A FORÇA DA GRATIDÃO - Heber Carlos

Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML 11/11/2025 (há 6 meses) 1:48:03 337 visualizações

A FORÇA DA GRATIDÃO - Heber Carlos

Transcrição

[música] Venha a todos nós embalar do jeito >> Quando uma tristeza toca seu coração, não se desanime, [música] cante uma canção. Lembre [música] que lá em cima você tem alguém que ele quer muito bem, muito bem, [música] muito bem. Quando a dorzinha danada [música] lhe doer e bem lá no fundo te [música] fizer sofrer, lembre [música] que lá em cima você tem alguém que ele quer [música] muito bem, muito bem, muito bem. Ponha um sorriso bonito no seu rosto. [música] Deixe que as lágrimas lavem seu desboço. Lembre [música] que lá em cima, amor, você tem alguém que ele quer [música] muito bem, muito bem, muito bem. [música] Lará la lá, [música] la lá. Lembre que lá em cima [música] você tem alguém que ele quer muito [música] bem. Muito bem, muito bem. [música] M. Ah. >> Há uma palavra tão linda, já quase esquecida, [música] e me fez recordar, contendo sete [música] letrinhas e toda juntinha se lê. Cativar. Cativar é amar. [música] É também carregar um pouquinho [música] da dor que alguém tem que levar. Cativou, [música] disse alguém. Laços fortes [música] criou. Responsável. Tu és [música] pelo que cativou num [música] deserto tão só entre homens de bem. >> Vou tentar cativar [música] me perto de alguém. Ei, a fala Jalene. Nós estamos transmitindo ao vivo, tá bom? Bem a 6 horas de joelho sobre o chão. O sertanejo reza a sua oração. Ave Maria, mãe de Jesus nos [música] dê força aí. e coragem para carregar nosa cruesta hora. Bendita e santa. [música] Devemos súplica [música] a virgem imaculada. Aos [música] enfermos vim morar. Ave Maria, mãe de Jesus. >> nos de força e coragem para carregar nossa cru vai carregar Nossa cruz. [música] >> O telefone do céu é a oração. O telefone [música] do céu é a oração. [música] Você liga uma vez, [música] duas ou três. E [música] se não atende? E se não atender, você liga [música] outra vez. E se [música] não atende? E se não é del, você liga [música] outra vez o telefone do céu. [música] É a oração. Demônio do céu. É a oração. Você liga uma vez

não atender, você liga [música] outra vez. E se [música] não atende? E se não é del, você liga [música] outra vez o telefone do céu. [música] É a oração. Demônio do céu. É a oração. Você liga uma vez às outras. [música] E se não atender, E se não atender, você li outra vez. E se não atender? [música] E se não atender, você liga outra vez. >> Unido em nome [música] do Senhor, em [música] um só pensamento e coração, desligados lá do mundo. mundo exterior, [música] nesse templo [música] de fé e oração, procuremos entrar em sintonia [música] com os nossos mensageiros no além. >> pelas ondas do amor e da harmonia, [música] tão somente para a prática do bem, [música] elevo [música] ao mestre uma prece >> implorando amparo e proteção por aqueles que laboram [música] nessa messurando a regeneração. Procuremos entrar em sintonia com os nossos mensageiros no além, pelas ondas do amor e da harmonia, tão [música] somente para prátic do bem, pelas [música] ondas, o amor e na harmonia, [música] tão somente para a prática [música] do bem. >> Alma gêmea de minha alma. Por de luz da minha vida sublime estrela caída. [música] das [música] belez amplidão. Quando eu errava [música] no mundo, triste [música] só no meu caminho. Chegaste [música] devagarinho e me encheste o [música] coração. >> Am nas bênçã dos Deus e na divina claridade. min felicidade em sorriso de esplendor. [música] És [música] meu tesouro infinito. de eterna aliança, [música] porque sou tua esperança, como [música] és todo o meu amor. [música] Alma gême de minha alma. Se eu te perer algum dia, [música] serei a escura agonia [música] da saudade [música] dos seus. Se o [música] dia me abonare luz derna dos [música] meus amores. Rei de espera-te entre as flores >> da claridade do céu. >> Maravilha. >> Jos é grosso, irmão queridino, bom semeador. Teu caminho tão florido resplor >> entre aplausos de alegria vibramos nós a ouvirmos [música] nesta noite. noite a sua [música] voz. A vibração que se eleva no [música] ambiente

eridino, bom semeador. Teu caminho tão florido resplor >> entre aplausos de alegria vibramos nós a ouvirmos [música] nesta noite. noite a sua [música] voz. A vibração que se eleva no [música] ambiente >> é oração [música] para quem está doente, ó mensageiro [música] da seara de Jesus, querido obreiro. >> Nósamos tua luz, [música] >> mensageiro da bondade, envolvto em luz, [música] >> semeando a caridade a Deus [música] conduz. Bendizemos tua presença, bondoso irmão, >> alegrando nessa crença [música] o coração a vibra. >> que se eleva no ambiente >> é oração >> para quem está doente. >> Ó mensageiro [música] da seara de [música] Jesus, >> querido obreiro. Nós rogamos [música] tua luz, querido obreiro, [música] nós rogamos tua luz. Hum. Bezerra. [música] Olhos cristalinos azuis da cor do céu. >> Barba tão branquinha. Qual papai Noel ilumina >> seus irmãos na terra, >> no sofrer, no sorrir. >> no chorar. >> Olhos cristalinos azuis da cor do céu. >> Barba tão branquinha. [música] Qual papá? Pai Noel [música] ilumina >> seus irmãos na terra, >> no [música] sofrer, no sorrir, no [música] chorar. Bezerra de Menezes, apóstolo do bem, >> receba as nossas preces e o coração também. >> Men apóstolo da luzõe as nossas dores aos pés. de Jesus. Sintonizados com Dr. Bezerra de Menezes, que estamos evocando por meio da música, vamos por intermédio dele, glorificar a Deus, louvar o seu nome e agradecer pelas bênçãos que temos recebido, pela bendita oportunidade da vida, da reencarnação, do conhecimento da doutrina espírita. A bênção do grupo espírita mensageiros da Luz nas nossas vidas. Por este instante de oração, por todos que nos encontramos reunidos. Agradeçamos pela pátria, família, amigos, companheiros de Ideal, trabalho que nos dignifica a vida, saúde às vezes relativa. O dia de hoje e ao lado do louvor e do agradecimento, com muita humildade, continuemos buscando a presença amorável de Dr. Erra de Menezes, para suplicar a ele que por acréscimo de misericórdia interceda por nós junto ao nosso mestre

e do agradecimento, com muita humildade, continuemos buscando a presença amorável de Dr. Erra de Menezes, para suplicar a ele que por acréscimo de misericórdia interceda por nós junto ao nosso mestre Jesus, para que ele nos fortaleça na sabedoria, na humildade e na fé, concedendo-nos saúde e paz, nos fazendo espíritas divulgadores da doutrina pela nossa ação, pelo amor que tivermos nos nossos corações. Mesa aos pedimos para os aflitos da terra, pelas condições climáticas, por toda violência, para os enfermos, os que não conseguiram atendimento médico, medicamento, outros que, embora socorridos, passam por grandes agonias, aflições e dores para os trabalhadores da área da saúde. Mas vamos pedir também para o movimento espírita que as nossas lideranças se fortaleçam na sabedoria, na humildade, [música] no sentimento de união e unificação do movimento, abençoando cada dirigente, trabalhador, frequentador de casa espírita, para as nossas federativas, para a Federação Espírita Brasileira, o Conselho Espírita Internacional, a Federação Espírita do Estado de Goiás, a sua diretoria executiva, o nosso congresso de 2026, o grupo espírita mensageiros da Luz com todas as nossas unidades e frentes de trabalho. Mas vamos irradiar também para os nossos lares. Lares enlutados com pessoas [música] enfermas, cirurgiadas, hospitalizadas. Mas para aquelas pessoas vitimadas pela depressão, pânico, obsessão, fascinação, drogadição, alculismo, vícios morais, encarcerados, desempregados, endividados, qualquer que seja a dificuldade da nossa casa, nós estamos pedindo misericórdia. Bços pedimos para as nossas crianças e jovens. Conceda a todos eles amor à vida. preservando as suas vidas com dignidade através do estudo do trabalho, da religião, livrando os vícios da preguiça, das ciladas, fazendo desses jovens servidores da sociedade, os espíritos aflitos, entristecidos, enfermos que aqui vieram, em qualquer lugar que estiverem nos nossos lares, levando às vezes o desassossego, o sentimento de solidão, que todos sejam

da sociedade, os espíritos aflitos, entristecidos, enfermos que aqui vieram, em qualquer lugar que estiverem nos nossos lares, levando às vezes o desassossego, o sentimento de solidão, que todos sejam atendidos, esclarecidos e encaminhados às colônias espirituais. aquilo que vemos buscar possamos receber. Que a graça de Deus nos envolva a todos, concedendo-nos muita paz. Você que nos honra com a presença pelas redes sociais, nós estamos transmitindo da sede do Grupo Espírita Mensageiros da Luz. Hoje o trabalho será um pouco diferente. Nós estamos homenageando a memória do Zanderlan, que estava aqui estando em Goiânia. Ele estava todas as semanas nas nossas casas, aqui no Mensageiros da Luz, na Mansão da Esperança, no Luzes do Evangelho, no Alvorado, onde ele almoçava todos os domingos no Alvorada por muitos e muitos anos. Um companheiro sempre presente às nossas casas, assim como também participava das nossas atividades relacionadas à pomada. Nós gostaríamos de cumprimentar e agradecer a presença de todos, citar o nome de cada um dos que nos honram com a presença, mas na impossibilidade de fazer, nós citamos a família do Zanderlan, que aqui está a Zadir Campos com a Graace, os Ander Campos com a Zandarlene, a Alice, que são irmãos e sobrinhos dele que aqui estão. E também citamos a Ivana Haisk, que é ex-presidente da Federação Espírita do Estado de Goiás. Todos nos honram muito com a presença. E também gostaríamos de citar o Sérgio e o William. O Sérgio e o William, eles cantaram no nosso coral de inauguração do Mensageiros da Luz. Eles eles são filhos da Maurita Félix de Souza, estão aqui conosco. Então nos honram muito, todas as pessoas nos honram muito com a presença. Mas agora nós ficaremos com as nossas colocações, as considerações à luz da doutrina espírita com Éber, que está aqui todas as segundas, segundas-feiras de todos os meses. Eu disse outro dia que era 30 anos, mas ele achou que era menos, que ele ia ficar muito envelhecido. Eu baixei, botei 25 anos,

Éber, que está aqui todas as segundas, segundas-feiras de todos os meses. Eu disse outro dia que era 30 anos, mas ele achou que era menos, que ele ia ficar muito envelhecido. Eu baixei, botei 25 anos, muitos e muitos anos que ele tá aqui conosco. Fica à vontade. Bem-vindo. Um pouquinho mais. Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo 5. Bem-aventurados aflitos, justiça das aflições. As compensações que Jesus promete aos aflitos da terra só podem acontecer na vida futura. Sem a certeza do por vir, essas máximas seriam um contracenso. Mais do que isso, seriam um logro. Mesmo com essa certeza, dificilmente se compreende a utilidade de sofrer para ser feliz. Diz-se que é para ter mais mérito, mas pergunta-se então: por que uns sofrem mais do que outros? Por que uns nascem na miséria e outros na opulência, sem terem feito nada para justificar essa situação? Porque uns nada conseguem, enquanto para outros tudo parece sorrir? Mas o que se compreende menos ainda é os bens e os males divididos tão desigualmente entre vício e virtude. Homens virtuosos sofrerem enquanto os maus prosperam. A fé no porvir pode consolar e proporcionar paciência, mas não explica essas anomalias que parecem desmentir a justiça de Deus. Todavia, desde que se admita Deus, não se pode concebê-lo sem a infinitude das perfeições. Ele deve ser todo poder. Todo poder, todo justiça, todo bondade. Sem isso não seria Deus. Se Deus é soberanamente bom e justo, não pode agir por capricho, nem com parcialidade. As vicissitudes da vida tem, pois uma causa e como Deus é justo, essa causa tem que ser justa. Eis do que cada um deve bem se compenetrar. Deus esclareceu os homens sobre essas causas pelos ensinamentos de Jesus e hoje, julgando os bastante maduros para compreendê-la, revela inteiramente pelo Espiritismo, isso é, pela voz dos espíritos. Prezados irmãos, companheiros ideal espírita, que a paz do Senhor continue nos envolvendo a todos nesta noite, em que nos reunimos com a gratidão inicial da oportunidade de reviver o evangelho

íritos. Prezados irmãos, companheiros ideal espírita, que a paz do Senhor continue nos envolvendo a todos nesta noite, em que nos reunimos com a gratidão inicial da oportunidade de reviver o evangelho do Cristo, as suas palavras tão consoladoras, tão profundas em nossas vidas. O Cristo foi uma grande revelação para a humanidade dentro da doutrina espírita. foi a segunda revelação, porque a primeira teria sido Moisés, que trouxe para nós a consciência de um deus, não deuses como as mitologias grego e romanas contavam, mas Deus, um Deus único, um Deus de poder, um Deus de supremacia. Mas Jesus complementou essa ideia de um Deus único, dizendo que além de Deus único, era um Deus de amor e de misericórdia infinitas, o que consolou muito o nosso coração. Porque não basta apenas ter um Deus, um Deus com tanto poder, mas sem amor, seria uma arma de destruição. Mas Deus de Moisés com poder é o Deus de Jesus, que também tem comiseração, compaixão e bondade. E é o que nos traz aqui hoje. E o espiritismo, sem eh nenhum tipo de pretensão, não é melhor do que nenhuma outra religião, nenhuma outra doutrina, nenhum outra filosofia. É apenas mais uma explicação sobre a vida. É apenas mais uma janela pela qual nós podemos olhar e encontrar a verdade, cada um encontrando a verdade de acordo com a sua sensibilidade, com seus valores, com aquilo que acredita. Ele nos mostra que além de Deus ser único, de Deus ser bom, complementado pelo Cristo, ele disse: "O homem não morre. O homem não morre jamais. O que morre é o corpo. O corpo é transitório, o corpo é efêmero. O corpo, ao mesmo tempo que é extremamente resistente, ele é frágil. Um sopro pode levar a vida do corpo, mas um corpo também suporta doenças graves, por ano desafio, guerras, combates, acidentes, até mesmo de avião, como foi o do avião da Chapecoense. Eu fico olhando um jogador da Chapecoense que ainda joga bola até hoje. Um avião cai, pessoas morrem, alguém sobrevive, mais do que isso, ainda se é um atleta de alta performance

avião da Chapecoense. Eu fico olhando um jogador da Chapecoense que ainda joga bola até hoje. Um avião cai, pessoas morrem, alguém sobrevive, mais do que isso, ainda se é um atleta de alta performance que ainda joga bola até hoje. É o Alan Russell. É um fenômeno extraordinário. Um corpo que sobreviveu pelo querer de Deus, pela vontade de Deus, que nós não podemos questionar, que nós não podemos sondar. Nós não somos ninguém para compreender isso. Compreender a vontade de Deus seria algo absurdo se apenas sabemos e cremos que ele é bom, que ele é justo, que a sua bondade é infinita. Mas entender com com perfeição não nos é dado, porque somos o finito. Nós somos o limitado. E o finito, o limitado não pode compreender o infinito ou ilimitado. Então, nós cremos em Deus, temos a fé e a esperança de que as coisas sempre acontecerão para o nosso bem, mesmo quando aparentemente isso não não não for verdade ou não corresponder à nossa expectativa. Paulo já nos disse, nos orientou em uma de suas cartas, em tudo dai graças ao Senhor. Então, em tudo ele poderia falar: "Olha, em quase tudo dai graças ao Senhor. Nos bons momentos dai graças ao Senhor. Nas vitórias dai graças ao Senhor." Mas ele não disse. Ele disse em tudo. E tudo é tudo. Não tem como relativizar a palavra tudo. Tudo quer dizer, em todas as horas, em todos os momentos, em todas as circunstâncias, em qualquer situação que você estiver vivendo, dai graças. Dai graças. dar graças é entender, compreender, aceitar e com isso pacificar o coração. Então, se Paulo nos orienta que nós devemos dar graças em tudo, ele nos ensina o sentimento e inicial da gratidão, que é a nossa proposta hoje, nesta noite, numa reunião, eu diria até ecumênica, porque sei que aqui me foi dito pela Mácia que estão pessoas que não são necessariamente espíritas, estão aqui em em memória, em reconhecimento alguém que deixou de existir nesse mundo para continuar vivendo na vida espiritual, na vida eterna, né, no céu para os católicos, no mundo espiritual, os

s, estão aqui em em memória, em reconhecimento alguém que deixou de existir nesse mundo para continuar vivendo na vida espiritual, na vida eterna, né, no céu para os católicos, no mundo espiritual, os espíritas, não importa, mas fora do corpo, mas tão vivo quanto antes. E digo mais vivo até do que antes, porque quando nós reencarnamos, nós morremos um pouco. Quando nós assumimos um corpo físico, as nossas as nossas possibilidades são limitadas. Nós somos que meio que enclausurados no corpo por um período necessário, bendito corpo que nos enclausura por um período. Mas quando nos é dado a liberdade do corpo físico, nós podemos existir numa dimensão muito mais interessante, muito mais plena do que essa, abençoada que vivemos, porque em tudo dai graça ao Senhor. Então, enquanto encarnados, graças ao Senhor, desencarnados, graças ao Senhor. Estamos saudáveis, graças ao Senhor. A doença nos acometeu, graças ao Senhor. A morte veio, graças ao Senhor. Ou dizemos o que cremos ou não dizemos. Jesus falou: "Quem não for por mim é contra mim". Se o seu dizer: "Sim, sim, não, não." Então, nós cremos em Jesus, cremos em Deus, cremos na vida, seja a vida do corpo, seja a vida do espírito, mas a vida sempre existe, sempre existirá. O problema, meus irmãos, é que nós temos uma facilidade muito grande de focarmos em situações negativas e por isso pouco agradecemos, exigimos muito. Nós somos crianças espirituais. pega uma criança. Uma criança está o tempo todo exigindo alguma coisa. Uma criança quando ela é contraiada no seu menor capricho, ela chora, ela dá birra, ela rola no chão. Por quê? Porque ela não conhece a vida, ela é criança. Só que nós, adultos, idosos, talvez, nos comportamos espiritualmente, emocionalmente como crianças. E só vemos o que nos foi negado, só enxergamos o que nos foi tirado, mas não enxergamos aquilo que temos todo dia e é motivo de glória. Um certo escritor, certa vez, ele diz o seguinte: "Vamos fazer um exercício mental aqui. Imaginemos que amanhã nós amanheçamos tendo apenas o

enxergamos aquilo que temos todo dia e é motivo de glória. Um certo escritor, certa vez, ele diz o seguinte: "Vamos fazer um exercício mental aqui. Imaginemos que amanhã nós amanheçamos tendo apenas o que nós agradecemos na véspera. Ou seja, hoje, amanhã eu abro o olho, eu só vou ter aquilo que eu agradeci. Nós corremos o risco de amanhecermos cegos, mudos, enfermos, sem possibilidade de de locomoção, sem carro, sem trabalho, sem família, sem saúde, sem nada. E aí parece radical, mas eu vou amanhecer só tendo que eu agradeci e não terei nada, provavelmente. Porque eu pergunto para nós, pergunto a mim primeiro, porque quem fala fala primeiro para si. Nenhum ouvido é mais perto da minha boca do que os meus. Então eu estou ouvindo primeiro. Eu falo para mim, se eu tivesse que ter mérito para falar alguma coisa, eu sentaria, daria boa noite e cumprimentaria o Willam, meu colega de faculdade, e não diria mais nada. Não é pelo meu mérito, é pelo que o Cristo disse. Abre a boca e alguém falará por ti. É tentando ser útil, tentando trazer alguma coisa que possa nos proporcionar um reconforto espiritual que eu atrevo a falar. E eu pergunto, o que que nós agradecemos no nosso dia a dia ao deitar? Que que agradecimento temos? Nós somos seduzidos facilmente para as reclamações. A vida é estressante. A vida é uma correria. Todos nós sabemos quando nós às vezes temos um dia maravilhoso, levantamos de manhã, nos alimentamos, tivemos uma cama confortável para dormir, fomos ao trabalho. Ter o trabalho é uma bênção. Muitas pessoas desejam o trabalho, amam o trabalho, mas como a gente só deseja, a gente ama o que a gente deseja depois que passa a ter para de desejar e logo para de amar. Logo que a gente tem um trabalho, a gente só pensa nas férias, só pensa na aposentadoria, só pensa nos feriados, mas não pensa mais no trabalho, sendo que o trabalho por si só foi algo que nós sonhamos e desejamos e conquistamos um dia. E depois de um dia pleno, venturoso, de muitas alegrias, nós retornamos para casa. Talvez um dia

o trabalho, sendo que o trabalho por si só foi algo que nós sonhamos e desejamos e conquistamos um dia. E depois de um dia pleno, venturoso, de muitas alegrias, nós retornamos para casa. Talvez um dia de chuva, que já é um motivo de glória, de agradecimento, mas o trânsito fica ruim e nós demoramos mais do que o normal para chegar em casa. E durante o trajeto que seria de 10, 15 minutos, ficamos 1 hora no trânsito. E aí começamos a reclamar, começamos a ingratidão do dia porque estamos presos no trânsito, sem pensar que estamos no trânsito porque estamos em um carro, estamos sendo conduzidos num veículo próprio. E onde está o agradecimento por ter esse carro? Muitas pessoas não têm o carro, sonham com o carro. Outras pessoas têm dificuldade até para locomoção, porque tem limitação física. Se começar a chover, não consegue nem correr para ser brigado da chuva, porque não consegue, porque tem uma limitação, tem uma cirurgia na perna, enfim, não consegue andar. Você anda, anda a passos lentos, claudicantes e nós reclamamos porque não e chegamos em casa na rapidez que deveríamos. é um exemplo poeiril, simples no cotidiano, mas que serve para a nossa reflexão. Imagino eu, que o poder da gratidão, a gratidão tem o poder de nos fazer pessoas mais felizes, ao passo que a ingratidão nos transforma em pessoas frustradas, amargas, tristes, pessoas incompletas. Vou parar de descrever todo mundo, eu inclusive, né? Porque isso não pega bem, porque nós somos ingratos e por isso a tristeza nos invade a alma. Porque nós enxergamos o que não temos. Nós olhamos para aquilo que nos falta, mas esquecemos de olhar para aquilo que temos. Isso é da energia do universo. Quanto mais nós agradecemos, mais nós adquirimos. Isso é fato. Jesus falou: "Aquele pouco que tem lhe será tirado. O pouco que tem lhe será". Mas o que que é isso? E o que tem muito, muito será dado. Mas isso, isso faz sentido? Todo sentido é a energia do universo. Se você se torna grato pelo que tem, outras coisas virão.

que tem lhe será". Mas o que que é isso? E o que tem muito, muito será dado. Mas isso, isso faz sentido? Todo sentido é a energia do universo. Se você se torna grato pelo que tem, outras coisas virão. É o servo bom e fiel, que foi fiel em pouca coisa e outras coisas serão acrescentadas. Já o servo infiel é aquele que despreza o que tem, que enterra talentos no chão e é condenado, porque é dito a respeito dele, o pouco que tem, ele será tirado. É um servo mau, infiel. Isso o talento não é apenas o dinheiro, não é apenas a moeda. O talento são as belezas, as bênçãos que a vida nos dá. Mais um palestrante certa vez foi fazer uma palestra sobre isso, sobre essa facilidade que nós temos de olhar as coisas ruins. Nós temos que tomar consciência dessa condição nossa, não para ficarmos esmorecidos, sem vontade de melhorar, não para perceber, nos avaliar e tentarmos a melhora. Tentarmos não e conseguirmos, porque se nós nos propusemos a melhorar, a gente vai melhorar. Então, para fazer a palestra, o palestrante, ele pegou uma moldura muito bonita, rica moldura de uma de uma tela, de um quadro, mas só que uma tela em branco, sem nada, virgem, e no canto, bem embaixo, num pequeno canto, uma mancha, um borrão de tinta, colocou sobre a mesa. E naquele momento ele pediu alguns das dos que estavam presentes na palestra para que descrevessem o que eles estavam vendo. A maioria das pessoas descreveu que estavam vendo um borrão de tinta no canto da tela. A maioria, poucos perceberam a beleza da moldura, a rica moldura daquela tela, embora nela nada estivesse pintado. Menos ainda pessoas que contemplaram a tela pela sua alvura branca, potencial de receber uma obra de arte. Naquele momento ela representava a pureza. Ninguém viu a tela branca na sua pureza. Ou poucos viram, na verdade. E a grande maioria enxerga o borrão no pé da tela, no canto. Um detalhe, um detalhe. Isso serviu como laboratório para que ele começasse a sua preleção naquela noite, para que as pessoas pudessem compreender o quanto que nós focamos em

no pé da tela, no canto. Um detalhe, um detalhe. Isso serviu como laboratório para que ele começasse a sua preleção naquela noite, para que as pessoas pudessem compreender o quanto que nós focamos em coisas ruins, em coisas negativas, em coisas tristes, em coisas que fazem mal para nós, para nosso íntimo, para o nosso psiquê, para o nosso emocional, para nós como espíritos. Basta ver que as manchetes de jornais, de revistas que falam de morte, de tragédia, de destruição, são aquelas mais procuradas. Lamentavelmente, o sensacionalismo, a dor, a morte, a tragédia, todo mundo quer saber. Detalhes, inclusive os sordes dos detalhes daquela dor, daquele sofrimento. Por que isso, meus irmãos? O que ganhamos com isso senão mais peso inútil, desnecessário para carregarmos em nossos ombros e nas nossas mentes já tão adoecidas nos dias que estamos vivendo. Já as notícias leves, tranquilas, serenas recebem pouca procura, porque isso dependeria de um refinamento emocional, isso dependeria de um equilíbrio das emoções que nós buscamos, mas ainda não atingimos. Mas vamos atingir um fato. Eh, eh, devemos reconhecer, um dia todos nós seremos anjos. O Júnior canta isso aqui há muitos anos e é fato, não somos ainda, seremos. O momento nosso é de descobrir o nosso potencial e procurar melhorar a cada dia. Por enquanto somos ingratos, não cultivamos a gratidão no momento em que a neurociência, a pedagogia, a psicologia, a ciência como um todo estão descoortinando na prática, na dentro da comprovação de experimentação científica, os benefícios da gratidão que ativa o hipocampo, que ativa parte do cérebro que são ligadas à emoção, ao bem-estar, ao prazer, ao equilíbrio e E as pessoas que buscam ser gratas, que buscam as mínimas situações da vida para agradecer, se revelam pessoas mais plenas, mais felizes, mais realizadas, ao passo que as demais, nós, como quase todos, ficamos sempre querendo alguma coisa mais, alguma coisa mais. E como sempre há alguma coisa mais para se desejar, e quero deixar claro que

is realizadas, ao passo que as demais, nós, como quase todos, ficamos sempre querendo alguma coisa mais, alguma coisa mais. E como sempre há alguma coisa mais para se desejar, e quero deixar claro que desejar uma coisa a mais pecado, não é por isso que seremos punidos, aliás, nunca seremos punidos. Para o espiritismo não há punição, mas não é uma coisa ruim por si só querer o progresso, querer a melhoria, não, longe disso. É, mas só que antes de querer algo mais, é ser grato por aquilo que tem. Quantas pessoas têm um emprego e aí passam em um concurso melhor, que sonharam, que desejaram, isso é justo. Dedicaram dias, noites de sono, meses de estudo e conseguiram uma colocação melhor. E aí olham para trás para o emprego anterior, para as pessoas que ficaram lá e esconjura, né? Deus me livre, tô livre disso aqui. Agora eu vou para um lugar bom, vou trabalhar num num lugar legal. Meu Deus, tá errado. Se Deus fosse tirando como nosso, ela volta aqui, volta para lá. Você não vai não, você não, você está pronta para ir para lá não. Espiritualmente é mais ou menos assim que funciona. Você imagina um espírito sendo conduzido para mundo superior, olhando para fica aí, ó. Vocês fica aí que agora aqui eu tô no lugar melhor. É claro que quando o espírito é convidado pelas energias para ir para um lugar melhor, ele não vai fazer isso. Mas se fizesse estaria dando um atestado de que tá tudo errado, porque ele está sendo ingrato. Porque até aquele lugar que foi difícil para ele viver foi uma escola, foi um aprendizado. Como André Luiz teve um aprendizado nos seus 7 anos de sofrimento, de dor, aquilo foi aprendizado. Não é para ser apagado da memória, para ser desprezado, não. Todas as experiências que Deus nos dá para viver são úteis para nós e nós devemos abraçá-las, abençoá-las e desejar sempre o bem no nosso coração. Olho para o emprego anterior com gratidão. E não é gratidão de lábios, não é de coração. É ter gratidão. Gratidão nos mínimos detalhes. Gratidão, primeiramente, pelos pais que se

bem no nosso coração. Olho para o emprego anterior com gratidão. E não é gratidão de lábios, não é de coração. É ter gratidão. Gratidão nos mínimos detalhes. Gratidão, primeiramente, pelos pais que se esforçaram, que fizeram aquilo que podiam por nós, pelas mães sobretudo que perderam noites de sono. E como perdeu a noite de sono é difícil, uma noite mal dormida, você fica estourado outro dia. E uma mãe não perdeu, não foi uma, não foi duas, não foram três, foram muitas dezenas, centenas de noites de sono para cuidar do filho. E onde está a gratidão? O evangelho leva isso tão a sério que fala sobre a piedade filial, sobre a questão de honrar para irmã. Honrar pai e mãe. É importante nós termos essa gratidão, então, com os nossos pais, com os amigos, com os parentes e até mesmo nos nossos inimigos. Eles também são úteis para nós. Ah, mas inimigo não, né? Inimigo também. Paulo falou: "Em tudo é graça ao Senhor." Então, até aquele que me persegue, eu tenho que agradecer a Deus por ele. Tanto é assim que Jesus falou: "Orai por aqueles que vos perseguem, que vos caluniam". É profundo isso. Então, para você orar para alguém de coração, você tá desejando o bem para ele. É uma forma de gratidão. Mas gratidão pelo mal que ele me fez, o BTO Roden já dizia: "O mal que alguém me faz não me faz mal porque não me torna mal. O mal que eu faço a outra, esse sim me faz mal porque me torna mal." Então, o mal do outro não me atinge. A gratidão, portanto, é combustível para as nossas vidas. Conta-se também uma parábola muito interessante de um senhor, de um rei, que ele tinha 10 cães muito famintos, muito ferozes, assim, cachorro violento, e que ele sempre que um servo lá do seu castelo cometia um equívoco, a a pena era lançar essa pessoa aos cães. Eram cães ferozes que matavam, destroçavam e às vezes até devoravam essa pessoa. E um dia um dos seus servos, que já estava há 10 anos trabalhando para ele naquele castelo, naquele reino, cometeu um equívoco. Não conta nos a fábula que equívoco foi, que gravidade foi. Um

a pessoa. E um dia um dos seus servos, que já estava há 10 anos trabalhando para ele naquele castelo, naquele reino, cometeu um equívoco. Não conta nos a fábula que equívoco foi, que gravidade foi. Um equívoco. E conforme determinava a lei e a tradição, ele foi levado até a presença daquele senhor para ser julgado. E o julgamento foi célebre, foi sumário, sem muitos direitos. E a pena foi aquela que esperava. Ele seria lançado para ser devorado, morto, trucidado por aqueles cães que o o rei eh tinha ali o hábito de fazer isso com quem errava com ele. No momento que a sentença foi lida, ele fez um pedido, falou: "Meu senhor, eu quero fazer um pedido". Eh, é indiscutível que eu cometi um erro e eu sei que a pena é essa, mas eu gostaria de fazer um pedido apenas. E ele então resolveu, né, para demonstrar a grandeza de alma, né? Qual é o pedido? Ó, eu gostaria de viver mais 10 dias. Mais 10 dias. É, 10 dias. Ele achou razoável, né? Vai morrer mesmo. De toda forma minha pena será cumprida. Permitiu que ele fosse então eh vivesse, ficasse preso por 10 dias, aguardando a data da execução. Ele foi levado então para o para o calabolço, para a prisão e lá ele fez um pedido que ele gostaria de trabalhar. Acharam justo ele trabalhar, né? pessoa que quer trabalhar já sabendo que vai ter uma morte tão terrível, foi concedido e ele quis escolher que trabalho faria. E o trabalho seria, eu eu cuido desses cachorros por 10, por 10 dias. E ele e ele pediu e foi atendido. E ele então começou a cuidar daqueles cães, alimentava, banhava, cuidava. Ficou ali 10 dias cuidando os animais. Ao final dos 10 dias, ele foi chamado à presença do soberano para ser executado finalmente. Quando ele chega, a pena seria cumprida. Soltaram os cães e sempre o que acontecia, eles iam ferozes, já atacavam aquele indicado para morrer. Com ele aconteceu diferente. Quando soltaram os cães, eles foram mansamente, aproximaram dele, ele começou a passar a mão nos cachos, começar a lamber a mão dele e o soberano

ele indicado para morrer. Com ele aconteceu diferente. Quando soltaram os cães, eles foram mansamente, aproximaram dele, ele começou a passar a mão nos cachos, começar a lamber a mão dele e o soberano ficou atônito. Mas o que está acontecendo aqui? que ele indagou, né? Aí toda parábola, essa não é de Jesus, mas é uma parábola, tem um fundo moral, como as fábulas de esopo, por exemplo. Ele disse: "Olha, senhor que senhor me perguntou, vou responder. É porque nesses 10 dias aqui eu cuidei dos dos animais, tratei deles e em 10 dias eles adquiram gratidão por mim, pelo meu amor, pela minha dedicação. E eu durante 10 anos servi ao Senhor. Durante 10 anos. E quando cometi um único erro, fui condenado à morte. Então, os cães em 10 dias viram o meu valor. O senhor em 10 anos não viu. A parábola termina por aí. Cada um imagina o final. Será que o rei foi tão cruel que mesmo assim assolou esses cães para mandou buscar outros cães para devorar o aquele homem? Não sei. O fato é que isso ficou muito marcado na minha cabeça. Quer dizer, um animal em 10 dias de bom tratamento teve o quê? Gratidão pela mão que o alimentou, pela mão que o conduziu, pela mão que o protegeu. E muit das vezes nós não temos gratidão por não dias, meses, anos de dedicação de pessoas na nossa vida, na nossa família, até anônimas, porque nós ainda não aprendemos. essa bênção libertadora que é ser grato, que nos transforma profundamente. Uma pessoa grata vive mais e vive mais feliz. Quando nós estamos gratos, nós estabilizamos a nossa energia, o nosso psiquê, toma uma outra, vai para um outro patamar. As coisas pequenas não nos atingem, porque nós enxergamos muito mais as grandes bênçãos da vida do que os pequenos detalhes que nos faltam. Então isso para nós, meus irmãos, representa algo de extraordinário, ser grato. A gratidão vai nos transformar em pessoas melhores. Hoje eu vou reduzir meu tempo que eu sei que a Márcia tem outras situações aqui para serem, né, realizadas nessa homenagem justa e merecida do nosso irmão. Eu peço

nos transformar em pessoas melhores. Hoje eu vou reduzir meu tempo que eu sei que a Márcia tem outras situações aqui para serem, né, realizadas nessa homenagem justa e merecida do nosso irmão. Eu peço e espero em Deus que todos sintam-se bem, que voltem para casa pensando e refletindo sobre a importância da gratidão nas nossas vidas. Que Jesus nos ampare e nos proteja hoje e sempre. Gratidão, Eber. E como a gente disse no início, de fato, hoje nós vamos fazer tão somente a primeira parte do trabalho, porque nós gostaríamos de ouvir algumas pessoas que eu tenho certeza que vão trazer o testemunho de gratidão pela vida do Zanderlan, pela convivência, pelo exemplo, enfim, algumas pessoas. Eu imagino que o Rodrigo Rizo vai usar desse desse momento. Zander, que imagino que o Zander é a primeira vez que ele tá vindo nas casas espíritas. O Zander é muito católico, tenho certeza que tá chegando a casa espírita pela primeira vez, mas certamente que vai usar palavras adir e outras pessoas também que queiram usar a palavra, tá franqueada. Dois minutinhos, três, pra gente dar um um seguimento para que mais pessoas possam falar. Fica à vontade. Zadira, eu vou levar aí para você, viu? Para você não precisar de vir aqui, tá? OK. o microfone. Desculpa você que nos assiste pelas redes sociais, nós vamos continuar agora porque a gente sempre encerra no final da palestra, mas nós vamos continuar para que também possam participar desse momento em homenagem ao Sanderlá. Então fiquem conosco. Muito obrigada. Boa noite a todos. Para mim é um motivo de muita alegria tá aqui hoje. A a minha avó Márcia, além de presidir o Grupo Espírita Mensageiros da Luz, vocês sabem que ela também preside a nossa Federação Espírita do Estado de Goiás. E esse final de semana agora, ela estava em Brasília, no Conselho Federativo Nacional, que é o mais importante evento espírita que nós temos no Brasil e no mundo, ao lado dos presidentes de todas as federativas. Em razão disso, ela não pôde estar conosco no nas homenagens que

Nacional, que é o mais importante evento espírita que nós temos no Brasil e no mundo, ao lado dos presidentes de todas as federativas. Em razão disso, ela não pôde estar conosco no nas homenagens que nós fizemos ao nosso querido irmão Zanderlan, ou como nós o chamávamos sempre de vovô, porque desde criança eu sempre ficava nas nossas casas falando vovô, vovô, vovô e aí virou um hábito todo mundo chamá-lo assim. Então, eu tive a alegria de poder eh celebrar essas homenagens tanto na Mansão da Esperança, quanto no Luz do Evangelho, quanto no Alvorada Nova. E não poderia deixar de dar uma palavra aqui no Mensageiros da Luz, que é uma casa que ele tinha um carinho tão especial. Eu eu sempre me recordo de nesses últimos 10, 12 anos ver sempre às 7 horas ele lá em casa já de jaleco, esperando a minha mãe para que eles viessem juntos aqui pro mensageiros da luz. Então eu fico muito feliz e muita vontade de falar porque aqui eu estou falando com os nossos amigos, com os amigos dele, que era uma pessoa de luz. E sabe, Dr. Éber, eu tenho falado nas nossas outras casas e por onde eu falei, eu percebi que as pessoas não conheciam a história profissional do meu avô Zanderlan, porque o meu avô, eu eu disse que se tem uma característica dele que era muito latente, é que ele era uma pessoa muito teimosa. E ele foi muito teimoso quando ele lutou contra todas as adversidades que lhe foram impostas pela vida para se sobressair. Ele era engrachate em Rio Verde. E mesmo com todas as dificuldades que a vida lhe impôs, ele, como disse o Dr. Éber, deu graças em tudo e aproveitou as oportunidades que lhe foram dadas. Ele foi jornalista e durante o período da ditadura militar ele foi impedido de exercer a sua profissão, mas foi um grande jornalista. enquanto economista, profissão que ele também exerceu, ele foi responsável pela fundação das bolsas de valores do Distrito Federal e de Minas Gerais, antes da unificação das bolsas na Bovespa, que é a bolsa de valores do estado de São Paulo. Mas ele se

u, ele foi responsável pela fundação das bolsas de valores do Distrito Federal e de Minas Gerais, antes da unificação das bolsas na Bovespa, que é a bolsa de valores do estado de São Paulo. Mas ele se encontrou mesmo foi no direito. No direito ele foi procurador de municípios, foi procurador de câmaras municipais, foi juiz classista do trabalho e a Dra. Elsa, que presidiu o Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região, pôde conviver muito de perto com ele nesse momento em que ele tanto se dedicou à profissão de magistrado, mas foi na advocacia aonde de fato ele se encontrou. Foi enquanto advogado que ele pôde exercer a defesa da cidadania e da justiça. E talvez a maior luta que ele tenha exercido tenha sido em prol da sociedade. Ele não lutava pelos interesses pessoais, pelo interesse de grupos, mas sempre pelo interesse social. Ele, não sei se vocês sabem, mas nós solicitamos, vó, a Câmara Municipal de Goiânia que fizesse um estudo e nós identificamos a uma atuação presente dele, não só como presidente do Comitê de Emancipação do Município de Rio Quente, mas também como alguém responsável pela emancipação de mais de 33 municípios goianos, porque o precedente utilizado foi justamente o do município de Rio Quente. E a época, Dr. Ele impetrou mais de 11 mandados de segurança, fez a sustentação oral no Supremo Tribunal Federal e através dessa validade jurídica que foi dada, foi instituída a lei através da Assembleia Legislativa e do governo do estado, onde permitiram a emancipação do Rio Quente e desses municípios, o que hoje totalizam os 246 municípios goianos que compõem o nosso grande estado de Goiás. Mas o meu avô nunca falou isso para nenhum de vocês aqui, a não ser os que conviveram com ele profissionalmente fora daqui, porque a humildade estava sempre muito presente nele. Ele era uma pessoa humilde na essência. Ele pôde viver o o que nos traz Kardec. Ele soube viver a lei de justiça, de amor e de caridade. de justiça quando ele buscou às vezes advogando probono

e nele. Ele era uma pessoa humilde na essência. Ele pôde viver o o que nos traz Kardec. Ele soube viver a lei de justiça, de amor e de caridade. de justiça quando ele buscou às vezes advogando probono para aquelas pessoas para que conseguissem ter mais dignidade quando lutou pela justiça social, pela lei de amor, pelo amor que ele tinha pelas pessoas, pelos seus amigos, pelas pessoas independentes de condição social, de classe, de qualquer coisa, ele era uma pessoa que gostava de gente e o amor à família. E eu posso dizer como neto do amor gigantesco que ele tinha pelos seus, mas acho que onde ele mais brilhou foi na parte da caridade. Nós sabemos que a caridade dentro da ótica de nós espíritas é a benevolência para com todos, a indulgência com as imperfeições alheias e o perdão das ofensas. E meu avô, ele foi uma prova viva e latente da caridade que manifestava dentro dele, do amor pelas pessoas, do amor de ver cada um progredir pelo seu próprio esforço e sempre quando necessário ele fazia questão de estender a mão. Hoje é um momento que às vezes muitos podem achar triste porque de fato ele não tá aqui sentado na cadeira que ele sentava sempre. Ele não está no nosso convívio, mas nós entendemos e nós sabemos enquanto espíritas que o túmulo não encerra a nossa vida. Ele apenas abre a porta para uma nova forma de existência, que é a existência do espírito. Hoje eu tenho certeza que meu avô é acolhido e respira um ar mais puro, um ar mais limpo, um ar mais fluídico, porque ele está mais próximo do nosso criador. Ele vive a vida verdadeira, que é a vida eterna que Jesus nos prometeu. O Dr. disse de uma música que o Júnior canta e de forma belíssima que fala que um dia todos nós seremos anjos. E se nós formos analisar a pergunta 116 do livro dos espíritos, ele vai falar exatamente que nós fomos todos criados, simples, ignorantes, mas destinados à luz, dotados de inteligência e de livre arbítrio. Então, nós temos que ter a ciência que todos nós que ocupamos esse salão, apesar das dificuldades que nós

iados, simples, ignorantes, mas destinados à luz, dotados de inteligência e de livre arbítrio. Então, nós temos que ter a ciência que todos nós que ocupamos esse salão, apesar das dificuldades que nós podemos carregar nessa encarnação, todos nós somos destinados à luz. E um dia todos nós seremos anjos, porque a nós é permitido ter as reencarnações, passar por esse plano quantas vezes forem necessários para que a gente possa corrigir os nossos erros e daqui levar apenas o aprendizado, as nossas conquistas e o amor. No último domingo, o meu avô encerrou um ciclo, encerrou uma das suas encarnações e eu tenho certeza que com muitos avanços, porque ele se dedicou intensamente a fazer o bem. Eu digo que o grande, a grande virtude do meu avô Zanderlan era fazer amigos. E hoje eu vejo um salão cheio de amigo dele, cheio de amigos dele. E acho que a palestra do Dr. não podia ser mais precisa quando ele fala em tudo dai graças porque esse é um momento de gratidão para mim pessoalmente um momento de gratidão para agradecer a cada um de vocês que tratou o meu avô sempre com muito carinho, com muito respeito, com muito afeto. Agradecer a Deus por nessa encarnação ter me dado a oportunidade de ter vindo como seu neto. Não sei se vocês sabem, mas eu comecei a falar que eu queria entrar na política. Eu tinha mais ou menos uns 12 anos. E naquela época todo mundo achava que isso era uma brincadeira. E meu avô sempre foi uma pessoa que sempre me deu muita força. Então hoje eu agradeço a vocês, agradeço a Deus, mas agradeço em especial a ele, porque nós moramos juntos ao longo de toda a vida. Nós almoçávamos juntos, jantávamos juntos, viajávamos juntos. Era ele quem fazia as tarefas de casa junto comigo quando eu tava na época da escola. Foi ele quem me deu o primeiro vadmecono. E foi ele quem me incentivou a ingressar e trilhar o caminho da política. Então, hoje eu só tenho que dizer ao meu avô muito obrigado. Muito obrigado pelos 29 anos de convivência. Porque você fez a diferença na minha vida, você

u a ingressar e trilhar o caminho da política. Então, hoje eu só tenho que dizer ao meu avô muito obrigado. Muito obrigado pelos 29 anos de convivência. Porque você fez a diferença na minha vida, você transformou a minha existência. e por onde eu andar, por onde eu caminhar, independente de estar atuando como advogado, como político ou de estar dentro de uma casa espírita como eu estou hoje. Eu quero sempre defender e levar o seu legado, a sua história, o seu exemplo e os seus ensinamentos, mas principalmente que Deus me permita que eu possa fazer pela sociedade 1% do que ele fez. Muito obrigado. Eu eu estouri um pouquinho o tempo, mas eu tenho certeza que você vai me perdoá. Ô Rodrigo, você esqueceu? O Éber perguntou para mim se ele tinha sido presidente do Vila Nova e eu disse que tinha. Você esqueceu esse pedaço? ele ele não só foi presidente do Vila Nova, mas a a a nossa querida Ivana Reis, que tá aqui, e a Ivana nas suas palestras, ela fala que a lei que Jesus nos trouxe é através da revelação do amor, né, que é a lei maior que é amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. E eu sempre, Vana, interpreto que quando a gente fala amar a Deus sobre todas as coisas, é amar a Deus e tudo que Deus criou. os recursos naturais, os recursos hídricos, a fauna, a flora e meu avô era um apaixonado pela defesa do meio ambiente. Ele foi por muitos e muitos anos presidente do Partido Verde, foi fundador do Partido Verde. E para além disso, ele fundou e presidiu uma associação que era Arara, Associação dos Amigos do Rio Araguaia, e ajudou e muito a preservar o nosso rio, nosso maior recurso hídrico em Goiás, preservando a fauna, a flora e a vida de tantas pessoas que dependem daquele rio. E era um apaixonado pelo Vila Nova, foi presidente por duas oportunidades do Vila. Mas minha gratidão a todos vocês, para mim hoje não é um momento de tristeza, é um momento de alegria por agradecer a oportunidade de ter convivido por tantos e tantos anos com meu melhor amigo, com meu parceiro, com

ão a todos vocês, para mim hoje não é um momento de tristeza, é um momento de alegria por agradecer a oportunidade de ter convivido por tantos e tantos anos com meu melhor amigo, com meu parceiro, com o meu avô Zanderlan Campos. Obrigada, Rodrigo. Agora sim, eh, os amigos e familiares que quiserem usar a palavra 2, 3 minutos, fiquem à vontade. Zadir quer que leva aí para você. Você vai vir aqui? Você vai vir aqui. Ajuda aí, Grace. Vai lá. Adiril é irmã mais velha do Anderlan e sempre foi espírita. Desde que o André conhecia, ele já era espírita, coisa de 200 anos. >> Pode ficar aí mesmo, Grace. Aí mesmo, aí mesmo, aí mesmo. Ah, é porque tá transmitindo, Sadia. >> Boa noite a todos. >> É com muito prazer que eu estou aqui nesse momento >> mais velha. Eu abri o caminho pros outros dois. [risadas] Então, depois de mim veio os Ander e o Zanderlan. E eu naquele dia já fiz as minhas despedidas diante do caixão dele, porque ele foi uma alma iluminada, um ser humano extraordinário. Ele pensava mais nas outras pessoas do que nele próprio. Então ele seguiu os ensinamentos do mestre que diz: "Eu vim para servir e não para ser servido." Realmente ele serviu de forma extraordinária durante todos os anos da vida dele. Ele sempre teve compaixão pelas pessoas, teve amor, teve misericórdia e abriu do bolso dezenas de vezes para ajudar as pessoas. Ele foi extraordinário advogado, ele foi um economista e foi também jornalista. Inclusive o jornal de Caldas Novas CN funcionou durante muitos anos, porque para todas eh empresas precisa de ter uma pessoa representante, né? Na farmácia tem que ser um farmacêutico responsável e no jornal tem que ter um jornalista. Então durante muitos anos ele foi jornalista sem receber um centavo de ônibus. Foi doação os anos todos eles e serviu a população de Caldas Novas. Então, na minha despedida, eu disse que eu senti muito orgulho de ter esse homem de alma nobre, extraordinária, uma pessoa que pensou sempre no próximo, foi um grande maçom extraordinário, que recebeu todas

na minha despedida, eu disse que eu senti muito orgulho de ter esse homem de alma nobre, extraordinária, uma pessoa que pensou sempre no próximo, foi um grande maçom extraordinário, que recebeu todas as homenagens possíveis, não é? E eu também faço parte de uma ordem extraordinária também francesa, não é? Então eu tô aqui hoje para homenagear essa alma extraordinária que foi meu irmão. Então sei que agora ele está no Oriente externo ao lado de todos os nossos irmãos que o antecederam. Então eu desejo muita luz pro meu irmão, porque eu sei que ele é um ser de luz e ele está agora nas anjos estão na foi excebido por Deus nos braços de Deus, na glória de Deus e ao lado dos anjos. E eu tenho imensamente orgulho de ter sido irmã dele e de ter convivido com ele. Agradeço os momentos de felicidade que nós vivemos juntos, todas as ajudas que ele me deu durante os os esses anos todos, não é? E realmente as mensagens, as lembranças ficam guardadas do nosso coração para sempre. Então, o nosso coração acolhe todas as nossas lembranças. Então é um prazer estar aqui hoje mais uma vez homenageando essa alma nobre extraordinária que foi meu grande irmão, meu irmão Caçula [risadas] e eu cuidava muito dele por ser a irmã mais velha, né? Eu fui p dele, então eu que carregava ele para todo lado, entendeu? Então, era a irmã que eu carregava para todo lado. E durante todos esses anos a gente teve muita afinidade também na parte espiritual. Isso também foi algo que nos uniu esses anos, né? A nossa parte espiritual e homem com muita com caráter extraordinário, né? Então aqui eu tô aqui só para agradecer pela bênção que tive de ter esse irmão extraordinário como meu irmão, de ter convivido com ele momentos felizes, de muita alegria e agora ele está num lugar extraordinário. Pelo merecimento dele deve recebido todas as corobas lá em cima. Então é isso que eu queria dizer, tá? Obrigada, Sati. E que o grande arquiteto do universo o tenha no reino da glória. Obrigado. Sander. >> Boa noite a todos.

eve recebido todas as corobas lá em cima. Então é isso que eu queria dizer, tá? Obrigada, Sati. E que o grande arquiteto do universo o tenha no reino da glória. Obrigado. Sander. >> Boa noite a todos. >> Boa noite, >> Zander. >> Doutor, a turma da esquerda não quer votar comigo que não bateu, não falou. Boa noite. Boa noite. >> Boa noite. >> Ah, agora melhorou. Aqui, ó. >> Isso aí. Aí, Sander. Ah, tá. Então, tá bom. Muito obrigado. Eu queria convidar Dr. Weber, nosso líder espiritual, a Márcia, que é nossa presidente da Federação Espírita, o Rodrigo, nosso companheiro vereador e completar o Zanderlan também. Ele está aqui ao meu lado. Eu dei certeza que não ia perder esta de forma [risadas] nenhuma. Mas na verdade nós estamos de um lado triste pela pela saída do Anderlman, mas nós estamos alegres porque ele está realmente no reino de Deus. Nós acreditamos seriamente na ressurreição e eu acredito que o Zanderlan fez a sua missão aqui na terra. E eu acredito que também eu não vou pedir aqui para quem for Vila Nova levantar o braço, porque todo mundo vai levantar o braço puxar o Zanderl. Mas eu vou fazer um pedido para vocês. Baseado no que o professor Dr. Weber disse, eu gostaria que todo mundo, que quem lev todo quem reza toda noite agradece a Deus pela vida, que levante o braço. >> Toda noite, né? >> Toda noite. >> É o o seu pessoal. Tá bom, viu? Tá bom aqui, viu? Tá bom 100%, viu? Mas eu queria dizer que na verdade a função social é fundamental e na vida eu tive várias atividades empresariais, mas uma delas exatamente a que mais me comooveu foi participar de um programa da Fundação Banco de Olha, uma entidade que nós fundamos aqui há 45 anos, uma entidade onde nós atendemos todo o paciente. Chega paciente do SUS, seja um paciente da Unimed, seja do Ipaso, do IMAS, quem quer que seja, nós atendemos. A ordem em nosso hospital é atender todo mundo. Nós temos um programa lá, Dr. Weber, de gratuidade que nós atendemos 4% todo de graça. O paciente chega só com a carteira de identidade, chega 2 horas da

ordem em nosso hospital é atender todo mundo. Nós temos um programa lá, Dr. Weber, de gratuidade que nós atendemos 4% todo de graça. O paciente chega só com a carteira de identidade, chega 2 horas da manhã, 3 horas da manhã, o hospital tá aberto, nós temos a atendimento 24 horas, nós fazemos consultas, exames e cirurgias. É exatamente através disso, pelas mãos de Deus, como de Dr. Weber, que nós tivemos a oportunidade de atender quase 8 milhões de pessoas. É mais do que a população do estado de Goiás em 45 anos. Nós também atendemos pacientes dos 246 municípios de Goiás. Não tem um município, meu caro Dr. Weber, que nós não atendemos e ainda atendemos mais 300 cidades dos 26 estados do Brasil. Hoje a Fundação Banco de Olhos, com quase 300 funcionários tem 87 médicos. Significa que nós estamos dando a oportunidade dessas pessoas atenderem e serem atendidas. Mas o mais importante de tudo isso, que quase 200.000 cirurgias de cataratas nós já fizemos ao longo desses anos. E uma um assunto que me alega bastante é que exatamente quase 30.000 transplantes de córneas. Vocês imaginam o paciente entrar cego na sala e sair enxergando. É um negócio maravilhoso. E isso é possível exatamente pela doação de córneas. Quando a pessoa falece, nós fazemos a inucreação, retiramos as córneas e ela dura 14 dias. E durante esses 14 dias nós fazer o transplante. Isso representa algo fundamental para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Eu queria agradecer aqui mais uma vez a oportunidade do poder estar aqui com vocês, agradecer sinceramente a oportunidade e dizer que eu vou contar um fato aqui histórico que aconteceu comigo há uns 25 anos atrás. Eu tava saindo do Hospital São Francisco, onde tava conversando com Rafael Carvalho, que é meu cunhado, e encontrei um médico laboratorista, eu esqueci o nome dele, ele olhou para mim e conversou comigo uns 10 minutos. Depois falou o seguinte: "Sander, você é um espírito de luz. Você encarnaçou um um médico alemão, Dr. Cruz, e atendeu milhares de pessoas em outra encarnação.

ra mim e conversou comigo uns 10 minutos. Depois falou o seguinte: "Sander, você é um espírito de luz. Você encarnaçou um um médico alemão, Dr. Cruz, e atendeu milhares de pessoas em outra encarnação. Eu levei um susto da nada. Até hoje eu tenho isso aqui, é a primeira vez que eu comento, dizer realmente que eu passei por isso, mas eu agradeço a todos vocês pela oportunidade e a certeza que nós temos que seguir o que Santo Agostinho disse, um dos maiores filósofos e pensadores do século XVI e um dos grandes pensadores da Igreja Católica. Nós não nascemos para morrer, morremos para ressuscitar. Muito obrigado. >> Obrigada, Zander. >> Santo Agostinho é um dos espíritos que assinaram a cantificação da doutrina espírita, viu? >> Mas a gente vai conversar mais sobre essa história sua de reencarnação de médico, viu? Vamos, viu, Sanderline? Vamos conversar mais sobre isso. >> Mais alguém? Senão >> pode. Claro. O Deixa doutora primeiro legário, por favor. >> Dora Elsa, >> boa noite a vocês. É uma honra para mim estar aqui hoje. O Zanderlan foi um grande amigo meu. Eu o conheci antes da Márcia. Eu o conheci sendo meu juiz classista em Caldas Novas. Eu fiquei com ele um mês, todos os dias e nós ficamos muito amigos. E daí eu vim paraa Goiânia e passei muitos anos aqui trabalhando e a gente se encontrava mais poucas vezes e nós sempre nos respeitávamos. Ele me ensinou muito em Caldas Novas, como eram aquelas empresas, quais eram os problemas, tudo para que eu pudesse resolver melhor a o as sentenças. Mas eu acabei que eu fui logo eh promovida para a Goiânia. Então eu vim para cá e nós perdemos um pouco aquilo. Aí eu conheci a Márcia. Eu comecei em fevereiro de 92, fiquei com Zanderlan até fim de março. Aí em fim de março eu vim para Goiânia e conheci a Marcinha. Aí nós ficamos amigos porque eu sempre fui espírita. Meus pais eram alunos de Eurípedes Barça Novo. Então conversava com ela, eu ficava mais calma porque eu tinha umas audiências dificíimas. Aí eu ia tomar um café com a Márcia, ficava

mpre fui espírita. Meus pais eram alunos de Eurípedes Barça Novo. Então conversava com ela, eu ficava mais calma porque eu tinha umas audiências dificíimas. Aí eu ia tomar um café com a Márcia, ficava mais calma. Mas isso passou e chegou um momento em que eu fui escolhida numa lista tríplice para ser desembargador do tribunal. E eu estava numa lista com dois homens muito importantes, que era o Dr. Aldom, o Dr. Paulo Pimenta e eu. Tanto é que no começo eu não tinha menor chance. Eu tinha 6% só, mas aí eu tenho tantos amigos, eu fiz tantos amigos que muita gente começou a me ajudar. E nisso o Dr. Zanderlan se lembrou de mim e disse o seguinte: "Eu vou pedir a maçonaria se dar um apoio pra senhora". E quando ele foi em Brasília, ele conheceu um primo meu que eu nem sabia que estava na maçonaria. Era uma espécie de vice-presidente lá, eu não sei como é que é o nome. E ele falou assim, ele falou: "Ah, ninguém vai conhecer a Dra. Elsa, mas como naquela ocasião o mestre maior era de Goiás, não era? Então eu tinha alguma chance. Aí ele falou o meu nome. Aí o meu primo disse: "Não, ela é uma pessoa de bem, eu conheço, é minha prima". E aí, e aí ele me ajudou com todo o amor e carinho. Eu sou muito agradecida aoserlan. Ele me ajudou muito. Ele confiou em mim como a juíza que eu fui apenas um mês com ele. Depois nós tivemos outras convivências sociais, mas eu jamais vou esquecer esse apoio que ele me deu. E como disse o meu amigo, o meu querido, que eu falo que é meu afiliado junto com a Dalvina, que nós brigamos por causa dele, o Rodrigo, [risadas] ele foi uma pessoa de bem, ele lutou muito pela justiça social desse estado. Ele foi uma pessoa que também ajudou muito na construção do Tribunal Regional do Trabalho. Então, a ele vamos agradecer a Deus por ter convivido com ele 35 anos, 34 anos e agradecer a essa família maravilhosa que sempre o apoiou, sempre o tratou bem e ele também veio para nós há uns 10, 12 anos atrás e frequentou o nosso centro, nos ajudou muito. foi uma pessoa de bem. Então, que Jesus

família maravilhosa que sempre o apoiou, sempre o tratou bem e ele também veio para nós há uns 10, 12 anos atrás e frequentou o nosso centro, nos ajudou muito. foi uma pessoa de bem. Então, que Jesus o ampare e o proteja nessa ocasião e que essa família querida que são irmãos meus e filhos do coração, esses jovens, que Deus os proteja, os ampare e que nós haveremos de lembrar dos Anderlan, só com gratidão, como disse Dr. Éber, só com as boas passagens. E que Deus o abençoe. >> Obrigada, Dra. Elsa. >> Ah, parece o legário, né? >> Boa noite. Um minuto que eu vou falar, gente. Alegria estar aqui neste momento solene, de gratidão e tantas pessoas queridas aqui presentes. E eu quero dar meu testemunho, dizer que eu quando era criança, que meu pai viajava, eu chorava. né? [risadas] Então eu sentia muita saudade dele. Depois quando eu entrei na faculdade ele me estimulou muito a fazer o curso de direito. E no primeiro semestre eu já comecei a trabalhar com ele lá no escritório da Pousada do Rio Quente. Depois montei meu escritório há mais de 40 anos. Tenho alegria de ver minha sócia aqui, Maria Augusta João Luiz. Eu não vou citar tantos nomes, mas porque ela realmente fez parte da nossa sociedade, né? com o Dr. Dariex, que deve estar lá com meu pai nesse instante. Agradeço também a Doroteia que tá aqui lá do Rio Quente, que vivenciou com ele tantos momentos, né, da emancipação que a gente esteve presente, todos os amigos deles, dele aqui, minha professora Adelita aqui também presente, todos os familiares e esse momento de gratidão, mais de 40 anos trabalhando juntos no escritório. E eu falava para ele assim: "Pai, você deveria ter feito um concurso para advogado dativo, porque ele fazia só advocacia dativa, né? Ele fazia muito todo, ele fazia: "Ah, isso eu não vou cobrar honorário, se eu não vou ajudando todas as pessoas de todas as formas". E depois eu tive a grata alegria dele participar conosco aqui no Mensageiros da Luz. Não obstante, ele está desde a fundação aqui, há mais de

eu não vou ajudando todas as pessoas de todas as formas". E depois eu tive a grata alegria dele participar conosco aqui no Mensageiros da Luz. Não obstante, ele está desde a fundação aqui, há mais de 50 anos, participou da inauguração aqui. Nós plantamos as gramas aqui no dia da inauguração, cantamos no coral, tava o Sérgio presente, né, o Willam. E e depois ele todos os dias, sábado de manhã, 7 horas, ele já tava lá, a gente ia pra mansão, ia pro sabador, visitava lar de idosos, pessoas doentes, cemitério, domingo, duas atividades, né? Eh, nós temos a luzes do evangelho 8 horas da manhã, domingo 8 horas. Não é fácil, né, Júnior? [risadas] Júnior, Dr. Aíton Will, né? Então, e depois Alvorada nova e aí à tarde eu falava, ó, hoje nós temos indo aqui paraa livraria, temos que estar lá presente 5 horas da tarde e às vezes algum evento na maçonaria. Então ele sempre muito presente, é uma pessoa que para mim vai fazer muita falta como para todos, né? Mas era meu companheiro assim de todas as horas. E eu agradeço muito a oportunidade de ter convivido com ele e da presença de vocês e de todos terem dado um pouquinho de amor, de carinho para ele. Um beijo para todos. Obrigada. O legário. >> A a Maili vai vir também, já vai fazer a prece. A hora que a Maili vier, ela já vai fazer a prece também. >> Boa noite a todos. Uma alegria enorme de estar aqui com o meu amigo Dr. Éber, com toda esta família e ver como reverbera a figura do nosso querido Vanderlan Campos, esse ser de amor, de simplicidade, de humildade e que todos que aqui passaram, a família, os amigos, a Dra. Elsa com o seu testemunho fizeram, fazem com que nós a cada momento vamos alimentando mais isso no nosso coração. Mas eu tenho um agradecimento muito grande pro vovô, porque o vovô fez uma neta dela do neta dele do coração vir até você, Rodrigo, porque foi através dele que a minha filhada Silvia Patrícia chegou até ele e o adotou como vovô e ela como neta. E você não viu, Márcia? Mas no na mansão domingo, sábado, né? Ela

ir até você, Rodrigo, porque foi através dele que a minha filhada Silvia Patrícia chegou até ele e o adotou como vovô e ela como neta. E você não viu, Márcia? Mas no na mansão domingo, sábado, né? Ela chegou lá e falou sobre isso. E eu fiquei muito feliz e muito regozijado com isso, porque isso é que o Vanderlan resgatou para nós essa família que nós nos tornamos a ser e que ele vai perspassando o tempo porque ele foi como um anjo, ele não sofreu, ele foi como um passarinho e com certeza a saudade é grande. Mas o que nos conforta é a certeza do reencontro. Então, era isso que eu queria deixar para vocês e a alegria de estar participando também deste evento que nós vamos continuar realizando muitas vezes. Muito obrigada. >> Obrigada, viu? >> Eu sou o caçula da mesa. Normalmente, em todos os lugares que eu vou, eu sou o caçula. Mas como eu sou o caçula da mesa, eu sempre digo que o jovem ele tem as suas qualidades, mas ele tem um grande defeito, Dr. Eber, que é irreverência. A gente quebra protocolos. Então eu queria muito convidar para falar aqui conosco a professora Maria Augusta e depois eu queria ouvir a Doroteia também. Boa noite. >> A emoção toma conta da gente. Eu tenho muita dificuldade de me expressar porque o chefe, como eu tratava o Dr. Sanderlan, ele era um parceiro, um companheiro. E todas as palavras que aqui foram ditas, eu só posso ratificar. uma pessoa de uma simplicidade tão natural, tão espontânea, mas ao mesmo tempo com uma alma extremamente sofisticada e um jeitinho de ser que não tinha como a gente não eh querer bem. [música] Era uma pessoa que carregou qualidades na vida que não dizer invejáveis, mas admiráveis. Simplicidade sofisticação de sentimentos. era uma pessoa cheia de coisas boas e estar ao lado dele sempre foi motivo de sorriso. Eu não consigo lembrar do chefe sem sorrir. chefe, porque no escritório a gente tinha toda uma reverência com ele, porque ele chegava e ele trazia alegria, ele trazia conhecimento e ele trazia uma grande sabedoria, uma pessoa

chefe sem sorrir. chefe, porque no escritório a gente tinha toda uma reverência com ele, porque ele chegava e ele trazia alegria, ele trazia conhecimento e ele trazia uma grande sabedoria, uma pessoa que sabia se relacionar em qualquer lugar e com grande e um espírito generoso. Realmente, eu tenho muito O Dr. Éber falou, meu colega de Fazã, um prazer, Dr. falou de gratidão. Eu sou grata. Sou grata não só pelo convívio com o Dr. Centelan, mas pelo convívio com meu amigo Rodrigo, com a minha querida, minha querida matriarca da família, o convívio com Márcia que me emociona muito. Todas vezes que eu converso com Marcinha, foi uma época muito boa vivida. Dona Márcia Rodrigo, que foi meu filho, que que foi meu que eu vi nascer, que foi meu aluno, essa família toda tem meu amor. E mais ainda agora eh eu senti ali sentada o como foi bom, o como eu sou grata por ter participado dessa família, por participar ainda com grande amor, mas principalmente por ter convivido com o chefe. Passamos bons momentos. Muit das vezes eu e Marcinha brincávamos que ela era para ser filha do meu pai pela seriedade e eu filha dele, porque a gente se dava muito bem na hora de pras festas, né, Márcia, de sorrir, de brincar. E eu participei disso e sou grata a Deus por esse momento. E Rodrigo, você não me pega de surpresa assim, mas ainda mais emocionada. Obrigada pessoal e na certeza do reencontro, como disse o nosso colega do Doroté, a senhora dá uma palavrinha pra gente. Senhora que tanto conviveu com ele? Boa noite. Bom, eh, é uma emoção muito grande falar sobre o Dr. Underlan, porque ele teve uma importância muito grande tanto na vida do meu marido, foi um grande amigo que o Renato teve, da minha filha Moa, que hoje tá aqui, e ele sempre esteve presente em todos os momentos, nas alegrias, os momentos bons, nos momentos tristes. A gente sempre contava com o Dr. Zanderlan. E quando o Renato faleceu, a primeira pessoa que eu liguei foi para ele e ele foi com o Juliano, que é filhado do Renato, filho do do Zanderlan. Eles

istes. A gente sempre contava com o Dr. Zanderlan. E quando o Renato faleceu, a primeira pessoa que eu liguei foi para ele e ele foi com o Juliano, que é filhado do Renato, filho do do Zanderlan. Eles foram no hospital ainda, antes do Renato ser retirado do hospital, ele chegou lá com Juliano e e assim sempre foi nosso apoio muito grande e também tive a oportunidade de conviver com o Dr. Sanderlan na emancipação do Rio Quente, né? Então ele juntamente com o Dr. Francisco, Dr. Enauro de Freitas, eh Roberto Machado, Renato Arantes, Antônio do Zeca e várias os moradores da região que apoiaram essa emancipação. Na época eu era psicóloga da pousada, então eu acompanhei esse processo e fui orientada por ele a escrever a primeira ata de emancipação também com auxílio dele, Dr. Enauro. E então ele faz parte da nossa vida e por muitos anos já e tenho certeza que vai continuar fazendo sempre, porque a gente acredita que ele está vivo, assim como tá lá com o compadre dele, o Renato, e tantos outros amigos que que passaram pela vida dele. É uma emoção muito grande e agradeço muito por est aqui, por est participando desse momento tão lindo e nessa casa que também tive o prazer de conhecer, eu não conhecia e que eu quero voltar mais vezes. Obrigada, gente. >> Obrigada, Dorotéia. Obrigada. Bom, agora sim, nosso, a Maili tá por aí. Maili vai trazer as suas palavras e já fazer a prece de encerramento, por favor. Boa noite a todos. Boa noite. >> Para quem não me conhece, meu nome é Maili, sou filha do Zanderlan e é uma alegria receber a todos vocês, porque eu tenho certeza que meu pai ficaria muito feliz de rever rever a todos, porque ele era uma pessoa que fazia amizade fácil e era amizade que se prolonga por muito tempo. Ele tem amigos, como eu tive a oportunidade de reencontrar no dia do velório dele, quando ele tinha 14 anos. E o amigo chegou e contou histórias e disse: "Eu não poderia deixar de vir dar um abraço em vocês pela amizade que eu tenho pelo Zanderlan e por toda a família". Então eu tenho certeza que ele

4 anos. E o amigo chegou e contou histórias e disse: "Eu não poderia deixar de vir dar um abraço em vocês pela amizade que eu tenho pelo Zanderlan e por toda a família". Então eu tenho certeza que ele estaria muito feliz de rever a todos e a nossa gratidão por aqui estarem, desejando que também possam retornar à nossa casa nas nossas reuniões. e ele aqui sempre estava. E eu me recordo de tantas passagens com ele, mas nos últimos tempos ele acompanhei ele em exames, médicos e aí por fim sugeria a ele que ele fosse um geriatra e ele me disse: "Mas geriatra é médico de idoso, eu não não quero ir não". E aí chegando lá, o médico fez alguns exames de memória para ver como tava a memória dele. Ele tinha memória muito boa e contava muitos casos, lembrava de tudo. E aí ele parece que até se aborreceu porque o médico perguntava como que se ele cuidava da conta dele, se ele dirigia, que dia é hoje. E aí, enfim, mas sempre ele sempre com bom humor e nos deixa sempre muitas boas lembranças. Sempre que eu me lembro dele é sempre com um sorriso no rosto, uma alegria e para ele nós vamos fazer as nossas irradiações de amor. Vamos então elevar os nossos pensamentos a Deus, nosso pai Jesus, nosso mestre, aos benfeitores espirituais que nos assistem. pela gratidão de aqui estarmos reunidos em nome de Jesus e rendendo homenagens ao nosso irmão Zanderlan, [música] que ele possa no plano maior ser recolhido pelos benfeitores espirituais e assim temos certeza que foi o que ocorreu e que ele possa seguir a sua trajetória com muita paz, muita harmonia, envolvido em boas energias e reencontrando amigos, familiares, que o antecederam, que possa igualmente também levar o nosso amor, o nosso carinho e a nossa gratidão por tudo que convivemos com ele. que em nossas orações possamos continuar a fazer as nossas vibrações para que o seu espírito prossiga ruma à luz, dando a ele novas oportunidades de trabalho e crescimento no bem, pedindo proteção para todos que aqui se encontram, encarnados, desencarnados,

s vibrações para que o seu espírito prossiga ruma à luz, dando a ele novas oportunidades de trabalho e crescimento no bem, pedindo proteção para todos que aqui se encontram, encarnados, desencarnados, aos familiares, aos companheiros e frequentadores que aqui não puderam estar, para todas as atividades do grupo Espírita Messag da luz com as suas unidades, mansão da esperança, alvorada nova, luzes do evangelho, pedindo também para a Federação Espírita do Estado de Goiás, para todo o Movimento Espírita, para o Congresso Espírita do ano de 2026 e todos os preparativos para este evento. que possamos espíritas estarmos todos unidos no propósito da divulgação do evangelho de Jesus através das nossas ações, dos nossos pensamentos [música] voltados ao bem, na boa convivência no lar, o respeito e que possamos [música] seguir a nossa trajetória com as bênçãos de Jesus. Muita paz a todos e muito obrigada. Que assim seja. Pai nosso que estais nos céus, >> santificado seja o vosso nome, >> venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. [música] Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém. >> Que Jesus nos abençoe a todos, nos envolve muita paz. Nós agradecemos os que nos honram com a presença pelas redes sociais. Vamos passar algumas informações ligeiras. Na sequência, Júnior, por favor, o hino da pomada, a pomada Vovô Pedro. Ela é produzida em todo o Brasil e também no exterior. E o grupo Espírito e Mensageiros da Luz é posto de pomada. 35 anos nós produzimos a pomada. Todos os anos 50.000 potinhos. Então nós vamos cantar a música e depois vamos distribuir as pomadinhas também. Mas os os nossos recados, no próximo sábado vai haver na Federação Espírita um seminário sobre o atendimento espiritual. coordenador nacional da área, vai estar na federação começando às 8 horas da manhã. As inscrições poderão ser feitas pelo

o vai haver na Federação Espírita um seminário sobre o atendimento espiritual. coordenador nacional da área, vai estar na federação começando às 8 horas da manhã. As inscrições poderão ser feitas pelo site da própria federativa. O no dia 29 de novembro, no ginásio Emanuel, nós vamos levar a peça Bezerra, o apóstolo do amor, é o grupo cênico também da Federação Espírita. Tem muitos atores aqui do nosso grupo, então participem, estejam lá também podem adquirir a o ingresso pelo próprio site da Federação Espírita e também na Livraria da Federação. E carnaval do próximo ano, 14 a 16 42º Congresso Espírita. Nós estamos com a Ivana, que é a nossa mestra em congresso e o tema será Jesus e Kardec para os tempos atuais, com a presença do presidente da Federação Espírita Brasileira, do Geraldo Campete, que é diretor da federação, e o Jacob Sudrovão, que é também coordenador nacional da Federação Espírita Brasileira e que é goiano. São 12 palestrantes com nós já estamos com 1500 e inscrições feitas, portanto nós estamos com 300 e poucos ingressos ou inscrições ainda por fazer para o centro de convenções. Semana do carnaval nós nos veremos lá no centro de convenções. Agora sim, a música da pomada e quem souber cantar, vamos cantar junto. Eu eu vou só pontuar antes o nós estamos encerrando hoje com o hino a pomada porque meu avô tinha uma devoção pela pomada do vovô Pedro. quando ele tava enfermo ou quando ele tava gripado, ele sempre colocava a camisa da pomada e ele foi para o túmulo com a camisa da pomada e com o potinho da pomada na mão. Mas eu queria fazer um pedido especial a todos vocês, que no momento em que o Júnior tiver cantando o hino da pomada, que a gente mentalize ele e possa pedir à equipe espiritual que coordena a pomada, que o envolva com a pomada e num clima de muita luz, para que ele possa entender e viver com serenidade e paz essa nova fase da vida. Porque como o Chico Xavier sempre diz, não é um adeus, apenas um até logo. Você quer cantar comigo? Mãos dadas

ita luz, para que ele possa entender e viver com serenidade e paz essa nova fase da vida. Porque como o Chico Xavier sempre diz, não é um adeus, apenas um até logo. Você quer cantar comigo? Mãos dadas em prece, amor, [música] gratidão. Banquete [música] celeste, almas [música] em oração. >> Toquem os de luz, >> saindo do coração. [música] São Francisco reunindo e o vovô Pedro [música] colocando no caldeirão >> e a pomada surgindo. >> com bênçãos em profusão. >> Quanta luz, quanta cor. >> Cada potinho é um pedacinho [música] do nosso amor. >> Quanta luz, quanta cor. >> Cada potinho é o pedacinho do nosso amor. Ascas do che deipse. [música] As duas >> sacramento. Rompe o véu. >> Consolador prometido. [música] Pode do Brasil central. >> O cristianismo rede vivo, >> és tudo o que nos cabeceu. [música] Ó [música] irmão, amigo, >> ter o Cristo pode [música] ideal. Euripedis, [música] mestre querido. Obrigado. >> Vieste [música] do céu, de muito além das estrelas. [música] Anjo [música] em forma de homem.

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