"4º Encontro Espírita Regional Nordeste da Mediunidade" - (30/05/2025 - 19h30)
Anote na agenda. . 📅No período de 30 de maio a 1º de junho, tem o "4º Encontro Espírita Regional Nordeste da Mediunidade". . 🧑💻Realizado de forma virtual, o evento abordará o tema 'Mediunidade no Evangelho', e contará com os seguintes facilitadores: – Elzenira Klippel (FEEB) – Mônica Rocha (FEPB) – Wilson Gomes (FEP) – Júlio Verne (FEEC) – Assis Pereira (FERN) – Júlio Góes (FEES) – Carmelita Bueno (FEPI) – Raildo Bandeira Farias (FEEAL) – Aldilamar Adler (FEMAR) . 🗣️Confira a programação que...
Olá, boa noite. Sejam todos bem-vindos. É com grande alegria que damos início ao quarto encontro espírita. da região Nordeste. Eu sou Fátima Caldeira, trabalhadora voluntária da Federação. Sou uma mulher branca de pele clara, cabelos castanhos, lisos, na altura dos ombros. Estou com uma blusa verde. Ao fundo há uma parede branca. Moro na cidade de Recife, Pernambuco. Este evento é fruto do esforço conjunto das federativas do Nordeste, do Nordeste que se une para trazer a luz e esclarecimento sobre a mediunidade durante esses três dias. Neste momento passamos a palavra para a nossa eh Cristina Pires, secretária da Comissão Regional Nordeste e vice-presidente da Federação Espírita Pernambucana. Boa noite. Boa noite a todos. Boa noite a todas. Que alegria estar aqui mais uma vez com todos vocês. Eu sou uma pessoa de cabelos curtos, uma mulher de pele bem clara, cabelos grisalhos, uso óculos. Ao fundo tem uma parede branca e uma outra uma parede é uma uma porta de de um armário. E aqui eu venho dar o abraço dos que fazem a Federação Espírita Pernambucana para todos vocês. 4 anos desse trabalho exitoso que a gente vem acompanhando com muita alegria. Então, sejam todos muito bem-vindos, sintam-se abraçados. Quem vier aqui a Recife, olha, nossa federativa fica aqui no bairro do Espinheiro. Estamos esperando cada um de vocês do Maranhão à Bahia de braços abertos. Vamos ter realmente um fim de semana muito, muito exitoso. Que Jesus possa abençoar todos, todos vocês. Muita paz. Agora passamos a palavra para Carlos Campete, vice-presidente da unificação da Federação Espírita Brasileira e do Conselho Federativo Nacional. Boa noite, Carlos. Boa noite. Satisfação imensa. Olá, Cristina, Fátima, todo o pessoal que vai participar. A você que está acompanhando esse quarto encontro espírita regional do Nordeste nessa área da mediunidade, é realmente uma satisfação imensa nós vermos e ainda mais o tema que se vai abordar, não é? Nós vamos ver a mediunidade no evangelho. E há eh muita gente que ainda
Nordeste nessa área da mediunidade, é realmente uma satisfação imensa nós vermos e ainda mais o tema que se vai abordar, não é? Nós vamos ver a mediunidade no evangelho. E há eh muita gente que ainda não despertou para essa realidade, né, de que a presença da mediunidade é que permitiu toda a ação dos apóstolos, não é? Que permitiu a própria implantação do cristianismo e que não tinha esse nome na época, não é? Mas aí vai ser, olha, um final de semana de estudos muito bons. Nós desejamos que os bons espíritos inspirem a todos aqueles que estiverem responsáveis pela condução dos temas e todos os que estiverem participando também para que seja uma construção coletiva importante nessa área da mediunidade, contribuindo naturalmente com os nossos irmãos que estão se aproximando e devagarinho conhecendo a proposta da interpretação espírita para o evangelho. do Cristo. Nós trazemos um abraço carinhoso da diretoria da Federação Espírita Brasileira para todos vocês. E é uma alegria muito grande nós vermos essa conjugação de esforços, não é, da região, não é, Cristina, para realizar esse trabalho, não é, que não seria o mesmo com eh uma pessoa ou duas pessoas, porque a soma, não é, que a gente faz no movimento espírita dá é igualzinho, 1 + 1 dá 2, só que dá dois com qualidade. Então, o que conta não é de fato essa soma de experiências. E sempre quando a gente junta a nossa experiência com a experiência dos outros, vai dar uma soma muito maior do que normalmente a gente tá acostumado a ver. Então, que Jesus, Divino Mestre, abençoe os esforços, a dedicação de todos e que seja um encontro muito produtivo. Estamos vibrando por todos. E agora passamos a palavra para Regina Souza, coordenadora adjunta nacional da área da mediunidade. É um problema de conexão, né? Regina, Maria Amélia, se Maria Amélia tiver aí, Maria. Não, Maria Amélia disse que ia sair. Então eu vou passar para o momento artístico e depois eu chamo Regina. Certo. Olá pessoal, tudo bem com vocês? Para quem não me conhece, meu nome é Cleiton
Maria. Não, Maria Amélia disse que ia sair. Então eu vou passar para o momento artístico e depois eu chamo Regina. Certo. Olá pessoal, tudo bem com vocês? Para quem não me conhece, meu nome é Cleiton e eu sou da FEP. Eu faço parte do grupo Alvorado, que é um grupo de música espírita da própria FEP, que tem o objetivo principal de evangelizar através da arte espírita, nesse caso, através da música. E antes da gente iniciar o nosso momento que vamos ter hoje, eu preparei uma música para harmonizarmos melhor esse momento. O nome dessa música é Guia-me, que é do grupo Avorado. Então, caso vocês queiram fechar os olhos, mentalizar a imagem do Mestre Jesus, do nosso Pai Maior, essa música, ela funciona como uma prece. Por sofro tanto assim. Quero acreditar, quero prosseguir. É tão grande a dor que carrego em mim. Silencio então na oração a ti. Guia-me pelo deserto da aflição. Fala-me diretamente ao coração. Leva-me pelos caminhos que passar. Seguir a tua luz quero alcançar. Ajuda-me. Quero entender tua lição. Abriga-me toda a paz, o teu amor. Dá-me fé quando não puder mais andar. Ensina-me a cada ofensa a perdoar. Ajuda-me. Quero entender tua lição. Abriga-me toda a paz, o teu amor. Dá-me fé. Quando eu não puder mais andar, ensine a cada ofensa a perdoar. Por sofro tanto assim. Quero acreditar, quero prosseguir. É tão grande a dor que carrego em mim. Silenci então na oração a ti. Guia-me pelo deserto da aflição. Fala-me diretamente ao coração. Leva-me pelos caminhos que passar. Seguirei a tua luz. Quero alcançar. Ajuda-me. Quero entender tua lição. Abriga-me em toda a paz o teu amor. Dá-me fé quando eu não puder mais andar. Ensina-me a cada ofensa a perdoar. Ajuda-me, quero entender tua lição. Abriga-me em toda a paz o teu amor. Dá-me fé quando eu não puder mais andar. Ensina-me a cada ofensa perdoar. guia-me. Bom, eh, mais uma vez eu agradeço o convite do pessoal, né? E eu espero que vocês tenham esse momento bem proveitoso para cada um de vocês. Grande abraço e até mais. Obrigada, Cê.
sa perdoar. guia-me. Bom, eh, mais uma vez eu agradeço o convite do pessoal, né? E eu espero que vocês tenham esse momento bem proveitoso para cada um de vocês. Grande abraço e até mais. Obrigada, Cê. Eh, agora passamos a palavra para Maria Mélia. Maria Amélia, ela é coordenadora de junta nacional da área da mediunidade. Obrigada, Fátima. Eh, boa noite a todos. Deixa eu seguir o protocolo aqui, né? Eu sou uma pessoa boa noite. Eu sou uma pessoa morena clara, uso óculos, cabelos grisalhos, tô de blusa cinza e atrás de mim tem um fundo de um quarto que é impossível descrever porque tem muita coisa. Eh, quero dar as boas-vindas a todos, boa noite, boa tarde, eh, bom dia, depende da hora que você for assistir, né? É com muita alegria que nós estamos aqui novamente, eh, e muita expectativa para ver esse, esse encontro com esse tema maravilhoso que é mediunidade no Evangelho. Aos poucos, a gente vai desmistificando uma porção de coisas, né, milagres, eh eventos, né, que o Espiritismo nos ajuda a entender melhor o evangelho. Então, sejam todos bem-vindos, que todos possam ser muito inspirados e trabalhar esta noite, sábado, domingo, com muito amor no coração. Obrigada, Cláudia. Obrigada. Digo eu, Maria Mélia. Vamos elevar o nosso pensamento ao alto em agradecimento a Deus por esta oportunidade, né, de estarmos aqui reunidos todo o Nordeste de maneira virtual, mas com um só objetivo, a mediunidade no Evangelho. Que Deus, nosso pai de infinita bondade derrame sobre todas as federativas que irão fazer uso da palavra durante esses três dias. as tuas bênçãos, Jesus, assim como a todos nós que estamos reunidos virtualmente, estudando, meditando acerca da mediunidade. Que a tua paz, Jesus, se faça presente no coração de todos nós hoje, agora e sempre. Que assim seja. Então, damos por iniciado, né, o nosso seminário com esse tema central, a mediunidade no Evangelho. E vamos chamar para desenvolver o primeiro tema, a nossa irmã Eusenita da Federação Espírita da Bahia com o tema Jesus e os
do, né, o nosso seminário com esse tema central, a mediunidade no Evangelho. E vamos chamar para desenvolver o primeiro tema, a nossa irmã Eusenita da Federação Espírita da Bahia com o tema Jesus e os fenômenos mediúnico no Monte Tabu. a importância da prece e da reforma íntima para a prática da mediunidade. Boa noite, Aenita. Boa noite, querida Fátima. Que a paz fique conosco nesse encontro tão esperado por todos nós. Um abraço a FEP com muito carinho. Muito obrigado. Bem, meus amigos, podemos começar. Esta é uma noite muito especial para todos nós. Como todos que me antecederam já falaram, o tema é muito especial, porque vamos trazer a lembrança dos ensinamentos do nosso mestre querido para revivermos e darmos assim um prosseguimento dentro da dos nossos anseios evolutivos de trazer o conhecimento do evangelho para a nossa realidade dentro da casa espírita. Jesus e os fenômenos mediúnicos no Monte Tabor para mim representou uma grande oportunidade de revivermos este momento muito especial do nosso do Evangelho de Jesus, trazendo para posteridade, para toda a humanidade que seguia em frente, como conduzir os seus trabalhos mediúnicos, como aprender a conviver com a espiritualidade, superior. E nós gostaríamos de dizer que gostaríamos muito de ter a inspiração da querida Amélia Rodrigues, a poetisa do Evangelho, para falar de um tema tão importante, tão lindo, tão maravilhoso, tão revelador e, acima de tudo, um tema que é um convite, é uma, é um convite decisivo para que iniciemos a todo momento o a nossa caminhada para iluminação. Então, recordando o ensinamento da querida Amélia Rodrigues, ela diz que o Tabor traz para todos nós a possibilidade de manter uma conexão com o alto, elevando nosso padrão de sentimentos, de emoções e de pensamentos. Só essa fala de Amélia Rodrigues no livro Trigo de Deus já nos permite que tenhamos excelentes reflexões, que tenhamos momentos de pensarmos realmente com a iluminação que surgiu naquele encontro inesquecível do Tabor para direcionarmos as nossas
o de Deus já nos permite que tenhamos excelentes reflexões, que tenhamos momentos de pensarmos realmente com a iluminação que surgiu naquele encontro inesquecível do Tabor para direcionarmos as nossas atividades espíritas, para direcionarmos o nosso trabalho interno de descob descobrimento, de autodescobrimento e de iluminação. É o que nós desejamos na noite de hoje com esse convite, né, que Amélia Rodrigue nos faz para que elevemos o nosso padrão de sentimentos, de emoções e pensamentos, recordando as lições do tabu. E pensando em tudo isso que Amélia Rodrigues nos trouxe, nós vamos fazer aqui uma leitura do que como é que está escrito no Evangelho esse momento, que é algo tão importante que vai nos ajudar nos familiarizar com exatamente a leitura, a cultura que existe nas palavras do evangelho e a forma como as coisas são ditas tão especialmente para direcionar o homem na sua caminhada evolutiva. Relembremos então, como nos diz assim o Evangelho de Lucas. Jesus chamou a Pedro, aos irmãos Tiago e João e os levou em particular a um alto monte com o propósito de orar. E aconteceu que enquanto orava, a sua aparência a aparência de seu rosto se transfigurou e resplandecia como um sol. Suas vestes se tornaram alvas como a neve, de uma brancura, como nenhum lavandeiro na terra poderia alvejar. E eis que lhe apareceram dois varões cheios de glória, Moisés e Elias, que falavam com Jesus a respeito de sua partida e que ele estava para cumprir em Jerusalém. Pedro e seus dois companheiros achavam-seidos de sono, mas conservando-se acordados, viram a sua glória e os dois varões que com ele estavam. Lucas afirma que Jesus foi ao monte para orar e aconteceu que enquanto orava a aparência do seu rosto se transfigurou e e resplandecia como um sol e as suas vestes como neve de uma brancura que a gente não consegue imaginar na Terra. Imaginemos, portanto, como que o que representou naquele momento, mesmo que aparentemente estivessem um pouco entorpecidos para os discípulos que presenciavam algo tão inédito, algo tão
inar na Terra. Imaginemos, portanto, como que o que representou naquele momento, mesmo que aparentemente estivessem um pouco entorpecidos para os discípulos que presenciavam algo tão inédito, algo tão inebriante, ter a presença do mestre que eles já amavam, que eles já traziam em seu coração, como a o a grande luz das suas vidas. E naquele momento ele os vê transfigurado, transformado em luz diante dos seus olhos para nos trazer uma lição para que a humanidade jamais pudesse esquecer qual é o seu futuro. Então, ali naquele momento aconteceu uma grande reunião que serviria como modelo para todos nós. uma reunião mediúnica exemplar, eh, que tem como ponto de partida, se nós formos analisar cada passagem, cada momento especial dessa narrativa do evangelho, nós vamos perceber que ali Jesus era o condutor, era o dirigente daquele momento, daquela reunião magnífica que acontecia no alto do monte. Ele era o condutor principal e mostrava diante da iluminação do seu ser, diante da exteriorização de a sua da sua alma iluminada. Para os apóstolos, como que seria aquele momento para ele transfigurar e deixar o recado para toda a humanidade? Naquele momento os discípulos eram, se puder voltar um pouquinho antes, não passe já não. Os discípulos faziam parte, né? Jesus seria o médium principal e os apóstolos seriam os seus auxiliares, as testemunhas. E Tio também contava ainda aquele momento especial da reunião mediúnica do Tabu, com a presença de duas entidades especiais, duas entidades que marcaram também a história do prenúncio da divulgação da vinda do Messias e que estavam ali também dando seu testemunho depois da morte, trazendo-nos a certeza de que continuamos vivendo. vendo e que podemos trazer o nosso a o nosso depoimento vivo mesmo depois da morte. Ali estava, portanto, materializados Moisés e Elias, manifestando-se, conversando entre si, travando um diálogo a respeito de como dentro em breve o Mestre deixaria os seus discípulos, como tudo aconteceria. Era um diálogo normal, uma
os Moisés e Elias, manifestando-se, conversando entre si, travando um diálogo a respeito de como dentro em breve o Mestre deixaria os seus discípulos, como tudo aconteceria. Era um diálogo normal, uma conversa, como se estivéssemos numa reunião ouvindo duas pessoas a falar. E eles faziam referência a à vinda ou à partida do mestre que aconteceria dentre em breve. É um modelo neste momento que nós pegamos como referência para demonstrar como devem ser os nossos trabalhos. Também trazemos aqui aquele encontro, o Cristo sempre procurava os lugares mais silenciosos, os os locais mais eh eh próximos da natureza para trazer as suas lições e para deixar o testemunho para toda a humanidade. E naquele momento ele estava ali no monte com os apóstolos e ali ele também dava um testemunho de como era importante estar bem relacionado, bem bem entrosado, com toda a harmonia, já nos indicando que toda vez que nós quiséssemos realizar algum trabalho de contato com a espiritualidade mais elevada, que também deveríamos buscar locais onde houvesse harmonia, onde houvesse afinidade entre as pessoas e houvesse também uma possibilidade real de fazer um contato com essas esferas de luz. Então, esse momento que o Cristo reservou para nos deixar a sua lição maior da transfiguração, exigia que aqueles que estavam com ele também estivessem sintonizados com a mensagem e que o local apropriado remetesse aquelas almas para um momento de reflexão e comunhão com o Pai. Então, nós podemos trazer para as nossas reflexões como gostaríamos também que fossem os nossos momentos onde buscássemos esse contato mais direto com as esferas de luz, que os nossos ambientes pudess possam se tornar cada vez mais ambientes de paz, de harmonia, de alegria, de convívio fraterno entre os irmãos, mesmo que as lições que vem Venham muitas vezes do plano mais alto, seja nos chamando a um testemunho. Naquele momento que os amigos presenciavam a transfiguração do mestre amado, também estavam ouvindo algo que realmente deixava o seu seus
s vezes do plano mais alto, seja nos chamando a um testemunho. Naquele momento que os amigos presenciavam a transfiguração do mestre amado, também estavam ouvindo algo que realmente deixava o seu seus corações apreensivos. Eles que tanto amavam o mestre querido, via também a possibilidade de dentro em breve ele não tê-los mais com a sua presença física, a sua presença constante. Pode passar. Então, e o ponto de partida para esse trabalho começa justamente com a prece, quando lembramos o que o Lucas diz, que Jesus foi ao monte para orar e convidou seus discípulos para acompanhá-lo. Então, Joana de Angeles nos traz um ensinamento muito importante quando ela nos diz que a prece é a linguagem que faculta a comunhão mental com o sumo bem num contínuo fluxo de amor. Então ali naquele momento, quando o mestre se reúne para orar com os discípulos, ele cria essa psicosfera esse que ele já expandia normalmente, mas que precisava ensinar aos seus discípulos de como acessar essa força superior, como chegar sempre em contato, né, com o bem e com aqueles que nos dirigem, os nossos mestres. maiores que estão comandando os destinos da humanidade, né? Ele também vai nos trazer nessa reunião a necessidade de estarmos bem conosco mesmo, né? e de que trabalhássemos as nossas disposições íntimas para que pudéssemos ter acesso a essas práticas superiores, transcendendo a tudo aquilo que nos aprisiona a Terra e que nos permitíssemos criar novos hábitos, né, para que pudéssemos eh conviver, termos a felicidade de termos a presença desses amigos espirituais nos orientando no dia a dia. Trazemos o exemplo do Tabô para as nossas reuniões, para que possamos sempre lembrar que elas devem começar com essa conexão, trazendo a presença divina para o nosso ambiente e recordando que também devemos, para que possamos trazer essa presença divina para o nosso meio, nós devemos também estar com o coração aliviado dos sofrimentos, das dores, no sentido de guardar isso como algo ruim, mas que possamos estar mesmo
samos trazer essa presença divina para o nosso meio, nós devemos também estar com o coração aliviado dos sofrimentos, das dores, no sentido de guardar isso como algo ruim, mas que possamos estar mesmo com os pés chagados, mas a alma fitando os céus, mas a alma buscando luz, porque naquele momento todos viviam as suas vidas com as dificuldades do dia a dia, do cotidiano. Cada um também trazia a sua alma, em sua alma, alguma dificuldade, mas precisou se entregar. numa oração, recordando que as forças superiores sempre vertem do alto em nosso favor. E quando fazemos essa sintonia, os céus descem até nós e a misericórdia divina se apiada das nossas dificuldades e nos transforma em seres com mais força, com mais vontade de vencer as nossas próprias dificuldades. Então, Emanuel reforça essa ideia quando eles nos chamam para que façamos estas mudanças nas nossas disposições íntimas e que não tenhamos medo e não nos acomodemos no nosso processo de autoeducação, que busquemos sempre à luz, a compreensão dos ensinos superiores para que possamos seguir a nossa jornada. Então, nós pedimos que possa passar agora o próximo slide, né? E a gente vai conversar um pouco sobre o trabalho que aconteceu no Tabu. Eh, nós percebemos que aquela reunião que vai serviu, que tava servindo de modelo para todos nós, ela teve como ponto de partida a prece, como nós falamos inicialmente, né? E ela também nos convida para esse trabalho interior. Emânio nos fala desse esforço pessoal. E agora nós podemos perceber a presença significativa daqueles homens simples, mas que estavam ali também no esforço de orar, de conjugar, de doar as suas energias para que aquela reunião acontecesse da melhor maneira possível. Então, nós vamos perceber que é um momento muito especial para que o Mestre Jesus pudesse deixar ali essa lição e morredora para todos nós. O que é que nós vamos perceber como fenômeno mediúnico no tabuco? Inicialmente nós vamos ver a transfiguração, a mudança de aparência de Jesus que resplandecia com um
lição e morredora para todos nós. O que é que nós vamos perceber como fenômeno mediúnico no tabuco? Inicialmente nós vamos ver a transfiguração, a mudança de aparência de Jesus que resplandecia com um sol. Agora, se a gente imaginar, fechar os olhos por um instante, imaginar aquela figura querida, cada um tem uma imagem própria que faz do Cristo, né? Imaginar o Cristo resplandescente como um sol. Nós não conseguimos nem olhar para a luz do sol, porque ela nos perturba a visão, mas ela nos enche de calor e de vida. Imaginemos se conseguirmos meditar pensando nessa figura amorosa do Mestre Jesus, todo iluminado, não só o seu rosto transfigurado, mas as suas vestes límpidas, brilhosas. trazendo para todos nós aquilo que representava, aquilo que existia na sua alma, as suas alterações perespirituais em brilho, né, a sua expansão, demonstrando toda a sua grandiosidade, né, e a força da sua alma resplandecendo com um extenso fugor, trazendo para nós a lição do futuro, porque ele disse que todos nós poderíamos fazer as mesmas as coisas que ele e ali estava o maior exemplo que ele poderia nos deixar, que naquele momento nós tivéssemos guardados na memória, que um dia também poderíamos nos transfigurar, poderíamos resplandecer diante dos homens e diante do Pai, pela vida dedicada ao amor, pelo exemplo que pudéssemos dar, buscando o mestre Jesus como caminho, como verdade. e vida. Emanuel, então nos diz que o fenômeno que acompanhou aquele momento de transfiguração do Cristo e com a e com a era uma materialização que ficava evidente e não foi apenas uma evidência. Os dois companheiros que ali estavam, eles estavam materializados. O fenômeno do com Cristo foi uma transfiguração, mas a presença de Moisés e Elias ali materializado, nos dava a certeza da imortalidade da alma e de que eles poderiam também deixar para todos nós a possibilidade de nos apresentarmos uns diante dos outros como um elemento vivo. Imaginemos como que será o futuro da humanidade, onde não teremos tantas
ue eles poderiam também deixar para todos nós a possibilidade de nos apresentarmos uns diante dos outros como um elemento vivo. Imaginemos como que será o futuro da humanidade, onde não teremos tantas barreiras, mas que também nós poderemos dar os nossos testemunhos diante dos homens. Mas naquele momento, a presença de Moisés e Elias, conversando com Cristo, nos dá assim uma lição do futuro, de como todos nós podemos também seguir essa estrada luminosa. Pode passar um pouco. Eu acho que houve alguma ainda temos aqui também outro fenômeno que aconteceu no Tabuc, o fenômeno da pneumatofonia. A voz que saiu da nuvem luminosa dizendo: "Este é o meu filho amado em quem me compraz a ele ouvia. Este é um momento também de significado profundo. Imaginemos Jesus transfigurado e uma voz a dizer: "Este é o meu filho amado. A ele ouvi." Não sabemos quem falava naquele momento, mas era uma voz direta que vinha tocar o coração daqueles homens ali presenciando algo tão importante em suas vidas que deixaria um marco tão profundo para a humanidade. A voz direta, ela é definida como uma manifestação direta, uma manifestação oral direta do espírito. E ela quando se produz, ela dispensa o aparelho vocal do médium ou de qualquer um dos presentes. É um dos fenômenos mais extraordinários, né, e raros que pode acontecer e que a o Evangelho, a Bíblia, né, os estudiosos espíritas, todos eles trazem alguma referência. Exemplos de voz direta nós encontramos no Velho Testamento e no Novo. Sempre quando Jesus também se aproxima para receber o batismo do João. Também uma voz ali anuncia que aquele é o filho amado. E para identificar o filho amado, as vozes não se oculavam, as vozes se apresentavam e diziam ao mundo que aquele era o guia da humanidade, que aquele era a luz que deveria vir para despertar o homem na sua eternidade. Então, quando o mestre está ali diante dos discípulos, essa voz vem e diz que ali estava o filho amado que todos nós devíamos ouvir e seguir. Nada é mais significativo do que isso, né? Não
eternidade. Então, quando o mestre está ali diante dos discípulos, essa voz vem e diz que ali estava o filho amado que todos nós devíamos ouvir e seguir. Nada é mais significativo do que isso, né? Não precisávamos de mais nada, a não ser lembrar de que o filho amado veio à terra para trazer os ensinamentos para todos nós e que o pai estava naquele momento nos dando o roteiro e a presença magnífica do Cristo para que pudéssemos vislumbrar a nossa caminhada em busca de luz, né? E aí é um fenômeno especial, né? como prova da sobrevivência do espírito. Aquele sono que nós vimos no início, quando lemos o texto do Evangelho, que os discípulos ficavam estavam meio adormecidos, premidos de sono. Isso é muito comum quando alguém participa de um fenômeno com doação de ectoplasma, né? Os discípulos sentiram naquele momento e eram naquele momento eles eram instrumentos, né? No intrínseo momento, eles estavam naquele momento eles estavam com intensa liberação de fluido vital, o ectoplasma, que é comum nas reuniões mediúnicas de efeitos físicos. E naquele instante os dois discípulos, os três, Pedro, Tiago e João, estavam ali, eh, oferecendo as suas possibilidades mediúnicas para que o fenômeno de materialização acontecesse dos dois espíritos há muito desencarnado. Um já tinha 900 anos, o outro 1300 de desencarnados. E naquele instante se apresentam para trazer a ideia, a certeza de que nós não morremos, que os reinos de Deus, que a nossa somos herdeiros do universo, herdeiros do Pai na nossa continuidade evolutiva. Então, podemos testemunhar com eles naquele momento a materialização de Moisés e Elias. Pode passar. É muito importante a gente pensar aqui em Moisés e Elias, essas duas figuras, a importância que eles tiveram na caminhada, né? Eles durante todas suas vidas, né? Eles divulgaram e trabalharam contra a idolatria. Eles falavam, eles buscavam sempre trazer tanto Moisés como Elias, né? Elias foi um profeta de grande presença e sempre lutando contra a idolatria, sempre chamando o povo para
aram contra a idolatria. Eles falavam, eles buscavam sempre trazer tanto Moisés como Elias, né? Elias foi um profeta de grande presença e sempre lutando contra a idolatria, sempre chamando o povo para acreditar no Deus único e verdadeiro. É muito conhecido o fenômeno de Elias quando quando ele eh luta contra os profetas de Baal que apregoavam, né, a os poderes do deus Baal e com e conviviam com todo tipo de maldade, com todo tipo de de questões materiais visíveis, que não tinha nada a ver com aquilo que Elias acreditava como a representação do divino. na terra e ele combate a todo tempo essa luta, né, contra a idolatria e ele se coloca a disposição para testar, né, os poderes divinos naquele trabalho de que não era o Deus que que era pregoado, o Deus do prazer, o Deus que podia atender aos interesses menores do ser humano. Elias já lutava contra isso desde aquela época. Também Moisés lutou contra a idolatria e os dois naquele momento estavam ali trazendo uma grande lição de que continuavam amando ao Deus único e verdadeiro e procurando trazer para todos nós a certeza de que somos filhos do mesmo pai e que somos herdeiros dessa criação. A presença de de Moisés e Elias ali também nos traz um outro ensinamento, em especial a presença de Elias. Quanta coisa que o Mestre ensinava em cada momento daquele quando ele estava reunido com seus discípulos. Ele também nos trouxe a grande lição da reencarnação. Todos nós já aprendemos quando lemos a respeito da vinda, quando quando o mestre Jesus a falar de João, que ele era um dos maiores dos profetas, que até ali tinham vindo os grandes profetas e que depois de João ninguém mais viria. E que se todos nós quiséssemos saber se a todos que tinham ouvidos de ouvir naquele momento poderiam saber que o João era o Elias que haveria de vir. E ele veio naquele momento trazendo agora o anúncio direto de que ele era o Cristo esperado, era o precão fazia naquele momento o papel do precursor e tinha uma importância muito grande na história do cristianismo e na
momento trazendo agora o anúncio direto de que ele era o Cristo esperado, era o precão fazia naquele momento o papel do precursor e tinha uma importância muito grande na história do cristianismo e na história de todos nós. E Jesus aproveita aquele momento também para nos ensinar que podemos voltar à terra quantas vezes necessária, quantas vezes precisarmos para nos identificarmos com a luz, para colaborarmos para trazer o reino de Deus para a terra. Elias já tinha vida como profeta e voltava como e voltou depois como João, trazendo a certeza de que continuaria trabalhando pela edificação do reino de Deus no mundo. Então, mais uma lição que a gente pode aproveitar naquele momento da presença de Elias e Moisés, materializados junto a Jesus no Monte Tabor, recordando-nos das grandes possibilidades que temos como espíritos em evolução. Pode passar, por favor. É muito interessante também a gente observar que Tiago, João e Pedro, segundo Paulo, eles eram considerados, né, eh, vamos dizer assim, os doadores em comum, eles eram um formavam no colégio apostolado, né, as colunas da no colégio apostolado, as colunas da comunidade. Eles eram possuidores de mais sensibilidade e traziam também com a sua presença, né, o mestre sempre os convidava para os trabalhos, né, eles estavam sempre próximos e tudo indica que ele tinham disposições mediúnicas com médiuns de efeitos físicos, né, e que dav doavam ess essas essas energias magnéticas para facilitar esses fenômenos. que nós podemos presenciar na na contemplação da lição do monte Tabu, né? Eles tinham uma presença importante, estavam sempre com o mestre nos principais momentos dos testemunhos e quando Jesus queria dar uma lição, deixar uma lição para a posteridade, então eles têm esse papel fundamental, né? estavam ali como testemunhas ocular de um momento tão impressionante, de um momento tão marcante na história, para que pudéssemos acompanhar o futuro de como seria o desdobramento da nossa das nossas possibilidades psíquicas, dos nossas
de um momento tão impressionante, de um momento tão marcante na história, para que pudéssemos acompanhar o futuro de como seria o desdobramento da nossa das nossas possibilidades psíquicas, dos nossas possibilidades mediúnicas, das nossas possibilidades de entrarmos em contato com o plano espiritual. Então, esses três eram médiuns que ajudavam nesse trabalho e estavam sempre presentes nos trabalhos com o mestre Jesus. Vamos continuar então trazendo mais, pode me sinalizar quanto tempo eu tenho, né? Nós trouxemos aqui uma uma breve reflexão, já que estamos trazendo a reunião mediúnica do Tabu e a importância dela, trazendo como se fosse a vivência hoje nos nossos trabalhos no cotidiano da casa espírita. Então, observamos que a presença dos três discípulos amados e que estavam sempre presente na nos acontecimentos que o Cristo dava o testemunho maior para a humanidade, eram aqueles que tinham comprometimento com a divulgação dos ensinamentos de Jesus, que o seguiam a todo momento, que tinham um esforço constante de se transformar, de modificar o seu caráter, né? que procuravam através das perguntas e de toda a a o contato com o mestre, aproveitar todas as oportunidades para aprender. estavam sempre presentes desejando servir e trazendo a o testemunho para todos nós que se hoje também desejamos participar de um trabalho na casa espírita, desejamos trabalhar com a mediunidade, devemos pensar que devemos ter comprometimento, esforço na elevação do caráter, conhecimento da matéria espírita, assiduidade, desejo de servir. ausência de propósito de curiosidade, engajamento nas atividades da casa e desinteresse pessoal dentre todos. O mestre quando fez o convite, os discípulos não sabiam a para onde estavam se dirigindo, o que aconteceriam, mas eles seguiam fiéis àele mestre amado, que trazia para eles a oportunidade de deixar uma lição para o futuro. Pode passar. Então, também observamos naquele momento que o Mestre Jesus nos traz uma lição. Quando os discíp quando os dois
ado, que trazia para eles a oportunidade de deixar uma lição para o futuro. Pode passar. Então, também observamos naquele momento que o Mestre Jesus nos traz uma lição. Quando os discíp quando os dois espíritos materializados abordam sobre a sua breve partida. Naquele momento também ficava ali uma lição para todos nós, que podemos aprender a conviver. Sabemos que para nós encarnados é muito difícil ainda a perda do ente querido, o temor da morte. Todos nós ainda eh vacilamos diante, muitas vezes diante da dor e rogamos muita força aos céus para suportar a ausência dos entes queridos. E o mestre sabia que ele precisava deixar uma lição também para os discípulos amados, aqueles amigos que estavam acostumados com a sua presença constante. E naquele momento ele anunciava, né, deixava a ameaça da perda e trazendo a certeza de que eles não deveriam temer, porque a continuidade dos trabalhos viria justamente como ele trouxe a presença materializada de Elias e Moisés, e dizendo para eles que a morte era apenas um fenômeno passageiro, mas que a alma continua vi continuaria vivendo na sua essência. Estamos chegando ao final, né, Fátima? Temos já. Sim, já já, já, já passou já. Então, temos mais só o finalzinho pra gente trazer, tá certo? Bem rapidinho. Uma mensagem, é o último, a mensagem que é a grande lição do Tabô. Essa é a a essa outra, essa aqui, a primeira, essa a grande lição do Tabor, segundo Emanuel, é que o homem deve viver no mundo sabendo que pertence aos céus, sendo indispensável desse modo, que se desmaterialize a todos os instantes, para que se desenvolva em amor e sabedoria. Então, que tenhamos nessa lição da transfiguração do Mestre Jesus, o desejo de seguirmos também essa mesma caminhada e que vislumbremos essas possibilidades. Ótimo, Ausenira. Gratidão, Ausenira, pela sua fala, por todo esse comentário que você nos trouxe na noite de hoje, esses esclarecimentos de Jesus e os fenômenos mediúnicos no Monte Tabor, a importância da prece e da reforma íntima para todos nós. Gratidão.
todo esse comentário que você nos trouxe na noite de hoje, esses esclarecimentos de Jesus e os fenômenos mediúnicos no Monte Tabor, a importância da prece e da reforma íntima para todos nós. Gratidão. E agora nós vamos passar a palavra para o segundo tema da noite de hoje com Mônica. Mônica é da Federação Espírita da Paraíba. Boa noite, Mônica, seja bem-vinda. Boa noite, Fátima. Obrigada. Obrigada pela oportunidade de participar desse evento tão bonito. Ótimo, maravilhoso, não foi? E você está com a palavra agora, Mônica, que você vai trazer eh o tema da noite, que vai ser a mediunidade e o progresso da humanidade. Com você a palavra, Mônica. Obrigada. Boa noite a todos, a todas. Que Jesus nos abençoe. E nós vamos tratar de um tema hoje, né, em torno também do evangelho, da mediunidade no Evangelho de Jesus. um tema sobre a mediunidade e o progresso da humanidade. E nós não podemos esquecer, né, nunca quando a gente fala em progresso, evolução, a história do espírito, né, do espírito imortal. desde o princípio inteligente, né, que apenas eh possuí pensamento fragmentado, construindo ali na durante os da sua vida, das suas encarnações nos reinos inferiores da natureza, construindo o seu perespírito e também possibilitando a construção futura do pensamento contínuo, como nos diz André Luiz no livro Mecanismo da Mediunidade e Evolução em Dois Mundos, que é justamente justamente nesse momento em que o homem, o ser, o ser começa a expressar esse pensamento contínuo, elaborar esse pensamento, ele entra justamente na época da humanidade. E se então é nessa nessa fase eh desse pensamento contínuo que André Luiz nos fala que está estão as reminiscências da mediunidade no mundo espiritual. E por que isso acontece, né? Porque segundo a a a nossa literatura espírita, é quando nós, através desse pensamento, nós vamos elaborando primeiro a mediunidade inicial, que é a mediunidade de intuição. O que Jesus, o que André Luiz também nos chama de telementação, a possibilidade de nos comunicarmos
se pensamento, nós vamos elaborando primeiro a mediunidade inicial, que é a mediunidade de intuição. O que Jesus, o que André Luiz também nos chama de telementação, a possibilidade de nos comunicarmos mentalmente à distância uns com os outros. Então, e também André Luiz nos retrata que a mediunidade também surgiu nos primórdios com o sono. Quando a criatura humana dormia, todos os seres vivos, né, os animais e e seres humanos, eles dormem. E ele nos relata que quando a gente começa a elaborar esse pensamento mais complexo, que ele chama de pensamento contínuo, eh o sono, o sono ele começa a ter novas características, porque é justamente nessa fase do sono que começa a existir a emancipação da alma, né? O perespírito se exterioriza e o o perespírito ele vai eh em busca, né, dos seus interesses, em busca das suas aspirações. E assim que nessa busca, nessas saídas, né, do mundo do através do sono, ele começa a no intercâmbio com outras mentes espirituais. E com essa facilidade de desprender-se, ele diz que nós vamos elaborando esse pensamento e nos acostumando a mesmo no estado de vigília podermos fazer essa esse desdobramento, essa emancipação da alma, essa exteriorização do nosso perespírito que nos faculta justamente a interação de mente a mente com o mundo espiritual. Porque não podemos esquecer que toda a nossa evolução, ela é secundada, ela é direcionada por nossa mente. Nós somos o que pensamos. Nosso mundo externo, o mundo em que vivemos, é uma elaboração mental nossa. Então nós estamos, né? Nós estamos circundados, nós estamos limitados àquilo que pensamos, as nossas criações mentais, eh, nossas percepções, né, mesmo as percepções físicas dos nossos sentidos, visão, olfato, tato, paladar, eh, elas estão dentro dos limites das nossas possibilidades e percepção da nossa mente, da nossa do nosso conhecimento. e a mediunidade, o que onde é que entra a mediunidade, né? Que a gente já viu que essa elaboração começou desde os primórdios, né? Desde os primórdios da humanidade, quando nós
do nosso conhecimento. e a mediunidade, o que onde é que entra a mediunidade, né? Que a gente já viu que essa elaboração começou desde os primórdios, né? Desde os primórdios da humanidade, quando nós começamos a inaugurar na fase da humanidade e começamos a elaborar esse pensamento contínuo. E como tudo evolui, como nosso espírito está em evolução, nosso corpo físico está em evolução, a mediunidade também está em evolução, né? Kardec nos fala lá no livro a Gênese que a mediunidade ela seria, ele nos compara a mediunidade ao telescópio que nos facultou a possibilidade de enxergar os os as estrelas, os sóis, né, o mundo dos infinitamente grandes. E também ao microscópio que nos faculta a enxergar o mundo dos infinitamente pequenos. Mas como nossa percepção ela limitada aos nossos sentidos físicos, nós apenas conseguimos enxergar, por exemplo, perceber a do infravermelho a ultravioleta, isso nos escapa às percepções físicas. Nós precisaríamos de um sentido, de um sentido, de uma forma de nos comunicar, de perceber esse mundo extrafísico, o mundo fora do mundo espiritual, não é? é como se nós estivéssemos, em algumas literaturas nos explica isso, desenvolvendo um novo sentido. Então, aquilo que era apenas precário, né, era apenas eh primário no início da nossa evolução, ela vai eh continuamente se eh se aprimorando. E é por isso que Jesus no seu evangelho, porque nós vamos trazer também, né, a mediunidade no evangelho, ele nos diz muito sabiamente, tá lá no Atto dos Apóstolos, né, que Jesus teria dito que nos últimos dias meu espírito derramarei sobre toda a carne. Então, Jesus, nesse momento que diz que nos outros dias o seu espírito se derramaria sobre toda a carne. E o que significa, né, esse espírito que ele derramaria sobre toda a carne? é justamente a mediunidade, segundo Emanuel, não é? Então ele ele tá nos prometendo, né, para nossa evolução cada vez mais que nós vamos aprimorando esse nossa, essa nossa percepção mediúnica, essa nossa capacidade de comunhar, de entrarmos em
, não é? Então ele ele tá nos prometendo, né, para nossa evolução cada vez mais que nós vamos aprimorando esse nossa, essa nossa percepção mediúnica, essa nossa capacidade de comunhar, de entrarmos em comunhão mental com o mundo espiritual. E isso é muito assim. E nós vemos a mediunidade, como nós dissemos, desde os primórdios, em todos os livros, né? Há um pensador, eh, um uma eh eh um pensador que nos diz que todas as religiões nasceram da mediunidade. Todas as bases religiosas têm sua origem na mediunidade. E a gente vai ver nos nos mais antigos, né, eh eh livros eh eh que se trata da da das grandes religiões humanas, os Vedas, eh o Alcorão, eh o próprio a própria Bíblia, né, e tantos outros, né, o livro dos mortos, eh, no Egito e tantas outras que deram nascimento às reuniões, as as religiões, sejam elas no Ocidente ou no Oriente, elas surgem de um fato mediúnico, elas surgem de um sonho, elas surgem de uma premonição, elas surgem de uma aparição, de uma materialização, de uma comunicação via eh eh direta e voz direta, como foi o caso, né, dos 10 mandamentos e tantas outras que nos mostra a presença da mediunidade em todos os sentidos, em todos os momentos históricos da humanidade. Porque nós, a partir do momento que elaboramos nosso pensamento, nós vamos ter a possibilidade de comungar com o pensamento alheio. Por isso que eh André Luiz nos fala da eh mentossíntese, fazendo uma eh uma conexão com a fotossíntese realizada nas plantas, né, no reino vegetal. Então, essa mentossíntese é justamente essa possibilidade que nós temos de, ao pensarmos, ao projetarmos nossos pensamentos, esses pensamentos, eles se eles se eles se projetam através de nós, do nosso perespírito, da nossa aura, né, como André Luiz nos chama também, do nosso campo magnético e faz com que nós estejamos em contato direto tanto com os encarnados como também dos dos desencarnados no mundo espiritual. Então, toda todo isso faz parte justamente dessa dessa mediunidade. E nós vamos ver também no no eh voltando, né, aquela citação que
s encarnados como também dos dos desencarnados no mundo espiritual. Então, toda todo isso faz parte justamente dessa dessa mediunidade. E nós vamos ver também no no eh voltando, né, aquela citação que Paulo nos traz no Atto dos Apóstolos, que Jesus nos diz: "Nos últimos dias acontecerá, diz o Senhor, que meu espírito derramarei sobre toda a carne. Vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos mancos terão visões e vossos velhos sonharão sonhos". Então Jesus nos traz aqui a promessa dessa faculdade que é inerente ao ser humano, que todos nós possuímos indistintamente. Todos nós que somos humanos, mesmo que não percebamos eh consci conscientemente o mundo espiritual, nós eh assimilamos essas correntes mentais que nos chegam tanto do mundo espiritual como também do mundo físico, né? Entre os encarnados e entre os desencarnados. Nós assimilamos porque todos nós somos médiuns. Embora nós apenas ordinariamente, como nos diz Kardec, chamamos apenas médiuns, aqueles de efeitos patentes, aqueles que aparecem, aqueles que demonstram, né, a sua mediunidade, seja através da psicofonia, da psicografia, eh da clarividência, clarudiência e tantas outros tipos de mediunidade. nós vamos ver que mesmo assim e todos nós possuímos algum fragmento, né, alguns algum alguma coisa da mediunidade, uns mais e outros menos. E são graus diferentes e tipos diferentes na mediunidade. Isso tudo pela questão da nossa mente. Por isso que a gente vê também lá no livro, né, eh, nos domínios da mediunidade, uma página linda, né, que André Luiz nos traz, que seria um uma assim uma pré-eleção, né, do espírito chamado Albério, em que ele no nos diz que a mente está na base de todos os fenômenos mediúnicos, porque é justamente através dessa mente que nós captamos todas as energias adivinas, né, do dos outros, do mundo espiritual. especialmente. E interessante a gente a gente a gente perceber também que todos nós temos o nosso padrão vibratório, nosso padrão de percepção. Eh, a todos nós da humanidade temos um padrão de
ritual. especialmente. E interessante a gente a gente a gente perceber também que todos nós temos o nosso padrão vibratório, nosso padrão de percepção. Eh, a todos nós da humanidade temos um padrão de percepção eh mais ou menos semelhante. Por quê? Porque nós só percebemos no universo aquilo que ele que nós possamos que nossa, nosso conhecimento, nossa experiência nos faça captar. E a mediunidade como a gente falou, né, que essa modo de percepção extrafísica, além do físico, além do do da daqueles daquela da da do comum, do ordinário, né, daquilo que nós temos assim eh eh no dia a dia que nós percebemos, ela nos traz muitas vezes as experiências espirituais das diversas formas, sejam elas negativas, sejam elas experiências de comunhão, mental com com espíritos menos evoluídos, espíritos menos esclarecidos, até sofredores, até aqueles que nos querem prejudicar, como também nós temos, né, também essa comunhão mental com essas essas esses espíritos mais evoluídos que justamente eles nos auxiliam, estão para aqui para nos auxiliar nesse nesse trajeto da nossa evolução, porque em nenhum momento evolutivo da da criatura humana na Terra, seja ela na Terra, seja ela em qualquer planeta, né? Nós estamos abandonados por Deus, nós estamos sempre circundados pelas forças divinas que nos impulsiona, né, para o alto, para o progresso, porque o progresso é uma lei divina. E nós vamos ver lá na no livro dos espíritos que o progresso ele se faz de duas formas, tanto da forma do da do conhecimento, não é, da experiência, como também o progresso moral. E a gente pergunta, e o e a mediunidade, qual é o papel da mediunidade justamente nesse progresso da humanidade, né? Qual é a vinculação desse progresso à humanidade, desse progresso? E nós vamos ver que a mediunidade, além de nos abrir o leque eh de experiências, né, de recepção de pensamentos além da nossa capacidade de nós que nós temos aqui, ela nos impulsiona ao progresso, ao melhoramento moral, ao ao melhoramento espiritual. Porque mesmo que nos primórdios, né, eh,
epção de pensamentos além da nossa capacidade de nós que nós temos aqui, ela nos impulsiona ao progresso, ao melhoramento moral, ao ao melhoramento espiritual. Porque mesmo que nos primórdios, né, eh, antes de Jesus, essa mediunidade que chegou até mesmo a ser proibida, né, lá no Moisés, Deuteronômio, a gente vê muitos irmãos e outras religiões nos falando, né, quando nós falamos em comunicação entre nós, encarnados e os desencarnados, sempre nos lembram, né, aquele trecho, né, que Moisés chegou a proibir a mediunidade, né, a a comunicação com os mortos, né? Avocação com os mortos. E o que por Mas a Jesus ele com que ele eh aquela lei de Moisés é como se Jesus nos todo toda a sua história ele tivesse derrogado aquela lei. Porque nós vemos muitos fatos mediúnicos, né, no Evangelho, como nós vemos até anteriormente a nossa amiga Eusenira, que me antecedeu falando e outras experiências também vocês verão no evangelho, eh, em relação às manifestações mediúnicas no Evangelho, mas nós vamos ver várias com várias dessas experiências e nós vamos ver depois que Jesus retorna, né, depois da crucificação, nós vamos ver também que ele continua né, como por exemplo, ele ele ele ele vai se manifestar, né, na na no no falando em línguas, né, onde os apóstolos, né, eles todos eles falam em línguas eh justamente para eh a xenoglosia, né, que é a mediunidade de línguas. nós vamos ver que todos eles vão ser trazidos na mediunidade, mostrando ali que aquela lei de Moisés não mais valeria. E Emanuel comentando, né, sobre essa derrogação e falando também sobre essa proibição de Moisés, ele nos disse que naquela época de Moisés, a mediunidade ao ser humano ainda não estava maduro, ainda não estava pronto para o exercício da mediunidade, porque naquela época a mediunidade era muito mística, era muito eh realizada de forma muito ególatra, muito eh eh presa apenas aos fenômenos, né, as as advinhações, as consultas, não tinha nenhum propósito de elevação moral, eles abusavam da mediunidade, né? Por isso aquela
da de forma muito ególatra, muito eh eh presa apenas aos fenômenos, né, as as advinhações, as consultas, não tinha nenhum propósito de elevação moral, eles abusavam da mediunidade, né? Por isso aquela proibição. Mas depois de Jesus é como se a humanidade estivesse já pronta para esse desabrochar, pronta para esse esse esse esse contato, né, mais direto com o mundo espiritual. E depois de Jesus, quando a depois de Jesus, né, nós vamos ver um período, né, em que a as instituições religiosas, né, foram criadas e aí na Idade Média eles proibiram também esse contato com a mediunidade, com a as vocações, com as a comunicação entre os espíritos. E foi uma época muito tenebrosa, né? Uma época em que houve muitos abusos, os médiuns foram muitas vezes jogado em fogueiras, queimados em fogueiras. A mediunidade era totalmente proibida. As pessoas eram muito assim vinculadas apenas à regras rígidas da igreja, né? E como nós estamos em processo de evolução, como eu disse anteriormente, a evolução, o progresso é uma lei divina. estamos inexoravelmente nesse processo evolutivo. Eh, houve também essa ruptura, né, do pensamento humano com aquele pensamento religioso que inaugurou, né, o Iluminismo. E é justamente nessa época, né, pós essa época que o materialismo se torna tão forte que veio justamente a doutrina espírita, né? E veio justamente a que surgiu no mundo a doutrina espírita, que embora, como nos diz Kardecja tão moderna, eh nós vemos que as raízes, né, a sua essência eh passou por todo esse processo histórico que a gente não pode esquecer. A mediunidade ela veio desde os adventos da da humanidade. a gente não pode ver, a gente não pode esquecer esse, esse essa gestação, né, do nosso psiquismo que foi se aprimorando e se permitindo que hoje nós possamos exercer a mediunidade com Jesus, a mediunidade responsável, a mediunidade eh realmente estudada, compreendida, não mais como algo sobrenatural, algo místico, né, mas algo natural, algo que faz parte da essência humana. que todos somos
mediunidade responsável, a mediunidade eh realmente estudada, compreendida, não mais como algo sobrenatural, algo místico, né, mas algo natural, algo que faz parte da essência humana. que todos somos médiuns, né? Todos somos eh todos nós somos médiuns. E como a promessa de Jesus nos tornaremos cada vez mais médios, cada vez mais aptos a estabelecer essas comunicações entre nós e o mundo espiritual. Então isso é algo muito importante, né? E a gente vê também, eu tenho uma frase que eu gosto muito, que a gente tá falando, né? mediunidade no evangelho. No evangelho a gente não pode esquecer de Jesus. É uma frase do instrutor Alexandre lá no livro eh Missionários da Luz e que ele nos diz que a mediunidade sem Jesus é mero meio de comunicação. E a gente não a gente tem que ver, né, que essa mediunidade por Jesus não é apenas a mediunidade comunicação, fenômeno, não é? Não é mais isso que nós estamos buscando. É a mediunidade que nos faculta, que nos auxilia no nosso desenvolvimento psíquico, moral, mental, espiritual. essa mediunidade que nos faz entender a grandeza da vida, o a a a importância dos nossos deveres, a importância das nossas responsabilidades, a importância de nosso aprimoramento moral, de nos fazermos cada vez melhores. Então, essa é a mediunidade eh progressiva, né, que nós vamos encontrar em toda essa história na humanidade. E logo logo, né, como Jesus nos diz aí, né, vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos mancbos terão visões e vossos médios, vossos velhos sonharão sonhos. É como nos diz Kardec, que a mediunidade vai ser vulgarizada, não vulgarizada no sentido eh pejorativo da palavra vulgarizada, mas espalhada por toda a humanidade. Então toda a humanidade cada vez mais se torna mais médio, mais sensível, né, mais perceptível dessas verdades espirituais. E nós sabemos que a doutrina espírita, né, ela nos dá um enorme assim amparo de conhecimento para que nós possamos exercer essa mediunidade com segurança com Jesus, conforme Jesus fala nos no evangelho. Porque é justamente
utrina espírita, né, ela nos dá um enorme assim amparo de conhecimento para que nós possamos exercer essa mediunidade com segurança com Jesus, conforme Jesus fala nos no evangelho. Porque é justamente essa essa essa essa esse processo evolutivo da mediunidade nos levou à conclusão da importância da mediunidade no sentido do da o auxílio que ela nos dá no nosso autoaprimoramento, no nosso processo de autoconhecimento, nos processos de evolução, porque como nos dizemos, a a o que mais nós necessitamos hoje, como está lá, né, nas obras de Kardec, especialmente no livro dos espíritos é essa evolução moral, esse progresso moral. Porque diante do progresso, como nos diz também lá no livro dos espíritos, quando Kardec pergunta, né, se nós somos civilizados e os espíritos nos dizem que apenas somos instruídos, mas ainda não somos civilizados, porque não praticamos ainda o amor, não praticamos ainda a fraternidade, não praticamos ainda todas essas virtudes, né, que nos trouxe no evangelho e que justamente essa doutrina espírita que adveio ao mundo através através da mediunidade, como todas as outras anteriores, né, que a gente vê que tem essa tese, né, que todas as religiões advieram, né, surgiram dos fenômenos mediúnicos e mais do que nunca o espiritismo, né, que foram tantos e tantas experiências, né, psíquicas, nós vamos ver tantas e tantas para chegar-se à conclusão da imortalidade da alma, porque dentro da perspectiva da imortalidade da alma e que justamente é comprovado pela mediunidade é que nós podemos mudar a nossa visão de mundo, nossa visão de entendimento da vida. Por isso que a mediunidade hoje não é uma prática apenas restrita aos grupos mediúnicos, não é praticada apenas dentro das salas mediúnicas, estudada apenas para o desenvolvimento mediúnico dentro de uma sala mediúnica, mas estuda-se a mediunidade, compreende-se a mediunidade para o exercício da dos atos mais comuns da vida e especialmente o ato de pensar, porque nós vimos que é a mente, né, a mente, eh, o espelho da vida em toda
a mediunidade, compreende-se a mediunidade para o exercício da dos atos mais comuns da vida e especialmente o ato de pensar, porque nós vimos que é a mente, né, a mente, eh, o espelho da vida em toda parte, como nos diz Emanuel, nós somos o que pensamos. E para que nós possamos fazer o mundo melhor, construir uma criatura melhor do que verdadeiramente nós somos hoje, é necessário que nós possamos mudar o nosso pensamento, que é a essência justamente da mediunidade. E através desse pensamento que nós aimos do alto essas forças eh benéficas, essas forças construtivas que nos auxiliam a nos aproximar cada vez desse caminho, dessa verdade, dessa vida que Jesus vem exemplificar no evangelho. Porque como nos diz, né, a própria do espírita, nós somos viajores desse universo, construs, construindo do átomo nossa história, do átomo ao arcanjo. Nós todos nós temos o destino de nos tornarmos criaturas melhores, espíritos puros, como nos diz lá eh no livro, né, no livro dos espíritos, questão 100 seguintes, quando fala da escala espírita, que todos nós temos esse destino e a mediunidade, como nos diz nos livros, né, principalmente Emmanuel, é uma grande ferramenta para que nos auxilie a nós compreendamos melhor o evangelho de Jesus, nós nós possamos verdadeiramente não só compreender, não só estudar, não só conhecer, mas principalmente praticar e nos tornar pessoas melhores. Então, essa mediunidade que nós viemos desenvolvendo desde o desde o tempo mais mais remoto da nossa história espiritual, né? Não sei se já começou aqui na terra, mas todo esse processo, né, que nós vivemos nessa construção do nosso ser, porque como o progresso é lei e nós estamos submersos nessa lei para que nós possamos alçar esses voos mais altos, né, que e possamos compreender mais o universo. Então essa essa faculdade inerente a todos nós, né? Essa faculdade humana que pertence a todos nós, queiramos ou não. E quantas pessoas têm medo da mediunidade? Quantas pessoas fogem das suas responsabilidades
a essa faculdade inerente a todos nós, né? Essa faculdade humana que pertence a todos nós, queiramos ou não. E quantas pessoas têm medo da mediunidade? Quantas pessoas fogem das suas responsabilidades mediúnicas? Fogem do fato de ter medo das suas percepções do mundo espiritual. Mas quando nós compreendemos esse essa essa faculdade, nós vamos ver quão rica pode ser nossa vida quando nós estudamos, quando nós compreendemos, né? E nesse nosso processo de evolução, a mediunidade e o progresso da humanidade. Então, mediunidade tem sim uma relação indissociável desse progresso, porque ela é justamente através desse desse intercâmbio com mundo espiritual que nós vamos assimilando ideias, assimilando eh eh conceitos, assimilando experiências mais ricas, mais mais benéficas e direcionando o nosso progresso, a nossa vida para um futuro melhor, para nosso destino, que que é de sermos espíritos melhores, espíritos puros, como nos de Jesus, não é? Então, nós vamos também ver lá em Paulo, né, que temos também a diversidade dos carismas e a mediunidade é tão falada por Paulo, né, diversidade dos carismas, tantos tipos de mediunidade, tantas pessoas ouvem, tantos, tantas pessoas têm a psicofonia, tantas pessoas têm a psicografia, que é a escrita, né? Então, nada mais salutar para nós eh espíritas do que estudar e compreender a mediunidade. Eu tô vendo aqui que meu tempo está terminando. Eu tenho só que agradecer a todos eh a pela oportunidade de estar aqui presente e eh também paraa questão também das perguntas, né? Porque pelo que eu vi aqui tem várias perguntas a serem respondidas. Eu agradeço imensamente a oportunidade e uma boa noite a todos. Muito obrigado, Mônica, pela sua palestra bem esclarecedora acerca da mediunidade. Eh, duas palestras excelentes nós tivemos na noite de hoje, uma trazendo toda aquela aquele conhecimento histórico, né? E essa trazendo conhecimento da mediunidade e o progresso da humanidade, porque através do conhecimento da mediunidade, através do esforço de cada
azendo toda aquela aquele conhecimento histórico, né? E essa trazendo conhecimento da mediunidade e o progresso da humanidade, porque através do conhecimento da mediunidade, através do esforço de cada um de nós, é que nós podemos cada vez, cada vez mais progredir na nossa tarefa na área da mediunidade. E vamos passar agora para eh a roda de conversa e chamaremos as meninas para que vão participar da roda de conversa que vai ser Euzenita, a Mônica, Eusenira, Mônica, Maria Amélia e Audilamar para as nossas perguntas. Já estão com as perguntas. Deixar o Zeneira voltar pra gente começar aqui rapidinho. Pode começar. A primeira pergunta. A primeira pergunta já tá na tela. A primeira pergunta está na tela. Boa noite. É Silvia Martins. Eh, ela tá perguntando quanto tempo se deve estudar para trabalhar na área da mediunidade? Pergunta muito boa, viu, Silvia? E aí, o que é que vocês respondem? Eu diria Silvia, que não existe um tempo pré-determinado, né? Um tempo que a gente possa estabelecer X, Y, 1 ano, 2 anos, 3 anos. Isso vai muito do amadurecimento da pessoa, do conhecimento que a pessoa adquire, né, da responsabilidade que ela demonstra, né, para o exercício da mediunidade. Então tudo isso são requisitos, né, que a pessoa e que as pessoas também se sinta pronta, né, não só fato de ser médium, mas de compreender, né, esse exercício mediúnico e que ele requer responsabilidade, sacrifícios, né, também que a gente tem que tá aberto aos sacrifícios de toda semana estar num grupo mediúnico, né, não faltar, não chegar atrasado, né, dar o compromisso de estudar, o compromisso de de uma educação dos nossos sentimentos que todo médico precisa fazer nessa educação dos sentimentos e nos melhorar. Então essa minha essa minha visão, gente, vocês aí complementem conforme vocês achem pertinente. Eu acho que a gente poderia dizer em relação à sua questão que você falar da preparação, né? Eh, é muito mais importante ela se fixar nisso, né? que tipo de coisa que ela precisa fazer para
ertinente. Eu acho que a gente poderia dizer em relação à sua questão que você falar da preparação, né? Eh, é muito mais importante ela se fixar nisso, né? que tipo de coisa que ela precisa fazer para se preparar, conhecer bem a doutrina espírita para não ter sustos, né? se preparar, se equilibrar. Então, realmente ela não tem um tempo, tem sim uma necessidade de preparação. E essa preparação envolve o conhecimento da doutrina espírita, que normalmente a gente fala do ESD, né, que é o estudo sistematizado. depois o conhecimento da mediunidade em si e depois um pouco de de estágio, de prática supervisionada, como a gente costuma fazer aí depois sim, né, os os monitores dessa pessoa vai dizer: "Tá pronta, não tá pronta". Então, a questão de exercer mediunidade é muito mais uma questão de preparação, de cumprir algumas coisas em relação à preparação. E realmente, como você falou, Mônica, nada a ver com o tempo, né? Se ela fizer isso tudo num ano, ótimo. Se levar 10 anos, ótimo também, né? É. Eh, isso mesmo. Quando ela tem, quanto tempo se deve estudar para trabalhar na mediunidade? O tempo é um tempo indeterminado, porque a a mediunidade é uma faculdade do espírito, como a Améria falou, a Mônica falou, conheça primeiro o espiritismo, conheça depois a mediunidade, para a prática, para o desenvolvimento, para a educação, para poder trabalhar no postulado. Como diz Kardec aqui no livro dos dos médiuns, ninguém pode entrar em uma reunião mediúnica sem antes conhecer o espiritismo, sem antes conhecer a medida. Na prática, ele faz até a comparação. Você entra no laboratório sem conhecer produto químico, você vai explodir esse laboratório. E o livro dos médicos norteia. Inclusive na introdução, Kardec faz uma observação. Não pense que esse livro dos médiuns vai lhe transformar médium. pelo contrário, vai lhes nortear como você vai usar, utilizar por toda a vida, porque a mediunidade é uma faculdade de espírito e nós estamos, ela falou, a luz que brilha na carne, então nós estamos enquanto na carne, vamos
s nortear como você vai usar, utilizar por toda a vida, porque a mediunidade é uma faculdade de espírito e nós estamos, ela falou, a luz que brilha na carne, então nós estamos enquanto na carne, vamos brilhar essa luz todo tempo em várias reencarnações até evoluir. Porque também trazendo aqui no livro dos médicos para encerrar a minha resposta, a mediunidade não veio só para um, para dois, para três, veio para toda a humanidade. Então nós vamos estudar porque somos espírito eterno e todos nós somos médios, né? um com maiores sensibilidades, outros não. E a partir do momento em que entramos no estudo, que seja o estudo sistematizado da doutrina espírita, a gente vai ter conhecimento da mediunidade. E é através desse conhecimento que a gente pode se aprofundar eh no ramo da mediunidade, que vai ser muito esclarecedor para todos aqueles que tenham mediunidade ou não. Isso mesmo. A gente vê gente, muitas vezes as pessoas muito ansiosas, né, para começar num grupo mediúnico, como se aquilo ali fosse a resolução das suas ansiedades, dos seus problemas, das suas impressões do mundo espiritual. Mas a gente precisa primeiro se equilibrar, primeiro estar bem para depois participar do grupo mediúnico, né? Isso não é o grupo, o exercício da mediunidade num grupo é que vai resolver esse problema. Não, a gente primeiro resolve para depois a gente adentrar num grupo, né? O aprendizado é contínuo, né? Tanto tanto no nível de conhecimento como de autoconhecimento. Você como médium, você no seu trabalho, né? Eh, você vai, você tá sempre aprendendo com a mediunidade, com a prática e com o conhecimento que os espíritos já nos ofereceram, que é um tesouro tão grande. Eh, estudar o livro dos médiuns tem tanta coisa pra gente aprender e que a gente só vai compreendendo justamente quando a gente vai eh aumentando a percepção, vai juntando outros conhecimentos. Então o o conhecimento é constante. Agora, isso não impede que chegue um momento que você esteja apto para ir para um trabalho de
ente vai eh aumentando a percepção, vai juntando outros conhecimentos. Então o o conhecimento é constante. Agora, isso não impede que chegue um momento que você esteja apto para ir para um trabalho de desenvolvimento ou de uma prática mediúnica, mas estudar vai ser sempre e conhecer sempre mesmo. Com certeza. O estudo sempre é bom, né? Uhum. E cada vez que a gente abre o livro dos médiuns, a gente faz um estudo. Quando a gente passa um tempo que retoma esse livro, eh, novos horizontes se abrem, né, na área da mediunidade. Então, o espírito está amadurecendo cada vez mais e a gente tem a oportunidade de se aprofundar cada vez mais acerca dos ensinamentos de nosso Senhor Jesus Cristo. Passamos para a segunda na dificuldade Tailã, eh, na dificuldade da prece por parte do médico no seu dia a dia, qual seria o caminho para iniciar esse hábito? Quem vai se responder? Esse é muito fácil, né? Acho, nem acho muito fácil não. Eu acho que realmente é um é um é um trabalho mesmo de de esforço pra gente aprender a a acalmar a mente, né? Porque a nossa mente é é muito turbilionada, né? Estamos presos e agora então, né? Com rede social, é tanta informação, inteligência artificial, a gente tem tanta informação no dia a dia para acalmar, para serenar a mente, para entrar num momento de pausa, né? para fazer esse contato com o divino, tem que ter esse treino, tem que treinar mesmo, tem que se dedicar, tirar alguns momentos do seu dia, né, para fazer isso, ou antes de dormir, ou ao acordar ou algum momento do dia, né, ou quando contemplar o céu, quando olhar as estrelas, por buscar lembrar que existe, que nós somos filhos, né, de desse pai maravilhoso e que precisamos entrar em sintonia com ele para reabastecer as nossas forças, para entendermos melhor a vida. Então, a gente tem que treinar, tem que buscar, tem que querer, né? Porque a gente se acostumou muito a orar pedindo nos momentos de aflição. Aí a todo mundo sabe, né? Abrir assim o coração, né? Que é muito importante fazer isso, né? Agora, essa esse momento
erer, né? Porque a gente se acostumou muito a orar pedindo nos momentos de aflição. Aí a todo mundo sabe, né? Abrir assim o coração, né? Que é muito importante fazer isso, né? Agora, essa esse momento às vezes até quando estamos na mediúnica ou até quando estamos em algum local assim que exige que tenhamos mais concentração, que aqueles pensamentos começam a chegar, né? Então, a gente tem que ir fazendo um treinamento, deixar eles passarem e voltar treinando até que a nos abituemos, né, a ter esse contato com as com o divino, né, que é uma coisa tão maravilhosa que quando a gente consegue fazer esse silêncio, consegue entrar um pouco de sintonia, já é um prêmio dos maiores que a gente consegue. Para mim, o maior, a maior bênção da vida é conseguir entrar num momento de oração e deixar que a minha alma fale e sentir as bênçãos dos céus. Mas deve ser um treino mesmo. Eu acho que não, não cai do céu não. Ah, eu vou orar. Não, não é bem assim não. A gente vai lutando no dia a dia, vai aprendendo, né? vai procurando se desligar um pouco daquela da do tumulto do dia a dia, até e encontrar esses momentos de silêncio, momento de paz que faz falta para todos nós. Não sei se eu respondi, mas acho que é uma é uma conquista, é um momento de recolhimento, né? De recolhimento. A gente precisa aprender a ter esse momento de de recolher os nossos pensamentos, né? a gente, muitas vezes, a gente sabe que é difícil, eh, devido assim algumas dificuldades que estamos a passar, ter esse momento de realmente parar e ter esse momento de recolhimento, mas a gente precisa pedir ao auto a assistência e o amparo, procurar nos sintonizar, não é, para que ali possamos realmente entrar nessa sintonia e poder realmente eh enfrentar eh vencer essa barreira dessa dificuldade da prece. É, eu digo que é um treino, como a treino, é um treino. Você tem, acredito que todos nós, antes de conhecermos, alguns conheceram o Espiritismo na infância, que aprendendo a orar, outros conheceram depois ou ainda não conhece,
, como a treino, é um treino. Você tem, acredito que todos nós, antes de conhecermos, alguns conheceram o Espiritismo na infância, que aprendendo a orar, outros conheceram depois ou ainda não conhece, mas acredito que todos nós aqui que tá nos ouvindo tem sua religião e cada religião tem sua prece para dirigir a Deus, mas uma prece pequena. Existe uma história do José que toda vez ele passava na porta da igreja, 5 minutos, ele dizia: "Ôi Jesus, eu sou Zé". Ele fez a primeira vez, a segunda vez ele desceu, internou e tinha uma cadeira do lado dele. E ela era feliz todo o tempo. E a enfermeira diz: "Mas você todo o tempo tá feliz, sorrindo?" "O que é isso?" Porque todo dia eu recebo a visita de um homem que vem e diz para mim: "Pois é, eu sou Jesus". Então, se a gente ainda não sabe fazer a nossa prece, a gente diz: "Oi, Jesus, eu sou fulano de tal". "Ôi Jesus, eu sou de Lamar. Oi, Maria." E a gente vai até a gente ter, aprender e trabalhar nossa sintonia com o alto, porque o nosso anjo de guarda, os nossos guas espirituais estão constantemente ao nosso lado, nos inspirando, orientando, nos levando para o caminho do bem. Oi Jesus, eu sou Zé. Prece boa. Se o seu nome foi José, di seu nome. Uma prece simples Jesus já está nos ouvindo. É, era nesse sentido que eu tava pensando. Era fácil, né? A gente acostuma fazer tanta coisa, né? Você acostuma levantar, escovar o dente, tomar café, é um hábito. Então, a prece também deve ser um hábito. E pode começar pequenininha, como a de Lamar falou, né? Oi, Jesus, tô aqui. E aos poucos e adquirindo outras dimensões até chegar nessa maravilha que a Euzenira descreveu, né? Até eu fiquei que assim impressionada, mas pode ser um hábitozinho pequenininho, né? Só a gente marcar, só a gente eh arrumar uma hora, né? Eu adoro os postites, né? Se eu quero lembrar de alguma coisa para eu fazer, eu pego um postite e colo na minha geladeira, no meu espelho, no meu computador. Aí, pronto, arranja um postite, orar. Porque no evangelho diz lá na prece, né, pedierez que não
ma coisa para eu fazer, eu pego um postite e colo na minha geladeira, no meu espelho, no meu computador. Aí, pronto, arranja um postite, orar. Porque no evangelho diz lá na prece, né, pedierez que não precisa fazer grandes palavras uma uma redação como se fosse uma prece, uma simples palavra, com a sintonia. Jesus já está ali ao nosso lado, nos ouviu. tem um ela pergunta dela me lembrou eh um livro Diretrizes de Segurança, né, que é Ivaldo e e Raulas perguntas que fazem, né? E ela e perguntaram mais ou menos isso, né? Em relação à dificuldade que a gente toda vez que a gente tava querendo fazer uma prece, aí vem um monte de pensamentos muitas vezes totalmente contrários, né? Eh, à nossa vibração que a gente tá buscando naquele momento. E por que que isso acontece? Eu acho que a pergunta, a resposta foi até de Divaldo. Ele disse que a nossa mente é como se fosse assim um um um jarro de vidro. comparou mais ou menos isso, vou expressar com minhas palavras, em que embaixo tem muita sujeira dos nossos pensamentos ainda, de muitos, né, que nós carregamos, né, nossas viciações mentais, nossos pensamentos que a gente já aí quando a gente começa a a orar, por exemplo, é como se a gente mexesse aquela água e aquela sujeira do fundo ela sobe e a gente até conseguir, né, realmente se aquiietar, realmente deixar de trazer esses pensamentos que nós estamos muitas vezes acalentando durante até as vidas anteriores. Para que isso ocorra, a gente precisa botar muita água limpa, ou seja, muita prece, muitas energias boas ali naquele vaso para que toda aquela sujeira possa sair e a gente por fim, né, fazer dessa prece um hábito tranquilo de conexão realmente com a divindade. Isso é muito interessante. Passamos para a terceira pergunta. Wagner, eh, entendendo que Jesus, em sua grandeza, não precisava que Elias e Moisés se materializasse para vermos então quem doou o ectoplasma e quem estava com eles que precisava ver os profetas. É, eu acho que foram os próprios discípulos, né? Eles que foram os
a que Elias e Moisés se materializasse para vermos então quem doou o ectoplasma e quem estava com eles que precisava ver os profetas. É, eu acho que foram os próprios discípulos, né? Eles que foram os médiuns ali para materialização de Moisés e Elias, né? O Cristo não dependia de nada daquilo, né? Ele ele realmente tava era o era o condutor de todos nós. É o condutor de todos nós, né? Mas os discípulos precisavam desse testemunho, precisavam também deixar o ensinamento pro futuro, porque eles eles iam ficar, né, vamos dizer assim, órfãos naquele momento. Dentre breve o mestre partiria, o mestre teria que deixar lições. Imagina como era difícil, né? Eles estavam recebendo as primeiras lições, apesar de serem almas preparadas, né, para fazer parte do apostolado, né, mas ele eles precisavam ser reforçado na fé, nelaquelas experiências todas para o mestre, não. O mestre estava ali ensinando, ele não dependia da da ectoplasmia dos médiuns e nada, mas eles, os discípulos, eram que realmente que estavam precisando, precisavam registrar e deixar na história também o que que aconteceu, né? Porque todo o evangelho era uma lição, é uma lição de de vida para a eternidade, né? Tem sempre coisas no evangelho, todos os momentos do evangelho tá nos ensinando alguma coisa e que nós ainda, muitas delas ainda não temos condições de aprender, né? Vamos, a proporção que a gente for crescendo, a gente for expandindo a nossa consciência, nós vamos percebendo coisas que antes, né, a gente passava assim e colocava só no nível material, né, de acordo com a nossa percepção, com o nosso conhecimento, com a nossa vivência interna. de conhecimento de de do Cristo e tudo mais, mas que ainda vamos aprender muita coisa. e o homem precisava ter essa essas referências, né, na nas em toda a sua história, né, assim como nós vemos que os primeiros fenômenos mediúnicos, lembrando aí a palestra da Mônica, os primeiros fenômenos mediúnicos que eram muito materializados, né, muito ainda atendendo ao sensório bastante e aos
ós vemos que os primeiros fenômenos mediúnicos, lembrando aí a palestra da Mônica, os primeiros fenômenos mediúnicos que eram muito materializados, né, muito ainda atendendo ao sensório bastante e aos poucos ela, a mediunidade foi se sutilizando, se tornando cada vez mais intuitiva. Assim também o mestre precisava mostrar, né, que essa caminhada existia e que e que os discípulos foram ali instrumentos naquele momento para que Moisés e Elias viessem trazer a mensagem da continuidade da vida, da imortalidade. não é o fenômeno mediúnico em si, mas a lição que precisava deixar ali, né, da imortalidade, da presença constante da do do da interxistencialidade, da presença dos espíritos na nossa vida e como nós também interagimos com eles. Então, para mim, quem realmente precisava e quem doou foram os discípulos. É interessante a gente notar que eh Jesus ele escolhia, né? Ele chamou para esse, para esse específico, ele chamou João, Pedro e Thiago Maior. Então não era à toa, né? Por que que ele não chamou os demais? Porque ele que ele achava que esses tinham essas habilidades, provavelmente, né, de doação de ectoplasma. E aíra já falou super bem, né? Tudo é para ensinar. Nada no evangelho é inútil. Nada. Talvez tenha alguma coisa que a gente passe e não entenda. Pode ser. Mas tenha tem ensinamento ali. Tudo era para ensinar. Tanto que se não houvesse isso, a gente não estaria aqui comentando hoje, né? A gente não estaria percebendo. Tantos fenômenos aconteceram ali nessa passagem. Acho que foi muito bem escolhida pelo Esenira, né? tinha eh alguns efeitos físicos, uma questão de perespírito, né? Então, num num determinado, se a gente tivesse um tempo eh para discutir só isso, a gente podia passar umas duas horas ou mais discutindo só esses fenômenos. Então tem vários ali. Então tudo era para ensinar, absolutamente tudo. E se ele escolheu esses três, é porque esse três para eh paraa doação de ectoplasmo, para transmitir o ensinamento, que seja. Jesus não fazia nada à toa e tudo era eh motivo para
, absolutamente tudo. E se ele escolheu esses três, é porque esse três para eh paraa doação de ectoplasmo, para transmitir o ensinamento, que seja. Jesus não fazia nada à toa e tudo era eh motivo para para nos ensinar alguma coisa. É lá no Monte Tabô, a lição, como diz Amélia, né? né? Tem várias lições estudando a mediunidade, tem várias lições que Jesus nos trouxe mostrando a comunicabilidade, a imortalidade. Mas há momentos que a gente sabe, conhece que o nosso assunto é mediunidade no evangelho, que Jesus perguntou aos discípulos: "Quem disse que eu sou?" Aí toda um deles disseram assim: "Eu sou dizem que você é Moisés, dizem que você é Elias". E como eles três também responderam uma vez o Moisés Elias e eles também eram doadores, eram na época doadores plasma, né, para materialização, levou ele ali no tabou, Jesus mostrou quem ele é para eles três, tá aqui Elias e tá aqui Moisés. E também fazendo para eles, eh, como diz Amélia Rodriguez lá no livro Tribo de Deus, naquele momento, o próprio Moisés que tinha antes eh proibido a comunicabilidade porque estava de uma forma errada, só dois profetas na época que estavam autorizados, porque quando o José veio dizer que ainda tinha gente utilizando e Moisés perguntou quem e ele disse, parece que é Ade, aí Moisés respondeu: "Quem der eu tivesse a vida aquele?" Então, para você ver o que é a profecia, que é a mediunidade, é coisa séria. Quando a gente assim lá no evangelho é santa, não é porque a gente vai se santificar, não é? que sempre tem um talento divino, é a potência da alma, é aquilo, é a luz que derrama sobre nós como a profecia que a a Mônica relembrou para todos nós ali naquele monte capabô tem tanta lição e quando ele venceu disse: "Olha, silêncio, quando a gente sai da reunião mediúnica, saímos em silêncio, nós vamos comentar que foi aquele irmão que sofreu, aquele irmão que fez isso, vamos sair em silêncio, em prés Nós vamos para casa e continuar fazendo as nossas atividades normal. E como são os doadores, né? Eles três. E se a gente
le irmão que sofreu, aquele irmão que fez isso, vamos sair em silêncio, em prés Nós vamos para casa e continuar fazendo as nossas atividades normal. E como são os doadores, né? Eles três. E se a gente prestar atenção no evangelho de Jesus, estudando a mediunidade, toda aquela aquela lição dele, ele sempre levava eles três porque eles eram os maiores doadores. Na cura de Talito, eles três estavam lá. Ele mandou retirar todos porque nem todos estavam preparados para aquela reunião de cura, né? aquela mensagem, aquela reunião de cura que ele fez. Então, a gente percebe que Pedro, Thago e João eram doadores de ectoplasma e para doar ectoplasma o ambiente tem que tá puro. Então ele levou tabor, né? Ele foi no tab mais alto, todo puro, daquela pureza toda, toda mostrar tanta coisa, tanta maravilha, que se a gente for desse capítulo de Amélia Rodrigues o Tabor e a imortalidade, acho que vai um seminário, que é muito um seminário. É verdade. Fiquei, eu fiquei encantada quando eu comecei, quando eu comecei a pesquisar, falei assim: "Ai, meu Deus, que como tanta coisa linda aqui, né?" Eu fiquei muito feliz, até falei com Jacobson, né? Nosso abraço para ele aí na noite de hoje. Eu falei que tema que eu gostaria de de ter assim uma profundidade, né? Porque eu amei o tema. Olha, desculpa eu interromper, mas a gente tá com muita pergunta e a gente precisa ser um pouco breve nas respostas, certo? Certo. Para a gente poder vencer todas elas. Então, Marciel, diante dos desafios globais atuais, conflitos, desigualdades, crises ambientais, de que forma a mediunidade como comprovação da continuidade da existência poderia transformar os valores da sociedade? Que pergunta boa, né? Excelente. Eh, responda Mônica aí, Lóp. O fato, a mediunidade é a comprovação cabal da imortalidade do espírito. Então, quando nós temos esse contato com a mediunidade cada vez mais assim frequente e maior, a imortalidade fica sim algo que nós não temos mais dúvida. Isso muda toda a nossa perspectiva de vida, inclusive.
uando nós temos esse contato com a mediunidade cada vez mais assim frequente e maior, a imortalidade fica sim algo que nós não temos mais dúvida. Isso muda toda a nossa perspectiva de vida, inclusive. Por quê? Porque o qual é a causa, né, desses conflitos, desigualdades, crises ambientais? O nosso orgulho, o nosso egoísmo, a grande importância que nós damos aos bens materiais. Por que que o homem tá devastando a nossa natureza? Por que que existem tantas desigualdades? Porque é muito, é muito egoísmo. Eu quero só para mim, pro outro não. Eu não tô nem aí para o planeta, eu quero usufruir o aqui agora, né? Então, quando a gente tem isso como uma crença eh eh real, contundente na nossa vida, nós vamos dando menos importância às coisas materiais. Nós vamos sentindo a necessidade dessa transformação moral, deixando para trás esse orgulho, esse egoísmo, temos tendo a certeza de que nós somos todos iguais. Quer dizer, esse espírito de fraternidade que Kardec diz que será a bandeira, né, do futuro, eh, é que todos nós nos sintamos irmãos e e temos a compaixão e o amor um pelo outro, como se fosse um ente da nossa família. Então tudo isso vai quebrando. Então a medidade serve para isso. Por isso que ela é a bússola, né, do progresso. Porque nós queiramos ou não, nós somos médiuns. E a gente vai assimilando esses conhecimentos também no mundo espiritual, essas experiências, né? Isso muda tudo. Eu acho que tem tudo a ver aí com a diminuição, a minoração de todas essas problemáticas que nós estamos vivendo nesse mundo, né, de expiação e provas para que a gente possa passar por patamar, né, de um mundo melhor de regeneração. Com certeza. Alguém mais gostaria de Quando quando você sabe que a morte não é o fim, você pensa melhor sobre a vida, né? Então você disse assim: "Olha, eu eu vou continuar e eu vou ter que ter alguma coisa depois disso, né? E o que que eu vou fazer? O que que eu fiz de mim, né? Aí você começa a realmente sentir uma uma necessidade muito grande, porque se não
u continuar e eu vou ter que ter alguma coisa depois disso, né? E o que que eu vou fazer? O que que eu fiz de mim, né? Aí você começa a realmente sentir uma uma necessidade muito grande, porque se não comamos e bebamos e cortamos de todas as maneiras, a morte é o fim." E os espíritos vieram e disseram: "Não, a tumba não é o fim". E aí trouxe para nós essa realidade mesmo, a imortalidade aí eh é como é o propósito que Kardec diz, qual o objetivo do doutrina espírita é destruir o materialismo, né? Então para acabar com essa ideia de que a finitude não é o fim, tem algo mais além disso, né? Acordar. Eu vou ser bem rápida. Eu vou ser bem rápida, Fátima. Eu acho que é só finalizando essa questão que os fenômenos mediúnicos também nos mostram as leis de causa efeito. Sim. Aí com as leis de causa efeito, pronto. Aí não, eu preciso ser realmente, como o Zeniro falou, preciso pensar em como eu vivo para depois ver o que que vai acontecer comigo ou não, né? Então isso muda drasticamente realmente a forma como a gente enxerga a vida. Correto? A próxima. Eh, o pensamento contínuo pode ser semelhante ao foco para desenvolvimento da mediunidade? Eu acho que foi da do meu tema. Posso responder ou alguém quer responder? Podem. Comece. Olha, esse pensamento contínuo que é não é a gente pensar sem parar, não. E nós verdadeiramente pensamos sem parar, né? Esse pensamento contínuo é que André Luiz ele ele nos fala, né, nos seus livros Evolução em Dois Mundos e Mecanismo da mediunidade, é que fosse assim um marco para que a o a humanidade ela existisse como uma espécie, como uma um saísse da assim do da animalidade, né? Então, nós vamos desenvolvimento desenvolvendo esse pensamento contínuo. Nos animais esse pensamento existe, só que ele é fragmentado. Ou seja, eles, as ondas mentais, elas são muito fracas, elas não têm continuidade, por isso que ela não tem a condição de estabelecer uma comunicação intermentes, entre duas mentes. E no pensamento contínuo, como as ondas são mais contínuas, ela tem uma
s, elas não têm continuidade, por isso que ela não tem a condição de estabelecer uma comunicação intermentes, entre duas mentes. E no pensamento contínuo, como as ondas são mais contínuas, ela tem uma crista, né, como ele fala lá no mecanismo, ele vai continuamente e ela atinge uma outra mente. Por isso que a gente ele denomina de pensamento contínuo. E esse foco pro desenvolvimento, a gente tem que pensar o seguinte, a a mediunidade é algo natural, não é algo que a gente busque ser médium. A gente busca sim compreender a mediunidade, a gente busca se melhorar, a gente, mas não é algo que você vai pensar, ah, eu quero ser médio, eu vou ser médio não, porque até porque é uma faculdade orgânica, né? Não é simplesmente querer ser médio, estudar médio unidade para se tornar médio, o médio ostensivo, porque médio, médium assim natural, médio intuitivo, todos nós somos. Agora, essa mediunidade mais ostensiva, ela é uma faculdade, ela é uma questão, mas ela reside no organismo. Então, mesmo que eu estude muito mediunidade, busque, pense muito na mediunidade, eu posso dizer que não, a mediunidade não seja algo que me que me pertença nessa nessa encarnação. Pertence a todos nós, mas não de forma ostensiva, como você trazer uma psicofonia, você trazer uma psicografia, você tem uma vidência, você tem, não é? Agora você pode sempre sim com o o a nossa a nossa estudo, a nossa compreensão, dilatar essa percepção e nós filtrarmos mais a questão das nossas intuições, porque intuitivos todos nós somos. Tem uma questão lá, né, né, no livro dos espíritos, quando se fala do do dos espíritos guardiões, né, dos anjos da guarda, como a gente fala na Igreja Católica. E tem uma mensagem lá de de Santo Agostinho que ele disse que todo mundo tem intuição, todos nós temos, então todos nós estamos ligados recebendo, né, as intuições, os pensamentos dos encarnados. Então a gente estudar também, a gente focar, como você tá dizendo assim, esse verbo foco não é no pensar continuamente, mas se focar nesse
s recebendo, né, as intuições, os pensamentos dos encarnados. Então a gente estudar também, a gente focar, como você tá dizendo assim, esse verbo foco não é no pensar continuamente, mas se focar nesse auto desescobrimento, nessa para que você possa se melhorar. E se não é médio nessa encarnação, já se prepara para exercer mediunidade no mundo espiritual, né, na próxima, porque já na próxima a vida continua, né? Então o trabalho não falta. Eu não sei se eu respondi bem a pergunta, mas é o pensamento continua é esse pensamento que a gente não, mas é essa questão dessas ondas mentais que André Luiz explica lá nesses dois livros. Tá bom? Podemos passar para a próxima porque o nosso tempo já está chegando ao final. É, é mesmo. A próxima. Porque alguns grupos espíritas substitu substitu as obras básicas ou subestimam as obras básicas, sendo que são os pilares do conhecimento para o nosso desenvolvimento, seja na mediunidade ou no passe e evangelização. Em tudo as obras básicas na doutrina espírita é fundamental. Não pode sair, né? Não pode sair da casa espírita, nem de nossas vidas, o estudo básico das obras básicas. Eu tenho uma, eu tenho uma coisa interessante que um caso pequenininho assim, eh, o peixinho certa feita tava fazendo uma palestra no sul do país e alguém eh falou eh questionou para ele se Allan Kardec já estava obsoleto, defasado, né? E aí ele ele respondeu para mim foi de uma sabedoria incrível. Ele disse assim: "Infelizmente não". Aí deixou o público assilha no ar, né? Porque nós ainda nem começamos a entender Allan Kardec direito. Então temos uma caminhada muito grande pela frente para entendermos essas obras básicas aí. Imagina considerar que elas já estão defasadas e obsoletas, né? Era isso que ia falar. Kardec tá Kardec está numa escala. Então, além da nossa, nós estamos naquela escala do número 101 do livro dos espíritos, Kardec tá muito mais além. E aí subestimar os pilares do conhecimento para o nosso desenvolvimento, seja na mediunidade ou canto. Então, nós não
os naquela escala do número 101 do livro dos espíritos, Kardec tá muito mais além. E aí subestimar os pilares do conhecimento para o nosso desenvolvimento, seja na mediunidade ou canto. Então, nós não estamos alcançando a nossa finalidade, que é desenvolver. A nossa finalidade é crescer, tornar espírito superior, tornar espírito puro, mas através do conhecimento. Se aspira elas são os pilares do nosso conhecimento e a gente subestima, não utiliza, nós nós não estamos nem edificados, não estamos estudando doutrina espírita, não. Edificados não estud a doutrina, porque o que é um pilar? Ele sustenta o edifício. Você coloca o pilar, coloca o primeiro, segundo, terceiro, quarto e aí em diante vai sustentar quantos andares você colocar. É porque ele vai crescer. Nós vamos crescer através desse conhecimento, que o espiritismo ele veio para para eh correção de toda a humanidade. Se eu não seguir, se eu não estudar esses pilares, eu nem no chão eu tô. Não sei nem aonde eu estou, porque não tem pilar. Não tem sustentação, não tem desenvolvimento, não tem crescimento. As obras básicas estão bastante atualizadas. Possamos continuar estudando sem medo. Temos que estudar todo dia pra gente poder bem sair o pensamento de Kardec. Todo dia. Vamos passar para a próxima. se um grupo espírita se subestima ou não ou não não não acata as obras espíritas, não pode-se dizer um grupo espírita. Exatamente. Pois é, isso mesmo. Eh, qual o papel da mediunidade no desenvolvimento espiritual da humanidade e como ela pode ser instrumento de transformação individual e coletivo? Olha só, olha só. Aí eu trago novamente uma frase que está aqui no livro dos médios, no capítulo 20, influência moral do médium. Não creiais que a faculdade mediúnica seja dada somente para a correção de uma ou duas pessoas. Não, o objetivo é muito mais alto. Trata-se da humanidade. Então, a proporção que eu vou crescendo, eu vou melhorando, porque o nosso crescimento é individual e coletivo. Ao mesmo tempo. Eu vou dando
Não, o objetivo é muito mais alto. Trata-se da humanidade. Então, a proporção que eu vou crescendo, eu vou melhorando, porque o nosso crescimento é individual e coletivo. Ao mesmo tempo. Eu vou dando exemplo daquilo que eu estou mudando. Então, qual o papel da mediunidade do desenvolvimento para a correção de toda a unidade? Aí, como é que essa correção vai ser individual? Porque eu vou crescendo, a Maria vai crescendo, o José vai crescendo, eu vou saindo da materialidade, eu vou me aproximando da espiritualidade, porque a mediunidade me traz, acaba com a morte. Olha aí eu me comunicando, olha o irmão, olha o amigo, se ele não se comunica na reunião mediúnica, mas no meu desdobramento, no meu momento de sono, aí a gente diz assim: "Eu sonhei com fulano que já desencarnou, então eu tô me comunicando do mesmo jeito e aí eu tô crescendo". E as comunicações na reunião mediúnica vai nos trazendo uma educação para todos nós, para quem está lá presente, para o médico que traz transmitindo, para todos encarnados e desencarnados. E aí eu vou mudando, porque ele vai nos trazendo acordar na nossa consciência a lei divina, a lei de Deus que está na nossa consciência e eu vou melhorando, vou me aprimorando individualmente, dando o exemplo e aí vai copiando, né, o individual e o coletivo de repente para toda a humanidade, fica, como ele diz aqui, para toda a humanidade. Então vai assim o nosso crescimento, porque essa que é a nossa finalidade. O espiritismo acabou com acabou con todo mundo se comunica dependendo da sua comunicação, dependendo da sua forma ou através do sonho, ou então de repente alguém perto de você, você não tá captando, diz assim: "Tem alguém assim assim na sua família que já isso, aquilo que assim vai para toda a humanidade, porque todos nós somos médicos, todos nós somos sem sentidos, como a Mônica falou. Seremos um dia totalmente intuitivas. Certo? Bem, gente, é chegada a nossa hora. Eh, tem algumas perguntas, mas o nosso tempo já chegou, então vamos pedir
nós somos sem sentidos, como a Mônica falou. Seremos um dia totalmente intuitivas. Certo? Bem, gente, é chegada a nossa hora. Eh, tem algumas perguntas, mas o nosso tempo já chegou, então vamos pedir assim, de maneira breve, que as nossas palestrantes se façam seus agradecimentos, certo? Então, vamos começar pela Mônica. Gente, eu agradeço muitíssimo estar aqui presente. Hoje eu foi um dia que eu me senti, não me senti bem fisicamente. Eu fiquei até pensando, meu Deus, como é que eu vou fazer nesse encontro? Mas é, estou assim, me sentindo tão bem, é tanta energia boa que até o corpo físico deu uma uma melhorada. Com certeza. Só que agradecer a vocês, né, ao pessoal de Pernambuco, por essa por esse essa oportunidade e agradecer a Federação Espírita Brasileira pela presença ao público aí, as perguntas que nos fizeram ainda que a gente não pôde responder todas. E muitíssimo obrigada, gratidão profunda a todos vocês. Obrigada, Luenira. Agradecemos ao todo mundo aí da técnica, né, que nos ajuda, que nos orienta, que no nos organiza, né? O nosso abraço aí pra querida Luise que nos dá uma força aí muito grande, a Marciel que foi assim uma uma um amor de pessoa. O agradecimento a todos vocês, a FEB, ao Ismael, ao anjo Ismael e a toda a espiritualidade amiga que nos proporciona essa bênção de vida de conhecer a doutrina espírita e de nos atrevermos a falar sobre ela, né, com poucos conhecimentos, mas com uma vontade imensa de aprender. E que todos nós possamos continuar nessa busca e encontrando muita alegria de viver e deixarmos que a doutrina brilhe aí no mundo inteiro. Obrigada a todos. Uma boa noite, muita paz a todos que tiveram paciência de nos escutar. Amélia, por favor. Obrigada. Eh, eu gostaria de agradecer a oportunidade, a presença de todos, a todas as pessoas que trabalharam intensamente por alguns meses para que isso fosse realizado, né? A gente vê agora só o o exemplo e dizer o seguinte, eu acho que esse é um seminário, um primeiro de muitos, porque eh foi
e trabalharam intensamente por alguns meses para que isso fosse realizado, né? A gente vê agora só o o exemplo e dizer o seguinte, eu acho que esse é um seminário, um primeiro de muitos, porque eh foi através da mediunidade que nós obtivemos o espiritismo e o espiritismo é o evangelho rede vivo. Então, tem tudo a ver, tem tudo a ver. Nós temos inúmeros casos de mediunidade no evangelho e eu espero, né, e acho que esse vai ser um primeiro de muitos seminários sobre o assunto. A mediunidade nos ajuda a entender o evangelho e o evangelho nos traz, nos comprova várias coisas, né, várias questões de mediunidade. Então é uma combinação perfeita evangelho, mediunidade com o evangelho de Jesus. Obrigada a todos. E ótimo, ótimo descanso, né? Bom descanso a todos. Aamar. Eh, queria agradecer a equipe dos bastidores, a Virla, a Maciel, a Carlos Cavalcante, a Luí e a todos e a toda a equipe que juntos, muitas reuniões fizemos para que esse encontro estivesse hoje no in poder trabalho pra equipe amanhã. é no propósito de continuarmos no nosso conhecimento para ajudar Jesus a evangelizar essa humanidade através da mediunidade. Agradeço a todos e faça o convite e reforce o convite que amanhã retornaremos, né, às 15 horas com novas mensagens, novas palestras e novas palestrantes. Agradecemos agradecemos a todas as federativas do Nordeste, a todos aqueles que trabalharam, né, nos bastidores, a todos aqueles que estão nos ouvindo. Eh, o nosso agradecimento, a nossa gratidão por esse trabalho tão maravilhoso que é a mediunidade no Evangelho de Jesus. que possamos continuar firmes e fortes estudando a mediunidade. E vamos pedir para que a nossa irmã Audilamar faça prece de encerramento e lembrando ao mesmo tempo que amanhã às 14 horas e às 15 horas estaremos de volta, né, dando continuidade a esse seminário. Então, ao dilamar, por favor, faça prece de encerramento. Obrigada. Então, meus amigos está estão nos acompanhando neste momento, queremos agradecer a Jesus, a Ismael, a todos os
ade a esse seminário. Então, ao dilamar, por favor, faça prece de encerramento. Obrigada. Então, meus amigos está estão nos acompanhando neste momento, queremos agradecer a Jesus, a Ismael, a todos os benfeitores espirituais, aos ao nosso irmão coordenador deste encontro maravilhoso da região Nordeste, que no esforço maior fizemos acontecer, materializar, porque sabemos que tudo acontece segundo a permissão de Jesus e o plano espiritual com certeza já tinha planejado e escolheu o Nordeste nesse momento para esse assunto. Muito obrigada, Jesus. Muito obrigada aí por nosso irmão Ismael que nos inspire sempre para que assim possamos realizar a nossa tarefa, o nosso apostulado que Jesus concedeu para cada um de nós trabalharmos aqui na terra a mediunidade, luz que brilha na carne. Muito obrigado e até amanhã às 15 horas. Muito obrigada. Muito obrigado. Que Deus, nosso pai de infinita bondade possamos dar por finalizado esses instantes. E ao mesmo tempo agradecemos também a Federação Espírita Brasileira que nos apoiou durante todos esses momentos no trabalho em toda a região Nordeste. Que assim seja. Que assim seja. Boa noite. Boa noite, gente. Boa noite a todos. Muito obrigada a todas vocês. Gratidão.
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