#31 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 23

FEBtv Brasil 08/11/2025 (há 5 meses) 1:20:06 764 visualizações

Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 31 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. XIII Da psicografia. Itens 152 a 158. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer parte do grupo do estudo...

Transcrição

Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas [música] belezas. Estudo de Ovre dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação [música] Espírita Brasileira. Olá, amigos. Boa noite. Sejam todos bem-vindos para mais um momento de estudo de O livro dos Espíritos. Jesus nos abençoe, nos envolva e nos mantenha em sua paz. Hoje estamos aqui, eu e a Ana Maria Beca. Vamos conduzir o estudo com os nossos companheiros Júlio Verna e a Lúcia. O Carlos está participando do Conselho Federativo Nacional e a FEP tá com atividade hoje à noite. Então ele solicitou que nós fizéssemos eh esse trabalho com vocês na noite de hoje. Então, seja bem-vinda a Ana, a Lúcia Ericeira, não é isso, Lúcia? Isso é palestrante espírita, coordenadora da área de estudos de espiritismo da Federação Espírita do Maranhão, lá do meu amigo Fábio e coordenadora e facilitadora do EAD, do aprimoramento e formação continuada também de trabalhadores dessa área. E nós temos o Júlio Verne aí que é lá do meu Ceará, Júlio Verne Re de Almeida, que é coordenador da área de mediunidade da Federação Espisa do Estado do Ceará. Sejam bem-vindos. Obrigado. Dar as palavras iniciais de vocês aí para aqueles que estão estudando conosco. E eu já passo eh depois a palavra à Ana para eh iniciarmos os trabalhos da noite de hoje. Perfeito. A Lúcia pode iniciar. Boa noite, então, a todos os que estão participando conosco desse momento tão importante em que estamos estudando o livro dos médiuns. E nós estamos buscando esse saber que é um conhecimento de vida. E eu tenho muita alegria agradecer o convite de estar aqui compartilhando com todos vocês essa fonte de água viva que a doutrina espírita nos oferta e que estejamos todos preparados, com os corações abertos e que sejamos essa terra fértil, em que a semente brota, em que a semente colocada possa brotar e produzir frutos.

outrina espírita nos oferta e que estejamos todos preparados, com os corações abertos e que sejamos essa terra fértil, em que a semente brota, em que a semente colocada possa brotar e produzir frutos. >> Perfeito. Eh, boa noite a todos, né? Como foi falado, meu nome é Júlio Vernio, eu sou do Ceará e que bom a gente tá participando então desse estudo do livro dos médiuns que realmente reforça o quanto a gente ainda precisa entender um pouco mais sobre essa obra, né, que às vezes não é tão compreendido e às vezes até colocado um pouquinho à margem, mas quanto mais a gente se aprofunda no estudo do livro do médio, a gente ver o quanto a gente precisa adquirir mais esse conhecimento, né, que realmente contribui para que a gente entenda um pouco mais essa relação do mundo material com o mundo espiritual. E Allan Kardec, que é realmente um pedagogo cientista, ele através do livro dos médios, ele facilitou bastante o entendimento dessa relação, né? Então vamos aqui então juntos tentar buscar mais informações sobre essa relação que sem sombra de dúvida é o que mais importa, porque como todos nós vamos passar, né, por essa porta do desencarne, é importantíssimo a gente perceber que esse mundo ele é vivo e que precisa do nosso entendimento para que quando chegarmos a essa situação possamos entrá-la de maneira bem tranquila. >> Então, muito boa noite, né, a todos. Olá a todos. Sejam todos muito bem-vindos a esse nosso espaço virtual, né, de estudo de aprendizagem do do livro dos médiuns. E é com muita alegria que a gente aqui se reúne hoje mais uma vez para dar continuidade a esse estudo. E hoje a gente vai examinar a segunda parte do livro dos médiuns, das manifestações espíritas, capítulo 13 da psicografia dos itens 152 ao 158. E você que tá aí em casa, né, que tá nos acompanhando pelo YouTube, pelo Facebook, deixa a sua pergunta, se quiser fazer sua pergunta aqui pros nossos convidados que a gente vai repassar as perguntas, isso enriquece o trabalho, ou o seu comentário a respeito

YouTube, pelo Facebook, deixa a sua pergunta, se quiser fazer sua pergunta aqui pros nossos convidados que a gente vai repassar as perguntas, isso enriquece o trabalho, ou o seu comentário a respeito de alguma de alguma parte das que a gente está estudando. E a gente vai dar início agora pelo item 152. A primeira pergunta vai pro Júlio Verme. >> Opa. >> Júlio, o que explica no item 152 sobre o progresso da ciência espírita, sobre tudo no que diz respeito aos meios usados para as comunicações espíritas, das mesas falantes a espit. >> Pronto. Eh, o que a gente observa, eh, e aí até é uma indagação, né? Eh, a compreensão que a gente tem dessa relação com o plano espiritual, eh essa relação, ela sempre existiu desde dos tempos memoriais e quanto mais a gente busca informações, mais a gente vai entendendo os pormenores, né? foi necessário um tempo onde havia a necessidade de que aqueles fenômenos físicos chamassem atenção, exatamente, para que pudesse eh se debruçar, né, nós como humanidade sobre a razão daquele motivo pelo qual estava acontecendo aqueles fenômenos. me chamou atenção, não só das pessoas mais simples, mas principalmente das pessoas que se estavam naquele momento enveredando pelo caminho da ciência, que foi o caso, né, do codificador Allan Kardec, que buscou informações porque ele não imaginava que objetos que se manifestavam se deslocando tivesse eh algo que não fosse eh de uma inteligência que aqueles movimentos que produziam alguns efeitos tinha que ter alguma coisa a mais. Então, foi exatamente nesse momento que ele passou a investigar e a ciência espírita começou a nascer de uma forma bem mais sistêmica, bem mais ampla e que pudesse fazer com que esse entendimento fosse real, né? E naquele momento, eh, ainda no começo, foram necessário utilizar alguns meios que hoje a gente vendo, a gente vê o quanto, eh, foi assim na fase infantil desse entendimento, dessa relação com o plano espiritual. E aí a gente vê hoje que eh essa comunicação ela se dá de forma bem mais

je a gente vendo, a gente vê o quanto, eh, foi assim na fase infantil desse entendimento, dessa relação com o plano espiritual. E aí a gente vê hoje que eh essa comunicação ela se dá de forma bem mais assim consistente através de situações que são comuns através da fala e através da escrita, que antes era necessário que houvesse a, vamos dizer, aquele entendimento porque que aquilo estava acontecendo. E hoje a gente percebe que tudo aquilo não não passava de um apêndice para que as pessoas pudessem compreender o motivo pelo qual aquilo estava acontecendo, né? >> Foi interessante só fazendo uma uma colocação sobre esse capítulo, que ele inclusive tem um valor histórico eh sobre exatamente o surgimento da ciência e seus meios de de se entrar em contato com os espíritos. é que Kardec inicia esse item dizendo que o espiritismo, como toda a ciência, tem progredido. Aí ele já nós já vemos o caráter progressista de toda a ciência e a assim a ciência espírita também o é, né? que tem o caráter que ele vai falar do caráter da revelação espírita lá no primeiro capítulo da obra Gênese. E ele deixa bem claro, mas o interessante é ele que ele diz que o Espiritismo tem progredido bem mais rapidamente do que as outras ciências. Exatamente porque pouquíssimos anos separam a forma de comunicação dos espíritos que através das mesas falantes, que inclusive coloca entre aspas. E nós nos lembramos que realmente é um tempo curtíssimo, porque desde a a digamos que foi inaugurada essa invasão sistematizada, como Alan Conandó ele vai colocar, dos espíritos, da intervenção dos espíritos no mundo material, que é inaugurado em 1848 com fenômeno de Heides em 1853 já se tem uma manifestação que é referendada por Allan Kardec lá no item quatro da introdução O livro dos espíritos, de um espírito orientando como poderia se facilitar essa comunicação, que é exatamente esses meios que foram progredindo para facilitar a comunicação entre os homens e os espíritos, né? Então ele diz assim, olha, foi um progresso vertiginoso 1848

litar essa comunicação, que é exatamente esses meios que foram progredindo para facilitar a comunicação entre os homens e os espíritos, né? Então ele diz assim, olha, foi um progresso vertiginoso 1848 para 1853, que é quando se tem a comunicação em que o espírito pede, olha, vai pegar uma cestinha ali no no no quarto e vamos adaptar um lápis nessa cestinha para facilitar a comunicação, né? Então é esse o progresso, esse avanço que ele se refere da ciência, né? >> É >> excelente, né? Muito bem. >> E aí a gente vai ver esse avanço técnico, de certa forma dos meios de comunicação espiritual, próprio amadurecimento do do método espírita, né, passando até para para uma observação científica que é mais possível com tudo isso, esse registro mais fácil, né? Muito legal isso. >> Muito bom, Ana, seus comentários. Comentário do Júlio, né? E Kardec, um grande observador e também conseguia alinhavar todos esses temas. E ele de fato observa esse progresso nos na forma de se comunicar com os espíritos, como a a a Lúcia colocou pra gente. Lembrando que a primeira obra publicada foi em 1857 e o livro dos médicos que nós estamos estudando é de 1861. Então, desde as mesas girantes aí, tínhamos aí 12, 13 anos eh dessa comunicação. Uma coisa interessante e que hoje eh não tem mais essa conotação é que já nesse item Allan Kardec fala-nos eh da importância da escrita, porque conseguiam manter esses arquivos. Hoje em dia nós temos arquivos de áudio, nós temos arquivos visuais, então há outras maneiras também que são muito importantes. A gente vê que Allan Kardec, ele fala-nos muito da psicografia e hoje a gente vê muito nas casas espíritas a psicofonia funcionando. Parece assim que houve um afastamento, mas não é porque as as coisas mudaram eh no curso da história da doutrina espírita e e há outros meios para se guardar essa informação, embora a psicografia seja continue ainda eh digamos assim para a produção de livros e outros eh materiais, né? Mas é interessante ele falar sobre a escrita. Mas na sequência,

guardar essa informação, embora a psicografia seja continue ainda eh digamos assim para a produção de livros e outros eh materiais, né? Mas é interessante ele falar sobre a escrita. Mas na sequência, no item 153, Allan Kardec vai eh desenvolver algo sobre esses métodos eh iniciais que eles chamam de primitivos, que eram métodos, digamos assim, rudimentares e que a espiritualidade seguramente utilizou para que houvesse a participação também dos homens aqui na terra e fosse um trabalho conjunto para se chegar a uma a uma outra forma. senão eles já teriam dito, mas aí teriam eliminado o trabalho de muita gente, especialmente de Allan Kardec, que vai trabalhar nesse sentido. Mas no item 153, que eu vou passar aqui pra Lúcia, eu vou ler, diz assim: Kardec fala que uma pessoa dotada de aptidão especial para imprimir movimento de rotação a uma mesa ou a outro objeto qualquer e discorre sobre o processo da evolução da escrita nas comunicações espíritas, detalhando os meios usados para este fim. Aí pede que e se explique o que Allan Kardec trata nessa questão 153. Você pode nos falar, Lúcia, por favor? >> Claro. Vamos lá, né? Vamos compreender e refletir acerca do item 153. Então, Kardec, ele vai mostrar a evolução dos meios de se comunicar com os espíritos. Nós sabemos que se se iniciou com as mesas falantes, né, entre aspas, que se tomava o efeito pela causa. Isso ele vai explicar muito bem nesse capítulo. Só que esses meios foram evoluindo e aprimorando para facilitar essa comunicação. Aí a gente vê a tiptologia, que primeiro as mesas se movimentavam, depois através de batidas que correspondiam a ordem das letras no no alfabeto, se poderia formar palavras, frases, mas de forma muito rudimentar ainda. Então, começou a se perceber quais as outras formas para se facilitar essa comunicação. E assim aqui relatado no livro dos espíritos, na introdução, em 10 de junho de 1853, nessa época Allan Kardec ainda nem tinha iniciado as suas pesquisas eh da da do mundo espiritual, sua investigação no mundo

aqui relatado no livro dos espíritos, na introdução, em 10 de junho de 1853, nessa época Allan Kardec ainda nem tinha iniciado as suas pesquisas eh da da do mundo espiritual, sua investigação no mundo espiritual, que isso só vai acontecer em 1855. Em 54, ele ouve falar dessas mesas falantes e girantes através do senhor Fortier, um amigo seu de muita época. A princípio ele não ligou muito porque disse assim isso é feito de magnetismo. Se a mesa tá só se movimentando, ele era um estudioso do magnetismo. Ele disse: "Não, isso aí é magnetismo, é uma questão física". Depois, alguns meses depois, ainda 54, o senhor Fortier disse: "Não, agora o que tá acontecendo é que as mesas estão respondendo perguntas e aí Kardec diz: "Não, aí ainda Hipolite Leon Denis Rival, ainda não Kardec, né? Porque ele só passa a usar esse pseudônimo a partir de 1857. Então ele disse: "Não, aí se não me provarem que mesa tem cérebro para pensar, nervos para sentir, eu vou continuar achando que isso aí é uma história para se fazer dormir em pé." Só que depois ele tem essa oportunidade de ser convidado por uma outra pessoa mais sensata, porque depois um outro amigo Carlotti falou com muito entusiasmo, ele também não levou muito a sério, mas ele teve a oportunidade de presenciar e já era essa escrita na na Ardose ou na cesta de bico. E aí a gente volta aí pro pro item 153. Aí depois começou se usar uma cestinha de de de uma cestinha de vime ou fosse qual o material e se introduzia um lápis no meio e esse lápis ficava sobre o papel. E essas pessoas dotadas de aptidão especial que eles se referem nesse item aí são os médiuns. E aqui médiuns de efeitos físicos, porque aqui se tinha que o quê? imprimir movimento sobre a seesta, que era uma intermediação ali entre o médio e o instrumento de reprodução do pensamento do espírito. E aí só que tinha um problema com essa essa cestinha que era chamada de cesta peão. Por que cesta peão? Porque uma cestinha redonda de 15 a 20 cm de diâmetro com um lápis no meio, parece o

o espírito. E aí só que tinha um problema com essa essa cestinha que era chamada de cesta peão. Por que cesta peão? Porque uma cestinha redonda de 15 a 20 cm de diâmetro com um lápis no meio, parece o quê? Aquele peãozinho que a gente conhece, né? Peão ou carrapeta. Mas o que que acontecia nesse processo, né? A primeiro a a cestinha com lábios começava ali se movimentar aleatoriamente. Se evocava um espírito, como ele descreve aí no item 153. E aí ele começava a escrever palavras, só que o não médium ou espírito não conseguia retornar pro começo. Então ele começava a escrever em círculos como numa espiral. Então era um método ainda muito rudimentar e difícil porque gastava muito papel. Depois eles começaram a usar uma louzinha que na época era de ardóseia e depois olha só, por orientação dos espíritos, eles começaram a usar uma cesta de bico. Cesta de bico, que aí já foi um processo mais avançado, porque eles colocavam uma asteira numa cestinha de vime. Essa aste se projetava para fora do da da do cestinho e se abria um furo na ástice, colocava um lápis. Então essa já tinha mais vantagem. Por quê? Porque se conseguia escrever de forma paralela, ou seja, vinha pro final da da da linha, o espírito conseguia voltar para a linha paralela seguinte. E o processo de comunicação se tornou bem mais bem mais fácil, porque ele conseguia escrever várias páginas e poderia se separar palavras, né? E aí o vários objetos foram tentados, inclusive eh pranchetas e por aí vai. Então esse foi um processo de evolução na comunicação com os espíritos, ainda através de instrumentos, porque depois se verificou que nada disso seria necessário, né? Bastaria o espírito intervir direto sobre o braço do médium e escrever. Então, acho que basicamente essa é uma síntese aí do que ele descreve no 153. >> Excelente síntese, Lúcia, muito bem feita, detalhada, né? E e na verdade foi todo um processo de experimentação que a Lúcia vem contando pra gente que tá aqui nesse nesse item, né? E e no final do

>> Excelente síntese, Lúcia, muito bem feita, detalhada, né? E e na verdade foi todo um processo de experimentação que a Lúcia vem contando pra gente que tá aqui nesse nesse item, né? E e no final do item, ele vai dizendo que às vez que o Kardec explica que por conta dessas dificuldades às vezes não ficava muito legível, né? E a pergunta ainda se refere a esse item 153 pro Júlio. Diante de uma escrita pouco legível, que recurso médio usa para decifrá-la? Se Júlia quiser acrescentar alguma coisa também, é o que a Lúcia falou, né? pode acrescentar e já nos traz aí uma dica a respeito desse item três. É, >> desse item, é, é interessante que para chamar a atenção era necessário que esse movimento acontecesse, né? mesmo em alguns momentos não podendo ser decifrada aquela mensagem que tava sendo escrita, inclusive nesse sentido de rotação, que era necessário rodar a a folha diversas vezes para tentar encontrar o significado daquela mensagem, né? E uma coisa que a gente eh só fazendo aqui um parêntese, se levarmos a um a um tempo mais bem mais distante do momento que a do que a codificação foi realizada, a gente viu na época do Cristo essas comunicações acontecerem de forma bem mais, vamos dizer assim, original do que de um período da codificação. E aí a gente fica imaginando que esse processo educativo que estava acontecendo naquele momento era necessário, até mesmo porque a humanidade naquele momento estava vivendo uma situação bem diferente e que a Europa, como todo o, vamos dizer assim, o mundo tava passando pelo momento de aprendizado através do Iluminismo, onde mentes extraordinárias reencarnad na Terra com objetivo de trabalhar a ciência, de trabalhar a música, de trabalhar as artes, né? quer dizer que foi um momento que chamou a atenção de toda a humanidade para o despertar da inteligência, despertar da consciência. Então, esse momento em que a gente vê que essas mensagens apareceram e que tinha um propósito de didaticamente ir aos poucos até atingir a necessidade do próprio médium colocar

spertar da consciência. Então, esse momento em que a gente vê que essas mensagens apareceram e que tinha um propósito de didaticamente ir aos poucos até atingir a necessidade do próprio médium colocar eh o lápis na sua mão e escrever, mostra que esse processo foi necessário para o aprendizado. E aí a gente observa o seguinte, eh, no momento que nós estamos agora, a gente vê que esse momento ele foi necessário para chegarmos onde nós estamos. E aí essa pergunta que você fez, como é que o médium ou como é que se fazia para identificar aquela mensagem, já que ela ficava muit das vezes até mesmo sem a compreensão? Pedia-se pro médium que fez que que fez aquela mensagem, né, que psicografou aquela mensagem naquele através dos objetos que eh ele ao ler aquela mensagem intuitivamente ele tinha o conhecimento daquilo que ele tinha escrito. Então ele conseguia, através do que ele havia feito, passar a mensagem que lá estava. Então ele falava da mensagem, falava do que tinha escrito e eh o conteúdo dessa mensagem era inclusive dialogado entre as pessoas que estavam presentes, tá? Então era isso. >> Muito bem, Júlio. Bem interessante porque de fato a leitura ficava difícil. tinha feito a observação que as palavras eram juntas, às vezes não havia separação, >> então precisava sim que o médico que havia participado, que de alguma forma no inconsciente tomava conhecimento disso, pudesse ajudar. Pra gente ter a ideia dessa espiral, não, não sei que nem todo mundo tem visto, mas eu ganhei de presente de uns amigos faz pouco tempo, eh, um pai nosso que é escrito em espiral num num quadro que eu coloquei. >> Eu cheguei a ver, eu cheguei a ver >> na parede e aí eu lembrei eh de só que lá dá para ler direitinho e a gente conhece o Pai Nosso, mas era algo mais ou menos assim que se fazia. Agora há uma pergunta aqui, até que nós já falamos alguma coisa sobre isso. Eu vou logo fazê-la e aí depois eu vou fazer a pergunta paraa Lúcia. Diz assim, ó: "Por que os espíritos, nós até falamos alguma

a há uma pergunta aqui, até que nós já falamos alguma coisa sobre isso. Eu vou logo fazê-la e aí depois eu vou fazer a pergunta paraa Lúcia. Diz assim, ó: "Por que os espíritos, nós até falamos alguma coisa disso, não orientaram desde o início que se poderia comunicar através da escrita do médium. Foi para mostrar o avanço de como escrever." Uma pergunta da Graziele feita agora às 21:52, tá aí colocada. E a pergunta para a Lúcia, que ela pode comentar aqui já entrar no item seguinte, ela até já comentou sobre isso. Como Kardec explica o processo da escrita através do dispositivo que ele denominou cesta de bico? Você falou alguma coisa só? Então você eh responde a Grazielo e já vai falar sobre a cesta de bico. Tá bom. >> Pronto. Bem interessante essa pergunta de Graziele, né? Às vezes a gente imagina que os espíritos estão para nos assessorar em tudo e na verdade eles só nos ofertam o que nós não podemos obter por esforço próprio. Kardec, quando ele vai das características da doutrina espírita, ele nos diz que a doutrina espírita é de origem divina, mas de desenvolvimento humano. Então, existe a revelação, mas existe a participação do ser humano encarnado no desenvolvimento dessa doutrina. Então, os espíritos não vêm nos entregar assim tudo de bandeja. Olha, vai logo por aqui. Nós precisamos enfrentar as dificuldades, porque só as dificuldades é que nos aprimoram, é que nos fazem evoluir. Então, todo esse aspecto do início da investigação do mundo espiritual, primeiro ele se deu dessa forma e chamou atenção de toda a Europa e de todo o mundo civilizado. Então era necessário que assim acontecesse. Tanto que se formaram os salões de diversão em torno dessas mesas que se movimentavam, que respondiam perguntas. E era necessário que assim se fizesse para que a atenção fosse chamada para tudo que tava acontecendo. E aí nós sabemos que escolhido por Jesus vem o missionário Hipolite Leon Denis Arriva, Allan Kardec, imprimir a seriedade que essa investigação precisava ter para que

a para tudo que tava acontecendo. E aí nós sabemos que escolhido por Jesus vem o missionário Hipolite Leon Denis Arriva, Allan Kardec, imprimir a seriedade que essa investigação precisava ter para que descobríssemos de forma científica, fundamentada o mundo dos espíritos. Então, por isso os espíritos não vêm logo trazer a solução do problema. O que nós podemos resolver por conta própria fica nosso carto. Só o que nós não podemos descobrir é que os espíritos nos ajudam fazendo essa revelação. Mas antes eles esperam que nos esforcemos, né, essa essa lei do progresso. E quanto à questão do detalhamento da cesta de bico, vamos entender como é que ela funcionava. Lembrando que ela já é um avanço no processo de comunicação, né, da cesta peão ou ou eh eh já a cesta de bico já facilita muito o processo. E ele vai começar exatamente nesse item 154, dizendo que essa cesta de bico é um processo mais muito mais cômodo e que ele vai dar o nome de cesta de bico. E aí ele vai explicar detalhadamente como é que se e se construir esse artefato de comunicação. Então ele pega a mesma cesta, só que vai pegar uma aste inclinada de madeira. E essa astea se prolonga de 10 a 15 cm para o lado de fora. E ele, para nos ajudar a entender, ele fala na posição do mastro de gurupés. E aí eu até vi na internet eu mastro de gurupê, é um mastro que vai proa do navio e se se projeta para fora. Então, é a mesma coisa, é parecido essa essa aste, só pra gente entender aí, lá na ponta da as ele abre um buraco e coloca um lápis comprido para que a ponta possa se assentar no papel e o médium coloca os dedos na borda da arte. E aí o aparelho começa a se agitar e a escrever com a diferença da cesta para cesta de bico, é que aí a escrita já é legível, mais legível, as palavras são separadas, as linhas se sucedem de forma paralela e assim é possível se obter dissertações mais longas, comunicações mais rebuscadas. graças a esse avanço nos instrumentos até então utilizados, eu acho que deu para entender, né, como é que funcionava

e assim é possível se obter dissertações mais longas, comunicações mais rebuscadas. graças a esse avanço nos instrumentos até então utilizados, eu acho que deu para entender, né, como é que funcionava essa aí essa cesta de bico. >> Muito bom. >> E hoje e hoje a gente até ainda tem, né, naquelas brincadeiras da do cop alguma coisa, alguma coisa aí >> semelhante, não é? >> Alguma coisa muito parecida aí, né? É, é interessante e é bom que alguém talvez desenvolva. Eu já vi algumas imagens, imagens desses objetos, como eles foram utilizado, porque a a a [risadas] observação visual ela facilita essa >> essa compreensão. Na internet até existe para quem tiver curiosidade, vê algumas imagens, coloca o nome, vê se encontra nas imagens. alguém tem feito para facilitar o entendimento, mas eu faria ainda, >> inclusive, Samuel, só não te interrompendo, mas tem um museu em bruxelas que eles têm os esses objetos, >> como alguns artefatos mesmo. É Bruxela, devemos lembrar que é Bélgica, fica perto da França e havia um movimento espírita muito forte em Bruxelas com muitos jornais da época de Allan Kardec, logo depois jornais espaços, né? >> É, inclusive Kardec vai à Bélgica, né? E ele visita Bruxelas e visita Antuérpia também, que também é na B suas viagens, né? Esse material hoje tá até traduzido pelo o Evando Noleto. Nós temos na fé as viagens de Allan Kardec, né? Noleto que é aí do Maranhão, né? >> É um grande amigo nosso. >> É o Evandoleta é de Carolina no Maranhão. Ainda ontem, antes de ontem estive com ele de manhã num trabalho que a gente faz conjunto com de assistência social com idosos. Mas eu gostaria ainda de fazer uma outra lembrança acerca dessa questão da utilização desses recursos na escrita. Nós devemos lembrar também que para a chegada da da doutrina espírita houve a necessidade de se aguardar um avanço da ciência. E o século anterior, o século XVI chamado século das luzes ou Iluminismo. Como o século XIX houve um grande avanço da ciência. É tanto que Allan Kardec

necessidade de se aguardar um avanço da ciência. E o século anterior, o século XVI chamado século das luzes ou Iluminismo. Como o século XIX houve um grande avanço da ciência. É tanto que Allan Kardec coloca nas suas nos seus primeiros momentos a doutrina espírita, digamos assim, pode dizer quase que exclusivamente como sendo uma ciência. ele a tratava como a ciência, que se assim não fosse, não seria aceito na Europa, onde vai surgir eh todo esse movimento já estruturado pelas obras de Allan Kardec. Era uma mente profundamente científica, a mente eh da Europa a época e até do mundo ocidental, assim como um todo, por assim dizer, pelos avanços da ciência. E se eh os espíritos já começassem a comunicar tomando a mão do médium, iriam dizer que eram os as pessoas que estavam escrevendo, que não havia ali uma eh, digamos assim, uma inteligência estranha, estrangeira, um ser a parte que participou desse dessas coisas. Então, da mesma forma que as mesas girantes, que a época se confundiu muito com o magnetismo, que era muito estudado naquele tempo, o magnetismo de Mesmer, mas eh essa questão também da escrita de utilizar esse mecanismo também para mostrar que ali havia uma força exterior, porque nessas pranchetas muitas vezes não era uma pessoa que colocava a mão, era 3, 4, 5, 6. e que isso para demonstrar que seria praticamente impossível coordenar o movimento na mesma direção para escrever. Então não era só uma pessoa. Agora podia ser até só um médium, mas existia mais gente. Então isso tudo era para falar de um processo científico para o exame desses processos. Então, os espíritos também não disseram logo para tomar a mão do médium, porque havia necessidade dessa observação científica. Que a observação é essa? De que existia para além desse fenômeno uma inteligência extracorpórea que não fazia parte daquelas pessoas que ali estavam. Então, há todo um processo e que os espíritos tomavam conta por eh eh por isso, além de exigir aí no caso o trabalho da observação das pessoas, como

e não fazia parte daquelas pessoas que ali estavam. Então, há todo um processo e que os espíritos tomavam conta por eh eh por isso, além de exigir aí no caso o trabalho da observação das pessoas, como a Lúcia falou muito bem para que é o trabalho nosso, né? A a nós temos a revelação, mas também nós temos, por exemplo, o trabalho de Allan Kardec, que foi extraordinário, não recebeu pronto, revisava as mensagens, revisou as suas próprias obras. O livro dos médiuns mesmo, ele vai dizer aí nos dois últimos eh eh parágrafos do seu prefácio, do prefácio que hoje tem no livro dos médiuns, que ele modificou muito o livro dos médiuns, ou seja, havia um trabalho, houve um trabalho por ali, então isso sempre é necessário, mas devemos observar esse aspecto científico, o que vai perdurar, porque logo após a desencarnação de Allan Kardec, a ciência é chamada para comprovar a imortalidade da alma. é quando vão acontecer as investigações de William Crooks, de que que eram físico e químico inglês, de Charles Richer, que foi prêmio Nobel de Medicina em 1913, ou seja, a ciência é chamada a fortalecer essa convicção e é por isso que os espíritos também se valeram dessas questões, desse material, né? Mas eu passo a palavra paraa Aninha, que agora a próxima pergunta quem vai fazer é ela pro nosso >> Perfeito, Samuelzinho. E isso tudo a gente percebe que a ciência espírita é uma ciência de observação e experimentação e é progressivo isso tudo, não é? E aí, nesse sentido, a gente tem aqui dois comentários que foram feitos já há mais tempo. do Cos 21,57, que ele tá falando das das psicografias que às vezes é difícil entender o que foi escrito e que daí o médium também, como acho que foi o Júlio, né, que nos lembrou, que ele tem aquela intuição daquilo que ele recebeu e que daí ele ele eh permite decifrar, vamos dizer assim, né, o que foi escrito. Isso acontece. E o Wilson a às 21:55 fala, mas o Wilson tá falando de um tempo em que as comunicações eram sem sentido, né? Que ele disse que as

ite decifrar, vamos dizer assim, né, o que foi escrito. Isso acontece. E o Wilson a às 21:55 fala, mas o Wilson tá falando de um tempo em que as comunicações eram sem sentido, né? Que ele disse que as pessoas riam das mensagens, mas que Kardec raciocinou que as mensagens se respondem questões não importantes, é porque tem uma mente. Mas isso é antes desta fase, filos. Isso aí é do tempo antes de Kardec, né? No tempo que as pessoas se divertiam nos salões com as mesas girantes e fazendo perguntas frívolas, né, úteis e tal, foi um e a gente sabe que há espíritos então interessados nisso, mas que aquela época serviram para chamar atenção. Mas quando a gente chega nessa etapa que a gente tá falando, a gente já está na etapa de investigação. É, foi um passo além, né? Eh, então nós vamos fazer a pergun a esse despeito, né, dessa dessa frivolidade que tomava conta dos salões em Paris, Allan Kardec ele comenta, inclusive foi escritos dele que foram catalogados e publicados em obras póstumas. E ele diz que as perguntas eram frívolas, eram adivinhações, era para saber do futuro, da vida pessoal das pessoas. E ele começou a ficar atento sobre a questão da inteligência nas respostas e que isso por si só mostrava a existência de um plano espiritual que merecia ser investigado. Aí ele começa a formular perguntas em casa e levar paraas reuniões. E aí as questões frígulas foram deixadas de lado e aí se tomou um outro sentido, né? um outro se tomou, as reuniões se tomaram de um outro propósito. Aí essa fase, como tu falou, foi superada, já ficou para trás, né? E aí se iniciou a fase investigativa, que foi exatamente do surgimento da ciência espírita. Exato. E essas perguntas que Allan Kardec formulava para levar para as reuniões, muitas das vezes ele nem sequer mostrava essas perguntas, mas os espíritos falavam daquelas questões que eles inclusive tava ainda guardada na no seu bolso ou talvez ele fizesse só de mentalmente e eles respondiam exatamente aquilo que eles que Allan Kardec tinha

s espíritos falavam daquelas questões que eles inclusive tava ainda guardada na no seu bolso ou talvez ele fizesse só de mentalmente e eles respondiam exatamente aquilo que eles que Allan Kardec tinha proposto, né? E só voltando um pouquinho à fala do Samuel, é que no momento da codificação do livro dos médiuns, no momento em que os espíritos percebiam que alguma coisa que Allan Kardec estava colocando no papel não estava muito de acordo com os ensinamentos, o que que eles faziam? Eles chamavam a atenção de Allan Kardec através das pancadas, ou seja, da tipologia e para que ele revisse, né, fizesse uma revisão de todo o material que ele tava eh eh escrevendo, né? Então, o plano espiritual, através dos espíritos superiores, eles estavam atento a todos os movimentos necessários para que essa codificação fosse o mais a mais perfeita possível, né? Júlio, e lá no item 155 que nós vamos passar agora, que outros sinais pode apresentar a inteligência comunicante? Que recursos ela usa para se reportar a uma passagem já escrita numa mesma página ou noutra? E como o próprio item fala, é que muit das vezes os espíritos eles faziam uma sublinhavam aquela situação, sublinhava aquela aquela palavra, aquela passagem e fazia referência exatamente para que fosse observado aquele detalhe. E muit das vezes eles até imprimiam o sentimento quando eles estavam fazendo isso, porque às vezes eles falavam um pouco mais, vamos dizer assim, ríspido e às vezes amenizava algumas situações. Em muitos casos eles direcionavam aquela prancheta ou aquela outro objeto diretamente pra pessoa, certo? eles faziam uma provocação daquela situação. Então eles eles eh sublinhavam as situações que era para chamar a atenção de que aquela mensagem tinha uma ligação com a anterior, né? Então era isso. >> Bem interessante, né? Que os espíritos são simplesmente os homens sem o corpo de carne, né? como qualquer pessoa faria. E a questão seguinte também é passar pra Ana também dentro do item 155, né, que passa paraa

sante, né? Que os espíritos são simplesmente os homens sem o corpo de carne, né? como qualquer pessoa faria. E a questão seguinte também é passar pra Ana também dentro do item 155, né, que passa paraa Lúcia aqui que diz assim: Como Kardec explica os meios que o espírito comunicante usa para dirigirse a alguém, alguém que estivesse presente, né, algum dos presentes, indicar afirmação ou negação e quando ele queriam exprimir impaciência, irritação, cólera, alguma coisa, como né, que eles faziam. É, essa facilidade para manifestar emoções, ela se inicia a partir da cesta de bico, porque o processo ficou mais fácil e eles tinham como manusear aqui aquele aquela ferramenta com maior facilidade. Então, quando eles queriam manifestar alguma inquietação, alguma cólera, eles pegavam a ponta do lápis e batia pa várias vezes com qualquer pessoa. E eh assim, nós podemos fazer e também eh se eles queriam dizer sim ou não, eles movimentava ali o lápis eh no sentido sim, o lápis fazendo esse movimento ou não fazendo esse outro movimento. E também eles faziam sinal para virar página. Então quando chegava no final eh eh fazia o sinal que era para aquela página virar. E como Júlio lembrou, se qualquer palavra eles quisessem frisar, eles sublinhavam como nós fazemos quando estamos lendo, fazendo anotações e queremos chamar atenção para determinadas palavras. Então eu creio que basicamente era sempre com essa ponta de lápis que ele fazia, né? Então chegando o fim da página, ele ele fazia anunci anunciava que queria que virasse a página. Se ele quisesse dirigir alguma pessoa, ele o lápis ele apontava para aquela pessoa. Ele assim, a extremidade da de madeira, ele ele dirigia para aquela pessoa eh para eh falar o sim ou não também. E aí aqui no final é quando ele vai dizer se o espírito que quer exprimir cólera ou impaciência bate repetidas pancadas com a ponta do lápis que não raro se quebra, né? Porque o lápis não aguenta essa batiza tão forte e o lápis se quebra. Eu acho isso interessante, Ana, que às vezes a gente

ncia bate repetidas pancadas com a ponta do lápis que não raro se quebra, né? Porque o lápis não aguenta essa batiza tão forte e o lápis se quebra. Eu acho isso interessante, Ana, que às vezes a gente escuta no movimento espírita, quem tá nas viões mediúnicas que o médico tem que receber o espírito e não pode nem respirar. Isso não é mediunidade. Mediunidade não se dá desse jeito. A gente lê, por exemplo, os casos do Chic em que às vezes tinha agitação pela natureza dos espíritos que se comunicavam. Nós temos uma obra excelente publicada pela União Espírita Mineira que fala de eh eh eh desse trabalho mediúnico do próprio Chico. Então, se se a época eh eh desses trabalhos os espíritos faziam assim para quê? para chamar atenção. Então, às vezes acontece isso para chamar atenção. Lógico que o médico, o médium precisa colaborar para manter a ordem, não haver excessos, não perturbar a harmonia do ambiente, mas o médium não é um poste. Isso fica paraa nossa reflexão. Se criou muita crendice no movimento espírita em torno da mediunidade, notadamente quem não é médico, talvez. E aí, eh, Samuel, muitas das médium unidades são perdidas, né? Muitas das mediunidades elas são eh >> É por isso que a a a só que a dona Ivone Pereira, ela diz a declaração dela que se fosse fazer o que o povo queria, ela não conseguia ser médico, né? É, são palavras dela. >> Eu acho interessante no livro do Hermínio Semiranda, Diversidade dos Carismas, ele vem falando muito sobre esse aspecto, né? Quantas mediunidades tiveram eh de silenciar exatamente porque alguns dirigentes eh imprimiam determinados comportamentos na reunião mediúnica, que ele limitava o médium de de exprimir a a sua maneira de ser, porque a gente sabe que eh essa manifestação mediúnica, se pegarmos como exemplo a psicofonia, ela acontece de maneira diferentes em vários médiuns. Então você não pode classificar ou oferecer um comportamento para todos da mesma maneira. E aí muitas das vezes essa mediunidade acabava sendo perdida, acabava sendo silenciada.

tes em vários médiuns. Então você não pode classificar ou oferecer um comportamento para todos da mesma maneira. E aí muitas das vezes essa mediunidade acabava sendo perdida, acabava sendo silenciada. >> É isso aí. Nós precisamos refletir sobre isso. Aninha, com você, né, querida. >> Muito bem. Excelente, meninos. Tá ótimo, né? Eh, a Marlene tem colocado aqui alguns comentários a respeito de eh dificuldades dela em relação ao centro de Umbanda. Aqui nós estamos tratando de doutrina espírita, então nós não temos esse conhecimento, né, para falar a respeito dos centros de umbanda. Os nossos irmãos lá da Umbanda tê outras atividades, funcionam de outras maneiras, tem que ser os rituais, a doutrina espírita não segue nenhum ritual. Então, Marlene, se você quer alguma orientação a respeito de doutrina espírita, eh, sugiro que você procure um centro espírita na sua cidade, onde você está, né, presencial, se você precisar de algum atendimento, conversar presencialmente. Aqui a gente dá essas orientações a respeito da doutrina codificada por Allan Kardec, OK? Eh, e a gente vai continuar aqui no item 156. Nossa pergunta é pro Júlio. Júlio, no item 156, nós encontramos a descrição de dois outros aparelhos para escrita, uma mesa pequenina e uma prancheta. pode trazer por gentileza essa descrição. >> Pronto. Eh, a prancheta, né, eh, acaba é como a gente vai eh oferecendo um aprendizado e esse aprendizado vão levando a eh a aumentar o conhecimento sobre aquele assunto. E aí, eh, fizeram-se pranchetas, né, com um tamanho também de aproximadamente 15 a 20 cm e triangular o bronco oval, com tanto que tivesse um furo oblíquo para colocar a o lápis e fazer com que essa prancheta ela tivesse como se fosse algumas rodas, mas na verdade ele se coloca como um algo de, se eu não me engano de marfim, onde facilitava deslizamento, né, eh, através do papel. E aí eles produziam também as comunicações, ou seja, o processo ele vai do daquilo que foi aprendido e vai tentando se aperfeiçoar exatamente para que o processo continue,

o, né, eh, através do papel. E aí eles produziam também as comunicações, ou seja, o processo ele vai do daquilo que foi aprendido e vai tentando se aperfeiçoar exatamente para que o processo continue, que é mais ou menos o que a gente viu no 55, né? E aí a gente vê o processo cada vez mais se tornando mais cômodo, mais fácil. para que as a mensagem pudesse ser passada, né? É só uma atualização do método anterior. >> É isso. >> E é interessante é que nesses dois métodos que ele descreve nesse item, ele vai dizer que sempre eh seria necessário dois operadores. Bem aqui no final ele diz com qualquer desses aparelhos, quase sempre é preciso que os operadores sejam dois. Mas não é necessário que ambos sejam dotados de faculdade mediúnica. O outro só entrava ali para ajudar o equilíbrio, né? Então, para manter o equilíbrio e poupar o médium de excesso de fadiga, porque o médium ficava ali, ó, tentando equilibrar e ao mesmo tempo eh eh fazer com que aquela ferramenta fosse se movimentasse. Então aí nesses dois casos que ele descreve nesse item, aí entra um ali para ajudar no equilíbrio, mas não necessariamente que seja um médium, só um eh eh é preciso que tenha essa aptidão especial da mediunidade de efeitos físicos. Agora nós vamos conversar com a Lúcia, né? Mas nós temos, alguém fez uma observação aqui, a Graziele outra vez colocou aqui às 22:15. Fiquei curiosa quando vi no site do Museu de Bruxelas uma foto de uma lamparina vermelha que ali diz que tá usada nas sessões espíritas. Qual a influência da cor da luz? Hoje se usa o azul, certo? Nós queremos lembrar que eh a época essas lamparinas era o meio mais fácil de iluminação eh que se tinha. Então, as reuniões da época que eram feitas eh que se utilizava dessas dessas lamparinas também eram as reuniões de efeitos físicos que eram feitas na obcuridade ou na semiobcuridade. E às vezes eles já usavam para iluminar o espírito, de certa forma é o espírito materializado. Porque na maioria dos casos das materializações, a luz branca forte, ela dissocia o

ou na semiobcuridade. E às vezes eles já usavam para iluminar o espírito, de certa forma é o espírito materializado. Porque na maioria dos casos das materializações, a luz branca forte, ela dissocia o ectoplasma, o que não é uma regra. Os espíritos dizem, os pesquisadores confirmam que ao longo do tempo, alguns médicos vão adquirindo a possibilidade de ter materializações na luz clara, né? Mas o comum não é esse. Nós temos, por exemplo, uma imagem, é uma gravura que foi feito a época. Essa gravura está guardada eh na sociedade eh de longe de pesquisas psíquicas, em que mostra William Crooks ajoelhado, o espírito de Kate King de pé e ele segura uma luz, uma lamparina, alguma coisa naquele dia para iluminar o espírito para que as pessoas que estavam ali presentes pudessem vê-lo. Mas não era por conta da cor, até porque hoje pouco se sabe sobre a questão é da cromoterapia. Os espíritos aconselham em determinadas reuniões usar determinadas cores e eles orientaram por questões de tratamento ou outras qualquer reuniões mediúnicas. Muitas vezes eles pedem luz vermelha, alguns, mas nós temos reuniões mediunas que acontece durante o dia, a luz clara. Então, não é uma condição sem a qual os fenômenos não podem acontecer, mas favorece a manipulação de determinadas eh energias, de determinadas substâncias para a realização desses trabalhos. Mas as lamparinas usadas, elas eram para iluminar esses ambientes e que em muitos casos, quando não tinha, como era o caso da Ana Prado aqui no Pará, que foi uma famosa médium de efeitiço no Brasil, inclusive talvez a maior média de efeitiço que nós tivemos e que foi eh é mencionada inclusive por Gabriel Delano, tá lá no livro Reencarnação, foi mencionada na Alemanha, foi mencionada na França, E nesses países aqui próximos todos, a Ana Clara, a a Ana Prada, >> em determinado eh período das dos seus trabalhos mediúnicos, eles faziam as reuniões numa sala que por uma janelinha alta entrava o clarão do luar que dava aquela penumbra que o fenômeno acontecia

>> em determinado eh período das dos seus trabalhos mediúnicos, eles faziam as reuniões numa sala que por uma janelinha alta entrava o clarão do luar que dava aquela penumbra que o fenômeno acontecia e que as pessoas iam com perfeição os espíritos materializados. Então, esses fenômenos eles ocorrem e há mudança de um para outro. Então, a lamparina não tem a ver com a cor, mas era utilizada como uma forma de iluminar o ambiente aquela época. E o William Cru fazia isso. >> Inclusive a eh inclusive o livro de Ana Prado, né, tem descrevendo tudo isso aí que você falou, tem um livro que, né, foi que fala todo sobre toda essa trajetória dela. >> Isso mesmo. >> Tem um livro do Samuel sobre esse assunto. É, >> é, nós escrevemos um livro Ana Prada, a mulher que falava com os mortos, foi publicado pela FEB. é uma investigação em cima dos fenômenos de efeitos físicos. Então tem essas explicações. Ana, agora é o item >> rapidinho aqui, já que você falou no William Crooks e é muito ilegal, né? Quem quiser procurar o livro Fatos Espíritas dele, o Carlos aqui às 22:08 eh lembra dele para nós, ele falou, falando de ciência, lembremos também de William Crooks, Alexandre Axacov, dentre outros. A gente teve vários outros, né? A FEB tá tá republicando fatos espíritas que não é só de CRS, existem outros cientistas como Bzano e ACov que tá naquela obra, o próprio Charles Richê e alguns outros >> que tão ali. Tá sendo feita uma nova edição, eh, com imagens que o livro não tinha imagem, agora foram colocadas as imagens. Eh, fizemos um prefácio para essa obra. Nós escrevemos esse prefácio para essa para essa edição nova. e fizemos uma pequena biografia sobre o tradutor, porque esse livro foi traduzido em 1897. Essa obra ela é de 1897. Então tá saindo a edição nova da da FEB com imagens muito boas, algumas imagens inéditas e de boa qualidade já está na editora aí para ser rodada. Tá bom? Já que a Ana falou isso, >> é, né? >> Boas notícias. >> Pois é. É uma obra maravilhosa, Ana. Agora é o item sete, né?

imagens inéditas e de boa qualidade já está na editora aí para ser rodada. Tá bom? Já que a Ana falou isso, >> é, né? >> Boas notícias. >> Pois é. É uma obra maravilhosa, Ana. Agora é o item sete, né? >> Eh, não, esse nós já falamos. É o é o item 157 agora. >> Sim, é o 157. Ah, no oito, né? Isso. >> Isso. >> Que pergunta qual a diferença aí? Vai pra Ana, né? Ana Lia. >> Hã? >> Ele tá >> a Lúcia. Eu fico só trocando os nomes. >> Qual a diferença entre psicografia indireta e psicografia direta ou manual? O que que Kardec nos diz sobre isso, Lúcia? >> Pronto. Quando a gente começa o capítulo, ele tem dois itens. O primeiro item é psicografia indireta, mesas e pranchetas. O segundo título é escrita psicografia direta. ou manual, não é isso? Que que diz aqui, então, qual a diferença? Já tá, a gente já começa a verificar eh a dica, né? É que a indireta, a psicografia indireta é feita através dos artefatos, cesta, cesta peão, cesta de bico, prancheta, mesinha, o que for ali. Se tiver um intermediário ali entre o médium e a escrita, é chamado de psicografia. indireta, não confundir com escrita direta ou pneumatografia, que é outra coisa diferente, que é quando o espírito ele grafa os caracteres direto no papel, ele produz, claro que tudo através do fluido vital ou ectoplasma, ele produz a tinta, ele pode escrever em parede, ele pode escrever onde ele quiser, mas obviamente se utilizando. usando do fluido vital do médium para poder do médium de efeitos físicos para poder fazer isso. É o capítulo foi o capítulo anterior estudado que tratou da escrita direta ou pneumatografia e da pneumatofonia que é a produção de vozes, né? Eh e eh audíveis por todos. Então, não confundi. Agora a gente tá tratando de psicografia. Então, a indireta é através das pranchetas, das cestas, das mesinhas. E a direta ou manual, que é o que nós vamos estudar agora, é quando o espírito se utiliza direto do braço do médico, começa a escrever, elimina ali aqueles artefatos intermediários entre a escrita, né, e e o o médium.

ual, que é o que nós vamos estudar agora, é quando o espírito se utiliza direto do braço do médico, começa a escrever, elimina ali aqueles artefatos intermediários entre a escrita, né, e e o o médium. >> Muito bom, Lúcia. E aí, com isso você responde a pergunta da Sandra 2251, quando ela perguntou, ela disse que ela gostaria de saber como acontece na atualidade a psicografia, qual o equipamento usado pelo médium. A Sandra nos fez essa pergunta e aí a Lúcia acabou de dizer, né, que é através de hoje em dia a gente usa muito mais a psicografia direta que dispensa esses equipamentos. toda a área, a parte tecnológica, a gente saiu, né, e ganhamos essa liberdade aí de dispensar os equipamentos intermediários. Bom, eh, Júlio, claro que se você quiser trazer mais algum comentário a respeito disso, fique à vontade. Eu vou fazer já a pergunta, mas você pode, >> eh, trazer alguma coisa >> de acordo com >> Sim, pode ver. Não pode falar. >> De acordo com o item 157, explique como se dá o processo de psicografia, como atua o espírito sobre o médium e como o médium pode escrever diretamente, prescindindo do concurso de uma cesta ou quaisquer outros objetos. E quais as vantagens da escrita manual ou involuntária? >> Eita, é pergunta boa essa, viu? Eh, a gente sabe que como nós estamos, né, emergidos no fluido universal, nada acontece fora dele. E para que esse fenômeno aconteça, ou seja, a escrita direta, é necessário que o espírito eh manipule esse fluido através do seu perespírito para que ele possa entrar em contato exatamente com a com a mente do médium que vai fazer a escrita, certo? é questão somente de afinidade, fluido, perespírito, médium, ou seja, mente a mente. E aí a gente vê que tudo o que foi observado, tudo que foi foi passado eh através dos objetos que hoje a gente percebe, né, que era apenas acessórios, a gente percebe que para todo e qualquer comunicação com o plano espiritual, há necessidade da manifestação do fluido do fluido eh universal, o perespírito junto amente com essa ligação com a

ssórios, a gente percebe que para todo e qualquer comunicação com o plano espiritual, há necessidade da manifestação do fluido do fluido eh universal, o perespírito junto amente com essa ligação com a mente do médico. E aí ele produz o fenômeno, seja da escrita, seja da psicofonia ou qualquer outro tipo de mediunidade que o médium venha a produzir, ou seja, mente a mente. Tá bom? >> Muito bem, Júlio. Normalmente as comunicações se dão eh dessa natureza. O mé participa, né? né? Não sei, mais tarde vai ser estudado, vai falar da psicografia mecânica, outros tipos de mediunidade, né? A psicofonia que André Luiz no seu livro nos domínios da menunidade chama de sonambúlica que seria aí digamos muito semelhante, senão igual a subjagação que a Allan Kardec vai tratar mais tarde, é, aí na Gênese. e possessão >> é possessão, aliás, vai tratar isso aí na Gênese mais propriamente, embora no Evangelho Segundo Espiritismo, ele quando no no capítulo das preces, ele já nos traz alguma coisa nesse sentido e tá lá na revista espírita, quando ele explica isso direitinho, eh, que o espírito muitas vezes ele assume diretamente o corpo do médium, o que não quer dizer que o espírito do médium não tome conhecimento, porque há essa relação direta, como se fosse uma correspondência que a gente aprende na matemática, chamada correspondência bívoca, >> ou seja, que toca num lado o outro sente, mas os espíritos podem sim nesses casos, mas a psicografia em si, na maioria dos casos, eh se dado dessa natureza. O Chico Xavier, por exemplo, a psicografia dele era semimecânica, mas na hora de assinar a psicografia era mecânica. produzia a grafia dos espíritos eh quando estava encarnado. E nisso diz que há um despeito muito grande de energia. Eu tive a felicidade de em 85 que eu fui à Uberaba, eu tenho um irmão que desencarnou em Fortaleza no acidente de moto em 22 de janeiro de 84 e eu fui em Uberaba em julho de 85 e o Chico recebia uma mensagem dele psicografada, são 23 páginas. E a assinatura é igual. Quando eu

sencarnou em Fortaleza no acidente de moto em 22 de janeiro de 84 e eu fui em Uberaba em julho de 85 e o Chico recebia uma mensagem dele psicografada, são 23 páginas. E a assinatura é igual. Quando eu cheguei com a mensagem em Fortaleza, meu pai muito racional eh falou paraa minha mãe: "Maria, traz o documento do Alderi." E foi conferir a assinatura do meu irmão, que é igual, né? Pelo lá do Chico Xavier. Então, nessas horas eles utilizam sim a psicografia mecânica, mas no comum não é porque é um dispend de energia muito alto. >> Isso. Inclusive, eh, Samuel e Júlio, aqui nesse item ele vai tratar da psicografia mecânica mesmo, tá? Ele deixa bem claro quando ele diz assim: "O espírito que se comunica atua sobre o médium, que debaixo dessa influência moveinalmente o braço e a mão para escrever". Aí ele tá falando da >> depois mais tarde nós vamos estudar, né, a mediunidade da psicografia mecânica, semimecânica ou intuitiva. E também eh aí o que acontece é que ele vai dizer que é bom porque o médium não tem como interferir, né? Ele tá ali escrevendo eh mecanicamente. E nos dias de hoje a gente tem notícias, né, de às vezes o o o se receber a psicografia como se fosse no espelho, entendeu? De do sentido contrário. E assim o espírito movendo diretamente o braço, atuando diretamente o no braço e na mão do médium. Aí depois a gente vai ver essa questão do espírito do médium através do seu perespírito, em contato com o perespírito do espírito, intermediar essa comunicação, né, que aí passa nesse processo. É >> porque aí nesse caso é mais fid digno e pro trabalho de Kardec havia essa necessidade, né? essa necessidade, exatamente, >> das primeiras informações, embora muita coisa também que tá na revista espírita e que ele utilizou, eh, seguramente não tinha esse cunho de de psicografia mecânica, mas no que ele coloca no livro dos médiuns, aí ele é muito claro em dizer nesse item que aquelas comunicações que eles se utilizam eram dessa natureza. O médium não tinha conhecimento, até para não interferir já

ele coloca no livro dos médiuns, aí ele é muito claro em dizer nesse item que aquelas comunicações que eles se utilizam eram dessa natureza. O médium não tinha conhecimento, até para não interferir já pensou. >> Agora são mais raras, realmente. Por quê? Porque é preciso de uma aptidão especial. Por isso que ele tá falando essa aptidão especial o tempo todo nesse capítulo, que é um médium de efeitos físicos. a gente sabe que o médium de efeitos físicos, ele precisa eh doar uma quantidade muito maior de ectoplasma do que numa comunicação inteligente, né, que ele vai fazer essa divisão entre as comunicações eh inteligentes e as comunicações mais eh voltadas para esse efeito material, né? Então o que varia aí é a quantidade de ectoplasma ou de fluido vital fornecido, que claro que para efeitos físicos, a mediunidade de efeitos físicos precisa de muito mais fluído vital. Tanto que às vezes o médium ele nem consegue manter as suas funções vitais em pleno funcionamento, como é o caso da materialização. Ele entra num processo, ele precisa dormir para poder disponibilizar esse fluído vital em maior quantidade. >> Processo de transúcia. Agora, uma coisa interessante aqui é que o que a Lúcia disse, o que o Júlio Verne falou e a gente comentou, isso mostra o que é que nós vamos ter continuando essa esse estudo do livro dos médiuns. É um mundo vastíssimo e nós vamos nos maravilhar com as coisas que virão aí dessas páginas de Kardec. Eu acho que nós já estamos >> ainda temos um tempinho. Só só um minutinho, Júlio. >> Eh, nós ainda temos um um tempinho e nós temos uma pergunta aqui do público, tá? >> Eh, antes da da pergunta, eu vou só trazer alguns comentários aqui que a Cristiane no nos traz um comentário, 22, acho que 01, 02 por aí. Quanto mais estudamos, mais nós nos desenvolvemos. E é fato, né? O Aldo disse às 22:08 que os espíritos vêm instruir sobre a nossa destinação futura e nos conduzir no caminho do bem e o trabalho material que devemos realizar para o nosso próprio adiantamento. Isso mesmo, Aldo, né? Os

08 que os espíritos vêm instruir sobre a nossa destinação futura e nos conduzir no caminho do bem e o trabalho material que devemos realizar para o nosso próprio adiantamento. Isso mesmo, Aldo, né? Os bons espíritos. Eh, tem uma pergunta aqui, tem vários comentários a respeito, né? Tá, tá bombando, chat. >> Que bom. >> O Carlos também fala que o teu pai, Samuel, seguiu o conselho de Kardec >> lá 22:36, passar pelo crio da razão. Isso é muito necessário, né? A gente precisa ter esse cuidado para não virarmos crédulos também, né? E o Nilton traz uma pergunta. Eu já vou passar, já que o Júlio tem um um comentário a fazer, vou passar a pergunta do Nilton pro Júlio. E aí o Júlio faz o comentário. Ele o a 22:35, ele pergunta se é possível os espíritos nos orientar através dos sonhos. >> Com certeza. Mas só voltando um pouquinho eh sobre eh as comunicações serem totalmente puras, se assim a gente pode falar, a gente percebe que é é mais raro isso acontecer, porque eh como aborda a codificação, a gente sabe que existe uma conotação anímica na maioria de todas as comunicações, né? É raro, muito raro uma comunicação pura, mas eh a gente eh estuda e vai tentando adequar o nosso conhecimento para tentar identificar o máximo possível a, vamos dizer assim, o espírito passando essa informação, certo? Com relação à pergunta, isso é é realidade, principalmente no que diz respeito a aos artistas, né, as pessoas que têm mais afinidade com essa prática eh de artes que muit das vezes quantas eh músicas, quantos quantas poesias, quantas coisas boas aconteceram por influência dos espíritos durante o desprendimento do corpo físico, né? né, quantas ideias, né, foram eh trazidas para a matéria através desse desprendimento onde o espírito ele entra em contato com o mundo espiritual. E aí a gente tem até aquela aquela figurazinha animada que normalmente a gente vê nas revistas de quadrinho, é que quando surge aquela ideia tem aquela luzinha que diz assim eureca, né, que mostra que a gente teve uma solução para

uela figurazinha animada que normalmente a gente vê nas revistas de quadrinho, é que quando surge aquela ideia tem aquela luzinha que diz assim eureca, né, que mostra que a gente teve uma solução para aquela situação. E não só em relação a isso, mas quant os problemas da nossa existência, muit das vezes a gente consegue solucionar com a ajuda espiritual, principalmente quando a gente solicita. E aí durante o desprendimento a gente tem essa possibilidade de que aqueles que convivem conosco, né, que estão à nossa disposição para nos auxiliar no caminho da nossa evolução espiritual, eles nos mostram o caminho que às vezes a gente não estava eh vendo, né, até mesmo porque durante o o momento de vigília a gente fica muito razão e às vezes esquece desse lado espiritual. né? >> Muito bom, Júlio. Eu queria só lembrar a proposta disso da influência do mundo espiritual nas coisas que são produzida na Terra. Um um um fato narrado por André Luiz, acho que tá no livro Mensageiros, que é um quadro que tem lá numa instituição e que alguém quando diz: "Olha, mas esse quadro tem na terra". E aí diz: "Não, mas quem pintou lá na terra viu aqui e copiou lá". Exato. >> A memória. Dante Aligeri quando escreveu a Divina Comédia, ele visita os umbrais e agora acharam o livro que fala do céu. Então ele visitou também a a a as esferas superiores. E sobre a comunicação, mesmo nessa comunicação mecânica, há um componente anímico que tem que ter, >> porque a alma participa de alguma forma. Emanuel vai nos dizer em uma mensagem que tá no livro Seara dos Médiuns, intitulada Tua parte, ele diz que toda comunicação mediúnica é o resultado do espírito que comunica, do médium que recebe e do meio ambiente. Então o meio ambiente também influencia. Se influencia no médium, influencia no espírito, em tudo que possa acontecer. Eh, e é ele comentando exatamente o livro dos médiuns. Você sempre tem essa parte, o que ela deve ser é o menor possível a interferência, né, >> seja o mais fidedigna aí a comunicação, né? Mas sempre tem a

é ele comentando exatamente o livro dos médiuns. Você sempre tem essa parte, o que ela deve ser é o menor possível a interferência, né, >> seja o mais fidedigna aí a comunicação, né? Mas sempre tem a participação dos médiuns. Ana, eu acho que agora nós chegamos, né? >> Nós chegamos. Tem uma pergunta da Graziele aqui. Eu não sei se rapidamente podia responder Samuel para ela. >> Eu até vi aqui que ela pergunta se esses fatos, né, de materialização desses espíritos, se ainda poderão acontecer. Muita gente às vezes diz: "Ah, mas é porque já passou o tempo, não vai ter." Não é isso, por exemplo, que nos diz o André Luiz. Ele diz que os fenômenos e efeitos físicos e outros vão acontecer em algum momento de modo mais elevado, não com aquela finalidade que houve a época que era chamar atenção, mas de estudo, de apoio. A gente vê essas materializações no mundo espiritual, médiuns desencarnados que fornecem ectoplasia, que ectoplasma vem do perespírito, a maior parte e os espíritis se materializam, se corporificam. Quantas vezes André Luiz nos tem falado eh sobre isso? Então, se lá eles fazem isso aqui, muito mais. E aí eu passei a compreender o Chico, fizeram uma pergunta, o Chico que é que ele desejava quando desencarnasse. Ele disse que queria ser médium do outro lado, porque também nós temos aqueles espíritos que fornecem essa substância para que espíritos que estão em planos muito mais elevados possam se identificar ali onde eles estão, que são que é um ambiente ainda semimaterial. Há muito que estudar na mediunidade, é uma coisa muito vasta e maravilhosa, né? O último comentário que eu vou destacar aqui da Flor é só um comentário dela, eh, fazendo uma observação a respeito do que o Júlio e e você estava falando. Ela diz que James Watson, que foi um dos cientistas que descobriu a estrutura do DNA, teve um sonho com uma escada em espiral e a partir daí formulou sua teoria. Olha que interessante, né? Eh, então tá contigo, Samuelzinho, pra gente ir já. Vamos lá, meus amigos. Nós

estrutura do DNA, teve um sonho com uma escada em espiral e a partir daí formulou sua teoria. Olha que interessante, né? Eh, então tá contigo, Samuelzinho, pra gente ir já. Vamos lá, meus amigos. Nós estamos chegando ao final do nosso encontro, né, que tá marcado aí pra gente 2:45, não é isso, Ana? Exato. >> Mas temos um fôlegozinho. Então nós queremos agradecer a presença de todos aqui, a presença do Júlio e da Lúcia conosco e dizer, lembrar que na próxima semana nós vamos continuar com o estudo de O livro dos Médiuns, agora no capítulo 14 das manifestações espíritas, que vai tratar dos médiuns. ser estudado aí dos itens 159 a 164. Falou-se de mediunidade, vamos falar agora dos médiuns, que aí nós vamos aprofundar o nosso conhecimento. E eu passo a palavra a Ana pro encerramento, lembrando que depois que sairmos do ar a gente fica um instantinho para conversar, não é isso, Ana? Obrigado a todos. Então, né, uma alegria aqui ter estado com todos vocês. Nós estamos encerrando o programa de hoje, desejando que os bons amigos espirituais possam eh permanecer conosco, né, como eles sempre permanecem. E que cada um aqui de nós a gente possa ter a certeza desse amparo constante da espiritualidade. Muito obrigada todos que permaneceram conosco e até o próximo programa. Paz, gente. Tudo de bom. Boa noite a todos. >> Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual [música] e suas belezas. Estudo de Ovre dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo [música] Nacional da Federação Espírita Brasileira. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes [música] pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os

os o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes [música] pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade [música] e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção [música] em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, [música] preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam [música] o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados [música] gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, [música] programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador [música] do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E [música] para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais [música] uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais [música] e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente [música] juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.v.com.br BR [música] e faça sua doação.

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