#10 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 2
Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 10 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. II Das manifestações físicas – Das mesas girantes. Itens 60 a 64 e Cap. III Das manifestações inteligentes. Itens 65 a 71. Link de acesso ao Es...
Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de O livro dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Nossas boas-vindas a todos vocês que estão conosco, aos participantes deste episódio, ao Carlos Campete, que é vice-presidente de unificação da Federação Espírita Brasileira e divide conosco esta bancada, a Juliana Zuqueto, vice-presidente da área do atendimento espiritual e da mediunidade da Federação Espírita Catarina. ense espírita Casa de Jesus de Balniário Camburiú, Santa Catarina, atuando nas áreas do atendimento espiritual, mediunidade e estudo. Nossas boas-vindas também a Hércules França Romano, trabalhador do Centro Espírita Bezerra de Menezes em Porto Velho, trabalha em grupo mediúnico, é palestrante e ministra cursos no estado de Rondônia. Sejam todos muito bem-vindos. Boa noite. Boa noite a todos. Nossa saudação fraterna, você que acompanha o estudo aqui de O livro dos Médiuns, as duas vindas, a Juliana e a Hércules Eusita. Muito bom estarmos compartilhando esse estudo. Estamos com alguns problemas técnicos hoje que nós esperamos que não não nos dificulte, né, a continuidade. Nós vamos dar continuidade ao estudo do livro dos médiuns hoje pela segunda parte das manifestações espíritas no capítulo dois das manifestações físicas das mesas girantes itens 60 a 64 e no capítulo 3 das manifestações inteligentes, itens 65 a 71. Nós vamos iniciar com as manifestações físicas no item 60, perguntando para Juliana como Allan Kardec define manifestações físicas. Olá, boa noite a todos. Uma alegria estarmos aqui. Nós vamos iniciar, né, Kardec inicia nessa explanação a respeito das manifestações físicas, nos trazendo uma definição do que que seriam as manifestações físicas, né? Então ele vai trazer no livro dos médiuns, nesse item 60, que são aquelas eh manifestações que
ito das manifestações físicas, nos trazendo uma definição do que que seriam as manifestações físicas, né? Então ele vai trazer no livro dos médiuns, nesse item 60, que são aquelas eh manifestações que se traduzem por efeitos sensíveis. Então, os fenômenos que os espíritos provocavam, eh, atuavam diretamente ali sobre a matéria e que eram perceptíveis pelos nossos sentidos humanos. Humanos, né? Então, as pessoas viam a aquelas movimentações, ouviam as batidas, os ruídos. Então, basicamente, e as manifestações físicas eram essas esses fenômenos produzidos diretamente sobre a matéria e que eram fenômenos que se traduziam por esses efeitos que eram sensíveis a nós humanos, que poderíamos vê-los e ouvi-los, né? Muito bem, Juliana, obrigada. Hércules quer fazer alguma inserção na fala da Juliana? Não, não, não. Tá tranquilo. Eu achei a resposta bem, bem precisa, bem beleza. Então, tranquilamente agora com você, a nossa questão número dois. É, o fenômeno das manifestações físicas é uma novidade da época moderna? Não, não, não. Kardec inclusive deixa isso claro, né? ele ele chama a atenção de desses fenômenos que ficaram conhecidos como mesas girantes. Explicou o por eles foram designados como mesas girantes, porque eh o que mais acontecia acontecia com as mesas, né? acabava sendo o objeto mais fácil ali e um fenômeno que acontecia muito frequentemente com as mesas, elas ficarem girando sob as mãos das pessoas que estavam promovendo o fenômeno. Mas eh ele disse que foi um dos primeiros fenômenos, né, nos últimos tempos. Eh, isso aconteceu, aconteceu em função da questão dos salões, chamou atenção, quebrou a regra, né? A regra era o os salões se divertirem com uma moda por um ano e no caso aí das mesas girantes ficou por 4 anos, né? Então, de Canec diz que os efeitos físicos e era o efeito mais simples e e era dos primeiros observados, que foi o movimento circular da mesa, mas ele avança mais adiante e diz que na verdade é que isso é conhecido desde os tempos mais longos, mais no passado. Ele se
les e e era dos primeiros observados, que foi o movimento circular da mesa, mas ele avança mais adiante e diz que na verdade é que isso é conhecido desde os tempos mais longos, mais no passado. Ele se refere a tertuliano, que inclusive eh se refere às mesas girantes e falantes. Então, Kardec, uma vez que isso é um fenômeno mediúnico, uma vez que a mediunidade é algo natural eh é evidente que isso aconteceu em todos os tempos, né? nem todo mundo eh eh prestou atenção ou tirou desses fenômenos eh eh o que foi obtido pelos sábios, em particular por Allan Kardec, mas com certeza, sendo um fenômeno natural, é de ocorrência de todos os tempos. Muito bem. Aí nós vamos eh vamos pedir pro Hércules se ele consegue diminuir o teto. O Hércules, eu vi que você tava tentando mexer. Meu amigo, eu tô tentando aqui, é que eu tive que improvisar na minha. Tá certo. Ok. Você quer que eu diminu a distância? Já tá melhor. Aham. Sim. Ficar mais distante. É que eu tô usando o computador da minha salinha e ele a câmera puxa muito, não é? No meu notebook. Tá bem, Juliana? Vamos então pra nossa terceira pergunta. está referente a esse item 60, né? Que relação tem as mesas girantes com a doutrina espírita e por elas foram abandonadas? Então, as mesas girantes, que foram aqueles primeiros fenômenos que foram observados por Kardec, que inclusive no início ele não se interessou, convidavam ele para ir assistir aquelas aquelas aqueles eventos, né, que era uma diversão, era uma distração e ele não se interessou, mas a insistência, né, de de um amigo, ele foi participar, assistir e Era isso que acontecia nesses nesses eventos, né, nesses saraus, mesas que se movimentavam. Então, eh, elas vão marcar sempre vão representar que é o ponto de partida paraa doutrina espírita, porque foi a partir das observações de Kardec, daquelas mesas girantes, que o o os efeitos físicos, o que tinha de mais simples, que foi o inicialmente observado por Kardec. que aí ele foi aprimorando, né, as suas observações e e tornando mais complexas,
s mesas girantes, que o o os efeitos físicos, o que tinha de mais simples, que foi o inicialmente observado por Kardec. que aí ele foi aprimorando, né, as suas observações e e tornando mais complexas, né, as teorias. Mas elas, a doutrina espírita, partiu dali, daquilo que estava acontecendo naquele momento na França, em Paris, e que ele visualizou e que como um bom observador, como um cientista e percebendo que havia algo mais ali, ele foi dando então um encaminhamento aos seus estudos. Por que que elas eh foram abandonadas? Primeiro, porque, como foi dito, era uma distração, era algo que as pessoas iam a assistir, como se fosse um show, um teatro, algo assim, sem maiores preocupações a respeito do que estava acontecendo. Era curiosidade e distração. Então, as pr as pessoas que iam observar aquilo apenas por este motivo para se distrair como um evento social, aquilo era uma moda daquele período, daquele momento e passou, como sempre passa, né? Depois vieram outros interesses, mas para as pessoas que eram mais observadoras, mais curiosas, né, como o caso de Kardec, ali nasceu algo mais sério. Então, observando tudo aquilo que acontecia dentro daquelas eh daqueles eventos, né, de de das mesas, se movimentando, se percebendo de que tinha algo a mais ali, então foram se ocupando desse algo a mais que vem depois a questão das manifestações inteligentes, que se percebeu que havia uma inteligência atuando ali sobre aquelas mesas, sobre aqueles objetos, não só as mesas, né, qualquer objeto. Então, por que que se abandonou as mesas girantes? Elas serviram para chamar a atenção e depois foi se observando ã mais acontecimentos com a inteligência ali atuando, com essas percepções, foi se mudando os métodos de de atuação para trazer o verdadeiro objetivo, o verdadeiro intuito, que era trazer as informações que os espíritos tinham a nos trazer através dos médiuns. Então, eh, foi esse o motivo que as mesas girantes foram deixadas de lado, mas elas foram muito importantes, elas marcam esse início, né, da doutrina
espíritos tinham a nos trazer através dos médiuns. Então, eh, foi esse o motivo que as mesas girantes foram deixadas de lado, mas elas foram muito importantes, elas marcam esse início, né, da doutrina espírita. Elas são a prova dessa existência de uma inteligência extra corpórea e que foram a base pra gente compreendendo do mais simples para o mais complexo, que foi depois as manifestações muito bem, Juliana. quer entrar na discussão desse tempo. Eu só queria fazer uma lembrança, mas a a ela ela já falou bem. É que eu gostei da comparação que Kardec faz quando ele se refere aos que abandonaram por frivolidade, se cansaram e os que abandonaram, pelo contrário, porque eram pessoas sábias, né? e que percebendo, né, no caso dele também algo eh eh de significativo naquele fenômeno, né, ao perceber todas as possibilidades, saíram do alfabeto para ciência. Adorei a fala de Kardec, né? Do alfabeto para a ciência. saiu, saiu das coisas de criança, das brincadeiras e foi para o conhecimento sério. É só essa lembrança que Kardec faz esse paralelo. Eh, os sábios abandonaram, não pelos motivos dos frívolvos, abandonaram porque eles não queriam mais saber das mesas. Eles queriam estudar o fenômeno na sua completude, nas suas consequências. Ótimo. E Hércules, entrando no item 61. O fenômeno pode ocorrer sem a existência de médiuns. Não, Car deixa bem claro que é precisa a presença do médium, né? Porque o médium é a fonte dos recursos que os espíritos precisam para produzir esses fenômenos de ordem física, né? Eh, eh, ele ele o Kardec já inicia falando isso, né? Para que o fenômeno se produza é preciso pessoas dotadas de um de um poder especial, né, que ele vai chamar de médiuns, né? E e ele ressalta na na sequência que tirando os médiuns, o número de pessoas e colaboradores em nada influi. Se eles não forem, ainda que desconhecidamente médiuns também, né? Ou seja, você tem um grupo de colaboradores, o pessoal nem se sabe médio, ninguém nem sabe, mas ele pode ser médio, ele pode ser um doador de
não forem, ainda que desconhecidamente médiuns também, né? Ou seja, você tem um grupo de colaboradores, o pessoal nem se sabe médio, ninguém nem sabe, mas ele pode ser médio, ele pode ser um doador de recursos fluídicos, energéticos, eh, como os médiuns o são, ainda sem saber. As pessoas podem não estar vendo o recurso sendo doado pelo médium, mas os espíritos sabem de onde receber. Então, ele chama a atenção de que o número de cooperadores não significa nada, né? e que também eh eh nessa mediunidade a presença eh dessas pessoas eh eh pode atrapalhar dependendo do estado de espírito, da predisposição delas, né? Pelo contrário, se houver uma quantidade grande de pessoas e essas pessoas não estiverem bem, digamos, sintonizadas num propósito superior, elas podem atrapalhar, mas pela eh disposição mental, espiritual, pela vibração energética que elas oferecem, né? Então, eh eh Kardec chama atenção de que os médiuns gozam de maior ou menor poder, né? tem médium que tem muito poder em termos de fornecer recursos para a produção de fenômenos físicos ou maior poder. Teve médiuns que fizeram coisas assim realmente fantásticas, né? Tem outros que produzem fenômenos menor. E nesse caso, às vezes juntar uma quantidade maior de médios, oferece uma quantidade maior de recursos fluídicos para os espíritos, ele pode trabalhar, mas que às vezes basta um um um até uma criança, né, alguém que possa fazer. Então, eh o detalhe que Kardec chama bem atenção a isso. O fenômeno precisa de um médium. O poder fluídico do médium determina o alcance do que os espíritos conseguem fazer. Ou seja, sem o médium não há fenômeno. Muito bem. A Juliana quer comentar alguma coisa sobre essa questão? Olha só, essa é uma das constatações das mais importantes, né, nos estudos de Kardec, que vem inclusive eh colaborar, né, nos estudos mais aprofundados, de que não é possível uma manifestação de espírito sem um médium presente, porque há essa doação mais paraa frente, né, no capítulo quarto, ele vai explicar como
ar, né, nos estudos mais aprofundados, de que não é possível uma manifestação de espírito sem um médium presente, porque há essa doação mais paraa frente, né, no capítulo quarto, ele vai explicar como que se dá todas aquelas manifestações, como que aquilo acontece, né, e que que é necessário uma doação fluídica do médium para que aconteçam os fenômenos, sejam eles os físicos ou sejam os inteligentes. Precisamos de um médium presente, muitas vezes inconsciente. Ele não sabe inconsciente no sentido de não ter consciência de que ele é médium, mas haverá sempre a presença de um médium quando acontecerem os fenômenos mediúnicos. Muito bem. Nós temos aqui um pedido da Regina MDBA. Eu gostaria, por gentileza, de mais esclarecimento sobre o item 61. Nós pedimos que você elabore a pergunta, né? Quando você colocou ainda não tinha sido explicado, agora foi. Se ficou claro, tudo bem. Senão, por gentileza, elabore uma pergunta para que então os nossos entrevistados possam responder, tá bem? OK. Vamos então agora, Juliana, pro item 62, né? Como se pode identificar que uma pessoa é médium? Então, a época em que Kardec estava nas suas observações, né, ele traz ali nessa nesse item a informação de que não tinha nenhum indício que poderia se reconhecer que a pessoa era médium, que é da existência da de uma faculdade mediúnica. que somente pela observação, pela experiência, né, estava no convívio daquelas pessoas por aquela experiência e pela experimentação, é que eles conseguiam reconhecer quem era médium. Então, com certeza, né, depois de um tempo, as determinadas pessoas que estavam sempre presentes quando aconteciam os fenômenos ou quando não que não estavam e não acontecia nada, então assim, foram nessa nessa experimentação identificando quando a pessoa era médium, mas não tinha nada explícito que dissesse, né, que pudesse indicar que a pessoa era médium. Então eles faziam as experimentações, eh sentavam ao redor da mesa, tentavam fazer colocar eh intercalado homem e mulher, colocar
plícito que dissesse, né, que pudesse indicar que a pessoa era médium. Então eles faziam as experimentações, eh sentavam ao redor da mesa, tentavam fazer colocar eh intercalado homem e mulher, colocar as mãos, não pressionar. Eh, e eles foram vendo ao tempo, com o tempo que essas coisas eram indiferentes, não era isso que estava determinando aqueles fenômenos, né? Então, eh, contato dos de dedos assim, né, que se juntava, se formar uma corrente que inicialmente se se supunha que havia uma corrente elétrica que movimentava, então, que havia aquilo. Vamos unir, fazer essa corrente. Também viram que não era isso, que era não tinha utilidade nenhuma. Então, a única cuidado, cautela, prescrição que eles que Kardec eh, concluiu, que eram das mais importantes, era que precisava de um silêncio absoluto, de uma concentração, né, e paciência, porque às vezes o fenômeno demorava bastante tempo para acontecer. Isso tá também muito relacionado tanto à questão da da de como estavam as pessoas ali, né, disponíveis, como que estava a vibração delas e a quantidade de médiuns e a a potência, digamos assim, as capacidades daqueles que eram médiuns que estavam ali presentes. Então, não tinha como saber explicitamente esse é médium, esse não é. no momento em que estava ali, eh, a gente sabe, Chico, e todas as orientações de Xavier dizia que, ah, primeiro a gente tem que excluir a possibilidade de uma enfermidade, né, com certas, eh, sintomas, certos sinais e não sendo excluída essa possibilidade de uma enfermidade, então pode-se considerar que essas percepções sensoriais da pessoa como uma mediunidade. Aí a gente tem a intuição mais mais clara, né, mais perceptível, premonição, a vidência da, né, ouvir vozes, isso tudo a gente foi aprendendo, né, foi aprendendo com a experimentação que a os sinais da mediunidade, né, uma sensibilidade maior. Então é observando, ninguém vai estar ali escrito na testa, né? É médium, é sempre uma observação. Carlos, tem algumas colocações que seria bom a gente trazer agora. Por exemplo, a
ensibilidade maior. Então é observando, ninguém vai estar ali escrito na testa, né? É médium, é sempre uma observação. Carlos, tem algumas colocações que seria bom a gente trazer agora. Por exemplo, a Regina Dibley, ela tem duas colocações. Na primeira, ela coloca: "Mas se for um médium que não recebe, apenas fica na sustentação". E daí ela continua: "Apustentação na reunião mediúnica". Pode acontecer. Fica na sustentação na reunião mediúa. Pode acontecer. sendo médium, vai pode acontecer se a pessoa tem a mediunidade, que aí estudos mais para frente de aprofundar a essa predisposição orgânica, né, esse compromisso com a mediunidade, a pessoa sendo eh não importa a a ostensividade, mas é claro que para manifestações ostensivas é preciso ser um médium ostensivo, mas qualquer eh eh mediunidade que que nós Nós todos somos médiuns, né, que isso também foi uma conclusão de Kardec. Ah, a havendo um médium ostensivo, vai acontecer um médium na sustentação. Às vezes ele pode ser um médio ostensivo que ainda não desenvolveu a sua mediunidade. Então, aquilo que a gente não sabe ainda que é um médium ostensivo, mas se ele tem essa predisposição orgânica, pode acontecer sim num médico de sustentação. Ol quer comentar. E eu gostaria, né, só na resposta anterior, eu eu citei o fato de que Kardec não não representa grande coisa, pelo contrário, pode até atrapalhar, ele chama atenção, a não ser que dentre esses colaboradores haja um médium que nem saiba que é médium. Ou seja, o médium muitas vezes, como ele esclarece também, é involuntária, inconsciente da inconsciente não sentido de que tá praticando a mediunidade conscientemente, mas não tem consciência eh eh dos seus recursos. E em particular na questão da mediunidade de efeitos físicos, é mais flagrante, porque eh geralmente a gente vai observar o médium, o médium que incorpora, que se sente mal, mas não se dá conta de que o médium de efeitos físicos pode ser alguém que tá simplesmente exudando. Às vezes na sala do passe você vai ter
observar o médium, o médium que incorpora, que se sente mal, mas não se dá conta de que o médium de efeitos físicos pode ser alguém que tá simplesmente exudando. Às vezes na sala do passe você vai ter alguém que tá colaborando com verdadeiros trabalhos de cura que a espiritualidade faz usando recursos fluídos do médico que nem sabe que é, entre aspas, um médium de cura. ele tá doando recurso. A espiritualidade eh consegue usar esses recursos de que ele dispõe na boa vontade, na preparação. Eh, e isso está de acordo com aquela ideia de que muitas vezes o fenômeno é involuntário, como nossos dias de hoje, né, ao longo do tempo. esses fenômenos físicos, esses efeitos físicos, materialização, movimento de objetos, pancadas, ficaram, digamos, numa posição muito minimizada. eh e essa essas pessoas com esses recursos fluídicos, né, que poderão operar como médiuns, elas às vezes não tomam consciência disso. E sim, de fato, muitos médiuns de sustentação são aqueles que oferecem recursos fluídicos para trabalhos na dimensão espiritual dentro da sala mediúnica. Ainda que ninguém saiba, nem mesmo os encarnados estão sabendo, estão ocorrendo os fenômenos na dimensão espiritual graças a recursos que esses espíritos fazem. Porque o fato dele ser um doador de um de um recurso fluídico não quer dizer que tenha que ser um fluído que se manifeste numa dimensão grosseira. Ela poderá e irá se manifestar numa dimensão espiritual. Então, muitas vezes as projeções, muitas vezes o processo de envolvimento fluídico do espírito manifestante vai necessitar de recursos fluídicos desses espíritos que ficam ali às vezes num limbo e não são percebidos. Isso pode chegar sim a promover um fenômeno físico mais contundente, né, do tipo de vibrar, de bater, de fazer barulho. Mas eu particularmente os meus 40 anos de trabalho mediúnico, nunca vivi nenhuma experiência dessa. Uhum. Apareceu mais uma pergunta aqui da Cristiane Rosa. Essa corrente seria por aproximação dos médiuns para as manifestações acontecerem? Em outras palavras, o médio
vivi nenhuma experiência dessa. Uhum. Apareceu mais uma pergunta aqui da Cristiane Rosa. Essa corrente seria por aproximação dos médiuns para as manifestações acontecerem? Em outras palavras, o médio tem que estar presente para que aconteça o fenômeno. Não, não foi assim que eu entendi não, Carlos. Mas acho que essa pergunta tá mais dirigida. Ah, a pergunta anterior, né? Eu acho que o Kardec chega a mencionar alguma coisa com relação a essas questões de da ideia de corrente, de fechado, é, que era a primeira ideia, talvez seja isso, né? Que que ele cita, inclusive que os médiuns eles eles eh se davam as se entrelaçavam os dedos, né, os dedos mínimos para numa ideia inicial de que era através de uma corrente que ia passar, né, de um pro outro. a gente sabe que não é dessa forma, né? Então, eh, eu não sei se é disso que tá tá falando, né? Você provavelmente é os médiuns estarem próximos dos outros para que houvesse a manifestação. Não, não precisa, né? Não era. Mas a inicialmente, como ele estava investigando, né, todas as hipóteses eram levantadas e depois quando viam que não era excluídas, né? Elas eram excluídas. Essa foi uma das que foi excluídas pela experiência, não é? Inclusive, porque pode acontecer um fenômeno com o médium numa sala diferente, às vezes está em outro lugar, mas os espíritos estão coletando o recurso dele para produzir, não é, as manifestações especialmente físicas, né? Ali, eu já se interromper, já interrompendo, eu já presenciei situações onde no trabalho, nós temos um trabalho mediún na nossa casa que tem a palestra ocorrendo em cima, né, no salão, o trabalho do passe depois sequenciando e nós temos um trabalho mediúnico que começa desde que o trabalho do passe começa. Então são três atividades simultâneas e muitas vezes os espíritos foram buscar recursos para o atendimento mediúnico em pessoas que estavam no salão. É isso aí. pessoas que tinham possibilidades maravilhosas, estavam em oração, conto elevado. Então, a a a dimensão física para eles é nada,
ara o atendimento mediúnico em pessoas que estavam no salão. É isso aí. pessoas que tinham possibilidades maravilhosas, estavam em oração, conto elevado. Então, a a a dimensão física para eles é nada, né? Não oferece obstáculo nenhum. Então, essa ideia de corrente, ela ainda permanece na ideia de que tem uma corrente fluídica. Não deixa de ter, mas não sentido de uma corrente elétrica, né? E o recurso fluídico que o o o médio oferece é no nível do ectoplasma. Então, é algo que não é espiritual, é algo que é mais paraa dimensão física. Por isso que só os encarnados possuem os espíritos desencarnados não possuem a capacidade de oferecer essa ectoplasmia, de oferecer esse recurso. Eles oferecem outros fluídos de outra natureza, mas somente os médiuns, só os espíritos encarnados pelo quimismo do próprio corpo e da do fluído vital no corpo é que tem essa possibilidade deudar essa energia que nós hoje conhecemos mais comumente como ectoplasma. Queria só colocar uma uma experiência de uma amiga que ela eh tinha um problema de sangramento, né? Era era tipo hemorroida, né? E e ela várias vezes sugeriram a ela que fosse procurar médium tal, médio qual. E ela sempre se recusava porque ela tinha convicção de que, né, ela deveria seguir com tratamento dela com médico, tudo direitinho, que se algum dia ela tivesse que ser curada, ela seria curada, que ela não precisaria ir atrás, né, de de procurar eh esse tipo de de recurso. Era uma convicção dela. Ela então viajou, foi pro interior de Minas, vai visitar a família e foi assistir a palestra num centro lá pequenininho da cidade, bem miudinho, que ela sentou lá ouvindo a palestra e num dado momento ela sentiu o envolvimento espiritual tão gostoso, né, tão assim e achou muito muito legal, né, um ambiente bom no centro, ela deduziu, aí chegou na casa do familiar que ela tava hospedada, sentiu necessidade de ir ao banheiro. caiu uma pelota seca e nunca mais ela sangrou. Então, eh, é, é interessante como funciona. Havia algum médium ou os
ou na casa do familiar que ela tava hospedada, sentiu necessidade de ir ao banheiro. caiu uma pelota seca e nunca mais ela sangrou. Então, eh, é, é interessante como funciona. Havia algum médium ou os espíritos utilizaram recurso de várias pessoas para produzir a cura. Ninguém no centro ficou sabendo que tinha acontecido e ela mesmo só foi se dar conta depois, tinha sido curada lá naquele momento, que ela sentiu aquele envolvimento bom no centro. E aí é interessante, né, como como as coisas funcionam. Por isso que Kardec diz que a mediunidade jamais servirá para espetáculos públicos, porque quando tem que acontecer, acontece sem que ninguém precise ficar sabendo das coisas. E a gente tem visto tantas vezes acontecerem problemas com pessoas que se expõem, ficam em evidência assim às vezes por causa da mediunidade e depois tem consequências que não são boas, né, pra própria pessoa. Euzito acho que pode seguir com as seis, né? Podemos seguir. Então, Hércules, eh, entrando na nossa questão número seis, vamos tratar dos itens 63 e 64. Primeiro, o que Kardec explica? sobre as mesas girantes no item 63 e sobre as pancadas no item 64, mesas girantes e e pancadas. O que Kardec explica? Bom, já seguindo essa sequência de raciocínio lógico do Kardec, se os colaboradores não importavam tanto, mas o que importava era o médium e dependia do poder eh mediúnico, do poder fluídico do médium, o alcance do fenômeno, ele vai nessa mesma batida e chama atenção pro fato de que a forma da mesa, do que ela era feita, se tinha bronze, metal nela ou não, ou então a roupa das pessoas, né? como de seda, porque tinha aquela ideia, já se conhecia a energia estática e aí dentro da ideia de que era uma corrente elétrica, às vezes pensavam que a roupa poderia ajudar, porque a seda, se nós lembrarmos bem, quando a tritada eh gera energia estática. Então tinha muitas obras de Kardec vai dizendo que nada disso significava, como não significava nada os dias, as horas, se estava escuro, se estava com luz para esses
tritada eh gera energia estática. Então tinha muitas obras de Kardec vai dizendo que nada disso significava, como não significava nada os dias, as horas, se estava escuro, se estava com luz para esses fenômenos de natureza física, no caso as mesas girantes. Ele disse que nada disso era significativo e era indiferente se tava chovendo ou se tava com bom tempo, né? Ele ele ele ele é bem minucioso. Agora, ele chama atenção pro fato do volume da mesa. Se a mesa é grande, a mesa é pesada, certamente vai necessitar de um recurso fluídico maior. E aí vai entrar a questão ou do poder individual de um médium ou da questão do do da das possibilidades que um grupo de médiuns poderá oferecer, né? Então ele diz que as há situações em que às vezes uma só pessoa, até mesmo uma criança, pode simplesmente levantar uma mesa de 100 kg. Isso às vezes chega a tal ponto que a mesa eh eh pode chegar ao teto e você passa por baixo para que as pessoas não pensem que estavam tendo uma alucinação. Inclusive que às vezes a mesa quando desce eles deixavam a mesa cair e a mesa quebrava para que ficasse claro que eh não era uma ilusão. Ele explica que na época, né, para quem praticava o fenômeno, a mesa antes de, digamos assim, se mover, ela tinha um estalido, uma uma tremidazinha breve, que era um sinal de que a mesa ia se mover, ia entrar em rotação. E depois que isso acontecia, essa rotação ela às vezes tão rápida que as pessoas não conseguiam simplesmente acompanhar. Mas era um processo lento, gradual, né? Mas depois as pessoas, depois que ela se movia, as pessoas podiam se afastar da mesa. Não precisava botar a mão em cima dela não, que ela fazia tudo aparentemente para quem estava assistindo sozinha, porque ela ia para um lado pro outro, ela rodava, ela subia, né? Às vezes ela ficava num pé só, às vezes ela ficava no outro pé, né? Então, e é era uma situação eh eh que caracterizava essa essa possibilidade diversa aí. da de do fenômeno em si, né? Às vezes ela descia lentamente, às vezes ela caía
vezes ela ficava no outro pé, né? Então, e é era uma situação eh eh que caracterizava essa essa possibilidade diversa aí. da de do fenômeno em si, né? Às vezes ela descia lentamente, às vezes ela caía violentamente. Então, eh eh Kardec chama bem atenção para esse modo eh diverso, muito embora seja o mesmo fenômeno de fazer a mesa eh ganhar como que vida própria, né? ele evitar perder o o a dificuldade, vencer a dificuldade que a gravidade lhe lhe impunha e sofrer todos esses movimentos, esses barulhos e tal, eh, conforme a presença dos médicos. Já pode ir pro 64? Sim, sim. Tudo bem. Aí na continuidade, né, ele ele ele se refere a à capacidade que tinham essas mesas, né? depois vai vai evoluir, ele vai tratar disso em outro capítulo, né? Eh, barulhos no próprio corpo da mesa. Eh, a mesa estalava, a mesa fazia às vezes algum barulho, né? E outros mais. Então ele ele chama atenção para um um outro fenômeno que começou tava acontecendo, mas que dependia esse fenômeno da natureza do médium. Aí ele já faz uma restrição, ele diz que nem todos os médiuns conseguiam oferecer, pelo menos o que se deduz, né, essa possibilidade de produzir o fenômeno das pancadas. Mas dependendo da da da natureza do médium, da característica do médium, esses essas pancadas aconteciam no próprio corpo da mesa, né? Ele chamava de tecido da madeira e sem que a mesa fizesse qualquer movimento. A mesa paradinha fazia o barulho no corpo dela. É como se alguém tivesse batendo na mesa. Só como eles não viam, as pessoas não viam ninguém batendo, então o som saía da própria do próprio tampo da mesa, do próprio corpo da mesa, né? Às vezes essas pancadas eram fracas, às vezes elas eram fortes, né? E Kardec disse que vai tratar disso depois. porque esse processo vai ser muito útil em algumas situações para a comunicação com os espíritos, né? Eh, ele chama a intenção, ele ele chama atenção por mais um fato interessante, é que às vezes quando a pancada da mesa produzia essa vibração, que as pessoas podiam sentir
icação com os espíritos, né? Eh, ele chama a intenção, ele ele chama atenção por mais um fato interessante, é que às vezes quando a pancada da mesa produzia essa vibração, que as pessoas podiam sentir na ponta dos dedos, né, a mesa vibrando. E que isso também podia ser constatado quando você colocava o ouvido eh no tampo da mesa, você conseguiria eh perceber esse barulho na mesa para perceber que não era uma coisa que estava sendo feita atrás de uma cortina. ou em outro lugar, né? Porque poderia vir a fraude, poderia vir um simulatro. Ora, mas se você tá bota a mão na mesa, tá sentindo ela vibrar na hora do barulho, é porque o barulho tá vindo na mesa. Se você coloca o ouvido na mesa e escuta o barulho vindo da mesa, então não é algo que tá sendo feito aures em outro lugar. Muito bem. Eh, Juliana quer comentar. Podemos ir adiante? Podemos ir adiante. Foi bem, né, bem completa a explicação, né? Eu só chamo atenção é aquela sequência lógica, o método de Kardec, né? Estamos indo dos do mais simples, indo pro mais complexo. Eu eu costumo dizer isso, me me fez muito esse complemento. Todas vezes que eu tenho oportunidade de ler Kardec, olha que eu já livro dos médiuns, mas o livro dos médios em particular que eu adoro, mas eu eu vejo pra minha esposa às vezes digo assim assim, cara, não tem como não me sentir apaixonado por ele. método dele, a capacidade dele de dizer, resumir Kardec, sintetizar Kardec é um desafio que, eu diria assim, quase que de arrogância, porque ele conseguia falar muito, sabe, ainda que o texto fosse muito, ele é sintético, ele não tem o que você resumir, Kardec é algo muito difícil. É muito difícil. Uhum. O que ele apresenta já é um resumo, né? Mas não é só isso, meu irmão. Com canetinha, com com lápis, sem copia e cola, sem pesquisa no Google, sem pesquisa no Adobe, sem procurar palavras, só ali ele já pegava a mensagem, já cruzava tudo, já escrevia, porque se ele fosse ficar pesquisando tudo que ele já recebeu, cada vez que ele fosse escrever uma nota, não
dobe, sem procurar palavras, só ali ele já pegava a mensagem, já cruzava tudo, já escrevia, porque se ele fosse ficar pesquisando tudo que ele já recebeu, cada vez que ele fosse escrever uma nota, não conseguia, sabe? Eu fico assim apaixonado pela capacidade dele de de juntar tudo e tornar tudo coerente. Uhum. Eu costumo dizer que é um privilégio nós termos como codificador, né, um espírito dessa capacidade, né, porque ele era um dos membros da equipe do espírito de verdade encarnado. Para refletir o trabalho dos desencarnados tinha que ter alguém com condições. E disse, para obter as respostas que obteve, tinha que saber fazer as perguntas certas, não é? E é realmente é um trabalho. Ele humildemente se apresenta como o o um trabalhador, né, como simplesmente não aceitou o título de de de chefe, nem esse título de criador da doutrina espírita, não é? Mas de codificador. Bem, nós vamos então pros itens. Ouvi um comentário, Carlos, pessoa que conhecia, né? Acho que foi de Canuta Breu, né? Canuta Abreu tem aquele tem um livro que ele mostra a primeira edição e tal, traduzido, né? Era a opinião dele, né? Mas que eu considero interessante. Ele dizia o seguinte, que a primeira edição do livro dos espíritos, a obra era totalmente dos espíritos. Na segunda versão você tem Kardecutor. Você já tem Kardec se manifestando. Com aprendizado que ele teve na primeira edição, ele já entra compondo. Por quê? Porque ele faz as perguntas para que as respostas venham. Ele já insere notas que vão ajudar a entender aquilo que ele já percebeu como dificuldade. Então, de fato, o livro dos espíritos, na sua seguição, nação que nós temos, ele tem uma presença do Kardec muito forte. Muito bem. Então agora, Juliana das manifestações inteligentes, né? No capítulo 3, vamos pros itens 65 e 66. Como Kardec introduz o assunto das manifestações inteligentes nesses dois itens? Então, nessa forma didática, né, nesses dois itens, Kardec, ele vai nos trazendo as conclusões que ele vai tendo a partir daquelas observações. Então ele ele
ifestações inteligentes nesses dois itens? Então, nessa forma didática, né, nesses dois itens, Kardec, ele vai nos trazendo as conclusões que ele vai tendo a partir daquelas observações. Então ele ele coloca que aqueles efeitos que estavam acontecendo, né, que foram relatados até até então aqui no no livro dos médiuns, eram aqueles efeitos puramente físicos, né, que até poderiam ser explicados como uma uma ação de uma corrente magnética, de uma corrente elétrica, de um fluido qualquer, né? E isso foi uma das das opções, né, uma das soluções que foram trazidas para explicar no início esses fenômenos. Porém, outros fatos aconteceram, né? Então, algo mais, algo além do que aquelas pancadas, né? do que aqueles ruídos, do que aquelas mesas indo para lá e para cá. Ele foi percebido que havia uma inteligência naquelas manifestações, naquele naqueles atos lá. Então, havia provas de inteligência que aconteceram. O que que era essas essa inteligência, né? Então, se há um efeito inteligente nesse raciocínio de Kardec, é porque há uma causa inteligente. Mas daí qual seria essa causa? Qual inteligência, né? Do que que se trata? Porque nó para nós hoje é muito fácil nós já pensarmos nos espíritos, porque nos foi trazido isso. Ah, são os desencarnados. Mas aquela época, talvez isso não foi eh eh trazido como hipótese inicialmente, mas havia uma inteligência. Que inteligência era essa? Então ele ele nos traz isso nessas reflexões dele nesse item no no 65, né? No próximo item, no 66, ele já vem nos explicar o que que é a manifestação inteligente, né? assim, havia manifestação inteligente ali. O que que é? Ah, é algo de um grande sabedoria, não, de eloquência, não era o quê? Havia uma vontade, um ato livre, o ato voluntário ou então a obediência a um comando, né? A obediência respondia a um pensamento. Então aquelas mesas, né, aqueles aqueles objetos, né, a gente sempre fala em mesa, mas era qualquer objeto móvel, eles estavam obedecendo a uma inteligência. Então aí é que ele entra com essas manifestações
aquelas mesas, né, aqueles aqueles objetos, né, a gente sempre fala em mesa, mas era qualquer objeto móvel, eles estavam obedecendo a uma inteligência. Então aí é que ele entra com essas manifestações inteligentes. E aí, quem são? O que que que qual é quem é essa inteligência, né? Elas elas tinham elas obedeciam a algo, né? que eles as mesas, os objetos estavam obedecendo algo que era algo inteligente. Então tinha uma causa inteligente aquela aquele efeito. Muito bem. Muito bem. Eh, Hércules, dando sequência ao pensamento da Juliana no item 67, como Kardec dá continuidade ao assunto, a esse assunto das manifestações inteligentes no item 67. Bom, partindo da da da sequência da ideia de que tudo começou com as mesas girantes, né, que depois se tornaram falantes e aí vai ter toda uma técnica das pancadas e tudo mais, ele que o primeiro efeito inteligente, né, foi notado porque esses movimentos obedeciam a uma determinação, né? Não eram movimentos assim comuns como uma coisa que poderia ser provocada por um fenômeno natural banal. né, mas obedecia uma determinação, né? Então, eh eh ele observou que muitas vezes, né, a mesa que se alternava de uma posição num pé ou no outro, né, batia um determinado número de bancadas reperdendo a respondendo a perguntas, né, começou-se como simples sim, não, né, e depois acabou-se evoluindo para a construção eh eh de um de um de um código por meio de pancadas que estava calc focado no alfabeto, né? Então, eh, Kardec mostra que começa ao se perceber que o movimento poderia obedecer uma determinação e que não dependia necessariamente de uma intervenção do médium ou do solicitante, do que determinante, de quem determinava o movimento, né? Então, movimentos diversos eh eh muitas vezes estavam ali sendo coordenado pelos outros que estavam presentes, né? Então era isso. Foi primeiro ele percebeu que foi percebido que os movimentos podiam obedecer uma determinação. Muito bem. OK. Juliana quer comentar alguma coisa? Não, né? Isso. A gente vai
entes, né? Então era isso. Foi primeiro ele percebeu que foi percebido que os movimentos podiam obedecer uma determinação. Muito bem. OK. Juliana quer comentar alguma coisa? Não, né? Isso. A gente vai decorrer os próximos itens. ele vai muito bem. Eh, nós temos várias manifestações no chat, não é? E nós estamos observando que nós temos gente aqui de norte a sul do Brasil acompanhando, né? Vários, vários estados. Muito bem, gente. Eh, a Larissa faz uma pergunta aqui que é sobre qual o melhor tradutor do livro dos médiuns. Isso é muito difícil, viu, Larissa, de saber melhor tradutor, né? Nós temos duas traduções na Federação Espírita Brasileira, a tradução do Guilon Ribeiro, que traz uma linguagem, né, eh, mais antiga, mas que é muito boa, muita gente gosta, né, de de estudar por ali. E nós temos a tradução mais recente do Evandro Noleto, que traz uma linguagem mais moderna. Então, eh, a FEB utiliza, né, e nós estamos podemos utilizar nesse estudo as duas as duas traduções, sem problema nenhum, né? Mas é muito difícil dizer qual a melhor tradução, porque já tem um ditado eh italiano que disse, diz assim: "Tradutor, tradutore, traitore". É muito difícil traduzir, né? ser fiel e realmente ter uma tradução que a gente possa dizer perfeita, porque o tradutor precisa entender a língua mãe perfeitamente, entender o que o autor escreveu, ele precisa colocar aquele pensamento no idioma de destino, ele precisa de reescrever, não é? Repetindo a ideia. E se faz isso ips líderes, não vai sair bom de jeito nenhum. tem que realmente reescrever a obra na e eh na Argentina o não sei se continua assim, mas na época de eh o inicial, né, da que a gente tava traduzindo o material da evangelização espírita, então a gente soube que na Argentina o tradutor é considerado autor justamente por essa necessidade de entender o pensamento e colocá-lo no idioma de destino. Mas fica aí a recomendação das duas traduções que a FEB usa, fique à vontade. Tá bem? Nós vamos agora então uma coisa rapidinho.
necessidade de entender o pensamento e colocá-lo no idioma de destino. Mas fica aí a recomendação das duas traduções que a FEB usa, fique à vontade. Tá bem? Nós vamos agora então uma coisa rapidinho. Ass vezes eu pensando nisso, eu fico me pegando pensando assim, como será que Kardec iria hoje atualizar se ele fosse escrever hoje, cetando todo ele mesmo, será que ele não faria alguns ajustes em alguns termos, em algumas coisas? poderia ser porque e ele escreveu dentro do contexto, tudo aquilo tá certíssimo, sem reparos nenhum, mas às vezes entender a intenção do autor, às vezes o próprio autor vai fazer uma revisando a sua obra, ele sente na necessidade de muitas vezes fazer uma nota, fazer um complemento, não que ele vai dizer que tava errado o que tava antes, mas melhorar a explicação, né? Então o o tradutor hoje enfrenta esse dilema que às vezes ele tem que ver o o que poderia ser dito a mais sem interferir na na obra do autor, né? Já o autor não, se for fazer uma revisão, ele mesmo pode fazer um uma inserção ou um complemento. Uhum. Muito bem. Nós vemos aí que tem gente usa do William Ribeiro, né? Tem gente que usa a do Evandro e pode às vezes usar de alguma outra editora sem problema, não é? O interessante é no estudo que a gente faz, eu costumo comparar, eu vou ten uma dúvida, eu vou ler e às vezes consulta até o original que hoje está disponível aí pelo, né, nos sites, né? Muito bem. Então nós vamos para o os itens 68 e 69. Juliana, o que Kardec comenta nesses itens 68 e que suposições ele faz referência no item 69 sobre os fenômenos? Então, no item 68, o Kardec ele vem expor que aquelas pancadas, aqueles estalidos, então que já tinha evoluído, né, de não de das mesas se mexendo, né, mas já ela parada fazendo aqueles sons, né, as pancadas e os estalidos, que aquilo eh proporcionou que houvesse os efeitos ainda mais inteligentes. Então eles começaram ali a ver que e ela imitava som, som de tambor, o rufar de tambor, eh o som de uma da fuzilaria de uma de uma de uma de um pelotão, né, do de de
s efeitos ainda mais inteligentes. Então eles começaram ali a ver que e ela imitava som, som de tambor, o rufar de tambor, eh o som de uma da fuzilaria de uma de uma de uma de um pelotão, né, do de de canhoneiros, a ranger de serras, áreas assim, a o ritmo de de uma área, uma música, né? Então isso tudo era possível através daquelas pancadas, daqueles estalidos. Então eles foi vendo que tinha muito mais a ser explorado com base nisso, então que havia cada vez mais eh comprovado de que tinha uma inteligência oculta ali e que então nós podemos fazer perguntas e começou naquela de respondendo sim ou não, né? Então, a, digamos, uma pancada é sim, duas pancadas é não e assim foi aprimorando mais, tendo, fazendo mais perguntas. E então já, né, numa sequência lógica, né, de aprimoramento, se colocou então a a questão do alfabeto. Então, vamos colocar porque só o sim ou não já não já tava restringindo, né? Então, vamos colocar um alfabeto e a mesa ia eh marcando as letras e fazia palavras e fazia frases, né? Então isso ele traz essa exposição no 68 com base nisso. Lá no 69 ele vem trazer algumas suposições, né? Eles estavam estudando aquilo ali, tentando entender. Já se sabia que isso tava acontecendo em outras lugares do mundo todo, né? Então ele já tinha conhecimento de que outros países eh estava acontecendo o mesmo mesmo tipo de fenômenos, da mesma forma. Então aquilo já ajudava a a ter a certeza sobre que aquelas manifestações eram manifestações inteligentes. Mas da onde essa inteligência? Então ele começa a fazer essas suposições, né? Seria inteligência, ela ela era a quem é que estava produzindo isso? Essa era o médium, era pessoas que estavam fazendo as perguntas, era as pessoas que estavam ali assistindo. Então, nessas observações, né, eles foram descartando isso, né, como é que aquela a inteligência ia se expressar numa pancada. Então lá, então quem sabe é o pensamento, pensamento do médium, mas aí é mais um fenômeno mais prodigioso, mais complexo ainda, como é que o pensamento
ela a inteligência ia se expressar numa pancada. Então lá, então quem sabe é o pensamento, pensamento do médium, mas aí é mais um fenômeno mais prodigioso, mais complexo ainda, como é que o pensamento vai fazer com que ali haja uma uma manifestação, uma pancada, uma movimentação, uma resposta, uma frase, né, uma palavra. Então, a experiência foi mostrando que eh não era era inadmissível aquelas aquelas suposições que eram colocadas, né? E aí então a aquelas respostas que vinham também, aquilo ali foi ajudando a concluir, porque as respostas que aconteciam elas estavam muito acima da capacidade daqueles médiuns que estavam ali, do alcance intelectual daqueles médiuns em outras línguas que aqueles médiuns, que aquelas pessoas que estavam ali não conheciam. Então isso tudo veio eh reforçar que era outra inteligência, que não era inteligência das pessoas que estavam presentes ali. E assim vai tendo vários exemplos. Ele vai, né, ele traz um exemplo, né, para reforçar isso que não é das pessoas que estavam ali. Bem, eh, vamos para os comentários, Carlos. Eh, eu acho que podemos terminar o 70 71 e a gente a gente vai volta os comentários, é porque tá um pouquinho fora do assunto, né? Alguma coisa. Uhum. OK. Hércules, no item 70, a que caso Kardec se refere? É, ele dá um exemplo ocorrido num navio, né, da Marinha Imperial Francesa, que tava navegando pela China. E lá o pessoal também estava nessa moda, né, de de ficar, talvez não viu, talvez não tendo muito o que fazer durante o tempo todo, eh, de fazer que as mesas falassem, né, chamadas mesas falantes. E aí alguém teve a ideia de evocar um espírito, né, no caso, um tenente que havia morrido há do anos. E e depois de várias comunicações nesse método deles no navio, o tenente veio e pediu encarecidamente, insistentemente, que pagassem uma dívida que ele tinha com o capitão, deu lá o valor, né? Ninguém conhecia o fato. O próprio capitão havia se esquecido dessa dívida, nem lembrava mais de que tinha, mas eh quando foi procurar lá nas as nas
da que ele tinha com o capitão, deu lá o valor, né? Ninguém conhecia o fato. O próprio capitão havia se esquecido dessa dívida, nem lembrava mais de que tinha, mas eh quando foi procurar lá nas as nas anotações dele, constatou que havia dívida do tenente e que a importância era exatamente a mesma que a comunicação feita lá por perante os os participantes indicada, né? Então isso é muito interessante, eh, mostrando que não podia ser de ninguém que tava ali provocando o fenômeno, né, que tava ali junto. Por quê? Porque nenhum deles conhecia, nem o próprio capitão se lembrava na dívida e muito menos da cifra. E entretanto, a informação foi precisa, mostrando que quem tava se comunicando era alguém que não fazia parte do grupo, conhecia a informação, que, portanto, só podia ser o tenente. Muito bem. E Juliana, como o fenômeno evoluiu, né, no item 71, como o fenômeno evoluiu para a psicografia, então, né, vai num vai aperfeiçoando, né? Então ele começou lá com aquelas eh se movimentando depois com o sim ou não através das pancadas, depois utilizando eh o alfabeto que as as mesas objetos se direcionavam às letras formando as palavras, as frases. E nessa evolução, né, foi um processo que foi aprimorando, só que ir ali naquelas pancadas e procurando as letras, formando as palavras, as frases, aquilo era muito demorado. Então, eh, precisava agilizar, né, para que as coisas não fossem tão demoradas. E os próprios espíritos é que vão indicar os outros meios para que aquelas comunicações tivessem fossem mais rápidas, que elas fossem escritas, então, não só demonstrando ali, mas que elas fossem escritas já a partir da daquela daquele fenômeno, daquela movimentação. Então, primeiro foi adaptado, Kardec vai relatando, né, nesse item 71, que foi adaptado uma um lápis na no pé da mesa, né, sobre uma folha de papel. E aí, então a mesa estava escrevendo, né, claro, não a mesa, né, mas através da mesa se escrevia pela influência de um médium, ela se movimentava e ela escrevia, fazia
a, né, sobre uma folha de papel. E aí, então a mesa estava escrevendo, né, claro, não a mesa, né, mas através da mesa se escrevia pela influência de um médium, ela se movimentava e ela escrevia, fazia as letras, as frases, as palavras, né? Aí foi se melhorando isso. Então, eh, fizeram mesas menores, construíam, faziam as mesas especificamente para essa função, né? Umas mesinhas pequenas, do tamanho de uma mão, né, colocando um lápis ali. Depois, ah, eu utilizavam assim de cestas, né, que a gente fala muito assim da das cestas que também com um lápis ia escrevendo, caixa de papelão, por fim, umas pranchetas, né? Aí foi se reconhecendo que aquilo não era prático, digamos assim, e foi percebendo que aquilo ali era só um apêndice do médium e que o médium mesmo poderia segurar o lápis e ser através dele da mão do médium essa escrita. E aí sim, então, que com o médium segurando o lápis, é que aquela era imprimia aquele aquele movimento involuntário na mão do médium e o médium escrevia, né, rapidamente, sem a sua vontade, era o através da a vontade do espírito, né? Então, que a partir daí é que a coisa, né, foi que tomou as proporções, né, e e possibilitou todas as a essas toda essa a doutrina toda, né, então com com agilidade, com mais rapidez. E aí que a psicografias, as comunicações do além túmulo, elas passaram a forma escrita, né? E aí só vai, né? Só ape. Muito bem, Elita, vamos começar com as mais relacionadas. Vamos. Da Étna. Uhum. Isso a Edna do Socorro Matos Carneiro. Allan Kardec, na observação das mesas girantes, viu um efeito magnético. O magnetismo do médium para as mesas faz parte do fluído cósmico. Hércules. Eh, eh, a princípio Kardec, como as pessoas que não estavam ali por frivolidade, tentavam entender o fenômeno dentro, digamos, do que a ciência do mundo oferecia, né? Pensou-se na questão de um de um processo magnético elétrico, porque já se conhecia aquela época a questão do magnetismo correlacionado à eletricidade, né? Então, já tinha algumas experiências que produziam
-se na questão de um de um processo magnético elétrico, porque já se conhecia aquela época a questão do magnetismo correlacionado à eletricidade, né? Então, já tinha algumas experiências que produziam coisas interessantes. Então, a primeira ideia foi de um magnetismo, digamos, eh, correlacionado à energia elétrica, né? Mas Kardec observou, obviamente, né, por conta disso, com base nas explicações que os próprios espíritos vieram dar. É preciso que se entenda isso. Kardec, primeiramente constatou que havia uma inteligência por trás dos fenômenos até chegar nesse momento onde se conseguiu, como a Juliana bem esclareceu, essa fluidez das instruções. E é neste momento que Kardec vai ser instruído para a surpresa dele, quando os espíritos dão as explicações todas, né? Então o Kardec nos traz isso, mas isso não foi do Kardec ficar olhando a mesa girando, ele já concluiu que era um magnetismo do médio. Ele entendeu observando ela, que era fundamental a presença dos chamados médiuns, que de alguma maneira ofereciam recursos que ele entendeu que podia tanto ser magnético, elétrico ou de um outro fluído. concluído que na época ela é entendido dentro da visão da ciência do século XIX como sendo uma espécie de energia imanente, né? Por isso é que vai evoluir pra ideia do chamado fluído cósmico universal, quando os espíritos vem explicar, né, que tudo está permeado por essa energia, né, que eles chamaram de fluído cósmico universal. Aliás, diga-se de passagem, relativamente recentemente, a a ciência tem evoluído na constatação de que no universo a matéria que nós observamos, a matéria física, na verdade, ela é apenas 5% do universo. Não é que existe uma outra matéria que não é observável no sentido da visão, ela não é percebida, mas ela é detectável pelos efeitos que produz, porque ela tem gravidade. Eles detectaram que outros 20% são de matéria escura. Tudo isso são parâmetros que às vezes modificam. Mas de grosso modo, a matéria é vista como sendo 25% do universo. 20% matéria escura, 5% matéria
Eles detectaram que outros 20% são de matéria escura. Tudo isso são parâmetros que às vezes modificam. Mas de grosso modo, a matéria é vista como sendo 25% do universo. 20% matéria escura, 5% matéria luminosa, mas que 75% é de uma energia permeia, né? Que eles chamaram também, por não entender, de energia escura. O que importa é que a ideia de vácuo, de vazio, não é mais admitida dentro da ciência moderna, né? Você tá de acordo com da relatividade de antes, tá? A turma tá mudando muito. Então, a ideia do fluído cósmico universal lá no século XIX, trazido pelos espíritos que Kardec nos apresenta, está em perfeita consonância com a ideia que nós temos hoje apresentada pela ciência dentro dessa ideia geral do universo. Então, sim, ou seja, o fluído do médium nada mais é do que uma energia diferenciada oriunda dessa energia geral. mãe de todas, ou seja, todos os chamados fluidos que nós conhecemos, que nós dizemos, são apenas desdobramentos desse fluido cósmico universal, inclusive a matéria física, que conforme Einstein bem demonstrou é apenas energia condensada e energia materializada. Muito bem. A Adriana Braga que está, eu não sei dizer bem em francês, P maxense na França, pergunta agora os médiuns que começam a aceitar sua condição de manifestações espontâneas, como se guiar para que suas manifestações sejam úteis? Principal é entender o que está acontecendo, né? Então é o estudar. estudar a mediunidade, estudar a doutrina espírita para começar a entender isso, porque o médium ele só vai ser útil quando aquilo que ele estiver eh fazendo no seu trabalho como médium tenha essa utilidade, a seriedade e seja compreendido por ele aquilo que ele está fazendo. Então ele vai ser um instrumento da espiritualidade para eh essa comunicação dos espíritos e e como a gente diz, é um a mediunidade hoje nas nossas casas espíritas de uma maneira eh restrita, né? Eh, não é algo aberto, nem deve ser com pessoas capacitadas que estudaram para isso, que sabem, entendem o mecanismo da mediunidade e que estão ali
ssas casas espíritas de uma maneira eh restrita, né? Eh, não é algo aberto, nem deve ser com pessoas capacitadas que estudaram para isso, que sabem, entendem o mecanismo da mediunidade e que estão ali para servir e para aprender, principalmente para aprender. Então, eh, tornar útil a sua mediunidade é primeiro é o estudo e se colocar à disposição de servir, né? Uhum. Vamos colocar aqui a Maricle Costa Ferreira. Não sei se tem a ver com o tema, mas às vezes tenho uma visão muito pequenina, um reflexo. Por um momento vejo algumas figuras, uma roseira ou uma videira do nada. Geralmente quando estou estudando pode ser uma pequena manifestação mediúnica e ela agradece. Hércules, que que você diz? Vou pegar carona na resposta do Carlos aí à tradução, né? E um pouco do que a Juliana também falou na questão dos indícios da mediunidade, né? Partindo do pressuposto, conforme Kardec nos disse, que todos nós temos de alguma forma a capacidade de estarmos em relação com o mundo espiritual. E por isso ele disse que todos nós somos médiuns, né, mais ou menos. Mas por quê? Porque sendo espíritos, nós estamos sempre de alguma forma numa correlação com o mundo espiritual. Então, muitas vezes nós no corpo, apesar de estarmos ali atentos, nós sofremos alguma espécie de desdobramento, alguma espécie de alteração, né? Podemos ter uma mudança na nossa percepção de vida. Então, eh eh perceber algo do mundo espiritual ou algo que se quer mostrar para nós, não necessariamente será uma mediunidade, mas será uma o resultado de uma de uma percepção na dimensão espiritual. A ideia de médio, a ideia de que você funciona como um intermediário. Você ver uma imagem pode ser algo apenas na sua tela mental, pode ser algo que que você tá recordando agora, pode ser algo que você esteja vendo. Se você está vendo diante de você, pode ser pela visão da dupla vista, do desdobramento. Aí você tá vendo uma realidade e vê uma videira, a pergunta é: não tem mais nada além dessa videira? Essa videira, essa outra
endo diante de você, pode ser pela visão da dupla vista, do desdobramento. Aí você tá vendo uma realidade e vê uma videira, a pergunta é: não tem mais nada além dessa videira? Essa videira, essa outra imagem, ela tá acompanhada de um outro quadro, ela tá isolada, né? Então eu eu não posso dizer que isso é um sinal de uma pequena mediunidade, que eu posso dizer que isso indica que você tá tendo uma percepção que tanto pode ser mental sua, uma recordação sua, algo que está relacionado, que quando você tá estudando, tá em silêncio, isso vem paraa sua para a sua região eh que tá interligada com com o visual, mas pode sim em algum momento ser uma interação com o mundo espiritual ou por desdobramento, ou porque você está levemente desdobrada e tá conseguindo perceber, mas está percebendo uma realidade que alguém quer que você veja, ou então está sendo uma materialização diante de você que você vai ver eh não necessariamente como médium, mas como médio vente. você vai tá vendo como algo que um espírito tá de alguma forma materializando para você, talvez até utilizando recursos que você disponha ou que alguém na sua casa disponha para que ele materialize. Então, teria que conhecer melhor o fenômeno que tá acontecendo para saber se haveria algum indicativo. Mas acho que nossa irmã deu aí, a Juliana foi precisa, né? estuda, vaios médos vai te ajudar a descobrir o que que pode ser, porque as respostas numa situação similar a essa, o Divaldo, né, disse, quando as imagens são estáticas, não é mediunidade, porque quando a gente tem a mediunidade as imagens se movimentam, os seres se movimentam, os espíritos não ficam parados à nossa frente pra gente ver aí. Então, eh, ele coloca dessa forma para ficar bem, né, tranquilo assim, resumo, tem movimento, pode ser que seja mediunidade, não tem movimento, é alguma coisa da nossa cabeça, né? É alguma alguma coisa que tá acontecendo, mas não tem nada a ver com mediunidade de princípio. Por isso eu falei, precisa saber o detalhe, né? ela tá vendo
vimento, é alguma coisa da nossa cabeça, né? É alguma alguma coisa que tá acontecendo, mas não tem nada a ver com mediunidade de princípio. Por isso eu falei, precisa saber o detalhe, né? ela tá vendo materializada na frente dela, é um fenômeno de efeito físico que eu não posso dizer que é uma mediunidade dela. Pode ser alguém doando. O espírito materializou uma rosa para ela ver numa dimensão mais sutil. Ela tá vendo a rosa porque alguém criou para ela. Agora isso comporta tantas possibilidades. Isso é a beleza linda da mediunidade. As possibilidades são enormes. OK. É, tem que conhecer mais, saber de fato, né? eh e acompanhar. Eh, nós estamos com tempo já praticamente terminado. Eh, vou vou colocar essa aqui já. Vamos colocar. A Maria Helena de Castro colocou, Guilhão Ribeiro fez as revisões de língua portuguesa na tese Rui Barbosa, o Águia de Aia. Ele foi auxiliar, né, de de Rui Barbosa em alguma circunstância lá para trás. Eh, o Luciano dos Santos faz uma pergunta que eu vou responder rapidamente. Sempre fui católico e aprendi que Deus é semelhança nossa. Na verdade, não é isso. Deus não foi um ser humano, um espírito. Quem é Deus afinal na visão de vocês? Bom, é na visão dos espíritos que nós vamos responder. Luciano, de fato, a Igreja Católica criou, não é? Nós ao longo do tempo lá atrás não foi nem não estamos passando a responsabilidade dos outros que nós somos reencarnacionistas. Nós estivemos participando disso lá atrás. Nós criamos um Deus à nossa imagem semelhança. E agora recentemente um padre padre da igreja recentemente que não admira que hajam tantos ateus, porque a igreja criou um Deus que é pior do que os pais humanos, né? bota os seus filhos no inferno. Então, eh esse Deus, a nossa imagem e semelhança é uma criação nossa. Agora, Deus nos criou a sua imagem e semelhança, o que é completamente diferente. Qual é o Deus que nós estamos falando? aquele que Jesus apresentou paraa mulher samaritana no poço de Jacó, quando ela perguntou onde seria o local
magem e semelhança, o que é completamente diferente. Qual é o Deus que nós estamos falando? aquele que Jesus apresentou paraa mulher samaritana no poço de Jacó, quando ela perguntou onde seria o local ideal para adorar a Deus, no templo ou no campo, como eles faziam com esse outro templo lá no campo. Então Jesus vai responder para ela, entre outras coisas, que chegaria o dia em que o homem não adoraria Deus nem no templo, ou seja, não seria necessária a religião e nem no campo, nem nos derivativos da religião, porque adoraria Deus em espírito e verdade, porque Deus é espírito. E assim que ele nos criou a sua imagem semelhança como espíritos que somos transitoriamente no campo material. Nós passamos pelo campo material. Então não se pergunta quem é Deus, Luciano, mas como na questão um do livro dos espíritos, que é Deus? Porque Deus não é uma pessoa. Deus é inteligência suprema, causa primária ou primeira de todas as coisas, como está na resposta que os espíritos dão Allan Kardec. Tudo bem, Luciano? Vamos aprofundar mais. Fica com a gente porque, não é? Tem bastante mais coisas pra gente aprofundar aqui. Obrigado, Euzita. contigo. Então, nós vamos agradecer a todos vocês que estiveram conosco e no próximo encontro nós daremos continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns, na segunda parte das manifestações espíritas. Capítulo quarto da teoria das manifestações físicas. Itens 72 a 74, 1 a 16. Então, nós sugerimos a leitura prévia, destacando aqueles assuntos que te chamaram mais atenção, anotando as suas dúvidas para que elas possam ser apresentadas na medida em que os itens forem sendo examinados pelos nossos convidados da próxima semana. Agradecemos a Juliana, ao Hércules, ao Carlos, a todos vocês. Até a próxima semana. Até, gente. Boa semana para todos. Obrigado. Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da
vados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.com.br BR e faça sua doação. เฮ
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