#02 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Noções preliminares - Parte 1

FEBtv Brasil 22/03/2025 (há 1 ano) 1:12:36 2,542 visualizações

Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 2 - Primeira Parte. Noções preliminares. Cap. I Há Espíritos? Itens 1 a 6. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer parte do grupo do estudo, acesse: Telegra...

Transcrição

Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Ovvero dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Boas-vindas a todos vocês que estão conosco, a todos os participantes, ao amigo Carlos Campete, amiga Audil Lamar Nunes Pinheiro Adler Freitas, que é engenheira civil hospitalar colaboradora e coordenadora da área da mediunidade da Federação Espírita do Maranhão e também coordenadora regional nordeste da área da mediunidade e ao amigo Calci Sarroriz, coordenador do estudo aprofundado da doutrina espírita da Federação Espírita do Estado de Goiás, FEGO. Sejam bem-vindos e que tenhamos um estudo agradabelíssimo que eu sei que teremos. E ninguém está aqui para fazer prova. Nós estamos trazendo os valores conhecedores da mediunidade em nosso país para trabalhar conosco na área de estudo e espiritismo sobre este manual fantástico que é o livro dos médiuns. Carlos, muito bem. Hoje nós estamos no início do estudo do livro dos médiuns. Vamos examinar a primeira parte, Noções preliminares, o capítulo um, a espíritos nos itens um a seis. E já vamos no item um fazer a primeira pergunta para Ailamar. O que causa a dúvida sobre a existência dos espíritos? A de Lamar. Bom, eh, iniciando, boa noite a todos, amigos e amigas que estão nos acompanhando e é um prazer estar aqui na participando do estudo do livro dos médicos, juntamente com a equipe da área de estudo do espiritismo. Aí eu tava analisando, olhando aqui o o botar aqui meu acessório, eh, analisando o o livro dos das médias e o livro dos pílicos, Kardec, que inteligência era que era era Kardec. Então, quando ele botou a eh o livro dos médiuns, Lia dos Médiuns dos Revocadores e traçou todo um roteiro de como estudar a medialidade, aí ele traz o primeiro capítulo a espíritos. Isso depois de tem a gente pega toda a introdução do livro dos espíritos e você

uns dos Revocadores e traçou todo um roteiro de como estudar a medialidade, aí ele traz o primeiro capítulo a espíritos. Isso depois de tem a gente pega toda a introdução do livro dos espíritos e você vai lá na introdução do livro dos espíritos, né, e vai ver a resposta. Então, por isso que o livro dos médiuns tem lá o segmento, livro dos espíritos. Então, qual a dúvida no que concerne a existência? E a resposta a essa pergunta, Kardec vem vem nos falar o seguinte: a dúvida relativa à existência dos espíritos tem como causa principal a ignorância a respeito da sua verdadeira natureza. o não saber o que é o espírito, o não saber. Mas quando começaram os movimentos, as mesas tirantes, chamaram Kardec, ele levou a estudar, analisar, ele grandificou e da sua inteligência rara, que eu costumo dizer inteligência rara, né? A gente tem que ler duas, três, 4, 5, 6, não é feio para você entender essa inteligência, para você chegar no rastreando. E quando ele fez essa essa essa pergunta, quando a ignorância é o não saber, por por que que ele responde assim, por que que ele coloca aqui? Porque ele sabe que quando ele começou no o estudo das primeiras manifestações, ele também não sabia, mas a conversa e no diálogo e que os espíritos mesmo disseram: "Olha, eu que tô movimentando na mesa, eu que tô mexendo com esse lápis, eu que tô mexendo com pensado nos espíritos e eles mesmos foram eles próprios que explicaram seu fenômeno." Mas então aí a gente pergunta espíritos? E aí ele pergunta, existe? Existe porque se ele dissesse aqui no livro dos médicos que não existisse desmoronava toda introdução do livro dos espíritos, né? na internet. Acho que tá atrapalhando. Eu tô vendo o camp tá falhando, né? O microfone dela tá falhando completamente. Tá, está congelou. Lamar, congelou. Eh, calci tá a de lamar congelou completamente, tá? Nós não entendemos, não estamos entendendo o que você tá falando, Calci, por gentileza. Socorrer aqui. O Calci vai socorrer. O de lá tá falhando a sua internet completamente. A gente não

etamente, tá? Nós não entendemos, não estamos entendendo o que você tá falando, Calci, por gentileza. Socorrer aqui. O Calci vai socorrer. O de lá tá falhando a sua internet completamente. A gente não entende, tá? Então eu tô pedindo pro Calci responder pra gente. Vê aí se tem o jeito de dar uma melhorada nessa internet. Onde eu fiquei? Ixi, não tá funcionando, não tá funcionando, simplesmente tá, tá paralisado. Bem, vamos então lá. O que causa dúvida sobre a existência dos espíritos? Cal, mais vocês tem hora que todo mundo sai da tela. Euzita. Pode falar, Calci, por favor. É, são coisas da internet que nós estamos todos submetidos. Isso acontece. Uma bela noite para todos. Uma alegria estar aqui, irmãzinha. Euzita. A gente mora tão pertinho, eu só te vejo pela TV, viu, companheiro Carlos, um nobre amigo que a gente já conhece de longo tempo e a irmãzinha A de Lamar, lá de São Luís do Maranhão, e está com alguma dificuldade aí para falar com a gente. Mas olha só, a questão que foi apresentada é muito interessante porque eu vou eu vou entrar, a gente já precisa a gente já precisa observar desde o início, melhora o título que Kardec dá ao primeiro capítulo a espíritos não é uma uma afirmativa. é uma indagação o que mostra para nós que que Allan Kardec ele pesquisou profundamente a questão, não é um empolgado de última hora e tal que ouviu falar e não pesquisou profundamente e Allan Kardec, portanto, com a autoridade que ele tem da pesquisa que ele faz, ele traz a informação paraa gente que o total desconhecimento sobre a natureza dos espíritos, esta é uma das grandes causas dessa dúvida que há, porque olha, se a gente fizer uma pesquisa hoje 2000, Se nós fizermos uma pesquisa, nós vamos constatar que a maioria das pessoas imagina que o espírito é um lençol branco que flutua, né, e aparece às vezes para poder amedrontar alguém ou divertir alguém ou fazer uma piléria, alguma coisa assim. Então, falta ainda a à sociedade de maneira geral, esse entendimento mais profundo sobre a

e aparece às vezes para poder amedrontar alguém ou divertir alguém ou fazer uma piléria, alguma coisa assim. Então, falta ainda a à sociedade de maneira geral, esse entendimento mais profundo sobre a natureza dos espíritos. Outros, eh, ao perceberem e ao lerem esses contos, os romances e tal, né? Então, como são pessoas mais centradas, dizem: "Ah, isso tudo é bobagem". E outros, por medo não querem nem ouvir falar. Eu aposto que o companheiro que está aí nos ouvindo deve conhecer pelo menos uma meia dúzia de pessoas assim que fora do meio religioso, não é? que não querem nem ouvir falar, não, não vou atrair essas coisas, não. Então, essa esse essa ausência de debate, né, faz com que a ignorância, o desconhecimento permaneça por mais tempo. Aí, porque a importância deste livro, o livro dos médiuns, que Kardec, apesar de ser uma obra guia dos médiuns, assim Kardec coloca na no início do guia dos médiuns e dos evocadores, não é? Ele começa o livro indagando a espíritos e ele faz todo um trabalho de pesquisa para comprovar e mostrar para nós que espírito faz parte da natureza. Não é algo sobrenatural, fora da expectativa da vida comum. não estão aí em todo o canto. Nós somos espíritos. Então, é com essa, é com essa informação que Allan Kardec abre essa obra portentosa que é o livro dos médiuns. Ótimo, CI. Eh, Carlos, se audilamar quiser complementar, porque ela estava desenvolvendo o raciocínio, houve problema da internet antes da gente proseguir, OK? Certo. Só para Exato. Essa eh nessa a crença, como eu estava falando, a dúvida, a a quando ele pergunta assim, há espíritos e qual a causa de a ignorância a respeito de sua verdadeira natureza? Porque na verdade, como o CIS estava fazendo, tem pessoas que não quer nem falar na expressão espírito, mas se você for lá na introdução do livro dos espíritos, ele faz todo um discernimento, todo um esclarecimento qual é a natureza. Tem gente tem medo até de pegar no livro dos espíritos. Eu digo que quando eu peguei a primeira vez, olha só, a primeira vez

s, ele faz todo um discernimento, todo um esclarecimento qual é a natureza. Tem gente tem medo até de pegar no livro dos espíritos. Eu digo que quando eu peguei a primeira vez, olha só, a primeira vez minha família muito católica e foi na semana santa, mamãe me tomou um livro, me botou de castigo porque isso era um pecado, que eu tava olhando espírito, que eu tava olhando isso e aquilo. Aí ele vem dizer assim, ó, muitas pessoas, mais ou menos como as pessoas os conhece através de contos de fantástico, contos de fada, através do medo, lá vai isso, lá vai aquilo, como se fosse, como se os espíritos, né, fosse uma uma criação à parte, figurado como seres a parte da criação, contudo, é a criação divina. Então, essa ignorância em que ele se refere é o não saber. O que é o espiritismo? Qual a sua natureza? Aí lá na questão 76 de O livro dos Espíritos, só para encerrar, tem origem, natureza dos espíritos. E que definição se pode dar eles? Pode-se dizer que os espíritos são seres inteligentes da criação. Povoa o universo. Eles estão por toda parte. Eles estão perto de nós nesse momento, né? Eles estão por toda parte. Então há espíritos. Kardec pergunta para poder ele trazer sua, eu colocar aqui, trouxe toda a sua fundamentação, porque eu costumo dizer, primeiro a gente pega a fundamentação ali na introdução do livro dos espíritos. Aí você tem a toda a primeira parte, eu vou dizer assim, toda a primeira parte do livro, a introdução do livro dos espíritos, ela tá desse na primeira parte do livro dos médiuns e ele é o segmento do livro dos espíritos. E a gente encontra essa resposta. Seja qual for a ideia que eu faço dos espíritos, a crença neles seria baseado numa existência como se fosse uma inteligência. Ótimo. Os dois exploraram muito bem. Agora, CI, diretamente para você. Internet. Que diferença, que diferença há, Causy, entre o espiritualismo e o espiritismo na análise da existência dos espíritos? por favor. É interessante a a questão e é bom a gente até falar sobre ela porque define

ferença, que diferença há, Causy, entre o espiritualismo e o espiritismo na análise da existência dos espíritos? por favor. É interessante a a questão e é bom a gente até falar sobre ela porque define bem eh determinadas situações. Ó, espiritualista é aquele que, ao contrário do materialista, pensa, crê, aceita a existência de algo após a morte. ou a existência do espírito, a sobrevivência, a individualidade da alma. O espiritismo, ele prova, comprova a existência do espírito, a comunicação do espírito, a possibilidade do espírito poder atuar na vida. E essa na vida diária de todo mundo, de não ficar eh preso, adormecido ao corpo, como divulgam os nossos queridos irmãos evangélicos, que têm a respeitável concepção de que morto o corpo, o espírito fica adormecido, porque espírito não morre, mas fica impedido de atuar. Então, fica adormecido junto ao corpo morto, aguardando o dia da ressurreição dos corpos. Então, a gente percebe que há nesse entendimento espiritualista eh que o corpo é que tem um espírito, a informação espírita é uma outra, é o espírito é que tem o corpo episodicamente, transitoriamente para cumprir a sua missão, o seu trabalho, a sua etapa evolutiva, mas o espírito é independente do corpo. Então, quando a gente fala em espiritualismo e falamos em espiritismo, estamos muito bem definindo as coisas. espiritualista é aquele que tem apenas a a noção, a ideia, a crença de uma continuidade da vida e, portanto, da existência do espírito. O espiritismo comprova a continuidade, a a superação, a melhor, a supremacia do espírito sobre o corpo e a continuidade da vida e a possibilidade desse espírito, portanto, se comunicar e agir muito Muito bom. Excelente, Calci. Eh, vamos ver se a vai funcionar melhor a a integrante tal de Lamar. Só um minutinho de Lamar, já vou te fazer a pergunta três, tá bem? Ana Paula Seleném comentou o seguinte: "Boa noite. Ontem no estudo de livro Céu e Inferno, fiz uma pergunta sobre vocação. Fui orientada a consultar o capítulo 25 do livro dos médiuns e

três, tá bem? Ana Paula Seleném comentou o seguinte: "Boa noite. Ontem no estudo de livro Céu e Inferno, fiz uma pergunta sobre vocação. Fui orientada a consultar o capítulo 25 do livro dos médiuns e fazer este estudo. Quero agradecer a orientação e informar muda e informar que eu já estava participando desse estudo e dizer que já li o capítulo e agora entendi o que eu tinha dúvida. Muito obrigada. Ótimo. Ficamos muito felizes, não é? que tudo caminhou bem, deu certo. Nós temos a Eli Gomes também colocando aqui, Carlos, temos um encontro marcado as segundas-feiras, quintas-feiras e sextas-feiras. Estamos formando uma família virtual bem unida no estudo da doutrina. Que bom. Muito bem. Vamos seguir, não é? A gente fica feliz de poder estudar Kardec, né? É isso. E daqui a pouco a gente traz mais comentário de vocês, né? tá tem bastante comentário hoje. Então, eh, ao dilamar no item dois, o que Kardec nos oferece no item dois sobre a alma, o céu e o inferno, os diferentes mundos, como moradas dos espíritos, a evolução, os anjos e os demônios. Ele coloca tudo isso no tem dois. Exato. Segundo a crença vulgar, vai aí a crença vulgar com eu lembro que a menina deve ter feito a pergunta e aí ela leu aqui Kardecuns. Segundo a crença vulgar, vai para o céu ou para o inferno? Vai para o céu. E o que é o céu? E o que é inferno? Onde é que eles estão localizados? E lá no livro do céu e inferno, ele abre essa ideia. Por enquanto ele também abre aqui porque a gente ainda não chegou lá, mas disse outra que o céu era acima e o inferno era baixo. Acima de quê? Se a terra ela gira, então se ela acima o inferno, acima o céu, abaixa o inferno e no girá da terra. Onde é que vai? Então, que é inferno passa para ser céu. Quem é céu passa para ser inferno. Como na verdade os espíritos eles quando nós, vamos dizer assim, eu não digo os espíritos, nós quando perdemos o nosso corpo, estamos de volta para nossa casa, nesse mundo espiritual, no mundo espiritual, nós vamos para o local onde nós construímos a nossa casa ao longo da

igo os espíritos, nós quando perdemos o nosso corpo, estamos de volta para nossa casa, nesse mundo espiritual, no mundo espiritual, nós vamos para o local onde nós construímos a nossa casa ao longo da nossa vivência aqui na matéria. lógica. Então, não tem o céu, não tem o inferno, não tem o demônio, porque isso foi crença popular, foi uma crença equivocada e uma interpretação, talvez equivocada ao longo do tempo, ao longo da história das outras religiões, onde já que eu não tô comentando, não tô criticando, mas às vezes a gente se atropela nas nas interpretações. Então, o que é o céu? Aí quem tá no céu, aí quem tá no céu vê as estrelas, vai ao inferno, vê o fogo. E aí se quem não prestou, não trabalhou com a lei divina direito, como nós não trabalhamos, vamos para o inferno, pegamos fogo, mas estamos sobrevivendo. E por que estamos falando? Por que nos comunicamos? Então quando ele vem aqui, ora, se são se são povoados, fornece contingente para o mundo das almas. Então, existe o mundo das almas, não existe, como eles aqui, não existe eh eh o céu, nem existe o inferno, nem existe o demônio. Existe sim o mundo para todos nós construído, lógico, pelo nosso grande criador Deus, onde nós aqui no nosso convívio, no meu dia a dia, no meu passo a passo, já estou fazendo o meu local para onde eu sair daqui do corpo, voltar para o mundo espiritual. E o que é o céu e inferno? Não existeada de Lamar. Calci, que relação estabelece Kardec a alma e o espírito ao final do item dois deste capítulo? Que perguntinha boa essa. Dá pra gente conversar uns três dias, porque há uma parece que há um uma ideia de que surge uma pequena contradição e que nós vamos eh entrar comentar sobre ela. Ora, de um modo geral, são palavras sinônimas, alma e espírito, sinônimo para se aplicar de maneira geral. E Kardec utiliza o termo alma, muit das vezes se referindo a um espírito desencarnado e muuit das vezes informa espírito como o alguém encarnado, aquele espírito que ali está habitando. Por quê? E eu vou colocar aqui a a questão que

uit das vezes se referindo a um espírito desencarnado e muuit das vezes informa espírito como o alguém encarnado, aquele espírito que ali está habitando. Por quê? E eu vou colocar aqui a a questão que que Kardec coloca no livro dos médiuns. Espíritos são as almas dos homens despojadas do inólucro corpóreo. Então, de maneira mais específica, quando a gente espírito estamos nos referindo a alguém liberto do corpo. Muuit das vezes é utilizado também para quem é encarnado, sem sem problema, especificamente. E aí vem a questão lá do livro dos espíritos e se não me engano a 134, em que Kardec pergunta: "O que é a alma?" E os espíritos respondem, é o espírito encarnado. Então, se a gente quer falar de maneira bem específica, quando falar alma, está se referindo a alguém encarnado. Quando se refere espírito, está se querendo informar especificamente alguém que por hora está fora do corpo físico, está desencarnado. Mas de maneira geral, a gente usa os dois termos, tanto alma quanto espírito, na aplicação de ambos os casos, encarnado ou desencarnado. É mesmo a questão 134, viu? Calc citou do livro dos espíritos. Muito bem. Eh, nós temos alguns comentários. A Iete comentou: "Eh, faço das palavras da Eliete as minhas. Estou em todos os estudos possíveis e ainda conciliando as leituras das indicações de livros, fora as obras de Kardec. Excelente. E a Jeane Lima dentro do mesmo tópico, que maravilha! Estamos completos a Gênesis, o céu e inferno. E agora o livro dos médiuns, não é? Já tivemos, né, o livro dos espíritos e o Evangelho Segundo o Espiritismo. E vamos ter o estudo da revista espírita de 1858 a 1869, né? Muito bem. E alguém comentou que a gente só não tem estudo, né? Duas pessoas comentaram, não tem estudo na terça-feira e na quarta, mas o Jacobson volta com o estudo na terça-feira dentro de algum tempo a respeito de mediunidade. Então fiquem atentos os que gostam de acompanhar, não é? Que vai haver mais um estudo na terça-feira, aí vai ficar só a quarta sem estudo. E o

ça-feira dentro de algum tempo a respeito de mediunidade. Então fiquem atentos os que gostam de acompanhar, não é? Que vai haver mais um estudo na terça-feira, aí vai ficar só a quarta sem estudo. E o Mário Dear comentou: "Temos uma cultura de acreditar apenas naquilo que é material, tangível. Daí a dificuldade de acreditarmos nos espíritos é realmente um probleminha, né? É bom. Eh, aí nós temos duas perguntas que a gente coloca daqui a pouquinho. Ainda tá relacionado com o item dois, Elita, vamos fazer o seguinte. Eu vou fazer uma para a dilamar e você coloca a outra para o eh Calci e a gente volta pro pro roteiro. Pode ser roteiro. OK. Vamos lá. Então, a Ed já pergunta de Lamar. Eh, no item dois, os espíritos estão por toda parte, inclusive os errantes. A erraticidade são as colônias espirituais mais próximas da Terra que recebe os espíritos errantes. Não, a erraticidade espíritos estão realmente por toda parte. E que assim espíritos errantes, a gente tem uma ideia muito equivocada. espíritos errantes são os espíritos que estão no plano espiritual mesmo trabalhando, mas aguardando os seus momentos de retorno para a sua matéria. Eles não são os errantes como a palavra tá dando significado. Aí a gente acha assim, espíritos errantes porque ele errou e tal, coisa coisa. É esse sentimento que quando a gente tá dando aula, o aluno tem muita dúvida em relação aí a gente fica explicando, não aqui no livro dos espíritos, que são os espíritos que eles fazem no plano espiritual, eles são chamados espíritos errantes. Um um um uma denominação que eles mesmos deram para eles espíritos errantes, eh aguardando o seu momento, mas seu momento de retorno ao mundo material. Mas lá eles estão estudando, mas lá eles estão trabalhando, mas lá eles estão crescendo, estão aprendendo para voltar para a escola e botar em prática aquilo que aprendeu lá na nossa casa no plano espiritual. Não tem assim o espaço de espírito errante com todos lá, não. Não é isso assim, né? Nesse sentido. Ótimo, Dilamar. Eh, Caci, é a questão do

ca aquilo que aprendeu lá na nossa casa no plano espiritual. Não tem assim o espaço de espírito errante com todos lá, não. Não é isso assim, né? Nesse sentido. Ótimo, Dilamar. Eh, Caci, é a questão do José Barbosa às 21:51. Por que tem religiões que ignoraram a existência dos espíritos? É, esse é o é o grande problema da de alguns segmentos do cristianismo. Eh, os nossos queridos irmãos católicos eh tem como base do ensino é que logo após a morte do corpo, o espírito tem definida a sua situação, o céu ou o inferno. É purgatório para aquele que ainda não merece pro céu, mas pode ser que vá. OK. né? Então, os irmãos evangélicos, o movimento evangélico iniciada no século X tem como informação é que o espírito fica adormecido junto ao corpo, aguardando o dia do juízo final, porque o espírito está, conforme dissemos, o espírito está vinculado à aquele corpo. Então, só quando o corpo tomar vida novamente é que o espírito pode agir. Enquanto o corpo não reviver, o espírito fica adormecido. Essa é esse é o motivo pelo qual eh o movimento católico e o movimento evangélico não aceitam a comunicação do espírito. existência, eles têm certeza absoluta da existência do espírito por porque são espiritualistas, mas eles já definem assim o católico já imediato, sentença eh já dada, céu ou inferno, ou o evangélico que fica aguardando e no dia do juízo final, aquele espírito terá selado o seu destino. É apenas um tempo para aguardar até o dia do juízo final. A doutrina espírita traz a informação conforme os ensinos do Cristo. O espírito sopra onde quer. Uhum. Está lá em João, no capítulo 3, se não me engano, em que Jesus diz independência que o Espírito tem do corpo, existe antes do corpo, sobrevive ao corpo e atua junto aos demais. Então, a doutrina espírita traz um diferencial. Vale a pena o companheiro José Barbosa. José, vale a pena, José Barbosa, você eh ler a respeito de Emanuel Swendenborg, era um pastor luterano que descrevia o mundo espiritual e comentava na sua igreja luterana.

o companheiro José Barbosa. José, vale a pena, José Barbosa, você eh ler a respeito de Emanuel Swendenborg, era um pastor luterano que descrevia o mundo espiritual e comentava na sua igreja luterana. Ele reunia na hora da do sermão, ele chamava a pessoa e dizia: "Olha, teu pai está aqui e está mandando o seguinte recado para você. Assim, assim, assim, assim". Então, a gente verifica que o movimento evangélico teve sim em grandes médiuns, mas prevaleceu o pensamento de que espírito fica adormecido e, portanto, não tem condição de se comunicar com ninguém, porquanto o corpo a que ele está vinculado está morto. Uhum. Muito bem. Amareline Viegas fez um complemento. Olha, se nós vamos no livro dos espíritos, tem o desdobramento da questão 134. Na 134 a pergunta é: o que era as as almas eh antes de se unir ao corpo? O que era a alma antes de se unir ao corpo? E a resposta é espírito, não é? Então, eh, fica aqui o que o Calci já tinha comentado pra gente, né? Para que a gente faça esse estudo cruzado. Gente, fazer o estudo cruzado é a melhor coisa. Os livros posteriores ao livro dos espíritos são desenvolvimentos de de partos do livro dos espíritos. Então, inclusive a área de estudo espiritismo tem um um opústulo de introdução estudo do espiritismo e estudo da obra básica. E há uma sugestão de fazer o estudo cruzado. Pega o livro dos espíritos e vai para as outras obras, né, Elusita? E vai estudar os outras obras, consultar o livro dos espíritos também. ao item três aqui a pergunta cinco agora. O que Kardec explica e que definição de corpo e de perespírito ela oferece nesse item três? Esse item três. Então, Kardec, ele coloca aqui no segundo parágrafo 23 dizendo que figuren tá muito baixinho o de Lamar. Tá baixo. Eu já aumentei. Eu tô ouvindo realmente vocês bem baixinho. Eu já aumentei, já coloquei. Agora quando você chega mais próximo fica melhor. Ah, tá. Eu aqui, deixa eu tô no celular, tá apoiado no computador, porque no computador ele ele tá falhando. Não sei porque a internet não

á coloquei. Agora quando você chega mais próximo fica melhor. Ah, tá. Eu aqui, deixa eu tô no celular, tá apoiado no computador, porque no computador ele ele tá falhando. Não sei porque a internet não é problema da internet, era do computador. Então, primeiramente, o espírito tem união com o corpo. Ele é o corpo, é, ele é o ser principal, pois é o ser que pensa e sobrevive. Não, o corpo não passa de um acessório para o espírito, né? O corpo não, ele dizendo aqui que o corpo não passa de um acessório para os seus para nossos espos. Imagine, houve depois uma separação, houve a morte do corpo. Fulano morreu, foi o corpo, mas ele se ele desencarnou, ele se desligou da matéria e voltou ao mundo espiritual. Então o corpo, parece que a pergunta é essa, como seria o corpo na na resposta de Kardec? O corpo não passa de um acessório para o seu o seu espírito, de um envolólico, uma veste que ele deixa quando é usado. É como assim a nossa farda para como a terra é uma escola, aí a gente vem vestido com a nossa farda, o a farda masculina ou feminina. Então a gente tá preparado o momento que já está de volta, saiu dessa escola, volta para casa, eu me desfaço dessa dessa dessa farda. E Kardec diz aqui bem aqui no segundo parágrafo do item três, o corpo não passa de um acessório do do espírito de um invólu, uma veste que ele deixa quando usa. Além desse material, tem o espírito segundo, que é o semimaterial, que ele o primeiro. Mas na verdade ela ela, a pessoa tá querendo saber o corpo. corpo. A, é uma simples, eu vejo assim, uma simples conclusão, porque se a gente for desse distribuir o corpo, é aquela eh, como ele próprio tá dizendo aqui, é um envoltório, um acessório para que eu possa sobreviver e trabalhar aqui nesse plano em que eu estou. no plano eh no plano eh espiritual, nós estamos no mundo dos espíritos, no mundo espiritual vestido um corpo carnal. passamos, a gente traz esse acessório. Nós vivemos, é que a gente é tão materialista que a gente esquece de separar corpo e espírito. traz a herança

ritos, no mundo espiritual vestido um corpo carnal. passamos, a gente traz esse acessório. Nós vivemos, é que a gente é tão materialista que a gente esquece de separar corpo e espírito. traz a herança de outras de outras reencarnações e de ainda nessa encarnação das nossas religiões, dos nossos pais, que talvez não foi espírita, aí quando a gente choca contra a doutrina dos espíritos, aí a gente custa aceitar, mas esse corpo é só um acessório para mim. É que a gente diz assim, eu meu espírito, não, meu, como dizer assim, uma coisa e outra não. O meu corpo é um acessório para mim. Pronto. Calci, vamos entrar no item quatro agora, na nossa questão número seis. Vamos. Kardec inicia agora. Kardec inicia o item. Qu dizer mais alguma coisa? Não, não, Dilamar. Vamos seguir. Vamosit. Acho que nessa nessa próxima ele pode dizer alguma coisa se ele quiser, porque Kardec inicia o item quatro dizendo: "A existência da alma e a de Deus, consequência uma da outra". Explica por gentileza. Calc, não precisa dizer muita coisa, não é? A existência da alma e a existência de Deus é consequência uma da outra. O interessante que quando a gente lê isso, de imediato a gente lembra aquele ensino que Jesus deixou eh para os saduceus. Está lá em Mateus, no capítulo 22, eh, que os saduceus perguntaram a Jesus, eh, uma mulher teve vários maridos na ressurreição, eh, quem é que vai ser o marido dela? Não é? É uma é uma questão interessantíssima. E Jesus começa dizendo assim: "Vocês não estão entendendo muito bem o ensinamento, porque Deus não é Deus de mortos. Deus é Deus dos vivos." mesmo. E Kardec diz que a existência de Deus mostra a existência do espírito. E a existência do espírito comprova a existência de Deus, uma e consequência da outra. Porque a própria ciência que diz que a matéria não existe. A irmã Audilam, ela começou a tocar nesse assunto. A a matéria não existe, na verdade não existe. A matéria, se você for abrindo, ela vai chegar num ponto que se dissolve a energia. Ora, Deus não

ste. A irmã Audilam, ela começou a tocar nesse assunto. A a matéria não existe, na verdade não existe. A matéria, se você for abrindo, ela vai chegar num ponto que se dissolve a energia. Ora, Deus não reina em cima de algo inexistente. Então, a única realidade possível no universo é a existência do espírito. Daí essa frase lacônica, mas de um significado fabuloso. A existência da alma e a existência de Deus, consequência uma da outra. Muito bom, muito bom mesmo. Temos um comentário aqui do Adriano Gomes. Allan Kardec em O que é o Espiritismo informa que a alma é um ser simples, o espírito é um ser duplo e o homem um ser triplo. Então tá colocado pro Kardec, né? Como é que se desdobra isso aqui? Quer comentar, ó, de lamar um pouquinho? Como é que se desdobra essa questão que Kardec coloca? Por que que a alma é um ser simples, o espírito é um ser duplo e o homem é um ser triplo? Bom, a alma é um ser simples. Ele é o, como diz aqui, o que é a alma? Como diz, como o o C trouxe na questão 134, é o espírito encarnado. Então o espírito é o ser duplo e o espírito e o corpo. Aí ele diz aqui o que era a alma antes de unir o corpo? espírito. Então a gente tira essa conclusão quando ele diz aqui a alma é um ser simples, simples. O espírito é um ser duplo, que é a junto com o corpo. E o homem é o ser triplo, o corpo dele, né, se manifestando, o espírito, então ele se manifestando aí a alma. Então, por isso que ele diz aqui, a alma é o espírito encarnado e por isso bem aqui o e o homem é o ser tribo por causa da questão 134 e a 134. A, aliás, isso identifica a mesma coisa. Sim, a alma e espírita, a alma e o espírito, são a mesma coisa. Vem aí que vem essa questão. Não é tão simples assim para que a gente possa mas explicar. Acho que é por aí, mais ou menos, porque a gente estuda, relê e tal. Eu sei que no primeiro momento a gente custa entender o que ele quer dizer ali, mas quando você pega, eu sei, eu sou apaixonada pela introdução do livro dos espíritos, que é para ali ele vai me explicando tudo, tudo. Eu disse,

ento a gente custa entender o que ele quer dizer ali, mas quando você pega, eu sei, eu sou apaixonada pela introdução do livro dos espíritos, que é para ali ele vai me explicando tudo, tudo. Eu disse, eu vou voltar de novo para poder ter uma facilidade, facilidade entre aspas, mais facilidade para entender entender o restante. Aí a gente vai lá e conta essa resposta lá na introdução do livro dos espíritos. Tudo é na introdução, tudo é início do espiritismo. Calci quer comentar alguma coisa sobre isso? É, é, é, é uma é uma frase eh interessante e que deve ser entendida dentro do contexto que Kardec está ali abordando pra gente, não é? Uhum. Então, quando fala que a alma é um ser simples, ora, se lá na 134 diz que a alma é um espírito encarnado, a gente deveria entender, não. Então, a alma é, na verdade, é o homem. Não, quando fala em alma, está se referindo à parte mais importante, né? a essência, onde está a inteligência, onde estão eh as características da personalidade, o conhecimento, a evolução moral. Então está centrado. Quando se observa que o espírito, um ser duplo, penso aqui, pode estar se referindo à essência espiritual, mas o perespírito, o corpo espiritual que reveste a o espírito. E quando fala na criatura humana, criatura humana é triplo ali, ali a o espírito, a essência, ao perespírito, o corpo espiritual e ao corpo denso. Talvez assim a gente possa eh bem compreender essa frase que às vezes pegando assim e confrontando com outras, a pessoa vai dizer: "Não, ó, aqui ele tá definindo de um jeito e aqui de outro". Tem que observar o contexto em que a frase está colocada. Isso aí nós já vimos uma discussão num centro espírita justamente sobre essa questão de alma e espírito, porque a depender do texto que você pega e começa a abordagem, você vai entender de uma forma. Se você pega um outro texto, a abordagem é por um outro ângulo, aí dá para entender de outra maneira, mas é por isso que vai haver a pergunta ali, a A e a B, não é? desdobrando. Então, a gente pode entender espírito e alma como

, a abordagem é por um outro ângulo, aí dá para entender de outra maneira, mas é por isso que vai haver a pergunta ali, a A e a B, não é? desdobrando. Então, a gente pode entender espírito e alma como sinônimo, mas didaticamente a gente pode entender. E aí a gente vai lá em Jesus, o que que Jesus falou a respeito do assunto? Será que ele falou? Ele falou sim, ele falou daquele homem que era muito rico. Aí ele teve um cultivo, uma colheta impressionante. E ele ficou sem saber que que eu faço. Aí ele parou e já sei o que eu vou fazer. Vou mandar destruir todos os meus depósitos, meus celeiros, vou construir maiores, vou botar tudo dentro. Então, foi lá e mandou fazer. Ele era muito rico. Ele podia mandar destruir tudo e construir outra vez. Aí botou tudo lá dentro. Quando terminou diz assim: "Aí tem minha alma, come, regala, te goza". E aí ele ouve, né, a voz de Deus, é a voz da própria consciência dizendo insensato que és nesta mesma noite, a noite da ignorância voluntária na qual você está mergulhado, vão te retirar a alma. Para que te servirá tudo isso? Ou seja, vai desencarnar. Então, a alma é o é o espírito encarnado, né? O espírito, a alma é o espírito encarnado. Então, quando retira a alma, desencarna, deixa de estar no mundo dos encarnados e aí não vai poder fazer nada com as coisas do mundo material. Então, é muito interessante esses estudos cruzados que a gente vai entendendo e não tem por brigar, gente, porque os espíritos colocaram claro para Kardec, as palavras são questões de vocês. Vocês têm que se entender com as palavras. A essência é uma só. Se a gente quiser entender algo espírito como sendo sinônimo, ótimo, excelente, porque é, não deixa de ser, não é? Mas didáticamente nós podemos entender essas nuances onde coloca o C duplo, ser triplo ali, é mais para entendimento didático nosso. Aí alguém já vai falar: "Mas a gente não tem sete corpos". Opa, vamos parar por aí, né? Vamos lá. Depois a gente estuda essas coisas lá para frente. Mais paraa frente. Essa é outra história. Vamos

so. Aí alguém já vai falar: "Mas a gente não tem sete corpos". Opa, vamos parar por aí, né? Vamos lá. Depois a gente estuda essas coisas lá para frente. Mais paraa frente. Essa é outra história. Vamos paraa outra pergunta, né, Zita? Isso. Nós estamos na sete, na sete dilamar. É para dilamar essa, né? Uhum. E tem cinco. A dilamar resta agora a questão de saber se o espírito pode comunicar-se com o homem. É a frase que está lá, né? Como Kardec desenvolve essa ideia que ele coloca? Claro, o espírito pode eh se comunicar com o homem e aí a gente tem essa comprovação, como foi as suas comunicações, os do movimentos das mesas girantes. E na hora que ele se comunicou, né, através de vários médiuns que ele fez a pesquisa com 1000 médiuns com as mesmas perguntas para m diferente que nem se conheciam. E ele terminou provando que as almas, né, que chamam de mortos, que não mortos não existe, não existe morte em tempo nenhum, como eu sempre falo para mim mesmo, para eu poder aqui falar, eu espírito, eu espírito, viciar nessa linguagem, essa comunicação é uma comunicação, ao meu entender, uma comunicação simples. como ele ele fala dessa comunicação através, né, do seu do dos médiuns que ele trabalhou, que ele é o item cinco. Exatamente. E mostrando que a morte não existe, existe sobrevivência após o corpo físico e a sua comunicabilidade constante. E para que a gente possa ouvir essa comunicação, essa comunicabilidade constante, nós somos trabalhados no plano espiritual, trazemos esse preparo no corpo físico também, onde somos chamados de médico, mas eles, se eu não tenho a predisposição para me comunicar, mas eles estão se comunicando de alguma forma ou de outra. é que quando a gente se lembra de comunicação de espírito, a gente se joga logo, joga logo o raciocínio lá para reunião mediúnica. E não é, eles estão por toda parte, eles estão aqui nesse momento e toda parte se comunicando. Agora os mais sensíveis vão ouvir, vão ver, vão sentir, vão escutar nesse mundo material, mas a

ediúnica. E não é, eles estão por toda parte, eles estão aqui nesse momento e toda parte se comunicando. Agora os mais sensíveis vão ouvir, vão ver, vão sentir, vão escutar nesse mundo material, mas a gente se comunica com os espíritos, eles se comunicam conosco, eles estão por toda parte. Até o filme, espíritos, eles estão por toda parte. é muito importante. E inclusive no tempo da fita cassete ele estava lá na linha de terror, filme de terror, porque mostra uma uma verdadeira obsessão. Mas se você olhar dentro do seu conhecimento espírita ali, parece que o autor do filme lê o espiritismo, leu o livro dos espíritos, lê o livro dos médiuns, principalmente o capítulo da obsessão. E eles se comunicam, eles estão por toda parte. E tá aqui Kardec eh, no livro dos médicos nos falando aqui no item C. Calci quer colocar alguma coisa? É interessante. Enquanto a a Dilamar tava falando, eu tava aqui dando tratos à bola, meditando sobre o que ela tava eh comentando com a pra gente. Uhum. Se a gente pegar água e congelar, você tem gelo. Se você pegar a água e ferver, você tem vapor. É tudo água em estados diferentes. Um sólido, o outro em estado etéreo. Por serem da mesma origem, por terem a mesma semelhante, por ser água, basta uma condição de esfriamento do vapor que ele vira a água de novo. Basta esquentar o gelo que vira a água de novo. Essa é a relação nossa das criaturas humanas com os espíritos. Nós somos espíritos. num corpo. Eles são espíritos fora do corpo. Ora, como é que pode se comunicar? Pela similitude de pensamento, pela afinidade, pela sintonia. É isso é que faz. E Kardec, no livro dos médiuns, nos desdobra isso. O que provoca a comunicação do espírito é exatamente a a sintonia proporcionada pela afinidade. Só entra em sintonia quem tem afinidade. Por ser tudo água, né, por ser tudo espírito, a sintonia tá aí. Tanto é que na questão 459, não é, do livro dos espíritos, eh eles informam pra gente que eles influenciam muito mais do que a gente pode imaginar, influenciem nossos atos e

spírito, a sintonia tá aí. Tanto é que na questão 459, não é, do livro dos espíritos, eh eles informam pra gente que eles influenciam muito mais do que a gente pode imaginar, influenciem nossos atos e pensamentos. Meus amigos, eu fico pensando no seguinte. Se Allan Kardec só tivesse falado sobre isso, já teria feito um trabalho fabuloso, com certeza, de revelar à humanidade de que nós somos influenciados por uma multidão. Aquele que Paulo de Tarso fala da uma nuvem de testemunhas que nos rodeia, não é? Nós somos só por esse fato. Se Kardec restringisse tudo a só isso, já teria feito um espetáculo de trabalho ao alertar a humanidade, a existência do espírito, comprovando e comprovando a comunicação deles com a gente e a influência que eles exeram. Ótimo. E você falou sobre lei de afinidade. É bom a gente lembrar nessa questão da sintonia semelhante atrás semelhante. Então nós atrairemos para a nossa proximidade aqueles espíritos com os quais nós nos afinizamos, nos sintonizamos pelo nosso modo próprio de ser. quer a trazer o bem para você, aja no bem e sintonize com o bem e fica esperto, porque se agir no mal e sintonizar no mal, vai atrair o quê? O mal. Ninguém quer o mal. E isso a doutrina espírita nos explica de uma forma fantástica. Mas CI, entrando agora no item seis desse capítulo, que é a nossa questão número oito. O que pede Kardec para os incrédulos provarem a ele? Então, a, eh, a didática de Kardec é e a a é um espetáculo. A, a escrita também, a retórica dele, o modo como ele aborda. Kardex está dizendo, "Não se preocupe em querer provar, não, já tá provado." Kardec foi um cético. Tanto é que o primeiro capítulo vimos a espírita, é uma indagação. Ele duvidou, ele achou que era o pensamento das pessoas ali em volta de que por algum meio influenciava a mesa e a mesa respondia. Aí depois ele viu que não, porque muita resposta surpreendia todo mundo. Aí depois ele passou paraa segunda etapa. Então é alguém de fora. Kardec não chegou logo com a ideia de espírito,

sa respondia. Aí depois ele viu que não, porque muita resposta surpreendia todo mundo. Aí depois ele passou paraa segunda etapa. Então é alguém de fora. Kardec não chegou logo com a ideia de espírito, não. Ele relutou muito para aceitar isso. Os espíritos tiveram que dizer para ele, somos nós. Nós quem? Nós os espíritos. E que são os espíritos? são os homens que já deixaram o corpo. Então, a existência e a comunicação dos espíritos já está comprovada, não só pro Kardec, mas também eu me lembro aqui William Crooks no seu fabuloso, um cientista comprovado cientificamente no seu livro Fatos Espíritas, me lembra que César Lombroso, um homem destacado na sociedade italiana e que escreveu a respeito das comunicações dos espíritos, duvidando até que um dia a mãe dele apareceu para ele, deu-lhe um abraço daquele que só mãe italiana dá, não é? Desmontou o homem. Então, a existência e a comunicação dos espíritos já está comprovada. Então o Kardec fala: "Olha, então vocês é que t provar pra gente". E ele elenca uma série de de recomendações. Provem para nós que o espírito não existe usando a razão. Porque dizer não existe porque eu não aceito? Isso aí é teimosia ou ignorância. Uhum. Muito bom. Nós temos um comentário da Valéria, ela colocou assim pra gente: "E como consola saber que a vida continua e as oportunidades se renovam a caminho da perfeição?" Isso é consolador, né? É profundamente animador pra gente ter continuidade, né? Do nosso esforço. Muito bom. Agora nós vamos eh colocar uma pergunta para os dois. Vamos começar com a de Lamar, mas ela vale também eh para o Calci, porque nós vamos perguntar o que mais? vocês gostariam de comentar sobre este capítulo um, que é o livro dos médiuns. Se o Delamá quiser, inclusive comentar sobre esse último trecho, fica à vontade, viu? Ah, o microfone tá fechado, de lá, desculpa, desculpa. Eh, quando ele diz aqui que a dúvida que concerne a existência dos espíritos tem a causa primeira, a ignorância da sua existência, mais a ignorância da sua

ofone tá fechado, de lá, desculpa, desculpa. Eh, quando ele diz aqui que a dúvida que concerne a existência dos espíritos tem a causa primeira, a ignorância da sua existência, mais a ignorância da sua existência, pelo medo de falar das coisas, pelo medo de falar. Mas aí ele ó, tomamos consequentemente por ponto de partida da existência, a sobrevivência e a individualidade da alma. A existência sobrevivência que tem no espiritualismo sua demonstração teórica e dogmática. Mas já no espiritismo a demonstração é positiva. Ele foi lá, ele pesquisou, conversou, indagou. Então isso é uma demonstração positiva, real pelo fato e mostrou, indagou e eles disseram: "Somos espíritos". E quando a gente avança aqui, eu tava ouvindo o o Fal falar aí quando os adversário do espiritismo, ele diz, mas se não admitem nem uma nem outra coisa que não existe espíritos, não cabe a nós mostrar que que é espírito, como ele diz aqui no livro, não cabe a nós provarmos que existe espírito, que existe Deus. diga para ele que não existe. E aí sim. Aí quer dizer, como já tá tudo comprovado, já já tá comprovado. Então ele disse, se não admitem nenhuma nem outra coisa e chegam mesmo a negar o que veio, toca-lhes a ele provar que o nosso raciocínio é falso. Então prove que o raciocínio que a gente tem é falso, que o espiritismo traz é falso, que há espírito, que o espírito existe, sobrevive, se comunica. Eles estão por toda parte. Quando você recorda a questão 459, que eu tava lembrando agora, que influi é a comunicação que eles têm constante conosco, pelas nossas afinidades, pelos nossos pensamentos. E eles, na verdade, nós somos uma quantidade encarnada. Ele é, eles são triplo o quatro vezes mais porque as afinidades, os pensamentos, a gente vai se agrupando. E essa comunicação Kardec mostra lá na introdução lá, venho eu de novo paraa introdução do livro dos espíritos, mostrar quem são eles. E ele inicia o capítulo um do livro dos médicos. A espíritos ele encerra sim. Se eles acham que não, diga para eles

lá, venho eu de novo paraa introdução do livro dos espíritos, mostrar quem são eles. E ele inicia o capítulo um do livro dos médicos. A espíritos ele encerra sim. Se eles acham que não, diga para eles mostrarem que a nossa opinião é falsa. Para que mostrar que é verdadeira? Se tá o fato comprovar que eles mesmos vieram e nos e disse a Kardec, somos espíritos. Aí quem é quem é esse espírito? O ser da criação. Não é fantasma, não é a parte, não é nada. Somos seres da criação. Eu se sua vez. OK. Bacana. Eu tava aqui prestando atenção com o que que ailamar tá falando paraa gente, né? E e me recordo aqui e isso que ela falou eh é é importante. A existência a comunicação dos espíritos já está comprovada. A gente não precisa comprovar mais nada. Tiremos agora o aspecto, a consequência moral desse conhecimento, porque esse é o objetivo da doutrina espírita, não é limitar a gente apenas a saber que nós somos espíritos e continuaríamos vivos. Não desdobra-se isso aí na consequência moral. Mas há muitas pessoas que eh não são ateias, não são materialistas, mas dizem o seguinte: "Olha, eu até aceito a existência do espírito, mas não aceito a comunicação porque foi proibida por Moisés". Uhum. E aí traz a uma uma informação, um registro que está lá no livro Deuteronômio, o quinto livro do Antigo Testamento, lá no capítulo 18, em que efetivamente Moisés proibiu conversar com os mortos. A informação é um pouco um pouco mais elástica que essa, mas questão de tempo, eu vou me limitar apenas a esse texto, a conversar com os mortos. Então, os espíritas estão agindo contra uma determinação de Deus quando conversam com os espíritos. Primeiro lugar, a gente precisa observar que a proibição é de Moisés, não é de Deus. E eu vou dizer uma coisa para vocês. O livro Consolador, na questão 274, Emanuel diz que Moisés fez muito bem em proibir. Vou vou repetir isso. A questão 274 do livro Consolador, escrito por Emanuel pela mediunidade de Francisco Cândido Xavier, editada pela Federação Espírita

nuel diz que Moisés fez muito bem em proibir. Vou vou repetir isso. A questão 274 do livro Consolador, escrito por Emanuel pela mediunidade de Francisco Cândido Xavier, editada pela Federação Espírita Brasileira. Então é é uma obra importante. Lá está dito, Emanuel diz com todas as letras que Moisés fez muito bem em proibir o diálogo com os mortos. Porque na época de Moisés, 100 anos antes de Jesus, a mediunidade se daria sob uma forma muito grosseira. Nós não tínhamos ainda o conhecimento do que é mediunidade. Essa é a razão da existência do livro dos médiuns, ensinar a gente a conhecer, a identificar os espíritos, a saber que tipo de espírito é aquele. Lembrando aí aquela recomendação de João lá na sua, eu acho que é na segunda epístola, né? Filhinhos, não creais em todos os espíritos. Vê se o espírito é de Deus, vê se o espírito é um espírito superior. E é o que o livro dos médiuns vem trazer pra gente. Então, mas como é que fica a questão? Porque Moisés proibiu. É, Moisés proibiu. Tá lá em Deuteronômio, capítulo 18. Mas Jesus revogou lá em Mateus capítulo 17, quando se transfigurou e materializou o próprio Moisés e também o profeta Elias e dialogou com eles. Resta saber se a gente é mais pendente a aceitar o que Moisés proibiu do que aquilo que Jesus nos aconselha fazer, não é? Aí uma questão só da gente definir se nós somos mais seguidores de Moisés do que de Jesus. Muito bem. Para Meir foi respondido agora. Me você parece que sintonizou ela pergunta ali. Gratidão pelo estudo do próprio Cristo conversa no Tabô com Moisés e Elias e o o Calci tava justamente respondendo isso, né? Muito bem. Eh, acho que está ótimo. Nós temos aqui uma uma pergunta e primeiro eu vou colocar da LAN. Ela disse assim: "O item seis deste capítulo se trata de uma das maiores argumentações lógicas que já vi. Chego a me emocionar. O ônus da prova Kardec era de uma impressionante, não é? E e a Graziele Calci fez essa perguntinha para de responder bem rapidinho. Quem quiser se desenvolver para poder se comunicar

o a me emocionar. O ônus da prova Kardec era de uma impressionante, não é? E e a Graziele Calci fez essa perguntinha para de responder bem rapidinho. Quem quiser se desenvolver para poder se comunicar com espíritos consegue mesmo que sozinho? A mediunidade é bom ser exercitada num numa instituição que tem a condição de poder proteger a pessoa. Então, em casa sozinho, não é recomendável. Não é recomendável. Eh, procure um grupo, tem aí o mediunidade, estuda e prática, uma campanha, um trabalho fabuloso da Federação Espírita Brasileira, ensinando para nós sobre a mediunidade desenvolvida em todas as casas espíritas do Brasil. Eh, há sempre um grupo. Então, procure uma instituição com a qual você se sintonize e exercite lá a sua mediunidade. Verifique se efetivamente, porque só experimentando é que a gente sabe, assim diz Kardec, né? Procure, estude primeiro, aprenda o que que é e aí tente a prática, não é? Pode ser, mas sozinha não é recomendável não. Fechamento. Fechamento. Então nós chegamos ao final do nosso encontro de hoje. Se os nossos amigos quiserem se despedirem, umas palavras rápidas finais, por favor. Audilamar. Eu quero agradecer pela companhia, pelo aprendizado, pelo convite e peço também desculpa porque minha internet várias vezes caiu, né? Mas deu certo. Acabou dando certo numa ilha magnética quando chove, chove muito. O ponteiro do magnetismo atrai mesmo a chuva para cá. Mas foi muito bom. Estamos aqui para trabalhar, para ajudar e divulgar essa doutrina consoladora tão maravilhosa que é. E recomendo aquela a pessoa respondendo assim: "Como desenvolver a mediunidade se pode sozinha?" Vamos primeiro conhecer o Espiritismo, que o Espiritismo trouxe a ética moral do conhecimento, da comunicabilidade, como fazer. Depois que conhecer o espiritismo, vamos estudar, vamos lá na reunião de sociedade como fazer, como disse nosso irmãozinho, mas a doutrina ela é linda, ela é consoladora. Eu comparo a doutrina para mim, vou dizer assim, como se eu tivesse saindo da caverna, começando a

de sociedade como fazer, como disse nosso irmãozinho, mas a doutrina ela é linda, ela é consoladora. Eu comparo a doutrina para mim, vou dizer assim, como se eu tivesse saindo da caverna, começando a olhar este sol maravilhoso que Deus nos deu, tirando todos esses equivocas. Ela é o sol nas nossas almas e o raciocínio de Kardec, meu Deus do céu, sem comentários. Só para agradecer a vocês, viu, a oportunidade de de vê-los mais uma vez e conhecer mais de perto a irmãzinha a de Lamar. Obrigada a todos. Muito obrigada a todos. E nós espíritas hoje saímos com uma certeza. Se Moisés proibiu a comunicação com os mortos em Deuteronômio, ele mesmo revogou em Mateus, quando se materializou ao lado de Elias, ao lado de Jesus. Então, aí, ó, não existe proibição. Se houve, foi revogada. E vamos agradecer a você, a vocês que estiveram conosco. No próximo encontro daremos continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns, ainda pela primeira parte, com noções preliminares no capítulo dois do maravilhoso e do sobrenatural, dos itens 7 a 17. Então, nós sugerimos leitura prévia, destacando assuntos que chamaram a sua atenção. Anotem dúvidas para que elas possam ser dialogadas aqui, apresentadas na medida em que os itens forem sendo examinados. Esse estudo é uma proposta de construção coletiva. Todos nós, como bem colocou a Edilamar, ailamar, estamos aprendendo junto, juntos. Então, fiquem com Deus, fiquem na paz. Muito bem. Os nossos agradecimentos a todos, né? A nossa equipe técnica que dá o apoio nos bastidores, a o portal do Consolador com que nós estamos desenvolvendo essa parceria para esse estudo e estaremos juntos então na próxima semana. Até lá. Muito obrigado, Calci de Lamar. Obrigado. Obrigado a todos vocês também. Um abraço, uma boa noite. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes

vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A Padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br BR e faça sua doação.

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