#40 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 31

FEBtv Brasil 28/02/2026 1:15:46

Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 40 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. XVII Da formação dos médiuns. Desenvolvimento da mediunidade. Itens 200 a 209. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn...

Transcrição

Vamos juntos nessa jornada de conhecimento [música] e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de O livro dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Olá, nossas boas-vindas a você que está conosco nesse episódio do nosso Estudando o livro dos médiuns. Nossas boas-vindas ao Samuel Nunes Magalhães, que divide conosco a condução eh deste trabalho. A Márcia Regina Colaçante Salgado, que é médica pneumologista, homeopata, médica do trabalho, tesoureira das associações médicoespírita de Santos e do Brasil e também trabalhadora da Fraternidade Espírita de Expansão Cristã. Estaria conosco hoje também o nosso Nilo Moroni, que é um dos diretores da Federação Espírita Brasileira, mas por problemas técnicos, o Nilo até agora não conseguiu entrar. Mas estamos aqui, Samuel e Márcia para estar com vocês. >> Samuel está sem som. >> Sem som, Samuel. >> Boa noite, caríssimos. Aqueles que acompanham sempre os estudos eh levados aí pela FEB, já sabem que é um trabalho dinâmico e de parceria. E como já mencionou a Euzita, nós estamos estudando o livro dos médiuns e vamos dar continuidade na noite de hoje, na segunda parte de o livro dos médiuns, no capítulo 17, começando esse capítulo 17, que trata da formação dos médiuns e do desenvolvimento da mediunidade. Vamos ver aqui a partir do item 200. Vamos contar com a nossa amiga Márcia Colaçante aqui para tercer os comentários em torno daquilo que Allan Kardec anotou. Então, sejam todos bem-vindos. Vamos ter aqui momentos agradáveis em torno do estudo espírita. Como diz um amigo meu, ainda morro disso, né? Porque é sempre bom estudar a doutrina espírita, trabalhar na doutrina espírita. Márcia, vou fazer a primeira pergunta que está aqui, que é acerca do item 200. Lembrando que o livro dos médiuns, diferente de outras obras de Kardec, ele não eh ele não vai colocar os itens em

írita. Márcia, vou fazer a primeira pergunta que está aqui, que é acerca do item 200. Lembrando que o livro dos médiuns, diferente de outras obras de Kardec, ele não eh ele não vai colocar os itens em cada capítulo começando um, ele é continuado. Então nós estamos no item 200. Então aqui pede, explique como Kardec aborda a evolução do processo da escrita mediúnica. Explicar, dar uma ideia de o do de de como é a abordagem de Allan Kardec acerca da evolução do processo da escrita mediúnica. E aí você cumprimenta o público, Márcia, e já vai nos respondendo com Allan Kardec, tá bom, querida? >> Boa noite, Elita. Boa noite, Samuel, ao pessoal que se encontra no estúdio e também aos nossos irmãos que estão nos assistindo ao vivo e aqueles que vão nos assistir nas gravações, né? É uma honra e uma grande alegria estar aqui para nós trocarmos ideias, né? Porque nós estamos na condição de aprendizes também. A doutrina espírita, ela é uma doutrina que precisa ser eh estudada continuamente, né, para o nosso eh eh processo de aprendizado, de sedimentação e de evolução eh moral e espiritual. Então, a gente vai lembrando que a escrita mediúnica, mais comumente hoje chamada de psicografia, ela é uma manifestação inteligente, eh, livre, voluntária e sempre vai corresponder a um pensamento. Então, nós e observamos que existe uma evolução aí eh nessa questão do desenvolvimento, porque da de um sistema de pancadas, né, que aconteciam com as mesas e minhas mesas girantes, passou-se a ter um sistema alfabetizado de pancadas e eh a partir daí depois percebeu-se que essas comunicações elas poderiam ser eh escritas eh espontaneamente, né, e até de forma involuntária pela mão eh de um médium que sofreria a influência dos espíritos. Então, houve também uma evolução nas comunicações escritas, porque a partir então eh de mesas que tinha adaptado lápis para se escrever e trazer a comunicação, passou-se a usar as cestinhas, depois as caixas de papelão, depois as pranchetas, né? E eh Kardec observou que todos esses objetos

sas que tinha adaptado lápis para se escrever e trazer a comunicação, passou-se a usar as cestinhas, depois as caixas de papelão, depois as pranchetas, né? E eh Kardec observou que todos esses objetos eles serviam de apêndice das mãos, né? E nada mais eram do que porta lápis. E aí então eh espontaneamente eh médiuns começaram a escrever sobre a influência dos espíritos. Então houve um desenvolvimento gradual da cesta, né? e da caixinha de papelão. Nós assinalamos então uma transição eh dos meios materiais para os meios psíquicos. Gostaria? >> Ótimo. Excelente. E realmente Kardec explica após essa sequência eh evolutiva que a psicografia ela vai se desenvolver em etapas progressivas, não é? E à medida em que o médium exercita eh a faculdade amadurece intelectual e moralmente, e ele coloca que nós podemos eh basicamente termos essa divisão em três fases nessa escrita progressiva. Uma fase inicial, que seria uma escrita esitante e imperfeita. Aí vai predominar na escrita, na psicografia, a insegurança motora e também a dificuldade com a sintonia com o espírito comunicante. Depois ele diz que nós temos uma fase intermediária que é a adaptação do instrumento. o médium vai começando a perceber a diferença entre os seus próprios pensamentos e os pensamentos que ele recebe. Num terceiro momento, que seria uma fase avançada, acontece eh a fluidez e a consciência cooperativa. A escrita vai se tornar rápida, segura e visível. Então, toda aquela sequência que a Márcia colocou muito bem, aí chegando praticamente onde a mão e o lápis são os instrumentos definitivos, nós temos essa divisão que Kardec coloca. E uma coisa que ele chama bastante atenção, Samuel, e que eu gostaria que você comentasse, é que a mediunidade educa-se pelo exercício, estudo e disciplina moral. Perfeito. Para que se chegue a bom termo no exercício da mediunidade, eh, há a necessidade primeiro do conhecimento, né, para sabermos o do eh que universo estamos adentrando, como fazermos, as orientações que as obras de Kardec e outras obras

exercício da mediunidade, eh, há a necessidade primeiro do conhecimento, né, para sabermos o do eh que universo estamos adentrando, como fazermos, as orientações que as obras de Kardec e outras obras trazem nos auxiliam nesse processo. E aos poucos é que vai amadurecendo eh esse processo como qualquer coisa. Se você vai aprender a tocar piano, a tocar violão, se você vai aprender a escrever mesmo na nossa própria língua, esse é um processo de amadurecimento que no caso da mediunidade vai caminhar juntamente com a questão oral, espiritual, com também o progresso intelectual. Então, há um conjunto de coisa. Mas uma coisa que eu acho interessante quando vejo esse esse item de O livro dos dos médiuns, Allan Kardec faz uma referência que a época a mediunidade de psicografia era mais presente, se prestava mais aos trabalhos. De fato, ainda hoje é muito importante. Nós temos os livros aí psicografados, embora nós tenhamos livros do Chico, pelo menos dois que se conhece, que é eh de origem piscofônica, mas a época de Allan Kardec não existia como gravar as vozes. Hoje o que nós assistimos no movimento espírita, por exemplo, é uma gama muito grande de médiuns que trabalham com a piscofonia, né? Ou seja, mas a época de Allan Kardec, o essencial para o trabalho que foi feito é a psicografia, como ainda hoje continua sendo um trabalho muito importante. Mas é interessante observar como a piscofonia hoje nas casas espíritas é a mediunidade, digamos, eh, que se faz mais presente, que se é mais notada, né? Mas a época de Kardecografia, porque deixava ali os existos eh daquilo que os escritos estavam trazendo. Isso é muito interessante notar porque isso é esse progresso e como a Márcia muito bem colocou, os próprios espíritos foram eh de acordo com o que as pessoas iam fazendo, desenvolvendo esse processo. Começou lá com as mesas girantes, as pancadas, as cestas, as pranchetas que eram usadas, ou seja, é uma amadurecimento dessa escrita por parte do mundo espiritual conosco também. É o queito estava nos

Começou lá com as mesas girantes, as pancadas, as cestas, as pranchetas que eram usadas, ou seja, é uma amadurecimento dessa escrita por parte do mundo espiritual conosco também. É o queito estava nos falando, né? >> É. E e Kardec fala como que não há como você saber se você possui, que você tem que fazer a experimentação, que é o que nós fazemos nas casas espíritas, né, nos estudos eh mediúnicos e que é muito importante o exercício, o treinamento, mas sobretudo o estudo e a preparação moral do médium, porque boas comunicações serão nos dadas se nós tivermos na mesma sintonia do bem e do amor. Isso, >> perfeitamente, Márcia. E e importante também essa lembrança do do Samuel em relação à à importância e da psicografia na época de Kardec, porque era o único registro seguro que ele tinha, não é? Realmente a gente não tinha a facilidade que tem hoje. Então, em qualquer reunião mediúnica, onde haja uma psicofonia significativa ou mesmo para estudo, é possível você usar um instrumentozinho, um gravadorzinho, gravar até mesmo no próprio celular, né, para você ter o registro para possível estudo. Então, nós não tínhamos aquela época os recursos de multimídia que a gente tem hoje, mas graças a Deus a psicografia funcionou bem. Meninos, vamos entrar então nos itens 2011 e 202, começando com a Márcia. Comente, por gentileza, Márcia, como Kardec esclarece nesses itens 2011 e 202 sobre as preliminares para o aprendiz da escrita mediúnica e qual a diferença do uso do lápis ou da pena, porque um ou outro, >> certo? Eh, principalmente CADEC recomenda que no exercício inicial mediúnico que a gente nós estamos fazendo das essas recomendações preliminares, não são para aqueles médiuns iniciantes, então você precisa ter a sua mão livre, né, para movimentar-se, né, de forma até involuntária e não pesar a mão sobre o papel. Eu nunca fiz exercício mediúnico, psicográfico, mas muito interessante que a atenção do Kardec para todos esses detalhes, né? Ter contato suave da ponta de lápis com

a e não pesar a mão sobre o papel. Eu nunca fiz exercício mediúnico, psicográfico, mas muito interessante que a atenção do Kardec para todos esses detalhes, né? Ter contato suave da ponta de lápis com o papel, somente o necessário e sem que se ofereça uma resistência. Então, essas recomendações dele são as preliminares. E é muito interessante que ele fala sobre a o uso do lápis e o uso da pena. E obviamente nós estamos no século XX, nós não utilizamos mais a pena, né? Porém, vamos transferir isso para o século XX. Se o que corresponderia a pena seria uma caneta tinteiro, né? E e ele fala, então, a a pena já era naquela época utilizada por um médico que tinha mais experiência e um controle, queria psicografar de uma forma muito calma. Já o lápis, né, ele era para aquele pros médiuns, que é o que a gente utiliza na maior parte das vezes nas nas atividades, em todos os médiuns. Hoje nós temos alguns médiuns que utilizam caneta esferográfica, porém a maior parte usa o lápis, né? Então, eh, o lápis ele seria, eh, utilizado para porque ele é resistente para você escrever com mais rapidez e paraa pessoa que não tem fluidez, né? Então, eh até isso, nesses detalhes, eh Kardecendações, né? Eh, e ele também fala sobre algumas manifestações de de espíritos violentos que às vezes são permitidos vir na na reunião mediúnica para aprendizado do espírito, treinamento e treinamento do médium. Então, às vezes o médium tá ali em concentração, ele nem sabe que já tá sobre influenciação. Então, tem casos em que a o diretor da tarefa vai dar o passe para auxiliar, né, na na manifestação e subitamente a pessoa pode receber um espírito que vem de forma violenta e vai então eh escrever até eh eh rasgar, quebrar a ponta do lápis e rasgar o papel. Isso também Kardec observa que pode acontecer, porém tudo está sob o controle da espiritualidade, porque nós temos na atividade mediúnica eh o grupo que está na Terra, que encarnado com os médiuns, né, os possíveis médiuns candidatos a à psicografia

rém tudo está sob o controle da espiritualidade, porque nós temos na atividade mediúnica eh o grupo que está na Terra, que encarnado com os médiuns, né, os possíveis médiuns candidatos a à psicografia e e o o diretor, né, e os e as pessoas que dão apoio para para aquela atividade. e temos o grupo do desencarno, são os verdadeiros diretores, né, da atividade mediúnica. >> Ótimo, Márcia. Excelente. E é interessante eh a preocupação de Kardecas preliminares que se comece com simplicidade e regularidade. Orienta até ao médium assentar-se com calma e recolhimento, já preparando para que esse exercício aconteça com perseverança, sem ansiedade e importante que não se exija resultados imediatos. Por quê? A meodidade não surge pela vontade brusca, mas pela educação progressiva da faculdade. E depois podemos colocar também que há sim uma certa disposição moral e psíquica adequada, que vai significar o quê? Por isso ele ele indicou o recolhimento, a serenidade mental, a confiança sem fanatismo, a humildade diante eh do fenômeno. Porque o médium ele deve agir sempre como aquele aprendiz disciplinado e não como intérprete presunçoso. E depois vem a série de exercícios, como você colocou, repetidos e pacientes. E Kardec destaca que tudo vem numa série progressiva, pela prática contínua, pela observação das próprias sensações, pela distinção gradual entre as ideias próprias e aquelas que lhe são transmitidas. E ele reafirma ainda que o desenvolvimento da mediunidade é um processo educativo da sensibilidade mediúnica. E ele lembra também que o uso do lápis seria interessante porque desliza com maior presteza, você colocou isso e ajuda o médium a relaxar o controle consciente, até auxilia eh a ação do espírito e o uso da pena, que hoje a gente não quase praticamente não conhece, que você bem lembrou a nossa caneta tinteiro. O que que é que acontece? ela exige mais firmeza, mais controle manual e ela pode provocar uma certa tensão e resistência eh muscular, dificultando os primeiros movimentos eh

a nossa caneta tinteiro. O que que é que acontece? ela exige mais firmeza, mais controle manual e ela pode provocar uma certa tensão e resistência eh muscular, dificultando os primeiros movimentos eh automáticos, não é? Então, o aprendiz da escrita mediúnica, se a gente pudesse fazer um resumo, Samuel, seria o recolhimento, a perseverança tranquila, o exercício metódico, o uso preferencial do lápis que facilita o nascimento eh da faculdade. Que mais, Samuel? Você já falaram bast เฮ de de ensinar. Eh, quando ele trabalha, logicamente veio por essa, digamos assim, sim de não sobre a mesa, porque da psicografia o esforço pode de essas orient realmente a pena na a isso, digamos assim, ele estava deu início à construção, mas precisava de já estava instruído. sabia queância raiz como quem pegasse a obra para ver como como é que eu vou começar aqui a buscar desenvolver uma mediunidade que eu já traga comigo, então ele deixa isso bem esmiuçado, bem sim a gente é porque nós temos o privilégio de estarmos no Brasil, que é a a a o maior país espírita, temos um uma gama muito grande de obras eh subsidiárias à codificação Então, nós temos recebido muita informação, mas imaginemos que nós estivéssemos aqui no Brasil em 1862, ou seja, um ano após o lançamento de O livro dos Médiuns e pouco tempo de chegada do Espiritismo, nós estaríamos perdidos em como eh realizar esse trabalho. Então, Allan Kardec esmiçado, o que ainda é muito útil para nós hoje em dia. Muita gente acha que não precisa mais. E aí nós temos, nesse caso, quando achamos que não precisamos mais, que já sabemos isso, nós temos logicamente aí nós perdemos uma parte das coisas, nós deixamos de avançar com mais segurança. Então, apesar de ter sido dirigido para essas pessoas, ela é necessária sempre a gente renovar esse conhecimento, esse entendimento. Kardec é de uma sabedoria extraordinária. >> Fantástico, Samuel. Então agora você paraa Márcia. >> Sou eu, né, Márcia? Você na berlinda hoje aqui, né? É meu companheiro deixou

ento, esse entendimento. Kardec é de uma sabedoria extraordinária. >> Fantástico, Samuel. Então agora você paraa Márcia. >> Sou eu, né, Márcia? Você na berlinda hoje aqui, né? É meu companheiro deixou aqui. >> O nosso Borone não pôde estar conosco. Então vamos aqui ao item 203, não é isso, Elita? Isso >> que diz assim: "O que fala Kardec sobre o desejo natural do aspirante a médium de confabular com os espíritos das pessoas que eles são cara?" Quero conversar com meu tio, com meu pai, com o meu amigo, com meu irmão, qual o papel das relações fluídicas e o que é essencial nesse processo, né? Quem chega na eh eh na doutrina espírita fica com vontade de desenvolver a mediunidade, de conversar com os parentes. Por que Kardec nos orienta a respeito disso, Márcia? Então, eh, evidentemente que se nós que já somos mais antigos na doutrina, quando participamos de uma atividade mediúnica, às vezes temos um desejo, né, eh, lá no fundo nossa alma de receber um recadinho, seja de um parente, de um amigo, imagina quem está iniciando essa esse trabalho, né, de estudo e desenvolvimento. Então, é um é um desejo que existe, mas que deve ser controlado, segundo Kardec, né? Porque eh essa questão de evocar determinados espíritos, né, nominalmente ou no pensamento, enfim, eh ela não deve acontecer porque pode ocorrer o espírito ele tenha restrições e tenha dificuldades, né, materiais, tornando-se impossível essa comunicação com quem nós estamos evocando. Então, principalmente pro iniciante, o iniciante ele tem que se colocar à disposição da espiritualidade, né? Então, ele deve fazer a sua prece, se colocar à disposição dos bons espíritos, né? Evocar de maneira generalizada, deixar sua mente livre, eh ter eh serenidade, né? e permanecer em silêncio. Então tudo isso vai auxiliar, né, e ele vai perceber se tem sensações eh eh que possam demonstrar que ele tem essa possibilidade de transmitir através da psicografia e e principalmente no pro iniciante há o auxílio aí fluídico, porque geralmente

erceber se tem sensações eh eh que possam demonstrar que ele tem essa possibilidade de transmitir através da psicografia e e principalmente no pro iniciante há o auxílio aí fluídico, porque geralmente na no estudo o diretor do trabalho, ele vai ele propicia um um passe E nesse momento que ele está doando na área influídos, ele tá auxiliando para que haja uma uma conjunção, né, entre os os fluidos, né, o pensamento do médium, né, que e vai aproximar do pensamento ali do espírito comunicante que está sob o controle, né, da equipe espiritual. Então se estabelecem relações fluídicas e essas relações fluídicas elas não são instantâneas. Muitas vezes você participa de uma reunião mediúnica de estudo, desenvolvimento e só após semanas, até meses, você começa a ter uma possibilidade de receber então uma comunicação inicial. Então isso vai depender da característica do médium, né, e da sua possibilidade mediúnica. Eh, nós sabemos que algumas, todos nós somos de alguma maneira médiuns porque temos uma sensibilidade, mas essa questão que Kardec vai discutir mais na diante é que realmente eh existem as pessoas que são preparadas no mundo espiritual e vem com uma uma atividade, né, geralmente a atividade mediúnica é de resgate. nós nos colocamos à disposição da espiritualidade para reencarnar e temos um compromisso com a doutrina para auxiliar no bem e dessa forma minorar, né, os nossos compromissos eh passados. Então, eh nem todos nós vamos ter uma mediunidade ostensiva. Nós só vamos saber, eh, a medida que nós vamos estar ali naquela tarefa. Então tem pessoas que já desde a infância tem visões, tem audição, enfim, tem outras que começam a manifestar mais tarde na adolescência e outras podem desenvolver essa capacidade. E justamente a mediunidade de psicografia, Kardec fala que é a mais fácil de desenvolver, né? É a mais simples, é a mais fácil, é que tem maior possibilidade para tal. Então, sei se responder as questões, mas eu tenho certeza que meus amigos vão complementar a ideia.

fácil de desenvolver, né? É a mais simples, é a mais fácil, é que tem maior possibilidade para tal. Então, sei se responder as questões, mas eu tenho certeza que meus amigos vão complementar a ideia. Respondeu muito bem, Márcia, inclusive essa colocação que você faz sobre eh a pessoa que tenta desenvolver a mediunidade, a mediunidade é uma tem uma característica orgânica. Se o corpo não estiver preparado para aquele mistéri, não vai acontecer nada. Nem a pessoa pode sentar, treinar, psicografar, fazer garatuja, se não tiver na organização dela para que isso aconteça, não vai acontecer. Então, às vezes, a gente não entende como é que isso acontece. Eu vou querer que o Samuel fale mais sobre isso, que ele tem bastante propriedade. Mas antes, só lembrando eh essa essa questão desse desejo natural de confabular com os espíritos queridos, Kardec, é compreensível que o principiante, como você bem colocou, sinta essas essas vontades, mas ele também alerta, porque esse desejo intenso pode perturbar a lucidez mediúnica, ou seja, a emoção eh excessiva, ela pode influenciar a imaginação do médium. >> E daí que que vai acontecer? Atrair espíritos mistificadores que podem se fazer passar pelo ente querido. Vem a produção de comunicações anímicas. Quer dizer, é a própria alma, é o próprio inconsciente do médium que se manifesta. e também com relação ao papel das relações fluídicas, porque tem que haver uma certa afinidade vibratória entre o médium e entre o espírito. Então aí os laços afetivos e morais eles são reais. Então aí há o quê? uma se existem esses laços, nós temos a possibilidade da sintonia perespiritual, porque a comunicação acontece perespírito a perespírito. Muitas vezes, Samuel, a gente tem dificuldade em entender isso. Samuel vai esclarecer. Então, quer dizer, o espírito, se ele estiver em uma outra condição evolutiva, pode ser difícil ele se aproximar para dar uma comunicação. E também outra questão que nós temos que entender, para cada comunicação tem que haver

rito, se ele estiver em uma outra condição evolutiva, pode ser difícil ele se aproximar para dar uma comunicação. E também outra questão que nós temos que entender, para cada comunicação tem que haver permissão superior. Por isso que o Chico dizia, o telefone toca de lá para cá, não é a gente que liga não. A gente só atende, né? Antes do Samuel falar, >> não, antes do Samuel. Vai lá, M. >> Não, tá, >> tá ótimo. Ouvindo vocês também essa afinidade, né, que tem que existir, que é pelos nossos sentimentos mais íntimos e vai atrair espíritos com essa mesma afinidade para poder fazer essa ligação fluídica. precisar. >> Então, às vezes, eh, até um médium já experiente, quando ele ele precisa receber uma psicografia de algum trabalho de ente querido, então às vezes já há uma aproximação antes do trabalho, o médium já começa a sentir que é justamente para ter essa ligação fluídica. Então, tem relato que eu ouvi já, porém não sei onde está escrito que André Luiz quando começou a a tinha que psicografar através do Chico, que ele assistiu 700 reuniões antes dele da primeira obra mediúnica através do Chico. Então, vejam que essa afinidade ela também vai se formando aos poucos. Perfeito. >> É interessante essa colocação. E a propósito disso, dessa questão de que a Márcia falou e também éita, nem todo mundo traz esse compromisso com a mediunidade ostensiva, nós temos a pergunta aqui, foi a 21:43 da Regina, eu acho que é diible, não sei se seria essa pronúncia, mas ela diz que gosta de estudar doutrina espírita a Gênese, livro dos espíritos e outras obras e participa de uma reunião mediúnica, mas até hoje parece que ela já está há algum tempo, elas eh apenas participa da sustentação, que é extremamente importante a sustentação, né? São as pessoas que dão equilíbrio ao trabalho e nem todo mundo tem esse compromisso com a mediunidade ostensiva, né? Ela diz: "Ó, eu tenho algo a relatar que sempre estudei, continuo a estudar já várias vezes, como a Gênese, o livro dos espíritos, entre outras obras

esse compromisso com a mediunidade ostensiva, né? Ela diz: "Ó, eu tenho algo a relatar que sempre estudei, continuo a estudar já várias vezes, como a Gênese, o livro dos espíritos, entre outras obras também, porém continua apenas na sustentação na mediúnica." e pergunta, seria estranho vocês, por gentileza, poderiam me esclarecer sobre esse assunto? Não há nada de estranho nisso. Inclusive, eh, inclusive recomendável que os coordenadores das reuniões mediúnicas não tenham mediunidade ostensiva para não correr o risco de que os espíritos possam tomar suas faculdades e aí causar alguma dificuldade ao trabalho. E o trabalho de sustentação é extremamente importante para a assistência a esses espíritos que chegam em regime de necessidade, precisando de amparo e de socorro, né? A sustentação é prece que dá isso, né? Mas gostaríamos de fazer observação essa do André Luía. Eh, eh, de fato, eh, Emanuel que relata que e Chico que quando o Emanuel trouxe o o André Luiz, que seria para a produção dessas obras, a André Luiz teve que ficar durante um ano inteiro acompanhando o Chico para poder haver essa esse casamento fluídico >> entre eles. Até porque a mediunidade do Chico é uma mediunidade, um trabalho que se prestava a detalhes que o que o Chico traz, o os espíritos trouxeram por meio do Chico é incomparável na literatura mediúnica. Realmente são coisas reveladoras, né, e extraordinária. Então é preciso que haja realmente esse casamento fluído. E não basta, como Kardec observa nesse item, que as pessoas sejam amigas aqui na terra, que elas tenham afinidades e gostem muito uma da outra. Pode ser que o um desencarnado não consiga se comunicar, porque os fluidos eles precisam realmente eh estar ali eh digamos assimados, se assim podemos dizer. E logicamente que aqueles médiuns mais maleáveis, como era o caso do Chico, que recebia todo tipo de espírito, tanto os necessitados como os espíritos superiores, espíritos com que ele nunca teve contato, então a mediunidade extraordinária maleável.

como era o caso do Chico, que recebia todo tipo de espírito, tanto os necessitados como os espíritos superiores, espíritos com que ele nunca teve contato, então a mediunidade extraordinária maleável. Mesmo assim, nesses casos, havia, houve essa necessidade para isso desse casamento fluído. Como a Elita lembrou, a maior parte das comunicações mediúnicas, elas se dão por meio desse contato político, perespírita, perespírito. Nós temos os casos das possessões, que Allan Kardec vai estudar mais tarde, mais demoradamente. Ele começa na revista espírita, eh, na Gênese, ele aprofunda essa questão, embora no no no Evangelho Segundo Espíritis, nas preces, ele já fale da possessão de maneira mais aberta o que ele não fez no livro dos médiuns, em que o espírito toma diretamente o corpo do médium. Nós temos um caso desse ou dois relatados no livro nos domínios da mediunidade do Chico Xavier. É o caso do médium que se desdobra e o espírito ficava, tomava conta do corpo e dava trabalho aos coordenadores espirituais, porque ele abandonava o corpo e saía. Seja, o espírito tava se comunicando direto no corpo, né? A irmã Celina também diz que ela fica do lado, então o espírito tava tomando o corpo dela. Mesmo assim precisa desse casamento fluído para que as coisas possam acontecer. Mas um ponto interessante que e e que ressalta da eh eh desse item, a questão da evocação. Eh, nós temos assim no meu espírita eh como se fosse uma proibição quase mosaica de que não se pode evocar os mortos. Kardec evocou, então não há essa proibição de evocar os mortos. Isso é um equívoco. O que há recomendação de que não se faça se tenha cuidado. E por sinal o Kardec faz essa observação desse item. Se ele faz pro iniciante serve também para quem já começou, quem já tá mais adiante. Ele diz: "Ó, convém por isso que no começo ninguém se obstina em chamar determinado espírito com exclusão de qualquer outro. A gente faz a prece convida os espíritos, mas ninguém sabe quem vem." Então, Allan Kardec faz essa observação,

começo ninguém se obstina em chamar determinado espírito com exclusão de qualquer outro. A gente faz a prece convida os espíritos, mas ninguém sabe quem vem." Então, Allan Kardec faz essa observação, pois a miúdo sucede em não ser que com que esse que as relações fluídicas se estabeleçam mais facilmente que nós estávamos conversando. Então, por exemplo, Kardeconselha que nessa questão da evocação que se tenha cuidado, especialmente aqueles que estão iniciando. E mais à frente ele vai dizer que a gente ore pro anjo de guarda, ore a Deus e aí os espíritos virão. Kardec fez isso porque ele estava numa construção. >> E aqueles que estiverem nessas investigações ainda que possam estar, logicamente podem fazer isso, mas nem toda mediunidade ou todo médico se presta a esse tipo de trabalho. É uma mediunidade especial. E por isso no espiritismo não se vive evocando os espíritos e muito menos invocando. E a invocação é querer obrigar que o espírito venha. Aí você tá invocando o espírito. Evocar é chamar. Ele vem se quiser. Então não devemos invocar porque nós não podemos dizer: "Olha, fulano, vem aqui, você tem que vir". Não, mas se evoca, chama. Não veio. O trabalho segue a essa recomendação de Alan Car. É, >> é por isso que ele fala que eh a gente deve fazer o apelo geral, né, se for o caso dirigir-se ao anjo da guarda, mas que o mais importante de tudo é o sentimento que você tá vivenciando ali e você ter objetivos nobres e elevados. É, isso é interessante porque eh nesses, por exemplo, eu tive a oportunidade de assistir o trabalho do Chico de Pografia das eh que ele recebia a carta de esses queridos. Eu tenho um irmão que desencarnou com 27 anos em Fortaleza num acidente de moto. Isso em 22 de janeiro de 84. E no ano seguinte, em julho de 85, eu estive em Uberaba. E o Chico recebeu uma mensagem do meu irmão, que lógico o Chico não conhecia. Eh, fala numa vó nossa que nem eu conhecia, era uma bisafó materna. Eu não tinha ideia nem da existência dela. E e a assinatura é igual.

beu uma mensagem do meu irmão, que lógico o Chico não conhecia. Eh, fala numa vó nossa que nem eu conhecia, era uma bisafó materna. Eu não tinha ideia nem da existência dela. E e a assinatura é igual. No ano seguinte eu estive lá no Chico, porque a mensagem tem umas partes engraçada que ele diz que a nossa voz e a moça tava do lado dele, mandava que ele aceitasse a vontade de Deus para ele não encher o mundo de Magalhães, que ele tinha filho com mais de uma mulher. Esse meu irmão era desencarnado, ele casou mais de uma vez. E eu perguntei o Chico, ele disse: "Não, mas o seu irmão enquanto eh eh trazia a mensagem, ele brincava o tempo todo e me fazia rir. O Chico me disse isso. Eu digo que foi isso, foi, mas a sua avó reclamou dele". E tá na mensagem mesmo, ele dizendo que a avó chamou a atenção dele porque ele brincava. Quer dizer, é uma mediunidade extraordinária, mas com certeza para aquele evento houve uma preparação. Já se sabia que eu tava indo a Alberaba certamente em busca de notícias do Alderi. Eu, ou seja, eh, uma prova de que há realmente um um planejamento, embora isso às vezes seja dispensável. Mas eu fiquei admirado porque eu olhava a distância, uns 5 m eu estava do Chico e eu vi meu nome, eu li meu nome no canto da folha, Samuel, e eu sei que aquilo seria impossível de ler. Aquilo foi um fenômeno de dupla vista que aconteceu comigo naquela hora. E a primeira fase é essa, querido mano Samuel. E eu nunca vi uma mensagem que não fosse querida mamãe, querido papai, só conheço essa, mas era dirigida aos meus pais. Eu só fui o veículo. Mas a mediunidade é essa coisa extraordinária e é múltipla. É uma coisa que nós não podemos aprisionar, botar numa caixinha, mas temos que ter algum certo controle conosco. A mediunidade não. >> Ótimo, Samuel. E retomando ainda as suas colocações, que eu passo para Márcia agora, o item 204, Kardec esclarece sobre essa técnica de evocação dos espíritos. Então, Márcia, de que maneira a ansiedade, a impaciência podem atuar como obstáculos fluídicos,

e eu passo para Márcia agora, o item 204, Kardec esclarece sobre essa técnica de evocação dos espíritos. Então, Márcia, de que maneira a ansiedade, a impaciência podem atuar como obstáculos fluídicos, prejudicando o estabelecimento de uma sintonia adequada com os bons espíritos? Eh, Kardec coloca pontos cruciais, né, para uma boa sintonia, eh, durante a a evocação. Então, ele fala da importância do médium manter a calma, o recolhimento, eh do médium ter um desejo ardente e firme, né, de e de ter êxito na atividade. É, ele precisa ter uma vontade séria, perseverante. São palavras de Kardec sustentada com firmeza e não ter impaciência nem ansiedade, porque a gente re eh a gente relembra que o trabalho pertence aos espíritos. Nós somos instrumentos deste trabalho. Então, é claro que, eh, o recolhimento, né, ele vai ser favorecido por a por um momento de de solidão, de silêncio, né, e pelo afastamento de tudo que pode distrair o médium. Porque, eh, Kardec fala que não existe fórmulas, né, mágicas. você precisa ter perseverança e disciplina e exercício diário. Então, eh, a mediunidade de psicografia é uma das poucas que o médium também pode exercitar em casa quando ele faz o seu evangelho, ele coloca a sua música, quando ele ora, ele pode colocar o seu lapizinho e porque e e desenvolver em casa essa atividade, porque evidentemente nós temos tarefas no centro espírita uma vez por semana. Então você precisa ter perseverança, disciplina e exercício, você tem que se dedicar 10, 15 minutinhos, né, na sua casa, no seu lar também. Eh, e lembrando, né, que quando o Emanuel eh apareceu pro Chico, né, lá no lá no Riacho, ele falou três coisas que o Chico precisava. Primeira era disciplina e a segunda, irmão, é disciplina. E a terceira é disciplina, porque nada, nada nos chega do céu sem que nós, né, eh, possamos dar o nosso quinhão de de de contribuição. E isso, eh, significa que nós precisamos ter uma maleabilidade na mão dos espíritos para que eles possam atuar. Então, de que maneira? tendo fé, tendo

ssamos dar o nosso quinhão de de de contribuição. E isso, eh, significa que nós precisamos ter uma maleabilidade na mão dos espíritos para que eles possam atuar. Então, de que maneira? tendo fé, tendo confiança que eles estão à frente da atividade, né, e tendo disciplina para você treinar. E a só para falar paraa nossa companheira que escreveu na pergunta anterior, para ela não ficar triste, que eu também já participei de inúmeras atividades de desenvolvimento de estudo e como brincam sempre, né? Eu sou média de transporte, dou carona para todos os médiuns no meu carro, porque eu também não tenho uma mediunidade ostensiva. Porém, a gente sabe muito bem eh que dentro das nossas possibilidades e cada um dentro da sua, da sua condição, existe a questão da intuição, né? E a gente percebe que em determinados momentos, quando a gente ora, quando a gente desenvolve uma atividade em prol do nosso semelhante, em trabalhos de de atividade em relação à saúde, né, que a gente popularmente chama trabalho de cura, enfim, a gente percebe que de repente você entra em oração e aí começa a falar, aquilo vem, não é você deve ter o espírito ali do lado, né? Então era Kardec coloca tudo isso, né? Então a gente precisa ter esse sentimento, sabe? é algo que nós vamos desenvolvendo com o tempo, porque a gente vai criando um amor pela doutrina espírita muito grande. Aqueles que estudam verdadeiramente, eh, leem as obras de Kardec, que são fundamentais, mas também estudam atividade, a a toda a obra que o Chico deixou através principalmente de André Luiz, que é maravilhoso, não tem como você não se apaixonar pela doutrina. >> Muito bem, Márcia. E Samuel, nosso tempo tá correndo e a gente vai já já pra quinta questão que você vai fazer pra Márcia, mas só relembrando aí que essa questão da evocação, ela não depende de palavras especiais, como a Márcia muito bem colocou, mas da qualidade moral e mental do evocador. É basicamente um ato da vontade moral orientada e não uma imposição autoritária, como você colocou. Não

alavras especiais, como a Márcia muito bem colocou, mas da qualidade moral e mental do evocador. É basicamente um ato da vontade moral orientada e não uma imposição autoritária, como você colocou. Não adianta invocar, nenhum espírito virá pela força da sua da sua palavra, não é? Existe também eh a questão dessa sintonia fluídica que é muito importante. Ela é muito menos um chamado externo e mais uma ponte vibratória interior. A ansiedade e a impaciência serão sempre o quê? Obstáculos fluídicos. Então, nada de impaciência. Porque a condição essencial para a sintonia com os bons espíritos é o quê? A serenidade perseverante, a elevação moral, não é? Então, quer dizer, o que que é que nós precisamos entender? que esse método que é muito mais interior do que exterior é muito mais uma disciplina interior de harmonização fluídica, pela qual o que que vai acontecer? O médium vai aprender que a melhor invocação, Samuel, é a que nasce de um coração sereno e uma mente confiante, não é da imposição, não é? Perfeito. E nós temos que ter isso. Quem trabalha com a mediunidade, muitas vezes não há um preparo anterior, o pensamento de vaga. E quando você vai paraa reunião mediúnica, senta, é como se abrisse a caixa de Pandora, começa a sair tudo que não presta de dentro, até que fica ali só a esperança lá embaixo é que você consegue concentrar, porque há essa necessidade, esse recolhimento que a Allan Kardec fala, não é só na hora, né? a uma preparação, né? Mas a o estudo da mediunidade é vasto. Nós estamos aqui dando umas pinceladas para despertar o interesse, né? >> Eh, nós temos umas perguntas ali, mas depois você faz, Elita, tá bom, querida? >> OK. Mas aqui na 205, no item 205, Kardec melhor forma de fazer pergunta aos espíritos e pede para comentar, porque a época especialmente se fazia muita pergunta aos espíritos, estava se aprendendo tudo. Ainda hoje se pode perguntar o que, como é isso, como funciona, o que se deve, o que se pode e o que esperar dessas respostas, né? Você

e fazia muita pergunta aos espíritos, estava se aprendendo tudo. Ainda hoje se pode perguntar o que, como é isso, como funciona, o que se deve, o que se pode e o que esperar dessas respostas, né? Você pode comentar, Márcia? É, então ele fala que para que a gente evite tentativas inúteis, né, de fazer perguntas, nós podemos utilizar um médium já experiente, um médium formado e através dele, né, fazer perguntas para espíritos já mais elevados, mais esclarecidos, que trarão respostas à altura do que esperamos. Então ele disse que fazer perguntas vagas, o espírito vai responder de uma forma vaga. Até na no quesito sobre as questões em relativas à mediunidade. Ah, se eu sou médium, é uma coisa que todo mundo pergunta. Aí o espírito vai dizer sim, porque como já citamos todos nós temos alguma condição mediúnica, né? Porém, se você perguntar: "Ah, eu sou médium escrevente ou sou médium psicofônica?" que o espírito pode responder, eh, não, porque ele tá vendo a sua natureza, entendeu? Então, você eh utilizar um médium já bem formado eh vai auxiliar, é como se fosse um professor, né? eh para nós esse médium e e aí facilita o o trabalho. >> Bem, Márcia, e a Regina Dibla pergunta às 22:05. Seria conveniente, Samuel, eu tentar evocar algum espírito bom para se comunicar comigo durante a mediúnica? Assim, durante a mediúnica nós podemos pedir em preces, né? se for do compromisso, mas é aquilo que nós já foi comentado em cima do que Kardec falou, não se deve insistir porque às vezes não é o nosso compromisso e o nosso compromisso ele fica posto de lado, que às vezes é muito importante, nós temos que trabalhar noutra direção, porque é também de acordo com a necessidade de cada criatura. Mas é natural pedir a presença do anjo guardião, especialmente como diz Allan Kardec no texto, nós pedimos pelo nosso anjo de guarda, né? O nosso anjo de guarda é aquele que foi designado para nos assistir em nossa vida. Então, primeiro pedimos a eles, porque nós não sabemos qual a natureza dos outros

imos pelo nosso anjo de guarda, né? O nosso anjo de guarda é aquele que foi designado para nos assistir em nossa vida. Então, primeiro pedimos a eles, porque nós não sabemos qual a natureza dos outros espíritos a vez que virão. Então, vamos pedir ao nosso anjo de guarda pedir a Deus e sim, e a reunião mediúnica é um bom lugar, onde há mais equilíbrio, eh, seguramente, espcialmente se o grupo for bem estruturado, né? Isso é é uma coisa que nós inclusive fazemos sempre, né? Oramos pedindo um amparo do alto. Isso é vocação. Orar pedindo um amparo do alto, isso é a vocação. >> É >> perfeito. Meninos, para a gente conseguir cumprir o nosso roteiro que tá aqui também no chat, a gente vai dar uma objetividade maior nas nossas respostas. Márcia, às 22:10, a Raquel Poltronieri, ela coloca: "Quando houver contato espontâneo em meio à rotina, no cotidiano e fora da casa espírita, como devemos agir?" >> Então, eh, seria, é uma exceção esse fato e o médium tem que aprender o autocontrole. Então, eh, os contatos mediúnicos, eles têm que ser no local adequado, né, e propício para isso. Então, essa rotina de acontecer fora da casa espírita, de uma reunião mediúnica não é adequada. O médium precisa eh conversar mentalmente com o espírito, que ali não é um local adequado para ele se manifestar. >> Muito bem. e Samuel e Márcia. Eh, às 22:13, novamente, a Regina coloca, faz uma colocação que seria bom deixar bem claro. Eh, Kardec fala na 204 para renovar todos os dias a tentativa. Não sabia que pode desenvolver em casa. Pensei que fosse só no centro. Como que a gente entende isso? >> Eu acho que o que a Márcia falou naquela hora não é desenvolver em casa. você fazer seu exercício. É alguém que já tem um equilíbrio, que já tem um conhecimento e que como tem uma tarefa. Eu venho pro Chico Xavier só grafava em casa, Divaldo Franco psicógrafava em casa e Pereira também, >> porque como disse só uma horinha no centro não dá tempo. Então quem tem compromisso, mas aí é quem já tá equilibrado. Por que que é desaconselhar

valdo Franco psicógrafava em casa e Pereira também, >> porque como disse só uma horinha no centro não dá tempo. Então quem tem compromisso, mas aí é quem já tá equilibrado. Por que que é desaconselhar você fazer em casa? Porque você tá sozinho, pode vir espíritos brincalhões, zombeteiros, inclusive maus. que possam causar problemas, trazer prejuízos inclusive para um ambiente familiar, apesar da oração, da prece. Então, em casa, quem já tem o equilíbrio, eu acho que foi isso que a Márcia colocou, o médico que compromisso equilibrado vai pra psicografia. que normalmente pela psicografia, os espíritos que vêm se comunicar pela psicografia são espíritos já mais equilibrados, ou seja, há uma programação, uma coisa diferente. É diferente da da prática mediúnica no lar. Não foi isso que a Márcia quis dizer com certeza. >> Certo. Bem, beleza. Obrigado. Vamos paraa questão seis ainda, hein? Eh, no item 206, Márcia Kardec apresenta os melhores meios a empregar para auxiliar o bom médium escrevente. Como garantir que essa técnica promova a autonomia do novo médium em vez de criar uma dependência? Então, Kardec fala sobre o auxílio de um médium já experiente para um médium iniciante. Então, durante a psicografia, esse médium experiente poderia colocar a mão sobre a mão do médium ou os ou os dedos ou então magnetizar o braço e a mão desse médium, né? Ou até mesmo colocar a mão sobre o ombro. No entanto, eh, tudo isso você pode auxiliar só com o efeito da vontade desse médium experiente. Então, poderia até nos exercícios iniciais haver esse tipo de toque para auxílio, para que o o médium iniciante aprenda a movimentar e tudo mais e e haja um desbloqueio desse médium. E mas o recomendado é que o médium já formado, médium experiente utilize o poder da sua vontade, né? E tenha confiança, porque ele auxilia mentalmente aquele eh médium iniciante. Então ele vai eh inclusive ser um professor indicando precauções e esclarecendo para esse médio iniciante tipos de pergunta que se pode fazer. é o papel de um professor,

te aquele eh médium iniciante. Então ele vai eh inclusive ser um professor indicando precauções e esclarecendo para esse médio iniciante tipos de pergunta que se pode fazer. é o papel de um professor, porém o ideal é não ter o contato, usar só a sua confiança e o seu poder mental. E Allan Kardec aqui, ele fala uma coisa interessante, a magnetizar o passe, que o o o o os integrantes do grupo mediúnico notadamente, são aqueles que não tm uma medidada gênica, que aplicam passe, desbloqueiam essas energias, que a finalidade é é só essa. Eh, e a gente sabe, hoje em dia, quando Kardec recomendou isso aí, nós temos que entender que estava no início, era um recurso assim como foi eh a prancheta, como foi a cesta e que foi evoluindo e foi se tornando menos material ainda todos os processos, né? Quer dizer, há um um encadeamento, um avançar eh nessas coisas. Acho que o X, o X da questão para nós hoje em dia que tá colocado aqui é a magnetização, é o passe, é a prece, é a vibração daquele médum que já tá ali equilibrado, que já sabe que vai orar eh eh por aquela pessoa que tá ali nesse processo de eh desenvolvimento, né, você >> Samuel, a sete é com você. >> Hum. Ah, >> vamos aproveitar mais a Márcia agora. Vamos lá no item 207. Márcia Kardec descreve nesse item o desenvolvimento em grupo. Eu vou logo agregar a sete, a oito. Elas estão muito juntas. >> Perfeito. É, >> então no no que os os dois são em cima desse item 207. O desenvolvimento em grupo da escrita mediúnica. Quais os principais pontos a destacar e porquê? E ainda de que maneira a unidade de intenção e o recolhimento religioso de um grupo criam um ambiente mais propício para a manifestação dos bons espíritos em comparação com a tentativa isolada, que é exatamente de se fazer em casa, né, que Allan Kardec falou lá na frente que pode e aqui ele diz, ou seja, qual a vantagem de se fazer em grupo, né, e como é que se processa no item 207, a sete e a oit no em grupo Nós estamos reunindo pessoas ali que têm o mesmo desejo e a mesma intenção e se colocam

seja, qual a vantagem de se fazer em grupo, né, e como é que se processa no item 207, a sete e a oit no em grupo Nós estamos reunindo pessoas ali que têm o mesmo desejo e a mesma intenção e se colocam em silêncio, a disposição da espiritualidade. É, eh, forma-se um ambiente de recolhimento religioso, né? E essas pessoas elas vão experimentar, escrever simultaneamente. Então pode-se fazer individualmente a a sua mentalmente sua invocação, pedindo auxílio do seu anjo guardial ou de espíritos simpáticos ou uma pessoa do grupo pode fazer eh uma invocação verbal ali para todas as pessoas. E até Kardec coloca e descreve o tipo de eh evocação que você pode fazer. E eu vou ler para vocês o que tá no livro dos médiuns. Pode se dizer assim: "Em nome de Deus todo poderoso, rogamos aos bons espíritos que designem comunicar-se pelas pessoas aqui presentes." Então, geralmente, quando se faz ou mentalmente, individualmente ou essa uma evocação geral, quase sempre apresenta-se algum tipo de comunicação, né? Essas pessoas elas vão estar unidas pela mesma intenção e vai se formar aí é uma egrégora, né? Então essa a oração e essa intenção, ela ela está repleta de uma influência eh ali magnética que vai auxiliar o desenvolvimento dessa faculdade, né, de psicografia. Então, é uma conjunção das vontades das pessoas que estão ali, né, que vai levar então a a experiência mediúnica. Então, sempre eh quando existe essa formação que se torna poderosa essa vontade, alguma comunicação vai vir através de alguém, algum espírito vai encontrar ali uma uma empatia, uma sintonia e vai dar a comunicação para ser mais breve, né? Muito bom. >> Eh, Samuel, vamos para o item nove com você. Vamos, vamos. >> Acho que dá para agregar o ove com 10. Um pouquinho diferentes, mas >> é, vamos sim, até por conta do nosso horário. E a Mácia vai e comenta os dois, até porque estão muito relacionados também. Exato. >> No 208, Allan Kardec eh faz alguns comentários sobre a formação dos médiuns escreventes. Então se

nosso horário. E a Mácia vai e comenta os dois, até porque estão muito relacionados também. Exato. >> No 208, Allan Kardec eh faz alguns comentários sobre a formação dos médiuns escreventes. Então se pergunta: Kardec examina alguns processos para a formação dos médiuns escreventes, perto para comentar. Comente, por gentileza. E no 209, que é a nossa última questão, diz: "Por que segundo Kardec a fé não é condição rigorosa para o médium aprendiz? A fé não é tão importante assim para o médio aprendiz, né? Então, Kardec, ele diz que não se conhece meios mais eficazes do que já indicados, ou seja, tudo aquilo que nós já eh colocamos nas questões eh disciplina, eh sentimento, eh que vão propiciar, né, essa ligação fluídica e mas sobretudo a oração, né, que forma essa ponte luminosa com os espíritos superiores. Então, ou você tem uma condição mediúnica ou não tem. Então ele aborda, eu achei muito interessante que existem eh grupos e ele fala que vem do Atlântico. Então provavelmente talvez aqui era da América do Sul, era no Brasil, não sei se já estava aqui da que eles fazem tentativas, né, de e de exercícios para desenvolver a mediunidade que podia, tipo assim, que se esticava tanto a cabeça, tanto o braço para tentar, mas não adianta. ou você tem ou não tem ou ou não tem a a mediunidade, né? Então ele ele prefere nem abordar muito isso daí. Ele inclusive fala que a gente não deve forçar, né? Porque você pode provocar danos à saúde, principalmente eh complicações eh eh físicas delicadas, né? Então não se deve forçar aquilo que você não tem. E eu não sei se vocês querem comentar alguma coisa. E se você não tem o germe da faculdade, que aquilo que a gente tá falando, né? Não adianta, você tem ter a mediunidade, ela é orgânica. o seu corpo material, ele também já vem preparado para você ter uma atividade do ponto de vista mediúnico. E quando a gente estuda como que é a fisiologia da mediunidade, no futuro talvez esteja aqui eh esse estudo, você vai ver que o médium ele vem preparado. Então não não adianta

onto de vista mediúnico. E quando a gente estuda como que é a fisiologia da mediunidade, no futuro talvez esteja aqui eh esse estudo, você vai ver que o médium ele vem preparado. Então não não adianta forçar. Kardec cita até casos em que foram utilizados a eletrização da pessoa. Eu nem sabia disso. Eu fiz, fiquei informada agora por Kardec. Pois é, não tem >> naquele tempo faziam de tudo com os médios, né? Aqui era dando um choque para ver se o outro tinha. >> É. E a e agora sobre a a fé, né? Eh, ela, nós sabemos que tem pessoas que não são espíritas, que não aceitam a mediunidade, que não t fé, que são materialistas e vem com mediunidade, eles vêm com essa sensibilidade. Então, a fé, ela é necessária para promover essa ligação com os bons espíritos, né? Porém, ela não é indispensável, disse Kardec. O que que é mais importante para nós e e no no desenvolvimento mediúnico? Justamente a pureza de intenção, né? O desejo de nós trabalharmos no bem não é o desejo de, ah, eu quero ter mediunidade, não. É o desejo de ser instrumento do bem para trabalhar em nome de Jesus na terra e a boa vontade. Então, quando nós temos essa boa vontade e esse desejo de fazer o bem, nós vamos estar sempre amparados pela espiritualidade superior. Por isso que nós precisamos vigiar os nossos pensamentos e os nossos sentimentos, porque nós estamos envolvidos o tempo todo por várias classes de espíritos. Lembrando que nós estamos num planeta de expiação e provas, onde o mal ainda sobrepuja o bem. Nós estamos caminhando já nesse movimentação da regeneração, porém ainda os espíritos que estão aqui estão mais afeitos ao mal do que ao bem. Então, muito importante é nós vigiarmos os nossos sentimentos. Será bom médium? aquele que buscar estudar, mas que sobretudo cultivar a humildade e que combater e que e que o médium que combate e tenha com perspectiva combater o orgulho e a vaidade. Então, quando nós estivermos atentos para isso, nós já vamos dar o primeiro passo para estar cercos de espíritos mais elevados.

dium que combate e tenha com perspectiva combater o orgulho e a vaidade. Então, quando nós estivermos atentos para isso, nós já vamos dar o primeiro passo para estar cercos de espíritos mais elevados. >> Perfeito, Márcia. E e lembrando e lembrando também que essa questão de expiação e prova é um uma situação transitória. >> É, >> e dependendo da nossa escolha no aqui e no agora, a gente pode estar ou na expiação ou na regeneração. Dependendo se você tá conectado com o mal, é expiação, >> você tá com problema. Se você tá conectado com o bem, você já vivencia a regeneração. Isso é muito importante a gente refletir sobre isso e não ficar esperando que a coisa aconteça fora de nós. O negócio é conosco. E lembrando a questão da fé, que Kardec coloca muito bem, que a mediunidade não nasce da fé, mas da constituição sensitiva do médium, porque não é a fé que produz a mediunidade, mas a experiência mediúnica que pode gerar uma fé esclarecida. Como você bem colocou, tem gente que que não acredita em nada e que nem é espírita. E na verdade essa perspectiva dessa visão da eh da fé, ela vai fazer o quê? Vai evitar o dogmatismo, o e preserva o caráter racional da doutrina. Então, temos que entender que são elementos que nos preparam, porque ao afirmar que a fé não é condição rigorosa para o médio iniciante, Kardecá científico e educativo do espiritismo. >> Então, eh, a fé não é o ponto de partida para Kardec, mas o resultado amadurecido desse conhecimento vivido, né? Então assim a gente vai, Samuel, fechando. E tem uma questão aqui, uma questão não, uma observação que eu gostaria que vocês comentassem fechando já o nosso tempo hoje. Às 22:15, o Silvio e o Chico Holder, ele colocou: "Trabalhei anos na mediunidade, nesse período tive uma doença e tratamento de 4 anos. Ao retornar, uma mensagem me aconselhava a não trabalhar na mediunidade, pois eu havia perdido muito fluído vital. Olha, eu não sei assim se seria o mesmo caso, mas eu tenho uma experiência pessoal que eu cheguei no

a mensagem me aconselhava a não trabalhar na mediunidade, pois eu havia perdido muito fluído vital. Olha, eu não sei assim se seria o mesmo caso, mas eu tenho uma experiência pessoal que eu cheguei no espiritismo ainda na juventude, mas eu vinha de muitas internações psiquiátricas. Eu tive 10 anos com internações lá em Fortaleza, no Hospital Mirai López, que hoje não existe mais, no Instituto de Psiquiatria do Ceará, eh na Casa de Saúde São Gerardo, que era uma casa psiquiátrica, no hospital Antônio de Pá, que era psiquiatra. Então eu tive 10 anos e dormia amarrado muitas vezes. Naquele tempo botava gente na solitária, o pessoal lá em casa vivia assustado com isso. Eu ficava dois, três meses no hospital restaurando em casa e era aquele problema. E foram 10 anos muito difíceis, desde a minha adolescência até ali a juventude. Quando eu conheci o Espiritismo, me levaram para conhecer uma moça lá, não foi numa casa espírita, foi no lá Fabiano. E minha irmã, eu tenho uma irmã que é médica e ela que me levou. E eu não tinha nenhuma crença nisso. E ela disse: "Mas eu sei, o problema é esse". Conversou, perguntou se eu queria ficar bonde quero. Eu não trabalhava, eu não estudava, eu não fazia mais nada na vida. E ela me deu o evangelho segundo espiritismo de presente. Disse: "Olha, você quando puder vai lendo". E eu levei aquele livro para casa e eles me levaram lá enganado, dizendo que iam me levar à praia, que eu não queria saber dessas histórias. E eu guardei o livro, mas no outro dia cedo peguei o livro Evangelho Segundo Espiritismo, digo, eu vou ler. E eu li, terminou o dia, eu tinha terminado o Evangelho segundo o Espiritismo. Eu digo, meu problema é aqui. E daí a pouco eu fui à casa espírita desse pessoal também. Com alguns meses depois, eu já tinha lido toda a coleção de André Luiz, que eu cheguei com a C, com três meses tinha lido tudo de André Luiz e a codificação. Depois fui pra média única porque eu incorporava na rua, em todo canto. Eu passei um ano sem comunicação mediúnica.

ue eu cheguei com a C, com três meses tinha lido tudo de André Luiz e a codificação. Depois fui pra média única porque eu incorporava na rua, em todo canto. Eu passei um ano sem comunicação mediúnica. Eu digo, mas não tá tudo errado, o que é que tá vendo? E depois de um ano, pouco mais de um ano, veio uma mensagem dizendo que no longo período do processo obsessivo, eu tinha aqui um desgaste eh eh energético muito grande, inclusive perespiritual. E aquele período eu estava em tratamento na reunião. A partir dali a metronizade voltou. Esse é um caso pessoal que eu não sei se poderia ser o caso aí do Silvio, mas talvez possa ser mais ou menos a mesma coisa. a gente muitas vezes eh perde ou fica, digamos assim, eh com o campo perespiritual danificado. E às vezes é preciso corrigir. Eu fiquei um ano na médiúnica, sei dar uma comunicação, 10 anos comunicando em todo lugar, dormindo amarrado, fenômeno de efeitos físicos da minha casa, lá na casa da minha mãe. E foi um ano sem sem isso, né? E depois consegui algum equilíbrio, mas meu pai dizia, não deixei de ser doido ainda não, mas melhorei foi muito, né? Meu pai dizia isso. >> Eu vou fazer uma uma colocação rápida por conta do horário. Você falou de um problema aí psíquico, mas existe os problemas físicos, doença, não é? Então, eh, a gente sabe que quando pessoas está atravessando esse processo de tratamento, não é, eh, não é adequado ela trabalhar mediunicamente, porque ela tá tendo muita perda de fluido vital, então ela primeiro tem que se recuperar. Então, já inúmeros casos que eu recebia, um tempo que eu fazia orientação, eu esperava a pessoa se curar-se. Quando o médico dizia está curado da doença, a pessoa já estava revigorada. muitos casos de neoplasia, de câncer, as pessoas se curam, aí ela pode voltar ao ao tratamento. Isso não quer dizer que ela não possa frequentar as atividades e e porém eu acho que atividades que ela tem que doar fluído, ela deve ficar como espectadora e não como doadora até que ela recupere a sua

so não quer dizer que ela não possa frequentar as atividades e e porém eu acho que atividades que ela tem que doar fluído, ela deve ficar como espectadora e não como doadora até que ela recupere a sua energia vital. >> Muito bem, muito obrigada, Márcia e Samuel, pelos comentários. Eh, vamos colocar aqui às 22:35 um agradecimento da Valdirene Blis, que nos traz aqui eh esses agradecimentos de Crofton em Marvil, nos Estados Unidos. Muito grata pelos estudos que a FEB nos tem ofertado. Realmente um presente, muito feliz em poder estudar a doutrina espírita, muito apaixonante, realmente gratidão. Nós que agradecemos a sua conexão conosco. Muito bem, estamos encaminhando pro nosso e encerramento e e estão perguntando, a Regina Dible pergunta se a FEB tem atendimento fraterno online. >> A área do atendimento espiritual tem um número que atende as pessoas, eles têm um plantão de atendimento, não é? e que seria interessante depois de eh Delma e Iracema, a gente conseguir com Hélio Blum esse número e colocar lá no Instagram para as pessoas que sentirem necessidade. É um trabalho muito bonito. A área de atendimento espiritual tem um plantão com mais de 400 atendentes e eles estão fazendo esse trabalho de atendimento e esclarecimentos espirituais. Vale a pena a gente saber mais. Muito bem. Então, agradecemos a você que esteve conosco hoje durante esse nosso episódio aqui transmitido. Você que depois irá acessar e verificar o tanto que foi lindo o trabalho da Márcia. E no nosso próximo encontro nós seguiremos com o estudo da segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 17. Continuamos com da formação dos médiuns, desenvolvimento da mediunidade, itens 210 a 218. Márcia, Deus lhe abençoe pela presença tão tranquila e muito esclarecedoras as suas colocações. >> Muito obrigada a todos e um grande beijo no coração. Obrigado pela oportunidade. >> Ob, >> Samuel, você tá sem som. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo.

grande beijo no coração. Obrigado pela oportunidade. >> Ob, >> Samuel, você tá sem som. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, [música] nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade [música] e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse [música] trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são [música] mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente [música] em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, [música] programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do [música] nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. [música] Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, [música] precisamos de você. Por isso, mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos [música] de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. [música] E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB [música] TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. >> Acesse doe.v.com.br BR e faça sua doação.

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