O Equilibrio entre o Ser e o Ter! Heber Carlos de Oliveira

Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML 13/05/2025 (há 1 ano) 55:07 205 visualizações

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Transcrição

o novo como tu queres. Senhor, sou Deus. Tu és oiro. Vazo, sou eu. Quebra e transforma até que vi. Sua bontade seumpra em mim. Eu falta assim. Ah, eu também se sofrimento, se sofrimento eu te cause, se ao meu exal não demonstrei amor. Se ao sofredor não estende mal. Perdão, Senhor. Se indiferente foi o meu falar. Se ao meu exemplo não demonstrou. São sofredor não estendia mal perdão. Escuta, Deus a minha oração e vem livrar-me do pecado. Renova esse pobre coração. Amém. Seor. Amém, Senhor. Amém. Senhor, que lindo. Parabéns essa dupla aí. Eu vindo em nome do Senhor em um só pensamento e coração desligados lá no mundo. mundo nesse tempo de fé e oração, procuremos entrar em sintonia com os nossos mensageiros do além. pelas ondas do amor e da harmonia, tão somente para a prática do bem. Ele ao mestre uma prece, implorando amparo e proteção por aqueles que laboram nesta messe procurando a regeneração. Procuremos entrar em sintonia nossos mensageiros do valém, pelas ondas do amor e da harmonia. Tão somente para praticar do bem, pelas ondas do amor e da harmonia, tão somente para a prática do bem. Olhe os cristalinos azuis da cor do céu. tão branquinha qu papai Noel ilumina seus irmãos na terra sofreu um chorar. Olhos cristalinos azuis da cor do céu. Tão branquinha como papai. Pai Noel ilumina seus irmãos da terra no sofrer, no sorrir, no chorar. Bezerra de Menezes, apóstolo tudo bem. Receba as nossas preces e o coração também. Bezerra de Menezes, apóstolo da luz, repõe as nossas dores aos pés. de Jesus. sintonizados com o Dr. Bezerra de Menezes, que estamos evocando por meio da música, vamos por intermédio dele, glorificar a Deus, louvar o seu nome e agradecer pelas bênçãos que temos recebido, pela bendita oportunidade da vida, da reencarnação, do conhecimento da doutrina espírita, a bênção do grupo espírita mensageiros da luz nas nossas vidas. Por este instante de oração, por todos que nos encontramos reunidos. Agradeçamos pela pátria, família, amigos, companheiros de Ideal, trabalho

ão do grupo espírita mensageiros da luz nas nossas vidas. Por este instante de oração, por todos que nos encontramos reunidos. Agradeçamos pela pátria, família, amigos, companheiros de Ideal, trabalho que nos dignifica a vida, saúde às vezes relativa, o dia de hoje. E ao lado do louvor e do agradecimento, com muita humildade, continuemos buscando a presença morável de Dr. de Menezes, para suplicar a ele que por acréscimo de misericórdia interceda por nós junto ao nosso mestre Jesus, para que ele nos fortaleça na sabedoria, na humildade, na fé, concedendo-nos saúde e paz, nos fazendo espíritas, divulgadores da doutrina, pela nossa ação, pelo amor que tivermos nos nossos corações. Bçãos. Pedimos para os aflitos da terra pelas condições climáticas, por toda violência, para os enfermos, os que não conseguiram atendimento médico, medicamento, outros que, embora socorridos, passam por grandes agonias, aflições e dores para os trabalhadores da área da saúde. Nós vamos pedir também para o povo brasileiro, que somos todos nós, que Ismael nos conceda a esperança, a dignidade da vida através do trabalho, da educação, da alimentação, da assistência à saúde, da habitação dignas. As vossas autoridades se fortaleçam na sabedoria, na humildade, na compaixão para com a população, respeito às leis, a responsabilidade administrativa, a importância de darem bons exemplos. Peçamos também para o movimento espírita, para cada dirigente, trabalhador, frequentador de casa espírita nesse nosso imenso Brasil, para as nossas federativas, para a Federação Espírita Brasileira, o Conselho Espírita Internacional, a Federação Espírita do Estado de Goiás, a sua diretoria executiva, o nosso grupo Espírita Messageiros da Luz com todas as nossas unidades e frentes de trabalho. Nós vamos pedir também para os nossos lares, lares enlutados com pessoas enfermas, cirurgiadas, hospitalizadas, mas também para aquelas pessoas vitimadas pela depressão, pânico, obsessão, fascinação, drogadição, alcoolismo, vícios morais,

lares, lares enlutados com pessoas enfermas, cirurgiadas, hospitalizadas, mas também para aquelas pessoas vitimadas pela depressão, pânico, obsessão, fascinação, drogadição, alcoolismo, vícios morais, encarcerados, desempregados, endividados, qualquer que seja a aflição da nossa casa, nós estamos pedindo misericórdia, bênçãos para as nossas crianças e jovens. conceda a todos eles amor à vida, preservando as suas vidas com dignidade através do estudo, do trabalho, da religião, livrando das ciladas da indolência, que é preguiça, dos desequilíbrios, fazendo de cada um desses jovens um servidor da sociedade. espíritos aflitos, enfermos, entristecidos, que por acaso estiverem nossos lares, levando desassossego, a tristeza, o sentimento de solidão, a enfermidade, os que aqui vieram, em qualquer lugar que estiverem, todos possam ser também amparados, esclarecidos e encaminhados às colônias espirituais. Aquilo que venhamos buscar possamos receber. Que sejamos todos envolvidos em muita paz. Você que nos assiste, que nos honra com a presença pelas redes sociais, que Deus te abençoe, abençoando sua vida, sua casa. Esse estamos transmitindo da sede do grupo espírita mensageiros da Luz. E hoje quem nos honra com a presença é o nosso companheiro Éber. Muito bem-vindo. Que Jesus te abençoe. Fique à vontade. Evangelho segundo Espiritismo, capítulo 16. Não se pode servir a Deus e a mamã. A verdadeira propriedade. O homem só possui em plena propriedade aquilo que lhe é dado levar deste mundo. Do que encontra ao chegar e deixa o partir, goza ele enquanto aqui permanece. Forçado, porém, que é abandonar tudo isso, não tem das suas riquezas a posse real, mas simplesmente o uso fruto. Que é então o que ele possui? Nada do que é de uso do corpo, tudo o que é de uso da alma. a inteligência, os conhecimentos, as qualidades morais. Isso o que ele traz e leva consigo, o que ninguém lhe pode arrebatar, o que lhe será de muito mais utilidade no outro mundo do que neste. Depende dele ser mais ou menos venturoso

as qualidades morais. Isso o que ele traz e leva consigo, o que ninguém lhe pode arrebatar, o que lhe será de muito mais utilidade no outro mundo do que neste. Depende dele ser mais ou menos venturoso no outro mundo do que nesse, dependendo das suas ações. Quando alguém vai a um país distante e constitui a sua bagagem de objetos utilizáveis nesse país, não se preocupa com os que ali lhe seriam inúteis. Procedei do mesmo modo com relação à vida futura. Aprovisionai-vos de tudo o que de lá vos possais servir. Ao viajante que chega a um albergue, bom alojamento é dado, se pode pagar. A outro de par que os recursos tocam menos agradável. Quanto ao que nada tenha de seu, vai dormir numa enxerga. O mesmo sucede ao homem, à sua chegada ao mundo dos espíritos. depende dos seus haveres o lugar para onde vá. Essa é uma mensagem do espírito pascal, Genebra 1860. Prezados irmãos e irmãs, compensid espírita que a paz do Senhor Jesus continue desenvolvendo a todos nesta noite. E é com alegria renovada que mais uma vez estamos tendo a oportunidade de nesta casa de oração, neste pronto socorro espiritual, buscarmos refletir um pouco a respeito do evangelho do Senhor Jesus que nos guarnece na retaguarda nessa imagem belíssima, nessa imagem inspiradora, independentemente de sabermos a fisionomia exata do Cristo. Mas essa alegoria é reconfortante, o bastante para nos fazer meditar e refletir sobre a magnitude dessa alma, desse espírito puro, que é Jesus, nosso grande mestre, nosso irmão mais velho, nosso orientador, aquele que veio ao mundo do que para falar a respeito de um evangelho renovador, mas de viver e dar testemunho desse mesmo evangelho, porque sabia ele que as palavras eram importantes e palavras eternas que jamais passariam nem com o tempo, mas muito mais importante que as palavras de Jesus, que já eram arrebatadoras e esclarecedoras ao extremo, ele viveu tudo aquilo que ensinou. Então esse é o papel do Espiritismo, né? Reviver os ensinamentos de Jesus. Nós espíritas cremos em Jesus como sendo governador da

adoras e esclarecedoras ao extremo, ele viveu tudo aquilo que ensinou. Então esse é o papel do Espiritismo, né? Reviver os ensinamentos de Jesus. Nós espíritas cremos em Jesus como sendo governador da terra, como sendo um espírito luminoso, um espírito que alcançou a pureza de alma pelo seu trabalho, pelo seu esforço e que nos inspira a nós outros que ainda estacionamos em regiões de sofrimento e dor, porque ainda somos espíritos extremamente comprometidos e endividados, mas estamos a caminho da luz e temos Jesus como nosso maior referencial, como a nossa maior figura a ser imitada. copiada, né? Ele é, sem dúvida nenhuma, o nosso referencial. Então, é por isso que estamos aqui para lembrarmos e lendo passagens do Evangelho Segundo o Espiritismo, nós recordamos de Jesus. Eh, o tema paraa noite de hoje que eu escolhi para refletirmos, eu sempre digo que é o tempo é pequeno, é meia hora para uma reflexão, muit das vezes demandaria um tempo maior, mas é um momento de despertaramento para cada um de nós. A reunião pública na Casa Espírita não tem a condição de ser um seminário, de ser um curso, mas é uma pílula, é um despertar, é um é uma chamada de atenção para que a gente possa, cumprindo o papel de espíritas, eh analisarmos, refletirmos, pensarmos, concordarmos em parte ou discordarmos daquilo que foi dito, mas com uma perspectiva, a de a nossa melhor interior. E é exatamente o o título é o equilíbrio entre o ser e o T. Então, nós vamos procurar aqui eh girar, gravitar em torno dessa ideia, mãe. Toda palestra tem que ter uma ideia, mãe. O orador pode ir aqui, ali, mas ele não pode perder se fio o condutor. Senão ele fala muita coisa e no final você não sabe do que ele falou. Eu espero que ao final vocês pelo menos tenham compreendido. Eu vou tentar passar uma ideia rudimentar a respeito desse aspecto eh de ambiguidade, de duplo sentido, de relevância entre o C e o T. e com a proposta de buscar um equilíbrio entre o C e o T. Conta-nos uma passagem, uma dessas histórias que se perdem na noite dos

to eh de ambiguidade, de duplo sentido, de relevância entre o C e o T. e com a proposta de buscar um equilíbrio entre o C e o T. Conta-nos uma passagem, uma dessas histórias que se perdem na noite dos tempos que e eu sei dessa história já desde quando eu era menino adolescente. Eu lembro que se Jair contava essa história de um rei, né? Fazendo analogia as parábolas de Jesus que sempre usava. havia um senhor, havia um rei e esse rei estava eh muito enfermo, embora rico, poderoso, como os reis normalmente são, ele não estava com boa saúde e ele já havia eh tomado todas as medidas possíveis e alcançáveis naquele momento, naquela época. E é uma história de remota existência, certamente não retrata os dias da tecnologia da medicina de hoje. Ele tentou por todas as formas se curar, mas a cada dia que passava ele estava mais triste, mais fechado em si mesmo, mais deprimido, menos vontade ele tinha de viver, menos apetite ele tinha, se alimentava precariamente. E nós sabemos que uma alimentação precária, enfraquecendo o corpo, facilita e muito as doenças. E ele então na expectativa de conseguir se recuperar, incumbiu os seus médicos, os seus sábios, as pessoas que detinham o conhecimento na medicina aquela época, de alguma forma fazer com que ele se curasse, que ele se restabelecesse, que ministrassem um remédio, que buscassem alguma fórmula, os recursos da medicina eram precários, mas tudo já havia sido feito e nada. ficou ele sabendo que havia um um esotérico, um espiritualista mais do que um médico, e que poderia ajudá-lo na cura da enfermidade que o assolava e da tristeza que envolvia o seu coração. Ele então fez chamar esse homem que após conversar com ele disse: "Majestade, há uma forma de ser curado. Existe uma possibilidade de cura." E rapidamente o rei perguntou: "E que forma é essa? O que devo eu fazer para que eu consiga me desvencilhar dessa enfermidade que me consome e que cada dia leva mais um pouco da minha vida?" E o filósofo, pensador, o esotérico, espiritualista disse: "É preciso que

u fazer para que eu consiga me desvencilhar dessa enfermidade que me consome e que cada dia leva mais um pouco da minha vida?" E o filósofo, pensador, o esotérico, espiritualista disse: "É preciso que vossa majestade vista a camisa do homem mais feliz que possa haver nessa região ou no seu reino, como se fosse uma simpatia, uma mágica. O simples vestir da camisa do homem mais feliz seria suficiente para fazer com que ele se curasse, com que ele se restabelecesse da enfermidade que lhe consumia a cada dia. Ele mais do que depressa. Então o rei reuniu, né, os seus vassalos, os seus soldados, os seus servos e os incumbiu de procurar por todo o reino em terras além do reino de desse homem feliz que pudesse efetivamente fazer com que ele se curasse, porque ele iria tão somente vestir a camisa desse homem feliz e então tudo estaria resolvido. Uma observação aí como a gente procura fórmulas mágicas para resolver os nossos problemas. Vamos ver se essa fábula, se essa história vai culminar com a solução dos problemas pela simples utilização de um amuleto ou de uma camisa ou de algo que o valha. E, primeiramente, eh, os seus enviados procuraram ali mesmo um palácio eh ou daqueles que moravam nas adjascências do palácio, os nobres, os que tinham tidos de nobreza. Mas a observação fora clara. Um homem que seja plenamente feliz. Não apenas feliz, mas plenamente feliz. E conforme nós sabemos, pessoas plenamente felizes são raras de se encontrar. Nós vivemos momentos de alegria, mas a plena felicidade parece que é algo que nós ainda não experimentamos. E se experimentamos, ela está limitada entre um intervalo de tempo e outro. alguma coisa muito boa que acontece em nossa vida e que nos faz sentir, talvez naquele instante plenamente felizes. Talvez um pai quando contempla o filho pela primeira vez, a mãe sinta-se plenamente feliz naquele momento, na perspectiva da paternidade, da maternidade, de ver o filho. Aquilo dá uma alegria uma felicidade plena. Mas as vicissitudes, as dificuldades da vida

a mãe sinta-se plenamente feliz naquele momento, na perspectiva da paternidade, da maternidade, de ver o filho. Aquilo dá uma alegria uma felicidade plena. Mas as vicissitudes, as dificuldades da vida trarão momentos e dias difíceis que poderão eh fazer com que inclusive aquela plena felicidade não seja plena naquele momento. E então foi um insucesso. Não conseguiram encontrar alguém plenamente feliz, embora eh aquiados de dinheiro, de status social, né, de riqueza. E eles começaram então a se afastar do castelo e procurar mais distante nas periferias daquele castelo, nas paragens mais longínquas daquele reino. Encontraram pessoas com certa felicidade, mas plenamente feliz não, não encontraram. Eis que então eles já quase que desistindo da procura do homem plenamente feliz, eles viram um um um homem que vestia-se tão somente com uma calça, com os pés descalços, sem camisa, carpindo, eh, arando o chão, trabalhando com a terra de certa forma, e cantarolava de forma intensa, revelando na expressão fisionômica que ele estava bem. Sabe quando se olha para alguém, diz: "Essa pessoa está bem, essa pessoa é feliz". E aquilo chamou a atenção dos emissários do rei e eles prontamente se aproximaram dele e perguntaram: "Você é feliz?" Eu falou: "Muito, mas que tanto eu sou muito feliz. Você se julga um homem plenamente feliz?" Ele respondeu que sim, que ele não tinha nada na vida a que se queixar e que para ele a vida era aventura. A vida para ele era um folgo, era uma alegria, era uma festa interminável. Ele não sentia tristeza em instante nenhum da vida. Imediatamente então disseram a ele: "Então, você vai salvar a vida do nosso rei. Você está disposto a salvar a vida do nosso rei?" E ele respondeu: "Claro, o que que eu posso fazer? Que que eu devo fazer? Você vai nos acompanhar até o castelo." E ele foi. Chegando lá, apresentaram ele para o rei, disseram: "Esse homem aí é o homem plenamente feliz. Buscamos por todo o reino. Difícil encontrar, mas encontramos. Ele é plenamente feliz.

stelo." E ele foi. Chegando lá, apresentaram ele para o rei, disseram: "Esse homem aí é o homem plenamente feliz. Buscamos por todo o reino. Difícil encontrar, mas encontramos. Ele é plenamente feliz. Imediatamente o rei disse: "Então você vai me curar como majestade. Você vai me dar sua camisa para que eu vista." E me disseram que se eu vestir as a camisa de um homem plenamente feliz, eu estarei curado, feliz, realizado, e todo mal que me assola vai desaparecer. Aquele homem, por algum instante olhou para baixo, ficou pensativo, meio que tem frustrar a expectativa do rei e acabou por frustrar, porque ele disse: "Majestade, eu estou disposto a ajudá-lo, mas eu eu não tenho nenhuma camisa. Eu estou sem camisa porque de fato eu não tenho. E aquilo foi impactante porque um homem que não tinha sequer uma camisa para vestir se julgava plenamente feliz. Não estava doente, não estava triste. Pelo contrário, é uma fábula, é uma alegoria. Será que o rei se curou de outra forma? Porque se dependesse daquela simpatia, certamente ele morreu. Não sabemos ao certo. A história não nos revela o final. Nessa mesma linha também eu vi lá do seu Jair, se eu não estou enganado, uma outra história que me permitam narrar aqui rapidamente para que sirva de pano de fundo para as nossas reflexões nessa noite de hoje. Também contava o seu Jair que em uma época recuada havia um homem que morava no alto de um morro, de uma montanha e ele só tinha um pé de maçã lá ao lado de uma casa muito humilde. Ele era extremamente pobre, paérrimo, não possuía nada, tal, talvez parente do homem sem camisa. E ele tinha ao lado da casa uma um pé de maçã, um pé de maçã muito e produtivo, que produzia maçã se o ano todo, o tempo todo, nunca faltava maçã. E a única coisa que lhe servia de alimento eram as maçãs. Então ele todos os dias, em todos os momentos da refeição, vamos imaginar café da manhã, almoço, lanche da tarde, jantal uma ceia para não dormir com estômago roncando. Ele se aproximava da macieira, pegava

ele todos os dias, em todos os momentos da refeição, vamos imaginar café da manhã, almoço, lanche da tarde, jantal uma ceia para não dormir com estômago roncando. Ele se aproximava da macieira, pegava uma maçã, descascava seu com seu cadivete, comia a maçã e corria uma água do alto da montanha e decia para o vale um pequeno riacho. Ele lançava ali as cascas da maçã que ele descascava para se alimentar. Isso aconteceu durante muitos e muitos anos. E eis que um dia ele se viu enfadado, cansado. Ele não aguentava mais comer maçã e pensou: "Eu preciso procurar um outro lugar para viver, porque aqui só tem maçã o tempo todo. Eu não gosto de maçã, não quero mais saber de maçã." E ele então ele desce acompanhando o leito do rio que passava ao lado de sua casa, ia até o vale e ele comia maçã, jogava as cascas na água. E quando ele desce, descendo, chegando na colina, no vale lá embaixo, ele se deparou com uma choupana mais palpérrima do que a dele. A dele já era extremamente pobre, aquela era mais. E ela chamou atenção da pobreza visível daquele lugar. Quando ele se aproxima um pouco mais, ele viu que ali morava um homem tão pobre quanto ele ou mais pobre ainda. E esse homem, para sua surpresa, se alimentava das cascas da maçã que ele descascava lá na sua casa, no alto do morro, e lançava pelas águas. E esse homem não estava reclamando. Pelo contrário, ele agradecia por ter as cascas da maçã para comer. O homem, diante daquela cena que contemplou, ele resolveu voltar para trás, voltou lá para sua casa no alto da montanha e voltou a comer maçãs todos os dias. E se fosse uma uma história de exopo, terminaria dizendo assim: "E viveu feliz para sempre, comendo maçãs". Por que que eu trouxe aqui essas duas histórias, meus irmãos, dentro de um texto ou de um contexto, de uma reflexão sobre o equilíbrio entre o ser e o ter. Primeiro foi para despertar em nós a extrema carência, a extrema necessidade de duas pessoas, de duas pessoas. O primeiro homem que era extremamente feliz, sem ter sequer uma camisa.

re o ser e o ter. Primeiro foi para despertar em nós a extrema carência, a extrema necessidade de duas pessoas, de duas pessoas. O primeiro homem que era extremamente feliz, sem ter sequer uma camisa. Então, entre o C e o T, ele era, embora não tivesse, ele era feliz, embora não tivesse recursos financeiros. No segundo, na segunda historieta, na segunda parábola, o que nós vamos encontrar é o segundo homem que nem maçã tinha para comer, mas se alimentava das cascas daquele que comia as maçãs, então ele não tinha sequer as maçãs. Então ele não tinha, mas era entre o T, ele não tinha, ele era grato por ter aquelas cascas de maçã. Evidentemente que isso é apenas para nos eh instigar a pensar um pouco, porque nós podermos então voltar para casa só com pensamento, só com uma reflexão. O importante é somente a minha condição, o meu ser. O ter não vale absolutamente nada. O ter é descartável. Eu imagino, meus irmãos, que isso não é o que nós aprendemos, nem com o Cristo e nem com o Espiritismo. Isso aí, esse pensamento de que é melhor ser pobre e ser uma pessoa melhor, não é melhor não ser pobre e ser uma pessoa melhor, porque uma coisa não esclia a outra. Esse pensamento de ser pobre, pobre, pobre é um pensamento de dominação, infelizmente implantado na Terra por quem não desejava o bem da humanidade, senão apenas explorá-la. E normalmente aqueles que implantam essa ideologia de precariedade, de pobreza, normalmente eles vivem numa condição melhor. O que que o Espiritismo fala a respeito disso? Não. Primeiro nós temos que entender o que que Jesus fala a respeito do que é importante para o espírito. O que que importa para a alma são os valores duradouros e eternos. Mas condenar o ter seria às vezes privar o ser. Eu quero ser médico. Não é uma boa, não é um bom desejo ser médico para ajudar pessoas, para curar pessoas, para ser última sociedade. Mas para que eu seja, para ser, eu tenho que ter o recurso de pagar a mensalidade da faculdade. Então, não é demonizar o ter, é priorizar o ser e compreender que o

pessoas, para ser última sociedade. Mas para que eu seja, para ser, eu tenho que ter o recurso de pagar a mensalidade da faculdade. Então, não é demonizar o ter, é priorizar o ser e compreender que o ter quando é material, ele é restrito ao necessário para nós vivermos na terra. Mas enquanto vivemos na terra, nós pagamos o preço que a terra cobra. Os espíritos, quando responderam para Kardec no livro dos espíritos, algumas questões sobre esse tema, eles foram muito claros. Eu vou pegar aqui no no celular. A respeito disso. Eu vou ler aqui umas duas ou três questões para nós refletirmos a respeito. No capítulo 5, lei de conservação, questão 711. Kardec perguntou para os espíritos: "O uso dos bens da terra é um direito para todos os homens?" Resposta: Esse direito, então já responderam falando que é, né? É a consequência da necessidade de viver. Não pode impor um dever sem dar o meio de satisfazê-lo. O que é que foi dito a Kardec aqui? Que possuir bens na terra não é problema. O problema é nós vivermos em função dos bens da terra. É ser escravizado pelos bens da terra. É entender que o ter no aspecto material sobreeleva ao ser. E o espírito, ele precisa buscar ser o homem de bem, a pessoa de bem, a mulher de bem da lição desse mesmo evangelho, que descreve com muita clareza o que que o que que se espera de um homem de bem. São virtudes indescritíveis que todos devemos buscar, mas em que condição? Privados do dinheiro ou com o dinheiro? Nem uma coisa e nem outra, porque vamos encontrar homens de bem milionários e pessoas que não merecem o título de homem de bem também milionários. Por outro lado, encontraremos pessoas que merecem o título de homem de bem, de pessoa de bem, com o dinheiro e também sem o dinheiro, privado do recurso financeiro e ainda assim privado de valores morais. Então, a maior indigência, meus irmãos, que pode haver é a da alma. Uma alma indigente, ela é indigente tendo ou não tendo, possuindo ou não possuindo recursos, porque está nela, é intrínseco, está dentro do seu ser essa

ência, meus irmãos, que pode haver é a da alma. Uma alma indigente, ela é indigente tendo ou não tendo, possuindo ou não possuindo recursos, porque está nela, é intrínseco, está dentro do seu ser essa condição de indigência. E Vittor Hugo tem uma fase, uma frase lapidar que ele fala que se é, né, doloroso ver o corpo sucumbir por falta de pão, e é e muito e é indigno para a humanidade que se ocorra, mais doloroso é ver o espírito socumbir por falta de luz. Então, quando fala ter e ser, o ter não precisa ser necessariamente ter bens materiais, mas também ter virtudes. Então, importante para nós que estudamos o espiritismo é compreendermos por que nós estamos na Terra. Nós estamos aqui de passagem, eu fiz a leitura desse capítulo do Evangelho que fala sobre a verdadeira propriedade. O que que é nosso aqui na terra? Aqui na terra, o que que é nosso? Nada. Na terra nada. Ah, então por isso eu devo desprezar os bens da terra. Vai grande diferença entre não ser meu e eu ter consciência disso para que eu também despreze. Porque se eu desprezar os bens da terra, de certa forma eu estou desprezando a própria experiência no corpo. Porque todos nós precisamos dos recursos da terra para viver na terra. E buscá-los não significa renúncia aos bens da alma. Uma coisa não exclui a outra. Essa casa que promove jantares, eh, festival de sorvete, né, Márcia? E o mais o que for necessário para o ter. Ter, ter o recurso para ser luz para as pessoas. Não é distribuir dinheiro lá na porta, mas é poder funcionar para fazer o tratamento espiritual, para receber os irmãos na cabine de passe, para poder ter uma condição de receber as pessoas que vêm até esta casa. Eu tô dando o exemplo desta casa e outras tantas que buscam o ter para ser. É claro que quando você filosofa no dualismo das palavras, se tivesse fazero uma escolha, o evangelho deixou muito claro. É melhor os bens da alma, sem dúvida nenhuma, mas eu não preciso, essa é a ideia que eu pretendo passar ou tentar passar na noite de hoje. Uma

vesse fazero uma escolha, o evangelho deixou muito claro. É melhor os bens da alma, sem dúvida nenhuma, mas eu não preciso, essa é a ideia que eu pretendo passar ou tentar passar na noite de hoje. Uma coisa não exclui a outra. Nós devemos buscar o progresso do ter para ser. Passamos aí por uma epidemia que ceifou milhões de vidas pelo mundo afora e que só foi contida com a vacina, que para que nós pudéssemos ter essa vacina, foi preciso ter tecnologia, ter investidores, ter beneméritos, ter cientistas que são cientistas e que têm o recurso para que esse ser chegue até outras pessoas. E vamos ignorar o benefício do dinheiro colocado à disposição do bem. Não podemos fazer isso em hipótese alguma. Nós não podemos ter aquela ideia de que Deus, essa ideia que às vezes as religiões ao longo dos séculos passou, que a pobreza nos aproxima de Deus. O que nos aproxima de Deus são os nossos sentimentos, tendo ou não tendo dinheiro. Ah, pode se dizer, mas se tiver dinheiro fica mais difícil. Se a prova é maior, o médico também é maior. Então, as provas da pobreza e da riqueza a gente aprende desde criança do Espiritismo. São igualmente difíceis. Mas a questão não é essa, é imaginar Deus nos quer todos andrajosos, pedintes e pobres para sermos dignos dele. Isso não faz o menor sentido. E o Deus que nos criou é o Deus da riqueza profunda. Basta olhar a natureza, a riqueza da fauna e da flora, a riqueza multicolor dos pássaros. A riqueza dos diversos cantos de pássaros, cada um com a sua característica, as flores, as rosas, com matizes diversos, com colorações exuberantes. A quantidade de frutas diferentes que encontramos na natureza, cultivadas ou nativas, todas revelando uma multiplicidade da riqueza incondicional de Deus. Quando olhamos para o universo, para o espaço, e encontramos os diversos tipos de mundos que gravitam no espaço, no universo, das dos bilhões de galáxias que se sustentam no céu por forças que, por mais que a ciência explique, a nossa condição humana tem muita dificuldade de

pos de mundos que gravitam no espaço, no universo, das dos bilhões de galáxias que se sustentam no céu por forças que, por mais que a ciência explique, a nossa condição humana tem muita dificuldade de compreender, evidentemente, mas que estão aí revelando a grandiosidade de Deus. Então, Deus é o Deus da prosperidade da nossa vida. E todo aquele que crê, Jesus falou: "Eu vim para que tenhais vida e vida em abundância." É em todos sentidos. Não é usar Deus para ganhar dinheiro, porque isso aí é um outro problema grave. Esse é gravíssimo. Usar Deus para ganhar dinheiro já é todos os vossos pecados serão perdoados, menos aqueles praticados contra o Espírito Santo de Deus. E isso é outra coisa longe disso, mas é compreender que Deus nos quer pessoas melhores. Deus nos quer vivendo em conforto. Deus nos quer vivendo bem. Deus não quer a nossa dor. Essa visão de que Deus quer a nossa dor, que é o nosso sofrimento, que é a nossa miséria, é um pensamento de dominação, contrário do pensamento de Jesus, que veio para libertar as nossas consciências. E ainda a respeito disso, nós vamos encontrar no livro dos espíritos, porque eu reputo muito importante em toda consideração que alguém fizer na casa espírita, fundamental que ele tá falando no evangelho, principalmente, né, Márcia, no livro dos espíritos, porque tá tendo tanto espiritismo assim diferente por aí, é tanta coisa que nem vou falar. O espiritismo sem Kardec, tudo é bom, tudo é válido, mas quer ser fiel, não tem como pular fora aqui, né? Porque a base é o fundamento que nós recebemos. E aí Kardec pergunta também para os espíritos, já que é possível ter bens materiais, é uma Deus não seria justo se nos colocasse no mundo material e nos privasse do bem material. Deus não faz nada disso. São as nossas nações que fazem. Mas assim, filosoficamente, aí Kardec perguntou, questão 715, como o homem pode conhecer o limite do necessário? A gente tem que viver, não é? Resposta: Aquele que é sensato o conhece pela intuição. Muitos

ssim, filosoficamente, aí Kardec perguntou, questão 715, como o homem pode conhecer o limite do necessário? A gente tem que viver, não é? Resposta: Aquele que é sensato o conhece pela intuição. Muitos o conhecem pela experiência e a própria custa. Necessário. O necessário é o bastante. Agora, o que que é o necessário? Desde que você não lese alguém, isso é muito, né? é muito volátil. O que que é o necessário? O necessário é o bastante. O que que é o supérflo? O superérflo é aquele que você sequer usa e que falta para alguém. Talvez tem outros conceitos e eu acho esse bem pobre, mas é só para a gente poder começar a pensar a respeito disso. Então, o que que seria ruim do ter material? aquele que se concentra exclusivamente no interesse pessoal daquele em que tudo que temos só serve a um propósito, a minha satisfação pessoal exclusivamente. Não é que não possa satisfazer a uma satisfação pessoal ou uma necessidade minha, isso é muito relativo. Bom, tem plano, eu tenho um plano de saúde, você tem um plano de saúde, um paga um valor, outro paga outro valor. Não, mas para quê? tem o susto. Ótimo. Melhor que se não tivesse o susto. Mas quem é que podendo pagar um plano de saúde não vai pagar um plano de saúde? Esse necessário é é violar Deus. Você pagar um plano de saúde, você procurar melhorar a sua condição de vida, a sua casa. Será que Deus se entristece com alguém que prospera? Será que Deus fica na contramão daquele que luta, que persevera, que procura ter uma melhor condição de vida? Será que o progresso não tem todas as nuances no corpo e fora dele, na terra e no mundo espiritual? A proposta do espiritismo é progresso, nunca a custa da dor alheia, evidentemente, senão poderia argumentar, não, então para o meu bem, eu vou lesar alguém. Aí é gravíssimo. Toda ação que lesa terceiros, ainda que me traga, entre aspas, o bem, é um mal em si mesmo. Então é por isso que tem que ter essa intuição do bem que Deus nos dá através do estudo, da compreensão, da leitura, das reflexões que fazemos, da

e me traga, entre aspas, o bem, é um mal em si mesmo. Então é por isso que tem que ter essa intuição do bem que Deus nos dá através do estudo, da compreensão, da leitura, das reflexões que fazemos, da empatia, de se colocar no lugar do outro. Jesus já nos deu o resumo disso. Não fazer o outro que você não quer que faça você. Jesus na sua sabedoria e sabendo que há um instino de conservação muito grande em nós, isso é bom, a gente normalmente não quer o nosso mal. Jesus já pegou, não usou comparação de nada. Não é assim, ó. Faça o bem pro seu próximo igual você vai fazer pra sua mãe. Ontem foi dia das mães, né? Porque tem gente que não gosta da mãe, ou não tem, né? Tem gente que não gosta da mãe. Tem gente que tem que coragar tirar a vida da própria mãe. Então, talvez fosse perigoso. Agora, normalmente, normalmente, a não ser os casos de patologia, nós preservamos a nós próprios. Então, Jesus deu referencial, não faça nada pro outro que você não desejaria que fosse feito a você. Então, esse é o parâmetro. Então, nenhum mal pode justificar a minha prosperidade, mas se a minha prosperidade não implica em violação de direito de outra pessoa, parece que não há nenhum inconveniente disso. As histórias que eu contei no começo são relevantíssimas, importantíssimas para dar um choque de realidade. Para aquele homem, por exemplo, que desceu e viu que um outro se alimentava das cascas da maçã, ele poderia não voltar para continuar comendo maçã. Ele poderia ter continuado a sua jornada para encontrar alimentos além da maçã, porque eles existem. A maçã é só um símbolo. E ele poderia voltar e ajudar aquele homem que só comia as cascas de maçã. Mas ele não precisava se acomodar tão somente comendo maçãs, porque essa é uma vida medíocre, média. Tá bom? Tá bom, né? Às vezes a gente vive essa vida. A vida de Deus é uma vida de riqueza ou é uma vida de mediocridades? Jesus peregrinou pela terra esparramando riqueza. Só que não foi o dinheiro, não foi grana. Mas naquilo que ele se propôs, que é o que ele tinha

s é uma vida de riqueza ou é uma vida de mediocridades? Jesus peregrinou pela terra esparramando riqueza. Só que não foi o dinheiro, não foi grana. Mas naquilo que ele se propôs, que é o que ele tinha para oferecer, ele não ofereceu mais ou menos. Ah, tô aqui mais ou menos para ensinar um pouco de evangelho. Quem sabe vocês prestem atenção. Se não prestar também tá bom, a vida que segue, tá tudo certo. Não foi claro. Quem não é por mim é contra mim. Se eu dizer sim, sim, não, não. Tem que ter atitude. Então, me parece que o que eu quero trazer aqui hoje é a atitude que cada um de nós tem que ter. Ter e ser. ser com atitude, não ser uma pessoa, um arremedo, um desenho de pessoa, de emoção, de ação, de compromisso e também não apenas ter alguma coisa apenas para sobreviver. Até porque quando eu tenho além da minha sobrevivência, eu posso auxiliar alguém que precariamente vive um instante da vida dele. Se cada um de nós apenas quisesse ter o mínimo só para viver, se precisar de ajudar alguém, já não posso porque vai faltar para mim. Então, ter e ser duas faces de uma mesma moeda e ambas são válidas, ambas são possíveis, uma não exclui a outra. É hipótese alguma. Salvo quando você quiser dominar alguém, fica pobre o resto da vida que você vai pro céu. Parece um bom negócio ou um mau negócio. Depende da forma como você encarar. Eu não preciso, volto a dizer, me anular na terra para ter ventura no céu. No céu, entenda-se, mundo espiritual. Lá eu serei aquilo que sou verdadeiramente, aqui e lá. A diferença é o corpo. Nós nos despojamos dele quando chegamos no mundo espiritual. E aí levaremos aquilo que trazemos de dentro de nós, a lição do evangelho. Recomendo a leitura, a verdadeira propriedade, capítulo 16 Evangelho. Esses essas questões do livro dos espíritos, a partir das 710, também recomendo essa leitura porque elas nos fazem compreender esse assunto. Kardec também perguntou na questão 719, é condenável ao homem procurar o seu bem-estar? Kardec sempre curioso, né? Escuta

também recomendo essa leitura porque elas nos fazem compreender esse assunto. Kardec também perguntou na questão 719, é condenável ao homem procurar o seu bem-estar? Kardec sempre curioso, né? Escuta espíritos que me ouvem, que eram muitos, né? Em vários lugares, por vários médiuns. Esse negócio aí do homem procurar o seu bem-estar, o ter de alguma forma, o ter. Isso é condenável? Disseram ele. O bem-estar ele é um desejo natural. Não fosse o desejo do homem de progresso, estaríamos vivendo as cavernas até hoje. Não estaríamos vivendo a vida de tecnologia que vivemos hoje. Não teríamos o conforto que temos hoje. Foi a insatisfação do homem de ter algo mais que fez o progresso, que fez com que o homem saísse das cavernas e chegasse de certa forma até as estrelas. E prosseguem os espíritos. Os abusos são condenáveis. É aquilo que eu falei, é o equilíbrio entre o C e o T. São condenáveis porque contrariam a lei de conservação. O bem estar é condenável se foi adquirido à custa dos outros e se comprometeu o equilíbrio moral e físico do homem. Esse é o problema do equilíbrio entre o T e o C. O ser é uma condição pessoal. É intrínseco. Sou eu. Eu sou. Eu sou. Eu tenho, no sentido real, eu detenho, porque no aspecto material eu detenho. Na plenitude do ser eu posso eu sou, sou bom, sou mau, sou atrasado, sou evoluído. Aí é bem material eu detenho. Então deter não é o problema. O problema é deterízo alheio. É deter para apenas promover o seu bem-estar. E ele para deixar mais claro isso aqui, ele fala sobre as privações. Ah, eu vou fazer privação. Eu vou viver uma vida só de privação, porque isso agrada a Deus. Kardec perguntou na questão seguinte: as privações voluntárias que resultam numa expiação igualmente voluntária tem algum mérito para Deus aos olhos de Deus? Resposta curta. Quanto mais fazeis o bem aos outros, mais mérito tereis. O bem. Então, o que dá mérito é o bem e não a privação. A penitência que faço contra mim, seja ela de que natureza for, representa privação de viver uma vida

zeis o bem aos outros, mais mérito tereis. O bem. Então, o que dá mérito é o bem e não a privação. A penitência que faço contra mim, seja ela de que natureza for, representa privação de viver uma vida plena. E Deus nos criou, meus irmãos, para uma vida plena de inteligência, de trabalho, de oportunidades, de família, de tudo o que possa verdadeiramente colaborar para o nosso crescimento espiritual. Seria até uma ingratidão com Deus se nós nos privássemos do progresso, se nós nos privássemos do trabalho, do estudo que nos faz mudar de ambiente, de patamar, de compreensão, de percepção do mundo. Porque tudo que adquirimos, mesmo os bens materiais, podem nos dar um up, um crescimento e permitir que nós, inclusive auxiliemos outros que precisam naquele momento de uma ajuda externa, que é sempre uma ajuda, né? não é uma solução, porque tudo que é externo é ajuda, tudo que é interno é solução, porque é aquilo que de fato somos. É um tema instigante? Creio que sim. Muita gente vai discordar frontalmente do que eu falei e eu espero que muitos discordem, né, de forma respeitosa, de forma assim, digamos assim, equilibrada, que discordem e tenham as suas ideias. Aqui é uma casa de pensamentos e de reflexões. Ninguém está aqui para ser doutrinado. Estamos para um diálogo. E me parece que é uma fonte de grande diálogo e de grande oportunidade refletir na nossa vida o que somos e o que temos. O que prepondera, o ser ou o ter. Parece que ambos são importantes, desde que nós possamos ter compreensão do que verdadeiramente somos e de que aquilo que materialmente temos e trocar o ter por deter, porque esse é o verbo. Nós não temos, detemos e de fato somos aquilo que vivemos, aquilo que plantamos através das nossas ações, dos nossos pensamentos. Que Jesus, no seu misericordioso amor, nos envolva e nos proteja hoje e sempre. Agradecemos muito ao Eber, as colocações trazidas à luz da doutrina espírita. Você que nos assiste pelas redes sociais, que Deus te abençoe, te envolva em muita paz, coloca a sua água aí para

sempre. Agradecemos muito ao Eber, as colocações trazidas à luz da doutrina espírita. Você que nos assiste pelas redes sociais, que Deus te abençoe, te envolva em muita paz, coloca a sua água aí para fluidificar. Vamos passar a transmissão dos passos. Você também está estará recebendo e os nossos companheiros em condição de transmiti-lo que se posicionem, por favor. Lembrando que o passe é uma transmissão de energia, todas as pessoas estão recebendo. É importante que estejamos sintonizados com a espiritualidade amiga, daí a importância da música, da harmonização no início do nosso trabalho e que descruzem braços e pernas. Isso não é um ritual somente para as energias fluírem melhor. A melhor oração é o amor. A melhor oração é o amor. Tu precisas orar, mas tu deves lembrar que a melhor oração é o amor. Caridade é também oração, gentileza, auxílio e perdão. São as preces sublimes do teu coração. gentileza, auxílio e perdão. Jesus nos envolva todos em muita paz. Ten uma boa noite, nossos companheiros médios, por favor, nas cabines. E nós queremos lembrar que domingo próximo vamos ter o bazar lá no Luzes do Evangelho, que é uma das nossas casas que fica no Parque Santa Cruz. E eles estão precisando de mão de obra lá. por tantas pessoas que puderem ser voluntários para ajudar as tias lá no bazar. E o nosso sabador passou para o período da manhã, ele começa às 10 da manhã e vai até às 11:30. No mais, tem uma boa noite e até amanhã. Muito obrigada. Ah.

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