A Doutrina de Jesus - Heber Carlos de Oliveira

Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML 10/02/2026 (há 3 meses) 38:41 213 visualizações

A Doutrina de Jesus - Heber Carlos de Oliveira

Transcrição

empregados, endividados, [música] qualquer que seja a aflição da nossa casa, nós estamos pedindo misericórdia. Bços pedimos para as nossas crianças e jovens. [música] Conceda a todos eles amor à vida, preservando as suas vidas através do trabalho da [música] religião, livrando os vícios, dos desequilíbrios, fazendo desses jovenses da sociedade, espíritos aflitos, entristecidos que estiverem na nossas [música] casas, levando o sentimento da solidão, desarmonias, o desequilíbrio, os que aqui vieram em [música] qualquer lugar que estiverem, que todos sejam amparados, esclarecidos [música] e encaminhados as colônias espirituais. Aquela pessoa que você está se lembrando dela, que Deus a abençoe, envolve muita paz, que nos abençoe a [música] todos que aqui nos encontramos, abençoe você que nos honra com a presença [música] assistindo pelas redes sociais. Deus ilumine a sua vida, a sua família. Estamos transmitindo da sede do grupo Espírita Mensageiros da Luz [música] com esses pedidos, agradecimentos, louvor. Deus abençoe. Seja muito bem-vindo, doutor Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 11. amar o próximo como a si mesmo. A lei do amor. O amor resume a doutrina de Jesus inteira, visto que esse é o sentimento por excelência e os sentimentos são os instintos elevados à altura do progresso. Em sua origem, o homem só tem instintos. Quando mais avançado que corrompido, tem sensações. Quando instruído e depurado, tem sentimentos. E o ponto delicado do sentimento é o amor. Não o amor no sentido vulgar do termo, mas esse só interior que condensa e reúne em seu ardente foco todas as aspirações e todas as revelações sobrehumanas. A lei de amor substitui a personalidade pela fusão dos seres, extingue as misérias sociais de todo aquele que, ultrapassando a sua humanidade ama com amplo amor os seus irmãos em sofrimento. De todo daquele que ama, pois, não conhece miséria, a miséria da alma, nem a miséria do corpo. Tem ligeiros os pés e vive como que transportado fora de si mesmo. Quando

r os seus irmãos em sofrimento. De todo daquele que ama, pois, não conhece miséria, a miséria da alma, nem a miséria do corpo. Tem ligeiros os pés e vive como que transportado fora de si mesmo. Quando Jesus pronunciou a divina palavra amor, os povos sobressaltaram-se e os mártires ébrios de esperança desceram ao circo. Prezados irmãos e irmãs, com presido, isso é natural pelas dificuldades que cada um de nós enfrenta, né? É, é difícil às vezes para a pessoa sair de casa contemporal assim. Mas o importante primeiro é que somos aqueles que aqui viemos, né? Nós temos que contar sempre com os presentes. E nunca é demais destacarmos que a casa espírita é um pronto socorro espiritual no planeta Terra e que para cá acordem tantos os encarnados quanto os desencarnados. Eles muitas das vezes são mais até numerosos do que os encarnados. E eles vêm até nós na nossa limitada capacidade humana de expressão para as vezes ouvir de quem fala mais próximo a sua realidade, ao seu padrão vibratório. O mais importante é que a casa espírita acolhe tanto aqueles que ainda vivem no corpo quanto aqueles que já vivem fora dele, destacando que vivem fora dele, porque a vida prossegue de uma maneira extraordinária. E hoje aqui nós eh resolvemos falar sempre com muita alegria. Parece que o congresso tem como Jesus como tema também, né, Márcio? E falar sobre a doutrina de Jesus, falarmos sobre Jesus e sobre a sua doutrina. E a gente já fica assim pensando aí, Jesus, ele ele criou uma doutrina, né, já que a proposta da palestra, o título, pode instigar que doutrina é essa que Jesus criou? Além da verdade, Jesus nunca escreveu uma só frase, uma só palavra eh a respeito do seu trabalho, da sua missão. Escreveram a respeito daquilo que ele falou. Muita coisa foi escrita, muita coisa foi perdida. E num critério puro e exclusivo da igreja, em um dos concílios que ela promoveu, ela apenas eh elegeu quatro evangelhos para que fossem dignos de ser trazido até nós as passagens eh ao tempo de Jesus, Lucas, Mateus, Marcos e João,

o da igreja, em um dos concílios que ela promoveu, ela apenas eh elegeu quatro evangelhos para que fossem dignos de ser trazido até nós as passagens eh ao tempo de Jesus, Lucas, Mateus, Marcos e João, que nós acostumamos a ler, lemos e temos passagens maravilhosas trazidas por eles. Mas a história registra que eram outros também textos, mas que infelizmente se perderam ao longo desses 2000 anos. Mas ainda assim, ainda que muito tenha se perdido, o pouco que se salvou, se é que pode chamar de pouco, é muito. E a gente reconstruiu a estrutura do evangelho através dessas narrativas. Então, Jesus, conforme eu disse, ele não escreveu nada. Ele viveu acima de tudo o que ele falava, falava e vivia, falava e vivia. Diferente de nós, né, que não conseguimos viver tanto aquilo que falamos. Mas é também natural pelo nosso padrão evolutivo, que primeiramente a gente desenvolve a mente, a consciência, é o despertar da consciência. O coração exige um pouco mais e é importante que ele também se desenvolva que eu fala que são as duas asas que permitem ao espírito voar. É, é, é o intelecto e o sentimento, quer dizer, é a mente e o coração. Mas a mente ela é mais rapidamente convencida fatos objetivos. Então, nós estamos muito convencidos a respeito de Jesus e da sua doutrina, que é uma doutrina de de amor. Nós temos que refletir se nós somos apenas convencidos intelectualmente por Jesus, porque nós somos espíritas, né? E o espírita, ele acima de tudo, ele trabalha com a razão. É um dos é um dos pilares do espiritismo. É a fé refletida, raciocinada, a compreensão naquilo que se acredita. Esse foi um destaque que Kardec fez. Eh, até foi um um um não mais do que um conselho, foi um pedido que ele nos fez para que nós nunca perdêssemos esse enfoque da razão. Então, o espírito é muito racional, muito muito cartesiano, muito direto nas suas observações. É uma característica eh do espiritismo, até do positivismo francês, da época em que Kardec codificou a doutrina espírita, não teve como não ser de alguma forma eh assim

to direto nas suas observações. É uma característica eh do espiritismo, até do positivismo francês, da época em que Kardec codificou a doutrina espírita, não teve como não ser de alguma forma eh assim contagiado por aquele positivismo forte, marcante e que passou também para o espiritismo. Mas isso é bom, porque nós não ficamos aqui apenas crendo por ilusão. Nós cremos realmente buscando o fundamento daquilo que cremos. E uma das questões do livro dos espíritos é sobre quem é o modelo de para a humanidade que que Jesus que Deus deu pra humanidade. A resposta, salvo me engano, a questão 625 e a resposta é Jesus. Então o Jesus foi eleito pelo pelo espiritismo, né? Nem pelo movimento espírito primeiro, não, pelo espiritismo, né? Porque lá no fundamento, lá numa na primeira obra espírita, os espíritos que trouxeram para nós essa revelação colocaram Jesus no centro. Poderiam ter colocado um outro avatar, mas colocaram o Cristo. Então nós temos o Cristo como fundamento da nossa fé. A nossa fé é uma fé baseada em Jesus e numa crença, né? uma crença de que ele é o o o paradigma, ele é o modelo a ser copiado para nós não nos decepcionarmos. O modelo único e exclusivo de virtude inquebrantável, em virtude insuperável, de virtude que não pode nos decepcionar jamais, é Jesus de Nazaré. Então, a doutrina de Jesus, segundo o espírito que dita essa lição aqui, que nós lemos dela, eh, exatamente, ele começa falando sobre isso. O amor resume a doutrina de Jesus inteira, visto que é o sentimento por excelência. Então, dessa lição, Instruções dos Espíritos, no capítulo 11, eh, do Evangelho Segundo o Espiritismo, nós tiramos aqui exatamente uma mensagem do Espírito de Fé Nelon, que é o tema da nossa conversa. O amor resume a doutrina de Jesus inteira. Então, nós já podemos responder qual seria, portanto, a doutrina de Jesus, o amor. Mas aonde é que ele escreveu a respeito desse amor, né? Porque nós conhecemos muitos filósofos, muitos pensadores, muitos eh eh espíritos luminares que vieram à Terra e

o, a doutrina de Jesus, o amor. Mas aonde é que ele escreveu a respeito desse amor, né? Porque nós conhecemos muitos filósofos, muitos pensadores, muitos eh eh espíritos luminares que vieram à Terra e colaboraram através da escrita, da literatura e deixaram obras monumentais que são fundamentos para a sociedade eh do Ocidente principalmente. Mas não, ele não escreveu em lugar nenhum. Aliás, eh, o salvo engano Humberto Campos, narre as suas obras, Salvo Engano Boa Nova, e de que Jesus, no momento em que a mulher seria apedrejada, ele estava ali escrevendo alguma coisa na areia com o dedo ou com um pedaço de madeira, mas também não diz o que ele estava escrevendo. Não, com certeza. Talvez seja o único momento em que ele escreveu, mas escreveu na areia, escreveu no chão e isso foi apagado. Talvez ele não quisesse deixar nada escrito fisicamente. Ele quisesse imprimir na consciência das pessoas um a sua mensagem, até para dar cumprimento àquilo que os respías também ensinaram para nós. Onde Deus credeu a sua lei? Na consciência. Porque livros podem ser queimados, como foram os livros de Kardec, a princípio, em Barcelona, na perseguição das primeiras obras eh da codificação de Kardec. Livros podem podem mofar-se, perder-se, eh corromper-se, serem queimados, destruídos, inundados. Mas Jesus era muito mais do que um escritor. Ele era um libertador, gosto de falar isso, era um libertador de consciências. O papel de Jesus era libertar consciências. E a cada uma ele libertava de uma forma, de uma maneira, com perguntas, com indagações, com sugestões de que a pessoa refletisse, muitas vezes devolvendo as perguntas que lhe eram feitas. E pode ter certeza que cada palavra daquela que Jesus proferiu e que foram ouvidas por poucos, é bem verdade, que ouviram diretamente dele, mas por toda a humanidade que depois tiveram a oportunidade de conhecer Jesus através dos evangelhos que chegam até nós, que chegaram até Kardec, está aqui no Evangelho segundo o Espiritismo, porque o Espiritismo não inventou o

ue depois tiveram a oportunidade de conhecer Jesus através dos evangelhos que chegam até nós, que chegaram até Kardec, está aqui no Evangelho segundo o Espiritismo, porque o Espiritismo não inventou o evangelho do Novo Testamento. Ele apenas Kardec pegou, estudou, interpretou, eh codificou mensagens, catalogou e nos trouxe essa obra monumental de cunho moral filosófico muito grande, que é o Evangelho segundo o Espiritismo. Então, nos chega essa obra e extraordinária. E aí a gente identifica em toda a lição do Evangelho a doutrina de Jesus. Um Jesus que não escreveu nada, mas que falou. E o que foi ouvido foi registrado. E o que foi registrado foi reproduzido. E ainda que com imperfeição, e certamente foi, e é tão extraordinário. Imagina se não tivesse no meio dessa mensagem o elemento humano que certamente corrompeu de alguma forma e resumiu muito, trocou palavras, mudou o sentido, mas era uma luz tão intensa que ainda que seja uma pálida imagem dessa luz, transformou e dividiu a história da humanidade antes e depois dele. Vejam o fulgor de esse espírito Jesus, governador da terra que aprendemos com o espiritismo, que esse é o seu papel. Eu acho até que quando falam que ele é governador da terra, é uma forma assim simples de contar algo muito grande, porque a gente assim meio criança fala assim: "Ah, ele é, sabe, o governador? Ah, ele é o governador da terra". É meio infantil isso até porque muito mais do que isso, que dá impressão que ele um burocrata que cumpre expediente, né? e que governa a terra como um governante material. Porque tudo que e a gente ouve, a gente só compreende quando você conhece algo parecido. Isso é da vida. Gente, você não consegue imaginar algo que você nunca viu. Aí não tem como. O nosso cérebro, ele age por comparação. Tudo é comparação. Tudo é comparação. Tem até aquela coisa que você olha pra nuvem, um vê um cachorrinho, o outro vê um homem, o outro, né? É palidenia. Fugi o nome aqui. Depois procura aí para mim, por favor, no Google aí. como é o termo

Tem até aquela coisa que você olha pra nuvem, um vê um cachorrinho, o outro vê um homem, o outro, né? É palidenia. Fugi o nome aqui. Depois procura aí para mim, por favor, no Google aí. como é o termo que se usa, mas não tem nada disso. Cada um vê uma coisa. É porque o seu cérebro ele tem que achar alguma coisa que pareça com aquilo para você entender. Então, como você já viu um cachorro e aquela nuvem que parece um cachorro, ah, eu tô vendo um cachorro ali formado na nuvem, tô vendo um cavalo. Porque a mente precisa de um paralelo de comparação para interpretar o mundo que a gente tá vendo aí fora. Tudo é comparação. Então, fala, falaram para nós, né, Jesus é o governador da terra e já é muito, parece bacana, um governador, mas é muito mais do que isso, né? É o verbo que se fez carne. É um espírito presente no mundo em que nós vivemos. É, é, é um espírito que somente ele, segundo chega até nós, compreendeu e viveu o que seja de fato o amor, já antevendo a física quântica, que diz que tudo é um uma coisa só. E tem aqui nessa mensagem de Fenelon, a gente lê o evangelho e passa por cima de algumas de algumas palavras, né? Eh, eu lendo aqui, confesso, me chamou atenção uma frase que ele fala sobre isso aqui, ó. A lei de amor substitui a personalidade pela fusão dos seres. Isso é física quântica pura. Isso é o que Jesus pensava mesmo. Jesus, ele não via o outro, ele via a si mesmo diante dele, entre aspas, no outro. O personalismo é que faz com que o nosso amor seja muito contido, muito limitado. O nosso personalismo, o que que é o personalismo? É o que nós temos de excelência. ego, personalismo, vaidade, orgulho. Tanto que os espíritos ensinam que a maior chaga da humanidade, exatamente, é o orgulho, o egoísmo, que tá tem tudo a ver com o ego e com o personalismo. Então, a gente ainda se vê, eu sou eu, a Márcia, a Márcia, o Júnior é o Júnior. Não é, é muito mais do que isso. Nós somos um só. Jesus entendia isso e falou: "Eu e o Pai somos um". Ele deu prova disso. Agora ele fala e é de

vê, eu sou eu, a Márcia, a Márcia, o Júnior é o Júnior. Não é, é muito mais do que isso. Nós somos um só. Jesus entendia isso e falou: "Eu e o Pai somos um". Ele deu prova disso. Agora ele fala e é de verdade. Nós também somos, só que a gente não percebe. Então o amor de Jesus, que é o amor da superação do interesse daquele que ama e transfere tudo para o que vai ser amado, que é o amor ágape, é o amor por é o sentimento por excelência. Porque o amor, segundo está colocado aqui, ó, é uma lei, a lei de amor. Esse aqui é é é um enxerto lá do próprio livro dos espíritos, que tem lá das leis morais. Dentre as leis morais que Kardec catalogou e perguntou, tem a lei do amor. Então, primeiro, o amor é uma lei, uma lei universal. Nós não podemos eh corromper essa lei, destruir essa lei, revogar essa lei. Podemos até não praticá-la momentaneamente, mas o amor é uma lei imperativo. A lei para o ser humano, o que que é uma lei? A lei é um imperativo. É uma imposição do Estado para todo mundo com o dever de observação. Todo mundo que viola uma lei, materialmente falando, se for flagrado, se for pego, porque tem uns que não são flagrados, não são pegos. Até o Chico uma vez falou: "Quem são os criminosos?" Ele falou: "Todos nós quando somos descobertos". E uma das frases atribuídas a ele. Então, quem são, Chico, os verdadeiros criminosos? Eles todos nós quando descobertos, porque nós cometemos os nossos crimes, nossas violações da lei. Aqui certamente todo mundo já transgrediu uma lei. Certeza. O trans tá aí para não deixar mentir, né? Isso passei falar de coisa bem simples, mas tem outras coisas também, czinho pirata, essas coisas que já compramos, tal. baixou um DVD lá no no computador, na época se baixava DVD, né? Então, violação da propriedade intelectual, é um crime, é uma violação civil, penal. Então, na verdade, as leis elas existem para que a gente viva em harmonia na sociedade. Só que as leis humanas elas mudam a toda hora, todo momento, ao sabor das nossas emoções, da

lação civil, penal. Então, na verdade, as leis elas existem para que a gente viva em harmonia na sociedade. Só que as leis humanas elas mudam a toda hora, todo momento, ao sabor das nossas emoções, da nossa evolução. A lei fica velha porque ela deixa de ser relevante para o que o povo pensa de uma forma coletiva. A lei reflete mais ou menos o estágio evolutivo da sociedade. O que é justo numa época deixa de ser depois. O que era aceitável num num período da humanidade deixa de ser depois. que a gente evolui. Ainda bem. Mas essa lei aqui é uma lei do justnaturalismo, daquilo que é da natureza, daquilo que Jesus falou há 2000 anos, podia falar 100.000 anos, a 1 milhão de anos, fala daqui a 2 milhões de anos. Só que quanto mais aperfeiçoado é o ser que percebe essa lei, mais intenso é esse amor verdadeiro, onde some o personalismo e fica apenas um. Aqui na Terra nós temos poucos exemplos desse amor profundo de Jesus, desse amor ágape que só interessa o bem-estar do outro. Você só se realiza na realização do outro. Esse é o amor verdadeiro. Não importa você e ao mesmo tempo importa porque você vai sentir-se bem fazendo que o que o outro esteja bem. Você estará feliz se o outro estiver feliz. Diferente do amor material, do amor desejo lá de de Platão, do amor filia de Aristóteles, que o importante é satisfação de prazeres e interesses do amante. Jesus veio e mudou tudo. Importante é o amado, não é o amante. E mais ainda, porque quando se fala de amor, a gente pensa: "O amor é uma coisa boa, é uma troca de energia favorável, bacana em pessoas que se gostam". Bom, às vezes é, mas o amor de Jesus ainda era mais desafiador, porque o amor dele era amar quem te detesta. Esse é o desafio do amor de Jesus. Essa é a doutrina verdadeira de Jesus. O amor até de quem te detesta, porque não interessa. Por que que eu devo amar quem não gosta de mim? Porque não interessa ele. Se ele não gosta ou se ele me faz o mal contra mim, aí eu vou bem mais aqui recente, né? Vem o Berto Rod na no seu jogo de

sa. Por que que eu devo amar quem não gosta de mim? Porque não interessa ele. Se ele não gosta ou se ele me faz o mal contra mim, aí eu vou bem mais aqui recente, né? Vem o Berto Rod na no seu jogo de palavras, o mal que me faz e não me faz mal, porque não me faz não me torna mal. O mal que me faz mal é o mal que eu faço aos outros, porque esse sim me torna mal. Então não importa o outro, o que o outro faz. O que importa é que eu, se eu compreender e olhar que ele e eu somos um só, eu não vou achar barreiras suficientes para distinguir o amor daquele que faz o bem ou o mal para mim. Porque em última análise, ninguém tem o poder de me prejudicar. Parece estranho falar isso, né? Ninguém tem o poder de me Não tem. Essa é a verdade. Ninguém tem o poder de prejudicar o outro. Não tem. De verdade não pode prejudicar patrimônio, bem, eh coisas exteriores. Mas a essência de cada um de nós é algo que ninguém pode tomar, ninguém pode atingir. Tanto que Jesus falou: "Amontois tesouros aonde? No céu. Que que significa montar tesoura no céu? São os valores que você tem. Quem toma, segundo Jesus falou, o ladrão não rouba, a traça não consome, o tempo não destrói. Então, aquilo que eu sou de verdade é intocável. Intocável. Por isso que o amor ao outro revela esse nível de compreensão extraordinário. Nós ainda estamos estagiando aqui na terra e aprendendo a amar com pessoas mais próximas de nós. A família, amar a família já não é uma tarefa fácil. Nós sabemos disso. Faça uma festa em família, reúna 20, 30 pessoas. Se no final da noite não sai pelo menos uma treta, uma briguinha, uma cara ruim, é difícil. Normalmente vai sair alguma coisa natural. Poxa, mas são pessoas de um ciclo familiar mais restrito. São pessoas que tecnicamente, olha só, tecnicamente se amam, né? A gente tecnicamente devia amar todo mundo, mas mais ainda os familiares. Mas se às vezes acontece ter um desentendimento no núcleo familiar, significa que o nosso caminho ascensional para compreender a doutrina de Jesus ainda é um caminho longo a ser

s ainda os familiares. Mas se às vezes acontece ter um desentendimento no núcleo familiar, significa que o nosso caminho ascensional para compreender a doutrina de Jesus ainda é um caminho longo a ser percorrido. E o espiritismo nos ajuda em quê? nos ajuda mostrando a verdadeira face desse espírito iluminado. Não, não tem adjetivo para ele, que é o Cristo, que é o centro do próprio Espiritismo, é a pedra angular do Espiritismo. Tirar Jesus, o espiritismo ela acaba, não tem nada. Espiritismo sem Jesus não significa absolutamente nada. Absolutamente nada. Com ele, o Espiritismo avança e nos traz informações extraordinárias sobre a vida após a morte, sobre a evolução do espírito, sobre a impossibilidade do espírito regredir, de que nada acontece por acaso, que tudo tem um propósito, que nós estamos aqui aprendendo, convivendo nesse núcleo de aprendizado extraordinário que é a família, onde o amor de Jesus certamente deverá ser exercitado, mas nunca esquecemos, nunca nos esquecendo de que ele falou assim: "É preciso amar, mas se amar apenas aqueles que vos amam, que diferente fazeis?" Essa é uma palavra profunda, né? Que a pessoa fal: "Ah, eu amo, eu amo quem me ama". É melhor do que aquele que detesta quem ama ele, né? Tudo é progresso. Pior é uma pessoa que odeia quem a ama. E há e há pessoas assim no mundo que nem diante da do seu benfeitor ele retribui o gesto de amor. Pior ainda. Pior. Mas para Jesus o desafio, né? Assim, o sarrafo é mais em cima, é mais alto. Para quebrar esse recorde tem que pular muito alto, porque se amar só quem te ama é o mínimo do mínimo. Ele falou: "Pessoas de uma vida fazem a mesma coisa". expressão que ele usou só para se fazer compreender. Ele não estava rotulando ninguém de pessoa má, até porque para Jesus todos nós somos rebanhos de uma e ovelhas de um mesmo rebanho e nenhuma vai ser perdida. Então ele jamais vai falar assim: "Esse aí não presta". Pelo contrário, quanto menos você acha que presta, mais ele se interessa por essa pessoa. Até

has de um mesmo rebanho e nenhuma vai ser perdida. Então ele jamais vai falar assim: "Esse aí não presta". Pelo contrário, quanto menos você acha que presta, mais ele se interessa por essa pessoa. Até divertido, por isso ele foi por andar com essas pessoas ditas de má vida. Mas ele usou a expressão para dizer: "Olha, essas pessoas fazem a mesma coisa. Elas também elas se ajudam, elas gostam. umas das outras de um modo geral. Mas a minha proposta para você, disse Jesus quando se referindo a toda a humanidade é que você vá além, que você ame quem não quem te detesta. Orai pelos que vos perseguem, pelos que vos caluniam, que te detestam, né? Não resistais ao mal. Deveis viver sempre em harmonia com aquele que está ao seu lado, sem desejar o mal dele. Se alguém vos obrigar a caminhar mil passo, caminho outros mil. Se vos pedir o manto, dê também a capa. Sem resistência ao mal. Uma vida de paz, de harmonia, que em última análise é esse amor. Porque nós, o espírito nos ensina aqui nessa lição, no começo da nossa escada evolutiva, o espírito só tem instintos. Nós ainda temos muito instinto. Nós já avançamos um pouco, digamos assim, nessa escala evolutiva que começa no mineral e termina no anjo, nas palavras de Emmanuel. A gente já tá no reino ominal, reino do homem, do ser humano, né, da pessoa humana. Então, nesse nível, mesmo já tendo caminhado muito, ainda nós temos muito instinto. A nossa vida ainda é muito pautada por instintos, por hormônios, né? Esses hormônios falam alto. Uma pessoa jovem perde a paciência mais rápido, é muito hormônio. Um rapaz cheio de testosterona, ele briga fácil. Você já tá mais velho, nem energia para brigar ele tem tanto. Então assim, a própria química, bioquímica do corpo hormônio já nos dá tudo é faz parte do aprendizado. Muito novo para romper, para fazer a coisa acontecer depois para meditar na fase mais avançada da vida, mas do começo ao fim da nossa vida ainda temos instintos. Instintos são necessários. Principalmente conservar a nossa vida,

a fazer a coisa acontecer depois para meditar na fase mais avançada da vida, mas do começo ao fim da nossa vida ainda temos instintos. Instintos são necessários. Principalmente conservar a nossa vida, fugir diante de um perigo, não é? Cuidar do corpo, cuidar da mente, cuidar do espírito, cuidados instintos que nós temos. Se alimentar quando está com fome, evitar algo que nos fira, que nos leve à morte. Isso é importante. A gente tem um compromisso de estarmos encarnados nesse corpo. Então, instintos são importantes, mas nós não podemos viver só com instintos. Vem as sensações e no último estágio seria os sentimentos. E no topo dessa prateleira dos sentimentos, segundo o espírito fala aqui, é é o amor, é o sentimento por excelência, está o amor. Então, o amor é o sentimento mais refinado que o homem, que o ser humano pode experimentar. E para isso a gente só tem um jeito, viver a vida que temos aqui na terra, aprender com as nossas experiências, porque o amor de Jesus é fantástico, né? Mas a gente não tá pronto para esse amor indistinto. A gente aprende com ele, escuta ele, eh trazemos ele para algumas situações da nossa vida. A gente não vai pra vida de Jesus o tempo todo. A gente mais traz ele. Quando tá muito ruim, a gente vai lá e busca ele se dá uma força aqui e ele vem, né? Que ele ele tá sempre ao nosso lado. Mas a gente ir para Jesus seria mais ou menos assim: "Se alguém quer me seguir, pegue sua cruz e venha". Então seguir Jesus já exige um pouco mais. A gente por enquanto, a gente busca Jesus. para perto da gente quando a coisa não está boa. Mas viver como o padre Zezinho, amar como Jesus amou, pensar como Jesus pensou, ainda não é, não é a nossa praia, né? A nossa doutrina ainda não é essa doutrina. E o que fazer diante dessa constatação? Desistir dessa caminhada? Não, pelo contrário, compreender, perceber e buscar sempre melhoras, sobretudo identificar quando a gente não está agindo. Assim, não é igual, né? Mas assim, nos padrões, nas orientações que recebemos de Jesus. Jesus queria

mpreender, perceber e buscar sempre melhoras, sobretudo identificar quando a gente não está agindo. Assim, não é igual, né? Mas assim, nos padrões, nas orientações que recebemos de Jesus. Jesus queria apenas que a humanidade compreendesse o que ele estava ensinando. Falou assim: "No futuro, meus discípulos sereis reconhecidos o quê? Por muito se amarem". Então, toda a senha de Jesus é termina no amor. Não tem nada que não seja falando desse amor incondicional, desse amor que realmente resgata, né? e que nós temos vários testemunhos de pessoas importantes que deram esse testemunho. Ele foi o maior de todos, né? O seu martírio, o seu sofrimento é algo indescritível. Alguns outros discípulos dele, pessoas que resolveram seguir, deram um testemunho também marcante. Paulo eu considero o mais expressivo de todos, porque renunciou tudo. Ele abriu mão de tudo. Ele era muito importante para o mundo. Ele se apagou para o mundo para poder ser importante para o próprio Cristo. Não que seja apenas ele, mas eu considero Jesus importante e Paulo aquele que divulgou o Cristo com a sua vida, não com a sua palavra. No primeiro momento ele quis trazer o Cristo para para perto dele, assim como se era bastava ele ele falar de Jesus para as pessoas lá em Damasco quando ele foi preso. E falou: "Olha, é perigoso falar isso aí porque o povo não vai entender isso não". Ele insistiu, falou, quase foi linchado, porque não era só trazer, fala: "Eu creio em Cristo, eu tinha algo a fazer por pelo Cristo, né?" E aí ele fez e a gente conhece a história. Hoje se perde muito menos de nós, não muito, mas muito menos. Nós não somos espírito com essa missão tão grande quanto a de Paulo e outros tantos. Não somos pessoas comuns, pessoas simples, espíritos eternos, imortais, herdeiros de nós mesmos, a caminho da luz, né, que vivemos a nossa vida cotidiana como um aprendizado constante, habitando um planeta que é escola, é hospital, mas sobretudo é escola e oficina de trabalho. E a gente vai então convivendo

a luz, né, que vivemos a nossa vida cotidiana como um aprendizado constante, habitando um planeta que é escola, é hospital, mas sobretudo é escola e oficina de trabalho. E a gente vai então convivendo com pessoas e fazendo o nosso melhor em termos de amor, de capacidade de compreensão, capacidade de percepção de que o outro e eu somos um só. Não parece, mas é, não parece, mas todos somos um só corpo. O universo tá sendo confirmado isso pela física quântica. Tudo é uma coisa só, não tem diferença, não tem distância. Nós somos uma só identidade. Isso não é novidade que Cristo já falou, eu e o pai somos um. Então, somente entendendo essa interação constante entre os espíritos, entre os seres, é que faz sentido Jesus falar pra gente amar o inimigo, porque na verdade o inimigo ele não está fora de mim, ele ele faz parte de mim. Talvez o inimigo é aquele que o mais deteste. É o é aquela pessoa que mais se parece comigo. Isso a psicologia fala muito sobre isso, né? Quando você detesta muito uma pessoa, você se projeta muito, aí você consegue ver algo que você não gosta de você, você vê no outro, projeta nele e detesta ele quando na verdade você não gosta daquele em si mesmo. Então é muito complexo, esse negócio é muito bonito, é muito profundo. Eu sou de fato eh uma pessoa que aprendi desde criança a ter uma admiração eh de alma e de filosofia, Márcia, da de Jesus, porque eu ouvi de uma pessoa que falava e vivia muito essa essa realidade do Cristo, que era a dona Nizinha, né? Ela tinha muito essa identificação com o Cristo e tudo. Um quadro que ela tinha, ela era um Cristano, acho que da mãe dela que fez, se não me engano, não sei, ficava no centro, acho que o Jun se lembra desse quadro. Então assim, sempre essa presença muito intensa eh de Jesus. Então o amor do Cristo é o amor ágape, é o amor onde tudo que importa não é a pessoa do amante e sim do amado. O amor filial, o amor maternal é o maior exemplo desse amor. A gente tem aqui na na Terra uma escola rudimentar ainda do

ágape, é o amor onde tudo que importa não é a pessoa do amante e sim do amado. O amor filial, o amor maternal é o maior exemplo desse amor. A gente tem aqui na na Terra uma escola rudimentar ainda do que que é esse amor. Só uma mãe sabe o amor que ela tem pelo filho. Ela dá sua própria vida pelo filho, se necessário for. Não importa se ela vai se dar mal, se o filho se der bem, tá tudo bem. E e tá tudo bem de verdade. Não é um tá tudo bem assim de boca, não. Qual mãe que se sacrificando por um filho perece, morre, mas na certeza que o filho salvou, não morre feliz, porque ela sabe que o que importa para ela realmente é o bem-estar daquele que ela ama. É um exemplo bem pequeno, que por enquanto essa mãe ama muito, mas é o filho dela. Dia feliz será quando nós amarmos todos indistintamente, sem ser meu meu pai, minha irmã, minha mãe, meu meu irmão, meu filho, meu irmão. Não esse irmão de sangue, mas aquele que Jesus falou. Nós somos apenas um. Que Jesus ampare e nos proteja hoje e sempre. Agradecemos muito o Éber, as colocações. Mas vocês não bateram palma para ele hoje? Pode bater. Nós estamos convidando os nossos companheiros médios em condição de transmitir o passe para se posicionarem. Você também que está nos assistindo vai receber o passe agora, a água fluidificada. Que Deus te abençoe, te envolve muita paz. >> Nação [música] de luz. Bênçãos de nosso Jesus, [música] gesto tão puro de amor de nossas mãos [música] para outras mãos. Em nome de nosso Senhor. [música] >> Fortalece no [música] caminh caminho. >> Cameniza cura a alma. >> Alivia e reconforta como bálsamo naador. Passe emanação de luz. Bênçãos de nosso [música] Jesus. Gesto tão [música] puro de amor de nossas mãos. para outras mãos. [música] Em nome de nosso Senhor. Fortalece no teu caminho. Ameniza por [música] alma. >> Avia e reconforta. Como bálsamo na dor no caminho, ameniza cura alma, alivia e reconforta como bálsamo [música] na dor. Que Jesus nos abençoe, nos envolva todos em muita paz.

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