#07 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Noções preliminares - Parte 6
Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 7 - Primeira Parte. Noções preliminares. Cap. IV Dos sistemas. Itens 36 a 43. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer parte do grupo do estudo, acesse: Tele...
Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Ovre dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Olá, saudações fraternas você que acompanha esse estudo de livro dos médiuns realizado pela área de estudo do espiritismo em parceria entre a FEB TV, a FEB Lives e o portal do Consolador. Damos as boas-vindas a todos vocês e também a Euzita de Melo V, que é a coordenadora da área de estudo nacional, da área de estudo do espiritismo e com quem nós dividimos aqui a responsabilidade da condução desse estudo. E hoje nós temos como convidados a Carmelita Cristina Bueno, dirigente de casa espírita e coordenadora na área da mediunidade em Teresina, Piauí. E Raildo Bandeira Fariasca trabalhador do Núcleo Fraterno Bezerro de Menezes em Maceó, dialogador na reunião mediúnica e quando necessário conduz a reunião e palestrante espírita também. Nossa, boa noite a todos vocês que estão conosco em mais um estudo do livro dos médiuns pela área de estudo espiritismo. Boa noite também a Carmelita e Raildo, que estarão conversando com todos nós sobre o tema da noite. E dando continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns, hoje vamos examinar a primeira parte, noções preliminares, capítulo quarto dos sistemas, itens 36 a 43. Raildo, é para você a primeira pergunta entrando já no item 36. Responda, por favor, o que aconteceu quando os fenômenos da comunicação dos espíritos com os chamados vivos começaram a chamar a atenção em nossos tempos. Boa noite a todos. Muita alegria estar aqui. E o que ocorreu quando começaram a se produzir esses chamados estranhos fenômenos, Kardec diz, quando esses fenômenos se renovaram, posto que, como nós sabemos, esses fenômenos sempre existiram, portanto não era nada novo, apenas tava se renovando. Houve uma nova forma da apresentação. Então, o primeiro
ses fenômenos se renovaram, posto que, como nós sabemos, esses fenômenos sempre existiram, portanto não era nada novo, apenas tava se renovando. Houve uma nova forma da apresentação. Então, o primeiro primeiro sentimento que despertou, que despertaram, foi da dúvida quanto a realidade deles e mais ainda quanto a causa que lhes dava a origem. E assim como uma coisa nova, suscitaram várias vários questionamentos e os próprios os próprios espíritas, né, começaram a dar entendimentos diferentes de um dos outros. E o que daí sucedeu que os os adversários, né, julgaram encontrar um argumento eh divergente por por essa divergência de opiniões. E ainda assim, à medida que os fatos foram se completando, foram se ajustando, eh indo bem mais observados, as ideias preliminares, aquelas ideias prematuras se apagaram. e a unidade de de pensamento foram se estabelecendo, pelo menos em relação às partes fundamentais, senão no a todos os pontos menores. Pode-se, aliás, dizer que a respeito ele andou mais depressa do que as outras ciências, do que as a do que a própria medicina, por exemplo, que ainda traz eh eh divididos maiores rádios, a época se constatava. Eh, e aí por conta disso, são criados os sistemas, né? E o que seria o sistema? sistema seria um conjunto de ideias concretas ou abstratas, int eh intelectualmente organizado, objetivando explicar os fenômenos mediúnicos. Muito bem. E aí, Carmelita, nessa mesma linha, no item 37, então, como o Raio vinha explicando, Allan Kardec fala que surgiram então os vários sistemas para explicar esses novos, entre aspas, fenômenos, né, que, como o Rai explicou, são antigos, mas que estavam sendo apresentados de forma diferente. Qual foi o primeiro deles e como Allan Kardec esclarece sobre esse assunto? Qual foi o primeiro sistema que apareceu? Certo? Então, muito boa noite a todos que nos acompanham aqui, aos companheiros, né, que estão aqui hoje conosco. É um prazer muito grande a gente tá aqui nesse estudo, um estudo muito bom. E pois é, aí vieram sistemas,
boa noite a todos que nos acompanham aqui, aos companheiros, né, que estão aqui hoje conosco. É um prazer muito grande a gente tá aqui nesse estudo, um estudo muito bom. E pois é, aí vieram sistemas, né, que eram os tipos de, como ele chamou, os tipos de oposições, né? E o primeiro, eh, que ele já começa abordando para nós é o sistema de negação, né? que são aqueles que realmente não aceitam o espiritismo, são adversários, ele chamava de adversário do espiritismo. Ele já vinha falando sobre isso na introdução e na conclusão do livro dos espíritos também eh no que é o espiritismo, no livro do que é o espiritismo. Mas aqui ele vem fazer uma análise mais profunda. ele já divide, ele já organiza esse pensamento, né? E ele diz assim que fica claro que os opositores se opõem eh sobre os dois tipos de fenômenos, né, que aparecem, os de forma inteligente, que para os opositores não existe, ele é totalmente contangível, não existe, não acontece. Mas ele vem falar que também tem os eh de efeitos físicos. Então, para isso daí ele organizou e começou a argumentar a ali nos sistemas para nós, explicando que tipos de de oposições nessa área, né, de fenômenos físicos eh aparecem. E ele coloca as quatro primeiras, que é o charlatanismo, a loucura, a alucinação e os músculos estalantes, né? Então, ele já começam a organizar. E eu acho assim que esse capítulo é um capítulo muito interessante da gente a observar como Kardec argumentar, como ele organizava assim o pensamento dele na naquela para poder dar a resposta. E com isso daí, esse sistema que muitos estudiosos desse livro acham o capítulo mais difícil de de todo o livro do dos médiuns, esse daqui, esse item quatro, mas é que ele vai realmente argumentando e vai colocando ali pra gente, trazendo nessas argumentações a base filosófica da doutrina espírita, né? Então, eu acho que é um capítulo muito interessante de conhecer como é que ele organizava assim eh o pensamento dele para poder fazer as as colocações. Obrigada, Carmelita. Raildo, você quer
rita, né? Então, eu acho que é um capítulo muito interessante de conhecer como é que ele organizava assim eh o pensamento dele para poder fazer as as colocações. Obrigada, Carmelita. Raildo, você quer fazer alguma colocação dentro do Não, tá muito bem, tá muito bem posto pela pela nossa irmã Carmelita. Ótimo. Então vamos com você agora ainda no item 38 dentro desses sistemas. explique por gentileza o sistema do charlatanismo e como Kardec o refuta. é como entre os antagonistas, né, do espiritismo, eh muitos atribuíram embuste em razão do do de poder ser a ver imitação em, né, o fato de poder ver a imitação, eles viram nisso o a a possibilidade do embuste. Então, segundo tal posição, todos os espíritas seriam e indivíduos iludidos e os médiuns seriam engan enganadores. De nada valendo a posição. Ora, não levava em eh conforme cita Kardec, a posição, o caráter, o saber e a honradez pessoas. Eles não viam nisso. A simples possibilidade de haver uma imitação por si só dava já eles já trouxeram essa essa essa pecha, né, de de de charlatanismo. Eh, ele não havia era não havia, pois os eh como ele diz, se isso merecesse resposta, diríamos que alguns fenômenos da física também são imitados. Então, do mesmo jeito que a física, elas poderiam ser eh eh imitadas pelos prédig eh pest digitadores, ou seja, aqueles truques de ilusionismo com as mãos, fazendo de tudo para iludir e ganar, eh, mas que isso não prova que houvesse embuste. Eh, quanto quanto a verdadeira ciência, demais pessoas, cujo caráter afasta toda suspeita de fraude pelo caráter das pessoas, por si só afastaria esse o caráter de fraude. Eh, preciso saber absolutamente viver e carecer de toda a urbanidade que alguém eh ous e vi dizer na face que são cúmplices de charlatanismo. Mas charlatanismo, com quê? Qual o interesse que que haveria nesse grupo de pessoas, nesse seleto grupo de pessoas, pessoas sérias, de pessoas da mais da conduta mais ilibada possível? Eh, mas como de tudo, como diz Kardec, de tudo se abusa até das coisas
veria nesse grupo de pessoas, nesse seleto grupo de pessoas, pessoas sérias, de pessoas da mais da conduta mais ilibada possível? Eh, mas como de tudo, como diz Kardec, de tudo se abusa até das coisas mais santas, havia essa essa essa questão. E por que não abusariam o espiritismo? Porém, como diz Kardec, eh, o mau uso que uma de uma coisa se faça não autoriza que ele seja prejulgado desfavoravelmente. Um fato não não prejulgaria todo um trabalho, todo uma uma pesquisa séria para chegar ao ponto de de ser eh tá eh eh acusado de charatanismo. Por que não e assim? Se assim são, por que não abusariam do espiritismo, né? Porém, o mau uso de uma coisa, como ele diz, o mau uso de uma coisa não autoriza que ela seja prejulada desfavoravelmente. Repetindo, para chegarse a verificação que se pode obter pela boa fé que cobram, as pessoas devem atender motivos que eles determinem o procedimento. Aí ele conclui dizendo: "O charlatania não tem cabimento onde não há especulação". Ora, se não havia nenhuma coisa de aferir recurso, de oferir qualquer tipo de vantagem, onde haveria de prosperar o charlatanismo, não é? Então aí não não caberia não. Por si só aí já se eh derrubaria essa essa acusação. Muito bom, muito boa explicação. E aí a gente coloca para vocês que estão acompanhando a gente. Eh, se tiverem dúvidas, perguntas, podem colocar aí no chat que a gente vai eh contemplar. Mas se tiverem comentários também fiquem à vontade. Se leram antes, alguma coisa chamou sua atenção, pode colocar aí na área de texto que a gente vai, né, bota no chat aí que a gente apresenta, né? A Claudete já colocou alguma coisa aqui agora. Olha, vou destacar aqui. Olha, acho que física quântica explica muito. Uma vez que somos energia, captamos e emanamos energia. Muito bem. Nós ficamos mergulhados, né? em energia. Então é interessante a gente ir considerando isso. E aí nós vamos colocar agora para camelita porque o o seguinte sistema que tá explicado no item 39 já é o sistema da loucura. E a gente pergunta do que se
é interessante a gente ir considerando isso. E aí nós vamos colocar agora para camelita porque o o seguinte sistema que tá explicado no item 39 já é o sistema da loucura. E a gente pergunta do que se trata e o que Kardec comenta a respeito. Cabelo, pois é. Isso daí ele diz que eh aqueles que não creem, né, que são opositores, eh também achavam assim, tinham os que achavam que os que são espíritas que seriam loucos, que seriam iludidos, né? Seriam pessoas iludidas, pessoas que acreditam sem eh sem ter muito discernimento das coisas. E ele começa explicando que o bom senso sempre diz que sempre tem, que existem sim aqueles que são fanáticos em todas as ciências, né, na religião, na música, na matemática. Então tem existem sim aqueles que são fanáticos e que perdem o discernimento das coisas. Mas ele também ele lembra e e coloca pra gente que ele já tinha colocado no no opúsculo, né, o que é o espiritismo, que a pessoa que não tem um raciocínio claro, que não tem um bom discernimento na nas coisas, como é que ela pode fazer conceitos tão profundos, né, dentro da área de filosofia que tem um arcaboço assim intelectual necessário para fazer aquela análise. Quer dizer, então, se é uma pessoa que não tem um bom discernimento, como é que pode fazer então essas eh essas eh explicações e e essas colocações que o Espiritismo nos traz, né, com tanta lucidez e com conhecimentos que ele traz pra gente. Então aí ele diz que não cabe também porque não justifica. né, essa essa colocação, visto que a doutrina espírita é muito esclarecedora e que ela tem toda a sua base científica, né? Então, seria seria necessário aqueles que tm um bem entendimento intelectual, né, para poder tá entendendo. Muito bom, Camilita. Eh, Raildo, você pode, por gentileza, explicar o sistema da alucinação? Veja, eh, o sistema, ele diz ela, aí vem outra opinião, essa eh, menos ofensiva, né, do que as anteriores, por trazer, como diz Kardec, um ligeiro colorido científico, consiste em levar os fenômenos à conta de ilusão
ema, ele diz ela, aí vem outra opinião, essa eh, menos ofensiva, né, do que as anteriores, por trazer, como diz Kardec, um ligeiro colorido científico, consiste em levar os fenômenos à conta de ilusão dos sentidos. Então os o que ocorria na na nas reuniões mediúnicas com as mesas, com tudo, eles levavam a conta de ilusão dos sentidos. Assim, o observador estaria de boa fé, apenas julgaria ver o que não ver. Mas eh por outro lado, como se vê, é fora, como diz Kardec, é fora de dúvida que uma causa fisiológica bem conhecida pode fazer que uma pessoa julgue ver um movimento que não não se moveu, um objeto que não se moveu, porque suponha está ela própria a mover-se quando permanece imóvel. Mas quando rodeado de uma mesa, muitas pessoas a vem arrastada por um movimento tão rápido que é difícil se lhes torna a acompanhá-la ou que mesmo deita alguns delas ao chão. Pode-se dizer que todo esse acham de vertigem como bêbado que acredita está vendo eh em casa que na casa que mora, a casa que mora passar de diante dos olhos. Então há todo um movimento físico, não é? todo um processo que não pode de forma nenhuma, não tinha como se justificar como sendo de alucinação. Eh, como se diz, viu uma mesa levantar-se, manter-se no ar, sem ponto de apoio. O, a verdade é que a mesa não se mexeu. Como pode? Não é? Eh, é fora de é fora de dúvida que uma causa fisiológica bem conhecida pode fazer que uma pessoa julgue um movimento objeto que não se moveu. Ou seja, o que supõe ela própria mover-se quando permanece imóvel. pessoa que sofre de labirintite, ele pode ter um sintoma, pode ter uma uma uma um sentimento desse desse tipo e como já foi citado, o bêbado. Muito bom. Eh, eu achoita para ilustrar, né, Carmelita? Uhum. Eh, temos na sequência aqui uma pergunta pra Carmelita. Ela pode comentar aqui também, não é? Pode ocorrer de uma pessoa pensar que vê coisas fora do normal e estar alucinada. E o que isso tem a ver com os fenômenos espíritos? Então, como o eu te estava falando, porque a alucinação tem um
o é? Pode ocorrer de uma pessoa pensar que vê coisas fora do normal e estar alucinada. E o que isso tem a ver com os fenômenos espíritos? Então, como o eu te estava falando, porque a alucinação tem um processo fisiológico que pode acontecer, mas eh qual a diferença dele com os fenômenos espíritas? Eles eram reais. aconteciam esses fenômenos, né? Porque eles faziam experiências, passavam por debaixo da mesa, tocava. Então, eh, todos estavam vendo que eram real, não é uma pessoa que tava tendo uma alucinação, um processo fisiológico de miragem, mas todos da assistência estavam vendo e assistindo aquele fenômeno real. Então, é essa a diferença eh da alucinação para os nossos fenômenos eh realmente espíritas que foram ali comprovado que foram feito testes, né, como no caso ali da das mesas de várias formas. Muito bem, Carmelita. Eh, Aildo, nós temos aí no item 41 a questão do sistema do músculo estalante. Como que Kardec relata esse sistema? Ele ele veio o seguinte, quando as pancadas ele diz ouvida por todas as pessoas reunid em determinado lugar, não há como atribuí-la razoavelmente a uma ilusão. Podemos de pomos de parte, está claro, toda a ideia de fraude, ou seja, tem que tá posto toda a ideia de fraude. E supomos que uma atenta observação tenha verificado não serem as pancadas atribuíveis a qualquer coisa fortuita ou material. Ou seja, numa reunião séria, numa reunião onde onde estão pessoas sérias, não há de haver nada que não seja sério. Eh, eh, um, porém, um certo médico, né, eh eh deu desse fenômeno uma explicação dizendo que a causa disse ele, reside nas contrações voluntárias ou involuntários do tendão do músculo curto perônio. a este propósito, desce as mais completas e e minúcias anatômicas para demonstrar porque o mecanismo pode esse tendão produzir ruídos de que se trata imitar os rufos do tambor e até executar áreas ritmadas. Concluí que os que julgam ouvir pancadas numa mesa são vítimas de uma mistificação ou de uma ilusão. Como pode um músculo, não é, eh,
se trata imitar os rufos do tambor e até executar áreas ritmadas. Concluí que os que julgam ouvir pancadas numa mesa são vítimas de uma mistificação ou de uma ilusão. Como pode um músculo, não é, eh, mesmo por mais enriquecido que seja, emitirs, de modo a acompanhar uma área? O, aí diz o diz Kardec, o fato em si não é novo. Infelizmente para o autor dessa pretendida descoberta, sua teoria é incapaz de explicar todos os casos. Eh, digamos antes de tudo que os que gozam de estranha da estranha faculdade, de fazer o seu músculo curto perônio ou qualquer outra outro estale à vontade da de executar áreas no seu meio, são indivíduos excepcionais com enquanto muito comum é de eh de fazer-se eh que uma mesa dê pancadas e nem todas e que Nem todos, dado que algum exista, dos que gozam desta última faculdade possuem a primeira. E em segundo lugar, o sabe doutor esqueceu de explicar como o estalido muscular de uma pessoa imóvel afasta afastada da mesa, pode produzir vibrações sensíveis. Como ele poderia esses mús e sensíveis a quem a toque? Como pode esse ruído repercutir à vontade dos assistentes? nas diferentes partes da mesa, tinha uma vontade, se emiti pensamento e ela fazia. Então, era músculo instalante eh nos outros móveis, na parede, no forro. Como finalmente a ação daquele músico pode atingir uma mesa em que ninguém toca, eh, toque e fazer ela mover-se? Como justificar? Em suma, a explicação a quem nos respostamos, se de fato fosse apenas fosse fosse de fato fosse apenas informariam o fenômeno das pancadas. Contudo, não adiantando em com relação a qualquer outro outros modos, outros muitos modos de comunicação. Vamos admitir que isso justificasse, abafasse, dissesse que tá comprovado. Existiram, como existem tantos outros modos de comunicação. Aí diz Kardec: "Reconheçamos, pois que ele julgou sem ter visto ou sem ter observado tudo e observado bem. Ouviu falar, emitiu um parecer, não é?" Uhum. E e dessa forma e dessa forma caiu por terra toda essa essa esse sistema.
os, pois que ele julgou sem ter visto ou sem ter observado tudo e observado bem. Ouviu falar, emitiu um parecer, não é?" Uhum. E e dessa forma e dessa forma caiu por terra toda essa essa esse sistema. E ele diz, conclui dizendo, o próprio saber eh que possuem deverá tomá-los, torná-los tanto mais circunspectos em seus juízos, seja muito mais cuidadosos nos pensamentos. Quem mais sabe melhor precisa eh ter todo cuidado na emissão de uma opinião no como opinar. Isso mesmo. Muito bom. Es uma vez que o indivíduo é cientista, né, ou se autodenomina, precisa, né, pensar em todas as possibilidades e não se centrar num apenas, não é? É tão incrível. E numa nota aqui ao ao pé da página aqui, Kardec coloca relacionada com essa questão do músculo instalante, que foi o senor Jober de Lambali, não é? Para sermos justos, devemos dizer que a descoberta é devida ao senhor Shift. Esse aqui é outra pessoa, seu chif. O senhor Jobé lhe deduziu as consequências perante a academia de medicina. Ele apresentou esta academia de medicina como sendo o agente do fenômeno. V que coisa incrível, né, Raído? Exatamente. E ele queria então dar uma um golpe de morte nos espíritos batedores com a história do do músculo estalante. Aí Kardec diz que é na revista espírita do mês de junho de 1859. Ele entra em detalh sobre esse assunto, né? A gente que estuda, né? na revista espírita, encontra ali a as informações sobre o senhor Jober de Lambali e depois mais tarde, né, eh ele ele esse senhor vai ter problemas, né, parece de saúde bem sérios. Bom, nós temos duas perguntas, Zita, aqui que já são relacionadas aos itens anteriores. Uhum. Eu vou colocar uma para cá, bonita e aí a gente coloca a outra, né? Você coloca outra pro Raildo. Deixa eu ver aqui. Já entrou uma terceira pergunta também. A Larissa Barros, ela faz referência ao item 37, Carmilita, justamente esse trecho aqui. Olha, de duas espécies são os fenômenos espíritas, efeitos físicos e efeitos inteligentes. E ela então impede, não é, uma explicação, se a
eferência ao item 37, Carmilita, justamente esse trecho aqui. Olha, de duas espécies são os fenômenos espíritas, efeitos físicos e efeitos inteligentes. E ela então impede, não é, uma explicação, se a gente poderia explicar um pouquinho sobre isso aqui. Nós vamos ter isso explicado mais adiante no livro dos espíritos, no livro dos médiuns, mas só dá uma pincelada para ela, por gentileza. Pois é, nós vamos ter ali na segunda parte quando ele vem mesmo dividir os tipos, né, de mediunidade, ã, como que acontecem, né, porque os de efeito físico são aqueles que que são vistos, por exemplo, de materialização, ã, ou de transporte, né? E agora os inteligentes são, por exemplo, a a psicografia, psicofonia. Então ele vai dividir na segunda parte, então, os tipos, né, de mediunidade ligada a esses tipos de fenômenos. aqui ele apenas eh eh fez essa divisão aí para esclarecer que eh eles se apegavam os opositores nessa questão do fenômeno físico, né? Então por isso que ele falou que não acontecia, que era ilusão, que era loucura, eh, que charlatanismo. Então, porque eles não aceitavam essa parte do efeito físico, né? e não aqueles que provém de uma de uma inteligência. Eles não viam a questão da inteligência no fenômeno. E na segunda parte ele vem realmente nos esclarecer. Uhum. Muito bom. Eh, Raildo, a Regina Dibly coloca o seguinte: as alucinações podem acontecer espiritualmente falando decorrente de um problema físico, uma doença, por exemplo. Que que você diz? É possível que num estado, né, uma um um num estado de eh de uma doença bem, uma doença forte, venha acontecer a alucinação, né, como no alto estado febril, né, existem momentos em que poderá acontecer essa alucinação. Eh, mas aí há de se pesquisar, de se eh eh verificar se a o primeiro tratamento no no com o o médico, né, com a medicina comum e depois em si, havendo qualquer normalidade, qualquer coisa que o justifique, procurar uma casa espírita, não é, para até em ato eh concomitantemente com a a ciência eh médica e verificando esses esses
depois em si, havendo qualquer normalidade, qualquer coisa que o justifique, procurar uma casa espírita, não é, para até em ato eh concomitantemente com a a ciência eh médica e verificando esses esses casos. É assim que eu assim que eu vejo modestamente vejo. Muito bem. E Carlos, tem o Jonas Lima, que seria bom remetermos para Vou apresentar então para isso aqui paraa Regina. Regina, o Jonas Lima coloca pra gente assim: "Uma aparição só é visível a um médio vidente, certo? Eh, para ver os fenômenos das mesas girantes, qualquer um via. É, as mesas girantes, elas eram fenômenos físicos, né? Então, de deslocamento de objeto. Isso aí Kardec vai falar um pouquinho mais, né? É um tipo de mediunidade que que consegue fazer esse tipo de deslocamento de objetos, né? Uhum. Eh, aqui aqui a gente pode comentar, não é? A aparição, ela é visível ao médio ridente se não for um efeito físico. Então, é só tem a dupla vista que que vê a que vê o espírito com os olhos mesmo, né, como diz Kardec, com os olhos da carne, né, a dupla vista. E tem a vidência que vê com o espírito, né? Por isso que o médium ele costuma ali, ele ele descreve o que ele vê, porque ele viu com o espírito, ah, o espírito tava assim, tava sofrendo, tava nessas condições, porque ele vê, mas ele vê com os olhos. Então, a eu acho que para ser efeito físico na materialização, só se fosse essa eh da dupla vista, né? É, aí se houver uma materialização, todo mundo vê. Hum. Todo mundo vê. Pode haver algumas vezes é que o espírito ele simplesmente está semimaterializado e o médium tem uma certa capacidade, ele já vê e mais ninguém vê. Uhum. Exatamente. Então não é só o fenômeno de vidência, tem todas essas gradações esse fenômeno. A gente vai estudar isso melhor, viu Joanas, mais à frente, tá bem? Isso. Eh, essas perguntas são interessantes, mas a gente tem que ter paciência porque tá precisando de pré-requisitos para poder entender isso depois com mais detalhe, não é, Camelita? Exato. E aí, exatamente, né? Aqui, aqui ele tá nesse
santes, mas a gente tem que ter paciência porque tá precisando de pré-requisitos para poder entender isso depois com mais detalhe, não é, Camelita? Exato. E aí, exatamente, né? Aqui, aqui ele tá nesse capítulo, ele tá fazendo só as argumentações, né? Isso é a respeito dos sistemas que surgiram, né? Do das opiniões, né? Ele deixou para nós, né? esse esse eh esse volume grande aí de argumentos que nós podemos ter hoje, né, com inclusive ainda, né, com aqueles que têm algum preconceito ou préonceito a respeito. Muito bem. Eh, tem outra pergunta aqui, Ozida. Tem a Graziele Favreto. Aildo, para que possamos avançar mais rápido, não seria necessário novamente algo impactante novamente, como as mesas que levitavam? Precisamos desse fenômeno. Vejamos. Eh, uma tem um artigo bem bem importante, uma matéria bem importante em no Seara dos Médiuns de de Emanuel, onde ele fala da da do aviso e da chegada, não é? Então o aviso já foi dado, a chegada já aconteceu. Então, não há por mais haver outros outros fenômenos para despertar tudo quanto se necessita para encaminhar, nos encaminhar, não é, no para uma espiritualização maior, para que de quem precisamos, nós já temos toda a instrumentação, digamos assim, temos toda a orientação, tudo quanto Kardec deixou, não é? As obras subsidiárias, né? as obras de Leon Deni, de todas as obras de Chico Xavier, não é? De de André Luiz, todas elas vem subsidiar. Nós, eh, particularmente não vemos nenhuma necessidade da vinda de mais alguma coisa para chamar a atenção. Agora nós estamos conscientes disso. O aviso foi dado, já chegou. Agora, cabe a cada um de nós eh fazermos a nossa parte, buscarmos nos automelhorar, buscarmos nos espiritualizar, sair da horizontalidade, não é? da horizontalidade que por vezes nos parece cômoda, mas que nos trará, né, de bem dificuldades bem maiores mais na frente, porque tudo vai, o a evolução tá aí, nós estamos com mundo de regeneração. Então, se não houver essa evolução, quantos choro e ranger de dentes do que
, de bem dificuldades bem maiores mais na frente, porque tudo vai, o a evolução tá aí, nós estamos com mundo de regeneração. Então, se não houver essa evolução, quantos choro e ranger de dentes do que você vê seu bem amado, você vê seus amados, seus amores saindo numa numa numa numa evolução, né? Eh, espiritualmente falando, subindo mais degraus na escada de Jacó e você ficando. Então, o que precisa, o que nós precisamos é acordar. Acorda tu que dormes, não é? Eis, é essa aqui é a questão, é nós acordarmos tudo quanto, como também disse Paulo, a numa época só tínhamos leite, mas hoje já temos o conhecimento suficiente, não é, para andarmos, para para fazermos com eh eh por onde evoluamos. Não percamos a oportunidade importante dessa tão importante reencarnação que estamos agora vivendo, vivenciando. Muito bom. Queria lembrar que na espírita de 1863, em dezembro, Allan Kardec publicou os períodos do Espiritismo. Ele disse que o primeiro período do espiritismo foi o da curiosidade e começou justamente com os fenômenos, né, de Ridesville e que foi sucedido pelo pelo fenômeno das mesas girantes. Então ele vai dizer que o segundo período do espiritismo é o filosófico, quando a pessoa trava contato, né, com a a filosofia espírita que foi publicada no livro dos espíritos. Então, o fenômeno do próprio fenômeno nasceu a filosofia que explica o fenômeno e transcende o fenômeno ainda por cima, né? Então, eh, é dentro disso que o o Raíbo tá comentando, nós estamos vivendo hoje já outros períodos. Nós estamos já no período da regeneração da humanidade, como o Raú chamou atenção. Nós estamos adentrando a regeneração da humanidade, mas ainda as pessoas repetem esses períodos. A pessoa que se aproxima, ela se aproxima por curiosidade do espiritismo, porque quer conhecer as coisas ou porque tá passando por uma dor, o sofrimento e quem sabe o espiritismo me ajuda. Tem um parente que tá passando por um problema, é um filho e tal e procura, tá naquele período da curiosidade, mas logo que chega é
ssando por uma dor, o sofrimento e quem sabe o espiritismo me ajuda. Tem um parente que tá passando por um problema, é um filho e tal e procura, tá naquele período da curiosidade, mas logo que chega é convidado a participar dos grupos de estudo, a ler os livros e entra no período filosófico do espiritismo e aí vai entender as coisas melhor. Por isso, gente, o espiritismo é uma doutrina de estudo, não é uma doutrina de acomodação. Não existe espírita não praticante, gente. Isso é questão católica lá do passado, tá? Só existe espírita praticante, porque o verdadeiro espírita é aquele que faz a sua transformação moral e luta para dominar as suas más inclinações. E hoje nós temos dentro do espiritismo um dos maiores compêndios que a humanidade já recebeu de interpretação do Novo Testamento. Então o espírita que não lê, que não estuda, esse auta, ele pode ser um espírita principiante, um espírita que ainda tá sabendo das coisas porque ouviu o palestrante, porque ouviu falar, não é? Mas o espírita de fato ele senta com os livros, ele estuda. Aí eu vou colocar bem rapidamente um exemplo. Meu pai ele era semianalfabeto, para não dizer analfabeto, que ele aprendeu a ler e escrever poucas coisas com tio. Então ele nunca conseguia ler em voz alta. Ele lia só para ele mesmo. Mas das lembranças da minha vida, da minha primeira infância ou das primeiras lembranças minhas, meu pai sentado na cama de manhã lendo o Evangelho Segundo Espiritismo. Ele fazia o esforço para ler sobre o Espiritismo ali, mas ele chegou 50 anos com a convicção de que não precisava ler, estudar, porque a gente ouvia as palestras e resolvia. O palestrante esclarecia as coisas pra gente, então não precisava ler. E ele falou isso para mim e pro meu irmão Geraldo. Quando ele falou isso, o Geraldo olhou para mim, eu olhei pro Geraldo e o nosso pai nos ensinou a ter o valor da própria opinião. Então nós falamos quase em coro com ele. Papai, nós discordamos do Senhor. Porque o palestrante ele fala de segunda mão sobre o que ele leu, conta as
pai nos ensinou a ter o valor da própria opinião. Então nós falamos quase em coro com ele. Papai, nós discordamos do Senhor. Porque o palestrante ele fala de segunda mão sobre o que ele leu, conta as experiências dele relacionadas com o assunto, mas pra gente entender de fato, nós temos que buscar o pensamento do autor que escreveu para ter a visão de primeira mão, né? Então é muito importante estudar o espiritismo. Uma doutrina de estudo. A minha mãe contou tempos depois que naquele dia ele entrou para casa, chegou lá dentro e disse assim: "Cida, onde é que tá aquele livrão do Kardec que você comprou?" E a minha mãe aprendeu comigo a comprar livro dos vendedores ambulantes. Passava na porta, né? E um dia passou vendendo uma tradução com cinco livros do Pentateuquiano, né? Começando com o livro dos espíritos e terminando com a Gênese. E ela comprou e ele pediu e ela então deu para ele. Quando ele desencarnou, eu acho que ele já tava na 18ª vez que ele lia esse livrão de ponta a ponta, não é? E passou a ler. Depois disso, ele pegava os livros, lia e botava numa caixinha, uma caixinha assim, ó, porque ele ia pro centro de ônibus, né? Então, quando enchia a caixinha ele levava pro centro André Luiz aqui no Guará, aqui no cidade de satélite de Brasília para distribuir para pessoas que não podiam comprar livro. Ele nunca formou biblioteca porque ele fazia essa distribuição, mas entendeu que precisava ler. Ele desencarnou. Passado um tempo, eu visitando a minha mãe, subi em cima, que tinha uma uma área lá de cima, né, de de minha mãe botava para eh botar roupa para secar no varal e tinha lá um um com a mesa, com as cadeiras e era onde o meu pai subia todo dia para ler. Quando eu cheguei lá em cima, tava o último livro que ele tava lendo com o caderninho das anotaçõezinhas dele que ela anotava para ele mesmo, não é? As coisas. Aí eu falei: "Mamãe, a senhora não recolheu?" "Ai, meu filho, é que quando eu subo para estender a roupa, eu olho e lembro do seu pai". Ela levou um tempo para
notava para ele mesmo, não é? As coisas. Aí eu falei: "Mamãe, a senhora não recolheu?" "Ai, meu filho, é que quando eu subo para estender a roupa, eu olho e lembro do seu pai". Ela levou um tempo para conseguir tirar o livro de lá e as coisas que ele tinha deixado, né? Então é muito interessante a capacidade do espírita, que é uma capacidade do ser humano de se autossuperar, de não se acomodar. É preciso ler. Então, por isso que a gente recomenda a vocês, não venham para esse estudo sem ter lido pelo menos os textos que a gente tá estudando no dia. É uma oportunidade de conhecer o livro dos méduns para vocês mesmos anotarem as dúvidas, riscar no livro que achou que chamou atenção, não é? e fazer anotações. Isso é muito importante. Tá bem? Aí nós vamos fazer uma pergunta da Graziele, paraa Camelita agora que ela colocou aqui para nós e depois tem mais uma da Claudete. Uhum. Como se explica aquele fenômeno dos que estão quase para morrer, que quase sempre dizem estarem vendo parentes já desencarnados? Como é que a gente entende isso? André Luiz, ele traz a ali no domínios da mediunidade, eh, mediunidade no leito da morte. Ele tem um capítulo que ele fala sobre isso daí, né, que é que é exatamente isso. Daí você começa, né, até o desdobramento, como a gente temos, né, toda noite começa a ter já esse desdobramento e perceber então, né, naturalmente os espíritos que estão à volta ali, né, para te ajudar, recepcionar. E então é um capítulo até muito interessante que ele conta de de vários casos ali, né? até que que ela se desloca, vai até a irmã dela se despedir. É um capítulo muito emocionante, mas é natural porque ele já passa, né, a ter aquele momento já de emancipação da alma, né, já se preparando para ficar sem por esses sentidos físicos que a gente tem. Conforme vai se desprendendo da organização física, começa a ver o mundo espiritual. Começa a ver. Exatamente. Eu, você me lembrou aqui, né,essa pergunta aqui da Graciele, a criança, né, que no período inicial da reencarnação, ele também vê os espíritos
omeça a ver o mundo espiritual. Começa a ver. Exatamente. Eu, você me lembrou aqui, né,essa pergunta aqui da Graciele, a criança, né, que no período inicial da reencarnação, ele também vê os espíritos com mais facilidade, né? Exatamente. É, e que também André Luiz vem nos eh vem nos contar, né, a ali em em Missionários da Luz, né, ele ele ele faz essa colocação que a reencarnação na criança, ela só se completa, né? A a reencarnação ela inicia, ele fala bem clara isso, inicia no momento da fecundação e se completa entre 7 e 8 anos de idade, a reencarnação. Quer dizer, então quando começa realmente a a a ficar só mesmo com esses sentidos, né, com a inteligência e aí a expressão da personalidade, né, Euzita da Claudete. Então é a questão da Claudete para o Raildo. Se somos únicos como seres humanos, cada um tem seu desenvolvimento pessoal. Minha pergunta: Não se está rotulando tudo por uma crença única? Não, em absoluto. É dando a cada um segundo as suas obras, não é? Conforme nos disse o Cristo, eu terei mais se tiver me esforçado por ter mais. Terei menos se tiver me acomodado. Então não há nisso nenhum privilégio, não há nisso nenhuma num uma crença. A crença de que, né, nós todos nós haveremos de nos elevar. O tempo desse processo é que vai depender de cada um. Certo? Um mais rápido, outro mais lento, mas todos hão de se elevar, não é? É qual tal qual uma eh o estudante no colégio. Muito b eu passei de matéria, passei no no de disciplina, eu vou para o ano seguinte, quem não passou fica, não é? E ainda tenho mais o aspecto de não retrogradar, você não involuir, não é? E ainda na eh também eu quero crer, vai embasar mais esse entendimento no o item 11 do da do livro da seara da daquele a diz diz o seguinte: entretanto a obra do entendimento é encetada com Allan Kardec, que esclarece a posição da doutrina e do fenômeno, como quem separa do trigo a vestimenta de palha, estabelecendo rumos criando obrigações e definindo responsabilidades. Então, todo aquele que se propuser a estudar o espiritismo,
utrina e do fenômeno, como quem separa do trigo a vestimenta de palha, estabelecendo rumos criando obrigações e definindo responsabilidades. Então, todo aquele que se propuser a estudar o espiritismo, mas estudar seriamente, jamais ficará no lugar comum. Como diz eh eh mana, a a o Kardec tratou de tirar aquela vestimenta da palha, daquela coisa ilusória. Nós temos, sabemos hoje de tudo, mas ainda nos dizem: "Mas como toda edificação espiritual obedece a cronologia da mente, ainda hoje encontramos milhamos de pessoas na fase ainda do aviso, ou seja, naquela fase ainda de Radesville. Uhum. e milhares outras na fase da chegada, ainda chegando entre a esperança e a convicção. Então, a todos nós é dada a oportunidade. Não há privilégio entre os filhos de Deus. Uhum. Todos são filhos de Deus e temos as mesmas oportunidades. Agora, o aproveitamento dessa oportunidade, dessas desses dons, né, que nós recebemos, é que depende de cada um. No que eu tô fazendo com o meu tempo, do que eu tô fazendo com a a minhas possibilidades financeiras, eh, com tudo mais que tenho, tô fazendo, tô indo pro bem. Tô buscando o que é correto, que é salutar, ou apenas tô me iludindo com a matéria? Uhum. Porque a ilusão da matéria é essa que realmente nos faz eh parar, né? Ou senão permanecer com na na no mesmo na mesma estação, digamos assim. Muito bem. Eu só agregaria o que Raildo comentou, que não é uma questão de crença, né? Não, a questão não é de crença, porque o espiritismo ele vai além da crença. Ele nos propõe no Evangelho Segundo o Espiritismo, está lá bem claro colocado, crede em Deus, mas sabendo por quê? O Espiritismo é uma doutrina de raciocínio lógico, não é? E ela não tem a pretensão de ser única de forma nenhuma, não é? Então, eh, há distintos caminhos de acordo com as capacidades e possibilidades das pessoas. Agora, o que acontece é o que o Leon Deni colocou. Ele disse assim: "O espiritismo não é a religião do futuro, é o futuro das religiões." Por quê? Porque o espiritismo trata da lei natural, da lei
as. Agora, o que acontece é o que o Leon Deni colocou. Ele disse assim: "O espiritismo não é a religião do futuro, é o futuro das religiões." Por quê? Porque o espiritismo trata da lei natural, da lei divina. O espiritismo não trata de crença, ele trata de fato. Então nós espíritas somos espíritas por convicção e não porque a gente crê simplesmente, porque a gente sabe que é assim, não é? Então, eh, não é que a gente seja melhor que os outros e não somos, pelo contrário, nós temos mais responsabilidade. É o que o codificador coloca para nós. Nós temos mais responsabilidade. Nós somos, porque aquele que recebeu, mais ele será pedido, não é? Então, é preciso que a gente esteja bem atento a isso. Vamos apresentar o que o Aldo e a Nagila comentaram item. Eu vou fazer o item 42. Então, a pergunta para a Camilita pra gente avançar. OK. Aqui o Aldo comentou: "Somos seres espirituais vivendo uma experiência onde a matéria é uma lição, a prova humana. É o nosso desafio aqui, não é? E essa daqui, é a Nila coloca, cada ser no seu perespírito absorver e individualiza o fluido cósmico universal que adquire, então propriedades características permitindo distinguir esse fluido entre todos os outros. Esses fluidos perespirituais circulam no perespírito comandados pela mente. É uma realidade, não é? É o que acontece. Esse é outro assunto que vai ser aprofundado, gente, ainda no estudo, tá bem? Exatamente. E a Solange Fonseca destacou que realmente a leitura é importante, mas sem a concentração, o estudo não acontece. Então, as anotações são muito valiosas. É importante que a gente não é, não fique na simples leitura, que a gente estude. Lerê é importante, mas tem que estudar. Então, carita, item 42. E como é o sistema das causas físicas e como o Kardec refuta? Pois é. Então aqui ele encerrou aquela primeira parte de negação total de daqueles que negam, que são contra, né, o espiritismo, né, ali passa pelo charlatanismo, ilusão e todas as coisas que nós vimos aqui. Esses daqui das
encerrou aquela primeira parte de negação total de daqueles que negam, que são contra, né, o espiritismo, né, ali passa pelo charlatanismo, ilusão e todas as coisas que nós vimos aqui. Esses daqui das causas físicas, eles reconhecem que existe realmente algum fenômeno acontecendo, fenômeno físico acontecendo, e que isso daí advém de um movimento do médium ou dos assistentes através de magnetismo, um tipo de eletricidade, ele não explica bem qual, mas seria algo, ou um ou um fluido qualquer. Quer dizer, então, eh, é tipo assim, de uma energia do médium e dos assistentes que estão ali, ele coloca que estaria acontecendo aquilo, né? Aí Kardec para e faz pensar, né, como sempre, né, dizendo que a ciência ela tem que comprovar ah as suas teses, as suas hipóteses em todas as situações. Então, numa experimentação científica, ela tem que acontecer em todas eh as condições, né, para isso daí tem que ter a mesma condição e chegar na mesma conclusão. Então tem que ter a aquela parte unânime, né, verdadeira. O que não acontece aqui com isso, porque se fosse apenas o movimento até poderia tá certo, mas ele coloca assim: "Esse movimento ele, essas pancadas eh tem uma inteligência, tem uma vontade comandando, porque respondia, né? Sim, uma pancada, não, duas, sobe, desce. Ela ia fazendo, né, as pancadas iam dando respostas e mostrava que existia uma vontade ali, né? Existia um pensamento dirigindo aquele movimento. Não era apenas um movimento físico de um fluido, de um de um magnetismo, mas que aquele movimento tinha um pensamento dirigindo o movimento. Então, muitas experiências ali foram feitas com Kardec, aonde ele prova isso daí, né? existe, né, para esses aqui que diz não existe o movimento. Sim, existe, mas o movimento tem vontade, tem inteligência, ele é mantido por isso daí. Muito bom. Eh, Raildo, você pode, por gentileza, explicar o sistema do reflexo e fazendo comentários até o parágrafo tr desse item 43, por favor. Vejamos. foi reconhecida a ação inteligente. Reconhecida a ação
. Eh, Raildo, você pode, por gentileza, explicar o sistema do reflexo e fazendo comentários até o parágrafo tr desse item 43, por favor. Vejamos. foi reconhecida a ação inteligente. Reconhecida a ação inteligente. Restava saber de onde provinha essa inteligência. Eh, julgou-se ser a do médium ou a dos assistentes a se refletirem como a luz os raios sonoros ou os raios sonoros. Era possível. Só a experiência poderia dizer a única, a última palavra. Mas como diz Kardec, notemos antes de tudo que esse sistema já se afasta por completo da ideia puramente materialista. Então, a ideia materialista não sustentava esse sistema. Para que a inteligência dos assistentes pudesse reproduzirse ouvir indireta, preciso era que se admitisse existir no homem um princípio exterior do organismo. Então, se o pensamento externado fora sempre ou a o dos assistentes, a teoria da reflexão estaria confirmada. Mas como continua Kardec, embora reduzida a estas proporções, já não seria do mais alto interesse o fenômeno, já não seria a coisa bastante notável o pensamento de repercutir num corpo inerte a se traduzir eh se traduzir pelo movimento e pelo ruído. Já não haveria aí o que excitasse a curiosidade dos sábios? Porque então a desprezaram eles que se afadigaram na pesquisa de uma fibra nervosa. Aí continua Kardec. Só a experiência podia confirmar ou condenar essa teoria e a experiência a condenou, porquanto demonstra a todos os momentos e com os mais positivos fatos que o pensamento expresso não somente pode estar estranho aos assistentes, aos assistentes, como lhe é muitas vezes contrário, e contradiz todas as ideias préconcebidas e frustrada de todas as previsões. Com efeito, como diz, continua Kardec, é difícil, difícil me é acreditar que a resposta provenha de mim mesmo. Como eu posso pensar no branco e se o o médio fala do preto, como é que sou eu que tô? Então, a todo então nisso aí ele foi a questão dele. Acho que o terceiro parágrafo é esse, né? Isso. Isso. Muito bom. Aí nós vamos na
no branco e se o o médio fala do preto, como é que sou eu que tô? Então, a todo então nisso aí ele foi a questão dele. Acho que o terceiro parágrafo é esse, né? Isso. Isso. Muito bom. Aí nós vamos na sequência pedir para Carita completar o pensamento com que Kardec desenvolve aí, né? A partir do do parágrafo terceiro, ele faz uma série de perguntas para evidenciar que esse sistema do reflexo aí ele não explica tudo, não é? Exatamente. Podia comentar, Carita. Aham. Eh, e ele começa a fazendo ali uma pergunta, né? Se numa conversação tem um pensamento igual o meu, quer dizer, aquela pessoa que tá falando, tá falando o que eu penso. Por exemplo, o Raildo colocou aqui, fez uma colocação. Eu concordo com a colocação dele, tô achando que tá certo, então eu vou pensar que o Raúlto tá falando aquilo porque eu tô refletindo isso nele. Seria isso que ele que ele tá perguntando. Como é que pode acontecer isso? Não é? Então, quer dizer, isso poderia eh até se estávamos concordando, mas como ele fala assim, mas muitas vezes o médium fala uma coisa e você tá pensando outra, não acontece isso sempre numa conversação, né? Então isso daí não explica tudo. Aí ele diz assim, mas tem algumas coisas também que não explicam, por exemplo, ah, a psicografia a escrita por médiuns que não sabem escrever. Hoje a o analfabetismo já tá praticamente erradicado, mas antigamente, eu digo assim, bem antigamente, né, no movimento espírita há mais de 50 anos, a gente sabia, tinha casos, né, daqueles que que escreviam psicografia e e sabia que que ele não tinha a a instrução, não era alfabetizado. Isso daí eu acho que os mais antigos estão lembrado desses casos, né? Também outro que ele fala assim como que muitas vezes vem uma mensagem ou uma psicofonia ou uma uma psicografia. vem uma mensagem com um alcance filosófico grande, né, de pensamentos eh eh que constróem eh um parecer profundo ali de pessoas iletradas, quer dizer, com pouco estudo. E aí a gente lembra do nosso querido Chico, que fez só até o segundo ano, mas
nde, né, de pensamentos eh eh que constróem eh um parecer profundo ali de pessoas iletradas, quer dizer, com pouco estudo. E aí a gente lembra do nosso querido Chico, que fez só até o segundo ano, mas aquelas mensagens de Emanuel, com aquela profundidade filosófica, né? Ah, o conhecimento científico que André Luiz tinha ali, quer dizer, então se via que não era, né, dessa encarnação, pelo menos não era ali dele. Seria eh esse também um exemplo, né? e outros exemplos que eu acho que muitos até já vivenciaram também na nas reuniões mediúnicas, né, de você fazer uma pergunta e o e e mentalmente e o espírito responder, né? Eu vivenciei isso uma vez, uma reunião, eu fiz uma pergunta por uma dúvida que eu tinha e o espírito respondeu. Quando foi na avaliação, os companheiros assim, nossa, mas por que que será que ele falou isso? Não entendi porque ele colocou isso. Aí eu eu tive que falar é que eu perguntei sobre isso. Aí ele respondeu. Mas quer dizer, eles forem, eles perceberam, né, que a que ele falou alguma coisa que não tava na sequência, porque eu tinha feito uma pergunta, né? E mas isso não é sempre, né, que que também tá acontecendo. Eh, também na questão de línguas, né, diferente, né, quantos médiuns têm, né, a xenoglobia, que é a a a mediunidade de falar em língua diferente do médium, né? também tive essa experiência de ter um médium também que ele até cantava óperas em italian e ele não sabia nada de outras línguas em alemão, ã, e até línguas nativas, né, que a gente não reconhece o que era. Então isso daí antes, eu acho, né, eu tô falando antes porque, gente, eu tenho muito tempo aí de doutrina aí, né, porque mas é antigo. Hoje já a gente já não vê tantos esses casos assim, né? Mas mas ali ele colocava algumas coisas que a gente via mesmo, né? Então assim, isso tudo eh vai demonstrando, né, que não é do médium, né, que é uma outra inteligência, né, e que isso prova, né, que os médiuns e assistentes eles não tinham essa interferência na eh na comunicação, tá?
tudo eh vai demonstrando, né, que não é do médium, né, que é uma outra inteligência, né, e que isso prova, né, que os médiuns e assistentes eles não tinham essa interferência na eh na comunicação, tá? H, prova também, né? Eh, ele lembra, Kardec lembra também da a escrita direta, né, que também atualmente a gente quase não vê, mas nós tivemos já vários casos, né, eh, que foram publicados e Kardec também publicou de mensagens em guardanapo, em papel, né? Então, que é feita a mensagem sem o uso do lápis, né, ou da caneta, né, na época da pena ali que ele falou. Quer dizer, então várias coisas, várias provas, né, de que realmente ali vinha eh do médium realmente, né, que era uma outra inteligência, né, que atuava ali no no médium, né, poderia sim ter uma ação fluídica, porque ele também não explica aí essa questão do perespírito, né, mas ele diz assim que pode ter sim uma ação fluídica, mas que tem uma inteligência, isso tem e é uma outra inteligência. né? Ah, e que ele a acaba dizendo que a reunião, né, de com pessoas honestas, tudo se muitas vezes e se fosse isso, né, a se fosse o médium que estaria dito, às vezes ele poderia dizer até coisas que machucassem algumas outras pessoas, fossem grosseira, né, e que todos iriam perceber que era a lei do médium, né, e que não é isso que acontece, né, que não é a a forma ali do médium falar, se vê que não é dele, não é característico dele. Eh, como ele falou antes, né? Muitos falam assim: "Nossa, eu nunca pensei que eu poderia falar isso". Quer dizer, são assuntos completamente diferentes, né? Eu gostaria daqui de tá tá lembrando um autor muito importante, o Alexander Axarkovsk, que foi um filósofo russo, que ele escreveu o livro Animismo e Espiritismo em 1906. E e ele começou, né, assim, ele ele passado um tempo, né, quando ainda se falava dessa interferência do médium, porque o animismo é interferência do médium na mensagem, mas a doutrina espírita vem nos explicando e depois a gente vai ver na segunda parte, né, só adiantando aqui que ah o médium ele ele
do médium, porque o animismo é interferência do médium na mensagem, mas a doutrina espírita vem nos explicando e depois a gente vai ver na segunda parte, né, só adiantando aqui que ah o médium ele ele coloca assim o entendimento dele porque ele é um inérprete, né, do pensamento do espírito. Então ele coloca ali determinadas palavras e ele precisa também dessa dessa dessa colocação dele. E aí a gente lembra também de André Luiz no eh em em Missionários da Luz, o primeiro capítulo, ele fala o do psicógrafo, né, que é o título do capítulo, em que ele diz que o espírito mentor iri e se aproxima, coloca uma mão em cima da mão de do médium e a outra ele enlaça e vai para o outro lado esquerdo e coloca na cabeça do médium. E André Luiz comenta como se ele quisesse captar conhecimentos do médium. Então o espírito também precisa, né, que o médium tenha determinados conhecimentos, né, para que ele possa, então ele tem sim eh uma certa interferência, mas no sentido de tá complementando e tá ajudando a traduzir aquele pensamento. E mas o Alexander, ele fala ali, ele traz provas ali nesse livro, ele fala das fotografias transcendentes, que hoje também nem sei, mas porque já foi muito mostrado isso, né? que fotos que aparecem em espírito já desencarnado em casamento, em velório do lado dos companheiros, né, da alma humana, foi o primeiro. Quer dizer, então depois também vieram eh alguns trabalhos que ajudaram Kardecar e a comprovar, né, a essas colocações de de opositores, né, da doutrina. Acho que seria isso aí. Ah, sim. Ah, tem tem a respeito do da colocação dele, né, no livro dos espíritos da Introdução, que ele faz a a colocação, mas da onde vem a teoria do espiritismo, né? Então é de um sistema imaginado. Aí ele discorre tudo isso aí dizendo que não, né, que jamais, né, que que os médiuns ali eh se vê que que eh as comunicações são independentes do conhecimento e da forma do médium, que muitas eh mensagens ali tem tem pensamentos, como foi colocado aqui, até diferente dos
ue os médiuns ali eh se vê que que eh as comunicações são independentes do conhecimento e da forma do médium, que muitas eh mensagens ali tem tem pensamentos, como foi colocado aqui, até diferente dos médicos, como forma de falar e tudo mais, né? Eh, então ele ele veio falar disso daí também no livro do dos espíritos, né, na introdução e na conclusão ele fala um pouco disso. Ótimo, Carmelita. Eh, não sei se o Raildo rapidamente quer fazer algum comentário sobre tópico ainda. Quer comentar? Só eh só lembrando eh só uma mais uma ilustração. Eh eh E Eurípedes Barçanufo, né, diz que ele antes de começar ele ele era um católico fervoroso, presidente da da da sociedade da local lá de Sacramento. E o tio, um tio dele que morava numa fazenda distante sempre o chamava, convidar para as sessões espíritas que ele fazia na nessa fazenda. E ele ele era muito, né, retente em razão da da própria eh de frequentar a religião católica. Porém, um dia ele foi até a nível de de como que fazendo um desafio. Em pensamento, ele lembrou, ele questionou uma passagem no, salvo engan de Pedro, na epístola de Pedro que ele não entendia. E um médium que, segundo eh é dito nesse livro, ele mal sabia o que era uma xícara, né? um ó porque tomar café eh numa xícara. Ele fez toda a exposição daquele ponto que ele que ele ele ele não acreditar, quer dizer, ele não aceitava da Igreja Católica sobre aquela passagem evangélica. Ele deu toda a ele toda a explicação e ele ficou convicto, não é? Sim. E a só só a quisa de de eh num primeiras falas que eu fiz, falei sobre o mundo de regeneração. Isso numa numa terça-feira, na quinta-feira na nossa reunião mediúnica, apresentou-se numa irmã e me dizia, eh, posso lhe chamar de meu filho? Primeiro falei, pode minha irmã. Só olhe, quando você falar do mundo de regeneração, fale com mais fé, fale com mais ênfase. Uhum. Porque aqui de onde eu estou, tô cercado de um de um número muito grande de crianças de onde eu estou. Tô vendo seu planeta azul e vão estar aí com
ração, fale com mais fé, fale com mais ênfase. Uhum. Porque aqui de onde eu estou, tô cercado de um de um número muito grande de crianças de onde eu estou. Tô vendo seu planeta azul e vão estar aí com vocês. Eu não disse nada, mas pensei: "Eu não vou ver mais dada a minha idade, né? Eu imaginei, não vou estar não. Disse: "Não, não, meu irmão, não, não. Vão estar inclusive com você." E me deu três sinais e os três sinais estão comigo. Uhum. Muito bem, Euzita. Vou colocar aqui os comentários e ser contigo. OK. Eh, a Nila coloca que os fluidos em si são neutros. O tipo dos pensamentos e sentimentos do espírito é que lhe imprimem determinadas características. É isso mesmo. Os nossos pensamentos imprimem características boas ou más aos fluidos que nos circundam. Por isso, é muito importante nós termos pensamentos retos e sempre pautados no bem, no positivismo, para nós evitarmos e estarmos contaminando o local onde nós estamos. O Aldo colocou: "Os médiuns são os órgãos materiais pelos quais os espíritos se exprimar inteligíveis aos homens." E aí do Silvio, opa, perdão, do Silvio Yusita. eh, comentou o livro que a Carmelita se referiu do Axacov, Animismo e Espiritismo, excelente livro, estou lendo por indicação do Cos Campete. Olha aí, tá valendo. Excelente. Muito bem. Aí foi já, né, eh, recomendação repetida, porque o livro é bom mesmo, né? Exato. E Ana Menezes coloca ainda: "O médium precisa conhecer a doutrina espírita para compreender o universo, a si mesmo e aos outros seres como criaturas evolutivas regidas pela lei de causa e efeito, a compreensão do intercâmbio mediúnico, ação do pensamento sobre os fluidos, natureza e situações dos espíritos no além pelo espírito e suas propriedades na comunicação mediúnica. Tudo isso aqui vai sendo estudado aqui ao longo do tempo. Vamos encaminhar então pro fechamento, não é? Sim. No nosso próximo encontro nós daremos continuidade ao estudo de O Livro dos Médiuns pela primeira parte, Noções preliminares, no capítulo 4 dos sistemas. E vamos para os itens 44 a 51.
to, não é? Sim. No nosso próximo encontro nós daremos continuidade ao estudo de O Livro dos Médiuns pela primeira parte, Noções preliminares, no capítulo 4 dos sistemas. E vamos para os itens 44 a 51. Nós sugerimos que você leia antes, destaque, né, os assuntos que te chamam atenção e também anote as suas dúvidas para serem apresentadas aqui à medida que os itens forem sendo apresentados. Então, nós agradecemos a Carmelita e ao Raíldo que estiveram conosco neste estudo. Agradecemos a todos vocês que estão em sintonia e lembramos, vamos nos preparar para a nossa próxima sexta-feira, nos trazendo para o conhecimento deste destes itens do capítulo 4, 44 ao 51. Fiquem todos com Deus. Fiquem em paz. Agradecimentos ao Marcos que nos dá o apoio aí nos bastidores do Portal do Consolador. Um grande abraço a todos. Até a semana que vem. Até. Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele
rabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A Padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br BR e faça sua doação. เฮ
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