A BATALHA QUE NINGUÉM VÊ - Anderson Portugal [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 17/01/2026 (há 2 meses) 51:56 1,134 visualizações

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Transcrição

A paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz. buscando a ti. Senhor, mesmo tão [música] longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. [música] Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando a ti. Obrigado. Comunhão [música] espírita de Brasília. >> Senhor [música] Estou aqui para agradecer [música] de coração. >> Bom dia a todos. Sejam todos bem-vindos à comunhão de espírita de Brasília que nos ouvem aqui presencialmente e pelos canais. Não esqueçam de se inscreverem, curtir a nossa página, seguir, compartilhar e deixar o seu like, que é ao seu aplauso. É muito importante para nós. Estamos aqui nesse dia de sexta-feira, Sol Brilhante, 16 de janeiro de 2026. Hoje a nossa comunhão espírita de Brasília comemora 65 anos de fundação. 65 anos em que esta casa leva a doutrina espírita, consola, acolhe, esclarece, atende a todos aqueles que aqui nessa porta batem. 65 anos que dona Irene e seu Mário e todos aqueles que trabalharam com ele no projeto começaram aqui a pedra fundamental. Eh, com muita gratidão que eu agradeço a essa casa que me acolheu, que me recebeu, que me orientou, que me deu todos os recursos para que estivéssemos aqui hoje trabalhando nessa manhã de sexta-feira, sendo grato a toda a equipe espiritual Dr. Bezerra de Menezes, que conduz a parte espiritual, que é que sustenta a casa. Então é com muita gratidão que eu digo: "Obrigado comunhão espírita, obrigado a toda espiritualidade que sempre e para vocês principalmente que escutam através dos canais, tem uma musiquinha que passa antes da das palestras que quando eu ouvi falei: "Essa música foi feita não só paraa comunhão, mas foi pensando em mim também, porque tem tudo a ver com o que eu sinto, como eu cheguei e como eu fui sendo acolhido. E eu essa semana tive o cuidado de anotar e vou fazer na leitura de

aa comunhão, mas foi pensando em mim também, porque tem tudo a ver com o que eu sinto, como eu cheguei e como eu fui sendo acolhido. E eu essa semana tive o cuidado de anotar e vou fazer na leitura de abertura hoje, pedir licença à espiritualidade pra gente poder fazer a prece. O nome da música é Aqui eu aprendi nessa casa que nos acolhe a comunhão espírita de Brasília. A música começa assim, é da Flávia e do Jorge. Senhor, eu estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nesta casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui entendi qual o valor desta missão. Foi nesta casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado, comunhão espírita de Brasília. Vamos para a nossa prece inicial para passar a palavra pro nosso irmão Anderson, que está aqui hoje conosco e nos traz do tema a batalha que ninguém vê. >> A batalha que ninguém vê. Deus, pai de infinita bondade, mestre amado Jesus, queridos amigos espirituais e guardiões, obrigado por mais uma oportunidade de estarmos aqui, de estarmos aqui ouvindo o teu evangelho, buscando seus ensinamentos. Assim, Mestre Jesus, pedimos permissão para dar início a mais uma sexta-feira de estudo na comunhão espírita de Brasília. Eu peço que todos verifiquem seus celulares se continuam no modo silencioso para que não tenhamos nenhuma interrupção na fala do nosso irmão e na nossa fala. Boa palestra a todos. Muito bom dia. É uma alegria estar aqui hoje iniciando os trabalhos da Comunão Espírita de Brasília. Como o Wagner falou, esta casa que comemora 65 anos de sua existência no campo material, mas a gente tem relatos de que ela existe há um tempinho, um pouquinho mais de tempo no plano espiritual e o trabalho que existe aqui, ele se multiplica do lado de lá e vice-versa. E de antemão, né, também convidar a todos à noite, nós teremos comemoração aqui na

uquinho mais de tempo no plano espiritual e o trabalho que existe aqui, ele se multiplica do lado de lá e vice-versa. E de antemão, né, também convidar a todos à noite, nós teremos comemoração aqui na Como meu espírita de Brasília com a participação da nossa querida Mais Braga. Eu me sinto também, como ela costuma falar, dos meninos de sábado. Eu também sou um menino de sábado que me inspiro muito nela, né, na estar aqui na frente falando de Jesus, falando do espiritismo e trazendo situações do dia a dia para tornar nosso dia mais leve possível, né? E hoje o tema definido foi bat a batalha que ninguém vê. A principal tem sido retirada desse livro aqui, Sendas Luminosas, autoria de Joana de Angeles, que foi recebido pelo médium Divaldo Pereira Franco. O capítulo de hoje é o capítulo 13, que ela intitula como lutas íntimas. Hoje, atualmente, né, a gente vive numa espécie de vitrine para o mundo. Nunca foi tão fácil. vendermos felicidade, status social nas redes sociais. Nós vemos diversas pessoas, inclusive alugando casas e carros para ostentar uma vida que de fato ela não existe, mas só na proposta de expandir que está tudo bem, está tudo feliz e usar aquilo como alavanca para ganhos materiais. Pessoas comuns também não fazem essa questão do aluguel, não fazem esse instrumento do aluguel para ostentar, mas às vezes vão colocar ali nas redes sociais o que que tá tudo muito bem, tudo muito belo e maquiando o que de fato no seu interior está sentindo. A Joana vai trazer a perspectiva que ainda que a gente vive nessa vitrine querendo colocar tudo positivo, nós vivemos algo chamado cansaço coletivo. O cansaço coletivo não é a exaustão do trabalho, não é de fato a exaustão dos meus da das minhas obrigações na família ou entre os amigos. Joana coloca que a exaustão que nós estamos sentindo, esse cansaço coletivo, é a sustentação dessa máscara que estamos vivendo na sociedade. Ela inclusive ela começa o texto dessa forma. Há uma corrida desenfreada na busca do sucesso externo, sem que se dê

se cansaço coletivo, é a sustentação dessa máscara que estamos vivendo na sociedade. Ela inclusive ela começa o texto dessa forma. Há uma corrida desenfreada na busca do sucesso externo, sem que se dê importância à autorrealização, aos componentes da harmonia pessoal, a vitória sobre as paixões desenfreadas e perturbadoras. Todo o interesse social está centrado, centrado na imagem, na aparência que chama a atenção, mesmo quando se está jugulado aos conflitos íntimos, né, tipo sufocado. E a tremenda solidão no meio da barbúrdia, da confusão e do aplauso vazio. Para anular essa situação, foge-se para a embriaguez dos sentidos, para o álcool, para o fumo desordenado, para as drogas aditivas e para o sexo desenfriado. Então, a Joana, ela começa o capítulo fazendo alerta, que às vezes a gente fica muito preocupado com a nossa percepção externa, descuidando da nossa reforma. íntima que é necessário para todos nós. Ela faz até um um grande alerta, né, que a gente fica se sentindo como um vazio nessa luta do parecer externo e reforma interna. E não é raro a gente se utilizar de drogas para anular essa situação, para fugir desse conflito, desse cansaço que a gente carrega. Ela fala que a gente acaba por conta dessa pressão da vitrine, ficamos sentido sufocados no sentimento de que a gente não vai dar conta da gente querer às vezes até desistir dos nossos ideais, dos nossos objetivos. É como se a gente tivesse no meio de uma festa, todo mundo feliz, todo mundo sorrindo, a gente até forte com sorriso e uma alegria externa, mas no íntimo eu estou triste, no íntimo eu estou me sentindo deslocado, algo não está bom. E aí, sentindo dessa forma, não é raro eu me usar de álcool, do fumo, de outras drogas para me sentir parte daquele ambiente. E esse é o primeiro alerta que Joana faz. Por que que a gente tende a buscar anular esse conflito interno? É porque a gente opta por calar a voz da nossa consciência, porque no nosso íntimo a gente sabe que a gente está tomando o caminho equivocado.

que a gente tende a buscar anular esse conflito interno? É porque a gente opta por calar a voz da nossa consciência, porque no nosso íntimo a gente sabe que a gente está tomando o caminho equivocado. Kardec, inclusive vai questionar a espiritualidade, está registrada no livro dos espíritos, onde está escrita a lei de Deus? E a espiritualidade registra que ela está escrita na nossa consciência. Então, todos nós, independente do nosso estilo de vida, independente de quem somos, do que estamos fazendo, temos em nosso interior a lei de Deus. Temos no nosso interior a lei divina. Então, toda vez que eu me afasto de Deus, toda vez que eu me afasto desse caminho do amor, eu sinto que algo não está bom. É o primeiro alerta que Joana faz e ela pede pra gente não caminhar para esse caminho de anular esse sentimento, que a gente possa ficar alerta que algo não está correto, que a gente evite, inclusive, e aí ela usa o, a gente pode usar uma analogia, a gente vê novelas se utilizam mais disso, né? filmes, alguns com orçamento reduzido também se utilizam. Eles fazem uma estrutura na parte externa que vai aparecer no vídeo, mas se a gente for olhar atrás da estrutura, a gente vai ver que a estrutura às vezes é de isopor, tem madeira segurando, não tem nada pintado do lado de trás. Então, na novela, no filme, a gente tá muito preocupado com a aparência, sem se preocupar muito com a estrutura. Joana vem alertar que a gente precisa se preocupar com o todo, com algo de forma completa. E esse barulho, né, que externo que ela chama de balbúrdia, a gente às vezes procura esse barulho, ficar junto de muitas pessoas, só que isso não cura a nossa dor, não cura esse sentimento de de conexão com Deus. a gente precisa estar sempre ancorado ou então até se questionando, será que Jesus agiria da forma como eu estou pensando agindo? Será que Jesus estaria presente aqui no dia a dia para eh estar compartilhando o que eu estou fazendo? Porque veja bem, a gente não tá criticando eventos sociais, até porque o

u estou pensando agindo? Será que Jesus estaria presente aqui no dia a dia para eh estar compartilhando o que eu estou fazendo? Porque veja bem, a gente não tá criticando eventos sociais, até porque o espiritismo vem alertar pela espiritualidade a necessidade da lei de sociedade, mas existem encontros sociais e outros encontros sociais. É esse alerta que Joana vem trazer da gente tá sempre percebendo em que ambiente nós estamos eh conectados. E tem uma passagem, inclusive, que eu deixei destacado aqui, tá registrada em Mateus, capítulo 16, versículo 26, onde Jesus pergunta: "Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro se perder a sua alma?" Nessa antítese de que se eu estar tiver muito preocupado a conquistar o mundo, eu dificilmente vou estar preocupado em conquistar valores paraa minha alma. É algo também que Jesus vai alertar. que não se pode adorar, a amar a Deus e a mamã seria o a personificação dos interesses materiais. Ou eu estou agradando a Deus ou estou agradando aos interesses materiais. a gente vai em vários momentos encontrar esse conflito e um vai conquistar a nossa paz e outro vai acabar nos escravizando nesse desejo que não tem, que a saciedade dele não tem fim. essa batalha que ninguém vê, que a gente eh fica diante de nós, porque esse conflito íntimo onde eu quero uma coisa, eu quero outra, às vezes um tipo de vício que a gente tem e ninguém sabe, essa luta contra a sombra, a nossa própria sombra, é uma batalha que ninguém vê. E a Joana vai se aprofundar nesse nessa perspectiva, mostrando que se eu ficar muito preocupado com o sucesso, mais distante eu estou da minha paz. Eu gosto muito de trazer, né, alguns tipos de filme como sugestão, né? Estamos aqui sexta-feira, temos esse final de semana, uma sugestão da gente assistir um filme. Alguns filmes a gente consegue assistir inclusive em família. E esse que eu vou falar agora é um ótimo para assistir em família. Ele tá no universo da Disney, da Pixa. E a gente pode até dizer que é o filme mais espírita que a Disney tem, que é o

ive em família. E esse que eu vou falar agora é um ótimo para assistir em família. Ele tá no universo da Disney, da Pixa. E a gente pode até dizer que é o filme mais espírita que a Disney tem, que é o chamado Sou. No Sou, Joe Gardner é um professor de arte, de música, de uma escola pública nos Estados Unidos, só que o sonho dele dedicado é tocar numa banda de jazz, a banda famosa de jazz. O pai dele era tocava piano, ele seguiu os passos do pai e ele fica obsecado por por essa ideia, por esse sonho de tocar na banda de jazz. E aí acontece uma uma situação no filme que ele morre ou quase morre, se quem já viu o filme ou for ver o filme vai entender. E ele é colocado como um mentor de uma alma que não quer vir pra Terra. E nessa perspectiva, nesse desejo, ele vai sobre todos os esforços de qualquer jeito, querer conquistar esse sonho de tocar na banda de Jeds até que ele consegue. Só que quando ele consegue, ele fica frustrado. Ele vê que ele esperava que fosse mais. E ele não percebe que aquela luta que ele travou com a sua mentoranda, né, a alma 22, era uma possibilidade de ter muito aprendizado. Muita coisa se passou, lições. Vou falar de forma breve para não estragar quem ainda não viu o filme. Às vezes senti o sabor de uma pizza. às vezes sentir o vento tocar no nosso rosto, às vezes perceber uma folha cair da árvore. E aí tem no filme uma folha específica que quando ela cai ela vai rodando, né? E às vezes caminhando com as minhas filhas aqui em Brasília, tem algumas árvores aqui em Brasília que tem também essa folha. E quando a gente observava, minhas filhas sempre chamavam atenção, né? Olha lá, aí é a flor do filme do Sou. E aí é um convite pra gente até desacelerar o nosso dia, perceber a beleza que está ao nosso redor, porque se a gente ficar muito preocupado lá com o futuro, com o sucesso material, a gente não percebe essas belezas, essas flores que Deus nos coloca a nosso caminho para tornar nossa vida um pouco mais leve. Então, o primeiro convite é assistir o

o futuro, com o sucesso material, a gente não percebe essas belezas, essas flores que Deus nos coloca a nosso caminho para tornar nossa vida um pouco mais leve. Então, o primeiro convite é assistir o filme do Sou nessa perspectiva, né? eh que às vezes a gente coloca muito foco numa conquista material sem perceber, né, vários sucessos que nós podemos ter de forma espiritual, de forma que não é de forma não tangível, que vai nos acalmar o nosso coração. Dessa forma, Joana continua mais à frente no capítulo falando o seguinte: "O país íntimo em que tu como espírito domic domiciliate, esse corpo transitório, alberga as marcas das existências passadas, nem sempre saudáveis, que hoje ressurgem desafiadoras na condição de problemas graves. Não te detenhas em postergações, acreditando por mecanismo de fuga que realizarás amanhã ou depois, o que poderias iniciar agora. Esse amanhã é um engodo psicológico para impedir-te a libertação. Então aqui tem dois pontos que a Joana coloca no seu texto. O primeiro é vermos a gente como algo transitório, né? Então ele coloca, ela coloca ali o corpo como um albergue ou se a gente for pegar um termo mais novo, né? Um Airbnb. Para quem não conhece, o RBMB é uma plataforma que você aluga o quarto, aluga uma área por um deve um determinado tempo. E aí se você vai lá alugar, o corpo ele não é seu, ele é de outra pessoa. Assim como ali o que você tá alugando é de outra pessoa. E aí você pode olhar aquela estrutura e falar assim: "Poxa, aqui a salada tá meio bagunçada, a roupa de cama não tá lavada. A criação tá solta ali naquela parede. Ah, mas a casa não é minha. Eu vou ficar aqui por pouco tempo, então eu vou só dar uma arrumada aqui, uma maquiada, arrumar algo que não vai me incomodar a minha vista e vou seguir em frente. Joan, entretanto, ela alerta que a gente precisa sim, ainda que o corpo seja transitório, cuidarmos do nosso corpo, cuidarmos desse ambiente que é transitório, pensarmos que no nosso corpo, como homem, porque a gente vai viver um

que a gente precisa sim, ainda que o corpo seja transitório, cuidarmos do nosso corpo, cuidarmos desse ambiente que é transitório, pensarmos que no nosso corpo, como homem, porque a gente vai viver um bocado de tempo, embora a gente não saiba quanto tempo vai ser esse. Porque se eu tô vendo a fiação solta ali, o fio desencapado e eu não cuido, pode dar um curto circuito, pode me dar um problema mais à frente. A casa desarrumada começa a drenar a nossa energia, a gente começa a sentir mais triste, mais desanimado. Então, o primeiro alerta que ela faz é que a gente precisa cuidar do nosso corpo, mas não de forma externa e sim de forma interna por nos sentirmos bem. O outro ponto que ela coloca aqui, ela fala sobre a armadilha, né, que ela coloca o engodo, né, armadilha psicológica de postergarmos a nossa mudança. Então, eu identifiquei que eu preciso mudar alguma coisa. Ah, não, mas amanhã deixa para amanhã. Eu não preciso resolver isso hoje. E aí ela fala que a reforma íntima ela é urgente. Nós precisamos identificar no nosso íntimo o que precisamos melhorar. Não vai ser de imediato que a mudança vai acontecer, mas precisar, precisa estar no nosso radar. Então a mudança ela não pode ser focada no foco na parte externa, mas ela precisa ser focada na parte interna e precisa começar o conto antes. E aí inclusive tem um um conto do espírito Humberto de Campos que tá registrado no livro Contos e Apólogos. O último o último capítulo, Humberto de Campos narra de uma reunião no mundo espiritual de espíritos que se eles se eles ainda se interessam em praticar o mal e eles estão muito bem organizados, com uma hierarquia muito bem definida e planos para desacelerar o progresso da palavra de Jesus. incluindo o progresso do espiritismo. E nessa reunião, diversas ideias são colocadas para o líder para que a mensagem de Jesus fique esquecida. A ideia para encortar a história, né? A ideia que é vencedora, dentre tantas é a ideia que sim, a gente pode até falar de Jesus, pode até falar da imortalidade da

a mensagem de Jesus fique esquecida. A ideia para encortar a história, né? A ideia que é vencedora, dentre tantas é a ideia que sim, a gente pode até falar de Jesus, pode até falar da imortalidade da alma e da reencarnação. Isso é até positivo, porque a gente vai implementar na ideia de todos eles de que não precisa ser hoje. Se o espírito é imortal e eu vou ter ainda várias encarnações paraa frente, para que mudar hoje? Esse vício que eu tenho, depois eu mudo. Esse conflito que eu tenho com meu irmão ou minha irmã, depois eu resolvo. Eu vou ter outras vidas mesmo. E essa é a ideia que vence naquela reunião contada por Humberto de Campos para que a gente postergue o máximo de tempo a nossa reforma íntima. E aqui no texto, a Joana em Antítese vai propor algo diferente. Ela vai dizer que a gente precisa começar agora, não como aquela dieta que a gente sempre deixa paraa segunda-feira ou aquele, ah, vou começar a fazer exercício físico, semana que vem eu começo ou não vou ter agora, vou viajar, vou ter tanta coisa para resolver e eu não consigo fazer. A gente tende a adiar para depois, né? O nosso cérebro ele tende a optar por decisões que vão economizar a energia. Então tudo que vai fazer diferente exige um esforço de energia muito grande e a gente vai ter resistência. É natural. Joana, inclusive numa parte do capítulo, ela vai falar de desafio Hérculo, né? pegando a referência de Hércules. Então, é de fato um desafio muito grande, mas precisamos começar hoje. Não podemos adiar essa mudança. E aí nessa tem uma outra passagem, inclusive, né, que tá em Mateus também, tá no capítulo 5, versículo 25, onde Jesus propõe para conciliar-te depressa com teu adversário. E aí eu falei, né, de às vezes a gente tem uma uma algo eh alguma sintonia errada com alguém próximo e a gente fica adiando esse reajuste. Mas esse adversário que Jesus coloca aqui pode ser inclusive a nós mesmos. Aquela sombra que a gente esconde, aquele vício que a gente adia resolver. Pode ser esse o nosso adversário que a

e reajuste. Mas esse adversário que Jesus coloca aqui pode ser inclusive a nós mesmos. Aquela sombra que a gente esconde, aquele vício que a gente adia resolver. Pode ser esse o nosso adversário que a gente precisa se reconciliar. aquela aquele eu íntimo que tá puxando para não me afastar do caminho de Deus. Então, a gente precisa de fato se conciliar. E aí, nessa perspectiva, eu queria trazer uma outra sugestão de filme, né? Eu falei do do Soul, um outro filme aí, já fugindo desse ambiente eh Infanto Juvenil da Disney, da Pixa, mas é um filme que dá para assistir com família também. É uma comédia. chamada click. No clique é uma comédia que tem um arquiteto muito preocupado com seu sucesso profissional e ele recebe um controle onde ele tem o poder da sua vida. Então ele tem o poder de mutar, né, tornar tudo mudo, toda bagunça que tá ao seu redor de forma muda, ele pode avançar os o que que ele não quer passar. E o e o controle ele aprende o interesse do dono. Não tinha na época, né? Mas hoje é muito parecido com que a inteligência artificial alcançou. Porque os modelos atuais de inteligência artificial eles conseguem entender os nossos desejos, entender a forma como nós falamos e como nós queremos ouvir, receber a resposta. Então, se eu interagir com a mesma plataforma de intelência artificial e um amigo também fazer a mesma coisa, né, o Wagner tá fazendo a interação e eu também, a forma como eu falo vai me dar respostas diferentes da do Wagner, porque ele tem uma outra forma de falar, então ela vai se moldando aos nossos interesses. E aí no filme é bem parecido porque o controle se molda os interesses do personagem principal e ele fala assim: "Ah, eu não quero passar, eu não quero o trânsito". Aí ele avança o trânsito. Eu não quero discutir com a minha esposa, eu avanço a discussão. Eu não quero essa reunião chata do trabalho. Eu avanço a reunião chata do trabalho. Até o momento que todas as essas situações vão sendo pulando, vão sendo puladas e ele fica doente, ele pula a doença e ele não

ro essa reunião chata do trabalho. Eu avanço a reunião chata do trabalho. Até o momento que todas as essas situações vão sendo pulando, vão sendo puladas e ele fica doente, ele pula a doença e ele não percebe a vida passando até que ele consegue conquistar o almejado sociedade do escritório lá de arquitetura. Só que a vida passou. E aí, para quem já viu o filme, fica a reflexão também para assistir novamente ou quem não assistiu assistir da gente perceber como é que ele se encontrou. Será que ele tava feliz quando ele conseguiu ser sócio? Como é que tava ao seu redor? A família, a relação de dele com seus filhos, será que tava positiva? E a Joana vai, né, eh, nesse alerta e aí fazendo um gancho com o filme de perceber que essas dificuldades que a vida nos traz, né, doenças, discussões na família, que é quase que é inevitável nós termos discussões na família, o trânsito, né, vivermos em sociedade ali nos desafios, na correria, os as dificuldades do trabalho, né, reuniões às vezes chatas, relacionamentos difíceis com companheiros, às vezes com a chefia. Todas essas batalhas que ninguém vê, que são batalhas íntimas da gente com o mundo, elas são necessários. São essas batalhas que vão nos moldar enquanto espírito, que vão fortalecer a gente para batalhas adiante. Porque Deus não entrega nada de bandeja. Se a gente precisa conquistar paciência, nós estaremos em situações de exercício de paciência. Se é tolerância, se eu preciso ser um pouco mais tolerante, um pouco mais calmo com relação ao próximo, vão ser essas situações que vão ser colocadas ao nosso redor para aprendermos. E tem uma passagem muito bonita, né, na no filme da vida do Divaldo Franco. Eu gosto muito. E Wagner também às vezes se utiliza dela. Joana de Angel conversando com Divaldo no filme e ela falando que a verdadeira vitória é a luta íntima contra nós mesmos. É aquele esforço que a gente faz em domar as nossas mais inclinações e ser uma pessoa melhor. Essa definição, inclusive, que a espiritualidade vai se

dadeira vitória é a luta íntima contra nós mesmos. É aquele esforço que a gente faz em domar as nossas mais inclinações e ser uma pessoa melhor. Essa definição, inclusive, que a espiritualidade vai se utilizar lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, que é a definição do verdadeiro espírita. O verdadeiro espírita não é aquele que conquistou a santidade, não é aquele que é bonzinho, não. É aquele que se esforça todo dia em domar as suas mais inclinações. Quer dizer que vai acertar sempre? Não, Jonas coloca desafio é Hérculo. A gente vai cair, não tem problema. A gente cai, levanta e continua a batalha. No final, ela propõe que as tuas as tuas são lutas íntimas que deves travar em silêncio. Então, ela propõe que essa luta tem que ser travada em silêncio, sem qualquer alarde, porque te consideram a medida exata de quem és e do que podes fazer em benefício próprio. Trata-se de um grande esforço para o qual não conseguirás aplauso. Nesse tentame não te faltarão apoio, nem ajuda dos teus amigos espirituais interessados na tua evolução. As grandes lutas sempre são travadas no campo da consciência. Então, ela propõe duas coisas. A primeira é que essa batalha íntima, essa batalha que ninguém vê, ela de fato precisa ser silenciosa. A gente pode inclusive trazer à luz uma outra passagem do Evangelho, onde Jesus propõe que a mão esquerda não saiba ver o que a mão direita faz. Às vezes essa, na maioria das vezes, essa passagem ela é tratada muito como uma questão da esmola, né? Então assim, eu vou ajudar materialmente alguém, então que a mão direita tá dando, a mão esquerda não veja para eu não divulgar. Mas a gente pode tratar também dessas lutas íntimas, essas lutas que ninguém vê de forma silenciosa. Porque se eu tiver ajudando o próximo e depois vangloriar-me, dizendo assim: "Olha como que eu sou bom, tô ajudando o fulano, de que que adianta essa vitória?" É uma vitória muito superficial. É uma vitória do, como eu falei, das novelas e dos filmes que estão só preocupados na parte

omo que eu sou bom, tô ajudando o fulano, de que que adianta essa vitória?" É uma vitória muito superficial. É uma vitória do, como eu falei, das novelas e dos filmes que estão só preocupados na parte externa, sem se preocupar com a parte interna. E ela fala inclusive que nessa luta íntima não falta ajuda. Então a gente opta pelo silêncio. Então materialmente, né, eh visualmente a gente não vai ver, não vai ter ajuda, porque ninguém vai est sabendo da nossa luta. Mas ela diz que no campo espiritual amigos nossos vão nos ajudar, vão estar nos dando esforços no nosso íntimo para conquistarmos essas batalhas, essas batalhas que ninguém vê. E aí, nessa percepção, a Joana nesse nesse capítulo, né, ela propõe que a gente trave cada vez mais batalhas que o mundo não vê em detrimento dessas batalhas que são eh colocadas de forma explícita nas redes sociais. E nessa perspectiva gostaria de propor uma lição para casa. Quando a gente for escovar o dente antes de dormir ou na pegar uma perspectiva das minhas filhas, né, que elas vou vou colocar elas para dormir e agora elas falam assim: "Não, pai, espera um pouquinho que eu preciso fazer a minha skinc numa tradução literal é cuidado da pele, né? E aí é é hidratante, eh, enfim. Aí coloca uma uma faixinha aqui. Eu tô tentando entender ainda o que que elas passam no rosto, mas a minha esposa tá ali supervisionando e eu deixo elas naquele momento delas. E é o momento em que elas estão lá olhando pro espelho e se ajustando. Eu não faço a minha skinqu, mas eu escovo os dentes, né? Então, nesse momento da noite, que a gente possa olhar no fundo dos nossos olhos um minuto, não mais do que isso, e a gente perguntar a nós mesmos qual foi a batalha de hoje que ninguém viu e eu venci. Às vezes é um silêncio diante de uma frase capiciosa, uma frase com raiva. Às vezes é um silêncio que eu consegui me harmonizar no trânsito, que alguém me fechou, alguém me xingou. Às vezes é no trabalho quando eu poderia ter prejudicado alguém e não prejudiquei. Quando veio aquele

s é um silêncio que eu consegui me harmonizar no trânsito, que alguém me fechou, alguém me xingou. Às vezes é no trabalho quando eu poderia ter prejudicado alguém e não prejudiquei. Quando veio aquele pensamento negativo, vai lá, devolve, vai lá, ele eh paga com a mesma moeda, vai levar desaforo para casa. E a gente decidiu pelo outro caminho. Desses momentos que a gente poderia ter tomado um caminho afastado de Jesus e optamos pelo caminho de Jesus. e a gente se orgulhar dentro de nós, essa vitória íntima, que a gente possa sentir antes de dormir essa vitória íntima, agradecer a espiritualidade por ter nos ajudado, porque não nos esqueçamos disso, eles e eles estão ao nosso redor. Às vezes a gente não consegue perceber, mas às vezes a gente percebe como uma paz, como algo que, poxa, eu tô sentindo uma leveza que eu não consigo explicar. Às vezes é um sonho que a gente tem. Às vezes é uma música que a gente ouve, uma palestra que a gente assiste, a gente sempre vai ter essa resposta da espiritualidade. Então fica o convite para fazer esse reflexo, essa reflexão, né, no espelho, seja escovando dentes ou com os skinquer. Fica o convite para assistir o filme do Soul ou do Clique ou os dois e perceber que às vezes a gente fica muito preocupado com a parte externa. E a felicidade ela não vem por esse caminho. A felicidade ela está no processo. A gente pode sim ter objetivos materiais. Eu quero conquistar tal coisa e tal coisa, mas esse não pode ser o principal objetivo, porque esses objetivos materiais eles não vão conosco na hora da gente partir. O que fica conosco são as experiências, é o carinho que a gente troca uns com os outros, é o amor dispensado e recebido. Essa é a mensagem da Joana que eu tentei condensar e organizar da melhor forma possível. E gostaria de agradecer todos que estão aqui presentes, agradecer mais uma vez a Compírita de Brasília nesses 65 anos de existência e tantos outros que virão a a seguir e convidar a todos, né, pra gente ficar nesse dia em

er todos que estão aqui presentes, agradecer mais uma vez a Compírita de Brasília nesses 65 anos de existência e tantos outros que virão a a seguir e convidar a todos, né, pra gente ficar nesse dia em celebração, conectados com a comunhão, seja aqui de forma presencial ou de forma virtual. Muito obrigado. Muito bom, né? A gente ter essas reflexões, a batalha que ninguém vê. Eu quero agradecer aqui especial, agradecer a Gisa, a Tina, a Fátima, nossa querida Fátima, que sempre tá com a gente, a Fernanda Fernandes, a Carla, a Cláudia, a Suelen. Sim, Suelen, estamos sempre amparados, desde quando colocamos à disposição e buscamos ajuda. Que Deus esteja sempre convosco no seu caminho. te orientando, que a espiritualidade amiga sempre te dê esse amparo. E a todos que nos ouvem aqui através dos nossos canais, que possam se inscrever, curtir a página, compartilhar para que possamos continuar nessa caminhada levando a o evangelho de Jesus de Nazaré à luz da doutrina espírita. Hoje, como eu abri falando, dia 16 de janeiro de 2026, a nossa comunhão espírita de Brasília comemora 65 aninhos de edificação. essa estrutura física que nos recebe com todos os seus colaboradores, com todos os seus voluntários, com toda a sua direção da casa, com todo o seu apoio espiritual, levando essa doutrina, ensinando, consolando, esclarecendo. Nós temos o ESD, que é o ensino sistematizado. Temos os programas que aparecem, que estão lá nos canais. O Anderson conduz um, páginas espíritas, eu e outra equipe conduzimos outro, episódios diários, temos comunhão no lar, eh vários programas que vocês podem assistir ali rapidinho de 6 minutos. Então esse é o trabalho da comunhão espírita de Brasília, nessa grande estrutura que a gente consegue enxergar, mas a estrutura maior muitos não conseguem enxergar, que é a estrutura espiritual que o Anderson falou. São acolhidos milhares de almas e espíritos que chegam aqui, encarnados e desencarnados para tratamento espiritual. temos atendimento fraterno e tudo mais. E

estrutura espiritual que o Anderson falou. São acolhidos milhares de almas e espíritos que chegam aqui, encarnados e desencarnados para tratamento espiritual. temos atendimento fraterno e tudo mais. E hoje, em especial, a partir das 17 horas, aqueles que tiverem disponibilidade na sua, no seu horário, nós teremos a abertura do das comemorações. Teremos harmonização e às 18 horas não poderia ser diferente com palestra com Maí e Braga. Ela estará aqui conosco. Ela que participou e conheceu essa casa desde o início com seu Mário, com dona Irene, vai nos trazer aqui as suas histórias, vai nos nos falar do evangelho, da doutrina. estão estão todos convidados, será transmitida, mas eu convido todos para participarem dessa energia, desse auditório que Dr. Bezerra de Menezes, diretor espiritual dessa casa, com Eurípedes Barçsanufo, com toda a sua equipe, Dr. Dias da Cruz, homeopata, que trabalhou muitos anos com dona Irene. Então, convido a todos que possamos agora nessa harmonia fazer a nossa prece final para nos prepararmos para o passe, pois seu Antônio já está ali em cima, ansioso para chamar e receber a todos. Com muito carinho, seu Antônio, sempre aqui na sexta-feira nos contemplando com a sua energia, com o seu magnetismo. Deus, pai de infinita bondade, mestre amado Jesus, queridos amigos espirituais e guardiões, obrigado por mais esta manhã, pelas palavras do nosso irmão Anderson, que falou um pouco pelo espírito de Joana deângeles, de nós mesmos. Assim, mestre, a Dr. Bezerra de Menezes, a comunhão espírita de Brasília, que nos seus 65 anos acolheu, acolhe, consola e esclarece todos aqueles que chegam aqui. que possamos estar sempre firme e forte colaborando com essa estrutura, colaborando com todos que aqui se tornam esta família comunhão espírita de Brasília. Parabéns, comunhão. Obrigado, obrigado e obrigado. Um bom dia, um bom final de semana a todos. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de

hão. Obrigado, obrigado e obrigado. Um bom dia, um bom final de semana a todos. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. [música] Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, [música] rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a

harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua [música] vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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