#38 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 29
Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 38 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. XVI Dos médiuns especiais. Itens 190 a 196. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer parte do grupo do ...
Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, [música] ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Ovre dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo [música] Nacional da Federação Espírita Brasileira. Olá, você que está conosco, as nossas boas-vindas, as nossas boas-vindas aos participantes, ao Carlos Campete, que divide conosco a bancada, e a Suênia Freire, que é palestrante espírita, coordenadora de estudo da obra de Manuel Filomeno de Miranda na Sociedade Espírita Joana de Ângeles de Campina Grande. e participa também da equipe do programa Literatura Espírita Prazer em Conhecer, com Denise Lino e o nosso querido Marcos Bragato, coordenador da secretaria do CFN e coordenador adjunto da área de estudo do Espiritismo nacional. Marcos é facilitador de grupos de estudo do campo experimental da FEB em Brasília. Bem-vindos. >> Muito bem. Saudações fraternas a todos. Euzita, a Suênia, Marcos. Satisfação imensa estarmos aqui na atividade. E nós vamos dar continuidade hoje ao estudo de O livro dos Médiuns. Vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas no capítulo 16 dos médiuns especiais, médiuns especiais para efeitos intelectuais. aptidões diversas no item 190, variedades dos médiuns escreventes, primeiro, segundo, modo de execução, item 191, segundo, segundo, o desenvolvimento da faculdade, item 192, terceiro, segundo o gênero e a parcialidade das comunicações, item 193. E quarto, segundo as qualidades físicas do médio, item 194. E ainda temos o quinto, segundo as qualidades morais dos médiuns, itens 195 e médiuns imperfeitos do item 196. Nós vamos partir do pressuposto que você que está acompanhando leu o texto, não é? ou vai ler depois, porque o assunto é técnico e vai exigir de você que você dê uma olhadinha, né, com atenção, né, para e os nossos eh entrevistados hoje eles vão tentar explicar o melhor que eles podem, mas o assunto é muito técnico pra
técnico e vai exigir de você que você dê uma olhadinha, né, com atenção, né, para e os nossos eh entrevistados hoje eles vão tentar explicar o melhor que eles podem, mas o assunto é muito técnico pra gente entrar, não é, em alguns detalhes. Então, vamos iniciar aqui com os médiuns especiais para efeitos intelectuais, aptidões diversas. Se você tiver pergunta sobre os temas aqui abordados, coloque por gentileza. Vamos pedir para centrar só nos temas do dia de hoje, porque ele é extenso e não daria tempo pra gente atender perguntas outras que se aparecerem vão ficar para encontros seguintes, está bem? Então, a não ser que me surpreenda, a gente termine antes, né? Às vezes acontece. Então, vamos lá. A primeira pergunta é para Suênia, não é? E tem 190. Allan Kardec apresenta diversas categorias de médiuns para efeitos intelectuais ali, Suenia, não é? Pode, por gentileza, falar sobre a característica de cada um deles, ainda que brevemente, né? >> Uhum. >> E como entender a ação de espíritos levianos sobre os chamados médiuns pintores ou desenhistas? E ainda comente a exemplificação trazida na revista espírita de agosto de 1858, por gentileza. >> Uhum. Não, Kardec, eh, boa noite a todos, né? Eh, antes de de tudo, aos internautas que nos acompanham, que estão nos assistindo no ao vivo e que nos assistirão depois. E aí a gente pegando esse item que é bem eh estigante, mas Kardec é muito didático, né? Porque ele vai separando aí por categoria. Então, com relação às eh aptidões eh dos efeitos intelectuais, ele vai trazer aí os médiuns audientes, que são aqueles que escutam os espíritos, os médiuns falantes, que são aqueles que falam sobre a influência dos espíritos, os médiuns videntes, que são aqueles eh que em seu estado de vigília conseguem perceber aí eh os espíritos, vem os espíritos, os médiuns inspirados que são aqueles que eh recebem aí uma intuição e uma inspiração direta dos espíritos e conseguem captar, né, essa eh esse pensamento, né, para que possa aí eh fazer bom uso desse processo. os
spirados que são aqueles que eh recebem aí uma intuição e uma inspiração direta dos espíritos e conseguem captar, né, essa eh esse pensamento, né, para que possa aí eh fazer bom uso desse processo. os médiuns de pressentimento, que são aqueles médiuns que eh têm essa capacidade, né, de eh vislumbrar, digamos assim, efeitos eh futuros, né, que possam vir a ocorrer. os médiuns proféticos, né, que aí vão ser aqueles médiuns eh inspirados, né, mas que vão aí transmitir algum tipo de instrução benéfica eh para a humanidade. Os médiuns sonâmbulos, né, que são aqueles que em estado de sonambulismo tem aí uma influência eh espiritual. os médiuns estáticos, que são aqueles que no seu estado de de êxtase, né, conseguem ter uma relação direta com os espíritos. E aí ele vai trazer os médios pintores e desenhistas, né? E aí, eh, e também ainda finalizando esse item, os médiuns músicos, né? Então, os médios pintores e desenhistas são aqueles que têm a capacidade de captar a intuição eh dos espíritos para assim transcrever, né, eh esses desenhos, essas pinturas, né, a partir da mediunidade, né, e os músicos, aqueles que, eh, escutam, né, e propõem, se propõem a escrever alguma música eh sobre a influência dos espíritos. No que diz respeito aí ao que ao que ele fala sobre os médiuns pintores e os médiuns desenhistas, né, Kardec nos chama a atenção para esse tipo de influência eh espiritual. Lembrando aí que os benfeitores espirituais, eles vão sempre nos intuir para que aí possam eh ser eh desenhos e pinturas que tenham aí um teorório, né? Então, aqueles eh desenhos que apresentam aí eh dimensões mais eh tenebrosas, mais eh tumultuosas ou assustadoras, ele vai dizer que isso isso é fruto de espíritos levianos, né, que na maioria das vezes são imitadores, né, e imitadores aí de uma baixa eh qualidade, né? E aí ele vai trazer essa colocação na revista espírita de agosto de 1858, né, falando sobre a qualidade eh dessa dessa captação que tem a ver aí com a influência espiritual, com a sintonia
lidade, né? E aí ele vai trazer essa colocação na revista espírita de agosto de 1858, né, falando sobre a qualidade eh dessa dessa captação que tem a ver aí com a influência espiritual, com a sintonia que o médium tem entre esse mundo físico e o mundo astral, o mundo espiritual. Muito bem, Suênia quer fazer algum complemento, Marcos? >> Eh, boa noite a todos, né? Eh, acho que não é uma classificação, né, que Kardec nos traz, que é bem extensiva, né, e bem ampla. eu acredito que ele buscou cercar aí todas as todas as eh trazer para nós todas as observações, né, que ele realizou quando debruçou sobre os fenômenos, né? Então, a gente vê como Kardec é é assim preciso, né, nas suas colocações e como é importante sempre eh debruçarmos, né, sobre a sua obra, sem nenhum complemento. >> Isso. Perfeito. Então, agora para você nós vamos falar sobre a variedade dos médiuns escreventes. primeiro, segundo o modo de execução lá no item 191. Então, Marcos, como Kardecédiuns escreventes? Fale, por favor, sobre os médiuns intuitivos e porque Kardec os descreve como muito comuns, mas sujeitos a erros, porque frequentemente não podem discernir o que provém dos espíritos, do que é deles mesmos. Vamos lá. >> Vamos lá, né? Então aqui Kardec também traz essa classificação dos escreventes. Eh, segundo o modo de execução, né, primeiramente ele ele classifica como os médiuns escreventes ou psicógrafos, não é? Aqueles como a gente mais se reporta, é mais comum, né? Eh, os que têm a faculdade de escrever por si mesmos sobre a influência dos espíritos. Então, as psicografias, não é? Quando nós vemos aí toda a lavra de médiuns como Chico Xavier, Valdo Vieira, Divaldo Pereira Franco, Ivone Pereira, né, médiuns eh psicógrafos, né, eh que nos trouxeram e nos continuam nos trazendo ensinamentos muito importantes, né? Eh, também entre os médiuns escreventes, ele vai dizer que existem aqueles que são mecânicos, ou seja, eh, a mão recebe um impulso, né, involuntário. Então, o médium ele sente um um uma
portantes, né? Eh, também entre os médiuns escreventes, ele vai dizer que existem aqueles que são mecânicos, ou seja, eh, a mão recebe um impulso, né, involuntário. Então, o médium ele sente um um uma impulsão, começa a escrever e com eh sem consciência, né, daquilo que estão escrevendo. Então é comum depois de uma psicografia dessa, alguém precisa ler, né, ou o próprio médium ler para para se apropriar daquele conteúdo, porque durante a transmissão é um movimento eh célere, né? Tem aqueles que são semimecânicos, né? Então esses a mão se move involuntariamente, mas o médium tem, né, a consciência das palavras ou das frases, embora ele empreste, né, ali o o o braço, a mão para que o movimento ocorra involuntariamente, mas ele está mais consciente do conteúdo que está sendo transmitido. E aí Kardec observa que esses são os mais comuns, os semimecânicos, né? Ele vai falar também dos intuitivos, que ele diz assim: "Aqueles com quem os espíritos se comunicam pelo pensamento e cuja mão é conduzida voluntariamente." Então aí o médium, né, ele ouve, ele recebe aquela comunicação pelo pensamento e então ele traz, né, para a escrita. né? E ele faz uma diferenciação com os inspirados. Ele vai dizer que os inspirados eh não precisam escrever. é o passo que o médium intuitivo escreve o pensamento, né, que lhe é sugerido instantaneamente sobre um assunto determinado e provocado. Então, ele vai dizer que os intuitivos são muito comuns, eh, eh, mas também eles também tão muito sujeitos a erro, né, por não muitas vezes não conseguirem discernir se aquele pensamento que eles estão captando se é realmente de um espírito ou se é o pensamento próprio, né? E aí é muito importante a gente parar aqui, fazer uma observação por conta da questão eh muitas vezes do próprio animismo, né? o animismo que muitas vezes foi tomar, né, ao longo do dos anos uma certa, como que eu vou dizer, um certo tabu, né, e às vezes até uma uma certa preocupação dos médiuns, né, de que muitos acabaram nem querendo mais ir
tas vezes foi tomar, né, ao longo do dos anos uma certa, como que eu vou dizer, um certo tabu, né, e às vezes até uma uma certa preocupação dos médiuns, né, de que muitos acabaram nem querendo mais ir à casa espírita porque eh ficavam com medo de serem acusados, né, entre aspas, de animismo. Mas a gente vai ver que no no livro no Mundo Maior, Calderaro vai explicar que nenhuma árvore nasce produzindo, né? Existe um período de amadurecimento desse processo. Então há que se ter sim muito acolhimento, muita paciência, muita orientação aos médiuns que estão iniciando nessa prática, né? Aos poucos eles vão aprendendo a a filtrar melhor, a saber aquilo que é pensamento dele e aquilo que é pensamento do espírito. Mas isso leva é com a prática, com o tempo que eles vão conseguindo, né? Eh, ele ainda vai falar aqui dos médiuns polígrafos, aqueles cuja escrita muda com o espírito que se comunica, não é? Eh, ou aptos a reproduzir a escrita que o espírito tinha em vida. O primeiro caso é mais comum, né? Eh, e o segundo da identidade da escrita é mais raro, né? Então, é quando o espírito coloca ali a caligrafia exatamente quando ele tinha quando encarnado, né? Muito interessante essa essa identificação. Os médiuns poliglotas, né, aqueles que têm a faculdade de falar ou escrever em línguas, porque eles são desconhecidas, nãoé? Eh, esses são muito raros. Médiuns e letrados, os que escrevem como médiuns, sem saberem ler nem escrever, no estado ordinário, né? Então, eh, mais raros do que os precedentes, há maior dificuldade material a vencer. Então eles existem, mas claro, os espíritos vão sempre buscar, né, os melhores instrumentos, aqueles que estão mais aptos, mas muitas vezes naquele meio em que é necessário que a mensagem chegue, há essas que se vencer algumas dificuldades para que também todos possam receber a mensagem, né? Então a gente vai vendo que essa essa é a classificação que Kardec nos traz, né? E você falou da questão do intuitivo, né? Eh, como a formação doutrinária e o estudo sistemático podem
a mensagem, né? Então a gente vai vendo que essa essa é a classificação que Kardec nos traz, né? E você falou da questão do intuitivo, né? Eh, como a formação doutrinária e o estudo sistemático podem auxiliar nesse processo. É isso. O médium, ele precisa sempre buscar a sua instrução. Aliás, todo trabalhador espírita, né, precisa estudar continuamente. Não haveria de ser diferente com os médiuns, né? é muito importante que eles sigam a sua, o seu estudo do conhecimento e também do, da melhor compreensão, né? Mas sobretudo também, né? Não só na teoria, mas buscando também vivenciar aquilo que aprende, né? >> Isso. >> Tudo bom? Obrigado, Bragato. Suânia, além do que o Bragato colocou, teria mais algum critério prático que pode ser estabelecido para que o médium intuitivo desenvolva essa maior capacidade de discernimento entre as suas próprias ideias e as comunicações genuínas dos espíritos? >> E como a formação doutrinária >> e o estudo sistemático pode auxiliar nesse processo. Bragado falou que pode auxiliar, mas como pode? É, então a gente vai ter aí alguns alguns elementos que são eh importantes, né? Primeiro a questão do autoconhecimento para você distinguir aí entre aquilo que de fato é seu e aquilo que não é. Aí de repente eu tô escutando uma voz na minha cabeça, né? De repente eu tô eh sentindo vontade de escrever alguma coisa, mas até que ponto isso é meu, né, que é anímico, ou até que ponto, de fato, isso é uma influência? Então, eh, esse processo de autoconhecimento, ele é muito importante para você distinguir o que de fato é seu pensamento. Isso associado ao estudo doutrinário, trazendo aí, né, eh, um estudo sistematizado, conhecimento da doutrina, uma reflexão eh mais profunda sobre como se dá a mediunidade, os mecanismos da mediunidade, favorece aí o médium, tanto para que ele tenha um autocontrole como ele tenha aí uma facilidade de identificação desses desses elementos, né? Então, a doutrina espírita é uma doutrina de ferracia assinada. Então, é uma doutrina que nos exige, né, o
m autocontrole como ele tenha aí uma facilidade de identificação desses desses elementos, né? Então, a doutrina espírita é uma doutrina de ferracia assinada. Então, é uma doutrina que nos exige, né, o estudo, o conhecimento, a reflexão, o questionamento, né? Então, ah, eh, eu recebi uma mensagem, eu tenho 100% certeza que essa mensagem não é minha, mas vamos analisar qual é o teor, né? Vamos ver, porque a gente só vai identificar de fato ali se não tem um embuste, se não tem ali, né, uma pegadinha, né, naquela naquela mensagem para que de fato a gente possa atribuir, né, a um espírito superior, a algum tipo de orientação quando a gente passa por esse processo de avaliação, né? Então isso é muito eh importante e acho que uma coisa que também assim muito importante particularmente, né, é a gente assistir as palestras doutrinárias na casa espírita, porque o estudo nos permite, o grupo de estudo, né, ou os várias formas nos permite eh a discussão, o questionamento tudo mais, mas as palestras doutrinárias elas são assim, elas são pérolas eh que os espíritos nos mandam ali em doses homeopáticas e elas são extremamente elucidativas, né? Então, quantas vezes a gente sai de casa pensando em alguma coisa ou tem uma dificuldade durante a semana e a gente vai assistir a palestra e a resposta tá lá e você dis assim: "A palestra foi para mim, parece que o palestrante nem sabe que você tá lá, né? quem é você, mas tem a intuição dos espíritos, né? Então você começa a prestar atenção que as mensagens chegam de formas diferenciadas, né? Daí quando Kardec classifica, né, eh, o médio intuitivo, o médio eh eh eh poliglota, né, ele vai dando ali várias eh marcações de vericidade, né, de veracidade, né, de que a espiritualidade está atuando e que não nos abandona em nenhum eh momento, né? E eu me recordo aqui eh brevemente, né, eh de Alberto Almeida, que em um em algum momento que ele esteve aqui na nessa região, ele contando, né, eh de uma uma colega que participava lá da mediúnica e que ela tinha uma resistência, né, em
é, eh de Alberto Almeida, que em um em algum momento que ele esteve aqui na nessa região, ele contando, né, eh de uma uma colega que participava lá da mediúnica e que ela tinha uma resistência, né, em aceitar a mediunidade dela, né? Então ela dizia: "Não é coisa da minha cabeça, né?" E aí um dia ela eh tem um um problema lá na mão, no braço, alguma coisa assim, mas ela vai na mediúnica e nesse dia ela consegue eh psicografar, né, eh com a outra mão, não era a mão de uso contínuo eh dela e e em um outro idioma, né? E aí assim, como você não não perceber ali que tem de fato uma influência mediunta se aquilo é corriqueiro do seu dia a dia, né? Agora isso também não nos exenta de avaliar qual é a mensagem que está sendo ali eh transmitida, né? >> Muito bem, Sênia. Olha, você que está conosco, esse é o momento de você trazer as suas dúvidas. Você quer saber sobre os vários tipos de médiuns? as variedades deles, das formas de escrita, a forma de execução, o desenvolvimento da faculdade mediúnica, as dúvidas podem ser trazidas. Nossos amigos estão aqui aguardando. E Marcos Bragato, item 192. Vamos entrar no item segundo sobre o desenvolvimento da faculdade. Você pode, por gentileza, comentar os 10 tipos de médiuns tratados por Kardec no item 192? >> Vamos lá, Elita, vamos lá. com relação a ao desenvolvimento, né, da faculdade. interessante essa esse crescente, né, como Kardec é didático, né, isso que a Suênia trouxe agora, né, a importância também da boa sintonia, né, que o médium vai estabelecendo, permanecendo numa palestra, participando de um estudo, né, ele mesmo vai percebendo a pela própria vibração a presença, né, dos amigos espirituais, né, pela por essa assimilação, né, mas aqui com relação ao desenvolvimento, Kardecoloca inicialmente mente os médiuns novatos, né, aqueles cujas faculdades ainda não estão completamente desenvolvidas e que carecem da necessária experiência. Então, a gente vai aí entender porqu do termo educação mediúnica, né? Porque nós estamos ali justamente para educar essa
não estão completamente desenvolvidas e que carecem da necessária experiência. Então, a gente vai aí entender porqu do termo educação mediúnica, né? Porque nós estamos ali justamente para educar essa faculdade, né? Essa faculdade que permite fazer a ponte entre os dois planos, né? Ele vai falar também dos médiuns improdutivos. Ele diz assim: "Os que não chegam a obter mais do que coisas insignificantes, monossílabos, traços ou letras sem conexão, não é?" Então ele até reporta aqui ao capítulo da formação dos médiuns. Então a importância de se trabalhar realmente, né? No sentido e é muito comum isso, né? principalmente com os novatos também, né? No início a comunicação meio interrompida, eh são apenas alguns sinais que ele vai percebendo e com o passar do tempo aquilo vai se, né, eh, se tornando mais produtivo. Ele vai falar dos médiuns feitos ou formados. Ele diz assim: "São aqueles cujas faculdades mediúnicas estão completamente desenvolvidas, estão feitos, que transmitem as comunicações com facilidade e presteza, sem hesitação, né? Então ele vai dizer que só pelo hábito é que pode ser alcançado, né, esse estágio atingido, né, eh porque enquanto novato as comunicações são mais, né, difíceis, são mais lentas. Ele vai falar também dos médiuns lacônicos, aqueles cujas comunicações, embora recebidas com facilidade, são breves e sem desenvolvimento. Aquela conversa lacônica, né? Sim, não, não, aquilo não, né? Não, não desenvolve. Ele vai falar também dos médiuns explícitos, comunicações que recebem, as comunicações que recebem t amplitude, toda a extensão que se podem esperar de um escritor consumado, né? Então o essa aptidão ele vai dizer resulta da expansão e da facilidade de combinação dos fluidos, né? Então a gente vai ver que a no processo ali, né, da aproximação do espírito, vai haver essa assimilação fluídica entre os perespíritos, né, do comunicante e do médium, então, né, que está ali a serviço daquela comunicação. Então é importante eh que haja, né, essa essa essa expansão
aver essa assimilação fluídica entre os perespíritos, né, do comunicante e do médium, então, né, que está ali a serviço daquela comunicação. Então é importante eh que haja, né, essa essa essa expansão que se que se dê, né, campo para essa eh assimilação. Ele vai falar dos médiuns experimentados. Aí ele diz, né, que a facilidade de execução é uma questão de hábito, aquele médium, né, que chega tranquilo na reunião, já sabe tudo que vai ocorrer, como vai ocorrer, já conhece bem, já tá bem preparado, né? Eh, ele vai dizer, inclusive, que essa condição muitas vezes se adquire em pouco tempo, né? Eh, mas a experiência resulta de um estudo sério, de todas as dificuldades que se apresentam na prática do espiritismo, né? Então ele vai dizer que a experiência, né, dá ao médium, né, o tato necessário para ele apreciar a natureza dos espíritos que se manifestam. Então, é por essa forma, né, pela experiência, pelo trabalho perseverante, contínuo, sério, é que isso vai ocorrendo, né? Eh, ele vai dizer ainda que eh entende por ditados espontâneos os que verdadeiramente merecem essa denominação e não algumas frases incompletas ou algumas ideias corriqueiras que se deparam em todos os escritos humanos, né? Então, eh, essa, esses médiuns experimentados são aqueles, né, que o próprio nome já diz, né, são experimentados, né, já estão mais habituados com a tarefa, né, são esses. Euzita, >> seu microfone, Carlos, está fechado. >> Ótimo. Muito bom. Eh, aí na continuidade desse item ainda, né, que é o 192, ao tratar dos médiuns experimentados, Kardec faz uma distinção fundamental entre experiência e aptidão. Por que muitos médiuns confundem essas duas dimensões e quais as consequências dessa confusão? >> Uhum. É isso. Isso eu acho fantástico, né, quando Kardec faz, vai trazendo isso pra gente de forma muito eh didática, né? Porque eh uma coisa é a pessoa tem uma mediunidade e ela vem eh exercendo essa mediunidade e às vezes ela acha que o médio experimentado é aquele que tá ali já há muitos anos, né? eh já naquela
a, né? Porque eh uma coisa é a pessoa tem uma mediunidade e ela vem eh exercendo essa mediunidade e às vezes ela acha que o médio experimentado é aquele que tá ali já há muitos anos, né? eh já naquela naquele naquela reunião, naquele grupo, tem o seu desenvolvimento mediúnico eh estabelecido. E aí Kardec vai fazer uma diferença, né, uma diferenciação entre o que de fato é uma experiência baseada no estudo e o que é simplesmente uma aptidão. Então não, quando ele traz aí os médiuns experimentados, não é só o fato, né, de o médium da comunicação mediúnica, mas é o fato de o médium entender qual é a comunicação que ele tá dando, de ele ter aí, né, através eh do estudo, a capacidade de identificar a sintonia, né, eh, e a vibração do espírito que está ali, eh, se aproximando e conseguir ali distinguir, né, entre um espírito zometeiro e de fato um espírito que seja ali eh benfeitor, né? E aí isso vai dando isso vai se dando, esse médio experimentado pelas nuances que o médium ele vai eh captando, né? Porque se eu simplesmente vou só eh reproduzindo aí eh as comunicações sem que eu tenha esse trabalho, né, minucioso de perceber qual é a sintonia, qual é a vibração, o que é que eu que eu sinto. Às vezes a mensagem é muito bonita, mas eu senti um malestar tão grande, então tu tem alguma coisa desto nesse nesse processo, né? Então aí o médio experimentado, ele vai dizer assim: "Não, se a vibração não era tão boa, então talvez isso seja aí um espírito do zombeteiro, seja um embuste no processo, ou seja aí, né, até uma própria uma própria condição anímica, né, daquilo que eu gostaria eh de passar, né?" Então ele vai trazer essa essa questão nos dizendo também da importância, né, de a gente fazer esse processo de auto eh conhecimento, de seguir os conselhos dos benfeitores espirituais, né, para que a gente não possa, para que a gente não caia aí na hipocrisia de espíritos aí eh mentirosos, né, e que a gente se deixe levar pelo processo do orgulho. Então, é muito importante para que a gente eh entenda que esses
sa, para que a gente não caia aí na hipocrisia de espíritos aí eh mentirosos, né, e que a gente se deixe levar pelo processo do orgulho. Então, é muito importante para que a gente eh entenda que esses médiuns experimentados, eles têm uma relação direta com a experiência do médium trazida ali pelo estudo e pela vivência e não só pela quantidade ou facilidade que o médium tem ali em transmitir eh comunicação. Então, uma coisa é a sua potencialidade mediúnica, outra coisa é a qualidade das comunicações que são eh apresentadas. >> OK. Temos duas perguntas, Carlos. Elas entram agora ou depois? Fechou o microfone. >> Podemos apresentar as perguntas? Uhum. >> Não é? Acho que cabem agora. >> Sim. >> Qual que você quer começar? Eh, seria seria pro Bragato, né? A primeira, >> a primeira e a outra paraa Suênia. >> Uhum. Lá. Pode fazer pro Bragato, então. Uhum. >> Então, tá. Eh, Bragato, nós temos aqui uma questão da Regina Dib às 21:50. O termo anímico é o mesmo que mistificação? >> É uma boa pergunta, né? Excelente. >> Obrigado aí, Regina, pela pergunta. Olha, não, não, não de forma alguma, né? O termo anímico, ele vem de ânima, alma, né? Ou seja, são recursos do próprio espírito, da própria pessoa, né? >> Isso que é anímico. Então, há um, quando a gente fala algum médium está com um animismo, né? Ou seja, ele está transmitindo algo que é dele próprio, né? precisa ser orientado, ser trabalhado, né, para que ele possa vir a conseguir eh educar ali esse processo, né, para que ele possa discernir também a aproximação dos espíritos. A mistificação já é um outro processo, né? A mistificação é quando, eh, ao embuste, né, quando o médium pretende ali deliberadamente enganar, né? Então, o ou o médium ou às vezes o próprio espírito é que está mistificando, né? Porque muitas vezes se apresenta com, né, toda uma aparência de às vezes algum espírito superior, mas rapidamente ele vai ser traído pela própria linguagem, porque se ele não está naquela condição, ele em algum momento ele vai se deixar ser
, toda uma aparência de às vezes algum espírito superior, mas rapidamente ele vai ser traído pela própria linguagem, porque se ele não está naquela condição, ele em algum momento ele vai se deixar ser descoberto, vai vai acabar sendo descoberto, né? Então, muitas vezes espíritos que chegam, né, e se comunicam e no final dizem ser Jesus, Maria, né? É por isso que é muito importante sempre haver, né, uma avaliação, analisar o conteúdo da mensagem, né, para que a gente possa realmente eh verificar a o teor e não propriamente o nome de quem está do espírito comunicante, né? Então, o animismo é recurso do próprio do próprio espírito ou da própria da própria do próprio médium, né? E a mistificação é o embuste, é quando se quer fazer passar por aquilo que não é. OK, Regina? >> Muito bom. E nós temos uma aqui, Suia do Flávio, ele coloca assim: "Eh, toda vez que participo do trabalho mediúnico, escrevo textos de orientação para reflexão e algumas narrativas ditadas. Tudo vem como uma ideia que surge do nada. A caligrafia muda, mas há tempos que eu escrevo de forma. É, ser ele escreve com letras grandes, né? >> Uhum. E aí na no momento que ele tá psicografando, elas vê com letra cursiva, né? Eh, aí ele diz: "Porém, toda vez que finaliza, tenho dificuldade com os nomes do espírito que escreveu e toda vez no final eu fico ansioso por me concentrar no nome. Será que é animismo?" >> Hum. Eh, pois bem, né? Acho que a primeira coisa que eh você tem que pensar, Flávio, é eh o quão é importante ou qual é a relevância, né, do nome do espírito que escreveu, porque muito mais importante, muito mais eh relevante é a mensagem, né? Então, se a mensagem ela proporciona uma reflexão, se a mensagem, né, e aí a gente lembra que eh a mensagem sempre vem primeiro pro médio, para quem passa a o filtro, né? Então, se passa por você, é porque encontra ressonância em você. Daí a avaliação primeiro é o que é que eh isso quer me dizer, o que é que isso significa na minha vida. E aí a relevância do nome,
né? Então, se passa por você, é porque encontra ressonância em você. Daí a avaliação primeiro é o que é que eh isso quer me dizer, o que é que isso significa na minha vida. E aí a relevância do nome, ela não é tão significativa, porque eh os espíritos superiores, os benfeitores espirituais, os espíritos que tutelam o nosso processo reencarnatório, que muitas vezes eh se comunicam e nos nos orientam, eles não estão apegados a uma única denominação, né? Então, nós já vivemos várias vidas, já tiveram, já tivemos muitos nomes, né? Então eles se se preocupam muito mais com o teor da mensagem, porque de repente eu estou ali, né, recebendo uma comunicação e estou assinando Joana de Angeles, até que ponto, né, eu, né, vou ter maturidade para de fato entender assim, isso é Joana mesmo ou eu vou entrar na dúvida e vou, né, não, eu não tenho capacidade, aí eu vou ficar nesse negócio. é ou não é ou é ou não é, vou atrapalhar o trabalho mediúnico, né? Porque eu vou ai ou por pelo excesso de zelo ou o oposto pelo orgulho. Olha, eu tô recebendo Joana de Angeles, eu tô dando uma comunicação de Joana de Angeles. Então assim, isso é muito delicado para para o médium, né? daí que a gente não precisa se apegar tanto aos nomes da comunicação. A, e aí, como eu trouxe o exemplo de Joana, né? Eh, lembrando aqui Divaldo Franco, Joana apresentou-se a Divaldo por muito tempo, escrevendo como assinando como um espírito amigo, sem dar >> quase 10 anos. >> É, 10 anos, né? Sem dar a sua a sem revelar a sua a sua identidade, né? E aí a gente vê assim e ela vai dizer: "Esse período de 10 anos de voltava em treinamento, né? Que ela a partir dos 10 anos ela vai dizer assim: "Pronto, vamos esquecer tudo, tudo então até então foi para você. Vamos esquecer tudo e agora a gente vai conversar de fato o trabalho. Até então você tava só sendo treinado para esse processo, né? Então aí a gente, porque muitas vezes essa ansiedade de ter uma autoria, né, pode ou nos levar ao orgulho, a vaidade, ou nos levar ao conflito interno, né? E aí
sendo treinado para esse processo, né? Então aí a gente, porque muitas vezes essa ansiedade de ter uma autoria, né, pode ou nos levar ao orgulho, a vaidade, ou nos levar ao conflito interno, né? E aí a gente acabar eh >> se perturbando nessa nessa caminhada, nesse nesse processo, né? E aí também uma boa dica de leitura para isso é ler eh os mensageiros, né? Porque aí a gente tem ali André Luiz vai trazer assim uma leva vários tipos de mediunidades, vários tipos de de médium, né, que tinham programas reencarnatórios e que muitas vezes escorregaram, né, declinaram na sua tarefa por pequenos detalhes, né? Então não importa se é anímico ou não, né? se a pessoa tá assinando lá José ou João, né, vai nos importar ali o teor da mensagem e o que ela traz de importante de renovação ali para eh o grupo, né? Daí a necessidade da avaliação e de uma avaliação sobre a mensagem que seja uma avaliação criteriosa, que a gente deixe os milindres de de lado, né? e a gente busque de fato a essência da mensagem. Porque quando a gente fala também para avaliar a mensagem, eu posso ter um um espírito que intelectualmente, ó, a pessoa desencarnou, não deixa de ser quem é. Então, intelectualmente ela tinha um grande capital intelectual, ela tinha uma boa oratória, ela tinha uma boa escrita e ela vem ali, né, com um texto ali bem rebuscado. Mas quando a gente analisa assim, e a essência, o que é que quer dizer? né? Às vezes ela é extremamente prolixo, tá se repetindo ou nas entrelinhas tem ali alguns comandos que você diz assim: "Não, isso não condiz com o evangelho do Cristo, né?" E aí você vai também vai passar por esse crio assim: "Enquanto médio, todos nós estamos em treinamento, né? Modelo e guia só Jesus aqui na terra, né? os demais. Estamos aí aprendendo e vi já estamos nessa nessa caminhada, né? Pouquíssimos são aqueles que são médiuns de primeira viagem, a gente já teve outras encarnações, então a gente já experienciou a mediunidade, mas de formas diferentes, né? Então o colega aqui acabou de falar em termos das
les que são médiuns de primeira viagem, a gente já teve outras encarnações, então a gente já experienciou a mediunidade, mas de formas diferentes, né? Então o colega aqui acabou de falar em termos das faculdades, né? Eh, dos médiuns, como Kardec eh, coloca. E aí Kardec vai seguindo, né? a gente ainda vai ter os médiuns maleáveis, os médiuns exclusivos, né, os médiuns de evocação, os médiuns espontâneos, né? Então a gente vai vendo ali outros outro outras nuances da media idade que ou a gente já experienciou ou a gente ainda vai eh experienciar para de fato ter essa completude, né, da mediunidade, já que a mediunidade é algo extremamente complexo. >> Muito bem, >> vamos então para voltar ao roteiro. Bragato. Estamos agora no terceiro ponto sobre o gênero e a parcialidade das comunicações que Kardec desenvolve no item 193. De acordo com o gênero e a particularidade das comunicações, como Kardec apresenta os 11 tipos de médiuns descritos neste item 193, comente, por gentileza os riscos espirituais da falta de maleabilidade do médium. >> Uhum. Vamos lá, né? Aqui ele traz mais 11 classificações, né? Eu só queria fazer um comentáriozinho da questão anterior que achei muito interessante o que a Suênia trouxe >> e assim dizer: "Olha, o médium que se milindra porque o grupo vai analisar a sua mensagem, é porque o médium tá precisando estudar mais, se preparar melhor, né? Tá faltando ali esse pontozinho. E não é tão raro assim, né, gente? Às vezes tem trabalhadores que se afastam porque acham que aquilo que fazem é perfeito, é acabado, né? Então vamos lá, né? Vamos. Eh, é uma é uma faculdade cuja tarefa exige bastante >> eh >> humildade, né? Humildade. Obrigado, Carlos. Isso aí. >> Eh, vamos lá, então, nesses próximos 11, segundo o gênero e a particularidade das comunicações, né? Ele começa com os médiuns versejadores, aqueles que mais facilmente obtém, né, do que outros, comunicações em verso, em forma de verso, muito comuns para maus versos, muito raros para versos bons. E
? Ele começa com os médiuns versejadores, aqueles que mais facilmente obtém, né, do que outros, comunicações em verso, em forma de verso, muito comuns para maus versos, muito raros para versos bons. E aqui vamos lembrar, né, Maria Dolores ali com Chico, né, versos maravilhosos, né, trazidos e tantos outros, né, ele vai falar também de médiuns poéticos sem serem versificadas. Essas comunicações que recebem tem qualquer coisa de de vaporoso, de sentimental, sem rudeza, né? Então, eh, são mais do que outros médiuns. Esses poéticos são mais próprios paraa expressão dos sentimentos, dos sentimentos afetuosos, né? Então, eh eh eles eles vão nessa toada do poeta, né, da da das comunas mais assim vagas, né, mais >> eh sem mais elaboradas artisticamente, né? Ele vai falar também dos médiuns positivos. médiuns, suas comunicações têm geralmente um cunho de nitidez e precisão muito que muito se presta às minúcias circunstanciadas, aos informes exatos, muito raros esses médiuns literários não apresentam nem o que há de impreciso nos médiuns poéticos, nem o terra a terra dos médiuns positivos, porém dissertam com sagacidade, tem o estilo correto. elegante e frequentemente de notável eloquência. Médiuns incorretos podem obter excelentes coisas, pensamentos de inatacável moralidade, mas num estilo prolixo, incorreto, sobrecarregado de repetições e de termos impróprios, né? Até Kardec vai fazer uma observação. Ele vai falar que a incorreção material do estilo decorre geralmente de falta de cultura intelectual do médium, que então não é sob esse aspecto um bom instrumento ao espírito, não é? Então a gente vai vendo como é importante, né, o médium também buscar, né, se desenvolver em todas as frentes, né, para que seja um instrumento mais dócil, mais eh hábil, né, a a serviço, né, dos nossos irmãos espirituais. Ele vai falar depois dos médiuns historiadores, né, os que revelam aptidão especial para explanações históricas. Essa faculdade, como todas as demais, independe dos conhecimentos do médium, porquanto não é
ai falar depois dos médiuns historiadores, né, os que revelam aptidão especial para explanações históricas. Essa faculdade, como todas as demais, independe dos conhecimentos do médium, porquanto não é raro verem-se pessoas sem instrução e até crianças tratar de assuntos que eles não estão ao alcance. Variedade rara dos médiuns positivos, né? Depois ele vai falar ainda dos médiuns científicos, que ele é que diferencia, não diz médiuns sábios, né, mas médiuns científicos, porque podem ser muito ignorantes, ou seja, desconhecerem aquilo e, apesar disso, se mostram especialmente aptos para transmitir esse tipo eh ideias relativas à ciência. médiuns receitistas, não é? Tem a especialidade de servirem mais facilmente de intérpretes aos espíritos para prescrições médicas, né? Importa não confundir com os curadores. Kardec faz essa observação, né? Então eles transmitem a a aqui a a receita, né? Eles transmitem aquilo que vai ser providenciado, né? Para buscar então a melhoria. Então eles estão ali transmitindo o que sem um espírito que detém todo esse conhecimento está ali lhe transmitindo. Médiuns religiosos recebem especialmente comunicações de caráter religioso ou de questões religiosas, sem embargo de suas crenças ou hábitos, né, independente da da da vertente religiosa a que se eh dedica, né? e os médiuns, filósofos e moralistas são as comunicações que recebem. Essas comunicações têm geralmente por objetas questões de moral e de alta filosofia, muito comuns quanto a moral, né? Então, transmitem com facilidade essas mensagens. E antes da gente seguir pro 11º caso aqui, que que a Herácito vai fazer uma observação com relação à maleabilidade, né? Então ele ele vai dizer que todas essas aptidões que foram vistas até aqui desses 10 eh estão assim, são normalmente vistas em médiuns bons, né? Eh, cada qual com a sua aptidão especial para uma dessas, né, dessas eh possibilidades históricas, médicas, científicas, né? Eh, agora é claro que o o espírito muitas vezes vai se servir já do do das
Eh, cada qual com a sua aptidão especial para uma dessas, né, dessas eh possibilidades históricas, médicas, científicas, né? Eh, agora é claro que o o espírito muitas vezes vai se servir já do do das aquisições daquele médium, daquele espírito que está servindo como médium, porque ele está, como a Suênia falou, é mais uma encarnação, né? Ele não está médiums agora e nem com o conhecimento só de agora. É um acúmulo de conhecimentos. Então, quanto mais o médium se mostra preparado paraa tarefa, os espíritos vão encontrar nele melhores recursos para, né, transmitir, né, as melhores comunicações. Então, buscando esses instrumentos mais inteligentes, né, e mais maleáveis do que um instrumento de alguém que oferece poucos recursos, ou seja, pouco conhecimento, pouco saber, né? Ele usa o termo ignaro, né, de pouco pouca pouco conhecimento. E ele termina falando dos médiuns de comunicações triviais e obscenas. Essas palavras indicam o gênero de comunicações que alguns médiuns recebem habitualmente e a natureza dos espíritos que as dão, né? Então, eh, ele vai dizer, né, que quem estuda esse mundo espírita, né, sabe que há espíritos, né, de cuja perversidade chega a se igualar ou até ser mais, né, ter uma comunicação mais depravada do que os próprios, né, aqui encarnados e que se utilizam muitas vezes de termos grosseiros. Aí também muito importante o médium também saber filtrar, né? Saber conter, saber controlar aquilo que tá ouvindo, aquilo que tá, né, a mensagem que tá recebendo no sentido, porque senão imagine, né, se for uma comunicação dessa trivial, obscena, o que que vira, né? Então é muito importante também eh exercer esse tipo de controle, né? E então, eh, é muito importante que haja, né, esse, esse bom senso do médium de saber então lidar com esse tipo de comunicação. E, claro, né, vai saber, evidentemente, que não pode provir de um espírito bom, né? Então, é realmente um espírito muito necessitado, que tá precisando de acolhimento, de amparo, de ajuda, mas que precisa ter então seus limites ali
temente, que não pode provir de um espírito bom, né? Então, é realmente um espírito muito necessitado, que tá precisando de acolhimento, de amparo, de ajuda, mas que precisa ter então seus limites ali estabelecidos, né? >> Muito bem, Sueneia. Segundo as qualidades físicas do médio, agora e tem 194, >> pronto. >> Segundo as qualidades físicas do médio, como Kardec avalia a propriedade de ação dos chamados médiuns calmos, velozes e convulsivos? Qual a divertência para a saúde dos médiuns convulsivos? >> Uhum. Então, o Kardec vai trazer aí que os médiuns calmos são aqueles que escrevem aí com certa lentidão e sem eh experimentar aí nenhuma eh agitação, né, no seu processo eh de escrita, levando em consideração que ele está falando aí dos médiuns eh escreventes, né? Os médiuns velozes são aqueles que escrevem com rapidez, né, muito mais do que o habitual. E muitas vezes eles eh ultrapassam, né, aquilo que eles fazem os o a rapidez, né, habitual da sua escrita. E aí ele vai trazer os médiuns convulsivos, né, que vai dizer que é aquele médium que durante o processo da comunicação ele está em estado de supraecitação, né? Então, muitas vezes quase em um estado febril, né? E que muitas vezes a mão e parte desses corpos ele eh se agitam, né? Então ele vai dizer eh que é preciso aí uma certa um certo cuidado porque e uma boa observação, né? Porque os bons espíritos e os benevolentes, eles produzem sempre uma uma impressão suave e agradável, enquanto que os maus espíritos, né, vão trazer aí essa ideia contrária, né? Então, daí essa eh impressão penosa para eh o médium, né? Então, vai, é preciso que o médio também ele tenha eh esse essa educação, esse conhecimento para eh lidar com esse processo mediúnico, porque isso pode afetar aí o sistema nervoso eh do médium, né? Então aí a gente vai ter aí essa essa essa engrenagem, né? Vamos dizer assim, quando a gente lê ali André Luiz, mecanismo da mediunidade, ele vai trazer aí toda essa engrenagem da mediunidade, como é que eh a mediunidade, a sintonia
essa essa engrenagem, né? Vamos dizer assim, quando a gente lê ali André Luiz, mecanismo da mediunidade, ele vai trazer aí toda essa engrenagem da mediunidade, como é que eh a mediunidade, a sintonia com os benfeitores está relacionada também com o nosso corpo físico e nosso corpo perespiritual e as alterações que isso eh proporciona, né? Porque para que haja aí eh a comunicação mediúnica, seja ela escrita ou de uma outra forma, há uma aproximação, né, de um espírito do seu campo mediúnico, né, e essa aproximação gera uma alteração, né, no seu corpo físico, né? Então, daí esse esse cuidado, né, pro médium identificar as comunicações e não gerar aí nenhum tipo de eh fadiga eh física ou eh mental para o médium. >> Muito bem. Eh, Marcos Bragato, item 195. como as qualidades morais do médium podem afetar a segurança da comunicação mediúnica e como prevenir para evitar este escolho da mediunidade? >> Bom, eh, as qualidades aí morais do médium são fundamentais, né? Porque o médium ele ele a gente tá falando, quando a gente fala em mediunidade, a gente tá falando em sintonia, a gente tá falando em afinidade. Claro que o médium pode eh assim e ocorre, né, de receber também espíritos muito sofredores, muito necessitados, mas tudo isso faz parte do atendimento, do acolhimento, né? não significa que o médium não seja eh não tenha qualidades morais, né? Muito ao contrário, se ele está ali também ajudando nesse processo, é porque ele assim se mostra, né, com suas qualidades morais. Mas paraa segurança, né, da comunicação mediúnica é fundamental, porque o médium que não tem esse zelo, que não tem essa disciplina, que não tem esse cuidado com essa preparação e com a sua conduta, com o seu bem conduzir no dia a dia, porque o médium não é só médium, também na hora da reunião mediúnica, né, como já foi dito, né, a aproximação ocorre, né, eh, antecipadamente. Então, todo esse trabalho é um processo ali que vai se desenvolvendo e que começou bem antes da reunião mediúnica, né? Então, é
né, como já foi dito, né, a aproximação ocorre, né, eh, antecipadamente. Então, todo esse trabalho é um processo ali que vai se desenvolvendo e que começou bem antes da reunião mediúnica, né? Então, é fundamental a correta orientação do médium no sentido da sua moralidade e da sua boa sintonia com os bons espíritos. Médium que não tem esse cuidado e esse zelo não vai estar assistido pelos bons espíritos, não é? mas sim por outros espíritos, espíritos levianos e outro tipo de outra natureza de vibração, né? Agora, como prevenir, né, e evitar esse escolho? É através, né, >> tava falando com microfone fechado. Ah, >> sim, car. é como evitar o escolho, >> como evitar, né, realmente buscando, né, eh, a sua, a su a sua auto, eh, transformação, né, o conhecimento de si mesmo, como já foi colocado, >> melhoria moral, né, >> a sua melhoria moral, a vivência dos ensinamentos do Cristo, não tem outro caminho. >> Muito bom. Médiuns imperfeitos agora Suen, aí tem 196. Kardec faz uma extensa lista de médiuns imperfeitos no item 196 aqui. Poderia, por gentileza, apresentá-la resumidamente? >> Pois é, vamos lá, brevemente, né? Então, a gente vai ter aí os médiuns obsediados, né? que são aqueles eh que estão ali eh sobre a influência dos espíritos eh enganadores importunados, os médiuns eh fascinados, que são aqueles que eh eles não têm consciência, né, da da influência desses espíritos enganadores, né? Então, enquanto que o médium eh obsediado, ele está ali, você tem claramente a percepção de que aquilo não é você, mas talvez você não consegue se livrar eh daquilo ou daquele comportamento. O fascinado não, né? Então ele acha que ele tá certo, que é tudo dele, que é sempre ele, né? Então, e a gente tem o médium subjugado, né? Então, no subjugado, a gente vai ter aí eh de acordo com Kardec, aquele que sofre uma denominação moral e muitas vezes material por parte do espírito mal, né? Ele não consegue ali eh se se desvincular daquele pensamento ao ponto que a subjulação, você muitas vezes não
ele que sofre uma denominação moral e muitas vezes material por parte do espírito mal, né? Ele não consegue ali eh se se desvincular daquele pensamento ao ponto que a subjulação, você muitas vezes não consegue ali separar o que é seu e o que não é. Então ele vai trazer ainda os médiuns levianos, que são aqueles que utilizam da faculdade de forma furtiva, da de forma frívula, né, para o exercício da mediunidade, os médiuns indiferentes, que são aqueles que não têm nenhum proveito moral das instruções que recebem, né, e não se modificam eh a partir dessas instruções. os médiuns presunçosos, o nome por si mesmo já já diz, né? Então são aqueles que têm ali se julgam infalíveis, se julgam ali sempre os certos e que não erram eh em nada. Os médiuns orgulhosos, né? aqueles que se envaidece das suas eh comunicações, sejam porque ai eu eh consigo dar muitas comunicações em uma noite ou eu consigo eh dar comunicações de espírito X ou espírito Y, né? Então não calçou aí a sandalhinha da humildade. Os médiuns eh suscetíveis, né? Então são aqueles facilmente influenciáveis e que se deixam levar pelos milindres, né? Então as críticas eles se retraem ali, né? E eles geralmente criam aí uma versão pelos grupos sérios que de fato avaliam as suas eh comunicações, né? os médiuns mercenários, que são aqueles que exploram as faculdades eh mediúnicas, os médiuns ambiciosos, que são aqueles que, embora eles não eh recebam, não explorem essa eh faculdade, mas eles adquirem vantagens de outra de outra forma, né? Não necessariamente ele cobra financeiramente, mas ele vai buscar outros tipos de vantagem. Os médiuns de máfé, que são aqueles que possuem a faculdade mediúnica real, mas eles simulam aí as comunicações, né? E eles podem até designar aí eh nomes para essas entidades. E os médium, os médiuns egoístas, que são aqueles que servem eh as suas faculdades para uso pessoal e guardam unicamente para si, né, as comunicações que recebem. e os médiuns invejosos, que são aqueles que olham com
médiuns egoístas, que são aqueles que servem eh as suas faculdades para uso pessoal e guardam unicamente para si, né, as comunicações que recebem. e os médiuns invejosos, que são aqueles que olham com desrespeito eh e maior eh consideração para a mediunidade eh do outro, né? Não, aquele que eh cobiça, né, digamos assim, a mediunidade do do outro, sempre atribuindo eh a isso como se não levasse em consideração o esforço que o outro tá fazendo em se melhorar para sintonizar com aquele espírito, né, considerando como se a pessoa tivesse algum tipo de privilégio. já entendeu que na doutrina espírita não tem privilégio, tem merecimento. Para ter merecimento tem que ter esforço, né? Então é 99% de transpiração e 1% de inspiração, né? Então qual é o esforço que eu estou fazendo para me melhorar, para me evangelizar, para me moralizar, né? Então os espíritos vem os nossos esforços, né? Às vezes a gente ainda não alcançou determinado patamar, mas por acréscimo de misericórdia eles vendam os nossos esforços, eles nos apoiam, né? Então não adianta só ficar cobiçando a mediunidade do colega sem levar em consideração o esforço que o colega está fazendo. E aí lembrando que esse esforço também não é medido pela grandiosidade das ações, mas sim pelo esforço interno, né? Então, quando a gente pega lá um médio tipo Chico Xavier, a gente viu que Chico Xavier ele tem só o ensino primário, né? Nem o fundamental, né? Mas ó o esforço que ele fez, né? ali calçando as sandalinhas da humildade, passando ali por tudo que ele passou na vida, as várias agressões, rejeições que ele teve, mas se mantendo ali firme para conseguir, né, ter eh a sintonia com aqueles espíritos que ele recebia, ao ponto que ele desenvolve uma amorosidade que aqueles espíritos mais eh endurecidos, mais ignorantes, quando se aproximavam dele, eram incapazes de continuar com o mesmo com a mesma eh conduta, né? Porque ele já vibrava em uma outra sintonia de amor. E aí a gente lembra o que o nosso amigo Bragato disse, né? Quem é médio é médio 24
m incapazes de continuar com o mesmo com a mesma eh conduta, né? Porque ele já vibrava em uma outra sintonia de amor. E aí a gente lembra o que o nosso amigo Bragato disse, né? Quem é médio é médio 24 horas, não é médio só na hora da reunião mediúnica. Então o esforço é contínuo, permanente, né? é no seu dia a dia, é no seu trabalho, é no seu lar, é na vida em sociedade e não só no centro espírita, não só eh na reunião mediúnica. >> Muito bom, Suia. Eh, vamos para o item 196, Bragato, e nós te pedimos que comente, por gentileza, a afirmativa que tá lá no final desse item. 196. Todas essas más qualidades que a Suênia comentou tem necessariamente a sua contrapartida no bem. >> Ah, sim, né? Com certeza, porque aqui foi um uma série, né, de médiuns aí com todas as suas imperfeições, não é? E mas mesmo ainda espíritos imperfeitos, né, trazem também eh bons exercícios, né? Então, assim como tem médiuns que muitas vezes são ambiciosos, mercenários, cobram, né, por aquilo, mas a gente vai encontrar também a contrapartida, né, como Kardec observa, né, os médiuns sérios, os médiuns humildes, modestos, né, os devotados, os seguros. Então, a gente vai ver que a mediunidade ela ela é uma faculdade neutra, né? Cada qual é que vai imprimir a essa mediunidade o seu eh o seu direcionamento, né? Então, daí a grande importância da melhoria moral, né, para que a mediunidade seja realmente eh eh praticada, né, sob as bases do Evangelho de Jesus, né? A mediunidade precisa estar associada aos princípios, né, basilares do ensino do Cristo e que a doutrina espírita vem reviver, reviver, né, nos dias atuais. como consolador prometido que é >> muito bom. Excelente. Nós temos dois comentários. O Eduardo colocou eh eu nunca desenvolvi, mas acredito ser médio, intuitivo, porque já tive episódios com conhecidos e durante o Evangelho no lar acontece bastante. Então, eh, é possível. Praticamente todos nós temos mediunidade de intuição, mas ela é acentuada em algumas pessoas. não é em certas circunstâncias. E o
e durante o Evangelho no lar acontece bastante. Então, eh, é possível. Praticamente todos nós temos mediunidade de intuição, mas ela é acentuada em algumas pessoas. não é em certas circunstâncias. E o Flávio ele colocou: "Reforma íntima dói demais, dói no fundo é você com você mesmo." E é um fato, né? A gente tem que se trabalhar, tem que lutar. E olha, mas é possível isso que a gente tem que ter. A pessoa que se ela tá duvidando, será que eu dou conta? Não duvide não. Você dá conta sim. É, >> se você não der conta agora e você ficar protelando, você vai dar conta no futuro. Então é melhor se dar ir trabalhando devagarinho. Então Kardec diz que a gente tem que atacar o mal pela raiz. O mal é o egoísmo. Só que às vezes a gente vai atacar o egoísmo de frente, como ele sempre dominou, ele derruba a gente e domina. Então a gente tem que aprender a comer pelas beiradas também. O que que eu vou fazer para deixar de ser tão egoísta? Então eu tô, eu tenho aqui um dinheirinho, eu vou comer. Será que não é hora de dar uma olhada se tem mais alguém que também tá precisando de comer e aí eu vou comprar comida, vou dividir com a pessoa. Ah, caramba, mas eu tô com muita fome para isso, mas eu vou dividir, não é? Então a gente começa a sair e vai devagarinho até que a gente consegue superar, não é? Aquela aquela viciação, aquele problema. Agora que dói, dói. >> É, com certeza. E Madre Teresa de Calcutá falava, né, que no final é a nossa é é entre nós e Deus, né? É, é. No fundo é isso, né? Então, eh, é bem isso mesmo, né? É a gente com a gente mesmo, mas também nós para com Deus, né, que nos criou. E assim, precisamos eh cumprir com os nossos deveres, né? É isso. E isso dói, né? Então, mas é importante porque uma vez superado, né, vamos alcançar outras, né, outros níveis aí, outras instâncias de de bem-estar, né, de de comunhão com, né, o alto. >> Ótimo. Muito bem, Bragato. Senia, quer dizer mais alguma coisa? Estamos encaminhando pro fechamento. >> É, nós estamos encaminhando precisamento. Acho a pro fechamento.
de comunhão com, né, o alto. >> Ótimo. Muito bem, Bragato. Senia, quer dizer mais alguma coisa? Estamos encaminhando pro fechamento. >> É, nós estamos encaminhando precisamento. Acho a pro fechamento. Acho que Bregato foi perfeito aí quando ele traz essa importância, né, de a gente eh buscar a nossa reforma moral, né? A mediunidade ela vai se externalizar em conformidade com o esforço que a gente tá fazendo para se moralizar. E aí esse é um caminho que é um caminho longo, né? ninguém eh vai eh alcançar a perfeição sem ter enfrentado as turbulências da vida, né? A gente tá num planeta de provas e expiações, então estamos aqui, né, para provar e espiar aquilo que porventura a gente ainda não eh aprendeu. E aí a gente vai adquirindo as virtudes. E aí a mediunidade também é lei de sintonia, né? Então, a partir do momento que eu busco, né, a minha eh moralização, eu vou também sintonizando e vibrando com os espíritos mais eh moralizados, né? Então é um processo e é uma caminhada constante. >> Rapidinho, Zit, tá aparecendo duas coisas aqui >> bem rápido. Até uma Maria Soares, porque às vezes sinto o cheiro de cigarro perto de mim, não tem ninguém fumando. Eh, Telma, a gente recomenda, a gente não vai saber porquê, né? Mas recomenda orar. E se não conseguir orar, tá, vai pro Evangelho Segundo Espiritismo, dá um jeito de se acalmar ali, não é? ir para um local mais isolado e abre o evangelho, lê e aí ora, não é? Pede aos bons espíritos que te protejam, porque a gente realmente não tem como saber o que é. Regina Dible, falando em médio obsidiado, ele estaria obsidiado pelo espírito comunicante, que é o obsessor, no caso, não sabemos também, né? Ele pode estar obsidiado até pela própria autoobsessão, não é? >> Que pode acontecer, o indivíduo se perturba, né? E aí tem vários comentários aqui, Zita, eh, aqui, olha, dá uma lida nisso aí para você fazer o fechamento rapidinho. >> Sim. É, o Wilson Leite nos traz o comentário: "Mais espiritualizados do que materializados. Essa é a meta.
s aqui, Zita, eh, aqui, olha, dá uma lida nisso aí para você fazer o fechamento rapidinho. >> Sim. É, o Wilson Leite nos traz o comentário: "Mais espiritualizados do que materializados. Essa é a meta. Então, o nosso crescimento para sermos realmente seres espirituais é o que interessa. E também o Flávio, se sentir feliz por receber uma mensagem com conteúdo direcionado ao bem coletivo pode ser uma abertura para a vaidade. Flávio, se sentir feliz pelo dever cumprido é uma coisa. Agora, se engrandecer por aquilo que você tá fazendo, aí sim é de mãos dadas com a vaidade, não leva ninguém a nada. Melhor correr dessa dessa roubada, não é? Então, nós queremos agradecer aos nossos amigos que estiveram conosco hoje comentando as questões de 190 a 196. Se vocês perceberam três eixos principais apontados por Kardec, que é perigos do exercício mediúnico, a influência moral do médium e discernimento e responsabilidade. Basicamente um resumo do que tivemos hoje. Agora, no próximo encontro, seguiremos com o estudo da segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 16, dos médiuns especiais, bons médiuns. itens 197 a 199. Prepare-se e venha com as suas questões. Até mais. >> Muito bem. >> Vamos encerrar aqui então, agradecendo a todos pela participação, os comentários no chat, as perguntas que vocês fizeram, sempre contribui bastante para enriquecer o nosso estudo. Agradecimento à Suênia e ao Bragato aqui, né, por trazer a experiência deles e o que eles estudaram e e aprenderam. Nós queremos agradecer também a equipe que ajuda a gente nos bastidores, a gente sempre aparece. Hoje nós temos o apoio do Thago, é técnico da FEB TV, a Gidelma é a nossa das nossas produtoras e que vai acompanhando as perguntas, favoritando aqui, nos ajudando. E nós agradecemos muito, né, a equipe da área de estudo do espiritismo, que é coordenada pela Euzita, e também por toda a equipe da FEB TV, pelo trabalho que eles realizam e a todos vocês. Que Jesus nos ampare. Houve um pedido de prece, nós estamos
estudo do espiritismo, que é coordenada pela Euzita, e também por toda a equipe da FEB TV, pelo trabalho que eles realizam e a todos vocês. Que Jesus nos ampare. Houve um pedido de prece, nós estamos atentos, viu? Oremos pelas pessoas. Vocês que acompanham o chat, quando alguém diz assim: "Ah, estou precisando de oração". Ore pela pessoa naquele momento ali, não é? Que a pessoa vai receber as nossas vibrações. Tá bem? Muita paz. Até semana que vem. >> Até. Boa noite. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior. Por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho [música] acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam [música] inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade [música] e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de [música] dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe [música] profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 [música] conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de [música] áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do [música] nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este [música] trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para [música] continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com [música] seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos [música] pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos [música] com você através da FEB
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