A Verdade que Liberta - Heber Carlos

Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML 10/03/2026 (há 1 mês) 41:24 198 visualizações

A Verdade que Liberta - Heber Carlos

Transcrição

Barba tão branquinha qual papai Noel ilumina seus irmãos na terra. Um sofreu, [música] um sorrir. Um chorar. [música] Olhos [música] cristalinos azuis da cor. tão branquinha [música] com o Papai Noel ilumina. São os irmãos [música] da terra. No [música] sofrer, no [música] sorrir, no chorar, bezerra te menes. >> Apóstolo [música] do bem, receba as nossas [música] preces e o coração também. Bezerra te men. >> Apóstolo [música] da luz, depõe as nossas dores aos pés de Jesus. Sintonizados com Dr. de Menezes, que estamos evocando por meio da música. Vamos, por intermédio dele, glorificar a Deus, louvar o seu nome e agradecer pelas bênçãos que temos recebido, pela bendita oportunidade da vida, da reencarnação, do conhecimento da doutrina espírita, a bênção do grupo espírita mensageiros da Luz, neste mês que estamos completando 51 anos nas nossas vidas, por este instante de oração, por todos que nos encontramos reunidos. Agradeçamos pela pátria, família, amigos, companheiros da Ideal, trabalho que nos dignifica a vida, saúde às vezes relativa, [música] o dia de hoje. E ao lado do louvor e do agradecimento, com muita humildade, continuemos [música] buscando a presença morável de Dr. de Menezes para suplicar [música] a ele que por acréscimo de misericórdia interceda por nós junto ao nosso mestre [música] Jesus para que ele nos fortaleça na sabedoria, na humildade e na [música] fé, concedendo-nos saúde e paz, nos fazendo espíritas, divulgadores da doutrina pela [música] nossa ação, pelo amor que tivermos nos nossos corações. Bençãos pedimos para os aflitos da terra, pelas condições climáticas, por toda a violência, [música] para os enfermos, os que não conseguiram atendimento médico, medicamento, [música] outros que, embora socorridos, passam por grandes agonias, aflições e dores para os trabalhadores da área da saúde. [música] Nós vamos irradiar para o Brasil, para o povo brasileiro, que somos todos nós, pedindo a Ismael que nos conceda a esperança, a dignidade da vida através do trabalho, da

ores da área da saúde. [música] Nós vamos irradiar para o Brasil, para o povo brasileiro, que somos todos nós, pedindo a Ismael que nos conceda a esperança, a dignidade da vida através do trabalho, da alimentação, da habitação, da segurança, da educação dignas. Que as nossas autoridades se fortaleçam na sabedoria, na humildade, na compaixão para com a população, o respeito às leis, a responsabilidade administrativa, a importância de darem bons exemplos. Mas vamos pedir também para o movimento espírita que as nossas lideranças se fortaleçam na sabedoria, na humildade, no sentimento de união e unificação do movimento, abençoando cada dirigente, trabalhador, frequentador de casa espírita [música] nesse nosso imenso Brasil, para as nossas federativas, a Federação Espírita Brasileira, o Conselho Espírita Internacional, a Federação Espírita [música] do Estado de Goiás, a sua diretoria executiva, o nosso grupo Espírita Message [música] da luz com todas as nossas unidades e frentes de trabalho. Nós vamos pedir [música] também para os nossos lares, lares enlutados, com pessoas enfermas, hospitalizadas, cirurgiadas, [música] aguardando para se submeterem às cirurgias para aquelas vitimadas pela depressão, pânico, obsessão, fascinação, drogadição, [música] alcoolismo, vícios morais, encarcerados, desempregados, endividados, qualquer que seja a aflição da nossa casa, nós [música] estamos pedindo misericórdia. Mensos pedimos para as nossas crianças e jovens. conceda a todos eles amor à vida, preservando as suas vidas [música] através do trabalho, da educação, da religião, livrando os desequilíbrios, dos vícios, fazendo desses jovens servidores da sociedade, [música] espíritos aflitos, entristecidos e enfermos que estiverem nas nossas casas, [música] levando o desassossego, o sentimento de solidão, a enfermidade, os que aqui vieram, em qualquer lugar que [música] estiverem, que todos possam ser amparados, esclarecidos e encaminhados às colônias espirituais. Aquela pessoa que você está se lembrando

enfermidade, os que aqui vieram, em qualquer lugar que [música] estiverem, que todos possam ser amparados, esclarecidos e encaminhados às colônias espirituais. Aquela pessoa que você está se lembrando dela, que Deus a abençoe, mas que nos abençoe também nos concedendo sabedoria e paz. Você que nos honra com a presença, [música] estamos pelas redes sociais, estamos transmitindo da sede do Grupo Espírita Messagos da Luz. [música] Que Deus te abençoe e te envolva muita paz. E assim nós estamos passando as nossas colocações ao nosso companheiro Éber, que vem trazer a sua, o seu conhecimento à luz da doutrina espírita. Muito bem-vindo. >> Vou ligar. Pera aí. do livro do livro Fonte Viva, lição 38. Se soubéssemos, Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem. Jesus, Lucas 23:34. Se o homicida de antemão conhecesse o tributo de dor que a vida lhe cobrará no reajuste do seu destino, preferiria não ter braços para desferir qualquer golpe. Se o caluniador pudesse eliminar a crosta de sombra que lhe enlouquece a visão, observando o sofrimento que o espera no acerto de contas com a verdade, paralisaria as cordas vocais ou imobilizaria a pena, a fim de não se confiar à acusação descabida. Se o desertor do bem conseguisse enxergar as perigosas ciladas com que as trevas lhe furtarão o contentamento de viver, deteria feliz sob as algemas santificantes das mais pesad dos mais pesados deveres. Se o ingrato percebesse o fé de amargura que lhe invadirá mais tarde o coração, não perpetraria o delito da indiferença. Se o egoísta contemplasse a solidão infernal que o aguarda, nunca se apartaria da prática infatigável da fraternidade, da cooperação. Se o glutão enxergasse os desequilíbrios para os quais encaminha o próprio corpo, apressando a marcha para a morte, renderia culto invariável à frugalidade e harmonia. Se soubéssemos quão terrível é o resultado de nosso desrespeito às leis divinas, jamais nos afastaríamos do caminho reto. Perdoa, pois, a quem te fere e calunia. Em verdade, quanto se

dade e harmonia. Se soubéssemos quão terrível é o resultado de nosso desrespeito às leis divinas, jamais nos afastaríamos do caminho reto. Perdoa, pois, a quem te fere e calunia. Em verdade, quanto se rendem à sugestões perturbadoras do mal, não sabem o que fazem. Prezados irmãos, compensa ideal espírita, que a paz do Senhor Jesus continue nos envolvendo a todos nesta noite em que nos é dado mais uma vez estarmos aqui reunidos nesta casa de oração, nesse ponto de luz na terra, nesse pronto socorro espiritual, para refletirmos um pouco sobre os conhecimentos que nos foram trazidos por Jesus e complementados eh pelo Espiritismo. Na noite de hoje, nós nos propusemos a explorar um tema, eh, o título, né, e a verdade que liberta. E creio eu que todos nós temos grandes dúvidas, grandes indagações a respeito desse assunto e é um assunto assim extremamente profundo, extremamente necessário para nós todos e que mereceu uma especial atenção de Jesus e também do próprio espiritismo. Primeiramente falemos do Espiritismo, que tem como pilar fundamental a racionalidade, a razão, a compreensão da vida. a partir de premissas, eh, digamos assim, objetivas de entendermos que tudo tem um um sentido, tudo se encadeia de uma forma necessária, eh, útil para o nosso progresso. Então, nós somos espíritos criados, simples e ignorantes a caminho da luz, num processo contínuo de evolução. Então, o espiritismo ele se alicea em cima da evolução. Não existe espiritismo sem a crença na evolução continuada, na criação continuada de Deus no universo e na nossa evolução também continuada. Nós nunca paramos de evoluir. E nos é dado conhecer através do espiritismo também que nesse processo a gente não regrede, o que seria uma trava de segurança, eu diria assim, para nós. Porque se nós regredíssemos com as ações impensadas, nós poderíamos comprometer as conquistas já adquiridas. E segundo, nos foram nos foi ensinado pelos espíritos através eh sobretudo de Kardec na codificação. É um é um primado, é um princípio, é um postulado

deríamos comprometer as conquistas já adquiridas. E segundo, nos foram nos foi ensinado pelos espíritos através eh sobretudo de Kardec na codificação. É um é um primado, é um princípio, é um postulado espírita da do espírito não retrogradar, não retroagir, não andar para trás. Ele estaciona quando muito, mas não regride. Então a nossa visão é de uma evolução ascensional eterna. Sempre, sempre caminhando, sempre marchando, sempre evoluindo. Evidentemente que no nosso estágio evolutivo, sempre caindo, tendo derrotas. tendo fracassos, tendo fragilidades, mas num propósito único e exclusivo de crescimento. Então, eh, a verdade espírita é essa, a verdade da ascensão e do crescimento espiritual sempre. Todos nós conhecemos aquela frase eh de Jesus que nos marca muito e que certamente é é um tripé, é é um é é uma estrutura para essa nossa reflexão na noite de hoje, que é o do conhecereis a verdade e a verdade vos fará livres. a verdade os libertará. Então, nós temos que compreender Jesus a partir dessa premissa. Jesus era um libertador de consciências. Jesus não veio à terra senão para ensinar as pessoas a se libertarem, a autolibertação. A gente busca tanto autoajuda hoje, são tantos os eh gurus, os coach, que hoje estão tentando ensinar as pessoas a viver melhor. 10 lições para isso, 10 passos para aquilo, como se fosse assim uma coisa muito matemática, né? E na verdade cada um tem a sua forma de compreender, tem o seu tempo. Não existe um padrão absoluto para que todo mundo possa compreender, para que todo mundo possa crescer, para que todo mundo possa evoluir. Mas é uma é uma premissa. Jesus falou: "Conhecereis a verdade, a verdade vos libertará". Então ali Jesus mostrou as suas credenciais. Eu costumo dizer sempre que Jesus ele veio para a fazer as pessoas aprenderem a se libertar. Ele dava muitas dicas de a respeito disso, quando ele dizia: "Vós sois Deus, né? Podeis fazer o que eu faço. Eh, a sua, a sua fé te curou. Quando alguém era curado, a sua fé te curou". Então, ele nunca trazia para ele

icas de a respeito disso, quando ele dizia: "Vós sois Deus, né? Podeis fazer o que eu faço. Eh, a sua, a sua fé te curou. Quando alguém era curado, a sua fé te curou". Então, ele nunca trazia para ele a glória dele ter realizado alguma coisa. Pelo contrário, né? ele jogava pra pessoa, eh, ele jogava para para cada um que o buscava, a responsabilidade pela sua mudança, pela sua transformação, quando muito, ele pedia para aquela pessoa dar testemunho daquilo que tinha acontecido, que fosse até outras pessoas e mostrasse, testemunhasse, dizendo da transformação para que talvez aquela pessoa também entendesse que se foi possível para um se curar, se transformar, é possível, portanto, para todos, cada um ao seu tempo. Então Jesus veio para nos nos libertar de nós mesmos, digamos assim. E ele falou de certa forma sobre isso também quando disse: "Eu sou o caminho, a verdade, a vida também." Aí não há nenhum personalismo de Jesus, né? Imaginar Jesus um ser vaidoso, eh um ser eh cheio das fraquezas e fragilidades que o ser humano tem em abundância, seria negar a sua própria essência. Então Jesus não possuí essas fraquezas nossas. Nós é que poderíamos às vezes falar isso eh com ar de soberba, né, de superioridade. Eh, sem mim nada funciona, sem a minha presença nada dá certo. Então, imaginar que Jesus falou com esse propósito seria um contrassenso. Então, o que que Jesus quis dizer com isso? Ele quis dizer que ele representava o bem, ele representava as virtudes, ele representava o que havia de melhor. E se todos aqueles que se espelhassem nele, que fizessem algo parecido, não igual, né, mas parecido com o que ele ensinava, com que ele sobretudo vivia, porque Jesus não era uma incoerência ambulante. Nós somos, nós falamos, falamos coisas e fazemos outras. É a nossa condição humana. Eh, não vamos nos desesperar por isso, mas é um fato, temos que reconhecer. Nós somos extremamente incoerentes. Eh, pensamentos e e atitudes, palavras e ações. Ainda a incoerência é uma marca da nossa do nosso nível evolutivo. Jesus

isso, mas é um fato, temos que reconhecer. Nós somos extremamente incoerentes. Eh, pensamentos e e atitudes, palavras e ações. Ainda a incoerência é uma marca da nossa do nosso nível evolutivo. Jesus não, Jesus era coerência plena. tudo o que ele pensava e falava, ele praticava, ele vivia extremamente, porque ele já tá nesse nível de compreensão. E ele então é aquele exemplo para que nós encontremos as nossas verdades. Porque quando nós falamos a verdade que liberta, já é um grande desafio entender o que seja a verdade. Nós temos aí muitas e eh ideias a respeito da verdade, muitos muitos pensamentos, muitos filósofos tentaram definir a verdade e cada um contribuiu à sua forma, à sua maneira. Mas nós não podemos imaginar nunca que a verdade está pronta e acabada. Isso não existe. O espiritismo, que para nós é uma é uma doutrina assim de perfeição, vejam bem, não é perfeita, é de perfeição, porque se fosse perfeita tava pronto e acabado, não precisava fazer mais nada. Isso isso nega a um um próprio primado do espiritismo, que é de evolução constante. Tanto que Kardec falou, né? Se a ciência um dia provar que o espiritismo tá errado num ponto, deve o espiritismo mudar nesse ponto. Por quê? Porque é evolução. Então, verdade pronta e acabada. Ah, mas Jesus falou, mas é uma outra dimensão, é uma outra situação. É porque ali ele incorporou nele próprio todas as virtudes possíveis, imagináveis e alcançáveis pelo ser humano. Virtudes que nós sequer conhecemos ainda pelo nosso nível evolutivo. Então ele quis dizer isso, a representação de todas as virtudes conhecidas e não conhecidas. Porque é claro, se o processo da evolução é infinito, há virtudes que nós conhecemos e não praticamos, mas há aquelas que nós sequer suspeitamos que existam. Há valores que nós não sabemos que existem. Da mesma forma que há 100, 200 anos atrás, valores que hoje são fundamentais para que a sociedade viva em harmonia eram desconhecidos ou eram relegados ao segundo plano. Exemplo bem objetivo, o dia da mulher comemorado

há 100, 200 anos atrás, valores que hoje são fundamentais para que a sociedade viva em harmonia eram desconhecidos ou eram relegados ao segundo plano. Exemplo bem objetivo, o dia da mulher comemorado ontem. Aliás, parabéns às mulheres por essa condição nessa existência da feminilidade, que tem um papel de grande importância na maternidade, no trabalho, do lar fora dele, que a mulher tem jornada dupla, tripla, quadripla, a gente sabe disso. Mas há 100, 200 anos atrás esse valor não era reconhecido. poderia ser reconhecido por uma pessoa individualmente, por uma mente mais privilegiada, alguém mais avançado pela tempo, mas a consciência coletiva média e tava longe de ter como um valor fundamental da sociedade o respeito à mulher, a dignidade da mulher, né? Isso aí era algo não não era importante. Vejam que nós evoluímos e muita coisa que se faz hoje será objeto e de observação negativa no futuro, porque diremos daqui 200 anos, mas em 2026 se pensava isso e a gente acha que hoje é uma coisa avançada, né? algum pensamento, seja ele qual for, e poderá ser considerado como algo atrasado, porque houve o processo da evolução. Uma nova verdade chegou e transformou a nossa maneira de pensar. Então, esse é o papel de Jesus, um revolucionário do pensamento humano. E ele fez isso em vários momentos, em várias oportunidades. Também podemos citar aqui quando ele impediu que a mulher fosse apedrejada. Falamos da mulher no dia internacional, consagrado era na na data de ontem, uma mulher que seria apedrejada por ter sido por ter praticado o adultério. Então, naquele momento, Jesus aproveitou para falar de uma verdade. Qual que é a verdade? A verdade do respeito à individualidade de cada um, inclusive da mulher naquele momento. Falou sobre a verdade que nós não podemos nos arvorar em julgadores de ninguém. Essa foi a verdade que ele ensinou naquele momento. Porque nós não somos perfeitos. Nós não temos autoridade moral para julgar. Aliás, ele que tinha não julgou. Então ele ensinou: "Olha, você não tem

Essa foi a verdade que ele ensinou naquele momento. Porque nós não somos perfeitos. Nós não temos autoridade moral para julgar. Aliás, ele que tinha não julgou. Então ele ensinou: "Olha, você não tem autoridade moral para apedrejar essa mulher." E ele poderia dizer: "Eu tenho, mas nem eu vou fazer isso." Ou seja, então ninguém deve apedrejar ninguém. Ele ensinou naquele momento que ninguém merece ser apedrejado. As pessoas merecem e devem ser respeitadas e amparadas naquilo que sabem. Eu fiz questão de ler essa lição aqui do livro Fonte Viva que fala sobre isso. Começa falando se o homicida, se o criminoso, soubesse o peso que vai representar para ele depois aquele ato de tirar a vida de um semelhante, ele preferia ter morrido antes, preferia não ter mãos para puxar o gatilho, ele preferia não ter vivido aquele momento. E nós sabemos, a pessoa se arrepende, não é depois que desencarna, não. Nessa mesma existência, a vida fica destruída pelo ego machucado, pela paixão não correspondida. E a vida é destruída. Você já perde o valor mais importante da vida que depois da própria vida. O bem mais importante da vida humana é a vida. E depois da vida é a liberdade. Porque uma vida sem liberdade também é uma vida muito sofrida. Você priva-se da liberdade naquele momento. O conhecimento de pensar, de refletir sobre as consequências desse ato falharam. Esse conhecimento falhou. Ele não esteve presente e a consequência foi, portanto, desastrosa. Então, todo conhecimento que chega até nós nos liberta de alguma forma. Não é apenas o conhecimento que imaginamos nós religioso, até porque Jesus não falou de religião, ele não tinha religião. Jesus ele ensinava princípios, valores eternos, imortais. as religiões têm seus dogmas que são transitórios também, são proporcionais à evolução da humanidade naquele momento histórico. Valores que foram importantes e hoje são ridículos, dignos, eh, indignos de consideração, coisas terríveis. Eh, porque aquilo tem a ver com a concepção humana, com a

anidade naquele momento histórico. Valores que foram importantes e hoje são ridículos, dignos, eh, indignos de consideração, coisas terríveis. Eh, porque aquilo tem a ver com a concepção humana, com a visão que se tinha daquele valor naquele determinado momento. Então, a verdade seria aquilo que eu descubro gradativamente com o meu viver, com o meu fazer. E a doutrina espírita colabora muito com isso, porque a verdade que a gente aprende através da reencarnação é a verdade verdadeira da experiência vivida. A gente aprende profundamente reencarnando. Cada vida vivida, cada experiência que temos na Terra representa muito para a nossa verdade interior. Aquilo que o outro experimenta me serve como de alguma forma de um parâmetro, mas verdadeiramente eu só sei aquilo que vivo. Isso é tão natural, né? O jovem que ouve alguém falar sobre o casamento, que é difícil e é mesmo, mas ele pensa, mas foi com ele, comigo vai ser diferente. Não, vai ser igual, mas ele não sabe disso. Vai ser diferente igual ou igual diferente. Mas os mesmos problemas comuns vão existir, crise de convivência financeira, né, de afeto mesmo, de tolerância, de diferença de pensamento. Ah, comigo é diferente, não é? Mas como é que sabe? Vivendo, casando, casa, viva. Ter filhos, tenha filhos. fazer uma viagem, faça viagem. Mudar para aquela cidade, mude para ela. Viva a sua vida e vá aprendendo com a sua própria experiência. Então, a experiência da libertação é individual. Não adianta chegar com a verdade pronta e trazer. Jesus não trouxe verdade pronta. Vejam que Jesus, ele não tinha pretensão de ensinar o tempo todo. Quando ele ensinava, perguntavam para ele e quando perguntava alguma coisa para ele, ele devolvia com outra pergunta. Normalmente ele respondia perguntando, porque assim nós encontramos as nossas verdades. Porque se eu não me indago, se eu não pergunto para mim, se eu não olho para dentro de mim, se eu não tenho uma visão real a respeito da minha própria condição humana, como eu posso falar em verdade

. Porque se eu não me indago, se eu não pergunto para mim, se eu não olho para dentro de mim, se eu não tenho uma visão real a respeito da minha própria condição humana, como eu posso falar em verdade se eu não me conheço? Conhece mesmo, olha para dentro de si. Quando fordes orar, a gente vai para o vosso quarto em silêncio, fala: "É o pai". É o olhar, é a interiorização. Tem um livro do Néio Lúcio, chama Jesus no Lar, foge um pouco do do padrão ali de sempre em mano, emano, emano, né? Eh, a Márcia deve conhecer esse livro. Então, é uma, não sei se aquilo é um fato real ou se aquilo é uma criação, é uma metáfora. Enfim, Jesus na casa de Simão fazendo os primeiros cultos. E ali sempre tinha um tema, um assunto que alguém perguntava e discorria sobre aquele tema. E uma dessas oportunidades tem uma história que conta sobre a verdade. E aí ele conta assim a proposta da verdade. Ele responde: "Um homem vivia numa caverna e essa caverna escura ele não enxergava um palmo diante do nariz. E ele estava ali há muito tempo e ele se sentia capaz de sair daquela caverna, mas ao mesmo tempo ele não sabia como sair dali. Mas ele imaginava que lá fora podia ter um lugar melhor para ele viver, que não fosse aquela caverna tão escura, tão úmida. Ele se sentia forte, capaz, preparado, mas ele ficava ali. Por alguma razão ele não saía daquela caverna. Ele então ele ora e pede a Deus que de alguma forma o oriente, que o o abençoe para que ele pudesse sair daquele lugar. E depois de um certo tempo que de de súplicas, ele é atendido e Deus manda a fé visitá-lo. E a fé o incentiva e a fé o encoraja, ele se sente mais fortalecido e tem um up, um gás assim, mas que não dura muito tempo. Logo ele volta para a situação que vivia de prostração e de insatisfação com a vida que levava. Depois Deus manda a esperança visitá-lo. E a esperança também deixa ele cheio de novas novos pensamentos, na crença de que poderiam haver dias melhores, na esperança de sair dali, mas também com o tempo ele volta paraa sua vidinha e a esperança eh

perança também deixa ele cheio de novas novos pensamentos, na crença de que poderiam haver dias melhores, na esperança de sair dali, mas também com o tempo ele volta paraa sua vidinha e a esperança eh vai embora também. E por fim, eh, vem a caridade que visita aquele homem e também, da mesma forma, uma virtude extremamente importante, tão difundida pela pelo Cristo e pelo Espiritismo, mas também eh não transformou o suficiente aquele homem. Ele continuou ali e até então que depois de todas as orações que ele fazia, vinha uma uma ajuda, fazia outra, vinha outra. A última delas foi a verdade que visitou ele. E a verdade que chegou até ele veio na forma de uma luz muito intensa. E na metáfora, na alegoria dessa história, dessa parábola, como ele vivia num lugar muito escuro, ele não ele não percebia nada que estava à sua volta e muito menos a sua própria condição, o seu próprio corpo. No momento em que a verdade entrou naquele lugar e iluminou tudo, quando ele se deparou consigo mesmo, ele viu que ele tinha um corpo extremamente enfermo, um corpo cheio de feridas. um corpo cheio de pústulas, um corpo cheio de chagas. E ele se desesperou de ver quem ele de fato era. Ele tinha uma imagem de quem ele era. É uma metáfora. Isso é uma alegoria. Mas quando a luz da verdade que ele pediu que viesse até ele alguma forma de ajudar e que Deus mandou a verdade e que ele pôde enxergar a verdade a respeito de si mesmo, ele se desesperou, saiu correndo em desabalada carreira. Naquele instante, ele viu inclusive a porta que permitia que ele saísse daquela caverna. Até então ele não via nem a si e nem a saída daquela situação que ele vivia. E ele sai correndo por aquela porta da caverna e imediatamente procurou uma outra caverna para se abrigar, porque ele não conseguiu conviver com a imagem que ele teve de si mesmo. E ele encontrou logo uma outra caverna e ali ele se escondeu. A história encerra-se por aí. ficam para cada uma das nossas consciências uma reflexão. O que de fato simboliza essa

ele teve de si mesmo. E ele encontrou logo uma outra caverna e ali ele se escondeu. A história encerra-se por aí. ficam para cada uma das nossas consciências uma reflexão. O que de fato simboliza essa parábola, essa alegoria, né? O que que de verdade nós queremos? Será que nós queremos a verdade que nos liberta? Será que nós queremos nos ver realmente livres? Ou nós nos escravizamos com as nossas práticas repetidas, fazendo sempre as mesmas coisas na expectativa de obter um resultado diferente? Isso não existe, né? Se eu pratico as mesmas coisas sempre, se a minha vida sempre é igual, as minhas ações não mudam, eu não posso chegar a um resultado diferente. Eu não posso ter um resultado diferente fazendo as mesmas coisas. Então, a proposta de Jesus é de nós estarmos abertos a sermos de fato transformados. É a música que cantamos aqui também é uma alegoria do vaso novo. Eu quero ser um vaso novo, quebra e faz de novo, né? Na verdade, não precisa Deus nos quebrar, que não é Deus que faz as coisas. Somos nós que fazemos sobre o amparo e a proteção dele, mas a ação é de cada um. Porque se tudo dependesse de Deus, tudo dava certo. E e parece que tudo dá errado na terra, porque o homem faz de forma errada. Nós não estamos na condição ainda de fazermos com que tudo dê certo, mas não é culpa de Deus, não é culpa do outro, não é culpa do vizinho, não é culpa de ninguém. Aliás, nem é culpa, é consequência dos atos pessoais. São as escolhas que eu faço na minha vida. é que me conduzem assim. Então, nós temos que estar prontos para mudar. Se a verdade chega e ilumina e se nós não queremos de fato mudar, faremos como o homem que ao deparar-se consigo mesmo, com as suas fraquezas, com as suas fragilidades, com os seus erros, preferiu se esconder novamente na na escuridão de outra caverna. Em que caverna nós moramos? Qual caverna que estamos? De fato, a luz que ilumina essa caverna vai fazer bem para nós? Nós queremos isso. Então, é algo realmente impactante. Eu considero essa parábola extremamente impactante,

os? Qual caverna que estamos? De fato, a luz que ilumina essa caverna vai fazer bem para nós? Nós queremos isso. Então, é algo realmente impactante. Eu considero essa parábola extremamente impactante, extremamente elucidativa a respeito disso. Certa feita, Jesus falou assim: "Eh, não afasteis as crianças", quando Jesus estava ali pregando e algumas crianças se aproximaram e os apóstolos eh quiseram fazer com que elas se afastassem. E eles não entendiam nada, na verdade, né? Os apóstolos sabiam nada. Toda hora eles cometiam um engano normal. Eh, Jesus era luz pura. Eles cometiam erros achando que estavam agradando. Normalmente desesradavam. Depois que Jesus foi embora, eles agradaram um pouco mais. Mas no começo ali, até na última hora, Pedro ainda negou, né? Tomé duvidou até depois e por aí vai. Judas traiu. Então eles tinham muitos, muitos equívocos. Os apóstolos não tinham noção. Eles eles eram seres imperfeitos ajudando um ser perfeito. Aí tem uma lição também, né? Jesus, olha, eu sou perfeito, mas eu posso fazer muita coisa com gente imperfeita. A gente que acha que para fazer alguma coisa precisa só de gente perfeita, Jesus provou o contrário. Ele usava pessoas normais, comuns. E nessa passagem Jesus falou assim: "Deixa que as crianças eh se aproximem, não as impempsais, não as afasteis, por quem não se tornar semelhante a uma criança não entrará no reino dos céus". Aí tem algo, eu acho, muito relevante sobre a verdade também, porque a verdade é algo que a gente aprende todo dia. Então, a verdade tem a ver com aprendizado. Eu não vou aprender a verdade de uma vez só, de um professor só. Basta olhar a nossa vida estudantil. Gente, uma criança não sai da infância e torna doutor num dia, no primeiro dia de aula. Ela vai frequentar vários níveis de educação, fundamental, secundário, curso superior, mestrado, doutorado. Vai aprender lá no começo a lei, vai pro para uma antigas creches, o CIS ou para centro de educação infantil para poder começar a preparar uma a sua graduação

rio, curso superior, mestrado, doutorado. Vai aprender lá no começo a lei, vai pro para uma antigas creches, o CIS ou para centro de educação infantil para poder começar a preparar uma a sua graduação aqui. Então, se a gente não aprende as, entre aspas que o mundo acadêmico pode nos ensinar num num dia de aula, então certamente o espírito também não vai aprender. Então, quando Jesus falou assim, "As crianças devem ser imitadas, eu creio eu, né? Isso é uma percepção minha, ninguém precisa concordar com isso. É uma percepção, pode ser outra coisa. É o que é a minha verdade nesse momento. Vejam que criança normalmente é muito e receptiva a novas informações. Criança tá sempre ávida por, aliás, aí a grande responsabilidade dos adultos em relação à criança. O que que você tá plantando na mente, no coração de uma criança? Aí já dá um assunto de outra palestra, né? Responsabilidade dos pais em relação aos filhos. O que você fala, ela repete quase que imediatamente, repete verbalmente aquilo interioriza, aquilo guarda para sempre. Então a criança, ela está sempre querendo aprender, querendo aprender. Talvez aí seja a nossa postura. Infelizmente quando a gente vai ficando mais velho, a gente vai se fechando. As pessoas que vão ficando mais velhas, mais idosa, tem tomar um cuidado com isso, que a velice traz essa rabugice de um modo geral de não querer. Ah, to a vida inteira eu fiz desse jeito. Aí é o primeiro argumento. Tá bom. Quem quem falou que tá certo? fazer errado a vida inteira não quer dizer que tá certo, não é todo mundo, mas normalmente a gente acho que é biológico, vai faltando hormônio, é coisa bioquímica, do corpo. Você tem que lutar muito com a mente contra a biologia, contra o corpo, porque o corpo tende assim, você vai Não por acaso que a gente desencarna também, né? Desencarna, vai, recicla, volta criancinha, o corpo pronto para aprender. Então não dá também. Por isso que a gente não evolui numa existência só. a gente tem que desencarnar porque a gente vai ficando mais velho e vai

ecicla, volta criancinha, o corpo pronto para aprender. Então não dá também. Por isso que a gente não evolui numa existência só. a gente tem que desencarnar porque a gente vai ficando mais velho e vai começa a ficar refratário, não quer aprender, a presunção vai acumulando, não quer aprender com uma pessoa mais jovem. Isso é terrível. Isso é terrível. Esse é um assunto para uma outra reflexão, mas tem a ver um pouco que eu gostaria de passar nessa noite aqui. Então Jesus já sabendo disso, né, ele falou: "Olha, você tá falando para adultos, né, homens maduros que estavam ali, mas talvez alguns alguns velhos, algumas pessoas mais idosas estavam ali. Tem tem que ser igual a criança, não é idêntico, não é não é fazer a per altice da criança, nesse sentido. é no sentido de estar pronto para conhecimento, para o aprendizado, porque não tem como libertar alguém que não quer ser libertado. Não tem como livrar alguém de algo se ele não quer. A pessoa não tá pronta para aquilo. Não adianta. Quando a verdade chegou para aquele homem da caverna, que ele olhou para si, ele achou até que ele era mais ou menos bom, que nem devia estar ali. Quando ele viu, eu falei: "Vixe, não quero nem me ver, vou esconder". Ó, foi embora. Foi esconder na escuridão de outra caverna. Não é por acaso que ele estava vivendo naquela caverna? Ele estava vivendo ali porque ele se sentia daquela forma, ele interiorizava aquilo. Então a verdade é algo que se descortina a cada momento, a cada instante da nossa vida. A verdade quando ela chega, ela ocupa um espaço e não tem mais como nós negarmos aquilo que a verdade nos discordina, aquilo que a verdade nos ensina. Não tem mais como, nós não temos como fugir mais da verdade. Jesus foi peremptório. Conhecer a verdade, ela vos libertará. Libertar não é significa dar aquela liberdade, fazer tudo que quer, or que, não é? Pelo contrário, essa liberdade com consciência é a liberdade de fazer as coisas que devem ser feitas. E as coisas que devem ser feitas de verdade são aquelas que quando a gente

ue quer, or que, não é? Pelo contrário, essa liberdade com consciência é a liberdade de fazer as coisas que devem ser feitas. E as coisas que devem ser feitas de verdade são aquelas que quando a gente faz, a gente interioriza, a gente percebe que foi melhor para nós. É a maturidade da responsabilidade. É aquela libertação que nos liberta, nos transforma e nos deixa conscientes da nossa vida. Um exemplo assim bem simples dessa de que a gente precisa de dessa oportunidade é alguém que tem o vício que tá no alcoolismo, que é uma doença progressiva e incurável. É, não, não tem cura, não tem cura. Alcoolismo progressivo e incurado. Tem sobriedade. A pessoa tá numa condição, às vezes outras drogas mais potentes, que ela não tem nem a capacidade de falar assim: "Eu quero mudar". Porque ela está com a sua vontade viciada. também é a minha vontade. Eu tô livre, não, não tá livre, tá escravo. O conhecimento real, verdadeiro, não só que intelectual, mas de sentimento, de compreender que aquilo é um mal, um dia vai libertar. Nessa vida, em outra vida, ninguém vai sofrer eternamente. Quando ele entender, interiorizar essa verdade, ele vai estar em condição de se ver livre. Mas não vai ser livre mais para usar a a droga que o consome, nem o al que o destrói, porque ele sabe aquilo não é liberdade. Hoje ele acha que é liberdade. Assim somos nós quando praticamos coisas que nos faz mal, que nos prejudica moralmente, espiritualmente, socialmente, à medida em que nós conhecemos, aquilo transforma a nossa vida. Agora vou perguntar aqui o que que é a verdade, um conceito objetivo? Não tem, né? Eu não me atrevo a conceituar a verdade. Não dá para conceituar a verdade. Eu poderia dizer que a verdade ela tem um poder de transformar as pessoas. Agora fala assim, aqui a verdade pronta por e acabada não tem como. Carnelut, uma de suas obras fala a verdade, o que cada um crer a verdade é apenas um aspecto dela. E para mim isso aí dá para ficar pensando um ano sobre isso. Que cada um de nós crescer a

o tem como. Carnelut, uma de suas obras fala a verdade, o que cada um crer a verdade é apenas um aspecto dela. E para mim isso aí dá para ficar pensando um ano sobre isso. Que cada um de nós crescer a verdade é apenas um aspecto dela. Isso é tudo. Isso é a verdade. Tudo bem, é um aspecto. E sobretudo porque eu tô enxergando. O outro já vai enxergar de uma outra realidade. Tem um um um às vezes uma imagem, sai muito a internet de vez em quando. dois homens diante de um seis e de um nove, depende do ângulo. Quem tá de cá a ponta faz assim, nove. O outro nove um seis. É qual é nove ou é seis? Vocês entenderam a alegoria de cá tá pintado no chão. Um nove e um seis. Quem tá de lá vem um seis, eu vejo um nove. Qual está certo? Ambos estão corretos sobre a sua perspectiva, sobre o seu ponto de vista, sobre a maneira de entender aquilo ali. Então, a verdade é muito abstrata, mas é num conceito de de crescimento, de melhoria. E sem a pretensão, Márcia Júnior, de falar assim: "Eu alcancei a a plena verdade. Isso aí gera estados teocráticos, violentos, terríveis, sanguinários, destruidores de população". De imaginar isso, que que a verdade chegou. Porque Jesus não, Jesus falou: "Eu sou a verdade, mas coração manso, né? As outras pessoas quando interioriza a verdade falar, normalmente virão tiranos". Então cuidado, né, com essas verdades prontas e acabadas. O único ser que nos trouxe a verdade com mansuetude foi Jesus. Nós estamos aqui rendendo homenagens a ele, agradecendo a ele a oportunidade de estarmos aqui, estarmos podendo refletir sobre o seu evangelho, sobre as suas palavras, sobre a presença dele nas nossas vidas, né, principalmente no interior, nas nossas ações, fazer juz a ele naquilo que ele veio nos ensinar, sermos livres, mas com a responsabilidade do conhecimento que vai nos libertando, nos transformando a cada dia, a cada instante, a cada momento. Então, meus irmãos, a verdade é algo que se busca incessantemente alcançar e certamente nós vamos viver em busca dessa dessa verdade. O Cristo nos

formando a cada dia, a cada instante, a cada momento. Então, meus irmãos, a verdade é algo que se busca incessantemente alcançar e certamente nós vamos viver em busca dessa dessa verdade. O Cristo nos ensinou uma coisa, a verdade liberta, transforma. A verdade é a grande chave que nos liberta das nossas algemas e que não foram criadas por ninguém, senão por nós mesmos. Que o mestre Jesus nos envolva e nos proteja hoje, agora e sempre. Agradecemos ao Éber as colocações trazidas à luz da doutrina espírita. Estamos convidando os nossos companheiros médios a se posicionarem para transmissão do passe passe uma transmissão de energias. Todos vamos receber, vamos descruzando braços e pernas para favorecer a o fluido dessas energias, a fluidez dessas energias. E você que nos assiste pelas redes sociais também estará recebendo nesse instante, coloca a sua água aí para fluidificar. Que Jesus nos abençoe e nos envolva a todos em muita paz. Eita, a melhor é o amor. A melhor [música] oração é o amor. Tu [música] precisas orar, mas [música] não deves lembrar que a melhor oração é o amor. [música] Caridade é [música] também oração, >> gentileza, [música] auxílio e [música] perdão. São [música] as preces sublimes do [música] teu coração. Gentileza, auxílio e perdão. >> Que Jesus nos abençoe e nos envolva a todos em muita paz. aquilo que viemos buscar, que possamos estar recebendo neste instante. Nosso trabalho vai continuar a segunda parte. O Júnior vai continuar tocando, Éber vai também cantar junto conosco. A gente só pede, se todos quiserem continuar, será uma alegria e prazer. A gente só pede a caridade do silêncio. Mas pedimos também os nossos médiuns para se encaminharem à cabine e se aqueles também que tiverem necessidade de sair, fiquem à vontade. Não somente aqueles que estão em tratamento que continuarão, que deverão continuar. E no mais até amanhã às 8:30 na manção, 8:30 da manhã. Para aqueles que nós não nos encontrarmos nos amanhã, vamos encontrar no sábado, no domingo ou

tratamento que continuarão, que deverão continuar. E no mais até amanhã às 8:30 na manção, 8:30 da manhã. Para aqueles que nós não nos encontrarmos nos amanhã, vamos encontrar no sábado, no domingo ou na segunda-feira aqui no Messageiros da Luz. Yeah.

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