4º Encontro Espírita Regional Nordeste da Mediunidade - (31/05/2025 - 15h)

FEBtv Brasil 31/05/2025 (há 11 meses) 3:26:53 490 visualizações

Anote na agenda. . 📅No período de 30 de maio a 1º de junho, tem o "4º Encontro Espírita Regional Nordeste da Mediunidade". . 🧑‍💻Realizado de forma virtual, o evento abordará o tema 'Mediunidade no Evangelho', e contará com os seguintes facilitadores: – Elzenira Klippel (FEEB) – Mônica Rocha (FEPB) – Wilson Gomes (FEP) – Júlio Verne (FEEC) – Assis Pereira (FERN) – Júlio Góes (FEES) – Carmelita Bueno (FEPI) – Raildo Bandeira Farias (FEEAL) – Aldilamar Adler (FEMAR) . 🗣️Confira a programação que...

Transcrição

Boa tarde, amigos. Vamos dar início à nossas atividades da tarde de hoje do nosso quarto encontro espírita regional nordeste da mediunidade com o tema mediunidade no Evangelho. Antes de iniciarmos as nossas atividades, apresentar os nossos palestrantes com os nossos temas, faremos uma leitura eh do livro Seara dos Médiuns, capítulo 66, Obsessão e Evangelho, que tem tudo a ver com os nossos dois temas primeiros da tarde, no nosso primeiro bloco da tarde de hoje. Obsessão e Evangelho. Questão pública de 9 de setembro de 1960, questão número 244, referente ao capítulo 23, obsessão de O livro dos Médiuns. Há quem diga que o Espiritismo cria obsessões na atualidade do mundo. Respondamos com os próprios evangelhos. Nos versículos 33 a 35 do capítulo 4, no Evangelho de Lucas, assinalamos o homem que se achava no santuário, possuído por um espírito infeliz a gritar para Jesus, tom logo lhe marcou a presença. É temos nós contigo e o mestre, após repreendê-lo, conseguiu retirá-lo, restaurando o equilíbrio do comportamento que lhe sofreu a série. Temos aí a obsessão direta. Nos versículos 2 a 13 do capítulo 5 no Evangelho de Marcos, encontramos o auxílio seguro prestado pelo Cristo ao pobre gadareno, tão intimamente manobrado por entidades cruéis e que mais se assemelhava a um animal ferozado nos sepulcros. Temos aí a obsessão seguida de possessão e vampirismo. Os versículos 32 e 33 do capítulo 9, no Evangelho de Mateus, lemos a notícia de que o povo trouxe ao divino benfeitor um homem mudo sob o controle de um espírito em profunda perturbação e afastado o hóspede estranho pela bondade do Senhor, o enfermo foi imediatamente reconduzido à fala. Temos aí a obsessão complexa, tingindo alma e corpo. No versículo 2 do capítulo 13, no Evangelho de João, anotamos a palavra positiva do apóstolo, asseverando que um espírito perverso havia colocado no sentimento de Judas a ideia de negação do apostolado. Temos aí a obsessão indireta em que a vítima padece influência aviltante sem perder a

tolo, asseverando que um espírito perverso havia colocado no sentimento de Judas a ideia de negação do apostolado. Temos aí a obsessão indireta em que a vítima padece influência aviltante sem perder a própria responsabilidade. dos versículos 5 a 7 do capítulo 8 Atos dos Apóstolos informa-nos de informando-nos, desculpe, de que Felipe, transmitindo a mensagem do Cristo entre os samaritanos, conseguiu que muitos coches e paralíticos se curassem de pronto com simples afastamento dos espíritos inferiores que molestavam. Temos aí a obsessão coletiva, gerando moléstias fantasma. E de ponta a ponta vemos que o Novo Testamento trata o problema da obsessão com o mesmo interesse humanitário da doutrina espírita. Não nos detenhamos diante dos críticos comumasses. Estendamos o serviço de socorro aos processos de qualquer procedência. Porque os princípios de Allan Kardec revive os ensinamentos de Jesus na antiga batalha da luz contra a sombra e do bem contra o mal. Peça para iniciar os nossos trabalhos. Amigo e mestre Jesus, estamos iniciando assim a nossa tarefa da tarde, o nosso quarto encontro, a região do espírito regional da mediunidade, cujo p me unidade no evangelho, né? E pedimos essa inspiração para todos os nossos trabalhadores que estão nos auxiliando eh nos bastidores, principalmente em especial aos nossos palestrantes da tarde de hoje que irá nos interpretar com os seus respectivos tempos. Abençoa, o Senhor. Dá-nos nesse momento, dai-nos nesse momento iniciar o nosso trabalho da tarde. Bom, meus amigos, nessa tarde de hoje nós vamos ter dois temas. O tema três, a obsessão é obstáculo ao exercício edificante da mediunidade com o nosso irmão Wilson Gomes da Federação Espírita de Pernambuco. O segundo tema, vigilância mediúnica versus conflitos humanos e obsessões coletivas com o nosso irmão Júlio Verme da Federação Espírita do Estado do Ceará. querido. Olá, de Lamar, boa tarde. Muita paz a todos. Uma alegria estar aqui com vocês todos, hein? Bom, queridos, que Jesus nos

com o nosso irmão Júlio Verme da Federação Espírita do Estado do Ceará. querido. Olá, de Lamar, boa tarde. Muita paz a todos. Uma alegria estar aqui com vocês todos, hein? Bom, queridos, que Jesus nos abençoe, nos fortaleça, tá bom? A minha tarefa, como Audilamar falou, é responder uma questão muito delicada. E muito importante para todos nós que exercemos o trabalho de médiuns. E o trabalho de médiuns é exercido por todo e qualquer voluntário da casa espírita. Logo, essa é uma questão que toca a todo voluntário interessado em realizar sua tarefa com qualidade, com respeito ao exercício que ela merece. A questão que cabe nos refletir e responder é a obsessão é obstáculo a prática edificante da mediunidade? Eu acho que é intuitivo que todos nós já tenhamos a resposta para esse questionamento de que sim, de que é é evidente que a obsessão deve de fato ser um grande obstáculo à prática edificante da mediunidade. Mas como há muitos termos aqui nesta pergunta, eu acho que inicialmente seria importante que nós conversássemos sobre cada um deles para que a gente esteja certos de que nós estamos falando da mesma coisa, porque nós temos aqui obsessão, obstáculo, edificante e mediunidade. Então, eu acho que é muito interessante que a gente tenha claramente o conceito de cada uma d destes termos que a gente se referiu para que, repito, para que a gente possa exatamente falar e entender a mesma coisa. E isto é, a gente vai poder desta forma, a gente vai poder se entender, se compreender. Obstáculo, obstáculo é um impedimento, uma barreira, se física, mas pode ser um obstáculo emocional, moral. Há vários e vários obstáculos, há tipos de obstáculos diversos. obstáculos tecnológicos que nos impedem de acessar a os aplicativos, as tecnologias oriundas do século XX, obstáculos financeiros que nos impedem de acesso a este ou aquele benefício da vida temporária. Páculo, portanto, é uma barreira que impede acesso, que impede progresso, que fica na passagem, que me impede de ir além.

eiros que nos impedem de acesso a este ou aquele benefício da vida temporária. Páculo, portanto, é uma barreira que impede acesso, que impede progresso, que fica na passagem, que me impede de ir além. o tema que está proposto, a pergunta que está formulada para que a gente responda e compreenda se a obsessão seria esse obstáculo, mas um obstáculo a prática edificante. Então, o outro termo que a gente precisa entender e verificar se estamos tendo a mesma conceituação e consequentemente definição a respeito, é edificante. Edificante é algo que constrói, que nos convida à elevação. É, geralmente o termo edificante, ele é muito usado em nosso contexto religioso, porque ele fala de progresso moral. Algo é edificante se nos concita, se nos convida, se nos chama para o bem acima de qualquer coisa. Então, a prática da caridade é um movimento, é uma atitude que edifica. Por modifica porque age no aprimoramento moral do homem, que é o espírito encarnado na terra. Então, algo é edificante, se eleva moralmente à criatura, se eleva moralmente o espírito imortal que somos. Todas as atividades são necessá, são importantes e respeitáveis. Contudo, nem todos os labores edificam, nem todos os movimentos do espírito imortal edificam, porque nem tudo que a gente faz nos convida, nos concita, nos incita ao progresso moral. Aqui a pergunta está nos convidando a verificar se a obsessão é um obstáculo, mas um obstáculo, um impedimento, um escolho. a prática da mediunidade que faz o homem progredir moralmente, porque edificante é aquilo que nos edifica do ponto de vista moral, que nos aprimora. Porque se a gente retirar a palavra edificante dessa pergunta, a gente talvez se surpreenda com a resposta. Talvez se a pergunta fosse assim: "A obsessão é obstáculo a prática da mediunidade?" E a resposta seria não. A obsessão não é uma barreira, não é um escolho à prática da mediunidade. O ato de intercambiar faixas diferentes de frequência na natureza não é obstáculo. A obsessão não é obstáculo a

sta seria não. A obsessão não é uma barreira, não é um escolho à prática da mediunidade. O ato de intercambiar faixas diferentes de frequência na natureza não é obstáculo. A obsessão não é obstáculo a essa prática. Ela não impede que ela ocorra. Ela não dificulta que ela ocorra. E eu me arriscaria a dizer que no estágio que nos encontramos, a maioria das práticas mediúnicas ainda se encontram mescladas de obsessão. Então, a obsessão não impede a prática mediúnica. Contudo, a prática edificante, a prática que nos eleva moralmente, sim, essa ela impede. Por isso que é muito importante a gente saber exatamente do que nós estamos falando. Edificante é algo que nos eleva moralmente, que nos faz progredir. Contudo, a mediunidade é uma lei da natureza. E assim como todas as leis da natureza, elas nos convidam ao aprimoramento moral, mas que a depender da nossa ignorância, que a depender ainda da nossa rebeldia, a gente pode eutiliza as leis da natureza sem a atenção devida, fazendo com que elas não nos edifique moralmente e em alguns casos até nos denegrindo moralmente, não sendo capaz de nos fazer recuar, mas estacionando. Então, já temos aí o conceito inicial de obstáculo, que é barreira, impedimento de edificante, que para ser edificante tem que me convidar o progresso moral. e mediunidade, que também precisa ser bem entendido. E aí eu vou utilizar para esta conceituação as primeiras frases de Manuel Filomeno de Miranda na obra Mediunidade, Desafios e Bênçãos. O benfeitor diz que a faculdade mediúnica é faculdade da alma que quando encarnada se utiliza dos implementos corpóreos das células orgânicas para decodificar a onda pensamento que parte de uma faixa de frequência para outra. Então, a mediunidade é uma faculdade, é uma possibilidade extracorpórea, porque é do espírito imortal, independe do meu estado temporário. Ela naturalmente se manifesta quando encarnado, mas também quando desencarnados, porque é faculdade, possibilidade do espírito imortal. E é a possibilidade que temos de

pende do meu estado temporário. Ela naturalmente se manifesta quando encarnado, mas também quando desencarnados, porque é faculdade, possibilidade do espírito imortal. E é a possibilidade que temos de decodificar onda pensamento. Essa essa analogia que o benfeitor, repito, Manuel Filomeno de Miranda faz nas primeiras linhas da apresentação da obra Mediunidade, desafios e bênçãos nos faz entender o mecanismo de transformar, nos convida a entender o mecanismo de transformar a onda pensamento numa faixa de frequência que é Kardec. chamou de mundo espiritual para efeitos didáticos. Embora saibamos, e é óbvio, Kardec sabia muito bem de que o mundo, mesmo para os desencarnados continua sendo ainda um mundo material, somente que a faixa de frequência é outra. Então, a mediunidade me capacita a pegar esse sinal e transformá-lo de outra forma. em sinal visível, audível, me capacita a materializá-lo em letras. Então, a medindade seria uma espécie de decodificador. Até algum tempo, quase todos nós usávamos decodificadores de onda que pegavam uma onda numa faixa de frequência e a transformavam em outra. Isso vinha através dos aparelhos que estavam geralmente associados às antenas, antenas parabólicas, antenas menores de recepção de sinal de TV, de TV a cabo. Então, a minhaidade seria esse mecanismo. E então aí é que o nosso o nosso questionamento, a nossa pergunta a ser refletida e que já estamos a fazer se torna muito interessante porque a obsessão que é o o obstáculo, ela a pergunta é ela impede essa decodificação ou pelo menos ela dificulta? Porque se a mediunidade é essa possibilidade de decodificar o sinal, de trazê-lo de uma esfera para outra, será que a obsessão atrapalha esse decodificador funcionar? de funcionar, não, mas de funcionar para que o produto deste funcionamento nos eleve moralmente. Observe que a palavra que edificante é muito sutil, mas decisiva para a reflexão, porque a obsessão não impede que o decodificador funcione. Agora, se tu pretendes, se eu pretendo, se nós

moralmente. Observe que a palavra que edificante é muito sutil, mas decisiva para a reflexão, porque a obsessão não impede que o decodificador funcione. Agora, se tu pretendes, se eu pretendo, se nós espíritas dependemos, se nós espíritas dizemos ser a mediunidade um mecanismo de evolução do homem, a obsessão é um obstáculo a esse decodificador, porque com ela a gente não opõe para edificar. ação moral do homem, porque a obsessão e os agentes delas dela não vão permitir que o seu uso seja para fins de aprimoramento da humanidade. Porque segundo Allan Kardec dirá em livro dos médiuns, no capítulo 23, capítulo que Kardec guarda somente para tratar da obsessão. O título do capítulo fala disso, obsessão. A partir do item 237, Kardec é muito preciso quando diz a obsessão é um escolho de primeira linha, está na primeira prateleira, é um obstáculo. Escolha obstáculo. Escolha vem de impedimento, de recife. A embarcação chocou-se, colidiu com o Recife, impediu impediu ela de passar. A mediunidade, então, a obsessão, perdão, ela é um escolho de primeira linha, diz Kardec, que praticam o espiritismo ou que utilizam o espiritismo prático e que é a mediunidade, é o espiritismo prático. Então é um obstáculo gigantesco, muito intenso e diz mais Kardec mais eh mais à frente Kardec dirá e muito frequente. Então ele não é só de primeira prateleira, é muito frequente. É tão frequente que Kardec definiu a obsessão em três níveis. dizendo que a obsessão seria o logro o ou a tentativa de domínio que um espírito tenta, logra sobre o médium. É o domínio. E esse domínio tem três níveis que ele batizou como pedagogo que era muito preocupado com classificação para nossa compreensão, embora não sejam absolutos. Naturalmente, nenhuma classificação é nos ajuda a compreender em que em que como evolui esse processo obsessivo ou esse obstáculo, a prática mediúnica que edifique, que transforme moralmente. E aí ele chamou primeiro nível de nível simples, segundo nível de fascinação, terceiro nível de

esse processo obsessivo ou esse obstáculo, a prática mediúnica que edifique, que transforme moralmente. E aí ele chamou primeiro nível de nível simples, segundo nível de fascinação, terceiro nível de subjulgação. No primeiro nível, o obsessor ou a ação obsessiva se impõe em relação ao médium, não permitindo que o comunicante utilize a instrumentação mediúnica, porque ele, o obsessor, a ação obsessiva se põe no lugar, se coloca entre o comunicante e o médium. Contudo, todos estão vendo que ali se encontram. Ela é de fácil identificação no primeiro nível. Ela é de fácil identificação, embora seja incômoda, porque é uma tentativa de enganar, é uma tentativa de se passar por e por isso dificulta a fala com o comunicante, porque o obsessor, a ação obsessiva se coloca no lugar e se faz passar como se fosse o comunicante, mas ele está sem máscara. Porque esse processo obsessivo no segundo nível que Kardec batizou de fascinação, ele se torna ainda mais complexo. Por quê? Porque aquele que tenta impedir a passagem, aquele se impõe máscara. Há uma diferença clara de caráter entre o obsessor do nível simples pro obsessor do nível fascinação. Porque se o primeiro é só inconveniente, o segundo é ardiloso, é destro, é habilidoso, sabe exatamente o que está fazendo e se faz propositalmente passar como se fora o comunicante e engana, engana a ponto do médium não saber que está sendo enganado. E pior, e pior faz com que o médium tenha certeza de que não está sendo enganado. Então, para o fascinador, não há quem mais o prejudique, senão aqueles que tentam abrir os olhos ao medianeiro. Porque aqueles que tentam abrir os olhos ao medianeiro irá lhe indicar que ele está sendo enganado, que ele está sendo fascinado. Mas como é destro, como é habilidoso o espírito que engana, que se põe como obstáculo a prática da mediunidade que edifica. Nomes como Deus, caridade, amor ao próximo discorrem de suas bocas de maneira muito fácil, embora enganosa. Então, a mediunidade atinge um nível difícil para aquele que a sofre de

unidade que edifica. Nomes como Deus, caridade, amor ao próximo discorrem de suas bocas de maneira muito fácil, embora enganosa. Então, a mediunidade atinge um nível difícil para aquele que a sofre de perceber que a sofre, porque o espírito está de máscara. Se o primeiro está descoberto, o segundo está bem escondido. Quando esse processo atinge o terceiro nível, foi o que Allan Kardec preferiu denominar de subjulação, para que não fosse confundido com a ideia de que o espírito toma o corpo do médium e também que eles são criaturas devotadas perpetualmente ao mal. Então ele deixou de usar a palavra possessão, tratou de subjagação para falar de um fenômeno que vai na vontade do médium. Porque a fascinação age no pensamento de Kardec, item 237 a 242 do livro dos médiuns, capítulo 23. A fascinação age no pensamento, impedindo o discernimento. E quando impede o discernimento, o médium tem dificuldade de escolher pelo bem, de separar o que é bom do que é mais ou menos. Na subjulação, o obstáculo, o impedimento vai para além da nuvem. sobre o pensamento, sobre o discernimento, a senhora dá vontade. Então, é uma ação na vontade que a partir daí deixa de existir. E ele médium passa a funcionar como fantoche, como um boneco. Vive literalmente um jugo. Ele é dominado do ponto de vista mental, moral e até físico, porque esse julgo pode limitar-se apenas a uma constrição mental, mas que não que não age nos mecanismos motores do médium. Embora embora forçado mentalmente a agir, ele continua de posse dos seus dos mecanismos que fazem com que o seu organismo funcione. Quando essa obsessão, sub, perdão, subjulação passa do nível moral, mental para o físico, o espírito que obsedia, ele age nos mecanismos que controlam as funções motoras do médio. Então, a gente tem um caso grave de subjulação física, onde até os movimentos do perseguido, do obsedado, passam a ser controlados pela entidade ou pela obsessão que é o obstáculo. Então, vejamos que tanto no nível, no primeiro degrau constrangimento, que é o que Kardec

imentos do perseguido, do obsedado, passam a ser controlados pela entidade ou pela obsessão que é o obstáculo. Então, vejamos que tanto no nível, no primeiro degrau constrangimento, que é o que Kardec batizou de simples, passando pelo da fascinação que age no pensamento e nubla o discernimento até o último degrau, onde eu posso perder, inclusive ainda que temporariamente o comando motor do meu instrumento biológico, fica muito evidente como a obsessão, como esta ação é um obstáculo gigantesco e não podia ser diferente a prática da mediunidade, desde que a gente aponha como uma prática que edifica. Porque como uma prática somente, não, mas como uma prática que aprimora o espírito imortal, que incita o homem filiado ao corpo de carne temporariamente, ao aprimoramento de si mesmo e daqueles que com ele convive, aí é um obstáculo gigantesco, como diz Kardec, é um obstáculo de primeira, é um escolho de primeira grandeza, muito intenso e muito frequente. É tão frequente que Jesus naturalmente teria algumas experiências com obedados, com situações deste viés. narra Mateus no capítulo 16 versículo 13, Marcos no capítulo 8 versículo 27 e Lucas no 918, que Jesus e os seus amigos iam em direção à Cesareia de Felipe. Jesus caminhava com amigos, embora nem todos fiéis. Embora nem todos conseguissem manter-se fiéis, Jesus não dispensava os amigos, embora frágeis, mas amigos. E segundo os evangelistas, nos trechos que citei, Jesus, em determinado momento da viagem parou e perguntou ao grupo: "Quem quem dizem os homens que eu sou?" Essa é uma pergunta linda, porque Jesus sabe quem ele é, né? Jesus já sabia, é óbvio que ele era o governador da terra, o filho de Deus, né, o Messias prometido. Mas ele queria saber o que é que a gente achava, como a gente o entendia e como, aliás, até hoje nós o entendemos. Porque há quem ainda acredite em Jesus como um santo, como um profeta, como um salvador. São todas concepções muito respeitáveis e compreensivas. Jesus queria exatamente sabê-las. E então os amigos do Cristo

há quem ainda acredite em Jesus como um santo, como um profeta, como um salvador. São todas concepções muito respeitáveis e compreensivas. Jesus queria exatamente sabê-las. E então os amigos do Cristo lhe disseram: "Olha, os homens dizem que tu és Elias. João Batista, Jeremias ou talvez um destes profetas, qualquer um desses profetas renascidos, reencarnados. Jesus, sem detença, olhou diretamente a Simão Pedro e disse-lhe: "E tu, Simão Barjonas? E tu, Simão? E tu, Simão Pedro, quem dizeis que eu sou?" Olha só, quem dizeis que eu sou, Simão? Pedro conectado com as forças que estão regenerando o planeta, sem impecílios, sem obstáculos, sem permitir que as forças destrutivas se ponham entre quem pretende fazer o bem e o bem que deve ser feito. respondeu ao Cristo sem detença. Tu és o filho de Deus vivo, o Messias prometido pelo povo. Jesus então lhe diz assim: "Ótimo, Simão, porque não foi nem a carne, nem sangue que tô revelaram, mas o meu pai, mais Deus que está nos céus". Estava ali estabelecido, diz Amélia Rodrigues, no capítulo terceiro da obra Até o fim dos tempos. Até o fim dos tempos. Capítulo 3, um vínculo de luz. E é exatamente esse o título que ela dá o capítulo, o terceiro. Um vínculo de luz entre nós frágeis e a verdade. Estava nascendo naquele momento a igreja da verdade, como a própria benfeitora irá batizar o capítulo 9 de outra obra. belíssima dela, que é quando voltar à primavera. A igreja da verdade nascia naquele momento. A mediunidade estava autorizada por Deus. As todas as dúvidas, todas as incertezas virariam agora notícias. estaria ou começaria a ser fundamentado o reino. E Jesus diz: "É sobre esta pedra que edificarei meu reino". Aessadamente nós pensamos que a pedra era Pedro. Talvez pela similitude do termo. A pedra não era Pedro. Era a revelação, era a verdade que vem pelos médiuns. É sobre essa pedra que eu edificarei meu reino. E é por isso que eu vou te dar a chave. A chave que Pedro pegou era a faculdade mediúnica. Tudo que tu ligar na terra

a a verdade que vem pelos médiuns. É sobre essa pedra que eu edificarei meu reino. E é por isso que eu vou te dar a chave. A chave que Pedro pegou era a faculdade mediúnica. Tudo que tu ligar na terra estará ligado no céu. É que a gente leu apressado. Aí pensou que a pedra éramos nós. E ainda tem de vez em quando alguns médiuns que eu não vou eu não vou acreditar que eles não estão obsidiados para dizer algo do tipo. Eles acreditam que são a pedra. Não, nós temos a chave para ligar as coisas da terra as do céu. Estava fundado a igreja da verdade. E porque era a igreja da verdade, Jesus não nos prometeu e não prometeu aos seus amigos à época facilidades. Aproveitando que o portal de luz estava aberto, começou a falar dos desafios que aqueles homens simples do ponto de vista social eram, mas gigantes do ponto de vista espiritual precisariam enfrentar. desafios que até hoje nós espíritas precisamos enfrentar, embora com a mesma ou com uma fragilidade ainda maior do que os amigos do Cristo. E os desafios eram tantos, diziam Jesus, que chegariam a ccear, a ceifar as próprias experiências carnais dos amigos do Cristo. Pedro naquele momento permitiu sintonia com o medo, com o medo do que não é nosso. Amélia Rodrigues diz: "Pedro sintonizou com o medo porque o homem temporário ainda tem medo de perder o que não é dele. É o plug obsessivo que se refere Manuel Filomeno de Miranda nas suas obras. Pedro sintonizou com medo e disse no canto sem que a maioria dos amigos percebesse, Deus te livre, Jesus deste pesadelo, de ser perseguido até a morte. Jesus então dirá: "Sem perda de tempo, afasta-te de mim, Satanás." Porque Pedro naquele momento permitiu utilizar a mesma instrumentação de intercâmbio que em minutos anteriores foram utilizadas para se vincular à verdade, permitiu-se abrir a porta para as sombras. Porque a instrumentação mediúnica que utilizamos para o bem é a mesma que ainda pomos a disposição do equívoco. Não existe duas instrumentações, por isso precisamos estar atentos ao uso

ra as sombras. Porque a instrumentação mediúnica que utilizamos para o bem é a mesma que ainda pomos a disposição do equívoco. Não existe duas instrumentações, por isso precisamos estar atentos ao uso dela. estava ali naquele diálogo entre Jesus e Simão Pedro, o momento em que a faculdade, a possibilidade de decodificar ondas de Simão Pedro serviu ao bem e por invigilância permitiu a passagem do mal. Porque pela ponte mediúnica transitam anjos e demônios, cabendo ao detentor dela selecionar quem passa por ela, cabendo a cada um de nós selecionar a que, ao que, a quem nós nos vinculamos. para que os vínculos não se tornem obstáculos a que as nossas possibilidades mediúnicas sirvam a edificação. Primeiro a ser edificada é o próprio medianeiro e depois aquele outros que em torno dele acabam por se beneficiar da faculdade mediúnica. Muito obrigado, muita paz e continuemos as nossas reflexões. Lamar, acho que o seu microfone está desativado. Desculpa. Obrigado, Wilson, pela sua participação, pela grande grandiosa explanação que você fez o seu tema da mediunidade. Obsessão é obstáculo ao exercício edificante da mediunidade. Agora nós vamos passar a palavra para o próximo palestrante que é o Júlio Verme, coordenador da Federação Espírita do Ceará, com o tema vigilância mediúnica versus conflitos humanos e obsessões coletivas. É com você, Júlio. Olá, boa noite, boa tarde a todos. Gostaria de agradecer a oportunidade que está aqui falando sobre esse assunto de vigilância mediúnica, né, que como a gente bem sabe, ela pode não só provocar alguns desarranjos na no tratamento dessa mediunidade, mas também pode desenvolver conflitos humanos que é praticamente o que a gente tá vivendo nesse processo de transição em que o planeta está, né, atualmente em vogado. Mas eh a gente vai tentar aqui falar um pouquinho que essa invigilância mediúnica, ele pode gerar alguns conflitos humanos e, como bem sabemos, uma obsessão coletiva. E aí, eu queria que fosse passado aí o o slide e adiantar assim um slide, por

uinho que essa invigilância mediúnica, ele pode gerar alguns conflitos humanos e, como bem sabemos, uma obsessão coletiva. E aí, eu queria que fosse passado aí o o slide e adiantar assim um slide, por favor. próximo. Pronto. Aí nós temos um dado interessante que eu achei muito positivo, que foi uma pesquisa que foi realizada que mostra o comportamento das pessoas ao longo de algumas décadas, né, que aí eles pegaram como exemplo a de eh 1930 até 2024. E aí nós temos alguns pontos aqui como a família, a escola, amigos, vizinhos, eh as igrejas, bares, o software, né, os amigos do trabalho e online e essa febre que para a gente tá vivendo com uma intensidade muito grande, onde a gente tem a pedagogia da imagem, onde fica mais evidente você postar algo do que você estar com alguém do lado, né? E aí, se a gente tocar nesse quadro, a gente vai ver ao longo desses anos, até 2024, o que foi que aconteceu. Queria que fosse tocado na tela. Por favor, desce. Não, na na voltando um pouquinho, voltando. Clique na É, não clica aí agora na tela que é o vídeo. Ela não passa. O vídeo não passou não, né? Mas eu vou tentar mostrar o seguinte. de 1930 até 2024, houve uma inversão desses da desse da maneira da gente relacionar, aonde em 2024 a gente praticamente vive conectado a nível mundial, mas isolado nas nossas nossos quadrados. E isso tem gerado conflitos que muit das vezes a gente não sabe como lidar. E aí o que que acontece? a gente vai, né, vendo que algo precisa da nossa atenção, precisa que a gente reflita naquilo que nós estamos fazendo atualmente e que a doutrina espírita pode nos auxiliar nesse sentido. E aí vocês podem ver que ao longo dessas décadas como eh essas relações elas vão sendo alteradas, né? E e essas alterações elas podem contribuir para os conflitos humanos, né? E aí o que que acontece? A gente chega em 2024 totalmente conectado, mas isolado, é onde alguns valores elas acabam sendo invertidos e isso gera conflitos, né? O seguinte, por favor, o slide seguinte. Então, o

e que acontece? A gente chega em 2024 totalmente conectado, mas isolado, é onde alguns valores elas acabam sendo invertidos e isso gera conflitos, né? O seguinte, por favor, o slide seguinte. Então, o conflito n mais é daquilo que eh a gente pode definir como uma situação de confronto entre duas ou mais partes que precisam, né, estarem eh escutando algo, até mesmo porque eh esse conflito, como o próprio nome diz, ele gera alguma hostilidade entre as partes envolvidas, o que não deveria ser. né? Enquanto nós eh puxamos algo para nós, a gente poderia construir pontes e não muros, né? O segundo, pessoal, pode passar. Então, a gente vê o seguinte, eh, o domínio que alguns escritos logam adquirir sobre certas pessoas, a ação persistente de um espírit que exerce sobre o indivíduo, a obsessão é uma influência que mais ou menos os distrito tenta de ter sobre o indivíduo desejando prejudicá-lo. E isso a gente vê eh constantemente eh no que diz respeito, principalmente no que não tendo um uma certa profundidade em conhecer um pouco mais da mediunidade. E a gente sabe que a mediunidade ela não é um obstáculo para a felicidade do do ser envolvido, mas essa mediunidade, você pode tocar novamente na na figura. Então esse livro do Divaldo Pereira Franco, né, Dividade Bção, eles vem falando exatamente do momento atual que nós estamos eh vivendo, aonde esses conflitos, por não ser não serem observados na sua intimidade, principalmente para aqueles que são portadores de uma mediunidade, pode gerar alguns conflitos e também obsessões coletivas, como a gente tem visto ao longo das das do tempo, né, em que essas obsessões coletivas foram capazes de perturbar não só um grupo, perturbar uma cidade, mas inclusive perturbar eh uma nação inteira a ponto de gerar conflitos bélicos, aonde as pessoas disputam algo que na verdade não tem nem como saber porque que aquilo tá acontecendo. E esses espíritos eles nos influenciam a tal maneira de que são eles que nos dirigem, né? O seguinte, por favor. E aí a gente vê que

na verdade não tem nem como saber porque que aquilo tá acontecendo. E esses espíritos eles nos influenciam a tal maneira de que são eles que nos dirigem, né? O seguinte, por favor. E aí a gente vê que essas eh obsessões, essa obsessões coletivas e conflitos humanos, indiscutivelmente, né? A gente tá passando pelo momento de conflito muito grande pelo momento em que o planeta está passando, né? a gente tá passando de um momento de prova, de expiação para um momento regenerativo. E esse momento regenerativo, ele precisa que as pessoas que aqui vão permanecer, elas possam estarem de acordo com a o equilíbrio que esse momento vai exigir de cada um de nós. E a gente eh para estar nessa situação é importante que possamos identificar as expressões que os deus latinos ou humanos podem, né, provocar, aumentando assim esse tormento que toma conta da criatura. E como é que a gente pode se blindar, como é que a gente pode eh se proteger, principalmente aqueles que têm uma sensibilidade maior com o plano eh espiritual? entendendo um pouco mais sobre esse ponto. Ou seja, a doutrina espírita, ela veio nos tirou o véu que eh encobria o plano espiritual e nos mostrou que essa relação entre matéria e espiritualidade, ela é uma constante durante toda a nossa existência. Algumas pessoas, né, por ser portador de umaidade maior, eles acabam tendo essa possibilidade bem mais evitente e nem sempre essas pessoas, né, que são todos nós, sabemos como lidar com elas. Mas a doutrina espírita na sua parte eh informativa, ela nos trouxe até esses detalhes para que a gente possa compreender de uma forma bem ampla como lidar com essa situação. E aí, se a gente pegar a codificação dos cinco livros da obra básica, a gente vai encontrar a resposta por algumas perguntas que são muito desejadas por toda a humanidade. Que perguntas são essas? Aonde cada um desses livros, né, eles não nos responde a cada um, a cada um a idagação. Se pegarmos o livro do Vídic, ele vem responder uma pergunta. que é crucial para o nosso para o nosso

são essas? Aonde cada um desses livros, né, eles não nos responde a cada um, a cada um a idagação. Se pegarmos o livro do Vídic, ele vem responder uma pergunta. que é crucial para o nosso para o nosso entendimento como ser. Ou seja, a pergunta que ele responde é: quem eu sou? Quem eu sou como espírito, como um ser encarnado, como ser criado por Deus, que tem a sua luz. E essa luz precisa ser eh utilizada a sua, o seu brilho, para que eu possa e como criatura divina poder exercer a a o papel para o qual eu fui eh criado, né? E em seguida existe uma outra pergunta que muito conflita com o nosso dia a dia, que é a pergunta eh o que eu sinto, né? Por que eu sinto, quando sinto, qual a intensidade de eu sentir algo? E aí o livro dos médios responde esse ponto, completando assim eh eh a resposta dessa segunda indagação. E se nós formos para o Evangelho segir? Uma pergunta que também acaba eh deixando a gente em muitos conflitos que é por que que eu tô sofrendo? Essa esse sofrimento pelo qual eu estou passando, qual é o motivo? onde é que ele surgiu e por é que esse conflito ele tem que estar comigo e não com os meus semelhante. E aí a gente sabe que todo e qualquer ação, todo qualquer momento que o jeito que esteja passando, seja positivo ou negativo, a gente não pode esquecer que ele é a única responsabilidade nossa, né? E aí, se a gente for para o livro Céu Inferno, ele responde aquela questão que todo mundo se preocupa muito felizade, né? Para onde eu vou, né? O céu ou inferno, aonde é que eu vou e para onde eu vou? Como é que eu vou, né? Que preparo eu tenho que ter para chegar em determinado local. E aí, para finalizar essas perguntas que são tão eh necessárias para o entendimento do seu integral, a gente faz a através do livro A Gênesis que diz assim: "De onde é que eu vim, né? Qual a minha origem? Por que é que eu fui criado? Qual o objetivo de eu ter sido criado?" Então, se a gente resumir esses esses questionamentos, a gente vai entender um pouco mais o ser de uma forma bem mais ampla,

rigem? Por que é que eu fui criado? Qual o objetivo de eu ter sido criado?" Então, se a gente resumir esses esses questionamentos, a gente vai entender um pouco mais o ser de uma forma bem mais ampla, né? Exatamente. Evitando que esses conflitos humanos e as obrações coletivas fazem parte do nosso dia a dia. Quanto mais conhecimento, mais responsabilidade, mais entendimento e mais possibilidade de proteção contra esses concludos. por favor, o seguinte. E aí a gente pode ver o seguinte, indiscutivelmente, né, eh, a gente percebe que existe por parte de nós ainda algo que acaba, eh, nos querendo nos mostrar que nós somos superiores em relação aos nossos elementos, ou seja, a soberba ainda é muito prevalente na cultura, né, eh, em qual nós estamos vivendo. Apesar de que eh já demos um passo muito grande na tecnologia, na ciência das artes, entendemos muito e falamos muito sobre os pensamentos filosóficos, eh, a civilização do seu elevado grau de conforto, as extraordinárias comunicações virtuais, inclusive dessa que nós estamos participando agora, né? Então, todo esse processo, tudo que nós estamos vivendo, foram conquistas que tem também a sua parte positiva, sua parte importante no crescimento do ser, que precisa dar um um impulsionamento em um na sua caminhada evolutiva. Mas a gente não pode e não pode esquecer que Deus, ele nos criou como espírito e como espírito a gente tem que nos proteger, nos amar, amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, né? Ou seja, se nós esquecermos essa parte e vivenciarmos somente a parte da inteligência, da tecnologia, querendo ser soberb em diversas situações, a gente não vai poder alçar voo maiores, até mesmo porque nós vamos ficar tentando voar somente com uma asa, que é a asa do conhecimento e a asa moral. a asa que nos promove o equilíbrio entre conhecimento e sabedoria, conhecimento, sabedoria e moralidade, ela fica um pouco desequilibrada. Então, diante desse momento eh bem delicado em que a gente está vivendo, a

promove o equilíbrio entre conhecimento e sabedoria, conhecimento, sabedoria e moralidade, ela fica um pouco desequilibrada. Então, diante desse momento eh bem delicado em que a gente está vivendo, a gente precisa eh equilibrar essas esses dois essas duas asas que vão dar que vão nos dar sustentação, que é exatamente o conhecimento e a moral. Seguinte, por favor. Essas religiões aí a gente sabe, ela está muito preocupada em dar o objetivo essencial que é preparar o ser humano para a sua imortalidade e para as consequências de ser usado durante a caminhada carnal. Ou seja, muuit das vezes elas esquecem que o principal objetivo da religião é ligar o ser criado ao seu criador. Então, não importa qual a religião que você esteja envolvida, é imprescindível que essa religião ela possa nos orientar para que hoje nós sejamos melhores do que estamos ontem e não, né? eh utilizar todo o nosso esforço para sermos melhores do que estamos sendo hoje. E o caminho, o caminho que eh a gente não pode deixar de seguir são exatamente a orientação que o Cristo nos trouxe, em que devemos amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos, né? O que nós precisamos é aproximar-se dessa lei divina para que essa lei divina ela possa facilitar o nosso caminhar na busca de sermos eh mais divino, né? para que o nosso crescimento espiritual ele seja constante, que ele seja progressivo e que jamais a gente dê um passo atrás, que a gente possa utilizar cada momento que nós estamos eh aqui no planeta, nas diversas encarnações, que elas possam, essas encarnações eh serem o portal, ou seja, o degrau para para gente atingir a nossa perfeição, né? Seguinte, por favor. E aí a gente fala um detalhe na raiz das inquietações que varre o planeta sobre o ponto de vista social e espiritual, a grande crise é de natureza moral, que foi exatamente eh estávamos falando agora a pouco. Se a crise é moral, como fazemos para resolver esse problema? conhecendo a lei divina que nos mostra que jamais poderemos tratar os nossos

moral, que foi exatamente eh estávamos falando agora a pouco. Se a crise é moral, como fazemos para resolver esse problema? conhecendo a lei divina que nos mostra que jamais poderemos tratar os nossos semelhantes de formas diferentes daquilo que gostaríamos que fosse eh a nós tratados, né? E por mais que a gente tenha conquistado e estamos tentando conquistar, né, seja seja momentos de buscar informações em outros planetas, buscar informações em outros momentos da nossa existência, buscar tentar entender eh problemas que não estão sendo solucionados em algum momento. a gente precisa eh fazer a viagem inferior e ver em que ponto nós nos nos encontramos para tentar mudar um pouquinho essa essa percepção. E a doutrina espírita, ela pode nos auxiliar com muita propriedade nesse sentido, tá? Seguinte. E aí, eh, a gente tem percebido que muitas vezes a gente, eh, demanda um esforço muito grande para tentar superar alguns desafios que muitas vezes esses desafios são mais externos do que aqueles que a gente tem dentro de nós. E aí a gente resolve alguns pontos eh como superação de variar eh conquistas materiais e ao final dessas conquistas o vazio ele não desaparece, ele continua lá. E para que a gente possa buscar esse essa conquista interior, é imprecisível que nós possamos nos aproximar da lei divina. E a gente sabe que o espírito ele é a soma das experiências, das várias encarnações. O que não foi realizado em algum momento, que não foi aprendido, que não foi colocado em prática na sua devida posição, a gente vai transferindo para situações posteriores. E aí o que é que pode vir a acontecer é que existe uma somatória do que não foi feito, que é a somatória que a gente precisa fazer atualmente. E quando essas somas se encontram, às vezes a gente não sabe como o proceder e ao e aí o conflito ele se torna bem mais bem mais eh intenso, né? Então, é indispensável que o ser humano acorde para conhecer-se a si mesmo e modificar as estruturas íntimas. Mas como é que eu vou mudar a estrutura

ito ele se torna bem mais bem mais eh intenso, né? Então, é indispensável que o ser humano acorde para conhecer-se a si mesmo e modificar as estruturas íntimas. Mas como é que eu vou mudar a estrutura íntima se eu não conheço eh o caminho, a maneira pela qual eu devo tratar essa situação? chega a doutrina espírita, nos mostra que através do conhecimento, através da caridade, através do autoconhecer, você pode atingir momentos de grande mudança, mas para isso é necessário o desejar profundo e fazer as suas ações, certo? Seguinte, então o que a gente percebe é que quando a gente chega aqui no planeta Terra, vindo do plano espiritual, a gente não pode eh ficar em um processo estagn estagnal a nossa nosso entendimento. A gente precisa tá em movimento, porque o espírito ele precisa desse processo. tem que sair do primarismo para não para conciliar a sua o seu entendimento da lei divina e poder eh se libertar dessas amarras que ainda o deixa com tantos problemas e que esses problemas acabam impactando não só com o seu individualizado, mas gerando conflito com os seus semelhantes. Então, em em o benefício do espírito, é importante que nós façamos a conquista da ética, da saúde, as a que possamos entender os transtornos pelas quais a gente, na maioria das vezes, ou na tua ou na sua totalidade somos nós os responsáveis. E o caminho que nós podemos ter como seguro são exatamente as evangelho de Jesus. e nos diz que quando a gente acender uma candeia, que nós possamos colocar ela bem alta para iluminar todo o o ambiente e não colocar essa candeia debaixo da mesa, debaixo do sofá, da cama, porque dessa forma a gente não faz brilhar a nossa luz e muito menos a nossa luz vai poder auxiliar ou contribuir para os brilhos dos nossos semelhantes. Então, a gente tem dois, duas forças que são antagônicas. Tem uma força que nos impele a ficar estacionado ou até mesmo regredir eh no que diz respeito ao entendimento da lei divina. E outra força que está sempre tentando nos auxiliar para dar um passo a mais na

uma força que nos impele a ficar estacionado ou até mesmo regredir eh no que diz respeito ao entendimento da lei divina. E outra força que está sempre tentando nos auxiliar para dar um passo a mais na nossa senda divina. E aí você pode perguntar qual delas deve prevalecer? Aquela que você alimentar, aquela que você nutri, aquela que você vai dar o alimento. Se você alimenta aquela que te conduz a um caminho diferente da lei divina, vai aparecer os conflitos, as obsessões coletivas. E quando você alimenta aquela que te contribui para o teu benefício, para o teu bem-estar, para o autoconhecimento moral e intelectual, se você alimentá-la, ela com certeza te conduzirá ao caminho da luz. Próximo. E aí a gente tem que levar em consideração que ao lado dos conflitos humanos encontra-se uma psicopatologia a base mais grave. nem sempre considerado pelas eh doutrinas encarregadas da área da saúde, porque não existe a morte. A gente sabe, né? Ontem mesmo a gente tava falando sobre esse detalhe da morte e a gente sabe que eh o conflito gerado, ele não fica aqui no planeta, ele nos acompanha. E isso é preciso que a gente entenda para mudar exatamente esse campo vibratório aonde nós estamos aqui, não para conflitar com os nossos semelhantes, mas nos ajudarmos como Cristo mesmo eh argumentou para cada um de nós, né? que não façamos aos nossos semelhantes aquilo que nós não gostaríamos que fosse feito conosco. Então, existem dois mundos na Terra como nos outros lugares, o material e o espiritual. Ou seja, só existe uma realidade que se apresenta sobre esses dois aspectos. a que se condensa em organização material que ele é precedente. Desse modo, as duas expressões confundem-se intercâmbio vibratório perfeitamente compreensível, sofrendo os efeitos uma da outra. Ou seja, eh, uma pergunta do livro dos espíritos nos nos é feitos espíritos que pode nos influenciar no na nossa existência? E a resposta é sim, a tal ponto que são eles que nos dirigem. Então, é importante estarmos sempre atento com a lua muito intensa,

os é feitos espíritos que pode nos influenciar no na nossa existência? E a resposta é sim, a tal ponto que são eles que nos dirigem. Então, é importante estarmos sempre atento com a lua muito intensa, muito eh objetiva para que a gente tenha essa possibilidade de identificar problemas que muit das vezes podem estar sendo eh estarmos sendo influenciados e cometemos alguns delíos que vão gerar conflitos, mas isso não exenta a nós a responsabilidade diante dessa situação. Por mais influenciados que estejamos, a responsabilidade de trocar a sintonia é nossa. Se nós nos deixamos influenciar e nos tornamos satisfeitos com essa influência negativa, ela pode nos tornar eh pode nos colocar em situações delicadas, assim também como o verdadeiro eh como o contrário é verdadeiro. Se deixarmos influenciarmos positivamente, o beneficiário maior somos nós. Seguinte, então, como o processo de evolução é todo feito de valores éticos superiores, as ações mentem dignas constitu carga pesada a liberada durante a nossa jornada espiritual. o que nós não pudermos resolver nesse momento aqui, e aí a gente estava falando agora a pouco, a gente vai passar para momentos seguintes, aonde provavelmente a situação para recomeçar, ela vai precisar de mais energia e muit das vezes a gente acaba não tendo forças suficientes para promover a transformação. E acontece que as obsessões estão bem abordadas aí pelo Wilson, né, vão se perpetuar não só na individualidade do ser, mas na coletividade. Então, essas obsessões, elas são o resultado da nossa maior conduta e vivenciada do perdão não concedido por aqueles que forem transformado em vítima da irresponsabilidade e da prepotência dos incensados, gerando lamentáveis transtornos que assola a comunidade terrestre. nós não queramos nesse momento eh permanecer nessa situação, porque esse momento em que nós estemos eh vivenciando, já está sendo feito uma, vamos dizer assim, uma seleção. Onde aquelas pessoas que já não comportam o seu equilíbrio emocional, espiritual com

ão, porque esse momento em que nós estemos eh vivenciando, já está sendo feito uma, vamos dizer assim, uma seleção. Onde aquelas pessoas que já não comportam o seu equilíbrio emocional, espiritual com o planeta. Essas pessoas já estão sendo conduzidas a a mundos, né, aonde eles vão reaprender eh através do seu esforço, da sua dedicação, aquilo que não foi aprendido agora, né? Então vamos, nesse momento de transição, vamos trabalhar pelo nosso progresso para que possamos pelo menos permanecer na terra e usufruirmos pelo nosso trabalho, pelas nossas ações, por tudo aquilo que estamos fazendo das benças que este planeta nessa transição nova vai estar nos concedendo. Isso depende única e exclusivamente de nós, até mesmo porque a nossa próxima encarnação, ela já está sendo construída agora. Nós já estamos com ela numa boa parte já estabelecida. Então, se nós estamos com esse conhecimento, vamos utilizar esse conhecimento para que ele trabalhe nosso benefício, tá? O seguinte, por favor. Então, raras são as pessoas eh que não esteja vigiada, principalmente aquele a em que a mediunidade ela se torna mais ostensiva. E a gente sabe que quando nós estamos com os nossos semelhantes que não querem o nosso progresso espiritual e a gente demanda um esforço muito intenso para a mudança do nosso comportamento, duas coisas podem acontecer. Primeiro é aqueles que estão juntos conosco, ou eles vão procurar pessoas diferentes para que eles possam se aproximar ou eles vão mudar o seu comportamento de acordo com aquilo que nós estamos promovendo, tá? O seguinte, a gente sabe muito bem que a vampiriação das energias, elas dão lugares a muitas enfermidades de alta complexidade e que muuit das vezes a própria medicina elas não conseguem identificar essa situação. E aí a gente vai convivendo com essa com esse desajuste de uma forma tal que a gente praticamente fica em uma sibiose, a gente se alimenta dessas situações e a gente sabe muito bem que quando isso acontece, ela pode tomar proporções de

a com esse desajuste de uma forma tal que a gente praticamente fica em uma sibiose, a gente se alimenta dessas situações e a gente sabe muito bem que quando isso acontece, ela pode tomar proporções de eh, vamos dizer assim, envolver pessoas de muito muitas eh cidades de muitos países, tornando-se assim obsessões coletivas. E isso a gente tem como exemplo, né, ao tempo do Cristo, que as obsessões coletivas elas tomaram conta de Israel, provocando o Senhor e apresentando a grande chaga moral da sociedade daqui dente ambicial. Então, a gente percebe que se a gente quer eh ter próximo a nós escritos que possam nos auxiliar, esse essa situação, ela será eh realizada com a nossa participação. E aquilo que nós estamos fazendo hoje realmente é aquilo que nós somos. E se nós agimos de maneira que não corresponde ao equilíbrio da lei divina, a gente tem que fazer esse retorno. E você só consegue retornar, né, fazendo essa parada, renovando as suas ideias, se você conhecer. E a doutrina espírita não chega no momento exatamente para que a gente dê um passe maior nossa na nossa cenda de crescimento espiritual. o seguinte, e aí só tem um caminho, a renovação. Não temos outro caminho para dificultar ou ou acabar de vez com os transtornos psicológicos e obsessivos. Então, o nosso renovar, a nossa busca incessante do conhecimento, a nossa busca incessante com o criador, a aproximação desse ser divino que somos nós, com o ser criador que nos criou, é fundamental para que essa lei nos ajude a caminhar com mais propriedade. Agora, é preciso desejar profundo e à vontade indiscutível nas nossas ações. Sem isso, a gente não vai atingir os nossos adjetivos, porque se conhece o verdadeiro espírita pelo esforço que ele faz para tomar as mãos que nós temos. Então, oi. Oi. Falou. Oi. Posso continuar? Oi. Tá ouvindo alguém? Tá tranquilo bem. Desculpe o seu tempo. Pronto. Eu queria só utilizar só o slide seguinte para finalizar. OK. OK. Acho que eu falei demais, né? Eu queria utilizar só o slide seguinte, só para

alguém? Tá tranquilo bem. Desculpe o seu tempo. Pronto. Eu queria só utilizar só o slide seguinte para finalizar. OK. OK. Acho que eu falei demais, né? Eu queria utilizar só o slide seguinte, só para deixar finalizado, é que o seguinte, eh, felizmente o espiritismo chegou no momento anunciado pelo México para repetir-lhes as lições, para trazer informações novas e esclare esclarecer as ocorrências espirituais que se demorava de moradas, né, e ampliando a elenco do conhecimento em torno da vida além da vida. Então, que a paz do Cristo esteja conosco. Que assim seja. Obrigado, Júlio, pela sua belíssima explanação, material belíssimo. Mas vamos agora dar início à nossa roda de conversa com você, com Wilson e com a nossa querida Maria N. Nós temos aqui bastante perguntas e eu vou fazer o drenar algumas devido o nosso horário. Temos aqui uma pergunta para o nosso querido Wilson que disse o seguinte: "Em qual momento a prática mediúnica se consolida em edificação moral?" Eh, nós, os espíritos imortais reencarnados, chegaremos a entender que tudo e todos os instrumentos que temos à mão devem trabalhar para a nossa edificação moral. Todos tudo é meio para que a gente se aprimore moralmente, absolutamente tudo. Quando é que a prática mediúnica será percebida como um desses mecanismos? Primeiro, quando a gente descobrir a possibilidade mediúnica, o homem temporário ainda não descobriu a possibilidade de ser meio entre duas faixas de frequência e é frequentemente instrumento para estes dois mundos, sem que o saiba. e logo não sabendo, apõe a disposição da sorte de todo tipo de propósito. A gente ainda confunde os fins com os meios. O fim a que nós estamos encarnados é a edificação moral. Tudo o mais deve trabalhar para inclusive esta possibilidade de intercâmbio com o mundo invisível, absolutamente tudo. Então, esta resposta e esta consolidação passam pelo conhecimento da possibilidade e pelo conhecimento de que somos espíritos imortais e que todos os instrumentos devem ou deveriam servir

amente tudo. Então, esta resposta e esta consolidação passam pelo conhecimento da possibilidade e pelo conhecimento de que somos espíritos imortais e que todos os instrumentos devem ou deveriam servir para nos aprimorar enquanto espíritos imortais. Esse é um processo longo porque ele não se limita às salas mediúnicas. A faculdade mediúnica não é exclusiva de salas fechadas à meia luz. Ela é possibilidade do espírito imortal, seja no ambiente de preparo da alimentação do lar, seja nos gabinetes que se projetam as grandes estruturas de progresso da humanidade. Em todos estes ambientes, a disposição do intercâmbio está presente porque ela é faculdade do espírito, da alma, que ainda não descobriu que tudo precisa trabalhar para o aprimoramento de si próprio, para a edificação, para o crescimento espiritual. OK. Obrigado, Júlio. Amélia trazer mais um comentário sobre essa pergunta. É isso mesmo. Muito bem. Pode lamar. Eh, eu podia acrescentar ou fazer uma outra abordagem que eh o Wilson coloca muito bem, né? Está em todo todos os os momentos até mesmo fora da da sala mediúnica. Agora, especificamente na sala mediúnica, eh os processos de comunicação com mundo espiritual nos dá o privilégio de comprovar de novo, de novo e de novo a imortalidade da alma. E qual a consequência disso? O que que a gente faz com isso, né? Como é que eu lido com isso? E uma outra coisa também nos comprova, nos mostra as leis de causa efeito com muita clareza. Então, nós deveríamos, o Wilson coloca muito bem, aproveitar as oportunidades para eh analisar o nosso próprio comportamento, né? Olha, se eu fizer isso, será que eu vou fazer igual aquele que ficou daquela forma, né? Então são questões que podem ter consequências morais muito fortes se nós aproveitarmos, né? A imortalidade da alma me diz o seguinte: eu eu tenho que ver como é que eu vivo agora para ver o que que vai ser depois. Então a mediunidade é uma bênção imensa, mas a gente precisa saber aproveitar. Obrigada, Dilamar. Obrigada Nega. Obrigada Júlio. Obrigado,

r como é que eu vivo agora para ver o que que vai ser depois. Então a mediunidade é uma bênção imensa, mas a gente precisa saber aproveitar. Obrigada, Dilamar. Obrigada Nega. Obrigada Júlio. Obrigado, Wilson. Nós temos uma pergunta aqui que é feita e direcionado para meu amigo Júlio, embora ela tá ainda dentro, não tá no contexto do nosso assunto que foi obsessão, mas creio que a amiga que fez a pergunta deve estar com uma dúvida e com esse momento é o momento de dúvida, gostaria de um de vocês dois comentassem. Então, a seguinte pergunta: eh, o médium pode ser dialogador quando o dialogador não estiver preparado? É o ideal, o ideal é que o médium, né, o médiumidade extensiva, ele não possa ser dialogador, mas em determinadas situações onde o dirigente ou dialogador estão a ele pode eh nesses momentos de exceção poder realizar essa atividade, mas aí vai depender muito, muito mesmo da sua capacidade. idade de equilíbrio, né, do seu conhecimento, da mediunidade, eh porque invariavelmente ele vai eh evitar toda qualquer manifestação medía através dele, mas ele pode utilizar sua medidade para auxiliar aquele a quem ele está falando, mas o ideal é que o médio ostens não seja o elogador, certo? Amélia Wilson, mais um complemento, Wilson. Ótimo. Não, OK. Obrigada, Júlio. Uma pergunta aqui direcionada para o meu amigo e a pessoa que faz questão e responde. Como a condição moral e psicológica do médium influenciada por um quadro obsessivo pode distorcer a finalidade edificante do trabalho mediúnico nas comunicações espirituais? Eh, a condição psicológica, moral do médium é o gatilho para a obsessão, porque a obsessão tem raízes no obsedado. Ela se se fundamenta na minha condição moral, é lá onde ela encontra suas raízes. Não é, por exemplo, o uso da faculdade mediúnica quem me obsedia. São as minhas disposições morais que me ligam, que me ligam aos meus algozes, na verdade, aos meus amores temporariamente transformados em algzes. Então, é o meu comportamento que é o plug, são as minhas

as minhas disposições morais que me ligam, que me ligam aos meus algozes, na verdade, aos meus amores temporariamente transformados em algzes. Então, é o meu comportamento que é o plug, são as minhas escolhas que me vinculam aos meus parceiros, aos meus afins, sejam pelas ações nobilitantes do passado, sejam pelas construções danosas do presente e do passado. Então, quando eu não me preocupo com o meu comportamento, quando eu não cuido das minhas atitudes, eu faço o que Manuel Filomeno de Miranda chama de construção de plugs obsessivos. Então, essa condição ou falta dela moral é por onde o processo se conecta. Obsessão é casamento. É o casamento das más influências com as más tendências. Não há obsessão sem esse casamento. E eu digo isso com tristeza. Eu não digo isso com alegria, porque seria bom que fosse o contrário, porque seria ótimo, seria excelente que a obsessão fosse coisa de gente ruim perseguindo gente boa. Olha que versão maravilhosa. Os bons sendo perseguidos pelos maus. Já sabemos que isso não funciona desta maneira. Então, como é que eu trato a obsessão? Me cuidando. Como é que eu cuido da minha disposição? mediúnica para pô-la a funcionamento do bem, me tratando moralmente, me educando, cuidando de mim, eu desconecto os plugs, eu trago o espírito afim para junto, para que nós possamos crescer, evoluir, se aprimorar. Então, acho que acho que é nesse particular do meu comportamento, das minhas escolhas, das minhas atitudes que eu cuido, que eu quando ajo mal, quando as minhas atitudes vão mal, eu favoreço o obstáculo. Porque a obsessão aqui tá sendo tratada como um obstáculo, um obstáculo a produção de mediunidade edificante. Quando eu não trato, quando eu não cuido, quando eu não me melhoro, eu trago o hospedeiro para o processo de intercâmbio, eu renovo os votos e é óbvio que este duto chamado mediunidade ficará obliterado nem sempre por corações que querem o bem no processo, ainda que temporáriamente OK, Júlio, Maria Amélia, não, acho que a próxima pergunta vai

óbvio que este duto chamado mediunidade ficará obliterado nem sempre por corações que querem o bem no processo, ainda que temporáriamente OK, Júlio, Maria Amélia, não, acho que a próxima pergunta vai complementar. É, mas Júlio, fica à vontade. A gente sabe muito bem que todo e qualquer processo obsessivo, ele tem a sua origem na parte moral. Eh, não existe outro caminho para que você evite esse conflito, essa obsessão que não seja o seu trabalho edificante, né? que como o próprio eh Améia falou agora a pouco, lá na reunião mediúntica, os espíritos estão nos falando assim: "Você quer ficar aqui no meu lugar também? Você tá vendo a minha condição atual? É isso que você quer para?" Então, se a gente observar que quando vamos a uma reunião mediânica, muitas das vezes a gente acaba escutando que eu vou à reunião mediênica para fazer caridade, mas na verdade a caridade quem mais recebe somos nós. Porque através daquele trabalho você muda a sua percepção de como você deve se comportar, não só se comportar, mas agir, né? Então, seria só essa observação que eu gostaria de fazer. OK. A próxima pergunta diz respeito tanto ao assunto do Júlio como do Wilson. E aí você escolhe quem vai responder primeiro. Pode um obsediado participar de reunião mediúna? Pode, claro que pode. E eu diria mais participa e infelizmente ainda participam muito e talvez por muito tempo ainda nós participaremos, mas não devia, não devia, não devia, porque na verdade os obsediados participam de tudo, porque nós somos ainda presos aos nossos passados. A gente poderia dizer assim: "Pode um obsediado dar aula de português?" Não devia, né? Não devia. Pode um obsediado participar de live no quarto encontro espírita regional nordeste? Pode, mas não devia. Porque também, por outro lado, a gente não pode abandonar os obsidiados à falta de servir. Observe esse primeiro ângulo. Este primeiro e somente ângulo. Gente não pode abandonar os obsediados à falta de servir, taxando-os como outrora perseguidos pelo demônio sem cura.

os à falta de servir. Observe esse primeiro ângulo. Este primeiro e somente ângulo. Gente não pode abandonar os obsediados à falta de servir, taxando-os como outrora perseguidos pelo demônio sem cura. Não, evidentemente que para a prática mediúnica ideal fosse que a gente tratasse os obstáculos da ponte. Façamos um análogo mecânico que é falho naturalmente, mas que nos ajuda a compreender. Pense numa na mediunidade como uma ponte entre duas cidades, entre duas margens, entre as margens de um rio. A mediunidade é ponte. Os transeúntes, os pedestres que passam de um lado a outro pela ponte são as mensagens. é o que precisa fluir, passar entre a ponte, entre a mediunidade. Agora ponha na ponte um caminhão atravessado. Dá para passar pedestre? Dá. Passa, né? Com sufoco e com medo. Por quê? Porque tem um caminão atravessado na ponte e ponte é lá local de caminhão ficar atravessado. Então a gente pode olhar pro caminhão como a obsessão, a ponte como médium, os pedestres como a mensagem. É melhor passar numa ponte com um caminhão atravessado ou sem caminhão nenhum? Eu acho e acredito que todos concordarão comigo que é melhor passar pela ponte sem caminhão atravessado. Então, se tu que me ouves é ponte igual a mim mesmo e tem caminhão atravessado nela, vamos tirar esse caminhão daí. Vamos tirar esse caminão daí para que os transeuntes passem, para que as mensagens passem, sejam aquelas que convidam criaturas chorosas a levantarem-se. Sejam aquelas que impulsionam as que já estão de pé a transformarem teoria em prática. Vamos tirar esse caminhão daí. Vamos cuidar da nossa obsessão. Então, por enquanto, enquanto o caminhão tá na minha ponte, eu não deveria participar em particular de reunião mediúnica. Eu não deveria. Por quê? Porque eu posso colocar as minhas possibilidades de intercâmbio numa condição de risco gravíssimo, de risco gravíssimo para quem utiliza a ponte e para quem se beneficia dela. E a mediunidade não pode ser posta sobre o risco e o fruto dela ainda mais precisa

âmbio numa condição de risco gravíssimo, de risco gravíssimo para quem utiliza a ponte e para quem se beneficia dela. E a mediunidade não pode ser posta sobre o risco e o fruto dela ainda mais precisa ser cuidado e preservado, porque ela servirá para comprovar a imortalidade, para cuidar de criaturas necessitadas e de nós mesmos as pontes. Obrigada, Júlio. eh, muito bem abordada em pelo isso. Eh, se eh em algum momento deixássemos de termas reuniões mediúnicas, eh, pessoas que estão ainda veiculada alguma processo obsessivo, com certeza não teria mais reuniões mediúnticas, né? Mas é isso mesmo aí que isso falou, né? a necessidade de aprendizado. Agora, é importante que mesmo esse eh médium que por alguma infância está passando possa também refletir sobre aquilo que ele está produzindo, porque assim ele vai ter mais possibilidades de vigiar eh o seu dia a dia e trabalhar pelo seu progresso espiritual, já que a mediunidade ela é uma ponte, né, que nos conduz com maior rapidez a plano superior. né? Eu eu podia fazer só uma observação, de Lamar, eh no grupo mediúnico, quando a gente nota que alguém tem sintomas de eh de obsessão, né, como diz o Wilson, a gente não pode abandonar a pessoa, né? Esse é o que eu ve, esse é um risco que eu vejo. Não, todos precisam ser cuidados, né? Todos. Porque uma hora a gente pode estar naquele lugar, né? E o grupo mediúnico é um lugar onde as pessoas vão identificar com mais facilidade se esse problema tá acontecendo ou não e direcionar a pessoa pro cuidado certo, né, pro tratamento, pro aconselhamento, paraa conversa. Então, o grupo mediúnico também deve servir como um grupo de acolhimento aos seus membros que eventualmente estejam passando por esse tipo de coisa. É bem bem observado. Não devemos abandonar porque não toda hora, uma hora a gente pode estar no mesmo local, né? Na mesma situação. A Maria José, mas se o médio estiver em tratamento espiritual, ele pode participar da reunião mediúnica? Mesmo assim? Depende, né? Depende, depende da

pode estar no mesmo local, né? Na mesma situação. A Maria José, mas se o médio estiver em tratamento espiritual, ele pode participar da reunião mediúnica? Mesmo assim? Depende, né? Depende, depende da situação do médium, né? Se aí aí tem que ser avaliado junto com o coordenador da reunião, né? Como já foi falado aqui, existem vários graus de obsessão. A priori, né? Todos nós somos assediados todos os dias pelos nossos amigos do passado, digamos assim. Agora, se esse assédio é de tal forma que atrapalha, né, o nosso raciocínio, atrapalha o nosso comportamento e nós somos enviados a um tratamento e o nosso comportamento, nossa clareza de 10 está realmente comprometida, então não. Então primeiro faz o tratamento, né, depois volta. Se a gente tá no exercício de uma função profissional e se você fica doente, bom, se você pega uma gripezinha, você continua trabalhando. Agora, se você pega uma pneumonia, você não vai trabalhar, então você precisa se recuperar. Então, o raciocínio é o mesmo, é análogo, vai depender de qual é a situação desse médium, né? se ele já tá em condições ou não, se ele já tá melhor ou não. Eh, Audilamar, me permitam um comentário que a gente precisa ter carinho e que Allan Kardec chame atenção e o livro dos médunos no item 237, no capítulo 23, eh, o capítulo que trata da obsessão. É, veja, nem a gente ser enganado não é ser obsediado. Você pode ser enganado sem estar obsediado, porque a obsessão é a ação, é a tenacidade de um espírito, de uma mente em ação sobre o medianeiro. Essa tenacidade precisa de frequência, de constância, porque ser enganado, infelizmente, dado o degrau evolutivo que estagiamos, é muito comum e frequente. tanto esteja o enganador no mundo espiritual ou no mundo temporário. Então, a gente precisa ter cuidado porque às vezes a gente é enganado e acha que já está obsidiado. Calma, não tenha pressa para ser obsidiado, pelo amor de Deus. Então, a gente precisa verificar o tempo, estes efeitos ao longo do tempo para ver a ação sobre eles. E ademais,

a que já está obsidiado. Calma, não tenha pressa para ser obsidiado, pelo amor de Deus. Então, a gente precisa verificar o tempo, estes efeitos ao longo do tempo para ver a ação sobre eles. E ademais, amigos queridos, a em todos os quadrantes da casa espírita há lugar para trabalhadores. Então, há aqui locais excelentes para tratar obsidiados que podem estar em tratamento e continuar trabalhando, por exemplo, nos cuidados de limpeza da casa. Nossa, não tem lugar melhor. Eu tratei uma obsessão assim, tratando dos cuidados de limpeza da casa. É que quando a gente chega na casa espírita, infelizmente, a gente só quer trabalhar com desencarnado, já percebeu? Mas e os cuidados da matéria orgânica que ali se encontra? As contas para pagar são médiuns que pagam. A contabilidade para fazer são médiuns do departamento financeiro que fazem a limpeza. ajudar o estacionamento dos carros. Então, a todos os quadrantes é lugar para desenvolvimento e educação da faculdade mediúnica. Se tu não tás se sentindo temporariamente bem, se preferes buscar um atendimento fraterno, um atendimento espiritual, porque já identificas que o engano tá tenaz, tá constante, tá corriqueiro, tá semanal. às vezes diário, busca uma tarefa onde o esforço físico desconecta a mente, onde a DDP da mente baixa e a ação motora te convida a servir, porque tu desconecta o hospedeiro, nem sempre amigável, pelo dispositivo mais eficaz contra a obsessão que Allan Kardec indica, a paciência. Quem tem um grão de paciência para se prevenir de obsessão? Eu não tenho. Tá bom. Obrigada. Júlio Maria Amélia. Temos só pequenos minutos devido ao nosso horário. Bom, meus amigos, devido o nosso horário, temos muitas perguntas maravilhosas aqui no chat. gostaria de fazer todas e aí passaremos a tarde toda eh respondendo as perguntas de todos vocês. Eh, na verdade temos mais uma pergunta e faltando 3 minutos. Alguém responde em 3 minutos o Júlio que a pergunta diz respeito a você. É uma pena não fazer a pergunta da querida Gcira.

de todos vocês. Eh, na verdade temos mais uma pergunta e faltando 3 minutos. Alguém responde em 3 minutos o Júlio que a pergunta diz respeito a você. É uma pena não fazer a pergunta da querida Gcira. Então, uma zona de conforto é um caminho para obsessão. Devemos estar em zona de conflito para crescer. Ju é para você. Você pode repetir a pergunta, por favor? Ah, sim. Então, uma zona de conforto é um caminho para obsessão, uma pergunta. Devemos estar em zona de conflito para crescer? Outra pergunta. Eh, a gente sabe muito bem que a água estagnada, ela vai gerar cloriferação de alguns sobre eh de algumas eh vamos dizer assim, bactérias, algumas vírus que podem prejudicar teor daquela. Então, a estagnação não só no nosso crescimento espiritual, mas qualquer situação da nossa existência, seja ela física, seja ela profissional, seja ela espiritual, não é o ideal, porque a a vida ela requer movimento, ela quer requer aprendizado. nós fomos criados para eh estarmos eh plenamente em movimento. E esse movimento requer esforço e o esforço dá trabalho. E muit das vezes a gente é preguiçoso, né? A maioria das nossas atitudes refletem isso. Então a água, quanto mais parada, mais ruim ela vai se tornar. Então, o ideal é jamais deixarmos de nos movimentarmos moral e intelectualmente. E, eh, com relação à segunda pergunta em relação eh ao conflito, é preciso a gente estar em movimento, é preciso a gente estar em situações para evitar os conflitos? Eh, se eu se eu não me engano, a pergunta foi mais ou menos nesse sentido, né? É importante que estejamos sempre atentos às orientações da doutrina espírita, as orientações do Cristo, as orientações daqueles que vieram entre nós e que nos trouxeram de informações que nos eh que contribuem para eh a reformulação moral do ser como todos. Então, nós jamais como seres podemos permanecer separados. A gente tem que nos movimentar. Porque o movimento é quando nós nos movimentamos a gente aprendendo. E quando a gente aprende a gente sobe um legal a mais na nossa

seres podemos permanecer separados. A gente tem que nos movimentar. Porque o movimento é quando nós nos movimentamos a gente aprendendo. E quando a gente aprende a gente sobe um legal a mais na nossa escala. Agora, esse aprendizado, ele tem que ser colocado eh como uma um passe como uma escada que vai me transportar para o degrau de c, tá? Então seria essa a observação. Obrigado, Júlio. Muito obrigado a todos. Judilson, Maria Amélia, pela nossa participação, pela explanação maravilhosa, as dúvidas tiradas dos nossos internautas. E agora pedimos que o Júlio, Maria Helena fizesse as suas considerações para que a gente pudesse continuar com o nosso segundo bloco. Em breve Wilson, suas considerações. Deixa eu abrir aqui. É bem bem breve, tá todo mundo assim. Obrigada aos internautas. Solhe, aproveitem a oportunidade, né? Façam as perguntas. Eh, Júlio e Wilson, obrigada pelas explanações, foram muito boas, muito esclarecedoras. É isso e bom restinho de encontro para todos. que eu gostaria de enfatizar é que se a gente ter possibilidade de crescimento, o único caminho que nós podemos traçar é o nosso esforço próprio aprendizado e utilizar esse conhecimento para a melhoria do nosso ser. que sejamos hoje melhores do que antes e amanhã que sejamos melhores do que hoje. E o caminho é o evangelho de Cristo. É isso. Bom, só nos resta agradecer a todos, ao pessoal que participou, que acompanhou a live, que opinou, que fez comentários, mas em particular aos companheiros que estão aqui comigo na tela, né, ao Dilamar, a Mélia, a Júlio. Mas eu queria agradecer em particular a dois grupos de invisíveis, aos que preparam a técnica, aos que preparam os roteiros, ao que trabalham nos bastidores. Estes são invisíveis pra maioria do público. Então eu queria agradecer em particular eles e aos invisíveis, mais invisíveis para a maioria, que são os benfeitores espirituais que nos sustentam na tarefa do bem. Muito obrigado, amigos. Obrigada. Obrigada a todos e muita paz. Bom, meus amigos, eh terminamos a nosso

nvisíveis para a maioria, que são os benfeitores espirituais que nos sustentam na tarefa do bem. Muito obrigado, amigos. Obrigada. Obrigada a todos e muita paz. Bom, meus amigos, eh terminamos a nosso primeiro bloco da tarde de hoje. Iniciaremos o nosso segundo bloco que vamos chamar a nossa querida Carmelita Bueno, coordenadora da mediunidade da Federação Espírita Piz. Carmelita, é com você o segundo bloco da parte. Muita paz para você. Ótimo. Muito obrigada ao Vilamar querida. Obrigado, né, a todos os internautas que ainda estão aqui conosco acompanhando esse encontro, que tá com uma discussão aprofundada para nós trabalhadores de reunião mediúnica, principalmente. E vamos continuar aqui com o segundo bloco, eh, aonde nós temos ainda dois eh, temas muito importante. O primeiro tema, para o primeiro tema, nós vamos chamar o nosso companheiro Assis Pereira, que é do Rio Grande do Norte, da Federativa do Rio Grande do Norte. O Assis já está pronto. Pronto. Olá, Assis. Olá, Carmelita. Tudo em paz? Boa tarde. Tudo bom? Estamos aqui nos deliciando com tanta reflexão tão importante. Pois é, é uma satisfação estar com vocês nessa tarde também. nosso abraço a ao Dilamar e todos os que nos antecederam trazendo grandes contribuições para nossas reflexões. É uma alegria estar com vocês. Exatamente. Nossa também tá te recebendo aqui, Assis. E você vem então vai nos falar sobre a evangelização dos espíritos na reunião mediúnica, né? o valor do evangelho durante as reuniões mediúnicas para o auxílio dos espíritos que estão necessitados em sofrimento. Tema maravilhoso. Assim que você seja inspirado e nos faça aprender mais ainda no dia de hoje. Boa sorte. Obrigado, minha querida. Vamos iniciar então as nossas reflexões cumprimentando todos os nossos queridos irmãos que integram a área da mediunidade do do Nordeste e é uma satisfação estar com todos vocês. Nosso agradecimento por esses momentos tão importantes. Eu me chamo Assis Pereira, não é? Sou um senhor de mais de mais de 72 anos, calvo, cabelos grisalhos, né?

uma satisfação estar com todos vocês. Nosso agradecimento por esses momentos tão importantes. Eu me chamo Assis Pereira, não é? Sou um senhor de mais de mais de 72 anos, calvo, cabelos grisalhos, né? nesta reencarnação, a pele clara, né? Eh, estou usando uma camisa branca. Por trás de mim tem uma estante com muitos livros para estuda. Então, queridos irmãos e amigos, é uma alegria, como dissemos, estar com todos vocês nessa oportunidade para refletir em torno desse tema, a evangelização de espíritos nas reuniões mediúnicas. E como nós estamos nos 160 anos da obra O céu e o inferno de Allan Kardec, nós lembramos lá no capítulo sétimo da primeira parte, o item 19, quando o codificador nos diz que desde que se manifestam os primeiros vislumbres de arrependimento, Deus faz entrever a esperança, ou seja, uma relação direta com a questão do arrependimento. Ser tocado pela bênção do arrependimento abre as portas da esperança que nunca é negada ao espírito que deseja de fato melhorar a sua condição. Também lembramos o próprio Kardec ainda no céu e inferno, quando ele diz que nem há espírito incapaz de nunca progredir. Ou seja, todos os espíritos progridem. E nós que lidamos com as reuniões mediúnicas, nós temos que ter essa essa compreensão muito definida. Os espíritos progredem temporariamente, estão numa situação de sofrimento, de desespero, mas todos os espíritos evoluímos. O Espírito São Luís, ainda no livro O céu e o inferno, lá já no final da obra, na sua segunda parte, ele diz que no encarnado, como no desencarnado, é sobre a alma, é sobre o sentimento que se faz misté atuar. Essa afirmativa sempre nos chama atenção nas nossas reuniões mediúnicas, nos diálogos que estabelecemos com os espíritos, porque de fato, aliando as orientações, nós temos a base do sentimento que nos proporciona essa interação mais feliz com os espíritos em aflição. Então, perceber que todo e qualquer ato nosso, ele deve visar o aperfeiçoamento do espírito, esteja ele encarnado ou desencarnado. E a evangelização,

interação mais feliz com os espíritos em aflição. Então, perceber que todo e qualquer ato nosso, ele deve visar o aperfeiçoamento do espírito, esteja ele encarnado ou desencarnado. E a evangelização, queridos irmãos, nós entendemos que é esse esforço nosso, primeiramente, do dialogador, da equipe mediúnica, em se autorrenovar, em buscar os ensinamentos de Jesus, para que esses ensinos repercutam também nessa convivência com os nossos irmãos espirituais. Nós estudamos na doutrina espírita os ensinos morais do Cristo à luz dos princípios doutrinários. E já entendemos que o Evangelho, de fato, é serviço redentor para todos nós. É Jesus voltando aos nossos corações, fazendo luz em nossos espíritos. Por isso é muito importante dentro desse caminho da evangelização, tanto do encarnado como do desencarnado, que nós possamos buscar sempre as lições de Jesus. Essas lições que são palavras de vida eterna, que vão nos ajudando nos diálogos que estabelecemos com os nossos irmãos espirituais. Jesus é o exemplo maior de dialogador com os espíritos. Nos Evangelhos, nós encontramos Jesus dialogando com os sofredores, encarnados e desencarnados. E Allan Kardec, o codificador da doutrina espírita, é o que nós chamamos um excelente dialogador. Quando nós vamos estudando em especial toda a codificação, a revista espírita, eh, os diálogos que que Allan Kardec estabelece com os espíritos das mais diversas condições, em especial os espíritos em aflição, nós percebemos o tato psicológico do codificador, unindo, né, as convicções, a palavra edificante com o raciocínio, com o sentimento, com a compaixão, com a lógica. Nas reuniões mediúnicas, portanto, meus queridos irmãos, nós acolhemos espíritos mergulhados na dor, na revolta, na angústia, na ignorância, na alienação, na desorientação e até muitas vezes na total inconsciência de si mesmos. Muitos não conseguem nem se expressar e nós vamos agindo através da oração. agindo através da vibração amiga, envolvendo a entidade no nosso carinho,

muitas vezes na total inconsciência de si mesmos. Muitos não conseguem nem se expressar e nós vamos agindo através da oração. agindo através da vibração amiga, envolvendo a entidade no nosso carinho, no nosso respeito, como os próprios espíritos dizem, percebendo em cada um daqueles que vem ter conosco como um familiar muito querido que está aguardando também a nossa atenção e o nosso apoio. diante dessa realidade de que nós acolhemos espíritos das mais diversas condições, em especial os espíritos que estão mais aflitos, mais necessitados, né, envolvidos com a dor, com a revolta, com a angústia, com a ignorância e a alienação. A evangelização que significa Jesus conosco, se constituirá sempre elemento de interesse, de fortalecimento, renovação de esperanças e de convicção. A evangelização, ou seja, os ensinos do divino mestre, vivenciados por nós, os dialogadores, os participantes das reuniões mediúnicas, sem dúvida, podem contribuir muito para a restauração de enfermos espirituais, para que se reaqueçam e possam retornar ao equilíbrio, ao discernimento, à calma e e ao esforço de renovação, porque todas as nossas reuniões mediúnicas, todos vocês bem sabem, ela tem consequências morais extraordinárias, tanto para os encarnados quanto para os desencarnados. Cada espírito que se comunica, nós também nos autoavaliamos como está o nosso processo de evangelização, se estamos conseguindo superar as nossas más tendências, as nossas imperfeições, em que podemos e devemos melhorar a nossa condição espiritual. Daí nós enfatizarmos dentro desse contexto da evangelização de espíritos nas reuniões mediúnicas. que faz indispensável a vivência e o esforço de vivência do Evangelho pelo dialogador e por todos os integrantes da reunião mediúnica, para que nós possamos na sintonia com os bons espíritos, que são os verdadeiros ministradores do bem, da luz, do amor, em nome do divino mestre, nós possamos unir a intuição, a inspiração feliz, a conversação elucidativa, agindo com o espírito da

espíritos, que são os verdadeiros ministradores do bem, da luz, do amor, em nome do divino mestre, nós possamos unir a intuição, a inspiração feliz, a conversação elucidativa, agindo com o espírito da caridade. Isso é muito importante para todos nós. Aí o espírito Emanuel nos traz uma grande contribuição na obra O Consolador na questão 237, onde ele faz, ele diferencia doutrinar de evangelizar, que é muito importante para nós. Ele afirma que há uma grande diferença entre essas duas tarefas. Para doutrinar, diz Emanuel, basta o conhecimento intelectual dos postulados do espiritismo, as leituras, os estudos. Ele diz que o doutrinador é o canal dos ensinamentos, mas que para evangelizar é necessário a luz do amor no íntimo, pois é preciso vibrar e sentir com o Cristo. Logo, queridos irmãos e amigos, há uma grande diferença entre doutrinar e evangelizar. Isso nos chama muito a atenção, porque certa feita nós ouvimos de um espírito manifestante, um espírito muito infelicitado. O espírito disse assim: "Há 50 anos eu fui doutrinado naquela casa, mas não me converti". E nós que éramos assim muito jovens ainda, nós ficamos assim meditando e até hoje isso nos leva a refletir e a buscar sempre a melhoria. Quando o espírito afirmou: "Eu fui doutrinado, mas eu não me converti". Ou seja, ele não se melhorou, ele não se transformou. E tinham passado já 50 anos desde que ele tinha sido atendido numa casa espírita. Entendemos assim com o querido benfeito Emanuel, que de fato para evangelizar, para estarmos em sintonia com esses ensinamentos na reunião mediúnica, sem dúvida, é necessário a luz do amor em nossos corações. Quando nós dizemos isso, nós não estamos dizendo que eh não se deve usar, não é, a lógica, né? Não se deve, tem que se ter uma conversação vazada sempre em termos claros, lógicos, mas sempre edificados. O espírito André Luiz, ele nos disse que nós devemos, ao dialogar com os espíritos, cultivar o tato psicológico, evitando atitudes ou palavras inconvenientes, mas fugindo sempre da

sempre edificados. O espírito André Luiz, ele nos disse que nós devemos, ao dialogar com os espíritos, cultivar o tato psicológico, evitando atitudes ou palavras inconvenientes, mas fugindo sempre da doçura sistemática que anestesia a mente sem renová-la. Olha aí, isso é muito importante para nós. Ou seja, necessário se faz eh com essa convicção de aliar raciocínio, sentimento, compaixão e lógica, a fim de que o socorro eh espiritual ele possa alcançar o seu objetivo. ainda Emmanuel, no livro Consolador, ele na questão 289, ele diz assim que toda a comunidade dos espíritos encarnados na terra ou localizados em suas esferas de labor espiritual mais ligadas ao planeta, sentem a sagrada influência do Cristo através da assistência dos seus prepostos, estando numa reunião mediúnica, numa reunião bem encaminhada, uma reunião séria, como nos fala Alan Kardec, em livro dos médiuns, estamos na sintonia com os mensageiros do Cristo e conduzidos através da inspiração, né, através das possibilidades que nós mesmos como médiuns também, porque todos nós, de uma forma ou de outra, diz Kardec, todos somos médiuns, ostensivos ou não, poderemos muito colaborar. Mas destacamos o seguinte, que mais do que as palavras que nós possamos eh dirigir aos espíritos na reunião, os desencarnados eles captam especialmente os nossos sentimentos. Isso aí é muito importante, já que a evangelização, ela tem a ver diretamente com a dimensão do sentimento. Os desencarnados captam os nossos sentimentos. Por isso, nós precisamos ser assim o mais cuidadosos conosco, eh, sinceros conosco, coerentes com as nossas possibilidades e de uma forma muito lúcida, buscarmos eh conversar com os espíritos de uma forma assim mais direta, eh procurando dentro do que seja possível introduzir alguns aspectos, alguns elementos dos evangelhos. Quando a gente fala, eh, transmite uma mensagem de perdão, às vezes um espírito muito impedernido, um espírito que tá com muitas marcas, então ele vem, ele ele blasfema contra Deus, ele não aceita

os. Quando a gente fala, eh, transmite uma mensagem de perdão, às vezes um espírito muito impedernido, um espírito que tá com muitas marcas, então ele vem, ele ele blasfema contra Deus, ele não aceita eh orientações. Então, a gente vai eh contato, com cuidado, né? A gente sabe que não é só dizer: "Meu irmão, perdoe seja isso, seja aquilo". Ele vai sentir os nossos sentimentos, mas também a gente vai mostrar a importância, né? Às vezes o espírito diz que eh alguém lhe prejudicou e que está perseguindo aquela pessoa e que vai cobrar essa coisa toda. Até no primeiro momento no diálogo, a gente até que concorda com ele, mas a gente diz, mas melhor será que você possa transformar esse sentimento, melhorar essa situação, porque isso não vai lhe conduzir a um processo de melhoria, de felicidade. Então a gente vai conversando, introduzindo a evangelização, mas de forma cuidadosa, de forma ao espírito se sentir também eh confortável na reunião mediúnica. O querido benfeitor Aulos nos traz um estudo maravilhoso sobre o sentimento na obra Instruções Psicofônicas. Essa obra é uma obra da Federação Espírita Brasileira e que foi publicada há um certo tempo e nos traz grandes instruções, principalmente ao final das reuniões do grupo Mei lá em Minas Gerais. E o querido benfeitor aulos, não é, que a gente também faz estudos na obra nos domínios da mediunidade, ele nos diz que o sentimento elevado gera o pensamento elevado. Olha aí, o sentimento elevado gera o pensamento elevado e o pensamento elevado garante a elevação da existência. Por isso, meus queridos irmãos e amigos, é de fundamental importância para nós que nós estejamos cultivando sempre essas lições que se vinculam aos ensinos do nosso mestre Jesus para podermos conquistar realmente a possibilidade de colaborar com os nossos irmãos espirituais que estão conosco no na luta do dia a dia, porque nós também eh enfrentamos as nossas dificuldades, ainda temos dificuldades de perdoar, compreender, de nos relacionar com o nosso

s irmãos espirituais que estão conosco no na luta do dia a dia, porque nós também eh enfrentamos as nossas dificuldades, ainda temos dificuldades de perdoar, compreender, de nos relacionar com o nosso próximo. que a reunião mediúnica é uma reunião colaborativa dos dois planos da vida, como bem disse o Espírito São Luís, sobre o encarnado ou sobre o desencarnado, é agir sobre o seu sentimento, sem abdicar do pensamento lógico, da argumentação, para que usando o as estratégias que o evangelho nos possibilita, nós consigamos Vamos de alguma forma fazer luz na mente e no coração do desencarnado. E quando isso acontece, nós sentimos uma gratificação em nós mesmos, porque trazemos as consequências morais da nossa atividade mediúnica para o nosso dia a dia. Por isso mesmo, voltando ao benfeitor Aulos, quando ele diz, o sentimento elevado gera o pensamento elevado e o pensamento elevado garante a elevação da existência. É o capítulo 41 de instruções psicofônicas. Sintamos bem para bem refletir, assegurando o bem na estrada que fomos a percorrer. Então ele nos diz que o pensamento é a causa da ação, mas o sentimento é o molde vibrátil em que o pensamento e a causa se formam. pensando, nós modelamos a ideia, pensando nós criamos o destino. Por isso, irmãos queridos, na no nas na nas atividades mediúnicas que nos envolvem, não podemos esquecer que a bondade é o pão das almas e que o ensinamento de Jesus, ele continua e continuará sendo sendo a base nessa relação nossa com os espíritos, o amai-vos uns aos outros como eu vos amei, recomendado por Jesus. E aí, ao concluirmos a nossa eh fala, nós lembramos de Simão Pedro, não é? Jesus orientando Pedro e dizendo para Pedro: "E tu, Pedro, quando te converteres, confirma teus irmãos". O trabalho da evangelização é um trabalho de conversão, consequentemente de transformação íntimo. Para nós, os encarnados e desencarnados, cada reunião mediúnica é uma aprendizagem para o nosso crescimento interior. Então, nós nos gratificamos quando percebemos que não só as nossas

ormação íntimo. Para nós, os encarnados e desencarnados, cada reunião mediúnica é uma aprendizagem para o nosso crescimento interior. Então, nós nos gratificamos quando percebemos que não só as nossas palavras, mas também os nossos sentimentos agem sobre os espíritos comunicantes e eles conseguem se acalmar, se tranquilizar, se fortalecer e serem conduzidos pelos benfeitores que os trouxeram as reuniões para receberem o lenitivo, a palavra, a vibração amiga. E tu, Pedro, quando te converteres, confirma teus irmãos. Vamos aplicar nós mesmos. A nossa conversão, então, ela significa transformação. Uma reunião mediúnica é um processo de conversão, de renovação, de libertação espiritual, para que o encarnado e o desencarnado, neste caso, ele continue enfrentando as suas lutas íntimas como espírito imortal em evolução. Ele vai continuar no mundo espiritual, depois ele vai reencarnar, ele vai continuar o seu processo iluminativo, educativo, enfrentando as suas lutas, como nós, os encarnados enfrentamos os trabalhos imensos de renovação no plano físico quando voltem. Os sacrifícios pessoais, os processos de reconciliação com antigos desafetos. que frequentemente voltam ao mesmo contexto em que nós estamos inseridos. Estas, sem dúvida, são condições para mantermos a nossa atividade mediúnica, ancorada nos ensinos de Jesus. Lembrando, finalmente, como nos diz ainda Emanuel no livro Vinha de Luz, no seu capítulo 178, Emanuel nos deixa um trecho de uma mensagem belíssima em que ele diz assim: "Observemos, irmãos queridos, nas nossas reuniões mediúnicas, recorda-te de que pela conversão verdadeira e substancial de um só espírito, ao infinito bem, escuras multidões de males poderão desaparecer para sempre. Voltando ainda, recorda-te de que, pela conversão verdadeira e substancial de um só espírito ao infinito bem, escuras multidões de males poderão desaparecer para sempre. A cada espírito que nós acolhemos, que nós recebemos, que nós orientamos, que nós transmitimos, Jesus, o evangelho, as

rito ao infinito bem, escuras multidões de males poderão desaparecer para sempre. A cada espírito que nós acolhemos, que nós recebemos, que nós orientamos, que nós transmitimos, Jesus, o evangelho, as lições do mestre, um espírito, basta um se renovar para escuras multidões de males possam desaparecer para sempre. Daí a nossa necessidade do evangelho como estatuto de edificação moral da nossa vida íntima, dos fenômenos mediúnicos, para que a evangelização, a boa nova no mundo abençoado e fértil da nossa doutrina consoladora, ela possa continuar acolhendo, amparando, orientando e contribuindo. para que os espíritos que temporariamente estão do outro lado da vida e que depois estarão aqui e nós que estamos aqui e voltaremos para lá, consigamos nos apoiar dentro da grande lei da cooperação, que impulsiona-nos a todos a uma vivência sintonizada com Jesus, sintonizada com os seus ensinamentos. Nós agradecemos profundamente o convite da coordenação da regional da área da mediunidade da Federação Espírita Brasileira, com os nossos votos de trabalho, de perseverança e de esforço constante nas atividades espíritas, em nossas federativas e em nossas casas espíritas. Obrigado, queridos irmãos. Nós que te agradecemos, agradecemos muito assim suas palavras maravilhosas. Muito bom, muito bom mesmo. Muito obrigado. Eh, e agora nós vamos para o nosso segundo tema para Então vamos chamar o nosso companheiro Júlio Boys, que é da Federação Espírita do Espírito Santo. Olá, Júlio, boa tarde, seja bem-vindo. E você vai tá nos trazendo um tema também muito importante dentro, né, das nossas tarefas. mediúnicas, que é: Restitui a saúde aos doentes, ressuscitai os mortos, curai os leprosos, expulsai os demônios, dai gratuitamente que gratuitamenteis recebido. Como é importante esse item para nós, né, trabalhadores da mediunidade. Então, Júlio, que você tenha uma boa explanação, que seja intuído. Boa sorte. Obrigado. Obrigado, Carmelita. É Sergipe, viu? Não é Espírito Santo, não. O F é Sergipe,

né, trabalhadores da mediunidade. Então, Júlio, que você tenha uma boa explanação, que seja intuído. Boa sorte. Obrigado. Obrigado, Carmelita. É Sergipe, viu? Não é Espírito Santo, não. O F é Sergipe, Federação Espírita do Estado de Sergipe. Desculpa, Sergipe. Bem, tudo bem. Eh, uma boa tarde a todos. Eu sou hum tenho os cabelos, poucos cabelos, cabelos brancos. Estou usando uma camiseta verde. Eu uso o óculos. Tenho 65 anos. Eu estou aqui no escritório, em minha casa. À minha esquerda, eu tenho uma estante, uma parede que é uma estante cheia de livros. Atrás de mim eu tenho a representação eh do homem vitruviano, um quadro de da Vince. e estamos aqui para tratar desse tema tão importante. Então, nossos agradecimentos a a todos que são responsáveis por esse evento, um evento tão importante para levar esclarecimentos sobre a questão da da mediunidade em seus diversos aspectos. E esses eventos como esses, eles têm uma importância que talvez a gente não consiga nem mensurar. Por quê? Porque a mediunidade ela ainda é muito desconhecida. Nós nos fascinamos com o fenômeno mediúnico, mas pouco estudamos o fenômeno mediúnico. E a gente vai tratar desse tema que é uma passagem que está descrita lá no Evangelho de Mateus, no capítulo 10. E essa esse tema específico, tá no no versículo oitavo, que é restituir a saúde aos doentes, ressuscitai os mortos, curai os leprosos, expulsai os demônios, dai gratuitamente o que gratuitamente aveis recebido. Essa é a citação que tá lá no Evangelho. Mas eu acho que a gente para eh eh o inóito da nossa conversa, é interessante que a gente faça um pequeno introdução nesse nesse capítulo de Mateus, porque ele inicia no seu primeiro versículo quando Jesus ele chama os seus apóstolos. Eh, diz lá o texto que ele chama os 12 e deu-lhes poder para eh eh sobre os espíritos imundos, eh, para expulsarem, né, os espíritos imundos e para curarem toda a enfermidade e todo o mal. Então, quando a gente eh eh lê isso, o que que a gente tá percebendo ali? O que que a gente tem

s imundos, eh, para expulsarem, né, os espíritos imundos e para curarem toda a enfermidade e todo o mal. Então, quando a gente eh eh lê isso, o que que a gente tá percebendo ali? O que que a gente tem que interpretar? Jesus, ele apresenta ali, chama os seus discípulos e quando ele nomina os seus discípulos, há uma observação que a gente precisa fazer muito interessante, que é que para os judeus eh os nomes eles têm um significado que vai além de simples identificadores, além do nome civil, como a gente chama aqui. É, na verdade, o nome da pessoa para o judeu representa o quê? representa a essência da identidade, ou seja, a sua essência eh representa a história daquela pessoa e o destino espiritual dela. Então, veja bem, a escolha de um nome eh judaico era uma é é é uma prática que que muito séria, porque os pais buscavam nos nomes, aqueles nomes que tragam bênçãos, que inspirem e influenciem positivamente o futuro daquela criatura, do filho. Então, e Jesus ele nomina os seus discípulos, né? e e e depois quando ele acaba de de de eh de nominar os discípulos, né, ele os envia, né, e dá a eles instruções, porque lá no no no Evangelho tá dizendo que ele enviou estes 12 e lhes ordenou, eh, ou seja, ele dá instruções. Então eles diz que não, vocês não vão pelo caminho dos gentios, vocês não entrem em cidades de samaritanos, mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel, de Israel. E aí o que que a gente entende com isso? Veja, ele tá colocando para os discípulos primeiro, ele conscientiza os discípulos do que eles podem fazer e diz para que eles vão a a as ovelhas perdidas, ou seja, aqueles irmãos nossos mais necessitados. Então, quando a gente encara, quando a gente interpreta isso, a gente percebe a vertente da caridade, a vertente de auxiliar aqueles que mais necessitam, ou seja, aquelas ovelhas perdidas. E Jesus, ele diz que indo lá, pregai, dizendo que o reino dos céus é chegado. Ou seja, o que que significa esse reino dos céus? do céu, um reino de equilíbrio, um reino de contentamento,

has perdidas. E Jesus, ele diz que indo lá, pregai, dizendo que o reino dos céus é chegado. Ou seja, o que que significa esse reino dos céus? do céu, um reino de equilíbrio, um reino de contentamento, um reino de de um estágio mais evoluído que a doutrina espírita nos ensina. E aí é onde logo depois ele entra nesse nesse nesse versículo que é o tema que a gente vai versar aqui, que é curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios e de graça recebestes, de graça você vai dar. E aí o que acontece? O que que a gente tem que entender nessa nessa citação aí de Jesus? Veja só o que que a gente entende aí nesse nesse nessa passagem. Bom, primeiro, os discípulos eram médiuns, né? E Jesus chama a atenção deles para a tarefa que deveria ser executada como médium. Então, o médium é um trabalhador, o médium é um servo e ele tem então como mote, como motivação para o seu trabalho, deve ter tão somente o sentimento de caridade. Então, é por isso que há essa essa essa esse chamamento para que você dê de graça o que você recebeu de gratuitamente. Por quê? que a gente tem que entender que quando a gente eh eh lê esse dai de graça o que de graça recebe, geralmente a gente pensa em quê? Em dinheiro, não é isso? Em valores. Mas veja bem, certo? Nós nós temos aí exemplos inúmeros do da comercialização, digamos assim, dos serviços religiosos, né? Nós temos aí inúmeros exemplos, mas existem outras formas que eh a pessoa espera o pagamento, espera a retribuição, né? Eh, por exemplo, eh, a vaidade satisfeita. Puxa vida, eu quero ser elogiado, eu quero ser visto como uma pessoa diferenciada. Então isto não não seria buscar um pagamento, isso não seria buscar uma recompensa, entendeu? Então, querer, por exemplo, outra forma de pagamento, querer que é é uma vertente dessa, ter uma posição de destaque, ser admirado, porque você é um médium disso, porque você eh é um um excelente expositor, porque você é um excelente passista, porque você tem uma méd unitário de

te dessa, ter uma posição de destaque, ser admirado, porque você é um médium disso, porque você eh é um um excelente expositor, porque você é um excelente passista, porque você tem uma méd unitário de cura, porque você tem isso, tem aquilo. Então, as pessoas buscam muitas vezes uma posição de destaque. Então, esses esses e exemplos aí mostram o quê? um um um comportamento contrário ao da gratuitamente o que gratuitamente hav recebido, como Jesus disse aos discípulos. Veja que Jesus ele é enfático quando ele coloca para os discípulos isso. E o que a gente tem que perceber é que toda a estrutura do evangelho e a mensagem do Cristo é atemporal. Por isso que quando Jesus ele fala para os discípulos, ele fala para aquelas pessoas, na verdade ele tá falando para toda a humanidade esse tempo todinho. Então são instruções. Então, quando Jesus ele eh eh chama atenção para que se praticasse a caridade pura, então essa recomendação de Jesus, ela ela tá tá implícita de uma forma bastante clara que ninguém eh tem que se receber por aquilo que faz, principalmente se ele não não recebeu nada daquilo por ele ele não pagou por aquilo. Porque veja bem, eh o que eles haviam recebido, os discípulos, eh, naquele momento ali era o quê? Era a faculdade de curar os doentes. Veja que no no início desse capítulo, do capítulo 10º de ver Deus, ele Jesus dá autorização para que eles curassem. Ou seja, eles receberam aquela autorização, receberam aquela incumbência, receberam aquela possibilidade de Jesus, mas eles não compraram aquilo. Ele, quando Jesus disse que eles haviam recebido gratuitamente essa faculdade de curar os doentes, de expulsar os os demônios, isto é, eles receberam ali o quê? A informação de que eles tinham a mediunidade, eles eram médiuns, eles podiam fazer muito mais. Então esse dom, se a gente puder chamar assim, esse dom de Deus que Deus deu aquele a cada um gratuitamente. Ele tem um objetivo. Qual é o objetivo? Quando diz: "Ol, curai os doentes, expulsai os demônios". Então,

m, se a gente puder chamar assim, esse dom de Deus que Deus deu aquele a cada um gratuitamente. Ele tem um objetivo. Qual é o objetivo? Quando diz: "Ol, curai os doentes, expulsai os demônios". Então, veja só, é para aliviar aqueles que sofrem. Então, o alívio para aqueles que sofrem vai se traduzir um objetivo que é o quê? que é de avivar ou até mesmo de de fomentar ali a fé. Fomentar a fé ali. Foi Jesus. O que que eu que recomendava sempre quando quando ele ele ele ele falava ali, puxa vida, você tem que ter fé, a fé que te curou. E Jesus ele ele diz aos discípulos, ele recomenda os discípulos. Quando ele envia os discípulos para para essa caminhada, para esse trabalho, essa tarefa, ele dizia que que não fizessem dele objeto de comércio. Exatamente isso. Por quê? Porque não se deve especular, porque é, infelizmente, é muito comum ainda eh dentro do do meio espírita as pessoas começarem a fazer especulações. Eh, olha, fulano, você tem que tomar 10 basses. E uma vez eu brincando e por que não 11? Eu tenho que ser 11. Não, minha gente, a gente não tem que fazer especulação. A gente não tem que fazer esse comércio. Não tô falando aqui do comércio de dinheiro, não. Você ser querer ser vista como uma pessoa diferente. A gente tem que entender que nós somos todos iguais. Nós somos iguais perante Deus. se o que nos o que nos no no nos difere um do outro, se é que a gente pode dizer assim, é essa capacidade de amar, essa disposição para praticar caridade. Então, ou seja, quando a gente tá falando em mediunidade, esse os médiuns, eles receberam de Deus o quê? Esse, vamos chamar de dom, esse dom que pode ser desenvolvido, pode ser melhorado, mas um dom de quê? De sermos o médio, ele é um intérprete dos espíritos. Veja que a amada doutrina espírita a qual nós professamos, ela tem a sua origem através de de desses fatos mediúnicos. Então, essas manifestações foram através dos médos, foi possível a tradução do pensamento dos espíritos para que eh, o professor Hipolito Kardec, ele pudesse com o seu trabalho

esses fatos mediúnicos. Então, essas manifestações foram através dos médos, foi possível a tradução do pensamento dos espíritos para que eh, o professor Hipolito Kardec, ele pudesse com o seu trabalho genial organizar eh eh eh eh essa obra fantástica. Então, os médiuns eles são, na verdade, esse intérpret dos espíritos, entendeu? Para quê? Para que tenhamos instruções. Para quê? Para que nos sejam mostrados os caminhos do bem, certo? Para que sejamos conduzidos à fé, a fé verdadeira. E nunca jamais para eh você tá vendendo palavras, você tá buscando trabalhar assim eh eh outros valores que não o o o do reconhecimento de que você tá fazendo bem e que isso por si só é importante. Então, veja só, quando um um a gente tá, por exemplo, e eh numa numa exposição, quando você tá psicografando um livro, quando nós estamos em qualquer atividade, veja bem, nós estamos constantemente em contato com a espiritualidade. Então, o que acontece? as nossas atividades. Se a gente lembrar lá da questão do livros espíritos, quando Kardec pergunta se os espíritos eles influenciam nossos pensamentos, as nossas ações, via de regra, é uma simbiose, é uma uma e e às vezes até eles nos dirigem, como tá lá na resposta. Então, veja só, eh, a gente precisa entender que eh eh essas essas palavras, essas atividades nossas eh não são assim de posse exclusiva dos dos médiuns, não. É uma parceria. Então, o que acontece quando a gente vê isso no no no movimento espírita, nas práticas espíritas, ditas espíritas, né, no movimento espírita, a gente fica muito triste porque isso tudo não é máfé. é principalmente a falta de do estudo, da interpretação, porque a gente tem que ter em mente o seguinte: Deus não quer comercialização dos seus dons. E isso é é justificado. Por quê? Porque a mediunidade ela não ela não é na verdade nenhum privilégio, não constitui nenhum privilégio. Lá no no no livro dos médicos, Kardec diz que puxa vida, a mediunidade ela varia eh eh de vários graus, desde a simples o sensitivo até

é na verdade nenhum privilégio, não constitui nenhum privilégio. Lá no no no livro dos médicos, Kardec diz que puxa vida, a mediunidade ela varia eh eh de vários graus, desde a simples o sensitivo até aquele mais ostensivo, aquele que tem uma maior sensibilidade. Então, por isso ela não se constitui um um privilégio e e e se encontra, portanto, em toda parte, toda parte se encontra mediunidade. Então, e você cobrar por aquilo que você tá usando, que é a mediunidade, é você fazer um desvio total do seu objetivo, do do do que é do que é proposto eh eh para a mediunidade. Então, veja bem, e a gente precisa analisar outra coisa, que quem conhece, por exemplo, as condições no como se processa o a as comunicações com os bons espíritos, eh, vamosão ver que esses espíritos eles têm uma verdadeira repulsa eh por aqueles que têm um interesse egoístico, aqueles interesses assim de de de barganha. E o que acontece é é fato, tem vários exemplos aí de que eles olem vão embora. Eles deixam a pessoa dizendo assim: "Haver navios, né? Porque não se não não vendo ali a seriedade no no no trato com a mediunidade, eles vão embora. A gente tem aqui vários exemplos. Eu vou citar um que é de domínio público, que que é famoso, é eh aquele o João de Deus chamado João de Deus, ele tinha mediunidade, tinha aquelas faculdades? Tinha sim. O que foi que ele fez? Ele abusou. ele não tratou com seriedade. Então, quando a gente analisa essas coisas, o bom senso, ele nos diz eh que não seria um um uma coisa legal, seria muito pelo contrário, uma profanação nós evocarmos os espíritos por dinheiro, nós tratarmos as pessoas, damos um darmos um passe por dinheiro, isso tá fora de todo e qualquer eh eh conjectura, isso tá fora de todo e qualquer eh propósito que a gente tá colocando assim para a a mediunidade. Então, a gente precisa começar a pensar nisso. Então, veja só, eh, nós quando assim procedemos, aquela pessoa que assim procede, aquele médium que assim procede, que que tá barganhando alguma coisa, veja bem, ele

te precisa começar a pensar nisso. Então, veja só, eh, nós quando assim procedemos, aquela pessoa que assim procede, aquele médium que assim procede, que que tá barganhando alguma coisa, veja bem, ele se torna e foi fal foi conversado aqui no no modo anterior, a questão da da obsessão na na do dos médiuns, o que acontece, os espíritos levianos, espíritos assim zombeteiros, mentirosos, aqueles brincalhões até, eh eh e os todos os espíritos assim, vamos chamar de de inferiores, né, ou de menos esclarecidos, eles não têm muitas vezes escrúpulos, né, não são nada escrupulos. E o que acontece? Sempre que e tiver uma brecha, eles estão ali prontinhos, prontinhos para nos pegar, nos pregarem peças. Então eles fazem se passar por outros, né, e respondem a perguntas e e e vão eh eh tomando essa essa essa esse corpo aí, esse domínio. Então, quem deseje praticar mediunidade com seriedade eh deve antes de tudo ter essa preocupação, certo? e inteirar-se da natureza dessas do do do da mediunidade, o estudo. Bom, a primeira condição para se grangear, para se se ter a benevolência dos bons espíritos é o quê? É a humildade. E a humildade parte do pressuposto que você tem porco a caridade, entendeu? Você tem que ter a humildade e o devotamento. Você tem que ter devotamento. A seriedade de trato mediúnico, parte do princípio que você vai se dedicar, que você vai ser vai ter devoção àquela, aquela prática, aquele estudo e abnegação. Por quê? Eh, o o o nós só conseguiremos progredir nisso se nós tivermos o mais absoluto, total desinteresse moral e eh eh e e material. Eu não quero louros, eu não quero e e eh fama, eu não quero nada, nada, a não ser ter esse sentimento de que tô praticando bem. Então, por isso que quando Jesus fala, dai de graça o que de graça recebeste, ele tá colocando paraa gente o seguinte: "Olha, veja bem, se você é médium, se você tem a faculdade mediúnica, seja lá em que grau for, veja bem, eh, essa essa essa essa faculdade, ela tem que ser vista por uma questão moral. Por quê? Porque ela, a

veja bem, se você é médium, se você tem a faculdade mediúnica, seja lá em que grau for, veja bem, eh, essa essa essa essa faculdade, ela tem que ser vista por uma questão moral. Por quê? Porque ela, a mediunidade, ela, ela é, digamos assim, tem um caráter, de certa forma efêmero. Por quê? Porque não se trata de de uma faculdade sua unicamente sua. Porque veja bem, a mediunidade ela ela não ocorre se não tiver a concorrência do espírito. É simples. Mediunidade, ela em si é uma uma simbiose, é uma parceria entre o médium e o espírito. Então veja bem, se essa faculdade, se você não entender essa natureza, se você não souber trabalhar isso e aí a única forma de assim ter esse conhecimento é estudando. Então a a mediunidade ela quando é séria, quando ela é praticada com seriedade, ela não pode ser e jamais será uma profissão. Claro, porque só esse fato aí, se você fizer na mediunidade uma profissão rentável, aí o que acontece? Você vai estar descaracterizando, você vai estar desacreditando moralmente a mediunidade e isso é eh eh eh vai se vai se tornar um obstáculo da sua prática. Eh, por quê? Porque a a mediunidade, essa essa faculdade móvel, vamos dizer assim, que ela que ela se chama por essa característica, ela se ela se diferencia muito de quê? Do talento que você adquire com o estudo, com o trabalho, pelo trabalho. Então, por exemplo, um um um profissional, um médico, um engenheiro, um advogado, o que acontece? Ele adquiriu uma capacidade, ele ele tem uma capacitação, ele tem um preparo e o que acontece, mas para que ele conseguisse isso, ele teve que construir aquilo e aquilo é dele, é uma propriedade dele, uma propriedade intelectual. Mas como eu disse, a mediunidade é uma faculdade que ela é essencialmente móvel, ou seja, ela por isso ela se torna efêmera, mutável, porque essa perenidade a gente não pode contar sempre com ela. Eu vou contar enquanto aqueles espíritos estão comigo. A partir do momento em que os espíritos sérios eles me abandonam, por quê? por conta de meu comportamento imoral,

não pode contar sempre com ela. Eu vou contar enquanto aqueles espíritos estão comigo. A partir do momento em que os espíritos sérios eles me abandonam, por quê? por conta de meu comportamento imoral, perante todas essas características que tem que ter. Então, e eh isso vai eh redundar na minha derrocada e a derrocada muitas vezes moral, como eu citei aqui, o exemplo do nosso irmão que se perdeu. Então, veja só, a mediunidade ela não é uma arte, não é um talento, uma profissão. Eh, e por isso mesmo, ela não pode se tornar um um um meio de de você ganhar o ganhapão. Então ela, mais uma vez eu repito, é muito importante a gente fixar isso, ela não existe, a mediunidade não existe sem um concurso dos espíritos. faltando estes espíritos, não há mediunidade. Então, eh eh a gente precisa ter isso porque consequentemente a mediunidade ela não tem dono. Ela não tem dono. E quando a gente percebe isso e a gente começa a estudar, é muito importante, a gente vê, por exemplo, no espiritismo, eh, eu não diria fases, mas eu diria por momentos em que o espiritismo atravessou. Então, veja bem, o fenômeno ele foi muito importante no início, no início lá as mesas girantes, não cabe aqui a gente contar a história, mas era fenômeno puro e simplesmente era um deleite, era uma brincadeira para as pessoas ali a questão do do do de ver aquelas mesas girantes. Mas depois o espiritismo entrou naquela questão de ser confrontado pela ciência, pelas filosofias. Então ele passou por essa outra, esse outro estágio de afirmação. Depois o espírito passa por um processo de popularização. E a gente deve muito isso ao o Francisco Cândido, Francisco Cândido Xavier, devemos muito a ele. Então o Espiritismo se popularizou principalmente aqui no Brasil. No entanto, nós estamos numa nova etapa, numa nova era, vamos chamar assim, fase do espiritismo, que é o quê? é esse momento da conscientização do ser espírita, dos valores morais. E no quesito mediunidade, é como eu disse, a mediunidade, o fenômeno foi bastante

chamar assim, fase do espiritismo, que é o quê? é esse momento da conscientização do ser espírita, dos valores morais. E no quesito mediunidade, é como eu disse, a mediunidade, o fenômeno foi bastante importante. Hoje em mediunidade o fenômeno é o que menos importa e, paradoxalmente é o que mais atrai. Nós precisamos começar a tirar das nossas instituições espíritas as macas e colocarmos dentro delas mais cadecas, as marcas, porque a gente quer simplesmente assistir ao fenômeno. A gente acha que a cura é uma coisa e e eu não é que a mediunidade de cura não existe. Eu sempre debato isso com as pessoas, não é isso. O que o médium não pode garantir é que aquela pessoa vai ser curada. Então, a gente precisa começar a ter essa visão de que essa nova fase do Espiritismo está buscando eh eh simplesmente o quê? essa transformação moral, nós nos entendermos como espíritas e como espíritos em evolução. E, portanto, nós precisamos dar uma nova uma nova um uma um novo segmento, uma novo caminhar para nossas nossas nossas vidas, nossa, nossa lida com com a doutrina espírita. Então, a gente precisa entender isso. Então, quando Jesus ele chama os discípulos e recomenda estes que eles caiam em campo, que eles vão trabalhar, que eles curem, que ele expulsem demônios, então tá falando aí na desobsessão que eles vai eh preguem, de pregar e fazer, espalhe o evangelho. Você fale, você converse com as pessoas, você induz as pessoas a começar a raciocinar para que a fé brote de dentro, aquela fé raciocinada. Então o que Jesus está fazendo? Olha, vocês vão, faça tudo isso, mas vocês não levem nada. Vocês não levem ouro, não levem os alfes, vocês entrem com simplicidade. Ou seja, vocês receberam isso gratuitamente. Ou seja, vocês estão recebendo agora essa dádiva de Deus. Para quê? Para que vocês possam colaborar. Então, é esse o sentido que que o dai de graça, o que de graça receber. Nós estamos trabalhando isso nesse tema e para chamar a atenção de todos nós para a importância dessa compreensão, desse desse desse valoroso

o sentido que que o dai de graça, o que de graça receber. Nós estamos trabalhando isso nesse tema e para chamar a atenção de todos nós para a importância dessa compreensão, desse desse desse valoroso eh eh atributo que é a mediunidade. Agora, se nós, ao invés disso, nós começarmos a a a buscar outras outras eh eh eh outras motivações, porque é o que eu di, quando Jesus ele diz: "Olhe, vai pregar o evangelho, vai dizer que é chegado o reino dos céus, cure os enfermos, você limpe os leprosos, você ressuscitar os mortos, tudo isso são eh eh trabalhos que você pode utilizar com a mediunidade. Agora dê de graça o que de graça você e e eh recebeu. E aí Jesus, ele lá no finalzinho desse capítulo, ele diz: "Olha, não possua ouro, não possua prata nem cobre". Ou seja, veja os metais que você tem, o que é é que simboliza aquele valor material. Eh, não possua isso nos vossos cintos com vocês. Não use os afoges para o caminho. Não use mais de uma roupa, eh, nem sandálias, nem cajado, porque o operário é digno do seu alimento. Quando ele coloca isso, tô deixando patente. Mas você, nós devemos ter isso em mente, que toda a atividade religiosa deve ser gratuita, deve ser trabalhada com muito esmeiro, com muita dedicação para que isso tenha a validade, não que, por exemplo, eh, vamos citar aqui, vamos fazer aqui uma um um um uma uma hipótese aqui. Digamos que numa casa de espírita nós temos um médium passista que é muito e e digamos assim vaidoso, muito orgulhoso e quer ser reconhecido como o melhor médium passista. Então, tá lá câmara de passe, ele tá lá para dar um passe. Uma pessoa entra na câmara de passe com a maior fé, com a maior boa vontade, que aquela pessoa que tá realmente compenetrada, que tá decidida a mudar de vida, tá passando por dificuldades, acredita muito, tem fé naquele passe, vai com toda toda a sua receptividade, aquela, aquela ação, aquele passe, para receber os fluidos. Muito bem. Ele vai, senta-se ali à frente do médium. O médium vai aplicar o passe. Será que Deus vai permitir que

toda a sua receptividade, aquela, aquela ação, aquele passe, para receber os fluidos. Muito bem. Ele vai, senta-se ali à frente do médium. O médium vai aplicar o passe. Será que Deus vai permitir que essa pessoa seja prejudicada porque o médium é vaidoso? Não. Os espíritos vão tomar as providências necessárias para que se efetive o passe. Agora, o outro lado, o médium vai ser beneficiado, ele vai ter a sua recompensa, vamos dizer assim, que é a evolução, que é você se melhorar. Não, não, porque ele tá querendo receber outro pagamento, outro pagamento. Ele não tá, não está observando que é de graça. Então, ele tá carregando uma foge para esse caminho. Ele tá tendo, querendo utilizar de duas, três túnicas. Ele quer sandálias, ele quer cajado. Então, poxa vida, nós precisamos nos atentar para esses ensinamentos em que o mestre ele ele nos traz. E volto a dizer, a grande maioria dos casos, senão sua totalidade, não é dolo, é ignorância. É porque nós precisamos compreender que o espiritismo ele precisa ser interpretado, ele precisa de reflexão. Quando a gente vai lá, por exemplo, para o Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 17, tá lá os bons Espíritas, o início desse desse desse dessa lição, os bons Espíritas é o Espiritismo bem compreendido. Ou seja, você precisa estudar o espiritismo, você precisa compreender o Espiritismo. Trazendo aqui paraa nossa conversa, você precisa estudar a mediunidade, você precisa compreender a mediunidade, primeiramente como um acontecimento, como um fenômeno normal, como algo absolutamente normal, como uma faculdade do ser. tá ali. E como disse, é uma simbiose, porque o a a manifestação mediúnica, ela só existe se tiver a colaboração, a participação do espírito lá desencarnado. Então, para ser compreendido, então é necessário que a gente estude, que estude. Mas aí voltando lá a ao a à lição do Evangelho Segundo o Espiritismo, é o Espiritismo bem compreendido, mas sobretudo vivido. E algumas traduções dizem sentido. E o que é você buscar o sentido das coisas, da

voltando lá a ao a à lição do Evangelho Segundo o Espiritismo, é o Espiritismo bem compreendido, mas sobretudo vivido. E algumas traduções dizem sentido. E o que é você buscar o sentido das coisas, da interpretação do seu trabalho? Por que que você se dedica? Por que que você faz? Quando você executa um trabalho, uma tarefa com alegria, com devotamento, com muita dedicação, com todo zelo, é porque você está amando aquilo que você faz. Você terá suas recompensas. Então, quando a gente se dedica à atividade do movimento espírita, seja ela qual for, como o o o Wilson, que nos antecedeu aqui numa numa na na sua eh eh numa fala, então, veja bem, no módulo passado, Wilson disse: "Olha, poxa, vida, a gente vai querer vai paraa casa espírita querendo ser médium, querendo isso, aquilo, tudo". Mas você pode trabalhar de uma forma eh eh eh monumental, vamos dizer assim, uma forma brilhante, eh limpando cadeira, varrendo um salão, acendendo, apagando as luzes, enchendo o a os o os vasos para fluidificação da água. Enfim, toda tarefa no bem, ela é santa, ela é louvável. Então nós precisamos disso, compreender que quando tudo que nós recebemos, e nós recebemos muita coisa, o dia todo, os 86.400 segundos contidos em um dia, as 24 horas em um dia, são badivosos, são oportunidades que nós recebemos de Deus de praticarmos o bem para com o próximo e assim praticando para com nós mesmos. Então, dar de graça aquilo de que de graça nós recebemos é essência da prática mediúnica. Bem, meus amigos, nós vamos finalizar aqui. Esperamos ter atendido as expectativas nessa humilde participação e ao mesmo tempo eu vou me desculpar a todos vocês porque infelizmente eu não vou poder participar da roda de conversa. A já visto, eu tenho um compromisso marcado de muito e não pude eh eh equacionar numa instituição espírita, numa cidade do interior aqui em Sergipe, em Itabaiana, e eu preciso me deslocar até lá. Então por isso eu me despeço, agradeço muito a todos vocês a oportunidade e até nosso próximo

tituição espírita, numa cidade do interior aqui em Sergipe, em Itabaiana, e eu preciso me deslocar até lá. Então por isso eu me despeço, agradeço muito a todos vocês a oportunidade e até nosso próximo encontro. Que Deus nos abençoe com muita paz e muita luz. Muito obrigado, Júlio, de Sergipe, né? Muito obrigado eh pela sua participação. Foi ótimo, muito bem colocado, foi muito bom. Uma pena você não tá aqui, né? Mas nós vamos eh poder continuar conosco na nossa roda de conversa. Temos muitas perguntas, tinha pergunta inclusive para você várias perguntas, mas nós vamos chamar nossos outros companheiros, então, para poder estar participando aqui conosco, né? Então, nós queremos retornar o convite ao nosso querido Assis lá do Rio Grande do Norte. Pronto, Assis tá aí. E vai também então nos acompanhar hoje aqui o Cláudio, nosso amigo, companheiro Cláudio Henrique. Olá Cláudio, boa tarde. Também do Rio Grand Norte. Pronto. Tô excluída aqui sóando nome Cláudio que o Cláudio também então vai tá nos ajudando aí nos comentários, nas perguntas, tá bom? Então temos aqui várias perguntas. Vamos começar então com Assis. Assis, nós temos uma pergunta que, na verdade três companheiras nossas fez essa mesma pergunta e e assim complementando, né? Então eu vou tá a aqui colocando as três. A primeira foi a Maria José que ela diz assim: "Como dialogar, ajudar aqueles espíritos tão endurecidos?" Aí ao de lá amar complementa: "Como evangelizar um espírito com coração endurecido na reunião mediúnica?" E aí a Maria Amélia aí complementa o espírito, complementa a pergunta, né? O espírito endurecido é em verdade um espírito sofredor. Assis, vamos lá. É, vamos começar aí. Cláudio vai nos socorrer. Meus irmãos. É realmente é é uma pergunta muito importante, né? Como dialogar, ajudar aqueles espíritos tão endurecidos, né? Eh, primeiro lugar, Allan Kardec, no capítulo 28 do Evangelho Segundo Espiritismo, ele trata sobre os espíritos endurecidos. E aí ele nos diz que os espíritos endurecidos, que ele diz, são maus

s, né? Eh, primeiro lugar, Allan Kardec, no capítulo 28 do Evangelho Segundo Espiritismo, ele trata sobre os espíritos endurecidos. E aí ele nos diz que os espíritos endurecidos, que ele diz, são maus espíritos, são aqueles que ainda não foram tocados de arrependimento, que se deleitam no mal e nenhum pesar sentem por isso. São insensíveis às reprimendas. repelem a prece e muitas vezes blasfemam o nome de Deus. Então ele ele coloca claramente aqui dois tipos de espíritos endurecidos. aqueles que francamente ainda estão obstinados eh na prática do mal, ou seja, estão temporariamente distanciados da lei divina, da lei de justiça, amor e caridade. Então, para nós, eles são espíritos imortais. Eles estão também evoluindo como nós. Claro que temporariamente estão fixados por situações as mais difíceis que envolvem esses espíritos do seu passado, das suas as marcas reencarnatórias, dos problemas que enfrentaram. São muitas as situações que nós nos deparamos com espíritos que estão temporariamente aí nesse quadro de endurecimento. Mas o trabalho da evangelização dos espíritos é um trabalho perseverante que requisita, principalmente dos dialogadores da equipe mediúnica como um todo. primeira compreensão de que eles estão temporariamente naquela condição, mas eles irão evoluir. Uma coisa que é muito importante na nossa percepção é o foco da nossa conversação com esses espíritos. tem, o foco tem que ser muito bem cuidado. Então, preciso uma cuida, o que gerou e e a as causas desse endurecimento. Muitas vezes foi uma grande decepção, outras vezes foi extremamente violentado. a gente encontra nas reuniões espíritos que foram violentados, não é, no passado, por pessoas, por instituições, por grupos. Então, são muitas nuances, mas é preciso perseverar no esforço de tentativas, porque nós sabemos que o mundo espiritual tem também os seus recursos, não é? Então nós, enquanto encarnados dialogando na reunião mediúnica, nós temos os os recursos que a doutrina espírita nos oferece, nos

nós sabemos que o mundo espiritual tem também os seus recursos, não é? Então nós, enquanto encarnados dialogando na reunião mediúnica, nós temos os os recursos que a doutrina espírita nos oferece, nos proporciona, as lições de Jesus. E a gente vai tentando aquele diálogo, né, Cláudio, tentando dialogar com o espírito. Muitas vezes eles não desejam nada e a gente nem sempre, não é primeira vez, segunda vez, tem espíritos que se demoram, não é? A gente sabe muitas e muitas reuniões, mas nós sabemos que nós precisamos aliar realmente o raciocínio, a ponderação, ouvir bastante, tentar sentir, porque no fundo todos esses espíritos sofrem bastante. Então, de sofredores, pois é, eles sofrem bastante. Quer dizer, lá na intimidade tem marcas de sofrimento muito grandes e muitas vezes uma palavra que a gente diz assim impulsionado com aquela vontade de auxiliar tem um efeito extraordinário. Mas nós lembramos para essas situações, olha, o livro No Mundo Maior de André Luiz, que tem uma entidade chamada Irmã Cipriana, que ela é sempre convocada pelos mentores espirituais para poder auxiliar espíritos endurecidos. Endurecidos. Por é porque disse que exatamente ela tem a conquista do amor verdadeiro. Uhum. E aí falar para ele assis a respeito do perdão. Bom, e deve-se falar para esse espírito endurecido, sofrido, né, a respeito do perdão ou não? Não é o momento. É, a gente vai argumentando, né? a gente vai e ele um caso de vingança, de perseguição, assim, a gente escuta, a gente até concorda com muitas coisas que o espírito diz: "É, meu irmão, se eu tivesse no seu lugar, talvez eu tivesse agido também dessa forma." Mas aí é o quê? Aí é quando entra o processo mesmo de tentar. Será que isso vai resolver mesmo a sua situação de perseguição? você vai ficar milênios assim, séculos assim, você no fundo você sofre. Aí a espiritualidade, eu acredito que ela vai também projetando os quadros. Às vezes surge um quadro que a espiritualidade projeta, projeta para ele, né? Projeta. Exatamente, né, irmão Cláudio? Vamos ver

a espiritualidade, eu acredito que ela vai também projetando os quadros. Às vezes surge um quadro que a espiritualidade projeta, projeta para ele, né? Projeta. Exatamente, né, irmão Cláudio? Vamos ver como é que você me auxilia aí. Mas tem uma outra pergunta também bem interessante que eu gostaria fazer pro Cláudio agora. da Ana Tataia Alburquerque. Ela diz assim: "Como auxiliar os espíritos endurecidos que são considerados perseguidores do Cristo?" Porque muitas vezes nós recebemos nossa reunião mediúnica, aqueles que são realmente perseguidores dos do Cristo e perseguem aqueles que são cristãos, né? H como auxiliar? Como auxiliar? Essa é uma pergunta profunda e delicada, pois trata de espíritos que não apenas sofrem, como Assis abordou anteriormente, mas que fazem sofrer, que se rebelam contra a mensagem transformadora do Cristo, muitas vezes por feridas espirituais antigas, mágoas profundas, ilusões de poder ou ideias fixas de ódio. são aqueles irmãos nossos que em reunião mediúnica se apresentam como opositores diretos e sistemáticos, muitas vezes profundamente organizados contra o roteiro da luz. Mas esses mesmos irmãos, por mais revoltados que estejam, que se apresentem nesse momento, são filhos de Deus, são irmãos nossos e que estão a caminho da regeneração. Apenas estão num sistema de oposição ao fluxo da vida, ao fluxo do progresso. A doutrina espírita nos mostra que ninguém está perdido e que todos nós somos movidos pela lei de evolução, pela lei de progresso. E diante disso nos perguntamos: podemos auxiliar esses espíritos? Primeiramente, gostaríamos de enfatizar a necessidade de jamais enfrentá-los com orgulho ou desafio. Lembrando aquele diálogo de Bezerra de Menezes com o materialista. é a proposição do amor através da humildade. Nunca discutir com espírito endurecido, nem tentar vencer no campo da razão pura, pois eles são muitas vezes espíritos altamente inteligentes, astutos, conhecedores da Bíblia, da história espiritual. O que falta a eles não é o conhecimento. O que lhes falta é

o campo da razão pura, pois eles são muitas vezes espíritos altamente inteligentes, astutos, conhecedores da Bíblia, da história espiritual. O que falta a eles não é o conhecimento. O que lhes falta é o sentimento renovado. O diálogo precisa ser humilde, firme e profundamente evangélico, conforme Emana nos orienta que o mal não se vence a golpes verbais, mas através dos golpes de amor. Em segundo plano, podemos destacar a necessidade de evocar o exemplo de Jesus, não limitando a religiosidade enquanto adesão a um segmento, esse ou outro, mas seu exemplo vivo e transformador. Os espíritos que dizem perseguir o Cristo geralmente estão feridos por experiências religiosas distorcidas, inquisidores, fanáticos, traídos por líderes religiosos no passado, próximo ou remoto. Algumas vezes foram enganados também por falsas promessas de salvação. E evocar Jesus como doutrina, instituição, símbolo meramente religioso pode provocar de fato reações adversas. Eh, imperioso que evoquemos o Cristo como enviado do amor, como alma compassiva, como roteiro de luz, como aquele que perdoou na cruz. Isso toca o espírito como mensageiro da mansuetude, da paz, da renovação da consciência. Jesus foi ferido, mas nunca feriu. Perdoou os próprios algozes e esse exemplo toca, porque são sementes que rompem barreiras. E como Assis falou anteriormente, ouvi com atenção o motivo da revolta, apontar que o Cristo não impõe, mas acolhe, perdoa, chama, convida, espera, que ele não os abandonou, mesmo quando eles se afastaram, que ele conhece a cada um individualmente e os espera no seu reino de amor no porvir iluminado. A prece também é um recurso valioso, a oração sentida da equipe naquele sistema de sustentação do meio através dos médiuns de sustentação, de todos que compõem a reunião mediúnica, porque mesmo quando o diálogo pareça aparentemente, né, ser impossível, a prece feita com amor sincero cria uma ambiência espiritual que quebra resistências invisíveis. A luz da prece penetra onde a palavra

mesmo quando o diálogo pareça aparentemente, né, ser impossível, a prece feita com amor sincero cria uma ambiência espiritual que quebra resistências invisíveis. A luz da prece penetra onde a palavra muitas vezes falha. Trazer os exemplos da vida de Jesus como recurso terapêutico. E para finalizar, em resumo, podemos dizer que para auxiliar os espíritos endurecidos que se dizem perseguidores de Jesus, é preciso amá-los com coragem e fé. Muito bom. Ótimo. É, o Assis colocou, né, que é o amor, né, eles eles sentem mais, né, entendem mais o que nós sentimos por ele, do que nós falamos por ele. Então, quando você dá compreensão, esses exemplos que você deu, Cláudio, foi ótimo, né, colocar Jesus, né, que sofreu e não reagiu. Então, ele começa a ver Jesus de uma outra forma. Muito bom. Ã, Assis, olha a Gerira. ela começa fazendo uma uma afirmativa. O dialogador é um médium intuitivo. Isso daí nós sabemos, né? Já está lá André Luiz, né? E e que nos explica, né? Como médium esclarecedor a questão da intuição. Aí ela pergunta assim: "Como ele consegue perceber uma intuição na hora do diálogo? Como isso acontece? Eh, realmente, meus queridos irmãos, o dialogador é médio intuitivo, né? E ele consegue perceber eh na prática, na experiência do dia a dia, porque principalmente quando a gente vai se preparando e sintonizando com os mentores que dirigem a reunião, a gente sabe que há uma ligação muito grande com a equipe espiritual que nos ajuda, que nos ampara. Então, surge a ideia espontaneamente. Tem coisas que você não tava nem pensando, mas na hora que você começa o diálogo surge espontaneamente. É aquela ideia feliz, é aquele achado que a gente nem tava, mas que os mentores conseguem pela via intuitiva nos trazer. Mas é exatamente a observação. A observação é muito importante observar, né, para a experiência do dia a dia, a prática e principalmente a espontaneidade. Como essas intuições elas brotam assim, você diz: "Ô, eu não tava nem pensando, nem cogitando isso aqui." E vem aquela

né, para a experiência do dia a dia, a prática e principalmente a espontaneidade. Como essas intuições elas brotam assim, você diz: "Ô, eu não tava nem pensando, nem cogitando isso aqui." E vem aquela palavra, aquela vem uma palavra, vem alguma coisa que nos ajuda dentro daquele jogo de xadrez a encontrar alguma coisa que nos conduz a um foco de encaminhamento. Então isso é muito importante. A gente observa muito, principalmente como dialogadores que estão mais afinados com o plano espiritual nessa sintonia. que isso acontece muito. Aí a gente lembra lá nos domínios da mediunidade, né? Raul Teixeira, né? Raul, né? Raul Teixeira, não é? Raul Silva. Silva. Silva. É. Pois é. O Raul Silva, né? naquela parte do capítulo cinco, como fala sobre a assimilação de correntes mentais, que os que André tá acompanhando aquela reunião com aulas e e ele pergunta como é que você vai diferenciar aquela ideia que se lhe incorpora ao pensamento eh e da de suas próprias ideias. Aí aos diz: "Aquele que eh tem o cuidado de observar, de estudar, de meditar, de refletir, ele se torna mais acessível aos processos intuitivos, felizes dos mentores que conduzem a reunião." É isso, Cláudia? É isso mesmo, né? E com o tempo, não é assim, o médium ele vai afinando cada vez mais, né? Ele vai, ele tendo no coração dele a vontade realmente de ajudar a compaixão necessária por aquele irmão que tá ali, ele vai recebendo e ele vai percebendo isso, né? É uma questão também que o tempo vai ajudando, né, o dialogador. Muito bom. Eh, vamos lá agora, Cláudio, assim, a Gercira de novo, a Gercia, ela diz assim: "Se o desejo de reconhecimento em mediunidade, quer dizer, o reconhecimento do médium, se esse desejo que ele tem de reconhecimento, é irmã da vaidade, o que um médium pode fazer para iniciar sua mudança?" É, hein, Cláudia, hein, Cláudia? pergunta fazer para ele não ter mais esse desejo de reconhecimento. Essa é uma pergunta da nossa irmã Jessília profunda e transformadora, porque toca diretamente a raiz dos maiores desafios do médium

pergunta fazer para ele não ter mais esse desejo de reconhecimento. Essa é uma pergunta da nossa irmã Jessília profunda e transformadora, porque toca diretamente a raiz dos maiores desafios do médium que está no ego, que está no seu próprio interior. Dentro de nós será travada a guerra maior. Uma verdade essencial é que o desejo de reconhecimento é natural no ser humano, mas no campo da mediunidade ele pode se transformar em grave queda espiritual se não for educado. Por isso Chico dizia quando perguntava se havia em em seu pensamento o medo de cair e ele dizia que não, pois ainda não havia se levantado. Então é o autoconhecimento, o reconhecimento de que ainda precisamos caminhar muito. E há um ditado árabe muito interessante que diz que o ser humano, assim como os tapetes, precisa ser sacudidos de vez em quando, de vez em quando, para poder levantar a poeira. E a poeira muitas vezes no campo da mediunidade é a vaidade, que é uma porta para mistificação, a ilusão, a queda moral e até o afastamento do amparo espiritual. Amando nos alerta que o maior inimigo do médium é orgulho que nasce da ilusão de ser instrumento exclusivo da verdade. E como o médium pode iniciar a sua mudança? Há uma pergunta que Kardec faz. no livro dos médiuns, muito profunda, que nós gostamos sempre nos nossos encontros e reflexões lembrá-lo, que é sobre as qualidades que atraem para perto de nós os bons espíritos. E a resposta vai ser que as qualidades que de preferência atraem os bons espíritos são a bondade, a benevolência, a simplicidade do coração, o amor ao próximo, o desprendimento das coisas materiais. O que se acrescenta no livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, que a primeira condição para se grangear a benevolência dos bons espíritos é a humildade, o devotamento, a abnegação, o mais absoluto desinteresse moral e material. De nisso podemos compreender esse desafio que muito bem André Luiz pontua na sua obra Conduta espírita, que o médium espírita deve silenciar qualquer prurido de evidência pessoal na produção

material. De nisso podemos compreender esse desafio que muito bem André Luiz pontua na sua obra Conduta espírita, que o médium espírita deve silenciar qualquer prurido de evidência pessoal na produção desse ou daquele fenômeno. Ainda quando provê de círculos bem intencionados, continua o benfeitor. É necessário recusar o tóxico da lisonja. fugir aos perigos que ameaçam a medunidade como sejam ambição, a ausência de autocrítica, a falta de perseverança no bem e a vaidade com que se julga invulnerável. E é nesse sentido que podemos compreender que o movimento para iniciar a nossa mudança começa no reconhecimento da nossa necessidade como espírito imortal. ainda habitante de um mundo de provas expiações e como tal o espírito de terceira ordem. E nesse sentido fazer a nossa transformação com lucidez, honestidade consigo mesmo, que já é o primeiro passo para a humildade. Assumir a mediunidade como serviço e não como privilégio. Relembrar sempre, o médium é um mensageiro, é um carteiro, é um instrumento, não é o autor da mensagem. Quanto mais ele se exalta, menos se torna útil. meditar consigo mesmo, dizer no labirinto interno do próprio ser, Senhor, que eu nunca me esqueça de que estou em instrumento. Estudar a vida dos médiuns humildes, como diz nossa querida benfeitora Joana de Ângeles, os bons espíritos são setas de luz. E para nós que somos estudantes da seara mediúnica, é necessário ler a vida de Chico Xavier, Ivon Pereira, Edvaldo Franco, todos que passaram por provações, anonimato, calúnias e nunca buscaram aplauso. Seus exemplos nos ensinam muito mais do que as teorias. adotar a oração como ferramenta de desintoxicação, de ligação plena com o mundo superior, com as dimensões mais elevadas da vida, orar antes e depois das tarefas, que a prece diária ajuda a sintonia mental e afasta as sombras das ilusões. praticar o silêncio diante dos elogios. Isso nos ensina o coração a não alimentar a vaidade, buscar tarefas simples, anônimas, nos integrar nas tarefas da casa, desde as mais humildes,

as das ilusões. praticar o silêncio diante dos elogios. Isso nos ensina o coração a não alimentar a vaidade, buscar tarefas simples, anônimas, nos integrar nas tarefas da casa, desde as mais humildes, como a limpeza do centro, o acolhimento fraterno, pásse, a visita aos doentes e sua ajuda a educar o nosso orgulho, fortalecer o nosso espírito. O desejo de reconhecimento, como nós dissemos no início, é semente da vaidade, mas que pode ser transformado em desejo de servir com mais amor. Isso mesmo. Aí você falando isso, Cláudio, eu lembrei dos ensinamentos lá que tá no nosso evangelho de Francisco de Assis, né, quando ele fala do auto ã do autoconhecimento, né, todo dia à noite se perguntar, né, rever o que fez, o que poderia fazer melhor, né, mas para isso daí a pessoa precisa ter uma predisposição de estar querendo descobrir, né, suas não qualidades, os seus defeitos e estar disposta a mudar. E na verdade as pessoas têm dificuldade de perceber, não, eu não sou egoísta, né? Eu não sou vaidoso, né? Faz assim uma autoanálise e acha que não é, né? Então, precisa achar assim, como você falou, alguns caminhos que vai ajudar ela perceber, né? não é egoísta para querer tudo para ele, mas também não dá às vezes o que tem para algum, né, momento, um sorriso, uma palavra, né, eh, não, não, não quer aquela glória de de ser um grande divulgador, um grande médium, mas gosta de que o colega faça o elogio, né, de que na avaliação fala da comunicação dele. Então, essas pequenas coisas, né, não é aquelas grandes, né, eh, não qualidades, mas as pequenas coisas que ele que vai procurando nele aí esse autodescobrimento dele, né, para superar essa vaidade. Temos mais uma aqui assis da Elizabete Gomes da Kid Teresina, nossa querinha. Ela diz assim, assist qual a necessidade dos dialogadores conhecerem o evangelho do Cristo através dos evangelistas que estão na Bíblia e não apenas nas obras espíritas? Eh, realmente uma pergunta muito interessante, porque eh de fato o Evangelho Segundo Espiritismo em

o evangelho do Cristo através dos evangelistas que estão na Bíblia e não apenas nas obras espíritas? Eh, realmente uma pergunta muito interessante, porque eh de fato o Evangelho Segundo Espiritismo em especial, ele trata do ensino moral do Cristo. Quer dizer, é o núcleo central, todas as bem-aventuranças, Kardec trabalha, o ensino moral está ali bem posto, né? e que é uma fonte permanente e rica para os nossos diálogos com os espíritos, mas não impede que a gente estude outros aspectos do evangelho. Claro que a gente na na reunião mediúnica a gente não vai eh entrar em detalhes históricos, geográficos, culturais, né? Coisas assim que não tem necessidade. A gente vai para o ensino moral do Cristo, o perdão, a indulgência, a caridade, os sentimentos elevados. Mas eh essa eh essa necessidade é porque nós temos o próprio Aulos no capítulo primeiro de nos domínios da mediunidade, ele disse que nós temos que ampliar eh os nossos conhecimentos culturais. Ele fala em conhecimentos. Ele diz assim, tem que lá já no finalzinho do capítulo primeiro, ele diz que todo médium, e aí a gente inclui todos os trabalhadores da mediunidade, nesse caso, nós precisamos ampliar, que ele diz assim, a nossa bagagem moral e a nossa bagagem cultural. Então, partindo desse pressuposto, a gente pode dizer, não há nenhum impedimento que a gente possa eh e ler cada vez mais os ensinos de Jesus óticas variadas. O importante é não perder a referência do ensino moral do Cristo. Mas os evangelhos a gente entende que são as palavras da vida eterna. E nós vamos encontrar em cada lição do evangelho as luzes de que nós necessitamos. para nossa vida, paraa nossa renovação, para auxiliar os nossos irmãos na reunião mediúnica, mas é importante que a gente vá cada vez mais ampliando as nossas possibilidades de de estudo, de conhecimento da doutrina, né, do evangelho. E aí a gente tem tantos estudos que envolvem o evangelho atualmente, não é? A própria Federação Espírita Brasileira vem desenvolvendo todo faz isso, né? É todo um trabalho de

utrina, né, do evangelho. E aí a gente tem tantos estudos que envolvem o evangelho atualmente, não é? A própria Federação Espírita Brasileira vem desenvolvendo todo faz isso, né? É todo um trabalho de um programa especial proposta da Federação Espírita Brasileira, né, da sua diretoria, que é sobre o Evangelho Rede Vivo. E aí quando você vai lendo, você vai percebendo outros detalhes, traz outros autores que nos ajudam a refletir sobre os ensinos de Jesus, mas a gente sabe que a gente vai utilizando no nosso dia a dia. Às vezes você, alguma entidade que se comunica, ela tem um conhecimento, como Cláudio disse, às vezes tem muitos conhecimentos, principalmente se foram antigos religiosos. E eles trazem, eh, eles trazem o seu os seus elementos de argumentação dentro de passagens que não estão estritamente dentro do ensino moral. Uhum. Né, Cláudio? E aí a gente tem que Mas sempre trazendo paraa dimensão do ensino moral do Cristo. É aí, Cláud. é essa que vai prevalecer, né? Ã, e aí agora então pro Cláudio, né, Cleidar Vieira, ela diz assim: "Há casos de centros mediúnicos, ela colocou aqui, que necessitam de ajuda, doações, etc. Estamos errados em aceitar aquela ajuda que precisamos até para ajudar outros e nos manter enquanto centro espírita. É necessário nesse tocante lembrar que a medidade é gratuita, lembrar que toda tarefa da casa espírita segue essa mesma trilha de evolução espiritual no sentido da busca fraternal. O recebimento da doação é totalmente diferente da cobrança de um pagamento. A gente recorda, porque é uma passagem marcante, inesquecía, fundamental da presença de Jesus entre nós, que é o episódio da purificação do templo narrado por Marcos. Naquela ação educativa, pedagógica, Jesus propunha sobretudo que possamos fazer a higienização do nosso tempo interior. Os vendilhões do templo são manifestações do orgulho, da vaidade e do egoísmo que muitas vezes projetamos também no nosso convívio institucional. a nossa casa enquanto enquanto tempo religioso, enquanto escola, enquanto

mplo são manifestações do orgulho, da vaidade e do egoísmo que muitas vezes projetamos também no nosso convívio institucional. a nossa casa enquanto enquanto tempo religioso, enquanto escola, enquanto hospital e na feição também de família, que é a casa espírita, nós devemos buscar nos orientar por essa trilha iluminativa que Jesus nos apresentou no alto da montanha ao nos propor bem-aventurados os que têm limpo o coração, pois verão a Deus. Então, aí higienizar a nossa instituição, obviamente começando do coração e projetando para o convívio entre aqueles que caminham conosco na estrada da vida, no desinteresse personalista, de tal modo que as doações espontâneas dentro da capacidade, da possibilidade de cada um, são bem-vindas, porque se convertem em pão, em agasalho, se convertem na estrutura organizacional. que nos abria, mas jamais sobre a feição da imposição e do pagamento. Exatamente, né? Receber, né? ah, por algum uma atividade, alguma coisa que passa dentro da casa espírita, mas as doações espontâneas, né, que, como você falou, reverte, né, auxílio daqueles que frequentadores, ã, ou mesmo na manutenção da casa, porque doação é uma coisa e você cobrar, pedir, né, eh, já é outra coisa. Mas é que esse ponto é um ponto a aí de eh que as casas espíritas precisam, né, eh perceber a diferença, porque as casas sofrem muito na sua manutenção, né, na continuidade das suas atividades, mas ela não pode deixar, né, de de sair de de desse ponto basilar, né, que é não cobrar nada, né, não receber em troca por algo que é feito ali na pra casa, né? Bom, encerramos aqui nossas perguntas. Então, gostaria de de antes da gente fazer a parte final eh com vocês de de encerrar esse bloco, encerrar esse dia de hoje de encontro, gostaria de deixar então pro Assis e pro Cláudio ã as últimas considerações, as últimas palavras para que a gente possa tá encerrando. a querida irmã Carmelita, uma alegria imensa revê-la e também participar com você desse momento assim tão bom, né? alegria também de estar com o nosso

as palavras para que a gente possa tá encerrando. a querida irmã Carmelita, uma alegria imensa revê-la e também participar com você desse momento assim tão bom, né? alegria também de estar com o nosso Cláudio e com toda a equipe, né, da regional, da área da mediunidade, né, nesse momento assim de intercâmbio, onde permutamos as nossas vivências e assim vamos aprendendo mais e mais para melhor servir. Então, a nossa gratidão muito pela oportunidade e que possamos nos reencontrar em breve, em breve, em breve, né, Cláudia? Esse ano nós temos nosso encontro nacional, né, em setembro. Se Deus quiser, Cláudio, obrigado, meus queridos. Gratidão, foi um prazer enorme nosso gratidão em nome da Federação Espírita do Rio Grande do Norte, o acolhimento fraterno de Carmel de Carmelita, a companhia de Assis, lembrar que a mediunidade é a luz derramada, como diz Enâmel, elevando a mediunidade não apenas no seu aspecto fenomenológico, mas sobretudo no seu no seu viés, no seu olhar de nos orientar, e nos erguer dos escombros através do trabalho, da benevolência, da possibilidade de nos qualificar para melhor servir. Lembrando que estudo também é um trabalho e o trabalho iluminado pelo estudo se torna mais lúcido, se torna mais qualitativo. E para concluir, lembramos nosso querido inesquecível amigo Gerônimo Mengonça, quando visitado por Chico Xavier, em um dia em que estava batido com a notícia de que a sua vida estava por um fio, expressão utilizada pelo médico para lhe dizer que estava com poucos dias de vida. E Chico recebendo a orientação de Emuel disse: "Gerando, continua trabalhando, porque quanto mais você trabalha, mais o fio engrossa". E assim Ger trabalhou, filoso e ele continuou muito tempo conosco, servindo e atuando na estrada bendita. Possamos também trabalhar e servir sempre. Muita paz a todos. Grande exemplo, Jerônimo, trabalhou até o fim mesmo. Muito, muito obrigado. Obrigado, Cláudio. Você sempre com suas e seus conhecimentos evangélicos que tanto acrescenta a nós. Muito obrigado, Assis.

Grande exemplo, Jerônimo, trabalhou até o fim mesmo. Muito, muito obrigado. Obrigado, Cláudio. Você sempre com suas e seus conhecimentos evangélicos que tanto acrescenta a nós. Muito obrigado, Assis. Muito obrigado, Cláudio, né? E gostaria então agora de agradecer também os nossos internautas que ficaram aqui conosco, os nossos companheiros que estão nos acompanhando desde as 15 horas hoje em dois blocos, né? Foi muito profundo foram discussões assim pontuais e profundas, né? E aqui amanhã também nós vamos estar continuando, né? fazer o encerramento do nosso encontro amanhã às 9 horas da manhã, eh, aqui pelos pelos mesmos canais, né, do YouTube, da FEB Live e da FEP, eh, da FEP de Pernambuco, né? Então, convidamos a todos que estarem aqui conosco amanhã também, porque vai ser um encerramento muito bom também, com mais conhecimento para nós, não é? Acho que todos nós eh já desde ontem, sabe, foi muita coisa. a gente depois precisar voltar e rever. Eu gosto sempre de voltar depois de alguns dias e rever muitas informações, tá? Então nós vamos eh agradecer também toda essa nossa equipe dos bastidores, né, como disse o Wilson, dos invisíveis, dos que não aparecem, mas estão aqui labutando desde antes das 3 horas, né? agradecer ao empenho de todos e conseguimos fazer mais eh uma etapa, esses dois módulos do nosso encontro. Então agora convidar a todos pra gente fazer a nossa prece de encerramento. Eu gostaria aqui de convidar a todos assim a a um momento de interiorização, busquem a posição que melhor quiser, fechem os olhos ou não, mas que realmente procurem em seu coração aquele sentimento de gratidão. Muito obrigado, Senhor Jesus. Muito obrigado por esta tarde de tantos ensinamentos, de orientações, de esclarecimentos, de reflexão. Muito obrigado a toda a espiritualidade bondosa, coordenadora e dirigente deste trabalho, deste encontro, que esteja apóstos, intuindo, ajudando cada um que aqui esteve nas suas preleições, nas suas colocações. E assim, Senhor, certo de

ade bondosa, coordenadora e dirigente deste trabalho, deste encontro, que esteja apóstos, intuindo, ajudando cada um que aqui esteve nas suas preleições, nas suas colocações. E assim, Senhor, certo de que estamos sendo amparados sempre pela espiritualidade maior, estamos agradecidos e pedimos que possam continuar conosco para que amanhã possamos também continuar neste trabalho encerrando o nosso encontro. Obrigado Jesus. Obrigado, espiritualidade amiga e protetora. Graças a Deus. Então, obrigado amigos de novo, né? Até amanhã para todos nossos internautas e vocês. Até amanhã. Grande

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