#41 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 32
Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 41 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. XVII Da formação dos médiuns. Desenvolvimento da mediunidade. Itens 210 a 218. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn...
Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas [música] belezas. Estudo de Ovviédi pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Olá, saudações fraternas a você que acompanha esse estudo do livro dos médiuns. Seja muito bem-vindo. Nós damos as boas-vindas à quita de Melo Quinta, com quem nós dividimos aqui a responsabilidade da condução, sempre aprendendo juntos, não é, Zita? E damos as boas-vindas a Ei Gabriel de Barro, não, Eni Wilson de Barros Gabriel, coordena o estudo do Espiritismo das Obras sociais da confraternização espírita de Brasília, palestrante espírita e participante do estudo de O Livro dos Espíritos na FEB. e também José Maria do Amaral Filho, médico oftalmologista, presidente da AM Maranhão e autor do livro ditosos, ditos e ditados populares para o Evangelho no lar. Sejam >> bem-vindos, queridos amigos. Carlos, Eni, Amaral e você que está conosco e que também você que irá acessar esse episódio em um outro momento. E dando continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns, hoje vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 17, da formação dos médiuns, desenvolvimento da mediunidade. Itens 210 a 218. E a primeira pergunta, Amaral, vai para você. O item 210 traz as explicações de Kardec para as facilidades e dificuldades encontradas pelo médium escrevente iniciante. Pode comentar, por gentileza. >> Boa noite a todos. seu carro donzita. Prazer e uma honra estar aqui mais uma vez. E falar do livro dos médiuns é algo que nos traz particular a preço, que não se trata de um manual técnico, mas não se trata de um livro devocional, mas se trata de um manual técnico. E o o grande objetivo aqui é a gente normizar, regularizar a a o desenvolvimento da mediunidade em um ambiente que na França se encontrava na Europa, em que havia um um um descalabrio de perspectivas a respeito do
objetivo aqui é a gente normizar, regularizar a a o desenvolvimento da mediunidade em um ambiente que na França se encontrava na Europa, em que havia um um um descalabrio de perspectivas a respeito do desenvolvimento da mediunidade, muitas vezes inclusive com algumas algumas pessoas fazendo uso de forma absolutamente inadequada. ah, o desenvolvimento da mediunidade e aí vamos nos ater especificamente à questão 210, respeita uma das frases filosóficas mais utilizadas no espiritismo, segundo o qual a evolução não dá salto. Então, é necessário que a gente tenha a primeira perspectiva de que o início, via de regra, é paulatino, desse desenvolvimento. A, o, os processos geralmente começam com pequenas movimentações, estimulações involuntárias de musculatura dos braços do das mãos. E a a o o o contexto é que inicialmente existe algo como se fora um arrastamento dessa mão. E é muito importante que o médio não ofereça resistência para esse para esse momento. Não oferecer resistência porque na fase inicial obviamente que o o o a escrita é é primeva. Então os traços eles não vão ser tão bem desenvolvidos. Existe todo um processo de desenvolvimento que muitas vezes o próprio autor coloca como traços insignificantes que vão avançando a mediante principalmente disciplina, estudo e e exercícios caligráficos para que haja o processo de evolução dessa escrita mediúnica. Lembrando também que nessa fase inicial, ah, o que nós temos é o o contato com espíritos comunicantes que não são espíritos de grande elevação espiritual. Então, convém não apenas a observação, como também convém que nós estejamos atentos para o fato de que o treinamento diário é extremamente importante e que a a perspectiva de que essas primeiras mensagens não venham a trazer a informações de grande relevância espiritual também possa ser respeitada e compreendida. >> Muito bom. Eh, nós estamos com ruído de fundo. Eh, quando a gente não tiver falando, vamos precisar manter o microfone fechado, por gentileza. Tá bem?
al também possa ser respeitada e compreendida. >> Muito bom. Eh, nós estamos com ruído de fundo. Eh, quando a gente não tiver falando, vamos precisar manter o microfone fechado, por gentileza. Tá bem? >> Eh, bom, e Eni, você quer agregar alguma coisa? Essa pergunta? Eh, primeiro dizer boa noite para todos, né, que estão aqui nos assistindo e falar da satisfação de poder participar desse trabalho, principalmente, porque para participar dele a gente precisa estudar e isso é sensacional, né? é o que melhor que existe no espiritismo. É bem interessante a colocação dele, é importante e a gente deve sempre repetir, como ele falou no início, o livro dos médiuns é básico, ele é importantíssimo para todos nós que queremos trabalhar ou conhecer ou entender a mediunidade, né? E as ponderações do Kardec, elas são cirúrgicas e minuciosas, né? Então, realmente a gente tem que se preparar paraa tarefa. Queremos eh ser médiuns escreventes, como Kardec falava, né? Hoje nós falamos psicógrafos. A gente tem que treinar e a gente tem que se colocar à disposição dos espíritos, procurando fazer com que os nossos, as nossas angústias, os nossos, nossas preocupações interfiram o menos possível, né? Nos entregarmos mesmo, deixar o braço ali com o lápis. Kardec fala na pena, a gente não usa mais pena, né? Lápis, caneta. Aí a gente vai treinando principalmente a paciência. >> Muito bem, Ni. Eh, vamos então para o item 211. Nesse item é como Kardec descreve o escolho, a dificuldade não é mais comum a maioria dos médiuns iniciantes. Você pode comentar aí, por favor? >> Pois é, Kardec usa muito essa palavra escolho, né? Ela não é muito usual no nosso vocabulário atual, é o tropeço, é a dificuldade, é aquilo que que gera alguma barreira, né? Alguma alguma alguma necessidade de esforço da nossa parte para vencer. Uma coisa que atrapalha o que o Kardec tá dizendo, que é o principal, o que acontece com a maioria dos médicos, é que no princípio nós estamos lidando com espíritos inferiores. Muita gente acha que, ah, porque eu vou
rapalha o que o Kardec tá dizendo, que é o principal, o que acontece com a maioria dos médicos, é que no princípio nós estamos lidando com espíritos inferiores. Muita gente acha que, ah, porque eu vou desenvolver a minha mediunidade, a gente nem mais fala em desenvolver, a gente quer educar a mediunidade. E nós pensamos logo assim: "Eu estou aqui, eu fiz uma prece, eu sou uma pessoa de bem, os bons espíritos vêm imediatamente lidar comigo, não é verdade? Por quê? Porque os bons espíritos estão treinando a nós e também aos espíritos inferiores. Os espíritos inferiores são a mão de obra pesada do trabalho. Eu sempre gosto de dar aquele exemplo assim de uma obra. o engenheiro, o arquiteto projeta, mas quem carrega o saco de cimento e levanta a parede de tijolo, normalmente são serventes, são pessoas eh aptas ao trabalho braçal. Então, esses espíritos, quando a gente diz inferiores, não quer dizer que eles são maus. Kardec coloca, eles são levianos. A gente pode se dar por feliz. quando são apenas levianos. Por quê? Eu entendo que o escolho não são os espíritos inferiores que estão trabalhando para ajudar o desenvolvimento da nossa mediunidade. São aqueles com quem a gente sintoniza. Quais são os espíritos que se conectam aos nossos pensamentos, aos nossos desejos, aos nossos objetivos de vida? Quem são os espíritos que se conectam conosco quando nós nos irritamos por qualquer motivo? Eles vibram na mesma faixa que nós? Então, o escolho é esse, é a gente estabelecer uma sintonia forte com esses espíritos inferiores. Nós podemos descambar daqueles que estão aprendendo o trabalho junto com a gente e começar a nos conectar com aqueles que têm outras intenções, intenções de dispersar, de desvirtuar, de perturbar. Eles existem, então, em volta de nós. E eu queria acrescentar que esse escolho não é só para quem quer treinar a psicografia, é para todos os que querem lidar com a mediunidade. É o nosso pensamento que conduz os encaminhamentos e os contactos com os espíritos que nos acompanham.
ão é só para quem quer treinar a psicografia, é para todos os que querem lidar com a mediunidade. É o nosso pensamento que conduz os encaminhamentos e os contactos com os espíritos que nos acompanham. E olha só, Amaral, fique à vontade para comentar e na sequência você poderia falar sobre as duas condições apresentadas por Kardec no item 211 para maior segurança do desenvolvimento dos médiuns escreventes. Pode ser? >> Com certeza. Aí concordo. Gostei demais, An, do da analogia que a senhora fez com a obra e o os arquitetos. Ah, o processo de disciplina e Kardec é é é alguém que nos traz uma perspectiva que frequentemente nós a ah brasileiros temos um pouco mais de dificuldade para lidar, que é o processo da disciplina. Então, a é absolutamente fundamental durante todo o processo do exercício da da mediunidade que haja uma consciência equilibrada do médium que está em processo de desenvolvimento. Essa consciência pressupõe não apenas o processo de aprendizado, de entendimento, como don colocou muito bem, estudo eternamente nós precisamos estar estudando e estudando com a mentalidade do principiante, de alguém que não coloca nenhum tipo de amarra para o processo de poder reaprender ou de aprender mais em cima daquilo que já havia aprendido. Afinal de contas, nenhum de nós é dono da verdade. E quanto ao questionamento que a senhora colocou, dona Eusita, sobre essas precauções, as precauções basicamente partem desse entendimento de nós não permitirmos, como dona Enil tão bem explicou, que esses contatos iniciais, que são contatos com espíritos que não apresentam tamanha elevação espiritual e que fique bem claro que não representam espíritos eh eh que sejam voltados a algo negativo, mas apenas espíritos que não apresentam o nível de desenvolvimento. mais alto. E nessa perspectiva é possível que eh ocorram alguns zombeteiros, mas o médium precisa pôr-se, confesso sincera, sobre a proteção de Deus. Esse é é o ponto absolutamente fundamental, solicitando a assistência de seu mentor espiritual, de
ocorram alguns zombeteiros, mas o médium precisa pôr-se, confesso sincera, sobre a proteção de Deus. Esse é é o ponto absolutamente fundamental, solicitando a assistência de seu mentor espiritual, de seu guia espiritual, de seu anjo de guarda e ter o cuidado, um cuidado que ele precisa elaborar de forma cuidadorar de forma disciplinada, como falei ainda há pouco, meticulosa, para que ele saiba ajustar e compreender qual é a real natureza do espírito comunicante, né? E dentro desse desse dessa perspectiva, é completamente fundamental esse estudo prévio da teoria. No próprio livro nós encontramos os capítulos da obsessão e da identidade dos espíritos. E é preciso, é absolutamente fundamental que haja uma preparação teórica do médium prévia ao início das suas atividades como médium escrevente ou como médium de qualquer que seja a sua natureza. Ah, sem o conhecimento da teoria é mais difícil, não impossível, mas é mais difícil, é mais complexo que nós não caiamos em armadilhas durante este processo de desenvolvimento. >> OK. Eh, eu queria eu queria falar uma coisinha que para mim é muito importante e o o Amaral não citou isso. A gente tem que se conectar com Deus e solicitar a assistência do nosso espírito protetor, do nosso anjo da guarda. E Kardec faz uma colocação que eu acho fundamental. Os espíritos familiares nos são páticos, mas eles nem sempre têm as boas qualidades. E eles podem ser levianos e podem ser maus, mas nós gostamos dele. Vários dos que começam a a escrever pela via mediúnica, se sentem eh felizes e e agraciados e abençoados porque recebem a comunicação de algum espírito familiar. O espírito familiar precisa passar pelos mesmos critérios que qualquer outro. Não é o nosso amor e o nosso carinho por aquele espírito que vai fazer com que ele seja um bom espírito e com que ele nos dê uma boa mensagem, né? Os espíritos familiares não são obrigatoriamente nossos guardiões e nossos protetores. Eles são às vezes nossos iguais e nós nos perturbamos mutuamente. Eu acho que esse cuidado
uma boa mensagem, né? Os espíritos familiares não são obrigatoriamente nossos guardiões e nossos protetores. Eles são às vezes nossos iguais e nós nos perturbamos mutuamente. Eu acho que esse cuidado precisa ter com certeza no exercício da mediunidade. >> Observação extremamente pertinente, extremamente pertinente. >> Muito bom. Ficaram bem completas n respostas. Está ótimo. E [risadas] agora nós temos duas perguntas que a gente vai fazer que estão relacionadas a Graziele Favoreto perguntou Eni, uma dúvida. Por que não se usa mais o termo escrevente? Porque que é só psicógrafo? >> Eu acho que é por costume, né? Kardec falava médiuns escreventes, se eu não estou enganada, eu acho que foi a partir da mediunidade do Chico Xavier que surgiu essa palavra psicografia. E não sei, eu não tenho certeza, pode ser que venha de de estudos afins da parapsicologia, eu não sei. Significa a mesma coisa, porque psico é é a mente. Grafia é escrever. Uhum. É, acabou caindo em desuso, né, o termo >> é, caiu em desuso, mas Kardec usa esse termo. Kardec não usa psicografia. Não quer dizer que a gente seja obrigado ao falar as palavras que Kardec falava no século XIX, né? a o o a língua vai atualizando os conceitos, a base que ele deixou não. A gente pode mudar palavras, mas não o conteúdo que elas estão expressando. Um pequeno pequeno acréscimo a a >> brilhante elucidativa fala da senori. época da escrita do livro dos médicos, quer dizer, a época da publicação, perdão, a Europa ela estava em plena efervescência científica, em que nós basicamente tínhamos grandes três grandes movimentos que eram que influenciaram bastante o o espiritismo nesse momento inicial, que foi o positivismo, magnetismo e a gente principia, temos os primeiros momentos do estudo da psicologia. Então, talvez o termo psico ainda não representasse eh uma realidade eh eh frequencial de uso naquele tempo, né? >> Ótimo. >> Bem, Amaral. >> Ótimo. Vocês dois >> na um minutinho, Zita, aqui na tradução que eu tenho do Guilhom,
ainda não representasse eh uma realidade eh eh frequencial de uso naquele tempo, né? >> Ótimo. >> Bem, Amaral. >> Ótimo. Vocês dois >> na um minutinho, Zita, aqui na tradução que eu tenho do Guilhom, eh, a tradução é do Guilhon aqui, né? Isso. Eh, ele aparece capítulo 15 dos médiuns escreventes ou psicógrafos. >> Já usava o tema psicógrafo, né? Mas era Kardec, ele dava preferência pros escreventes, né, na situação. >> Uhum. >> Aí, modernamente passou a usar-se psicografia, né? >> Psicografia. >> Muito bem. Eh, Amaral, a às 21:39 o Silvio colocou: "Boa noite, quando o Amaral fala em exercitar a escrita diariamente, pode ser em qualquer lugar, como casa, trabalho, etc., ou somente no centro espírita?" Ah, excelente pergunta. Muito obrigado, Silvio, por sua pergunta. Ah, mas no contexto do enunciado de sua pergunta, você já nos respondeu: Não se trabalha de qualquer forma com espiritismo, não se desenvolve a mediunidade de qualquer forma. É preciso que nós encontremos ambientes de segurança, segurança não apenas eh eh eh física, mas também segurança espiritual. O ideal é que, obviamente, esse ambiente de segurança seja um ambiente com assistência da espiritualidade. Pessoalmente, não julgo ser imprescindível que essa prática diária ocorra apenas e tão somente no Centro Espírita, mas sem dúvida nenhuma de que no centro espírita é um local mais seguro sobre o ponto de vista da assistência espiritual. Não deixemos de de nos lembrar de que o intercâmbio entre os planos é contínuo. O fato de nossos sentidos físicos não conseguirem identificar o plano espiritual, pelo menos para a maioria de nós, não significa dizer que nós não estejamos imersos enquanto plano material dentro de um de um oceano que é o plano espiritual. Então, a segurança espiritual para que a gente possa desenvolver essa prática de desenvolvimento de uma forma segura, em primeiro lugar, está vinculado também a uma segurança do plano espiritual. Veja, ah, você não vai desenvolver, não sei qual é a sua profissão, você não vai
a de desenvolvimento de uma forma segura, em primeiro lugar, está vinculado também a uma segurança do plano espiritual. Veja, ah, você não vai desenvolver, não sei qual é a sua profissão, você não vai desenvolver a sua profissão em um ambiente que não haja segurança. O mais adequado é que durante todo o seu processo de exercício e de desenvolvimento, qualquer que seja a profissão, o ambiente onde nós estejamos exercitando e desenvolvendo a nossa profissão seja um ambiente que nos ofereça segurança para que a gente possa eh executá-la da melhor forma. Por exemplo, eu sou médico. Ah, eu não vou exercer minha profissão no sinal de trânsito. Eu preciso exercer minha profissão em um ambiente de segurança numa clínica, num ambulatório, no hospital, no centro cirúrgico, para que eu possa ter os melhores desempenhos. >> Muito bem. O Carlos Campos colocou assim: "Ó, acredito que a forma eh acredito que a melhor forma de permanecer em contato com bons espíritos é o trabalho permanente no bem e a busca do conhecimento superior." Muito bem. E Ei, então agora vamos pro item 212. Que advertências traz Kardec nesse item 212 para que o médium não caia na dependência dos maus espíritos? Então é importante demais isso. Eu eu acho que até eu vou ler o que o Kardec falou. Algumas pessoas na impaciência de verem desenvolver-se em si as faculdades mediúnicas, desenvolvimento que consideram muito demorado, se lembram de buscar o auxílio de um espírito qualquer, ainda que mal, contando que logo vão poder despedi-lo. Parece que essa advertência com relação à paciência, ela é importantíssima. É um trabalho de paciência, é um trabalho de o o Dr. Amaral falou, um trabalho de um ambiente seguro que precisa segurança. O que que é um ambiente seguro dentro da casa espírita, sem dúvida nenhuma, que lá estão todas as boas vibrações das preces. nos trabalhos nos nossos lares também, em tese deveria ser, não em todos, infelizmente. A gente gera esse ambiente seguro com as nossas preces, com os bons pensamentos e
as boas vibrações das preces. nos trabalhos nos nossos lares também, em tese deveria ser, não em todos, infelizmente. A gente gera esse ambiente seguro com as nossas preces, com os bons pensamentos e com paciência. Lembrando que exercer a mediunidade não é um trabalho isolado. Eu, como profissional, eu fui arquiteta, agora tô aposentada, não sou mais nada, sou estudante espírita. Eu trabalhava eu, sozinha, com o meu raciocínio, com a minha a minha capacidade de trabalhar. Em um determinado ponto do trabalho, a gente recorre à equipe. O trabalho mediúnico é sempre em equipe. A gente não trabalha sozinho. Então tem que ter paciência, até porque os espíritos não estão a a à toa para atender as nossas vontades. Então, uma coisa é eu me recolher e pensar: "Agora eu quero psicografar. Eu tenho que ter a paciência de esperar que algum espírito queira escrever comigo." Me lembrou agora as palavras do do Chico Xavier. O telefone vai tocar de lá para cá. Eu vou ficar chamando, chamando e ninguém garante que eles vão atender. Kardec frisa muito a questão das nossas conexões com os espíritos inferiores, com os espíritos maus. E ele diz assim: "O espírito que se mostrou a princípio abertamente mal, ele se manifesta e ele é mau." Aí o médium pensa assim: "Não, eu com os meus bons pensamentos, com as minhas boas intenções, eu vou conseguir que ele melhore, eu vou ajudá-lo a melhorar. Se ele for mal de verdade, ele não vai melhorar. Não, você não vai ser o médium que vai convencê-lo, mas ele pode ter um grau de leviandade, de maldade, que aí ele se faz hipócrita e finge que ficou bonzinho e vai atendendo as demandas do médium. E esse é o pior caminho possível para trabalhar com a mediunidade, porque nós não estamos vendo, na maioria das vezes, a gente não vê a fisionomia do espírito e se conseguimos ver, a gente vê o que ele quer mostrar. É muito delicado esse processo. Então, a gente tem que ter paciência, a gente tem que ter fé na nossa assistência espiritual, nos bons espíritos que nos acompanham e
a gente vê o que ele quer mostrar. É muito delicado esse processo. Então, a gente tem que ter paciência, a gente tem que ter fé na nossa assistência espiritual, nos bons espíritos que nos acompanham e agradecer cada vez que a gente conseguir algum resultado desse trabalho. Então, o recado do Kardec é fundamental. Nós precisamos ter paciência e buscar lá nas questões anteriores, ele falou buscar Deus e o nosso anjo da guarda, o nosso espírito protetor, para que o nosso trabalho seja bem assistido, bem apoiado e no ritmo possível a gente vai avançando com os escritos mediúnicos. Muito bem, Amaral, você gostaria de colaborar com as excelentes colocações DNI? >> Excelentes. Realmente é muito difícil de fazer algum acréscimo a isso. Apenas de associar, por exemplo, no Código de Ética Médica, que é o o preceito que nos baliza no exercício profissional. Ah, o primeiro artigo diz que o erro médico se caracteriza por imperista imprudente ou negligência. Então a gente precisa ter um cuidado muito grande de que nós em entusiasmos imaturos, ah, buscando, como dona Enil falou, pular etapas, queimar etapas. Isso é é particularmente frequente aqui no no Brasil. O médico que começa a se desenvolver, ele quer pular etapas, achando que dessa forma ele vai chegar a a mais rapidamente através desses atalhos. é a gente saber que o mais importante não é a velocidade, é a direção, né, dentro desse contexto. E essa disciplina que a direção nos traz, a doni colocou uma palavra que me é particularmente cara, que é fé. A fé, quando foi traduzido o termo na Septoaginta, ela foi traduzida como fistes. E fistes em grego é algo que nos lembra a perspectiva do saber, conhecer, ter ciência de quando passa para vulgata, vai pro latim do fides que fica essa coisa meio solta. Mas a fé é muito de nós sabermos, né, nós termos conhecimento de, então, termos conhecimento de que nós estamos entrando em uma seara que perpassa muito mais do que a nossa capacidade de compreensão, faz com que a gente respeite um ponto
nós termos conhecimento de, então, termos conhecimento de que nós estamos entrando em uma seara que perpassa muito mais do que a nossa capacidade de compreensão, faz com que a gente respeite um ponto que eu considero particularmente importante, que a mediunidade não pressupõe apenas técnica, ela exige ética espiritual, ela exige prudência, ela exige humildade dentro desse processo. E não apenas, como don colocou de forma muito brilhante nessa fase inicial, mas em todas as etapas. >> Muito bom. Muito bom. E vamos agora, Amaral, para o item 213 com você. O item 213 ele descreve as características da escrita mediúnica, incluindo a imobilidade da mão ao final da comunicação. Qual a importância desse fenômeno? como evidência da autonomia da comunicação espiritual e como ele se contrapõe à ideia de que o médium é agente ativo do processo. >> Mais uma vez voltamos paraa situação disciplina e conhecimento, né? Nós precisamos saber com quem nós estamos lidando. É muito frequente que os médiuns que tenham contato mais continuado com determinados espíritos aprendam a compreender qual a natureza desses espíritos e seus usos mais habituais. frequentemente eh eh o o o psicógrafo de espíritos habituais, ele já entende três jeitos, ele já entende mensagens que são deixadas pelo médium, como por exemplo quando, perdão, pelo pelo pelo espírito comunicante, quando, por exemplo, ele não se sente seguro, confortável com algum tipo de questionamento ou ele não deseja responder, já existe uma comunicação entre ambos. é preciso haver uma espécie de parceria em que haja o conhecimento e o respeito de um para com o outro. E este ponto a gente precisa focar sempre de que quando conclusão da comunicação, no caso da da psicografia, no caso do médio escrevente, como se queira explicar, eh o habitual é que ao término do processo a mão do médium fique imóvel, porque se ali uma sinalização de que aquela comunicação se encerra naquele ponto. às vezes ocorre de breves pausas e novamente vem a movimentação e
ao término do processo a mão do médium fique imóvel, porque se ali uma sinalização de que aquela comunicação se encerra naquele ponto. às vezes ocorre de breves pausas e novamente vem a movimentação e a movimentação de forma a a convulsiva, de forma involuntária para o médium, para o médium, porque nesse instante ele precisa se compreender apenas como um canal de transmissão. Então ele se põe a serviço. E esse é um ponto que para mim muito me chama atenção no médium. O médium ele não pode ser ególatra. O médium ele precisa compreender que ele está a serviço. Ele está a serviço de um bem maior. E entre outras coisas, ele coloca não apenas a sua consciência, como também ele, quando falo de consciência, eu falo de mente, como também ele coloca todo o seu corpo físico à disposição para que haja esse processo de de comunicação. Então, enquanto estiver acontecendo a movimentação da mão, compreende-se compreende-se que o espírito comunicante ainda quer continuar o seu processo de transmissão da informação. E quando ele cessa, aí sim, quando cessa o movimento da mão, quando cessa o imperativo para que haja esse movimento físico, significa dizer como uma leitura subliminar de que ali o processo de comunicação se encerra para especificamente aquela questão. >> Muito bem. Eh, nós temos algumas perguntas, mas eu creio que a gente vai deixando Eus agora para atender um pouco aqui, né? E a gente volta para essas perguntas já. Então, Eni, no item 214, Kardec aborda a dúvida do médium que tem consciência do que escreve. Característica da minoridade intuitiva, não é? Comente, por gentileza. É natural essa dúvida? >> É muito natural. É muito natural o médium iniciante e o médium já experiente ainda tem essa dúvida. Porque é uma simbiose de pensamentos e o espírito não tem como transmitir ao médium alguma coisa que não haja no médium um rebatimento. É difícil. tem que ser muito apurado, provavelmente na mocânico para >> não sei. >> Tá interrompendo aí também para vocês? >> Tá, tá interrompendo.
alguma coisa que não haja no médium um rebatimento. É difícil. tem que ser muito apurado, provavelmente na mocânico para >> não sei. >> Tá interrompendo aí também para vocês? >> Tá, tá interrompendo. >> Opa, nós perdemos o contato com a com a In. >> Só um minutinho. Oi, Neni voltou. Nós perdemos contato momentando com você. Voltou, >> voltou. >> Ah, tá. Então vamos, vamos retornar. Repete aí um pouquinho. >> A questão do médium, >> a questão do médium ter consciência e ele ter dúvida do que tá acontecendo. >> A gente sempre vai ter dúvidas, sempre. E a mediunidade puramente mecânica, ela é muito rara. Ela normalmente vem a partir de uma intuição. Então, o que que a gente recomenda? Tendo estudado nos grupos de de estudo da mediunidade, a gente diz: "Coloque a sua mente o mais relaxada possível. Pensar em nada não existe. A gente sempre vai pensar em alguma coisa, mas relaxar o máximo, imaginar uma tela em branco e surge uma palavra e surge uma ideia. Escreve, escreve." E e aquele pensamento, aquele trabalho vai se desenvolvendo tranquilamente. O médium não põe resistências e tem o médium escreve. Tendo consciência do que tá escrevendo, muitas vezes o médium pode interferir. E aí vem a pergunta: deve? Precisa? Isso é um processo muito lento, porque a princípio a a escrita é uma coisa muito incipiente. À medida que o médium vai treinando, os textos começam a ser mais longos. Tá na dúvida se isso é do médium ou é do espírito? Lê, analisa depois da mensagem pronta, avalia. Eu escrevi isso ou foi outra mente que me ditou essas palavras, né? Então o médium sempre vai ter dúvida e a dúvida até certo ponto é saudável, mas se o médium vai ficar sempre em dúvida, ele começa a perturbar o processo da desse intercâmbio mediúnico, né? Então, o conselho do Kardec é o seguinte, não tem que se preocupar com isso. Veio a ideia, veio a palavra, escreve, prossegue. Se a gente se observa com atenção e o autoconhecimento é um exercício que nós precisamos praticar, a gente vai perceber que aquelas palavras não são
. Veio a ideia, veio a palavra, escreve, prossegue. Se a gente se observa com atenção e o autoconhecimento é um exercício que nós precisamos praticar, a gente vai perceber que aquelas palavras não são usuais do nosso vocabulário. a gente vai perceber que aquelas ideias não são corriqueiras no nosso dia a dia, que nós não estávamos pensando naquilo durante o dia. Então, a experiência vai seguindo. E quando eu digo que a gente sempre vai ter dúvida, eu não tô contradizendo Kardec, o Kardec tá dizendo que com a experiência a dúvida se dissipa, mas a gente sempre tem que ter um pouquinho de dúvida para nos permitir tá sempre avaliando e analisando o ter o teor comunicação que recebemos. Isso é muito importante, porque sem criticar nenhum médium, a gente lê muitas coisas mediúnicas que são muito muito tristes e muito difíceis e muito inconvenientes até. Por quê? Porque o médium não tem paciência, ele não quer se conectar tranquilamente com os bons amigos espirituais e e vai escrevendo e publica sem analisar nunca, gente, pelo amor de Deus, jamais nós precisamos deixar a dúvida nos perturbar, mas manter um pouquinho de dúvida para sermos capazes de avaliar o produto do nosso exercício mediúnico. Isso é muito importante. Acho que eu falei tudo que eu queria falar. >> Foi, foi tranquilo. Muito bem. E realmente é isso mesmo. A dúvida faz parte, mas o médium ele deve se perguntar: "Foi isso que eu pensei? Ou seria melhor ele se perguntar num processo de escrita intuitiva? Isso que eu estou escrevendo faz parte do meu padrão mental de pensamento ou me transcende? Aí a gente começa a perceber, né, Amaral? >> Exatamente. >> 15 traz para nós e gostaria que você discorresse sobre a analogia entre mediunidade intuitiva e a inspiração dos poetas, dos filósofos e dos sábios, que é apresentado por Kardec no item 215. por favor. >> Eh, a mediunidade intuitiva, ela ela precisa ser valorizada. Ela precisa ser valorizada porque ela pode se servir, sem dúvida nenhuma, a a a prestar grandes serviços. E em alguns
em 215. por favor. >> Eh, a mediunidade intuitiva, ela ela precisa ser valorizada. Ela precisa ser valorizada porque ela pode se servir, sem dúvida nenhuma, a a a prestar grandes serviços. E em alguns casos a a se trabalhada de forma disciplinada e mais uma vez com o crio que a don colocou de nós utilizarmos a dúvida como um balizador de segurança para que nós não deixemos passar toda e qualquer mensagem. Ah, ela inclusive em alguns casos, essa mediunidade ela pode ser sucedida pela mediunidade puramente mecânica, embora a mim me pareça pessoalmente que a gente tá falando aqui, seu eu, que o concurso da consciência, do aprendizado, da mente, do do do preparo do médium, ele contribui bastante para que a transmissão da informação ocorra da melhor forma possível. No Velho Testamento, portanto, em ambiente pré-cristão, era muito utilizada a terminologia vaso, né, no sentido de que o vaso precisaria ser ocupado da melhor forma possível. E aí dentro desse contexto, o médio, quanto mais preparado ele está sobre o ponto de vista de conhecimentos múltiplos, mais particularmente dos conhecimentos que nos trazem evolução ético mororal, maior será a capacidade dele de poder fazer a transmissão de mensagens com maior relevância para o bem comum, para a evolução da comunidade. Então, chegando essas ideias através da sugestão, isto é, ideias de de benemerência, ideias para um bem comum, ideias ah com uma mensagem de cunho ético moral que nos remete diretamente ao ao aos ensinamentos do Cristo, que o médio agradeço, gostaria de de de reiterar a a as palavras iniciais da dona Enmi, que o médium agradeça pela oportunidade de que está acontecendo. sendo uma comunicação com os bons espíritos. E isso sim, porque não é semelhante à inspiração dos grandes poetas, os grandes filósofos, dos grandes sábios. E a gente precisa também contextualizar que quando Kardec escreve, publica essa obra, nós não tínhamos essa distensão ético moral tão grande que nós temos, como nós temos hoje na nossa sociedade.
ios. E a gente precisa também contextualizar que quando Kardec escreve, publica essa obra, nós não tínhamos essa distensão ético moral tão grande que nós temos, como nós temos hoje na nossa sociedade. Então, quando se fala de quando Kardec fala de poetas, de filósofos e de sábios, nós estamos falando de de indivíduos que trabalharam para o bem comum, que trabalharam para a evolução da humanidade. No contexto atual, nós sabemos que, principalmente com a internet, todos têm voz. E como a dona Emir colocou, muitas vezes essa voz é utilizada de uma forma não edificante, né? que nós não passamos por crios lógicos, crivos que Kardec nos deixa muito claros, que precisam ser utilizados e que na verdade já vem de toda uma filosofia a grega de nós podermos entender se a se aquilo que nós estamos trazendo é algo que efetivamente vai contribuir para um bem comum. Muito bem, nós estamos agora com bastante perguntas do nosso público. Temos 11 perguntas além dos do nosso roteiro. Nós vamos seguir aqui com com o roteiro e aí vamos procurar atender essas perguntas em seguida. Eh, então agora, eh, é o item oito. Elusita é oito agora, né? Eh, eh, o agora do livro dos médiuns, o item 216. Nesse item 216 afirma eh que para o médium feito é que começam as verdadeiras dificuldades. Que dificuldades são essas? E por que a presunção se torna um dos maiores perigos nessa fase, mesmo para o médio experiente? O grande perigo é o médium experiente achar que chegou no topo da experiência, que sabe tudo, que domina toda a faculdade. Kardec diz que mais do que nunca o médium, quanto mais experiente, mais vai precisar da prudência e dos conselhos da prudência e da experiência. O orgulho, o orgulho costuma levar vários médiuns à perdição, como leva várias pessoas em outras em outras atividades humanas, né? pretender que chegamos no ápice, o médium achar que é experiente, que não vai cair mais em nenhuma armadilha, que não vai ser eh objeto de comunicações com espíritos inferiores, maus, levianos,
s, né? pretender que chegamos no ápice, o médium achar que é experiente, que não vai cair mais em nenhuma armadilha, que não vai ser eh objeto de comunicações com espíritos inferiores, maus, levianos, isso não pode acontecer. O médium, ele é quanto mais experiente, quanto mais ele tá atento, quanto mais ele está eh preocupado com os seus sentimentos íntimos, com as suas conexões com a espiritualidade maior, com os amigos espirituais, com os orientadores, conforme o tipo do trabalho é que aquele médium se dedica. Há um grupo de espíritos que se dedicam também ao trabalho. Eles têm que estar conectados. Então, o que realmente é a verdadeira dificuldade é esse nosso sentimento muito muito humano, terra a terra, de nos acharmos muito bons naquilo que fazemos e a gente se deixa levar pelo orgulho e aí nós perdemos as boas conexões, perdemos as boas oportunidades de trabalho. Isso é muito sério, isso é um verdadeiro escolho, né? a palavra que o Kardec usa. E ele diz assim: "Se o médium pretender muito cedo voar com as suas próprias asas, não tardará em ser vítima de espíritos mentirosos que não se descuidarão de lhe explorar a presunção." O médium não trabalha sozinho. E o bom trabalho mediúnico é o trabalho que é assistido por bons espíritos. E qual é o caminho pro médium ter a assistência dos bons espíritos? Com certeza não é o caminho do orgulho, é o caminho da humildade, é o caminho da busca de melhorar as percepções, de se aperfeiçoar sempre, porque o médium nunca estará pronto e acabado. Não aqui nessa terra que nós vivemos, nesse nível de evolução espiritual em que nós estamos. Nós precisamos sempre lembrar que humildade é uma virtude imensa. E no caso de alguns médiuns, ou talvez de todos, a abnegação também é muito importante. A gente não pode se deixar levar pelo orgulho e por essa presunção de pensar que conseguimos o melhor da nossa mediunidade. Nunca conseguiríamos. O melhor tá sempre um degrau à frente de onde nós estamos. >> Colocações muito seguras. Quer agregar
e por essa presunção de pensar que conseguimos o melhor da nossa mediunidade. Nunca conseguiríamos. O melhor tá sempre um degrau à frente de onde nós estamos. >> Colocações muito seguras. Quer agregar alguma coisa, Maral? >> Ah, a suficiência e eh essa pretensa suficiência ah do ser humano, frequentemente é o caminho mais próximo para que ele possa chegar às armadilhas mais simples que a vida lhe traz. Ah, dentro desse contexto, como don colocou de forma expor de forma brilhante e, aliás, todas as respostas dela são uma aula pra gente, eu estou aqui eh inebriado. Ah, a gente precisa compreender que os processos de desenvolvimento eles pressupõe o eterno aprendiz. Ah, falo mais uma vez, seo com o que eu passo para meus alunos em sala de aula de faculdade de graduação e pós-graduação. No dia que o médico deixar de ser o estudante, ele acabou como médico, n capacidade de aprender nada mais. E todo instante nós temos experiências novas que nos fazem compreender que o processo de aprendizado é contínuo. Ah, existe uma uma um dito popular que se deva temer o homem de um livro só, né? Porque aquele indivíduo que ele tem uma ideia fixa e um conceito já pré-estabelecido sobre tudo, como também se diz que mentes, guarda-chuvas e livros só servem se forem abertos. Então é muito importante que a gente tenha essa contextualização da responsabilidade de que eu vou usar uma terminologia que os mais jovens que estão aqui nos acompanhando na na na rede da internet. Existe um herói de de de, enfim, um um superherói que traz um um um uma informação interessantíssima que com grandes poderes vem grandes responsabilidades. Então, quanto maior a sua capacidade de aprendizado, de conhecimento, maiores desafios chegarão até você. Então você imaginar que tudo vai ficar parado como no momento inicial em relação ao seu aprendizado, sem dúvida nenhuma, sem dúvida nenhuma, que é um convite para a queda moral do médium. >> Bem, Amaral, vamos agora. O item 217 recomenda o uso regrado da mediunidade
ial em relação ao seu aprendizado, sem dúvida nenhuma, sem dúvida nenhuma, que é um convite para a queda moral do médium. >> Bem, Amaral, vamos agora. O item 217 recomenda o uso regrado da mediunidade em dias e horas determinados. Qual a lógica espiritual por trás dessa recomendação? De que forma a disciplina e o recolhimento favorecem a comunicação com os bons espíritos e protegem o médium de mistificações? Kardec foi discípulo de Pestalose. Quem conhece um pouquinho da obra de Pestalose na Suíça sabe que uma grandes pressupostos do método é o comedimento. Nós precisamos ser comedidos, né? Todos os nossos movimentos que visam escassez o excesso nos afastam do equilíbrio. Ah, para a existência da vida biológica, os processos que nós chamamos de metabolismo, eles precisam chegar a um consenso chamado equilíbrio, cujo termo em medicina nós chamamos de homeostase. Todas as vezes que nós perdemos esse equilíbrio, de alguma forma nós favorecemos o surgimento de doenças. Então, basicamente, o que o médium precisa compreender é que o exercício da mediunidade não foge do equilíbrio geral da vida. Tudo aquilo que for feito de forma excessiva pode propiciar o risco de perigos pelo caminho. Então, se por acaso eu estou me deslocando para casa e eventualmente em um pequeno trecho do trajeto de forma segura eu acelero o meu carro, ah, isso não é nenhum problema. Mas se eu vou com pé no acelerador até o fundo do início até o final do trajeto, existem riscos de eu eventualmente perder o controle da direção. Da mesma forma, é preciso que esses entusiasmos enfundados, esses entusiasmos poeris, ah, não se esquecendo de que a maioria de nós que se encontra nesse planetinha azul, principalmente os encarnados, nós estamos dentro de um processo de migração, de infância para adolescência espiritual, o que, em outras palavras, ainda representa imaturidade espiritual. Então, muitas vezes, esse entusiasmo excessivo nosso em nós querermos e nem sempre é por uma perspectiva negativa, porque às vezes realmente um médico
alavras, ainda representa imaturidade espiritual. Então, muitas vezes, esse entusiasmo excessivo nosso em nós querermos e nem sempre é por uma perspectiva negativa, porque às vezes realmente um médico percebe que existe tanto trabalho que ele quer fazer o máximo possível para auxiliar, mas ainda assim, mais uma vez, esses convites à perda de disciplina são riscos para que nós possamos cair em armadilha. A perspectiva que o médico precisa compreender é que a tarefa para o bem e não para satisfazer curiosidades fúteis e que o trabalho precisa efetivamente ocorrer em um ambiente não apenas propício, seguro, como nós já comentamos em questões anteriores, mas dentro de um processo de recolhimento, tá? Considero, de forma particularmente importante que os exercícios de controle da mente possam e devam ser realizados periodicamente pelo médium para que ele possa fazer exercícios de autoavaliação contínuas, assim como para que ele possa dentro desses processos, como a dona Eni colocou, acho que foi a o o apoio que a senhora me deu, don, a uma das perguntas anteriores de nós estarmos interconectados com o pai, né? Existe uma mensagem bíblica extraordinária, como tantas outras, que diz que em primeiro nós precisamos buscar ao Pai e todo o restante nos será trazido sobréscimo. Então, quando o homem, quando o espírito se conecta com o Pai de forma sincera, de forma honesta, de forma a a cuidadosa, ele consegue se compreender, não nível de inferioridade, mas dentro de um processo de crescimento. Existem aqueles que nos guiam, existem aqueles que estão além de nós sobre os mais diferentes aspectos. E o médium precisa compreender que dentro desse contexto, ele é um peão que está a serviço do bem. E ele não vai compreender isso de forma inadequada, porque qualquer tipo, como dona Enque deixou bem claro, de vaidade que esse médium venha a desenvolver, são forças que trabalham de forma contrárias à sua evolução espiritual e a sua evolução enquanto médio. Nós precisamos combater essa egolatria que existe
e vaidade que esse médium venha a desenvolver, são forças que trabalham de forma contrárias à sua evolução espiritual e a sua evolução enquanto médio. Nós precisamos combater essa egolatria que existe dentro de nós, principalmente nas sociedades atuais, e compreender que o médium é um servidor. E dentro desse contexto, ele não precisa de palco, ele não precisa de brilho, ele precisa trabalhar. Como Chico Xavier deixava bem claro, a evolução se dá por desidratação, seja através do sol do trabalho, seja através das lágrimas doritas. Muito bem, Eni. Item 218 oferece um consolo à aqueles que não desenvolve a mediunidade, afirmando que a assistência espiritual se dá também pela inspiração. Como diferenciar a inspiração como um auxílio espiritual geral da mediunidade intuitiva? E qual a importância de se valorizar essa forma mais sutil de comunicação com o mundo espiritual? Eu fui ao dicionário para definir intuição e inspiração. Vamos ver o que que a língua portuguesa diz pra gente. A intuição é a capacidade de compreender, perceber ou pressentir algo instantaneamente, sem o uso do raciocínio lógico, análise consciente ou conhecimento prévio. frequentemente descrita como o sexto sentido ou voz interior, utiliza experiências passadas e processos inconscientes para guiar decisões rápidas. Intuição. A inspiração é o impulso criativo, uma ideia repentina, um estímulo externo, arte, natureza, pessoas que desperta uma motivação. Criatividade eleva a vontade de realizar algo novo. Pode significar também um sopro divino. A musa que os poetas e os músicos falam. É interessante porê a linguagem, o dicionário, eles não consideram ainda o conhecimento do mundo espiritual. Quando a gente diz um sexto sentido, eu leio na mesma hora. mediunidade é a percepção extrafísica, a percepção de um mundo que existe em torno de nós. Já a inspiração, ela vem do nosso, da nossa sensibilidade às coisas físicas, à natureza, à arte. Isso, na verdade é tudo junto e é misturado, porque apesar do significado
o que existe em torno de nós. Já a inspiração, ela vem do nosso, da nossa sensibilidade às coisas físicas, à natureza, à arte. Isso, na verdade é tudo junto e é misturado, porque apesar do significado diferente, quando nós estamos conectados pelos bons pensamentos, pelas ideias nobres, pelos desejos de construir, de melhorar, de progredir no caminho do bem, a gente tá conectado com esses espíritos todos que nos envolvem. Então, se nós temos a habilidade de exercer uma mediunidade produtiva, aquilo vai se transformar em um trabalho mediúnico. E nós temos essa habilidade desenvolvida, isso vai ser uma uma forma de nos guiar por caminhos melhores da vida. Seja materializado no contexto mediúnico, materializado entre aspas, né? seja realizado no contexto mediúnico, ou seja, no dia a dia da nossa vida, nós recebemos inspirações e temos intuições desse mundo espiritual que nos cerca. Então precisa a gente querer ser médium a todo custo, eh, produzir laudas mediúnicas ou na própria psicofonia dar passividade a espíritos instrutores. Não, isso é o nosso orgulho querendo fazer a gente produzir. Não, a gente pode ir mais tranquilo, a gente pode ir com mais equilíbrio, mais harmonizados com a vida, com o mundo espiritual, com o nosso mundo interior. Então, muitas vezes nós temos eh eh intuições excelentes que dirigem a nossa vida, que auxiliam na nossa decisão. Mas essas intuições não vem de graça. Elas vêm porque exercemos um esforço constante de manter a nossa mente em sintonia boa, em sintonia equilibrada. Me lembrou agora eh um chefe que eu tive numa época que era uma pessoa extremamente mal humorada e eu chegava no trabalho de manhã feliz e eu falava: "Bom dia e ele me respondia: "Por quê?" Olha o nível da sintonia. Bom dia. O dia sempre é bom. Então, portanto, aqueles que não conseguem desenvolver objetivamente a mediunidade, produzindo textos ou outras formas de mediunidade, eles não deixam de ser médium. Vamos nos lembrar que Kardec dizia que todos nós, em maior ou menor grau, somos médicos.
objetivamente a mediunidade, produzindo textos ou outras formas de mediunidade, eles não deixam de ser médium. Vamos nos lembrar que Kardec dizia que todos nós, em maior ou menor grau, somos médicos. A mãe que intino, o cônjuge que intanheiro, da sua companheira, são momentos em que os bons sentimentos nos envolvem e eles são medianidades, são o nosso relacionamento com os seres com os quais convivemos, encarnados ou desencarnados. Vamos só avisar, Euzita, antes de começar as perguntas, aos nossos companheiros do público, participantes que não tem mais tempo para perguntas hoje. Provavelmente a gente não consiga responder todas que estão aqui, né? Mas vamos tentar ser pontuais e vamos lá então. Meus primeira pro Amaral, né? Então vamos lá, Amaral. Eh, às 21:56, a Graziele Faveto colocou: "Poderiam explicar mais sobre essa expressão de livrar-se dele mais tarde e na hora de sair", a questão 212, ele fica ali e o médium não consegue parar de escrever? Nesse contexto, na verdade, Graziela, primeiro de tudo, muito obrigado. Complemento, desculpe. >> É, tem um complemento aqui. Ou o espírito fica perturbando o médium a pós. Ah, insisto mais uma vez. Muito obrigado, Graziele, pela pergunta. Ah, lembram que foi nós conversamos aqui ainda pú que no momento inicial, no processo inicial, os espíritos manifestantes, eles não apresentam um elevado nível de evolução espiritual. E aí, como doni deixou bem claro, se desde o momento inicial ele já deixa claro quais são a, digamos assim, as suas motivações, principalmente se são motivações não edificantes, nós precisamos compreender que nós estamos mantendo contato de vibração e de sintonia. E quanto mais intenso, mais frequente é o processo de sintonia, mais essa sintonia entre nós e esse espírito de baixa elevação vai se solidificando e cada vez que passa vai ficando mais. É como um relacionamento, como um relacionamento de de um eh com amigos ou com o casal. Quanto mais tempo nós temos esse relacionamento, mais difícil é de nós rompermos esse relacionamento.
ando mais. É como um relacionamento, como um relacionamento de de um eh com amigos ou com o casal. Quanto mais tempo nós temos esse relacionamento, mais difícil é de nós rompermos esse relacionamento. Então, se no momento inicial nós já identificamos que é um espírito de baixa elevação, é muito importante que nós saibamos já desconstruir esse laço. E aí, quanto o que ele tá colocando, quanto mais tarde acontece esse processo de ruptura de laços, mais difícil é essa ruptura. Imaginemos como relacionamento de de um casal é um relacionamento por um período de tempo curto, quando da separação é uma separação mais rápida, uma um relacionamento mais prolongado. A separação é mais morosa, mais demorada, com uma série de desdobramentos e consequências. Mas a gente compreendendo que por uma lei física chamada de impermanência, esses processos, quaisquer que sejam, eles não vão se continuar se não forem edificantes. Seja porque nós tenhamos a capacidade de consciência de compreendê-los, seja porque os espíritos ah a mais elevados vão estabelecer em algum momento esse processo de ruptura para que ambos possam avançar de forma satisfatória. >> Muito bem. E tem uma pergunta do Wilson que eu vou responder rapidamente porque já tá respondido. Podemos escrever em casa quando estamos intuídos. Já foi respondido. Tem que fazer psicografia num ambiente protegido. Se a tua casa tá protegida, você faz o evangelho no lar, você estuda todo dia o espiritismo em casa, você faz pressa em casa, não liga a televisão. Aí então pode ser que você tenha um ambiente, né, protegido para fazer psicografia em casa. Nada impede, mas tem que haver equilíbrio, não é? Aí, Eni, aquela da Graziel favorita outra vez. A movimentação das mãos dos médiuns para escrita ainda se dá somente no papel ou com a vinda de meios modernos como teclados? Existe a psicografia feita em uma tela de computador? >> Eu nunca pensei nisso. Não sei se existe, mas é plenamente possível. Mas deve ser mais difícil, né? Eu acho que o
meios modernos como teclados? Existe a psicografia feita em uma tela de computador? >> Eu nunca pensei nisso. Não sei se existe, mas é plenamente possível. Mas deve ser mais difícil, né? Eu acho que o lápis ainda é o instrumento mais simples. >> Uhum. Porque quando o médium tá com lápis e papel na mão, normalmente para manter a concentração a gente reduz a luz, tá num ambiente mais escuro, eu acho. Aí aí sou eu. me incomodaria muito à luz de uma tela de computador para eu poder escrever alguma coisa que que tá vindo de uma sintonia que é muito sutil e qualquer coisa pode quebrar, mas não vejo impossibilidade nisso. Não vejo impossibilidade. >> A pergunta foi feita >> aí a minha opinião. Pergunta foi feita ao Divaldo. O Divaldo disse que sim, já tinha escrito textos, não é? recebendo os espíritos no no no computador, >> né? Então depende do médium, né? En >> você incomoda outro, pode ser que não incomode. Eu eu tenho tipografia, mas nunca escrevi diretamente no computador. Nunca fiz, >> não. Nunca fiz. É, porém um escritor pode estar muito inspirado e pode até estar mediunizado e tá digitando no computador. >> Isso aí. Uhum. Vamos então a mais uma para o Amaral. Às 22:11 a Larissa colocou: "É normal o animismo no desenvolvimento da mediunidade, Amaral?" Ah, muito obrigado, Larissa, por sua pergunta. diria o seguinte, que é improvável que a gente possa separar o animismo de qualquer tipo de movimento de desenvolvimento espiritual. antes seria o contrário. Ah, quanto menos eh consciente o médium é daquilo que ele realiza, provavelmente é porque menos preparado ele está para o desenvolvimento de sua mediunidade. Ah, o animismo, desde que seja um contributo, ah, desde que seja utilizado de forma adequada, porque veja o que que é o médio intuitivo? O médio intuitivo, ele recebe o pensamento do espírito e ele traduz esse pensamento mentalmente. Ah, existe uma participação ativa da mente do médium, leia-se animismo. Ah, mas compreendendo que a origem espiritual é identificável do pensamento
o espírito e ele traduz esse pensamento mentalmente. Ah, existe uma participação ativa da mente do médium, leia-se animismo. Ah, mas compreendendo que a origem espiritual é identificável do pensamento e que a origem não é sua. E ele precisa respeitar esse pensamento. Ele não pode terar a respeito do escopo da mensagem. seria a desonestidade do médium se ele estivesse transmitindo a uma informação com um conteúdo diverso daquilo que ele recebeu. Então, se a mensagem é trazida por um espírito de elevação, o médium está bem preparado, ele tem conhecimento. É seu dever, a minha opinião, é seu dever participar como um intérprete. Como doni colocou, nós não podemos fazer a leitura ao pé da letra de algo que Kardec escreveu em 1861 para 2025. Se nós assistimos, por exemplo, hoje a um filme, a uma qualquer tipo de série, fazer a leitura de algum tipo de livro de antes da pandemia para cá, nós já vamos perceber uma diferença muito grande das realidades e dos aprendizados que nós temos. E aí, se o o Dr. Carlos Campete me permitir, se a a o plano espiritual está tão mais avançado do que nós, eu acho que ele vai utilizando todos os recursos que nós temos de disponibilidade de acordo com a necessidade. Porque o ponto para mim extremamente importante é que a espiritualidade bem fazer, a espiritualidade mais evoluída so ponto de vista da éticomoralidade do Cristo, ela é extremamente econômica e a perspectiva é qual a finalidade útil do que tá sendo feito. Então, se por acaso nós pegamos essa juventude agora de 12, 13, 14 anos de idade, em alguns países que não usam mais nem e lápis, caneta, papel, usam apenas os teclados, eles eventualmente vão ser utilizados como médiuns, utilizando as plataformas, os computadores, os notebooks que eles estão acostumados, mas com uma finalidade útil. Então, a a mim me parece que o contexto é sempre nós colocarmos em primeiro lugar qual a finalidade útil para qual está acontecendo a a a mensagem. >> Muito bem. Eh, aqui nós temos do Freemx a pergunta
ntão, a a mim me parece que o contexto é sempre nós colocarmos em primeiro lugar qual a finalidade útil para qual está acontecendo a a a mensagem. >> Muito bem. Eh, aqui nós temos do Freemx a pergunta seguinte, Eni. Qual o grau de trânsito predominante na psicografia hoje em dia? Eu não acho que vai falhando muito a minha internet. Eu não tô conseguindo ler porque eu tô no celular. Repete, por favor, a pergunta. >> Tá. Não, a a resposta eu acho que é óbvia. Qual o grau de transe predominanteia? Grau tr >> predominante psicografia hoje em dia. Não dá para saber, n? Nós não temos elementos para isso. Provavelmente seja a intuitiva, a mediunidade de inspiração. >> Pode ser mediunidade de inspiração, porque mecânico, né, Chico era mecânico Divaldo também, mas não é comum a gente ter, né, muitos médiuns mecânicos. É mais de de intuição, acho que provavelmente de inspiração no caso, né? Vamos para outra então, Euzita. >> Vamos para outra. 2204, o Luciano colocou: "E a escrita Amaral é importante também para quem não é médium?" >> Ah, e desculpe, eu. Muito obrigado, Luciana, mas eu talvez não tenha compreendido perfeitamente qual é o contexto. A escrita é importante para que quer que seja uma das formas de nós nos comunicarmos de forma mais serena. Isso. A a existe uma uma existia uma brincadeira na na na infância chamada telefone sem fio, que aqueles que tiverem, eu eu não sei se alguém aqui na sala tem mais de 40 anos, peço desculpas porque eu tenho mais, provavelmente sou o único. Era uma brincadeira entre as crianças que se passava uma mensagem e de boca em boca era passada para os demais e no final a mensagem tava completamente deturpada da mensagem original, ao passo de que quando nós escrevemos, digamos assim, essa poluição, esse desvirtuamento é mais difícil de ocorrer. Então, a se se foi eh eh Larissa, se foi esse o contexto, a escrita, digamos assim, ela é mais segura. para que uma mensagem seja transmitida do que apenas a oralidade, porque existe o risco na oralidade de nós não sermos
eh Larissa, se foi esse o contexto, a escrita, digamos assim, ela é mais segura. para que uma mensagem seja transmitida do que apenas a oralidade, porque existe o risco na oralidade de nós não sermos fiéis aquilo que está sendo transmitido. Não sei se consegui lhe responder de forma adequada. >> É, e a tá provado que a escrita desenvolve as capacidades intelectivas da pessoa também, não é? Então isso é importante. Euzita, nós vamos ter que ser bem pontuais, senão não vai dar tempo de responder. De toda maneira, vamos lá. Eu vou responder essa aqui do Céli Pedro que já tá respondida, né? Como se faz para psicografar um livro? Eh, Pedro senta, se é psicógrafo, não é? Num ambiente protegido, de preferência um center espírita, um ambiente muito bem protegido e psicografo. Agora, se não tiver compromisso espiritual para escrever o livro, provavelmente nós estamos sendo enganados por algum espírito mistificador, não é? Então, eh, a Luciana vai fazer uma outra aqui, eh, bem rapidinho. Tem que responder rápido isso aqui. E como o espírito pode ter sido tão mal com você e ser bom com outra pessoa? >> Isso é muito comum. Como é que uma pessoa de repente é um anjo com alguém >> e de repente é maldosa com o outro, como encarnado mesmo. >> É porque gosta de uma pessoa e não gosta da outra. É um espírito inferior, não é? >> Simpatia e antipatia. >> Uhum. Por causa de antipatia eatia. >> E agora >> eh vai lá para pro Amaral bem rapidinho. Amaral. >> Amaral. É, a Luciana coloca o que acontece com uma pessoa de luz que só tem bons pensamentos, tem uma vida focada e ser pega por um espírito mal, obsessor, assediador, sangue suga, o que acontece? Muito obrigad >> ou por acontece. >> Mais uma vez, Luciana, muito obrigado, mas muito rapidamente, aportando sempre para minha profissão de médico, existe uma um adágio clássico na medicina francesa que diz que na medicina não amor, nem sempre nem nunca. Então, dizer que uma pessoa de luz que só tem bons pensamentos, se tem bons pensamentos,
ico, existe uma um adágio clássico na medicina francesa que diz que na medicina não amor, nem sempre nem nunca. Então, dizer que uma pessoa de luz que só tem bons pensamentos, se tem bons pensamentos, garanta você que aqui nós não somos mais, não é nosso local. Nós já deveríamos estar realocados para algo mais propício para nosso desenvolvimento. Nós temos oscilações. A vida ela é cíclica. Existem muitos momentos em que nós nos mantemos focados em pensamentos de vibração mais elevada, mas existem outros em que a gente tem pequenas quedas. Isso não faz de você nem melhor, nem pior. Isso faz de você um ser humano que está dentro de um planeta que está em fases primevas de sua evolução espiritual. Além do que nós temos contatos com em vidas pregressas que não foram realizados através de relações harmoniosas, saudáveis e eventualmente sobram a a desconfortos ou desacertos e muitas vezes a necessidade de que esses desacertos sejam corrigidos. E através disso nós temos o contato com irmãos que não, digamos assim, que não não nos vê trazer mensagens de de de elevação. Então, são compromissos de resgate que nós temos com situações pregressas. Não nos esqueçamos, não nos esqueçamos que essa faceta que nós temos nessa atual encarnação representa para nós o mais alto nível de desenvolvimento espiritual que nós enquanto espírito já realizamos. Mas nós já tivemos uma vida passada, nós temos uma ficha corrida e dessa ficha corrida tem algumas situações que ficaram em abertos de encarnações pregressas e que a gente precisa agora solucionar. >> Muito bom. OK. Nós vamos encar pro encerramento. Então, em função da hora. No próximo encontro nós seguiremos com o estudo da segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 17 da formação dos médiuns, mudança de caligrafia. item 219 e perda e suspensão da mediodidade no item 220. >> Então nós agradecemos a todos vocês que estiveram conosco, aos nossos convidados e encerramos agradecendo também a equipe da área de estudo do Espiritismo e da
suspensão da mediodidade no item 220. >> Então nós agradecemos a todos vocês que estiveram conosco, aos nossos convidados e encerramos agradecendo também a equipe da área de estudo do Espiritismo e da FEB TV. Então fiquem bem, fiquem com Deus, até a próxima. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam [música] inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção [música] em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, [música] preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam [música] o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados [música] gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, [música] cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa [música] estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação [música] até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar [música] alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais [música] uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e [música] continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela [música] esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. [música] Estamos juntos com você através da FEB TV. >> Acesse doi.v.com.br BR e faça sua doação. [música]
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