempo urge, urge mesmo. Nós somos trabalhadores, somos convidados a sermos trabalhadores de última hora. E o trabalhador de última hora não é aquele que faz, fica na fazer coisa no centro espírita, é aquele que faz um trabalho interior e a partir desse trabalho interior vai o encontro do outro no trabalho fora de si mesmo. E os cristãos

o é aquele que faz, fica na fazer coisa no centro espírita, é aquele que faz um trabalho interior e a partir desse trabalho interior vai o encontro do outro no trabalho fora de si mesmo. E os cristãos decididos são aqueles que pegam na rua sem olhar para trás e segue em frente na direção desse processo autoconsciente de daquele que sabe o que quer e faz todos os esforços. Tem muito a ver com aquela questão do livro dos espíritos que Kardec pergunta aos benfeitores se não basta fazer o mal para que nós possamos ser agradáveis a Deus. Vocês lembram da resposta? O fato de não de fazer o bem já é um mal. E todos nós somos convidados a fazer o bem no limite das nossas forças. Vamos refletir profundamente o significado disso. Limite das nossas forças. É claro que nós não vamos cair extenuados por est fazendo bem. É no limite das forças. Os benfeitores não fala fazer o bem além das suas forças. Só que tem muita gente muito forte por aí que fala que faz o bem no limite das forças, mas que está num movimento de autoengano muito grave, né? Porque tá fazendo um benzinho muito pequenininho, mas teria forças para fazer muito mais, para realizar muito mais ações internas e externas. Tudo começa no amor a si mesmo e a partir do si mesmo nós vamos ao encontro do próximo. Forças físicas. Sim. É principalmente a Rumildo falar aqui, não é o limite de forças físicas, é também, né? Mas é o limite da força moral que nós temos. Muitas vezes nós estamos presos ao autoengano aquele movimento da falsa incapacidade, né? Eu quero mais não dou conta, mais não consigo, mais é muito chato. Ah, mais é isso, mais é aquilo, né? Quanta gente é convidada a realizar ações e se desculpa dizendo que não tem tempo, que não pode, que não é capaz, que não consegue, que não dá conta. As pessoas para fora e ficam seando atividade. Aí aí trabalha além das forças para tentar ganhar a salvação. É aquele movimento do fazer fora. Mas na verdade o o fazer fora é consequência do fazer dentro. que a obra real, quando

seando atividade. Aí aí trabalha além das forças para tentar ganhar a salvação. É aquele movimento do fazer fora. Mas na verdade o o fazer fora é consequência do fazer dentro. que a obra real, quando Jesus fala a cada um segundo suas obras, a obra maior não é a obra que a gente faz fora de nós, é a obra que nós fazemos dentro de nós no processo de transformação. Então, o autestionamento é fundamental para nós superarmos o autoengano. É o método por excelência. Nós só vamos conseguir superar o autoengano se fizermos um trabalho sério de autoestionamento. O que o auto questionamento propõe? Ele propõe nós sermos fiéis à nossa consciência. Se a consciência está mostrando que nós não estamos realizando as ações que poderíamos, não adianta fingir que estamos. É necessário assumir eu não estou. E aí, que ações eu posso realizar para estar, né? Sempre focado. Se você percebe uma deficiência, não é se culpar por causa da deficiência, nem tampouco se desculpar. Eu tenho e eu quero mudar. E aí faz esforços. O autoquestionamento leva, nos leva a fazer esforços e mudança. Então, vejamos agora como funciona. Primeira coisa, devo perguntar o que quero para minha vida. Viver de uma forma subconsciente num processo de autoengano ou consciente buscando o meu aprimoramento constante? Essa pergunta é básica, tá? o que eu quero paraa minha vida. Por quê? O movimento de autoengano é uma uma tentativa de viver de forma subconsciente. A pessoa fica se enganando, achando que está fazendo tudo que pode, coitado. Mas é um movimento de autoengano, uma viv uma forma de vida subconsciente. A consciência de si é o movimento em que nós tomamos consciência da nossa verdade. a verdade que existe dentro de nós. Conheça a verdade e a verdade vos libertará. Então, essa primeira pergunta importantíssima, básica, é para nós tomarmos conhecimento da verdade, não daquilo que a gente gostaria que fosse, né? Então, não é, eu gostaria disso, eu gostaria daquilo. Gostaria é uma coisa, aquilo que é é outra. O ideal é o querer no nível do

onhecimento da verdade, não daquilo que a gente gostaria que fosse, né? Então, não é, eu gostaria disso, eu gostaria daquilo. Gostaria é uma coisa, aquilo que é é outra. O ideal é o querer no nível do desejo. É aquilo que nós perguntamos: "Quem não quer ser feliz?" Levanta a mão. Todo mundo quer ser feliz, não é? A felicidade é o ideal de todos nós, sem exceção, porque ninguém levantou a mão. Agora, esse ideal é uma coisa, é o querer no nível do desejo. O real é o querer no nível da ação, por da idealização para a realização a uma distância grande. Então, a o ideal é o primeiro passo, porque sem o ideal você não se mexe. Então, nós queremos essa pergunta é para que nós busquemos o nosso ideal de vida. O que eu quero para a minha vida de forma real, né? Eu quero uma série de coisas boas, tá? Ótimo. Agora eu estou com disposição para conquistar isso aí. É a realização é ação para tornar real o ideal. Entre o desejo e o e a realização existe a decisão de mudança, tá? La Cordéia coloca aqui que é a o movimento da pessoa decidir onde é que ela quer chegar. Se ela não sabe onde está nem onde quer chegar, ela tá sem rumo. Agora, se ela sabe onde está e onde quer chegar, ela tem um rumo seguro a a seguir. Então o Romildo levanta aqui que o real seria a verdade também. Sim, é exatamente para isso que é a super o autoquestionamento. É para que você tome contato com a realidade, a realidade que eu estou percebendo que eu trago muita indolência dentro de mim. É o real. A realidade tá me mostrando que eu tô que eu tenho muita preguiça na hora de realizar o trabalho do bem. é a realidade tá me mostrando. Então, conheça a verdade para que a verdade o liberte. Então, quando nós percebemos que estamos vivendo uma vida subconsciente, o que que é a o que a vida nos convida a superar essa vida consciência? Porque nós temos um ideal. Então, nós vamos gradativamente transformar a nossa intimidade para chegar no ideal. É assim que nós crescemos. O autoconhecimento é o conhecimento dessa verdade que está no

Porque nós temos um ideal. Então, nós vamos gradativamente transformar a nossa intimidade para chegar no ideal. É assim que nós crescemos. O autoconhecimento é o conhecimento dessa verdade que está no nosso interior. A verdade universal é o ideal. Quando Jesus disse, eh, tudo que eu faço vós podeis fazer e até mais. O que que ele estava mostrando para nós? O nosso ideal, vós sois deuses. Então, o nosso ideal é de ser um espírito crístico em potencial. Esse é o ideal. Quando nós tomamos conhecimento dessa verdade, eu quero ser assim também. E aí nós vamos mergulhar na verdade que existe dentro de nós para fazer o ajuste, contrapondo a verdade universal com a verdade dentro de nós. Eu não ajo assim. Então, o que eu posso fazer para agir assim? Eu não ajo conforme o amor e a compaixão cristãos. Que ações eu posso realizar para agir? Então tudo isso nós vamos fazendo o contraponto entre a verdade universal, que é o ideal da nossa vida, e a nossa verdade, que é aquilo que nós estamos vendo, percebendo. O autestionamento é exatamente para isso, tá? pergunta, gente. Segunda, eh, bom, antes vamos explicar essa questão. Depois de feito esse autoestionamento, é fundamental deixar vir a resposta naturalmente. Contudo, essa resposta não deve ser de forma superficial, do tipo sim ou não, quero ou não quero, mas uma resposta em nível profundo para podermos nos libertar do autoengano, no qual dizemos para nós mesmos que queremos uma mudança, mas não nos dispomos a pagar o preço para que a mudança aconteça. é tomar contato real com aquilo que nós estamos realmente reconhecendo em nós. Eu estou num processo de subconsciência, eu estou num processo de acomodação, eu estou num processo de indolência, ou eu tô estou num processo de fazer esforços que são necessários. A nossa consciência vai sempre nos falar alto aquilo que é o real, né? Às vezes a consciência até grita pra gente e a gente manda ela cala a boca e fica quieta no canto dela, né? Podemos, mas não nos convém. Independente da resposta que vier, as

aquilo que é o real, né? Às vezes a consciência até grita pra gente e a gente manda ela cala a boca e fica quieta no canto dela, né? Podemos, mas não nos convém. Independente da resposta que vier, as próximas perguntas são: Quero usar a minha energia mental de forma consciente a meu favor para me tornar uma pessoa mais saudável ou não? Eu quero permanecer repetindo padrões doentios subconscientes ou quero verdadeiramente mudar? Então, essas duas questões são fundamentais para que nós nos situemos. Eu percebo tudo isso dentro de mim. Então, se eu percebo dentro de de eh isso dentro de mim, esses padrões doentios, por exemplo, eu quero permanecer ou quero mudar, né? Se eu quero permanecer, claro que ninguém fala em santa consciência isso que quer para permanecer. Por isso é importante ao escutar o sentimento que está por trás do da fala do querer. Se eu falo que eu não quero, mas o meu movimento todo é na direção daquilo que eu não quero, eu estou me autoenganando, né? Então é necessário tomar consciência plena. com a verdade, porque somente a verdade vai nos libertar. Se continuarmos mentindo, a mentira não liberta. Muito pelo contrário, ela escraviza. Então, qualquer que seja a verdade. Por que que muitas vezes a gente foge da verdade, hein? Por que que nós fugimos da verdade? Pela falta deção. Hã? dificul de autoaceitar. E com o que que nos dificulta o autoace aaceitação? O ego. Que sentimento no ego? Orgulho. Exatamente. O orgulho faz com que a gente tente dourar a pílula. Mas não é bem assim. Ah, mas a gente, a carne é fraca. Ah, mas no mundo de expiações e provas, todo mundo é assim mesmo. E aí a gente vai se autoenganando, fazendo exercícios de autoengano e não exercícios de auto questionamento para que haja libertação. É, depois disso tudo, o que nós vamos fazer? questionar quais são as consequências da escolha que estou realizando neste momento. Essa escolha resultará em algo útil que me gere uma mudança para melhor, bem como para as pessoas ao meu redor dentro do princípio da lei de amor

uências da escolha que estou realizando neste momento. Essa escolha resultará em algo útil que me gere uma mudança para melhor, bem como para as pessoas ao meu redor dentro do princípio da lei de amor que organiza o universo. Porque nós temos a opção de permanecer no autoengano ou buscar o autoestionamento para a autotransformação. As duas coisas são escolhas. Tem gente que acha: "Não, mas eu não escolhi sofrer". Escolheu sim. Se você escolheu não realizar nenhuma ação e ficou sofrendo, é uma escolha. a passividade, o a o não fazer escolhas é uma escolha, né? Então, se nós percebemos movimentos de autoengano e permanecemos e falamos que nós não escolhemos aquilo, como não? Ah, mas a outra opção era fazer, dava muito trabalho. Vai jeito de a gente falar isso pra nossa consciência no dia do juízo? Não, mas dava muito trabalho. Então aí e eu preferi tentar fugir. E aí a consciência vai dizer pra gente que não era não, não, esse argumento não convence, né? Só que aí o arrependimento já vai ser tardio, né? Nós já, nós todos, sem exceção, temos como não esperar o dia do juízo para tomar consciência das nossas escolhas e usar as nossas escolhas adequadamente. O próprio autoengano é um movimento falso de mudança. A pessoa fica ali, não, mas eu tô fazendo o possível. Mas se ela ao escutar profundamente a própria consciência, vai ver que ela está se autoenganando, não tá fazendo o possível, ou tá fazendo aquela mudança cosmética, né? como alguém que pinta uma fachada de uma casa e deixa a estrutura hidráulica, o a parte elétrica, tudo por fazer, mas pinta a fachada de muito bonitinha e a casa fica parece muito é bonita por fora, mas tá toda podre por dentro. mudanças voltam dentro do estado. Parece uma mudança pergunta, é uma falsa mudança, tá? Essas perguntas nos auxilia a sermos mais verdadeiros conosco, pois nos remetem a tomar consciência de nossas escolhas e do fato de estarmos realmente dispostos a um processo de mudança ou não. Para isso, é fundamental a disposição de nos libertar do

ros conosco, pois nos remetem a tomar consciência de nossas escolhas e do fato de estarmos realmente dispostos a um processo de mudança ou não. Para isso, é fundamental a disposição de nos libertar do autoengano, pois de nada adianta dizer que queremos a mudança, pois sabemos dos seus benefícios, mas continuarmos na inércia. Tudo na vida são escolhas. Mesmo não fazer escolhas é uma escolha. Existem pessoas que dizem que não escolheram sofrer. Escolheram sim, pois ao não realizarem ações positivas diante da vida, escolheram permanecer na inércia, cujo resultado é o sofrimento. Muitas vezes a pessoa ela está numa em fazer muitas coisas na casa espírita, mas no nível íntimo permanece na inércia. É um fato muito comum, inclusive no movimento espírita. Como existe o axioma fora da caridade, não há salvação. E a grande maioria das pessoas entendem a caridade como fazer coisas pros outros. Muita gente vive fazendo coisas até além das forças. Às vezes até abandona a família, fica relegada a segundo plano, porque a pessoa tá lá de corpo e alma fazendo coisas no centro, numa fazeção de coisas, aquele termo bem coiabano, né? fazer são, um fazer sem sentido. E aí o que acontece? Parece que tá tudo bem. É um grande movimento de autoengano. Grande movimento é o caso do Leon, que nós citamos agora a pouco aqui. É o movimento do autoengano. A pessoa acha que tá fazendo muita coisa, a consciência fica entorpecida pelo essa afaseção de coisas. Mas lá no fundo o que tá acontecendo? As obras reais que são a a transformação interna acontecendo. E a pessoa fazendo coisas e fazendo coisas e ela acredita que esse fazer salva, mas é o fazer interno que salva. O fazer externo é apenas consequência, né? Nós trabalhamos bastante no curso que nós ministramos ano no ano retrasado e ao fora da caridade no salvação, né? Tá gravado em DVD e temos o livro também sobre essa fazerção de coisas. O fazer externo é e a transformação interior da criatura. A transformação para melhor é fazer exercícios do amor cristão e da

é? Tá gravado em DVD e temos o livro também sobre essa fazerção de coisas. O fazer externo é e a transformação interior da criatura. A transformação para melhor é fazer exercícios do amor cristão e da compaixão cristã cristã. No dia a dia, você vai realizando essas ações com você mesmo e com o próximo. Continuando a respeito da falando sobre a respeito das escolhas. Para tomar consciência de nossas escolhas, é necessário que nós façamos sempre duas perguntas básicas que nos emeterão às escolhas realizadas aqui e agora. Primeira pergunta: o que estou pensando e sentindo neste momento de minha vida? Nós tendemos a uma vida bastante subconsciente. Nós não não tomamos consciência das dos nossos atos, dos nossos pensamentos, dos nossos sentimentos. Perguntas como essa no nível do autoestionamento é fundamental para que nós sempre tem estejamos vigilantes sobre aquilo que nós pensamos e sentimos. Porque tudo que nós vamos comunicar, que nós vamos falar, é consequência daquilo que nós pensamos e sentimos. Então, o que eu estou sim pensando e sentindo nesse momento da minha vida? A resposta a esta pergunta lhe permite focar o aqui agora. de modo que possa tomar consciência de suas escolhas com o objetivo de ter o domínio de seus pensamentos e emoções. A segunda pergunta básica: o que eu quero para mim neste momento? Eu quero continuar pensando e sentindo aquilo que eu estou pensando ou eu quero algo diferente? Então, o processo da pergunta do Nob da O que é esse fazer dentro? é autotransformação, é tomar consciência do que é pernicioso para nós, do que é bom para nós e optar por aquilo que é bom. Aí nós vamos gradativamente transformando a nossa intimidade. Então, a resposta a essa pergunta vai lhe ajudar a refletir se quer continuar a pensar e sentir a mesma coisa, bem como a se comunicar da mesma maneira ou se quer realizar alguma mudança, reforçando os pensamentos e sentimentos positivos e nobres geradores da comunicação alocentrada e ressignificando-os quando são negativos

comunicar da mesma maneira ou se quer realizar alguma mudança, reforçando os pensamentos e sentimentos positivos e nobres geradores da comunicação alocentrada e ressignificando-os quando são negativos e limitadores, transformando a comunicação egocentrada. Então nós vamos cada vez mais nos nos direcionando para a o holocentrismo, superando o egocentrismo. Só é possível tomando contato com aquilo que nós realizamos a cada ação, a cada atitude nossa que realizamos. pergunta, gente, não. Agora nós concluímos essa primeira fase que nós trabalhamos essa proposta de comunicação holocentrada, superando o egocentrismo. Agora nós vamos entrar em algumas questões mais técnicas acerca da comunicação. Inicialmente vamos trabalhar a linguagem. A linguagem é essencialmente utilizada no processo de comunicação. Não existe comunicação sem o uso adequado da linguagem. Vejamos como funciona a linguagem. A linguagem é o código universal que usamos para trocar informações com outros seres humanos, comunicando o que pensamos e sentimos para poder transmitir o conhecimento. Quando mal utilizada é responsável por muitos dos problemas de relacionamento humano, produzindo a comunicação egocentrada. Então, todas as vezes que nós usamos mal a nossa linguagem e nós vamos ver várias formas de usar mal e várias formas de usar bem a linguagem. Quando bem utilizada, produz a comunicação holocentrada, na qual constrói-se o conhecimento e a libertação pela verdade bem conduzida. Então, nós vamos aos poucos trabalhando no da direção holocentrada, eh, internalizando a verdade dentro de nós. Vejamos agora a estrutura superficial e profunda da linguagem, como que funciona a linguagem. Nós estamos vendo nesse primeiro círculo a estrutura profunda da linguagem. A estrutura profunda é feita de pensamentos e sentimentos. O espírito que nós somos pensa e sente. Quando nós pensamos e sentimos algo, o que vai acontecer? Qual é a tendência nossa quando nós pensamos e sentimos algo? Exteriorizar aquilo que pensamos e

ntos. O espírito que nós somos pensa e sente. Quando nós pensamos e sentimos algo, o que vai acontecer? Qual é a tendência nossa quando nós pensamos e sentimos algo? Exteriorizar aquilo que pensamos e sentimos. Como que nós exteriorizamos? pensamentos e sentimentos. Nós vamos internalizar pela linguagem. Então, a estrutura superficial é a própria linguagem. Então, nós pensamos e sentimos e vamos expor aquilo que pensamos e sentimos. A linguagem, ela é feita de duas partes. O verbal, né? Nós estamos aqui, eu particularmente estou aqui verbalizando uma série de coisas, passando uma mensagem. Tudo aquilo ou todo o nosso pensamento dos benfeitores espirituais que também estão aqui, está estão sendo transmitido nesse momento diretamente para todos nós que estamos aqui nesse salão em torno de umas 150 pessoas. Vi internet para não sei quantas. Então, todo um processo de passar uma mensagem verbal. Agora, nós só passamos a mensagem de forma verbal. O que que nós estamos, se eu tivesse falando assim, eu vou falar uma mensagem para vocês. É muito bom seguir o evangelho. Ficaria fica agradável? Não. Por quê? Porque o verbal, a mensagem necessita da metamensagem, do não verbal. Então, aquele primeiro conceito que nós trabalhamos, a metamensagem é como nós falamos. Tudo que nós usamos para dar um colorido às mãos, a postura corporal, a ênfase nas palavras, né? todo o processo a faes, o corpo inteiro fala junto com a verbalização. Então o verbal é a mensagem está intimamente ligada aos pensamentos e o não verbal, que é a meta mensagem, o prefixo meta significa além de Então é além da mensagem. vai além da mensagem. Por que que vai além da mensagem? Porque nós vamos colocar para fora os nossos sentimentos. Se nós sentimos realmente um uma um sentimento ardoroso, um entusiasmo em relação ao evangelho, nós vamos passar esse sentimento na nossa metamensagem. A gente não precisa ficar dizendo: "Olha como eu amo o evangelho, eu amo Jesus". Não precisamos disso, né? Os nossos irmãos evangélicos, nós respeitamos quem

sar esse sentimento na nossa metamensagem. A gente não precisa ficar dizendo: "Olha como eu amo o evangelho, eu amo Jesus". Não precisamos disso, né? Os nossos irmãos evangélicos, nós respeitamos quem faça isso, mas nós não precisamos ficar batendo no peito o tempo todo que ama que que Jesus é poderoso, que não sei o, mas lá no fundo não é meio oco. Aquelas manifestação são meio ocas. Nós passamos isso na forma de falar, na alegria que o o rosto, a facea. Isso está acontecendo agora ou não? Aqui agora nesse movimento, pelo menos eu me sinto assim, quase que explodindo de de alegria, de felicidade, tá podendo falar isso. Então, isso tudo é o quê? A metamensagem, a metamensagem que se passa, como se fala, tudo isso é a comunicação. Então, pensamento, sentimento, linguagem verbal e não verbal, o processo de comunicação vai acontecendo. Então, quando, como a comunicação é aquilo que se compreende do processo, é claro que num grupo heterogêneo vão ter pessoas que compreendem mais, pessoas que compreendem menos. Agora, no processo de comunicação real, é necessário trabalhar o verbal e o não verbal para que essa compreensão seja o mais e o o maior possível, o mais intensa possível. Vejamos aqui no outro esquema, nós temos o verbal, a mensagem, é o que se fala, conteúdo, palavras escolhidas para falar. Então, as palavras são é apenas uma roupa do do pensamento. Imaginemos, vamos imaginar esta mão aqui como sendo o pensamento, mas essa mão tá invisível. Imagina essa mão minha aqui invisível. Então, essa mão invisível seria o pensamento. Vamos pegar uma luva e colocar em cima dessa mão invisível. Vocês estão enxergando a mão agora com a luva? Quando colocamos a luva, nós percebemos a mão. Então, o que é a mão invisível? é o pensamento. As palavras são luvas que vestem o pensamento. O pensamento enquanto energia, ele é abstrato. Ele é abstrato assim no sentido de que ele não tem uma forma definida. Ele vai ser definido através das palavras. Nós estamos falando aqui no na língua

. O pensamento enquanto energia, ele é abstrato. Ele é abstrato assim no sentido de que ele não tem uma forma definida. Ele vai ser definido através das palavras. Nós estamos falando aqui no na língua portuguesa, poderia ser numa outra língua, né? Cada língua tem as palavras próprias dela, mas o pensamento é um só. Um espírito numa condição evolutiva grande, ele se comunica em qualquer país do mundo, na língua do país, só que ele pensa na própria, naquilo, na língua mãe dele, né? E só que a palavra decodificada vai ser na língua do médium, que eles, no caso de uma comunicação mediúnica, por exemplo, e no nas esferas mais altas, não precisa nem de palavra, basta pensar, já o outro já decodifica pensamento com pensamento. São são níveis de comunicação inimaginável para nós que estamos ainda nesse terra a terra aqui no planeta. O não verbal é a metaagem. Então tem a ver com os sentimentos, como se fala tom de voz, ênfase, gestos, expressões faciais, postura corporal, proximidade da da do interlocutor ou não, uma série de coisas que são utilizadas para interpretar a mensagem, né? Então, a mensagem vai ser bem comunicada se tiver uma meta mensagem também robusta, bem eh coordenada. Então, existe uma estrutura profunda composta de pensamentos e sentimentos que são originários na própria mente do espírito, que se manifestará por meio do cérebro, né? Esse é o processo. O cérebro apenas decodifica aquilo que está no nível espiritual. Então essa estrutura profunda, ela se manifesta por meio da estrutura superficial, a linguagem, aquilo que falamos, comunicando-nos pela mensagem, pela metamensagem. A mensagem é o verbal. As palavras são luvas que vestem o pensamento. É por meio das palavras, da ação verbal que o pensamento é decodificado. Aquilo que nós demos até o exemplo da mão. O pensamento é a estrutura profunda originário na mente do espírito, decodificado de uma forma superficial por meio do verbal, que constitui a mensagem, as palavras usadas para decodificar o pensamento. A metamensagem é como se

profunda originário na mente do espírito, decodificado de uma forma superficial por meio do verbal, que constitui a mensagem, as palavras usadas para decodificar o pensamento. A metamensagem é como se fala. O nosso corpo, principalmente a face, fala juntamente com as expressões verbais, gerando um colorido próprio ao verbo, as palavras. Então, a metamensagem é todo o corpo falando. Então, quanto mais colorido tiver nessa forma de falar, melhor vai ser a mensagem, principalmente quando é um caso como esse que nós estamos falando, vocês estão sentados ouvindo. Então, principalmente na tribuna espírita, a meta mensagem vai ser o elemento fundamental na exposição doutrinária bem feita. Então, passar com ênfase, eh, colocando o sentimento na nas palavras verbalizadas é fundamental. É a linguagem não verbal que acontece com as expressões e posturas corporais. Quando falamos, utilizamos gestos, expressões faciais, damos ênfases às palavras, mudamos o tom de voz, a velocidade, como exprimimos as palavras, nos colocamos mais próximos ou afastados do receptor, assumimos determinadas posturas corporais, etc. Por isso, compõe a metamensagem. A mensagem verbal é algo relativo aos pensamentos. Já a metabensagem diz respeito aos sentimentos que produzem as emoções viscerais. Então, essas emoções viscerais é o nosso corpo inteiramente falando. Ele ele fala por inteiro. Por isso que não dá para esconder a metamensagem. As mães, elas são craques de perceber mentira nos filhos. Por quê? Vem o filho e fala uma coisa maravilhosa. A mãe olhou para ele e tá mentindo. Como que ela sabe? Pela metamensagem. Como a metaem são os sentimentos e as emoções viscerais, você pode até enganar na mensagem, mas jamais engana na meta mensagem. Por isso que a gente vê, por exemplo, as pessoas falando de Jesus de uma forma o aquelas que não acreditam verdadeiramente no que estão falando, você percebe pela meta mensagem. A palavra, a palavra pode ser muito bonita, mas a meta mensagem já diz tudo. Ele não acredita

a forma o aquelas que não acreditam verdadeiramente no que estão falando, você percebe pela meta mensagem. A palavra, a palavra pode ser muito bonita, mas a meta mensagem já diz tudo. Ele não acredita no que tá falando. Tá falando só da boca para fora, né? A palavra pode ser até bonita, mas a energia que está por trás da palavra é oca. É aquela palavra, você vem muito em político isso. Às vezes o político tá falando maravilhas sobre a cidade, sobre o país, sobre tudo. Muito perfeito o discurso, mas é oco. Não tem energia. metamensagem, porque nós não estamos falando apenas de postura corporal, é energia mesmo que sai de nós, que emana de nós, a energia psíquica emocional. Então, a energia que sai da da das palavras são ocas. Pode ser bonita em termos de mensagem, mas metamensagem pobre. Energia. Uhum. Exatamente. Palavras, as palavras é muito fácil de enganar porque elas estão no nível dos pensamentos. Os pensamentos você elabora do pílula e mostra. Olha que bonitinho, né? Compra quem quer, na verdade, né? Mas o sentimento não dá para enganar. Vejamos agora o sistema de crenças. O sistema de crenças forma um mapa interno na mente, que é a forma particular de perceber a realidade do mundo. Como que funciona isso? Nós estamos aqui no salão da Federação Espírita do Estado de Mato Grosso. Então é um ambiente onde nós nos encontramos. do nosso território nesse momento é esse. Nós estamos aqui falando eh sobre comunicação, a essência da comunicação. Cada pessoa que está nos vendo, seja aqui presencialmente, seja na internet, está fazendo uma um mapa de de dessa desse curso diferente. Não existe nenhuma pessoa igual. Por que disso? Cada um está vendo de uma forma própria o curso. Por quê? Por causa das crenças de cada um. Cada um de nós teve um processo educativo. Mesmo, irmãos. Cada um é um espírito diferente, com uma bagagem diferente, com todo um processo educativo que pode ser ter vindo dos mesmos pais, mas é diferente e vai ver o mundo de forma diferente por causa do

os. Cada um é um espírito diferente, com uma bagagem diferente, com todo um processo educativo que pode ser ter vindo dos mesmos pais, mas é diferente e vai ver o mundo de forma diferente por causa do sistema de crença, aquilo que nós acreditamos ser real, ser verdadeiro em relação à vida, né? Tem pessoas ouve uma uma fala de Jesus e o comentário e decodifica isso rapidamente, consegue internalizar. Outras têm grande dificuldade de fazer isso, depende de cada uma. Então nós podemos ter uma percepção que nos aproxime ou afaste mais ou menos intensamente da realidade que ocorre no mundo à nossa volta. facilitando ou dificultando a comunicação interpessoal. Então essa essa percepção vai ser mais próxima da realidade ou mais distante da realidade. Quanto mais próximo da realidade, maior facilidade de comunicação. Quanto mais distante da realidade, maior a dificuldade de comunicação. Quanto mais amplo for o sistema de crenças, sem preconceitos nem pré-julgamentos, a percepção da realidade pelo indivíduo estará mais próxima do real que acontece no ambiente externo com outras pessoas, facilitando a comunicação alocentrada. Então, quanto mais a pessoa não tem preconceitos nem pré-julgamentos, o que significa dentro do da visão cristã, hein, gente? Quanto mais isenta de preconceitos e de pré-julgamentos for uma pessoa, o que significa dentro da proposta cristã? Mais evoluída. Então, o que significa o quê? que ela está exercitando com mais intensidade o amor e a compaixão cristãos, né? Que faz com que a pessoa não veja o mundo com preconceitos e pré-julgamentos. Agora, se em vez de ela ter isenção de preconceitos e prjulgamentos, tiver cheia de preconceitos e pré-julgamentos, o que vai acontecer? ela vai ter facilidade de fazer aos outros aquilo que não gostaria que fosse feito a ela mesma. Se a pessoa, por exemplo, tem um preconceito contra pessoas de de raça negra, por exemplo, pessoas, ela aprendeu desde criança que pessoa de raça negra é uma pessoa que eh a gente precisa desconfiar

. Se a pessoa, por exemplo, tem um preconceito contra pessoas de de raça negra, por exemplo, pessoas, ela aprendeu desde criança que pessoa de raça negra é uma pessoa que eh a gente precisa desconfiar delas, porque tem índole má, por exemplo. Então, ela cresceu com esse préonceito, com esse pré-julgamento. O que vai acontecer todas as vezes que ela se for comunicar com alguém dessa raça, né? Então, ela vai tender a ver as pessoas já prejulgando que elas são más, como se maldade e bondade estivessem na cor da pele e não na essência da criatura, né? Naquilo que nós temos dentro. Então esse processo do prejulgamento do preconceito vai, quanto maior a quantidade de preconceitos, mais distantes nós estaremos do do amor e da compaixão cristã. E quanto menos nós tivermos, mais distante. Então, cabe a nós trabalharmos o nosso sistema de crença para nos libertar dos preconceitos e dos pré-julgamentos. Quando a pessoa tem um sistema de crenças destituído de preconceitos e prego julgamentos, facilita o exercício do amor e da compaixão, como nós falamos. Ao contrário, se o sistema de crença estiver repleto de preconceitos e pré-julgamentos, a pessoa vai criar uma realidade, entre aspas, própria para ela, que se afasta da ocorrência real que ocorre no ambiente externo com outras pessoas, tornando-se egocentrada. Então, ela cria uma realidade própria, é aquilo que ela acredita ser real. E aquilo que ela acredita, ela vai passar isso na relação com os outros. Na comunicação com os outros, acontecerão inúmeras distorções, eliminações e generalizações da realidade, mas que a pessoa egocentrada, mas que para a pessoa egocentrada é real, pois ela acredita nisso. Então aqui nós estamos colocando três conceitos importantíssimos no processo de comunicação. distorções, eliminações e generalizações. No processo de comunicação, nós vamos sempre ter está envolto por esses três fenômenos. Quanto mais o nosso sistema de crença for for reprimido, reduzido, mais distorções, eliminações e generalizações nós faremos. Quanto mais

o, nós vamos sempre ter está envolto por esses três fenômenos. Quanto mais o nosso sistema de crença for for reprimido, reduzido, mais distorções, eliminações e generalizações nós faremos. Quanto mais rico é o nosso sistema de crenças, menos distorções, eliminações e generalizações nós faremos. Então, nesse exemplo que nós demos, todas as pessoas de raça negra são pessoas de maíndole. Então, é o quê? Uma distorção da realidade, eliminando todas as pessoas boas dessa raça, generalizando uma mentira. Então, um preconceito e um pré-julgamento sem razão nenhuma de ser vai produzir na na realidade daquela pessoa que ela vai tender na realidade dela a provar que aquela crença que ela acredita é real. Então, mesmo que ela encontre alguém eh bom, o que que ela vai fazer? Se ela tá com todo esse preconceito, ela elimina, ela distorce a bondade, então ela ela elimina, ela não enxerga a realidade. O nazismo, por exemplo, por que que produziu tanta maldade? contra os judeus. Exatamente. Por isso, né? No certa vez nós assistimos uma palestra do Divaldo que ele falou que muitos dos dos carrascos nazistas eram pais de famílias amorosos. Eles iam para casa, tinham os seus filhos e lá conviviam com esposa, filhos amorosamente e iam pros campos de concentração. E lá nos campos de concentração eles viviam viravam verdadeiras feras. Por que que viravam verdadeiras feras? Por causa desse processo egocentrado. Todo judeu é um ser desprezível. É o que o nazismo pregava, não era? Então, se todo judeu é um ser desprezível, eles às vezes encontrava pessoas boníssimas como Víor Frank, que é aquele criador da logoterapia, aquele psiquiatra, que várias vezes escapou da morte e conseguiu sobreviver ao campo de concentração. Uma pessoa, um cientista, um médico, um psiquiatra de primeira categoria. Tanto é que depois que ele saiu do campo de concentração, ele criou um processo terapêutico só para trabalhar o significado da vida que ele desenvolveu ao longo do do período que ficou no campo de concentração. Mas para

que ele saiu do campo de concentração, ele criou um processo terapêutico só para trabalhar o significado da vida que ele desenvolveu ao longo do do período que ficou no campo de concentração. Mas para aqueles oficiais da SS que estavam ali, todos eram desprezíveis, sem exceção. Todos. Então, havendo distorções, eliminações e generalizações, mesmo que eles encontrassem a pessoa boa, faziam questão de distorcer, não enxergar. A pessoa fica cega pra realidade da vida, tá? E isso é muito recorrente no nosso processo de comunicação. Nós tendemos a enxergar no outro aquilo que vai na nossa intimidade. Há uma tendência nossa de projetar no outro dificuldades nossas. E aí a gente generaliza, elimina e distorce a realidade. Nossa, fulano, é isso, é aquilo, é aquilo outro. O que que a pessoa tá fazendo com isso? Com esse sistema de crenças, coprojetando fora dela deficiências. Os outros têm deficiências. Que que ela tá fazendo? Hum. Qual é o movimento que esse é um movimento muito comum? é um movimento de autoengano que gera um mecanismo muito recorrente na psicologia chamado de projeção. A pessoa projeta no outro defeitos que ela própria tem, porque é mais fácil enxergar no outro e fingir que ela é santa e o outro é um carrasco, né? Mas ela é santa do polo oco, né? Esse sistema de crenças é estudado pelos espíritos das sombras para em cima dos nossos pontos fracos poder nos perturbar pessoalmente e coletivamente. Sem sombra de dúvida, eles estudam minuciosamente, inclusive, não é uma vez ou não ou outra, não. Eles estudam minuciosamente. Às vezes tem registros gravados em DVD de situações que nós trazemos, pontos fracos, sistema de crenças preconceituosos que nós trazemos e vão aguçar exatamente isso, para nos perturbar individualmente e para perturbar a causa coletivamente, né? Por isso é muito importante para todos nós nos libertarmos desse do sistema de crenças dessa forma, cheio de preconceitos e pré-julgamentos. E a única forma de fazer isso é centrado no amor e na compaixão cristãos.

to importante para todos nós nos libertarmos desse do sistema de crenças dessa forma, cheio de preconceitos e pré-julgamentos. E a única forma de fazer isso é centrado no amor e na compaixão cristãos. O sistema de crenças, ele determina por realizamos determinadas ações e ele amplia ou limita a nossa capacidade. Então, quanto mais rico é nosso sistema de crenças, maior nós vamos nos identificar mais com os nossos potenciais. Quanto mais pobre, cheio de preconceitos e pré-julgamentos, mais nós vamos focar nas limitações. E muitas vezes nós acreditamos que não somos capazes de superar as nossas limitações. Quando nós falamos: "Eu não consigo, eu não dou conta, eu não sou capaz". O que que eu tô expressando? O que eu estou expressando? uma crença que eu trago dentro de mim, uma crença limitadora que tá me limitando e eu fico fechado nela. Eu não consigo, eu nunca dou conta, eu não sou capaz. Se você não acredita que consegue, quem é que vai acreditar para você? Quem é que vai mudar isso para você? Só você mesmo. Infelizmente a grande maioria só muda com o sofrimento. Poucos mudam amorosamente. Então, nós comumente nós filtramos qualquer informação que possa contradizer as nossas crenças, eliminando, generalizando ou distorcendo a realidade. Tendemos também a descobrir informações que possam apoiá-las. Então, o tempo todo, coisas que não bate com o nosso sistema de crença, a gente elimina, distorce, generaliza. Coisas que reforçam o sistema de crença, nós estamos a catra às vezes até coisas falsas a gente inventa no movimento de autoengano para fortalecer o nosso sistema de crença, principalmente esse movimento do autoengano, da incapacidade de mudar. Não é que eu não queira, é que eu não consigo, eu não dou conta. Então, nós podemos ter crenças de dois tipos. proativas são crenças amplas nas quais as pessoas buscam ter uma postura dinâmica frente à vida, na qual as limitações são transformadas em oportunidades de crescimento interior. Então, essas as crenças proativas, o que que nós fazemos? Nós

s pessoas buscam ter uma postura dinâmica frente à vida, na qual as limitações são transformadas em oportunidades de crescimento interior. Então, essas as crenças proativas, o que que nós fazemos? Nós não ficamos limitados às dificuldades. Nós sempre utilizaremos as dificuldades como oportunidades de crescimento interior. Não existem pessoas que vivem num planeta de expiações e provas que não tragam grandes dificuldades dentro de si, porque senão nós não estaríamos num planeta de expiações e provas ou seríamos espíritos missionários, que não é o caso de nenhum de nós. Então, nós trazemos as imitações. O que vai diferenciar a pessoa que tem uma crença proativa? É, a que tem a crença proativa, ela ela sempre vai usar as limitações como oportunidades de crescimento, enquanto que as que estão focadas na nas crenças limitadoras, acredito que não dão conta de superar aquilo. Então, normalmente a pessoa holocentrada que tem filtros isentos de preconceitos e pré-julgamento sobre si mesma e sobre o ambiente tem uma tendência a formular crenças proativas. Quanto mais proativo nós formos, pessoas realmente isentas de preconceitos e pré-julgamentos, mas centrados seremos e uma nossa nossa comunicação vai ser baseada no amor e na compaixão cristãos. Quando nós trazemos as crenças limitadoras, elas são crenças que nos limitam a ação, na qual as pessoas costumam ter uma postura passiva ou reativa frente às suas dificuldades. O indivíduo com crenças limitadoras prende as suas limitações sem transformá-las em oportunidades de crescimento. Normalmente são pessoas egocentradas, com muitos preconceitos e pregojulgamentos para consigo mesmas e para com as demais para com as demais pessoas com quem convivem. Então, quanto mais pré-julgamentos, preconceitos, mais nós os limitamos e a nossa comunicação interpessoal também vai ser muito limitada, porque nós nos prendemos às limitações, não nas oportunidades de crescimento a partir das limitações. Porque é o que nós estamos dizendo, ter limitações não é o

rpessoal também vai ser muito limitada, porque nós nos prendemos às limitações, não nas oportunidades de crescimento a partir das limitações. Porque é o que nós estamos dizendo, ter limitações não é o problema. Todos nós temos. O problema é ficar acomodado na limitação. Aí é um grande grande problema que nós somos convidados a mudar. Normalmente nós temos muitas crenças limitadoras que trazemos o nosso processo educativo, muitas vezes desde criança e às vezes até de existências anteriores. Essas crenças limitadoras geram estados emocionais desequilibrados, nos quais nos faltam os recursos necessários para entrarmos em harmonia e obtermos comportamentos úteis, né? Quanto mais nós damos vazão às crenças limitadoras, mais dificuldades nós vamos ter na relação conosco e com os outros. As crenças têm um enorme poder sobre a nossa vida e devemos ter em mente que somos nós que as escolhemos. Uma questão importante está exatamente nessa escolha, pois elas podem tanto nos limitar a viver egocentrados quando quanto nos impulsionar a uma vida holocentral e feliz, né? Então, a escolha nós voltamos novamente à escolha que nós trabalhamos lá no auto questionamento, né? Não fazer escolhas para mudar o sistema de crenças já é uma escolha. permanecer onde se está. Fazer esforços para tornar as nossas crenças proativas, transformando as limitações e oportunidades de crescimento, também é uma escolha. Dá trabalho, mas vale a pena fazer esse esforço. É fundamental trabalhar na liberação das crenças limitadoras para conquistarmos a excelência no processo de comunicação interpessoal. Não existirá uma comunicação interpessoal saudável sem a liberação das crenças limitadoras. Pergunta gente sobre sistema de crenças. Vamos entrar então numa nova etapa do curso que são chamados estilos de comunicação. Volta voltando a refletir sobre o evangelho de Jesus em João 8:32, conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Os estilos de comunicação, nós vamos ter três opções de escolha. Vejamos aqui. Nós temos a comunicação

efletir sobre o evangelho de Jesus em João 8:32, conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Os estilos de comunicação, nós vamos ter três opções de escolha. Vejamos aqui. Nós temos a comunicação egocentrada, dois tipos de comunicação egocentrada, passiva e reativa. E nós temos a comunicação holocentrada proativa. Agora nós vamos, aquilo que nós trabalhamos teoricamente agora a pouco, principalmente refletindo sobre o evangelho de Jesus, nós vamos trabalhar de forma prática já no processo de comunicação interpessoal. Vejamos aqui. Vamos começar com a comunicação reativa. É um tipo de comunicação egocentrada no qual acontece uma postura individualista, egoística e egocêntrica. Então, a pessoa egocentrada, individualista, egoísta e egocêntrica. Como que isso vai se dar na prática? Como que uma pessoa individualista procede, hein? Primeiro eu, segundo eu, terceiro eu, quarto eu, né? E os meus só. Egoísmo, egocentrismo. O centro do universo é ela. Os outros não importa. Ela que é o protótipo da criação divina. Os demais é a ralé. Essa é a postura egocêntrica. Então, o comunicador reativo individualista, como ele age? Ele tem a intenção de convencer os demais que a sua forma de entender as questões da vida é a correta ou a melhor, levando os outros a desistirem das próprias ideias no movimento de prepotência. Então ele é o rei da cocada preta. Então os outros tê que fazer sim, mestre, sim, mestre para ele. Então é aquela pessoa que ele sabe, os outros não sabem. Então se os outros não sabem como se conduzir, quem é que vai conduzir pelos outros? Ele. Ele é o ele é o maior oral, ele é o é o mestre, ele é o sabidão. Então ele conduz. E se o outro não quiser ser conduzido, o que que acontece? Se o outro não quiser, ele conduz a força. Se ele tiver um poder sobre essa pessoa, ele constrange. Se ele não tiver, ele fica fuzilando energeticamente a pessoa, né? Por quê? Por exemplo, se tem uma relação de parentesco, pai, mãe, esposo, esposa, há uma indução prepotente e vai,

a, ele constrange. Se ele não tiver, ele fica fuzilando energeticamente a pessoa, né? Por quê? Por exemplo, se tem uma relação de parentesco, pai, mãe, esposo, esposa, há uma indução prepotente e vai, ele vai empurrando o seu familiar. Se não existe esse poder, vamos trazer paraa casa espírita, que é o nosso caso. Nós todos aqui somos iguais, né? Somos trabalhadores voluntários. Existe a hierarquia do do presidente da Mas é muito mais formal. Agora, na prática, funciona numa horizontalidade como deveria ser as relações, infelizmente não, mas deveria ser uma relações horizontais de parceria, de comunhão. Essa é a proposta cristã. Na prática, como funciona? coersão. Aquele que tem mais poder intelectual ou mesmo poder de coersão, vai levando os outros de uma forma prepotente ou tenta levar, né? E aí o que vai acontecer? O que vai acontecer na outra parte? Então o det coloca o que que vai acontecer normalmente quando existe um presidente tirano no centro espírita, existe um rebanho tiranizado do outro lado. Um rebanho mesmo que vai como se fosse ovelhinha sendo conduzida não por um pastor, mas por um lobo. Vai acontecer o quê? com o lobo e os e a e as ovelhas vão cair no abismo, porque são cegos conduzindo cegos. Jesus já falou disso, vão cair no fosso, né? Então, por são posturas incompatíveis, inconcebíveis dentro de um centro espírita, né? incompatíveis com a proposta cristã, mas que acontece muito. Então, o foco principal desse tipo de comunicação é na divergência de opiniões. Busca-se convencer a força. É na marra. Se não concorda comigo, tem que concordar. Eu que mando. Como diz, né? manda quem pode e obedece quem tem juízo. Na isso acontece muito no ambiente organizacional, nas empresas, repartições públicas também, mas acontece, não deveria acontecer, mas acontece em centros espíritas, em federativos. Pode acontecer tudo isso de uma maneira subliminar no movimento espírita? Pode. De que forma? pela coação, coersão psíquica emocional. Não tem os médiuns carismáticos que tem uma série de

federativos. Pode acontecer tudo isso de uma maneira subliminar no movimento espírita? Pode. De que forma? pela coação, coersão psíquica emocional. Não tem os médiuns carismáticos que tem uma série de seguidores em torno dele. Essa é uma comunicação horizontal? Não, não é. Percebamos que esse movimento ele às vezes ele é bem assintoso e outras vezes é subliminar. Então aquela pessoa eh no no seminário Obsessão e Movimento Espírita, nós estudamos vários casos daqu de médiuns que eram deusadas por pessoas que ficavam ao seu redor, subjulgadas a eles por outras entidades espirituais. e subjugadas a eles por um poder fictício, mas que acontece muito. Então, é aquele poder carismático de agregar, mas não num propósito superior, num propósito inferior, né, de bajulação, de de vaidade, de subserviência e não de crescimento. Existem muitos centros liderados por líderes, líderes carismáticos que estão dentro desse rol, não é? Existe um é uma força, não uma força bruta, é uma força intelectual. Talvez seja pior, o pior tipo de individualismo é esse. Porque quando é força bruta, logo as pessoas que negócio é esse? Nós somos todos de igual para igual. Nós somos voluntários e queremos servir. Agora, quando é força intelectual pelo carisma, o estrago tende a ser muito maior. Quando essas pessoas usam, às vezes elas nem mesmo se dão conta que estão sendo manipuladas por outras inteligências superiores a elas que estão no mundo espiritual, né, que estão conduzindo-as a esse processo, conduzindo um grupo inteiro numa direção equivocada. Todo grupo que está centrado numa pessoa, é preciso muita vigilância. Por mais carismática que seja uma pessoa, jamais um centro espírita deve ser centrado numa pessoa que os demais estão sobre a ação dessa dessa pessoa principal do centro. Na verdade, não existe grupo espírita de verdade aí, né? Pode existir até o centro espírita com o nome do espírita na porta, mas não é um grupo espírita de verdade, porque o grupo espírito de verdade para todos crescerem

te grupo espírita de verdade aí, né? Pode existir até o centro espírita com o nome do espírita na porta, mas não é um grupo espírita de verdade, porque o grupo espírito de verdade para todos crescerem juntos de igual para igual, cada um com aptidões diferentes, com potenciais diferentes, possibilidades diferentes, mas todos juntos na mesma direção. Quando existe alguém que se destaca e fica como um uma um centro e outros em volta, o que que é isso? Quando tem alguém no centro, tem várias pessoas em volta, que é isso? Egocentrismo voltado para fora, não é? É um movimento egocêntrico subliminar. Parece que a pessoa que está ali no centro é carismática. Ela tá ali para servir, para ser útil, mas só aparece. é muito comum e do ponto de vista espiritual faz estrago muito maior do que as tiranias que logo são resolvidas porque ninguém aguenta o tirano de aquele tirano que manda e eu é que mando aqui e pronto. Como na no centro espírita nós somos voluntários, poucas pessoas se submetem a isso. Mas a o processo intelectual do carisma, muita gente fica ali totalmente entregue ao processo do como se fossem ovelhinhas na mão do lobo mau, só que o lobo vestido de pele de ovelha. A comunicação passiva, ela é egocentrada, caracterizada por sentimentos de insegurança e impotência, na qual se tenta mascarar esses sentimentos altamente negativos, com o objetivo de fugir a divergência de opiniões. Enquanto que na reativa a pessoa quer impor as a opinião, na passiva ela quer fugir a divergência de opiniões. Aí que entra a passividade. Quando existe alguém mandão e os outros estão numa passividade porque é mais cômodo, o que que vai acontecer? Une às vezes fome com vontade de comer. O mandão manda e as pessoas ficam aliv fazendo de uma maneira morna aquilo que o mandão mandou, né? Muitos centros espíritas também são dirigidos por pessoas assim e os trabalhadores ficam numa numa coisa morna, numa coisa superficial vivendo aquilo. é promovida no relacionamento com o comunicador individualista e

espíritas também são dirigidos por pessoas assim e os trabalhadores ficam numa numa coisa morna, numa coisa superficial vivendo aquilo. é promovida no relacionamento com o comunicador individualista e reativo, que tende a despertar nas pessoas com perfil psicológico predominantemente passivo um movimento de autoanulação, no qual tento evitar o conflito se calando e oferecendo todo o espaço para o outro se manifestar. Então, como a pessoa está focada em não ter conflitos, então ela se cala. Agora, esse calar aí é o calar verdadeiro, é o silêncio interior. Por quê? Por dentro, como que a pessoa fica? Ela fica para explodir internamente. O calar é só da boca para fora, porque da boca para dentro tá um turbilhão dentro da pessoa. Normalmente é assim, a pessoa não fala para fora, mas fala para dentro. Outras vezes, essa comunicação aparece na tentativa de apaziguar as situações de conflito na comunicação, de conflito na comunicação de uma forma inautêntica. Como que funciona isso? Isso é muito comum em família. Não tem fulano é apaziguador das dos conflitos da família. quentes. A pessoa vive pondo panos quentes. Não, fulano é especialista em pôr panos quentes. Da entre as pessoas idolatro fulano que vive pondo panos quentes. O que significa essa expressão idiomática em português? Por panos quentes. Colocar os conflitos embaixo do tapete. A sujeira vai por baixo do tapete. Ficou livre dela? Não, a pessoa sabe que está lá embaixo do tapete, então é só uma aparência de superação de conflito, né? E é muito comum. Então, as pessoas que querem apaziguar são os democratas, né? Agora, é aquela o democrata, o democrata não, o hã não diplomata. É o diplomata, não é? Não é a paz do mundo. Nós não vimos agora a pouco Jesus falando que a minha paz eu vos dou, a minha paz eu vos deixo, não voladou como dá o mundo. Então as pessoas que apazíam são os diplomatas. Os diplomatas criam essa paz de faz de conta, que é a paz do mundo, que a diplomacia vive fazendo, né? aquela paz, as pessoas estão lá ali

o dá o mundo. Então as pessoas que apazíam são os diplomatas. Os diplomatas criam essa paz de faz de conta, que é a paz do mundo, que a diplomacia vive fazendo, né? aquela paz, as pessoas estão lá ali querendo se arrebentar. Aí vai o diplomata lá e põe panuchos quentes em tudo e o conflito que estava evidente fica mascarado. Funciona para fazer de conta funciona. Aparentemente funciona, mas não se resolve o problema de verdade. Então, o foco principal desse movimento é a fuga, a divergência de opiniões. Gera a autoanulação e alienação. A pessoa anula sua vontade ou se aliena da realidade. Não, tá tudo bem, é tudo maravilhoso no nosso centro, na nossa família, tudo maravilhoso, tudo muito lindo, né? Só que os conflitos, as dificuldades estão ali para ser resolvida. Então, vejamos aqui no resumo as duas formas inadequadas de comunicação que são egocentradas, tanto a reativa quanto a passiva. Vejamos que existe individualismo, onipotência, prepotência, orgulho, egocentrismo, autoanulação, insegurança. E o foco é na divergência e na fuga da divergência. Então nós temos tanto reatividade quanto passividade essa situação, sempre focando divergências ou tentar ocultar a divergência. Não vamos a lugar nenhum com o movimento assim. né? É uma postura individualista egocêntrica. Isso tá pergunta gente até agora, a pergunta da vocês ouviram aí no fundo? Realizar todas essas ações para a comunicação holocentrada é desafiador? Sem sombra de dúvida. Porque vivenciar o evangelho é desafiador ou não? É. Se fosse fácil, Jesus falou tudo isso há 2000 anos atrás. Se fosse fácil, nós estaríamos todos seres angelicais de azin e tudo, né? Agora é profundamente desafiador, só que é aquele desafio que vale a pena buscá-lo, porque os benefícios são as joias raras, né? Se nós queremos a joia do amor cristão desenvolvido em nós, da compaixão desenvolvida em nós, amando a nós mesmos e ao próximo como nós mesmos, fazendo aos outros aquilo que gostaríamos que fosse feito a nós, nos comunicando de uma forma

o desenvolvido em nós, da compaixão desenvolvida em nós, amando a nós mesmos e ao próximo como nós mesmos, fazendo aos outros aquilo que gostaríamos que fosse feito a nós, nos comunicando de uma forma adequada, sem trabalho, vai ser possível. Então, o que que é desafiador? o trabalho que dá para chegar lá. Por que que nós colocamos panos quentes? Para não ter trabalho. Por que que nós fazemos isso no centro espírita? para não ter trabalho. É muito mais cômodo a gente fingir que tá tudo bem e vai empurrando com a barriga, como se diz as coisas, porque não dá trabalho. Só que não trabalhar hoje significa o que amanhã? chorar amargamente. No dia do juízo, haverá choro e ranger de dentes. Por que eu não fiz, por que eu não agi? Por que eu não me esforcei? No dia do juízo haverá choro e ranger de dentes. A fala da sirene pode ser que a pessoa não chame o outro, não fale o outro, porque poderá haver reciprocidade. Sim, muitas vezes nós queremos fugir também. Nós fic vivemos uma vida inautêntica uns com os outros e todo mundo vai fingindo que tá todo mundo bem. Eu com o outro, o outro comigo. Mas é inautêntico o processo. Se é inautêntico, não vai se transformar em realidade, porque nós estamos fingindo. Aí que está a questão. Agora, é desafiador agir de conformidade os princípios cristãos? Muito, muito desafiador mesmo. Por isso que a maioria de nós ainda patina no mesmo lugar. A maioria de nós ainda fica preso às dificuldades. Por quê? Nós não queremos passar pelos desafios que a vida nos convida, né? É um desafio que a vida nos convida, não impõe, mas nos convida. O convite vai proporcionar para nós a escolha. Eu quero aceitar o convite ou eu quero no dia do juízo, sofrer o pranto e ranger de dente? Com certeza ninguém fala: "Eu quero sofrer o pranto e o ranger de dentes no dia do juízo". Ninguém sancciência fala isso. Mas como nossas escolhas são cômodas, que que vai acontecer? Nós vimos lá no texto do Evangelho numa alternativa. Ou você, no dia de juízo caminha para o

dia do juízo". Ninguém sancciência fala isso. Mas como nossas escolhas são cômodas, que que vai acontecer? Nós vimos lá no texto do Evangelho numa alternativa. Ou você, no dia de juízo caminha para o processo de justificação ou caminha para a condenação perante a sua própria consciência. Como Jesus fala também que aqueles que não se não entram no processo de justificação, no sentido de absolvição da consciência tranquila, vão entrar no pranto e no ranger de dentes. Quando nós não fazemos esforços para trabalhar esses desafios, a única opção é essa, né? É a escolha que nós estamos fazendo. Quando nós estávamos na inércia, na acomodação, nós achávamos que não era escolha. Como que eu escolhi sofrer pranto e ranger de dentes? Eu nunca escolhi isso. Claro que escolheu quando não fez esforços de superar esses desafios. Escolheu sim, né? Por isso que é muito sério tudo isso. Por isso a proposta de Joana de Ângeles da humanização para que nós realmente reflitamos de uma vez por todas. O pior, gente, não é que porque mesmo para aqueles que no dia do juízo se condenarem, sempre haverá uma outra oportunidade. Só que a Terra está deixando de ser planeta de expiações e provas e ela vai se centrar numa fase de mundo regenerador. mundo de regenerador, só os mansos e os pacíficos habitam o mundo regenerador. Não é o que disse Jesus também? Os mansos e os pacíficos herdarão a terra. Então, no mundo regenerador, somente ficar aqui aqueles que estiverem dispostos a praticar os desafios. Se regenerar, se regenerarem. são aqueles que se forçarem para vencer esses desafios, porque aqueles que estão voltados para a acomodação vão ser convidados a ir para um outro planeta de expiações e provas, porque não poderão ficar aqui atrapalhando os demais, não. E tem muita gente espírita que acredita que só o fato de vir no centro fazer alguns trabalhinhos vai desencarnar e vai ser levado para colônias espirituais para usufruir do bem bom. Só quem nunca leu as obras de Filomeno e Miranda que acredita nisso,

ato de vir no centro fazer alguns trabalhinhos vai desencarnar e vai ser levado para colônias espirituais para usufruir do bem bom. Só quem nunca leu as obras de Filomeno e Miranda que acredita nisso, porque quem já leu e viu lá a realidade nu e crua como é, sabe que a coisa não é bem assim, né? Então agora vejamos a comunicação proativa. A comunicação proativa é o chamado diálogo. Nós vamos agora entrar no como agir para desenvolver a comunicação holocentrada, melhorando a nossa intimidade, melhorando a nossa comunicação. Então a palavra diálogo, ela origina-se do grego dia. Prefixo dia significa através de logos, significa linguagem, significado. Então, seria um processo de usar a linguagem buscando o significado num processo de intercâmbio uns com os outros. A comunicação proativa está intimamente ligada a isso que nós adiantamos um pouco antes. Em Mateus, capítulo 5, versículo 37, Jesus diz: "Seja, porém a sua palavra sim, sim, não, não. O que disto passar vem de procedência maligna". E aí, gente, vamos aprofundar um pouco mais nesse versículo que é muito importante dentro da processo de comunicação. Seja, porém, a sua palavra sim, sim, não, não. O que disto passar vem de procedência maligna. Primeiramente, o que é essa procedência maligna, hein? Hum. O mal vem do ego, né? O a o nosso lado sombra, o nosso lado de ignorância ainda. E aí o que vai acontecer? O que é maligno, né? O que é maligno é aquilo que produz um mal. Então, se aquilo que produz o mal vem do fato de nós não dizermos sim na hora que é para dizer sim e não que é na hora que é para dizer não, o que que Jesus tá falando aqui, hein? Exatamente. O processo de autenticidade que vai gerar a comunicação holocentrada, o diálogo proativo, né? Autenticidade sim na hora que é para dizer sim e não na hora que é para dizer não. Tudo aquilo que nós vimos que acontece muito no movimento espírita, nós queremos ocultar os problemas como se ocultando nós ficássemos livres dele. É o maligno que Jesus disse, né? Porque

a dizer não. Tudo aquilo que nós vimos que acontece muito no movimento espírita, nós queremos ocultar os problemas como se ocultando nós ficássemos livres dele. É o maligno que Jesus disse, né? Porque nós agimos com inautenticidade. Falamos sim na hora que é para dizer não. Falamos não na hora que é para dizer sim. E aí as coisas vão se malignizando cada vez mais, se tornando o mal cada vez maior, né? Só que é um mal que a gente finge que não existe, porque é o mal que tá tudo bem. Aí entra aquilo que Audet falou: "É desafiador superar esse mal, porque nós estamos tão acostumado com ele, nós estamos tão acostumado à inautenticidade que é desafiador superar a inautenticidade", né? É muito mais fácil viver como a gente sempre viveu, não é? Só que o o resultado disso nós já sabemos, nós já passamos várias vezes por esse resultado. Não precisamos ir lá no mundo espiritual sofrer pranto e radi de dente, porque a gente já sabe. Pode estar até um pouco esquecido aí na na memória, mas que nós já sabemos como que é, já passamos várias vezes por essa posição. Então, nós somos convidados a refletir sobre as palavras que nós estamos usando. As palavras que estamos utilizando estão autênticas ou estão mascaradas? A forma como nós estamos como nos comunicando uns com os outros, com nós mesmos, está autêntica ou está mascarada? Se está autêntica, ótimo. Nós estamos criando um bem. Estamos no processo benigno. Se não está autêntica, nós estamos criando mal. O processo é maligno, né? É aquilo que nós vimos lá inicialmente do mau tesouro e do bom tesouro, né? Então é muito sério isso, muito sério mesmo tomar contato com a realidade, com a verdade, para que a verdade nos liberte. Se nós temos um movimento de inautenticidade, queremos falar algo e nós não falamos, nos omitimos, percebamos a malignidade disso e mudemos de postura, né? como nós vimos agora a pouco, ser autêntico, ser franco, colocando de uma forma clara as coisas. A essência da proatividade é assim: você vem e expõe. Você não precisa impor o que você

de postura, né? como nós vimos agora a pouco, ser autêntico, ser franco, colocando de uma forma clara as coisas. A essência da proatividade é assim: você vem e expõe. Você não precisa impor o que você pensa. Aliás, não deve impor o que você pensa, mas você é convidado a expor o que você pensa. Se você expõe com coração pacificado, dizendo sim, sim, não, não, de uma forma benigna, aí vem uma pergunta: "Mas e aí? E o outro? Se o outro receber de uma forma equivocada, é um problema seu ou é do outro? É um problema do outro. Se outro está acostumado a ir na autenticidade e recebe de uma forma equivocada, eu, esse mal está com o outro, não tá com você. Ele só estará com você se você se incomodar com com a dificuldade do outro. Aí passará a ser um mal seu também. Quando você falar: "Ah, não posso falar mais nada". Porque se eu falo, fulano vê de uma maneira diferente. Aí começa a se omitir, aí começa a entrar no maligno para você. Passa a dizer não na hora que é para dizer sim, sim. Na hora que é para dizer não, porque o outro recebeu de uma maneira equivocada. Se ele recebeu um problema dele, cabe a você trabalhar de uma maneira autêntica. Sim, na hora que é para dizer sim, não, na hora que é para dizer não. Então, o diálogo que vai gerar essa comunicação benigna, proativa, ele é um tipo de comunicação holocentrada na qual busca-se superar o individualismo, respeitando-se a individualidade das pessoas, cujo objetivo é a busca do consenso, compartilhar opiniões diferentes, compreendendo cada um as razões do outro para se chegar uma meta única cuja ideia é ainda melhor. Então aqui nós temos alguns conceitos importantíssimos. Nós vimos o individualismo, que é o culto ao indivíduo. Aqui nós estamos vendo um outro conceito que é a individualidade. Qual é a diferença de individualismo para individualidade? Quando Jesus diz, "Seja o seu dizer sim, sim, não, não." O que passa disso é de procedência maligna, ele está nos convidando ao quê? A praticar o conceito de individualidade. O que é

individualidade? Quando Jesus diz, "Seja o seu dizer sim, sim, não, não." O que passa disso é de procedência maligna, ele está nos convidando ao quê? A praticar o conceito de individualidade. O que é individualidade? É o respeito às próprias opiniões, as próprias formas de ver as coisas, respeitando-se também o direito do outro. Então, a individualidade é fundamental, senão nós caímos na na autoanulação ou no individualismo. Nessa questão existe três movimentos: individualismo, autoanulação, que são dois extremos, e o equilíbrio que está no meio, que é individualidade. Individualismo, eu é que sei pensar, sei agir e pronto. autonulação, eu me calo. Eu não falo nem sim, nem não, mas eu fico quieto para não gerar conflitos com o outro. Então, a pessoa se anula, não emite opiniões com medo do conflito. Então, um é maligno porque tudo é não. Na pessoa que se autoanula, tudo é sim. Na verdade, ela tá sim para tudo. Tudo é sim, como se as coisas fossem assim. Tudo não, o Tudo sim, né? Quem se autoanula, ela fala assim pros outros e o não é para quem? Para ela própria, né? Quem age de forma individualista tá sempre falando não pros outros. É sim para ele, de verdade? Hã, de verdade, dentro de uma visão espiritual. profunda. Não. Por quê? Porque isso é um mal. Não é o que Jesus ensina. Seja o seu dizer sim, sim, não, não. Então é sim algumas vezes e não algumas vezes. Não é não sempre. Então para ele é sim. Não é um falso. Sim. Porque na verdade a pessoa vai sofrer muito seriamente as consequências desse individualismo. Porque o movimento egocêntrico, ele é maligno em si mesmo. O equilíbrio ao meio termo. Sim, respeitando. Se eu alguém vem e me pede um favor e eu posso fazer esse favor, eu vou falar: "Não, não, eu vou falar sim. Eu posso sim. Se eu não puder, eu vou falar sim. Se tiver na autoanulação, eu falo sim, porque ah, senão vai não vai gostar mais de mim. Ah, senão vão vão vai ficar de mal de mim. Ah, porque senão, então, a pessoa tá sempre falando sim para os outros e não para ela. A pessoa

eu falo sim, porque ah, senão vai não vai gostar mais de mim. Ah, senão vão vão vai ficar de mal de mim. Ah, porque senão, então, a pessoa tá sempre falando sim para os outros e não para ela. A pessoa equilibrada, ela fala sim na hora que ela pode e deve falar sim e não na hora que ela pode e deve falar não, né? Então, ela está sempre se comunicando de uma maneira autêntica. Ela não faz as coisas para agradar, mas ela busca ser agradável. Por quê? Jesus não fala assim para falar o não com raiva. Sim, sim. Não, não. Não é isso? Quando nós colocamos a nossa individualidade, nós vamos nos expor com naturalidade, né? não é impor se anular, mas expor com naturalidade. Então isso é o cultivo da individualidade, fundamental no processo de comunicação, de interação, de de relacionamento interpessoal. Essa verdadeira mansidão, exatamente, é o exercício da mansidão, né? É o exercício da mansidão para se tornar uma pessoa cada vez melhor. É o exercício de humildade também. Porque a pessoa que se autoanula parece humilde, não parece? Mas é o denor, só parece. Parece, mas não é. Então é aquela pessoa que parece humilde. O individualista que só fala não é está muito arrogante. A humildade verdadeira é você ser autêntico. Falar sim. falar não, com tranquilidade, com serenidade, com mansidão e humildade de coração, como Jesus ensina. Aí é o processo de exercício. Nesse sentido, para nós ainda é difícil. Ou nós só queremos dizer não, ou então não estamos na postura de só dizer sim, né? Então aqui aí outro outro conceito importante, a busca do consenso. O que é consenso? é o movimento de compartilhar opiniões diferentes para chegar a um todo comum em que nós, por consenso, chegamos à conclusão de que o melhor a ser feito é esse todo. é junta as ideias das pessoas e chegamos a um consenso, seja na no relacionamento dois a dois ou mais pessoas, nós chegamos a um consenso que é uma ideia melhor ainda do que as ideias originais. Nós vamos somando o que existe de bom e de útil na fala de cada um, no pensamento

mento dois a dois ou mais pessoas, nós chegamos a um consenso que é uma ideia melhor ainda do que as ideias originais. Nós vamos somando o que existe de bom e de útil na fala de cada um, no pensamento de cada um, para chegar a um todo único que seja melhor do que o a a ideia original de cada pessoa. Se nós todos tivermos aqui, né, umas 100, 100 e poucas pessoas pensando no bem comum, vão surgir muitas ideias extremamente úteis. Bom, cada pessoa pode ter uma ideia excelente para o bem comum. Agora, se eu disser, não sou eu que sei dar a ideia, eu vou falar tudo que é para vocês fazerem, né? Então é aquela pessoa individualista que quer impor o seu ponto de vista aos outros. Na individualidade, cada um respeita a individualidade somando com a da coletividade, né? Essa proposta cristã é a proposta cristã para o planeta inteiro, né? Os mansos e os pacíficos herdarão a terra, como disse Jesus. Nós estamos caminhando para isso. Se nós nos prepararmos para viver no mundo assim, nós vamos continuar vivendo assim. Aqui, se nós não nos adequarmos a viver no mundo assim, nós vamos para um outro planeta próprio para nós. Então, nessa comunicação, todos emitem a sua opinião sobre aquilo que pensam, mas estão disposto a abrir mão de algum pensamento que não esteja condizente com o objetivo geral proposto para produzirem um bem maior ainda. Então, a pessoa ela respeita a sua individualidade, mas em harmonia com a coletividade. Se eu dei uma ideia e o outro veio, deu uma outra ideia e eu percebo, poxa vida, essa ideia é melhor que a minha, eu abro mão com naturalidade e vou para pela ideia do outro. Qual é o problema? Para o individualista, isso aí é o fim do mundo. Onde já se viu, mas eu eu penso melhor do que os outros. Ele pensa assim que ele pensa melhor do que os outros, que as ideias dele são melhores do que os outros. Já a pessoa que cultiva individualidade, ela tem muita naturalidade, muita tranquilidade de agir assim, porque ela tá fazendo esforços, aquilo que a Odet lembrou,

s dele são melhores do que os outros. Já a pessoa que cultiva individualidade, ela tem muita naturalidade, muita tranquilidade de agir assim, porque ela tá fazendo esforços, aquilo que a Odet lembrou, esforços de mansidão e de humildade, exercícios nessa direção. É claro que não é fácil abrir mão de uma ideia para deixar que a ideia do outro prevaleça. É necessário um exercício de humildade. Mas esses são os desafios que todos nós somos convidados a fazer. Não é fácil, mas é possível. Então, o foco principal dessa comunicação está na convergência de opiniões. Busca-se sempre o consenso, sempre convergir para um todo único, para o melhor para o grupo, para o melhor para a coletividade, sempre convergindo. Então, por meio do diálogo, nós compartilhamos o significado das coisas a partir da linguagem, comunicando o que queremos dizer. Então, sempre aquilo que nossa individualidade coloca realmente como necessário para ser dito. O diálogo é fundamental para desenvolver a excelência e comunicação em todos os relacionamentos humanos, principalmente na casa espírita. A comunicação proativa aulocentrada é realizada por um por meio de um diálogo amigável, no qual busca-se o que há de útil e certo nas ideias de cada um. respeitando-se as diferenças que são vistas de maneira positiva. Então aqui nós temos uma outra coisa que é o respeito às diferenças. Se nós respeitarmos as diferenças e somarmos, nós vamos ter com certeza ideias melhores, somando o que cada um tem de útil e certo nas ideias de cada membro do grupo. Parte-se do pressuposto que somente se desenvolvem as ideias a partir das diferenças, desde que cada um busque o melhor para todos e não prevalecer o seu ponto de vista em detrimento do outro. Então, todos estão trabalhando para o bem coletivo. Não é a proposta cristã, não é a proposta de Jesus. Cada vez mais nós trabalharmos para o bem coletivo que inclui nós e os outros. cada um de nós e a coletividade. Então, foca-se sempre o aprendizado que as ideias diferentes

não é a proposta de Jesus. Cada vez mais nós trabalharmos para o bem coletivo que inclui nós e os outros. cada um de nós e a coletividade. Então, foca-se sempre o aprendizado que as ideias diferentes podem gerar. Quando acontece divergências, busca-se colocá-las contato para não ferir o outro. Então, sempre aquele movimento, não fazer aos outros aquilo que nós não gostaríamos que fosse feito a nós. Ninguém gosta de ser atacado, de ser colocado dedo em risco no rosto do outro, dele mesmo. Então, se ele não gosta disso, ele faz isso também ao outro. Faz exercício para fazer ao outro. é fruto da noçãoentrada de individualidade que é sempre necessária para um relacionamento interpessoal saudável, no qual cada um busca harmonia com o todo a coletividade. A utilização do diálogo é uma ferramenta que é fundamental que todos nos esforcemos para desenvolver. Isso para nós ainda é difícil, porque os sentimentos egóicos ainda falam muito alto em nós, mas com exercícios de amor, mansidão, humildade, poderemos desenvolver gradativamente esse recurso, né? Então, a realidade que nós temos é essa. É difícil, é, mas perfeitamente possível e vale a pena desenvolver esse recurso. Ao se comunicarem dessa maneira alocentrada, as pessoas percebem que vão avançando à medida que aumenta a compreensão compartilhada. Então, todos nós vamos nos comunicando, compartilhando e crescendo. A comunicação egocentrada acontece de maneira repetitiva, pois o objetivo é vencer o outro fazendo-se calar ou inautêntica, evitando-se a todo custo o conflito. Ao contrário, no diálogo, a cada comentário de um ou de outro dá-se mais um passo na direção de um consenso, né? Então, o tempo todo nós buscar buscando o consenso em vez de ficar batendo na mesma tecla como é a comunicação egocentrada. O tom do diálogo proativo ou centrado é amigável. Mesmo quando se trata de um assunto difícil, o tom da conversa é amigável e os parceiros buscam solucionar o problema juntos. Isso aqui é a essência do não fazer aos outros

ivo ou centrado é amigável. Mesmo quando se trata de um assunto difícil, o tom da conversa é amigável e os parceiros buscam solucionar o problema juntos. Isso aqui é a essência do não fazer aos outros aquilo que não gostaria que fosse feito a você, né? Alguém gostaria de alguém gritando para ela? Ninguém gosta de ouvir gritos no processo de comunicação, mas muitas vezes nós fazemos isso pros outros, né? Nós gritamos com os outros. Então o diálogo é sempre amigável, mesmo quando nós estamos trabalhando pontos difíceis da relação, seja interpessoal, no dois a dois ou grupal. As pessoas sentem que não há confronto entre elas, mas que unidos buscam solucionar o problema. Então, sempre o foco, o esforço na solução do problema. No diálogo, os parceiros falam e ouve cada um por sua vez, sem querer impor seu ponto de vista, respeitando o ponto de vista do outro. Então nós temos aqui a forma adequada de comunicação hocentrada, proativa ao diálogo, centrada na individualidade, no poder real, no aprendizado, na humildade, amor, paciência, serenidade, autoconfiança, mansidão, vários, vários, várias virtudes muito significativas para todos nós. E o objetivo é de convergir para o melhor para todos. Então, vejamos que para desenvolver uma comunicação assim, nós estaremos desenvolvendo verdadeiras joias raras, que são as virtudes essenciais que todos nós somos convidados a desenvolver. Vocês conhecem a parábola da grande ceia? Então, parábola que tem tudo a ver com isso. Jesus diz o seguinte, vou falar nas minhas palavras, não hipses verbos, o que que tá escrito no Evangelho. Ele disse que havia um senhor que preparou uma grande seia, um grande banquete. Quando as iguarias estavam todas prontas, ele pediu para um servo buscar os convidados. Essa parábola parece da do festin de Nops, mas não é. O significado dela é diferente. Então ele pediu para o servo chamar os convidados e o servo saiu à rua para convidar as pessoas que ele encontrar encontrasse para a grande ceia. Ele chegou para

não é. O significado dela é diferente. Então ele pediu para o servo chamar os convidados e o servo saiu à rua para convidar as pessoas que ele encontrar encontrasse para a grande ceia. Ele chegou para um que alegou que havia comprado uma propriedade e que não tinha tempo de participar da grande ceia, porque a ir visitar essa propriedade era o que ele tinha de mais importante a ser feito naquele momento. Aí o servo foi para atrás de uma outra pessoa. essa pessoa eh disse que havia comprado uma junta de bois e que precisava ir ver os bois e que não teria como comparecer a grande ceia. E o servo foi a uma outra pessoa que alegou que tinha eh acabado de casar e que precisava cuidar dos seus interesses junto à esposa. Feito isso, o servo retorna à casa do seu senhor e diz para ele: "Senhor, ninguém aceitou o convite para vir para a grande ceia. E o Senhor disse para um outro servo: "Vai agora à rua e chame todos os cegos, mancos, estropeados e os convide para a ceia". Assim fez o servo. Saiu, foi até as ruas e todos os servos estropeados, mancos, paralíticos, ele convidou. E esses aceitaram o convite e foram para a grande seia. Chegando na casa, ele observou que ainda havia lugar na ceia. E aí disse ao Senhor, Senhor, algumas pessoas aceitaram o convite, essas que o Senhor disse que eram os os mancos, cegos, paralíticos, mas ainda há lugar. E o Senhor disse a o servo, mas não pode faltar. Vá novamente à rua e force-os a entrar. Quem são os três servos, hein, gente? O primeiro servo, quem é? Primeiro vamos falar da da ceia. O que é a grande ceia? A grande ceia são as iguarias, são as virtudes essenciais. Aqui nós colocamos algumas delas, estão nesse círculo, que são essas joias raras. Todos nós somos convidados a partilhar da grande ceia, a usufruir das virtudes que nós vamos conquistar com os nossos próprios esforços. Todos, sem sessão, somos convidados à prática das virtudes, que é que é a seia, a grande seia. O primeiro servo, quem é? Simbolicamente, o primeiro servo, quem

quistar com os nossos próprios esforços. Todos, sem sessão, somos convidados à prática das virtudes, que é que é a seia, a grande seia. O primeiro servo, quem é? Simbolicamente, o primeiro servo, quem é, gente? Percebamos que o primeiro servo foi, chamou as pessoas, convidou-as, porque a vida é assim, ela convida a prática das virtudes. Um alegou que precisava cuidar das propriedades, outro alegou que precisava cuidar das juntas de bois e outro alegou que tinha acabado de casar, precisa dava cuidar dos seus interesses. Provavelmente era lua de mel que ele tava indo, né? E que nem e ele não aceitaram participar da grande ceia. O primeiro servo, quem é? O primeiro servo é o amor. O amor, o amor vem com vida amorosamente a prática das virtudes. Não é o que Deus faz para todos nós. Deus nos criou simples e ignorantes e deu a cada um de nós uma missão que é evoluir até a felicidade plena para nos aproximar dele. é o que nos diz a resposta da questão 115 do livro dos espíritos. Então, nós somos convidados amorosamente a fazer esforços para praticar as virtudes, que são que é a grande seia, participar da grande seia. O segundo servo, quem é? Hum. O segundo servo é a dor. O Senhor não pediu para o servo sair e buscar os mancos, cegos, paralíticos. Quem está cego, surdo, manco, paralítico. O que que está passando? por uma dor expiatória. Quando a dor expiatória vem, nós ficamos um poucos mais mansos ou não? Há uma tendência, né? Não necessariamente que a pessoa fique, mas há uma tendência de ficar um pouco mais manso e humilde de coração. E aí a gente atende o convite depois que a dor chegue, chega. Agora todos aceitam o convite, mesmo quando vem a dor. Muitos não aceitam o convite do amor, não aceita o convite da dor. E aí vem o terceiro servo. Quem é o terceiro servo? Quem é o terceiro servo? Não aceitou o convite do amor, não aceitou o convite da dor. Quem é o terceiro servo? Perceba que Jesus fala que o terceiro servo, o Senhor pediu pro terceiro servo forçar os convidados a

ceiro servo? Não aceitou o convite do amor, não aceitou o convite da dor. Quem é o terceiro servo? Perceba que Jesus fala que o terceiro servo, o Senhor pediu pro terceiro servo forçar os convidados a entrar. Quem é que força os convidados a entrar na grande ceia? O sofrimento. Quando nós não aceitamos o convite do amor, que é o primeiro servo que convida, não aceitamos o convite da dor expiatória, que é o segundo servo, aí sobra o sofrimento. Por que que o sofrimento força a entrar? Alguém gosta de sofrer? levanta a mão. Ninguém levantou a mão. Tô vendo ninguém. Por isso que o sofrimento força, porque não quis aceitar voluntariamente, o sofrimento vem e a gente vai fazer forçado aquilo que poderia fazer amorosamente. Então, tudo que nós estamos vendo aí nessa tela, as virtudes essenciais são asarias da grande ceia. Aí, voltando à fala da Odet, é desafiador desenvolver tudo isso? Claro. Agora, por que que nós não desenvolvemos? Porque nós temos as juntas de boi para tomar conta, nós temos o casamento para tomar conta, nós temos o as propriedades para tomar conta. O que que representa esses símbolos? Esse símbolo representa a vida puramente material, materialista, egoísta, egocêntrica. Enquanto nós estivermos focados no egocentrismo, no materialismo, numa vida puramente eh egóica, egocêntrica, nós não temos espaço mental para aceitar o convite do amor. Mas nós já fizemos isso várias vezes no passado. Será que nós vamos esperar de novo o terceiro servo, gente? Será que nós vamos precisar do segundo servo? Se precisarmos do segundo servo, já não vai ser mais na terra. Vamos lembrar disso. A terra deixará de ser planeta de expiações e provas. O ter o segundo e o terceiro servo só acontece fora da terra a partir deste milênio, deste século, principalmente que as coisas estão se modificando de uma forma muito mais rápida do que nós imaginamos. Ficou claro, gente? Vale a pena nos olos centrar, atender o convite do primeiro servo? Hã, como vale, né? Então nós possamos para para finalizar a

de uma forma muito mais rápida do que nós imaginamos. Ficou claro, gente? Vale a pena nos olos centrar, atender o convite do primeiro servo? Hã, como vale, né? Então nós possamos para para finalizar a nossa o nosso curso de hoje à tarde e noite, possamos ter certeza todos nós já fomos forçados pelo terceiro servo. Muitas vezes, diga-se de passagem, muitas e muitas vezes, fomos forçados pelo segundo, pelo terceiro servo. Já passamos por situações penosas, convidados pelo segundo servo. adquirimos algumas virtudes que se não tivéssemos algumas virtudes, nós não estaríamos aqui num sábado à tarde, em pleno verão, né, cuiabano, uma piscina, convidando para uma piscina, para um bainho de cachoeira na Chapada e outras coisas mais. Então, nós já temos algumas virtudes que foram desenvolvidas a partir do convite do segundo servo, mas muitas vezes nós somos convidados a ir um pouco mais além, a aceitar mais intensamente o convite do primeiro servo para desenvolver virtudes que nós ainda não desenvolvemos ou que já iniciamos e ainda falta ampliar um pouco mais. Então, todos nós somos convidados pelo primeiro servo. O trabalho no movimento espírita. Tenhamos plena certeza disso. É um grande convite do primeiro servo, desse servo amoroso que vem, falou: "O Senhor preparou um banquete para você. Venha, venha participar desse banquete, venha participar a eh usufruir dessas iguarias. E muitas vezes a gente alera, mas eu não tenho tempo, mas é tão chato, mas é isso, mas é aquilo, mas tem muita gente chata lá. Eu não aguento aquelas pessoas, não aguento conviver com fulano, com belrano. Que coisa chata. Podemos fazer isso, mas não nos convém. O que nos convém é fazer esforços e desenvolver o amor e a compaixão cristãos para que nós possamos usufruir desse banquete em espírito de verdade.

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