#43 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 34
Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 43 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. XVIII Dos inconvenientes e perigos da mediunidade. Itens 221 e 222. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para ...
Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Oibro dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Olá, saudações fraternas a você que acompanha o esse estudo do livro dos médios realizado pela área de estudo espiritismo aqui pela FEB Lives. Seja muito bem-vindo. Esperamos que o estudo seja de bastante proveito. Damos as boas-vindas também a Elusa, com quem nós compartilhamos aqui a condução, sempre aprendendo juntos, né, Zita? E damos as boas-vindas também a Sheila da Costa Oliveira, que é evangelizadora, facilitadora de estudos espíritas e colaboradora da Federação Espírita Brasileira desde 1980. E Antônio Almeida, quarto vice-presidente da União Espírita Paraense, professor de história e palestrante espírita. Sejam muito bem-vindos os dois. >> Exatamente, os dois muito bem-vindos. Isso, cada os dois são muito bem-vindos e todos vocês que estão conosco. E dando continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns, hoje vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 18, dos inconvenientes e perigos da mediunidade. Estaremos trabalhando os itens 221 e 22. E Antônio, iniciando pelo item 221, onde Kardec apresenta uma série de perguntas aos espíritos, nós faremos essas perguntas aos nossos convidados para que expliquem as respostas dadas pelos espíritos. Começamos com você, Antônio. Na primeira questão >> que Kardec submete. Será a faculdade mediúnica indício de um estado patológico qualquer ou de um estado simplesmente anômalo? E continuando com a segunda, o exercício da faculdade mediúnica pode causar fadiga? É com você. >> Vamos lá. Os espíritos respondem para Allan Kardec que a faculdade mediúnica ela pode ser considerada anômala no sentido de não ser, digamos, um padrão, né, mas não uma patologia, mas não uma enfermidade. E posteriormente nas obras que vieram
n Kardec que a faculdade mediúnica ela pode ser considerada anômala no sentido de não ser, digamos, um padrão, né, mas não uma patologia, mas não uma enfermidade. E posteriormente nas obras que vieram através de Chico Xavier Valde Pereira, os espíritos elucidam isso com uma precisão ainda mais detalhada no dizendo que a mediunidade ela é uma faculdade da natureza humana. E em sendo assim, ela é, vamos usar a expressão, ela é normal. O Emânuel chega a dizer que o Chico Xavier e a mediunidade plena que ele tinha é o homem do futuro, né? que o ser humano do futuro seria ou vai ser o ser humano dotado de faculdades psíquicas de relação contínua, de relação direta com espíritos, como era o caso do Chico Xavier, né, que às vezes até tinha que perguntar pra entidade com quem ele conversava se era um espírito desencarnado ou se ainda estava encarnado dada essa relação cotidiana. que ele tinha com os espíritos que se manifestavam. Então, eh, eu entendo que a expressão anomalia que é usada pelos espíritos, é considerando a opinião do vulgo, né? O o vulgo, a maioria das pessoas não considera a mediunidade como algo normal. >> Uhum. Mas a doutrina espírita nos proporciona a compreensão de que é normal, sim, como faculdade psíquica de que variando entre ocultos e ostensivos, todos nós somos médicos. Então, se é uma faculdade natural, não se constitui numa patologia, muito pelo contrário, é uma qualidade do ser que, na medida em que nós vamos evoluindo, nós vamos aprimorando e exercendo com mais eh plenitude. >> Eh, posso complementar? >> Sim. Já foi muito mais estranho, né, a gente falar de mediunidade do que hoje em dia, né, porque envolvia os aspectos de magia, feitiçaria, né, e mandinga e etc, etc, etc. Hoje em dia, com os estudos do espiritismo e da mediunidade sendo tão bem difundidos, já há uma normalização do conceito, no sentido de que ele não é mais considerado marginal, né? já é uma coisa que as pessoas falam a respeito. Meios de comunicação, né, tem trabalhado isso
difundidos, já há uma normalização do conceito, no sentido de que ele não é mais considerado marginal, né? já é uma coisa que as pessoas falam a respeito. Meios de comunicação, né, tem trabalhado isso de maneira muito boa, né, tanto na filmografia, na novela, até em letra de música. Nós estamos vendo isso porque o que é verdade tem que chegar em todas as linguagens, né, a todo mundo de maneira indistinta. E assim como ela não é uma anomalia, como bem disse o Antônio, ela só causa cansaço, né? Aquela fadiga se ela for mal praticada, se houver os excessos, né? Aquilo que não tá dentro da disciplina, não tá dentro da organização, né? E mas qualquer coisa que saia da disciplina, da organização, do razoável pode gerar fadiga, né? Não só a mediunidade. Quando a gente chega super cansado do trabalho, às vezes até se perguntam: "Eu quero tomar banho, quero comer ou quero dormir?" Porque só dá para fazer uma coisa, de tão fadigado que a pessoa está, né? Passou dos limites, né? Então, qualquer coisa que a gente faça fora do padrão razoável pode trazer a fadiga. Isso não é um atributo da atividade mediúnica em si, né? E quanto mais equilibrado for o médium, menos tendência ele tem de sentir esses desconfortos, porque >> é uma pessoa com maior controle, né, da própria faculdade e não vai haver tanto dispêndio de fluido, de energia. durante a prática, né, a não ser quando for a a mediunidade de efeitos físicos, porque já está comprovado que a mediunidade de efeitos físicos a eh acarreta perda gradativa de fluido vital do médium, né? Porque sai dele o ectoplasma, mas não volta tudo. Alguma coisa se perde nesse nessa transferência, né, de saída para materializar e voltar. Então aí sim tem o risco da da fadiga, do desgaste. Por isso não deve ser feita com frequência, né? >> Tem que ser com menos frequência do que os outros tipos de mediunidade ostensiva para não provocar esse desgaste profundo da máquina fisiológica do médium. >> Muito bem, obrigado Antônio Sheila pela resposta. Sheila. Na terceira questão
que os outros tipos de mediunidade ostensiva para não provocar esse desgaste profundo da máquina fisiológica do médium. >> Muito bem, obrigado Antônio Sheila pela resposta. Sheila. Na terceira questão que Kardec coloca pros espíritos, pode o exercício da mediunidade ter de si mesmo inconveniente do ponto de vista higiênico, abstração feita do abuso? >> Eh, acho que a abstração feita do abuso não, né? Aí é não, porque eu só vejo um inconveniente, é que para praticar bem a mediunidade, a gente tem que abrir mão do interesse pessoal. Porque para ser disciplinado você não pode se envolver em todo tipo de atividade, não pode fazer tudo o que quer, porque a disciplina mediúnica, ela exige uma uma higiene pessoal, mental, de sono, de alimento, de palavra, de comportamento, o tempo inteiro, não é só na hora da prática ostensiva da mediunidade, ela envolve um regime de vida. Então tem aí um grande inconveniente de a gente não poder fazer o que quer na hora que quer, mas é só esse, né? Porque >> só esse, né? >> Só esse. Se for bem praticada, a mediunidade é na realidade uma porta de transformação, de progresso intelectual, mental, emocional e moral. Assim, inestimável. a gente não consegue nem avaliar a quantidade de benefícios, né? Outro dia eu tava conversando com uma jovem que é jovem, né? Tá com 30 e poucos anos, é jovem e ela dizendo que eh depois que ela entrou paraa mediunidade, a vida dela mudou para muito melhor, porque ela não vai mais paraa balada, ela não vai para barzinho, ela não bebe, né? Ela não se envolve com atividade porque ela sabe que tudo isso vai contaminar. Ela tá se dedicando ao passe, então mudou a vida dela, né? O inconveniente agora ela tem que dizer não pros pedidos dos amigos, mas ela falou já que alguns já disseram que já sabem para o que podem me chamar. Então, até o comportamento das outras pessoas pode ser modificado para melhor quando a gente abraça bem essa atividade, né? E também lembrando que o termo higiene no século XIX era reconhecido também
Então, até o comportamento das outras pessoas pode ser modificado para melhor quando a gente abraça bem essa atividade, né? E também lembrando que o termo higiene no século XIX era reconhecido também como saúde. >> Uhum. >> Então tem essa conotação a questão de Kardec, né, como você bem colocou. Saúde física, mental, espiritual, saúde do ambiente, a higiene do ambiente. É interessante. E Antônio quer colaborar >> com que a essa >> esse comentário que você e a Sheila fizeram, sempre quando a gente vai falar de de mediunidade, a gente remonta as duas figuras mais expressivas, né, da mediunidade, Chico Xavier e Divaldo Franco, né? E a gente vai lembrar que o Divaldo na na adolescência ele apresentou uma infecção respiratória eh bilateral, né, nos dois pulmões. E graças à mediunidade Divaldo viveu aí os 90 e poucos anos que todos nós temos conhecimento. a mediunidade acabou significando um filtro para uma enfermidade que poderia provocar uma desencarnação dele ainda na fase de jovem. E a mediunidade traz um saneamento ou uma canalização de uma enfermidade para um tratamento espiritual onde a mediunidade funcionou como o filtro para estabelecer uma saúde que lhe permitiu trabalhar todo o tempo que ele trabalhou. O Chico Xavier era portador de algumas enfermidades também, como catarabata, angina, mas isso não impediu que desenvolvesse o trabalho mediúnico que ele desenvolveu. Então, em grande número de casos, a mediunidade ela é o elemento de resgate de um conjunto de dívidas que nós acumulamos em vidas passadas e a mediunidade nos é apresentada como possibilidade de redenção através do trabalho, como a Sheila falou, de disciplina, de organização, de transformação moral, né? Porque efetivamente nós ainda não temos méritos, mas a misericórdia divina nos proporciona pela mediunidade a oportunidade de irmos construindo o futuro melhor para a nossa evolução espiritual. Obrigada, Antônio. E voltando à quarta questão do item 221, pergunto para você: haverá pessoas para quem esse exercício
rtunidade de irmos construindo o futuro melhor para a nossa evolução espiritual. Obrigada, Antônio. E voltando à quarta questão do item 221, pergunto para você: haverá pessoas para quem esse exercício da mediunidade seja mais inconveniente do que para outras? a a questão da da inconveniência em si não é a mediunidade, e sim o estado eh moral evolutivo do espírito que traz a mediunidade como missão. A mediunidade em si, ela é uma faculdade psíquica que se desenvolve na medida em que o espírito vai evoluindo, a mediunidade vai se aprimorando, vai se refinando, vai se, digamos, sofisticando. Agora, como espíritos ainda endividados, nós trazemos uma carga de expiações e provas que acabam se manifestando, que acabam se expressando, se exteriorizando. E aí as pessoas muitas vezes associam com a mediunidade, mas essa associação ela é indevida. Não é a mediunidade que causa inconveniente, são as nossas necessidades evolutivas que fazem com que nós tragamos uma carga de problemas de vidas passadas. E a mediunidade é o canal que estrava dentro daquilo. E como a mediunidade ela acaba ainda sendo uma faculdade que, embora conhecida no sentido de informação, ela ainda não é conhecida no sentido de faculdade de evolução espiritual, de possibilidade de evolução espiritual. E aí muita gente, e a gente encontra muito isso no próprio movimento espírita, pessoas que chegam no centro espírita apresentando a faculdade mediúnica que elas querem que tire, como se isso fosse possível, né? Elas querem que seja tirada a mediunidade dela e até na nas religiões afro-brasileiras é colocada como encosto, né? Então, a dificuldade ela não é da medidade, a dificuldade é da nossa condição evolutiva. >> Microfone, Carl. >> Desculpe, Sheila. Eh, obrigado, Antônio. Algum comentário, Sheila? >> Eh, essa questão de quando é que é inconveniente, o Kardec até mais à frente ele já fala, né, de algumas coisas pra gente tomar cuidado, né? Mas todo mundo que estiver em situação de fragilidade física, mental,
uestão de quando é que é inconveniente, o Kardec até mais à frente ele já fala, né, de algumas coisas pra gente tomar cuidado, né? Mas todo mundo que estiver em situação de fragilidade física, mental, espiritual deve se abster, né, da prática mediúnica, porque como tem desgaste fluídico, né, como tem um trabalho que é exige muita concentração, muita atenção, muita dedicação, a pessoa tá com o corpo fragilizado, a mente em desassossseo, não tem condição, né, de realizar bem tem isso, né? e crianças, né, pessoas muito idosas e enfermas, doentes mentais, eh, gestantes, né, tem certos cuidados pra gente tomar, porque a prática mediúnica envolve trabalho perespiritual, espiritual e físico. Então, quando o gasto energético é maior, a gente tem que tomar cuidado, porque nem todo mundo tá em condições de fazer esse gasto, né? >> Uhum. pode gerar outros tipos de problema por causa da falta de cuidado, não a mediunidade em si, mas a prática mal conduzida, né? >> Muito bem. Eh, aita, nós temos duas perguntas. Primeiro, um acho que a gente poderia fazer agora, né? Mas delas vão tá a gente já atende, né? E um comentário do do Carlos Campos antes, quando assumimos a aplicação de passes e reunião de assistência espiritual na Casa Espírita, não sentimos mais a necessidade de participar de festas gestão de álcool e até carne para se alimentar, né? Então as pessoas vão buscando o seu caminho, não é isso? >> Uhum. >> E de renovação e cheila. O Carlos Campos fez essa pergunta: "O termo incorporação caiu em desusos pelo termo passividade ou existe outro mais adequado?" >> Olha, na realidade e todo mundo usa os dois, né? >> Porque depende da cultura local, né? Tem gente que ainda fala. No interior de Goiás, por exemplo, é muito comum a gente ouvir falar a incorporação, porque é uma palavra que foi usada primeiro, já que tinha-se a ideia de que o espírito entrava no corpo do médium, né, para fazer a a manifestação mediúnica. ficou esse conceito e assim deu a passividade, deu a comunicação.
e foi usada primeiro, já que tinha-se a ideia de que o espírito entrava no corpo do médium, né, para fazer a a manifestação mediúnica. ficou esse conceito e assim deu a passividade, deu a comunicação. Tem vários vocabulários em curso. Atualmente depende muito mais da cultura local, mas eles querem dizer basicamente a mesma coisa, que alguém está se dispondo a servir de canal para um espírito desencarnado, né? >> Uhum. a pessoa não tem condições de ser ouvida, vista, percebida por si mesma, ela vai procurar um apoio no mundo material. E esse apoio se chama mediunidade, né? É a hora em que o mundo espiritual e o mundo físico se comunicam para que um traga ao outro aquilo que é o necessário. Na hora da comunicação mediúnica, tanto o encarnado quanto o desencarnado trocam informações e sentimentos e emoções. E o atendimento que é feito ao espírito também vai beneficiar o médium, né? que na maioria das vezes a gente recebe um espírito que tem alguma relação conosco, com as nossas dificuldades, até de coisas de vidas passadas, das quais a gente nem se lembra, né? Mas o atendimento não é feito só para o desencarnado, tem ali é uma coisa que tá sempre em voga. e falar a respeito. Eu conheço esses termos todos, mas no lugar onde eu trabalho, a gente diz dar passividade. Em outros lugares fala-se na incorporação, em outros fala-se em comunicação. Então isso depende da cultura local, mas nenhum termo invalida o outro. Bem, essa é a outra, Antônio, para você, o Silvio pergunta. Caso o médium tenha uma doença crônica, exigindo tratamento e controle permanente, pode exercer a tarefa sem prejuízo da saúde. Eh, há pouco a Sheila comentou, eu vou pegar a linha de raciocínio que ela conduziu. Se a pessoa está com um problema na no qual problema de saúde, como tá sendo citado aí, né, no qual a prática da mediunidade vai levar um agravamento, é recomendável a suspensão da atividade mediúnica. No livro Desobsessão, o André Luiz, ele fala inclusive especificando a situação específica das nossas irmãs,
da mediunidade vai levar um agravamento, é recomendável a suspensão da atividade mediúnica. No livro Desobsessão, o André Luiz, ele fala inclusive especificando a situação específica das nossas irmãs, os espíritos reencarnados em corpos femininos, que têm situações de de ou melhor próprias do seu organismo feminino, como por exemplo uma gravidez numa situação de desconforto, a situação das cólicas menstruais, que implicam num desconforto físico muito grande, né? E outras enfermidades que são impeditivas, inclusive não apenas paraa mediunidade, como até para nosso trabalho profissional. Por exemplo, você está com um resfriado profundo e não consegue exercer atividade profissional. Eh, o caso de alguns de nós aqui que somos professores, por exemplo, você tem uma roquidão, você não vai poder trabalhar, você não vai poder dar aula. né? Então, a mesma coisa acontece no exercício da faculdade mediúnica. Como um trabalho, é trabalho mediún tem um certo grau de desgaste físico, situações de enfermidade podem sim significar impedimento e recomendação de não praticar a atividade mediúnica para evitar agravamento da enfermidade. >> Muito bem. inclusive questão de contaminação dos demais, né? Eles estão num com um vírus tremendo aí ficar numa sala fechada, não é? Ali é pode complicar a saúde de outras pessoas. É uma questão de bom senso, né, gente? E se toma um remédio controlado, né, e está com com distúrbios, com dificuldade de de autodomínio, então por um tempo é melhor se abster, não é, e aí voltar à prática mediúnica quando tiver mais equilibrado, né? Mas eh não significa que não possa receber na casa espírita assistência, o amparo, tudo ao contrário, né? Fazer um tratamento espiritual inclusive eh com passe tudo, né? Eh, bom, Sheila, na quinta pergunta, Kardec vai colocar: "Poderia a mediunidade produzir a loucura?" She, >> volto a dizer, né? A mediunidade de si mesma não provoca fadiga, não é inconveniente e nem provoca loucura. Nós aqui já somos um pouco loucos, então
"Poderia a mediunidade produzir a loucura?" She, >> volto a dizer, né? A mediunidade de si mesma não provoca fadiga, não é inconveniente e nem provoca loucura. Nós aqui já somos um pouco loucos, então aí qualquer gatilho >> já som meio doido, né, Sheila? Aí vem a >> Exatamente. Qualquer barulhinho já, né? Já dispara o descontrole. Mas isso não é um atributo da mediunidade, então não é ela que vai provocar que alguém seja louco, né? É muito comum pessoas estarem em processo obsessivo e a obsessão ser confundida com mediunidade. Tanto que em alguns lugares menos bem orientados, precisando estudar um pouquinho mais, a as pessoas até dizem, né? Ah, você não tem nada não. Você tá precisando é desenvolver sua mediunidade. >> E isso não é verdade. Isso não é verdade. O aparelho eh mediúnico ele é desenhado no plano espiritual. No plano espiritual a pessoa já sabe que será médium ostensivo, que vai desenvolver essa tarefa. às vezes tem até uma missão dentro do espaço mediúnico com uma repercussão um pouco até maior, né? Então a sensibilidade dela, fisiologicamente falando, é diferente. Por para você perceber uma outra dimensão, a sensibilidade comum não consegue captar. Então tem que ter um aumento da sensibilidade. Toda pessoa muito sensível corre o risco de ficar hiperestimulada. E se for indisciplinada em todos esses aspectos que a gente já falou aqui, aí a hiperestimulação vai levando ao descontrole que pode levar a uma espécie de demência ou loucura, né? Por quê? Que o descontrole repetido ele leva ao distúrbio permanente, né? a gente já sabe disso, mas não é uma coisa que a mediunidade traz. Alcoolismo pode trazer loucura, uso de qualquer substância pode trazer loucura, o arrependimento e o remorço de um crime que ninguém sabe, mas tá gravado na consciência e a pessoa não trabalha, pode levar a loucura, né? São muitos os fatores, né? Eh, pra gente falar de loucura. Tem que ter sempre uma abordagem multidisciplinar aí, porque as causas são muitas e as formas de apresentação mais ainda, né? Mas não é
, né? São muitos os fatores, né? Eh, pra gente falar de loucura. Tem que ter sempre uma abordagem multidisciplinar aí, porque as causas são muitas e as formas de apresentação mais ainda, né? Mas não é atributo da mediunidade provocar loucura em ninguém, embora médiuns possam enlouquecer praticando mal a mediunidade, sem estudar, sem se disciplinar, sem ter uma prática bem orientada quanto a isso, né? Então é importante a gente ficar de olho em todos esses aspectos. >> Heila. Eh, Antônio, na sexta questão, Kardec coloca: "Haverá inconveniente em desenvolver-se a mediunidade nas crianças?" >> Resposta dos espíritos, >> sim, né? Sim. Por as crianças elas estão no seu processo reencarnatório ainda acontecendo, né? Uhum. Então, é natural que elas tenham sensibilidades psíquicas em função de não haver ainda sido concluído o processo reencarnatório, que, segundo os espíritos, se completa em torno dos 7 anos pós nascimento, né? Só que essa sensibilidade psíquica, ela tem que ser tratada com prece, evangelização, culto do evangelho no lar e não estimulada, não incentivada, porque a criança ainda não tem um senso de responsabilidade desenvolvido, não tem conhecimento doutrinário, então não convém que se estimule a prática da mediunidade na criança. Se ela se manifesta espontaneamente, ela deve ser acompanhada por quem tem experiência, por quem tem estudo, por quem tem, por quem tem vivência no trabalho mediúnico, no centro espírita, para que gradualmente, na medida que a criança se desenvolve, vai chegar na adolescência, ela vai passando por um balizamento, né, por uma adequação da sua faculdade mediúnica. E aí quando chega na adolescência, aí você tem a manifestação da mediunidade com mais segurança, dependendo também de sob a tutela de quem esse desenvolvimento está ocorrendo. A gente pode lembrar, por exemplo, que o Allan Kardec contou com jovens no desenvolvimento da codificação, né? E essas jovens, a Caroline, a Júlia, até anotei aqui para não se trair pela memória, a Caroline
e pode lembrar, por exemplo, que o Allan Kardec contou com jovens no desenvolvimento da codificação, né? E essas jovens, a Caroline, a Júlia, até anotei aqui para não se trair pela memória, a Caroline Boldan tinha entre 16 e 18 anos. Os autores variam, alguns falam que ela tinha 16, outros dizem que ela tinha 18. A Juli Boldan tinha entre 14 e 16 anos. A Rute Jafé tinha entre 18 e 20 anos. A irmã Sidfô tinha 14 anos. >> Uhum. Então, já estava num grau de desenvolvimento biológico mais adiantado. Na infância é preciso zelo, é preciso cuidado para não produzir estímulos que levem a uma sobrecitação >> da criança em relação ao fenômeno mediúnico. >> Muito bom. Excelente. Sheila tem uma continuidade na sétima e você já pode comentar em cima, >> porque o Kardec ele continua dizendo, há, no entanto, crianças que são médiuns, naturalmente. >> Uhum. conveniente há crianças que são quer de efeitos físicos, quer de escrita e de visões. Isso apresenta o mesmo inconveniente. Eu vou lembrar um exemplo. O Gabriel Delaneum, filho, >> ele tinha a mediunidade mesmo quando criança, não é? Então, eh, apresenta isso mesmo inconveniente que foi colocado, Sheila, nessa situação. >> Eh, a inconveniência acontece como consequência, né, não como origem na mediunidade. Por quê? A gente observa as biografias dos médiuns famosos. eram crianças que tinham visões, né, como tá dito aí, crianças que eh ouviam coisas, as irmãs Fox, que eram crianças mesmo, né, elas passaram por muitos inconvenientes. A família dela foi eh estigmatizada socialmente, muita gente parou de visitar, né? E isso com certeza afetou o desenvolvimento emocional delas, né? Naquele livro eh que é escrito pela Lea Fox, ela conta como é que era a vida das irmãs e dela, né? Na casa onde os fenômenos de Ridesville estavam acontecendo. Mediunidade ostensiva e de efeitos materiais, efeitos físicos, né? Então, muitos inconvenientes, mas não da faculdade em si, né? Mas a vivência social disso tudo, porque elas não conseguiam dormir.
o. Mediunidade ostensiva e de efeitos materiais, efeitos físicos, né? Então, muitos inconvenientes, mas não da faculdade em si, né? Mas a vivência social disso tudo, porque elas não conseguiam dormir. Os espíritos estavam lá batendo, provocando todos aqueles efeitos. Então, alterava o sono, não tinha condição de estudar porque elas não conseguiam ir pra escola, não tinha rendimento, né? Então tem uma série de inconvenientes para o desenvolvimento infantil, pro desenvolvimento familiar, mas ocorreu com essa família por quê, né? Expiação, prova, missão, a gente já sabe a natureza das coisas que cercam as nossas atividades aqui na Terra, né? Aconteceu com elas e aconteceu com outras crianças médiuns também. Ivone Pereira narram recordações da mediunidade, né? O quanto que ela sofria, porque ela via os familiares da família antiga, ela não se reconhecia na família onde ela morava, no interior de Minas, no Brasil, né? Então, é muito complicado a gente dizer que é normal na criança, né? tem ali um motivo para que ele esteja estar acontecendo, mas ah, vamos fazer uma reunião mediúnica infantil, não, não, baixa a bola, né? Sossegue. Casos isolados vamos levar na tranquilidade. Tudo isso pode se tornar distúrbio atrapalhando o desenvolvimento psicomotor, emocional e social das crianças. Então, precisamos dar uma retraída aí nessa coisa, porque o filho tendo uma faculdade diferente, se o pai e a mãe não forem bem equilibrados, começam a fazer daquilo ali uma moeda de troca, né? Uma medalha. Olha aqui, meu filho, né? Filho, faz aquilo assim, faz aquilo, não sei o quê, porque viram quase um exibicionismo, né? E isso não pode acontecer porque vai tá alterando o desenvolvimento natural da criança, né? É uma coisa que a gente leva com naturalidade, observa muito o comportamento para ver se tá havendo alguma influência negativa dessa fenomenologia no cotidiano da criança e procura fazer com que o lar fique cada vez mais equilibrado. culto no lar, mais vezes conversas mais produtivas, relacionamentos mais
influência negativa dessa fenomenologia no cotidiano da criança e procura fazer com que o lar fique cada vez mais equilibrado. culto no lar, mais vezes conversas mais produtivas, relacionamentos mais equilibrados, porque a mediunidade ela se equilibra ou se desequilibra dependendo da pessoa e do entorno, né? Não é só a pessoa, especialmente a criança que é vulnerável, ela não comanda o ambiente, ela recebe ordens, né? Ela recebe as coisas e segue instruções. Então, o entorno dela tem que ser muito bem trabalhado para que o inconveniente ocasional de alguma família, alguma pessoa que tem uma missão mediúnica ou uma expiação muito forte, né, como é o caso desses grandes médiuns que a gente já citou aqui hoje, nós precisamos tomar cuidado para isso não fugir do controle, né, deixar tudo dentro da rigidez, da razoabilidade, né? É a melhor palavra, eu acho, nesse sentido. Bem, Sheila, esclarecimentos muito perfeitos. E Antônio, você pode colaborar, mas já vamos dar a sequência, porque na oitava questão Kardec coloca em que idade se pode ocupar sem inconvenientes da mediunidade, já que temos problemas na infância, em que idade? É, a gente até citou os casos das das meninas que foram >> médiuns para o Allan Kardec, 14, 16 anos, embora não haja uma fórmula pronta que determine, digamos, uma uma idade inicial. >> Uhum. Daí a Sheila comentou no final sobre a necessidade de se buscar equilíbrio nos relacionamentos, a criança ser amparada na evangelização, no evangelho no lar, pais que busquem um relacionamento em harmonia para que o o balizamento a que eu me referi quando eu comentei no começo, ele dê pra criança um ambiente seguro de desenvolvimento, que aliás influencia no desenvolvimento psicossocial da criança em todos os aspectos. >> A mediunidade é um aspecto, né? mas procurar reforçar na criança a compreensão sobre a imortalidade da alma, sobre a vida espiritual, a crença em Deus, o hábito da prece, tudo isso iniciado na prática da família para que a criança se veja envolvida por
r na criança a compreensão sobre a imortalidade da alma, sobre a vida espiritual, a crença em Deus, o hábito da prece, tudo isso iniciado na prática da família para que a criança se veja envolvida por um exemplo e esse exemplo dando para ela a maturidade espiritual, moral necessária, para que num determinado momento ela possa entrando na adolescência, desenvolver a mediunidade com segurança. As meninas da família Boldan, elas começaram a prática mediúnica na com os pais dela. E aí são os pais dela que colocam n em contato com o professor Hipodite Leon Denis Rivail, que vai desenvolver a codificação a partir do trabalho mediúnico com essas meninas aí. Então não tem uma idade específica, né? Nós vamos pegar, por exemplo, Chico Xavier. O Chico Xavier publica o Parnado do Alentúmulo quando ele tava com 22 anos em 1932. Ele era nascido em 1910, né? Então, e o Chico Xavier foi o médium que todos nós conhecemos e dispensa comentário. Entretanto, existem casos de médiuns que com 17, 18 anos já estão vivendo a sua mediunidade como tarefa dentro de um ambiente de responsabilidade, de conhecimento doutrinário, de amparo familiar. Então, como o nosso desenvolvimento como um todo depende desses acompanhamentos para que eles sejam feitos com a máxima segurança possível, sem aventura, porque se de um lado nós dizemos a partir daquilo que a doutrina escrita nos importa, que a mediunidade ela é uma perspectiva do nosso desenvolvimento espiritual, ela também requer, como toda a atividade é responsável, requer sustentação para desça para ser vivenciada com segurança. >> Eh, eu queria fazer só uma observação legal mesmo, sabe? Assim, da César, que é de César, né? A mediunidade ostensiva, ela é praticada no ambiente dos centros espíritas, né? Então, é legalmente recomendado que as reuniões mediúnicas sejam frequentadas somente por pessoas acima de 18 ou 21 anos, porque já são civilmente responsáveis, né? E para não gerar nenhum distúrbio eh para a legalidade das atividades do centro espírita, é bom a gente seguir esses
ente por pessoas acima de 18 ou 21 anos, porque já são civilmente responsáveis, né? E para não gerar nenhum distúrbio eh para a legalidade das atividades do centro espírita, é bom a gente seguir esses parâmetros, né? Porque dá tempo paraa pessoa estudar a mediunidade, né, passando pela juventude espírita, pelo estudo sistematizado antes de enveredar pro estudo mediúnico e a prática, né? Porque feito antes da hora, como diz na próxima pergunta, né? Vira brinquedo e aí não é legal. >> Uhum. interessante. Agora queita ele tava comentando e o e o Antônio me fez lembrar essa situação de que ah muitas vezes as pessoas quando falam assim, precisa desenvolver a mediunidade, ela está pensando em colocar a pessoa diretamente na mesa >> para receber os espíritos, como se isso fosse desenvolver a mediunidade. No entanto, quando a gente vai examinar no espiritismo, desenvolver a mediunidade implica numa educação prévia. >> Uhum. >> Né? E pode ser aproveitado. Despontou a mediunidade da infância. É uma oportunidade da família toda se envolver no estudo junto com a criança, com o o jovenzinho, né? Com a jovenzinha e e realmente criar um ambiente que seja favorável. nada de fantástico, não tem nada de misterioso, não tem nada de excepcional. A mediunidade é uma faculdade, não é? e a gente vai desenvolver naturalmente. E então os pais com muita consciência fazer a a aquele atividade de maneira natural, mas com aquela consciência de que se os filhos entenderem o que significa e a responsabilidade que está relacionada com o assunto, então eles no momento próprio, não é, eles saberão conduzir com tranquilidade. E não pode, muitas vezes tem acontecido muito isso, eu tenho alertado, né, a respeito do assunto em algumas palestras que os pais não menosprezem a capacidade dos seus filhos. >> Uhum. >> Porque às vezes eh é porque a criança não pode nem falar ou não pode ler a respeito, não é? Tem que sim esclarecer. É possível esclarecer. O que não pode é um exercício sem orientação. >> Uhum. Se eu aproveita aquele período em
a criança não pode nem falar ou não pode ler a respeito, não é? Tem que sim esclarecer. É possível esclarecer. O que não pode é um exercício sem orientação. >> Uhum. Se eu aproveita aquele período em que as coisas estão acontecendo para ajudar o esclarecimento, a educação, vai chegar adulto sem saber o que fazer com aquilo, não é? Então é muito importante que a gente entenda. Eh, é como a gente diz, eh, só fazendo uma comparação assim do tipo, a gente tem uma pessoa com Alzheimer numa família, a família tem Alzheimer. >> Uhum. família precisa entender que precisa cuidar da situação. Tem autista, como no nosso caso nós temos um filho autista, então essa família ela é autista, ela precisa cuidar da coisa. Não é só do filho, não é o problema do filho e não é um problema da família, é uma oportunidade da gente caminhar e resolver, encaminhar a situação, não é? E a mediunidade é a mesma coisa, é uma oportunidade que se apresenta, inclusive prospos pais se ilustrarem, né? conhecerem melhor o espiritismo para ajudar os seus filhos, né, nesse processo. >> E um dos principais fatores do processo da educação da medidade é justamente aprender a controlar a faculdade >> para não ser vítima depois, né, da influência dos espíritos negativos, né? A Sheila h pouco falou que esse planejamento todo ele envolve desde o plano espiritual, né, até a reencarnação. >> Então, e a gente precisa alargar o o horizonte, a nossa perspectiva de que, embora para nós espíritas isso seja o óbvio, mas a sociedade ainda não pensa assim que a vida não está entre o berço e o puro, >> né? Ela tem anterioridade e tem continuidade. >> É isso aí. Muito bom. >> E uma coisa que eu gostaria de acrescentar, >> tudo muito importante que vocês estão colocando, mas a resposta direta que os espíritos dão a Kardec, ela não fixa uma idade 18, 17, 20 anos. Não, >> eles colocam a idade da razão. >> Isso. >> Isso. >> E a idade da razão era uma expressão muito usada lá no século X que refere-se ao momento em que o indivíduo adquire a
idade 18, 17, 20 anos. Não, >> eles colocam a idade da razão. >> Isso. >> Isso. >> E a idade da razão era uma expressão muito usada lá no século X que refere-se ao momento em que o indivíduo adquire a capacidade de pensar de forma autônoma, analisar consequências, discernir entre o bem e o mal, que foi tudo que a Sheila colocou também. Então esse é o momento, a família se envolver, como Carlos bem colocou, porque é um preparo, é um chamamento para todos, não é? >> Muito bem. Ótimo, gente. Eh, vamos então pro item 22, não é, Sheila? Antônio, é a nossa pergunta oito, né, pra Sheila, né, Euzita? >> Isso, pra Sheila. Kardec, que ne cita em 222, adverte que uma criança entregue a si mesma poderia transformar a mediunidade em um brinquedo. Qual é a implicação espiritual dessa profanação ou dessa situação, Sheila? De forma bem direta, a primeira implicação mais provável é a instalação de processos obsessivos. >> Isso aí. Pronto, brincou com a mediunidade, tá escancarada a porta do desequilíbrio, né? Uhum. >> Mediunidade é sagrada, não pode ser motivo de nenhuma outra prática a não ser a do autoaperfeiçoamento, a doação própria em benefício dos espíritos e a abertura para aprender com aquele que chega, né? e brincar, por exemplo, ah, vamos fazer a aquela coisa do copo de água com os alfabetos. Isso é um brinquedo, né? No início da doutrina espírita isso era utilizado por quê? Porque não se sabia o protocolo de comunicação com o mundo espiritual, se usavam meios rudimentares. >> As mesas girantes viraram brinquedos sociais, >> se faziam festas e chegava a hora da mesa girante ser apresentada como a atração do momento, né? Foi numa dessas reuniões que Kardeceno e resolveu estudar. Então, não se deve brincar com mediunidade. O momento das mesas girantes, do copo d'água com alfabeto já passou, gente, já foi, né? Tá lá nos para trás mente. Quem quiser continuar fazendo isso, tá correndo risco, por espíritos vão se apresentar de acordo com as intenções de quem brinca, né? Uai, eu quero brincar, vai vir um
, né? Tá lá nos para trás mente. Quem quiser continuar fazendo isso, tá correndo risco, por espíritos vão se apresentar de acordo com as intenções de quem brinca, né? Uai, eu quero brincar, vai vir um brincalhão, eu quero eh passar o tempo, vai vir um uma um espírito frívolo, superficial para fazer aquilo que nós estamos querendo fazer, né? Então, mediunidade nunca foi, nunca será brinquedo. Houve um atrativo físico muito grande no início para chamar atenção paraa base fenomênica. Depois isso evoluiu e agora ninguém precisa mais ficar eh brincando com isso. E tem gente que brinca com mediunidade, embora não seja criança. A gente sabe, né, que existe pessoas sem maturidade, >> infelizmente para elas. >> É, e para quem acompanha, né? Porque a pessoa que acompanha, quem a tem esse tipo de prática também tá entrando numa região perigosa, né? Então é muito importante. Mediunidade é coisa santa, é coisa séria. Não pode virar brinquedo na mão de ninguém, não pode ser motivo de interesse pessoal, de autoprojeção, de maneira de de fama, né? De forma nenhuma. De nenhuma forma. Não, isso não é lícito quando se trata eh mediunidade, né? Quando Jesus diz derramarei eh minha luz sobre toda a carne, mediunidade é luz, é vida, né? É inspiração divina. Se a gente não usar com esse sentimento de de dever, de respeito, de veneração, a confusão tá pronta para acontecer. só a questão de quando, né? Não, não vai ser eh possível fugir das consequências. >> Sheila eh Antônio, no item 22, o texto insiste que a criança médium só deve exercer sua faculdade sob a vigilância de pessoas experimentadas. Quais são as qualificações essenciais? que definem uma pessoa experimentada para essa tarefa tão delicada. Vocês já fizeram algumas colocações, mas focando mais, >> é do no campo religioso, sem querer ter a pretensão da competência plena, é o espírita quem tem conhecimento específico para lidar com a mediunidade de maneira competente. Porque a gente sabe que nas outras religiões, nas religiões teológicas, dogmáticas e
ompetência plena, é o espírita quem tem conhecimento específico para lidar com a mediunidade de maneira competente. Porque a gente sabe que nas outras religiões, nas religiões teológicas, dogmáticas e tradicionais, o fenômeno mediúnico, ele é tratado em alguns campos religiosos como coisa do diabo. >> Uhum. >> Em outros campos religiosos como como eh expressão de loucura. Eu ainda essa semana eu tava lendo um pesquisador que trabalha com o que ele chama de transtornos psíquicos, é a mediunidade. E ele diz que o cristianismo se fundamenta em dois esquizofrênicos, Moisés e Jesus. Ela afirma isso aí, que o cristianismo se fundamenta em dois esquizofrênicos, Moisés e Jesus, que tinham a pretensão de conversar com Deus. Ainda acrescenta isso aí. >> Uhum. >> Né? Então, nós temos as religiões dogmáticas tradicionais que tratam mediunidade como cuida de Satanás. Os psiquiatras, terapeutas, psicólogos que tratam a mediunidade como transtorno, né? e outros tratamentos. Já a doutrina espírita, não, né? O fundamento científico da doutrina espírita é o fenômeno mediúnico. Nós estamos aqui conversando, estudando um livro que é o manual de protocolo, digamos assim, de relação com os espíritos. É um manual de mediunidade. Então, quem é o experiente, o maduro? que pode fazer o acompanhamento de uma criança, de um adolescente ou até mesmo de um adulto cuja mediunidade está desabrochada, para que ele possa tratar a mediunidade como faculdade evolutiva, que é a compreensão que nós temos na doutrina espírita. >> Uhum. >> Né? Então, enquanto certos campos tratam como doença psíquica, outros tratam como coisa do demônio, na doutrina espírita, nós tratamos a comunicabilidade dos espíritos como um fenômeno natural presente na história de todas as religiões. Você vai no lá no Egito, 4000 anos antes de Cristo, eles tinham o livro dos mortos, que estabelecia para a época os procedimentos para essa relação com o mundo espiritual. Então, a competência para tratar é doutrina espírita. Sheila h pouco fez a
isto, eles tinham o livro dos mortos, que estabelecia para a época os procedimentos para essa relação com o mundo espiritual. Então, a competência para tratar é doutrina espírita. Sheila h pouco fez a referência, por exemplo, a história da brincadeira do copo. Eu sou professor de ensino médio. Gente, o que tem de menino de 16, de 15 anos brincando com o copo para fazer as perguntas frívolas, se o namorado é fiel, o nome de com quem vai casar, qual o assunto que vai ser cobrado na prova, sabe? essas essas futilidades tem muita gente, pelo menos aqui em Belém, essa experiência ela é muito comum. >> Ela é muito comum. Aí quando eles sabem que eu sou espírita, eles chegam comigo, Antônio, tu és espírita, sou tu vê morto. Olha só como as coisas são colocadas. >> E aí eu até criei uma resposta de brincadeira. Quando me perguntam se eu vejo morto, eu digo: "Vejo quando eu vou em velório". Para brincar, né? entrar, digamos que na faixa de brincadeira deles para poder usar como estratégia para poder entrar e conversar. >> Uhum. >> explicar, né? E o fenômeno mediúnico não é uma brincadeira. E o fenômeno mediúnico não é uma coisa para ser tratada de maneira irresponsável. Mas a maioria dos professores diz: "Olha, vocês estão ficando doido, vocês estão se metendo nessas coisas. Depois o espírito do Satanás se manifesta no copo. Quero ver como é que vocês vão cuidar. professor diz o negócio desse. Então, às vezes eu digo assim que pode parecer que nós temos a pretensão de sermos donos da verdade, mas em se tratando de fenômenos mediúnicos, nós espíritas que estudamos doutrina espírita, nós devemos ter a competência adequada para tratar, acompanhar, orientar, instruir pessoas que estejam com a faculdade mediúnica precisando do desenvolvimento através do estudo, através do exercício da mediunidade. >> Muito bem, Sheila. No por Kardec ainda argumenta nesse nesse item, não é? É que o do exercício da mediunidade deve se afastar as pessoas que apresentem sintomas, ainda que mínimos de excentricidade nas ideias
m, Sheila. No por Kardec ainda argumenta nesse nesse item, não é? É que o do exercício da mediunidade deve se afastar as pessoas que apresentem sintomas, ainda que mínimos de excentricidade nas ideias ou de enfraquecimento das faculdades mentais. >> Uhum. É, pois é, né? aquilo que a gente já falou, >> para praticar mediunidade, nós temos que ter um nível mínimo de integridade. Integridade espiritual, emocional, mental e física. E a integridade espiritual, moral, predomina como requisito, né? E a pessoa que tá em desequilíbrio, ela não tem condição de gerar um fenômeno mediúnico educativo, porque a mediunidade é um ato educativo. Todo espírito que se manifesta, ele vem em busca de um ensinamento, de um consolo, uma oportunidade de mudança, de nível de consciência, de comportamento, de atitude. E a mesma coisa é oferecida pro médium e paraa equipe mediúnica, né? Então, se não há condições de haver um ato educativo eh proveitoso, é melhor que ele não aconteça, porque a má educação é muito ruim, né? Então, se acontece um ato educativo destrambelhado e a pessoa comunica, faz coisas que não são adequadas, houve ali um ensino equivocado que vai gerar as suas consequências, né? Então, a gente vai ter que desensinar aquilo que foi ensinado numa hora de desequilíbrio. Isso não é produtivo. Nós não temos tempo para perder, né? Eu digo que eu não tenho tempo para perder. Eu tenho tempo para gastar, para investir, mas para perder não. E se eu tenho que fazer de novo ou desfazer é retrabalho, né? Retrabalho é é perda de tempo, né, gente? Então, é preciso realmente a gente manter o nível do equilíbrio mental, emocional, físico, espiritual, moral, no mínimo, no básico, pelo menos, para que haja uma certa confiabilidade na no resultado da prática mediúnica. >> Uhum. >> Se a gente estiver num ambiente instável nesses níveis, não há como confiar nos resultados. >> Uhum. E aí fica difícil até passar pela experiência, né? Uma hora, 1 hora meia, você com medo, olhando para um lado, olhando pro outro, prestando atenção,
íveis, não há como confiar nos resultados. >> Uhum. E aí fica difícil até passar pela experiência, né? Uma hora, 1 hora meia, você com medo, olhando para um lado, olhando pro outro, prestando atenção, desconfiando que tá sendo dito. Isso é horrível, né? O ambiente mediúnico tem que ser um ambiente de confiança, de previsibilidade, de ajuda mútua. E a pessoa que tá eh dando sinais de que isso se fragilizou nela, não deve procurar esses lugares, a não ser para ser tratada. >> Uhum. E aí não precisa ir pro trabalho mediúnico. >> Exatamente. Ela vai ser tratada >> através da mediunidade. Aí existem todas as formas possíveis, né? Nas obras do Filomeno de Miranda, a gente tem a descrição de casos muito graves, né, de pessoas com excetricidade, com distúrbio mental, que são tratadas mediunicamente e depois se reequilibram. E por trás tem sempre ali algum processo cármico. >> Uhum. >> Uma cobrança de dívidas passadas, né? Uma situação que compromete muito mais do que somente o equilíbrio daquela pessoa em especial, né? Então vamos procurar manter o nosso equilíbrio, porque para praticar mediunidade nós temos que ter um equilíbrio mínimo. Tem que saber pelo menos andar naquela trave de 10 cm. Precisa fazer pirueta, né? Não precisa dar salto, não precisa fazer acrobacia do solo, né? >> Oi. >> Um palmo acima do solo para evitar risco. >> Mas tem que ter equilíbrio suficiente para andar naquela trave. É o mínimo, né, que a gente pode ter para evitar percalços na prática mediúnica, né? >> Também ehita, nós temos três perguntas do nosso público. Essa é a primeira. Essa primeira vamos fazer com Antônio. >> Isso. >> O Francisco Tarcísio pergunta: "Antônio, quando encontramos na capa de um livro ditado pelo espírito, é que foi assim mesmo ou devemos entender como psicografado?" >> Olha, há pouco a Chila comentava sobre o uso de palavras, né? incorporação ou passividade. Eu até lembrava que aqui em Belém, em alguns lugares, alguns centros, o pessoal chama de psicofonia. >> Uhum. >> Né? Então o o próprio Kardec na na na
uso de palavras, né? incorporação ou passividade. Eu até lembrava que aqui em Belém, em alguns lugares, alguns centros, o pessoal chama de psicofonia. >> Uhum. >> Né? Então o o próprio Kardec na na na parte de apresentação do livro dos espíritos, ele põe as instruções, segundo nos foi transmitida, tem livro que traduz ditada pelos espíritos superiores, né? Então eu penso que ditado pelos espíritos pode ser psicografado pelo Chico Xavier, por exemplo, o Emânuel ditou pro Chico Xavier, o Chico Xavier psicografou. Uhum. >> Né? É muito uma questão de eu tô usando a palavra em que sentido, né? Então, se eu tenho um livro psicografado, a forma da psicografia pode ser mecânica, pode ser intuitiva, pode ser por inspiração, tem as várias formas de psicografia, né? Então, ditado pelo espírito, pode ser sim que através da intuição, através da inspiração, o espírito tenha passado aquela >> aquele conteúdo. >> Uhum. Uh, >> tudo depende da maneira como a gente vai se comunicar, né? Até porque nós também temos, quando a Sheila falou há pouco, nós temos os nossos regionalismo, né? Isso. >> No Nordeste tem uma expressão, no no Pará tem uma outra expressão, enfim, nós temos o nossos regionalismos e como diziam os espíritos Paulan Allan Kardec, né, na limitação da linguagem de vocês, o importante é que vocês se entendam, é, >> né? é o é o nosso caso, né? Dentro do limite da nossa linguagem, o importante é que a gente entenda o que tão querendo dizer. >> Uhum. Eh, a gente lembra de um livro que se chama Instruções Psicofônicas. >> Olha aí, >> foi literalmente ditado e gravado porque foi feito pela psicofonia e não pela psicografia >> e foi gravado e depois escrito do livro. Então o o Antônio tem toda a razão quando tá colocando. Pode ser as diversas formas, ditado por das diversas formas que é possível, né, eh, receber pela mediunidade. Tudo bem? Vamos paraa outra pergunta, então, Sheila, aqui. Olha, do Carlos Campos. E quando temos conhecimento de parentes jovens que apresentam mediunidade ostensiva, mas são de outra
la mediunidade. Tudo bem? Vamos paraa outra pergunta, então, Sheila, aqui. Olha, do Carlos Campos. E quando temos conhecimento de parentes jovens que apresentam mediunidade ostensiva, mas são de outra religião que não aceitam o espiritismo, como é que faz? >> Orar e entregar para Deus. Não pode. Aceita, né, o espiritismo, nós não vamos ficar esmorrando ponta de faca. >> Entrar em confronto não é saudável, não. >> Mas a oração, como diz o André Luiz lá no Obreiros da Vida Eterna, a oração é talvez o maior recurso permitido por Deus à criatura, né? Então, se nós estivermos realmente preocupados com o bem-estar dessa pessoa, vamos orar por ela com sinceridade, com método, com constância, com persistência, porque às vezes aquele problema vai ser resolvido por meio de outra pessoa que não nós, mas a nossa oração, ela é uma força intercessória, então ela vai auxiliar para que a solução chegue, né? Nada de brigar, de ficar, eu é, tem que vir para cá porque aí você não vai aprender nada, porque aí não é o lugar certo. Não vamos desconsiderar, não vamos desrespeitar, porque nós precisamos ter um respeito profundo por todas as regiões de crença. E é um um respeito sincero, não é fingido, né? A pessoa tem o direito de estar ali, de viver aquela experiência até a hora em que for considerado saudável por ela. Nós temos livre arbítrio para isso, né? Para decidir o que fazer e não fazer. Se nós esvermos realmente preocupados, vamos orar firmemente em intenção do bem-estar e do esclarecimento dela e de todos os interessados. A resposta vai vir. Muitas vezes a gente que quer ser o cavaleiro paladino para esclarecer, para reorganizar, para equilibrar, não, não precisa ser nosso. A resposta vai chegar na linguagem adequada para aquela pessoa, no protocolo que ela vai aceitar e às vezes vai levar um tempo que a gente não quer esperar, porque tudo tem seu tempo, né? Agora, orar, desejar o bem e com método, sendo assim inconveniente com interesse pessoal. Não, todos os dias eu vou orar
vai levar um tempo que a gente não quer esperar, porque tudo tem seu tempo, né? Agora, orar, desejar o bem e com método, sendo assim inconveniente com interesse pessoal. Não, todos os dias eu vou orar por essa pessoa, 10, 5, 15 minutos, o que eu quiser. Vou parar de fazer outra coisa e vou fazer isso, né? Aí eu deixo meu interesse pessoal de lado, coloco a minha energia no fluido cósmico universal e essa energia vai circular. Se ela foi emitida com a força necessária, ela vai circular e ela vai produzir efeitos, né? Mesmo que nós não estejamos lá no centro visível da solução, nós estaremos dando uma contribuição bem importante para que o problema seja resolvido. >> Olha o que o Aldo Nobre colocou. Opa. É esse aqui. Eh, pensamentos e sentimentos sincero e verdadeiro pode muito em seus efeitos, não é? Exatamente. Euzito. Tem essa daí, a última pergunta neste momento. >> Isso. Pro Antônio. O Newton pergunta: "Antônio, qual a opinião de vocês médiuns sobre os que usam de sua mediunidade para ganhar dinheiro?" Eu acho errado isso. O Newton acha errado. E vocês? Bem, primeiro eu não tô médio ostensivo, tá? Eu tô aqui dentro do contexto das nossas conversas, mas não é uma questão de opinião de quem é médio ostensivo ou não. É uma questão de compreensão do objetivo da mediunidade na evolução do espírito. A mediunidade, ela é uma sagrada oportunidade que nos é proporcionada para que nós fiquemos a serviço da intermediação entre o plano espiritual e o plano físico propriamente dito. E ela não pode ser maculada por nenhum interesse de ordens material, absolutamente nenhum. Para que nós ganhemos dinheiro para comprar o que nós precisamos pro nosso bem-estar, pro nosso conforto. A misericórdia divina nos proporciona a nossa formação profissional. A mediunidade não é elemento de barganha, ela não é elemento mercantil. Há pouco a Sheila citou a fala contida lá nos Atos dos Apóstolos e no profeta Joel. Naqueles tempos eu derramarei meu espírito sobre toda a carne e vossos filhos profetizarão.
ão é elemento mercantil. Há pouco a Sheila citou a fala contida lá nos Atos dos Apóstolos e no profeta Joel. Naqueles tempos eu derramarei meu espírito sobre toda a carne e vossos filhos profetizarão. Vossos jovens terão sonhos e vossos velhos, ou ao contrário, vossos velhos terão sonhos e vossos jovens terão visão. Então a mediunidade é o espírito que se derrama sobre a carne para que nós possamos executar uma tarefa para a nossa redenção espiritual. O médium, ele tem uma gravíssima responsabilidade diante dele mesmo, através de um atributo que ele recebe como concessão da misericórdia de a mediunidade não é objeto de nenhum tipo de mercantilização. Aqueles que o fazem têm duras provações a passar pela frente. Um dos livros de o André Luiz, se agora eu não me engano, é do livro Os Mensageiros, tem uma parte que aborda médiuns fracassados, médiuns falidos, que são exatamente no meio do conjunto, médiuns que, entre outras coisas, não cumpriram a tarefa porque enveredaram pelo caminho da mercantilização >> do talento perceberam. Mediunidade tem que ser tratada com responsabilidade, com amor, porque é uma sagrada oportunidade de emancipação espiritual. >> Muito bem. Aqui apareceu da Telma agora aqui um comentário. Gente, não dá mais tempo para pergunta, tá? Vai ser só essa daqui da Telma que eu vou colocar pra gente ver que chegou nesse momento. Gostaria de tirar uma dúvida. Tem tem umas crianças que frequenta a minha casa espírita e lá quer me ajudarem com uma criança que me ajuda a colocar água e chamar as fichas de tratamento dos assistidos. É isso proibido ou ela pode continuar? foi dito que é por causa do aceleramento da mediunidade dela. Eu não acredito que numa casa protegida pela espiritualidade iria permitir algo que a prejudicasse. Bem, aqui, Telma, é uma questão legal. Eh, não se pode dar eh trabalho para crianças. Hoje a lei proíbe, então é até em casa essa discussão, né, de se o filho chama dizendo que o pai tá obrigando a fazer limpeza da casa, né, pode ter
egal. Eh, não se pode dar eh trabalho para crianças. Hoje a lei proíbe, então é até em casa essa discussão, né, de se o filho chama dizendo que o pai tá obrigando a fazer limpeza da casa, né, pode ter consequências. Então nós estamos numa situação em que a gente tem que ter o respeito, não é? E se os pais eh especialmente não estão ali e eles acompanham isso que a criança quer fazer e o pai, a mãe tão acompanhando, então não se deve, porque pode haver uma uma questão legal que os próprios pais podem demandar o centro porque está dando trabalho para uma criança. Infelizmente tem esse tipo de coisa. Agora nós temos crianças com muito boa vontade, né, que querem cooperar. Inclusive hoje tem psicólogos orientando os pais a compartilharem com os filhos as tarefas, não é, de quando eh vai fazer as coisas mais simples da casa, os filhos aprenderem também para aprender responsabilidade, que haja diálogo e tudo. E quando a criança ainda pequena, ela participa, ela se sente útil e ela aprende a ser útil. Eu li numa revista de bordo há muitos anos um eh um profissional muito conhecido escreveu na página de opinião, eu não lembro o nome dele agora, diz que os melhores administradores de empresa que existem no mundo não são simplesmente formados em Harvard ou nas melhores universidades do mundo, são formados dentro do lar, quando os pais ensinam responsabilidade desde pequeno e compartilhar e dialogar dentro do lar. Esses são os melhores administradores. Então aí com muito cuidado, viu? Porque tem questão legal envolvida, viu, Telma? Por isso é muito bom que a cada casa espírita tem alguém que entenda das leis, né, para fazer a consulta numa situação dessas. Aí normalmente, se os pais não estão acompanhando e não são os pais que estão orientando a criança, em princípio a gente não deve dar trabalho, né? Porque é uma espécie de trabalho isso. Então tem que tomar cuidado. >> E Carlos, tem um agravante na colocação dela que ela pergunta: "O que eu faço?" Porque ela chora e não aceita.
dar trabalho, né? Porque é uma espécie de trabalho isso. Então tem que tomar cuidado. >> E Carlos, tem um agravante na colocação dela que ela pergunta: "O que eu faço?" Porque ela chora e não aceita. >> A criança quando instada ao trabalho chora e não aceita. >> Uhum. >> É um pouco mais complicado. >> É. Então num caso desses, né? Tem que muito cuidado, viu? tem os pais, eles são responsáveis pela criança e até pelo adolescente até completar a maior idade. Então a gente tá nulidade diretamente tem que ter na evangelização. A gente atende as crianças porque os pais levam as crianças paraa evangelização para aprender tudo direitinho, não é? O espiritismo que os pais estão levando. Tá bem? Tem só uma coisinha que eu queria ressaltar bem rapidinho, é o fato de que numa reunião de tratamento nós temos pessoas adoecidas. >> Uhum. >> Ali a criança não pode ser responsável por chamar o nome de ninguém, manipular fichas. Isso não é tarefa infantil, não é para criar. >> Gente é instável. A pessoa pode eh ter uma crise, um surto, sei lá, sabe o nível de comprometimento que ela tá da saúde mental, espiritual, não se sabe. Não se pode expor a criança a esse tipo de risco. >> A reunião de tratamento deve ser um espaço reservado, de preferência, se houver crianças a tratar, elas ficarem numa sala separada, >> inclusive acompanhadas dos pais. Exatamente. Eu participo de reunião de tratamento e é assim, o público infantil fica em outra sala separado do público adulto, porque pode acontecer várias coisas, né? >> Uhum. Muito bem, gente. Bom, agradecimentos, não é, a todos pela participação. No nosso próximo encontro, nós seguiremos com estudo da segunda parte das manifestações espíritas do capítulo 19, do papel dos médiuns nas comunicações espíritas, no item 223. E é um item que ele vai se desdobrar bastante, mas a gente vai então não é, eh, tratá-lo a partir do próximo encontro. >> Muito bem. E agradecemos a todos vocês, a Sheila, Antônio, que estiveram conosco, a todos os convidados, a equipe
r bastante, mas a gente vai então não é, eh, tratá-lo a partir do próximo encontro. >> Muito bem. E agradecemos a todos vocês, a Sheila, Antônio, que estiveram conosco, a todos os convidados, a equipe da área de estudo do Espiritismo e da FEB TV, que estão sempre juntos nesse nessa condução. Fiquem com Deus e até a próxima. >> Muito obrigada. Obrigado. Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio [música] da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. É, independente da distância. Nossos meios acessam lugares que antes [música] pareciam inalcançáveis. A comunicação [música] é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 [música] conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, [música] programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do [música] nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para [música] continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. [música] Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. [música] E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. [música] Estamos juntos com você através da FEB TV. >> Acesse doi.com.br BR e faça sua doação.
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