#54 • Jesus e Saúde Mental • Missão do homem inteligente na Terra
WEBSÉRIE • Jesus e Saúde Mental » Episódio 54: Missão do homem inteligente na Terra » Apresentação: Leonardo Machado
O que nós estamos querendo dizer é que dê uma chance à paz. O que todos nós queremos dizer é que nós possamos dar uma chance à paz. Com esses versos, esse refrão da música Give the Peace a Chance do John Lennon, eu queria começar as nossas reflexões sobre a missão do homem inteligente na Terra, como a nossa inteligência pode ser usada a favor da nossa saúde mental, mas ao mesmo tempo como nós podemos utilizá-la a favor de guerras, a favor da própria guerra interior. Então, um convite para que a gente possa ficar juntos nessa noite depois da nossa vinheta. Eu cresci muito escutando as músicas dos Beatles, né? Meu irmão mais velho era um fã. dos Beatles. Eu acabei conhecendo muito as músicas dos Beatles, do John Lennon, do George Harrison. Ao mesmo tempo também cresci muito conhecendo músicas da Legião Urbana e a música está entranhada eh na minha vida. Por isso que eu trago muitas vezes músicas para que a gente possa refletir. Eu tenho refletido muito nesses últimos dias eh nessa música que na verdade é quase um mantra. Basicamente a música se repete nessa perspectiva. O que nós estamos querendo dizer é que dê uma chance a paz. Eh, all we are saying the give peace a chance. Essa frase se repete como no mantra, né, que o Jo Leno lança na perspectiva de uma fazer uma bandeira da paz. Mas quando você vai escutar música, né, os versos, outros praticamente os outros eh não dizem tantas coisas, né? E ele faz uma às vezes uma salada de palavras eh que rimam. todo mundo fala sobre ismos, ismos e ele vai repetindo, colocando que de forma simbólica, na minha interpretação, é que muitos de nós temos muitas teorias que a gente pode traduzir aí parafraseando o John Lennon em muitos teorismos, ou seja, muitos ismos para poder dar explicações. Temos, portanto, uma bagagem intelectual muito grande, acumulada ao longo eh do nossos séculos, reencarnatórios e do nossos séculos culturalmente falando. No entanto, muitas vezes esquecemos que o mais importante é pegarmos esses ismos, esses
uito grande, acumulada ao longo eh do nossos séculos, reencarnatórios e do nossos séculos culturalmente falando. No entanto, muitas vezes esquecemos que o mais importante é pegarmos esses ismos, esses teorismos que nós temos e irmos a favor da paz. Não, uma paz de fato, que é uma paz eh, uma harmonia externa no dizer de um ditado popular que aprendi com minha mãe, não é uma paz de mar morto, uma paz, portanto, que não tem vida, uma paz que tem uma eh uma quantidade muito salobra que impossibilita a vida, não é isso, mas é uma paz que guarda uma harmonia. Essa harmonia vem pela convergência das diversas teorias que nós temos dentro de nós e não podemos uma destruir a outra. A mensagem de Kardec, a mensagem que nós aprendemos na doutrina espírita, pelo menos a mensagem que eu aprendi e que gosto de passar, é a mensagem que vem em convergências. É a mensagem que faz pontes e não que faz barreiras intransponíveis. É a mensagem que faz ponte, por exemplo, entre a aliança e a religião, diz Allan Kardec, porque são as duas grandes eh alavancas, né, duas grandes asas da humanidade que fazem com que a gente possa crescer espiritualmente falando. Então, se Kardec propõe a aliança da ciência com a religião, que até então dizer não conseguiam eh convergir, imagina as outras alianças que nós podemos fazer em nossas existências. com a doutrina espírita, particularmente, eu aprendi que não precisava abrir mão da minha racionalidade científica para poder acolher a minha fé espiritual, religiosa, nem precisava abrir mão da minha fé para poder acolher a minha racionalidade. E se, como se Allan Kardec me proporcionou trazendo na doutrina espírita essa congruência harmônica, essa congruência pacífica, que não significa uma desvitalização, mas uma vida eh que ferve dentro dos nossos pensamentos, dentro das nossas inquietações intelectuais. Eu acho que vale faz muito sentido a gente fazer essa eh eh essa análise conjunta com essa música do John Lemon, né? Todo mundo fala sobre muitos teorismos, mas o que a gente tem
etações intelectuais. Eu acho que vale faz muito sentido a gente fazer essa eh eh essa análise conjunta com essa música do John Lemon, né? Todo mundo fala sobre muitos teorismos, mas o que a gente tem esquecido de falar é de dar uma chance à paz, darmos uma chance ao amor, utilizando o nosso conhecimento. E muitas vezes utilizamos o conhecimento espírita para poder eh maltratar, tratar de forma equivocada os assuntos, tratar de forma equivocada as pessoas, porque toda vez que nós criamos um discurso muito bélico, um discurso muito eh confrontativo no sentido de destruir, certamente nós estamos muito mais utilizando a soberba. a vaidade do que a inteligência de uma forma profunda. E a mensagem de O Evangelho Segundo o Espiritismo, da missão do homem inteligente na Terra, começa dizendo assim, que eu vou querer ler porque acho ela tão profunda, né, com com vocês hoje. Não vos orgulheis por aquilo que sabeis, porque esse saber tem limites muito estreitos no mundo em que habitais. Mesmo que suponhas que você seja uma das sumidades desse globo, ou seja, mesmo que a gente pudesse pensar que você ou eu somos uma sumidade em inteligência, nenhuma razão a gente teria para nos envaidecer. Primeiro, porque o nosso conhecimento é muito limitado. E talvez uma das pessoas que mais percebeu isso e traduziu isso de forma simples foi, né, o filósofo socrático, que é colocado dentro da doutrina espírita como sendo um precursor da visão eh cristã, né? Então, a filosofia socrático-plônica é vista como uma precursora da visão cristã e consequentemente uma da precursora do espiritismo. E essa esse desdobramento existe muito bem feito no próprio evangelho segundo o espiritismo. E esse precursor, ele tem eh tanta grandiosidade que o oráculo de Delfus, que era como se fosse, digamos assim, um local em que se profetizava, né? Você tinha ali o fenômeno mediúnico sendo produzido no templo de Apolo, na cidade de Delf. Em determinado momento, quando Sócrates vai até aquele templo, uma das poucas vezes que Sócrates sai da cidade
ocê tinha ali o fenômeno mediúnico sendo produzido no templo de Apolo, na cidade de Delf. Em determinado momento, quando Sócrates vai até aquele templo, uma das poucas vezes que Sócrates sai da cidade de Atenas, o oráculo vai dizer para Sócrates que ele era o homem mais sábio que existia na humanidade. É que vale a dizer isso aqui que o o Evangelho tá colocando, mesmo que você fosse uma sumidade desse globo. Então, o que o oráculo de Delf está dizendo? Olha Sócrates, entre as sumidades do globo, você é a sumidade das sumidades naquele momento eh específico eh da história humana. Mas Sócrates, primeiro, ele se espanta com isso. Ele fica espantado com essa revelação, porque ele fala, ele até retruca, né? que ele vai dizer: "Olha, eh, eu só sei que nada sei. A minha única sabedoria é essa." E depois que ele sai do oráculo de Delf, como muito bem Platão narra, eh, no diálogo chamado Fedro, você tem um Fedon, que é um diálogo que que narra o final da existência de Sócrates, e tem um diálogo que Sócrates trava com um jovem chamado Fedro, que de certa forma traz um resumo da filosofia eh platônica e que eu gostei muito, me debrucei muito, porque quando eu leio o Evangelho Segundo Espiritismo, pela primeira vez, né, quando eu digo assim, eu lê eh por mim mesmo, né, sem ser dentro do evangelho que fazia-se na minha casa, eu me toquei muito, me encantei muito com a introdução do Evangelho e com a parte em que em que Kardec coloca Sócrates como sendo eh um precursor. E aquilo é como se tivesse assim, eu sabia, né? É como se fosse um eureca, sabe? assim, poxa, já tinha visto isso em algum canto, né? Embora não conhecesse profundamente a filosofia socrática, platônica, eu não sou filósofo, eh, profissionalmente falando, até cheguei a fazer um curso de pós-graduação, eh, na PUC do Rio em filosofia antiga, de tamanho gosto que tenho por essa temática. Mas quando eu era adolescente, eu tava ali, tô falando mais ou menos de 12, 13 anos, eu li essa mensagem, li essa passagem e claramente vi a
sofia antiga, de tamanho gosto que tenho por essa temática. Mas quando eu era adolescente, eu tava ali, tô falando mais ou menos de 12, 13 anos, eu li essa mensagem, li essa passagem e claramente vi a intuição, né? você vai poder ler sobre isso mais, você vai poder escrever mais sobre isso, eh, mas você vai ler as fontes. E aí eu esperei, aí comecei a comprar os diálogos de Platão e comecei a ler. Então, um do o primeiro livro, né, que eu lancei foi pela editora ID de São Paulo e se chama A sabedoria de Sócrates e o cristianismo Rede Vivo, que eu tento fazer um esforço de comparações, sabe? Porque o que mais me encanta na doutrina espírita desde sempre é esse essa ponte. E quando eu li a introdução do Evangelho Segundo o Espiritismo, eu percebi claramente a ponte que Allan Kardec eh tentou fazer, fez ao longo da codificação. E é muito assim entristecedor a gente ver eventualmente do próprio meio espírita as pessoas não conseguindo fazer diálogos, né, entre os próprios espíritas, né, e jogando pedras em líderes que tm o seu trabalho ao longo de décadas, né? É muito triste se o líder vai fazer alguma reflexão, né, pegando o conhecimento. Se a gente não concorda com esse conhecimento, a gente vai lá e destrói, mostrando toda a perturbação que nos é inerente. Porque eu posso discordar, mas não é o meu direito destruir ninguém. Eu posso não concordar com tudo que um líder fala. É natural. Ele não é o representante total, né, de uma de uma doutrina, de uma filosofia, mas a pessoa como eu, como você, merece respeito, merece até por mim mesmo. Eu não, eu não devo jogar a pedra destruindo qualquer que seja. Se não devo destruir um desses pequeninos que está ao meu redor, imagina alguém que teve todo um trabalho dedicado a alguma causa, que dedicou toda a sua inteligência, todo o seu eh seu esforço intelectual para poder nos trazer isso. nós estamos eh claramente mostrando como não estamos conseguindo entender profundamente, né? E estamos utilizando a nossa eh visão para guerrear e não para dar uma chance à
para poder nos trazer isso. nós estamos eh claramente mostrando como não estamos conseguindo entender profundamente, né? E estamos utilizando a nossa eh visão para guerrear e não para dar uma chance à paz. Quando eu li esse livro, portanto, Fedro, eu então eh trouxe essa reflexão nesse livro que a editora ID eh publicou. E nesse livro a gente vê que Sócrates faz o seguinte, no livro Fedro, ele vai conversar com Fedro e falar do seu espanto, né? Olha, eu fiquei espantado por ter dito que eu era a pessoa mais sábia, porque eu sabia de pessoas que conheciam mais do que eu. Então eu fui lá e fui encontrar, falar com essas pessoas, dialogar com essas pessoas, porque eu queria eh encontrar alguém que desdissesse o que o oráculo tinha me dito. Mas eu me espantei porque muitas pessoas falavam sem saber profundamente, mais para encantar o público do que para poder aprofundar uma temática. Então eu comecei a perceber que talvez o oráculo tinha razão, porque talvez eu fosse o mais sábio das pessoas, porque era o único que sabia da minha ignorância, sabia da minha limitação. E por saber da minha limitação, eu era o mais sábio de todos. É isso que essa mensagem claramente fala. Não vos orgulheis por aquilo que sabeis. Não quer dizer que você não saiba, quer dizer que eu não saiba, mas esse saber é muito limitado, é muito estreito no mundo em que nós nos nós habitamos. Por isso que nós não podemos, né, não temos o direito de pegar esse saber limitado e jogar pedras que destróem imagens, destróem, né, pessoas, pedras que são, falam muito mais da belicosidade interna do que da realidade amorosa da vida. Porque mesmo que a gente fosse uma sumidade maior desse globo como Sócrates o foi, nenhuma razão a gente teria para nos envaidecer. E aí vem o Evangelho Segundo o Espiritismo, a mensagem em análise e complementa além desse ponto que eu trouxe aqui a reflexão do que Sócrates, que era a sumidade das sumidades do seu tempo, chegou à conclusão. Deus, diz o evangelho, nos seus desígnios vos fez nascer em um meio onde
m desse ponto que eu trouxe aqui a reflexão do que Sócrates, que era a sumidade das sumidades do seu tempo, chegou à conclusão. Deus, diz o evangelho, nos seus desígnios vos fez nascer em um meio onde você poderia desenvolver a sua inteligência, né? Foi por se ele fez isso, foi porque ele queria que você utilizasse a sua inteligência, inteligência em benefício de todos, porque é uma missão que ele dá para você, pondo em sua mão um instrumento com o qual você pode desenvolver, né, em ao teu redor as inteligências que estão a quem da sua, no sentido de conduzi-la a Deus. A natureza do instrumento não indica o uso que dele deve ser feito. Faz uma faz uma indagação ao evangelho. A enchada que o jardineiro põe nas mãos do seu ajudante não indica que o ajudante deve cavar? E o que você diria se o trabalhador, em vez de trabalhar, erguesse a enchada para ferir o seu senhor? E aí eu quero ampliar essa reflexão. O que é que a gente, o que é que a nossa consciência vai nos dizer quando chegarmos novamente no mundo espiritual desencarnados e vermos que nós pegar, pegamos a navalha da nossa inteligência, não para poder fazer construções de roupas, né, com a a navalha da nossa inteligência, mas sim para ferir o outro. que a gente diria para nós mesmos lá na frente que a gente fez com a enchada da nossa inteligência para ferir o outro ao invés de cavar a terra para plantar a planta. Vocês diriam que isso é um horror, né? e que esse ser devia ser expulso. Pois bem, não se passa o mesmo com aquele que se serve da sua inteligência para destruir entre os seus irmãos a ideia da providência e destruirmos aquelas pessoas que também servem de certa forma de pequenas exemplificações, de tarefeiros, de seguidores, não erguer contra o seu senhor a enchada que lhe foi dada para preparar o terreno, terá ele direito ao salário prometido ou merece, pelo contrário, ser expulso do jardim, pois o será, não duvideis, e arrastará existências miseráveis e cheias de humilhação, até que se curve diante daquele a quem tudo deve.
ário prometido ou merece, pelo contrário, ser expulso do jardim, pois o será, não duvideis, e arrastará existências miseráveis e cheias de humilhação, até que se curve diante daquele a quem tudo deve. Complementa o evangelho. A inteligência é rica em méritos para o futuro, mas com a condição de ser bem empregada. Se todos os homens bem dotados de inteligência se servissem dela segundo os desígnios de Deus, a tarefa dos espíritos seria fácil, porque fariam progredir a humanidade. Muitos, infelizmente, a transformaram em instrumento de orgulho e de perdição para si mesmos. O homem abusa da sua inteligência como de todas as suas faculdades, mas não lhe faltam lições, advertindo de que uma poderosa mão pode retirar-lhe o que ela mesmo lhe deu. Acho uma mensagem profundamente importante, porque em geral nós temos utilizado a nossa inteligência a favor da nossa vaidade, a favor da nossa prepotência, para poder destruir, para poder guerrear, guerras santas ou não, guerras próximas ou não, ao invés de pegarmos a nossa inteligência para construirmos a humildade que Sócrates deduziu. pegou a inteligência dele e deduziu que olha, eu só tenho como ser humilde, porque eu só sei que nada sei. A nossa inteligência pode vir a favor da nossa humildade, eh, deduzindo, concluindo que nós somos muito limitados e por isso precisamos ter um pouco mais de paciência, de tolerância, já que não temos como saber de tudo, mas a resposta certamente vai ser mais acertada. Mas assertiva, construtiva, se a resposta vier no caminho do amor, no caminho da harmonia. Eu acho muito interessante uma mensagem que tem no livro chamado Alvorada Cristã, do espírito Neio Lúcio pela psicografia de Chico Xavier, em que ele vai falar sobre o barro desobediente e vai contar a história de um oleiro, né, que fazia vasos conversando com hipoteticamente, né, com o barro e vai dizer assim, muito empolgado: "Olha, eu vou transformar você, Barro, em um vaso para o laboratório e você vai carregar dentro de você uma série de substâncias que vão
eticamente, né, com o barro e vai dizer assim, muito empolgado: "Olha, eu vou transformar você, Barro, em um vaso para o laboratório e você vai carregar dentro de você uma série de substâncias que vão ser úteis para os estudos científicos. E o oleiro achou que o o barro ia ficar muito feliz pela oportunidade de trabalho, mas o barro era desobediente porque era muito vaidoso e responde com uma certa soberba assim: "Mas eu, quem disse que eu quero se, né, ficar no laboratório? Eu vou me sentir uma cobaia, eu não quero". Então o oleiro respirou fundo e falou: "Tá, então já que você não quer ser um vaso de laboratório, eu vou transformar você em uma ânfora para com para guardar perfumes, né? E você vai espalhar a essência performada, né? vai guardar a essência perfumar perfumada que vai eh espalhar perfume no mundo. E o barro também eu lá vou querer fazer isso. As pessoas eu vou dar espaço para as pessoas vaidosas se envaidecerem, né? E com isso esqueceu que ele próprio tava sendo vaidoso e não queria essa atividade, não queria essa. Não, não quero. É muito, digamos, supérflo. Então, veja, quando o oleiro deu uma atividade essencial, ele não quis porque ele não queria ser cobaia. Quando o oleiro deu uma atividade poética, ele também não quis, porque ele não queria ser instrumento para a futilidade, digamos assim. Então, o oleiro fez uma outra coisa. Olha, então eu vou dar uma função, eh, e vou transformar você em um prato para poder ficar na minha própria casa. Então, o oleiro inclusive fez isso. Olha, você vai ser um transformado em um prato que vai ficar na minha casa e vai dar a oportunidade de alimentar aos meus filhos, a mim mesmo, minha família. você vai ter essa utilidade. E aí o o barro ficou mais vaidoso ainda, ficou um pouco irritado e disse assim: "Olha, quem disse que eu quero que fique em mim arroz, fique em mim caldos gordurosos de sopas? Isso é muito baixo para mim, é muito pouco. Então, oleiro pacientemente deu uma quarta função. Bem, então vou lhe transformar em um vaso para guardar
im arroz, fique em mim caldos gordurosos de sopas? Isso é muito baixo para mim, é muito pouco. Então, oleiro pacientemente deu uma quarta função. Bem, então vou lhe transformar em um vaso para guardar água, porque a água é fundamental para a vida e você vai matar a sede das pessoas. E o barro também não quis. Bem, o oleiro tentou várias possibilidades e o barro, o barro não quis nenhuma. Então, como ele não teve nenhuma nenhuma destinação, ele acabou indo pro forno, não pelo oleiro, mas pelos outros que estavam lá no trabalho, acabou indo pra fornalha da mesma da mesma maneira, só que ao invés de ir para uma fornalha e ter uma utilidade, ele acabou ficando sem utilidade, né? e se transformou apenas num entúho. e nem o Lúci coloca o seguinte: "Descorrido algum decorrido algum tempo, a lama vaidosa foi retirada e para surpresa não era nem o pote de laboratório, nem a ânfora de perfume, nem prato de refeição, nem vaso para água, e sim feio pedaço de terra requeimada e morta, sem qualquer significação, sendo imediatamente atirada ao pântano e arremata o espírito de forma muito, acho que forte, mas muito necessária. Assim acontece a muitas criaturas no mundo. Revoltam-se contra a vontade soberana do Senhor, que as convida ao trabalho de aperfeiçoamento. Mas depois de levadas pela experiência ao forno da morte, se transformar se transformam em verdadeiros fantasmas da desilusão e do sofrimento, necessitando de longo tempo para retornarem as bênçãos da vida mais nobre. É forte, mas é verdade, né? Quantas oportunidades nós perdemos vaidosamente esperando a grande chance de mudar o mundo. Se eu pudesse ser o embaixador da paz, eu iria fazer a paz do mundo. Mas com um pouquinho de paz que eu posso ter, a primeira pedra que eu pego, eu jogo nessas pessoas que são embaixadoras da paz, porque elas não fazem a paz como eu entendo ou não falam o que eu quero. Todo mundo fala disso, daquilo outro, de várias teorias, de vários teorismos, mas o que a gente quer dizer é dê que possamos dar uma chance
não fazem a paz como eu entendo ou não falam o que eu quero. Todo mundo fala disso, daquilo outro, de várias teorias, de vários teorismos, mas o que a gente quer dizer é dê que possamos dar uma chance à paz. Essa é uma perspectiva muito importante por dias de hoje, em que somos levados para fazermos análises rápidas sobre assuntos tão complexos e porque às vezes nós temos um espaço, né, em que as mídias sociais nos dão, mas ficamos ainda no anonimato, porque muitas vezes nós não damos a cara tapa, nós fazemos nomes falsos para podermos nos esconder na sober. berbaidade. E aí utilizamos o nosso espaço de forma equivocada. Utilizamos a nossa inteligência de forma equivocada. Porque toda vez que utilizamos a a inteligência para guerrear, qualquer que seja a guerra, estamos utilizando a enchada para matar e não a enchada para plantar, para arar a terra. E assim nós iremos perdendo a vitalidade com o tempo. Iremos ficar muito desiludidos, muito arrependidos, porque o espaço que Deus nos deu para sermos um vaso pequeno não nos foi, não nos foi útil, porque a gente queria o oceano inteiro e às vezes não se contenta com a gota. A gente quer tudo, mas às vezes não se contenta com pouco. A gente queria Jesus descendo na terra. Mas os seus caminheiros, os seus mensageiros pequeninos, a gente não consegue acolher. E como não acolhemos, nós não acolhemos a nós mesmos. E como não acolhemos a nós mesmos, entramos numa atmosfera de guerra e esquecemos de dar uma chance à paz, que a nossa inteligência venha a favor da paz, porque senão é curioso, porque quando a nossa saúde mental está deteriorada, está impactada, é impressionante como um dos sintomas que a gente vê em vários transtornos da psiquiatria são problemas na cognição, na atenção, na memória, na velocidade de raciocínio, na capacidade de tomar decisões. quatro esférias fundamentais da nossa cognição, ou seja, da nossa inteligência, que são afetadas quando a pessoa está com depressão, quando a pessoa está com ansiedade, transtornos de ansiedade,
sões. quatro esférias fundamentais da nossa cognição, ou seja, da nossa inteligência, que são afetadas quando a pessoa está com depressão, quando a pessoa está com ansiedade, transtornos de ansiedade, transtorno de pânico, esquizofrenia, transtorno bipolar, demências, vários diagnósticos, a própria deficiência intelectual, que é algo mais intenso, várias, vários diagnósticos que passam pelos transtornos neurológicos ou transtornos psiquiátricos, eles têm tem como via comum alterações na cognição, mostrando que para podermos pensar melhor, pensarmos bem, pensarmos com agudeza, nós precisamos de saúde mental. E para termos saúde mental, precisamos de harmonia. Para termos harmonia, precisamos guerrear um pouco menos. Não quer dizer que nós não tenhamos as nossas opiniões, não quer dizer que nós não tenhamos as nossas posições. Quer dizer, porém, que essa posição não seja utilizada por nós para guerrear, para usar a enchada e matar as pessoas, e sim para usar a enchada e cavar um pequeno buraco na terra que vai servir de espaço para semente ser plantada e brotar. E aí, com o tempo, reconhece-se a árvore pelos frutos, reconhece-se a enchada, pelo pela utilização que essa enchada foi feita, parafraseando a mensagem de o Evangelho, a missão do homem inteligente na Terra. que a gente possa pegar, meus amigos, essa inteligência que Deus nos possibilitou desenvolver e utilizá-la bem, utilizá-la a favor da nossa saúde mental, utilizá-la a favor da nossa paz, silenciar às vezes um pouco mais, reconhecermos que somos limitados, que podemos cair, que não somos os senhores da verdade, porque assim nós podemos mais uma vez e talvez definitivamente darmos uma chance ao amor. amor, damos uma chance à paz, mesmo que nós não tenhamos as respostas cognitivas, porque não tem como ter todas as respostas na vida, diz Allan Kardec, fora da caridade não há salvação, porque ele entendeu que não era fora da verdade. O que é a verdade? Pergunta Jesus a Pilatos. E essa e essa pergunta fica sem resposta.
tas na vida, diz Allan Kardec, fora da caridade não há salvação, porque ele entendeu que não era fora da verdade. O que é a verdade? Pergunta Jesus a Pilatos. E essa e essa pergunta fica sem resposta. Temos mais humildade para aceitarmos as não respostas, mas saibamos que a resposta principal que a gente pode ter: amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. É uma resposta profunda que precisa ser sentida nos nossos dias. Nós não temos as respostas completas, mas temos a resposta do amor de Jesus para podermos então entrarmos num patamar diferente da nossa saúde mental. O que é a verdade? Jesus silencia. Como é que nós podemos ter a pretensão e a ousadia de sabermos o que é a verdade? que a gente possa refletir, para que a gente não possa ser o barro desobediente que fica sem utilidade no final, porque não aceitou humildemente a posição e o espaço que a vida nos dá. Muita paz para você, muita paz para todos nós. Что?
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