4º Encontro Espírita Regional Nordeste da Mediunidade - (01/06/2025 - 09h)
Anote na agenda. . 📅No período de 30 de maio a 1º de junho, tem o "4º Encontro Espírita Regional Nordeste da Mediunidade". . 🧑💻Realizado de forma virtual, o evento abordará o tema 'Mediunidade no Evangelho', e contará com os seguintes facilitadores: – Elzenira Klippel (FEEB) – Mônica Rocha (FEPB) – Wilson Gomes (FEP) – Júlio Verne (FEEC) – Assis Pereira (FERN) – Júlio Góes (FEES) – Carmelita Bueno (FEPI) – Raildo Bandeira Farias (FEEAL) – Aldilamar Adler (FEMAR) . 🗣️Confira a programação que...
Senhor, muito obrigado por tudo que me deste, por tudo que me dás. Obrigado pelo ar, pelo pão, pela paz. Obrigado pela beleza que os meus olhos vêm no altar da vida. Muito obrigado porque eu posso ver da beleza, da natureza, o ar, as aves, as águas, a maravilha que existe no mundo e que eu com os olhos e a alma e profundo silêncio eu consigo contemplar. Muito obrigado pelos ouvidos meus que me foram dados por Deus. Ouvidos que ouvem a música do povo que desce do morro na praça cantar a melodia dos imortais que a gente ouve uma vez e não esquece nunca mais. A voz melodiosa, a canora do boiadeiro e a dor que geme, que chora no coração do mundo inteiro. Pela minha faculdade de ouvir, pelos surdos, eu te quero pedir, porque eu sei que depois desta dor, do teu reino de amor, eles cantarão. Muito obrigada, Senhor, pelos olhos meus. Que vem a misericórdia e o amor de Deus pela minha voz que canta, que ensina, que ilumina, pela voz que trauteia uma canção e o teu nome profere e conduzc emoção. Diante da minha melodia, eu quero rogar por aqueles que sofrem de afazia, não cantam de noite, não falam de dia, mas eu tenho certeza que aqueles que hoje são impedidos de falar no mundo depois poderão cantar. Muito obrigado pelas mãos. Mãos que aram, mãos que semeiam, mãos que agasalham, mãos de ternura que liberta da amargura, mãos que apertam mãos, mãos que escrevem poesias, mãos de sifonias, pelas mãos que atendem a dor, o desamor, seja lá o que for, pelas mãos que albergam no seu reio filho alheio e pelos pés que me levam andar, Muito obrigado, porque eu posso caminhar diante do meu corpo perfeito. Eu te quero louvar porque eu vejo na terra aleijados, deformados, fracassados e eu posso cantar. Muito obrigado, Senhor, pelo meu lar. É tão maravilhoso ter o lar. Não é importante se é uma mansão, um palácio, um bangalô, seja lá o que for, mas que dentro dele exista o amor de mãe ou de pai, de mulher ou de marido, de amigo ou de irmão. Aquele que me dê a mão, porque é muito triste viver
mansão, um palácio, um bangalô, seja lá o que for, mas que dentro dele exista o amor de mãe ou de pai, de mulher ou de marido, de amigo ou de irmão. Aquele que me dê a mão, porque é muito triste viver na solidão. Mas se eu a ninguém tiver, nem o teto para me agasalhar, nem uma voz para me acalmar, eu ainda direi: "Obrigado, Senhor, porque eu nasci. Obrigado porque eu creio em ti, pelo teu amor. Muito obrigado, Senhor, pela sua atenção. Obrigado, senhor Gratidão, Edivaldo, né? Eh, bom dia a todos e sejam todos bem-vindos. É com grande alegria, né, após este poema belíssimo de Divaldo, que damos início ao quarto encontro Espírita Regional do Nordeste. Sou Fátima Caldeira, trabalhadora voluntária da Federação. Sou uma mulher branca, eh, de pele de cabelos claros, a até os ombros, cabelos lisos na altura dos ombros. Estou usando uma blusa azul, ao fundo há uma parede branca. Moro na cidade de Recife, Pernambuco. E neste momento vamos dar início ao quarto encontro da mediunidade Nordeste, convidando a nossa irmã Carmelita Boeno, que vai desenvolver o tema a faculdade mediúnica e os mentores espirituais. Antes, porém, vamos fazer uma prece de agradecimento a Deus por esta oportunidade. Jesus amigo, que a tua paz possa nos envolver e nos assistir neste momento. Possa, Senhor, todos a todos os irmãos que irão fazer uso da palavra na manhã de hoje, que sejam assistidos, amparados pelos mentores espirituais da casa de Tajiba e de suas respectivas federativas. Que Deus, nosso pai de infinita bondade ampare e assista a todos nós, a todos aqueles que necessitam do teu amparo e da tua proteção. E assim, confiantes na tua presença e na tua assistência, é que damos por iniciado esse quarto encontro da mediunidade eh na manhã de hoje, chegando ao término do terceiro dia. Que assim seja. Com você, Carmelita. A palavra. Olá, Fátima. Muito bom dia. Bom dia a todos os nossos amigos, companheiros que estão aqui neste quarto encontro, né, regional da área das Nordeste. E é com muito prazer que a gente venha hoje aqui
ra. Olá, Fátima. Muito bom dia. Bom dia a todos os nossos amigos, companheiros que estão aqui neste quarto encontro, né, regional da área das Nordeste. E é com muito prazer que a gente venha hoje aqui participar e com um tema que eu escolhi porque gosto muito falar dos nossos mentores, dos nossos protetores, né? Então vamos falar da mediunidade, né? Eh, em relação ao aos nossos mentores, eu gostaria de iniciar, então, gostaria de pedir o nosso slide, se possível, colocar já nosso slide. Isso. OK. Então, a faculdade mediúnica e os mentores espirituais. E vamos iniciar com uma passagem evangélica que está no nosso capítulo quatro, né, do Evangelho Segundo Espiritismo, que já foi comentado muito ontem na sexta-feira essa passagem, mas hoje nós vamos pegar ela de novo, porque é uma passagem que realmente nos traz muitas reflexões. É quando Jesus então estava com seus discípulos em nas cercanias de Cesareias, perguntou, né, ah, que dizem os homens, né? Perguntou para seus que dizem os homens, né? Quem eu sou? Então, aí eles responderam a uns dizem que é João Batista, outros que é Elias, outros que é Jeremias e alguns dizem que és profeta. E aí Jesus se virou para então Pedro e falou: "E vós, Pedro? Quem dizes quem eu sou? Aí Pedro tomando a palavra respondeu: "Tu és o Cristo, o filho de Deus vivo". E Jesus então aí explicou: "Bem-aventurado és Simão, filho de Jonas, porque não foram a carne, nem o sangue que isso te revelaram, mas meu Pai que está nos céus". Então essa frase é uma frase muito importante, porque Jesus coloca no evangelho que nós recebemos o quê? a palavra, né, vinda de inspiração, vinda do alto, porque naquela época eles eh consideravam os que os profetas, né, eh que Deus falava com os profetas, né, fazia as revelações. Eh, e Jesus não tinha como falar a respeito dessa mensagem que chegava e que as pessoas falavam, né? Então ele falou: "Meu pai que está no céu te inspirou, te falou sobre isso, né?" Então ele revelando, né, que existem palavras que falamos,
ito dessa mensagem que chegava e que as pessoas falavam, né? Então ele falou: "Meu pai que está no céu te inspirou, te falou sobre isso, né?" Então ele revelando, né, que existem palavras que falamos, composições que nós fazemos, proposições que são vindas do alma. E aí quem veio realmente explicar isso foi Kardec, nosso próximo slide, que eh que ele no capítulo 15, né, do nosso livro dos médiuns, vem nos falar dessa comunicação pelos pensamentos. Ele fala muito sobre isso no livro dos médiuns. E ele diz que qualquer pensamento diferente do nosso normal, né, de nossas ideias pré-concebidas são inspirações do alo. Eh, aí ele tava nesse capítulo falando dos médiuns que fazem a psicografia, que como eles recebem, que tem os mecânicos, os servios mecânicos, como eles recebem. Então esses pensamentos e vão fazendo a psicografia, vão escrevendo, não é? Ele chama de médiuns inspirados nesse capítulo, mas ele vai falar também em outros a respeito da intuição, do médium sensitivo, mas enfim, ele diz que os espíritos nos inspiram, mas e que essa influência pode ser tanto para o bem quanto para o mal. Então ele vai em todo o nosso livro dos médiuns explicar, né, como são esses pensamentos que nos vêm, porque vem, como vem, né? Mas o importante é que ele veio nos explicar que isso daí faz parte da nossa faculdade mediúnica, né, que é a faculdade que eh nos tem que que todos nós temos, né, conforme ele coloca eh ali no livro dos médiuns, e que nos possibilita essa captação desse pensamento eh vindo do vindo do alto, né, vindo dos espíritos. Mas ele vai explicar mesmo quem são esses espíritos e como vem no Evangelho um pouquinho depois, tá? No Evangelho Segundo Espiritismo, o próximo slide, no capítulo 27, quando ele fala das preces, aí ele vai falar sobre o anjo guardião. Então lá ele explica que quando nós nascemos nós temos o nosso espírito bom. Ele chama de espírito bom, né? que vai nos dar proteção, que é o nosso anjo guardião. Então, todos nós temos esse nosso anjo guardião, esse amigo
ue quando nós nascemos nós temos o nosso espírito bom. Ele chama de espírito bom, né? que vai nos dar proteção, que é o nosso anjo guardião. Então, todos nós temos esse nosso anjo guardião, esse amigo espiritual que desde o nosso planejamento reencarnatório, ele vem nos ajudando, ele nos ajuda a escolher, né, nossas provas e expiações aqui na Terra, né? Então, se vem, se a gente vem como homem, mulher na família, nas condições físicas, nas condições sociais, então todo esse planejamento ele nos ajuda a fazer e e então reencarnamos para nossas provas e expiações. Então ele é nosso amigo que nos ajuda a delinear assim a as nossas reencarnações e e fica cuidando de nós para que nós possamos estar ali. Mas quem cuida mesmo, Kardec diz, são os espíritos protetores. Que ele fala assim que nós temos também os os espíritos protetores que são amigos ou parentes, enfim, alguém com que a gente já se relacionou nessa vida atual ou em outra vida a quem a gente tem uma relação de amor, de afinidade. Então são esses espíritos protetores que estão, vão estar no nosso dia a dia e que eles vão estar então nos intuindo, nos inspirando, né? Então sempre quando a gente tem aquela ideia, ah, vou lá, foi uma coisa boa, não vou ficar aqui, ficou e foi bom. Quer dizer, essas ideias que vêm de repente, que a gente faz e que é bom, então elas vêm através desse protetor, desse que está no nosso dia a dia, que nos ajuda a fazer as nossas escolhas, a nos dar boas intuições e boas ideias, né? Então aí ele deixa claro que nós temos dois, né? Ele diz assim: Deus em nosso anjo guardião, nos deu um guia principal e superior. Quer dizer, aquele que cuida de todo o nosso caminhar, né, de todo o nosso progresso, das nossas escolhas. Então, é um espírito superior. e e outro que ele ele disse, né, são bons também, né, eh, que são os nossos protetores e familiares, né, que são os guias secundários, que esse, como eu falei, são aqueles que nos acompanham no dia a dia. Então, Kardec, eh, eh, em todo Pentateuco, em toda a obra básica, em
os protetores e familiares, né, que são os guias secundários, que esse, como eu falei, são aqueles que nos acompanham no dia a dia. Então, Kardec, eh, eh, em todo Pentateuco, em toda a obra básica, em nenhum livro, nós encontramos o termo mentor, tá? Ele coloca como anjo guardião esse espírito superior, né, que cuida da nossa reencarnação e os espíritos protetores familiares. Mas quem veio falar para nós dos mentores aí nosso próximo slide, André Luiz. André Luiz em toda a sua obra, nos seus 16 livros, né, discografado por Chico, Faldo Vieira, alguns, né, ele ele vem nos falar desses mentores. Então eu peguei só como exemplo o primeiro ali em nosso lar, ele já começa a falar dos nobres mentores, né? Que que são aqueles que eh são os governadores, ele usa até a palavra governadores, né, dos ministérios, né? Eh, que nem no caso aqui o ministério superior, né? da União Divina, onde tem os mentores mais superiores e outros governadores que têm os outros ministérios da reencarnação, da comunicação. Ã, ali no nosso lar ele vai contar de todo esse mundo, né, do mundo espiritual. Porque André Luiz, ele faz isso, né, ele vem nos relatar o mundo espiritual, né, e as correlações que tem lá. Então, ele exemplifica aquilo que Kardecou. Então, a Kardec Guardião, André Luiz coloca então o nome de mentor, tá? Mas é o mesmo, é aquele que nos eh é aquele que sempre direciona para nós. E aqui no mundo espiritual tem também aqueles que direcionam os grandes trabalhos. e fala, é lógico também, em vez de falar de espíritos protetores, né, no plano espiritual, ele vai falar, ele vai usar o termo instrutor, orientador. E eu coloquei aqui só para exemplificar, né, no livro libertação, aonde ele junto com seu instrutor que pede para ele continuar o trabalho, porque ele vai ter que ajudar a a fazer um trabalho junto com a sua com a benfeitura espiritual daquele trabalho que tá sendo feito naquele momento. Então nós vemos que ali ele usa o termo também benfeitor espiritual para esse espírito mais
um trabalho junto com a sua com a benfeitura espiritual daquele trabalho que tá sendo feito naquele momento. Então nós vemos que ali ele usa o termo também benfeitor espiritual para esse espírito mais superior, né, que direcionam todos os trabalhos, o trabalho que ele estava fazendo ali. Então tem uma benfeitor espiritual que seria o mesmo que mentor, que vai então ajudar aqueles espíritos que estão na atividade direta ali, né, que são os instrutores, os orientadores, no caso ali é o Gúbio, que está com ele. Ã, nosso laras, cada livro ali ele tem um orientador, né, um que está junto com ele. Mas o que que a gente colocou aqui? que mudam apenas os termos, né, e que na a na no mundo espiritual também tem esses espíritos mais superiores, que são os mentores, que seria o anjo guardião de todo o trabalho da equipe e tem aqueles espíritos instrutores, orientadores que ficam juntos como para nós fica o nosso protetor familiar. Então é correlato. Quer dizer, então o que Kardec colocou, André Luiz também vai colocar ali nas obras dele, que é apenas um termo. que é importante a gente eh deixar claro aqui é que existe toda essa gama, né, de trabalho no plano espiritual eh feito pelos espíritos, né, que então o espírito quanto mais superior, mais ele direciona a os trabalhos e e os espíritos bons, os protetores ficam juntos no dia a dia ou na atividade que ali tá sendo feito, tá? H, então, hã, agora vamos falar um pouquinho da nossa casa espírita, né, dos protetores do centro espírita. E aqui nós temos em em outros livros, mas eu eu trouxe eh da do livro Tramas do Destino, né, psicografia de Vivaldo, aonde o espírito Manuel Pro de Miranda, nesse capítulo específico, capítulo 21, ele vai falar da sociedade espírita Francisco Xavier, porque ali na na família, né, que estava acontecendo todos aqueles dramas, né, na família Fergon, ah, eles então são direcionados a frequentarem o centro espírita e começam a frequentaronde, né, a eh recebem todo o tratamento espiritual, tanto na de
ndo todos aqueles dramas, né, na família Fergon, ah, eles então são direcionados a frequentarem o centro espírita e começam a frequentaronde, né, a eh recebem todo o tratamento espiritual, tanto na de encarnado na casa espírita que eh Manuel Felo de Miranda relata, como também no plano espiritual, né, Manuel Felino de Miranda nos traz, né, em suas obras, né, eh, o relato da das reuniões mediúnicas feit no plano espiritual e do socorro que continua né, com aqueles que nós eh ah eh orientamos, acolhemos nas nossas reuniões mediúnicas, que continua também no plano espiritual. Ele vai trazer isso na obra dele. E ele diz ali eh quem quem está relatando é na Tércio que é o protetor, né, que é o protetor da casa, que é o protetor eh da eh do centro espírita. Ele vem dizer que todo centro espírita antes de seu funcionamento, antes de serem erguidas as paredes física, são erguidas as paredes espirituais, né, que e que eh o a casa espírita não se não se resume só ao complexo físico, mas também existe todo um complexo espiritual que acompanha ali eh a execução da da casa, né, e que Ele, né, como protetor desta casa, idealizador espiritual dessa casa, né, deu as primeiras diretrizes e ele fala que é a casa que vai ter o compromisso, ã, de est divulgando a palavra de Jesus, que é o mais importante na casa, né? Eh, e aí ele conta que ele recorreu ao espírito Francisco Xavier, São Francisco Xavier, né, eh, apóstolo de Jesus para o patrocínio espiritual, então para ser o grande mentor da casa, né, para a divulgação, como ele diz aqui, divulgação do do cristianismo em sua pureza primitiva. Então ele nos relata que como esta casa ali naquele livro, né, e essa casa espírita, todas as casas espíritas têm esse grande mentor espiritual que vai então cuidar dos caminhos dessa casa, dessa casa espírita, como tem também os seus protetores, como tem o protetor da casa e os protetores das atividades, que ele vem nos falar no próximo slide. que também todos os departamentos da casa, ah, como a Câmara de Passe, o
também os seus protetores, como tem o protetor da casa e os protetores das atividades, que ele vem nos falar no próximo slide. que também todos os departamentos da casa, ah, como a Câmara de Passe, o recinto mediúnico da nossa sala mediúnica, a sala de exposição doutrinária, que é muito importante, né? São ambientes totalmente preparados, são ambientes em que há a o trabalho nos dois planos em conjunto. É o momento que é feito em nos dois planos em conjunto. Nós fazemos uma parte e eles fazem a outra parte. e que elas recebem então aparelhagem específicas, né, que eles são assim eh que esses ambientes são são cuidados por espíritos especializados, né, que vão cuidar de toda a psicosfera salutar, do ambiente. A André Luiz conta, né, eh, em nos domínios da mediunidade, que é é feita uma ozonificação, quer dizer, mudado, né, o ambiente, né, eh, da casa no seu ar, nas suas vibrações, para ficar mais fluido ali o ambiente. Quer dizer, então vão cuidar esses espíritos especializados eh da casa, né, que cuidam da defesa da casa, né? guardam a casa e os frequentadores, aqueles que vão lá de qualquer, né, investida fortuta que teriam ali, fazem as triagens, principalmente isso para nós, né, da reunião medicina, eles fazem as triagens dos do dos que podem entrar, dos espíritos que podem entrar e dos que ficam no recinto e os que vão sair dali. Então, para nós é muito importante isso daí na reunião mediúnica, porque a reunião mediúnica nós também eh aprendemos que ela é toda organizada pela espiritualidade, por esses espíritos especializados, por esses orientadores, eles é que trazem ali, sabem quais os espíritos que estão prontos para para serem ali acolhido, orientados, eh esclarecidos, que que vão ser prestado o socorro, os que ficam, os que saem. Então isso daí é algo que todo trabalhador precisa ter assim a certeza, né, que a reunião mediúnica é completamente organizada e amparada por esses espíritos eh benfeitores, por esses espíritos especialistas que estão ali na na nossa atividade do dia a dia.
sim a certeza, né, que a reunião mediúnica é completamente organizada e amparada por esses espíritos eh benfeitores, por esses espíritos especialistas que estão ali na na nossa atividade do dia a dia. Nós temos outras obras, né, como as obras de Suelital da Schubers, que foi uma grande média, uma grande contribuidora da nossa a atividade, né, eh do movimento, em que ela tem dois livros, Dimensões na Casa Espírita e Obsessão e Diz Obsessão que ela fala dessa dimensão espiritual, né, de todo o aparato espiritual que tem toda a casa espírita, né, e ela usa inclusive o termo espíritas a espíritos arquitetos, né? Nós temos também a o espírito de Nora que nos traz o livro Aconteceu na Casa Espírita. Quer dizer, então são outras obras que vai nos explicando tudo isso, tudo isso daí. Eh, como a casa espírita ela é eh assim é em conjunto com todos esses cada atividade, com esses espíritos que estão diretamente junto na atividade, junto com os trabalhadores, para fazermos os trabalhos em conjunto nos dois planos. E como existe sempre o mentor, existe sempre aquele protetor da casa, né? e e que ele é protegida toda a casa que tá com uma que ele é dirigido para a divulgação do evangelho de Jesus, quer dizer, então para o trabalho do bem, ele tem esse amparo. Então, eh, também então trazendo essa realidade desse amparo espiritual para as nossas casas espíritas. Então nós temos os nossos, como Kardec colocou, no plano espiritual também tem os mentores e protetores. E na casa espírita também um mentor da casa, um o mentor que vai dar assistência espiritual, os benfeitores, como tem os protetores e os espíritos que estão junto nas atividades. Ah, então é só uma questão de termo, mas o importante é saber que existem essa essa gama, né, de diferentes tipos de espíritos protetores para cada atividade em cada situação. E aí os médiuns, né, vamos falar agora dos médiuns. Será que os médiuns têm o seu eh mentor espiritual? Aí Kardec começa a falar eh deles eh no capítulo eh 20 eh no capítulo 16 dos méd quando ele fala dos
os médiuns, né, vamos falar agora dos médiuns. Será que os médiuns têm o seu eh mentor espiritual? Aí Kardec começa a falar eh deles eh no capítulo eh 20 eh no capítulo 16 dos méd quando ele fala dos médiuns especiais na questão 186 que ele vai falar um pouco mais dos médiuns e que ele vai falar dos bons médiuns, que ele tá falando das comunicações, né, para receber essa comunicação, essa orientação dos espíritos, né, eh, mentores, desses protetores individuais de cada um ou da casa, seja onde for. Não é apenas ser um bom médio ou ter um bom médium, mas precisa também se avaliar a fonte que vem essa mensagem. Então precisa também avaliar as qualidades do espírito que transmite, assim ele fala, né? Então, temos que aprender a analisar essas mensagens para ver se é realmente uma boa mensagem. Então ele diz que tem dois pontos. Temos que analisar a qualidade dessas mensagens, quer dizer a qualidade dos espíritos e a qualidade que ele chama do instrumento. Ele chamam os médiuns em vários pontos do livro dos médicos como um instrumento, porque nós somos um instrumento realmente da espiritualidade superior que apenas nós transmitimos, não é, aquilo que eles vêm nos falar. E eu gostaria de fazer um parêntese a ele ali, eh, falando do item 192, do livro dos médios, que eu acho um livro assim um item muito importante, porque Kardec coloca bem aquilo que ele entende que deve ser um bom médium. Então ali ele começa dizendo que o bom médium não é aqueles que têm a aptidão da comunicação. Inclusive ele diz que isso daí com o decorrer do trabalho vai ficando cada vez mais eh mais fluido, mais fácil para o médium, né? Então, quer dizer, a o médium não é aquele que tem apenas aptidão, aquele que dá fácil a comunicação ã com com os espíritos, mas é aquele que tem experiência. E ele diz ali nesse item que o médium experiente que ele considera o bom médium é aquele que tem um estudo, que tem o conhecimento, que tem a consciência dos eh que ele precisa estar em eh sintonia com a espiritualidade
item que o médium experiente que ele considera o bom médium é aquele que tem um estudo, que tem o conhecimento, que tem a consciência dos eh que ele precisa estar em eh sintonia com a espiritualidade superior. E aí tudo que ele precisa fazer para est sempre nesse padrão vibratório elevado, ã, para ter essa sintonia com os espíritos mentores e com os espíritos protetores, né, que nós temos e o que é para nós muito difícil, porque nós estamos nos embate do dia a dia. Então, manter uma vibração elevada sempre em oração, com humildade, com com amor em todas as ocasiões, em todas as situações, ã, de amor ao próximo, de resignação, é assim, eh, um trabalho individual. E ele diz que só o estudo consegue nos alertar como é que a gente precisa trabalhar em nós mesmos para ser esse, como ele coloca aqui, para ser esse bom instrumento, né, da espiritualidade, conseguir ter essa sintonia com os mentores, né, espirituais. Então, a o bom médium para Kardec não é aquele que dá muitas comunicações ou dá facilmente as comunicações, mas é aquele que tem experiência. Então, não é aquele que tá há 20, 30 anos na mesa mediúnica, mas é aquele que se debruçou dentro do conhecimento e conseguiu tirar dali o que ele precisa fazer, o que ele precisa eh se reformar, o que ele precisa se modificar para ser um bom instrumento, para ter eh esse amparo e essa sintonia com a espiritualidade. Eh, e aí, continuando no próximo, no próximo slide, eh, nós, eh, ele continua nesse mesmo item dizendo que então a gente tem que para ter um bom resultado, resultado satisfatório, nós temos que ter, então, essa essas duas análises, a natureza do médium e estudar também a natureza do espírito. E ele finaliza dizendo que uma boa comunicação precisa de um bom espírito. E para que ele possa dar essa boa comunicação, precisa do bom instrumento, né, com relação, né, como entendia Kardec, como ele nos coloca, né, aquele que tem experiência, sendo que a experiência é um trabalho íntimo de cada um. Então precisa de um bom
isa do bom instrumento, né, com relação, né, como entendia Kardec, como ele nos coloca, né, aquele que tem experiência, sendo que a experiência é um trabalho íntimo de cada um. Então precisa de um bom espírito, de um bom instrumento. Ele coloca mais um aí. Que esse bom espírito queira transmitir essa eh essa mensagem para que ele queira, é preciso observar o quê? Que tenha um bom fim, um o fim visado, né? Então, para que que vai essa comunicação, né? Como ela vai ser utilizada essa comunicação? Eh, ele coloca ali que nos alerta porque eh muitos procuram as comunicações dos espíritos apenas por curiosidade, apenas para saber eh da sua da da dos seus percalços, da sua vida eh íntima, né, do que que vai acontecer, por que tá acontecendo isso, o que que ele deve fazer. Então assim, eh, procura, eh, eh, nos espíritos a mensagem para satisfazer a sua curiosidade, as suas necessidades, as suas inquietações. E ele diz ali nesse eh nesse item que as boas comunicações visam bons fins. Então, ela tem que ir ajudar a muitos de uma forma única, né, que muitos possam se beneficiar e não apenas eh na na curiosidade, como eh como inclusive ele destaca ali, né, que e e por isso nós temos ali na orientação ao centro espírito, né, ao centro espírita, a OCE, eh, esse opúsculo da da federação e que já vem, né, a muito muitos que a federação orienta que não seja dada as comunicações com este fim de curiosidade de satisfazer ã as inquietações de uma pessoa única. Por isso, não fazemos na casa espírita a consulta mediunizada, né? Porque a comunicação de um bom espírito é para um bom fim, é para que todos possam se beneficiar, né, das instruções, das orientações, né, e não apenas da curiosidade, das necessidades íntimas de cada um. Então, a boa comunicação é esta, é a que vem de um bom espírito e um espírito superior, ele não vai ficar atento às necessidades e às precauças de cada um, porque nós temos os nossos protetores individuais, né? Eh, então, eh, nós temos que lembrar também que, que eles, eh, nos dão
erior, ele não vai ficar atento às necessidades e às precauças de cada um, porque nós temos os nossos protetores individuais, né? Eh, então, eh, nós temos que lembrar também que, que eles, eh, nos dão orientações da forma, não assim, ah, devo sair do emprego, devo estudar, devo casar, devo, que que é isso, que é aquilo, mas sim, orientações do que a gente deve se melhorar, ter mais paciência, mais resignação, mais estudo. Ah, nesse sentido ainda, né, eles eles nos orientam e aí ele vai falar um pouquinho mais dos médiuns ainda no próximo slide, na questão 226 ainda do nosso livro dos médiuns, né, que então ele pergunta, então tem um médium perfeito? Aí é lógico, a espiritualidade superior responde para ele, lógico que não, né? Porque a perfeição não existe na terra. Nós somos imperfeitos. Nós somos aqueles que estamos trabalhando pela nossa minoria e o médium é esse também trabalhador com as suas responsabilidades que está trabalhando na sua melhoria, né? Então ele diz assim: "O melhor é aquele que simpatizando somente com os bons espíritos". Quer dizer, aquele que mantém essa vibração superior, esse sentimento de amor, de doação, de resignação, né? eh, com a espiritualidade superior se tem sido menos enganado. Quer dizer, mesmo aquele, né, que que consegue ter essa sintonia com a espiritualidade superior, receber a comunicação de espíritos realmente superiores, ah, ali a espiritualidade, que dizem que o médium é pode se considerar da melhor forma, assim, são os menos enganados. Então, eh, porque, eh, os espíritos eles usam de forma às vezes muito sutil, né, e que muitas vezes se utilizam de nomes, né, de eh de mensagens, de palavras de outros espíritos, né, superiores para querer se identificar. E aí ele vai falar um pouco mais nessa identificação, na questão 200 eh, na no capítulo eh no outro slide, por favor, no capítulo 24, quando ele fala da identidade dos espíritos, né? Eh, restam só 5 minutos. Vamos lá. Nós estamos encerrando aqui. Então, ele diz isso, né, que a gente tem que tomar
ro slide, por favor, no capítulo 24, quando ele fala da identidade dos espíritos, né? Eh, restam só 5 minutos. Vamos lá. Nós estamos encerrando aqui. Então, ele diz isso, né, que a gente tem que tomar muito cuidado com com os espíritos eh que passam essa comunicação, porque muitos colocam outros nomes, né, para serem reconhecidos. E ele coloca no capí, no item 267 26 itens, aonde a gente pode reconhecer se realmente essa mensagem veio de um bom espírito para que tenha uma boa finalidade, né? E uma das coisas que a gente fica ali quando a gente analisa isso daí, eh, esses 26 itens, que, aliás, é a última atividade, né, do MEP do curso Mediunidade de Estudo em Prática, que é a análise da mensagem, eh, que o espírito superior ele nunca tira seu livre arbítrio. Então, ele nunca vai falar para você faz isso, não faz isso porque você tem que tomar a sua decisão na sua vida. né? Eh, em em escolher os rumos e as escolhas que você tem. Então, ele não vai, ele nunca vai direcionar. E a mesma coisa na casa espírita, né? Ele nunca vai falar: "Ah, ah, porque muitas vezes a gente tem, né, na casa espírita, aqueles que eh falam: "Ah, a o mentor da casa diz que fulano não tem que ser o tem que continuar como na presidência aqui a atividade tem que continuar". Eh, espírito superior não administra a casa espírita, ele não tira o nosso livre arbítrio, ele nos dá orientação, mas as decisões somos nós que estamos tendo. Então, caminhando agora assim pro nosso final, eu trouxe aqui eh do livro Obras Póstumas, eh, que está na no próximo slide, isso que está na segunda parte, aonde tem lá um capítulo intitulado meu guia espiritual. Essa é uma conversa que Kardec teve um ano antes do lançamento da do livro dos espíritos, que teve com o seu mentor espiritual, com espírito de verdade. Então ele começa perguntando se se pode o se ele é o seu espírito familiar, porque naquela época eles só tinham a a ali esse termo, né? E aí ele fala: "Pode me chamar eh chamar-me ei para ti a verdade", que é o espírito de
ntando se se pode o se ele é o seu espírito familiar, porque naquela época eles só tinham a a ali esse termo, né? E aí ele fala: "Pode me chamar eh chamar-me ei para ti a verdade", que é o espírito de verdade, que é o grande mentor, né, dele, né? E ele pergunta, né, se eh você falou que é verdade devido à missão, a a ao trabalho que eu vou est trazendo. Ele fala assim: "Pode ser, mas o importante é que você saiba que eu sou seu guia que te protegerá e te ajudará". Então aí o espírito de de verdade utiliza o termo guia, não utiliza o termo mentor. Quem usa é André Luiz, né? E outros eh também espíritos, mas tem tudo o mesmo significado. Então, o grande mentor, o grande guia espiritual das obras básicas, né, do trabalho de Kardec, é um espírito de verdade, né? Hã, e aí ele na conversa, ele diz assim: "Eu vou poder eh te solicitar em minha casa". E aí eu coloquei isso daqui porque ele diz assim, pelo pensamento, ele diz que para o escrito você deverá demorar muito. Então, eh, isso daí é um ponto importante, porque ele começa, eh, dizer aqui na nas notas que que levou um ano que eh quer dizer durante um ano, porque isso foi em 56 até 1857, que foi a divulgação do livro dos espíritos, ele não recebeu nenhuma comunicação escrita do livro de verdade na casa dele, sempre foram nas reuniões mediúnicas, né? Então essa daí é uma orientação também que nós temos para as casas espíritas, porque ele coloca ali que eh que na casa espírita é o espírito de verdade já coloca para Kardec que na reunião mediúnica é o melhor lugar para então fazer essas eh essas comunicações, né? E ele deixa bem claro isso no capítulo, a influência eh do meio. No livro dos met tem a influência, um capítulo específico influência do meio, a importância de ser um local específico para essas comunicações superiores, né? E ele, eh, continua dizendo, né? Eh, aí no próximo capítulo, tá? Eh, desculpa o próximo próximo slide, né? Eh, eh, ele continua perguntando: "Você foi uma personalidade importante, né?" Ele diz assim: "É importante você saber
do, né? Eh, aí no próximo capítulo, tá? Eh, desculpa o próximo próximo slide, né? Eh, eh, ele continua perguntando: "Você foi uma personalidade importante, né?" Ele diz assim: "É importante você saber que sou espírito de verdade isso quer se dizer descrição. Então ali o espírito de verdade já dá orientação que nós não precisamos saber o nome, quem é, quem tá falando, mas sim o que ele fala, sim a mensagem que ele traz, tá? Ã, aí Kardec diz assim: "Bom, você então vai ser meu guia espiritual. Entendo isso, de repente, pela missão que tenho, pelo trabalho, mas você também vai me ajudar na minha vida material, nas minhas coisas? E aí ele responde uma frase maravilhosa, ah, dizendo: "O espírito de verdade nesse mundo, a vida material é muito de ter-se em conta. Não te ajudar a viver seria não te amar". Essa frase para mim é uma das frases mais linda que tem toda a codificação espírita. Quando o espírito de verdade declara o seu amor a Kardec, então ele diz que não ajudar ele no na nas coisas também nas dificuldades materiais, Kardec tinha muitas dificuldades, né? Nós sabemos, seria não te amar. Então, pra gente ter certeza de que eh a espiritualidade está nos ajudando a superar, né, essas nossas dificuldades. Então, para finalizar nosso último slide. Será que eu estou tempo esgotado? Já só lendo aqui, tá? Ã, nota. Então, ele coloca assim: "A proteção desse espírito cuja superioridade eu então estava longe de imaginar." Quer dizer, ele não sabia que era só um espírito protetor, era um outro maior. Jamais de fato me faltou. Sua solicitude a dos bons espíritos que agiam sob suas ordens. Quer dizer, então tinha toda uma gama, uma pleia de espíritos que agiam, né, que ajudou na codificação, que seriam esses espíritos protetores. Se manifestou em todas as circunstâncias da minha vida. Quer me remover dificuldades materiais, quer me facilitar a execução dos meus trabalhos. querem enfim a me preservar dos efeitos da malignidade dos meus antagonistas, que foram sempre reduzidos à impotência. Se as
er dificuldades materiais, quer me facilitar a execução dos meus trabalhos. querem enfim a me preservar dos efeitos da malignidade dos meus antagonistas, que foram sempre reduzidos à impotência. Se as tribulações inerentes à missão que me cumpria desempenhar não me puderam ser evitadas, foram sempre suavizadas e largamente compensadas por muitas satisfações morais gratíssimas. Então é isso que a gente tem que ficar, como o espírito da verdade fez com Kardec, eh os nossos mentores e espíritos protetores também nos suavizam. Eles não nos tiram as dificuldades que nós devemos passar, mas eles ajudam suavizando e nos dando outras compensações. Então, era isso para hoje a nossa reflexão. Espero que venham muitas perguntas aí que a gente vai estar à disposição. Então, Fátima, esgotadíssimo meu tempo, passando demais aqui. Não sei se de mais ou de menos, deixa eu ver aqui a hora, né? 5 minutos só. 5 minutos. Pronto. Mas valeu a pena. Muito obrigado, Carmelita, pela sua exposição. Foi ótimo. E agora passamos para o oitavo tema, que vai ser com Raildo, da Federação Espírita de Alagoas com o tema mediunidade e humildade, o exemplo de Jesus como um modelo de servidor e a importância da humildade no exercício mediúnico inspirado pela conduta de Jesus. Com você a palavra, Rael. Bom dia, amados irmãos. É uma honra estar aqui com vocês nesta manhã e esperamos eh desenvolver esse tema da melhor forma possível para a compreensão de todos. Humildade significa, eh, etimologicamente falando, eh, que é ah, que ela remonta do latim um militar, que significa pequenez, modéstia, e deriva da palavra humos, que significa terra ou solo, fértil. Próximo slide, meu irmão. A humildade é um dos pilares fundamentais do ensinamento espiritual, sendo uma virtude extremamente importante no cristianismo e, especificamente na doutrina espírita. No Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec destaca a importância da humildade como qualidade necessária para o progresso espiritual. A mediunidade, sendo um
especificamente na doutrina espírita. No Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec destaca a importância da humildade como qualidade necessária para o progresso espiritual. A mediunidade, sendo um ponto entre o mundo físico e o espiritual, requer a prática constante dessa virtude, qual seja, a humildade, especificamente quando nos inspiramos na conduta de Jesus. que exemplificou o amor, a compaixão e a simplicidade em todas as suas ações. Próximo. Jesus, humildade de Jesus. Jesus Cristo em sua passagem na Terra deixou um legado que transcende os séculos. Em sua vida, ele encarnou a humildade perfeita, servindo aos outros sem reconhecimento ou poder. Jesus jamais buscou o reconhecimento. A humildade de Jesus em diversas passagens, ele ensinou que qualquer que a si mesmo se exaltar será humilhado. E aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado. Essa passagem é particularmente relevante para os médiuns que ao intermediar comunicações espirituais devem se lembrar da sua posição como instrumento do divino, não como protagonista. E é comum verificarmos que muitos médiuns ao se eh desenvolverem essa atividade começam a se ufanar, onde vem o orgulho e o egoísmo. Próximo, os exemplos de Jesus. A a humildade de Jesus se manifesta de várias maneiras, como sua escolha de viver com os pobres, os marginalizados, curar os doentes e perdoar os pecadores. Ele nunca buscou status ou prestígio. Ao lavar os pés dos seus discípulos, mostrou que a verdadeira liderança se baseia no servir, não em ser servido. Para os médiuns, essa postura é um convite contínuo do a agir com generosidade, colocando as necessidades dos espíritos em primeiro lugar. Próximo. Ah, na mediunidade, a a humildade é essencial para garantir que a comunicação com os espíritos ocorra de forma clara e ética. Um médium que se vê como um canal para as orientações espirituais deve permanecer aberto e receptivo, evitando qualquer forma de vaidade ou orgulho. Isso implica reconhecer que as habilidades mediúnicas são dons temporários dados para o
ra as orientações espirituais deve permanecer aberto e receptivo, evitando qualquer forma de vaidade ou orgulho. Isso implica reconhecer que as habilidades mediúnicas são dons temporários dados para o serviço e não para a glória pessoal. A importância do estado mental. Um médium humilde busca sempre o autoconhecimento, reconhecendo suas limitações e permitindo que os espíritos superiores orientem suas ações. No Evangelho Segundo Espiritismo, Kardec nos convida a nos prepararmos para a mediunidade através do estudo e da prática da caridade, enfatizando que a humildade é o antídoto contra o orgulho que pode surgir diante de capacidades mediúnicas. Essa virtude também ajuda na aceitação de críticas construtivas. A disposição para aprender e melhorar, em vez de se apegar à crença de que sabe tudo, é um reflexo claro da humildade em ação. Para os médiuns, a palavra de Jesus, isso está no caminho verdade e vida. Em Mateus 5, capítulo 5, versículo 5, bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra, servem como uma poderosa lembrança de que a prática da humildade na mediunidade não apenas melhora a qualidade das comunicações, mas também favorece o crescimento espiritual, individual e coletivo. A humildade atrás os espíritos mais elevados que se sentem confortáveis para se manifestar através daqueles que se colocam em lugar de serviço. O orgulho, muito pelo contrário, meus irmãos, atrapalha, faz com que se apresentem espíritos inferiores e se o médium não tiver cuidado, ele pode chegar a ser eh obsidiado. O apóstolo Paulo compreendeu essa verdade, afirmando que nada faces por contenda ou por vanglória, mas por humildade. O apóstolo Paulo compreendeu essa verdade, afirmando que nada deveremos fazer por espírito de contenda, mas sim por ato de humildade. Continua trabalhando em teu ministério, recordando que ou servi aos outros com humildade, sem contendas e vanglórias, Jesus foi tido o imprudente rebelde, traidor da lei e inimigo, recebendo a cruz como coroa gloriosa. Com Jesus percebemos que a
dando que ou servi aos outros com humildade, sem contendas e vanglórias, Jesus foi tido o imprudente rebelde, traidor da lei e inimigo, recebendo a cruz como coroa gloriosa. Com Jesus percebemos que a humildade nem sempre surge da pobreza ou da enfermidade, que tanta vez somente significam eh lições regeneradoras, e sim que o talento celeste é a atitude da alma que ouvida a própria luz para levantar os que se arrastam nos nas trevas e que procuram sacrificar si próprio nos carreiros empedrados do mundo, para que os outros aprendam, sem constrangimento ou barulho, a encontrar o caminho para as bênçãos do céu. Quase sempre somos levados a imaginar que a caridade só é feita de ordem material, quando mais das vezes, principalmente no momento em que vivemos, os nossos irmãos estão precisando do apoio, um apoio moral, que possamos chegar junto dele, conversar, orientar, para que ele possa retomar a sua vida. Jesus possuía suficiente virtude para humilhar a filha de Magdala. Dominada pela força das sombras, no entanto, silenciou a própria grandeza moral para chamá-la docemente ao reajuste da vida. Atento à própria dignidade, era justo mandar seus discípulos ao encontro dos sofredores para consolá-los na angústia e sarar-lhes ascerações. Todavia, não renunciou o privilégio de seguir ele mesmo em cada canto da estrada, a fim de ofertar-lhes alívio e esperança, fortaleza e renovação. Certo, detinha elementos para desfazer-se de Judas. o aprendeis insensato. Porém, apesar de tudo, conservou até o último dia de luta entre aqueles que mais amava. A simplicidade de Jesus é de uma maneira tal que ele não mandava fazer. Ele ia, ele acompanhava, ele apoiava todos aqueles que necessitavam do seu apoio, da sua ajuda, das suas bênçãos. com umas simples palavras poderia confundir os juízes que o rebaixaram rebaixavam perante Barrab, autor de crimes confessos. Contudo, abraçou a cruz da morte, negando perdão, rogando perdão para os próprios carrascos. Por fim, poderia condenar Saulo de Tarso a implacável, o
aixavam perante Barrab, autor de crimes confessos. Contudo, abraçou a cruz da morte, negando perdão, rogando perdão para os próprios carrascos. Por fim, poderia condenar Saulo de Tarso a implacável, o implacável perseguidor, apenas soes pela intransigência perversa com com que aniquilava a plantação do evangelho nascente, mas buscou, empeçou as portas de Damasco, visitando-lhe o coração, por sabê-lo enganado na direção em que se movia. Mas uma exemplo muito grande de de Jesus nessa busca a Judas depois da traição. Como entender as bem-aventuranças eh conferida por Jesus aos pobres de espírito? O ensinamento do divino mestre referia-se às almas simples e singelas. despidas do espírito de ambição e de egoísmo que costumam triunfar nas lutas do mundo. Não costumais até hoje denominar os vitoriosos dos séculos nas questões puramente materiais de homens de espírito. É por essa razão que, em se dirigindo à massa popular, aludi o Senhor aos corações despretenciosos e humildes, aptos a lhe seguir os ensinamentos, sem determinadas preocupações rasteira da existência. Qual a maior lição da que a humanidade recebeu do mestre ao lavar ele os pés dos seus discípulos? Entregando-se a este ato, queria o Divino Mestre testemunhar as criaturas humana a suprema lição da humildade, demonstrando ainda uma vez que na coletividade cristã o maior para Deus seria sempre aquele que se fizesse o menor de todos. Outra lição de humildade que Jesus nos deixou muito grande entre nós. Quantas vezes nos negamos a pequenas ações que não chegam nunca a esse a esse nível? Ainda estamos muito inferiorizados. Tarefas humildes. É indispensável que o espírito aprenda a ser grandes nas tarefas, humildes, para que saiba ser grandes, ser humilde nas grandes tarefas. Isso é um exemplo que nós, isso é uma coisa que nós encontramos muito comumente nas casas espíritas. Pessoas que acham que o ato, por exemplo, de varrer uma sala, varrer um um centro espírita, seja, não seja na esteja à sua altura, sempre buscando,
nós encontramos muito comumente nas casas espíritas. Pessoas que acham que o ato, por exemplo, de varrer uma sala, varrer um um centro espírita, seja, não seja na esteja à sua altura, sempre buscando, buscam coisas maiores, sempre buscam ações maiores. E aqui essa lição é muito grande, porque nos ensina a que só sejamos grandes, aprendemos eh a ser grandes com as tarefas humildes e quando as grandes chegarem com humildade também seremos eh contemplados. É necessário que ele cresça e que eu diminua. Essa é a passagem do João Evangelista, João Batista. Claro que a orientação eh que eh que a orientação esclarecimento e o ensino são tarefas indispensáveis na extensão do cristianismo. Entretanto, é de insuma importância, é de importância fundamental para os discípulos, eh, que o espírito de Jesus, para os discípulos, que o espírito de Jesus cresça em suas vidas. Ou seja, é importante sempre que façamos com que o Cristo cresça dentro de nós, que façamos e cada vez diminuamos esse nosso orgulho, nosso egoísmo, a fim de crescermos com o Cristo. Revelar o Senhor nas próprias experiências diárias é a propaganda mais elevada e eficiente do aprendiz do dos aprendizes fiéis. Se realmente desejas estender as claridades de tua fé, lembra-te de que o mestre precisa crescer em teus atos, palavras e pensamentos, no convívio com todos os que te cercam o coração. Somente nessa diretriz é possível atender ao divino administrador e servir aos semelhantes, curando-se a hipertrofia do eu cogenial, ou seja, do eu agradável, do eu simpático. Aqui, meus irmãos, está a expressão que entre nós, né, vuo, a maior personalidade de humildade, exemplo de humildade entre nós. Aquele que perdoa é humilde e quem é humilde é feliz. Também tivemos eh Dr. Bezerra de Menezes, Eurípedes Barçanufo, Ivone Pereira, Sueli Caldas Schubert e Divaldo Franco, dentre outros, que exemplificaram que a humildade traz a felicidade e quem é humilde realmente é feliz. Uma prova inequívoca. das ações desses irmãos, que tudo fizeram em prol dos nossos eh de
Franco, dentre outros, que exemplificaram que a humildade traz a felicidade e quem é humilde realmente é feliz. Uma prova inequívoca. das ações desses irmãos, que tudo fizeram em prol dos nossos eh de todos os sofredores, de todos nós que estamos ainda numa situação espiritual bem inferior a que ele se encontravam. Humilha-te engrandecendo a vida que te cerca e a vida te exaltará. Por isso, o mestre maior de todos preferiu sofrer e dobrar-se na cruz, porque com a grandeza imortal do sacrifício, construiu caminho para a redenção de todas as criaturas. Jesus, o exemplo maior de tudo que nós temos, nosso grande modelo e guia. E que sigamos sempre os exemplos de Jesus, façamos aquilo que a mãe Maria Santíssima nos disse, faz tudo que ele mandar. Aquele que se orgulha será humilhado e aquele que se humilha será exaltado. O ambicioso que triunfa e o rico que se sustenta de prazeres materiais são mais de se lamentar do que se invejar. pois é preciso ter em conta o retorno, ou seja, se bem o soubermos, nós trabalharemos para que eh façamos com que as nossas ações sejam com humildade. E o que busquemos? Busquemos com o intuito de nos melhorarmos, não de triunfar, não de estar com apenas ser rico para sustento das prazeres materiais, que o retorno que aqui de que trata Kardec é a reencarnação. E na reencarnação haveremos de quitar esses débitos, haveremos de quitar todas as nossas ações negativas. Tudo que fica marcado no nosso perespírito. O espiritismo, pelos terríveis exemplos dos que viveram e que vem revelar sua sorte, mostra a verdade desta afirmação do Cristo. Aquele que se orgulha será humilhado e aquele que se humilha será elevado. Nós que participamos de das reuniões mediúnicas, sabemos o quanto há de sofrimento, quanto nos sos revelados pelos nossos irmãos em sofrimento em razão de ações eh tomadas de forma negativa, forma de equivocada e que muitos sofrem para por conta disso. Então, nós que participamos das reuniões mediúnicas temos muito mais recebido lições do que prestado algum
s eh tomadas de forma negativa, forma de equivocada e que muitos sofrem para por conta disso. Então, nós que participamos das reuniões mediúnicas temos muito mais recebido lições do que prestado algum socorro. Por que razão? por eh a razão porque Jesus cingiu o ao corpo uma toalha em lavando os pés aos seus discípulos. Porque o Cristo que não desenhou a energia fraternal na eliminação dos erros da criatura humana, afirmando-se como filho de Deus nos divinos fundamentos da verdade. quis proceder desse modo para revelar-se o escravo pelo amor da humanidade, a qual vinha trazer a a luz da vida na abnegação e no sacrifício. Então, Cristo deu mais um exemplo de humildade, de simplicidade, porque era assim que ele sempre se apresentava, sempre nos ensinava, lecionava a nós sempre como faz, continua fazendo até hoje as lições de humildade. Humildade que precisamos dessa condição para nos elevarmos. Na revista espírita de 1863, Kardec traz que diz que o orgulho e a humildade são dois polos do coração humano. Um atrai todo bem, o outro todo mal. Um tem calma, o outro tempestade. A consciência é a bússola que indica a rota conducente a cada um deles. Ou seja, precisamos sempre estar muito atentos quando eh na linha divisória entre o orgulho, que quase sempre desvalamos para o orgulho. É mesmo nos dizendo humildes, mesmo nos fazendo, achando que somos humildes, nós derrapamos para o egoísmo. livro Ação e reação de André Luiz. O benfeitor Druso nos diz que a humildade em qualquer situação acende luz em nossas almas, gerando em torno de nós abençoados recursos e simpatia fraterna. Portanto, a humildade em qualquer situação, ela serve de luz, serve de um facho luminoso para nos abençoar, eh, para nos conduzir e que assim sendo, nós somos também seguidos. Valor e humildade aviso da criação no livro Espírito de Verdade. Valor e humildade são expressões de inteligência sublime. Se o cume mais alto recebe a chuva primeiro, o vale mais baixo recolhe ao fim a maior parte da da água.
criação no livro Espírito de Verdade. Valor e humildade são expressões de inteligência sublime. Se o cume mais alto recebe a chuva primeiro, o vale mais baixo recolhe ao fim a maior parte da da água. Então, sempre é humildade. Não é sempre querermos estar por cima, não é sempre queremos ser os primeiros. Modestamente crescemos, mas crescemos muito se formos humildes. Humildade não é omitir-se, é, não é omitir-nos, e sim conservar-nos no lugar de trabalho em quem fomos situados pela sabedoria divina, cumprindo os nossos deveres, sem criar problemas e oferecendo à construção do bem de todos o melhor concurso de que sejamos capazes. Portanto, a humildade não pressupõe que nos eh neguemos à execução de tarefas. Bem, pelo contrário, cada vez devemos trabalhar mais, mas trabalhar com humildade. E para concluir, amados irmãos, dizemos que a humildade, portanto, quando incorporada na prática mediúnica, torna-se um verdadeiro caminho para o progresso espiritual. inspiram a conduta de respeito e amor em todos os aspectos do trabalho mediúnico, refletindo a essência dos ensinamentos de Jesus. Ao nos humilharmos diante da imensidão do divino, abrimos nossos corações e mentes para receber a luz dos espíritos, reconhecendo que, acima de tudos, somos instrumentos da vontade de Deus. Assim, o exercício da mediunidade se torna uma jornada enriquecedora e transformadora para tanto para o médium quanto para aqueles que buscam a comunicação do lado espiritual. Meus irmãos, sou muito agradecido pela oportunidade e que a paz do mestre amado Jesus continue com todos nós. Nós te agradecemos, Rail. São muitos ensinamentos que aprendemos durante esses três dias para refletirmos acerca dos ensinamentos de nosso Senhor Jesus Cristo. É na mediunidade, no evangelho. Então, não falta material para estudo, material para refletir acerca desses ensinamentos. Então vamos dar continuidade para o nosso último tema da manhã de hoje com a nossa irmã Audilamar na Federação Espírita do Maranhão, com o tema
tudo, material para refletir acerca desses ensinamentos. Então vamos dar continuidade para o nosso último tema da manhã de hoje com a nossa irmã Audilamar na Federação Espírita do Maranhão, com o tema mediunidade no grande futuro. A ilamar. Olá a Lamar. Olá. Desligar com você a palavra aí com seu tema mediunidade no grande futuro. OK. Obrigado, Fátima. Bom dia, meus amigos. Bom dia a todos que estão nos assistindo, nos acompanhando na internet pela FEV Live, pela FEB de Pernambuco. O nosso tema de hoje é mediunidade no grande futuro. Esse tema é o capítulo 28 do livro Mediunidade e Evolução, que faz referência também esse tema ele faz referência com o livro Seara dos Médiuns de Emmanuel também. mediunidade é talento divino para edificar o consolo e a instrução entre os homens. Tá lá no capítulo 77 que faz referência a médiuns transviados. Porque se você fizer a leitura desse capítulo 77 do livro Seara dos Médias, você vai ver se eh mediunidades, médiuns que se transaram e qual o motivo. Mas o nosso assunto hoje vamos aprender o que é a mediunidade no grande futuro. Esse capítulo 77, médios transeados do livro Seara dos Médios, faz menção ao capítulo 17, o livro dos médiuns, formação do médio. Então, um livro atrelando ao outro. Então, o que é a mediunidade no grande futuro? Para que a gente possa entender o que é a mediunidade no grande futuro, nós vamos fazer aqui uma uma autoanálise de de espíritos e que somos, quem eu sou, espírito eterno, mas de como eu estou agindo, como eu estou na minha na minha vida, no meu andamento, no meu caminhamento, com a prática, com esse talento divino que tá aqui dito, não só por Emanuel, mas também tá dito aqui e pelo Martim Esperava que ele tirou do livro Seara dos Médios. Então, lá no no livro dos espíritos, eh, escala dos espíritos, no item 101, espíritos imperfeitos. O que é o espírito imperfeito? Predominância da matéria sobre o espírito, predominância, propensão para o mal, a ignorância. Ignoramos a vida eterna. Ignoramos a vida no mundo espiritual.
imperfeitos. O que é o espírito imperfeito? Predominância da matéria sobre o espírito, predominância, propensão para o mal, a ignorância. Ignoramos a vida eterna. Ignoramos a vida no mundo espiritual. Achamos que morreu ou acabou. Somos mais materialistas do que espiritualistas. Nós esqueçamos que nós somos espíritos eternos, então ignoramos ele. Isso faz parte da nossa imperfeição. O orgulho que não nos deixa ver, avançar, trabalhar, enxergar o que somos para poder caminhar, começar a subir o degrau da evolução para crescermos. Somos egoísta e intuição de Deus. Temos uma vaga intuição de Deus. Nós não temos a certeza ainda que Deus existe. Porque a gente, como somos muito materialistas, nós queremos ver e pegar. Nós não queremos nos espiritualizar para aprender a sentir o que é Deus. E aí eu trouxe uma página, um capítulo cinco do livro O Consolador. Pode passar o slide, por favor. onde Emmanuel lá no livro O Consolador, ele faz o estudo no quinto capítulo, mediunidade. Mediunidade é que é o desenvolvimento, preparação, que é a formação do médium, tá lá no capítulo 17 do livro dos médiuns. E o apostolado, quer dizer, na hora que eu faço desenvolvimento, faço minha formação, eu trabalho, o levo o meu apostolado como a mediunidade de Jesus, que é a mediunidade do do grande futuro. Pode passar. E aí eu trouxe a questão 382 de lá do livro Consolador, onde pergunta ao Emmanuel e Emmanuel responde: "A pergunta é o seguinte: qual a verdadeira definição da mediunidade?" E ele responde com aquela essa resposta assim belíssima que a gente lembra de Atos dos Apóstolos lá no capítulo 2:17. Emanuel responde assim: "A mediunidade é aquela luz que seria derramada sobre toda a carne. É luz sobre a carne, como tem lá no capítulo 10 do caminho verdade e vida. É luz sobre a carne." E Emandel ainda diz aqui assim: "É luz sobre a carne prometida pelos céus a escuridão da carne." Por que ele diz aqui a escuridão da carne? os nossos sentimentos, as nossas emoções, que ainda não elevamos essa luz que tá
aqui assim: "É luz sobre a carne prometida pelos céus a escuridão da carne." Por que ele diz aqui a escuridão da carne? os nossos sentimentos, as nossas emoções, que ainda não elevamos essa luz que tá dentro de mim, porque Jesus diz: "Vós sois luz e a gente não quer melhorar, não quer crescer". Então, a mediunidade é aquela luz que seria derramada sobre toda a carne, prometida pelo divino mestre aos tempos do consolador, atualmente em força na terra, prometido. Então, quando você vai lá em Atos dos Apóstolos, em que ele, o Lucas transcreve lá em Atos dos Apóstolos e o profeta Joel, ele diz o Senhor, ele ouviu, diz o Senhor, não é ele que tá dizendo que nos últimos momentos derramarei minha luz sobre toda a carne, meus filhos, meus idos, todo mundo profetizarão porque naquela época médio, o intérprete da divindade era considerado eh profeta. E Kardec veio trazer o nome de médium, então prometido pelo divino mestre aos tempos do Consolador. Continuando essa resposta essa pergunta, outros slides, por favor, pode passar. sendo luz que brilha na carne. O que ele disse lá no início, era luz que brilha na carne. Então, sobre luz que brilha na carne, a mediunidade é atributo do espírito, patrimônio da do da alma imortal, é uma faculdade do espírito, elemento renovador da posição moral da criatura terrena. Vamos gravar Elemento renovador à mediunidade para a posição moral da criatura terrena. Enriquece as virtudes e a inteligência sempre que se encontra ligada aos princípios evangélicos na sua trajetória pela face. Aos princípios evangélicos. Se você pegar o evangelho de Jesus, ali tudo tem fala em mediunidade. Quando ele diz elemento renovador da posição moral da criatura na Terra, isso nos faz lembrar lá no capítulo influência moral do médium no livro dos médiuns, onde Kardec fala lá no livro dos médiuns que não penseis que a mediunidade veio para uma, duas ou três pessoas, veio para toda a humanidade. Então, como veio para toda a humanidade? Todo mundo é médico. Ele diz
c fala lá no livro dos médiuns que não penseis que a mediunidade veio para uma, duas ou três pessoas, veio para toda a humanidade. Então, como veio para toda a humanidade? Todo mundo é médico. Ele diz lá no livro dos médunos. E esses ensinamentos que nós estamos aprendendo para prática a nossa mediunidade com Jesus, que é a mediunidade do grande futuro, ela é a luz que brilha na carne, que eu vou melhorando os meus meu meus elementos psíquicos. E ela traz para mim um elemento renovador na minha posição moral da criatura terrena para todos nós. Não é só para aquele médico que tá lá na casa espírita, não é só para o médio que tá lá na reunião mediúnica, porque todos nós somos médiuns. Então é para toda a casa, certo? E aí continuando na questão 383, é justo considerarmos todos os homens como médium. E aí ele diz, ó, se ele diz aqui que a mediunidade é luz que derrama sobre toda a carne e também diz que a mediunidade é para toda a parte terrena, então ele continua com a pergunta: "É justo considerarmos todos os médios, todos os homens desculpa, como médiuns?" E Emanuel responde: "Todos os homens tm o seu grau de mediunidade". Kardec diz lá, nós todos nós somos médicos. E ele diz aqui respondendo, confirmando o que Kardec diz lá no livro dos médicos. Todos os homens têm o seu grau da mediunidade, na mais variadas posições evolutivas, nas mais variadas. Por quê? por causa da nossa evolução, do nosso grau de compreensão. Então, e esse atributo do espírito representa ainda a alvorada de novas percepções para o homem do futuro, ao a alvorada, ao ao amanhecer. Então eu estou caminhando, eu sigo o primeiro degrau. Às vezes eu dou uma parada ou então eu dou uma recuada para o meu aprendizado e assim a gente vai caminhando a mediunidade no grande futuro, a mediunidade com Jesus. Mas para isso nós precisamos fazer a nossa autoanálise, autoconhecimento, melhorar as nossas percepções, como ele diz aqui, nas mais variáveis posições evolutivas. Por quê? por causa do nosso grau de
Mas para isso nós precisamos fazer a nossa autoanálise, autoconhecimento, melhorar as nossas percepções, como ele diz aqui, nas mais variáveis posições evolutivas. Por quê? por causa do nosso grau de compreensão do evangelho, da mediunidade, do espiritismo e da prática. Cada um no seu tempo, cada um no seu degrau e a gente tá aqui para ajudar uns aos outros. E esse atributo do espírito representa ainda a alvorada de nossas percepções por causa da nossa compreensão. Aí o Emanuel continua diz quando pelo avanço da mentalidade. Avanço da mentalidade. Por isso que lá no início ele diz: "É luz que brilha na carne". E ele confirma aqui luz que brilha na carne escura. Por quê? por causa da nossa mentalidade. Ainda não temos plena consciência do que é a mediunidade. A gente ainda olha a mediunidade no sentido do fenômeno. Nós não olhamos ainda a mediunidade no sentido daquela janela, no sentido psíquico. A comunicação. Deus nos concedeu para que não perdêssemos a o sentido da vida, para que não perdêssemos a conexão com o verdadeiro mundo a que nós pertencemos. E ela brilha na carne enquanto nós estamos eh eh encarnados, mas precisamos melhorar. Por isso que ele diz aqui na resposta 383, pelo avanço da mentalidade do mundo, as criaturas humanas verão alargarse alargar-se a janela acanhada dos seus cinco sentidos. Por que a janela? Porque a mediunidade é uma janela para o mundo espiritual. E essa janela por pela nossa compreensão, quando pelo avanço da mentalidade, pela nossa compreensão, essa janela ainda é acanhada, mas pelo avanço da mentalidade, essa janela, ela deixa de ser essa janela acanhada, será o grande vão para a eternidade, será a mediunidade do futuro. Teramos, estaremos sempre em conexão com o mundo maior, permanente, sem aquela admiração, sem nada. E como eh ele eh aqui no livro Consolador, ele divide esse capítulo 5, medio unidade em desenvolvimento, preparação e apostulado, ele continua perguntando na questão 387, qual a maior necessidade do médium? Qual a maior necessidade? Se eu quero
le divide esse capítulo 5, medio unidade em desenvolvimento, preparação e apostulado, ele continua perguntando na questão 387, qual a maior necessidade do médium? Qual a maior necessidade? Se eu quero crescer, se eu quero aprender, qual a maior necessidade de você ler aquele livro? Primeiro você vai ter que ler o livro, aprender a ler. Aprendeu a ler, então eu vou ler o livro. Então, qual a maior necessidade do do médium? E ele diz, a primeira necessidade do médium é evangelizar-se a si mesmo para que eu possa estar em conexão. Essa janela acanhada que ele diz lá na resposta anterior, quando eu me evangelizar, ela não é mais aquela janela acanhada e nem tampouco aquela essa janela é um vão é aberto. Pronto, é a claridade maior. Então, a primeira necessidade do médium é evangelizar-se a si mesmo antes que se entregar as grandes tarefas doutrinárias, pois de outro modo poderá esbarrar sempre o fantasma do personalismo em detrimento de sua missão ou fantasma do personalismo. E esse trecho aqui nos remete, vamos voltar lá no livro dos médiuns. Eu gosto muito de pegar um livro, quando eu vou estudar qualquer assunto, ver qual outros livros também confirma o que tá aqui nesse livro que nós estamos estudando. E quando ele diz antes de entregarse a tarefa, de outro modo poderá esbarrar sobre o fantasma do personalismo, Kardec, a última frase dele no livro dos médunos, do capítulo 31, ele diz: "Estudai antes de praticares para que não caia no fantasma do personalismo, para que você não caia no no fanatismo, para que você não caia em erros, que a mediunidade, como diz aqui o emân é talento divino. Se é talento divino, qual a minha obrigação de pegar esse talento? melhorar lá brilhar, melhorar essa luz que brilha na carne para quando eu passar por essa janela, ela não é mais aquela janela acanhada, como ele diz aqui, mano, no livro consolador. Ela é uma janela aberta, é um grande vão para mim, porque eu cheguei com as mãos limpas. E aí caminhando já no no item preparação, porque ele fala de
ada, como ele diz aqui, mano, no livro consolador. Ela é uma janela aberta, é um grande vão para mim, porque eu cheguei com as mãos limpas. E aí caminhando já no no item preparação, porque ele fala de desenvolvimento, agora vamos para o item preparação. Ele diz assim, ele faz a fizeram a pergunta assim: "Pode contar um médium de maneira absoluta com os seus guias espirituais, dispensando dispensando os estudos?" perguntar, pode, quer dizer, eu posso contar médio, de maneira absoluta com os meus guias. Aí a gente lembra a palestra anterior da nossa irmã Carmelita sobre os médiuns e seus guias. eu posso de maneira trabalhar de maneira absoluta, com ele acabou dispensando o conhecimento da mediunidade. E aí ele diz, estudar muito se a minha primeira necessidade é estudar para que eu não caia no fascim, para que eu não ca em erro, no achismo, eu acho que é, então eu tenho que estudar muito, observar intensamente e trabalhar em todos os instantes pela sua própria iluminação, pela minha própria iluminação, porque a mediunidade é luz que brilha na carne, essa carne acanhada, essa carne, como diz aqui, vou repetir, pelos céus a escuridão da carne. Por quê? Porque ainda não tenho conhecimento. Eu vejo pelo fenômeno e mediunidade é mediunidade é luz divina, é talento divino que Deus confiou para todos nós, porque todos nós somos médicos. E a mediunidade não veio só para um, para dois, para três, veio para toda a humanidade para que a gente pudesse conhecer todo esse talento divino. Então, e qual então eu tenho? pode contar com o média. Aí com essa resposta que a Emana nos dá, que que a gente conclui? Eu posso contar de maneira absoluta com os meus guias espirituais, dispensando o estudo. Ele manda eu estudar muito, observar intensamente essas mensagens. Quando eu estudo, eu conheço a verdade. E pelo conhecer a verdade, eu vou saber que esse guia espiritual é guia, é um espírito bom, é um espírito legal que vai me ensinar o que é a mediunidade, me ensinar a trabalhar, trabalhar em todos
de. E pelo conhecer a verdade, eu vou saber que esse guia espiritual é guia, é um espírito bom, é um espírito legal que vai me ensinar o que é a mediunidade, me ensinar a trabalhar, trabalhar em todos os instantes pela minha própria iluminação. Passando mais outra questão, continuando, aliás, somente desse modo, ó, estudando, observando, trabalhando em a própria autoenação, ele diz que somente desse modo poderá habilitar-se para o desempenho da tarefa que lhe foi confiada, cooperando eficazmente com os espíritos sinceros, devotados ao bem e à verdade. Porque se eu não estudar, não conhecer a verdade para verdade me libertar, me libertar desse fenômeno, não considerar que a mediunidade é luz, aí eu não consigo estar em conexão com os espíritos sinceros, devotados ao bem e à verdade. Eu vou sempre estar me enganando. Por isso que Kardec diz lá no capítulo 31, estudai para que não você não caia antes de praticar para que você não caia nos erros que você mesmo nos seus equívocos achismos achando que a mediunidade é aquilo que às vezes é o espírito mistificador, é um obsessor e assim é um brincalhão e assim por diante. E continuando a questão 392, que ela é longa, eu trouxe ela toda, diz assim: "O costume de tudo aguardar de um dia pode transformar-se em vício detestável. Que feio, que horror." Às vezes a gente ouve eh eh médios assim: "Não, eu não vi hoje porque meu mentor disse que eh hoje eu vou gripar, hoje vai ter isso que não vai". Eu já ouvi médiuns dizer que já deixou de viajar, perder passagem de avião, porque um guia na madrugada disse para ela: "Olha, o avião vai cair". E eu e ela ficou com medo, não foi. Perdeu a viagem, perdeu o curso, perdeu tudo. E aí, que coisa, que vício detestado, coisa horrorosa. Porque não estuda? E aí eu perguntei: "E o avião caiu?" Não. E tu perdeu? Sabe por quê? Porque como Emanuel disse, você tem que estudar muito, observar para praticar essa luz que está otada aí na sua carne. Chegando-se a esse desvirtuamento, ating-se o declive
E tu perdeu? Sabe por quê? Porque como Emanuel disse, você tem que estudar muito, observar para praticar essa luz que está otada aí na sua carne. Chegando-se a esse desvirtuamento, ating-se o declive das mistificações e das extravagâncias, tornando-se o médium preguiçoso e levião, às vezes responsável pelo desvio de sua tarefa. Olha que vício tem. Nós precisamos, tem pessoas que dizem assim, não preciso estudar mediunidade, já ouvi muito em tudo quanto é canto eu vou, ah, mas o meu espírito tá dizendo que não precisa eu ir, que ele em casa ele vai me ajudar, que ele em casa diz isso. E às vezes você cai no mistificação, na extravagância doutrinária, nos erros doutrinários. já tive pessoas que já trouxe livros e livros para que eu analisasse, eu disse assim: "Olha, leva para Femar, lá tem uma equipe que vai analisar a parte doutrinária, que vai analisar a parte eh do português para poder sair uma coisa que preste, uma coisa boa. A gente não pode lançar qualquer coisa". E ela prontamente disse para mim: "Não, meu guia tá dizendo que eu não preciso, baixa você, então é seu guia." vício detestado, guiado, ficar acreditando em tudo. Por quê? Porque não quer estudar o espiritismo para conhecer, não quer estudar a mediunidade para poder praticar essa luz que venha na carne. Por isso que diz aqui na noite escura. Por quê? Porque ainda não temos o conhecimento, ainda não melhoramos o nosso psiquismo, ainda não avançamos. Na questão 402, desculpe, eu estou um pouco rouca, 402, onde ele fala do apostolado, ele diz: "Seria justo aceitar remuneração financeira no exercício da mediunidade? Seria justo eu eu aceitar a remuneração?" Olha só, eu disse no início que todo o evangelho de Jesus, né, se refere tem passagens da mediunidade. Se é justo aceitar a remuneração financeira desse exercício, se eu aceitar, eu estou contrariando a minha caminhada, que a minha caminhada é mediunidade com Jesus. E aí a gente se lembra do capítulo do Evangelho, não se de eh se deve assim o capítulo do
rcício, se eu aceitar, eu estou contrariando a minha caminhada, que a minha caminhada é mediunidade com Jesus. E aí a gente se lembra do capítulo do Evangelho, não se de eh se deve assim o capítulo do Evangelho, servir a Deus ou a mamã. Se eu cobrar, eu não tô servindo a Deus, eu tô servindo a quem? A Mamon. E como será a minha mediunidade no grande futuro? Então ele perguntaram aqui para Emanuel, seria justo aceitar essa remuneração? E onde eu estou servindo? A Deus ou a mamão? Aí ele diz o seguinte: "A remuneração financeira no trato das questões profundas da alma, porque a mediunidade é o patrimônio da alma. Então a remuneração financeira, no trato das questões profundas da alma, estabelece um comércio criminoso. Estabelece um comércio criminoso do qual o médium deverá esperar no futuro os resgates mais dolorosos. Coitado. Então, quem é o médium? Perguntaram uma vez para Emanuel. Ele diz: "O médium é aquele que cometeu o erro mais mais o crime mais doloroso. Ou seja, contrariamos da pior forma possível a lei divina contra que está na nossa consciência. Então eu trabalhando, remunerando esse talento divino que vai deixar de ser divino, porque deixou de ser divino. Eu não tô mais servindo a Jesus. Enquanto eu estou servindo a Jesus é um talento divino. Mas eu parto para servir a mamã serve a Deus ou servir a mamã. Onde o maior escolho do apostolado mediúnico vive dentro de mim mesmo, que é o meu personalismo. Por quê? Porque eu não estudo. É uma ambição. Por quê? por causa da minha ignorância e da minha invalidade. Primeiro inimigo do médium reside dentro dele mesmo. Frequentemente é o personalismo, é ambição, a ignorância ou a rebeldia no voluntário desconhecimento de seus deveres à luz do evangelho. onde a luz definitiva já a questão 411, porque nós já estamos avançando no nosso horário, onde a luz definitiva para a vitória do apostolado mediúnico. Essa claridade divina está no evangelho de Jesus, com a qual o missionário deve estar plenamente identificado para a realização sagrada
o, onde a luz definitiva para a vitória do apostolado mediúnico. Essa claridade divina está no evangelho de Jesus, com a qual o missionário deve estar plenamente identificado para a realização sagrada da sua tarefa. plenamente essa claridade, essa luz que brilha na carne, está no evangelho de Jesus, com o qual o missionário deve estar plenamente identificado com a realização sagrada, estudando o evangelho de Jesus, praticando. Então, e porque o que tá faltando para essa prática é o meu, é o meu egoísmo. causa desse desvio é o egoísmo causa de todas as misérias humanas que tá lá o próprio humano dizendo no livro evangelho que a nossa agressividade, o nosso orgulho, a nossa ira. Eu vou só ler esses slides e aí quando eu crescer melhorar essa luz, entendendo, melhorando essa luz que brilha na carne, abrir deixando de ter essa janela acanhada, passando a ter não só uma janela, mas o vão todo aberto, não há mais parede nem nada. Aí eu já tô praticando o amor, porque meu trabalho com Jesus, Jesus é o amor. A gente precisa amar. O maior mandamento tem que fazer minha meu autoconhecimento, autoaceitação, né? E o grande médium no grande futuro. Aí o grande médio, o médium no grande futuro, ele já tá o quê? Espiritualizado, tá praticando o bem, conhecimento de si mesmo, humildade, caridoso, porque tudo isso faz parte da mediunidade. E a mediunidade do grande futuro é evangelizar. e conhecimento de Deus. E para encerrar como esse eh esse capítulo, esse tema mediunidade no grande futuro, tá no capítulo 28 do livro Mediunidade e evolução de Martins Peralva. diz assim: "Hoje somos médiuns nos espíritos inferiorizados que semeiam a discórdia e implantam o crime. No grande futuro, seremos médos dos luminares do espaço onde das moradas de Deus inspiram o bem na terra, edificando os sólidos monumentos cujos alicerces foram plantados pelo divino amigo Jesus. E a mediunidade no grande futuro é a mediunidade com Jesus. É nós, todos nós evangelizamos. Muita paz e muito obrigado para todos.
s monumentos cujos alicerces foram plantados pelo divino amigo Jesus. E a mediunidade no grande futuro é a mediunidade com Jesus. É nós, todos nós evangelizamos. Muita paz e muito obrigado para todos. Muito obrigada Lamar pelas suas palavras muito esclarecedoras. a respeito da mediunidade é para o futuro. Graças a Deus, chegando ao término do terceiro módulo e do terceiro dia das nossas atividades, só temos mesmos que agradecer a Deus por esse trabalho, por esse maravilhoso seminário que ocorreu durante esses três dias. E vamos passar agora para a roda de conversa. aonde vamos chamar os participantes que fizeram os comentário. Carmelita, Raildo, Alamar já está na tela e vamos chamar também Regina e Maria Amélia que irão fazer parte deste momento. Então, Regina, por favor, conduz aí a roda e conversa o som. Regina, abre o som primeiro. É verdade. Bom dia a todos. É uma alegria participar desse momento, desse aprendizado. E a gente verifica nove temas trabalhados nesse final de semana, quanto aprendizado fica para cada um de nós e a dificuldade que a gente tem de aliar o evangelho e a mediunidade, quando muitas vezes as pessoas dizem que o evangelho não tem nada a ver com mediunidade e a gente verifica que a mediunidade estando presente no dia a dia da humanidade. E Jesus tendo deixado isso muito claro pra gente, é preciso que a gente compreenda como que a gente junta o evangelho no dia a dia da casa espírita, seja na mediunidade, seja em qualquer hora, qualquer área da casa espírita. Isso. Dentro e fora da casa espírita. Então vamos começar aqui com as perguntas. A primeira pergunta aqui que vai paraa Carmelita. Como poderíamos diferenciar os trabalhadores espirituais dos que são os mentores espirituais? OK. Eu acho que ele fez isso perguntando a questão da proteção espiritual da casa espírita, né? Então, como nós colocamos, o mentor espiritual é aquele que tem o olhar e o cuidado com toda a casa espírita, né? a direção de cada atividade espírita, se ela está realmente indo na divulgação do
né? Então, como nós colocamos, o mentor espiritual é aquele que tem o olhar e o cuidado com toda a casa espírita, né? a direção de cada atividade espírita, se ela está realmente indo na divulgação do evangelho de Jesus, porque é esse o principal a principal foco da casa espírita, porque através da do evangelho de Jesus, que é o único caminho para a evolução, paraa sua reforma, paraa sua modificação e para a evolução, não é? Então, eh, o mentor quando ele lhe dá uma eh uma comunicação, é sempre focando nisso, focando nesse direcionamento da casa, eh, de como os trabalhadores estão fazendo, eh, isso daí, né, muitas vezes nos alerta, né, precisa mais de evangelho, precisa mais de orientação, precisa mais de estudo. Eles vão nos dando pistas do que nós precisamos melhorar para isso. Então, é uma é uma comunicação assim para a casa e para os trabalhadores da eh da de todas as atividades. E o trabalhador espiritual, que é aquele produtor que tá junto dentro eh de cada atividade sendo feita. Então, na exposição é aquele que vai ajudar na exposição doutrinária, vai ajudar com intuição. Eh, é na reunião mediúnica, onde nós percebemos e sentimos toda a atmosfera fluídica e de proteção ali da da casa, da do do recinto, é no ambiente do passe, é na recepção, né, dando aquele a a aquela intuição de acolhimento. Então ele vai intuindo e vai preparando o ambiente de cada trabalho e de cada trabalhadora ali. Não sei se é isso que o Carlos perguntou. É, é importante a gente lembrar quando fala ela pergunta aí do mentor, o mentor, diferenciar o mentor de o trabalhador. Toda a equipe espiritual nós consideramos como trabalhadores da equipe espiritual, inclusive o mentor. É claro que existem as tarefas definidas de cada um, mas todos são trabalhadores da equipe espiritual. Obrigada, Carmelita. Mais alguém gostaria de fazer alguma colocação a esse respeito? Eh, seria um espírito superior, né, para na para ser o mentor de uma casa espírita, ele precisaria ter uma elevação. Concordam? Ser um espírito elevado.
aria de fazer alguma colocação a esse respeito? Eh, seria um espírito superior, né, para na para ser o mentor de uma casa espírita, ele precisaria ter uma elevação. Concordam? Ser um espírito elevado. Com certeza. Sim, Kardec isso lá, né? que que os mentores, né, que ele chama de anjo guardião, são espíritos superiores e não menos bons, mas também bonetores, né? Então, existe uma hierarquia aí de bondade, né, e de superioridade entre os todos os trabalhadores espirituais da casa. Tem uma outra pergunta que nós vamos fazer daqui a pouco, então a gente continua esse assunto. Nós vamos ver aqui o Raildo falando sobre mediunidade, humildade. Tem uma pergunta aqui que diz assim: como o médium consegue internalizar essa necessidade de humildade em seu mandato? em que momento e local ela se concretiza? Como é que a gente pode trabalhar essa questão? Liga o áudio. Alô. Agora sim. Vejamos. O médium ele precisa sempre estar atento aos estudos. E nesses estudos ele vai verificar da necessidade de estar com estudando o evangelho. E em estudando o evangelho, ele vai se trabalhando com certeza para a sua humildade. Porque os exemplos de Jesus, os que nós trouxemos, são, tá certo? lições realmente muito fortes, muito precisas. É preciso que nós aos poucos, né, não vai ser de um dia para noite, não vai ser numa, de repente até numa só reencarnação que iremos evoluir, mas a humildade é essencial no mandato mediúnico. Não se pode conceber a a mediunidade sem humildade. Alguém gostaria de dizer alguma coisa a esse respeito? Eu gostaria, Regina, vamos lembrar que Kardec nos lembra, né, que o orgulho e a vaidade são os principais escolhos pro nosso progresso. Então vai, é exatamente essa questão. Nós temos que controlar isso, no identificar o quantos somos orgulhosos ou vaidosos de alguma coisa, inclusive de sermos médiuns. E isso atrapalha, atrapalha a nossa visão, porque a gente não consegue enxergar os nossos defeitos, a gente só consegue enxergar o defeito do outro e obviamente somos todos imperfeitos, né? E
médiuns. E isso atrapalha, atrapalha a nossa visão, porque a gente não consegue enxergar os nossos defeitos, a gente só consegue enxergar o defeito do outro e obviamente somos todos imperfeitos, né? E precisamos evoluir. Então é um exercício dee enxergar-se a si mesmo, conhecer a si mesmo e aí identificar onde é que está acontecendo isso. Para fazer isso já precisa de uma certa humildade, né? Porque a gente pode achar: "Ah, eu não preciso fazer isso". Todos precisamos, não estamos aqui por acaso. Então vamos lembrar que o nosso querido codificador já nos lembra isso. O orgulho e a vaidade são os principais escolhos da humanidade paraa evolução. É isso, Regina. Obrigada. Obrigado, Maria Mélia. lembrar que a mediunidade é um processo autoeducativo e que o médium precisa se conscientizar do seu papel de medianeiro e saber acolher os irmãos que estão precisando de amparo e de assistência. Então o médium faz o papel daquele enfermeiro dedicado no pronto socorro que recebe o paciente em primeiro lugar, acolhe e dá o encaminhamento. Então diz assim, não tem por se envaidecer, mas saber a importância dele de estar junto, de acolher e de servir servir de canal para um despertamento. Gente, mais alguma coisa? Então vamos para a dilamar. A dilamar. a mediunidade no grande futuro. Saímos do fenômeno e vamos aí pro futuro. Os oi os médiuns de outras religiões também contribuem para o progresso da humanidade e da transição planetária? Como isso pode acontecer? Sim, os médiuns de outras religiões também estão contribuindo, porque a mensagem que tá lá no livro dos médios é a mensagem de Jesus e de Herazo para toda a humanidade. E aí, como a mediunidade, todos nós somos méduns em determinadas religiões, nós estão, eles estão estudando também, estão pegando esse sentido, estão procurando, às vezes eles procuram a própria casa espírita só para trabalhar o atendimento fraterno, educação de sentimento, a evangelização, ter o sentido e voltar e levar lá para casa suas para cá, paraa sua religião o
eles procuram a própria casa espírita só para trabalhar o atendimento fraterno, educação de sentimento, a evangelização, ter o sentido e voltar e levar lá para casa suas para cá, paraa sua religião o trabalho. Então, no momento em que ele, qualquer religião que ele estiver, que ele começar a aprender dentro da sua própria religião ou conversando com alguém, o que é o verdadeiro sentido da mediunidade, que é a autoiluminação, a autoeducação, ele vai começar, ele está sim contribuindo para o progresso da humanidade. Porque se é como tá lá no livro, veio para todo o progresso, para toda a eternidade, para toda a humanidade. Eu sou de outra religião, sou protestante, sou católico, sou budista e trago essa mediunidade, lá eu vou aprender de qualquer jeito que é um trabalho da autuminação, trabalho com o Cristo. Agora, como eu não sei como cada religião está trabalhando, estamos conhecendo aqui no espiritismo, mas eu confirmo que com a a o trabalho da mediunidade é de autoconhecimento, autoiluminação e ela veio para toda a humanidade, sempre teremos um anginho falando pra gente como vamos trabalhar essa mediunidade para contribuir para a evolução do mundo, a mediunidade no grande futuro. Porque para ser médio eu não preciso de ter a religião, eu preciso só de trabalhar para Jesus. Mas por enquanto, no meu conhecimento, espírito imperfeito, que todos nós somos independente de religião, eu ainda estou caminhando para cada religião, uns católicos, escrita, outro protestante e assim vai. Contribui, obrigada ao de Lamar. Ou seja, só precisamos saber com quem estamos sintonizando e que tipo de pensamento estamos captando no dia a dia e pior, repassando, né? Então, mais alguém olhando paisagem, né? É a qualidade do pensamento. Alguém gostaria de falar alguma coisa desse assunto? Regina, eu queria só fazer uma observação que vamos pensar assim mesmo, eh, primeiro que a mediunidade não é privilégio dos espíritas e segundo que outros países, inclusive a gente já teve eh eh conversas, né, sobre isso, existem
a observação que vamos pensar assim mesmo, eh, primeiro que a mediunidade não é privilégio dos espíritas e segundo que outros países, inclusive a gente já teve eh eh conversas, né, sobre isso, existem brasileiros e espíritas que não conseguem formar um grupo mediúnico. E aí, que que eles fazem? Eles morrem. Então, assim, existe sim muitas formas de você se dedicar, de eh de exercitar as irradiações, as obras de caridade, enfim, se não tiver como fazer nada disso. Sim, sempre tem um jeito. Aí audiolamar foi muito eh lúcida, né, para responder isso. Todos os campos nós podemos trabalhar, depende de com de quem nós eh com quem nós sintonizamos, o que fazemos, né, e como é nosso comportamento. Sim. Então, a mediunidade é sempre uma em qualquer lugar, em qualquer região, ela é uma oportunidade de aprendizado. Não necessariamente precisamos estar no grupo mediúnico. A pandemia nos mostrou isso muito bem, né? E principalmente lembrar que mesmo dentro da casa espírita, no dia a dia, a mediunidade não é atributo da sala mediúnica, ela está presente em todas as áreas, seja na infância, nas salas de estudo, na no atendimento espiritual, principalmente no passe, na palestra pública, em todos os momentos a mediunidade está presente. Não o intercâmbio mediúnico, mas a sintonia com o mundo espiritual está presente em todos os instantes. Isso é muito importante. Então, vamos voltar lá com a Carmelita. Ainda falando do mentor espiritual, Carmelita, como é que a gente identifica a mensagem se a mensagem que recebo é do mentor? Ou seja, a mensagem que eu recebo é de um mentor. Como é que a gente trabalha essa questão aí? É importante essa identificação? Não é importante? Fala aí pra gente. O mentor é aquele espírito, eh, diríamos mais evoluído, que traz as orientações para a casa espírita. E como Kardec colocou, muitas vezes as comunicações vêm com nomes, né, de espíritos já reconhecidos. Então, quando Kardec na questão 267 coloca que os itens, os 26 itens pra gente analisar eh ali, e um dos itens é a
olocou, muitas vezes as comunicações vêm com nomes, né, de espíritos já reconhecidos. Então, quando Kardec na questão 267 coloca que os itens, os 26 itens pra gente analisar eh ali, e um dos itens é a comparação. Então, se vem, vamos esperar uma outra para ver se é, se tá correlato, se não tem divergência de de pensamentos. estão aprender a fazer essa análise e que eh a grande maioria não há necessidade do nome, como ah o espírito de verdade falou para Kardec: "Eu sou a verdade, o que eu fui, o que é, não interessa. Isso não é descrição. Isso daí é uma indescrição sua. Lembra que o Espírito da verdade falou isso daí para ele?" Então, não tem a necessidade de quem é, qual é o nome e o que ele foi, mas sim do conteúdo que ele fala, que deve ser direcionado às atividades da casa de orientação e passando por esse crio de análise. que não dá pra gente ah colocar, né, esses itens aí, porque, aliás, é essa, como eu falei, é uma aula só do do MEP para isso, mas tem todo tem toda uma sequência itens que a gente vai conseguir identificar se realmente é ou não. Responde isso mais alguma coisa?Uma outra pergunta. Lembrar também, Carmelita, aqui que às vezes a gente banaliza a comunicação dos mentores espirituais. E mentor espiritual, ele se manifesta quando existe necessidade, seja na abertura do trabalho para trazer uma orientação específica sobre aquela reunião para alertar ou chamar a atenção do grupo para uma concentração maior, para o cuidado com a prece, seja no encerramento da reunião, fazendo aquele fechamento. e lembrar que mentor ele não determina nada. Então, comunicações que às vezes a gente olha e que tem assim uma imposição, o grupo precisa fazer isso ou aquilo, já fica claro que não é comunicação de mentor espiritual. Então, pela linguagem ali e pelo conteúdo da comunicação, a gente já consegue observar se aquela comunicação é de um mentor ou não é de um mentor, não é? Então aí como você disse, a gente ficaria aqui até a próxima semana só falando desse assunto.
municação, a gente já consegue observar se aquela comunicação é de um mentor ou não é de um mentor, não é? Então aí como você disse, a gente ficaria aqui até a próxima semana só falando desse assunto. Mais alguma coisa que você quer falar? Aham. Ele não tira livre arbítrio, né? Então ele não diz você tem que fazer isso, porque ele sabe que você tem a responsabilidade determinada. Mesma coisa no centro, né? Ah, o grupo tem que fazer isso, o centro tem que fazer aquilo, como eu coloquei. Ele não faz isso. Quando a gente analisa esses itens, aí a gente vê que o mentor ele não tira o seu livre arbítro, né? Ele sugere, ele orienta, mas nunca impõe. Impõe. Exatamente. Obrigado, Carmelita. Mais alguém? Senão vamos lá pro Raildo novamente. Raildo, tem uma uma pergunta aqui também bem interessante. Podemos dizer que é permitida pela espiritualidade superior, aliás, pela espiritualidade maior, a obsessão até de um médium mais renomado para que este desenvolva a humildade. Como é que a gente pode trabalhar essa questão? Realmente a questão é bem eh se o médium ele é humilde, ele é um médium cumpridor, né, do dos dos mandamentos eh do que determina a codificação, ele dificilmente eh dificilmente não diga ele não será obsidiado. Mas o o que se vê muitas vezes é que o renume não diz da humildade, não diz do cuidado desse médium. Portanto, ele abre ele abre espaço, abre brechas, frestas para a obsessão e com isso, eh, trabalhando, é possível sim que ele venha crescer. OK. Alguém gostaria de complementar? Lembrando que essa questão aí ela pode, todos nós estamos sujeitos ao processo obsessivo. Isso não resta a menor dúvida. seja um médium mais e digamos experiente, mais vivenciado na prática mediúnica, seja um iniciante, todos nós estamos sujeitos, mas é trabalhar o sentimento. Assim, a partir do momento que a pessoa começa a se envaedecer, a se sentir orgulhoso daquilo que ele faz, como bem disse o Raildo, ele estará sujeito a vivenciar um processo obsessivo. Então, é a vivência dos ensinamentos de Jesus
a pessoa começa a se envaedecer, a se sentir orgulhoso daquilo que ele faz, como bem disse o Raildo, ele estará sujeito a vivenciar um processo obsessivo. Então, é a vivência dos ensinamentos de Jesus dentro e fora da casa espírita. e lembrar que você é apenas um canal, você não tem por se sentir orgulhoso nem envaidecido. E quando você tem a postura mais simples, mais tranquila, o hábito do estudo, da oração, então você vai naturalmente desenvolvendo também a humildade e formando ali, digamos, um antídoto contra a obsessão. Alguém gostaria de complementar? Se não, eu gostaria de colocar ali que ela ela fez a pergunta assim, que a espiritualidade permite a obsessão. A espiritualidade não permite nada, né? Ela não tira obsessão e nem permite a obsessão. É o médium que se permite ser obsediado pelos seus sentimentos, pelo seu comportamento, pelos seus pensamentos, né? E e a espiritualidade não interfere nisso. Ele vai eh estar ele mesmo tendo que trabalhar a sua desobção, né? Então, não é a espiritualidade que permite ou não, é ele que provoca isso. É, às vezes a espiritualidade permite uma comunicação que vem no sentido de mistificar o grupo ou de testar o grupo. Isso é uma coisa. O grupo pode transmitir aquela comunicação e aquilo ali veio como um teste até para ver como está a atenção do grupo do grupo, até que ponto o grupo está prestando atenção naquilo que está fazendo. E ali o processo interrompe naquele momento. Comunicação acontece normalmente, o companheiro é devidamente esclarecido e tudo segue normal. A outra coisa é o médium captar aquilo dali e aceitar. E ali sim ele abre porta para um processo obsessivo. Mas não é o grupo, é individualmente o trabalhador mais fragilizado que está abrindo porta para que isso venha a acontecer. Regina, deixa eu fazer só um comentário puxando a fala da de Lamar, né? o evangelizar-se, essas coisas são extremamente importantes para todos que trabalham, para todos, né, especialmente aqueles que trabalham numa reunião mediúnica. E a o de Lamar deixou isso
Lamar, né? o evangelizar-se, essas coisas são extremamente importantes para todos que trabalham, para todos, né, especialmente aqueles que trabalham numa reunião mediúnica. E a o de Lamar deixou isso muito bom. Eh, tem uma comunicação de São Vicente lá no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 13, que eles nos chamam atenção para isso. Por que que vocês desprezaram o evangelho? Por que que vocês não querem mais estudar o evangelho? E esse é um dos resultados, né? A pessoa não se evangeliza e aí esquece, não consegue lidar com essas questões, não consegue ir pro caminho do melhoramento e aí vai. Então, só trazendo a fala da Audilamar da necessidade de evangelizar-se. Obrigada, Angé. Obrigada. Então, continuando aqui, ó, Audilamar, pergunta para você. Na mediunidade do futuro, como a frase vossos filhos profetizarão, Jesus nos pede que tenhamos cuidado com a família mediúnica e com os filhos médiuns. Como concretizar esse pedido? É, aí tudo esbarra na na evangelização. O nosso caminho é esse, os evangelhos caminhar com Jesus. Então, como todos os nossos filhos profetizarão, então essa mediunidade é em todo campo, em toda a religião. Eu vou repetir, né, a a resposta da primeira pergunta em toda a religião. E toda religião estuda o evangelho de Jesus. O evangelho de Jesus, nós aqui estudamos à luz da doutrina espírita. Então, como ter cuidado com essa família mediúnica? Como ter cuidado com esse filho médium? é evangelizar, porque toda a religião tem a evangelização, tem a mocidade, tem o estudo do adulto, tem a palestra, certo? Eh, na adolescência eu conheci, né, infância, conheci uma menina e que ela tava começando a desenvolver a mediunidade. Quando ela chegou na adolescência, ela conheceu o namoradinho que a protestante levou ela pra igreja do protestante. E eu perguntei para ela uma vez, visitar a mãe dela, eu disse: "E aí, como é que você está?" Olha o que ela disse assim: "Eu sou evangelizadora, mas eu não perdi a medimidade." Ela não perde, ninguém perde a medenidade. E ela diz assim: "Na
a mãe dela, eu disse: "E aí, como é que você está?" Olha o que ela disse assim: "Eu sou evangelizadora, mas eu não perdi a medimidade." Ela não perde, ninguém perde a medenidade. E ela diz assim: "Na hora que eu estou evangelizando aquelas crianças que eu tô olhando, eu tô olhando outras perto e eu trabalho normal, legal. O que foi que ela fez? Se evangelizou a religião dela. Então, nossos filhos profetizarão como cuidar da família média. Porque não basta você dizer assim: "Eu sou da religião X, você tem que estudar e praticar. Não interessa, porque o caminho é só, é um só paraa evolução, chegar e abraçar Jesus". Então é isso, a gente sempre esparra no caminho com Jesus, sempre esparra nas lições que ele nos deixou, porque ele não trouxe religião nenhuma. Ele trouxe a mensagem Deus, como ele disse uma vez, já não sou mais mestre, sou amigo, porque tudo que Deus me diz, eu estou dizendo para disar para vocês. Obrigada, de Lamar, alguém complementa? Senão vamos voltar para Carmelita. Carmelita, como identificar e orientar o médium caso a comunicação não seja de um mentor, mas sim de uma possívelinação. Você já tem iniciou na anterior? Pois é, exatamente, né? é quando o médium eh começa a achar assim que todas a as mensagens que ele recebe eh são realmente do o do mentor e que não eh que não é para contestar, não é para analisar, né, aquilo lá. E lembrando que Kardec nos lembra, né, que os médiuns mais eh simpatizantes com os espíritos superiores são apenas os menos enganados, né, Kardecoloca. Então essa fascinação vem da análise. Então o médium ele não cabe a ele eh eh colocar se eh deve seguir ou não aquela orientação, mas sim a análise do grupo da orientação. Então, quando ele eh não aceita essa análise, quando o médium fica eh querendo colocar que o que vale é o que veio na mensagem, é o que veio do mentor, então realmente é é um momento de conversar com esse médium e colocar, né, que eh que muitas vezes não é esse o único caminho, né? O mentor falou, veio essa mensagem, é isso que
o que veio do mentor, então realmente é é um momento de conversar com esse médium e colocar, né, que eh que muitas vezes não é esse o único caminho, né? O mentor falou, veio essa mensagem, é isso que deve ser feito, mas sim de toda análise. Então tem que ter muita habilidade para não criar milindres, né? E o médium ele deve ser estudado e preparado para receber análises, não falo críticas, mas essa análise, essa argumentação de que não é realmente, né? Eh, por fatos, né? Porque ali quando você faz análise, você pega itens e fatos que vai provando que que não é um mentor que está realmente eh dirigindo isso. Daí alguém gostaria de fazer mais alguma colocação? Pois é. Não, então dis assim, o assunto já foi bem explorado, né? Então vamos lá pro Raildo. Quando Bernardo de Teresina pergunta: "A educação da mediunidade deve caminhar em paralelo aos ensinamentos de Jesus, os quais abrange todos os lugares, né? Isso é uma afirmação. Como orientar o médium que se desvia da caridade nas redes sociais? Ou seja, na casa espírita é uma coisa, fora da casa espírita, o pensamento é outro. O médium, ele precisa ser eh se ver como médium em todas as situações e se eh fiscalizarse, se eh tá se cobrando, porque não é porque está fora da da casa da da sala mediúnica que ele pode, muito pelo contrário, ele não deixa de ser médium. Principalmente hoje nós vemos nas redes sociais quanta coisa tem, não é? Eh, de absurdas, absurdas. Você muitas vezes pergunta, realmente é espírita? É, então precisamos ter todo o cuidado e a evangelização aí, a evangelização é que vai levá-lo a entender sua humildade, a respeitar o próximo, a respeitar o irmão, não é? E não desviar da caridade, não é? A caridade é um é uma das coisas principais no médium, é a caridade na na de ordem material, não ajuda do alimento, mas principalmente hoje no afeto, na buscando auxiliar aquele que se encontra com dificuldades, né, fazendo uma sempre um acompanhamento dessa pessoa no que for possível para ajudá-lo. para buscá-lo eh dissuadir de de ideias
no afeto, na buscando auxiliar aquele que se encontra com dificuldades, né, fazendo uma sempre um acompanhamento dessa pessoa no que for possível para ajudá-lo. para buscá-lo eh dissuadir de de ideias que não levam a nada ou só levam a prejuízo dele. Portanto, é preciso muita muita sensibilidade, é preciso muito cuidado, sentimento do evangelho. Cada vez que fosse fazer como se posicionaria o Cristo, né? Cada ação que nós tivermos, se nós pensarmos como faria o Cristo, essas ações, esse esse comportamento, esse sentimento já mudaria o nosso comportamento. O que ocorre é nosso afastamento do Cristo, não é? As pessoas mais humildes estão totalmente interligad, ligadas a Cristo. É, gente, mais alguma colocação aí? Ah, eu queria só citar uma uma fazer uma citação de Emanuel, que ele fala lá no Vinha de Luz, no capítulo 70, e que ele comenta sobre uma frase de Jesus. quer dizer que transmitida por Lucas, ele diz assim: "Pon de voz essas palavras nos seus ouvidos". E ele faz uma série de comentários. Eu vou só ler um parágrafo. Ele diz assim: "Muitos escutam a palavra do Cristo. Entretanto, muito poucos são os que colocam a lição nos ouvidos. Não se trata de registrar meros vocábulos, e sim fixar os apontamentos que devem palpitar no livro do coração, ou seja, direcionar nossos sentimentos, nossas atitudes. Só isso. Obrigada. Então aqui a última pergunta para o Dilamar, ela foge um pouco do que foi abordado, mas dá tranquilamente para você responder. Quais os pré-requisitos para a formação de um grupo espírita de Lamar? De um grupo mediúnico espírita, né? Um grupo mediúnico espírita, né? É, antes de você entrar em um laboratório de química, você tem que conhecer o produto, você tem que conhecer a tabela periódica. Antes de você pegar eh uma um tecido para fazer um vestido e passar a tesoura, moldar, porque é um trabalho de design, eu sempre vi a costura quando tem o trabalho de design, você vai aprender a trabalhar com a máquina de costura. com a tesó aprender a costurar, a
sar a tesoura, moldar, porque é um trabalho de design, eu sempre vi a costura quando tem o trabalho de design, você vai aprender a trabalhar com a máquina de costura. com a tesó aprender a costurar, a desenhar e tudo mais. Na mediunidade, que é uma ciência, não é diferente. Tudo na nossa vida tem que ter um aprendizado. Então, para que eu antes de eu formar um grupo, antes de se formar um grupo mediúnico, medio único, eu tenho que conhecer o espiritismo. Se eu estou na casa espírita, eu tenho que conhecer o espiritismo pelo este. Depois eu vou conhecer a mediunidade pelo MEP, vou trabalhar na casa espírita, porque o trabalho o trabalho da na reunião mediúnica é um trabalho de promoção social. Mas o que é isso promoção social? É um trabalho de caridade. Então eu vou trabalhar dentro da casa espírita que é imensa a tarefa para depois ter noção do que a mediunidade através do estudo constante ali. Não para eu formar o meu grupo mediúnico. Se eu formar um grupo mediúnico sem o estudo, o conhecimento do espiritismo, sem o conhecimento da mediunidade, eu estou caindo na mistificação, como diz Kardec aqui, ele diz bem aqui na última página que ele fala que a gente deve eh antes de praticar devemos estudar primeiro o espiritismo. tem esse conhecimento. Eu tô navegando. Eh, estudai antes de praticardes, porque é esse o único meio de não adquirir experiência a vossa própria custa. E aí a sua reunião mediúnica deixa de ser uma uma reunião de apostulado com Jesus. Nem sei o que é. Eu não tenho sentido o estud lembrar, lembrar o seguinte, quando a gente pensa na formação de um grupo mediúnico, as pessoas acham que é assim, pegar meia dúzia de pessoas aleatoriamente e dizer, vamos formar um grupo mediúnico. E a gente sabe a responsabilidade que é um trabalho desse. Então, a primeira coisa aí é a preparação adequada de uma equipe. Primeiro, a necessidade da formação de um grupo, né? É preciso que a casa identifique essa necessidade. Depois existem pessoas preparadas para isso, porque se não existe pessoa
adequada de uma equipe. Primeiro, a necessidade da formação de um grupo, né? É preciso que a casa identifique essa necessidade. Depois existem pessoas preparadas para isso, porque se não existe pessoa preparada para isso, tem que primeiro preparar esses trabalhadores. Em havendo aí é fazer a estruturação que o livro orientação ao centro espírita tem todo o detalhamento. orientação para a prática mediúnica no Centro Espírita. Tem também todo o passo a passo, os critérios, a a equipe, as fases. Hermínio Miranda no livro Diálogo com as Sombras também traz toda a estruturação de um grupo mediúnico. Então, material tem bastante, é estudar para chegar a essa formação, não é da noite pro dia. Isso requer às vezes anos e anos de trabalho para conseguir formar um grupo adequadamente. Ã, vamos aqui para a última pergunta paraa Carmelita. Nós vamos aqui, Carmelita. Um médium atarefado nas atividades profissionais pode compensar de alguma forma a caridade no seu setor de trabalho, já que não tem tempo para exercer a caridade fora do ambiente de fora de casa e do ambiente de trabalho. Sim, é lógico. nós exerceros a nossa mediunidade em todos os lugares e isso é uma realidade de muitos, né, que ainda estão presos a deveres, né, de família, de trabalho e não consegue fazer esse trabalho está inserido num grupo, né? Então, como é que ele vai trabalhar a mediunidade dele? é sintonia, como diz eh André Luiz, a mediunidade é pensamento. Então ele tem que trabalhar essa sintonia, essa intuição com o plano espiritual através de oração, através de leituras diárias, através do evangelho, porque aí ele vai est sintonizado com os bons espíritos, ele vai receber as intuições de como fazer a caridade. no acolhimento de um ouvido com ouvindo um um amigo de trabalho em casa, nas orientações e nos relacionamentos familiares, ele vai poder exercer essa caridade não material, né, não ajuda material, mas de outras formas com aqueles que está inclusive levando os exemplos de Jesus, né, de aceitação, né, de entendimento da
es, ele vai poder exercer essa caridade não material, né, não ajuda material, mas de outras formas com aqueles que está inclusive levando os exemplos de Jesus, né, de aceitação, né, de entendimento da fraqueza do outro, do perdão. Então ele vai exercitar isso através dessas intuições, porque ele vai est, se ele se cuidar, ele vai est sempre bem intuído e protegido. E aí ele vai ter várias situações. E a espiritualidade sempre aproveita eh esse bom ensejo, tá no Evangelho, tá no livro dos médiuns, esse desejo, esse eh que que as pessoas têm, essa boa vontade é sempre aproveitada pela espiritualidade. Então ele vai dar situações, vai dar oportunidades que ele vai est podendo exercitar essa caridade, essa ajuda ao outro de outras formas. Raildo, na realidade essa pergunta era para você. Eu cliquei errado e fiz pra Carmelita. Não tem problema. Nós vamos, se alguém quiser dizer mais alguma coisa, tudo bem. A última pergunta nós vamos fazer para todos. Dessa pergunta você quer dizer alguma coisa? Raildo, não foi, foi muito claro que Carmelita expôs. Tá muito bem a ao questionamento, né? Cliquei trocada aqui, viu? Então essa aqui vai para todos. Então, como ocorrem perturbações? Pois é, como ocorre em perturbações na casa espírita se ela é tão protegida? Já até foi falado aí também na nas respostas. Vamos lá. Aí fica para todos. O primeiro é como a Kardec já traz, né? a o os espíritos protetores vão estar atuando junto da casa que está naquele objetivo que é do evangelho de Jesus nas suas atividades. Se tá propiciando isso, esse conhecimento, esse desenvolvimento, ela eh eh eles vão estar ali realmente atuando. E o outro é a mente dos trabalhadores, aqueles que constróem a psicosfera da casa espírita. Então eles têm que ter vontade, alegria, desprendimento, perseverança, eh não ficar eh com com atritos dentro da casa, não ficar com julgamentos desnecessários. Então, toda essa egrégora de amor que emana dos trabalhadores da casa e com as eh os objetivos da casa, ela é sim
não ficar eh com com atritos dentro da casa, não ficar com julgamentos desnecessários. Então, toda essa egrégora de amor que emana dos trabalhadores da casa e com as eh os objetivos da casa, ela é sim protegida. Quando começa a ter desvio disso daí, das atividades com outras intenções, atividades que não tenham como resultado final o evangelho de Jesus. a a o trabalhador com outras mentes, com outros desejos, com outras considerações que não seja aquela de fraternidade, de união, de aceitação, de alegria, de trabalho, aí realmente os protetores não conseguem fazer a ajuda necessária, então vai depender dos dois, né? Essa era a minha contribuição, eu acho. Mais alguém lembrando, lembrando a frase de Manuel Filomeno de Miranda no livro Nos Bastidores da Obsessão, ele diz que nós, pelos nossos pensamentos, eh, construímos, eh, a terra em um manicomer aberto. Então, a pergunta é por se a casa, a casa tem algum, né? O teu espírito é levado com todo conhecimento e há uma perturbação que não é da casa. São os nossos pensamentos luíes que transformamos a energia assim. Eles estão lá por toda parte trabalhando, lutando com a gente, melhorando os nossos pensamentos. é que na hora da palestra a gente tá no celular, na hora da palestra a gente conversa, sai do salão, vai bater papo. Sempre desconhecendo que André Luiz lá no livro dele diz que na no centro espírita, na hora da palestra doutrinária, o palestrante ele trabalha como se fosse o apagador de luz daquela luz, que que ele faz? E toda, cada um de nós, os espíritos de luz, os espíritos protetores daquele centro espírita, est afastando de nós aqueles espíritos equivocados, que não quer que a gente cresça, não quer que a casa cresça, não quer que a gente trabalhe para Jesus. Por isso que a importância da nossa doutrinação, a importância da pane na casa espírita, todo trabalhador está voltado naquele momento, não deve ter tarefa nenhuma, está voltado para aquele trabalho de evangelização, de desobcessão. Ele disse, mas é um
mportância da pane na casa espírita, todo trabalhador está voltado naquele momento, não deve ter tarefa nenhuma, está voltado para aquele trabalho de evangelização, de desobcessão. Ele disse, mas é um trabalho de desobcessão do público ali em geral. Então, se a casa espiritula, não, ele entrou, ele ia tá bem assistida. É nossa, é nossa, como diz o o Manuel Pelom Miranda pelos nossos maus pensamentos, mas nós transformamos a terra em uniforme a céu aberto. Mais alguém depende de nós. Eu gostaria de acrescentar, Regina, vamos lembrar que a espiritualidade, principalmente a espiritualidade superior, não violenta, não violenta nossas consciências, então é nosso livre arbítrio. Então, não é porque uma casa espírita está bem estruturada que ela está imune a essas questões e nós mesmos que levamos lá para dentro, né? Às vezes eles permitem isso até para nos testar. Agora, se essa coisa é persistente, né, eles também desistem falar, ó, não tem o que fazer aqui porque eles não estão atendendo a gente. Então eles abandonam eventualmente, né, um lugar onde a perturbação seja a regra. Então, é muito interessante, muito eh muito importante a gente lembrar disso. Nós temos o nosso livre arbítrio que é respeitado e temos sim eh que manter a nossa psicosfera de acordo com aquele local. Se a gente não faz isso, nós mesmos estamos provocando em algum tempo, né? Eh, podemos provocar e depois de algum tempo a o abandono da da da equipe espiritual. Se se o centro espírita, por exemplo, tá todo deslocado. O livro aconteceu na casa espírita, é bem eh esclarecedor nesse aspecto, né? Então, sim, devemos vigiar da mesma forma, devemos nos vigiar talvez até mais quando estamos na casa espírita. Obrigada, Rege. Obrigada. Ô, Maria Mélia. E lembrar também que Kardec, ele já teve o cuidado de na codificação, no livro dos médiuns, quase no fechamento do livro dos médiuns, colar, colocar uma pergunta a respeito desse assunto das influenciações, das obsessões na casa espírita, no movimento espírita. Então, a gente vai deixar aí
, quase no fechamento do livro dos médiuns, colar, colocar uma pergunta a respeito desse assunto das influenciações, das obsessões na casa espírita, no movimento espírita. Então, a gente vai deixar aí como sugestão para que todo mundo leia ou releia em casa, que é o item 340 do livro dos médiuns. Então depois a gente lê com um pouquinho mais de cuidado essa observação de Kardec. Então gente, chegamos ao final. Muito obrigada a Carmelita, ao Raildo, ao Dilamar e a todos os facilitadores que participaram nesse final de semana. Então nós vamos pedir agora eh para fazer uma homenagem ao nosso querido Divaldo, que retornou à pátria espiritual. Nós vamos ouvir um vídeo bem pequenininho e depois a gente retorna para o encerramento. Vamos lá. Nada se extingue, tudo se transforma. É uma lei universal. Por que que a vida gloriosa do ser que pensa deveria diluir-se em o nada? Nada que não existe, porque onde pensamos a ver o nada, nós encontramos ondas, vidas microscópicas, mensagens, movimento. E depois, graças à mediunidade, nós podemos entrar em contacto com o mundo além da cortina da morte. Os fenômenos mediúnicos que pertencem à história demonstram a legitimidade do ser indestrutível que nós somos. E por fim, entre os líderes religiosos do mundo, Jesus, o homem mais notável da história, que dividiu a humanidade em dois fastos, antes do seu berço e depois dele, deu-nos a prova Cabal, voltou do túmulo e conviveu conosco 50 dias. E hoje os fenômenos mediúnicos em toda parte, através das experiências espíritas, dão-nos o prolongamento da existência do ser após a disjunção molecular. A vida é eterna em Deus, imortal para todos nós. Então nós vamos voltando, chegando ao encerramento do encontro, três dias de trabalho e a gente faz uma retrospectiva do que aconteceu nos últimos anos. principalmente de 2015 para cá, onde a gente teve a oportunidade de acompanhar uma série de encontros estaduais, depois vieram os microrregionais e passamos para os encontros regionais e já concluímos o
incipalmente de 2015 para cá, onde a gente teve a oportunidade de acompanhar uma série de encontros estaduais, depois vieram os microrregionais e passamos para os encontros regionais e já concluímos o quarto encontro espírita da região nordeste da mediunidade, né? Então isso é muito importante. O ano passado a gente trabalhou as faces da obsessão e esse ano começamos a estudar o evangelho e a mediunidade. Dizemos começamos porque nós temos certeza absoluta que esse tema veio como abertura de um trabalho maior que precisa ser feito no movimento espírita. o entendimento, a vivência dos ensinamentos de Jesus. Isso no dia a dia, de uma forma prática, o que que a gente faz com todo esse conhecimento que a gente ouviu e acompanhou aqui na sexta, no sábado e no domingo? Como é que a gente coloca isso no dia a dia da nossa família, do nosso ambiente profissional? na casa espírita, como é que a gente trabalha esse conteúdo em todas as áreas da casa espírita. Então, a gente deixa essa reflexão porque às vezes a gente fica na teoria, é tudo muito bonito, mas como é que a gente traduz isso pra prática do dia a dia? Evangelho não pode ficar na teoria, ele tem que estar na vivência de cada um de nós. Então nós temos em nome da área nacional da mediunidade somente a agradecer por tudo que a gente absolveu nesse final de semana. agradecer a Carmelita, ao de Lamar, o Raildo, agradecer os meninos que trabalharam ontem, o Wilson, o Assis, Assis Pereira, o Júlio Vernio, Júlio Gois e na sexta-feira tivemos a Mônica da Paraíba e a Euzenira da Bahia. Então, muito conteúdo, muito aprendizado. Então, o nosso agradecimento especial a cada uma delas. Se tudo der certo, estaremos de volta no último final de semana de maio de 2026, que deve ser 29:30, 31. Ou nele ou no anterior, com certeza a gente estará junto, estaremos juntos novamente no ano que vem. E agora nós vamos devolver a palavra aqui paraa nossa querida Fátima, que é a anfitriã desse encontro. Fátima, é com você. Nós que agradecemos, né? a Federação Espírita
untos novamente no ano que vem. E agora nós vamos devolver a palavra aqui paraa nossa querida Fátima, que é a anfitriã desse encontro. Fátima, é com você. Nós que agradecemos, né? a Federação Espírita Pernambucana agradece a todos que nos ouviram durante esses três dias eh participando deste evento. Agradecemos também a todos aqueles que colaboraram com suas palavras, os seus incentivos na área da mediunidade das federativas do Nordeste. Agradecemos a Federação Espírita Brasileira pelo apoio, o carinho e a participação junto a nós. Então, só temos que agradecer, né? Agradecer a Deus por todos esses ensinamentos recebido durante esses três dias. E é como Regina falou, é o início de um grande trabalho na área da mediunidade para todos nós que temos compromisso diretamente eh com a área da mediunidade em nossas federativas, que possamos levar adiante esse trabalho, não deixando nas federativas, mas distribuindo para as instituições espíritas, para que elas possam também divulgar nas suas instituições eh o trabalho da mediunidade. Então, só restaos agradecer a Deus, agradecer por todos esses ensinamentos recebidos durante esses três dias. E através desse agradecimento, vamos fazer a nossa prece de agradecimento a Deus por este momento. Ele nosso pensamento a Deus. em agradecimento a oportunidade que tivemos na noite da sexta, no dia de ontem e no dia de hoje, estudar assuntos relativos à mediunidade no evangelho de Jesus. que esses ensinamentos possam realmente tocar em nossos corações, derramando sobre todos nós as tuas bênçãos, Senhor, para que possamos realmente ser trabalhadores fiéis da tua doutrina e assim confiantes na tua presença e na tua assistência entre nós, é que te dizemos muito obrigado, Jesus, por esta oportunidade, que a tua paz possa envolver a todos nós hoje, agora e sempre. Que assim seja, Fátima. E um agradecimento especial aos amigos queridos da comunicação social que tanto fizeram para que esse encontro pudesse se realizar. Tá bom? Com certeza.
s hoje, agora e sempre. Que assim seja, Fátima. E um agradecimento especial aos amigos queridos da comunicação social que tanto fizeram para que esse encontro pudesse se realizar. Tá bom? Com certeza. todos os internautas do Brasil e do mundo para que acompanhem e assistam esse trabalho depois. Obrigada a todos. Tchau, gente. Um abraço.
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