#35 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 27
Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 35 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. XV Dos médiuns escreventes ou psicógrafos. Itens 178 a 184. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer pa...
Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Ovre dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Olá, saudações fraternas a você que está acompanhando esse estudo do livro dos médiuns, realizado pela área de estudo do espiritismo e é uma parceria da FEB TV, FEB Lives com o Portal do Consolador. Muito bem-vindos todos. Damos as boas-vindas também aita, com quem a gente compartilha aqui a responsabilidade, não é, da condução e também aprendemos juntos, né, Uzita? Exato. >> Estamos, temos a grata satisfação de receber Marta Antunes, é trabalhadora da FEB desde 1980, foi diretora desde 1982, atuando na área de estudo da mediunidade. Aí ela participou da elaboração do estudo sistematizado da FEB, vários estudos, coordenou o desenvolvimento dos estudos da mediunidade, do estudo aprofundado do espiritismo e ela foi também vice-presidente, é responsável pela criação e coordenação geral do programa O Evangelho Rede Vivo, que ela continua desenvolvendo até hoje, inclusive preparando o estudo dos Evangelhos apócrifos. Muito bem-vinda, Marta. E também contamos com o Caio Pavão, que é biólogo, professor universitário, trabalhador do grupo de estudos espíritas NEMEI de São Luís do Maranhão e também eh participa da área de mediunidade da Federação Espírita do Maranhão. >> Muito bem, bem-vindos todos vocês. E dando continuidade ao estudo de O Livro dos Médiuns, hoje vamos examinar a segunda parte. das manifestações espíritas, capítulo 15, dos médiuns escreventes ou psicógrafos dos itens 178 a 184. E a nossa primeira pergunta vai pro querido Caio, trabalhando o item 178. Caio, como Allan Kardec introduz esse tema relacionado com os médiuns, escreventes ou psicógrafos? >> Uma boa noite a todos. Boa noite, Carlos, Marta. Então, é um prazer enorme estar com vocês aqui nessa noite. Boa
an Kardec introduz esse tema relacionado com os médiuns, escreventes ou psicógrafos? >> Uma boa noite a todos. Boa noite, Carlos, Marta. Então, é um prazer enorme estar com vocês aqui nessa noite. Boa noite a todos que estão nos acompanhando. E sobre essa primeira pergunta, Euzita, o Allan Kardec, como sempre faz um trabalho fenomenal, extremamente didático nesse nessa sua pesquisa e nas obras bases do Espiritismo. Ele começa esse capítulo falando pra gente de uma maneira muito direta e clara que a psicografia, que a escrita manual, ela vai ser o meio de comunicação mais simples, mais cômodo e mais completo entre os encarnados e os espíritos. E ele ressalta esta faculdade mediúnica mostrando que ela precisa ser valorizada. Precisa ser valorizada. Exatamente. Porque ela vai permitir para nós termos relações contínuas irregulares com o mundo espiritual, exatamente como ele coloca na obra. E essa condição, ela é particularmente estimulada por Kardec, exatamente porque ele estava numa fase em que os médiuns à época saíam do trabalho com a cesta, com a prancheta e iriam agora com as próprias mãos segurar o lápis por saber que assim as comunicações iam fluir de uma maneira muito maior, muito mais rápida e sem prejuízo nenhum paraa qualidade da comunicação. Então, ele estimulava a psicografia por esta necessidade. E há também um outro ponto super importante, a época de Kardec, eh, não tinha tecnologia suficiente para que as gravações das mensagens pudessem ser feitas do ponto de vista psicofônico. Então, e a própria lâmpada elétrica, por exemplo, ela só foi inventada por Thomas Edson lá em 1879, bem depois do do surgimento do Espiritismo. E as mensagens psicofônicas faladas, ela eram eram super importantes. No entanto, a psicografia cumpria muito bem com o objetivo de difusão das mensagens espirituais e por servirem também de base pros estudos de Allan Kardec. E fazendo um recorte para hoje, mesmo hoje com toda a tecnologia, a gente vê como os livros são extremamente importantes.
sagens espirituais e por servirem também de base pros estudos de Allan Kardec. E fazendo um recorte para hoje, mesmo hoje com toda a tecnologia, a gente vê como os livros são extremamente importantes. Eh, por mais que hoje a gente tenha a doutrina espírita sendo divulgada por vídeos, YouTube, nós mesmos aqui nesse momento, podcasts, mas a imensa quantidade de obras psicografadas ainda vão nos ajudar por muitos e muitos tempos. E a importância de estudar essas obras psicografadas é fundamental, principalmente no momento de hoje, em que muitas coisinhas diferentes vão surgindo e nós precisamos estudar essas obras bavilares para que a gente possa ter um senso crítico paraa avaliação do que nos chega hoje. >> Muito bem, Caio. Excelente. Marta, você quer comentar alguma coisa sobre essa questão? fica à vontade. >> A a única coisa que eu foi ótima a a as conclusões do Caio, a única coisa que eu gostaria de destacar que é o livro dos médios era o segundo livro, como Caio falou, tava saindo daquele trabalho demorado das sextas, daquela quer dizer, é uma devia ser uma uma loucura aquilo. Tem uma reunião devia durar assim horas e mais horas e mais horas. os próprios respeitos indicaram, sugeriram o médico segurar no lápis ou na caneta. Mas o que eu gostaria de destacar é o seguinte, Kardec era apaixonado pela psicografia, a gente vê nessa nesse item. E também ela é importante quando se trata de mensagens dos espíritos vendetores, de orientadores ou até de espírito de uma mediana evolução. Mas quando a gente vai ver que no depois, sobretudo a partir do século XX, a mediunidade para o atendimento aos espíritos mais necessitado de auxílio, inclusive aqueles assim obsessores, foi a psicofonia. Mas naquela época a cordificação tava em construção, inclusive o livro dos médos era a segunda obra, né, que ele tinha lançado. Então é uma é uma a psicografia ela é maravilhosa, mas assim para transmitir mensagens espírito de mediana, a evolução para cima e sobretudo escrito já para atender os
obra, né, que ele tinha lançado. Então é uma é uma a psicografia ela é maravilhosa, mas assim para transmitir mensagens espírito de mediana, a evolução para cima e sobretudo escrito já para atender os espíritas assim um diálogo para dialogar é difícil dialogar. O médium escreve, espírito responde e fica muito demorado. Isso aí é melhor psicofonia. >> Uhum. >> Muito bem. Eh, Kardecina dizendo que pro médium a faculdade de escrever é além disso, a mais suscetível de desenvolver-se pelo exercício, né? Ela é mais fácil de desenvolver. >> E aí é interessante, né? Que fazia aqueles exercícios, às vezes só sabia, saía rabisco. Aí Kardec coloca que se ficássemos no rabisco muito tempo, né? Não, não. Eh, era uma improdutiva, né? Eh, nós vamos falar, você fala que é menos de três meses em três meses, um mês ficar naquilo que é melhor desistir. >> É, não sai nada, então, né? >> Eh, >> a, me permite fazer um um comentário a respeito do que a Marta falou, é muito interessante isso que ela traz, porque a a psicofonia hoje ela é muito mais difundida dentro das casas espíritas, né? Exatamente. Por conta da proposta de trabalho. >> Em contrapartida, a gente poderia utilizar mais a psicografia para trazer as mensagens dos benfeitores, como a Marta coloca. Então, >> Uhum. Mas eu penso que hoje nós estamos perdendo muito o hábito de escrever, de ler. E a gente percebe o quantos médiuns têm dificuldade de psicografar mensagens e preferem trazer elas faladas dos benfeitores. >> As redes sociais, as mídias, essa velocidade de comunicação por áudio, isso vai tirando da gente essa capacidade e a gente precisa exercitar ainda essa necessidade de escrever, porque ela, a psicografia ainda é super útil. pra gente hoje >> é importante, é muito importante. >> Muito bem. E Marta, vamos pro 179, então. Trata dos médiuns mecânicos e aqui o Kardec explica, né, o que é o médium mecânico. Mar, >> pois é, o médium mecânico que Kardec faz aqui, que foi durante tempo chamado de médium inconsciente também, né? Usa-se
médiuns mecânicos e aqui o Kardec explica, né, o que é o médium mecânico. Mar, >> pois é, o médium mecânico que Kardec faz aqui, que foi durante tempo chamado de médium inconsciente também, né? Usa-se popularmente esse nome inconsciente. Claro que inconsciente ele não tá inconsciente, mas a interpretação que se dava é que o espírito só agia na mão do médium, né? Então a mão escrevia e o médium podia até ficar conversando, falando e a mão tava ali escrevendo. Como mais tarde a gente viu, eh, e o Kardec fala, né, que a mão vai direto ali, o espírito vai escrevendo e escreve às vezes com uma velocidade imensa e e que muitas vezes ele ele não tem a menor noção do que tá escrevendo. médium só vai saber do que escreveu depois que ele lê a mensagem, quando concluir. Então, seria uma mensagem mecânica. Esses tipo de mediunidade, esse tipo de mediunidade, não, essa modalidade da mediunidade de psicografia, eh, chamados médiuns, que só era considerado passivo ou mecânico, como Kardec fala, na verdade, o espírito tudo passa pela mente, né? porque tem que passar pela mim. Mas o respeito hoje a gente compreende muito bem isso, inclusive em outras explicações que o Kardec vai dar mais à frente e no em outros livros e também com as contribuições das obras do André Luiz em especiais de Emanuel que ele vai explicando, porque na verdade o médium mecânico ele está assim desdobrado, quer dizer ele não está tão ligado ao corpo. Então teve uma época e no passado eu, na minha juventude eu cheguei a ficar sabendo a existência disso, que só se confiava na mediunidade se ela fosse mecânica, se não fosse havia interferência do médium. Ó, toda mensagem tem interferência do médio. Mesmo ele estando, o espírito estando desdobrado, quer dizer, tá um pouco mais afastado do corpo, ele tá recebendo a mensagem de um espírito, ele tá no plano espiritual, tá no, ambos estão no mesmo plano, o médium e o espírito comunicante, mas até o contrário, ele tem condições de saber mais das ideias do espírito do
ensagem de um espírito, ele tá no plano espiritual, tá no, ambos estão no mesmo plano, o médium e o espírito comunicante, mas até o contrário, ele tem condições de saber mais das ideias do espírito do que nos demais. que os espíritos estão desenvolvendo ali do que nos demais eh modalidade da psicografia intuitiva, por exemplo. Então ali ele tá o ele tá um pouco afastado do corpo. É bom quando a gente tá dormindo que entra no desdobramento da consciência. Jorge André, inclusive fez muito boas explicações sobre isso. O espírito tava um pouco afastado do corpo, ele está no mesmo plano que o comunicante e o comunicante tá transmitindo tit. Então, quem está aqui no plano fixo só vê a mão andando porque tá indo agindo diretamente da mão, mas toda passa também pelo pelo pelo pela mente. E isso foi deu muito equívoco no passado, gente, deu muito equívoco, que achava o seguinte, se é mediunidade mecânica, não se corrige, não se não se avalia, não faz nada, não tem toda mensagem tem que ser avaliada, né? toda toda mensagem, independentemente da forma. Uma eh nós já presenciamos, tivem a oportunidade de presenciar em reuniões lá no grupo Espírita da Prce com o querido, o saudador do Chip Xavier. Ele tinha, ele tinha todos os tipos de mediunidade. Ele tinha a intuitiva, tinha mecânica e a semimecânica na psicografia. Mas quando ele recebia a mensagem que era mecânica, o espírito dele saía e manifestava-se até em outro local. As pessoas davam notícias que vi o Chico, que o Chico apareceu em tal reunião mediúnica, em tal lugar. O espírito dele se desdobra e a mão dele era diretamente ali de uma forma mecânica, mas todas as mensagens eram eram depois revisadas. Mas o Chico Xavier tinha isso e era uma coisa assim que era de uma rapidez fora do comum, é bem diferente da outra que é mais pausada, mais Então é isso aí que é a medade mecânico. Ele não tem uma consciência, como ele tá desdobrado, o médium está desdobrado, ele não não volta, ele não lembra do que que ele escreveu. Enquanto ele tá como espírito
isso aí que é a medade mecânico. Ele não tem uma consciência, como ele tá desdobrado, o médium está desdobrado, ele não não volta, ele não lembra do que que ele escreveu. Enquanto ele tá como espírito desdobrado, ele lembra ainda, ele não lembra. Então o senhor só vai saber depois que ele lê a mensagem. >> Ótimo. Marta, alguma colocação, Caio? >> Não. Excelente a colocação da Marta. >> Muito bem. Então vamos para os médiuns intuitivos. Item 180. Caio, como Kardec define médiuns intuitivos e como funciona essa faculdade? O Kardec apresenta essa esse tipo de faculdade nos trazendo um termo que é fundamental paraa nossa compreensão. Ele considera o médium portador dessa média unidade como um intérprete. Então essa palavra é super importante para que a gente possa compreender, porque ele nos esclarece que o espírito comunicante, ele não vai guiar fisicamente nenhum membro como braço, por exemplo, para escrever de uma maneira mecânica. Mas o espírito comunicante ele se identifica com o pensamento do médium. Ele transmite pro médium. O médium capta e traduz em palavras. Então, nós entendemos assim perfeitamente o papel do médium como um intérprete. Ele compreende a mensagem e a expressa, né? Então ele tá participando intelectualmente aí do processo e isso não caracteriza, ou pelo menos não deve caracterizar nenhum tipo de misticismo, mistificação ou alteração da mensagem, porque o médium precisa ser fiel à ideia que vem à sua mente. Então, eh, atualmente esse tipo de médium ele é encontrado em muito maior número dentro da população. Então, a grande maioria dos médiuns atualmente no mundo são médiuns intuitivos. E isso tem uma razão, uma razão muito clara de ser, né? Porque dessa forma nós somos estimulados ao estudo. O médium precisa ampliar o seu repertório intelectual. Dessa forma, o médium é estimulado ao desenvolvimento moral, visto que está cada vez mais nas nossas mãos o trabalho de estabelecer a sintonia com os espíritos. Antigamente nós nós tínhamos muitos mais
essa forma, o médium é estimulado ao desenvolvimento moral, visto que está cada vez mais nas nossas mãos o trabalho de estabelecer a sintonia com os espíritos. Antigamente nós nós tínhamos muitos mais relatos de médiuns inconscientes, né, que a espiritualidade buscava pré-realização desse trabalho. Mas agora eles procuram médiuns com maior aptidão moral, com maior aptidão intelectual, boa vontade pro exercício da mediunidade, né? E os espíritos inspiram aos médiuns intuitivos, né, colaborando com esse crescimento espiritual. Então, é muito importante que nós precisamos entender que o espírito nos transmite um pensamento, o médium intuitivo precisa compreender, apropriar-se desse pensamento e traduzir fielmente. E um outro aspecto importantíssimo é porque por estarmos consciente durante o transe e transmissão dessas mensagens, os olhos mais próximos daquelas palavras que estão sendo escritas é do médium. Os ouvidos mais próximos daquelas palavras que estão sendo faladas são dos médiuns. Então, os médiuns que trazem essas comunicações, por serem conscientes, devem ser os primeiros a assimilar essa mensagem, a tomarem para si essas orientações. Então, esse é uma razão também por nós termos hoje muito mais difundido esse tipo de mediunidade, essa necessidade do crescimento moral do próprio médium. Muito bom, Caio. Marta, vou pedir para você comentar, mas já colocando, não é, que tá dentro desse mesmo item aqui, 180, qual a diferença entre médio mecânico e médio intuitivo? Aí você pode fazer um comentário geral se quiser. >> Não, o o médio mecânico, como nós falamos antes, ele tá desdobrado, né? tá eh que eu chamo desdobramento da consciência, tá um pouco afastado do corpo e é também era é muito comum também chamar de médico sonambúlico, né? Então ele ele tá afastado, ele ele escreve a mensagem, mas ele só vai ter not se informado quando ele volta que ele vu que ele escreveu. Bom, o médium intuitivo, o médio intuitivo foi um, como o Caio falou, foi um dos maiores também desenvolvimento
sagem, mas ele só vai ter not se informado quando ele volta que ele vu que ele escreveu. Bom, o médium intuitivo, o médio intuitivo foi um, como o Caio falou, foi um dos maiores também desenvolvimento a partir da publicação do livro dos Méxic, seja na escrita, na psicofia que nós estamos falando, seja na psicofonia e até mesmo na vidência, né? que tem aquela clara evidência que o espírito se desloca e vai até o local, como tá lá no livro dos espíritos, mas evidência que às vezes a pessoa vê uma cena e ele vai interpretar. Isso é uma coisa assim fenomenal do desenvolvimento mediunidade, porque no médium intuitivo ele vai interpretar. E lá na frente, no capítulo o 19, papel, é é no 19 do do livro do do dos do livro dos médios, a gente vai ver umas perguntas que é feita a Herasto. E Herastro fala que o médium ele pode ser bom ou mau intérprete. Então, se ele tem um bom conhecimento, seja da doutrina ou do assunto, ele vai fazer uma boa interpretação. Se ele não tem um bom conhecimento, ele não vai fazer uma boa interpretação. E esse tem sido o maior problema nosso no século atual, que a gente vê cada mensagem assim, chega a desanimar um pouco, atribuída a Bezerra de Menez, atribuída a espírito superior. Outro dia eu vi uma mensagem atribuída a Emanuel. Eu falei: "Gente, isso pode ser qualquer Emanuel da vida, mas não é aquele Emanuel, aquele Emanuel que a gente conhecia, porque o médium recebe, recebe intuitivamente, interpreta de acordo com o seu conhecimento e faz assim interpretações que às vezes são bastante equivocadas. E o médium intuitivo tem uma outra característica dele que além dele desenvolver, ele aprende, ele tem que conhecer a doutrina espírita. Se existe um médico precisa conhecer a doutrina espírita, é o médico intu intuitivo, porque ele vai interpretar o que ele tá vendo, o que ele tá escrevendo, o que ele tá ouvindo, que vai transmitir pela fala, né? Então ele vai colocar com suas palavras. Então, por exemplo, se um cientista, uma pessoa ou um filôfo, uma pessoa que vem
que ele tá escrevendo, o que ele tá ouvindo, que vai transmitir pela fala, né? Então ele vai colocar com suas palavras. Então, por exemplo, se um cientista, uma pessoa ou um filôfo, uma pessoa que vem um polir, seja alguém, transmitir uma mensagem pelo médium intuitivo, se aquele médium era um um cientista, você tem um conhecimento da área da ciência, ele vai ter uma interpretação melhor do que outro que não tem. Então isso é é a mediunidade mais desenvolvida, mais aparente no nos tempos atuais, é essa que tá sujeito a muitos equívocos, que é porque ela é intuitiva. E na mediunidade intuitiva, enquanto o espírito tá transmitindo a mensagem, o médium vai acompanhando à medida que ele vai escrevendo ou que ele vai falando ou à medida que ele vê as cenas eh que são projetadas, ele vai descrevendo aquela cena, então ele tem conhecimento no momento que a mensagem é transmitida. >> Perfeito. >> Ótimo, Marta. Eh, Caio, Marta fez a diferenciação entre médium mecânico e intuitivo. Agora você continua para nós eh colocando o que são médiuns semimecânicos. É o nosso item 181. Perfeito. De uma maneira muito muito simples, o médium semimecânico, ele está no intermédio entre o médium intuitivo e o médium mecânico. Então, a gente pode dizer que esse tipo de médium, ele vai ter características dos dois tipos. ele vai sentir em determinado momento uma impulsão, né, durante a manifestação mediúnica, durante o transit, seja na mão, seja na fala, mas ele vai ter também uma consciência do que escreve, ele vai ter uma consciência do que fala. Então, eh, Kardec explica pra gente de uma maneira muito clara. No mecânico, o pensamento vem depois da escrita, ele tem consciência depois da escrita. No intuitivo, ele tem um pensamento antes da escrita. Já no semimecânico, o pensamento vai surgindo simultaneamente com a escrita, nesse caso que nós estamos comentando aqui sobre a psicografia. E tudo isso tá muito relacionado com a ideia do trans mediúnico e dos seus graus de profundidade do trans. Porque
eamente com a escrita, nesse caso que nós estamos comentando aqui sobre a psicografia. E tudo isso tá muito relacionado com a ideia do trans mediúnico e dos seus graus de profundidade do trans. Porque dependendo do grau, ou melhor, considerando o grau de transe, ele nunca vai ser estático, ele pode variar. Então, eu posso iniciar uma comunicação de uma maneira bem superficial, intuitivamente. A medida que o trans vai se desenvolvendo, ele pode se aprofundar ainda mais. para uma semiconsciência, então há uma uma variação nesses graus de profundidade trans. Então pode ser que um determinado momento a gente sinta uma impulsão, mas está consciente do que tá acontecendo. Então é uma mistura de ambas as características, né, dessa dessa faculdade mediúnica que é a psicografia. E só uma observação a mais, a Marta falou muito bem sobre a importância de que os médiuns intuitivos têm de estudar a doutrina, são os mais difundidos. Mas uma outra coisa super importante também pros médiuns intuitivos, que é a necessidade do equilíbrio, do equilíbrio emocional, do equilíbrio físico, porque ele precisa estar com uma mente mais trabalhada para captar. Essa é a nossa dificuldade que nós temos de entrar em contato com os espíritos que nos guiam, porque eles sempre estão ali ao nosso lado para nos orientar, mas em contrapartida a gente não consegue acessá-los. Devido à correria do dia, devido à ansiedade que o dia nos causa, devido às preocupações, nós não fazemos aqueles exercícios de meditação, de tranquilidade, que treina na nossa mente para ter uma sintonia mais fina e perceptível desses espíritos que estão ao nosso lado. >> Muito bem, ótimo, Caio. Nós temos aqui algumas perguntas do nosso público já e aí a Euzita tá propondo que a gente atenda. A gente pode aguardar um pouquinho, porque estão relacionados com a mediunidade como um todo, não é? E a gente traz essas e vai entrar mais alguma pergunta ainda, com toda certeza. Eh, essa questão dos médiuns inspirados agora, Barto, o Kardec dedica um pouco
os com a mediunidade como um todo, não é? E a gente traz essas e vai entrar mais alguma pergunta ainda, com toda certeza. Eh, essa questão dos médiuns inspirados agora, Barto, o Kardec dedica um pouco mais, né, de de tempo, ele ele esmiuça mais aqui. Vamos iniciar então o item 182. O que são médiuns inspirados e como se caracteriza essa faculdade? >> Ó, os médiuns inspirados, na verdade, a inspiração e ela é uma variedade da mediunidade intuitiva, né? na medal ina, como ficou claro aqui, o, eh, ele sabe antes o teor da mensagem à medida que escreve, que no caso do médium psicólogo ou do que vai falar no médio psicofônico. Mas o a mediunidade na inspiração, ela é uma variedade da intuitiva. coincidentemente ou não, a mediunidade, seja pela psicografia ou por qualquer outra forma, é a mediunidade de inspiração, ela tá muito relacionada às pessoas, os médiuns que têm habilidades artísticas, pessoas que têm assim dom de escrever na forma de poesia ou a mesma forma escrita normal, sem ser poética, mas escreve assim usando certos recursos que torna aquela escrita, né, de uma forma assim mais poética, mais admirável. E geralmente é o tipo de mediunidade, é o tipo de psicografia, vamos dizer assim, que nós encontramos nos grandes gênos da música, como Moza, né, que na hora que ele iria fazer a composição musical entre todos eles, eu me lembrei do Moza, mas em todos aqueles que na hora que ele só que em vez de psicografar uma mensagem dele, ele eh psicografava música, né, com notas musicais. E eu tive assim uma, de uma certa maneira uma oportunidade de ver a manifestação, assim, valorização dessa mediunidade inspiração, quando eu estava numa certa ocasião, viajando ali nos Estados Unidos, São Francisco, e um dos brasileiros que trabal eh muito amigo no espírito, uma pessoa muito dedicada, ele que trabalhava ali no Vale do Silício, onde que tem todas as grandes empresas de tecnologia. E na ocasião era, eu tinha assim uma vontade imensa de ter uma passagem de pelo Vale do Sil, né? Tem a Apple,
e trabalhava ali no Vale do Silício, onde que tem todas as grandes empresas de tecnologia. E na ocasião era, eu tinha assim uma vontade imensa de ter uma passagem de pelo Vale do Sil, né? Tem a Apple, tem todas da Google, tudo tudo lá. Então ele falou assim: "Não, eu vou fazer mais. Como eu trabalho numa empresa de tecnologia, eu vou te levar em uma das umas grandes que tem lá. Uma coisa que eu notei muito interessante sobre a mediunidade de inspiração. Primeira coisa que eu notei, os trabalhadores, as empresas contratavam aqueles médiuns, eu tô falando médios, mas eles contratavam profissionais, aquelas pessoas, olha como é que a empresa, qual era o requisito para contratar aquelas pessoas da área de tecnologia. Eles tinham que pegar a ideia no ar. Eles tinham que pegar a ideia no ar e transmitir na forma de tecnologia em outras formas. Mas foi uma coisa mais inusitada que eu vi em toda a minha vida que eu jamais vou esquecer. Quando nós chegamos no local, tinha muitos jovens, a maioria era jovem e um estava dormindo em cima da mesa do trabalho, outro estava debruçado em cima do computador. Foi a primeira vez que eu via computador com três assim, eh, com visores. Outros estavam dormindo no chão no naquele saco de dormir, porque a empresa não queria nem saber, queria saber que eles pegavam, então eles tinham uma inspiração de algo, eles colocavam aquilo da forma de tecnologia, de outras coisas e saiu o produto que seria mais tarde transformado num projeto para ser comercializado. Então essa, não sei se eu consegui explicar, a inspiração ela ela pode ser usada e normalmente ela utilizada, mas ela é usada assim por Divaldo, foi um grande médium de inspiração na fala como expositor. Naquele momento o espírito tomava dele, tinha ele, ele tomava uma inspiração e falava que eu só quando ele parava de falar que acabava a inspiração, ou melhor, quando acabava a inspiração que ele parava de falar. Mas a gente vê muito isso, na verdade nos médiuns artísticos, naqueles que têm uma veia
do ele parava de falar que acabava a inspiração, ou melhor, quando acabava a inspiração que ele parava de falar. Mas a gente vê muito isso, na verdade nos médiuns artísticos, naqueles que têm uma veia artística, ela se manifesta, ela se destaca mais. Ótimo, Marta. Eh, Caio, em que aspecto Kardec afirma que todos somos médiuns inspirados? O que ele recomenda? E quem mais pode ser incluído nessa categoria de médiums? A Marta já trouxe uma dica legal. Eh, desenvolva para nós, por favor. Perfeito. A gente entende até pela própria fala da Marta que a inspiração ela é uma faculdade do cotidiano. Ela se aplica a todas as circunstâncias da vida, a todas as resoluções que nós devemos tomar na nossa vida. Essa essa faculdade ela vai se aplicar. E é sobre esse aspecto que a Allan Kardec faz essa consideração e ele diz em o livro dos médiuns. Sobre esse aspecto, pode dizer-se que todos são médiuns, porque não há quem não tenha seus espíritos protetores e familiares a se esforçarem por sugerir aos seus protegidos salutares ideias. É a maior prova de que todos nós somos médiuns. É o fato de Deus, no seu amor infinito, colocar ao lado de cada um de nós bons espíritos para nos guiarem. E nós temos a capacidade de perceber a orientação desses espíritos através exatamente desta faculdade que é a é a inspiração. Espíritos protetores, familiares, todos eles vão desejar o nosso bem e nos orientar. Agora, é importante considerar também que essa essa proximidade, essa inspiração nem nem sempre será de ideias salutares, mas tudo isso vai estar relacionado ao nosso comportamento, a nossa própria moralidade, ao que nós estamos sintonizando. E a grande recomendação que Allan Kardec nos dá está exatamente sobre a necessidade de nós nos apropriarmos desta ideia e invocarmos com muita vontade, com muita fé os bons espíritos e assim receber deles todas essas ideias inspiradas que podem nos ajudar. E sempre que eu falo de espíritos protetores, benfeitores, eu lembro de Santo Agostinho o livro dos médiuns,
os bons espíritos e assim receber deles todas essas ideias inspiradas que podem nos ajudar. E sempre que eu falo de espíritos protetores, benfeitores, eu lembro de Santo Agostinho o livro dos médiuns, porque ele nos deixa de uma maneira muito clara assim: "Ah, se vocês conhecessem essa verdade, quanto vos ajudaria nos momentos de crise? Quanto vos livraria dos maus espíritos se nós compreendêssemos a capacidade de mantermos essa relação mais próxima com os bons espíritos que estão do nosso lado?" Então, Allan Kardec nos faz essa recomendação, né, invocarmos a confiança do nosso anjo de guarda, principalmente em momentos de indecisão, de dúvida, porque eles vão nos auxiliar por meio dessa inspiração. É uma ideia que chega, é uma vontade que se faz presente, é uma vontade de não ir, de não sair. Então eles vão de alguma forma nos ajudando. E dentro dessas categorias de inspirados que a Marta já trouxe aí os os artistas, né, que são muitos esses homens de gênios que são inspirados e muitos deles admitem receber essa inspiração. A gente tem também dentro desse grupo pessoas comuns, pessoas que não são dotadas de uma inteligência grande, esplendorosa, mas que em certos momentos elas conseguem sair e trazer momentos de grande lucidez na sua fala. desenvolvem de uma hora para outra uma facilidade intelectual, uma lucidez em comum, até pressentimentos sem sair do estado de normalidade, sem entrar em transe, mas mostrando que a inspiração é comum a todas as pessoas e que todos nós recebemos essas mensagens, essas orientações dos espíritos que estão ao nosso lado. >> Muito bom, Caio. Muito bom. Estamos aí vendo, né, a amplitude dessa mediunidade, né, de inspiração, né, e Marta Kardec afirma agora já no item 183, aquele que apela para inspiração mais do que uma evocação. Poderia comentar, por gentileza. É porque aquele que busca uma inspiração, que pede ou diretamente falando assim ou pedindo, eu quero ter uma inspiração, eu vou fazer tal coisa, quero ser inspirada ou quer através de uma prece,
leza. É porque aquele que busca uma inspiração, que pede ou diretamente falando assim ou pedindo, eu quero ter uma inspiração, eu vou fazer tal coisa, quero ser inspirada ou quer através de uma prece, ele na verdade ele tá fazendo uma evocação, ele tá chamando um espírito para auxiliar naquilo. E, aliás, a gente deve ter esse bom hábito de tudo que a gente for fazer na vida, a gente ter o hábito de orar, pedir aos espíritos para nos inspirar, fazer o que é certo, porque a o espírito que a mediunidade é neutra, do mesmo jeito que vem uma orientação, uma inspiração, um conselho bom de um bom espírito, pode vir também daqueles que querem brincar com a gente, quer querem zombar da gente, querem se divertir, que chamar espírito zumbeteiro, né, que era o nome que se dava, brincalhões e também até de espíritos maus que quer nos prejudicar. Então, por isso que quando a gente busca uma inspiração, seja de natureza artística ou não, eh, a gente deve sempre pedir um auxílio através de uma oração que é uma evocação direta ao espírito para nos auxiliar. >> Ótimo, Marta. Eh, Caio, Kardec finaliza o item 183 fazendo três perguntas aos espíritos. Quais são elas e que respostas eles deram? Is, >> Kardec, sempre extremamente didático. Eu eu eu acho fantástico a forma como ele vai desenvolvendo as suas obras para facilitar o máximo possível a nossa compreensão. E aí ele traz três perguntinhas que ele faz espiritualidade, né? A primeira é: qual a causa primária da inspiração? E os espíritos respondem: "O espírito que se comunica pelo pensamento." Pronto. Então, a inspiração sempre vai ser um intercâmbio espiritual, mesmo que sutil, né? A segunda pergunta é: a inspiração só ocorre para grandes revelações? Como se somente as grandes descobertas, os grandes feitos tivessem como base essa inspiração? E a resposta é não. Os espíritos dizem que a inspiração ela se verifica muitas vezes e na grande maioria das vezes nas relações mais comuns da circunstância da vida. E na própria resposta eles trazem um
a resposta é não. Os espíritos dizem que a inspiração ela se verifica muitas vezes e na grande maioria das vezes nas relações mais comuns da circunstância da vida. E na própria resposta eles trazem um exemplo. Diz assim: "Uma voz secreta te diz que não faças porque correrás perigo ou então te diz que faças uma coisa em que não pensavas." Isso vai mostrando pra gente o que é a inspiração. E a resposta se complementa dizendo: "Poucas pessoas há que não tenham sido mais ou menos inspiradas em certos momentos". Por fim, uma pergunta muito interessante. Artistas e autores podem ser considerados médiuns durante a inspiração? E os espíritos são categóricos, sim, porquanto nesses momentos a alma se lhes torna mais livre e como que desprendida da matéria, recobra uma parte das suas faculdades de espírito e recebe mais facilmente as comunicações dos outros espíritos que a inspiram. Uhum. Então assim, a gente pode ter que eh vários momentos da genialidade humana, por exemplo, na figura de Sócrates Mozart, que existem relatos, né, eh, fatuais em obras que eles demonstravam que eram inspirados. por exemplo, eh há há um livro, eh, atribuído à vida de Sócrates, onde ele relata o seu depoimento quando ele foi condenado e tal. Então ele diz na obra, se referindo a um outro filósofo que o acusava, que zombava dele, né, que ele disse assim: "Olha, isso começou comigo desde a infância. É uma espécie de voz que sempre me ocorre e me induz a fazer o que eu estou prestes a fazer". Mas o interessante é que ele fala: "Mas essa voz nunca vai me obrigar, me persuadir a fazer nada que eu não queira". >> Uhum. >> Então o próprio Sócrates, ele relata que tem o diamon, como ele chama, como algo que eu inspirava as suas ideias, assim como Mozar também. Mos te deixava muito claro, deixou claro em um em uma carta que ele fez a um familiar, assim, as ideias fluem abundante na minha cabeça. Eu não sei de onde vem. Mas elas vêm como que sopradas. Então são muitos os gênios, as pessoas que relatam que as suas obras, as suas
z a um familiar, assim, as ideias fluem abundante na minha cabeça. Eu não sei de onde vem. Mas elas vêm como que sopradas. Então são muitos os gênios, as pessoas que relatam que as suas obras, as suas ações são pautadas em inspirações que fluem, que vêm como se o vento tivesse trazendo. >> Muito bom. Muito bom. Eh, queria antes de de pros médios de pressentimento, eh, fazer um comentário. A intuição é uma capacidade anímica. Intuir é ter a certeza, a convicção de alguma coisa e e para conseguir explicar pro outro é preciso elaborar, porque aquilo está arraigado nas experiências inclusive do pretérito. Então, quando o médium é um médium de intuição, os espíritos utilizam essa capacidade intuitiva do espírito, não é, para que ele as ideias brotem. Então, como aqui Kardec coloca, né, a própria alma do indivíduo, a alma, o espírito encarnado, ainda coloca assim lá no no começo da resposta, não é? E a inspiração é algo de fora. Por isso que não existe musa intuidora, tem musa inspiradora. >> É, >> a inspiração vem de vem de fora mesmo. E o espírito transmite o pensamento, não é? Mas muitas vezes está associado com a a capacidade já acumulada e a gente fica confuso. É por isso que às vezes o médium fica meio confuso. É meu ou não é meu? Não é? Porque em parte vem da sua da da experiência já acumulada, em parte vem dos espíritos que ao invés de ficar colocando tudo novo, aproveita o que já tá para poder, não é, transmitir aquela aquela ideia, aquilo que precisa ser eh transmitido para as pessoas. É muito interessante essa parte aqui, gente. Olha, se vocês têm perguntas, coloque as perguntas, aproveita a presença da Marta, do Caio, para, né, atender dúvidas sobre a mediunidade, né, relacionada com esse tópico aqui. Outra, tem algumas aqui que não tão diretamente, mas são de mediunidade. Daqui a pouquinho a Marta e o Caio vão responder. Então, nós vamos para os médiuns de pressentimento, Marta, que é o último tópico, é o 184 desse capítulo 15 médiuns escreventes e psicógrafos. O que Kardec explica sobre
Marta e o Caio vão responder. Então, nós vamos para os médiuns de pressentimento, Marta, que é o último tópico, é o 184 desse capítulo 15 médiuns escreventes e psicógrafos. O que Kardec explica sobre os médiuns de pressentimento? Agora >> é, ele fala que o pressentimento é uma é uma intenção vaga de coisas futuras e a pessoa eh faz previsões. O médium, o médium de, no caso médio de pressentimento, ele faz previsões de coisas que vão acontecer. Olha, o médio de pressimento é um tipo de mediunidade, é um aspecto que mais está relacionada à ação de espíritos imperpito, porque tem médiuns de pressentimento que faz previsões. Nós tivemos na história da humanidade médiuns de pressentimentos que fizeram eh que preveram acontecimentos culturas. Alguns assim vão dizer exatamente igual eles falaram. Então, é um eram pessoas que que eram recebiam informações necessária para a melhoria da humanidade de espírito esclarecido. Mas nota uma coisa, isso vai ser desenvolvido daqui paraa frente no livro dos médiuns. médirios que prevê coisas do futuro. Os espíritos quando eles são sérios, quando eles anuncia algo que pode acontecer, eles não entram em detalhe. É a primeira característica. Eles não são detalhistas. Segundo eles fazem de uma tal maneira, de uma maneira mais ampla, porque tudo na vida tá relacionado ao livro arbítrio. De repente, uma situação que é extremamente catastrófica, um médio de de pressentimento descreve aquilo com todo o seu colorido, mas muitas pessoas começam a usar o seu livrearbítrio de uma forma positiva e muda a situação da coisa. Então é um médio de pressimente, ele é muito utilizado e ainda é utilizado pelo chamada adivinhos, os ledores de sorte. Inclusive no meio espírita nós não tão lemos disso não. Nós temos médiuns que fazem profecias quando é que vão eh eh que vão que irão determinados acontecimentos. colocou, estabeleceu uma data para que tais acontecimentos venham a ocorrer, como se as pessoas não tivessem nenhum livro arbítrio fosse jonguete.
o eh eh que vão que irão determinados acontecimentos. colocou, estabeleceu uma data para que tais acontecimentos venham a ocorrer, como se as pessoas não tivessem nenhum livro arbítrio fosse jonguete. Isso a gente tem que tomar muito cuidado com isso, porque eh além do uso do livro arbítrio, o nós temos que ver que certas acontec os bons espíritos, dificilmente eles anunciam assim tragédias. Quando eles vê que algo vai acontecer, que não tem jeito, eles amenizam muito, eles preparam muito, eles usam uma linguagem mais leve. E outra coisa, isso é fundamental, viu gente? A gente não pode esquecer. Em todo processo de previsão que é usado pelos médiunos de pressentimento, eh, é importante aplicar esse carte de ensino, aquele critério da unidade universalidade de ensino dos espíritos. Se um vem e fala uma coisa, não pode ser considerado verdade absoluta. A gente sobretudo quando se refere a coisas sem acontecimentos trágicos, acontecimento bom, infelizmente não dá, não dá notícia. Então, eh, é preciso tomar muito cuidado, porque são muitos médiuns que são enganados, inclusive na prática mediúnica, no nosso grupo mediúnico que se realiza nas casas espíritas, às vezes o médico de uma maneira imprevidente fala: "Ó, eu tive um pressentimento fulana de tal, às vezes a pessoa tá tá sendo auxiliada na reunião sobre encarnada e é possível que vai acontecer Isso, isso, isso e descreve o que vai acontecer com a pessoa. A gente tem que tomer muito cuidado com isso, porque tem surgido muitos mistificadores. Agora que tem médios de pressentimentos bons. Nós tivemos, nós tivemos muitos médiuns. a na história da humanidade que eram Teresa de Ávila, que eram bons médiuns de pressimento, mas eles estavam num nível mais elevado. >> Muito bem. Me permita fazer só um comentário, Carlos. sobre a a fala da Marta, tem uma mensagem do Emanuel que eu acho muito interessante sobre essa ideia da do pressentimento, intitulada Mantendo a Serenidade. Tá lá no livro Calma. Emmanuel diz assim: "Se tiveres algum
a Marta, tem uma mensagem do Emanuel que eu acho muito interessante sobre essa ideia da do pressentimento, intitulada Mantendo a Serenidade. Tá lá no livro Calma. Emmanuel diz assim: "Se tiveres algum pressentimento ou algum sonho vislumbrando ocorrências infelizes, silencia e ora pela paz dos que estejam incluídos em tuas impressões." Porque a espiritualidade maior te permite esses informes imprecisos para que ajudes a atenuar o mal ou instigui-lo e não para que lhes favoreças a expansão. >> Recorda, em muitos lances difíceis da vida, a serenidade dos outros depende exclusivamente de nós. Isso vai muito de acordo com o que a Marta coloca, né, sobre a importância de ter cautela >> em qualquer que seja o pressentimento ou sonho, orar pelas pessoas envolvidas e não precisa disseminar nada do que se do que se viu no pressentimento. E quando e quando aquele critério da unidade universalidade, quando é algo que é para acontecer, seja numa comunidade, seja na comunidade planetária, quer dizer, mais ampla, aquele assunto começa a vir de várias partes, por diversos médios, de um, falando uma linguagem de um jeito ou de outro, o assunto começa eh surgir. Então, não é um médio só que traz a informação, são vários que vê trazendo. E a ideia ela ela é espalhada universalmente, vindo de vários esos. >> Muito bem, Elusita. Vamos paraas perguntas, então. >> Vamos pras perguntas. Tá ótimo. >> Olha, Caio Osmar Silva coloca a pergunta vai para você. Uma pergunta. no mundo espiritual, depois ficamos com a mesma aparência dessa vida na Terra. Quando passamos para o mundo espiritual, ficamos com a mesma aparência dessa aparência que temos na vida na Terra? A grande tendência, sim, Osmar, é que ao desencarnarmos, nós mantenhamos a mesma aparência que tivemos na última encarnação. Obviamente que a existem espíritos com um grau maior de capacidade de moldar o seu próprio perespírito na plasticidade que ele possui de propriedade e assumir aparências de outras existências. Um clássico exemplo é o do nosso querido
s com um grau maior de capacidade de moldar o seu próprio perespírito na plasticidade que ele possui de propriedade e assumir aparências de outras existências. Um clássico exemplo é o do nosso querido Emanuel, é o que se apresentava como públos lentulos, né, que foi há muitos e muitos tempos atrás. Ele já teve outras encarnações depois, mas a grande maioria de nós é que tenhamos a mesma aparência que tivemos na encarnação anterior. Então, quando eu desencarnar, vocês vão me olhar do jeitinho que vocês estão me vendo aí. >> Uhum. É interessante, né? Eh, se há um caso específico de necessidade de identificação, né? né, nesse caso, eh, do Caio numa outra personalidade, né, de uma outra encarnação, então ele vai se apresentar para aquele grupo como a outra encarnação anterior, como Emmanuel fez, né, com Chico ali, não era esse caso, mas eu acho que Emanuel se apresentava por gratidão, não é? Foi ali que ele começou a despertar >> pro conhecimento. >> Interessante. >> E às vezes quando, né, quer o a pessoa quer se apresentar para um médium vivente, ah, eu tô vendo seu pai, tô vendo sua mãe, assim, assim. Às vezes ele tem aquela mesma aparência no plano espiritual. Às vezes ele vai modificando. Pro meu pai, eu falei com meu pai outro dia, não tô gostando não, que ele tá com aparência mais nova do que eu estou agora. [risadas] Eu falei isso não tá certo, eu tô te achando mais novo do que do que eu [risadas] ele fica minha bobagem. >> Interessante. Caio, a Darlene Reis perguntou o título do da mensagem que você leu do Emanuel. A mensagem do Emanuel é mantendo a serenidade >> no livro >> calma. >> Calma, livro. Calma, >> calma. Livro calma. Muito bem. Está aí. Então, eh, agora a outra Elusita. Eh, agora é paraa Marta, né? >> A Marta. É. Então essa daqui, Marta, é naquela hora que você tava falando que é da que que o sempre passa, né, pela mente do médium, o médium sempre interfere com a comunicação. A Sandra colocou essa pergunta, fiquei com uma dúvida com relação à mensagem passar pelo cérebro
que é da que que o sempre passa, né, pela mente do médium, o médium sempre interfere com a comunicação. A Sandra colocou essa pergunta, fiquei com uma dúvida com relação à mensagem passar pelo cérebro do médium. É porque hoje nós sabemos sobretudo com as contribuições de André Luiz, do Filomeno de Miranda, da Ibone Pereira, eh, para citar alguns, né, alguns médiunos eh conhecidos. Mas toda a ligação mediúnica, ela começa com a, a gente explica até isso no estudo da mediunidade. Ela começa inicialmente com uma ligação fluídica, o espírito se aproxima e quando é um espírito assim eh mais adiado, a gente é ligação proídica, a gente sente um bem-estar, a gente sente uma harmonia, né? porque são as radiações fluídicas mesmo do espírito, mas depois há uma ligação em nível espiritual pelos centros de força e há vendo que que os centros de força localizado perespírito. Então há uma ligação mais profunda e aí o médico começa a sentir daquele espírito de espírito perdoado. Antes tinha sensação, uma sensação assim de malestar, de tristeza. de de de dor. Eh, e era a primeira ligação fluídica. A segunda, quando é pela espiritual pelo centro de forças, ele é mais aprofundado. Então ele sente assim com mais clareza a dor, o sofrimento espírito. Se foi porque ele prejudicou alguém, que ele matou alguém, por exemplo, feriu alguém, se foi uma pessoa que fez aborto. Então, a até esse momento, o médium tem condições de, não, eu não vou ter condições de receber essa mensagem, transmitir essa mensagem, pode desligar aí. Mas o terceiro momento, o terceiro estágio da ligação é mente a mente. Porque veja bem, quem tá transmitindo isso no domínio da mediunidade, logo no na introdução, Emânel faz dá uma explicação sobre isso e André Luiz dá um exemplo no livro inteiro nos domínios da mediunidade sobre essa negação nesses três níveis que eu acabei de falar e a a ligação mente à mente, porque aí o espírito vai transmitir para a mente do médium o seu sentimento, as suas ideias, seu sentimento, as suas ideias.
ação nesses três níveis que eu acabei de falar e a a ligação mente à mente, porque aí o espírito vai transmitir para a mente do médium o seu sentimento, as suas ideias, seu sentimento, as suas ideias. E uma coisa que a neurociência aprendeu muito depois de André Luiz é que o nós quando recebemos uma quando captamos uma ideia, nós estamos conversando aqui e você nós estamos ouvindo o que eu tô falando. Nós estamos conversando o que o Cai falou, o que o Carlos falou, o que a Euzita falou, nós estamos trocando esse fé. Quando o cérebro de uma pessoa, a mente de uma pessoa projeta pro outro uma ideia, ela não transmite palavra a palavra, sinal você transmite imagens. >> Uhum. >> Transmite imagens. Então nós decodificamos no nosso cérebro essas imagens. No livro, no mundo maior também, André Luiz explica bem isso, mas nesse nos domínios da mediunidade é um tratado para explicar isso. Ligações iniciais proídico, o espírito se aproxima, a gente se é um espírito mais adiantado, sinta boa sensação ou se é umas mais sofredor, a gente se sente triste. Depois ligação perespírito, perespírito, pelos centros de força. Aí o perespírito do desencarnado com o nosso perespírito através do centro de força. Aí aprofunda mais, aí a gente já tem ideia, ó, é uma mulher, ela ela ela cometeu aborto, ou é alguém que tá aqui, é a mãe que tá pedindo perdão por ter abandonado o espírito. Aí vai. E depois no último estágio é a ligação mente à mente. Aí o espírito transmite as suas ideias. E essas ideias é transmitidas através de imagens que o cérebro do médium capta, né? Por isso que o médio é inter o médio é sempre o intérprete e transmite na forma falada. Eu, no caso que nós estamos estudando hoje através da psicografia. Não sei se ficou claro ou se piorou. Muito claro, Caio. >> Para você, para um grupo de médiuns que está iniciando no centro espírita, é comum mais a manifestação de espíritos sofredores? Bom, Larissa, nós podemos dizer que o grande objetivo das reuniões mediúnicas nos centros espíritas é o acolhimento e
iniciando no centro espírita, é comum mais a manifestação de espíritos sofredores? Bom, Larissa, nós podemos dizer que o grande objetivo das reuniões mediúnicas nos centros espíritas é o acolhimento e o auxílio aos espíritos sofredores. >> Então, essa não é uma características de reuniões cujos médiuns são eh mais iniciantes ou mais maduros. Independente do nível de maturidade do grupo, o grande objetivo sempre vai ser o auxílio aos espíritos sofredores. Pode haver comunicação de espíritos benfeitores, pode, mas o grande objetivo vai ser o diálogo fraterno, o aconselhamento, tratamento desses nossos irmãos necessitados através dessa nossa faculdade mediúnica. >> Muito bom. Eh, Marta Karina Karine Silveira colocou pra gente: "Eu escuto de sempre uma voz que em alguns casos me diz coisas rápidas do tipo cuidado ou uma pessoa está mentindo e eu sei, sempre sei." Isso é mediunidade. >> É para mim, cara. >> É, por favor, Marta. É, pode, é, é, é considerado mediunidade porque você tá captando um pensamento de alguém. Agora tem que avaliar isso, viu Carinho. Essa é uma coisa que precisa de uma análise. Talvez até você conversar com uma pessoa que tenha mais experiência na prática mediúica, que pode ser da sua própria cabeça, pode ser uma autoconstrução. >> Uhum. Às vezes a gente pensa uma coisa, às vezes a gente pensa de uma maneira tão forte, vamos dizer assim, que a gente supõe que seja alguém encarnado ou desencarnado, que é o mais comum, um espírito tá transmitindo pra gente, mas muitas vezes é uma ideia que vem do inconsciente ou um desejo, né, hoje que hoje o pessoal da área é médica, estuda muito isso, às vezes é um desejo até inconsciente da pessoa e ela fica com aquilo martelando na cabeça e às vezes alegando que seja de um espírito. Então precisa ser avaliado se é de um espírito e se for de um espírito comunicante se essas ideias são boas. Uma voz tá escrito assim, eu escuto sempre uma voz que em alguns casos me diz coisas rápidas do tipo cuidado. Ou uma pessoa está mentindo.
e se for de um espírito comunicante se essas ideias são boas. Uma voz tá escrito assim, eu escuto sempre uma voz que em alguns casos me diz coisas rápidas do tipo cuidado. Ou uma pessoa está mentindo. Um só essa frase, uma pessoa está mentindo, um espírito bondoso. Até nós que somos pessoas comuns, a gente só fala uma frase desse tipo se nós tiver muita intimidade com a pessoa. Se gente, eu chegar para Eusí, falío, cuidado aí que aquela aquela amigo pode estar mentindo. Assim mesmo. Às vezes a gente nem fala, eu falo do carro, pessoa muito próxima que a gente conhece há mais de trilhões de anos. Então se um espírito vem, fala: "Cuidado, alguém tá mentindo eu já ficaria de orelho em pé. Se não seria o produto do meu pensamento, da minha impressão ou se é não é o espírito que tá querendo me perturbar". Então, se isso é frequente, Karine, talvez valesse a pena você na casa espírita procurar uma pessoa uma boa experiência nessa área lá do atendimento virtual, do grupo mediúnico, para conversar melhor, uma vez que é, você fala que usa sempre, el se usa sempre frequente. >> Uhum. Muito bem. Aqui, inclusive essa questão de perceber que uma pessoa tá mentindo pode vir também da experiência de vida intuitivo, né? >> Da experiência acumulada ao longo do tempo. Você já percebe se a pessoa mais >> a expressão facial, né? Pessoa expressão, o jeito da pessoa no olhar direito, né? >> É, >> mas a Mata tem toda a razão. Esse é muito difícil de saber. Tem que estudar o caso com mais detalhes, né, Marta? É, >> Euzita tem essa aqui que Karine também. Olha >> a da Karine também. Cai, olha o que diz a Karine. No início da pandemia, eu sonhei que estava vendo o meu funeral. Eu dizia: "Meu filho ficou sem mãe". Detalhe, quem desencarnou em 2021 foi minha amada irmã, enterrada igual ao no sonho. >> E aí ele ela disse que quem ficou ficou órfão, no caso, foi o sobrinho. >> O sobrinho. É >> bom, Karine, eh, essas relações são muito difíceis de serem feitas, né? Por isso é muito importante a gente ter
í ele ela disse que quem ficou ficou órfão, no caso, foi o sobrinho. >> O sobrinho. É >> bom, Karine, eh, essas relações são muito difíceis de serem feitas, né? Por isso é muito importante a gente ter cautela com esses sonhos e esses pressentimentos. E como nos orientou o próprio Emanuel, a proposta é sempre orar, vibrar. Há um plano divino para todas as coisas, né? E é preciso que a gente se mantenha da maneira mais tranquila possível eh ao experimentar eventos como esses, né? A gente sabe que uma pandemia, o tanto de pessoas que desencarnou na pandemia, a probabilidade era muito grande. Então, sempre que a gente tiver pressentimento assim ou sonho assim, é manter a calma, a tranquilidade, orar. E como a Marta colocou, muitas vezes também pode ser uma atuação de espíritos menos felizes que queiram trazer realmente perturbação, implantar dúvidas na cabeça das pessoas. Então, a palavra-chave é serenidade em todas as circunstâncias. Calma e prece sempre. E às vezes aí é que caracteriza quando ela ela sonhou, quando ela voltou pro corpo, foi a interpretação dela. Ela interpretou, né, a, você vê a questão da interpretação e não era com ela. >> Uhum. A a Lourdes fez uma pergunta aqui, não é? toda sexta-feira este estudo. Eh, sim, Lourdes, todas as sextas-feiras 21:30, só que nós vamos ter um na semana que vem e aí vai haver uma interrupção pelo período de Natal e janeiro. Aí voltaremos na primeira sexta-feira de fevereiro, tá bem? >> Então, o estudo é toda sexta assim, mas vai ter esse período de interrupção agora. Agora, Reusita, essa daqui é para Marta, né? Agora >> é agora paraa Marta. >> Paraa Marta. Então Marta, o Lucas ele pergunta: "Como podemos saber se se trata de uma inspiração ou de um pensamento próprio?" >> Só a prática, Lucas, só a prática. tem, a não ser que seja um fato assim tão contundente, tão evidente, que repar eu nunca pensaria isso, mas no geral, no dia a dia, nas coisas comuns, só a prática, com o tempo a gente vai aprendendo o que que é pensamento
ja um fato assim tão contundente, tão evidente, que repar eu nunca pensaria isso, mas no geral, no dia a dia, nas coisas comuns, só a prática, com o tempo a gente vai aprendendo o que que é pensamento próprio e o que que é pensamento do do espírito que tá nos transmitindo. A não ser só no casos extremos é que a gente sabe, não, isso aí não podia ser meu, porque eu nem penso assim. >> Uhum. >> É isso aí. >> Só uma, me permita só fazer um comentário sobre a fala da Marta. >> Uhum. >> No final de tudo, Lucas, o importante mesmo a se discernir não é se o pensamento é meu ou não, mas se o pensamento é bom ou se não é. O melhor de tudo é nós termos esse trabalho de discernir. Se o pensamento for bom, o que importa se foi meu ou inspirado? Importa é que é bom e se for mal, eu não vou fazer. Não importa se é meu ou não. Então no final de tudo, inicialmente é mais importante a gente ter um bom senso sobre tudo que vem na nossa cabeça. >> Muito bem. Tem mais uma, Pusita, pro >> Mais uma agora para você, Lucas, da Regina Del. Eh, como se explica aquelas vozes que muitas vezes escutamos no que fazer ou não fazer? >> A gente tem isso muito no campo da inspiração, como o próprio Carlos falou, na inspiração como um todo, né? Muitas vezes a inspiração pode vir de um bom espírito que vai nos auxiliar. Muitas vezes uma inspiração pode vir até da lembrança que eu tenho naquele momento de uma orientação que eu tive durante um desdobramento, por exemplo. Dormi, desdobrei, encontrei com os bons espíritos, recebi uma certa orientação, acordei, não lembrei de nada, mas no momento da experiência que iria chegar, me vem à mente aquela fala. Isso também é uma inspiração. Então a gente pode interpretar essa essa voz. Se for uma voz nítida. Aí já podemos pensar na questão realmente da mediunidade, uma mediunidade mais ostensiva, audiente. Se for aquela voz dentro da cabeça, pode ser uma uma audiência um pouco mais sutil ou a própria mesmo inspiração que vem nesses momentos. Então o que vale é julgar
ediunidade mais ostensiva, audiente. Se for aquela voz dentro da cabeça, pode ser uma uma audiência um pouco mais sutil ou a própria mesmo inspiração que vem nesses momentos. Então o que vale é julgar que pensamento é esse? né? E se faz sentido ou não seguido. >> Muito bem. >> Uma coisa importante é a gente criar o hábito da oração, que no momento da oração a gente vai aprendendo. Às vezes a gente não ouve, não tem mediunidade audiente, né? Às vezes a gente, às vezes a gente não, a gente só um pensamento que cruza o nosso servo, mas quem tem um hábito da oração, a gente eh fica envolvido em vibrações mais elevadas, então a gente consegue discernir melhorum >> se é um bom ou mau pensamento. >> Muito bem. A Lourdes agradeceu. Ela disse que agora vai dar tempo de maratonar o livro dos médiuns, né? V todos os episódios desde o primeiro, né? Estar relendo o livro. Muito bem, Lourdes. Sugerimos aí a todos eh até revisar, né? Aproveitar para fazer uma revisão durante um período que vai ter interrupção, mas a semana que vem a gente ainda tá, hein? E a Karine também agradeceu. Olha, Euzita, >> gratidão a Feb pelos estudos e a vocês pelas respostas. Me ajudaram muito, sim. Prece sempre luz e paz a todos. Muito obrigada, Carinho. >> Tudo bem? Aí, aí nós temos, vamos ver, apareceu mais uma coisinha aqui. Ah, a então a mediúnica que estou participando a é nas sextas-feiras 20 horas, então pegareia parte ao vivo. Muito bem. E aí pode ver a gravação, não é isso? >> É ver a gravação depois. >> E tem também, ela colocou aqui, olha, tem os vídeos gravados do Jacobson, não é? Que fez todo o estudo do livro dos médiuns já e tá disponível na Feb Lives também, né? Quem não viu ainda, olha, aproveita aí para ver também. Bom, gente, chegamos ao final aqui. Queremos agradecer por suas manifestações, suas perguntas, sua participação. O pessoal coloca de onde é. Eu acho ótimo vocês colocarem de onde vocês estão acompanhando. A gente não mostra tudo aqui porque não dá tempo, mas nós estamos acompanhando no chat o que o que
icipação. O pessoal coloca de onde é. Eu acho ótimo vocês colocarem de onde vocês estão acompanhando. A gente não mostra tudo aqui porque não dá tempo, mas nós estamos acompanhando no chat o que o que vocês estão colocando, viu? E é muito bom vocês dizerem da onde vocês estão, né, e tal, qual cidade, o centro espírita que participa. Isso é ótimo. E no próximo encontro, então, nós vamos eh fazer o encerramento do ano e o atendimento de perguntas. Aproveitar, se você tem pergunta acumulada aí, né, de assuntos relacionados com a mediunidade, vai trazer para nós, não é? Então, dessa forma, nós pedimos que vocês mandem as perguntas, né, eh, pelos diversos grupos aí para para que nós temos no Telegram também. pode gravar lá pelo, né, pelo Telegram mandando as perguntas e sempre que tiver relacionado com as questões do livro dos médiuns. Então, eh, a todos até semana que vem. Contigo o fechamento, >> muito bem. Agradecemos aos nossos convidados, Marta e Caio, a você que esteve conosco desde o início, que depois também verá esta gravação. E fiquem com Deus, muita paz. Até sexta-feira. Até se Deus quiser. Próxima. Obrigada. Próxima. Obrigada, gente. Tchau. >> Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo [música] espiritual e suas belezas. Estudo de Ovviédiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da [música] Federação Espírita Brasileira. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. >> O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que [música] antes pareciam inalcançáveis. [música] A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes [música] nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com [música] muita
icação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes [música] nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com [música] muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de [música] 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em [música] nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, [música] cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador [música] do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este [música] trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar [música] alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar [música] ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que [música] somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através da [música] FEB TV. Acesse doe.febtv.com.br BR e faça sua doação. [música] เฮ
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