#55 • Jesus e Saúde Mental • Perguntas e Respostas

Mansão do Caminho 07/11/2023 (há 2 anos) 51:19 5,421 visualizações 792 curtidas

WEBSÉRIE • Jesus e Saúde Mental » Episódio 55: Perguntas e Respostas » Apresentação: Leonardo Machado

Transcrição

Muito boa noite. É um prazer nós podermos estar juntos mais uma noite através da TV da Mansão do Caminho. E hoje a gente vai separar aquele momento para responder algumas perguntas que nos chegaram através do canal do Instagram, pelo pela caixa de perguntas que a gente coloca e a gente vai ter o prazer de poder tentar debater em algumas. Então fica conosco para que a gente possa começar mais uma perguntas, mais umas perguntas e respostas aqui no Jesus de Saúde Mental. uma uma pergunta muito pertinente, eh, que de certa forma é recorrente, é frequente, é sobre alguém que tem depressão. Vamos supor, a pergunta especificamente fala sobre alguém com depressão e que se sabe eh de um processo obsessivo que essa pessoa estava passando durante a depressão dela. Então, pela pergunta, o cenário que se desenha não é que fosse, digamos assim, eh obsessão como a única, eh, o único quadro, entende? Então tinha uma depressão que tava sendo tratada do ponto de vista da psiquiatria, do ponto de vista da terapia. Os aspectos biológicos, portanto, e os aspectos psicológicos estavam sendo tratados. Mas além disso, a pessoa espírita eh também procurou ajuda na casa espírita e percebeu-se que tinha ali um processo obsessivo. E aí a questão que se coloca é eh é possível revelar, né, que existe o processo obsessivo para a pessoa que está passando por um quadro depressivo? Ou a pergunta amplia, né, numa outra questão que se desdobra. Eh, além de ser possível, é benéfico. E aí tem um antecedor desjobramento da pergunta, né, que a pessoa fez. Eh, vamos pensar, Léo, que não seja na hora, mas, por exemplo, depois. Eu imagino que tinha sido um familiar da pessoa, pelo que a pessoa colocou na hora que ela tava com a depressão, tudo bem, ninguém falou, mas e depois pode ser revelado eh o processo obsessivo para ela? Isso vai ser benéfico ou não? Olha só, primeiro acho que é importante essa explicação que a pessoa coloca, que a gente muitas vezes quando pensa eh numa explicação espiritista para as questões da saúde

sso vai ser benéfico ou não? Olha só, primeiro acho que é importante essa explicação que a pessoa coloca, que a gente muitas vezes quando pensa eh numa explicação espiritista para as questões da saúde mental, a gente muitas vezes pensa como algo excludente, é obsessão ou é transtorno mental, sabe? Como se fosse uma coisa ou outra. Eh, mas o que a gente tem visto, né, do ponto de vista de de prática mesmo, sabe, tendo contato na em reuniões mediúnicas, a gente vai vendo uma somação de fatores e também a gente vai vendo as literaturas espíritas bem basadas, colocando assim, a obsessão sendo um fator, então o quadro clínico eh é depressivo, então tá lá a depressão instalada. Agora, essa depressão instalada, você pode ter alguns fatores que estão envolvidos. Um fator biológico, que quando a gente fala de fator biológico, a gente tá falando de questões reencarnatórias, sobretudo, né? A gente tá falando de eh questões que passam para o corpo através do perespírito e às vezes por meio da genética. Então, vem uma predisposição genética. são os fatores predisponentes, só que para uma uma depressão se instalar, você tem os fatores desencadeantes. Esses são termos técnicos, tá? Então você precisa, como se fala assim, da gota d'água. Então a pessoa tem uma predisposição. Essa predisposição fala de aspectos genéticos. Se a gente tá pensando de um ponto de vista espírita, a gente tá pensando em questões reencarnatórias. Eh, se a gente tiver pensando em outras questões, por exemplo, na linguagem budista ou na linguagem hinduísta, essas questões encarnatória seriam as questões cármicas, né? As questões que vêm de uma existência para outra através do registro perespiritual. Bem, o fator desencade, que é o fator que dá o gatilho, que é a gota d'água, são os eventos que acontecem na vida, eventos de estresse, não necessariamente um trauma gigantesco, mas pode ser um acúmulo de estresse que então eh precipita esses fatores precipituantes, né, esses fatores desencadeadores, eles falam, portanto, dessa associação

necessariamente um trauma gigantesco, mas pode ser um acúmulo de estresse que então eh precipita esses fatores precipituantes, né, esses fatores desencadeadores, eles falam, portanto, dessa associação eh genética junto com ambiente. E tem um outro tipo de fator que é um fator mantenedor. Às vezes aquele fator desencade, aquele estresse, ele não tá só no passado, ele se mantém na vida da pessoa. Então, ele não deixa, ele deixa de ser um fator apenas desencadeador e passa a ser um fator que mantém a depressão, ou seja, que contribui para a manutenção. Em a pessoa tendo a o arcabolso biológico, a facilidade biológica, a predisposição biológica para ter a depressão, vem o fator gatilho e às vezes esse fator gatilho se mantém. E aí esse fator gatilho que se mantém, a gente pode pensar em fatores ambientais, estresses ambientais que continuam, que se perpetuam. é possível, mas é possível também, e aí a gente encontra mais, posturas mentais, hábitos, né, eh, maneiras de pensar, maneiras de ser, maneiras de se comportar que às vezes acabam contribuindo para a manutenção. Então, veja aí que eu tô tentando didaticamente juntar aí três fatores: biológicos, fatores eh ambientais e fatores, digamos, psicológicos, a postura mental da pessoa. tudo isso se somando para gerar um quadro depressivo. Então, quando a gente pensa do ponto de vista do por alguém tem depressão, eh, e se a gente considera o fator espírita, a gente precisa pensar na somação de fatores e não na simplificação de fatores. Porque, por exemplo, vamos pensar um processo obsessivo, como colocado na questão. para a obsessão se instalar, você muitas vezes tem o quê? Questões reencarnatórias, não necessariamente biológicas, cerebrais, marcadamente falando, mas aquele obsessor que está ali obsediando o fulano, muitas vezes são inimigos de quê? de outras reencarnações. Olha aí a questão reencarnatória se vinculando à questão obsessiva como sendo um fator de predisposição. Ou seja, aquela intriga, aquele aquela desavença, aquela encrenca

quê? de outras reencarnações. Olha aí a questão reencarnatória se vinculando à questão obsessiva como sendo um fator de predisposição. Ou seja, aquela intriga, aquele aquela desavença, aquela encrenca que a gente tem no passado é o fator eh predisponente, né? é o fator que facilita eh esse processo obsessivo chegar a partir de um gatilho. O gatilho pode ser um fator de estresse da nossa vida que gera uma raiva muito grande, um ódio muito grande ou um desequilíbrio do ponto de vista de comportamentos. E aí a obsessão se instala. E às vezes a obsessão se instala e não sai, porque o fator que está mantendo a obsessão é tanto a atmosfera do obsessor, a atmosfera mental do obsessor, mas também a atmosfera mental do obsediado. Então é a postura mental, o fator mantenedor. Portanto, a visão espírita deixa de ser uma visão que ou é obsessão ou é depressão, ou é obsessão ou é crise de pânico, entende? e passa a ser um fator que se completa paraa gente poder pensar em fator prédisponente, fator desencadeador e fator mantenedor, levando em conta não só aspectos biológicos desta existência, não só aspectos psicológicos, eh, pensando do ponto de vista materialista, ou seja, sem levar em conta o espiritual, mas levando também em conta o espiritual. Então, acho que esse é um ponto importante que a pessoa eh na própria pergunta me dá a oportunidade de mais uma vez reafirmar com o exemplo que ela coloca. Veja, na fase aguda de uma depressão, eh, a pessoa geralmente tá muito fragilizada. Às vezes na fase aguda da depressão, ela tá tão fragilizada ou o pensamento dela tá tão alterado, por exemplo, tão lentificado que até mesmo uma terapia psicológica não consegue eh ter muita eficácia naquele momento. É preciso fazer um tratamento mais eh medicamentoso, médico, né? é uma coisa mais biológica para mudar a química cerebral, ajudar a ela sair daquele quadro agudo. É como alguém que estivesse eh infartando e chegasse num emergência e você precisa naquele momento resgatar a pessoa. Então

ógica para mudar a química cerebral, ajudar a ela sair daquele quadro agudo. É como alguém que estivesse eh infartando e chegasse num emergência e você precisa naquele momento resgatar a pessoa. Então o tratamento eh da medicina, né, o tratamento psicofarmacológico é como se fosse o resgate para sair da fase mais aguda. E aí e no segundo momento não é sempre assim, às vezes já no primeiro momento já tá muito bem indicado, mas em algumas situações no primeiro momento, apesar de estar bem indicado, a pessoa não consegue ter adesão, não consegue eh entender muito bem as coisas que estão se passando, porque há quadros depressivos que a medicina chamava até de pseudodemência depressiva, ou seja, a pessoa tava tão lentificado que parecia ser um quadro demencial, entende? mas era a depressão gerando essas alterações a menor eh do funcionamento cerebral como um todo. E aí no segundo momento é que ele consegue ter algum benefício com a psicoterapia da fala. Então, pegando esse mesmo eh exemplo de fragilidade, eh em geral eh não é tão eh adequado ou recomendado ou terapêutico que na fase agura, uma pessoa que tá tão fragilizada, ela também fique sabendo dessas questões, sabe? Por quê? O que que eu já vi? Às vezes a pessoa ela fica com um medo ainda maior porque ela se sente como se fosse meio que vigiada. de outras vezes, ela tá tão fragilizada de emoções, eh, de forma turbilionada no interior dela, que quando ela sabe desse fator de forma patente, assim, visível, eh ela pode até ficar com muita raiva, com muito ódio, do tipo, se sentindo injustiçada por causa desse processo de perseguição, porque ela tá muito mexida, entende? ela já tá com mais facilidade de sentir raiva, com mais facilidade de sentir tristeza, de sentir ansiedade. Porque na depressão aguda não é só a tristeza que predomina, é mais facilidade também é de a pessoa sentir raiva mesmo e ansiedade. São emoções mais desprazerosas, emoções negativas que predominam. Então isso pode eh facilitar com que ela sinta a raiva do

mina, é mais facilidade também é de a pessoa sentir raiva mesmo e ansiedade. São emoções mais desprazerosas, emoções negativas que predominam. Então isso pode eh facilitar com que ela sinta a raiva do próprio obsessor, entendeu? Não é nenhuma raiva da vida de Deus. Ela, por exemplo, que ela é espírita, como coloca na pergunta. Então, ela meio que aceita a realidade da possibilidade da obsessão, mas ela tá tão fragilizada que ela fica com raiva do tipo, como eu escutei algumas vezes, puxa fazendo tudo, tão tentando mudar, ainda tem esse processo, tem esse perseguidor que virou obsessor e aí a raiva alimenta a obsessão ao invés de ajudar, entende? essa essa mesma realidade que eu tô colocando, às vezes se não for bem trabalhada depois eh a pessoa também não vai ter uma muita utilidade eh com essa informação. Agora há casos e casos, né? Há pessoas que têm uma maior vivência espírita, há uma pessoa que tem um conhecimento maior no espiritismo, já tem mais tempo eh no no espiritismo, já tem mais tempo trabalhando na casa espírita. E saber num segundo momento de um processo obsessivo pode ser muito útil, pode ser muito terapêutico para poder trabalhar eh várias questões que possam trabalhar nela. a questão da humildade, de que, por exemplo, todos nós somos vulneráveis, todos nós temos as nossas questões do passado e poder eh fazer com que ela fique ainda mais vigilante. Então, pode ser muito útil, mas vai depender muito de quando você vai passar a informação, de como você vai passar a a informação e também eh do tempo, sabe, que a pessoa já tem de vivência numa casa espírita, de conhecimento espírita. Eventualmente, se ela é muito neófta, ela vai pegar aquela informação e não vai ser tão útil assim, não vai mudar muito a vida dela, sabe? Ela às vezes não vai nem dar tanto valor, porque foi falado assim muito ao acaso, muito ao Léo, sem um um trabalho por trás que é o melhor, a gente quer que seja uma coisa eh terapêutica. Então, falar ou não falar eh não é uma questão tão simples, né?

i falado assim muito ao acaso, muito ao Léo, sem um um trabalho por trás que é o melhor, a gente quer que seja uma coisa eh terapêutica. Então, falar ou não falar eh não é uma questão tão simples, né? Passa por essa complexidade para que a pessoa possa pegar aquela informação e ser útil numa mudança eh de postura. Agora, a gente pode aprofundar a pergunta e pensar assim: "Você tá perguntando sobre os detalhes do processo obsessivo, ou seja, o que é que aconteceu no passado para ter a predisposição dessa obsessão? O que é que a pessoa fez? O que que a pessoa não fez? Aí esse conteúdo mais minucioso, eh, aí tem que ter mais delicadeza ainda, tem que ter mais cuidado ainda para ver se a pessoa tem eh preparo mesmo para poder lidar com esses conteúdos. Porque quando vamos pensar até na terapia eh de vivências passadas, né? Terapia regressiva de vivências passadas, quando não é muito bem conduzida, eh, e você abre a a janela da alma para essas vivências anteriores, eventualmente a pessoa fica muito fixada no passado, se o terapeuta não for experiente e não for também bem assistido, né? e poder fazer um fechamento eh de algumas memórias, porque também você não vai ter uma memória de tudo que aconteceu no passado, é uma janela de partes do passado. Então, quando a gente pensa em pormenores da obsessão que envolve revelação de um passado, aí é que você tem que ter mais eh delicadeza ainda para lidar com esses conteúdos que pode ser eh pode ser assim angustiante demais paraa pessoa e não terapêutico, certo? Aí tem uma outra pergunta que é muito semelhante a essa, só que muda a questão, não é sobre depressão, é alguém que teve um surto psicótico. Bem, psicose na psiquiatria significa eh condições que tem como característica uma mistura entre a realidade compartilhada com todo mundo e uma realidade muito pessoal, né? Então, mistura assim fantasia com realidade, tá? Do ponto de vista técnico, quando eu vou dar aula para meus alunos de medicina, por exemplo, eu vou dar o seguinte

o e uma realidade muito pessoal, né? Então, mistura assim fantasia com realidade, tá? Do ponto de vista técnico, quando eu vou dar aula para meus alunos de medicina, por exemplo, eu vou dar o seguinte conceito: síndrome psicótica é uma síndrome que tem como conjunto de sinais e sintomas a que caracterizam a quebra da barreira da realidade, certo? E o que caracteriza sobretudo são os delírios e as chamadas alucinações. Então, delírio, né? O que que é delírio? Eh, para você que é espírita, né, que a grande maioria que tá nos assistindo, o conceito mais próximo assim eh no espiritismo é a chamada obsessão por fascinação, né? O que que Kardec diz? Na fascinação existe uma quebra da razão, né? ou seja, uma paralesia da razão. Eh, então o delírio, assim como a fascinação, faz a pessoa ter ideias que não correspondem à realidade, portanto, são fantasiosas e que tem conteúdo de persegução, conteúdo de grandeza, conteúdo místico de grandeza, isso gera uma angústia muito grande, certo? Pois bem, eh, nem todo delírio é uma fascinação, ou seja, nem todo delírio é uma obsessão de fato, porque às vezes no delírio o que tem é uma autoobsessão, é a mente da pessoa aprisionada nela própria. E é por isso que você encontra, né, um você encontra na literatura espírita ou lidando em reunião mediúnica, espírito que tá delirando, apesar de estar desencarnado, ou seja, a mente dele tá tão transtornada que ele tá dentro das próprios pensamentos, dentro das próprias memórias, né, das memórias eh do passado em geral, em que ele fica preso, atormentando ali e ali ele fica naquele delírio, eh, eh de uma, porque ele não tá na realidade do tempo, ele pode estar até na reunião mediúnica, mas ele tá preso a um passado centenário. e a reunião mediúnica, eh, o contato com o médium da psicofonia do médium facilita, né, eh, a mostura de energias no que a gente chama de choque anêmico, muitas vezes, para poder facilitar a reestruturação da realidade na cabeça do espírito, né? Ou seja, na mente do espírito, ou seja, dentro da atividade

energias no que a gente chama de choque anêmico, muitas vezes, para poder facilitar a reestruturação da realidade na cabeça do espírito, né? Ou seja, na mente do espírito, ou seja, dentro da atividade mental daquele ser que está totalmente desorganizado. Então, o que que eu tô querendo dizer com isso? Nem todo delírio é realmente uma fascinação, porque eh você pode ter um estágio de autoobsessão. Agora, é óbvio que grande parte das vezes, grande parte das vezes, quando a gente pensa em a em um delírio num espírito que está encarnado, ele não só está numa autoobsessão, né? como essa autoobsessão, ela facilita o processo obsessivo propriamente dito, tá? Mas veja a mistura mais uma vez, né? Essa autoobsessão, eh, ela teria uma ligação até muito intensa com as mudanças químicas, né? porque é a própria mente da pessoa aprisionada ou aprisionando ela mesma e a vida, né, biológica, facilitando ela eh ter uma um contato com a realidade, né, sair daquela monoideia, às vezes de espíritos que estavam eh até deformados no seu perespírito com alterações que a gente chama às vezes de ovoides ou de licantropia. né? O perespírito transformado e a partir da reencarnação, no contato com o corpo, ele voltando a uma conformação da realidade, o corpo sendo quase uma cirurgia para o perespírito dele e para a mente dele se reorganizar, né? E aí quando vem um quadro de adoecimento psicótico mais grave, eh essa mente mais uma vez entra nesse, nesse desalinho mental. E aí hoje nós temos a possibilidade do tratamento, né, medicamentoso, eh que eu acho assim eh uma grande bênção, né? Se eu pensar que talvez eu já tenha sido psiquiatra em outras existências, ah, dependendo qual foi a existência, eu como psiquiatra não tinha muito o que oferecer paraas pessoas, porque a medicina não tinha muito o que oferecer. Então, graças a Deus, nós temos hoje um tratamento, né, tratamentos que que facilitam a a o funcionamento químico cerebral para que a o próprio corpo seja uma reorganização paraa saída dessa autoobsessão.

o, graças a Deus, nós temos hoje um tratamento, né, tratamentos que que facilitam a a o funcionamento químico cerebral para que a o próprio corpo seja uma reorganização paraa saída dessa autoobsessão. Então veja, quando eu penso em síndromes psicóticas, que não é só esquizofrenia, uma depressão muito grave pode ter pode gerar uma síndrome psicótica, né? Um quadro bipolar, tipo um, inclusive, que é o quadro mais grave, também tem síndromes psicóticas ou na euforia, ou na depressão, ou o próprio transtorno delirante. A gente pode ter síndromes psicóticas em doença de Parkson, pode ter síndromes psicóticas em demências. Então você tem vários adoecimentos que podem gerar síndromes psicóticas, mas quando as síndromes psicóticas estão presentes, elas mostram uma eh um quadro mais grave, né? Um um quadro biológico reencarnatório e obsessivo mais grave, entende? Por isso que nessa situação a gente aprofundar demais o conteúdo específico não é tão útil. não é tão não é tão útil. E vou lhe dizer, né, eu tenho livros na no espiritismo, né, tenho livros acadêmicos e tenho livros no espiritismo. No espiritismo, eh, eu tenho livros que tratam essas questões que foram editados pela editora FEB e já vi pessoas, né, espíritas, eh, com esquizofrenia, por exemplo, que me falar: "Doutor, eu fui ler o livro do senhor, mas eu não fiquei tão bem". E ela, por quê? Ela ficou até com vergonha de me dizer isso. E aí eu falei: "Mas olha, porque realmente esse aqui um chamado transtornos psiquiátricos e obsessivos não foi escrito pensando em ser terapêutico para você. Foi um livro de estudo analítico em que a gente aprofunda algumas questões e realmente não é tão útil. Acho que não vai ser muito útil para você, não vai te ajudar muito, pode até desorganizar muito a a cabeça. Eh, eu recomendo esse outro aqui, olha aí dei para ela, vida saudável e feliz, que já foi escrito com essa perspectiva terapêutica, que a leitura pudesse ser útil. O que é que eu tô querendo dizer? Às vezes, um estudo muito aprofundado de

aí dei para ela, vida saudável e feliz, que já foi escrito com essa perspectiva terapêutica, que a leitura pudesse ser útil. O que é que eu tô querendo dizer? Às vezes, um estudo muito aprofundado de questões tão complexas que a pessoa tá passando e tem esse quadro psicótico, mais bagunça a mente da pessoa, sabe? confunde e tô dizendo até minha leita, até o que eu escrevi e já tive esse contato da pessoa me dizendo do que ajuda. Então, eventualmente algumas dessas eh por isso que a gente tem maior cuidado, eu particularmente tenho muito cuidado em todas as análises que a gente vai tentando fazer, porque várias pessoas estão escutando as que estão às vezes passando pela situação, outras que não. Uma coisa é um grupo de estudo analítico, por exemplo, fazer um estudo com psiquiatras espíritas, um estudo com psicólogos, espíritos que não espíritas que não estão passando por aquela situação. É bem diferente a abordagem. Então, veja, se eu tenho que ter todo esse cuidado, imagina falar especificamente paraa pessoa que passou para um pel um quadro psicótico uma realidade, geralmente eh é mais problemático, mesmo que seja depois. Uma coisa ela espírita é saber de uma forma geral, como aqui eu tô colocando, né? De uma forma genérica. Outra coisa ela saber especificamente, muitas vezes eh desorganiza um pouco ou um muito a depender da situação, como uma pessoa com esquizofrenia que também tinha eh mediunidade, porque eu tenho, você tem, né? eh, eu tenho num grau maior, eu tenho num grau menor, ou seja, tem várias gradações da mediunidade, mas todos que sentem, sentimos num grau, grau qualquer, né, a a influência dos espíritos, somos, eh, por conceito médiuns. Tem lá em O livro dos Médios, Allan Kardec, agora é a mediunidade lato senso, só que ordinariamente a mediunidade estrito senso, a gente acaba dizendo que médios são aqueles que o fenômeno acontece de uma certa eh magnitude, com uma certa frequência eh com que produzem algo mais intensamente, né? seria o médium que a gente fala às

ente acaba dizendo que médios são aqueles que o fenômeno acontece de uma certa eh magnitude, com uma certa frequência eh com que produzem algo mais intensamente, né? seria o médium que a gente fala às vezes ostensivo. Se a gente pegar o livro dos espíritos, a gente vai ver uma resposta que corroboram e essa perspectiva, né? A ideia de que os espíritos influenciam nossas vidas muito mais do que nós imaginamos. Ora, se eles influenciam nossos atos a tal ponto que, em geral, são eles que nos coordenam, é porque nós temos uma medididade no lato senso, no sentido mais eh global, né? Então, essa pessoa com esquizofrenia também tinha um um lado mediúnico e aí ela foi para um centro espírita que não era tão assim eh experiente, né? era um centro espírita mais recente de idade, eh, os próprios trabalhadores eram mais recentes, tinham até uma boa vontade, mas certamente não tinham experiência. E aí colocaram ela rapidamente em uma reunião mediúnica, em uma mesa mediúnica para ela ser médium, né? E não só psicofonizar, como ver as psicofonias. E ela ficou apenas duas reuniões, porque ela falou: "Léo, eu fiquei lá e ficava confundindo totalmente o que era a realidade do que era eh minha cabeça e do que era comunicação espiritual. Assim, eu não eu fiquei confusa e às vezes eu saía de lá me sentindo mais perseguida ainda, como se tivesse os espíritos lá me me vigiando 24 horas por dia. E que veja, não deixa de ser, né? A gente tá sempre sendo olhado, observado, mas uma coisa eu dizer assim, eu que não estou passando por um quadro de transtorno psicótico, entende? Uma coisa eu tá lá, por exemplo, no hospital psiquiátrico, atender um paciente eh psicótico com uma esquizofrenia catatônica que tava lá em esturpô parado, sem se mexer. E nesse atendimento eu percebo claramente o o a energia espiritual pesada, né, negativa. E essa sensação ficou com uma sensação física. Eu fiquei arrepiado, como se fosse não só arrepiado, como também uma certa eh dormência no braço. Isso ficou o dia inteiro. Eu fui saí desse

é, negativa. E essa sensação ficou com uma sensação física. Eu fiquei arrepiado, como se fosse não só arrepiado, como também uma certa eh dormência no braço. Isso ficou o dia inteiro. Eu fui saí desse hospital, fui para outro, fiz outros atendimentos, os atendimentos todos normais, não me senti mal, não me senti com medo, não me senti com raiva, não me senti triste, tava tranquilo, focado, mas senti essa sensação física e não sabia bem o que era. de noite tinha a reunião mediúnica, que na época eu coordenava, eh, e então eu fui colocar alguns nomes, né, na reunião mediúnica para fazer o processo de desobsessão, como a gente fala. antes desses nomes eh serem colocados, né, um dos médiuns perguntou se podia dar passividade ali para que viesse a comunicação. a gente então eh no momento adequado aconteceu a comunicação e a comunicação foi muito curiosa porque o médium não sabia que eu tinha sentido eh essas sensações físicas e o espírito relatou eh que me acompanhou ao longo da do dia que ele não estava sabendo muito bem porquê, né? eh, mas que ele tinha ficado ali e depois o benfeitor, né, explicou que as sensações físicas que eu tinha sentido eram a a percepção espiritual mediúnica dessa desse espírito que eu tava tendo, desse espírito, das energias desse espírito e que ele tinha ficado ali, eh, eu ele que ele comfeitou, tava tinha tido feito toda a proteção eh para que eh ele pudesse ser ajudado. Então ele passou eh o dia inteiro comigo, né? E eu passei o dia inteiro com ele percebendo as energias dele eh para que ele pudesse ser ajudado, não só com os atendimentos ali, eu falando, né? o que eu falava para uma pessoa, ele acabava escutando, acabava sendo útil para ele. Como também, como o benfeitor falou, ele é um espírito que está muito desacreditado, decepcionado desde séculos nas pessoas, nos seres humanos. Então, a oportunidade que a gente teve foi ao mesmo tempo de você eh o ajudar, de ele ver que existe a possibilidade de tentar fazer o bem. Isso deixou ele confuso. Mas o que eu

as, nos seres humanos. Então, a oportunidade que a gente teve foi ao mesmo tempo de você eh o ajudar, de ele ver que existe a possibilidade de tentar fazer o bem. Isso deixou ele confuso. Mas o que eu achei interessante na comunicação dessa reunião é que os dois médiuns, né, não sabiam que eu estava me sentindo dessa forma, fisicamente falando, e os dois deram essa comunicação que, por isso, eh, me pareceu bastante autêntica. E me chama atenção para essa perspectiva que eu tô dizendo. Veja, eu não tenho esquizofrenia, eu não tenho transtorno bipolar, não tenho eh doenças que que a gente chama de transtornos psicóticos, né? Eu não me senti vigiado, mas vezes eu estava ali numa companhia o dia todo. Então é natural que quando a gente trabalhe na reunião mediúnica, a gente se a gente fique sendo acompanhado pelos espíritos do bem que vão nos intuir, mas eventualmente por espíritos que estão numa faixa de vibração perturbada, que não não necessariamente vão nos perturbar, vão eh ser beneficiados. Mas dependendo do estado emocional que a gente esteja, essa percepção pode gerar um medo muito grande, entende? Então, eh, essa pessoa, ela ficou assim, eu fiquei com muito mais medo, me sentindo perseguida, porque ela devia est realmente com algum espírito ali, porque tava começando a trabalhar e aquilo foi desorganizador. Então, ela quer, quer que que eu eu perguntei: "O que que você fez?" Aí eu saí da reunião, eu disse que não podia participar e eu achei ela super sensata, né? Ela conhece o espiritismo de forma geral, sabe ler há muito tempo, tem esquizofrenia e achei que ela foi muito bom senso, né? Mas mais bom senso do que os dirigentes da reunião mediúnica que colocaram ela ali numa exposição energética, numa numa exposição psicológica. Então, eh revelar algumas coisas ou colocar as pessoas em algumas situações, às vezes a gente faz enquanto trabalhador espírita com boa vontade, querendo ajudar, porque afinal a gente aprendeu que o trabalho dignifica o ser, que o trabalho faz com

pessoas em algumas situações, às vezes a gente faz enquanto trabalhador espírita com boa vontade, querendo ajudar, porque afinal a gente aprendeu que o trabalho dignifica o ser, que o trabalho faz com que a gente possa fazer o bem, mas nem sempre essa boa vontade acaba sendo útil para as pessoas, entende? Porque a gente às vezes pode colocar elas em situações difíceis que elas não estão preparadas para lidar. Então, nem sempre as portas que se abrem deviam se abrir naquele momento. Às vezes as portas que se fecham são um presente de Deus para que a gente mantenha o nosso equilíbrio emocional. E aí vale a pena reflexão. Ampliando um pouco a pergunta, né? Ah, agradeçamos não só as portas que se abrem, agradeçamos as portas que se fecham, porque às vezes é uma proteção divina que vem de uma maneira equilibrada nessa perspectiva que a gente tá tentando conversar, às vezes não de uma maneira desequilibrada, né, pelo outro, mas graças a Deus não era o teu momento. Eu particularmente faço isso na minha vida, né? Eu aprendi a fazer isso trabalhando na doutrina espírita desde 13 anos de idade. Eu imaginava anteriormente que algumas portas se abririam e elas nunca se abriram, a não ser muitos anos depois e outras nunca se abriram. E eu agradeci as portas que foram fechadas até de trabalhos, né, de de espaços, porque eu fui entendendo que tudo tem o seu tempo, né, como diz o Eclesiastes, eh, tudo tem o seu tempo e todas as coisas embaixo do céu têm o seu propósito e o seu tempo de acontecer, o seu tempo de florescer. Se o momento nos eh nos abre a porta para uma doença emocional ou uma doença clínica ou outra, é muito difícil passar por isso. Não é bom. Por isso que a Deus colocou através da medicina, né, ajudas para que a gente possa passar pelos processos expiatórias de uma maneira mais suave. e não só de uma maneira suave, para que a gente possa passar por eles, porque senão a gente não conseguiria às vezes eh passar por tanta coisa, né, que a gente consegue hoje em dia eh passar. a

suave. e não só de uma maneira suave, para que a gente possa passar por eles, porque senão a gente não conseguiria às vezes eh passar por tanta coisa, né, que a gente consegue hoje em dia eh passar. a nossa vida do ponto de vista cronológico é maior. Então a gente durante uma existência tem a oportunidade de passar por muito mais coisa do que a gente certamente passava em existências anteriores do ponto de vista de quantidade. Então tudo isso fala da ajuda que Deus nos dá através de vários sirineus, né, que passam pelo nosso caminho. Então, se a vida nos apresenta com um adoecimento, é muito difícil. é muito doloroso. A as encrencas da vida são muito dolorosas e às vezes vem tudo junto. A gente acha que não vai ter forças, mas tem mais força do que você imagina, né? Eh, você, eu temos mais forças do que nós imaginamos. E eventualmente essas forças elas não são eh comunicadas a partir de revelações muito claras que um médium vai dizer para você ou que uma casa espírita vai dizer para você. Às vezes são através de livros. Quantas vezes comunicações lindíssimas chegaram até mim, eu abrindo ali pão nosso, orando para que aquela, naquela leitura, viesse uma mensagem que pudesse calar fundo no meu ser, né? Então, temos aí uma quantidade enorme de comunicações publicadas por médiuns sérios, né? eh que podem nos ajudar a dar o norte e não necessariamente revelações tão específicas que às vezes vão desnortear o nosso equilíbrio, desnortear a a nossa mente. Nessa perspectiva, eu queria eh encerrar o nosso o nosso programa com uma última questão, né? Essa questão, essas duas aí foram tão importantes que eu mantive, foram praticamente quatro perguntas, né, que se misturaram aí e eu quis fazer hoje. Agora tem uma outra que as pessoas me perguntam muito, que é a questão chamada neurodivergência. E aí eu juntei eh todas essas perguntas e vou tentar dar uma eh uma resposta única, tá? É, é a pergunta assim, por que a gente tem visto tanto, Léo, eh, na humanidade, nas pessoas hoje,

rodivergência. E aí eu juntei eh todas essas perguntas e vou tentar dar uma eh uma resposta única, tá? É, é a pergunta assim, por que a gente tem visto tanto, Léo, eh, na humanidade, nas pessoas hoje, diagnósticos como o transtorno do espectro autista ou autismo, eh, transtorno de déficit de atenção, hiperatividade, ah, altas habilidades, superdotação, dislexia, ou seja, vários, vários diagnósticos, assim, várias condições, né? e que parece que tem crescido especialmente o TDAH, né, ou o transtorno de déficit de atenção, hiperatividade, que às vezes é só TDA, né, transtorno déficit de atenção, às vezes é mais a hiperatividade, mas a gente dá o Tdh de maneira eh global e o autismo, por exemplo, e às vezes na mesma pessoa, porque não é incomum pessoa com autismo ou do espectro autista. e TTH, né? E a gente tem visto um aumento eh dos números, né, dos diagnósticos. Eh, mas não é de agora, assim que eu falo de agora, do último ano, desse ano agora, 2023. O que tem acontecido é que tem passou-se muito eh muitos diagnósticos batidos, sabe? E essas crianças cresceram, são adultos jovens, muito deles eh hoje, e tiveram ou tem quadros depressivos, depressões resistentes ao tratamento, porque o tratamento medicamentoso ajudou, mas ele não conseguia se entender por completo, né? E aí o diagnóstico ajuda a fazer com que ele se entenda. Eh, o que que eu acho interessante a gente pensar? Até se fala de uma neurodivergência, porque o esse nome eu acho muito adequado, neurodivergência, porque a gente tem os chamados neurotípicos que tem um funcionamento eh cerebral, cognitivo habitual, né, o mais comum, e tem outros que divergem da da maioria, digamos assim. Então, seria o seriam os neurodivergentes. E aí TDH, né, e autismo seriam os dois grandes diagnósticos, eh, que até se questiona, não são bem doenças, são neurodivergências, ou seja, são um jeito de funcionar diferente, não habitual e não necessariamente algo eh patológico por si. O autismo, como eu já falei algumas vezes, você tem que ver o grau, né?

o neurodivergências, ou seja, são um jeito de funcionar diferente, não habitual e não necessariamente algo eh patológico por si. O autismo, como eu já falei algumas vezes, você tem que ver o grau, né? Assim, tem autismos que você tem um impacto comportamental muito grande, tem um impacto na na funcionalidade muito grande, TDH a mesma coisa, né? Ah, vamos pensar naquele que tem um impacto que é menor, mas que não significa que não tenha impacto e que não gerefo. Eh, por isso que até se mudou o termo, né? Na minha época de residente de psiquiatria, falava de autismo de alto funcionamento ou autismo leve, falava assim de asperger. E a os termos foram mudandos porque às vezes autismo leve parece que assim leve não traz problema, entende? Como se fosse eh diminuir o sofrimento das pessoas. Então se tem que se mudado o nome e aí acho interessante essa questão da neurodivergência, né? Aí a pessoa vai tocando a sua vida, vai vivenciando, vai funcionando. Pois bem, o que é que eu gostaria de pensar de duas mensagens que talvez aí possam eh levantar alguma luz espiritual, né, reencarnatória. uma mensagem via Gênese, em que você tem a mensagem, a geração nova, a cada espírito que se reencarna, uma um espírito mais adiantado do ponto de vista intelectual chegará e as coisas vão se transformando. Veja, a intelectualidade aumentada, né? Mas não significa que todos são espíritos que tenham eh uma moralidade, uma espiritualidade mais elevada. Ou seja, são espíritos como um todo mais evoluídos, não tem uma característica de inteligência. E é interessante que a gente vem vê, está vendo aumentando também eh essa questão de altas habilidades, que era uma coisa que eu como residente de psiquiatria praticamente nem li para falar. E nos últimos tempos temse falado muito, tem se visto muito pessoas com altas habilidades ou habilidades eh excepcionais no sentido de ser fora da da do comum. E muitas vezes você tem altas habilidades dentro também do espectro. E você pode ter pessoas que t,

pessoas com altas habilidades ou habilidades eh excepcionais no sentido de ser fora da da do comum. E muitas vezes você tem altas habilidades dentro também do espectro. E você pode ter pessoas que t, né? tem um espectro autista, tem um TDH ou são do espectro autista, são TDAH pensando na neurodivergência, tem altas habilidades, ou seja, mostra um funcionamento intelectual diferente, que até por ter altas habilidades, né, você vê ali uma característica de adiantamento intelectual, né, não é toa que você tem aí ao longo da da história da ciência, alguns cientistas que eram também do espectro autista, que eram eram neurodivergentes, entende? Pensavam de uma maneira diferente, funcionamento intelectual de uma maneira eh diferente. Então, outra coisa, né? Eh, às vezes é um diagnóstico diferencial, às vezes a pessoa pensa que é autismo e não é. é apenas, entre aspas, apenas altas habilidades. A pessoa pensa que é TDAH, mas não, tem altas habilidades. Tem alguns sintomas de desatenção, mas na verdade tem altas habilidades. Então, tem crescido muito e provavelmente daqui a 10 anos a gente vai ter mais informações científicas sobre esses conceitos. Certamente os nomes vão mudar conforme a a neuroimagem aumentar, conforme exames genéticos eh aumentarem também, né? a gente vai mudar a a perspectiva, mas eu fico pensando, sabe, ali a ideia da geração nova de espíritos que eh se reencarnam com uma habilidade cognitiva diferente e que a gente vai então entendendo porque tantas pessoas vão tendo altas habilidades, quer seja ou não eh neurodivergentes, sabe? mas vão tendo altas, quer seja ou não do espectro autista ou TDH. Nesse sentido, eu não posso deixar de lembrar eh de uma comunicação, né, de uma de um livro que causou muita eh polêmica, porque quando uma mensagem ela vem eh por um médium e não vem por outras, é natural que cause uma polêmica no sentido será que é mesmo? Por mais credibilidade que o médium tenha. E o livro foi do Divaldo Franco, né, sobre a a questão de crianças que teriam uma psicosfera

s, é natural que cause uma polêmica no sentido será que é mesmo? Por mais credibilidade que o médium tenha. E o livro foi do Divaldo Franco, né, sobre a a questão de crianças que teriam uma psicosfera diferente, né, mais azulada, que teriam, portanto, essa questão da intelectualidade eh mais desenvolvida, né, e que estavam causando uma um impacto em vários neuropsicólogos eh americanos e causou muito, né, muita polêmica assim de muito eh combate inclusive de enfim eh não vem um caso o especificamente o que é que o o Divaldo e escutou sobre eh essa comunicação, né, esse livro que ele foi o canal ali de de fala. Mas muitas vezes a gente tem que esperar o tempo, né? E o que eu acho interessante vendo, né, como psiquiatra ao longo desses anos, é que olha, algumas informações ali que tem no livro do Divaldo ou na palestra dele, eh, a gente tá vendo claramente como clínico, como psiquiatra nas pessoas, assim, o número de pessoas com neurodivergência muito maior e pessoas que não necessariamente têm um adoecimento, mas pessoas que funcionam am diferente e pessoas às vezes que têm eh altas habilidades mesmo, sabe? Eh, são não são gênos assim, porque pensa em alta habilidade, pensa logo no mes. Ali é a exceção da exceção, né? Você tem altas habilidades em outros aspectos. Isso tá aumentando, o número tá aumentando claramente assim, quem vai fazer, quem for psiquiatra hoje que for se formar eh em psiquiatra, vai ler sobre esses assuntos muito mais do que eu li quando era eh estudante de medicina, quando era residente. Agora, de certo modo, quando você vai ver ali o que o médium trouxe como comunicação, bate bastante com o que a gente tem visto na prática clínica, na neurodivergência. Então, o que eu quero dizer? Que eh faz sentido, pelo menos do ponto de vista eh clínico, teórico, um aumento de pessoas eh com diagnósticos de neurodivergência, espectro autista, TDH. E aí pessoas também com altas habilidades, que é um inclusive um diagnóstico que às vezes a pessoa acha que tem TDAH, mas é são

pessoas eh com diagnósticos de neurodivergência, espectro autista, TDH. E aí pessoas também com altas habilidades, que é um inclusive um diagnóstico que às vezes a pessoa acha que tem TDAH, mas é são altas habilidades ou pode ter junto. e essa ideia de que os espíritos estão e cada vez reencarnando de uma maneira diferente, mais inteligentes, né, com a inteligência eh mais agussada e que essa inteligência mais aguçada precisa de uma orientação de o norte para que esses seres, né, esses jovens, essas pessoas eh algumas na com seus 30 anos, 20 anos, né, mais ou menos outros mais novos ainda, né? Crianças, eh, que mostram assim, eu vejo um menino pequeno com cada e perspectiva, né, que parece que a gente eh eh quando tinha 6 anos ou 7 anos era totalmente inferior do ponto de vista intelectual, tamanha intelectualidade que é cada vez mais as crianças vão nascendo assim. Então, será que a gente precisa também cada vez mais, né, da nossa da nossa fé, né, em dia, desses conceitos, ah, morais mesmo, sabe, em dia, para que a gente possa usar bem a nossa inteligência, porque se é uma coisa que a gente vê, e eu como professor, eu sou 9 anos, há 9 anos professor eh da Universidade Federal de Pernambuco e são, eu sempre ensinei lá paraa medicina e eu vejo pessoas muito inteligentes, mas é impressionante que cada ano eu vejo os meninos mais inteligentes do ponto de vista intelectual, cognitivo, perguntas sobre psiquiatria difíceis assim: "Poxa, quando eu era quando eu era estudante de medicina, por mais que eu fosse um bom estudante, eu nem pensava nessas perguntas, nem sabia dessas coisas. E o menino já com eh sétimo período, oitavo período já sabe dessas coisas. uma intelectualidade muito grande. Ao mesmo tempo, ao mesmo tempo, remeto um pouco do que a gente falou na palestra da semana passada, a missão do homem inteligente na Terra, ao mesmo tempo, faltando talvez um pouco de norte que a fé pode dar, né, para que essas duas asas do conhecimento, né, essas duas asas do ser, o lado moral e o lado

ssão do homem inteligente na Terra, ao mesmo tempo, faltando talvez um pouco de norte que a fé pode dar, né, para que essas duas asas do conhecimento, né, essas duas asas do ser, o lado moral e o lado intelectual, possam se aliar dando um desenvolvimento espiritual para as pessoas. né, para essa geração que precisa de afeto, precisa de amor e não necessariamente de críticas destrutivas, né, dessa geração que precisa de amparo e não de desamparo, dessa geração que precisa de acolhimento e não de mais assim eh pedras, né, para que as gerações possam se comunicar e construir o mundo em paz. São reflexões, tá? são eh ponderações que eu particularmente tenho percebido, feito, conheci eh o livro na época, conheci a palestra na época e fui esperando as coisas acontecerem e tenho visto, né, um aumento do número de fato de diagnósticos e não só diagnósticos que são errados, mas de pessoas mesmo, porque como psiquiatra, como clínico, eu vejo, né? Então, não é só o que eu leio eh nas matérias, é o que eu vejo de fato, mais pessoas, né, mais pessoas, né, ou seja, uma quantidade maior de pessoas com essas características e e especialmente aí de pessoas que tm ali eh 30 anos, 35, 38, 40 anos para baixo, né? algumas diagnosticadas só depois de 40 anos também acontece ah a neurodivergência sendo um ponto pra gente poder pensar, né, e nessa mudança planetária como um todo que vem se traduzindo também no aspecto clínico. Espero que tenha sido útil para você e encontro você na semana que vem.

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