Devemos ajudar aqueles que merecem ou aqueles que precisam? Heber Carlos

Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML 14/10/2025 (há 7 meses) 43:57 186 visualizações

Devemos ajudar aqueles que merecem ou aqueles que precisam? Heber Carlos

Transcrição

Olhos cristalinos azuis da cor do céu. tão branquinha qual papai Noel ilumina seus irmãos na terra no sofrer, no Sorri chorar. Olhos cristalinos azuis da cor do céu. Barba tão branquinha. Qual papai Noelina seus irmãos na terra no sofrer, no sorrir, no chorar. Menes, apóstolo do bem, receba as nossas preces e o coração também. Mezerra de Menes apóstolo da luz, depõe as nossas dores aos pés. de Jesus. E assim sintonizados com Dr. Bezerra de Menezes, que estamos evocando por meio da música, vamos por intermédio dele glorificar a Deus, louvar o seu nome e agradecer pelas bênçãos que temos recebido, pela bendita oportunidade da vida, da reencarnação, do conhecimento da doutrina espírita, a bênção do grupo espírita mensageiros da luz nas nossas vidas, por este instante de oração, por todos que nos encontramos reunidos. Agradeçamos pela pátria, família, amigos, companheiros da Ideal, trabalho que nos dignifica a vida, saúde às vezes relativa o dia de hoje. E ao lado do louvor e do agradecimento, com muita humildade, continuemos, continuemos buscando a presença morável de Dr. Bezerra de Menezes, para suplicar a ele que por acréscimo de misericórdia interceda por nós jor nosso mestre Jesus, para que ele nos fortaleça na sabedoria, na humildade e na fé, concedendo-nos saúde e paz, nos fazendo espíritos divulgadores da doutrina pela nossa ação, pelo amor que tivemos nos nossos corações. Nós pedimos para os aflitos da terra, pelas condições climáticas, por toda a violência, para os enfermos, os que não conseguiram atendimento médico, medicamento, outros que, embora socorridos, passam por grandes agonias, aflições e dores para os trabalhadores da área da saúde. Nós vamos também irradiar para o Brasil, para o povo brasileiro, que somos todos nós, pedindo a Ismael que nos conceda a esperança, a dignidade da vida através do trabalho, da alimentação, da habitação, da assistência à saúde, da educação, da segurança dignas. Que as nossas autoridades se fortaleçam na sabedoria, na humildade, na compaixão para com a

através do trabalho, da alimentação, da habitação, da assistência à saúde, da educação, da segurança dignas. Que as nossas autoridades se fortaleçam na sabedoria, na humildade, na compaixão para com a população, o respeito às leis, a responsabilidade administrativa, a importância de darem bons exemplos. Nós vamos pedir também para o movimento espírita que as nossas lideranças se fortaleçam na sabedoria, na humildade, no sentimento de união e unificação do movimento, abençoando cada dirigente, trabalhador, frequentador de casa espírita nesse nosso imenso Brasil, nos dois planos da vida, as nossas federativas, a Federação Espírita Brasileira, o Conselho Espírita Internacional, a Federação Espírita do Estado de Goiás, a sua diretoria executiva, o nosso congresso do ano de 2026, o grupo espírita mensageiros da luz com todas as nossas unidades em frentes de trabalho. Nós vamos também pedir para os nossos lares, lares enlutados com pessoas enfermas, cirurgiadas, hospitalizadas, para aquelas vitimadas pela depressão, pânico, obsessão, fascinação, droga de são, alcoolismo, vícios morais, encarcerados, desempregados, endividados, qualquer que seja a aflição da nossa casa, nós estamos pedindo misericórdia. Bços pedimos para as nossas crianças e jovens. Conceda a todos eles amor à vida, preservando as suas vidas com dignidade através do estudo, do trabalho, da religião, livrando os vícios, da preguiça, das ciladas, dos desequilíbrios, fazendo desses jovens servidores da sociedade, espíritos entristecidos, aflitos, enfermos, que estiverem nossos lares, levando desassossego, a tristeza, o sentimento de solidão, os que aqui vieram, qualquer lugar que estiverem, todos possam ser atendidos. esclarecidos e encaminhados às colônias espirituais. Aquela pessoa que você está se lembrando dela, que Deus a abençoe, que a envolvem muita paz. Você que nos honra com a presença, nos assistindo pelas redes sociais, nossa gratidão. Estamos transmitindo da sede do grupo espírita mensageiros da

dela, que Deus a abençoe, que a envolvem muita paz. Você que nos honra com a presença, nos assistindo pelas redes sociais, nossa gratidão. Estamos transmitindo da sede do grupo espírita mensageiros da luz e todos que que nos encontramos, que Deus nos abençoe, nos envolva em muita paz. Com esses pedidos, agradecimentos, louvor, nós passamos a palavra ao Éber, que mais uma vez traz a sua colaboração muito valiosa, nos auxiliando na interpretação do evangelho de Jesus. Muito bem-vindo. Que Deus te abençoe. Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 24 e tem 11 e 12. Não são os que gozam saúde, que precisam médico. Estando Jesus à mesa em casa desse homem, Mateus, vieram aí ter muitos publicanos e gente de má vida, que se puseram à mesa com Jesus e seus discípulos, o que fez que os fariseus, notando-os, dissessem aos discípulos: "Como é que o vosso mestre come com publicanos e pessoas de uma vida?" Tendo os ouvido, disse-lhes Jesus: "Não são os que gozam saúde, que precisam de médico". Mateus 9:10 a 12. Jesus se acercava principalmente dos pobres e dos deserdados, porque são os que mais necessitam de consolações, dos cegos, dóceis e de boa fé, porque pedem se lhes dê a vista, e não dos orgulhosos que julgam possuir toda a luz e de nada precisar. Prezados irmãos e irmãs compensid espírita, que a paz do Senhor Jesus continue nos envolvendo a todos nesta noite em que estamos aqui mais uma vez nesta casa de oração, nesse ponto de luz, nesse pronto socorro espiritual que é a casa espírita, nesse lugar de esclarecimento, acima de tudo, que faz com que nós cada vez mais nos tornemos conscientes das nossas limitações, das nossas responsabilidades, daquilo que nos cabe fazer na vida, tanto no corpo quanto fora dele. O que aprendemos aqui é de um valor inestimável. O conhecimento que nos é dado conhecer numa casa espírita é extraordinário. Nenhuma vaidade, nenhum orgulho, nenhuma superioridade por estarmos aqui, mas a gratidão e sobretudo a responsabilidade por aquilo que aprendemos.

é dado conhecer numa casa espírita é extraordinário. Nenhuma vaidade, nenhum orgulho, nenhuma superioridade por estarmos aqui, mas a gratidão e sobretudo a responsabilidade por aquilo que aprendemos. Porque se nos é dado tanto conhecimento, tanto ensinamento, certamente que desperta em nós uma responsabilidade maior ainda, porque é do Cristo a afirmação de que muitos pedirá aquele que muito recebeu. E sem dúvida que nós temos recebido muito ao longo dos anos na casa espírita, através de mensagens, através de palestras, de orações, através de reflexões, de cursos e tratamento, enfim, eh, de água fluidificada. É uma infinidade de bênçãos que recebemos aqui. Somos gratos a Deus, primeiramente, a Jesus, que está aqui na nossa retaguarda diante de vocês todos, trazendo para nós uma oportunidade renovada a cada reunião pública que participamos. Eh, na a ideia hoje aqui sempre é trazer uma reflexão dentro do evangelho com alguma frase que procure impactar a cada um de nós que viemos a esta casa buscar alguma forma de conhecimento, de orientação. Então, na verdade aqui o que o expositor traz nesses 30 minutos é é muito pouco, na verdade, diante de um tema às vezes vasto e da limitação do tempo, mas é um despertamento, é um é um chamamento para uma reflexão que o expositor na casa espírita tenta trazer. E hoje aqui assim o o título de certa forma instigante, eu imagino, pelo menos foi essa a minha proposta, é o seguinte: devemos ajudar aos que merecem ou aos que precisam, né? Então essa é a nossa reflexão na noite de hoje. Nós devemos ajudar aos que merecem ou aos que precisam, porque nós eh somos pessoas que ajudamos muito pouco ainda. Tudo que é bom a gente ainda é pouco, né? Todos tudo que tem virtude, a gente ainda é precário, natural. Nós temos muita teoria de virtudes já, inclusive, porque não tem como não ter. Quem fica na casa espírita por algum tempo, quem lê as obras espíritas por algum tempo, ele não pode mais alegar a ignorância teórica a respeito dos verdadeiros valores da

porque não tem como não ter. Quem fica na casa espírita por algum tempo, quem lê as obras espíritas por algum tempo, ele não pode mais alegar a ignorância teórica a respeito dos verdadeiros valores da vida. Teoricamente, nós estamos bem encaminhados, eu diria. O que nos falta é a capacidade de interiorizar tudo o que lemos, tudo que conhecemos. Nós ainda não vivenciamos tudo que sabemos, né? Se vivenciássemos tudo o que sabemos, nós estaríamos numa posição espiritual muito melhor. Acontece que isso faz parte de um processo natural, evolutivo, que todos estamos inseridos. Certamente que hoje devemos estar ainda que minimamente melhores do que ontem e amanhã melhores do que hoje. Esse é é o é é o ciclo da evolução que o espiritismo nos ensina. É um processo evolutivo. Então nós temos muita teoria de coisas boas e de virtudes, mas vivê-las plenamente é outra coisa. Então esse é o ponto que nós devemos estar focados. Então, quando se fala de ajuda, nós eh ainda quando vamos ajudar, nós carregamos em nós ainda muitas inferioridades. Nós carregamos muitas falhas até quando vamos ajudar. Daí a proposta do tema ser: devemos ajudar aos que merecem ou aos que precisam? Porque é muito comum quando nós nos propomos a ajudar alguém, a gente fazer esse tipo de pergunta, mas ele merece. Ele merece a ajuda. E aí eu vou ter que fazer um julgamento. Eu já começo ajudando, cometendo um equívoco, que é o de julgar. Não nos é dado julgarmos o nosso semelhante. Não nos foi dado por Jesus essa faculdade, esse direito. Nós só temos autoridade sobre nós. Nós só podemos e devemos julgar a nós próprios. E Deus já fez isso de uma forma perfeita quando escreveu na nossa consciência a sua própria lei. Essa é uma resposta dada aos espíritos por Kardec, que a lei de Deus está escrita na consciência do homem, da pessoa, ser humano. Cada um de nós tem essa lei escrita lá e nos é dado, então, esse direito de julgarmos a nós próprios e a ninguém mais. Até porque Jesus nos advertiu várias vezes a respeito disso. Nos falou que a nossa

ada um de nós tem essa lei escrita lá e nos é dado, então, esse direito de julgarmos a nós próprios e a ninguém mais. Até porque Jesus nos advertiu várias vezes a respeito disso. Nos falou que a nossa preocupação tem que ser com a nossa conduta e não com a conduta do outro do não ver o cisco no olho do próximo enquanto a trava está sobre os nossos olhos. Eh, Jesus gostava de umas alegorias fenomenais, né? Não tem como não entender isso, né? É uma metáfora, uma comparação perfeita que ele fazia para mim ver o cisco. O cisco é uma coisa pequena, ínfima, insignificante, quase invisível. Ver dentro do olho de alguém, quer dizer, olhar no olho da pessoa e ver que ele tem lá um pequeno cisco. Segundo o Cristo, enquanto uma trava, uma madeira, um pedaço grande de madeira está sobre os nossos olhos. Na verdade, seria até impossível, se nós prestássemos um pouco mais atenção, de nós vermos algo que está de lá da trave, está sobre os nossos olhos. Ou seja, defeitos, inferioridades, todos temos e nós escondemos as nossas inferioridades e imperfeições para dar destaque às inferioridades e imperfeições dos outros. Então, quando eu penso em ajudar alguém e indago, ainda que mentalmente, ainda que não pergunte a ele nem a ninguém, pergunte a mim mesmo em silêncio, sem pronunciar palavras, mas no meu íntimo pensando, ele merece a ajuda? Será que ele é merecedor? Parece-nos que o que o Cristo nos ensinou, aquilo que é reverberado, repetido pelo Espiritismo, é que não se busca merecimento na pessoa para receber uma ajuda e sim a necessidade. Então, nós já podemos começar a nossa reflexão e já definindo perante o Cristo e perante o Espiritismo que, de fato, deveríamos ajudar quem precisa ser ajudado. É a necessidade que deve ser o motivador da nossa atitude, da nossa ação, a necessidade daquele que precisa ser ajudado de qualquer maneira que nós possamos imaginar a ajuda. Porque a ajuda ela tem várias faces, não é apenas material como normalmente nós enxergamos. Tudo que é material a

daquele que precisa ser ajudado de qualquer maneira que nós possamos imaginar a ajuda. Porque a ajuda ela tem várias faces, não é apenas material como normalmente nós enxergamos. Tudo que é material a gente enxerga melhor, porque estamos num corpo material, estamos num mundo material, estamos numa dimensão grosseira, densa, pesada, que é a Terra. Então tudo aqui é muito material, é tudo muito denso. É natural que a gente materialize conceitos, é natural que a gente materialize preceitos. Tudo a gente faz uma comparação. O Cristo, sabendo disso, fez a alegoria. O cisco no olho do próximo e a trava no nosso olho. É um conceito material. Aí por trás desse conceito material de um cisco, de um grão e de um pedaço enorme de madeira, veio o que ele quisia dizer. O defeito do outro às vezes é menor do que o teu. Você vê o dele, não vê o seu. Então, se eu for ajudar alguém e primeiro julgá-lo, eu já estou contrariando aquilo que Jesus nos trouxe como regra de conduta, de sermos benevolentes para com o próximo e rigorosos para conosco mesmo. Então, não existe merecimento. O espiritismo não prega o merecimento. Então, não devo ajudar quem merece. Uma coisa é mérito. Isso é algo do espiritismo. O espiritismo está alicerçado sobre o mérito. Só que esse mérito é o mérito meu para comigo mesmo, das minhas ações e não um critério para ajudar. São coisas diferentes. O mérito existe perfeitamente. Tanto ele existe que se não fosse pelo mérito, não haveria justiça na reencarnação. Que o mérito ele nada mais é do que a consequência das minhas ações. Merecer ou não significa a minha conduta diante da vida. Então, pelo mérito, a minha evolução espiritual se processa. Isso é perfeito. Então, a meritocracia é um critério espírita, sim, mas não é para o outro ser ajudado. É para que eu possa ser responsável pelas minhas ações, para que eu responda pelos meus atos, para que eu não terceirize os meus erros, as minhas derrotas, os meus fracassos, como normalmente fazemos. Culpamos a todos e a tudo, menos a nós.

s minhas ações, para que eu responda pelos meus atos, para que eu não terceirize os meus erros, as minhas derrotas, os meus fracassos, como normalmente fazemos. Culpamos a todos e a tudo, menos a nós. E nem gosto de usar a palavra culpa, mas responsabilizamos outrem e não a nós. O que cada um faz da sua vida é responsabilidade pessoal. Mas a questão aqui é, eu não vou fazer essa leitura para ajudar alguém, porque se eu faço isso, eu deixo de ajudar ao que precisa para tentar definir um critério de merecimento. Ademais, que autoridade tenho eu para saber do merecimento daquela pessoa? Uma pessoa está com fome, fato. Aí eu pergunto, ela merece comer? Não, ela precisa comer. Não se trata de merecer. Alguém está enfermo, ele merece um remédio, ele merece um tratamento, ele merece um hospital. Não, ele precisa de um tratamento, de um remédio, de um médico e de um hospital. Então, esse é o papel do cristão e do espírita diante de quem precisa. Ah, mas ele não é a pessoa boa. Se não é de verdade, isso não é problema meu. Isso é problema dele. Ele que resolve esse problema dele com a ruindade dele para lá. Eu apenas não posso ser tão ruim ao ponto de vê-lo padecer e dizer: "Não, você merece. Você tá cumprindo aquilo que você realmente merece." Parece até justo, né? E é para ele, não para mim. Não sou eu que vou dizer isso. Não cabe a mim julgar. E Jesus em inúmeras passagens ele nos revelou isso. Quando ele cura o cego Bartimeu, que estava ali sentado no a margem do caminho e clama: "Filho de Davi, filho de Davi". E Jesus então resolve, manda ele se aproximar. Ele joga a capa que ele trazia consigo no chão, abandonou, que aliás era uma capa que os pedintes usavam, era uma espécie de autorização para pedir esmola. Ele abriu mão daquilo, não quero mais. Um cego, ele percebeu a luz que clamou pelo seu nome, foi em direção à luz. E a luz pergunta, o que você quer que eu faça? Eu quero ver. Então vai ver se é o que você deseja. Então Jesus não falou, você não merece. Você não é

uz que clamou pelo seu nome, foi em direção à luz. E a luz pergunta, o que você quer que eu faça? Eu quero ver. Então vai ver se é o que você deseja. Então Jesus não falou, você não merece. Você não é digno, você não merece ser ajudado. Certo? Para a perspectiva espírita que a pessoa que veio com aquela limitação visual de nascença, provavelmente tem alguns karmas, alguns compromissos, todos nós os temos em maior ou menor grau. Nenhum de nós que reencarnamos na terra, que chegamos, tipo assim, que que eu vim fazer aqui? Esse mundo aqui tá meio pesado. Eu não mereço isso. É outra coisa que a gente faz, né? Eu não mereço coisas ruins, mas o outro não merece ajudado porque é ruim. Então assim, a gente ainda não entendeu muito como funciona esse mecanismo para o outro rigor, para minha clemência. A clemência deve ser para todos. Então, quando Jesus restitui a visão àquele homem, aquele cego, certamente ele restituiu a visão a um cego. O que que um cego precisa? Enxergar. Não se trata de perguntar se ele merecia enxergar ou não. Isso é uma questão dele. E, por certo, ele já merecia também. Jesus foi um instrumento para que ele recebesse não o que ele merecia, mas o que ele precisava. do que ele clamava. E ele clamava por voltar a enxergar. Enxergar é tão bom quantas pessoas vivem sem enxergar, mas também vivem. Mas certamente não é uma escolha que se faz aqui agora. Se puder escolher, todos queremos enxergar. Aliás, se pudermos escolher, todos queremos ser saudáveis. Perfeitamente saudáveis, em nenhum problema, nem pressão alta, nem diabetes, nada. Para não falar outras enfermidades. Isso não é ruim. Ninguém deve desejar o seu próprio mal. A doença não deve ser cultuada, adorada, não. A doença é uma consequência das ações impensadas do espírito, que cria uma atmosfera ruim no seu próprio eu, que passa para o perespírito, que passa para o corpo. E aí nós colhemos o que semeamos naturalmente. Mas também não precisamos desejar dor, sofrimento ou doenças, não. Então Jesus deu aquele homem não o que

ssa para o perespírito, que passa para o corpo. E aí nós colhemos o que semeamos naturalmente. Mas também não precisamos desejar dor, sofrimento ou doenças, não. Então Jesus deu aquele homem não o que ele merecia. Não perguntou: "Mas você merece? não perguntou isso a ele. Ele perguntou: "O que que você quer?" "Eu quero enxergar natural." "Pois então enxergue, né?" E ele fez ali o que lhe cabia fazer como um espírito de extrema pureza, como é o Cristo, como era o Cristo. E a visão foi restituída como que num passe de mágica, né? Não é exatamente um passe de mágica, porque mágicas no mundo todas são truques, tudo é ilusionismo. Nenhum mágico faz outra coisa senão ilusionismo. Bem feito, bem treinado. Um mágico, ilusionista bem treinado, faz coisa que a gente fica assim: "Ah, que que esse cara fez aí?" E ele faz. Mas aquilo não é real. Aquilo nada mais é do que uma técnica, é um jogo de imagens, de sombra, ilusionismo, de distrazir sua atenção para uma mão dele, né? na outra mão, ele solta uma carta, faz coisas simples até desaparecer um avião, desaparecer uma um objeto enorme, como um Boing, como já teve na televisão aí, a Estátua da Liberdade. Então, o Cristo não era um mágico qualquer vulgar, ele não fez um truque de mágica. Ali foram energias manipuladas por um ser capaz de fazer e de acessar essas energias e num processo instantâneo fazer uma cura. Isso é apenas manifestação de leis naturais e ele deu o que aquele homem precisava. A parábola do bom samaritano para nós também é um outro ensino de Jesus a respeito de ajudar não os que merecem, mas os que precisam. Todos nós sabemos praticamente de cores e salteado a parábola do bom samaritano, que um homem descia pela estrada e foi tomado por assaltantes, por ladrões que o espancaram severamente, deixaram quebrado, machucado, caído na margem do caminho. De maneira que naquele instante ele precisava de ajuda. Não se indaga se ele merecia ser ajudado. E Jesus colocou depois de passar o sacerdote, um levita, que eram pessoas

caído na margem do caminho. De maneira que naquele instante ele precisava de ajuda. Não se indaga se ele merecia ser ajudado. E Jesus colocou depois de passar o sacerdote, um levita, que eram pessoas que deveriam ajudar. Jesus era terrível, né? Ele pegava todo mundo que devia ser bom e falava: "Devia ser, mas é só casca". Não é não. O sacerdote não ajudou, o levita não ajudou. Aí Jesus pega um samaritano que era odiado pelos judeus. Oiado. Eles detestava. Detestava. É igual o Brasil com Argentina, Argentina e Brasil no futebol. Eles não se não se toleram. Eles detestavam. E aí Jesus para ensinar quem era o próximo que ele conta essa parábola. E aí o samaritano que era aquele que não, puxa e qualquer um menos ele vai pôr virtude nesse cara. Jesus pôs de propósito, só para causar e causou. Ele falou: "Ó, aí vem um samaritano, vê o homem, não, não tem pergunta para ele, ajuda, pega, leva para uma estalagem, paga o estalajadeiro por algumas despesas que teria. diz que voltaria dar alguns dias, que gastasse mais, ele pagaria. E no final pergunta: "Quem te parece o mais próximo?" Porque perguntou: "Jes quem quem é o meu próximo?" Aquelas perguntinhas assim, né? Que o pessoal fazia para Jesus só para perguntar, não sabendo que tava perguntando. Então ele conta a história. Ó, o próximo é esse. Quem que é? Eu não vou responder não. Vou te contar uma história. Você responde no final, olha, quem ajudou ele, o homem. Então, vai e faço o mesmo. Então, naquele momento, pode ler e reler essa parábola. Em nenhum momento o samaritano perguntou quem era aquele homem, por que que ele foi assaltado? Se trouxeram para hoje, você vê um motoqueiro se atropelado, você chega e fala assim: "Mas tá correndo, avançou o sinal?" motoqueiro é a si mesmo, não respeita as leis de trânsito, às vezes até ajuda, mas primeiro fala essa tanto de, quer dizer, para ver o merecimento. Será que ele merece ser ajudado? A dor de quem merece ou de quem não merece é diferente? A necessidade de quem merece, de quem

uda, mas primeiro fala essa tanto de, quer dizer, para ver o merecimento. Será que ele merece ser ajudado? A dor de quem merece ou de quem não merece é diferente? A necessidade de quem merece, de quem não merece, é diferente? Não, mas esse cara é ruim. Problema dele, vou dizer de novo. O problema dele às vezes é ruim mesmo. Às vezes é ruim. Às vezes você corre ruío de ajudar e amanhã te assaltar. Pode acontecer. Ninguém aqui está aqui para dizer o contrário. Ninguém aqui tem essa ingenuidade. Mas a questão é ser disponível para ajudar das mais variadas formas. E ajudar alguém não significa ficar amiguinho dele também, não. O samaritano da parábola não ficou amiguinho do homem que estava caído. Não levou nem pra casa dele. Levou para onde? para uma estalagem, tá certo? Nossa casa, lugar sagrado, a gente não vai levando todo mundo para dentro da nossa casa, não. Não é todo mundo que é digno da nossa confiança, não. Aí já é prudência. Você pode ser uma pessoa de bom coração e ao mesmo tempo prudente. A pessoa que você tá ajudando, ela pode te desferir um golpe, ela tá transtornada. Talvez você tem que ajudar de uma forma que você ajuda sem se colocar em risco. Não precisa. É perfeitamente possível fazer isso. Às vezes quando numa situação de um ataque de fúria, numa psiquiatria já sente que atuar a pessoa ela é imobilizada. Porque se deixar ela sentar imobilizada é primeiro que ela não se rende a necessário, ao necessário tratamento. Ainda pode agredir quem vai ajudar. Nem por isso eu vou parar de ajudar, porque ela precisa. Se eu fosse pensar em merecimento, essa pessoa é uma pessoa transtornada, agressiva. Talvez seja, não é problema meu de novo. Vou falar é problema dela. Então o samaritano fez o que tinha que fazer. Ajudou quem estava precisando, alguém que ele não conhecia, que ele não sabia o nome, que ele não sabia onde morava e nem por passou por aquilo. Ele poderia, né? Porque quem contou a história foi o Cristo. O Cristo criou a história. Ele sabia que aquele era um

que ele não sabia o nome, que ele não sabia onde morava e nem por passou por aquilo. Ele poderia, né? Porque quem contou a história foi o Cristo. O Cristo criou a história. Ele sabia que aquele era um homem que simplesmente estava caminhando e foi assaltado. Mas aquele homem samaritano que chega ali, ele não sabia disso. Ele viu um homem ensanguentado, caído, machucado e ferido à margem do caminho. Ele poderia ser um malfeitor. Poderia ser ele um ladrão que lutou contra alguém para tentar roubar, não conseguiu e apanhou. poderia perfeitamente. Aquele homem samaritano não sabia. É apenas uma alegoria que o Cristo usou para mostrar que as pessoas devem ser ajudadas nos seus momentos de necessidade e não nos seus momentos de merecimento. O sol brilha para todos nós aqui na terra. Sobre bons e maus, justos e injustos. O sol se abre. Se vem uma tempestade, ela vem democraticamente para todos. Se vem um tufão, um furacão, um maremoto, um vulcão, tudo vem para todos que estão naquela região naquele momento. Os mais pobres, os mais ricos, os mais privilegiados, os mais sofredores, todos. Porque isso é um sentimento de de igualdade. As coisas vêm, todo mundo precisa de chuva, precisa de sol, precisa de calor, precisa de tudo. Tudo que acontece na natureza é necessário para nós. Faz parte de um processo, de um equilíbrio. A gente entende pouco isso. A gente quer assim, se possível, regular a temperatura do mundo. Hoje tá muito quente, tá muito frio, vamos esquentar. Como se tivesse essa possibilidade, né? sempre o nosso querer, o nosso eu, as nossas idiossincrasias, as nossas vontades mais assim absurdas. Talvez naquele momento, Jesus mostrou que quem precisa ser ajudado é quem precisa de ajuda. Mais uma vez Jesus nos deu esse ensinamento. O Espiritismo segue o Cristo, tem o Cristo como referência. Tem obras e obras que referendam o que Jesus falou de que você precisa ser útil para quem precisa. daquela utilidade naquele momento. E essa utilidade, ela pode ser uma atenção,

risto como referência. Tem obras e obras que referendam o que Jesus falou de que você precisa ser útil para quem precisa. daquela utilidade naquele momento. E essa utilidade, ela pode ser uma atenção, uma conversa, uma escuta. Talvez não é nem falar, é apenas ouvir, porque o que aquela pessoa precisa naquele momento é ser ouvida. E talvez só de ser ouvida, ela já se sente melhor. Eu nem preciso falar muito. Ouvir já é um gesto de ajuda e muitas vezes fundamental, necessária, imprescindível para que a pessoa até não cometa um desatino naquele instante, atentando contra a sua própria vida, que é o desatino máximo de desespero, ou fazer qualquer outra coisa que vá trazer consequências negativas para ela. em outros momentos é o pão mesmo, é o alimento, é o remédio, é ajudar, é pagar um pouco mais para o profissional que te atendeu. Isso é uma forma de ajudar também quem às vezes está precisando. Não é pagar o mínimo. Se você pode pagar o mínimo e dar um pouco mais, porque sabe que a pessoa está precisando, não quer saber se ela merece, está precisando. Isso é da nossa natureza, né? Gente que sempre quer assim, contrata um pedreiro e cobra 1000, você quer dar 300, se possível. O egoísmo nos governa onde nós vivemos aqui nessa terra. Infelizmente não tem aquelas cobrou 1000, vou dar 1200. Ah, mas não tem os 1200, tudo bem, mas às vezes tem e só nega e não dá e não ajuda. Por quê? não fez o obrigação dele, não. A generosidade. Deus nos dá não só o necessário, não. Deus nos dá muito. Deus nos dá demais, não é só o mínimo. E ele não pergunta se nós merecemos. Ah, mas eu tô sofrendo. Isso aí já é problema seu. Já não é de Deus mais. Não foi Deus que te fez sofrer. Deus não faz ninguém sofrer. O que Deus dá é essa aqui. É atmosfera, oxigênio. Ó que beleza. Tá aí, ó. Pagando quanto para respirar? Por enquanto nada. Espero que continue assim de graça veio de Deus. Quando Jesus é visto por Zaqueu, o cobrador de impostos, odiado também pelos seus patrícios, porque foi escolhido pelo

ara respirar? Por enquanto nada. Espero que continue assim de graça veio de Deus. Quando Jesus é visto por Zaqueu, o cobrador de impostos, odiado também pelos seus patrícios, porque foi escolhido pelo próprio governo romano que explorava aquela região da Palestina, que governava, que colonizava e escolhia um alguém do próprio povo para cobrar imposto dos seus iguais, dos seus irmãos, era o publicano. Zaqueu, no momento em que subiu numa árvore para ver Jesus, que passava ali, ele tinha um sonho de conhecer Jesus. E Jesus percebe Zaqueu, fala: "Ô, Zaqueu, desce dessa árvore aí, vou jantar na sua casa hoje". Que emoção para Zaqueu, imagino eu, né? Ele queria apenas que Jesus olhasse para ele. Queria ver Jesus, aliás, não precisava nem Jesus olhar para ele. Conta a Bíblia que ele era um homem de baixa estatura, tinha dificuldade, não conseguia. Seu Jair contava essa história com muita ênfase, lembra das aí, ô me põe nas costas. Aí Zaquu pediu para um soldado lá, para um homem maior do que ele, falou, falou: "Eu sou cavalgou, sou uma cavalgadura imunda para te carregar nas costas. Afasta de mim". Nem sei se teve isso, mas eu já contava, era bacana, impressionava todo mundo. O fato é que Zaqueu queria porque queria ver, seja subindo nas costas de alguém, seja subindo numa árvore, ele subiu na árvore. Então Jesus percebe a presença dele. E naquele momento Jesus deu para Zaqueu o que ele queria e não o que ele merecia, o que ele precisava. Que que Zaquel precisava? Da atenção do Cristo. Jesus percebeu e ele tinha muitos defeitos, certamente, como todos nós temos. E quando Jesus fala que ele ia jantar na casa dele, aquilo foi algo assim surreal. Como que é isso? Ele vai jantar na minha casa. E ele chocou também Jesus, todas as pessoas que estavam ali, porque elas também fizeram o mesmo julgamento que nós fazemos. Mas ele não merece. Se esquecendo de perguntar, mas será que ele não precisa que Jesus vá até a sua casa e jante lá? Se ele é tão ruim assim, como dizem? Então ele é o que mais precisa dessa

fazemos. Mas ele não merece. Se esquecendo de perguntar, mas será que ele não precisa que Jesus vá até a sua casa e jante lá? Se ele é tão ruim assim, como dizem? Então ele é o que mais precisa dessa atenção de Jesus. Ninguém mais do que ele precisa nesse momento. E Jesus cumpriu, foi, Zaqueu foi apressado, orientou a família, dona, a mulher para o máximo melhor comida, melhor jantar, recebeu Jesus. E a partir dali conta, né, o Novo Testamento que ele fez uma proposta de regeneração, de conduta, de personalidade, de caráter, de ser uma nova pessoa, uma proposta espírita, que o verdadeiro espírito é reconhecido pela transformação da moral que ele faz, as os esforços que ele, o esforço que ele usa para domar suas inclinações perversas, ruins. Ia fez a mesma coisa 2000 anos antes do do espiritismo surgir, porque ele fez uma proposta de mudança de vida. Por quê? Porque ele recebeu o que ele precisava, a atenção da luz do mundo, que é o Cristo. E falou: "Ó, se alguém eu, se eu lesei alguém, eu quero restituir duas, três, quatro, cinco vezes. Eu quero indenizar. pode se apresentar a mim que eu quero devolver em dobro, em triplo, porque ele sentiu aquela luz que entrou na vida dele naquele momento. Era uma luz extraordinária, era a luz do Cristo. E a lição que foi lida hoje é exatamente essa narrativa que nós encontramos aqui em Mateus. Jesus estando à mesa na casa desse homem, o próprio Mateus, aí vieram aí ter muitos publicanos e gente má vida. Sentaram com ele. Publicano também, né? Sempre usado como coisa ruim na Bíblia, cobrador de impostos, o publicano e pessoas de má vida. Aí vamos conceituar o que que é má vida, né? Aí vamos ficar aqui a noite toda para chegar um conceito que que é uma má vida. Primeiro que só existe coisa boa no mundo. Até o que se parece ruim é bom, porque tudo veio de Deus. Ou cremos em Deus, ou não cremos em Deus. Ou tem um Deus que cria coisa boa e um diabo que cria coisa ruim, ou só tem Deus que cria coisa boa. E se só tem Deus que cria coisa boa, tudo é bom. Ah, mas as

cremos em Deus, ou não cremos em Deus. Ou tem um Deus que cria coisa boa e um diabo que cria coisa ruim, ou só tem Deus que cria coisa boa. E se só tem Deus que cria coisa boa, tudo é bom. Ah, mas as pessoas não agem assim porque não compreendem e não sabem. O dia que compreenderem souberem, vão mudar. E somos nós. Estamos a caminho da luz. E nesse momento veio a crítica, o que fez com que os fariseus, esses também eram terríveis, né? Longas túnicas, preces maravilhosas. A pretexto disso diz eh o Novo Testamento, devorando a casa das viúvas, ou seja, dilapidando o patrimônio de alguém que estava numa situação difícil, porque a mulher quando ficava viúva naquela época, ela se ela se arrebentava, né? Porque ela não tinha vida eh profissional. Até pouco tempo atrás, uma viúva sofria mais do que a mulher que não era viúva, porque não é como hoje que a mulher trabalha fora, é profissional, é dependendo do marido. Então naquela época era pior ainda. Então o pouco sobrava em orar com orações longas, bonitas para no final cobrar. Isso é uma outro assunto para um outro dia. Mas o fato é que tá citado aqui. E aí eles notaram isso, né, os fariseus e foram lá nos discípulos de Jesus. É como é que o vosso mestre come com publicanos e pessoas de má vida? Não tiveram acho que nem a coragem de perguntar pro Cristo, né? O cara perguntando pros assessores dele lá, pros apóstolos, ó, Cristo aí, ó. Tá vendo? Comendo com gente que não vale nada, é publicando, gente aí Jesus, né? Ouviu, né? Vocês falaram baixinho, Jesus ampliuou a audição, se falaram alto e ele ouviu. O fato é que ele ouviu e respondeu, né? Não são os que gozam de saúde, que precisam de médico. O que que ele falou aqui nesse momento? Quem precisa ser ajudado é quem precisa de ajuda e não quem merece ajuda. Porque quando o fariseu, quando foram até os apóstolos, fala: "Ó, o seu mestre tá aí com gente que não presta, está dando a presença dele para pessoas indignas. O que que eles estavam dizendo? Ele está dando algo para quem

u, quando foram até os apóstolos, fala: "Ó, o seu mestre tá aí com gente que não presta, está dando a presença dele para pessoas indignas. O que que eles estavam dizendo? Ele está dando algo para quem não merece. Não merece. Qual foi o ensinamento? Eu não estou aqui para dar algo a quem merece. Eu estou aqui para dar algo a quem precisa. E essa é a nossa vida, meus irmãos. Se algum dia nós pudermos ajudar alguém em qualquer circunstância, em qualquer situação, seja a ajuda que for, sempre observemos e reflitamos sobre essa perspectiva. Essa pessoa precisa ser ajudada. Se a resposta for sim e eu puder ajudar, eu devo ajudar. Parece que essa é a mensagem do Cristo. E jamais, em hipótese nenhuma, dizer: "Eu não vou ajudar porque ela não merece". Ou talvez eu até ajudo, mas você não presta, mas eu vou te ajudar a si mesmo, porque eu sou bom, porque eu sou generoso. Não faça isso também. Parece que isso aí é péssimo para o nosso eh credenciamento espiritual. Nós vamos mostrar o mau caratismo espiritual fazendo isso. Ajuda, mas cobra, exige, joga na cara, ajuda quem precisa. Essas palavras não são minhas, eu não sou ninguém. Eu tento refletir, compreender, ler o evangelho e trazer aqui de uma forma que seja compreensível eh uma uma mensagem paraa nossa vida. Vamos levar paraa nossa vida. Ajudemos quem precisa ser ajudado. Que Jesus nos ampare, nos proteja hoje e sempre. Muito, Éber, as colocações trazidas à luz da doutrina espírita. Estamos convidando os nossos companheiros médiuns que tiverem condições de transmitir o paz para se posicionarem. Você que nos assiste também vai receber o passe agora. Coloca sua água aí para fluidificar. Faça uma transmissão de energias. Todos estão recebendo da importância de para que essas energias e fluam melhor, que descruzemos os braços, as pernas, busquemos a presença da espiritualidade amiga de Jesus, nosso mestre, de Nossa Senhora Aparecida. Ontem foi o dia de Nossa Senhora Aparecida. Vamos pedir a ela também as bênçãos para todos que

pernas, busquemos a presença da espiritualidade amiga de Jesus, nosso mestre, de Nossa Senhora Aparecida. Ontem foi o dia de Nossa Senhora Aparecida. Vamos pedir a ela também as bênçãos para todos que aqui se encontram. A melhor é o amor. A melhor oração é o amor. Tu precisas orar, mas tu deves lembrar que a melhor oração é o amor. Caridade é também oração. >> Gentileza, auxílio e perdão. >> São as preces sublimes do teu coração. Gentileza, auxílio e perdão. Jesus os abençoe a todos, nos envolva em muita paz. Nós queremos os nossos companheiros médiuns.

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