#63 Estudando o Livro dos Espíritos – Idiotismo, loucura

Mansão do Caminho 23/08/2022 (há 3 anos) 1:18:21 3,652 visualizações

A Mansão do Caminho, em parceria com a Federação Espírita Brasileira, inicia o estudo sequenciado da obra O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec. Semanalmente, toda segunda-feira, às 20h, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo. Tema da Semana: Encontro 63 - Capítulo 7 - Da volta do Espírito à vida corporal, da 2ª parte de ‘O Livro dos Espíritos’ — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos – Idiotismo, loucura – Perguntas 371 a 378

Transcrição

Estudando o livro dos espíritos. Um estudo sequencial da obra O Livro dos Espíritos de Allan Kardec. Essa é a nossa forma de transmitir esperança, conhecimento e alegria. Irmãs, irmãos queridos, sejam muito bem-vindos ao Estudando o Livro dos Espíritos. Cumprimentamos o Carlos e agradecemos pela oportunidade do aprendizado as intérpretes para Libras, Elane Batista e Ariane Rabelo. Aos nossos convidados de hoje, o Antônio Crof, palestrante espírita, diretor, orientador pedagógico e doutrinário do estudo sistematizado da doutrina espírita do Centro Espírita Seara Fraterna do Rio de Janeiro. e Deenani Mendonça, que é psicóloga clínica especialista em saúde mental, álcool e outras drogas, voluntária da Fraternidade Espírita Pechotinho no Recife, do Centro Espírita também sem Fronteiras e do Projeto Escutatório. Agradecemos desde já aos companheiros de transmissão. Muito bem, nossa saudação fraterna a você que está nos acompanhando. Boa noite, querida Luziane. A Cris Drucks, por questões profissionais, também não poôde estar hoje. Estamos muito agradecidos a Luziane por estar aqui conosco e aos nossos convidados. A nossa saudação também. Nós vamos seguir hoje com estudo do capítulo 7 da volta do espírito à vida corporal, idiotismo, loucura nas perguntas 371 a 378. Mas a Sandra Bandeira disse que ouviu e estudou o nosso 62 da semana passada, não é? E ainda ficou com uma dúvida a referente à pergunta 370 e ela pergunta: "As faculdades impulsiona os órgãos apenas na idade de desenvolvimento corporal ou adulto também?" Fazemos a pergunta pra Nani e pro Antônio. Então pode começar, Nani, por gentileza. Então, né, as faculdades impulsionam os órgãos apenas na idade do desenvolvimento corporal ou adulto também. Ah, o ser humano quando ele reencarna, não é, as faculdades, né, do corpo físico, elas não estão desenvolvidas, não é? O cérebro ele não nasce pronto. A neurociência ela vem demonstrando através dos exames de imagem que o cérebro humano, como disse a Emanuel no livro Pensamento e Vida, numa numa

desenvolvidas, não é? O cérebro ele não nasce pronto. A neurociência ela vem demonstrando através dos exames de imagem que o cérebro humano, como disse a Emanuel no livro Pensamento e Vida, numa numa mensagem chamada Os Filhos, ele vai falar em chapa cerebral. Acho que era a expressão que Emanuel tinha à época naquele contexto, chapa como chapa fotográfica. O, eh o cérebro humano, quando nós reencarnamos, a nossa chapa cerebral, ela é uma nova chapa e ela vai se desenvolvendo, ele vai ele vai completando o seu processo nos primeiros anos de da existência, mais ou menos entre os 7 anos. Essas faculdades elas vão se desenvolvendo a partir das fases do desenvolvimento humano e elas passam por modificações a partir dessas fases. Então existem marcos, né, do desenvolvimento da infância para adolescência. O psiquismo do adolescente é diferente do psiquismo da criança. O adulto jovem possui um psiquismo diferente do psiquismo do adolescente. O adulto que já vai amadurecendo também vai desenvolvendo eh faculdades e vai ocorrer o processo do envelhecimento. envelhecimento é um processo que ocorre todos os dias, mas eh quando a idade vai avançando, então as faculdades elas podem sofrer algumas psíquicas, pode sofrer algumas alterações pelo processo de senescência, que é quando o corpo físico vai perdendo fluidos, perdendo vitalidade e aí ocorrem tem alterações neurológicas podem acontecer ou não, não é? Porque as pessoas eh a ciência vem avançando muito, as pessoas vêm eh modificando muitos hábitos que aceleravam o processo eh de alterações das das faculdades. Mas a as faculdades eh da eh da inteligência, a capacidade cognênica, a capacidade afetiva do ser humano, ela é sempre um processo, né? Agora eu fico com medo o carro de entrar. Eu vou vou passar para Antônio ver se Antônio contribui, senão eu fico falando demais. Fechado o microfone, Antônio. Fechado, Antônio. Foi uma ótima abertura a a a sua fala. E é interessante é o seguinte, que a gente tem que considerar que o espírito ele

i, senão eu fico falando demais. Fechado o microfone, Antônio. Fechado, Antônio. Foi uma ótima abertura a a a sua fala. E é interessante é o seguinte, que a gente tem que considerar que o espírito ele está ligado permanentemente ao corpo, célula através do perespírito, célula a célula. Então ele vai comandar todos os processos da evolução do corpo, da da infância, puberdade, os processos eh eh dos da da o corpo, funcionamento das glândulas, né, fundamentalmente que vão fazer a evolução, como você falou, a puberdade, a a juventude, a a a fase adulta e também o processo da velice, do processo da da do envelhecimento do corpo com seu desgaste natural. Então esse processo é contínuo durante toda a vida e é esse intercâmbio entre corpo e espírito que faz essa essa essa beleza, né, o registro da da a experiência nossa como como espíritos encarnados e a oportunidade da reencarnação que nos é dada. E é um pouco essa esse funcionamento que nós vamos observar. agora na parte do idiotismo e loucura, certo? Isso mesmo. Obrigada, Antônio Nani. E a gente traz aqui a primeira questão então de hoje, né, 371 pro Antônio. Tem algum fundamento o pretender-se que a alma dos cretinos e dos idiotas é de natureza inferior? Bom, a espiritualidade responde de uma forma bem clara. Nenhum. Eles trazem almas humanas, não raro, mais inteligentes do que supondes, mas que sofrem da insuficiência dos meios de que dispõem para se comunicar da mesma forma que o mudo sofre da impossibilidade de falar. Tem uma tem um texto do no céu e inferno que é extraordinário como como análise exatamente desse processo da idiotia, que o Kardec eh eh pede permissão a São Luís, que que era o espírito que orientava todo o processo ali da codificação, auxiliava ali o processo da codificação e pede pede autorização para consultar um jovem de 13 anos que estava encarnado e se podia fazer essa essa convocação. E o São Luís diz que sim, porque ele estava no num estado de idiota, tamanho que ele não tinha ligação com o corpo,

ltar um jovem de 13 anos que estava encarnado e se podia fazer essa essa convocação. E o São Luís diz que sim, porque ele estava no num estado de idiota, tamanho que ele não tinha ligação com o corpo, ele tava solto praticamente, ele só tinha as ligações fisiológicas com o corpo. E aí eh eh vem tem a manifestação desse espírito que a gente vai analisar nos outros nas outras questões. E depois vem uma instrução dos espíritos sobre isso. Ele diz o seguinte: "Os idiotas são os seres castigados pelo mau uso de poderosas faculdades, almas encarceradas em corpos, cujos órgãos impotentes não podem exprimir seus pensamentos. Então eles estão ali o espírito está consciente, mas o corpo não funciona. Esse mutismo moral e físico constitui uma das mais cruéis punições terrenas, muitas vezes escolhidas por espíritos arrependidos e desejos de resgatar suas faltas. Muito bom, Tô. Vamos ver então, Nani 372. Que objetivo visa a providência criando seres desgraçados como os cretinos e os idiotas? A gente eh começa eh trazendo aqui o que os espíritos respondem ao Senr. Allan Kardec. Os que habitam corpos idiotas são espíritos sujeitos a uma punição. Sofrem por efeito do constrangimento que experimentam e da impossibilidade em questão de se manifestarem mediante mediante órgãos não desenvolvidos ou desmatelados. Mas antes, vamos tercer uma rápida reflexão sobre a expressão. Muitas pessoas se chocam, cretinos, idiotas. A gente precisa entender que a época de Kardec, essas eram as expressões científicas. Hoje se sabe com o avanço, né, com o desenvolvimento eh da medicina, da psiquiatria, que e inclusive eh hoje se usa uma linguagem mais apropriada, não é, que é a deficiência intelectual, não é? O mais adequado seria deficiência intelectual. Mas esse termo, essas expressões, elas são as expressões científicas daquele contexto. Não é preconceito de Kardec, tampouco preconceito do espiritismo. É preciso contextualizar. Então, o que que acontece, não é? Vamos lá, lá paraa questão. Os que habitam corpos de idios são

e contexto. Não é preconceito de Kardec, tampouco preconceito do espiritismo. É preciso contextualizar. Então, o que que acontece, não é? Vamos lá, lá paraa questão. Os que habitam corpos de idios são espíritos sujeitos são uma punição, não é isso? Porque todas as vezes que nós violamos a lei divina, esta lei que nos é íncita, que está inscritas, inscrita em nossos arcanos internos, nós nos vulneramos. Lembra lá da passagem da mulher que adulterou? Quando nós vamos estudando, estudando de forma profunda o espiritismo, a gente vai entendendo que a dimensão eh psicológica do adulterar ocorre todas as vezes que nós nós violamos a ética divina, a lei divina, esta que percorre as nossas artérias espirituais. Então, todas as vezes que nós incorremos em faltas graves, faltas morais graves, nós desorganizamos a nossa a organização perespiritual. nós maculamos eh o nosso perespírito e nós vamos trazer cargas de culpa densas, eh processos, eh desorganizações psíquicas, eh, na nossa memória espiritual. Ao reencarnarmos, antes mesmo de falarmos que é uma promissão, é injunção lógica do próprio processo. Porque se eu me violei, eu me vulnerei, o Senhor, o Senhor, o nosso Pai, por misericórdia dar, dar-me a oportunidade de reparar. E o primeiro passo da reparação, de organização é você começar a estruturar aquilo que ficou desorganizado, porque a maldade desagrega, a maldade deforma, a maldade desarticula. Então, o psiquismo desorganizado, ele vai no momento da reencarnação, como se fosse um processo de de drenagem, também desorganizar a estrutura cerebral. Então, existem transtornos eh mentais que se configuram uma expiação porque as marcas que Joana de Angeles chama de marcas morais, elas que estavam no espírito, elas passam a ser drenadas para o novo corpo físico. E ali a pessoa vai viver esse processo de que se diz de deficiência intelectual, não é? eh, o cretino idiota na expressão da época como uma espécie de punição, mas a gente também traz essa perspectiva terapêutica. É punição porque o espírito

que se diz de deficiência intelectual, não é? eh, o cretino idiota na expressão da época como uma espécie de punição, mas a gente também traz essa perspectiva terapêutica. É punição porque o espírito ele vai estar tolhido. Ele estará tolhido por um corpo que não responderá às suas faculdades espirituais. Muitas vezes são espíritos muito inteligentes, frequentemente são espíritos inteligentíssimos. mas que vão reencarnar em corpos, corpos em que o cérebro e a estrutura não vão, as faculdades não vão responder como Antônio trouxe no texto que ele leu, não vão responder as suas possibilidades. Então, não deixa de ser uma punição, mas também é misericórdia. Excelente, Nani. Eh, Antônio, a gente traz a a próxima questão, a 372A, mas a gente também vai fazer uma uma ponte com a pergunta da Edna aqui. Então, vamos fazer primeiro a pergunta da 372a. Não há, pois, fundamento para dizer-se que os órgãos nada influem sobre as faculdades? E aí a pergunta da Edna às 19:29 é: a condição moral do espírito está diretamente ligada ao bom funcionamento dos órgãos no corpo físico? O o que nós aprendemos, né, é que a os o espírito tem o comando da formação do corpo. Vamos ver o que que os espíritos respondem a Kardec. Nunca dissemos que os órgãos não têm influência. Temina muito grande sobre a manifestação das faculdades, mas não são eles a origem destas. Aí está a diferença. Um músico excelente, com um instrumento defeituoso, não dará ouvir boa música, o que não fará que deixe de ser um bom músico. Então nós vemos que o o espírito, né, o principalmente o perespírito, ele tem chamado de modelo organizador biológico. Ele imprime no corpo as características, como a Gelane falou, da das o seu psiquismo, das su daquilo que ele traz de experiências positivas ou negativas. quando ele traz experiências negativas e que tá no momento em que ele próprio assume a necessidade de resgatar de alguma forma aquilo, ele vai imprimir eh naturalmente eh automaticamente no no na formação daquele corpo as limitações

ativas e que tá no momento em que ele próprio assume a necessidade de resgatar de alguma forma aquilo, ele vai imprimir eh naturalmente eh automaticamente no no na formação daquele corpo as limitações que vão fazer com que ele tenha a dificuldade na encarnação. Então, nós vemos que existe de fato essa essa relação entre a origem da das faculdades, que é o espírito, mas a manifestação das faculdades através do corpo que estão limitadas. Então ele não vai ver, não vai ouvir, ele não vai ouvir externamente, mas o espírito vai estar eh eh registrando tudo que ocorre ao redor. E esse é um dos grandes problemas, exatamente, é é a oportunidade de resgate daquele espírito, dele se trabalhar e ver o que que acontece em torno dele. Eu só queria ver a pergunta, a condição moral do espírito está diretamente ligada ao bom funcionamento dos órgãos do corpo físico? Sim. Então, exatamente o que foi dito. Eh, eh, como modelo organizador biológico, ele vai imprimir as características necessárias para aquela encarnação no corpo. Muito bom. Eh, nós temos um um comentário da da Susana Saito, poderiam colocar, por gentileza? Po, eu vou mostrar. Seria interessante existir novas edições dos livros de Kardecos atualizados, as que poderiam rever isso, eh, a editoras bem, aí não continuou. Então, eh, sim, pode, Susana, não é a editora, não alterar o texto, mas pode fazer eh anotações ao pé da página e aí fazer o esclarecimento da da atualização. Isso é é uma uma coisa que se pode, não é, fazer com ajuda de especialistas e ficaria bem interessante. De fato, a gente agradece o comentário, Nani, na 373, tentando dar continuidade aqui, nós temos já várias perguntas do público também. Qual será o mérito da existência de seres que, como os cretinos e os idiotas, não podendo fazer o bem nem o mal, se acham incapacitados de progredir? E os espíritos vão responder, Carlos, é uma expiação decorrente do abuso, como falamos, né? que fizeram de certas faculdades, sobretudo a inteligência, não é? É um estacionamento temporário.

rogredir? E os espíritos vão responder, Carlos, é uma expiação decorrente do abuso, como falamos, né? que fizeram de certas faculdades, sobretudo a inteligência, não é? É um estacionamento temporário. Mas vamos descer rapidamente algumas reflexões. Veja, é um estacionamento temporário, mas não deixa de ser uma perspectiva importantíssima para esse espírito. Vamos imaginar um carro que foi todo danificado, ele precisa ser parado na oficina para fazer o quê? Ele vai ter que estacionar usando essa imagem. não é, para que haja o reparo das estruturas do carro. Então, algumas reencarnações elas são terapêuticas. Aliás, todas as reencarnações são terapêuticas de alguma forma, não é? Mas algumas reencarnações elas têm essencialmente esse viés de reconstituição daquilo que foi danificado. Repemos o que falamos anteriormente. Todas as vezes que incorremos em violação a lei divina, nós nos adulteramos, nós vulneramos a a a nossa estrutura, não é? Assim como se nos tornamos pessoas melhores, amorosas, fraternas, nós vamos potencializando as nossas capacidades, inclusive de saúde, saúde mental, a saúde física e dos novos corpos avatares que nós vamos ocupar em reencarnações posteriores, não é? Muito bem, Nani. Na questão 373, Antônio, letra A. Nós temos o seguinte questionamento: pode assim o corpo de um idiota conter um espírito que tenha animado um homem de gênio em precedente existência? É, os espíritos respondem: "Certo, o gênio se torna por vezes um flagelo quando dele abusa o homem. A superioridade moral nem sempre guarda proporção com a superioridade intelectual. E os grandes gênios podem ter muito que espiar. Daí frequentemente lhes resulta uma existência inferior a que tiveram e uma causa de sofrimentos. Os embaraços que o espírito encontra para suas manifestações se lhes assemelham a algemas que tornem os movimentos a um homem vigoroso. Pode-se dizer que os cretinos e os idiotas são estropeados do cérebro. Aí vamos mais uma vez pegar uma expressão da época, né, que como o coxo ou como o coxo o é

nem os movimentos a um homem vigoroso. Pode-se dizer que os cretinos e os idiotas são estropeados do cérebro. Aí vamos mais uma vez pegar uma expressão da época, né, que como o coxo ou como o coxo o é das pernas e o e os olhos o cegoo e dos olhos do cego. Nós temos aí a questão realmente da da nós temos aquela figura que é muito muito interessante a gente lembrar são das duas asas, né? As asas da moral e as asas da inteligência. É muito fácil você desenvolver as a asa da inteligência. Basta estudar, basta ler, basta coisa, mas aquilo entrar na pessoa e se transformar na asa da moral, do crescimento, da postura, é perante a vida, perante as pessoas, como a Janane falou sobre o amor. Lembrando Pedro, né, que o amor cobre uma multidão de pecados. Quando a gente, quando a gente esquece de desenvolver a asa da moral, certamente a gente vai ter um momento em que vamos ser obrigados a reveremos desequilibrados. Não conseguiremos voar, não conseguiremos continuar na nossa trajetória evolutiva enquanto não equilibrarmos um pouco essas asas, dando a importância a ao sentimento, a moral, a a vivência interior e não apenas o intelecto. Muito bem. Sim, nós temos a 374 agora, Nani, na condição de espírito livre, tem o idiota, não é? A pessoa que está com essa limitação mental, consciência do seu estado mental? Sim, porque o que está limitado é o corpo, é estrutura física, é a matéria. O espírito, ele tem consciência e ele dar conta de que está em expiação. Nós já tivemos oportunidade, por ocasião dos trabalhos mediúnicos da Casa de Peixotinho, a na na função de dialogadora, de conversar com espíritos que viveram a experiência a de uma limitação intelectual eh muito grave aqui nessa encarnação. E à medida que ele vai muitas vezes se desligando, né, do desse processo, ele vai recobrando a sua, o seu patrimônio intelectual. E muitos eles eh o o processo expiatório é exatamente esse, é eles ter condições, é eles estar ser um espírito muitas vezes intelectualmente potente e os órgãos

do a sua, o seu patrimônio intelectual. E muitos eles eh o o processo expiatório é exatamente esse, é eles ter condições, é eles estar ser um espírito muitas vezes intelectualmente potente e os órgãos sensoriais não responderem à sua vontade. Funciona como uma prisão. A gente vê isso em André Luiz. Eu não me lembro exatamente qual era qual é a obra, mas na obra de André Luiz tem um exemplo de um espírito que está nesta condição, exatamente nessa condição, com toda uma alimentação física e intelectual. E aí um instrutor pede que André Luiz faça uma escuta da dos pensamentos do que aquele espírito está pensando. Ali se dá uma verdadeira batalha. é um espírito ainda com todo um sentimento aferrado ao belicismo, ao egoísmo e e ele está preso. Então, o corpo físico demenciado, com limitações intelectuais, vai funcionar nesse contexto aí como uma expiação e não raro o espírito sabe ele dar conta. E exatamente por isso que é uma expiação pode acontecer. Excelente, Nani. Na 375, Antônio, nós temos o seguinte questionamento: qual na loucura a situação do espírito? Os espíritos respondem o seguinte: "O espírito, quando em liberdade, ele recebe diretamente suas impressões e diretamente exerce sua ação sobre a matéria. Encarnado, porém, ele se encontra em condições muito diversas e na contingência de só fazer com auxílio de órgãos especiais. Altere-se uma parte ou o conjunto de tais órgãos e eis que se interrompem no que esses dependam sua ação ou suas impressões. Se perde os ossos fica cego, se o ouvido torna-se surdo, etc. Imagina agora se o que seja o órgão que preside as manifestações da inteligência, isto é, o cérebro, né? Quando o cérebro através da da reencarnação, que a gente, como estamos temos falado aqui, o espírito imprime no cérebro algumas disfunções, são colocados no cérebro dele algumas disfunções que fazem com que ele não tenha a o a codificação correta dos sinais, daquilo que ele recebe, daquilo que ele produz. O pensamento dele não se manifesta da mesma forma.

cérebro dele algumas disfunções que fazem com que ele não tenha a o a codificação correta dos sinais, daquilo que ele recebe, daquilo que ele produz. O pensamento dele não se manifesta da mesma forma. existe uma uma, vamos dizer assim, uma um ruído de comunicação entre o pensamento do espírito e a ação do corpo. Isso vai fazer, logicamente que o espírito tenha um processo de de desequilíbrio. Eles vai ter a irritação, vai ter uma série de problemas. Os espíritos dizem o seguinte: "Provação nem por isso é improfía, porque o espírito não fica estacionário na prisão carnal." A loucura é também uma punição aos abusos das mais elevadas faculdades. E os espíritos dizem o seguinte: o louco tem duas personalidades. A que delira, a que tá que é exatamente o resultado da comunicação mal feita e a e o espírito em si que tem a consciência dos dos seus atos sem poder criá-lo. Então, é exatamente, ele sabe, ele pensa uma coisa, mas ele não consegue realizar aquilo. Ele vai realizar algo completamente desconectado. E é isso que faz a grande provação do espírito na na na encarnação. Muito interessante esse assunto, Ranha. Muito, muito. 375. Qual na loucura a situação? Opa, essa foi pro Antônio, né? 375. Ah, então o desorganizado é sempre o corpo e não o espírito. Aí a resposta aí do dos benfeitores espirituais é que o corpo desorganizado pode também incidir numa desorganização temporária do espírito. A gente falava na e até eu travei um pouco porque eu dei conta que eu ia entrar nessa questão aí que ia chegar. Aí dei uma travada. O já tivemos oportunidade e exatamente por isso que os benfeitores espirituais trazem eh em algumas reuniões mediúnicas espíritos nessa condição que passaram toda uma reencarnação num corpo com deficiência intelectual. As impressões foram tão fortes dessas limitações biológicas, orgânicas, que elas repercutiram no próprio espírito, nas manifestações intelectuais do próprio espírito. Então, já tivemos a oportunidade de conversar mais de uma vez, de acolher, não é, de dialogar com

ânicas, que elas repercutiram no próprio espírito, nas manifestações intelectuais do próprio espírito. Então, já tivemos a oportunidade de conversar mais de uma vez, de acolher, não é, de dialogar com irmãos nossos que desencarnaram e que ocuparam corpos físicos com limitações intelectuais e que, ao mesmo se portavam como se estas limitações fossem do próprio espírito. Então, todo o processo de acolhimento, ele vai se dar por um e aí também magnetizando, né? Acolhendo com a palavra, com esclarecimento, dizendo você não tem mais deficiência mental. Você é um espírito imortal, você pode recobrar a sua intelectualidade. Aí o espírito vai ali naquele naquele processo, ele inicia eh esse resgate do si mesmo, não é? Isso pode levar um tempo conforme a condição. Então, a gente não pode esquecer que não faz muito tempo o nosso país ainda aceitava os infames hospitais psiquiátricos, que eram verdadeiros campos de concentração. As pessoas eram largadas, presas ali daquele modelo que quando o Pinel ele criou o primeiro hospital, as intenções foram maravilhosas, mas depois o modelo hospitalocêntrico ele foi extremamente violador, não é? E aí essas pessoas que internadas com transtornos mentais nesses hospitais, vivendo anos ausentes de qualquer contato com pessoas com outras pessoas, eh com formas mais saudáveis, elas ficaram muito, o espírito também ficou traumatizado. Então, assim, leva um tempo até, eh, fazer um processo de recuperação. Faz sentido, ficou claro? Então, a matéria desorganizada pode sim repercutir no espírito, pode impressionar o espírito. Muito bom, Nani. Na próxima pergunta, a 376, eh, a gente tem o conteúdo. Por que razão a loucura leva o homem algumas vezes ao suicídio? E a gente queria atelar essa pergunta, Antônio, é uma pergunta da Andreia Henriques, às 20:02 que ela pergunta sobre as consequências. O que acontece com os deficientes mentais que se suicidam? Bom, os espíritos respondem o seguinte: "O espírito sofre pelo constrangimento em que se acha e pela impossibilidade em

bre as consequências. O que acontece com os deficientes mentais que se suicidam? Bom, os espíritos respondem o seguinte: "O espírito sofre pelo constrangimento em que se acha e pela impossibilidade em que de em que se vê de manifestar-se livremente, de o procurar na morte o meio de quebrar seus seus grilhões." A gente tem que lembrar que aquele espírito chegou naquela situação de loucura, de coisa, exatamente por ter um psiquismo já rebelde, um psiquismo com dificuldades de de de relações de de de uma estrutura eh equilibrada. Então, a rebeldia do espírito inconformado com a limitação e o desarranjo do corpo faz com que tente se libertar precocemente pelo suicídio, trazendo o agravamento de seus débitos. Revoltam-se alguns contra o suplício involuntário voluntário e lamentando a escolha feita, sentem violento o desejo de tornar a outra vida. Infelizmente eles esquecem que foi muito mais pela escolha deles próprios na encarnação aquela limitação. E ao fazer a a a o o suicídio, achar o caminho do suicídio, eles, na verdade, eles estão agravando os débitos porque não resolveram o anterior e e fizeram mais alguma coisa. Lógico que nós temos que sempre lembrar da misericórdia divina, acima de tudo, em cada situação, em cada caso, porque nós temos que lembrar também dos processos obsessivos que que podem estar associados à influência de espíritos outros que a gente sabe que se que se afinizam com a situação e vão procurar interferir. Então, cada caso é, nós não podemos generalizar, mas em princípio, conforme os espíritos disseram, existe de fato um agravamento dos débitos, mas cada situação aí temos que lembrar da misericórdia de Deus que é infinita. Uhum. Muito bem. Na sequência, Anani 377, depois da morte, né? Você já comentou que os óculos podem, não é, até interferir com a manifestação do espírito, até deixar o espírito um pouco ali meio, né, com dificuldades. E depois da morte, o espírito do alienado se ressente do desarranjo de suas faculdades? É mais ou menos como já está, já

ção do espírito, até deixar o espírito um pouco ali meio, né, com dificuldades. E depois da morte, o espírito do alienado se ressente do desarranjo de suas faculdades? É mais ou menos como já está, já comentamos anteriormente, poderá se ressentir, exatamente, porque poderá ficar impressionado, não é? tantos anos eh submetidos a a a um contexto assim, poderá e e necessitará de amor, de acolhimento. Eu lembro lembro muito, a condição é diferente, mas eu lembro muito de Meime naquele hospital que recebe as crianças para até passar aquele tempo para se recuperar, eu penso que seja também parecido, entendeu? Porque leva um tempo. Hum. da pessoa se recuperar desse processo, até readadquirir, não é? Pode acontecer sim. A 378, Antônio, de que modo a alteração do cérebro reage sobre o espírito depois da morte? Espíritos responde o seguinte: "Como uma recordação em peso oprime o espírito e como ele não teve a compreensão de tudo que se passou durante a sua loucura, sempre se faz mistério num certo tempo, a fim de se pôr a ocorrente de tudo." E por isso, e quanto mais durar a loucura no curso da vida terrena, tanto mais lhe durará a incerteza, o constrangimento depois da morte. liberto do corpo, o espírito se ressente por algum tempo da impressão dos laços que eles se prendiam. Vou eh utilizando utilizando um termo moderno aí que nós poderíamos dizer que ele tá sofrendo uma síndrome pós-traumática. É isso, isso, porque ele ele passou um trauma tamanho que ele e ele vai ter todas as situações. O André Luiz no livro Mundo Maior, ele vai descrever exatamente a situação de um de um de um jovem que tá encarnado, mas que ele ele sofre exatamente desse processo. A condição pode durar meses, anos com gatilhos que podem trazer de volta as memórias do trauma acompanhadas por intensas reações emocionais e físicas no lado espiritual, vamos dizer assim, fazendo. Então, eh eh é é exatamente a situação do espírito após um um trauma tamanho que é de uma encarnação com o processo da loucura, ele vai de fato ter

icas no lado espiritual, vamos dizer assim, fazendo. Então, eh eh é é exatamente a situação do espírito após um um trauma tamanho que é de uma encarnação com o processo da loucura, ele vai de fato ter um tempo equivalente ao tempo que ele passou encarnado no no processo da loucura. Ele vai ter para desintoxicar propriamente dito o seu espírito e se restabelecer e restabelecer a normalidade. Volto a dizer aí que sempre haverá a misericórdia de Deus e os méritos e e aquilo que que ele conseguiu grangear com os amigos espirituais. Muito bom. Nós vamos agora para as perguntas do público, né? quem está nos acompanhando aqui no estudo. Até o momento nós temos 11 perguntas sem resposta. Nani, vou te fazer a pergunta da Sueli Camilo. Hum. Eh, ela cumprimenta, não é, a todos. E diz assim: "Uma pessoa que sofre de idiotia e bebe pode voltar com o mesmo problema numa próxima encarnação? Tá dentro da sua especialidade, né, Nani? Ah, veja só. A pessoa que está eh vivenciando o sofrimento mental, não é? Uma limitação intelectual, eh ela pode trazer também dentro da carga aflitiva ansiedades, quadros depressivos profundos, não é? E ela pode buscar nessa angústia profunda do processo, eh, de alguma forma evadisse, não é, através do de uma substância estupefaciante, de uma uma substância como álcool, por exemplo, ela pode já ter inclusive essa tendência de reencarnações anteriores. Então, a pergunta é: uma pessoa que sofre de idiotia e bebe pode voltar com o mesmo problema numa próxima encarnação? A gente não pode dizer que vai voltar, não é? A gente é preciso observar a circunstância, não é? Se a pessoa, se a pessoa passou por todo um processo, não é, de limitação intelectual, melhorou em algumas coisas, recuperou em algumas coisas, mas ainda ficou com a questão do alcoolismo, com a dificuldade, né, da dependência química, não é? Isso poderá desenvolver outros problemas. Necessariamente ela não precisa vir depois com a com a limitação intelectual. É preciso que a gente olhe para esses processos de forma muito

a química, não é? Isso poderá desenvolver outros problemas. Necessariamente ela não precisa vir depois com a com a limitação intelectual. É preciso que a gente olhe para esses processos de forma muito amorosa, que a gente perceba que o amor de Deus e a misericórdia de Deus nos dá sempre oportunidade e coloca tudo na balança da justiça, não é? que é justo, que vai possibilitar a recuperação. Então, assim, a gente não pode dizer que a pessoa vai ficar eh vir no mesmo quadro. Ela poderá ter avançado um pouco, recuperado algumas estruturas, mas ela poderá desorganizar outras coisas se continuar bebendo, não é? Pode vir com o fígado todo destruído na próxima reencarnação, por exemplo, não é? Antônio, a Bianca Fernanda às 20, às 19:20 pergunta: "A loucura também acontece por processos obsessivos ou dívidas passadas, mas e nos casos de demências como Alzheimer, que deixam a pessoa alheia à realidade?" Olha, o Alzheimer é é uma limitação que que produz, vamos dizer assim, aquilo que que Kardec descreve como a idiotia, vamos dizer assim, porque ele chega a um ponto de de limitação do corpo que o espírito já não consegue mais se manifestar porque começa a a deterioração dos processos cognitivos. eh agindo sobre primeiro sobre o sistema nervoso e depois sobre as as ações mecânicas. Então ele repete, por assim dizer, o processo o processo da da da idiotia, vamos dizer assim, só que por um tempo limitado. E o Alzheimer é interessante que nós vemos o seguinte, podem ter, como a Jan falou, mas a nós não podemos observar a a a encarnação como um castigo de Deus, mas sim como uma oportunidade de resgate. Às vezes, coisas que parecem ser negativas aparecem na nossa vida muito mais como limitadoras, como processos de de contenção para que não façamos coisas piores. Então, a a o Alzheimer pode ser um processo que eh limite a pessoa e impeça que ela faça coisas que ela que não seriam necessárias na vida dela e ela poderia chegar a fazer. Então, nem sempre o o Alzheimer é um castigo, é uma uma forma de agora,

ue eh limite a pessoa e impeça que ela faça coisas que ela que não seriam necessárias na vida dela e ela poderia chegar a fazer. Então, nem sempre o o Alzheimer é um castigo, é uma uma forma de agora, existe de fato a questão fisiológica das limitações e do processo de deterioração do corpo até o desencarne. Uhum. Eu vou fazer uma pergunta, Jean, que está relacionada com o Alzheimer também. É paraa Nani. E depois que a Nani terminar, Lu, eu gostaria só de fazer um breve comentário, tá bem? Que eu não quero antecipar para a gente ouvir primeiro a Nani. Então, Nani, a pergunta é essa aqui. Olha, o Alzheimer é uma expiação? E quando a demência aparece num trabalhador espírita, é uma aprovação perdida pelo espírito? Veja só, o Alzheimer é ele é é sim um processo expiatório, porque a pessoa ela perde, como Antônio estava falando, a sua capacidade de reconhecer até os próprios afetos. Ela se ausenta, no entanto, ela está ali. O espírito está ali dando conta de tudo, mas o corpo vai perdendo. É, é uma é uma situação tão tão peculiar o Alzheimer, que ela começa assim, por exemplo, a pessoa sai de pode começar sai, pega o carro, de repente não consegue, não sabe mais voltar para casa, então ela vai perdendo essa essa capacidade de contato, de estar aqui, de se relacionar, não é? A gente tá falando muito como uma expiação para o espírito que está vivendo a experiência, mas também é um processo provacional difícil para quem ocupa a função de cuidador, familiares, os que estão próximos. É por isso que existe existe já grupos terapêuticos, inclusive de acolhimento para ajudar as pessoas que vivem um luto de perder aquela pessoa que ama sem perder. Ela está ali, mas não mais aquela pessoa, porque aquela pessoa ela vai se afastando. Então é um processo expiatório. Agora, e quando a demência parece um trabalhador espírita? Vamos logo, Jeane querida, colocar o seguinte: o fato de sermos trabalhadores espíritas não nos livra de passarmos pelos processos de aprendizagem e de recuperação que

parece um trabalhador espírita? Vamos logo, Jeane querida, colocar o seguinte: o fato de sermos trabalhadores espíritas não nos livra de passarmos pelos processos de aprendizagem e de recuperação que necessitamos passar, se assim for necessário que passemos. Posso trazer o exemplo de Peixotinho. Peixotinho benfeitor espiritual da casa a que estou vinculado. O maior média de materialização que a gente conheceu até hoje. Pexotinho, ele tinha uma asma tão sofrida, tão angustiante, não é? E se a gente fosse eh eh buscar na vida de pessoa que tinha uma vida toda de amor, dedicada, né, à causa do bem, não é? Mas ele passava por isso e ele safrentava com a dignidade que ele sabia que ele precisava passar por aquilo ali. Então, e quando a demência aparece um trabalhador espírito, é uma aprovação pedida pelo espírito. Hum. Nem sei que não é assim. Não é bem assim. Não é porque é um trabalhador espírita que a gente vai se se livrar de certas experiências humanas do processo humano, não é? é sempre uma expiação, é um processo expiatório. É importante também a gente colocar que alguns processos de deficiência intelectual estão possibilitando todo o grupo familiar de avançar, de expressar amor. Eu que trabalho todos os dias com pessoas com transtornos mentais, eh, muitas vezes me comovo quando eu vejo eh o crescimento inclusive espiritual, porque o espírito ele pode vir com uma um um problema, por exemplo, transtorno bipolar tipo dois, a esquizofrenia. E ele usando o aparato eh eh dos fármacos que hoje existe, as terapêuticas, ele pode manter uma vida mais ou menos equilibrada e ele pode simetar um processo de reequilíbrio, movimentar um processo de reequilíbrio. Eu tenho um paciente que está nessa condição. Ele se aproximou do espiritismo com uma força e ele hoje estava me dizendo, "Nani, sabe o que eu faço?" Ele me chama de Nani. Sabe o que eu faço para quando eu vejo que eu não estou ficando bem e eu estou consciente que eu não posso deixar de tomar tal remédio, tal remédio, e agradeço a Deus porque eles

Ele me chama de Nani. Sabe o que eu faço para quando eu vejo que eu não estou ficando bem e eu estou consciente que eu não posso deixar de tomar tal remédio, tal remédio, e agradeço a Deus porque eles existem. Mas sabe o que eu faço? Eu escuto palestras espíritas, eu deixo lá as palestras rolando. Veja, ele já está assumindo a autoria, ele já está usando a vontade para eh modificar o quadro. Então assim, quando a gente traz a isso, eu eu aprendi na prática, no amor do cuidar das pessoas com transtorno, eh o diagnóstico é apenas um caminho, não é uma determinação. Olha para o que tem de saúde naquela pessoa. Nem que seja um pouquinho. Se for 0% de saúde mental, potencializa aquilo ali. O problema é que a gente só olha para onde? Só olha pros sintomas e para o transtorno. A gente precisa aprender muito sobre essas questões, até porque qualquer um de nós aqui podemos passar por um processo de deficiência intelectual por qualquer razão, não é? Muito bem, Nani. Eu estou colocando aqui da Cláudia Dan relacionada com o assunto. Ela perguntou: "Como entender quando esse processo de generação intelectual ocorre no irmão encarnado já a idade avançada, demência, Alzheimer e o papel do cuidador?" Bem, está relacionado com o que a Nane estava comentando, inclusive já houve o comentário que às vezes não é o compromisso é também de quem está junto, dos familiares e às vezes até de uma outra pessoa. Eh, é esse o comentário que eu queria fazer. Nós tivemos um caso de Alzheimer na família e eh na no período nós começamos a investigar. Primeiro que nos assustou num primeiro momento foi quando nós lemos Manuel Filomeno de Miranda informando que o Alzheimer estava no campo da loucura. Até então a gente ainda não tinha entendido isso. Então eh foi o primeiro susto nosso, está no campo da loucura. Depois, num outro momento, Divaldo, fazendo um comentário disse que o Alzheimer era uma enfermidade que poderia ser evitada pela vontade do paciente. A Nan está falando agora de situação que a pessoa, não é, se tem um

momento, Divaldo, fazendo um comentário disse que o Alzheimer era uma enfermidade que poderia ser evitada pela vontade do paciente. A Nan está falando agora de situação que a pessoa, não é, se tem um pouquinho ainda, pode de repente até fazer o esforço e se recuperando. Muito bem. E aí o cuidador eh bem rapidamente, é tão interessante, eh nós tivemos uma pessoa que veio para cuidar depois de muitas outras. Nós nunca quisemos colocar o familiar numa numa clínica naquele momento. Queríamos cuidar, não é, nós mesmos, até sermos alertados de que todos nós ficaríamos enfermos juntos se nós não conseguíssemos auxílio, porque é demandante, passa por diversas etapas o processo do Alzheimer e vai nos envolvendo, a gente tendo trabalho, a gente tendo outros compromissos, a coisa realmente é bastante intensa. E aí então nós fomos buscar auxílio. Finalmente, depois de muitas peripécias, veio uma senhora protestante. Bem, ela depois de estar ali alguns dias trabalhando, perguntou se a gente aceitaria que ela chamasse a nossa familiar de mãezinha. Vejam lá, depois ela disse assim que ela tinha tido um sonho, que ela não estava ali por acidente, ela era protestante, mas que ela tinha um compromisso porque ela tinha tido um sonho com o nosso familiar, que ela estava atravessando um rio com ela no colo para levá-la para outra margem. Vejam as coisas. Bom, finalmente quando ela num dado momento, então quando o Divoldo disse também numa palestra que Alzheimer, essas doenças que a gente fica na cama muito tempo, às vezes até uma demência, são economia de umbral, porque se a pessoa desencarna, ela pode estar isolada no umbral e enquanto isso, ela pode estar cuidada pelos familiares. Então nós tivemos uma conversa com a com a com a pessoa que estava cuidando. Olha que Deus a leve somente quando ela estiver pronta. E nós vamos fazer de tudo enquanto não acontecer isso, né? não chegar esse momento, pois ela desencarnou nos braços dessa cuidadora e ela se jogou de joelhos no chão e disse: "Meu Deus,

stiver pronta. E nós vamos fazer de tudo enquanto não acontecer isso, né? não chegar esse momento, pois ela desencarnou nos braços dessa cuidadora e ela se jogou de joelhos no chão e disse: "Meu Deus, se ela estiver pronta, Senhor, o Senhor pode levar, mas se ela não tiver, deixa ela aqui mais um tempo." Bom, essa senhora hoje é como uma familiar nossa. Então, é impressionante, não é? como as coisas acontecem na vida da gente, quantas lições isso nos traz, o quanto nós aprendemos com essa situação. Isso. Bem, nós vamos, Carlos, deixa eu fazer só uma pontuação. Eh, a gente olha com muito pesar eh sobre a maneira devido à carga aflitiva de ter um afeto, um parente nas diversas condições de limitação intelectual. É muito duro, mas a gente precisa perceber toda a circunstância amorosa que muitas vezes rodeia e que ajuda. Veja essa criatura que chegou, que certamente deve ter uma conexão, uma vinculação espiritual com o grupo familiar do nosso Carlos, com essa parente, eh, especialmente, né? Uhum. Com certeza. E aí, eh, Lu, podemos seguir, né? Gente, vamos lá. Vamos lá. Antônio. Alda Regina traz na 20 46 a pergunta: Quando se fala das faculdades, seriam as potencialidades? Eh, potencialidade significa algo impotencial. Possível. A faculdade é ação propriamente dita, são as manifestações, as faculdades aí que estamos falando é da da a faculdade cognitiva, da fala da a os sentidos, a audição, tudo isso, as potencialidades são algo que poderá poderão ocorrer se desenvolver a potencialidade, vamos dizer assim, o potencial mediúnico da pessoa, mas aí é algo que será desenvolvido, que será educado, será é eh preparado para o trabalho. Então é diferente da da faculdade e da potencialidade. Excelente, Antônio. Eu tava eh a a pondo atenção nessa pergunta e e pensei na que é uma oportunidade de esclarecimento. Você foi preciso excelente, Nani, olha só essa. Quando a loucura é ativada por hábitos equivocados, alcoolismo, uso de drogas, é um resgate de outra encarnação ou da atual? Estava na programação do

o. Você foi preciso excelente, Nani, olha só essa. Quando a loucura é ativada por hábitos equivocados, alcoolismo, uso de drogas, é um resgate de outra encarnação ou da atual? Estava na programação do espírito. Não, nós podemos reencarnar saudável, com todo o aparelho psíquico estruturado. Nós podemos receber um corpo físico saudável, saudável, sem mérito, viu? Isso só acontecer. Há corpos belíssimos aí, não é? Pessoas belíssimas fisicamente que trazem consigo verdadeiras atrocidades internas, deformações morais. E se você vê o espírito, você dá uma carreira daqui do Recife até onde tá Carlos lá no Barramas, entendeu? Então, é muito importante que a gente entenda que a loucura, ou seja, o transtorno mental, vamos usar assim, pode sim ser desenvolvido pelos hábitos equivocados. Gostei da expressão, viu, Dani? Os hábitos equivocados. Uhum. Não só o alcoolismo e uso de drogas, mas ódio em excesso, egoísmo em excesso, não é? posturas emocionais extremamente violentas, agressivas, pode desarticular os centros de força, pode acionar eh um processo de estrutura que começa pelo perespírito. E como eh Antônio colocou, não é? O perespírito, ele falou em modelo organizador biológico, é a classificação que a benfeitora traz, a nossa benfeitora traz, Joana de Angângeles. Mas a gente pode usar uma imagem bem interessante que o perespírito é como se fosse uma memória rã, é como ele fosse uma memória. Tudo que fica nele registrado repercute no corpo físico. Então, a pessoa pode sim eh desenvolver processos de loucura se ela começa a viver uma vida desregrada, corrupta, violando a lei divina, machucando os corações, aquelas que são responsável pelo pelo morticídio, morte, pela morte, pelo homicídio, nós podemos matar uma pessoa não apenas eh pela pelas vias eh de tirar uma arma, um um uma arma branca ou o que a gente pode matar uma pessoa de raiva, a gente pode matar uma pessoa de, sabe, de escassez afetiva, com a calúnia. Então, sempre que a gente caminha na vida assim, machucando os corações,

ca ou o que a gente pode matar uma pessoa de raiva, a gente pode matar uma pessoa de, sabe, de escassez afetiva, com a calúnia. Então, sempre que a gente caminha na vida assim, machucando os corações, estamos inscritos nas teias da loucura. Com certeza pode acontecer. Excelente, Nani. Antônio, a gente tem uma pergunta e a gente vai unir com uma outra aqui que é muito próxima, a da Angélica. Ela pergunta: "Acarnação numa condição de retardo pode ser uma escolha do espírito para sua evolução ou é sempre a consequência natural de suas faltas?" Mas também o o Fernando pergunta: "Mas nem sempre a deficiência intelectual é uma prova expiação". Correto? O microfone, Antônio. Microfone. O o que que acontece? Nós temos o o espírito que ele vai escolher para a para a aquela encarnação para para resgatar os erros do passado. Então nós temos que gerente o processo do do da do retardo do idiotismo, o nome que dermos, será um processo realmente de resgate, de de de queimar a aquela carga negativa que nós temos do passado. Então isso é algo que é nosso, que é uma prova espiação. a gente vai ter pouca diferença aí no caso vai ser muito mais a expiação de fato, porque e eh é porque vai ser uma escolha dele para passar por aquilo. E nós vemos nós vimos inclusive sobre a pergunta sobre levar até a a o suicídio ou não, é que muitas vezes o espírito poderá até se rebelar contra não aguentar aquela escolha que fez. Então é um processo realmente difícil, mas a a deficiência intelectual, lógico que temos aí as gradações de deficiências intelectuais que que irão atingir, por exemplo, áreas de interesse daquele espírito, áreas de de eficiência daquele espírito que naquela encarnação estarão tolidas, mas ele poderá se manifestar por outros os caminhos, como a gente vê em alguns casos aí, pessoas eh eh com o processo assim de limitação intelectual e que são ótimas fazendo alguma coisa, principalmente, criando, mexendo com animais, nós vemos a ligação com os animais como uma forma, inclusive

as eh eh com o processo assim de limitação intelectual e que são ótimas fazendo alguma coisa, principalmente, criando, mexendo com animais, nós vemos a ligação com os animais como uma forma, inclusive terapêutica de de de dar e desenvolver exatamente aquela asa que nós falamos lá atrás, a asa do amor, a asa da da da da do efeito moral. Então, eu acho que temos que lembrar isso. É uma escolha do espírito para pass e ele vai aproveitar aquela oportunidade da melhor forma possível. Agora, eh, Nan, a Tatiana, ela colocou que leu em algum livro, mas ela não se lembra qual, que os espíritos nascem com algum tipo de idiotia também para de alguma forma ser protegidos de algum inimigo do passado. Isso é correto? Isso pode acontecer no mundo maior. André Luiz, exatamente aquele caso que eu estava trazendo antes, essa personagem, ela veio nesse corpo que é um, ele vai funcionar como espécie de escafandro. Ele tem essa função de ajudar terapeuticamente a a iniciar o processo de recuperação, não é, do espírito. Tem a outra função, a segunda que a gente já comentou, que é de eh tem essa função de permitir que o espírito passe pela experiência e tem a função de eh proteger sim. Porque as fica difícil para os os inimigos do passado eh reencontrar, mas pode acontecer que encontre. E aí, nesse livro, não é, nesse livro de André Luiz, a gente vai ter exatamente esse caso, quando os inimigos do passado finalmente encontram o desafeto ali naquele corpo deve, naquela naquela condição expiatória. A gente também a gente também tem um caso em Dramas da Obsessão, Dr. Bezerra de Menezes, pela psicografia da dona Ivone. Também um caso semelhante. Eh, Antônio, a Ângela Juca às 20:34 pergunta: "Como a família pode ajudar as pessoas com deficiência mental? Para os pais é sempre uma missão?" Como nós estávamos falando sobre o Alzheimer, eh eh eh a pessoa com deficiência mental é sempre um desafio para a família, um desafio no sentido de que vai também levar todos a a participarem daquele processo. E

távamos falando sobre o Alzheimer, eh eh eh a pessoa com deficiência mental é sempre um desafio para a família, um desafio no sentido de que vai também levar todos a a participarem daquele processo. E fundamentalmente é necessário que haja um respeito profundo e um carinho profundo. E a lembrança sempre, que isso a doutrina espírita nos traz e nos dá uma um toque muito importante de que o espírito está registrando tudo que acontece em torno, tudo que é falado, tudo que é sentido, tudo que acontece em torno dele, ele vai registrar, embora o corpo físico muitas vezes não registre. Então, é uma é um processo de de construção, vamos dizer assim, da relação familiar com a atenção para aquele espírito que está ali na naquele processo e que todos estão envolvidos e ligados de alguma forma com aquela história, porque a gente sabe que não terá acontecido isso dente de percurso. Eh, a gente brinca que a cegonha não errou no alvo e nasceu no lugar certo da porta. Perfeito. Muito bem. Tem essa pergunta aqui já está respondida, Marlene Tax, pelos comentários já feitos. No caso deficiência intelectual, se ele não fosse consciente desse fato, não seria expiação, certo? Então, o espírito está acompanhando, sabe das dificuldades da organização. Lógico que isso é uma expiação para ele, não é? Por causa justamente dessa consciência. Mas aí nós temos, Nani, da Valéria Bizarro aqui, não é? Também de alguma forma já foi eh respondida. Eh, o que ocorre na decorrência de demência senilon Alzheimer, pode ser algum tipo de obsessão ou mesmo provas? Aí chamou atenção para o caso da obsessão aqui. Pois é, eu gostei porque ela trouxe essa questão. As pessoas com transtorno mental, com deficiência intelectual, a condição de Parkson quando agrava, não quando tá no início, não é? Porque essa pessoa pode passar um muito tempo assim tomando as medicações e sobre controle, mas há uma condição mais grave já no estágio final que pode acontecer da pessoa ficar assim com bastante limitação, não é? Também intelectual,

muito tempo assim tomando as medicações e sobre controle, mas há uma condição mais grave já no estágio final que pode acontecer da pessoa ficar assim com bastante limitação, não é? Também intelectual, não é? essas condições, a pessoa pode ficar mais vulnerável, ela vai estar em situação de vulnerabilidade. E aí, se ela não tem um ambiente espiritual, eh, onde há uma higiene, onde não há oração, ela vive num contexto onde não há a devida proteção espiritual, ela pode sim ficar acessível, porque vulnerável, não apenas a inimigos do passado que se aproveitam da situação de vulnerabilidade, mas também de espíritos desordeiros que pode não ter nenhuma ligação com ela, mas que querem aproveitar da da condição. Então, não necessariamente porque a pessoa está num processo de demenciação, eh, de Alzheimer, que isso tem a ver com obsessão, mas a situação vulnerável poderá, se não houver o aparato espiritual, o cuidado, poderá sim reverberar e a própria condição do espírito, né, da pessoa, a estrutura emocional, o padrão da pessoa, como ela é a moralidade da pessoa, o que ela andou fazendo, o que ela andou cultivando, pode atrair essas entidades que vão se aproveitar dessa condição maisal. É muito importante, diante desse tema que estamos estudando hoje, refletirmos sobre aquilo que está oculto e também se apresenta velado e que é oportunidade do nosso crescimento. Então, todo essas questões apresentam uma grande oportunidade de cura para quem quer que esteja em papel que se apresente, aquele que encarnou com algum processo de deficiência o que vai manifestar posteriormente ou muitos que não irão manifestar momento algum, mas todo todo momento com a convivência com essas deficiências e a oportunidade de crescimento para lidarmos com deficiências que estão ocultas, que estão veladas e que é uma excelente oportunidade de educação. Isso a gente é importante a gente manter para não perder de vista. E aí a Dani Monteiro Antônio pergunta: "Como se se explica espiritualmente várias pessoas na mesma

xcelente oportunidade de educação. Isso a gente é importante a gente manter para não perder de vista. E aí a Dani Monteiro Antônio pergunta: "Como se se explica espiritualmente várias pessoas na mesma família com transtornos mentais semelhantes? é um processo, vamos dizer, de atrito intenso, por assim dizer, porque obriga a todos eles a superar para termos uma relação mais mais saudável possível, vai ser um exercício muito grande de superação de cada espírito, de cada pessoa dentro daquela relação. E óbvio que não estará apenas dentro daquela daquele núcleo familiar, mas em torno também todos aqueles que estiverem ligados àela família, porque eles não estão sozinhos no mundo. surgiram ali e estão dentro de um de uma de uma teia familiar, vamos dizer assim, de uma rede familiar que precisa se organizar também para auxiliar e para sustentar aquelas pessoas. E delas realmente vai ser um exercício muito grande de ajustar as suas deficiências de forma a a ter o mínimo de atrito possível. É o ideal. Nem sempre a gente vai conseguir isso, mas é o que é o que precisa acontecer, né? É o que deve acontecer. É muito bom, Nani, por favor. É a Fernanda Faustino. Preciso de uma orientação. Minha sogra tem esquizofrenia e meu sogro tem Alzheimer. A orientação que você deve estar precisando, Nanda. Fernanda. Primeiramente, um abraço, viu? eh que você deve estar precisando deve ser uma orientação. Primeiramente, deve-se buscar ajuda médica pros dois casos especializado. Isto em relação ao SGA que está com Alzheimer, é preciso buscar um geriatra, um neuro, um um geriatra, um especialista na área da um neuro, um médico neuro, não é? Para que comece o protocolo medicamentoso adequado, os cuidados, a orientação, não é? Existem também várias terapias, um tratamento todo multidisciplinar já que existe para as pessoas com Alzheimer, inclusive ajudando a retardar eh o avanço da doença. A esquizofrenia é um transtorno de personalidade grave, não é? Que pede que a pessoa precise precisa ser acompanhada

para as pessoas com Alzheimer, inclusive ajudando a retardar eh o avanço da doença. A esquizofrenia é um transtorno de personalidade grave, não é? Que pede que a pessoa precise precisa ser acompanhada pelo psiquiatra. Existem medicações que vão eh equilibrar os efeitos primários da doença, que são os delírios, as alucinações, que são bastante eficientes. E também deve haver os cuidados paraos efeitos secundários, que é a depressão, as a ansiedade, os outros efeitos que vêm com o transtorno. Então, precisa de um acompanhamento rigoroso com o médico psiquiatra e psicoterapia. Os dois casos, a bênção da doutrina espírita, a terapia do passe, a magnetização, não é? A leitura do evangelho também ajudam bastante. Então você pode buscar a casa espírita, tomadas as providências médicas, não é, terapêuticas, buscar a casa espírita para o acompanhamento espiritual dos seus entes queridos. Lembro de um de uma pessoa próxima à minha família que diagnosticada com Alzheimer e viveu todo o processo do Alzheimer. Na verdade é uma mãe, a mãe de uma grande amiga minha, não é? Uma grande, inclusive ela é uma grande intelectual, não é? Ela viveu o Alzheimer por longo tempo e foi super importante para ela participar das reuniões do evangelho no ar. a leitura do evangelho para ela, porque o espírito está ali. Então, implanta a oração nessa família, não é? Direciona para esses afetos as bênçãos do evangelho, não é? mesmo que eles não possam, no caso Alzheimer, se já tiver mais avançado, responder, mas o espírito está ali. A oração para uma pessoa com esquizofrenia é importantíssimo, entendeu? Porque geralmente na matriz, a matriz psíquica que promove a desagregação psicológica da da a desorganização psicológica da esquizofrenia, está na matriz, uma culpa profunda do ser que de alguma forma violou alguma coisa em experiência transata ou até nessa mesma, só lá nos arcanos dela. Então, a leitura do Evangelho, falar sobre o perdão, preces, orações, isso vai ajudando o espírito a se acalmar, a se organizar. A gente não

iência transata ou até nessa mesma, só lá nos arcanos dela. Então, a leitura do Evangelho, falar sobre o perdão, preces, orações, isso vai ajudando o espírito a se acalmar, a se organizar. A gente não pode esquecer que a doutrina espírita é também terapêutica. Ela é essencialmente terapêutica. Perfeito, Nani. A nossa última pergunta de hoje, Antônio, é a da Viviane Franco. Como diferenciar esquizofrenia de obsessão? Bom, aí temos uma questão que dependerá da da manifestação, né, de como vai se manifestar a esquizofrenia, de que maneira. Mas a gente sabe também que a esquizofrenia ela é uma uma duplicidade de, vamos dizer assim, uma uma questão da personalidade que abre o espaço para obsessão, que muitas vezes eh eh está associada a um processo obsessivo. Então, nós temos que que pensar o seguinte, diferenciar esquizofrenia de obsessão, nós vamos ter que lidar realmente com os sintomas, com a com o tipo de manifestação e cuidar da do tipo de manifestação que houver, sempre associado a a exatamente o que foi dito, eh, eh, ao apoio espiritual que a doutrina espírita e a casa espírita possa dar. Então, eh eh não é não é preocupar se é obsessão ou esquizofrenia. Trata vai tratar da melhor forma possível e com o psiquiatra, com tudo que for necessário e associando a isso o tratamento espiritual, que é óbvio que sempre vai trazer grandes benefícios ao processo. Muito bom. Nossos agradecimentos à Nani, ao Antônio, as nossas intérpretes para Libras, a Luziane pelo apoio, né, pela aprendizado aqui em conjunto, a você que está acompanhando aí, não é, nesse momento e aos nossos parceiros de transmissão simultânea também. O nosso agradecimento muito profundo. Os nossos encontros semanais ficarão gravados e disponíveis gratuitamente. O estudo está disponível também podcast ou e aí no no Spotify, não é? E nas demais plataformas de audereaming também. Se você precisa e quer mais informações acerca de nosso estudo, acesse o Telegram @studo_le_feb. Para encontrar todo o conteúdo do

no no Spotify, não é? E nas demais plataformas de audereaming também. Se você precisa e quer mais informações acerca de nosso estudo, acesse o Telegram @studo_le_feb. Para encontrar todo o conteúdo do estudo, basta acessar o site www.febtv.com.br/estudo br/udçle a FEBTV disponibiliza três oportunidades de estudo das obras básicas do Espiritismo semanalmente, estudando o livro dos espíritos toda segunda-feira às 20 horas. É esse aqui que nós estamos fazendo agora, o estudando o livro dos médiuns toda terça-feira às 20 horas e estudando o Evangelho Segundo Espiritismo na quinta-feira, esse às 21:30 que nós lá fazemos junto com a Luziane. Apoie a FEBTV, ajude a manter este e outros estudos no ar acessando febtv.com.br. br. No próximo estudo, nós vamos seguir com o capítulo sete ainda da volta do espírito à vida corporal e vamos tratar da infância, outro assunto muito interessante nas perguntas 379 a 385. Até lá. Boa semana a todos e muito obrigado.

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