#05 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Noções preliminares - Parte 4

FEBtv Brasil 12/04/2025 (há 1 ano) 1:16:05 1,551 visualizações

Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 5 - Primeira Parte. Noções preliminares. Cap. III Do método. Itens 24 a 29. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer parte do grupo do estudo, acesse: Telegr...

Transcrição

Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Ovvero dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Boa noite, amigos, companheiros de doutrina espírita. E vamos agora iniciar mais uma noite de estudos de O livro dos Médiuns no trabalho do CFN da FEB em parceria com o portal do Consolador. Sejam todos bem-vindos. Que nós tenhamos na noite de hoje momentos bem agradáveis. Já que estudar a doutrina espírita favorece a o nosso crescimento, favorece o nosso bem-estar. Hoje nós estamos contando aqui com a parceria dos nossos companheiros aí, a Natália Melo, né, que vai estar conosco conduzindo esse estudo. Isso em decorrência da ausência do Carlos Campete, que está em tarefa em São Paulo, também pela pelo movimento espírita, pelo CFN FEB. Então nós vamos contar com a Natália aqui na condução junto comigo e teremos a presença aí para debater conosco do Carlos Henrique e a Carolina Caroline Fonseca, né, nossa amiga já de muita data. Então sejam bem-vindos também Cláudio e Carolina. O o a Caroline Fonseca, ela é palestrante, divulgadora da doutrina espírita, é facilitadora de grupos de estudo do Evangelho Rede Vivo na Federação Espírita Brasileira. e no Centro Espírita Sem Fronteira, o CESS, onde também colabora no núcleo da família Juventude Espírita e Cláudio Henrique Dantas, companheiro do Nordeste, palestrante espírita, dirigente dialogador em reunião mediúnica e é diretor também da área de mediunidade da Federação Espírita do Rio Grande do Norte. Só lembrando que eu sou aí de perto, eu sou do Ceará, né? a Natália lá da Paraíba, o Cláudio do Rio Grande do Norte e só a Carolina que é do lado de cá, mas estamos todos aí, digamos, no mesmo caminho, estamos todos no mesmo barco. O timoneiro é Jesus. Então, sejam todos bem-vindos e eu passo a palavra agora à Natália para que ela possa também se

cá, mas estamos todos aí, digamos, no mesmo caminho, estamos todos no mesmo barco. O timoneiro é Jesus. Então, sejam todos bem-vindos e eu passo a palavra agora à Natália para que ela possa também se apresentar e nós darmos continuidade aos estudos de O livro dos Médiuns aí, como está programado eh no capítulo terceiro do método. Boa noite, querido Samuel. Boa noite, Cláudio, Caroline, que alegria estar com vocês e a todos os nossos internautas que estão conosco na noite de hoje, dando continuidade ao estudo do livro dos médiuns. Para você que vem acompanhando, nós estamos hoje na quinta, no quinto capítulo de estudo nosso aqui. Mas para você que já sabe, nós sempre anunciamos antes, você que tá chegando agora, é exatamente o ponto, a primeira parte, noções preliminares, capítulo 3, do método dos itens 24 a 29. Lembrando que você pela internet pode já deixar as perguntas relacionadas a esses itens que os nossos colaboradores na noite de hoje vão nos ajudar a entender um pouco mais sobre eles, tá bom? Como é que a gente não perde tempo? Vai logo direto aos estudos, né, Cláudio e Caroline? Vamos aqui começando justamente sobre o item 24. Eu vou pedindo ajuda de Cláudio. Cláudio, que tipos de opositores do espiritismo apresenta Kardec nesse item? Ele já começa logo de cara para aqui. Você que tá chegando, é aquela parte que é o beabá mesmo de método, de estudo, de todo o introdutório, né, da doutrina. São esses? Boa noite, Natália. Boa noite, Samuel, boa noite Caroline. Todos que nos acompanham. Saudamos afetuosamente os queridos amigos, irmãos e irmãs, estudiosos da seara mediúnica. Trazemos um abraço afetuoso do movimento espírita do Rio Grande do Norte, das terras de Alta de Souza, que nos dizem versos nas trilhas da humanidade, qualquer caminho a transpor pede a ponte da humildade e a luz divina do amor. Que estejamos unidos nessa ponte, iluminados pelo achote da esperança e que Jesus nos inspire hoje e sempre. O que tipos de opositores do Espiritismo apresenta Allan Kardec no

e a luz divina do amor. Que estejamos unidos nessa ponte, iluminados pelo achote da esperança e que Jesus nos inspire hoje e sempre. O que tipos de opositores do Espiritismo apresenta Allan Kardec no item 24 do livro dos médiuns? Antes de responder essa pergunta especificamente, eu gostaria de trazer uma frase do escritor Edry, que muito me lembra o livro dos médiuns, quando ele nos diz que quando for convidar alguém para navegar, não fale apenas de técnicas de navegação, nem as formas de construir os barcos, mas fale principalmente do amor pela infinita imensidão do mar. Então, o livro dos médiuns é aquele que nos convida à navegação, nos ensina as técnicas dessa viagem segura para qualidade, a prática mediúnica com Jesus, mas sobretudo nos convida a amar a imensidão da imortalidade e do intercâmbio com o mundo espiritual, considerando que mediunidade é fenômeno de cooperação e solidariedade entre as múltiplas dimensões da vida. Então, partindo paraa resposta especificamente a respeito dos opositores do Espiritismo, considerando o texto do item 24, Allan Kardec amplia sua análise sobre os opositores do Espiritismo, identificando outros perfis além dos céticos sistemáticos que estudamos na semana passada. Ele reconhece que há uma grande diversidade de atitudes diante da proposta da doutrina espírita. mencionando antagonistas que se agrupam em várias matizes, os quais ele descreve esses incrédulos como sendo os incrédulos por usilanimidade. E é importante explicar essa palavra que significa fraqueza de ânimo, falta de energia, de firmeza, de decisão. Então, são esses os que têm medo de acreditar ou de se posicionar, receando o julgamento alheio ou mesmo as consequências sociais. Não tem coragem de formar opinião própria. Segundo o codificador Allan Kardec, esses tendem a mudar de postura quando percebem que os outros não sofrem mal algum por acolherem a proposta do espiritismo. Ou seja, quando vem que não há um castigo divino ou escândalo real. em aceitá-lo. Segue Allan Kardec nos

ura quando percebem que os outros não sofrem mal algum por acolherem a proposta do espiritismo. Ou seja, quando vem que não há um castigo divino ou escândalo real. em aceitá-lo. Segue Allan Kardec nos falando dos incrédulos por escrúpulos religiosos. São os que rejeitam o espiritismo por acharem que ele fere os princípios da religião que seguem. Porém, Kardec afirma que essa rejeição advém da falta de estudo de preparo prévio. Um exame mais profundo revelaria que o espiritismo não se opõe a nenhuma manifestação ou corrente de fé religiosa, mas sim a fortalece, porque repousa sobre bases fundamentais da religião, respeita todas as crenças, inspira sentimentos religiosos nos indiferentes, revigora o bom ânimo e a fé. que a tem enfraquecida. E por fim nos fala o insigni codificador a respeito dos incrédulos por orgulho, por espírito de contradição, por negligência, por leviandade, que é a falta de seriedade. Aqui Kardec lista uma série de motivos de ordem moral e pessoal que podem explicar esse tipo de rejeição ao espiritismo e nos falam do orgulho que impede a pessoa de aceitar algo novo que possa colocá-la em posição de rever as suas convicções. Nos observa o espírito de tradição de muitos que se opõem por hábito ou prazer de contrariar. pontua a respeito da negligência dos que rejeitam ativamente, mas ignora falta de interesse ou esforço por entender. E por fim, trata a respeito da leviandade, observando que muitos abordam o espiritismo com superficialidade ou zombaria, sem o devido respeito ou reflexão. Essa análise nos lembra que no fluxo da vida é sempre necessário que possamos compreender a renovação que a vida nos chama a promover em nossa caminhada ascensional e evolutiva. O que nos recorda aquele diálogo entre Jesus e Pedro que está posto no Evangelho de João, onde o mestre amado diz ao discípulo: "Crê, te levarei onde não queiras ir. que porque onde nós não queremos ir, é onde está o nosso aprendizado. E recordamos da parábola do vinho novo, onde o mestre nos propõe que

amado diz ao discípulo: "Crê, te levarei onde não queiras ir. que porque onde nós não queremos ir, é onde está o nosso aprendizado. E recordamos da parábola do vinho novo, onde o mestre nos propõe que o vinho novo não deve ser colocado em odres velhos, de modo que arrebenta os odres e derrama-se o vinho e estragam-se os odres. Portanto, o vinho novo deve ser posto em odres novos e ambos se conservam. é o chamamento para construção de novos hábitos, abandonar as ilusões, como diria Emmanuela, antes que as ilusão as ilusões nos abandonem. E em resumo, a respeito desse item, podemos concluir que Kardec mostra através desse detalhamento que a rejeição espiritismo muitas vezes não está na razão, mas em atitudes emocionais, sociais e morais. e ele propõe o esclarecimento paciente como caminho para o diálogo com esses opositores. Muito bem, Cláudio. Cláudio expôs bem o o esse item 24. E nós devemos sempre lembrar que nesse capítulo aí dos do método, Allan Kardec vem nos lembrar a necessidade de se estudar metodicamente a doutrina espírita. A época de Allan Kardec, é claro, as oposições ao espiritismo, elas eram mais intensas, as pessoas não conheciam. havia ainda um domínio muito forte do pensamento medieval, apesar de que desde o século XVI a humanidade começa a se libertar desse pensamento aí, como por exemplo por ocasião do movimento do Iluminismo ali no século XVII, mas havia uma oposição muito forte e hoje essa oposição eh vemos muito mesmo como uma falta de compreensão do que seja a doutrina, do que ela vem a propor eh além dessas questões pessoais. dos orgulhosos e outros que o Cláudio colocou. Então, é importante que nós que já conhecemos a doutrina espírita um tanto mais ou já temos uma noção mais justa do que ele nos propõe, que nós também nos debucemos sobre esse capítulo do método para que nós possamos entender como nós vamos contribuir para a divulgação do espiritismo, a fim de que a Terra alcance a condição de mundo regenerado, né? Mas Natália, com você de

capítulo do método para que nós possamos entender como nós vamos contribuir para a divulgação do espiritismo, a fim de que a Terra alcance a condição de mundo regenerado, né? Mas Natália, com você de novo, minha amiga, aí para fazer a pergunta agora. Eu acho que pra Carolina que tá ansiosa aí para falar, Carol. Aí já vamos passando na sequência para você que tá nos acompanhando dentro do estudo pro item 25. Caroline, por favor, nos ajudem aqui a entender como os ã como são os incrédulos por decepção. Eu acho que isso até pega muito para muitos do dias de hoje, né? No dia de hoje. Saudações fraternas a todos e com o amparo da espiritualidade, nós vamos caminhar juntos nesse raciocínio. Quando nós nos depar com esse capítulo de O livro dos Médiuns, nós temos uma sensação ainda superficial que ele é dirigido para nós espíritas. Mas essa pergunta já nos diz que não. Nós estamos falando do espiritismo, mas a incredulidade ela perpassa várias crenças religiosas. E por que que eu estou dizendo isso? Porque quando nós entendemos o que Kardec define sobre a incredulidade por decepção, a nossa mente rememora vários religiosos que tinham as suas crenças e que perderam, entre aspas, a credulidade por decepções, por serem ludibriados. E voltando para o espiritismo, que é uma doutrina, como Samuel colocou, que exige um estudo sério, esse exigir é porque essa doutrina faz com que cada um de nós usemos a fé raciocinada. A partir do momento que eu estudo, que eu uso discernimento, que eu pondero, a minha razão começa a pulular, né, a dizer para mim os caminhos que fazem sentido e aqueles que não fazem. E aí eu me distancio dessa incredulidade provável por decepção, porque eu vou caminhar em estradas que eu já consigo reconhecer, ser mais seguras no campo da religião. Aqueles que são incrédulos por decepção, independente das crenças agora, são aqueles que foram iludidos. Quando a gente volta para o espiritismo, o Sr. Allan Kardec coloca: "São companheiros que tiveram uma confiança

incrédulos por decepção, independente das crenças agora, são aqueles que foram iludidos. Quando a gente volta para o espiritismo, o Sr. Allan Kardec coloca: "São companheiros que tiveram uma confiança exagerada em algo. São aqueles que sofreram o desengano, que não usaram o discernimento, a ponderação para entender os aspectos religiosos e até mesmo espirituais que lhes foram colocados. companheiros, como é colocado por Senor Allan Kardec, que tinham boa fé, eles não agiram de má fé. Nesse sentido, nesta boa fé, eles foram ludibriados. E é neste aspecto que ele coloca, foram ludibriados por aquilo que nós conhecemos ser o misticismo, os milagres da vida, as ilusões que entorpeceram a capacidade de discernimento no entendimento das coisas espirituais. E aí, nesse sentido, existe um ponto interessante que é colocado nesta questão. Aquele a quem, palavras do senhor Allan Kardec, aquele a quem os espíritos mistificam, geralmente é mistificado por lhes perguntar o que eles devem ou não devem dizer ou falar ou fazer. São companheiros que abrem esta brecha para leviandade, para o zombar, para as brincadeiras de espíritos que vão começando a entorpecer as suas mentes, trazendo respostas, trazendo soluções para questões que eles colocam na relação do invisível. Como que palavras do Senhor Allan Kardecinhassem pelos meios da adivinhação. Eles buscam o espiritismo, buscam os fenômenos para as profecias da vida, para a adivinhação. E imaginam que os espíritos existem para satisfazer essa curiosidade. E nesse sentido, nós sempre gostamos, lembramos de Samuel em outros estudos, né, Samuel, de fazer o estudo cruzado. Quando nós vamos à obra O Evangelho Segundo o Espiritismo, nós temos um capítulo específico sobre os falsos Cristos e falsos profetas que aliceam os caminhos daqueles que vão ter a decepção e vão começar a entender o Espiritismo de uma forma envieszada. Nós encerramos essa reflexão deste entendimento com a fala de João, primeira carta epístola, capítulo 4, versículo 1, onde João fala: "Não

vão começar a entender o Espiritismo de uma forma envieszada. Nós encerramos essa reflexão deste entendimento com a fala de João, primeira carta epístola, capítulo 4, versículo 1, onde João fala: "Não creiais, não creiais em qualquer espírito, meus amados, chamando-nos para o discernimento. Experimentais se os espíritos são de Deus, porquanto muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. E os falsos profetas trazem o misticismo, trazem a leviandade e trazem a incredulidade por decepção. Um ponto frágil, um ponto frágil para o entendimento do espiritismo. Porque a partir do momento que nós não usamos o discernimento, nós somos presas, entre aspas, muito vulneráveis a aqueles outros incrédulos que o nosso companheiro falou na questão anterior. É isso. Por hora, Samuel, você tá mutado. Muito bom, Carolina. Natália, você falou no início de que essa questão ela é muito atual para nós no movimento espírita ou Cláudio, não sei se ele quer complementar alguma coisa, mas eu gostaria de de que você falasse também, Natália, aí essa observação que você fez. Eu vou remorar um pouco também o estudo, por mais que estejamos aqui para dar essa conduzida dentro das perguntas, mas é muito importante, eh, dentro do seu convite, Samuel, porque a necessidade do estudo, da ilucidação transforma muito os ambientes e a cultura que a gente tem, principalmente dentro dos ambientes religiosos. A, uma das coisas mais libertadoras que a própria doutrina espírita tem, lembro-me e recordo-me, a Carolina que vem também do trabalho de juventude, né, Carol, eu vou trazer um pouco disso, é que a doutrina espírita nos dá a capacidade de bebermos do conhecimento, buscarmos orientação, mas termos o leme próprio desse comando. Então isso ajuda a dois aspectos. O primeiro para que a gente possa de forma muito racionalizada a questionar como o próprio Kardec nos coloca. E esse questionamento muito saudável, não é dizendo que não é verdade, mas é perguntando como se processa, o que é paraa construção do

uito racionalizada a questionar como o próprio Kardec nos coloca. E esse questionamento muito saudável, não é dizendo que não é verdade, mas é perguntando como se processa, o que é paraa construção do entendimento. O mais bonito dentro da doutrina espírita, que é justamente essa pergunta, essa questão que a gente tá colocando e que deve se processar nos outros ambientes religiosos, é que a gente coloque a nossa intenção de compreensão. O conhecimento religioso é uma uma construção, não é uma transmissão. É tanto que nós estamos aqui e eu vou aproveitando já convidando aos nossos internautas que estão conosco, por isso que a gente sempre faz isso, anunciamos o capítulo do estudo seguinte para que todos possam estudar. E aqui juntos, com as nossos questionamentos, com a leitura do próprio livro, as nossas intercalações com as outras obras chegaram ao conhecimento, mas é uma construção, nunca é uma imposição ou uma colocação de uma verdade. Tudo bem assim? Concordam, Caroline, Cláudio? Perfeito. Então a gente consegue seguir, Samuel, paraa nossa questão do item 26. Sim, vamos lá. Vamos seguindo que o tempo é rápido, né, nesse estudo e a gente precisa aproveitar o máximo possível os companheiros que aí estão para cooperar com esse estudo, né? Perfeito. Então, Cláudio, eu vou te fazendo a pergunta aqui, tá? Dando sequência a você que tá nos acompanhando, item por item do nosso estudo do livro dos médiuns. A você que tá chegando agora, muito obrigada por estar conosco. Cláudio. Os insertos formam uma numerosa classe. Assim nos afirmou o nosso codificador. Nossa entender um pouco do que que ele tava falando nesse momento. Esse trecho que trata dos incertos está insculpido no item 26 do livro dos médiuns. E nele Allan Kardec destaca a existência de uma classe muito numerosa de pessoas em relação ao espiritismo, os chamados incertos. E aí vamos entender com mais clareza o que isso quer dizer. Quem são os incertos? Podemos observar da da análise que Kardec nos traz, que são pessoas que não

ação ao espiritismo, os chamados incertos. E aí vamos entender com mais clareza o que isso quer dizer. Quem são os incertos? Podemos observar da da análise que Kardec nos traz, que são pessoas que não se opõem ao espiritismo e, por isso, não podem ser consideradas opositoras. também ainda não se firmaram plenamente como adeptos da doutrina espírita. Vivem em um estado de busca, de inquietação interior, como se tivesse uma vaga intuição de algo maior, mas sem saber exatamente o quê. Isso nos lembra um trecho do apocalipse de João, um texto simbólico, que diz que assim, porque és morno e não és frio nem quente, vou meitar-tei da minha boca. Então fala de uma transição planetária daqueles que são indiferentes perante as circunstâncias da vida. E como pensam e sentem os incertos? em geral acreditam em algo além da matéria, ou seja, são espiritualistas por princípio. Sentem que há mais na vida do que os olhos vêm, mas não sabem muito bem como explicar isso racionalmente. Os seus pensamentos espirituais estão dispersos, soltos, nebulosos, falta organização, clareza, sentido, propósito. E qual o papel do espiritismo perante esses insertos? Kardec diz que o espiritismo para esses funciona como um traço de luz, uma claridade que dissipa o nevoeiro, dá nome, forma e coerência aquilo que eles já pressentiam. Oferecem respostas racionais, lúcidas, consoladoras e bem estruturadas que aliviam as dúvidas e as angústias. Por isso, muitos acolhem a doutrina espírita com entusiasmo. Ela confirma e esclarece aquilo que já sentiam no íntimo, mas não conseguiam expressar. E podemos nos indagar porque Kardec diz que são os incertos a classe mais numerosa, porque muitas pessoas carregam dentro de si essas inquietações espirituais no seu mundo íntimo. Uma vontade de entender melhor a vida, o sofrimento, a morte, o destino, a existência de Deus e todas essas questões que permeiam a nossa busca filosófica e espiritual. Nem todas estão convencidas, nem todas rejeitam. A maioria vive nesse meio termo. E esse

rte, o destino, a existência de Deus e todas essas questões que permeiam a nossa busca filosófica e espiritual. Nem todas estão convencidas, nem todas rejeitam. A maioria vive nesse meio termo. E esse grupo representa um vasto campo, portanto, de corações e mentes que estão abertos ao aprendizado, que muitas vezes só precisam de um contato respeitoso, esclarecedor com a doutrina para florescerem espiritualmente. Então, em resumo, podemos concluir que os insertos são os caminhantes na neblina. sentem que há o caminho, mas não enxergam um horizonte claramente. E quando encontram o espiritismo, essa luz os orienta, confirmando suas intuições e oferecendo-lhes segurança e sentido. Isso nos lembra uma passagem muito singela da vida de Chico Xavier em uma época em que a casa espírita, onde ele atuava, ficava numa região de iluminação pública precária. E alguém teve uma brilhante ideia porque observou que muitas pessoas tinham dificuldade de locomoção, pessoas idosas e lá em Minas chove bastante. E essa ideia brilhante foi que todos se reunissem na praça sob a luz de um candieiro, seguissem unidos para que todos iluminados e unidos conseguissem chegar em segurança aquele ambiente para a realização dos estudos e da vivência espiritual. E quem era o responsável por cuidar desse candieiro era um trabalhador muito dedicado que era conhecido como Lilico. E um dia Lilico estava um tanto invigilante, um pouco impaciente e não estava esperando as pessoas. Ele partiu em disparada com seu candieiro e as pessoas lá atrás na retaguarda, muitos tropeçando na lama, com dificuldade de locompomoção, até que alguém vai a Chico. Chico, fala com Lili porque ele está muito distante, não estamos conseguindo acompanhar a luz. E Chico aproveita aquela situação simples, singela e diz a ele uma expressão de grande significação espiritual para todos nós. Quando ele diz: "Lilico, meu filho, espere por nós. A luz não deve ir nem muito adiante, nem muito atrás. Para que possamos enxergar, é preciso que ela caminhe ao nosso

ação espiritual para todos nós. Quando ele diz: "Lilico, meu filho, espere por nós. A luz não deve ir nem muito adiante, nem muito atrás. Para que possamos enxergar, é preciso que ela caminhe ao nosso lado." Então, que estejamos sempre no meio da luz. Muito bom, Cláudio. Só lembrando que Allan Kardec aí esses incertos, ele não coloca como opositores, né? já que a gente vem tratando sempre dos opositores desses itens precedentes, mas ele vai colocar não como alguém que se opõe, mas alguém que precisa eh de algo mais eh para eh digamos assim seguir adiante. Inclusive, eh, tô vendo aqui que nas participações a Graziele, Favreto, não sei se podem colocar aqui para nós o que diz a, a Graziele, a Graziele vem dizer aqui, olha, eu vim desses insertos agora com os estudos espíritas da febre, estou começando a organizar todos os pensamentos e perceber sentido nas coisas. Ou seja, é alguém que tá dizendo que fazia parte desse grupo. E esse grupo é interessante, ele facilmente aceita quando a razão aprova. E aí vem uma coisa belíssima da doutrina espírita, que acima de qualquer coisa, o espiritismo é doutrina de livre exame. Por isso não se impõe. Cada um vai fazer eh, digamos assim, a sua própria avaliação e a sua razão precisa aprovar isso. Então, quando nós de fato oferecemos que nós oferecemos aquilo que Kardecou pra gente, que nós não criamos essas coisas, a gente só repete, mas quando oferecemos aquilo que Kardec e os espíritos deixaram para nós acerca da doutrina espírita, esses incertos eles se tornam certos. Ou seja, a maioria de nós talvez tenhamos vindo eh nessa condição, né, que não éramos opositores, mas precisávamos de alguma coisa a mais. O que a gente vai ver que se completa de certa forma nesse item 27 aí que eu passo a palavra a Natália para que ela possa aí voltar à condução. Mas espiritismo, não esqueçamos, é doutrina de Exatamente. Samuel, eu até vou vou retomando aqui aquela eu sou a a jogadora que fica em campo para entrar com a oportunidade e eu tenho uma

à condução. Mas espiritismo, não esqueçamos, é doutrina de Exatamente. Samuel, eu até vou vou retomando aqui aquela eu sou a a jogadora que fica em campo para entrar com a oportunidade e eu tenho uma oportunidade alguns dias também fazer a substituição aqui dentro do time da nossa Cris na nossa segunda-feira. E eu vou até dizendo a importância de estudos como esse que tem um time enorme aqui nos bastidores, a Iracema, a Olga, a Gigi, tem o Fio, tem muita gente aqui por trás também para que isso aconteça. E aí um estudo desse, o depoimento que a GR coloca, a GR que nós encontramos também em outros estudos, né, GRZ? E tanto ela como a Rejane, tem gente aqui que a gente já vai encontrando que faz parte de outros estudos. Então, um estudo como esse é um estudo complementar, introdutório. Nós temos pessoas aqui que t um estudo um pouco maior sobre a temática nos elucidando, mas que vem justamente a esse encontro de sabíamos, não sabíamos, tínhamos conhecimento, tínhamos essa angústia, a curiosidade, a nossa parte filosófica humana sedenta de saber e que estudos como esse a gente acaba encontrando um pouco da resposta. E aí eu venho aqui, Carolina, que eu acho que essa pergunta 27, tenho certeza, gente, eu vou perguntar aqui pros nossos internautas que estão, se vocês não vão se identificar com essa pergunta, porque ela vem exatamente dentro do item 27 e que eu que vim de um lá espírita, vou dar logo o meu depoimento, tá? Eu vindo lá espírita. A minha água da chuquinha, como diz aqui no Nordeste, que é que você toma água, era água solidificada, porque eu era vizinha com espírita, mas só aos 12 anos, já depois de muitos anos de evangelização, eu entendi e me encontrei basicamente nesse item que é o item 27, Carolina, que eu queria que você nos ajudasse e eu vou fazer a pergunta para vocês também que estão conosco na internet. Assim, tem gente que é espírita sem saber como é isso? É muito interessante essa pergunta, porque ela completa a pergunta anterior, porque muitos daqueles que são espíritas

estão conosco na internet. Assim, tem gente que é espírita sem saber como é isso? É muito interessante essa pergunta, porque ela completa a pergunta anterior, porque muitos daqueles que são espíritas sem saber caminham no contexto da incerteza ainda. E é muito interessante também do ponto de vista do que é o espiritismo. Quando eu vou falar quando e vou usar o plural nós. Quando nós entendemos que os espíritos nos falam por esta doutrina para acalmar os nossos corações, para dizer à gente que o sofrimento é passageiro, para dizer à gente que nossos laços de afeições permanecerão, para dizer à gente que a matéria precisa ser honrada enquanto estamos aqui. Mas em algum momento vamos partir além terra. Quando nós temos essas vagas sensações de que isso realmente existe, mesmo que o nosso intelecto não consiga predizer, explicar, formular, concatenar os porquês, nós somos espíritas sem saber. E mesmo nós espíritas já de berço ou que adentramos a doutrina numa idade já mais avançada, nós passamos por esse caminho, Natália e amigos, porque dependendo das dores que nós enfrentamos, nós não temos explicações. O nosso raciocínio não consegue ainda pela nossa limitação e fragilidade humana. E aí a incerteza, Cláudio, bate em nossa alma no entendimento de sermos de novo aqueles espíritas mais incertos. E muitas vezes nós nos perguntamos: será que eu ainda sou espírita? Porque a minha fé era tão pequenina diante da dimensão de conhecimentos que eu achava que eu tinha? E o Sr. Allan Kardec completa este contexto que eu estou aqui pra gente colocando em termos de prefácio para nós, dizendo que esses espíritas sem saber, eles estavam naquela época, né? Então podemos trazer pros tempos de hoje nos exemplos da sensibilidade da literatura, dos poetas que não tinham religiões, dos oradores, dos moralistas, dos filósofos naquela época. e trazendo pro mundo de hoje, onde nós não temos muito mais o livro, mas temos as redes sociais, os ditos influenciadores, as ditas leituras que transcendem a nossa percepção da

lósofos naquela época. e trazendo pro mundo de hoje, onde nós não temos muito mais o livro, mas temos as redes sociais, os ditos influenciadores, as ditas leituras que transcendem a nossa percepção da matéria. São espíritas sem saber, que falam a nossa alma, que falam sobre algo que não conseguem traduzir a lei matéria, que sensibilizam os nossos sentimentos. E o Sr. Allan Kardec coloca que esta classe possui o sentimento, um sentimento inato de princípios que são da doutrina espírita. Sentimentos que refletem um além terra, sentimentos que refletem até mesmo um relembrar de um momento que eles já conheciam, que é o momento além da Terra, mas eles não sabem que são espíritas. E finalizando o raciocínio, nós estamos aqui falando só para espíritas, não. Nós estamos estudando para companheiros que estão nos ouvindo, que conhecem a doutrina espírita, para companheiros que estão se achegando pela primeira vez e quçá talvez irmãos de outras crenças estão nos ouvindo. Costumo sempre dizer que o espírita precisa compreender que a conversãoismo não é, mas nos unirmos na mesma linguagem espiritual com a fraternidade e a solidariedade é a nossa meta evolutiva. Então, às vezes nós temos um evangélico nos ouvindo que dentro do vocábulo dele, ele é muito mais espírita que muitos de nós que adentramos a jornada terrena na manjedoura espírita. Às vezes eu tenho um protestante, um católico, que diante das suas crenças religiosas me apresenta uma sensibilidade além matéria que me faz perceber intuitivamente que ele relembra o mundo espiritual. onde todos nós em algum momento estávamos juntos. É isso que é a beleza espiritual do espiritismo. É entendermos que somos espíritas sem saber, porque nós somos espíritos. Isso já é resposta simplista nossa aqui. E o senhor Allan Kardec muito bem coloca que é uma nuance dos espíritas incertos. Perfeito. Perfeito. Deixa eu só remetar. Eh, eh, como el tá aqui, Samuel, a Graziele coloca mesmo completando a nossa conversa, porque nós estamos fazendo trabalho dialogando com você que

as incertos. Perfeito. Perfeito. Deixa eu só remetar. Eh, eh, como el tá aqui, Samuel, a Graziele coloca mesmo completando a nossa conversa, porque nós estamos fazendo trabalho dialogando com você que está conosco pela internet. E aí a Graziele justamente falava mesmo, eu mesma, Natália, estou nos estudos da FEB desde 2021, quando começamos o livro dos espíritos, mas me sinto ainda um bebê nos estudos. Tenho muito a aprender. Obrigada. Deixa eu te dizer, todo mundo que está sempre vai se sentir um bebê, porque a gente sempre tem. E sempre que a gente volta a um estudo, algo que a gente já tinha lido nos conecta ou traz ou rememora. Porque conforme a nossa maturidade sobre aquele entendimento, a gente vai ganhando outros graus de profundidade, viu Grazele? Tem coisa que tem feito: "Nossa, já li esse capítulo milhões de vezes só agora eu tô enxergando isso". É porque a nossa maturidade, a nossa capacidade de compreender chegou naquele momento. Tem uma coisa que eu queria, Caroline, só para lembrar o no material de evangelização, que é uma das coisas mais bonitas que tem no encerramento dos itens de formação que a gente precisa preparar para os nossos evangelizandos ao longo do ano, fala da universalidade do ensino espírita. Lembra disto? E é uma das coisas mais bonitas, porque justamente o que a Caroline tá dizendo, espírita não é quem tá dentro da doutrina espírita, é quem efetivamente tá sobre já a luz da consciência, da busca, das perguntas, do questionamento deste conteúdo que não é da nossa doutrina, porque a doutrina espírita não é a religião do futuro, é o futuro das religiões. Então é um entendimento que vai estar como todos, para todos, como muito bem a Caroline nos colocou, né, Samuel? Muito bom, muito bem lembrado, Natália, muito bem colocado pela Carolina. E como nós temos espíritas sem saber, Alan Kardec faz referência aqui aos muitos escritores e muitos outros que trazem eh os princípios espíritas em suas obras, em seu trabalho. Mas enquanto a Carol falava, eu lembrava de Bezerra de

aber, Alan Kardec faz referência aqui aos muitos escritores e muitos outros que trazem eh os princípios espíritas em suas obras, em seu trabalho. Mas enquanto a Carol falava, eu lembrava de Bezerra de Menezes, que inclusive hoje, 11 de abril, é data, é aniversário de sua desencarnação. Hoje estamos fazendo aí completando 125 anos de desencarnação do Dr. Bezerra de Menezes. E é ele quem vai dizer e essa declaração é dele, que após ler o livro dos espíritos, ele vai dizer: "Eu era espírita e não sabia". Por quê? porque já estava eh trazia dentro de si eh toda essa informação que nós eh conseguimos em vidas passadas ou no mundo espiritual, como a Carol sugeriu, de onde a gente tá vindo, nós temos essa informação. É como se quando nós vamos lendo e estudando, é como se fosse Emanuel que traz essa imagem, um banho revelador dessas imagens. A gente vai só rememorando, né? Então, lembrando aqui a figura extraordinária de Bezerra Menezes e que hoje nós fazemos aí 125 anos de sua desencarnação. Ele que diz: "Eu era espírita e não sabia, pelo menos na presente existência." E aí ele se dedica de corpo e alma durante o restante da sua vida a divulgar a doutrina espírita, né? divulgar o espiritismo. Mas eu devolvo de novo aqui a palavra para você, Natália, para você continuar conduzindo aí as questões. Acho que agora para o nosso companheiro Cláudio, não é isso? Isso mesmo. Vamos agora passar pro item 28. Se você, como Vanda, que tá aqui com o nosso internauta, Vanda, não vou conseguir dizer seu sobrenome, que diz que já estudou o livro dos médiuns com o nosso querido mestre, professor Jacobson Santana Trovão, que diz que foi muito bom. Então vem, continua aqui conosco também, colabora conosco, coloca os comentários também que fizeram parte do seu estudo aqui no chat, interaja conosco, Cláudio, item 28, chegando a ele, Allan Kardec fala em quatro categorias de espíritas. Acabamos de falar que tem espíritas que não sabiam que eram espíritas e agora vamos para para as suas categorias. Qual é a

item 28, chegando a ele, Allan Kardec fala em quatro categorias de espíritas. Acabamos de falar que tem espíritas que não sabiam que eram espíritas e agora vamos para para as suas categorias. Qual é a primeira? É uma excelente pergunta. E com base no item 28 do livro dos médiuns, Allan Kardec apresenta-nos quatro categorias de espíritas. É fundamental pontuarmos antes de adentrarmos à análise de cada uma delas, que a ideia dessa avaliação não é julgar os outros, é nos observar e nos conhecer, nos identificar como enfermos e necessitados. O que nos lembra aquela pergunta feita a Chico se ele não tinha medo de cair e Chico disse que não porque ainda não havia se levantado. Cal Gustavo Jung pondera com muita sabedoria que até você se tornar consciente, até você tornar consciente ou inconsciente, melhor dizendo, este irá dirigir sua vida e você vai chamar isso de destino. Então, é necessário que possamos nos compreender para identificar em qual categoria nos encontramos e promover o nosso melhoramento. Há um ditado árabe muito interessante que diz que os seres humanos são como os tapetes, às vezes precisam ser sacudidos. Então essa reflexão é uma forma de sacudir essa poeira que muitas vezes nós acumulamos no nosso psiquismo. Joana de Angeles tem uma frase muito valiosa no seu livro Alerta, quando ela nos fala: "Estuda a doutrina espírita e estuda-te". que não adianta conhecer os postulados, os princípios, sem fazer com que isso ilumine os painéis de nossa consciência, que percorra os labirintos internos do nosso ser. O que Alta de Souza nos chamava em poesia a mais alta de todas as capelas, o nosso santuário interior. E a benfeitora Joana de Angeles acrescenta também no livro Momentos de Saúde: "Estuda-te e ama-te". Porque também não adianta apenas o estudo sem o autoamor. Então, observamos que a primeira das categorias de espíritas que a que Kardec nos apresenta é a dos espíritas experimentadores. são aqueles que acreditam nas manifestações dos espíritos, ou seja, aceitam os fenômenos

s que a primeira das categorias de espíritas que a que Kardec nos apresenta é a dos espíritas experimentadores. são aqueles que acreditam nas manifestações dos espíritos, ou seja, aceitam os fenômenos mediúnicos como reais, como patentes, mas veio o espiritismo apenas como uma ciência de observação ou uma coleção de fatos curiosos. Essa categoria marca aqueles que não se aprofundam na parte filosófica ou ético-moral da doutrina espírita. Joana de Angeles mais uma vez nos socorre nessa reflexão quando ela nos diz que o maior de todos os fenômenos espirituais é a transformação moral do ser. Podemos concluir que a metamorfose psíquica da escuridão para a luz, do ódio para o amor, o que não é observado por essa categoria dos experimentadores que não adentram na reflexão do autoaprimoramento. Então, interessam-se por experimentos, comunicações, mesas girantes, como naquela época, mas outras manifestações mediúnicas da atualidade. mas sem o compromisso da renovação espiritual. E como reconhecer se somos um espírita experimentador? Isso aqui é o mais importante, que apliquemos esse raciocínio em nós mesmos. Se nos limitarmos a fenômenos exteriores, mas não nos transformarmos interiormente, moralmente, nem buscarmos aplicar o espiritismo em nossa vida cotidiana, somos experimentadores. Se o nosso foco está mais na curiosidade do fenômeno do que na renovação interior, somos espíritas experimentadores. Em resumo, toda aquela pessoa que acredita que os espíritos existem e se comunicam, mas vê nisso apenas como algo curioso, tem apreço pela fenomenologia, pelas experiências medianímicas, mas não se envolve com os ensinamentos morais. Esse é o espírita experimentador. Ele acredita nos fatos, mas ainda não deixou o espiritismo entrar portas adentro do seu coração e da sua consciência. Humberto de Campos, na introdução do livro Boa Nova, faz uma observação muito importante quando ele nos propõe migrar da condição de espírito esclarecido, o que nós já somos para espírito evangelizado, o que almejamos nos tornar

dução do livro Boa Nova, faz uma observação muito importante quando ele nos propõe migrar da condição de espírito esclarecido, o que nós já somos para espírito evangelizado, o que almejamos nos tornar da mera erudição que se apoia na sabedoria para a condição de ser evangelizado que se apoia na humildade. Então, quem sabe pode muito e quem ama pode mais, como diz um ditado muito conhecido no nosso meio espírito. E concluo essa parte com uma reflexão do nosso querido Raul Teixeira, quando ele nos diz que o Espiritismo entra pela cabeça, escorre até o coração e se consolida nas mãos. que possamos fazer esse movimento de fé raciocinada, fé sentida e fé realizante na ação pacificadora do bem. Perfeito, Samuel. Posso a gente pode responder rapidinho aqui a Jeane Almeida dos Santos, que tá aqui nos perguntando em que ponto está a leitura do livro dos médiuns, o nosso estudo aqui do livro dos médiuns. Para você que tá chegando agora, que quer fazer anotação onde nós estamos agora, nós estamos na primeira parte, noções preliminares do capítulo três, tratando dos métodos, os itens de 24 a 29, mas nós estamos agora neste momento tratando do item 28, que fala justamente da categoria dos espíritas, né, Samuel? Perfeito. Estamos aí caminhando pelo item 28. Eu gostaria de lembrar apenas assim, muito boas as colocações aí do Cláudio sobre os escritas experimentadores. Todos nós de alguma forma nós o somos. Precisamos é seguir adiante porque acima de qualquer coisa o Allan Kardec também foi experimentador. Ele parte da observação eh dos fenômenos, só que ele não ficou detido nisso aí. Ele segue adiante ultrapassando. Mas nós tivemos grandes contribuições de espíritas experimentadores que em verdade eram missionários, como é o caso de William Crooks na Inglaterra com o estudo dos fenômenos da Florence Cook. também estudou eh a mediunidade eh da de uma das irmãs Fox, a Kate Fox, também estudou Daniel Douglas Home, ele, Charles Richet também, que foi o grande pesquisador do seu nomes espíritos, mas

e Cook. também estudou eh a mediunidade eh da de uma das irmãs Fox, a Kate Fox, também estudou Daniel Douglas Home, ele, Charles Richet também, que foi o grande pesquisador do seu nomes espíritos, mas que não aceitava a doutrina espírita. Só no fim da sua existência é que Rich vai escrever ao seu grande amigo Ernesto Banano e dizer que Bano tinha razão, por, ou seja, o a o Espiritismo era quem explicava todas essas coisas. E a Emanu veio nos dizer no livro a Caminhão da Luz que essas almas estavam reencarnadas como assessores de Allan Kardec. Como eles tinham que caminhar no campo da ciência, eles precisavam estar focados na ciência, mas seguramente esses espíritos eles gradaram, eles ultrapassaram esse caminho eh com muita celeridade, especialmente tendo desencarnado. E não quer dizer que isso não tenha contribuído para as suas vidas. Então, os experimentadores, no caso aí que eram práticos, eles vêm contribuir, vieram contribuir para a confirmação da existência e da sobrevivência da alma, à morte do corpo físico e, portanto, a imortalidade da alma. Não podemos ficar eh nessa condição só de experimentadores, mas o espírita ele precisa passar por essa fase, precisa seguir adiante, né? uma fase que devemos anular porque precisamos observar, não podemos eh ficar detidos só nisso. Da observação tem que surgir alguma coisa melhor e a gente vai ver nas questões seguintes aí que a Natália vai conduzir para nós, eu acho agora com a Carolina, né? Mas aqueles que tiverem alguma questão para colocar, por favor, eh, o façam para que nós possamos aqui com os meninos aí, eh, traçar eh, algum alguma coisa dentro do que Allan Kardec nos apresenta. Perfeito. Vamos seguindo aqui, Caroline. Tem gente aqui até já dando um abraço, ficando feliz que você tá aqui conosco hoje, viu, Caroline? Muito bom. Aí passamos agora, falamos da nossa primeira categoria. Aí eu vou pedindo a você explica então qual é a segunda categoria de espíritas pra gente. Sim, Natália, mas antes de chegar na segunda, eu estava ouvindo o Cláudio e o

mos da nossa primeira categoria. Aí eu vou pedindo a você explica então qual é a segunda categoria de espíritas pra gente. Sim, Natália, mas antes de chegar na segunda, eu estava ouvindo o Cláudio e o Samuel e me lembrei da obra No Invisível e recomendo a leitura dessa obra. Com certeza. A gente vai falar sobre ela ao longo dos outros momentos aqui. Mas a introdução, por hora, eu recomendo a introdução. É muito interessante porque o Samuel disse que naquele momento quando do surgimento do Espiritismo, e o Cláudio também muito bem completou, os espíritas experimentadores foram uma categoria porque era tudo muito novo. Eles precisavam fazer um método científico da observação e não o método da indução, de ter uma hipótese, propor essa hipótese e investigar sobre ela. Eles não sabiam o que estava acontecendo. Então era natural que o caminho do estudo da ciência fosse para o campo da observação. E Leon Deni nos traz nessa introdução que a nova ciência surgia, o Espiritismo, na vertente científica, porque nós sabemos que é a vertente filosófica e religiosa. E nesse sentido, Leon Dani, contemporâneo de Kardec, ele nos traz que o desafio era aliar as investigações científicas, o campo experimental com a elevação de sentimento. E aí a gente se pergunta, por que que esse era o desafio? Porque mediunidade não é prestarmos o nosso instrumento material aos irmãos que não os detém do mundo invisível. Então quanto mais elevados os nossos sentimentos, quanto maior calçamos, né, os sapatos para nossa transformação moral, a nossa assistência também muda. E aí nós teremos um instrumento, digamos, mais apurados. para fazermos aquilo que está lá no prefácio do Evangelho. Os espíritos do Senhor se achegarão à terra, utilizarão-se dos instrumentos mediúnicos e num mesmo tom, num mesmo hino, como o exército, entoarão a canção. Palavras minhas agora do consolo e do esclarecimento. E é nesse sentido que a gente caminha para a pergunta que Natália fez. Qual é a segunda categoria? A segunda categoria, o

cito, entoarão a canção. Palavras minhas agora do consolo e do esclarecimento. E é nesse sentido que a gente caminha para a pergunta que Natália fez. Qual é a segunda categoria? A segunda categoria, o Evangelho também nos coloca no capítulo do C de Perfeitos, 17, os bons espíritas. é uma categoria que já entende que o campo da observação não é uma condição sinequanom, é uma condição que existe, que se admiram dos fenômenos, mas eles não conseguem utilizar o entendimento moral acerca das comunicações que lhes acontecem, dos fenômenos percebidos. Então, Allan Kardec coloca o espiritismo, nesse sentido, nos mostra que a segunda categoria são aqueles que compreendem a parte filosófica, compreendem, admiram a moral, mas não aam. Insignificante ou nula é a influência que esta moral, que os aspectos moral exerce nesses irmãos. Em nada, vejamos a palavra, em nada alteram seus hábitos. que não se privariam de um só gozo que fosse. E ele dá alguns exemplos. O avarento continua sendo avarento, o orgulhoso continua sendo orgulhoso, o egoísta continua sendo egoísta. E aí, Natália, a gente precisa tirar o espírito da letra, né, dos estudos. Pergunta só para que a gente reflita. Quantos de nós ainda, Samuel, Cláudio, Carol, que estou falando, a primeira aqui que estou me ouvindo, quantos de nós nos surpreendemos com os fenômenos? Vamos às casas cristãs espíritas em busca do fenômeno que renova as nossas energias, que fortalece os nossos ânimos e saímos dos tempos cristãos e não queremos nos despojar das mazelas morais. É neste sentido que Allan Kardec coloca a segunda categoria, espíritas imperfeitos porque não se desafiam da transformação moral. E se esses espíritas são trabalhadores da seara, maior é a responsabilidade, porque a enchada como instrumento de trabalho dessa lavoura, não está lubrificada, colida com o exercício da transformação moral. Vejamos como os estudos, as obras da codificação se completam. Nós estamos falando de o livro dos médiuns, mas nós estamos lembrando que as outras obras

colida com o exercício da transformação moral. Vejamos como os estudos, as obras da codificação se completam. Nós estamos falando de o livro dos médiuns, mas nós estamos lembrando que as outras obras nos trazem as sementes necessárias para esse alinhavar do raciocínio. Então é isso. Queria falar um pouquinho do que o Cláudio comentou, que me lembrei muito dessa obra, Cláudio, para entrar na segunda categoria. Perfeito. Posso fazer uma contribuição também nessa nessa parte? Seja bem-vindo sua contribuição. Esse trecho me fez lembrar uma pergunta feita a Emanuel no livro Consolador. Qual o maior escolho perigo do apostolado mediúnico? E o benfeitor espiritual responde que o primeiro inimigo do médium reside dentro dele mesmo. Frequentemente é o personalismo, é a ambição, a ignorância ou a rebeldia no voluntário desconhecimento dos seus deveres à luz do evangelho. E eu destaquei essa parte voluntário, desconhecimento, porque aqui não trata da imperfeição decorrente da nossa incompletude, mas a ignorância voluntária por inércia, por falta de comprometimento na ampliação dos conteúdos ascensionais. E é um tópico muito importante que nós precisamos meditar e que nos leva à conclusão de que conhecer muito mais fácil do que praticar. Emanuel mais uma vez nos orienta dizendo que o vinde a mim que Jesus nos traz é docificante de se ouvir, mas o ir até ele é que é desafiador. Mas como o próprio Allan Kardec sugere, todo espírita sincero já passou ou ainda passa por essa fase. O importante é ter consciência disso e continuar buscando a melhora. E nos recordamos de Elion, sublime personagem do livro Renúncia, obra psicografada por Chico Xavier, que reflete com sabedoria a mensagem do Cristo precisa ser conhecida, meditada, sentida e sobretudo vivida. O que nos aponta exatamente para a reflexão contida na parábola da figueira estéril, quando Jesus disse: "Tem fome". E ele vinha de Betânia, então ele não falava de uma fome física, porque ele estava hospedado na casa dos seus amigos

a reflexão contida na parábola da figueira estéril, quando Jesus disse: "Tem fome". E ele vinha de Betânia, então ele não falava de uma fome física, porque ele estava hospedado na casa dos seus amigos Lázaro, Marta e Maria. Ele falava de uma outra fome. A fome pela evolução da humanidade, a fome pelo despertar da consciência de cada um de nós. Porém, ele só achou folhas naquela figueira, que simbolizava, portanto, aqueles que apenas aparentam a propensão para o bem, mas que, na realidade nada produzem. É esse chamado que Allan Kardec nos faz. Isso nos trata também da verificação do nosso estágio civilizatório. Porque na questão 793 do livro dos espíritos, Kardec pergunta por que indício se pode reconhecer uma civilização completa. E os amigos espirituais nos falam que nós ainda estamos muito distantes de nos considerar efetivamente civilizados e só o seremos quando vivermos como irmãos, praticando a caridade cristã. Até então seremos povos esclarecidos que percorreram a primeira fase da civilização. É por isso também que Bezerra de Menezes, nosso homenageado, a quem rendemos gratidão, com muita sabedoria nos diz: "Soletrai, acima de tudo, o alfabeto da bondade, porque de nada vale o brilho da inteligência se o coração estiver às escuras". E Emanu nos traz uma frase também de grande profundidade nesse sentido, quando ele nos diz que ninguém progride sem alguém, que virtude solitária é como se fosse um pão na vitrine. Por bela que pareça, caracteriza-se pela inutilidade, nem sacia, nem fortifica. Então precisamos ir mais adiante. E vou falar ir mais adiante, a gente tá com um tempo já quase ali porque o estudo é muito bom, super aprofundado, vai dando cada vez mais gosto. Comendo a gente sempre voltar e anotar essas indicações, essas frases são colocadas. Cláudio, qual é então a terceira categoria? Já que é para avançar um pouco, vamos pra terceira categoria, nos explique. É, agora chegamos. Só lembrando aí a palavra da Natália, o nosso tempo tá bem adiantado mesmo.

é então a terceira categoria? Já que é para avançar um pouco, vamos pra terceira categoria, nos explique. É, agora chegamos. Só lembrando aí a palavra da Natália, o nosso tempo tá bem adiantado mesmo. Vamos procurar ser mais nossas respostas. É até um motivo pro povo estudar mais, tá? OK. Agora chegamos então à terceira categoria, aquela que Kardec apresenta no item 28 do livro dos médiuns, com mais carinho e confiança. São os verdadeiros espíritas, os também chamados por ele de espíritas cristãos. Esses são os que não se contentam em apenas admirar a moral espírita. Eles vivem na prática, aplicam os ensinamentos no dia a dia e se esforçam constantemente para corrigir as suas más tendências, as suas más inclinações, compreendendo que a vida na Terra é um estágio evolutivo, é passageira por prova, por missão, por expiação e por isso valorizam cada oportunidade de progresso espiritual. é uma forma de educar o nosso olhar. Isso que Jesus nos chama a atenção, porque o sermão da montanha, se nós observarmos atentamente, conforme narrativa de Mateus, começa com o seu olhar. Vendo as turbas, ele subiu o monte. Então, nos fala de piedade, que os espíritos dizem que é a virtude que mais nos aproxima dos anjos. É a irmã da caridade que nos conduz a Deus. O espírito de verdade, no início do Evangelho Segundo Espiritismo, nos conclama: "Sede os vencedores da impiedade, portanto que valorizemos a compaixão." E o bom samaritano posto ali naquela parábola tão sublime, foi aquele que se sentiu tocado de compaixão a se inclinar em favor do enfermo, do necessitado. Então, os espíritas cristãos procuram fazer o bem de forma desinteressada e constante. tem a caridade como regra de conduta não apenas no dar coisas, mas no respeito, na paciência, compreensão, perdão, solidariedade. Na questão 888, dos espíritos, Vicente de Paulo nos diz que um serviço prestado com delicadeza duplica de valor. Não é esse carinho, essa ternura que nos faz caminhar de forma segura, confiante, vivendo aquilo que nós

os espíritos, Vicente de Paulo nos diz que um serviço prestado com delicadeza duplica de valor. Não é esse carinho, essa ternura que nos faz caminhar de forma segura, confiante, vivendo aquilo que nós acreditamos. Então, o verdadeiro espírito é aquele que já entendeu o espiritismo com a mente e com o coração. E trazemos bem rapidamente, o tempo tá acelerado, mas um exemplo de um grande, de um verdadeiro espírita que foi e é no mundo maior Jerônimo Mendonça, conhecido como gigante deitado. Jerônimo, que aos 15 anos já fazia palestras, já divulgava o espiritismo, era jovem, atlético e recebeu dos seus amigos o apelido de Tarzan. Mas um dia, aos 18 anos, numa reunião mediúnica, ele ouve uma mensagem de um amigo espiritual que lhe dizia: "Tarzan, estás próximo de entrar na selva dos sofrimentos mais intensos, mas segure sempre no sipó do trabalho e da boa vontade." E assim ele fez, dedicando toda a sua vida, mesmo acometido de uma artrite reumatoide que o levou a um estado de permanecer acamado por todo o transcurso da sua experiência terrena, levou adiante, soerguendo-se em esperança toda a comunidade humana que ele pôde levantar com sua voz amorosa, serena e confiante em Deus. E um dia, já com a sua saúde física periclitante, próximo de retornar ao mundo espiritual, Jerônimo estava muito abatido e recebe a visita de Chico Xavier. Chico o enche de bom ânimo e Jerônimo lhe diz: "Chico, que bom que você veio. Será nossa despedida no mundo físico. Iremos nos reencontrar na vida maior." E Chico ouve Emmanuel dizer, "Transmite para Jerônimo, Chico, que ele segure muito bem nesse fio que ele falou que a sua vida está por um fio, porque quanto mais ele trabalha, mais o fio engrossa. E de fato Jerônio continua trabalhando e o fio continuou mantendo entre nós por muito mais tempo. Então é o chamado ao trabalho. Trabalho no bem, de perseverança, de esforço, na partilha e na vivência da fraternidade. Natália, contigo que nós estamos sem tempo, não? E a gente fica aqui bem no coração

ão é o chamado ao trabalho. Trabalho no bem, de perseverança, de esforço, na partilha e na vivência da fraternidade. Natália, contigo que nós estamos sem tempo, não? E a gente fica aqui bem no coração querendo um pouco mais. Você que tá nos assistindo, fique com calma que a doutrina espírita não tá querendo botar um cajum e você agora, não. É um exame de consciência, porque a gente às vezes pode estar num estado evolutivo oscilando entre cada uma das categorias, mas a gente precisa compreender qual o nosso propósito. Então, se a gente quer entender um pouco mais, Caroline, então qual seria a quarta categoria de espíritas? A quarta categoria, nós já falamos um pouquinho sobre ela nas perguntas anteriores. É aquela categoria que se deslumbra, que se exalta. e muitas vezes não questiona, não tem discernimento e a ponderação para entender o porquê do desamento. É aquela categoria, como o Sor Allan Kardec coloca, que tem uma confiança enorme, demasiadamente cega e frequentemente pueril em cima dos fenômenos, naquilo que observa, naquilo que recebe. E é neste ponto que acontece o grande desafio, o perigo, porque como a gente falou das decepções, da incredulidade por decepções, eles são também presas fáceis de mistificadores, de espíritos levianos, porque eles vão para uma fé raciocinada, que é a doutrina dos espíritos, mas ainda entranhado com o aprendizado da fé cega. Eles observam os fenômenos, eles sentem a bênção de cada fenômeno mediúnico, mas eles não questionam, eles não verificam, eles não caminham com o uso da razão ali acesa. Então, estes são os espíritas exaltados e a boa fé faz com que eles também possam ser fragilmente colocados nos holofotes da vida para aqueles que são incrédulos. Porque diante de qualquer fragilidade enfrentada por aquilo que eles observaram no meio cristão, espírita, eles com a fé cega e com esse processo de estarem exaltados podem ser motivos de zombaria e alimento para incredulidade aleheia, que conforme colocado pelo S. Allan Kardec, a maior

cristão, espírita, eles com a fé cega e com esse processo de estarem exaltados podem ser motivos de zombaria e alimento para incredulidade aleheia, que conforme colocado pelo S. Allan Kardec, a maior parte dos incrédulos, eles só acreditam naquilo que a razão deles conseguem ter no peso da balança intelectual. Aquilo que é diferente, que exige uma nova investigação, que pode despertar para eles uma ignorância espiritual, já não é peso a ser colocado em nenhum prato da balança intelectual. Então, estes são os ditos espíritas exaltados. Natália, deixa só aproveitar aqui. Tranquilo, Caroline. Deixa eu só aproveitar comigo. Obrigada também sempre pela honra. Eu tô muito feliz mesmo estar na noite de hoje com você, Carol. Então, Cláudio, eu vou só pedir aqui a nossa evangelizadora que não vem aqui no Nordeste para dar uma sequência nessa fala dela. Então, eu vou pegar o item 29, Caroline. Ah, Kardec inicia esse item afirmando os meios de convencer, que é mais ou menos isso que você vinha trazendo, né? Os meios de convencer variam extremamente conforme os indivíduos. Como é que ele tá desenvolvendo essa tese para dar continuidade que você tá trazendo? De novo, o espiritismo não convence ninguém do ponto de vista da conversão. O Sor Allan Kardec tá dizendo para nós que o meio de convencimento ele é conforme a maturidade espiritual e emocional de cada indivíduo. Para alguns, o espiritismo experimental, a observação, simplesmente a manifestação material pode ser meio de convencimento. Para outros, eles conseguem raciocinar, pensar sobre a comunicação e trazê-la, talvez, de forma ainda mínima, para o campo da transformação moral. Isto é ponto de convencimento. E para o maior número, que é o objetivo da doutrina dos espíritos, o raciocínio é um meio eficaz para que a criatura raciocinando se convença sobre a relação do mundo material com o mundo invisível. E aí ele conclui esta resposta nos dizendo que para a maior parte dos irmãos, os fenômenos materiais, os fenômenos que

raciocinando se convença sobre a relação do mundo material com o mundo invisível. E aí ele conclui esta resposta nos dizendo que para a maior parte dos irmãos, os fenômenos materiais, os fenômenos que abarcam a nossa transformação moral precisam caminhar pelo crio do raciocínio. Quanto mais a gente acha que o fenômeno é sobrenatural, que o fenômeno é miraculoso, menos nós levamos esse fenômeno para o raciocínio, porque conforme já foi estudado aqui mesmo em o livro dos médiuns, no capítulo anterior, do maravilhoso, do sobrenatural, aquilo que nós não passamos pelo crio da razão não nos convence, porque não é conhecido para nós como lei que é da natureza. Então, Senor Allan Kardec coloca pra gente que nós vamos duvidar, mas nós vamos investigar, nós vamos estudar e aí com a sanção da razão, nós vamos entender a doutrina dos espíritos. Esse é um meio de convencimento, não dos espíritos para conosco, mas de nós mesmos para conosco. Nossa trajetória evolutiva. Nós nos convencemos e os espíritos respeitam o nosso tempo e o nosso livre arbítrio. Perfeito. Ai, que estudo na noite de hoje, né, Samuel? Pois é, é muita coisa para se ver em pouco tempo, de modo que esse estudo, eh, esses estudos, eles são muito bem-vindos, mas são sempre eh digamos assim uma lembrança que nós precisamos estudar. Eu fui professor na minha juventude e o que você vê na sala de aula você aprende em casa, porque é onde nós vamos aprofundar as coisas aqui. Nesses outros momentos a gente tira muito as dúvidas. e tem o norte. Então fica o convite para que participem aí dos próximos estudos aqui eh da FEB e aqui com o portal do Consolador, mas que nós leiamos, que nós estudemos Allan Kardec. Allan Kardec, nesse capítulo vem dizer que é necessário um estudo sério, ou seja, continuado, aprofundado cada vez mais, a fim de que nós vamos possamos compreender a essência da doutrina espírita e assim modificar a nossa vida. E é desse modo que para a semana que vem esse estudo eh pode fazer um pedidinho antes aqueles 30 segundinhos de da gente

mos compreender a essência da doutrina espírita e assim modificar a nossa vida. E é desse modo que para a semana que vem esse estudo eh pode fazer um pedidinho antes aqueles 30 segundinhos de da gente tentar passar rapidamente aqui nas mensagens dos nossos internautas. É possível rapidinho pedir uma licença aqui para os nossos pra nossa direção, porque eles deixaram aqui marcado falas da Valéria. Valéria vem justamente complementar aquela parte que falavam dos espíritos que vinham muito a questão dos fenômenos, mas ainda não estavam muito ligados ao processo moral e transformador. Então Valéria tá aqui falando, são os companheiros que insistem em isolar o aspecto religioso da doutrina espírita que busca a nossa transformação, não só o fenômeno pelo fenômeno. O Eduardo Andrade também tá aqui. O fato é percebido por todos, mas as implicações e consequências dos fatos são expostos para os que miram a reforma íntima. Muitos de nós somos espíritas que acreditam nos fenômenos, acreditam nessa comunicabilidade, nessa transcendência da nossa vida, mas que muitas vezes não estão indo buscar realmente o processo de comprometimento, que é isso que faz a grande diferença para todos nós, não é isso? A Valéria também lá na frente concordou com a Carol dizendo: "É verdade Carol e somos também os que não conseguem superar as aflições quando elas chegam." Muito obrigada, viu, Valéria, por cada interação. Ela que também colocou aqui, mesmo conhecendo muito sobre os fenômenos, ela também que tá aqui acompanhando os nossos estudos, vou simplesmente ã vou só respondendo aqui a Regina. Regina, antes aqui, só para poder dizer a vocês, ã, o link explicando, o estudo fica aqui gravado, você pode ver os capítulos anteriores, já deixar a notificação pros dias de estudo seguintes. Então, já tá aqui a sequência, sempre começando às 21:30, na sexta-feira, pontualmente o estudo do livro dos médiuns, tá bom, pessoal? OK. Dando nossa sequência, eu vou pedir, Samuel, qual é o capítulo que a gente vai estudar semana que vem?

eçando às 21:30, na sexta-feira, pontualmente o estudo do livro dos médiuns, tá bom, pessoal? OK. Dando nossa sequência, eu vou pedir, Samuel, qual é o capítulo que a gente vai estudar semana que vem? Então, inter, como estava dizendo anteriormente, próxima semana continuam os estudos, né, de o livro dos médiuns, ainda na primeira parte, nessas noções preliminares, no capítulo terceiro, vai ser estudado aí dos itens 30 a 35. daí eh pedirmos que aqueles que possam que leiam com antecedência, porque quando a gente lê com antecedência fica mais fácil participar, fica mais fácil aprender aquilo que vai sendo eh exposto, né? Já que aqui nós estamos construindo conhecimento em conjunto, o conhecimento que é a doutrina espírita que oferece. Isso é sempre bom eh nós lembrarmos eh dessa questão. E eu ainda lembrava, como temos um minuto, eh de Allan Kardec sobre os exaltados. Quando apresentam Allan Kardec, é a primeira notícia dos fenômenos das mesas girantes que para Allan Kardec ele vai dizer nesse livro que é o ponto de partida da doutrina espírita, ele não aceita. Por quê? que o amigo que estava colocando era uma exaltada, aquela pessoa eh que parece não raciocinar, só depois é que ele vai então submeter ao estudo quando um outro traz isso. Então que a gente não se exalte, mas que nós tenhamos bastante ideal. E eu aprendi inclusive com o Raul, às vezes eu repito por aí, quando falo em espiritismo, ele diz: "Ainda morro disso". Ou seja, esse amor pela doutrina espírita, esse dia a dia, né? Mais muito bom estar com todos vocês aqui com a Natália, a Caroline e o Cláudio em substituição ao Carlos Campete e a Cris, que hoje não puderam estar e nós aqui estivemos eh para dar eh continuidade ao estudo e semana que vem certamente eles estarão com todos vocês aqui na condução do estudo de O Livro dos Espíritos. Não sei se Natália quer dizer mais alguma coisa e nos encaminhamos aí pro encerramento. Eu humildemente brincando de Euzita no dia de hoje, né, de na segunda-feira eu substituo a Cris hoje humildemente

ão sei se Natália quer dizer mais alguma coisa e nos encaminhamos aí pro encerramento. Eu humildemente brincando de Euzita no dia de hoje, né, de na segunda-feira eu substituo a Cris hoje humildemente obrigada por esse espaço, um pouquinho também pela confiança de tá aqui colaborando a noite de hoje. Cláudio, muito obrigada, Caroline, a todos os internautas. A proposta do dia de hoje é para que a gente compreenda que a doutrina espírita, que é esse conjunto moral que nos convida à transformação e renovação, que a gente entende como religião, porque todo conjunto desse ensinamento tem como um único objetivo nos religar a Deus e podermos um dia, no momento de podermos dizermos que eu e o Pai somos um, porque ele vive em mim e eu vivo nele. Essa é a grande nossa proposta hoje também dentro do livro dos médiuns. Então, para você muito obrigada por estar conosco. Continue, bota aí o seu like. Vote para seguir o canal da Federação Espírita Brasileira. A todos os canais que também retransmitem esse conteúdo, deem seu like, compartilhem, colaborem com a nossa com a nossa campanha também para que esse trabalho continue sendo entregue para mais corações. Então para todos vocês, semana que vem Eusita e Carlos apresentando este estudo, levando a você um pouco mais da doutrina espírita através do livro dos médicos. Beijo grande e até o nosso próximo encontro. Um abraço, amigos. Até mais. Gratidão. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam

ar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A Padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doe.com.br BR e faça sua doação.

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