#42 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 33

FEBtv Brasil 02/03/2026 (há 1 mês) 636 visualizações

Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 42 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. XVII Da formação dos médiuns. Mudança de caligrafia. Item 219. Perda e suspensão da mediunidade. Item 220. Link de acesso ao Estudo: https://fe...

Transcrição

Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, [música] ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual [música] e suas belezas. Estudo de O livro dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação [música] Espírita Brasileira. Olá, nossas boas-vindas a você que está conosco através desse canal. Nossas boas-vindas ao Carlos Campete, que conduz conosco este episódio. A Pera Campelo, que é trabalhadora do Grupo Espírita Paulo e Estevão Jeep de Fortaleza, Ceará. Pera é expositora espírita em 38 casas espíritas no Ceará, facilitadora do ESD e estudo da mediunidade e Samuel Nunes Magalhães, escritor, colaborador da Federação Espírita Brasileira e do Centro Espírita Sem Fronteiras. >> Muito bem, saudações fraternas a você que está acompanhando, Euzita, Pira, Samuel. Satisfação estarmos juntos aqui nessa atividade. Dando continuidade ao estudo do livro dos médiuns, hoje nós vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas no capítulo 17 da formação dos médiuns, mudança de caligrafia no item 219 e perda e suspensão da mediunidade no item 220. Vamos iniciar com mudança de caligrafia. Primeira pergunta para a perira. Como Kardec explica neste item 219, um fenômeno muito comum aos médiuns escreventes, a mudança de caligrafia. >> Muito bem, boa noite a todos. Sejam todos muito bem-vindos a esta sala de estudo. Carlos, um abraço para você. Prazer te ver, Zita, da mesma forma. Samuel, alegria enorme compartilhar esse momento contigo. E eu sou realmente assim suspeita em falar quando nós vamos ter a oportunidade de estudar Kardec, não diminuindo os ensinos dos espíritos, mas quando a gente tem a possibilidade de ler Kardec, é um um tesouro à parte. E aí eu vou primeiro, antes do tema, eu vou falar sobre o que é a escrita, qual a importância da escrita. Eu vou fazer isso de forma bem resumida. A escrita, nosso irmão Samuel é um escritor. A escrita, ela faz parte da personalidade

ma, eu vou falar sobre o que é a escrita, qual a importância da escrita. Eu vou fazer isso de forma bem resumida. A escrita, nosso irmão Samuel é um escritor. A escrita, ela faz parte da personalidade do autor. Então nós podemos imprimir pela escrita caracteres da nossa personagem, né, da nossa personalidade. Então, por exemplo, quando a gente pode fazer a a leitura da escrita, o estudo da escrita, que é o que a gente vai chamar de estudo grafotécnico, a gente tira caracteres da personalidade do autor da forma como ele escreve. Então, se as letras são retinhas em pezinhas, Carlos, diz respeito a um quesito da personalidade, a letra inclinada paraa frente, a letra inclinada para trás, os riscos de início, os riscos de fim, se as letras são juntinhas, de mãos dadas uma com a outra ou se são sempre separadas. Então, essas características elas podem identificar o autor. Então assim, é interessante porque assim o no no mundo jurídico, né, a gente usa, por exemplo, o exame grafotécnico como uma perícia técnica dentro do processo eusa, pra gente, por exemplo, descobrir se determinados documentos foram feitos exatamente pelo autor ou réu ou servem de prova dentro de um processo. OK? E é muito interessante isso. Antes de chegar em de forma pontual aqui no no nas psicografias com mudança de grafia, nós temos hoje qualquer um de nós, pessoas no mundo civil, podemos ir a um cartório, Samuel. Aí você chega no cartório e diz assim, você leva o seu documento de identidade e diz assim: "Eu quero abrir uma firma". No cartório, abrir uma firma não é a mesma coisa de que você abrir uma empresa lá na Junta Comercial. São duas coisas diferentes. E abrir a firma no cartório é colocar lá naquela instituição que tem fé pública, ela colocar na tua instituição a tua assinatura para que aquela assinatura seja reconhecida como tua. Então Carlos foi lá no cartório de títulos e documentos e ele abre uma firma. Aí ele leva o documento de identidade dele, o cartório vai pegar uma fichazinha e vai

ssinatura seja reconhecida como tua. Então Carlos foi lá no cartório de títulos e documentos e ele abre uma firma. Aí ele leva o documento de identidade dele, o cartório vai pegar uma fichazinha e vai fazer ele assinar outras vezes para registrar a firma dele. Quando o Carlos fizer um negócio jurídico qualquer e ele assinar lá o documento, a pessoa que recebeu o documento assinado por ele vai lá no cartório e diz assim: "Ô, seu moço do cartório, me diga uma coisa, essa assinatura aqui é do Carlos mesmo?" Aí você pode ver se a assinatura é por semelhança ou por autenticidade. Isso é maravilhoso. Por quê? Por semelhança. O cartório vai pegar alguma coisa que já tá escrita e vai pegar aquela assinatura e vai ver se uma parece com a outra. Faz o efeito espelho, parece com a outra. Pronto. Reconhecimento de firma por semelhança. E na presença o Carlos vai ser chamado. Vem aqui no cartório, meu filho, por favor. assim, bem no cearense, bem rasteiro. Vem aqui no cartório, vem aqui e ele vai lá e assina novamente Euzita para confirmar por autenticidade que aquela assinatura é dele. Pronto, feito esse apurado, vamos para essa questão de forma pontual, porque ela é muito curiosa e nós sabemos que a curiosidade ainda move o mundo, não é? E era interessante a gente observar por esse lado que de alguma forma os espíritos eles fizeram isso para chamar a atenção na comprovação, Carlos, de que aquele texto que estava sendo escrito pela mão de um médium, ele estava sendo conduzido por uma outra individualidade, um outro espírito, uma outra personalidade. OK? Então, rapidinho, o fenômeno muito comum nos médiuns escreventes. E esse médium escrevente, Carlos, ele precisa ser um médium mecânico ou semimecânico. E aqui a gente já convida os nossos irmãos que nos acompanham a depois fazerem uma leitura novamente do capítulo 15, em que Kardec vai tratar dos médiuns escreventes ou psicógrafos. Então, o caso da mudança da escrita, da grafia ou da caligrafia, ele teve o fim, sim, dois fins, dois

leitura novamente do capítulo 15, em que Kardec vai tratar dos médiuns escreventes ou psicógrafos. Então, o caso da mudança da escrita, da grafia ou da caligrafia, ele teve o fim, sim, dois fins, dois objetivos. Primeiro, chamar a atenção para que aquele médium que estava escrevendo, uma determinada mensagem, ele escrevia com características de escrita, uma outra mensagem vinha com outras características, uma outra mensagem vinha com uma terceira característica de escrita. Então, quando você colocava os textos um do lado do outro, era notório, incontestável, que eram três escritores diferentes. Poderia até, inclusive você imaginar que uma pessoa eusa, conhece uma expressão que aqui no Ceará a gente usa com muita frequência, analfabeto de pai e mãe. Já ouviu falar? alfabeta de pai e mãe, ela nunca aprendeu a escrever. Mas em sendo um médium mecânico ou semimecânico, a faculdade da escrita não é do médium, a faculdade da escrita é do espírito manifestante, que ele toma do aparelho motor do médium e é ele que conduz a escrita. Eis o por nós vamos ter mais de um espírito se manifestando com a possibilidade de mudar a grafia. Carlos então a pera escreve de um jeito quando ela se manifesta. E se ela se manifestar em outra casa por outro médium ou em outro dia pelo mesmo médium, aquela escrita, aquela grafia, aquela forma como tá sendo apresentado o texto, vai se repetir ao ponto de se poder fazer um um exame grafotécnico, você verificar, colocar um texto sobre o outro e observar os elementos que se repetem, que se eh que são quase que absolutamente semelhante. Na verdade, a semelhança é confirmada. OK. >> Agora, eh, isso não quer dizer que todo médium, Carlos, que tenha essa faculdade, que seja um médium mecânico ou semimecânico, porque isso não vai acontecer com os médiuns intuitivos, tá? As mediunidades intelectuais, não acontece essa mudança da grafia. Por quê? Porque quem comanda, quem conduz o processo é o próprio médium. Beleza? Mas no caso do médio mecânico ou semimecânico, Samuel, o que acontece que

ectuais, não acontece essa mudança da grafia. Por quê? Porque quem comanda, quem conduz o processo é o próprio médium. Beleza? Mas no caso do médio mecânico ou semimecânico, Samuel, o que acontece que a manifestação do espírito é como se o médium fosse quase que o instrumento do próprio espírito manifestante. Então sim, ele vai desenhar a escrita dele de acordo com a personalidade dele. E muitas vezes, e aí vem a segunda a segunda justificativa para que isso tenha acontecido, é para comprovar que aquela mensagem tem a autoridade do autor. Então, é possível você pegar aquela mensagem e ir procurar escritos de quando o espírito estava encarnado, o autor estava vivo para o mundo material, e você comprovar que aquele texto tem a mesma grafia do texto que era escrito quando o espírito estava encarnado. OK? Pode se observar também além da grafia, que aí seria caberia num outro estudo, é o contexto, a essência da mensagem. >> Bem, pera, excelente. Samuel quer colaborar. Tá fechado o microfone. >> Essa questão da mudança de caligrafia é uma coisa eh bem interessante. Os médiuns mecânicos normalmente há um dispêndio de energia maior para a realização do trabalho da psicografia. Então, é muito comum eh também que nós tenhamos os médiuns semimecânicos e que ocasionalmente reproduzam mecanicamente alguns trechos. Eh, quando a gente vê as mensagens psicografadas pelo Chico, podemos dizer em quase sua totalidade é a mesma grafia. O que não quer dizer, Alan Kardec também observa que o médium mantendo sempre a mesma grafia, não quer dizer que ele não seja o médio mecânico ou sem mecânico. E o Chico, quem conhece a mesma grafia é a grafia das cartas do Chico, né? Só que nas cartas do Chico a letra é mais arrumadinha, porque os escritos escrevem com rapidez, então fica mais extenso. Mas é, mas uma coisa interessante, eu sempre de vez em quando falo sobre isso e tive a a alegria eh de receber uma mensagem de um irmão desencarnado pelas mãos do Chico Xavier. A mensagem, inclusive quarta-feira agora, se ele

ressante, eu sempre de vez em quando falo sobre isso e tive a a alegria eh de receber uma mensagem de um irmão desencarnado pelas mãos do Chico Xavier. A mensagem, inclusive quarta-feira agora, se ele tivesse aqui, estaria fazendo 70 anos. Esse meu irmão, ele desencarnou aos 27 e eu estive em Uberaba. Então é a letrinha do Chico na mensagem. São 23 páginas psografadas, mas a assinatura é a letra do meu irmão. Ela é idêntica à assinatura que ele mantinha eh a quando estava aqui na terra. Isso quer dizer que eh para comprovação, isso é um um fato interessante, mas também o Chico usava a psicografia semimecânica e para esses casos a psicografia mecânica aparecia como sendo testificando a a a aquele comunicante que veio por meio dele, né? Então eu tive essa experiência com Uhum. Bem, Samuel, vamos entrar com você agora no item 220, começando a falar sobre perda e suspensão da mediunidade. Ao falar que a mediunidade, de modo geral está sujeita a intermitências e suspensões, Kardec pergunta na primeira questão do item 220: podem os médiuns perder a faculdade que possuem, Samuel? Eh, interessante essa pergunta que muitas vezes a gente ainda ouve um ou outro dizer que a mediunidade não se perde e e que pode ser interrompido ou que não é. Mas quando a gente vai com Kardec e ele vai nos dizer aí e na resposta dada aí pelos espíritos que sim, que a mediunidade ela pode ser pode desaparecer. que é uma faculdade que não temos assim um domínio sobre ela, né? Então essa faculdade, sim, ela, o médium pode perder a as suas faculdades médium, quaisquer que sejam elas, mas também ele já observa nesse item que o que acontece o mais das vezes é uma suspensão temporária, ou seja, por tempo não consegue produzir eh a o fenômeno mediúnico em si. Isso seja no campo da da das manifestações de efeitos físicos ou nas manifestações de efeitos intelectuais, até porque para haver também manifestação tem que ter a presença dos espíritos. Mas para que nós não entremos já nas questões seguintes, que elas estão todas muitos embricadas,

e efeitos intelectuais, até porque para haver também manifestação tem que ter a presença dos espíritos. Mas para que nós não entremos já nas questões seguintes, que elas estão todas muitos embricadas, vamos deixar aqui e eh e esse relato sucinto de que sim, pode haver a perda da mediunidade, assim como pode haver uma suspensão que acabada a causa da suspensão, ela pode voltar a funcionar e nós vamos conversar mais sobre isso nos itens seguintes, como tá posto aí no nosso >> excelente, excelente o que Samuel colocou. Eh, eh, se desdobra esse esse item, não é, que a gente tá iniciando 220, em realidade se desdobr em 16 perguntas, então e elas vão se complementando. Por isso que a gente pode ser pontual em cada uma delas, né? Porque depois vai vir o complemento aqui da antes de fazer a segunda e a terceira que eu vou fazer juntas, vamos ter que juntar algumas para, né, para vocês. Antes de fazer a segunda e terceira para só um comentário da Denanina. Boa noite, graças a Deus, voltando a acompanhar ao vivo. Gratidão a todos os envolvidos. Deus abençoe sempre. Euzita lça para nós. >> Então, da do Valdir, boa noite. Muito feliz de estar aqui estudando. Muito grata a todos que passam por aqui ensinando com amor. Muita inspiração e paz a todos de Croft Mailam. Bem-vinda. >> Uhum. Merlanda. É muito bem. Temos gente dos Estados Unidos acompanhando a nossa a nossa programação. Então, Pira, segunda e terceira, Kardecue perguntando: "Estará no esgotamento do fluido a causa da perda da mediunidade? E que é o que pode causar o abandono de um médium por parte dos espíritos?" >> OK. É muito interessante como o Kardec realmente ele consegue desenvolver uma pergunta a partir da resposta anterior e ele vai desenvolvendo o tema. É muito gostoso estudar Kardec nesse sentido. Então aqui observem que ele fala no começo, na pergunta anterior, nós vamos a pergunta fala sobre perder a faculdade, a pergunta dois fala sobre perder a faculdade, mas o tema como um todo vai falar também na suspensão da

ue ele fala no começo, na pergunta anterior, nós vamos a pergunta fala sobre perder a faculdade, a pergunta dois fala sobre perder a faculdade, mas o tema como um todo vai falar também na suspensão da faculdade. São duas situações distintas. Eu vou pedir permissão para falar uma coisa bem pequenininha e nós não vamos nos aprofundar, mas é porque também é possível. Então assim, a mediunidade como faculdade, nós vamos ver ao longo do nosso estudo. E aí peço permissão pra gente dar uma olhadinha bem aqui no dicionário para não termos dúvida. O que que significa faculdade? Possibilidade natural, ou seja, eu já tenho, é minha, ou adquirida. de fazer algo. Então, é uma capacidade de de fazer, de realizar aptidão natural. E aqui o detalhe que a gente precisa ter muito cuidado, dom ou talento. Por qu, Carlos? Porque senão a gente tende a imaginar que a faculdade é privilégio de uns e aí poderia ser entendido como um castigo para outros. Nós não vamos tratar nisso, nós vamos tratar de forma pontual a faculdade, como uma capacidade, uma possibilidade de. Então, se é uma capacidade para uma possibilidade de, é imperioso nós observarmos uma outra questão, como está sendo utilizado, OK? Primeiro ponto e outra, como ela é faculdade, a mediunidade enquanto faculdade é aquela possibilidade de ser intermediário. E enquanto intermediário, vamos perguntar: Eu estou no meio como intermediário de quê? De dois planos. O plano imaterial, morada dos espíritos, e o plano material, morada das almas. espíritos encarnados. Então, Carlos, a mediunidade ela pode existir, inclusive sabemos que existe com muita frequência, talvez até não saibamos quais são a a os tipos de mediunidade que nós temos, mas a questão, de forma muito pontual, Kardec vai dizer aqui: qual for a faculdade que o médium possua, qualquer uma que seja, ele nada pode sem o concurso simpático dos espíritos. Então, primeiro ponto, eu sou médium, Euzita, estou aqui pronta para o trabalho. Só que o trabalho não vai acontecer exclusivamente sobre a minha

ele nada pode sem o concurso simpático dos espíritos. Então, primeiro ponto, eu sou médium, Euzita, estou aqui pronta para o trabalho. Só que o trabalho não vai acontecer exclusivamente sobre a minha vontade. Eu dependo do concurso dos espíritos. Então eles se utilizam da minha faculdade. Eu estou com a faculdade pronta para uso. Eles se utilizam da faculdade. Então essa perda dessa mediunidade, a primeira coisa que nós poderíamos observar é como está acontecendo no plano espiritual para se utilizarem daquele médium como o intercâmbio, OK? como mensageiro. Primeiro ponto. E aí a segunda questão, o que é que pode causar o abandono de um médium por parte dos espíritos? Eles respondem: "O que mais influi, contribui para que isso aconteça, para que procedam os bons espíritos, é o uso que o médium faz da sua faculdade. Mal comparando de forma grosseira, o médium é uma tomadinha e ele tem lá o o a a o ponto para a conexão dos adaptadores. Então, como é que eu estou utilizando essa faculdade? Eu estou fazendo ligação com quem para permitir a comunicação? Então, é isso que ele vai observar. Este dom de Deus não é concedido ao médium para o seu deleite e ainda menos para a satisfação de suas ambições, mas para o fim. Por isso que ele não é o domégio, OK? é uma faculdade. A misericórdia de Deus permite a mediunidade como uma oportunidade de melhoria espiritual e para dar a conhecer aos homens a verdade. >> Bem, Pedro, excelente. Samuel quer trazer alguma colocação ainda nesse tópico? Microfone fechado, Samuel. Acho que a perira foi muito eh abrangente aí na no que toca essa questão. Não não teria nada assim a crescer. >> Beleza? Então vamos dar continuidade. Samuel, o que os espíritos respondem sobre a suspensão da faculdade mediúnica na quarta até a 10ª pergunta desse item 220? Para nós vermos a importância desse tema para todos aqueles que militam na mediunidade, essa pergunta sobre a suspensão do quarto ao 10º, ou seja, uma coisa que que Kardec vai, digamos assim, esmiuçando parte por parte, a fim de que

sse tema para todos aqueles que militam na mediunidade, essa pergunta sobre a suspensão do quarto ao 10º, ou seja, uma coisa que que Kardec vai, digamos assim, esmiuçando parte por parte, a fim de que nós possamos entender que qual é a finalidade eh especial eh de o livro dos médiuns, especialmente nessa parte, e ajudar na formação dos médiuns, na sua preparação, eh, para que possa bem aproveitar a faculdade que tem e saiba enfrentar as dificuldades que venha, que algumas delas, como são colocadas aqui, são testes, são aprimoramentos que são feitos aí eh com aqueles que trazem a mediunidade. No item quatro, eh, Allan Kardec pergunta logo se o espírito, né, os espíritos que costumavam e eh se comunicar, se afastam, se pode ser substituído por outros. E a resposta é claro que sim e que nem sempre, se o médium não tiver cuidado, serão espíritos eh bem intencionados. Aí o médium pode cair sim eh nas malhas das influências espirituais eh negativa que espírito nós temos assim muito, mas a interroporação da faculdade ela pode ser um um um uma eh uma punição, entre aspas, porque o a o detentor da faculdade não tem se comportado adequadamente, não tem usado da mediunidade adequadamente, como pode não ser, pode ser simplesmente testar a paciência, eh, a sua capac para levá-la a meditar em cima de determinados pontos, determinadas questões. E Allan Kardec vai vendo isso aí, eh, passo a passo, além do que aqui ele também comenta que muitas vezes essa suspensão é o médio tá precisando de um repouso, porque há um desgaste, há um um um um compromisso dessa energia que cada um traz consigo eh na prática da mediunidade. A gente vê muito isso, por exemplo, no ceno de efeito físico. Todos os médiuns de efeito físico, com o passar da idade, os fenômenos, eles decresceram. Os grandes médicos, como paladino, eh, Linda Gazeira, que chegaram a idades mais avançadas, eh aquilo houve um decréscimo eh nisso aí. Por quê? porque já não responde mais eh da mesma forma, embora nós tenhamos pessoas que não têm essa

eh, Linda Gazeira, que chegaram a idades mais avançadas, eh aquilo houve um decréscimo eh nisso aí. Por quê? porque já não responde mais eh da mesma forma, embora nós tenhamos pessoas que não têm essa necessidade de repouso e que também passa por um período de suspensão, não é umaade aí é uma um um levar a o medianeiro a uma meditação em torno de si próprio. saber se está caminhando adequadamente é uma parada como todos nós precisamos. Interessante que essa parte é conduzida pelo mundo espiritual, ou seja, nós somos de fato instrumentos sobre esse aspecto. Então, Allan Kardec lá na frente ele pergunta desses casos eh se o médium deve seguir tentando escrever, tentar escrita, né? E Alan Kardec, os espíritos vão dizer que se os espíritos disseram para se abster disse, ele se abstém. Nós vimos no outro dia também que se insistir e não tiver vindo, dá uma parada. É porque não é hora, não é não é o momento não ficar forçando aí tentar escrever. Interessante como alguns médiuns de efeitos físicos eles fraludaram inconscientemente. É o caso, por exemplo, da Zaper Paladin, né, alguns outros. E eles reconhecem isso, não sabem como é que faz, é um inconsciente, talvez por conta dessa questão. Muita gente até acha estranho, mas o médico desse quilato, isso não anula os fenômenos genuínos que eles tiveram que prodigalizaram, que são extraordinários. mas querendo fazer. Por isso os espíritos mandam que se tenha cuidado. E a maneira que se tem, aqueles que realmente desejam eh retornar a essa atividade, é recomendado aí a prece, a resignação, a aceitação, a meditação, o estudo, porque a espiritualidade precisa das pessoas, sim. Então essa essa suspensão da mediunidade não não vai não implica numa punição. Pode ser uma necessidade do médico por um motivo qualquer ou da própria espiritualidade no seu programa de trabalho, né? Então, eh, Allan Kardec, no item 10, ele ainda vai perguntar por sinal se pode reconhecer a censura nessa interrupção? Será que a mediunidade sumiu? Eh, o problema está comigo ou não está? Essa é

né? Então, eh, Allan Kardec, no item 10, ele ainda vai perguntar por sinal se pode reconhecer a censura nessa interrupção? Será que a mediunidade sumiu? Eh, o problema está comigo ou não está? Essa é uma questão de forum. Cada um vai ter que fazer a sua análise, eh, observar como tem se comportado, o que fez das suas faculdades, das mensagens a que elas serviram, se serviram sempre ao bem, se foi alguém sempre compenetrado, eh, procurando esse contato com a espiritualidade superior, o trabalho contínuo no bem, no estudo, e se aconteceu, não é uma uma censura. Aí há um outro motivo que talvez os espíritos é que vão poder responder, mas pelo menos o médium vai poder saber se a culpa é nossa ou não. A gente pensa e nós vamos descobrir. Mas é interessante notar nessa questão da suspensão das faculdades mediúnicas que a motivação elas são distintas de médium a médio de acordo com a situação de cada um, mas ela sempre poderá ser retomada como prece, resignação, qualquer que seja a motivação. A espiritualidade pode agir nesse sentido e aí é nós fazemos a nossa parte. Microfone, Carlos. >> Muito bom. Excelente, Samuel. Eh, não significa que quando há uma suspensão que os espíritos abandonaram, né, o médium, né, que ele vai ficar sozinho, né? >> Ah, também. Inclusive, Allan Kardec fala sobre esse aspecto, porque pergunta disse: "Mas os espíritos sumiram?" Não estão ali. Ele até faz uma comparação como alguém que perdeu a visão, mas os amigos continuam à sua volta, mas ele não consegue enxergá-los, não consegue vê-los porque há essa deficiência. No caso, se pudesse voltar, seria uma cegueira temporária. Mais ou menos isso. Os espíritos, eles estão, nunca nos abandonam, às vezes nos afastamos dele, mas eles sempre cuidam da gente. E no caso da mediunidade com maior cuidado ainda, talvez porque esperam contar com o médium para favorecer o crescimento das pessoas à sua volta e dependendo do da envergadora do trabalho como Chico, contribuir para melhoria. da humanidade como um todo.

vez porque esperam contar com o médium para favorecer o crescimento das pessoas à sua volta e dependendo do da envergadora do trabalho como Chico, contribuir para melhoria. da humanidade como um todo. >> Muito bem. Eh, Pira, aqui na 11ª Kardec vai fazer a pergunta: "O médium que ficou impossibilitado de escrever, deverá recorrer a outro médium?" >> Você me pergunte, me permite fazer um comentário sobre a fala do Samuel? >> Porque assim, eh, me chamou muita atenção >> eh eh essa observação que eu vou fazer. Kardec, ele faz, do jeito que o Samuel falou, ele faz um uma sequência de observações, né? Então ele vai dizer que primeiro para o médium entender que a faculdade não depende dele, depende dos espíritos, isso é um processo de educação do médium. Nós estamos na escola bendita, que é o mundo material para a o auto o autoaperfeiçoamento, a nossa educação, né? Pode ser por descanso, Samuel falou, médium tá sobrecarregado, para a prova a paciência, bem como experimentar a perseverança. Isso é maravilhoso, porque são virtudes que nós vamos desenvolvendo em alma. eh continuar ou aguardar. Então é pra gente aprender a a virtude da humildade. Então assim, nos submetermos ao trabalho, porquanto o trabalho vem de lá para cá, nós somos os trabalhadores, né? E aí como a gente poderia fazer nisso? Resignação e prece colocando-nos ao dispor do mais alto. E aí eu lembro a fala do eis-me aqui. O que queres que eu faça? médium estar pronto para o trabalho, o trabalho aparece. Confiança no mais alto, na providência de lá para cá. E aí o Samuel coloca a questão do cego, né? Imagine a criatura que perdeu a foi suspensa aquela faculdade de forma temporária e aí ele acha que foi abandonado pelos espíritos. Olha, os espíritos estão ali do lado dele, né, observando a conduta dele, o que que ele tá pensando, o que que ele tá sentindo, o que que ele tá montando dentro do mundo íntimo dele. E aí é interessante a pergunta: é censura uma suspensão? É sempre censura? Nem sempre. Pode ser censura, pode ser um freio para que não

sentindo, o que que ele tá montando dentro do mundo íntimo dele. E aí é interessante a pergunta: é censura uma suspensão? É sempre censura? Nem sempre. Pode ser censura, pode ser um freio para que não seja motivo de queda eusita, porque aí a queda seria com o agravante do conhecimento, porque a faculdade mediúnica ela é pedida. Nós pedimos a faculdade mediúnica e o mais alto nos concede. Nós não recebemos nada que nos seja prejudicial, né? Nós não recebemos nada que contribua para o mal, mas para o bem, para o crescimento, para o aprimoramento, aperfeiçoamento e reparação das faltas. Mas também, e aí foi o que me chamou muita atenção, pode ser a manifestação da benevolência do mais alto em relação à aquele médium. Por quê? Porque ele poderia ser motivo de queda. Então, suspende, freia. Mas tem ainda um pequeno detalhe. E aí vem para esse outro aqui. O médium que ficou impossibilitado de escrever, poderá recorrer a outro médium. Samuel, sabe o que é que acontece às vezes? é que alguma faculdade ela pode ser suspensa porque ela pode não ser mais necessária. Se o médium já buscou o conhecimento, já adquiriu conhecimento suficiente, já testou-se e já está pronto, é possível que ecloda uma outra modalidade de faculdade mediúnica. Euzita. Então, se ele era um médium escrevente e pode ser que naquele momento escrever não seja mais necessário, ele já pode atuar num outro campo, uma psicofonia, um desdobramento com psicofonia, então ele não precisaria, por exemplo, mais da faculdade mediúnica, essa pode ser suspensa. Então, quando diz aqui o médium ficou impossibilitado de escrever, poderá recorrer a outro médium? Bom, depende da causa da interrupção que tem por fim a miúde deixar-vos algum tempo sem comunicação depois de vos terem dado conselhos. Então assim, ó, pera aí só um minutinho, eu vou suspender isso aqui. Carlinhos, pera aí só um minutinho. Tu tá com isso aqui na tua mão, suspende aqui um pouquinho. Vamos bater um papo. Tá servindo essa mediunidade para quê? para

minutinho, eu vou suspender isso aqui. Carlinhos, pera aí só um minutinho. Tu tá com isso aqui na tua mão, suspende aqui um pouquinho. Vamos bater um papo. Tá servindo essa mediunidade para quê? para ti, porque tu é o primeiro a receber a comunicação do mais alto. Tá ecoando dentro de ti, tá te chamando alguma responsabilidade, tá te oferecendo de alguma forma uma proposta de mudança, tu tá usando dos ensinamentos também ao teu favor, porque quando nós recebemos, o primeiro a ser impactado somos nós, né? Então pode recorrer porque poder nós podemos tudo, mas assim, se não houver dentro do propósito do mais alto para aquele médium em específico, nada vai acontecer. Ele procurando um outro médium. Microfoneita. >> Hum. >> Obrigada. Samuel quer comentar alguma coisa. Não, eu acho que nós temos tanto aí para caminhar e a a perira foi muito clara, feliz >> nas colocações >> que ela fez aí que eu acho que a gente pode seguir adiante. O Zit se repetido no mandato. >> Então vamos então lá paraa 12ª pergunta. Com que fim a providência outorgou de maneira especial a certos indivíduos o dom da mediunidade? Eu acho ótima essa pergunta de Allan Kardec, porque graça no meu espírita a ideia de que o méd é alguém endividado e que veio para Mas nós temos espíritos adiantados que t uma mediunidade, tiveram uma mediunidade extraordinária, como o Francisco de Assis, que conversava com o próprio Cristo, né? o próprio Cristo tinha esse contato direto com o mundo espiritual e com o criador, ou seja, tinha essa possibilidade do intercâmbio. Na verdade, na Terra nós só temos quase sempre devedores, né? Não precisa ser médico para ser devedor. Todos nós somos. Eu gosto dessa pergunta de Allan Kardec, porque os espíritos vão dizer que eh é uma missão de que se incubriram e cujo desempenho os farditosos, né? Com que fim a providência outorgou de maneira especial a cess indivíduos? o dono da média unidade lhes deu como missão. Agora essa missão não é a missão do herói, do Hércules dos seus 12

rditosos, né? Com que fim a providência outorgou de maneira especial a cess indivíduos? o dono da média unidade lhes deu como missão. Agora essa missão não é a missão do herói, do Hércules dos seus 12 trabalhos e que fez isso, isso e aquilo. É a missão de melhorar si próprio, eh, no próprio crescimento. Então, a mediunidade é uma ferramenta de resgate que todos nós somos devedores. E sempre que nós trabalhamos em bem da coletividade, nós estamos resgatando nossas saltas de passado, nós que ainda as temos. Quando não mais as tivermos, nós estaremos fazendo poupança daquele trabalho que nós, daquele ganho dos trabalhos que nós fizemos. Nós estaremos guardando isso aí. Mas na nossa condição nós, o médico, sim, tá resgatando dívida. É uma possibilidade que Deus coloca na mão eh dessas pessoas que trazem a mediunidade, mas um instrumento para que elas possam fazer o bem. e fazendo bem, elas vão se melhorando, resgatam o passado e crescem para o futuro. E ainda diz que são os intérpretes dos espíritas. A gente ouve muito isso na codificação espírita. O médium é o intérprete dos espíritos, substitui nos espíritos a possibilidade da fala que eles não têm para o mundo físico. E nisso é lógico que tem uma responsabilidade muito grande. Por exemplo, nós temos viemos com mãos, eh, digamos, eh, saudáveis para quê? Para fazermos o bem. Alguém pode não fazer como muita gente não faz. Nós temos as pernas para caminhar em determinada direção que favoreça o bem-estar geral e o nosso também, é claro. Mas se quisermos podemos tomar outros caminhos. Então assim, a faculdade mediúnica em si, ela é neutra, é um instrumento que é colocado agora, é sempre dada como missão para se fazer o bem. O média é endividado. A maioria sim tem muita dívida a resgatar do passado. Mas nós tivemos almas gloriosas passando pela terra e que traziam a mediunidade com eles. E essa mediunidade era uma missão, assim como para os espíritos ainda pouco adiantados. Então, o médium não é alguém assim que fraudou o mundo

passando pela terra e que traziam a mediunidade com eles. E essa mediunidade era uma missão, assim como para os espíritos ainda pouco adiantados. Então, o médium não é alguém assim que fraudou o mundo todo nas suas outras encarnações e se não for assim, ele não resgata suas dívidas. Porque o que resgata as nossas dívidas é o bem que nós fazemos. Pode ser pela mediunidade, pode ser de uma outra forma que nós venhamos a fazer. Por exemplo, divulgar a doutrina espírita é um bem enorme para todas as pessoas. Embora não sejamos médiuns nessa excepção quando estamos fazendo isso, mas nós somos médiuns da verdade para propagá-la. Então, a mediunidade, sim, é uma missão que foi dada. Se é uma missão, nós temos que cumprir. Quem vai pro meio corporativo, quem tá querendo agradar o chefe e diz assim: "Missão dada, missão cumprida". embora não faça, mas a gente ouve muito isso. E há um pensamento que é atribuído a Francisco de Assis, que a gente às vezes acha muito difícil esse caminho da mediunidade, é atribuída a ele, eu não sei se seria ele, mas alguns biólogos trazem que e o povo usa no meu corporativo que diz assim: "Ele não sabia que aquilo era impossível, então ele foi lá e fez. Ou seja, a gente nunca achar que não pode, porque Jesus disse: "Sede perfeito como perfeito é o vosso Pai celestial". E a mediunidade é uma ferramenta e aqueles que a trazem são agraciados pela bondade divina com instrumento a mais, a fim de elevar-se ao ajudando ao próximo. >> Muito bom. Pira, tem uma pergunta agora que é 13ª e eu vou agregar uma outra, tá? junto com essa e já tem bastante do Kardec, mas vou agregar uma outra aqui. Dessa atenção, >> você tá sendo médium. [risadas] >> O que diz o que dizem os espíritos a esse comentário de Kardec? Entretanto, médios há que manifestam repugnância ao uso de suas faculdades e há médiuns que só querem receber espíritos superiores. Agrega aí, por favor. Ped, vou fazer uma prévia. Eu tenho essas manias, viu, Samuel? Eu, antes de responder, eu faço uma préviazinha.

aculdades e há médiuns que só querem receber espíritos superiores. Agrega aí, por favor. Ped, vou fazer uma prévia. Eu tenho essas manias, viu, Samuel? Eu, antes de responder, eu faço uma préviazinha. Eh, nós estávamos falando sobre a faculdade mediúnica, em especial começamos sobre a grafia. Então, vamos lá. Divaldo Pereira Franco escrevia por Emanuel, OK? E o encanto de nós podermos ver a transformação do rosto, a mudança da mandíbula dele, a mudança do corpo, a mudança do tom de voz quando ele falava por Bezerra de Menezes. Então, se houver necessidade de suspender uma para permitir que outra apareça, vai acontecer. Então, é interessante saber como o médium tá se utilizando disso, OK? E aí, veja o que é a benevolência do mais alto, o cuidado do mais alto para com a faculdade mediúnica, mas também como o médium tá se utilizando dessa faculdade mediúnica. E aí chega nessa pergunta, né? Alguns e têm repulsa, repugnância à faculdade mediúnica. Kardec vai responder: "São médiuns imperfeitos, desconhecem o valor da graça que lhes é concedida." Nós temos uma historinha bem curiosa de uma vez que Divaldo Pereira Franco ia participar de uma palestra, de um seminário e Joana de Angeles disse para ele, né, Divaldo, eh, você vai precisar. Ela dava orientação. Olha, imagine que o espírito conversando com o médium dava orientação do que que ele precisava estudar, do que que ele precisava montar para aquela palestra, para aquele seminário, qual era o material que ele deveria trazer para dentro de si, pesquisar, concatenar ideias para bem passar. Por que, Euzita? Porque ser médium não é somente passar a mensagem, não. É importante também saber para quem a mensagem vai ser passada. Então eu preciso Jesus ele falava para o povo pobre, não só o pobre de de recursos financeiros, mas pobre de conhecimento também com os fatos da vida do daquela criatura. Então a mensagem tocava-lhes fundamente porque dizia respeito aos elementos da vida daquela criatura. E Joana de Angeles bota Divaldo para

conhecimento também com os fatos da vida do daquela criatura. Então a mensagem tocava-lhes fundamente porque dizia respeito aos elementos da vida daquela criatura. E Joana de Angeles bota Divaldo para estudar. E ela apareceu e disse: "Ó, estude isso assim, assim, assim". E o Divaldo, não, eu tô meio agoniado, mas vai dar certo. Depois se manifestou de novo e o Divaldo postergou mais um pouquinho e depois ela se manifesta novamente e ele disse que tava muito acumulado, mas que ia estudar. Resultado, Carlinhos, chegou no dia da palestra. Divaldo estava pronto para ir palestrar, né? ainda um pouco meio receioso, porque não tinha estudado o que era para estudar, mas ele sabia que a mediunidade favorecia porque Joano deângeles ia se manifestar, ia dar tudo certo. E aí ele tá sentadinho lá, o cerimonialista chama Eusita Divaldo, se levanta, vai lá pra frente e ele vê quando Joana de Angeles se entra no salão e senta para assistir a palestra dele. E ele conversa no pensamento com ela. A senhora não vem não. A senhora precisa se aproximar aqui para poder fazer. Ele disse: "Não, não tem problema não. Você tá deve estar capacitado para dar a palestra. Eu vou ficar aqui te esperando, vou ficar assistindo." E foi uma lição espetacular para Divaldo naquele momento. OK? Então assim, formula novamente a pergunta, Carlinhos, para eu fechar >> isso. Eh, o que dizem os espíritos, né, nos comentários? Entretanto, médiuns aqui se manifestam repugnância ao uso de suas faculdades e há médiuns que só querem receber mentores espirituais. >> Pronto. Então, veja bem, o bom médium não é o médium que faculta a passagem, né, que dá passividade para qualquer coisa. O bom médium é o médium educado. É o médium que entende a sua condição de intermediário, mas que deve sim capacitar-se, buscar a conexão com os bons espíritos. Sim, mas deve dar a sua parte, deve fazer a sua parte, Carlos, porque assim, as nossas mazelas morais, elas nos ainda muito próxima, né, da situação que nós vivemos no mundo

xão com os bons espíritos. Sim, mas deve dar a sua parte, deve fazer a sua parte, Carlos, porque assim, as nossas mazelas morais, elas nos ainda muito próxima, né, da situação que nós vivemos no mundo inferior, nós estamos mais próximos do início do que do fim. nós temos muito mais eh mazelas morais, muito mais males de alma do que virtudes. Então, nós temos a questão da conexão. Cabe a cada um de nós entender que a faculdade mediúnica não é um dona como privilégio, colocando o médium distante da humanidade, mas também não é castigo, colocando ele como um preterido na criação. é um filho de Deus igual a todos nós, mas que de alguma forma ele já teve a capacidade de receber aquela faculdade para inicialmente o seu aperfeiçoamento, o seu aprimoramento. Então aquele que rejeita a sua mediunidade são os médiuns imperfeitos, os médiuns que ainda não entenderam do que é realmente a faculdade e ainda não buscaram o próprio burilamento, a própria formação, a educação mediúnica necessária para bem servir a mediunidade. >> Ótimo. Samuel quer falar >> sobre essa questão de de médiuns que não aceitam assim a a mediunidade. Eu vejo um caso clássico da Ana Prado, sobre quem escrevemos um trabalho, eh, declaração do do Euipides Pratofi, marido que era espírita. E já em 1907 foi um dos fundadores do eh grupo espírito Amor e Caridade na cidade de Parentim, no Amazonas. E a família da Ana Prada era espírita, a mãe era espírita, os tios foram fundadores da Federação Espírita Amazonense em janeiro de 1904 e ainda no no século anterior já haviam fundado jornais e ela convivia com isso, mas ela não gostava da mediunidade episado diz que ela não gostava e foi assim há muito curto que ele foi convidando para participar dos fenômenos. Ela tinha um um terror da mediunidade, não queria saber de mediunidade, mas foi levada a isso pelos fenômenos. E ela depois vai se acostumando e se torna uma medianeira extraordinária, a maior média de efeitos físicos que o Brasil teve na época, reconhecida

e mediunidade, mas foi levada a isso pelos fenômenos. E ela depois vai se acostumando e se torna uma medianeira extraordinária, a maior média de efeitos físicos que o Brasil teve na época, reconhecida internacionalmente, mas no começo ela tinha esse receio e que nela havia uma explicação. Quando estávamos concluindo o trabalho desse livro, encontramos lá na FEB, no arquivo da FEB, que o Geraldo nos franqueou na época, por acaso, uma carta trocada entre Manuel Quintão, que foi presidente da FEB, e Mata Barcelá, que foi o médico que atendeu Ana Prado, que desencarnou por queimadura, em que ele dizia eh as fala da Ana Prado que ela dizia que sabia que ia ter uma desencarnação grave porque havia sido um inquisidor cruel. Ela participou da inquisição, ela perseguiu os médiuns no passado. Daí esse receio, mas quando ela estuda e compreende, se torna uma mediana, ou seja, o que é imperfeito pode se tornar perfeito. Quem tiver medo vai estudando que o medo passa, né? É, era só essa observação. Lembrei da Ana Prado nessa questão. >> Obrigado, Samuel. Então vamos paraa 14ª. Se é uma missão, como se explica, que não constitua privilégio dos homens de bem e que semelhante faculdade seja concedida a pessoas que nenhuma estima merecem e que dela podem abusar. Como entender? De fato, parece um paradoxo, é uma missão. E não só os homens de bem recebem essa missão, como aqueles que eh têm algo a resolver consigo mesmo, consigo próprios, também recebe essa missão. Enquanto um recebe já pronto ali, o outro é para se aprontar. Inclusive aqui Allan Kardec eh eh os espíritos vão falando Allan Kardec uma coisa interessante que diz que Jesus pregava sobretudo para os pecadores e dizendo que era preciso dar aquele que não tem. Dá o quê aqui? a oportunidade, porque a o espírito ainda não conquistou e esse mundo de equilíbrio, de paz, de espiritualidade. Então, lhe é dado uma oportunidade e se ele desprezar essa missão, como muitos têm feito, eh, vão sofrer as consequências. E mesmo no meio espírita,

se mundo de equilíbrio, de paz, de espiritualidade. Então, lhe é dado uma oportunidade e se ele desprezar essa missão, como muitos têm feito, eh, vão sofrer as consequências. E mesmo no meio espírita, com todo o esclarecimento, nós sabemos que isso existe. Quando a gente vai, por exemplo, pro o livro Mensageiros, que é a segunda obra da coleção de André Luiz, nós vamos ter ali uma série de companheiros que faliram nas suas missões de se melhorar, de propagar doutrina espírita adequadamente e que caíram, mas não vão ficar caído. Possivelmente aqueles já tenham se reerguido, estejam no outro patamar. Mas é uma missão no sentido não de que a pessoa tá pronta para ser o herói da humanidade, mas ser o herói de si próprio. Tá precisando fazer isso, trabalhar em favor de si mesmo. Então tudo que nós fazemos, nós somos médiuns da nossa própria necessidade. Tudo que a gente faz tem que estar vinculado a essa nossa necessidade de crescimento. Não importa o que digam, o que falem, como vejam a gente, que tragam elogios ou críticas. O nosso compromisso é com o divino. É o que Paulo dizia. Paulo, ele sempre afirmava que esse eh compromisso dele era com Deus e aconselhava. Então, a mediunidade é dado aí aos mais adiantados e os menos adiantados, uns para continuar fazendo o bem, outros para aprender a fazer o bem, que todos nós temos que chegar lá. >> Muito bem. Nós temos quatro perguntas do nosso público, né, que aguarda o nosso aqui a nossa resposta também. Eh, pera, na 15ª, as pessoas que desejam muito escrever como médiuns e que não o conseguem, poderão concluir daí alguma coisa contra si mesmas no tocante à benevolência dos espíritos para com elas. >> OK? Então, vamos lá. Kardec, no item 159 do capítulo 14 de O livro dos Médiuns, ele afirma que todo aquele que sente em qualquer grau a influência dos espíritos >> é médium. Então, de forma genérica, todos nós que sentimos de alguma forma a influência dos espíritos somos médiuns. A gente costuma associar a mediunidade à ostensividade, aquela que se manifesta

>> é médium. Então, de forma genérica, todos nós que sentimos de alguma forma a influência dos espíritos somos médiuns. A gente costuma associar a mediunidade à ostensividade, aquela que se manifesta de forma ostensiva. OK, Carlos? Nós temos, nós não temos como absoluta que nós não estamos utilizando a faculdade mediúnica. Então vamos lá. Uma pessoa liga para ti, um amigo diz assim: "Carlos, tô precisando conversar contigo. Dá pra gente sentar e tomar um café?" Aí tu dá: "Ah, meu amigo, vamos lá." Aí senta e vai tomar um café. E ele compartilha contigo uma situação e te faz uma pergunta. Tu tem certeza absoluta que tu não tá funcionando como médium do anjo da guarda dele que vem falando para ele há muito tempo uma determinada coisa, ele não tá ouvindo? Uhum. >> É impressionante que os nossos anjos da guarda estão falando as coisas pra gente. Aí a gente teima, teima, teima, teima. Aí a gente vai conversando um dia. Euzita tava pensando assim, assim, assim. Aí Euzita funciona como médium do anjo da guarda. O anjo da guarda vai lá e diz assim: "Euzita, minha filha, diga pra peira, porque já faz tempo que eu tô dizendo para ela, ela não tá ouvindo." Aí não percebe. Aí me diz uma coisa, eu digo: "Ô, Euzita, muito obrigada. Eu tinha uma coisa dentro de mim que dizia isso. Eu não sabia o que era. Vou fazer. Euzita funcionou como médium e não sabia. Então essa pergunta é muito interessante porque vai falar sobre as pessoas que desejam muito escrever, que é a faculdade ostensiva da psicografia, da escrita, não é? Mal comparando, peguemos a parábola dos talentos. Nosso Senhor entrega talentos como se fossem dons, como se fossem faculdades mediúnicas. E ele chama os seus filhos e entrega um cinco talentos, cinco faculdades. Outro três talentos, três faculdades. Outro um talento, uma faculdade. Aquele que recebeu cinco, um bom médium, multiplicou mais cinco e depois foi prestar contas. Aquele que recebeu três multiplicou e mais três, depois foi prestar contas. O médium imperfeito recebeu um e muitas vezes

ebeu cinco, um bom médium, multiplicou mais cinco e depois foi prestar contas. Aquele que recebeu três multiplicou e mais três, depois foi prestar contas. O médium imperfeito recebeu um e muitas vezes enterrou aquela faculdade. Então, às vezes a gente fica teimando, Carlinho, batendo cabeça, querendo ser médium de escrita. E ele diz aqui, eh, a pergunta, né, poderá concluir daí alguma coisa contra para contra si, né, como se Deus tivesse alguma coisa contra a gente e não deu aquilo ali, não. Pois pode dar-se que Deus lhe haja negado essa faculdade como negado tenha o dom da poesia ou da música. Nem todos nós fazemos poesia, nem todos nós cantamos, nem todos nós fazemos música. Porém, se não forem objeto desse favor, podem ter sido de outros. Então, que outra faculdade mediúnica talvez nós tenhamos e que se nós nos dedicarmos com boa vontade, com o desejo íntimo de servir e atender, essa faculdade não se desenvolva de forma adequada, diria assim, dentro do nosso tamanho. Perfeita. Vem Samuel, vamos paraa 16ª. Como pode um homem aperfeiçoar-se mediante o ensino dos espíritos quando não tem nem por si mesmo, nem com com auxílio de outros médiuns, os meios de receber de modo direto esse ensinamento? Eh, Allan Kardec eh vai ouvir aqui dos espíritos, eh, fazendo referência inclusive a Jesus, que os cristãos não ouviram eh da boca de Jesus o a boa nova, o seu ensino, mas tem os livros em que eles podem ver essa verdade. Então nós não precisamos receber diretamente dos espíritos esses esclarecimentos. Eles estão postos aí. Nós temos livros e na literatura espírita nós temos muitos livros bons de autores encarnados e desencarnados. E muitas vezes quando a gente quer uma faculdade que a gente não tem aquele compromisso, a gente perde a oportunidade de desenvolver eh desenvolver a nós mesmos, inclusive com aquilo que Deus colocou em nossas mãos, né? Alguém quer a psicografia? Ah, mas não tem a psicografia, mas ele tem uma psicofonia linda que não usar. ou dom da palavra de fazer palestras,

inclusive com aquilo que Deus colocou em nossas mãos, né? Alguém quer a psicografia? Ah, mas não tem a psicografia, mas ele tem uma psicofonia linda que não usar. ou dom da palavra de fazer palestras, porque não fazer as palestras ou de escrever inspirado pelos espíritos sem ter uma mediunidade eh ostensiva, mas e e a gente perde tempo que fica atrás daquilo que não diz respeito a nós e no que diz respeito à nossa própria melhoria, os livros estão colocados e nós podemos nos instruir nesses livros e seguir adiante. Não precisamos. Agora, se a gente tem a mediunidade e recebe direto dos espíritos a informação, se a gente não cumprir, nós seremos mais culpados. É melhor que a gente fica olhando só nos livros do que tá recebendo direto nesse ponto. Se não vamos atender, porque a responsabilidade é maior. Muito se pedirá a quem muito se tenha dado. Então nós não estamos órfãos da palavra dos espíritos. Aqui, por exemplo, são eles que estão nos respondendo. O livro dos espíritos foram eles que nos responderam e tantas outras obras que nós temos aí. Então, eh, quem não tem a mediunidade ostensiva em si, tem outros meios de alcançar a verdade, né? Não precisamos realmente disso. Agora, se tiver melhor para alguns, mas também significa maior cota de responsabilidade, não resta a menor dúvida. Muito bem, temos cinco perguntas do nosso público. Vamos à primeira entalpeira. Eh, é do Newton dos Santos. Ele pergunta assim: "Quem vê o espírito de um ente querido, vê o espírito igual como era o seu ente querido? Ou seja, o espírito é idêntico ao que foi encarnado. Newton, muito interessante sua pergunta, porque quando a gente tá estudando sobre perespírito, a gente estuda sobre o fenômeno do uso, a forma do espírito usar, né, o perespírito. Então a gente vai estudar uma coisinha chamada plasticidade. O espírito, ele vai imprimir a aparência que ele tem, o desejo. Então vamos lá. Se ele quer se apresentar para um ente querido que lhe tinha um certo afeto, ele vai se apresentar sim com a

asticidade. O espírito, ele vai imprimir a aparência que ele tem, o desejo. Então vamos lá. Se ele quer se apresentar para um ente querido que lhe tinha um certo afeto, ele vai se apresentar sim com a aparência que ele tinha nessa última encarnação, sem dúvida, para que essa aproximação seja facilitada, né? Mas se há se há algum desafeto, algum distanciamento, o espírito entende e é melhor até que ele nem se apresente eh dessa com essa aparência desta última encarnação. Pode acontecer até que essas duas criaturas que se encontraram nessa existência, tendo compartilhado existências passadas, né, o ente querido pode estar, por exemplo, dormindo ou quase dormindo e o espírito se manifeste com uma aparência de uma outra existência que poderia despertar um gatilho do reconhecimento de forma muito mais patente, muito mais fácil do que a da última e encarnação. Então, a faculdade que o espírito tem de moldar o seu perespírito e se apresentar com a aparência que ele tem o desejo. >> Eh, Samuel, seria possível, pergunta Regina, seria possível uma pessoa com quase 80 anos, participante da reunião mediúnica, ainda receber alguma comunicação dos espíritos? Sim, enquanto não desencarnar, se é médio, né, pode estar sim recebendo os recitos. Nós temos muitos médiuns longevos aí. O próprio Divaldo, só de trabalhos eh mediúnicos foram 80 anos de trabalho, não é nem a idade, né? Porque quando ele começa muito muito jovem, já os primeiros contatos com a mediunidade, ele mesmo faz essa essa eh essa afirmação. Chico Xavier também. E aqui mesmo na febre, nós temos companheiros octogenários, tem um bocado aí deles todos trabalhando. Agora, logicamente que se a pessoa tá com problema de saúde já nessa idade, é recomendável talvez que não esteja. O que não é tanto caso que hoje 80 anos as pessoas estão normalmente firmes, a não ser que tem problema de saúde, né? >> É médio de vida. >> É, nó hoje em dia a expectativa de vida ela é bem maior porque as condições de vida são outras, né? Eu, por exemplo, já

malmente firmes, a não ser que tem problema de saúde, né? >> É médio de vida. >> É, nó hoje em dia a expectativa de vida ela é bem maior porque as condições de vida são outras, né? Eu, por exemplo, já vou fazer 68, não tô tão longe assim dos 80. Acho que o Carlos é da minha idade. >> É isso aí. Estamos junto nessa. E e nós estamos aí, não há problema nenhum, né? O Chico inclusive continua recebendo os inscritos até a idade mais avançada. O Divaldo também, né? Logicamente que é muito comum que a mediunidade decresça. Por quê? Porque o corpo não obedece mais. E a mediunidade não é uma coisa fluida, ela exige do corpo também. >> Uhum. Há uma eh uma pesquisa, a Marta Antunes foi que me falou sobre isso, ela desencarnou recentemente, né, Marta Antunes e ela disse que a e depois eu li alguma coisa a respeito também, a idade mais produtiva do ser humano é entre os 60 e os 70 anos. E a segunda idade mais produtiva do ser humano é entre os 70 e os 80. E nós estamos caminhando como 80 tá virando média de vida, né? Uma das idades mais produtivas vai ser entre os 80 e o 90. E eu brinco dizendo assim, é que enquanto o pessoal novo tá vindo, a gente já tá voltando. Então a gente conhece o caminho, inclusive o caminho da volta a gente já tá aprendendo. Então é muito interessante isso, né? Mas a gente sabe que >> engateando, viu, Carl? Ainda tô engateando. [risadas] >> O espírito, eh, ele não tem idade, né? Então, às vezes tá com 20 anos, então a maturidade impressionante, às vezes tá com 80 anos e a maturidade é muito pequena, né? Mas a gente fala desse jeito porque de fato é como o Samuel destacou, vai melhorando a nossa vida, não é? A nossa qualidade de vida. E vamos paraa outra. Então, vamos ver aqui pra pera. O Newton de novo colocou: "Como médium sabe que não está sendo enganado por um espírito ruim? Muito bem, >> Kardec tem uma fala aqui bem legal. Eh, eu gosto dessa fala aqui dele. Cadê? Bem aqui na questão 219. Vamos lá. Pra gente saber se não tá sendo enganado ou não, a

o por um espírito ruim? Muito bem, >> Kardec tem uma fala aqui bem legal. Eh, eu gosto dessa fala aqui dele. Cadê? Bem aqui na questão 219. Vamos lá. Pra gente saber se não tá sendo enganado ou não, a gente precisaria fazer uma avaliação nossa, né? Inicialmente, o que que me move na minha mediunidade, tá? O que que me move o desejo verdadeiro, sincério de de trabalhar, de estar a serviço, é o trabalho serviço, né? O trabalho ação, aquele que realiza ou de alguma forma a vaidade me move, a vaidade me me conduz, né? E e assim já tive a oportunidade de estar numa reunião mediúnica em que depois eu conversei com a coordenação da turma, eu tinha ido para dar um seminário sobre mediunidade e a gente tava conversando com os médiuns e de repente eu perguntei uma determinada coisa e os os médiuns disseram: "Não, eh, Dr. Bezerra de Menê se manifesta por mim". Aí o outro disse: "Não é, não é por mim". Aí o outro não é não é. E aí eles entraram numa discussão disputando o Dr. Bezerra de Menezes e de repente um médium incorporou e disse assim: "Olha, vocês vão parar de discutir aqui porque só quem usa, só quem quem serve a mim, a mim Bezerra de Mendez é fulano." Eu encerrei a conversa e fui conversar com a coordenação. disse assim, ó: "Veja a possibilidade de colocar todos esses médiuns para fazer tratamento AT, para fazer estudo da doutrina e ler o livro dos médiuns, porque a impressão que dá é que tá vendo um processo de fascinação na casa, né? Então, Kardec vai falar uma bem bem interessante essa frase aqui, ó. Interrogue o médium a sua consciência e inquira de si mesmo qual o uso que tem feito da sua faculdade, qual o bem que dela tem resultado para os outros. Que proveito há tirado dos conselhos que se lhe tem dado e terá a resposta. Então, a avaliação do que é o médium, do que é o entendimento dele sobre a mediunidade e que uso ele está fazendo a da mediunidade dele, ele consegue ter uma ideia mais ou menos do que que tá acontecendo nesse sentido, quais são suas influências, né? Um espírito que

sobre a mediunidade e que uso ele está fazendo a da mediunidade dele, ele consegue ter uma ideia mais ou menos do que que tá acontecendo nesse sentido, quais são suas influências, né? Um espírito que nós conhecemos vai dizer: "Quer saber quem são as tuas companhias no plano espiritual? Observa os teus pensamentos e observa os teus sentimentos quando você está sozinho. Então, para mais uma aqui pro pro Samuel. Eh, o Dudu Severiano, Samuel diz o seguinte, tem uma pergunta: O que acontece com médiuns que não querem na encarnação presente desenvolver a mediunidade? Eu queria ainda lembrar só sobre a questão de tá sendo enganado pelos espíritos João, né, que tá lá, verificai antes se os espíritos são de Deus. Tá lá no Evangelho de João. Não creiais em todos os espíritos, mas Cristo dá receita, reconhece a árvore pelo fruto que dá. Então a gente vai ver o fruto pra gente saber o que é que tá vindo. Mas quanto ao médio não querer desenvolver a mediunidade, primeiro nós precisamos entender que esse termo desenvolver a mediunidade, que alguns até, né, não não não utilizam mais, é desenvolver uma mediunidade que existe. Não se desenvolve uma mediunidade que não existe. desenvolver a mediunidade é aprimorar-se moralmente, é estudar, é aprimorar a faculdade em si para para que seja mais maleável aos espíritos. E logicamente que isso é a liberdade de cada um. Aquele que tem a ferramenta e não quer utilizá-la, logicamente, da mesma forma aquele que tem e utiliza para o mal, também vai responder. Por isso, nós seremos cobrados não só pelo mal que fizemos, mas também pelo bem que deixamos de fazer. tá lá no Evangelho Segundo Espiritismo. Então, o médico que não quer é uma deliberação própria, ele vai ter que pensar por si mesmo, mas eh seguramente está desprezando uma oportunidade de crescimento, mas cada um sabe de si. Não poderíamos eh digamos assim, eh, acusar e nem dizer nada a quem não tá conseguindo. Vai saber, cada um é um mundo. >> Muito bem. A última pergunta paraa perira

crescimento, mas cada um sabe de si. Não poderíamos eh digamos assim, eh, acusar e nem dizer nada a quem não tá conseguindo. Vai saber, cada um é um mundo. >> Muito bem. A última pergunta paraa perira eh da Telma Maria. Tenho várias faculdades mediúnicas, mas não sei como aprender a lidar com elas. É possível ser médio consciente, semonsciente, inconsciente. Gostaria de ter a informação correta. >> Muito bem, Telma. Então, vamos lá. Nosso Senhor Jesus eh vai nos apresentar um uma fala espetacular. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Nós poderíamos iniciar com esse passo pensando o seguinte: busque o estudo da mediunidade. Então, obviamente, eu vou orientar você buscar uma casa que tenha um estudo direcionado para a educação e o desenvolvimento, como Samuel falou, da faculdade mediúnica. O espírito de verdade vai dizer a época da codificação: "Espíritas, amai-vos e instruí-vos." Então, o necessário é que você busque o conhecimento alicerçado na estrutura da doutrina espírita inicialmente para você conhecer primeiro, conhecer do que é o mundo espiritual, do que é a relação entre o mundo espiritual e o mundo material e a partir daí você conhecer de forma direcionada, pontual mesmo, sobre a faculdade mediúnica. Quando você tiver estudando sobre a faculdade mediúnica, você vai tirar a dúvida sobre o médium consciente, o semiconsciente e o inconsciente. A esmagadora maioria de nós temos a faculdade mediúnica intuitiva, não sabemos que somos médiuns. Então, essa faculdade mediúnica, pelo simples fato de sermos espíritos mergulhados no mundo material, nós estamos entre as duas dimensões. Então, já teria, já seria muito mais fácil para nós entender a possibilidade de reconhecer essa faculdade mediúnica, OK? E aí o processo de autoeducação, ele vai partir da instrução, então conhecer das coisas, buscar conhecer. E aí procure uma casa espírita que trate do assunto da educação mediúnica com seriedade, com estudos sistematizados da doutrina espírita e depois do estudo

então conhecer das coisas, buscar conhecer. E aí procure uma casa espírita que trate do assunto da educação mediúnica com seriedade, com estudos sistematizados da doutrina espírita e depois do estudo sistematizado, o estudo voltado, grupos de estudos mediúnicos, por exemplo, para você entender bem sobre a faculdade, para você desenvolver a faculdade, para você ter as suas respostas com relação a isso, com mais serenidade. É complicado a gente chegar aqui e colocar os conceitos fechados sobre isso se você não tiver um alicerce bom do conhecimento da doutrina espírita, tá bom? Então, livro dos espíritos, depois de ler o livro dos espíritos, o livro dos médiuns é condição cinequan. Não tem para onde correr, precisa conhecer, precisa ler, se inteirar. e procure uma casa espírita que trate o o o assunto com bastante seriedade, bastante rigor e bastante compromisso na condução da do estudo e da educação mediúnica. >> Muito bom. Bem, então vamos agradecer a você que esteve conosco, agradecer a Pera, ao Samuel pelo excelente trabalho e no próximo encontro seguiremos com o estudo da segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 18, dos inconvenientes e perigos da mediunidade, itens 221 e 22. >> Muito bem. nossos eh agradecimentos a você que participou, né, seus comentários, perguntas, a sua participação que você vai ver depois também. Já deixamos a nossa nosso abraço e agradecer aqui a perira, né, ao Samuel, como Euzita já fez, pela participação, a colaboração de vocês sempre muito preciosa eita pela colaboração aí no desenvolvimento da atividade e ao nosso pessoal que fica nos bastidores, não é? e que eh nos dão a a garantia da continuidade do trabalho. A equipe da FEB TV, a equipe da área de estudo espiritismo. Fica aqui o nosso agradecimento e até o próximo encontro. >> Tchau, pessoal. Obrigada pela oportunidade. >> Tchau. Tchau. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o

oal. Obrigada pela oportunidade. >> Tchau. Tchau. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam [música] inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção [música] em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, [música] preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam [música] o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados [música] gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, [música] designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa [música] estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho [música] precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar [música] alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e [música] continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que [música] somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você [música] através da FEB TV. Acesse [música] doi.com.br BR e faça sua doação.

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