Missao do Homem Inteligente na Terra - Heber Carlos de Oliveira

Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML 10/06/2025 (há 11 meses) 32:45 182 visualizações

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Transcrição

Tenturoso. Quando na verdade, assim, na linguagem popular comum que nós usamos, quando você se refere a alguém falando que ele é um pobre de espírito, normalmente você tá querendo dizer que é uma pessoa desorganizada, né? Uma pessoa assim sem muita esp negativos. é algo assim que soa como negativo. Então, nós não podemos eh dar a essa expressão de Jesus a mesma interpretação sob pena de nós imaginarmos que Jesus estimulou eh ou difundiu algo ruim. Então, nós não nunca vamos interpretar nada que tenha vindo de Jesus que se chegue a uma conclusão de negatividade, porque Jesus era todo positividade, progresso, crescimento, não é verdade? Então, para nós é até às vezes difícil eh termos uma interpretação segura do que Jesus tenha dito pelo tempo que se passou. historicamente até não é tanto tempo, é até muito pouco tempo, pouco mais de 2000 anos, mas em termos eh eh de eh veracidade, autenticidade do que ele realmente falou, já é um tempo considerável, principalmente considerando que naquela época, né, nós tínhamos eh nada para registrar aquilo que era dito por alguém, senão a observação de um ou outro que estava atento, que prestava atenção e que depois reproduzia precariamente, que Até a escrita, né, era precária. Você não tinha caneta, não tinha caderno, eram os papiros, eram pergaminhos, eram instrumentos eh de registro muito precários, sem contar com a falência da memória do ser humano, né? É difícil alguém ouvir e depois reproduzir com fidelidade. E a história nos mostra que textos evangélicos foram corrompidos, adulterados, perdidos, trocados deliberadamente. Acho que tá dando um retorno, não tá dando eh não sei. Eh, a história então nos nos mostra isso, que por várias razões, por vários motivos, textos do Evangelho foram suprimidos, adulterados, corrompidos, modificados de uma forma ou de outra por vários interesses que não os interesses mais eh dignos do próprio Cristo, que era de esclarecer e libertar a humanidade através da sua palavra. Então, você quando se depara com uma expressão

outra por vários interesses que não os interesses mais eh dignos do próprio Cristo, que era de esclarecer e libertar a humanidade através da sua palavra. Então, você quando se depara com uma expressão assim, você tem que interpretar no contexto da obra. Primeiro você entende quem é o Cristo, quem foi o Cristo, qual o papel dele que para o espiritismo é um governador de mundo, é um espírito que atingiu um nível de pureza que para a nossa compreensão humana é o máximo, né? Não é o máximo, porque o máximo é inatingível. O máximo é sempre algo a ser conquistado, mas pra nossa limitada condição humana, ele tá num patamar de pureza, digamos assim. Então, o espírito assim não pode proferir palavras que não sejam verdadeiras, autênticas, libertadoras. Ele próprio nos advertiu falando que tudo poderia passar menos as palavras dele, porque ele deixou a modéstia de lado e falou: "Porque as minhas palavras são palavras de vida eterna". Então ele mesmo se autoproclamou um mensageiro de palavras verdadeiras e que não se corromperiam, que não se perderiam, não se desatualizariam. Jesus foi, é e será sempre atual, atemporal. Quer dizer, não é uma palavra de um tempo, de um momento, de um contexto histórico. É uma palavra atemporal, porque é uma palavra de um espírito de pureza, de grandeza, para nós inimaginável. Então, certamente o que se pode compreender de uma forma mais razoável, mais racional, é quando ele fala o pobre de espírito, se fizer um paralelo um pobre material de dinheiro, o que que ele busca? Ele busca alguém ou uma condição, uma situação que possa prover a sua necessidade material. Então, na na compreensão de que ele é pobre materialmente e que ele precisa de alguma coisa para suprir essa pobreza, para comprar alimento, para comprar remédio, enfim, para ter um conforto, ele vai buscar um recurso que possa proporcionar a ele suprimentos, né, que possam debelar esse estado de pobreza ou de precariedade que ele vive. Pode ser um trabalho, pode ser, né, um emprego que ele vai conseguir, um empréstimo,

ossa proporcionar a ele suprimentos, né, que possam debelar esse estado de pobreza ou de precariedade que ele vive. Pode ser um trabalho, pode ser, né, um emprego que ele vai conseguir, um empréstimo, alguém que o ajude, uma doação, ele vai buscar um recurso, reconhecendo que naquele momento ele está privado materialmente de recursos. Então, materialmente naquele momento ele é pobre. E se nós fizermos um paralelo, então o pobre de espírito seria aquele que reconhece a sua limitada condição espiritual, aquele que não se ensoberba. Aquele que não se julga maior do que tudo e que todos e notadamente do que a própria criação, a divindade, que reconhece a sua dependência de um Deus, não um Deus que as religiões tentaram desenhar na sua limitação, já que o ser humano tem muita dificuldade de descrever Deus. E primeiro deram uma forma humana para Deus, o antropomopomorfismo, né? Quer dizer, dar para Deus uma forma humana. Então, não é um homem de barbas brancas, um velhinho. Essa é uma é uma lenda, mas é um uma força criadora que nós não conhecemos, que nós percebemos na natureza, olhando, avaliando e vendo que tudo que não é obra do homem é obra de Deus ou da natureza, Deus não quiser, mas é um ser superior, é uma inteligência. Tudo isso é a palavra. pequenas, ser inteligência, mas não temos outras, usamos as que temos, muito superior a nós. Então, nessa humildade é que reside a bem-aventurança, de ter a humildade, a compreensão de que nós, seres humanos, não somos autossuficientes em inteligência, em progresso, em discernimento. E Kardec, ele perguntou aos espíritos a respeito disso e obteve uma resposta que para nós é muito satisfatória. Ela tá no livro dos espíritos, na questão número 50, quando ele pergunta sobre, aliás, a 55, sobre a pluralidade em mundos habitados, ou seja, os mundos que compõem o universo, que paraa nossa compreensão é até infinito, porque não dá para são bilhões de galáxias com bilhões de sistemas, sistemas planetários, solares, estrelares, não dá.

ja, os mundos que compõem o universo, que paraa nossa compreensão é até infinito, porque não dá para são bilhões de galáxias com bilhões de sistemas, sistemas planetários, solares, estrelares, não dá. Ah, isso é o que a ciência conhece. Fora o multiverso, universo detectável, não detectável. E aí ele perguntou assim lá em 1850 e qualquer coisa, né? Todos os globos que circulam no espaço são habitados. Kardec pergunta, todos os planetas são habitados? E os responderam: "Isso é muito polêmico porque a percepção de habitado, o nível de percepção muda, mas eles falaram: "Sim, e o homem da terra está longe de ser, como pensa o primeiro, inteligência, em bondade e imperfeição." E há, no entanto, homens que se acham poderosos e imaginam que apenas esse pequeno globo tem o privilégio de ter uma vida inteligente, seres racionais. "Orgulho e vaidade", dizem os espíritos. acreditam que Deus criou o universo somente para eles? Essa é uma pergunta e uma resposta que Kardec. Ou seja, que os mundos são habitados, não apenas a terra. Eh, não vou entrar nessa polêmica do que que a ciência vai provar ou não vai provar, mas quando se fala em habitado em todas as dimensões, em todas as formas de percepção, todas as formas e níveis de vida, não é apenas imaginar que a nossa única condição e forma humana, nós não somos paradigma para o universo, certamente que não somos, mas o fato é, já deram ali uma lição, olha, o homem é está longe de ser, como imagina o primeiro inteligência, né, em capacidade, em percepção, longe, Mas nós somos seres dotados de inteligência, só que nós somos dependentes dessa inteligência suprema que é Deus. Então, se nós entendermos isso, nós já vamos nos colocar na condição de um bem-aventurado segundo Jesus, que é reconhecer a nossa finitude, porque nós somos seres enquanto matérias finitos. A nossa experiência aqui na carne é de finitude. Tem um começo, meio e fim. Como espírito somos imortais, mas a nossa criação como espírito imortal, a partir da simplicidade, da ignorância da

finitos. A nossa experiência aqui na carne é de finitude. Tem um começo, meio e fim. Como espírito somos imortais, mas a nossa criação como espírito imortal, a partir da simplicidade, da ignorância da criação que Deus nos fez, nós somos dependentes de Deus. Então, reconhecer essa supremacia de Deus já nos dá uma bemaventurança, porque afasta essa presunção e esse orgulho de querermos ser superiores a Deus até. E quando nós queremos ser superiores e independentes de Deus para todos os fins, imagine em relação ao semelhante, como será a nossa postura, a nossa atitude. Então, o grande fracasso para o ser humano, o grande mal do ser humano é exatamente a soberba. Isso os espíritos responderam para Kardec está dito nas obras básicas que exatamente, né? A maior chaga da humanidade é o orgulho. O orgulho é que nos nos faz fracassar, tem nos feito fracassar, fraquejar, é cometidos erros em várias existências passadas a essa. Essa não é a primeira existência física nossa e nem será a última. Estamos longe de estarmos vivendo a última existência no corpo dentro das necessidades de progresso que nos são oferecidas. Pois bem, então, primeiramente, só para contextualizar esse capítulo sete, o que significaria essa bem-aventurança que Jesus referiu e que Kardecou como título, e algumas lições vêm aqui, que é bem-aventurados pobres de espírito. E a última lição, ele trouxe algumas lições, né, dentro deste deste capítulo, porque Kardec, para fazer jus ao título da obra que nós lemos, que é o Evangelho Segundo o Espiritismo, de acordo com o Espiritismo, ele traz assim lições que ele de forma muito didática, era um professor, né? Ele organizou em títulos que são passagens, frases, expressões do próprio Cristo. E essa está no capítulo 7, bem-aventurado, os pobres de espírito. E ele achou por bem, dentre outras lições, a última lição tem o título Missão do Homem Inteligente na Terra. É uma lição trazida por um espírito que assinou como Ferdinã, um espírito protetor, é assim que ele assinava, e que foi trazido em

es, a última lição tem o título Missão do Homem Inteligente na Terra. É uma lição trazida por um espírito que assinou como Ferdinã, um espírito protetor, é assim que ele assinava, e que foi trazido em Bordô em 1862. E ele aqui foi a lição que eu li, ele fala sobre uma a missão do homem inteligente na Terra, inclusive numa visão própria e adequada para o tempo que foi escrita, né, para a França lá do do século XIX e que algumas expressões, algumas compreensões até a respeito do que seja inteligência devem ser contempor eh eh contextualizadas, atualizadas, porque assim um livro foi escrito numa época, foi trazido de uma compreensão filosófica, científica própria para aquele momento. Às vezes pode até parecer assim alguma coisa que fique ruim, inteligências menos desenvolvidas. É uma expressão que o autor usa aqui que talvez possa soar ruim para alguém, né? A gente tá vivendo muito essa época assim de tomar cuidado com as palavras, mas eh vamos entender o conjunto da obra, o que que se quis dizer com isso. Inteligências retardatárias, ele fala, né, que o homem inteligente veio para auxiliar inteligências retardatárias. talvez seja uma uma palavra, uma expressão que não deva ser utilizada ou que se utilizada for, deverá ser adaptada aos valores de hoje. Assim, para fazer também uma colocação, eh, essa questão aí da da inteligência para a academia, para a ciência, a inteligência é medida em QI, todo mundo ouviu falar, né? O que esse inteligente e hoje a gente tem outros valores de medição, mas assim oficialmente se parte disso que oscila entre 85 e 115 a média é 100. Então as pessoas de um modo geral t que ir média 100. É o padrão. A pessoa mediana, né? nem muito acima, nem muito abaixo. Abaixo de 70, segundo a ciência ortodoxa acadêmica, diz que a pessoa tem uma limitação, né, cognitiva de inteligência leve, né, entre 50 e 70. Abaixo de 50, acima de 35 moderada e abaixo de 35 severa e grave. é uma compreensão. E é claro que aí nós vamos partir, a partir do momento que a

né, cognitiva de inteligência leve, né, entre 50 e 70. Abaixo de 50, acima de 35 moderada e abaixo de 35 severa e grave. é uma compreensão. E é claro que aí nós vamos partir, a partir do momento que a ciência nos dá essa informação, o que que o espiritismo fala sobre a inteligência? A inteligência seria um atributo do corpo ou do espírito para a doutrina espírita é um atributo do espírito, é uma conquista do espírito. A inteligência, essa capacidade de de refletir, de pensar, de concluir, de tomar decisões, né, é uma capacidade inerente ao espírito. E Kardec, no livro a Gênesis, ele fala também sobre isso, assim, do longo período que o espírito que que anima um corpo humano como o nosso numa humanidade, tipo a nossa da Terra ou fora dela, eh precisa percorrer uma longa jornada, um longo caminho para conseguir efetivamente animar um corpo de um ser humano, conforme nós nos vemos aqui. todo um processo, tem um caminhar, tem um andar. Então, eh, lembrando o Emânuel que fala que, eh, o mineral vegetaliza, o vegetal animaliza, o animal hominiza e o homem diviniza. Então, a doutrina espírita, por ser evolucionista, ela crê nisso. A gente vai num processo do mineral até o anjo, um processo evolutivo. E essa condição de inteligência, de livre arbítrio, de percepção da inteligência, de conhecer, de tomar decisões próprias do ser humano, essa inteligência, esse atributo, portanto, é do espírito, sem dúvida nenhuma que é do espírito, é nossa. Então, portanto, agora, eh, essa missão do homem inteligente no sentido de daquele que reencarna e que tem um corpo capaz de expressar a inteligência que não é do corpo, mas que é do espírito, é que teria essa missão, digamos assim. Porque ser humano, todo ser humano é dotado de inteligência, independentemente, não vou falar inteligência retardatária, né? Vamos falar de inteligências que estão mais ou menos ranqueadas de acordo com os critérios da ciência humana e olhando para antes do corpo, entender que quando você vai reencarnar você ganha um corpo.

Vamos falar de inteligências que estão mais ou menos ranqueadas de acordo com os critérios da ciência humana e olhando para antes do corpo, entender que quando você vai reencarnar você ganha um corpo. Um corpo é projetado para te permitir expressar da melhor maneira possível as suas tendências, as suas potencialidades, as suas capacidades. E cada corpo é projetado na no limite exato dessa necessidade. De maneira que não há caso, de maneira que tudo o que acontece com a nossa vida, a partir do momento que a gente reencarna até o desencarnar, é mais ou menos planejado, entendido, percebido para o nosso progresso, para a o nosso desenvolvimento. Aí o que pode acontecer às vezes é que você tenha homens e mulheres com uma ferramenta por onde se manifesta a inteligência, que é um atributo do espírito em em melhores ou ou piores condições. Isso é fato, não é? Tem pessoas que têm patologias, enfermidades, doenças, má formações no próprio cérebro que retiram dessa pessoa, enquanto encarnada, aquele personagem que ele está vivendo, de manifestar todas as potencialidades do espírito. E nós sabemos que quando acontece isso, é uma das muitas provações que o espírito passa enquanto encarnado. Então o nosso corpo ele é projetado de acordo com as nossas necessidades, com o nosso planejamento reencarnatório, com enfermidades, com potencialidades. Então, se eu ganhei um corpo que fisicamente está apto, pronto, preparado para receber aquilo que eu tenho em mim, isso me coloca numa posição de ter essa, entre aspas, inteligência no mínimo mediana ali, né? Entre 100 de QI, que vai uma pessoa normal de 85 a 115, a média, portanto, é 100. Aqueles que não possuem essa capacidade, privados lá abaixo 35, que é uma incapacidade cognitiva mental grave, são as pessoas que têm algum alguma enfermidade, nós sabemos que elas elas existem. Qualquer órgão do corpo humano pode estar danificado, impossibilitando a plena manifestação do espírito. Pode ser o coração, pode ser o fígado, o pulmão, o cérebro também. Só que não é a

elas existem. Qualquer órgão do corpo humano pode estar danificado, impossibilitando a plena manifestação do espírito. Pode ser o coração, pode ser o fígado, o pulmão, o cérebro também. Só que não é a inteligência do corpo. Isso que deixar claro é o que a gente aprende lendo as obras do espiritismo, as obras básicas. Aqui notadamente no livro dos espíritos, Kardec trata sobre isso eh nas questões de 71 a 75A, do livro primeiro, capítulo 4 do livro dos espíritos, inteligência e instinto. Então depois eu não vou fazer leitura aqui, não tenho tempo para para lermos tudo, não é? Mas recomendo a leitura em casa, eh, porque a reunião pública é só para despertar o interesse pra gente estudar. O estudo é individual e deve ser continuado. Então, em casa, leiam os que tiverem interesse, evidentemente, eh, da questão 71 a 75A, inteligência e instinto. Então, o instinto é uma forma de inteligência mais rudimentar que a gente precisa enquanto encarnado dele, sabe? é meio que governado assim até por hormônio. A gente não tem muito assim controle sobre instinto, não. No momento de estress, no momento de necessidade, o instinto fala mais alto. E o principal instinto que a gente tem aqui é o da sobrevivência. Todo mundo quer se salvar. Isso é prestigiado, é respeitado pela doutrina espírita, pela lei humana. Uma pessoa que tá se afogando, só tem um bote. É, tem duas pessoas e um bote. Ou é eu ou é o outro. Se eu tomar o bote e ele morrer, eh, não é antijurídico isso. Não, não, não há crime. É como a legítima defesa, chama-se estado deciidade. Então, a própria lei humana respeita e dá esse direito e a própria doutrina espírita, porque é instinto. Não vai exigir de uma pessoa que tá se afogando, né, que ela tenha raciocínio suficiente para entender, não é meu irmão, ele deve ser preservado, vou morrer eu. Hum, hum. Você pode até conseguir fazer isso numa situação e mais tranquilidade, mas na hora do desespero não é instinto puro. Depois você pode até se arrepender, mas na hora é instinto. E não é um instinto que eu

ê pode até conseguir fazer isso numa situação e mais tranquilidade, mas na hora do desespero não é instinto puro. Depois você pode até se arrepender, mas na hora é instinto. E não é um instinto que eu criei, que a Márcia criou, que o Júnior, a Sheila tenham criado. É um instinto de sobrevivência. Deus colocou, tá no ser humano, até pra gente não perecer e não desaparecer como espécie. Instinto de sobrevivência é hormônio. Adrenalina. Adrenalina em alto grau. Ou para correr ou para atacar. um dos dois. Toda situação de estress provoca uma forte descarga de adrenalina no nosso corpo. Músculo fica mais forte, pupila dilata, a gente fica agora frequência aumenta para aumentar a força muscular, vamos para irrigar melhor os músculos. Aí você dá uma olhada, você mede é maior do que eu, eu corro, menor do que eu, parto para cima e assim a gente sobrevive. Isso é instinto. Agora a inteligência é um instinto mais sofisticado, mais refletido, mais racional. e é do espírito. E o corpo precisa acompanhar isso. Se o corpo não acompanha, nós temos as debilidades da inteligência. Fato é, todo ser que já reencarna num corpo humano, segundo os postulados de Kardec, notadamente no livro a Gênesis, ele tem inteligência, ele está pronto para assumir um corpo humano. Na escala evolutiva, já é um ser humano com capacidade de discernir, com livre arbítrio e consequentemente com responsabilidade por aquele que faz. Então é uma conquista, como toda conquista traz também uma responsabilidade que nos dá responsabilidade por aquilo que fazemos. E aí entra então evidentemente a responsabilidade do homem inteligente na Terra. Qual seria, portanto, nessa perspectiva a visão? seria a visão de fazer bom uso de uma das faculdades que Deus nos deu, que no caso aqui tá falando de inteligência, mas de qualquer outra faculdade. Nós estamos aqui na Terra num processo de crescimento e de evolução espiritual. E aí nós podemos fazer a analogia com a parábola dos talentos, que nos fala que um senhor para fazer uma viagem chamou

. Nós estamos aqui na Terra num processo de crescimento e de evolução espiritual. E aí nós podemos fazer a analogia com a parábola dos talentos, que nos fala que um senhor para fazer uma viagem chamou três servos e deu a eles talentos de forma diversa, 5, tr e dois, para exigir que os devolvessem depois que ele voltasse da viagem. Creio que quase todo mundo conhece a parábola. O de cinco devolve mais cinco, o de três devolve mais três, o de dois devolve dois e fala: "Tá bom demais, não tô te dando prejuízo. O que eu peguei, eu tô devolvendo." Parece até muito justo, né? Só que parece que pela parábola não foi justo, por ele enterrou na areia, ele guardou e devolveu. Ele não trabalhou, ele não usou a a potencialidade que o talento representava, trazendo pra inteligência qual o desenvolvimento, a potencialidade que nós estamos dando para a nossa inteligência, para termos essa missão de uma pessoa inteligente na Terra. E aí você faz a analogia com o homem de bem, que é outra lição maravilhosa do Evangelho, que diz que o superior e o inferior, no sentido de ter um cargo maior, ele vai usar dessa posição para ajudar quem está abaixo dele na na estrutura organizacional de uma empresa. Então, se eu tenho uma disposição de uma inteligência maior do que outra pessoa, o meu papel é de ajudar. E outra coisa, essa questão do QI não é a única forma de medir a inteligência, porque ela até é muito questionada, porque hoje existem vários tipos de inteligência também que deve ser avaliado. Tem pessoa que nunca foi numa escola, numa faculdade, numa academia, mas tem inteligência para fazer coisas que quem foi não faz. Mas é bem rudimento. É um pedreiro que eu costumo dizer. A pessoa, quantos pedreiros aí nasceram, cresceram e morreram sem nunca ter entrado em uma escola, que nunca estudaram geometria, que nunca estudaram teorema de Pitágoras e nem teorema nenhum. E por aprendizado, por repetição, consegue e às vezes constrói uma casa, vamos imaginera, não sei quem construiu aqui, né? Mas com prumo, com

nunca estudaram teorema de Pitágoras e nem teorema nenhum. E por aprendizado, por repetição, consegue e às vezes constrói uma casa, vamos imaginera, não sei quem construiu aqui, né? Mas com prumo, com ali com ferramentas rudimentares, tenta fazer uma parede, ficar retinho, não é fácil não. Hoje tem até eh prumo a laser, né? Na época não, nada disso, era tudo analógico. E fazia uma parede perfeita, inteligência para executar aquela tarefa. chama inteligência espacial de dimensão, de proporção. Ele sabe fazer os grandes eh eh às vezes escultores que fizeram obras monumentais sem ter frequentado uma uma faculdade de artes plásticas com detalhes, com riqueza, inteligência para fazer aquilo, a inteligência do a gente costuma associar muita inteligência do raciocínio lógico matemático, né? A gente acha que é inteligente quem sabe resolver a equação de matemática. também é um tipo de inteligência lógico, matemático e, aliás, muito boa, muito importante. Quem tem ela assim abre muita potencialidade, mas não é a única. A inteligência para a música. Uma pessoa que nunca estudou música e tem um ouvido absoluto, que escuta uma nota, um soar de uma corda, de uma tecla e fala que nota é aquela. Nem ele sabe por que ele sabe. Mas ele sabe. Ele sabe sem saber por sabe. É uma inteligência que ele tem. um jogador de futebol, muitos deles de pouca instrução, hoje melhorou um pouco, as pessoas assim totalmente assim, se desse uma atividade fora do futebol, seriam consideradas as pessoas desprovidas de inteligência de que ir baixo. Tem que analisar para quê. E são gênios na no futebol, antevem jogadas, antevem pensamento do outro adversário e fazem jogadas geniais. Por quê? que tem uma inteligência própria para aquela atividade. E hoje a inteligência mais importante que temos que ter é uma inteligência recentemente estudada. Tem até um livro muito bom do Daniel Golem que chama Inteligência emocional, que eu recomendo a leitura, que ele fala sobre isso, que essa parece que seria a mais

a inteligência recentemente estudada. Tem até um livro muito bom do Daniel Golem que chama Inteligência emocional, que eu recomendo a leitura, que ele fala sobre isso, que essa parece que seria a mais espiritual delas, inteligência emocional, que espiritismo tem muito a ver com os textos do Chico, eman Luiz, eles falam muito, nos ensinam muito sem citar de inteligência emocional, do equilíbrio do ser, talvez a melhor delas, a mais controladora, porque a história é cheia de gênios, de pessoas aí que eu não vou ficar enumerando aqui, mas basta pesquisar, foram geniais, mas eram desequilibrados emocionalmente. Eram pessoas transtornadas, agressivas, maus pais, maus maridos, agressores de mulheres e são notáveis para a história, geniais daquilo que fizeram. Isso não tira o mérito daquilo que eles fizeram, porque é um segmento da inteligência, mas sem inteligência emocional. Então, nós precisamos, e o espiritismo é tão bom para nos dar essa inteligência emocional, nós fazemos curso de inteligência emocional sem citar isso, lendo diversas obras que o Espiritismo nos traz, que nos faz eh perceptivos no relacionamento interpessoal, que é importante mais. Então, aquilo que eu conheço, aí Jesus falou assim: "Muitos pedirá aquele que muito recebeu." Tem a ver com isso. Se você tem conhecimento, tem inteligência, tem capacidade, o que que você deve fazer com isso? De alguma forma compartilhar. O conhecimento é a única riqueza que quanto mais você distribui, mais ela aumenta. O dinheiro às vezes não, né? Você tem 10, dá 10, fica lado. Tem 100, dá 50, fica 50. Tem 1 milhão, dá 700.000, fica 300.000. Esse vai, ele pode voltar de outra forma. Matematicamente distribuiu e diminui. Agora o conhecimento não. Quanto mais você distribui, quanto mais você compartilha a sua inteligência, mais ela aumenta, porque você tá ensinando e quem ensina aprende. Quem compartilha o que sabe aprende mais, fortalece mais aquilo que que ele aprendeu. Um professor no começo de carreira, às vezes para dar uma aula,

a, porque você tá ensinando e quem ensina aprende. Quem compartilha o que sabe aprende mais, fortalece mais aquilo que que ele aprendeu. Um professor no começo de carreira, às vezes para dar uma aula, ele prepara muito aquela aula, ele lê bastante, ele procura assim ter atenção em alguns textos, alguma coisa. Depois de 10, 15, 20, 30 anos de de sala de aula, ele repete aquilo facilmente. Ele acabou decorando. Ele sabe citar onde é que tá a vírgula, o parágrafo de tudo que ele ensina. Por quê? A repetição faz a perfeição, o compartilhar o conhecimento fez isso. Então a proposta, creio eu, dessa lição pra noite hoje é exatamente nos ensinar que nós, reconhecendo o nosso limite de inteligência, o tipo de inteligência que nós temos, ou seja, a potencialidade que eu tenho, a capacidade ou chame de talento, se quiser, o talento que é inato ao espírito, eu vou compartilhar aquele conhecimento, aquele talento com outras pessoas. Deus não nos deu nenhum talento para guardar para nós, que foi o que o ganhou duas moedas fez. Ele ganhou um talento, ele guardou para quando ele enterrou na areia, só ele sabia onde tava, só ele podia pegar. Quem mais podia usar daquilo? Ninguém. Ele guardou para ele e parece justo. Devolveu, mas foi censurado. A metáfora dos cinco que virou cinco, dos três que vieram três, exatamente. É o talento que foi compartilhado, é o talento que foi levado à frente para outras pessoas. Então, meus irmãos, os talentos que a vida nos deu devem ser compartilhados. Todos nós temos potencialidades de fazer alguma coisa. Todos nós temos um tipo de inteligência. E seja ela qual for, ela jamais poderá servir apenas a nós. Ela deverá servir a outras pessoas. Ela deverá ir adiante, porque essa é a missão. E recordando outra frase, Jesus, né? Aquele que muito recebeu, mais vai receber, né? Aquele que muito tem, mais será dado. Aquele que pouco tem, o pouco que tem, ele será tirado. Esse pouco que tem é o miserável de iniciativa, de compartilhamento. Ele é miserável.

ais vai receber, né? Aquele que muito tem, mais será dado. Aquele que pouco tem, o pouco que tem, ele será tirado. Esse pouco que tem é o miserável de iniciativa, de compartilhamento. Ele é miserável. Souvina, não é só de dinheiro, não. De emoção, de sentimento, de atenção, de palavra, de olhar. Guarda para ele. Parece que tá juntando. Segundo Jesus, o pouco que tem, que é vai tirar. Tirar por quê? Porque aí vem uma nova vida, uma nova reencarnação. E aí talvez o instrumento que é o corpo venha limitado de alguma forma, com algum limite. E esse limite, esse limite vai impedir que o espírito se manifeste na sua plenitude. Aí está, entre aspas, a punição ou a consequência dos atos de não compartilharmos a nossa inteligência. Então, creio, imagino. E o tempo já se vai em 3 minutos. Eu tô cronometrando para não aborrecer-los, porque quando a gente fala pouco, a gente agrada todo mundo. Os que estão gostando, gostariam que continuasse. Os que não estão gostando, sentem-se aliviados porque acabou. Então, falando 30, 32 minutos, eu creio que agrado a todos, aos que gostaram, os que não gostaram. Que Jesus, no seu infinito amor e bondade nos nos ampare e nos dê essa inteligência de percebermos a inteligência que temos, de compartilharmos com aqueles que vivem conosco nessa experiência chamada jornada evolutiva na terra. Que Jesus nos ampare e nos proteja hoje e sempre. Agradecemos muito ao ber as colocações trazidas à luz da doutrina espírita. Estamos convidando os nossos companheiros médiuns para se posicionarem para a transmissão dos passes. Todos estão recebendo. Você que nos assiste pelas redes sociais, que Deus te abençoe, te envolve muita paz. Coloca sua água para fluidificar. Você também está recebendo agora o passe. Vamos descruzando braços e pernas para favorecer as as transmissões das energias, dos fluidos. Que a graça de Deus, a luz misericordiosa do Cristo nos alcance a todos, nos concedendo saúde, sabedoria, equilíbrio, paz. Amém. Amor, a melhor oração. Tu precisas se

issões das energias, dos fluidos. Que a graça de Deus, a luz misericordiosa do Cristo nos alcance a todos, nos concedendo saúde, sabedoria, equilíbrio, paz. Amém. Amor, a melhor oração. Tu precisas se puder lembrar que caridade é também gentileza. Exa e perdão. São as preces omblimes do teu coração. Gentileza ao se libertar. B.

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