#39 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 30
Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 39 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. XVI Dos médiuns especiais. Itens 197 a 199. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer parte do grupo do ...
Vamos juntos nessa jornada de conhecimento [música] e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Ovre dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Boa noite, queridos amigos, irmãos e irmãs. Estamos uma vez mais aqui para o estudo de O livro dos Muns, como fazemos toda sexta-feira. Então, damos as boas-vindas aqui a Elita, que tá sempre presente aqui, conduz o estudo com o Carlos. Hoje o Carlos não pôde, então estamos aqui. E também a Telma, a Telma já é conhecida, a Telma Maria Santos Machado, Telma Machado, ela é palestrante, é vice-presidente da Associação Brasileira de Magistrados Espíritas e é membro da Academia de Letras do Estado de Sergipe. Que a Telma seja bem-vinda. Nós tenhamos momentos agradáveis aqui em torno do estudo da mediunidade. e o nosso companheiro Jones Elias de Oliveira, que como a Elsita lembrava traz o nome do precursor aí consigo, é palestrante espírita, colabora no Centro Espírita Alan Kardec, na área de estudo e difusão da União Regional Espírita e da Comissão Estadual do Evangelho Rede Vivo em Santa Catarina. O Jones, seja bem-vindo também. E eu passo a palavra a vocês para cumprimentarem o público. E já depois que a Telma e o Jones fizeram seus cumprimentos, a Elsita já vai aí quando vindo o nosso estudo. Jesus nos abençoe e nos dê sua paz. Deixo até uma fazer as honras iniciais. é por uma questão de de educação, até por questões também de moralidade, né? Espírito superior tem sempre a primas. Pode falar, Delma. Cumprimento o povo. Bom, o Samuel abriu para que vocês cumprimentem, então, por favor. Telma first. Eu estou aguardando. >> É você, você pode trazer os cumprimentos a ao pessoal que tá conosco. Aí depois a gente entra nas questões. >> Você pode falar. >> Então, eh, meus cumprimentos aos queridos amigos, né, Samuel, Euzita, que tive a oportunidade e alegria de estar
ao pessoal que tá conosco. Aí depois a gente entra nas questões. >> Você pode falar. >> Então, eh, meus cumprimentos aos queridos amigos, né, Samuel, Euzita, que tive a oportunidade e alegria de estar no primeiro encontro estadual do Evangelho Rede Viva de forma presencial em Lajes, né? tive essa alegria eh de ouvir, ouvir também eh um momento muito especial. Espero que tenhamos um bom programa, boas reflexões em torno dessa obra fantástica que é o livro dos médicos. >> Elito, então vamos começar, amiga. >> É, vamos começar, não é? Vamos agradecer. >> Estamos ouvindo? >> Sim, estamos te ouvindo. Você pode falar? Quer comp? >> Oi, tá me ouvindo? Telma >> está nos ouvindo, Telma. Eu acho que ela tá com dificuldade de nos ouvir. Elita, >> eu acho que tá sem som. Elita, >> não. Estou com som. >> Estou com som. >> Você não tá ouvindo ninguém, Telma? Ela não tá ouvindo nenhum de nós. >> Ah, por isso que ela >> é por ela ficou caladinha. >> Pedi a Gidelma para conversar com ela no celular e a gente vai iniciando, não é? Então, vamos agradecer a você que está conosco aí do outro lado da telinha. Sejam todos muito bem-vindos. Agradecer ao querido Samuel que está conosco hoje na >> Não, eu estou ouvindo sim, eu eu tô ouvindo. Eh, Gidelma, o o Jones fal. Bom, vamos continuar aqui. Então, nós vamos dar as boas-vindas também a Telma e ao Jones, que tenhamos um encontro, um estudo super tranquilo e bastante proveitoso. E dando continuidade ao estudo de o livro dos médiuns, hoje vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 16, dos médiuns especiais, bons médiuns, itens 19. >> Vocês estão me ouvindo? >> A 199. Então essa >> eu também estou ouvindo, só não estou ouvindo ausenta, tá? Eh, >> OK. Eh, eu quero agradecer o convite, cumprimentar a todos, né? Cumprimentarita Jones e principalmente o público que está aí e que vai estudar conosco, porque como diz Erculano Pires, ninguém tem mestrado em doutrina espírita, todos somos aprendizes. Então, vamos aprender juntos aqui com o auxílio
ente o público que está aí e que vai estudar conosco, porque como diz Erculano Pires, ninguém tem mestrado em doutrina espírita, todos somos aprendizes. Então, vamos aprender juntos aqui com o auxílio de todos que estão participando e dos espíritos desencarnados também que estão nos auxiliando. >> Ótimo, Telma. Obrigada. Então, como eu dizia, hoje nós estamos trabalhando os bons médiuns, itens 197 a 199. E iniciando pelo item 197, Jones, vamos trazer para você o primeiro questionamento, a primeira participação. Você pode, por gentileza, comentar a classificação trazida por Kardec para os bons méos? >> E quais são? >> Vocês podem me retirar daita? Oi. >> Aí depois eu entro de novo. >> Sim. Agora é o Jones. Aí depois Samuel vai perguntar para você. >> Eu acredito que ela não esteja ouvindo, Euzito. Ela pediu que fosse retirada da tela. Acho que bem, acho que jáeram na técnica. >> Ah, eh, travou >> bem. Eh, estão me ouvindo? Só para confirmar, estamos todos nos ouvindo, né? Sim. Eh, essa é uma questão muito importante. Allan Kardec foi muito cuidadoso com a questão de classificação, embora as classificações apresentadas pelo mestre de Leon eh não sejam absolutas, elas são extremamente completas. Então, Kardec foi muito cuidadoso. Então, nós vimos aqui, aqueles que estão acompanhando esse belíssimo estudo ao longo das sextas-feiras, que Allan Kardec foi classificando a depender de diversos pontos de análise e chega agora culminando com este capítulo ao conceito de bons médiuns. É importante lembrarmos também muito rapidamente que Allan Kardec, num capítulo mais à frente questionará os espíritos se existem médiuns perfeitos, no que terá como resposta que não, porque não existem perfeições ou perfeição na terra. Bons médiuns, dirão os espíritos, e nós deveríamos nos dar por satisfeitos. E, o bom médium é aquele que goza da simpatia dos bons espíritos, espíritos superiores e que é menos enganado pelos espíritos imperfeitos. Bem, mas aqui ele apresenta quatro classificações, né? Então, os
o bom médium é aquele que goza da simpatia dos bons espíritos, espíritos superiores e que é menos enganado pelos espíritos imperfeitos. Bem, mas aqui ele apresenta quatro classificações, né? Então, os amigos que estão em casa, se estiverem com o livro em mãos, eh conseguirão perceber com facilidade primeiro, médiuns que são sérios. Os médiuns sérios são aqueles que somente para o bem utilizam a faculdade mediúnica, somente para o bem e sempre visando utilidade. Tem consciência, portanto, do papel da faculdade mediúnica em si, o trabalho que devem desenvolver. Então, existe todo um caráter, existe toda uma postura, uma consciência da faculdade mediúnica e da maneira como ela deve ser exercida pelo medianeiro. Então, ele visa o bem sempre e a utilidade, porque qualquer questão que denotasse um interesse particular para eles, para estes eh médiuns, eh eles entendem que eh seria uma profanação à própria faculdade mediúnica. esta oportunidade cedida por Deus ao indivíduo que possui a faculdade. Mas existem os médiuns modestos também, que é a segunda classificação. E é interessante porque os médiuns modestos são aqueles que têm consciência do papel que realizam e não fazem reclamos, como é utilizado aqui pelo tradutor, propaganda do trabalho que realizam, da faculdade que possuem e nem da produção realizada. E vejo como Allan Kardec levava a sério essa questão, porque raramente ele apontava o nome do médium nas comunicações mediúnicas que estão presentes em suas obras. Não é que o médium não tivesse um papel de importância, mas o conteúdo, por ser dos espíritos, o nome do médium ficava em segundo plano. O médium modesto, portanto, é aquele que se vale da humildade como virtude fundamental para o exercício da faculdade mediúnica. Por quê? Porque humilde, ele busca sempre a instrução e também acaba sintonizando com os espíritos superiores, que levam muito em consideração essa virtude, né? Os espíritos superiores levam em consideração, principalmente essa postura de humildade verdadeira.
ém acaba sintonizando com os espíritos superiores, que levam muito em consideração essa virtude, né? Os espíritos superiores levam em consideração, principalmente essa postura de humildade verdadeira. obviamente os médiuns devotados, que são aqueles que dedicam-se de uma forma especial à falsidade mediúnica, abrindo mão muitas vezes do seu descanso, do seu lazer, para que possam levar consolo e esclarecimento através do trabalho que realizam. Nós temos diversos exemplos, inclusive no Brasil, de médiuns extremamente devotados que abriram mão da sua vida pessoal, praticamente para fazerem, né, apresentarem a humanidade trabalhos de fôlego, de grande importância para todos nós, que nos instruem a todo dia. E por fim, que me parece ser a culminância deste próprio capítulo e dessa classificação são os médiuns seguros. Os médiuns seguros, eles reúnem, eles reúnem todas as outras classificações em si. Ele é um indivíduo que age com seriedade, com modéstia e com devotamento. Então, ele tem segurança porque ele tem postura, ele tem caráter, ele sabe da assistência que os bons espíritos devotam a todo aquele que se dedica com amor e com consciência, com seriedade. Então este deve ser para todo aquele que se dedica à tarefa mediúnica o objetivo chegarmos à condição de médiuns seguros. Veremos que mais adiante que o médium seguro tem um pouco do médium também eh que já dispõe de conhecimento da faculdade em si. Não é apenas alguém que executa um trabalho pelo desenvolvimento da faculdade, mas alguém que além de produzir muito bem, ele tem segurança porque sabe o que está fazendo, sabe, ele conhece. Então, por esta razão, ele age com muita segurança, com muita tranquilidade. >> Muito bom, Jones. Eh, quando a gente mergulha no pensamento de Kardec, eh, sempre causa admiração a à sua capacidade de sumarizar essas coisas. ele traz um sumário perfeito com os pontos principais e que nos dão essa ideia clara eh do que ele está se propondo e explicar com os espíritos essas questões. Lógico que cada texto
izar essas coisas. ele traz um sumário perfeito com os pontos principais e que nos dão essa ideia clara eh do que ele está se propondo e explicar com os espíritos essas questões. Lógico que cada texto desse merece um estudo aprofundado, mas ele lança luz e muitas vezes os médiuns ou até os grupos esquecem de procurar colocar em prática ou de fazer observação nesse sentido desse de desses caracteres aí que Kardec colocou. Telma, você está nos ouvindo agora? Estou perfeitamente. Eu peço desculpas, inclusive foi problema do meu aparelho mesmo. >> Ah, não, mas isso não é problema. Aí é da internet, né? Que bom que você voltou, Belma. Eh, a próxima pergunta tá até dentro de algumas coisas que o Jones já falou. Eh, perguntas o seguinte. Nesse item que é o item 197 que nós estamos vendo, que é o primeiro, ao avaliar a característica dos bons médiuns, considera a modéstia como uma qualidade essencial ao bom médio. E pede para que você te comentário em torno disso, porque a modéstia ela é tão essencial, ela é tão importante, é uma característica marcante do bom médium. É, inclusive, né, como Janes falou ainda há pouco, é uma das classificações, né, dos bons médiuns, né, que são os médios modestos. E eh na verdade a modéstia é uma característica essencial em todas as áreas da nossa vida, né, da nossa existência, porque eh sem a modéstia a gente não consegue nem adquirir sabedoria, porque a modéstia que faz com que a gente perceba aquela frase, né, que que muito clássica, né, da filosofia. Só sei que nada sei, né, quando os amigos foram no oráculo de Delfos. Perguntaram quem era o o homem mais sábio sábio de Atenas e eh foi respondido que era Sóges. Quando eles foram lá dizer Sócrates, nós perguntamos ao oráculo qual era o qual é o homem mais sábio de Atenas. E ele respondeu que é você. E Sogra chegou na modéstia dele, porque era sábio, né? A pessoa que é modesta é sábia, óbvio, né? Ele respondeu: "Deve ser eu mesmo, porque talvez eu seja o único que sabe que nada sabe." Então, é é essencial para tudo,
odéstia dele, porque era sábio, né? A pessoa que é modesta é sábia, óbvio, né? Ele respondeu: "Deve ser eu mesmo, porque talvez eu seja o único que sabe que nada sabe." Então, é é essencial para tudo, especialmente para essa comunicação que existe, né? Esse intercâmbio que existe entre o mundo biológico, o mundo físico e o mundo espiritual. Porque às vezes isso envaidece muitas pessoas e não somente médiuns, mas também palestrantes, expositores, né? Tudo isso tem esse essa essa bacteriazinha aí da da da falsa modéstia que às vezes apodrece o ambiente. Então, eh nenhum reclamo, né, que que tem, como já foi dito, e ela, a modesta, além de ser uma virtude muito nobre, né, ela é essencial para boa convivência e o desempenho das ações em todas as áreas. Se você trabalha numa mesa mediúnica, que eu costumo dizer que é como se fosse uma sala de neurocirurgia. Às vezes eu fui monitora do do EA, de várias obras e e chega assim um aluno e alguns deles querem adentrar já numa numa numa sala de mediunidade, numa mesa mediúnica. Eu eu gosto de usar muito eh a analogia com a medicina. Eu digo, veja, um aluno que acabou de passar do vestibular ou ingressar na faculdade, ele já pode ir fazer uma neurocirurgia? Não pode, vai ter que fazer toda a graduação, vai ter que fazer residência e depois vai ter que fazer uma especialização. Ou seja, faço ESD, faço o curso todo de mediunidade, faço EAD e vai paraa prática da mediunidade aos poucos, porque exige bastante. E eu digo isso, presta um testemunho aqui. A segurança dos médiuns, como Joan já explicou anteriormente, ela é essencial para trazer segurança aqueles que estão iniciando. Quando eu comecei o curso de mediunidade, eu confesso que eu tinha medo. Eu tinha medo de não conseguir dominar, me dominar e eh de ter algum algum incidente, né, na ali na sala, etc. E eu tive duas monitoras maravilhosas, eh, Nelma Pereira e Marinês Azevedo, que inclusive já desencarnou, que passavam essa segurança pela, pelo conhecimento e sabedoria que elas tinham, né, Barin
tc. E eu tive duas monitoras maravilhosas, eh, Nelma Pereira e Marinês Azevedo, que inclusive já desencarnou, que passavam essa segurança pela, pelo conhecimento e sabedoria que elas tinham, né, Barin tinham e e tinha e Nelma ainda tem, ainda é professor, inclusive. Então, é essencial que que haja isso, a gente lembrando inclusive da etimologia da palavra modesta, né? Porque esse esse termo e é bom a gente ver às vezes a etimologia para entender o que significa ser modesto, porque às vezes a pessoa diz que é modesto, mas é uma falsa modéstia e uma falsa modéstia pior do que não ter modéstia, porque ilude. Então o modesto ele vem do termo, né, latim modestos, que significa o quê? moderado, com medido, sóbrio. Então essa raiz latina ela deriva diretamente de modos, que significa o quê? medida, maneira, modo que que vai tá, por sua vez em alguém que conhece e mantenha a sua própria medida, porque é é necessário você conhecer a sua medida, né, e você manter essa medida ou comportamento dentro de limite, sem empáia, sem exagero, sem orgulho e sem vaidade. O que nos remete, né, a a aquela bemaventurança, bem-aventurados pobres de espírito. né, que é muito bem explicado, pastorino, mendigos de espírito, ou seja, aquele que sabe, que nada sabe e que precisa aprender sempre. Então isso inclusive na doutrina espírita. Por isso que no início eu disse a frase maravilhosa é Terculano Pires. Ninguém tem mestrado e doutrina espírita. Todos somos aprendizes. Absolutamente todos. Muito bem, excelente. E dando continuidade, eh, Jes, você gostaria de colocar alguma complementação na fala da Telma? >> Apenas reforçar, >> apenas reforçar e assinar embaixo do que ela falou. Sombra de dúvida, sem modéstia, nós não conseguiremos alcançar outras virtudes que são fundamentais ao bom exercício da faculdade mediúnica. E apenas um parêntese, Euzita, é que eh Allan Kardec foi o primeiro a tratar a necessidade da transformação moral do médium como ponto importante no bom exercício da faculdade mediúnica, porque
única. E apenas um parêntese, Euzita, é que eh Allan Kardec foi o primeiro a tratar a necessidade da transformação moral do médium como ponto importante no bom exercício da faculdade mediúnica, porque até Kardectava apenas ceder o organismo físico sem compromisso com transformação moral. E não há transformação moral verdadeira se o indivíduo é dotado de orgulho, de vaidades e se a humildade, a modéstia não estiverem presentes. Apenas isso. >> Perfeito. Uma apenas excelente, Janis, porque na verdade nessas questões que nós estamos trabalhando hoje, Kardec nos coloca claramente a função do médium. Ele tira a evidência do fenômeno e joga na questão da utilidade e da prestação de serviço do médium com modéstia e com segurança. E por falar em segurança, às 21:37 a Andreia Henriques colocou lá no no chat, enquanto você falava, Jones, ela ela colocou o seguinte: Chico e Divaldo seriam médiums seguros? Bem, me parece que sim, né? Porque se não forem, eu acredito que nós estamos em maus lençóis. Não, não sei onde estaria, não sei como me classificar, mas assim, sem sombra de dúvida, foram médiuns que se comprometeram de uma maneira muito especial. E digo mais, não apenas com a mediunidade, mas foram grandes pessoas, né, indivíduos comprometidos com o evangelho do Cristo. E isso, sem sombra de dúvida, dá ao médium um estofo, uma condição de trabalho realmente eh especial, não porque sejam especiais pela mediunidade que possuíam. >> Às vezes fazemos uma leitura equivocada, nós queremos julgar o indivíduo pela faculdade que ele tem. Eu prefiro julgar o indivíduo pelo homem que foi. E naturalmente pelo homem que foi, ele acabou exercendo a faculdade da mesma maneira como levou consigo todas as outras aptidões, compromissos, trabalhos ao longo da sua existência. Então, se eu acredito que nós poderíamos dizer sem nenhum tipo de equívoco, que foram indivíduos assim muito seguros porque sabiam o que estavam fazendo agora. E é bom que se diga, sem nenhum tipo aqui, eh nenhum dos dois, apesar de serem
os dizer sem nenhum tipo de equívoco, que foram indivíduos assim muito seguros porque sabiam o que estavam fazendo agora. E é bom que se diga, sem nenhum tipo aqui, eh nenhum dos dois, apesar de serem grandes referências para todos nós, são grandes referências de um homens e de médiuns, não foram perfeitos? Obviamente que não. E tenho certeza que se estivessem conosco aqui, seriam o primeiro pela modéstia verdadeira que possuiam, mas também porque são espírito em processo de evolução. Então é natural, não há nenhum problema, né? Eu vejo que o grande problema é quando nós criamos endeusamentos, quando nós criamos figuras que não correspondem à verdade, que não foi o caso de Divaldo, que sempre pisou com muita firmeza, com muita tranquilidade. E o Chico está acima de qualquer questão, né, pelo bem que realizou, pelo grande homem, grande espírito que foi. >> É, queria só lembrar aqui que além deles nós tivemos grandes médiuns e médias seguros para falar aqui do Brasil. >> Nós temos uma do Amaral Pereira. Pereira, >> nós temos conosco aí ainda na luta no trabalho o Raul Teixeira e muitos outros que são desconhecidos assim do grande público, mas que nas suas instituições, nas suas casas, eles são médiums seguros, são pessoas eh comprometidas e com bastante equilíbrio. E isso é que faz essa teia do movimento espírita se sustentar. Lembra do Chico que uma vez respondendo a alguém que queria ir morar em Uberaba, ele vai dizer, repetir uma frase lá que ele diz que muitos morões juntos não fazem uma boa cerca, ou seja, essas pessoas estão dispersas pelo movimento espírita, embora eu não tenho essa projeção, eh, digamos assim, pública, mas nós temos médiuns extraordinários aí seguros em muitos lugares e isso é que é muito bom. Mas Elzit é com você, né, querida? >> Sim. Pergunto pra Telma se gostaria de agregar alguma coisa sobre essa questão dos da dos médiums seguros. É, eh, tem uma pergunta aqui do público que pergunta pergunta para mim, né, se Divaldo e Chico fizeram ESD.
pra Telma se gostaria de agregar alguma coisa sobre essa questão dos da dos médiums seguros. É, eh, tem uma pergunta aqui do público que pergunta pergunta para mim, né, se Divaldo e Chico fizeram ESD. Quando eu digo fazer SDA de tudo, eu tô eu tô querendo me reportar de uma de uma forma mais ampla, é que é necessário estudar, então é necessário se preparar. Então, ninguém tenha tenha dúvida de que Chico e Divaldo se prepararam e se prepararam bastante, né, para essa essa que eu considero missão que eles tiveram tanta psicografia, eles eles eram disciplinados, rigorosos, estudavam de eh Divaldo, por exemplo, ele disse que lia o livro do espírito, terminava e recomeçava, terminava e recomeçava, terminava e recomeçava. Então, é nesse aspecto, não tome o pé da letra de AD, etc. Essa é a minha experiência. Eu fiz SDA, aconselho quem quiser fazer também a FEB oferece, mas é na na na no sentido de é preciso preparação, é preciso estudo >> em qualquer área da vida, especialmente nisso. >> E eles antecederam o tudo isso. >> Exatamente. >> Todos eles >> nós temos essa facilidade, não é, Samuel? >> É algo que vem para auxiliar, né? Para ajudar. Aqui nós estamos fazendo tem essa facilidade, não é? É, tem essa facilidade. A FEB prepara com muito carinho esses cursos todos, viu? >> E vai aprimorando a cada ano, né, >> graças a Deus, né? E isso é muito importante, realmente dois médiuns, dois íconos, dois exemplos que primaram pela segurança, primaram pela disciplina, primaram pelo estudo e, acima de tudo, pela vivência do trabalho que executavam. Então eles não eram uma pessoa décadas. >> Exatamente. Eles não eram uma pessoa na mesa mediúnica e outra pessoa fora de lá. >> Eles eram inteiros em tudo que faziam. Isso é importante, não é? E voltando pro nosso roteiro, Jones, eu coloco para você se é possível você comentar a afirmativa do espírito erástito no item 197 e por a reação do médium à crítica pode ser considerada um diagnóstico da qualidade da sua assistência espiritual.
o para você se é possível você comentar a afirmativa do espírito erástito no item 197 e por a reação do médium à crítica pode ser considerada um diagnóstico da qualidade da sua assistência espiritual. Essa pergunta é uma pergunta muito importante, né? Eh, e que, lamentavelmente pode acontecer, principalmente quando o médio é encalutto, descuidado com relação a essas questões. Primeiro porque diz muito também do mundo íntimo do próprio medianeiro, né? Eh, nós conseguimos um diagnóstico daquilo que ele alimenta em si. O indivíduo que não está aberto a críticas, a analisar a sua produção, a sua forma de agir, denota com isso que ele precisa muito aprender. E nós sabemos que os espíritos superiores se vinculam a nós justamente pelo esforço que realizamos em domar as nossas más inclinações, em buscarmos a virtude, acima de tudo. Então, médiuns envaidecidos acabam trazendo para junto de si espíritos que são do mesmo Jaês, né? espíritos que não têm compromisso com a transformação moral, com a verdade, inclusive. Então, é o que vemos na prática. Por isso, o alerta de Erasto, eh, a Telma já trouxe para nós, inclusive, o sentido etimológico da necessidade da modéstia, o que ela significaria. O Cristo abre o sermão da montanha nos concitando a necessidade da humildade, né? eh, sermos pobres de espírito. Bem, o médium que não tem compromisso com a sua transformação moral, que não analisa a sua produção, sendo ele apenas o intermediário da produção mediúnica e não o autor da produção mediúnica, ele está num caminho muito perigoso e, inclusive indo a abismos que levarão muito possivelmente a processos obsessivos. Allan Kardec alerta, inclusive que a pior forma de obsessão para o médium é a fascinação, porque o fascinado ele não tem condições de analisar, ele não percebe, ele não consegue perceber inclusive o mais absurdo que ele produz. Então isto é justamente a ausência da humildade na tarefa mediúnica, no exercício da faculdade. E aqui aos amigos que eventualmente estão tomando contato,
eber inclusive o mais absurdo que ele produz. Então isto é justamente a ausência da humildade na tarefa mediúnica, no exercício da faculdade. E aqui aos amigos que eventualmente estão tomando contato, talvez hoje pela primeira vez com este tema, que nunca leram o livro dos médiuns. É importante que se diga, a faculdade mediúnica em si, ela não denota moralidade, não. Porque senão a gente pode imaginar que nós citamos aqui Divaldo, eh, Chico Xavier, que são figuras realmente reconhecidas pelo esforço moral na caridade, no bem, na sua transformação. Mas a faculdade em si, ela não é garantia de moralidade, ela é apenas uma faculdade radicada no corpo do indivíduo. Agora, o uso que fazemos da faculdade de medio única, este sim, o a a conquista moral do médium fará grande diferença. Então, este alerta que foi realizado por Erasto eh lá na segunda metade do século XIX continua de grande atualidade para todos nós, para todos aqueles que lidam com a mediunidade, para todos aqueles que estudam a mediunidade. E é muito importante que tenhamos isso muito claro, muito claro, porque as nossas imperfeições, quando alimentamos as nossas imperfeições, nós nos sintonizamos com espíritos também imperfeitos, descompromissados com o bem e com a verdade. >> Muito bom, Jonas, muito bom, muito bem trabalhado o tema. E eu tava lembrando aqui porque a próxima pergunta vai paraa Telma e tá mais ou menos dentro do mesmo escopo, só em cima da mensagem de Sócrates. Enquanto você falava, eu lembrava de um trecho de e eh do Evangelho Segundo Espiritismo, tá no capítulo 24, verificar aqui, em que está anotado que o bom médio, pois não é aquele que comunica facilmente, mas aquele que é simpático aos bons espíritos e somente por eles é assistido. Ou seja, é uma questão moral, né? Não. Então o que eles consideram bom médio são esses. Mas aqui eu vou fazer a pergunta para Telm. Se ela quiser falar alguma coisa também do que eh o Jones comentou, você aproveita e faz. Mas a questão é o seguinte, é nesse mesmo item
om médio são esses. Mas aqui eu vou fazer a pergunta para Telm. Se ela quiser falar alguma coisa também do que eh o Jones comentou, você aproveita e faz. Mas a questão é o seguinte, é nesse mesmo item 197, nós temos uma mensagem de Sócrates. E aqui o a pergunta diz pede para explicar a afirmativa de Sócrates nesse item sobre o quadro sinódico dos médiuns e a escala espírita. E como o estudo sistemático e a consulta frequente a esses quadros podem funcionar como instrumentos de autoavaliação para médiuns e grupos espíritas. Eh, o o que é que Sócrates comenta e o que isso quer dizer nessa mensagem, >> Samuel? Mais uma vez é importante do estudo, mas como você me permitiu isso, fazer um comentário, faça igual você fez, Jonas, acenda embaixo o que você disse, obviamente. E só trago aqui o capítulo cinco do livro, eh, Verdade e Vida de André, porque é o decálogo dos médiuns. E acho que é necessário que a gente diga rapidamente esse decálogo dos médiuns, que o aí o a o item um é rende culto ao dever, né? Então a gente precisa, né, se comprometer verdadeiramente. Trabalha espontaneamente. Você tem que trabalhar de boa vontade, né? Você tem que trabalhar se doando. Não te creias maior ou menor. Olha a modéstia aí. Não te creias maior ou menor. O quarto mandamento, não espere as recompensas do mundo. Daí de graça o que de graça recebeu, né? O quinto, não centralizes ação. Quando você centraliza ação, você, na verdade, já tá ferida modesta, porque você acha que só você pode fazer bem. Então, se você acha que só você pode fazer bem, você tá se colocando numa posição de superioridade em relação ao outro, né? O sexto, eh, não tem caceres na dúvida. Precisa ser seguro, Jones, o que você falou na questão? E o e a segurança vem justamente dessa disciplina do estudo, do aprofundamento. Sete. Aí vem, olhe, estuda sempre, porque quem estuda sempre não vai ter dúvida, vai ser seguro. Oito, não te irrites. O nono mandamento descubre incessantemente. E o décimo, não temos perseguidores, porque se você estuda
studa sempre, porque quem estuda sempre não vai ter dúvida, vai ser seguro. Oito, não te irrites. O nono mandamento descubre incessantemente. E o décimo, não temos perseguidores, porque se você estuda bem, se você é seguro, como dizem Emanuel, pensamento e vida, você vai ter até telementação, né, com espíritos evoluídos. E aí você não vai ter eh não vai dar espaço para obsessores, etc. e nem eh vai entrar em processo de fascinação, que realmente é perigosíssimo esse processo. Mas agora respondendo essa questão lá no livro dos médiuns, eh ele explica que esse quadro ele é de grande importância eh para médiuns sinceros que lendo procurarem de boa fé preservar-se dos escolhos a que são expostos, mas também para todos os que se servem do de dos médiuns, porque lhes dará a medida que pode racionalmente esperar. Ele deverá estar constantemente sobre as vistas de todo aquele que se ocupa de manifestações, do mesmo modo que a escala espírita que serve de complemento. Esses dois quadros reúnem todos os princípios da doutrina e contribuirão mais do que eh subpontes para trazer o espiritismo no verdadeiro caminho. Essa referência e ao ao a escala espírita é aquela que a gente estuda no livro dos espíritos na questão 100 a 113, que há uma subdivisão eh três ordens e depois aí aí tem as classes, 10 classes em ordem decrescente, né, que Kardec coloca. Então essas ordens que eh é colocada lá na questão e vocês, eu remeto vocês para essa questão que eu disse, né? Questão 100. em seguida 113, né, que eu Exato. 100 113, mas vocês vão ver lá que tem os espíritos de primeira ordem, que são os espíritos puros, os espíritos de segunda ordem, que são os bons espíritos, aqueles nos quais o desejo do bem é predominante e os e os de terceira ordem, que são espías imperfeitos, aqueles que predominam a ignorância, o desejo do mal e todas as paixões, mas que eles retardam o progresso. Aí com base nessa classificação, eh, aí Kardec subdivide aí, né? Vai dividir agora em classe. Aí ele coloca na terceira ordem, que são os espíritos
todas as paixões, mas que eles retardam o progresso. Aí com base nessa classificação, eh, aí Kardec subdivide aí, né? Vai dividir agora em classe. Aí ele coloca na terceira ordem, que são os espíritos imperfeitos, ele coloca aí eh cinco classes nessa terceira ordem que vocês podem depois ver. Vocês podem ver ver depois isso aí. Coloca espíritos impuros, eh, a 10ª classe, espíritos levianos, a nona classe, espíritos pseudos sábios, a oitava classe, espíritos neutros, a sétima classe e espíritos bem eh batedores, a a sexta classe. Depois ele coloca quatro classes, tá, no na segunda ordem, que são os bons espíritos. Quais são essas classes aí? Aí tem essa quinta classe, são os espíritos benévolos. A quarta classe, espíritos sábios. A terceira classe, espíritos de sabedoria. a segunda classe, espíritos superiores. E aí depois tem a, né, a terceira ordem que é dos espíritos puros e só tem uma classe que ele coloca como classe única, que são os espíritos que compõem, percorre todos os graus da escala e se despojam de todas as impurezas da matéria, tendo alcançado a soma da perfeição de que é suscetível à criatura, certo? Então não tem mais que sofrer em provas, expiações, mas vocês podem se aprofundar nisso indo lá em o livro dos espíritos, mas tem uma advertência importante de Kardec às vezes a gente se prende, acha que números assim eh eh clausos, né, que a gente costuma falar no direito, mas não é. Ele adverte que essa classificação geral, ela pode desdobrar-se em inúmeras nuances e que não é uma classificação absoluta, certo? Então, atentemos para isso. >> Muito bem, Telma. Excelente colocação e vamos seguir a sua orientação. Todos nós buscando as questões 100 a 113 do livro dos espíritos. Vamos retomar o Estudando o livro dos espíritos que está no ar, verificar quando se fala sobre essa escala espírita e melhorar ainda mais o nosso conhecimento. Eh, Jones, quer fazer alguma colocação? Sim, eu só gostaria de acrescentar, né, eh, o que a nossa querida Telma apresentou também
sobre essa escala espírita e melhorar ainda mais o nosso conhecimento. Eh, Jones, quer fazer alguma colocação? Sim, eu só gostaria de acrescentar, né, eh, o que a nossa querida Telma apresentou também para nós, inclusive recomendando fortemente a leitura da questão 100 em diante de O livro dos Espíritos, é que o conhecimento da escala espírita permite sabermos com que tipo de espírito estamos lidando e que tipo de influência também estamos sendo eh eh objeto, né? E estudando esse quadro sinótico que no livro Instrução Prática das Manifestações Espíritas, esse livrinho que antecedeu o livro dos médiuns, publicado por Allan Kardec em 1858, tem um quadro sinótico que não é tão completo como este que Kardec apresenta aqui, mas nos dá uma boa noção esse cuidado que Kardec tinha, porque conhecendo os diversos tipos de médium que cada um pode oferecer, o indivíduo que trata com a mediunidade, ele poderá tirar desta experiência eh resultados muito mais satisfatórios e o indivíduo, o evocador ou aquele que lida de maneira geral com os espíritos, todos nós que estudamos a mediunidade também saberemos que não é possível a qualquer momento, de qualquer forma, estabelecermos contato com os espíritos, não significando isso que não existem as comunicações. É justamente a ignorância é que nos levam a essas conclusões. bom conhecimento da teoria nos permitem muito mais segurança, como a Telma muito bem colocou para nós na sua fala, né? Quanto mais estudo, quanto mais disciplina, quanto maior o conhecimento, claro, sempre com modéstia, nós teremos a simpatia dos espíritos superiores e mais seguros também. Então, por exemplo, numa reunião mediúnica de produção, o médium tem que ser um médium positivo na classificação de feita por Allan Kardec. não pode ser um médico médium lacônico que escreve que escreve muito pouco. Então, quando nós conhecemos os médiuns e as características destes numa reunião mediúnica, nós poderemos tirar um resultado muito mais satisfatório, obviamente. Então, por isso que ele diz
ito pouco. Então, quando nós conhecemos os médiuns e as características destes numa reunião mediúnica, nós poderemos tirar um resultado muito mais satisfatório, obviamente. Então, por isso que ele diz aqui, do ponto de vista prático, o exercício prático do espiritismo, um bom conhecimento da escala espírita, até para nós nos identificarmos na escala, porque não deixa de ser um bom esforço de reflexão, mas também um bom conhecimento das formas de mediunidade dos médiuns especiais chamados aqui por Allan Kardec, nós aproveitaremos muito mais as nossas reuniões com segurança e com produtividade. >> Muito bem, Janes, muito obrigada. E antes de voltar à próxima questão para você, eu vou pedir para que coloque para nós na tela uma observação que nós recebemos aí às 21:45 da Querol Borges. Ela traz uma sugestão, pergunta se já foi pensado em colocar legenda para aumentar a possibilidade de inclusão. Nós agradecemos sua sugestão e vamos enviá-la à equipe de produção e a equipe da FEB TV. É bom pensar nisso, né? Estamos em época de inclusão, isso é importante. Obrigada, Carol. Eh, Jones, a nossa questão número cinco do roteiro original diz o seguinte: de que maneira a contrariedade e a animosidade diante de orientações doutrinárias revelam a presença de orgulho e vaidade, características que atraem espíritos inferiores? Então você então, opa, desculpe, tava fechado o microfone. Eh, não, bem, exatamente isso, né? Quando nós estudamos o espiritismo, é bom que se diga, porque às vezes o indivíduo que está tomando contato com a doutrina, ele acaba pensando, retirando daqui e ali algumas partes, mas para uma boa compreensão é necessário uma visão sistemática do espiritismo, né? no direito. Quando estudávamos hermenêutica, interpretação, existe as interpretações sistemáticas, né, exegéticas, algumas vezes necessárias, mas esta visão de conjunto é muito importante. Vejamos que o espiritismo trata a relação com os espíritos como instrumento científico para acessarmos o mundo dos espíritos, mas não é uma
necessárias, mas esta visão de conjunto é muito importante. Vejamos que o espiritismo trata a relação com os espíritos como instrumento científico para acessarmos o mundo dos espíritos, mas não é uma prática da mediunidade pela própria mediunidade. Então, não é uma exaltação à mediunidade. Inclusive o termo mediunismo muitas vezes utilizado, eu particularmente não tenho muita simpatia porque parece um culto à mediunidade. A mediunidade deve ser estudada, desenvolvida, o médium deve ser educado, moralizado, ele deve buscar as reflexões e ensinos do Cristo em sua existência. Quando nós nos afastamos deste compromisso moral de transformação, naturalmente é uma questão de lei, é uma lei natural. Nós estabelecemos contato com espíritos imperfeitos. Então, este tipo de comportamento, quando o médium ele não é afeito, né, em aceitar qualquer tipo de crítica, porque todos nós estamos sujeitos a receber as críticas, precisamos avaliá-las até para o nosso crescimento pessoal. Algumas serão fundadas, outras não serão, mas isto é importante, principalmente quando temos a oportunidade de exercermos a faculdade mediúnica num grupo seguro, onde temos amigos, pessoas queridas, que podem nos auxiliar na análise da nossa produção e então de uma maneira muito tranquila, recebermos a crítica e aplicá-la para o nosso próprio desenvolvimento. Mas isso não é apenas com a mediunidade, não. Na mediunidade, sem sombra de dúvida, este comportamento é horrível. terrível, pode comprometer um trabalho realizado, mas em tudo na vida. Quando nós nos colocamos numa postura de muito saber, a Telma falou de maneira excelente eh esse ponto, porque todo aquele que acha que sabe que o seu trabalho, né, ele não precisa ser corrigido em absolutamente nada, obviamente que ele fecha a porta para a possibilidade do aprendizado, né? Então, quando nós perdemos essa consciência de aprendizes que somos, que precisamos nos desenvolvermos enquanto indivíduos do ponto de vista moral, fundamentalmente, obviamente que fechamos as portas.
Então, quando nós perdemos essa consciência de aprendizes que somos, que precisamos nos desenvolvermos enquanto indivíduos do ponto de vista moral, fundamentalmente, obviamente que fechamos as portas. Então, o espiritismo tem isso, a necessidade de um estudo, não apenas para envernizarmos o nosso intelecto, não é para nos tornarmos estantes vivas, que citamos páginas, questões, itens dos livros que são excelentes, sem sombra de dúvida, mas é um convite para transformação moral, para a aplicação do conhecimento em nossas vidas. Então, seja um grupo, seja um médium ou um grupo que tem essa característica, é um alerta de que os espíritos superiores não perderão tempo conosco. Se o nosso compromisso é com a exaltação pessoal, com o amor próprio, com a vaidade, com o orgulho. Eles não perderão tempo, obviamente que não. Ah, mas alguém pode dizer, então, quer dizer que eles nunca se comunicarão num grupo que assim procede. podem se comunicar para levar algum tipo de luz e esclarecimento para o grupo, mas não para criarem um vínculo, né, de maior proximidade com estes que não têm interesse na sua transformação moral. Certamente terão misericórdia, mas obviamente que não é o tipo de médium indivíduo que eles teriam simpatia. >> Muito bom, Jones. Muito bom mesmo, né? Excelente seus comentários. Eh, eu vou fazer a pergunta, mas se a Toma quiser complementar esse tema também, você complementa e já vai na na pergunta. Nós vamos entrar agora no item 198. E a pergunta é o seguinte: por a tentativa de desenvolver faculdades mediúnicas inexistentes é prejudicial? Como essa ambição pode enfraquecer as faculdades genuínas que o médio já possua ou venha a possuir, né? Será que temos gente que quer desenvolver sem ter aquela faculdade e tá esse prejuízo a alguma outra que ele tenha, né? >> Certo. Samuel, >> obrigada de novo por permitir um um leve comentário, porque Jon a resposta foi assim maravilhosa, viu? Eu só me lembrei aqui de de um filósofo, um histórico, né, daá da escola da de da da Estoá, que
> obrigada de novo por permitir um um leve comentário, porque Jon a resposta foi assim maravilhosa, viu? Eu só me lembrei aqui de de um filósofo, um histórico, né, daá da escola da de da da Estoá, que é um ramo da filosofia, que ele viveu entre 50 e a 138 depois de Cristo. Epitecto que ele tem uma frase de tudo a ver com isso aqui, que diz que a contrariedade e a animosidade diante das orientações doutrinárias. A frase texto é o seguinte: é impossível um homem aprender aquilo que ele acha que já sabe. >> Então é muito complicado isso em todos os ramos da vida e e inclusive ou talvez principalmente no estudo mediúnico. Então acha que já sabe tudo. Então quem acha que já sabe tudo? É impossível a gente ensinar tipo de de pessoa que acha que já sabe tudo. Então é uma frase que vem lá, né, desde o início, que faz com que a gente eh eh lembre que há o capítulo 6, itens 5, do Evangelho Segundo Espiritismo, né? espírito, amai-vos. esse primeiro mandamento, instruir-vos, que é esse segundo mandamento. Mas agora, partindo para ess a resposta dessa pergunta muito interessante, por sinal, eh a resposta no livro dos médiuns literalmente diz o seguinte: que todas essas variedades de médium apresentam uma infinidade de graus em sua intensidade. Porque Kardec tem sempre esse cuidado, né, esse cuidado didático dele dizer, gente, isso aqui não é uma classificação absoluta, há nuances, né, há uma zona fluida aí, como a gente diz, né, Janes, na área de direito, às vezes tem algo que é fluido, que você vai ter que usar uma interpretação sistemática, teleológica, tudo isso. Então é é importante que Kardec diga isso, mas aí ele vai e diz muitos há que a bem dizer apenas constitu matizes, mas que nem por isso deixam de ser feit de deixam de ser feito de aptidões especiais. Concebe-se que há de ser muito raro esteja a faculdade de um médium rigorosamente circunscrita a um só gênero. É, é muito importante isso, que às vezes eh não se pode dizer médio tal é especializado nisso, não. Às vezes ele
r muito raro esteja a faculdade de um médium rigorosamente circunscrita a um só gênero. É, é muito importante isso, que às vezes eh não se pode dizer médio tal é especializado nisso, não. Às vezes ele tem tem vários tipos de mediunidade e Kardec esclarece isso, não um gênero só. O médium pode, sem dúvida ter muitas apetidões, havindo, porém sempre uma dominante. Vamos trabalhar então essa dominante. Ao cultivo dessa aqui, se for útil, olhe só o Kardec, olha, ao cultivo dessa se for útil, então a gente vai cultivar o que é útil, né? O que o que é inútil, se você cultivar, você perde tempo. E é um tempo que pode ser precioso para algo útil em prol da da própria vida ou da doutrina espírita. Ao cultivo, se for útil, deve ele aplicar-se. Em erro grave encorre quem queira forçar de todo modo o desenvolvimento de uma faculdade que não possua. Deve a pessoa cultivar todas as quelas que reconheça possuir os germes. Procurar ter as outras é, acima de tudo, perder tempo e, em segundo lugar, perder, talvez, ou enfraquecer com certeza as de que esteja adotado. Eu fui então no num livro maravilhoso que é muito bom quem tá estudando o livro dos médiuns, que vocês todos conhecem, que a séra dos médiuns, né? Livro eh psicografado por Chico de autoria de Emmanuel. E realmente esse a Sera dos Médios é um livro quase em homenagem ao livro dos médiuns, né? comenta inclusive sobre centenário do livro dos médiuns. Salvo engano, se era dos médios de 1961, me corrijam aí se eu confundi. E no capítulo 13, Emmanuel diz o seguinte, que no exercício mediúnico aceitemos o ato de servir por lição das mais altas na escola do mundo. E lembremo-nos de que assim como a vida possui trabalhadores para todos os mistérios, a médos na obra do bem para execução de tarefa de todos os feitios. Nenhum. Agora, essa frase tem que soar na tem que soar na no no na nossa mente, no nosso espírito. Essa frase demônio, que ele diz assim: "Nenhum existe maior que o outro". Nenhum está livre de erro. Todos, no entanto, guardam consigo a
ar na tem que soar na no no na nossa mente, no nosso espírito. Essa frase demônio, que ele diz assim: "Nenhum existe maior que o outro". Nenhum está livre de erro. Todos, no entanto, guardam consigo a bendita possibilidade de auxiliar. Aí ele dá alguns exemplos aqui. Olhe, esse tem a palavra que educa, aquele a mão que alivia e aquele outro a pena que consola. Esse traz a oração quem leva. Aquele transporta a mensagem que reanima e aquele outro mostra a força de restaurar. E aí vem o conselho, que eu considero como uma forma de advertência. Usa pois tu as faculdades mediúnicas como empréstimo da bondade infinita para que o orgulho não te assalte. E aí complementa e recorda que Jesus, o medianeiro divino, em circunstância alguma, requestou a admiração dos maioris do seu tempo e sim passou entre os homens amparando e compreendendo, ajudando e servindo. Então essa advertência de Emânio é muito importante que a gente mantenha assim constantemente em nossa mente, né? Porque realmente é um é um rosário aqui de prudência no exercício da mediunidade. >> Muito bem, Telma, muito obrigada pelos esclarecimentos. Eh, na sequência, Jonar algum comentário e vou pedir aos nossos amigos que a gente tenha um um pouquinho mais assim de objetividade a partir de agora e talvez um pouco mais rápido devido ao nosso tempo, né, Samuel? Isso. >> Portanto, nós temos questões no no já >> no chat, mas nós vamos focar no roteiro e depois passar as questões do chat, tá bom? Jones, de que maneira eh a busca de fama e reconhecimento através da mediunidade compromete a qualidade de médium seguro? Eh, bem, é um é um na verdade consequência de tudo aquilo que falamos até agora, né? Naturalmente, um indivíduo que busque a autopromoção, que executa a tarefa mediúnica apenas para satisfazer a sua vaidade pessoal, ele faz com que a condição de médium seguro fique comprometido. Até porque o médium seguro é aquele, como bem colocou a Telma, que estuda e sabe do papel que ele está executando. É como se ele fosse
, ele faz com que a condição de médium seguro fique comprometido. Até porque o médium seguro é aquele, como bem colocou a Telma, que estuda e sabe do papel que ele está executando. É como se ele fosse a síntese dos demais bons médiuns. Ele é um médium sério, é um médium derrotado, é um médium modesto para ser um médium seguro. Ora, se ele não tem a modéstia necessária no trato com a mediunidade, a condição de segurança ficará obviamente prejudicada. Até porque, óbvio, aqui é uma questão importante, porque talvez os amigos que estão nos ouvindo agora, eh, desconheçam essa informação que está presente no livro dos médiuns. Mesmo os médiuns bons estão sujeitos muitas vezes às situações que colocam em prova o conhecimento de que dispõe. Nos estudos que seguirão, veremos mais adiante, quando tratarmos da questão da influência moral do médium, uma pergunta formulada por Allan Kardec. Por que que os espíritos superiores permitiram que espíritos imperfeitos agissem sobre aquele médium que era um bom médium? Ora, para testá-lo, para que ele possa encontrar em si ferramentas de identificação, para não se tornar um joguete na mão de espíritos inferiores que desejam a sua derrocada pessoal e também levar o desconhecimento a todos aqueles que o cercam. Então, a tarefa mediúnica é uma tarefa que exige de todos nós muito cuidado e atenção, o estudo e o compromisso com a virtude. Eu volto a dizer, claro que todos nós encarnados na Terra devemos ter este compromisso pessoal de transformação moral. Porque se o conhecimento intelectual ele é necessário no processo evolutivo, ele não é suficiente para avançarmos na escala. O que é necessário e suficiente é justamente a questão moral, porque nós já temos ao longo da história exemplos e não são poucos, de muitas ciências sem consciência que levaram desatinos absurdos. E no trato mediúnico, se o indivíduo tem muito conhecimento, mas descompromisso com a vivência moral daquilo que ele estudou, obviamente que nós não enganaremos os espíritos superiores. Ele
absurdos. E no trato mediúnico, se o indivíduo tem muito conhecimento, mas descompromisso com a vivência moral daquilo que ele estudou, obviamente que nós não enganaremos os espíritos superiores. Ele sabe muito bem o que nos motiva. Se estamos nos entregando a tarefa mediúnica apenas para ficarmos em evidência, certamente não alcançaremos o nosso intento do ponto de vista espiritual. Poderemos gozar aí durante um período de uma certa satisfação no mundo material. Alguns nos aplaudindo, inflando o nosso ego, o nosso orgulho, mas não sairemos vencedores com a tarefa que assumimos na condição de espíritos na erraticidade. >> Muito bom, Jonas. Nosso tempo vai se escoando. Vamos passar logo a próxima, o próximo item. Nós já estamos agora no item 199. Começando o item 199. Na questão oito, a pergunta é: o estudo da especialidade dos médiuns é uma necessidade? E o que é esse estudo da especialidade para situar todos aqueles que nos estejam ouvindo? Telma? Eh, eh, eh, lá no livro dos médiuns, eh, tá bem explicado que o estudo da especialidade dos médiuns, ele não só lhes é necessário, como também eh ao evocador. E aí é colocado lá explicado que conforme a natureza do espírito que se deseja chamar e as perguntas que se lhe quer dirigir, convém escolha o médio mais apto ao que se tem em vista. Eh, interrogar o primeiro que apareça é expor-se a receber respostas incompletas ou errôneas. Ou seja, é preciso que haja ali um um entendimento, né, entre quem vai perguntar e quem vai responder, que existe uma preparação para que possa fazer essa pergunta e para que possa também entender essa resposta. é o que a gente chama também, que falou anterior anteriormente de de teração, né? Aí tem uma advertência rapidinho porque eh já falou e realmente a gente tá com horário adiantado que nesse capítulo 62 dos médiuns, irmãos nos lembra que a tarefa médiúnica ela é sustentada eh não não brota da personalidade só, né? Exige burilamento, como o Joan já colocou, disciplina, renunciação e suor,
capítulo 62 dos médiuns, irmãos nos lembra que a tarefa médiúnica ela é sustentada eh não não brota da personalidade só, né? Exige burilamento, como o Joan já colocou, disciplina, renunciação e suor, né, que a educação eh confere discernimento e o discernimento é a luz que nos ensina a fazer o bem, eh todo o bem que precisamos fazer. Então, nesse aspecto, eh, é necessário que a gente atente para essa necessidade constante de modéstia, de disciplina e de estudo. >> Isso mesmo. E uma coisa assim bem interessante, eu tava pensando nessa especialidade que acontece nos nossos dias e tem sempre acontecido. Às vezes as pessoas querem que o médium eh dê informações eh esmiuçadas dos seus parentes, nomes, onde estão, como e não é, tem que haver aquela aptidão. E se alguém que não tem essa aptidão também tentar fazer isso, vai cometer muitos equívocos. Só escreve poesia aquele que teve essa vivência de poesia noutras encarnações, senão ele vai ser o médico só de prosa e às vezes até de prosa ruim. Ou seja, as especialidades tá dentro disso para que a gente não condene os médicos e para que nós não queiramos que eles façam aquilo para para o que não estão aptos, né? Mas o nosso tempo corre, eu vou passar a palavra à Elzita. Isso. Vamos, vamos conseguir. Samuel Jones, [risadas] eh, comente o que o item 199 ensina sobre a natureza do espírito e evidencie, por favor, quais critérios devem orientar a escolha do médium mais adequado para cada tipo de trabalho. Eu penso que a Telma já me facilitou bastante essa resposta, porque a nossa amiga e naturalmente não havia como não ser assim, acabou tocando neste ponto, né? Porque este conhecimento, sabendo agora conhecedores que somos dos diversos tipos matizes, né? Como a mediunidade se manifesta diferentemente em cada indivíduo, embora não de forma estanque, não de uma maneira inúmeros cláusulos que como falou nossa querida, mas números abertos, né? Então, é algo que pode se estender e não apenas uma característica, mas diversas características. O que nós precisamos
maneira inúmeros cláusulos que como falou nossa querida, mas números abertos, né? Então, é algo que pode se estender e não apenas uma característica, mas diversas características. O que nós precisamos estar atento é justamente o que caracteriza, qual a faculdade dominante naquele médium e como ela se manifesta para que o espírito comunicante encontre nele elementos suficientes para uma boa comunicação. Então, se é um livro que ele está produzindo, se existem dados históricos, nós temos que ter um médium positivo que consiga desenvolver com clareza, né, se mostrar como instrumento ductil, eh, possibilitando, portanto, uma comunicação mais plena. Outras comunicações menos exigentes poderão ser feitas por outros médiuns que não tenham essa característica. E só aproveitando uma fala do Samuel, porque é tão interessante a questão da mediunidade que nós, Kardecitará isso no livro dos médiuns, que indivíduos que eram poetas e médiuns nunca haviam produzido uma única poesia na condição de médium, apesar de serem poetas profissionais. Olha que coisa interessante. E outros que nunca escreveram uma única poesia, que talvez mal escrevessem o próprio nome, na condição de transe mediúnico, na crise mediúnica, como diz Allan Kardec, ele produzia textos belíssimos, né, de uma qualidade impressionante. Então, quanto mais o conhecimento ou quanto maior o conhecimento, melhor dizendo, acerca dessas características desses matizes, melhor o aproveitamento da reunião, melhor o aproveitamento da própria faculdade mediúnica, né? E o trabalho obviamente será muito mais satisfatório, né? É nesse sentido. >> Que bom, Jones. Nós vamos à nossa última questão daqui. Aí nós temos lá as questões ainda para ver, não é isso, Zita? Então vamos aqui com a Telma no nesse último item. Eh, >> é a última, né? Agora é a 10ª. >> É, é a décima. >> Porque afirma Kardec que os matizes da mediunidade nem sempre guardam relação com o caráter do médio, né? Por que Kardec faz essa afirmação, né, que essa gama eh, digamos muito imensa da
a décima. >> Porque afirma Kardec que os matizes da mediunidade nem sempre guardam relação com o caráter do médio, né? Por que Kardec faz essa afirmação, né, que essa gama eh, digamos muito imensa da faculdade mediúnica não guarda uma relação com o caráter do médium? >> E essa essa explicação é tão importante porque assim, antes da gente estudar a mediunidade, a gente costuma, né, Jane, estabelecer essa relação. É, é assim, você já vai assim de arrasto e aí Kardec vem disse aí, pera aí, calma, né? bem assim. E depois a gente vai ver também no livro nos domínios da mediunidade, tem um diálogo de André Luiz, né, que aulas pacientemente explica exatamente isso. Então, a a resposta que tá no livro dos médiuns é é o seguinte, é que cabe notar que os matizes que a mediunidade apresente, aos quais outros mais se poderiam acrescentar, nem sempre guarda relação com o caráter do médium. Aí ele vai dar o exemplo, Samuel diz o seguinte, por exemplo, um médium naturalmente alegre, jovial pode obter comumente comunicações graves, mesmo severas e vice-versa. E ainda uma prova é é ainda eh uma prova de que ele acha sobre o impulso de uma influência estranha, né? Porque assim, diverte bastante da característica dele, >> personalidade, né? Isso >> é da personalidade dele, né? Do jeito de ser. Aí a própria espiritualidade através disso acaba comprovando que ali eh não se trata de de animismo, que de fato é é uma comunicação mediúnica. É importante isso. E rapidinho aqui nesse domínio da da mediunidade, André, ele ele faz uma pergunta exatamente assim. Ele diz assim: "Há pessoas tão bem dotadas de força magnética perfeitamente despreocupadas do elemento moral, exclamação. Então veja o Tom que André perguntou isso, viu? Aí, Aulos, Aulos diz diz o seguinte, vou ler só um parágrafozinho e remete a pessoa lá para o livro nos damos da medianidade. Aí a aula diz o seguinte: "Sim, refere-se você aos hipnotizadores comuns, muita vez portadores de energia excepcional, fazem belas demonstrações,
ete a pessoa lá para o livro nos damos da medianidade. Aí a aula diz o seguinte: "Sim, refere-se você aos hipnotizadores comuns, muita vez portadores de energia excepcional, fazem belas demonstrações, impressionam, convencem, contudo, movimentam-se na esfera de puro fenômeno, sem aplicações edificantes no campo da espiritualidade. É imperioso não esquecer, André, que o potencial magnético é peculiar a todos com expressões que se graduam no infinito. Aí ele diz: "Mas semelhantes profissionais podem igualmente curar?" Ele diz: "Sim, podem curar, mas acidentalmente quando o enfermo é credor de assistência espiritual imediata com intenção de amigos que o favorecem". Olha que explicação importante de André, né? Fora disso, os que abusam dessa fonte de energia, explorando a seu meu prazer, quase sempre resvalam para desmoralização de si mesmo, porque interferindo no campo de força que eles é desconhecido, guiados tão somente pela vaidade ou pela ambição inferior, fatalmente encontram entidades que com ele se afinam, precipitando-se em difíceis situações que não vem a baila comentar, >> porque aí depois marcar com seu gás né, [risadas] de miúdos, né, a gente eh procurar realmente eh aproveitar a mediunidade naquilo que a gente pode oferecer. exatamente, >> pro nosso próprio eh crescimento. E como não tem relação com o caráter, nós temos pessoas com uma mediunidade fantástica, uma capacidade de percepção do mundo espiritual extraordinária, mas só, eh, digamos assim, só se comunicam quase sempre com os espíritos inferiores devido a sua própria natureza, os seus desejos, as suas intenções, né, que é >> primordial no exercício da mediunidade, né? Muito bem, gente. Nós estamos encaminhando pro nosso final. Samuel, eh, apenas eh, rapidamente eu gostaria de trazer uma questão pros nossos dois amigos, que eles comentem, porque têm bastante experiência. Mas antes, só fechando, eh, esse, esse estudo traz para nós hoje basicamente uma dimensão filosófica em que Kardec coloca o médium
ssos dois amigos, que eles comentem, porque têm bastante experiência. Mas antes, só fechando, eh, esse, esse estudo traz para nós hoje basicamente uma dimensão filosófica em que Kardec coloca o médium como instrumento e não como fim. E deixa bem claro que o médium ele deve submeter o fenômeno ao crio da razão e da ética, sugerindo ainda uma hierarquia de valores, moralidade, discernimento, fenômeno. E este ordenamento é que previne desvios como personalismo, mistificação e credulidade excessiva. Então é o bom senso encarnado trazendo para nós esse domínio da sensatez nas nossas análises. Mas fechando e depois Samuel já encaminha paraa finalização para Jones e Telma. Eh, às 21:54, a Ida Elisa Tubaldini colocou: "Como acolher médiuns que chegam em perturbação ao centro e precisam de acolhimento. Gostaria de saber a opinião de vocês, dos dois. Jones, por favor. Depois, Telma, fecha. Eh, bem, a questão do acolhimento, inclusive está na pergunta, é o primeiro passo, receber o indivíduo com amor e fraternidade e sempre com o esclarecimento que o espiritismo oportuniza aqueles que aportam na casa espírita. Eh, o, e utilizarmos das terapias que o espiritismo oferece, que nem sempre damos o devido valor, que é o passe, água fluidificada, as exposições doutrinárias, o próprio atendimento fraterno. E à medida que o indivíduo encontra um pouco mais de equilíbrio, né, neste acolhimento de amor e carinho que lhe é oferecido na casa espírita, sempre buscando também o esclarecimento através da boa literatura e quem sabe em dado momento inclusive o indivíduo adentrar um estudo para melhor conhecer a faculdade que está naquele momento criando embaraços por conta da sua ignorância no futuro, se assim ele o desejar. introduzido. Inclusive há um estudo sobre a mediunidade até a tarefa mediúnica em sua prática, mas tudo no seu devido momento. Eu sei que em muitas ocasiões somos afoitos, desejamos introduzir inicialmente quebrando fases, né? E podemos, inclusive, ao invés de auxiliarmos o indivíduo, trazermos muito
do no seu devido momento. Eu sei que em muitas ocasiões somos afoitos, desejamos introduzir inicialmente quebrando fases, né? E podemos, inclusive, ao invés de auxiliarmos o indivíduo, trazermos muito mais dificuldades. Agora, que não seja também algo para toda a existência. Eh, eu conheço muitas casas espíritas que, lamentavelmente utilizam, eu sei que é o zelo, é o excesso de zelo, não é por maldade, mas o indivíduo deveria estudar 300 anos até que pudesse exercer a faculdade mediúnica na casa. Isso não faz sentido. >> Ele tem que ter conhecimento, equilíbrio para bem servir e executar a sua tarefa mediúnica com a faculdade que possua. Agora isso não há necessidade que o indivíduo leia, que ele decore o livro dos médiuns, que ele participe de estudos a de eterno, se uma data, não é? Sempre com acolhimento, carinho, com instrução e com muito cuidado, com pessoas experientes para conduzi-lo com muita paciência ter a atividade mediúnica, se for o caso. Isso estudo sempre muito bem avaliado pela casa espírita, pelos trabalhadores. >> É uma Obrigada, J. É, eu acho que Jon já colocou quase tudo e e assim na na própria pergunta que você colocou já tem assim a primeira medida, né? Há uma gratação aí primeiro acolher porque tá em desequilíbrio, depois de acolher e assim, concordo plenamente, Jonas, o passe é importantíssimo. O evangelho e o passe. Evangelho e passe são são assim medidas de emergência, como se chegasse numa emergência de um hospital. Então vamos lá. Acolhe. eh, faz a terapêutica espírita aos poucos ali, né? Depois, quando tiver já com algum equilíbrio, você faz o estudo. Concordo com você. Não é o estudo ad eterno, tem aqueles que você faz, você encaminha essa pessoa porque eh uma vez que você consegue adquirir conhecimento suficiente para você e e depois você concretizar esse conhecimento, porque senão fica infertil também. Eu costumo dizer que nós estamos na era do da concretização do conhecimento espírita. Isso em relação a qualquer vertente do trabalho espírita. Então, equilibra
nto, porque senão fica infertil também. Eu costumo dizer que nós estamos na era do da concretização do conhecimento espírita. Isso em relação a qualquer vertente do trabalho espírita. Então, equilibra primeiro, depois estudo e depois nesse desenvolvimento. Se for para medidade, ótimo, pode ser que seja para outro tipo de trabalho na casa espírita, mas assim, acolher quando chega, acolher durante e acolher inclusive no trabalho. Eu acho que são esses passos que a gente tem que fazer. com quem chega num numa casa espírita. >> Lembrando que muita gente chega também com perturbações mínimas que às vezes a gente nem percebe eles porque quem de nós não tem. Eu lembro de >> pois quem de nós não tem, viu? [risadas] >> Eu lembro de de ter ouvido do Chico dizer que todos nós temos pelo menos três obsessores. Quer dizer, esse aqui tem pouco, né? Então [risadas] aqueles são mais aquiados tem bem mais, né? Ô Samuel, só um instantinho, porque Jonas disse uma coisa muito interessante que me lembrou. Eh, eu eu não sei se em nosso lar, não sei qual é o livro que Emanuel de André que Emanuel tem uma frase, sabe que Emmanuel que ele diz assim: "Tu que estás a colher os frutos que plantaste, não aprece aquele que ainda está trabalhando a terra, >> porque às vezes a pessoa chega, você já quer encaminhar logo, já quer, sabe?" Assim, >> cada coisa seu tempo e as pessoas >> cada coisa seu tempo. Exatamente. >> Cada coisa seu tempo. Há uma gradação, né, para você fazer isso, os degraus. >> É, eu acho que é uma mensagem de Emanuel assim que ele diz para você não incomodar quem ainda está na fluorescência. Você >> Exatamente. Exatamente. Você que já tá acolhendo os frutos, compreenda que o outro ainda está >> tá começando, >> trabalhando a terra. >> É. E cada um tem seu caminho. E uma coisa é certa, todo mundo precisa conhecer para se melhorar. É fundamental, né? >> É, >> agora que nós estamos já chegando pro nosso final, mas ainda tem uma pergunta aqui eh da Graziele às 22:31, que diz: "Pode uma pessoa começar a sentir a
r para se melhorar. É fundamental, né? >> É, >> agora que nós estamos já chegando pro nosso final, mas ainda tem uma pergunta aqui eh da Graziele às 22:31, que diz: "Pode uma pessoa começar a sentir a melhor unidade com mais idade ou é sempre desde pequeno, né?" É a pergunta que muita gente se faz. O espiritismo nos ensina que não há uma idade para surgir a mediunidade em si. Normalmente aqueles que têm um compromisso com a mediunidade acontece mais cedo, mas isso não é uma uma regra, digamos, eh eh que não aceita eh digamos assim diferenças, que não aceita coisas eh que não estejam ali dentro. Então, não há uma idade, mas a maioria que tem compromisso começa cedo, né, para poder exatamente se preparar, começar, porque quando você já tá com mais idade, às vezes também já tá mais amargo, porque a vida cheia de lutas e isso logicamente pode dificultar um pouco trabalho de automelhoria, mas não há isso, né? Mas nós estamos chegando ao final do nosso trabalho. Queremos lembrar que na próxima sexta-feira nós vamos começar um capítulo novo, que é o capítulo 17 de O livro dos Médiuns, da formação dos médiuns. E nós vamos a estudar o desenvolvimento da mediunidade dos itens 200 a 209. Quem quiser já fazer uma leitura prévia, aquele que ainda não fez, para que melhor até participe na próxima semana e faça isso. Capítulo 17 da formação dos médiuns, desenvolvimento da mediunidade, itens 200 a 209, né? Aqui já me despeço deixando um abraço a todos, desejando paz. passo a palavra a Elita, para que ela conduza o encerramento e veja aí a despedida dos companheiros Telma e Jones. Elita, com você. >> Obrigada, Samuel. Telma e Jones querem deixar o tchau rapidinho? >> Eu gostaria apenas de agradecer a oportunidade, eh, a presença dos amigos que tenham tanto carinho, que acompanham há muito tempo pelas redes sociais. Eh, esse programa tem levado esclarecimento a muitas pessoas. Então aqui meu agradecimento pela oportunidade e convido a todos os amigos que nos acompanharam esta noite, que verão em
as redes sociais. Eh, esse programa tem levado esclarecimento a muitas pessoas. Então aqui meu agradecimento pela oportunidade e convido a todos os amigos que nos acompanharam esta noite, que verão em outro momento, que busquem a leitura do texto. Esse estudo, obviamente, não substitui o mergulho no texto das obras de Allan Kardec, é apenas um estímulo, é um convite de reflexão. Então fica esse convite também fraterno e o agradecimento a todos, a Telma, essa querida amiga, que já tive a oportunidade de estar com ela no estudo do livro a Gênese e sempre aprendi muito, assim por conta da dedicação e profundidade que ela dá sempre ao estudo realizado. Muito obrigada aos irmãos Samuel, Euzita, Telma e os amigos de casa. >> Eh, eu também quero agradecer, agradecer a todos, a Elusa, Samuel, Jones também aprende muito com você, viu? Como aprendi também com Samuel, com Elita, é bom que a gente compartilha, né, que agora se diz compartilha, né, conhecimento, que a gente repassa e continua com conhecimento. Aí agora é compartilhar. E quero só encerrar com uma frase de Emânio que eu acho importante. Em qualquer estudo da mediunidade, não podemos esquecer que o pensamento vige na base de todos os fenômenos de sintonia na esfera da alma. Então, como disse Júnior no início, vamos fazer a transformação moral, porque aí nosso pensamento em telementação vai estar em comunicação com espiritualidade superior. >> Gente, muito obrigada. Gratidão imensa a Jones, Telma, Samuel, a vocês que estão conectados conosco. Fiquem na paz e até a próxima sexta-feira com os nossos agradecimentos também a toda a equipe da área de estudo espiritismo e da FEB TV que estão no apoio desta realização. Até. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis.
Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. >> A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção [música] em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, [música] preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam [música] o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente [música] em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, [música] cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa [música] estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este [música] trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar [música] alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, [música] mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos [música] de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. [música] E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. [música] Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.v.com.br BR e [música] faça sua doação.
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