#48 • Jesus e Saúde Mental • Suicídio: uma falsa liberdade
WEBSÉRIE • Jesus e Saúde Mental » Episódio 48: Suicídio: uma falsa liberdade » Apresentação: Leonardo Machado
existirmos a que será que se destino pois quando tu me deste a Rosa pequenina eu vi que tu eras um homem lindo e se acaso acima do menino triste não se nos ilumina tão pouco turva-se a lágrima na nordestina apenas a matéria vida era tão fina e éramos olharmos intacta retina a cajuína Cristalina em Teresina e a música se repete existirmos a que será que se destina pois quando tu me deste a Rosa pequenina eu vi que tu eras um homem lindo e se acaso assina do menino triste não sinus ilumina tá um pouco turva a lágrima nordestina apenas a matéria vida era tão fina e éramos olharmos intacta retina Cristalina Cajuína a poesia e música do Caetano Veloso mas é muito interessante observar que a música retrata uma cena um encontro que o Caetano Veloso tem com o pai de um poeta chamado Torquato Neto Esse poeta infelizmente veio ao morrer pelo suicídio e era amigo de vários compositores incluindo o Caetano Veloso e quando a morte ainda muito jovem você deparou desta forma impactou de forma negativa e pesarosa todos os compositores seus amigos e Caetano Veloso narra que não conseguiu né ter contato com a família até aquele momento até aquele dia em que ele foi fazer um show em Teresina e teve contato com o pai de Torquato Neto foi até a casa do pai E lá eles se emocionou porque existiam muitas memórias né do ex-amigo né do amigo que havia desencarnado pelas vias de suicídio e ali ele começou a chorar então de certa forma houve aquela cena diferente porque o Caetano Veloso Que digamos assim tinha um luto menor né porque o luto de um pai nessa situação é muito intenso e ele começa a chorar e ele se espanta né de forma fica Encantado quando aquele homem pai do Torquato Neto ao invés de incriminar enfim se desesperar ele vai até o quintal pega uma rosa pequenina dá até dá para o Caetano Veloso Caetano narra que o pai ainda toca um pouco no cabelo do Caetano vai até a geladeira pega uma cajuína colocando um copo e entrega até Caetano o Caetano diz que ficou surpreso com aquela atitude né porque
tano narra que o pai ainda toca um pouco no cabelo do Caetano vai até a geladeira pega uma cajuína colocando um copo e entrega até Caetano o Caetano diz que ficou surpreso com aquela atitude né porque estava ali no final das contas o pai enlutado ainda né para uma dor muito feroz consolando de certa forma Caetano Veloso e quando Caetano Veloso Conta essa história a história por trás da música ele vai dizer que quando chegou no hotel ele só teve o trabalho de colocar a letra no papel ou seja traduzir o que ele estava de emoção dentro dele e ali nascia a música cajuína que essa música curta mas que se repete tem uma melodia muito interessante muito bonita e essa letra muito profunda Quando Ele conta a história pelo menos no programa que eu vi ele contando ele fala que ele faz menção ao pai de Torquato Neto ser Espírita e ele faz essa menção meio que tentando entender Até explicar para o público quando ele tá contando a história de que talvez essa visão espírita do pai foi a responsável para ele estar tranquilo pelo menos com aquele estoicismo o suicídio de certa forma é o grande problema filosófico com algumas pessoas colocaram alguns pensadores colocaram porque o suicídio nos leva a essa questão que Caetano Veloso muito bem como essa música existirmos A que será que se destina para que nós temos a vida porque nós temos a vida Qual o propósito e quando a morte se depara na sociedade por meio do suicídio certa forma todas essas questões vem à tona mesmo que a gente não pense diretamente mas são questões que estão embutidas por dentro né da questão do suicídio e por isso que Caetano de forma muito inspirada começa a música dessa maneira mas depois carteiro vai narrar a uma cena né uma cena que um impacta e de que certo modo é uma cena possibilitada pela doutrina espírita porque foi a doutrina espírita que trouxe a segurança para aquele pai quando eu contei essa história pela primeira vez que estive no Piauí na cidade de Parnaíba eles então me falaram que muitos conheceram
ue foi a doutrina espírita que trouxe a segurança para aquele pai quando eu contei essa história pela primeira vez que estive no Piauí na cidade de Parnaíba eles então me falaram que muitos conheceram o pai do Torquato Neto porque ele foi um Espírita militante um Espírita que inclusive o caso do seu trabalho no judiciário ele acabou sendo transferido e em alguns locais do interior do Estado e fundando alguns centros espíritas e era sempre muito peculiar o bom humor do pai do teu quarto Neto Então veja que coisa curiosa por trás daquela questão da música por trás da emocionalidade toda que toma Caetano Veloso na Perspectiva dessa cena está essa postura do pai do Torquato Neto possibilitada pela visão espírita então é curioso a gente pensar que mesmo se a gente saber estamos aí diante de uma de um cenário Espírita porque aquele cenário da Tranquilidade foi possibilitada pela convicção de que existe uma vida após a morte pela convicção da lei de causa e efeito pela convicção de que tudo tem o seu tempo e dessa maneira a mensagem que o suicídio nos trouxe por meio da postura desse pai é uma mensagem de valorização em relação a própria vida e é uma primeira mensagem que de certa forma a questão do suicídio nos coloca se por um lado ali coloca em cheque a necessidade da vida por outro nos coloca em perspectiva a afirmação do valor da vida depende da postura que a gente tem e o pai ele Torquato Neto conseguiu ter essa postura que foi captada pela música cajuína de Caetano Veloso e ele vai dizer e se por acaso assim na do menino ou seja do jovem do filho não nos ilumina porque porque o suicídio não é uma questão Alegre não a questão que digamos assim Traga uma alegria o suicídio ele traz uma dor ele traz uma dor então por isso que ele vai dizer se por acaso assim na do menino ou seja como menino finalizou a própria vida não nos ilumina porque traz uma dor embutida mas também não faz a dor do pai ser uma dor que mereça reprovação tão pouco turva-se a lágrima nordestina E aí a gente precisa entender porque não
ria vida não nos ilumina porque traz uma dor embutida mas também não faz a dor do pai ser uma dor que mereça reprovação tão pouco turva-se a lágrima nordestina E aí a gente precisa entender porque não é uma situação Alegre em geral nós temos pensado muito sobre a liberdade o suicídio também nos coloca perspectiva de pensarmos até onde nós somos livres e é muita perspectiva na atualidade de pensar o suicídio como uma possibilidade de escolha na direção de que se nós somos livres nós teríamos também essa escolha e por isso deveremos ter a possibilidade de morrermos dessa dessa maneira com uma dignidade e aí vem toda a questão do suicídio assistido é que começa a ficar mais visível essa valorização dessa perspectiva e a gente precisa entender Será que nós somos livres com a visão espírita a gente vai perceber que olha primeiro a liberdade que nós temos não é uma liberdade irrestrita é uma liberdade condicionada é uma liberdade condicionada a responsabilidade é uma liberdade que é condicionada a consequência dos nossos atos e essa consequência dos nossos atos ela vai trazer uma restrição da nossa liberdade porque vai trazer uma repercussão em nós mesmos e também vai trazer uma repercussão dolorosa ou Libertadora para aqueles que estão ao nosso redor Então se a gente pensa nessa Liberdade condicionada a responsabilidade a gente vai pensar do ponto de vista filosófico dentro da visão espírita que nós não somos totalmente Livres assim que a nossa liberdade ela vai ter um limite diante da dor que a gente impõe ao outro mas a gente pensar Quer pensar um pouco mais aprofundado a gente pode pensar também no seguinte Será que quem tira né Quem comete suicídio quem acaba morrendo por essa forma estava totalmente livre na sua escolha estudos mostram cada vez mais que não porque se a gente pega estudos da psiquiatria sobretudo a gente vai perceber que grande parte eu não vou dizer que 100% das vezes mas grande parte dos suicídios eles são relacionados a transtornos da ordem psiquiátrica depressão o mais importante
sobretudo a gente vai perceber que grande parte eu não vou dizer que 100% das vezes mas grande parte dos suicídios eles são relacionados a transtornos da ordem psiquiátrica depressão o mais importante mas também transtorno bipolar na sua fase Euforia transtornos psicóticos como as esquizofrenia ou próprio transtorno bipolar tipo 1 fobias sociais vários transtornos da psiquiatria aumentando e se associando a tal forma tal ponto ou de tal forma que chega a se dizer que 908 por cento das pessoas que cometeram suicídio elas estavam passando por algum transtorno que a psiquiatria estuda e trata Eu Acho interessante a gente pensar o seguinte o que que a gente tem visto em termos de estudos pegaram fizeram um estudo pós morte no cérebro estudando o cérebro de pessoas que morreram com depressão então pegaram as pessoas que morreram com depressão e dividir em dois grupos um grupo tinha depressão e morreu pelo suicídio outro grupo tinha depressão e morreu por outras causas e foram estudar o cérebro dessas pessoas pós-morte para ver se tinha alguma diferença o que é que encontraram o cérebro de pessoas que tinham depressão e morreram por suicídio comparado com pessoas que tinham depressão e morreram por outras causas eram cérebro que tinha mais alterações inflamatórias neuro inflamatórias e aí isso é bem interessante pensar porque até mesmo aqui no programa Jesus e saúde mental em um programa recente em que a gente fez perguntas e respostas eu falei de várias alterações cerebrais vinculadas né as transtornos psiquiátricos não tratados e como a oração poderia ser útil porque ela também mexe de gambos de forma saudável no nosso cérebro Então o que a gente sabe é que além das alterações químicas ligadas a neurotransmissão a serotonina dopamina glutamatonofrina tantos outros tantos neurotransmissores a gente que tem também alterações nas células da gleia que são as células que dão uma sustentação ao neurônio mas que também são responsáveis pelos processos de defesa portanto a inflamação e aí vários
gente que tem também alterações nas células da gleia que são as células que dão uma sustentação ao neurônio mas que também são responsáveis pelos processos de defesa portanto a inflamação e aí vários quadros da psiquiatria quando não tratados estão Associados a neuro-inflamação alterações que não são não são apenas no sistema de neurônio mas também nessas células da glia por exemplo na pandemia foi incomum você ver pessoas com covid-19 desenvolverem algum quadro neuropsiquiátrico depois por quê Porque a covid leva a um estado inflamatório sistêmico E aí esse estado inflamatório sistêmico também leva um estado neuro inflamatório então a inflamação né de forma desordenada os marcadores é inflamatórios que ficam desordenadamente ativados que seja no cérebro que seja nas outras áreas do corpo levam adoecimentos Então você tem ali complicações renais na covid-19 complicações cardíacas na covid-19 e complicações também cerebrais levando alterações neuropsiquiátricas então Mostra aí a inflamação esse ponto que a gente quer dizer se a gente ver então que o cérebro dos dois grupos tinham inflamação né porque a depressão tá associada a essas alterações ao longo prazo se não tratada mas o cérebro de pessoas que tinham em depressão morreram por suicida estavam mais inflamado a gente começa a perceber que eram pessoas que estavam mais adoecidas E aí essa morte pelo suicídio não só tentativa mas conseguir é cometer o suicídio Será que era uma escolha totalmente ou era também uma consequência desse adoecimento dessa neuroinflamação então o corpo nos dando uma certa restrição né um certo condicionamento a gente poder questionar essa liberdade de cometer o suicídio mas a doutrina espírita vai além e além das questões biológicas que ela corrobora né ela embora ela não tenha o aparato metodológico para fazer os estudos que são do campo da ciência convencional ela corrobora ela vem ao encontro ela vem dizer que a ciência deve avançar porque nós estamos num corpo e precisamos entender a fisiologia
ara fazer os estudos que são do campo da ciência convencional ela corrobora ela vem ao encontro ela vem dizer que a ciência deve avançar porque nós estamos num corpo e precisamos entender a fisiologia desse corpo e a fisiopatologia é que envolve as doenças desse corpo mas ao mesmo tempo ela fala de outras questões um segundo ponto que nos mostra uma certa restrição saindo do ponto filosófico dessa questão da Liberdade condicionada e entrando em perspectiva mais práticas é que muitas vezes nós temos condicionamentos né De certa forma nós estamos formamos hábitos e esses hábitos acabam se tornando padrões padrões mentais padrões de comportamentos que a gente vai repetindo repetindo se a gente pensar por exemplo pessoal que às vezes a pessoa tem um padrão de família um padrão de funcionamento familiar e às vezes quando ela vai formar sua própria família ela vai acabar repetindo o mesmo padrão porque era aquilo que ela conhecia é aquilo que ela estava acostumada sair do condicionamento sair do hábito sair do padrão é muito difícil e nem sempre é o necessário sair totalmente porque a gente precisa também digamos assim a partir dos hábitos culturais né crescer evoluir é isso que forma também a educação né a educação como sendo a arte de incutir bons hábitos a arte de incutir bons costumes então o costume o hábito a educação a cultura elas estão no bojo dos condicionamentos do nosso comportamento faz parte agora a gente tem que entender que esses hábitos essa cultura esse condicionamento Nem sempre é bom ou seja existe às vezes condicionamentos que nos restringem e ao longo da nossa trajetória reencarnatória é muito provável muito possível que a gente tenha percorrido o caminho né do suicídio como sendo uma alternativa muito viável diante das nossas dores em concebíveis para a gente naquele momento então é muito possível que na nossa trajetória reencarnatória a gente tem em outras existências tudo isso como uma alternativa então a gente acaba reencarnando às vezes como um hábito entende então
to então é muito possível que na nossa trajetória reencarnatória a gente tem em outras existências tudo isso como uma alternativa então a gente acaba reencarnando às vezes como um hábito entende então vem aí uma outra perspectiva para a gente pensar será que de fato eu estava eu sou livre quando eu me decido quando eu estou decidindo por essa atitude ou eu estou também preso no meu hábito reencarnatório nas minhas tendências pouco ampliadas né pouco de ampliação de visão que a minha trajetória evolutiva me possibilitou o que eu trago como bagagem reencarnatório Esse é o segundo ponto a gente pensar nessa liberdade que não é tão livre assim quando a gente pensa na questão do suicídio mas ele pode ter uma outra uma outra perspectiva uma outra restrição da liberdade que a doutrina espírita nos coloca é porque muitas vezes mesmo que as pessoas não estejam passando por um adoecimento diagnosticado pela psiquiatria elas estão muitas vezes passando por condicionamentos influenciações dificilmente a gente vai ver né dentro da literatura Espírita e dentro dos conhecimentos que o espiritismo vai nos trazer eu não me recordo de um exemplo em que exemplo real ou na literatura né ou seja o que eu vi na realidade assim na minha realidade próxima ou que tomei conhecimento pela literatura Espírita de tentativas de suicídio ou de as pessoas conseguindo fazer o suicídio e elas estavam totalmente sozinhas nisso ou totalmente Livres nisso sempre ou quase sempre ou pelo menos todas as situações que eu conheço tinha ali uma influenciação espiritual que vinha como uma ideia como uma sugestão como a ideia fixa isso nos mostra vem muito a calhar com tudo que a gente tá dizendo primeiro pense que a geralmente quando você tem um processo obsessivo ou um processo de influenciação negativa geralmente não é para atingir só uma pessoa muitas vezes vem para atingir um grupo de pessoas uma coletividade isso tanto numa perspectiva mais saudável como na Perspectiva obsessiva o que a gente faz vamos para o bem é uma atitude
ó uma pessoa muitas vezes vem para atingir um grupo de pessoas uma coletividade isso tanto numa perspectiva mais saudável como na Perspectiva obsessiva o que a gente faz vamos para o bem é uma atitude que vai me ajudar mas vai ajudar uma certa coletividade ao meu redor Mas o que eu faço também de ruim ou de impactante ou dia de onda ou de trágico vai também impactar não só a mim mas uma certa coletividade que está ao meu redor nem que seja a coletividade familiar então muitas vezes o processo obsessivo tanto quanto a influência positiva nuvem só para você mas você serve de um instrumento para o amor o processo obsessivo o processo de influenciação negativa também não vem só para você e você acaba servindo de um instrumento para dor alheia e aí a gente vê a questão do condicionamento do condicionamento né da Liberdade condicionada a responsabilidade a gente vê a questão da do cérebro não dando muita maleabilidade cognitiva a gente vê a questão da reencarnação os hábitos os maus hábitos não ampliando leque de possibilidades e aí vem um processo de influenciação uma sugestão stão e essa sugestão obsessiva ela é muito perspicais ela é muito Sagaz porque quando a ideação de suicídio vem como uma sugestão obsessiva e a pessoa se sente mal ou seja vem um mal estar associado é mais fácil ela procurar ajuda é mais fácil ela ir ao encontro de uma ajuda profissional de uma ajuda espiritual né de ajuda no centro espírita não ajuda não religião porque ela está se sentindo mal e quer sair daquele mal-estar mas às vezes a perspicácia a sagacidade da ideação é influenciada pelo obsessor É porque ela vem com um certo bem-estar uma certa sensação de alegria De euforia uma certa tranquilidade Porque como o sofrimento que a pessoa vinha se passando há tanto tempo agora encontrasse uma solução e essa ideia de solução é como se virasse a chave e a pessoa tem assim uma Eureka em site uma sensação de certa alegria como Aquela jovem com transtorno bipolar que vinha bem há muito tempo né e
lução e essa ideia de solução é como se virasse a chave e a pessoa tem assim uma Eureka em site uma sensação de certa alegria como Aquela jovem com transtorno bipolar que vinha bem há muito tempo né e determinado momento ela começou a pensar sobre o suicídio e veio uma ideia mais forte do que ela e ela ficou assim mais suicida não é uma coisa boa já estudei tantas vezes ela não é espírita Mas ela é simpatizante do espiritismo e gosta de outras religiões e aí ela falou Poxa eu já vi isso como sendo algo que não era uma coisa assim de Deus nas palavras dela mas aí ela foi encontrar né uma tentativa de fazer uma leitura e na leitura ela entendeu né que era um reforço para que ela pudesse cometer suicídio ela entendeu que era uma mensagem de Deus a liberando da dor ela entendeu que era uma mensagem de Deus dizendo mais ou menos assim minha filha você já sofreu tanto nessa existência que agora está bom você pode voltar ao outro lado seria uma frase seria uma ideia muito bem tranquilizadora se por exemplo a gente tivesse numa situação de doença clínica geral hospitalizado ou seja não leito da Morte né A Morte perto de chegar e essa ideia vem como uma sensação de tranquilidade para que a gente possa digamos assim aceitar que a batalha da nossa vida está se encerrando Esse é um ponto um outro ponto totalmente diferente é a gente pegar a espada e encerrar a batalha da nossa vida pelas próprias mãos pela própria pelo própria liberdade de escolha quando ela sentiu isso ela foi na internet e infelizmente a internet tem tudo que a gente imaginar de coisas boas ou de coisas ruins e encontrou algumas sugestões de como fazer e nos 10 anos que conheço essa jovem foi a tentativa mais próxima de conseguir ela já tinha tentado no passado mas fazia muito tempo muito tempo que ela vinha bem e não tinha nem mais receber ação e agora ela me falava depois ou hoje que ela falou assim graças a Deus que não deu certo aquela tentativa eu vejo com absurda foi uma ideia mas eu juro eu senti muito bem estar eu senti
s receber ação e agora ela me falava depois ou hoje que ela falou assim graças a Deus que não deu certo aquela tentativa eu vejo com absurda foi uma ideia mas eu juro eu senti muito bem estar eu senti uma certa sensação de que tava tudo resolvido e como se Deus estivesse me liberando já que Deus me ama Olha aí a ideia obsessiva Olha aí a ideia de eu acertar a obsessão coletiva que a gente quer passar se você ama seu familiar querem dizer né os obsessores de uma coletividade é você não só o deixa ir como você o ajuda a ir numa situação habitual nós não estamos falando em algumas situações de guerra extremadas sempre há o agravante sempre ao atenuante a gente precisa analisar cada situação nós estamos falando numa situação do nosso dia a dia as dores que vem a situação do suicídio assistido Como se vem colocando como sendo uma forma compassiva amorosa mas esse amor que libera dessa forma muitas vezes é a sagacidade do obsessor muitas vezes é a perspicácia do obsessor dando essa falsa sensação de acolhimento e uma coisa que eu percebi é que muitas vezes a isso antes de uma certa tentativa mais grave há uma falsa sensação de alívio uma certa sensação de paz eu conversava isso com o Divaldo Franco de Fausto Franco que vocês que acompanham aqui a TV da mansão tanto gostam tanto admiram e o Divaldo Franco você que conhece ele sabe que na história dele quando ele estava começando a conhecer mais sobre mediunidade espiritismo foi uma situação muito de muito de muitas angústias que ele passou e Houve um momento em que ele ia cometer o suicídio três locado que ele tava pela ideia dos obsessores ou perseguindo ou dos Perseguidores e a expressão aqui Perseguidores do bem né que são o bem gerando Perseguidores aquele que tá chegando agora são pessoas que perseguem o bem então são Perseguidores do bem Ou seja pessoas que perseguem o bem né para fazer o mal contra o bem digamos assim então não só obsessores mas pessoas que perseguiam as pessoas de bem no caso de Valdo levando aquela atitude
s do bem Ou seja pessoas que perseguem o bem né para fazer o mal contra o bem digamos assim então não só obsessores mas pessoas que perseguiam as pessoas de bem no caso de Valdo levando aquela atitude E aí quando ele tava em cima né do daquele parapeito lá do Elevador Lacerda aparece a irmã dele e também havia morrido pelo suicídio com a certa mudança Ali pela espiritual na certa transfiguração ruim mas aparece para ele né e faz uma uma fala enérgica dizendo que a vida continua que a morte não existe porque ele vai fazer aquilo naquele momento ele disse que tem quase um desmaio né um desmaio que ele cai para dentro né do lá de cima e o suicida não acontece e eu falei para ele mais Divaldo sabe que muitas vezes é eu vejo uma certa sensação de tranquilidade nas pessoas antes de uma tentativa mais intensa e ele falou pois é meu filho quando eu sair do trabalho e foi até o local né Eu tava no dia angustiante e tudo mas naquele momento eu estava tranquilo era como se fosse uma sensação de paz era como se fosse uma certa Euforia e essa conversa específica está é muito bem É documentada no livro chamado de Valdo Franco em que a gente examina as perspectivas espirituais é biológicas sobre a mediunidade de Divaldo então ele conta e lá não tá documentado e ele vai falar Esse é um ponto importante as pessoas não sabem que antes dá uma certa sensação de tranquilidade e às vezes isso até as fazem continuar para o Ato culminante é a sagacidade é a perspicácia é astúcia do obsessor dos Perseguidores que em nome de uma falsa Liberdade jogam um trocadilho sofismático para que você fique embaralhado dentro da cabeça e faça esse ato nessa perspectiva se por acaso o destino do menino que cometeu suicídio não nos ilumina porque o suicídio não ilumina a ninguém tão pouco turva-se a lágrima nordestina Ou seja a dor é legítima a dor do pai ele não deve se ficar envergonhado nem você familiar Ou pessoa que passou o passa por essa situação afligente de tantos pensamentos tantas angústias não é
destina Ou seja a dor é legítima a dor do pai ele não deve se ficar envergonhado nem você familiar Ou pessoa que passou o passa por essa situação afligente de tantos pensamentos tantas angústias não é sinônimo de vexame é sinônimo de que as coisas não vão bem de que é preciso uma ajuda que deve chegar não só nesse Setembro que simbolicamente chamado de amarelo para falar dessas questões mas em todo ano saber que existem pessoas disponíveis pessoas do bem disponíveis para lhe ajudar saber que existem outras perspectivas que podem ajudar como ajudar esse pai de Torquato Neto porque é uma dor muito grande quando a gente pensa em suicídio a gente faz a boa dimensão do suicídio e após vem são do suicídio não é necessariamente ajudar a pessoa que cometeu suicídio no mundo espiritual não é bem isso após a menção do suicídio é também ajudar sobre Tudo aqueles que estão nesse nível desencarnado por quê Porque a família sente muita dor Esse já é uma dor muito grande um pai e uma mãe verem o seu filho desencarnar quando é a desencarnação pelo suicídio é uma dor mais atrás e às vezes só um remédio intenso profundo como espiritismo é capaz de dar uma tranquilidade como deu a esse pai de Torquato Neto que fez Caetano Veloso fica tão encantado que cantou não o suicídio mas o simbolismo de como uma pessoa linda como pai desse amigo dele foi capaz de mesmo na dor pegar uma flor oferecer para o compositor uma cajuína oferecer para o compositor e ele próprio com a dor enorme consolar de certa forma essa música nos embala né existirmos a que será que se destino para que estamos vivo porque no fundo no final das contas São perguntas tão Profundas que a gente não tem ainda a resposta totalmente mas não temos a resposta Total não significa que estamos abertos para nos desesperarmos na tragédia do suicídio existirmos a que será que se destina porque quando tu me deste a Rosa pequenina eu vi que tu eras o homem lindo e se acaso assina do menino não se nos ilumina tão pouco turva-se a lágrima
do suicídio existirmos a que será que se destina porque quando tu me deste a Rosa pequenina eu vi que tu eras o homem lindo e se acaso assina do menino não se nos ilumina tão pouco turva-se a lágrima nordestina a cajuína Cristalina em Teresina que essa cajuína Cristalina possa ser espalhar de Teresina e ir para o nosso coração onde nós estejamos porque é água cristalina do Evangelho nos dizendo continua é a água cristalina do Evangelho matando a nossa sede de paz e mesmo em situações atrozes conseguiu deixar esse senhor na sua trajetória Espírita divulgando bem em nome do bem apesar das dores artroses que passaram não turva se a tua lágrima porque essa lágrima é legível mas que a gente possa pegar a água cristalina do evangelho para poder nos matar a sede e continuar a viver muita paz para você até a próxima
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