#37 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 28
Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 37 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. XVI Dos médiuns especiais. Itens 185 a 189. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer parte do grupo do ...
Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Ovre dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional [música] da Federação Espírita Brasileira. Olá, saudações fraternas a você que acompanha esse estudo do livro dos médunos. Seja muito bem-vindo. Estamos retomando hoje, né, depois desse intervalo o nosso estudo. Damos as boas-vindas a Euzita de Melo Quinta, com quem nós dividimos aqui a responsabilidade da condução e vamos aprendendo juntos, né, Euzita, com os nossos entrevistados. Isso. >> Nossa convidada de hoje, muito querida Denise Lino, é palestrante, escritora espírita, idealizadora e apresentadora do programa Literatura Espírita Prazer em Conhecer. Está vinculada à fraternidade espírita Luz e Verdade em Campina Grande, na Paraíba. Geraldo Campete, vice-presidente da Federação Espírita Brasileira, responsável pela área de divulgação do Espiritismo, que envolve a editora, a livraria, a biblioteca de obras raras, o reformador, entre outras atividades. Sejam muito bem-vindos os dois. >> Isso mesmo, todos muito bem-vindos. Você que está conosco, nossos convidados. E dando continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns, hoje vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas. Capítulo 16 médiuns especiais. Itens 185 a 187. Espécies comuns a todos os gêneros de mediunidades. Item 188. Variedades especiais para os efeitos físicos. Indo até o item 189 dos médiuns especiais. E iniciando pelo item 185, Geraldo, é para você a primeira pergunta. Entre as inúmeras categorias de médiuns, há os chamados médiuns especiais. Como Allan Kardec explica a natureza da comunicação desses médiuns? Bom, >> inicialmente, boa noite, querida. Euzita, boa noite, Denise, nossa professora, eh, Mano Carlos Campete. Boa noite a todos vocês que estão chegando já aí, não é, na retomando os estudos. É tão bom, tão agradável a gente poder
querida. Euzita, boa noite, Denise, nossa professora, eh, Mano Carlos Campete. Boa noite a todos vocês que estão chegando já aí, não é, na retomando os estudos. É tão bom, tão agradável a gente poder recomeçar. Pessoal já tá comentando aí, que alegria, não é? Plena sexta-feira, 21:30, é uma bênção, realmente, né? cestou e a gente aqui estudando, estudando para aprender. Todos estamos aprendendo juntos. Aa mais esta belíssima obra, né? o livro dos médiuns, que integra aí a a coleção eh de Allan Kardec, né, o pentateuco cardequeno, a obra da codificação, o segundo livro, e vai tratar exatamente dessa comunicabilidade entre os dois mundos, notadamente pela mediunidade, que é uma faculdade espiritual que também exige uma determinação, uma predisposição orgânica para que exista. E Kardec didicamente, não é, professora Deniseo, na sua sabedoria, ele como educador, como professor, vai nos trazer essa classificação. E ele começa dizendo dos médiuns especiais, que o próprio nome, né, já traz assim uma peculiaridade pra gente poder entender, dizendo que a natureza das comunicações guarda sempre relação com a natureza do espírito. Olha que interessante. Então, a natureza das comunicações, evidentemente, tem a ver com a própria natureza daquele que é o comunicante, do espírito, que vai trazer um testemunho, uma mensagem, né, uma comunicação. E também traz o cunho da sua elevação ou da sua inferioridade. É claro, o espírito ali se manifestando, ele acaba se revelando no grau de evolução em que se apresenta, né, do seu saber ou da sua ignorância. Quando a gente vê Allan Kardec iniciando os trabalhos daquelas manifestações que aconteciam, em que os espíritos brincalhões aproveitavam a oportunidade para se divertirem, né, nas mesas, nos bares de França, não era isso? E aí quando Kardec começa a fazer perguntas sérias, os espíritos brincalhões, né, Elita, né, Mano, né, Denise, eh, quiseram assim responder, mas não deram conta. Então, logo a plateia espiritual foi substituída igualmente pelo nível
r perguntas sérias, os espíritos brincalhões, né, Elita, né, Mano, né, Denise, eh, quiseram assim responder, mas não deram conta. Então, logo a plateia espiritual foi substituída igualmente pelo nível das perguntas, né? A a seriedade tinha que ser resposta com espíritos que tinham inteligência, tinham conhecimento, filósofos, historiadores, educadores, enfim. Então, a gente vê que Kardec vai trazer igualmente, não é? Tem a questão aqui igualdade de merecimento do ponto de vista hierárquico. A neles, incontestavelmente uma propensão para se ocupar de uma coisa preferentemente a outra. Então, os espíritos têm as suas ocupações, tem as suas predileções, tem as suas vocações e as suas competências. Aí ele vai citar, por exemplo, os batedores jamais saem das manifestações físicas. Entre os que se dão as comunicações inteligentes, há poetas, músicos, desenhistas, moralistas, sábios, não é? Eh, espíritos que têm a sua inteligência, né? médicos, quer dizer, são especializados, são especialistas, tem conhecimentos específicos e é perfeitamente compreensível que ao se manifestar eles então tragam determinadas características que lhe são próprias. Kardec, inteligentemente vai dizer, assim como são os espíritos, também são os médiuns, que na verdade os médiuns do lado de cá são os espíritos encarnados que somos nós e que permitimos, né, pela faculdade medianímica, que essa comunicação se dê. Então você também vai ter, no caso Kardec vai estudando, médiuns que são especiais, médiuns que têm determinadas propensões para receber determinado tipo de comunicação, determinado tipo de espírito, se afiniza com mais facilidade, né, tem uma integração maior, né, e aí o processo se dá. Então é nesse sentido assim, anassando bem rapidamente, né, querida Euzita, que Kardec vai trazer a questão dos médiuns especiais. Muito bem, Denise quer comentar alguma coisa sobre isso que o Geraldo respondeu? >> Não, podemos seguir para uma excelente resposta. >> Uhum. Muito bem. Então, nós temos a nossa questão dois. Como é que ainda
m, Denise quer comentar alguma coisa sobre isso que o Geraldo respondeu? >> Não, podemos seguir para uma excelente resposta. >> Uhum. Muito bem. Então, nós temos a nossa questão dois. Como é que ainda dentro desse item 185, né? Como é que Kardec explica o peso das aptidões do médium e do espírito nas comunicações? Os espíritos têm preferência por algum tipo de médium? Como é que isso acontece, Denise? Uhum. Eh, Carlos, eu quero inicialmente saudar todos os que nos acompanham aqui no programa e eu quero destacar esse capítulo como um todo de O livro dos Médiuns, que é um capítulo de sistematização. O codificador é como se nos colocasse diante daquele momento em que ele, tendo lidado com tantos dados, assim, com tantas comunicações mediúnicas, ele começa a organizar por categoria os espíritos e os médiuns para que nós compreendamos melhor. Então quero destacar esse capítulo que é especialíssimo e aí você nos pergunta sobre o peso das aptidões do médium e do espírito nas comunicações. E antes que a gente olhe especificamente para o que Kardec diz sobre isso, a gente lembra do peso das aptidões nas nossas próprias atitudes, nas nas próprias atividades que nós fazemos. Então, alguém que tenha uma aptidão para um trabalho manual, especificamente, por exemplo, faz com uma desenvoltura, com uma certa rapidez, com uma capacidade de lapidar aquele trabalho extraordinário. Já um outro que entende mais ou menos, que não tem tanta aptidão, pode desenvolver, mas não com o mesmo grau, com o mesmo nível de perfeição. Penso que esse exemplo que é da vida comum nos ajuda a mergulhar aqui no texto cardequiano que o Geraldo já adiantou aí foi destacando a essa diversidade de espíritos que existe. E o texto de Kardec nos diz que a de par e par ali com a aptidão do espírito a do médium, porque o espírito e o médium estão ali compondo uma dupla. E isso é extremamente importante que haja entre eles aquilo que a gente chama de sintonia, mas o que o texto está especificamente chamando de aptidões, que são qualidades
estão ali compondo uma dupla. E isso é extremamente importante que haja entre eles aquilo que a gente chama de sintonia, mas o que o texto está especificamente chamando de aptidões, que são qualidades particulares que nós podemos apreciar. Um pouco mais adiante, ainda nesse mesmo item do livro, o codificador vai nos dizer que quanto às forças mediúnicas, o espírito preferirá um ou outro médio, conforme o gênero da comunicação que queira transmitir. Essa sentença é muito importante para nos dizer que um espírito não escolhe aleatoriamente um médium, mas essa escolha tem a ver com as aptidões do médium, com a mensagem que quer ser transmitida, com o propósito do espírito. Então essa escolha ela é muito significativa, ela não se dá ao acaso. Eu faria esse destaque ao final, Carlos, eh devolvendo aqui a resposta para você para trazer essa ideia de que entre o espírito e o médium há laços muito importantes, muito delicados, que precisam ser observados na análise de uma comunicação mediúnica. >> Ótimo, Denise. Excelente. E olha só, Geraldo, vamos continuar com você. Explique por gentileza. Eh, Kardec informa que a maleabilidade do médium interfere nas comunicações. Clareia para nós isso, por favor. >> É interessante porque Kardec tava fazendo eh os estudos, né, com base eh em experiências, em testes. Ele fazia realmente as consultas, ele examinava, ponderava, comparava. eh, fazia inclusive questionamentos a diversos médiuns e foi constituindo de uma maneira assim muito competente a codificação espírita. Porque se a revelação vem dos espíritos superiores, a materialização da doutrina espírita é por conta de Allan Kardec. Então, a gente tem que reconhecer esse trabalho missionário. E ele foi examinando, foi percebendo como esse espírito de pesquisador, né, eh, científico, que que lhe era natural da formação toda que ele teve, ele ia fundo as questões, né, para tirar dúvidas, para poder deixar de um jeito o mais inteligível, compreensível para nós. E essa didática, né, essa
que lhe era natural da formação toda que ele teve, ele ia fundo as questões, né, para tirar dúvidas, para poder deixar de um jeito o mais inteligível, compreensível para nós. E essa didática, né, essa metodização, sistematização, organização a que a professora Denise Lino se referiu, é realmente a gente tem muito a aprender, né, com Allan Kardec. Veja, a questão da maleabilidade é como você usar um instrumento, porque o médium é um medianeiro que serve de instrumento. Ele é como se fosse aquela ponte através da qual vai se permitir uma comunicação. E para que isso aconteça, o médium deve estar devidamente preparado. Ou depender da natureza, como a professora tava falando, né? eh, do tipo de comunicação, inclusive da abordagem de seu conteúdo e tudo, você vai ter também a condição, a especificação do espírito comunicante. Assim também o médium. O médium, por exemplo, que não tem facilidade, digamos, né, com a parte da literatura, da poesia, do poema, eh, ele talvez, talvez não vai encontrar com certeza mais dificuldades em tá psicografando, não é, eh, por exemplo, obras, né, que sejam de cunho literário na poesia, né, na, eh, no poema e tudo mais. Provavelmente esse médium, ele já desenvolveu essa potencialidade em algum momento, em outras encarnações, em outras experiências, no plano espiritual, para que ele tenha condições de fazer, né, digamos, aquela instrumentalidade para funcionar de uma forma que não cause obstáculo. Porque a gente sabe que a comunicação é um processo que não é tão simples, é de per espírito a perespírito numa sintonia, afinização que acontece espírito espírito comunicante com espírito médium que está se tornando, né, um instrumento ali. Então se você não encontrar elementos de conexão, né, que estejam, por exemplo, acessíveis no cérebro do médium, que é o espírito encarnado, vai ficar difícil o trabalho. Então isso que é importante. Você pode não ter no momento agora, por exemplo, Chico, ele não é, Denise, ele não teve a oportunidade do estudo na presente
írito encarnado, vai ficar difícil o trabalho. Então isso que é importante. Você pode não ter no momento agora, por exemplo, Chico, ele não é, Denise, ele não teve a oportunidade do estudo na presente encarnação. Estudou ali até, né, o a quarta série, assim, né, o primário. Eh, eh, no entanto, ele era um médium eminentemente preparado numa escrita escorreita, maravilhosa, eh, objetiva, clara, não é? Não é que fosse perfeita, ele tinha as as revisões que perfeitamente natural, mas era de uma maestria assim admirável. Por quê? Porque ele adquiriu isso certamente em experiências anteriores. Então essa meleabilidade, você vai pegar o médium, né, no caso do da pintura, por exemplo, dar um exemplo aqui, se o indivíduo não tiver o mínimo de conhecimento, de experiência que seja do passado, não precisa ser de agora, como é que o espírito vai utilizar de recurso que ele não dispõe, né, na capacidade medianímica para poder fazer o trabalho? Então é questão de bom senso também. Os cpisos vão utilizar aqueles que estão mais bem preparados, assim entendo eu na explicação que Kardec dá. >> Muito bem. Eh, aí sempre que fiquem à vontade para comentar sobre as respostas uns dos outros, tá bem? Eu não vou ficar perguntando, mas se de repente tiver alguma coisa, pode colocar, viu, Denise? Fique à vontade. Eh, Elusita, nós temos duas perguntas do público, uma delas tá relacionada com o assunto que tá sendo abordado agora. Eu vou colocar essa e aí você já coloca outra depois pro Geraldo. A gente volta pro roteiro. >> Então, Denise, eu vou fazer uma pergunta aqui da Andreia. Andreia Henriques, ela coloca assim: "O espírito e o médium que se afinizam já teriam se encontrado no plano espiritual e assim eh e assim podem fazer esse intercâmbio?" >> Hum, essa é uma excelente questão, né? A a André Henriques nos traz aqui uma questão que antecede eh digamos o evento mediúnico propriamente dito e traz essa conexão como anterior à própria reencarnação do médium. E a resposta é que sim, principalmente para aqueles
az aqui uma questão que antecede eh digamos o evento mediúnico propriamente dito e traz essa conexão como anterior à própria reencarnação do médium. E a resposta é que sim, principalmente para aqueles casos de mediunidade missionária. Eh, vou aproveitar o exemplo aí do Geraldo eh que nos trouxe sobre o Chico. Imaginemos que uma obra missionária como Francisco Cândido do Xavier não se faria ao improviso. Então, evidentemente, sim, ele e Emmanuel se conheciam do plano espiritual, talvez inclusive de outras reencarnações, não vou querer entrar nessa seara aqui, mas com certeza se conheciam do mundo espiritual para que houvesse toda essa conexão, essa afinidade com eles. Por outro lado, há um outro exemplo que traria um pouco mais de luz para essa pergunta da André Henriques é se nós nos lembrarmos de uma reunião mediúnica regular, um médium psicofônico que dá a comunicação de vários espíritos necessitados numa reunião e ao longo de toda a sua vida ali dedicada uma reunião mediúnica, não significa que ele tenha se encontrado espiritualmente com todos aqueles espíritos. Porém, a obra de Manuel Filomeno de Miranda nos diz que para as reuniões sérias e os médiuns sérios, reuniões mediúnicas sérias e os médiuns sérios, esse contato do comunicante com o médium, ele começa 48 horas antes. Então é esse contato de aproximação, de perceber a ambiência. Então essa pergunta ela é muito especial porque ela nos permite ir de uma mediunidade eh missionária como a de Francisco Cândido do Xavier e entender à luz da lógica que não seria possível uma afinidade com a Emânimus se não houvesse ali todo um planejamento, uma preparação que ao longo dos anos foi se afinando, né? Quando nós lemos as cartas do Chico e e aí não são cartas mediúnicas, o próprio Chico escrevendo, ele vai dando notícias de que se a sua tarefa vai sendo chancelada, 30 livros, 100 livros, até que a sua vida estivesse, como ele disse, desapropriada em favor do trabalho mediúnico. >> Uhum. Ô mano, eita se permitirem, professora,
e a sua tarefa vai sendo chancelada, 30 livros, 100 livros, até que a sua vida estivesse, como ele disse, desapropriada em favor do trabalho mediúnico. >> Uhum. Ô mano, eita se permitirem, professora, eh, um tava me lembrando aqui Chico Xavier na própria psicografia de André Luiz, não é? que foi um espírito amigo trazido por Emanuel. E a dama da mediunidade, a nossa querida saudosa Sueli Schubert, ela diz no livro Testemunho de Chico Xavier que e todo o trabalho de André Luiz foi coordenado por Bezerra de Menezes e também por Emanuel, não é? E André Luiz, por exemplo, em alguns aspectos, ele tinha uma afinidade mais próxima com o Valdo Vieira. Eh, isso por conta do quê? Exatamente da especialização, né? Valdo era, né, da da área da ciência, então alguns assuntos ele tinha já o conhecimento, né, da atualidade. Isso tudo facilitava, não é que fosse impossível a Chico, porque Chico um espírito muito preparado também, né? Mas a gente percebe quando um livro é assim, por exemplo, feito em parceria, é impressionante. Nós temos, por exemplo, um estúdio Viva que ele é Chico com Emanuel e Valdo com André Luiz. A gente nota a diferença de característica, né, do tanto do espírito quanto do médium de maneira patente, é muito assim clara. Então isso é uma é uma evidência, né, de que existe essa questão mesmo da preparação de todo um trabalho que é feito ao longo do tempo. >> Ótimo, Geraldo. E Denise, eh, Carlos, fazemos pro Geraldo agora a pergunta do Osmar Silva. >> Uhum. >> Olha só, Geraldo, que vai acontecer com o mundo depois das últimas reencarnações? >> Olha, a pergunta é que vai acontecer com o mundo ou com os espíritos? Porque o o mundo, né, o planeta, assim como nós, o planeta também ele se desenvolve, ele evolui. Tanto é que quando a gente, né, estuda em Kardec, no capítulo terceiro do Evangelho Segundo Espiritismo, quando fala muitas moradas na casa de meu pai, Kardec genialmente estabelece a classificação didática em cinco categorias, né, dos mundos habitados pelo nível evolutivo dos seus
o Segundo Espiritismo, quando fala muitas moradas na casa de meu pai, Kardec genialmente estabelece a classificação didática em cinco categorias, né, dos mundos habitados pelo nível evolutivo dos seus habitantes. Então, os mundos primitivos, mundo de expiação e provas, né? Mundo de regeneração, de todo o feliz e celeste o divino. E aí cada um, você vai ver mundo primitivo destinado à primeiras encarnações, né? O os mundos de expiação e provas onde há o império do mal, de regeneração, espécie de equilíbrio entre o bem e o mal. Felizes já há um predomínio do bem e os, né, celeste só há o bem. E aí você vai ver os mundos, eles também nascem, se desenvolvem e depois deixam de existir, né? A Terra, por exemplo, existe há 4 bilhões e 500 milhões de anos, fisicamente falando, ela vai se transformando e em algum momento vai deixar de existir. Alguns estudiosos colocam que vai ser também daqui a 4 bilhões 500 milhões de anos. Então dá muito tempo pra gente ter muita coisa. Quçar chegar no estágio e a terra também vai evoluindo, né? vai em ponto de de avançar como agora numa transição pro mundo de regeneração e vai seguindo suas etapas, não é? Mas tudo na natureza, no universo, no do micro ao macrocosmo, tem um sentido, tem uma razão. Nada é em vão. Então tudo que é feito tem o seu propósito, a sua finalidade e serve para aquilo, né? E depois vai tendo as suas transformações naturais aí para que tudo também siga o curso destinado, né, que Deus eh coloca para todos os seres e para todas as coisas por ele criadas. >> Muito bom, Denise. Nós vamos agora então pro item 186. Nós temos duas duas não, três perguntas, não, duas perguntas nesse item. Vamos perguntar primeiro. Segundo Kardec, quais são os elementos essenciais para o resultado satisfatório das comunicações espíritas? E qual a função da intenção do pensamento e do sentimento nas comunicações? >> Uhum. Eh, essa questão, ela ficou muito interessante, Carlos, e amigos, ah, por conta do adjetivo satisfatório. Então, qual é eh quais são os elementos para um
nto e do sentimento nas comunicações? >> Uhum. Eh, essa questão, ela ficou muito interessante, Carlos, e amigos, ah, por conta do adjetivo satisfatório. Então, qual é eh quais são os elementos para um resultado satisfatório? Então não é para um resultado qualquer, né? Então isso é bem importante de a gente pensar. Então conforme o item 186 do livro dos médiuns, nós temos dois fatores que são primordiais para que o resultado das comunicações espíritas eles sejam satisfatórios, que são um primeiro fator, a natureza do espírito. Então que espírito é esse? O que é que ele quer dizer? Qual é a sua intenção? E por outro lado, que é o, digamos, o reverso disso aí, é a natureza do médium, quem é esse médium e qual é também a sua relação com a atividade mediúnica. Nós poderíamos aqui colocar um exemplo e imaginar, por exemplo, um espírito muito superior, como o Dr. Bezerra de Menezes, que acabou de ser citado pelo Geraldo Campete, o quão limitado e, digamos assim, desto ficaria com um médium que não tivesse para com a atividade médiúica uma relação de muita seriedade. Então esse espírito teria uma imensa dificuldade para se comunicar. E o contrário também é verdade. Embora um espírito que queira burlar, que por natureza seja um espírito que ainda queira enganar, tentando se comunicar por um bom médium, um médium sério, o espírito terá muitas dificuldades e o médium poderá ali coordenar essa reunião, essa comunicação mediúnica. Então, a natureza do espírito é um fator e a natureza do médium, ou seja, os seus pendores. E aqui no livro dos médiuns, estudando esse item pro nosso estudo hoje, eu descobri algo muito importante aqui no texto, que é quando o texto do codificador diz que há um terceiro elemento que exerce um papel igualmente importante, que é exatamente a intenção, o pensamento daquele que interroga. Então, vejamos que Allan Kardec tava aqui muito eh voltado para aquele cenário com o qual ele trabalhava de forma mais direta, que era o cenário de interrogar aos espíritos. Então,
uele que interroga. Então, vejamos que Allan Kardec tava aqui muito eh voltado para aquele cenário com o qual ele trabalhava de forma mais direta, que era o cenário de interrogar aos espíritos. Então, imaginemos aí uma situação, digamos, excelente, a ideal, um espírito de excelente natureza, um médium também de com uma seriedade extraordinária para com o trabalho de bom caráter, mas aquele que coordena a reunião mediúnica destios. Então nós não teríamos aí essa esse resultado satisfatório a que a questão chamou atenção. E isso tudo corroborado, né, pela intenção, pelo pensamento, pelo sentimento que se coloca para que esse evento tão eh sensível que é a comunicação espírita se realize de forma satisfatória, exitosa e possa trazer esclarecimentos a todos os que o procuram. Então, a intenção, o pensamento e o sentimento de boa qualidade são um terceiro fator fundamental para esse processo. Bom, >> muito bem. Ô, Denise, veja só, Geraldo, quer trazer alguma colaboração? >> Eu só dizer da minha admiração, né? É tão gostoso a gente ver uma explicação tão didática assim, né? Então muito naturalmente tem muito, tem já o registro de Kardeco, a explicação consegue tornar isso mais claro ainda e a gente fica aqui só se deleitando, viu? Muito obrigado. >> E é de coração porque é sincero, viu? >> Sim. Beleza. Então, Geraldo, o que é necessário para a obtenção de uma boa comunicação espiritual? O que fazem os espíritos quando não encontram as condições para uma comunicação séria? >> É interessante a pergunta também e a resposta que Kardec até aqui italizada, né, destacada no texto devido à sua importância. Ele vai dizer no sentido de quem está emitindo, de quem está sendo aquele que é o intermediário e de como a mensagem chega. Tudo isso afeta na qualidade. Então você tem que ter uma boa fonte, ou seja, um espírito que esteja ali embuído também de boas ideias, bons propósitos, boa intenção, né, que tem um certo nível evolutivo compatível com aquilo que ele vai tratar, o conteúdo, né, a linguagem
eja, um espírito que esteja ali embuído também de boas ideias, bons propósitos, boa intenção, né, que tem um certo nível evolutivo compatível com aquilo que ele vai tratar, o conteúdo, né, a linguagem também, naturalmente, a gente precisa considerar aí nesse sentido. E o médium está devidamente preparado para ser aquele eh intermediário. A gente não pode esquecer que o médium não deixa de ser um intérprete. Assim como o tradutor é um intérprete, o médium também ele acaba fazendo uma interpretação eh do que ele recebe para poder eh empreender a comunicação. Me lembro, Chico dizia assim, nóssas como médiuns, a gente é como um vaso. Aí você tem o vaso, né, tem a terra ali tudo. você vai limpando aquele vaso, vai jogando a água, a água que vai saindo, à medida que você tá limpando aquele vaso, é uma água ainda, não é suja e tudo, tá lá, tá? depois ela vai saindo mais transparente. Então a a melhor comunicação é aquela que originária de uma fonte límpida, ela seja também ali, né, manifestada, ela seja então trazida com a maior limpidez, a maior fidignidade. Então vai dizer Kardec, para que uma comunicação seja boa, preciso é que proceda de um espírito bom. Se nós estamos falando da qualidade, bondade, né, você tem que ter esse quesito tanto no conteúdo, né, na na linguagem e tudo, tem que ser uma coisa boa. Isso o espírito como sendo comunicante para que esse bom espírito a possa transmitir. E aí vai se dar o processo da mediunidade, que a mediunidade é uma transmissão, é uma comunicação, não é? é uma intermediação indispensável lhe é um bom instrumento. Então ele tem que ter também esse bom instrumento. Para que queira transmiti-la, necessário se faz que o fim visado lhe convenha. E é o que a professora Denise também tá falando, porque aí ó, o espírito ele tem que estar vinculado, interessado aquilo, né, naquilo que vai fazer o propósito que tem. E aí, imagina o espírito que lê o pensamento, que julga se a questão que lhe propõe merece resposta séria, que no caso de uma
culado, interessado aquilo, né, naquilo que vai fazer o propósito que tem. E aí, imagina o espírito que lê o pensamento, que julga se a questão que lhe propõe merece resposta séria, que no caso de uma pergunta, por exemplo, e se a pessoa que lá dirige é digna de recebê-la, então ele vai examinar tudo, né? Será que isso é sério mesmo? Qual é o propósito que tem? Qual é a intenção? E aí ele vai ver se não. Se não for desse jeito, ele não vai perder o tempo respondendo, porque ele não vai ver seriedade. E aí aqui até fiquei surpreso aqui, daí a gente lê, relê tudo e vê, né? de repente fica meio que entregue aos espíritos que eles são afins. Ora, se o médium não é um instrumento sério, se ele não tá com boa intenção, não é que ele seja perfeito, né? Porque como se coloca, a a preparação contínua, né? Ela é um esforço que precisa ser empreendido. O médium tá sempre se educando. Nós, como medianeiros, nós nunca estamos pronto no sentido de estarmos assim eh eh devidamente eh eh iluminados, purificados, né? E a gente não tem mais o que fazer. Pelo contrário, cada comunicação que a gente, né, eh, dá passividade, que a gente é intermediário, a gente aprende e nós estamos aprendendo tempo todo. Se o espírito vê que não há seriedade, ele não vai se interessar, ele não vai permanecer e aí vai, na verdade, ter uma comunicação que é compatível a ao próprio nível ali do médium que vai estar servindo de instrumento. E Kardec fala que acaba ficando entregue aqui livianos, zombeteiros, outros que não têm seriedade nesse processo, né? Por isso a responsabilidade, quando Kardec usa aqui no livro Desenvolvimento Mediúnico, ele fala, não é, professora, desenvolvimento da mediunidade, ele tá se referindo sempre a esse processo educativo que o médium precisa ter. Não é o desenvolvimento só de técnicas, mas é a preparação também eh da emoção, a preparação psíquica, a preparação ética, né, no comportamento cotidiano, porque isso é que vai falar. O que garante a sintonia, a afinidade com o espírito
as, mas é a preparação também eh da emoção, a preparação psíquica, a preparação ética, né, no comportamento cotidiano, porque isso é que vai falar. O que garante a sintonia, a afinidade com o espírito superior não é necessariamente eu ser um médium potente, porque eu recebo mensagens maravilhosas. É porque eu tenho o esforço de ser um homem de bem a cada dia da minha existência. >> Muito bem. Nós temos um comentário aqui do Aldo. Ele coloca assim: "Os médiuns são os órgãos materiais pelos quais os espíritos se exprimíveis aos homens". É por isso que existe, né, aqui a o intermediário, né, o médium para trazer a a comunicação. Muito bom. Eh, queria >> e aí, mano, só um ponto. Aí entra a predisposição orgânica. >> Uhum. >> Que é uma coisa que a mediunidade é uma faculdade espiritual, é do espírito, não é, professora? Mas para que haja a mediunidade em termos de comunicação, que é assim se entende, de intermediação, o médium, ele encarnado, ele tem que ter uma predisposição orgânica, ou seja, uma tendência do próprio organismo do soma para permitir que as comunicações se deem, >> não é? Senão não vai acontecer. Por mais que você tenta fazer curso de desenvolvimento de mediunidade, você não vai conseguir, porque não tem a a aptidão >> não tem nenhum germe. >> É o G, aquela predisposição para que a coisa aconteça. >> Uhum. É muito interessante isso, né? Lá no passado dizia que filha de bruxa, bruxinha é. É uma coisa assim um ditado, né? Mas é que existe um fator genético que interfere e está lá aí no livro dos médicos que a mediunidade está radicada no organismo, apesar de ser uma faculdade espiritual. Aí a gente vai lembrar de Gúbio, não é, lá no eh libertação, em que ele vai ser intermediário por materialização no mundo espiritual de Matilde, né, >> que é um espírito bem elevado. Então é, tem é incrível como tem essas coisas na na realidade espiritual. E o que se materializa, inclusive são as cordas vocais, né, que é uma coisa impressionante também, né, que não é nem
elevado. Então é, tem é incrível como tem essas coisas na na realidade espiritual. E o que se materializa, inclusive são as cordas vocais, né, que é uma coisa impressionante também, né, que não é nem ela integralmente. >> Imagina que coisa impressionante. >> É, então aí vemos, né? Vamos lá pro item 187, então, Denise, no E aí vou pedir uma coisa aos nossos participantes. Se vocês tiverem perguntas, gente, podem colocar as perguntas aí que os nossos convidados aqui vão respondendo a vocês, tá bem? Então não leve, não fique com dúvida, não. Tem alguma dúvida, coloca aí, a gente vai tentar atender. Nós, pessoalmente, às vezes não temos resposta, não, mas o espiritismo tem. Então, a gente busca no espiritismo e tenta responder, não é? Então, item 187. Outra coisa também, deixa o like, tá? Se você tá gostando aí da entrevista, das respostas, não deixa de colocar o like. O que que acontece com o like? A gente não tá pedindo para ficar ensalçando os os entrevistados, não. É porque tem um um algoritmo que acompanha. Quanto mais like tiver, mais os as redes sociais vão divulgar, porque há um interesse, então há mais interesse, eles divulgam mais ainda. Então é importante deixar o like. Eh, Denise, 187. Então, ao grupar as diferentes espécies de médiuns, por analogia de causas e efeitos, com a revisão dos espíritos, Kardec inicia apresentando as duas grandes categorias de médiuns. Pode explicar, por gentileza? >> Sim. E a gente vem aqui numa sexta-feira depois das 9:30 da noite, a gente não vai deixar passar em branco um conteúdo desse que é básico, né, e que todos nós precisamos entender. Então, vejamos que Kardec fez de fato uma categorização em dois grandes grupos. Categorização essa que foi referendada pelos espíritos. Então, os médiuns eles são agrupados num primeiro grupo são os médiuns de efeito físico e são aqueles que podem provocar efeitos eh materiais ou manifestações ostensivas. Ainda há pouco, o Geraldo se referiu a uma experiência de materialização no mundo espiritual. Então, vejamos que
sico e são aqueles que podem provocar efeitos eh materiais ou manifestações ostensivas. Ainda há pouco, o Geraldo se referiu a uma experiência de materialização no mundo espiritual. Então, vejamos que essa categorização, ela parece não ser apenas da Terra, né? Ela é uma categorização que transcende esse mundo que nós vivemos. Então, os médiuns de efeitos físicos, daqui a pouco nós será feito um detalhamento sobre isso, são aqueles que podem provocar efeitos que são materiais tangíveis. Eh, a doutrina espírita começa com efeitos físicos que chamam atenção, mas eles não são capazes de dar as respostas que os médiuns de efeitos intelectuais são capazes de dar, porque os médiuns de efeitos intelectuais compõem uma outra categoria, o que não significa dizer que é superior a dos efeitos físicos, mas que é diferente, que tem características que lhe constituem, porque outras comunicações inteligentes ou de efeitos intelectuais conseguem em transmitir mensagens completas, instruções, textos, consolações que as de efeito físico conseguem chamar atenção e não conseguem chegar nesse outro ponto que é o de trazer informação, consolação, conforme dissemos. E há uma informação aqui no livro dos médiuns bem importante que eu quero chamar a atenção para quem tá lendo poder também destacar, se não destacou antes, é quando o texto diz que a através de um efeito físico ou por trás dele, quase sempre está aliado um efeito inteligente. Exatamente porque isso tem a ver com a natureza do espírito. Então o aqueles espíritos que querem trazer uma comunicação que seja instrutiva e consoladora, eles não vão ficar apenas com os efeitos físicos que chamam atenção, mas não chegam nesse segundo ponto. Então, há essa relação aí que é bastante importante que nós prestemos atenção a ela. E os médiuns de efeitos intelectuais, o texto nos diz também que eles servem de intermediários para comunicações regulares e fluentes. Esse detalhe aí destacou-se aqui aos meus olhos agora e eu não poderia deixar de
efeitos intelectuais, o texto nos diz também que eles servem de intermediários para comunicações regulares e fluentes. Esse detalhe aí destacou-se aqui aos meus olhos agora e eu não poderia deixar de chamar atenção, Carlos e Elita. Vejamos os médiuns de efeitos intelectuais ou de efeitos inteligentes que nós poderíamos aqui ilustrar com os médiuns de psicofonia, de psicografia, eles são intermediários para comunicações regulares e fluentes, ou seja, são aqueles médiuns que estão aí para o trabalho por um largo período de tempo. >> Muito bem, excelente, Denise. E Geraldo, alguma colocação aí nesse sentido? OK. Então vamos ver aqui, Carlos, o comentário do Carlos Campos às 22:4. O Carlos colocou, conforme o livro Os Mensageiros, André Luiz Chico, em nosso lar tem vários cursos, incluindo o de mediunidade, para aqueles que reencarnarão com esta disposição orgânica. Então, o projeto reencarnatório de cada um de nós é trabalhado exatamente no ponto que nos competirá exercer as nossas funções enquanto encarnados. Esta é uma realidade, não é? Então, há um preparo, uma especialização no plano espiritual e quando encarnado, se a pessoa dá o devido cuidado e atenção e se prepara, então ele só pode ser o quê? um médium de excelente qualidade, porque o médium mais assim querido pelos bons espíritos, o bom médium, qual que é a característica dele? É exatamente a sua ética moral, não é? Não é a capacidade de produzir fenômenos, é a qualidade dos fenômenos a partir da sua característica evolutiva. OK? Lembrando a Euzita que esse livro é um livro que é o segundo livro da coleção A vida no mundo espiritual, depois de nosso lar os mensageiros. E ele é uma semana de experiências que André Luiz realiza em entrevista com eh aqueles que retornaram terra, ou seja, já desencarnaram e é foram médiuns, né, durante a encarnação, exercendo vários papéis na psicografia, psicofonia, no esclarecimento, no passe, enfim, né, vários assim especialidades e todos eles sem exce sessão falharam. >> Exato.
iuns, né, durante a encarnação, exercendo vários papéis na psicografia, psicofonia, no esclarecimento, no passe, enfim, né, vários assim especialidades e todos eles sem exce sessão falharam. >> Exato. >> Isso que chama muita atenção. Nenhum deles que foram entrevistado, tava analisando vários casos, nenhum chegou a completar integralmente aquele compromisso que havia assumido, né, no planejamento o plano de trabalho, né? É, então isso serve pra gente de assim, né, de alerta, porque é uma questão muito séria. A mediunidade ela é uma instrumentação, instrumentalidade para o bem, deve servir a causa de Jesus, não é? Fazendo bem ao próximo desinteressadamente. E aí entra tantas coisas que estão acontecendo na atualidade. Meu Deus do céu, a mediunidade continua sendo aquele, né? Eh, eh, que Kardec usa uma palavra, como é que ele usa? O escorço do espiritismo, né? Que que é isso que ele usa, que é um é como se fosse um, ainda uma dificuldade que a gente tem, um desafio. Por isso o estudo é fundamental, né? A gente estudar para poder aprender e ter segurança na prática. >> Eu escolho geral. >> Escolho da medida. >> Escolho. Escolho da medida. Só um comentário bem rápido sobre esse livro que eu acho que a gente precisa começar a prestar atenção no título. O título não é medianeiros, mas o título é mensageiros >> e os que estavam lá todos deveriam trazer mensagens de consolação e faliram, né? Então, só o título já faz a diferença aí na narrativa real que André Luiz traz para todos nós. >> Um grande chamamento, porque a gente tem que entender o que é a mediunidade. É uma ponte. E diz Emanuel, uma ponte por onde transitam anjos e demônios. >> Hum. >> Agora, a sintonia é nossa. >> O que eu serei capaz de interpretar e de representar nessa ponte? A ponte vem para mim. O que vem através dela depende de mim, não é? Muito sério. E continuando, Geraldo, vamos entrar no item 188, espécies comuns a todos os gêneros de mediunidade. Kardec apresenta, nesse item 188 as espécies comuns a todos os gêneros de
mim, não é? Muito sério. E continuando, Geraldo, vamos entrar no item 188, espécies comuns a todos os gêneros de mediunidade. Kardec apresenta, nesse item 188 as espécies comuns a todos os gêneros de mediunidade. Você pode discorrer sobre elas, por favor? >> Posso sim. É tão interessante aqui no livro dos médiuns, né, Elusita Mano, professora querida, queridos, estão nos acompanhando, que a gente ouve dizer que todos nós somos médiuns e somos realmente, isso está dito no livro dos médiuns, nesta obra que é a o maior assim, digamos, né, eh, repositório informacional que a gente pode ter sobre a mediunidade. Às vezes a gente fica procurando aí novidades e tudo mais, a gente tem que ler e estudar a base. Estudar. Todos nós somos médiuns. A gente precisa ler, estudar Kardec. E aqui é a fonte primária dessas informações fundamentais para entender a mediunidade e a gente poder servir cada vez melhor. E aqui diz, todos somos médiuns, mais ou menos médiuns. Só pela capacidade que a gente tem de perceber e de sentir a realidade espiritual. Só por esse fato nós somos médiuns. Sabe por em potencial, como é uma faculdade anímica, é uma faculdade da alma, é uma faculdade do espírito, então todos somos médiuns. Mas o desenvolvimento, a o a o aflorar e o trabalhar essa mediunidade depende de de uma série de características, inclusive essa principal que é a predisposição orgânica, não é? a aptidão, a tendência para se poder trabalhar numa ou noutra área. Então, há um elemento que é comum para todos nós, que é essa tal da sensibilidade. Todos nós, de certa maneira, somos sensitivos, porque a gente percebe, a gente sente uma realidade que é transcendente, uma realidade que não é material. Então a gente tem, né, intuição, tem informações que chegam como inspiração e a gente vai percebendo todo esse contexto. Então Kardec fala os médiuns sensitivos, né, que essa é, digamos assim, a característica comum, né, que seria para todos. são pessoas suscetíveis de sentir a presença dos espíritos, por uma
contexto. Então Kardec fala os médiuns sensitivos, né, que essa é, digamos assim, a característica comum, né, que seria para todos. são pessoas suscetíveis de sentir a presença dos espíritos, por uma impressão geral ou local, vaga ou material, a depender, não é, da da natureza, da condição de cada um. A maioria dessas pessoas distingue os espíritos bons dos maus pela natureza da impressão. Ah, então tentando, tô sentindo assim, sabe que o pessoal fala, tá encosto aqui, não é? já porque eu tô me sentindo meio encostado, se uma coisa assim, você não sabe passando meio mal, mas o que que é isso? É para tá sentindo de fato uma presença que não é agradável, né? Eh, que traz assim um certo peso, uma angústia, por exemplo, você começa a ficar angustiado, né? Já entra, vai entrando em sintonia e aí daí a pouco porque a mediunidade é é um algo muito sutil, gente, né? A gente, né? vai, daí a pouco você já tá conectado. Então a gente tem que ter esse cuidado, essa vigilância, porque essa sensibilidade é muito muito comum. E ele diz mais que os médiuns delicados e muito sensitivos devem abster-se das comunicações com os espí violentos. Olha aí, não é? Porque causa impressão penosa por causa da fadiga e daí, né? Eh, pode ficar muito cansado. Isso é muito comum acontecendo nas reuniões medianímicas, né? Runiões mediúnicas. Você tem ali às vezes espíritos que vem, você tem características de médium. Médium às vezes ele é mais assim, aparece aquele gente, a flor da pele, né, professora, que a gente fala, aquele médium intenso, né? Ele é bem assim, ele consegue reproduzir bem as sensações do espírito. Porque a gente vai aprendendo, né, mano, na experiência. Você disse assim: "Ah, o espírito diz está com sede, né?" Não, ele não tá com sede não, porque você já tá desencarnado, aí você não sente sede. Ah, pelo amor de Deus, né? a gente tem que ter o mínimo de bom senso. E tá recebendo o irmão e necessidade, tá com sede, ele tem que pelo menos ter a sensação de que ele tá tomando uma água,
nte sede. Ah, pelo amor de Deus, né? a gente tem que ter o mínimo de bom senso. E tá recebendo o irmão e necessidade, tá com sede, ele tem que pelo menos ter a sensação de que ele tá tomando uma água, alguma coisa assim, ele vai ser tratado como alguém com quem a gente tá conversando ali ao lado, né? Então, hoje a gente já tem isso muito mais claro, mas só para dizer, né? Eh, André Luiz, quando ele trouxe o livro Desobsessão, ele fez questão de que a obra tivesse imagens, fotos, né? E eu me lembro até nas histórias e tudo, o Dr. Vantu disse: "Mas ia ficar muito caro, professora, fazer a edição do livro, né, porque era ilustrado e tal". Aí falou: "Não vai dar para colocar as imagens". Aí o André Luiz falou: "Então não publica". O espírito falou, falou pro médico >> simples assim, simples, >> simples. Então não publica porque precisa dos, né, das imagens. Até hoje a gente conserva historicamente aquelas imagens daquela época lá, né? O que traz o esclarecimento, traz um, é porque a prática mesma mediúnica não é uma coisa tão simples. Até hoje há dúvidas, há várias coisas que não tem nada a ver propriamente com que Kardec, né, e o desenvolvimento espiritis vem trazendo e a gente tem que tomar esse cuidado. Então a sensibilidade é algo que é comum, exita, né, para todos. >> Muito bem. Vamos então aqui para o nosso item 189, Denise, é agora variedades, variedades especiais para os efeitos físicos, né? Dentro das variedades especiais para os efeitos físicos, como Kardec explica, os médiuns tiptólogos, motores, médiuns de translações e de suspensões e médiuns musicais, quantas categorias, né? Eh, e essas categorias, pela forma como elas estão nomeadas, elas parecem muito curiosas, né? Elas tornam esses médiuns, que todos são de efeito físico muito curiosos. E é importante a gente acompanhar aqui o que diz o texto de O Livro dos Médiuns. Então, os médiuns tiptólogos são aqueles que, pela sua influência eles conseguem produzir ruídos e pancadas. E é muito interessante porque Kardec assinala que
o que diz o texto de O Livro dos Médiuns. Então, os médiuns tiptólogos são aqueles que, pela sua influência eles conseguem produzir ruídos e pancadas. E é muito interessante porque Kardec assinala que essa é uma variedade comum com ou sem intervenção da vontade do médium. Então, eh isso é inclusive um registro histórico, né? Kardec teve muitos exemplos de médiuns tipitólogos, então, espíritos que queriam chamar atenção para a sua realidade, para a sua presença, se utilizavam de médiuns que tinham exatamente essa aptidão. para voltar a um trecho anterior que nós já comentamos essa aptidão para que fossem produzidos ruídos ou pancadas e era uma variedade comum à época, o que não significa dizer que não seja comum hoje, mas depois o próprio livro dos médiuns vai dizer que os efeitos inteligentes eles se tornaram mais regulares e mais comuns. Na sequência aqui nós temos os médiuns motores, que são definidos como aqueles que produzem o movimento de corpos inertes, também indicados aqui no texto como muito comuns. Então, eram médiuns cuja presença e cuja concentração sob ali a influência de um espírito faziam com que corpos inertes se movessem. Então, imaginemos naquele ambiente que Allan Kardec acompanhava muito bem, moviam-se certamente copos, papéis, lápis e outros objetos e o codificador pôde eh anotar e presenciar várias dessas experiências. Depois, os médiuns de translações e de suspensões são aqueles que conseguem suspender um objeto e fazer com que ele se mova no espaço sem ponto de apoio. Isso que é importante. Então são médiuns que muitas vezes suspendem objetos que em outra condição aquele médium como uma pessoa comum, sem a influência de um espírito que quer fazer esse fenômeno, não conseguia levantar o objeto que ele, na condição de médium concentrado e sob a influência de um espírito consegue levantar. Então são esses médiuns que conseguem eh fazer esses movimentos de translação ou de suspensão, alguns dos quais conseguem inclusive suspenderem-se a si mesmo. Então parece um efeito
consegue levantar. Então são esses médiuns que conseguem eh fazer esses movimentos de translação ou de suspensão, alguns dos quais conseguem inclusive suspenderem-se a si mesmo. Então parece um efeito cinematográfico, né? Quando a gente vê essas cenas no cinema, claramente se reporta para isso que aparece aqui no livro dos médiuns. E Kardec diz que esses são mais ou menos raros. Eh, e levantar a si mesmo é ainda um fenômeno mais raro, segundo apresenta Kardec. Então aqui, se a gente tivesse a condição de estudar predisposição orgânica, nós estaríamos certamente diante eh de dados pouco estudados pela ciência. E por fim, nesse primeiro grupo, os médiuns de efeitos musicais, que são aqueles que conseguem a execução de composições em certos instrumentos de música sem um contato anterior com esses instrumentos. E aí vale a mesma informação que o Geraldo trouxe anteriormente para o Chico Xavier. Aquela habilidade toda de escrever não foi conseguida numa vida em que ele chegou ao que hoje se chama o quinto ano do ensino fundamental, uma fase de conclusão da alfabetização. Aquela experiência de Chico era pretérita, era anterior a essa existência. E esse também é o caso de muitos médiuns de efeitos musicais que só tocam datos, instrumentos sobre a influência de um espírito que os dirija para essa finalidade. Então essa é a primeira classificação aí ou a primeiro primeiro grupo de exemplificação, melhor dizendo, que Kardec traz pra gente. >> Ótimo. Ô Deusa, só um segundinho, aproveitar aqui para fazer uma publicidade, né? Nós inauguramos na agora na terça-feira o Estudando a Revista Espírita. Começamos com o ano de 1858 e aqui lembrando aos nossos internautas, né, os participantes aqui do nosso estudo, que nós continuaremos na semana que vem, toda terça-feira, às 21:30. Então, não perca esse estudo onde nós vamos estudar um médium muito interessante que se suspendia a si mesmo, não é? Que era o home, o médium home. Então nós isso está lá na revista espírita, nós vamos trazer aí. Pode
esse estudo onde nós vamos estudar um médium muito interessante que se suspendia a si mesmo, não é? Que era o home, o médium home. Então nós isso está lá na revista espírita, nós vamos trazer aí. Pode seguir os itens, desculpe aí. Ótimo. Não, tranquilo. Gostaria de acrescentar ainda, se você não teve oportunidade de assistir ao primeiro episódio do Estudando da Revista Espírita, vá na FEB TV, verifique, porque nós tivemos um episódio muito rico, onde o nosso Evandro trouxe os meandros da tradução do francês para o português e a presença também do do Alessandro trazendo eh pontuações, curiosidades que Às vezes nós deixamos passar despercebidos. Então, para que você entenda bem todo o projeto, todo o processo da organização da revista espírita, não perca o primeiro episódio, depois se ligue no segundo, todas as terças às 21:30, não é? Então, eh, vamos, Geraldo, continuar a questão nove. Continuando com as explicações de Kardec sobre as variedades especiais para os efeitos físicos, explique por gentileza sobre os médiuns de aparições, médiuns de transporte, médiuns noturnos, os médiuns pneumatógrafos e muito importante, anota de Kardec sobre eles. >> Muito bem. a gente continua, porque nós estamos fazendo um estudo, né, gente? Vê esse estudo, a grande vantagem é que percorre realmente o livro integralmente, item a item, né? Parágrafo a parágrafo. Então é muito importante. A gente tá aqui continuando vendo a classificação, né, dos médiuns chamados de efeitos físicos. E aqui a gente tem uns outros casos também curiosos, médiuns de aparições. Esse termo aparição é muito curioso, porque a época de Kardec havia a realização das experiências de materialização, como foram surgir um pouco depois da sua desencarnação. surgiram ali mais no final da do século XIX, início do século XX. A professora me corrija aí qualquer coisa. E ali as materializações ganharam impulso e os estudos puderam ser realizados mais assim, digamos, expencialmente, eh, com base nas informações que Kardec
X. A professora me corrija aí qualquer coisa. E ali as materializações ganharam impulso e os estudos puderam ser realizados mais assim, digamos, expencialmente, eh, com base nas informações que Kardec trouxe, os espíritos trouxeram, mas Kardec foi codificando, enfim, foi estudando e trazendo para nós também de maneira interessante, mas muita da base que Kardec colocou, eh, ela veio ser experimentada depois, como a gente vê, por exemplo, no próprio livro livro céu e inferno, na sua segunda parte. Aqui no livro mesmo dos médiuns, na segunda parte, os vários tipos de comunicação que existe, né, a gente vai verificando que muitas práticas aconteceram depois. Materialização foi assim, né, como a gente tem o curiosíssimo fato, né, de eh William Crooks trazendo para nós em fatos espíritas que a gente tá reeditando agora. O livro acabou de ser impresso, viu? Vai chegar o ebook também já vai ser publicado, uma nova edição na curadoria do Samuel. O Samuel Magalhães, nosso querido amigo, ele falou: "Geraldo, encontrei uma foto hoje, tal, tal, tal, tal". Eu falei: "Vamos ver lá com a Bet como é que tá o livro. Já acabou de ser impresso, vai ficar pra próxima edição, meu querido, porque o pesquisador, o autor, né, professor, é desse jeito, sempre tá encontrando alguma coisa." Mas o livro tá lindo, tá maravilhoso, né? E vai narrar toda essa história aí de Florence Cook, né? de Katia King na materialização e todos os estudos que foram feitos. Ele foi contratado, digamos assim, como uma missão, né, pela academia eh inglesa. Ela desmascara logo tudo isso aí para dizer que é a farça e tudo. Ah, em dois meses a gente resolve isso. Levou dois anos estudando e teve que fazer um relatório. Pode dizer que era tudo verdade. Foi afastado, né, professora? Foi ridicularizado pelos pelos pares, infelizmente, né? que até hoje a ainda a ciência tem esse esse que ainda tão materialista. Mas aqui então os médiuns de aparições que a gente poderia dizer aqueles que vão possibilitar, né, de certa maneira a materialização,
é hoje a ainda a ciência tem esse esse que ainda tão materialista. Mas aqui então os médiuns de aparições que a gente poderia dizer aqueles que vão possibilitar, né, de certa maneira a materialização, eh, seja ela tangível ou não tangível, os que podem provocar, então, aparições fluídicas ou tangíveis visíveis para os assistentes, muito excepcionais, né? Até hoje não é tão comum assim. E vale dizer que quando a gente vê um espírito, nós estamos vendo o perespírito do espírito, que é o corpo espiritual. É como o Leão Deni nos fala no invisível, a forma da gente ter a identificação do espírito é pelo pelo espírito. Confere Manuelzita, professora. Então, né, que o espírito ele precisa se revelar de alguma forma e ele se mostra pelo corpo espiritual e é através desse corpo espiritual, desse per espírito que tem todas aí as explicações que a gente pode encontrar, inclusive para os fenômenos mediúnicos. Se não fosse o perespírito, eles não aconteceriam e a gente não os entenderia. Os médiuns de transporte são também médiuns de efeitos materiais, efeitos físicos, os que podem servir de auxiliares aos espíritos para o transporte de objetos materiais. Variedade dos médios motores e translações são também excepcionais. Gente, isso aqui é uma coisa impressionante. Eu já tive casos, por exemplo, oportunidade de estar diante de um médium em que você tá num elevador e de repente materializa uma pedra, por exemplo, né? Você tá numa sala e materializa uma flor, né? Assim. é uma coisa, é, é uma espécie de faculdade medianímica, né, e também de usando o magnetismo e tudo, eh, para que o um algo se desintegre, né, ou se desmaterialize de um local e se materialize no outro. Como é que você poderia, por exemplo, ter algo que está fora de um ambiente, você ter uma parede e aquilo sem que você veja apareça do lado de dentro? é porque se desmaterializa e se rematerializa, fluidicamente falando. Aí a gente tem todos os estudos, né, como magnetismo espiritual, pra gente poder aprender e tudo v esses usos. Médiuns noturnos, que
porque se desmaterializa e se rematerializa, fluidicamente falando. Aí a gente tem todos os estudos, né, como magnetismo espiritual, pra gente poder aprender e tudo v esses usos. Médiuns noturnos, que é uma coisa curiosíssima também, os que só na obscuridade obtém certos efeitos físicos. É a seguinte a resposta que nos deu um espírito, a pergunta, né, quando fizemos sobre essa daqui, se poderia considerar esses médicos como constituindo uma variedade. Ele dise que de uma forma também o médium e não é nem tanto pelo médium, eu entendi aqui, professora, é mais pela condição às vezes do ambiente físico. Então você imagina aqui que você não tinha tanta luminosidade, então o fedô não acontecia na obscuridade. Gente, quando se fala em materialização, inclusive, você não pode ter muita luminosidade, não é? Você precisa de um ambiente específico, luminosidade adequada, não é? É porque senão você não consegue pelo próprio fluido, né? Ele tá mais e digamos assim, menos denso, mais que intensenciado, se você me luz ali intensa, vai ser detonado, né? Ele vai se diluir, né? Então a gente precisa considerar tudo isso. Mas aqui ele vai dizer que poderia como meio que não poderia também, porque acaba que esses médiuns, tanto em em ambientes assim obscuros, mas, né, sem a luz, eles também poderiam realizar os fenômenos, né? Eh, assim, a gente lembra que no passado você tinha as câmeras em que o médium ficava isolado, né? O próprio estudo com Kating, né, Florence Cook, o espírito é Kating e a média Florence Cook. tinha todos os estudos lá, não é? Bom, vamos para os pneumatógrafos, os que obtém escrita direta é chamada pneumatografia. O fenômeno que aconteceu com Moisés no Monte Sinai, nas tábuas de pedra, né? Para mim, aquilo foi um fenômeno de piropineumatografia, né? piro por causa do fogo, eh, e pneumatografia porque foi escrita direta e foi esculturado no fogo. Que coisa de doido, né? E aí a gente tem aqui eh um ponto que ele vai desenvolver esse assunto são coisas raríssimas. A
fogo, eh, e pneumatografia porque foi escrita direta e foi esculturado no fogo. Que coisa de doido, né? E aí a gente tem aqui eh um ponto que ele vai desenvolver esse assunto são coisas raríssimas. A pneumatemografia que é escrita direta, não é? É um fenômeno muito raro, muito fácil de ser imitado pelos trapaceiros, né? Então aí ele vai dar a nota aqui, os espíritos, a nota que você pede a explicação, né, Zita? Os espíritos insistiram, contra a nossa opinião, em incluir a escrita direta entre os fenômenos de ordem física pela razão que disseram eles. Veja, Kardecando que a pneumatografia fosse, né, um fenômeno de efeitos materiais, efeitos físicos, mas os espíritos disseram que era sim, que aí era para manter ali. Aí Kardec faz uma nota honesta. Olha a honestidade do pesquisador, não é? Aí ele vai e coloca, né, o que os espíritos disseram. Os efeitos inteligentes são aqueles para cuja produção o espírito se serve dos materiais existentes no cérebro do médium. Daí os efeitos inteligentes, intelectuais, o que não se dá na escrita direta. A ação do médium é aqui toda material, ao passo que no médico escrevente, que é o psicógrafo, como a gente chama hoje, ainda que completamente mecânico, o cérebro desempenha sempre um papel ativo. Agora veja, mesmo no fenômeno de pneumatografia, a necessidade do médium. Tem uma questão no livro dos espíritos intrigante que o pessoal usa para a questão, né, do que surgirá no futuro, provavelmente para falar daquelas, como é que é o nome, gente, agora me fugiu, que você pode ter, né, eh, dispensar propriamente o médico e a gente conseguiria a transcomunicação instrumental, né? Eh, enfim, a gente vai ter muitos recursos futuramente, mas até o momento a gente precisa do médium. mesmo na escrita direta. Aí que por isso que eles colocam que um fenômeno material praticamente, porque você não tá associando diretamente ao cérebro, né? Você não tá utilizando o médium ali presente como você usa na escrita, mas o médium pode estar até uma certa
m fenômeno material praticamente, porque você não tá associando diretamente ao cérebro, né? Você não tá utilizando o médium ali presente como você usa na escrita, mas o médium pode estar até uma certa distância, vão se utilizar da sua faculdade, da possibilidade, inclusive de tornar aquilo materializado, né? Por exemplo, você tem um papel em branco, de repente começa a desenhar as letras. Ali você precisa ter fluidos, né, magnético espirituais para que o fenômeno aconteça e se torna materializado. Às vezes ele é tangível, às vezes não. Às vezes ele é tangível temporariamente, depois ele perde-se, né, e às vezes ele permanece. Então são nuances do estudo muito interessante, né, que causa curiosidade e vai despertando aí, né, a nossa a nossa vontade de aprender cada vez mais. Muito bom. Excelente. E Denise, vamos para a última pergunta. Depois nós temos aqui umas duas ou três do nosso público ainda para responder. Explique, por gentileza, de acordo com Kardec, porque os médiuns curadores e os médiuns excitadores foram classificados dentro das variedades dos efeitos físicos e não apresenta essencialmente uma faculdade mediúnica. >> OK, Carlos? Então, acredito que agora quem tá lendo o livro dos médiuns pela primeira vez deve pensar assim: "Enfim, chegamos na realidade do Brasil, né? Os médiuns curadores são muito comuns no Brasil ao longo de toda a sua história." Mas observando o que Kardec diz, nós verificamos que há muita lógica nessa categorização que ele faz. Vejamos que nessa parte do texto deste capítulo, especificamente, nós estamos falando sobre médiuns de efeitos físicos. E aqui já trouxemos vários. E no caso dos médiuns curadores, é muito patente o resultado da ação mediúnica para todos aqueles que podem ver, que podem testemunhar. Mas o que nos diz Kardec? Os médios curadores, eles têm o poder de curar ou aliviar o doente só pela imposição das mãos e pela prece. E vai nos dizer o codificador, com o apoio dos espíritos que o assessoravam, que essa faculdade não é essencialmente
s têm o poder de curar ou aliviar o doente só pela imposição das mãos e pela prece. E vai nos dizer o codificador, com o apoio dos espíritos que o assessoravam, que essa faculdade não é essencialmente mediúnica e que possuía todos os verdadeiros crentes, sejam médiuns ou não. A maioria das vezes é apenas uma exaltação do poder magnético que cada um de nós tem, fortalecido esse poder magnético pela ação dos espíritos, o que nos remete à recomendação de Jesus no discurso aos discípulos de que saíssem e curassem. Vejamos que correlação se mostra aqui tão importante. Então, os médios curadores, embora o resultado da sua atuação possa ser categorizado à conta de efeito físico, na verdade estão mobilizando uma potência que é do próprio espírito, da própria alma, digamos assim, aqui para não confundir, uma potência da alma potencializada, ampliada pela presença de um espírito benfaz ali. ao seu lado, porque os médiuns curadores, é importante destacar, são sempre auxiliados por espíritos bem fazejos. Nós não encontramos na literatura um relato que um obsessor tenha aí protagonizado curas. Essa é um um uma relação que seria muito estranha para esse caso. E o outro médium são os médiuns excitadores. Eu achei muito interessante reler isso, Carlos, porque Kardec muita clareza vai nos dizer que são pessoas que t o poder de, pela sua influência desenvolverem outras a faculdade de escrever. E aqui nós poderíamos colocar uma barra e poderíamos listar outras faculdades. E aí lembramos de grandes líderes ao longo de toda a história da humanidade, pessoas com liderança que são capazes de fazer às vezes não só com que uma pessoa, mas que uma quantidade significativa tomem certas atitudes. E o texto também nos diz que há, nesse caso, muito mais um efeito magnético do que um caso de mediunidade propriamente dito. E isso nada prova a intervenção de um espírito. E aí nós observamos, por exemplo, um bom psicólogo, um bom professor consegue manejar bem uma outra pessoa e levá-la a se perceber, a desenvolver as suas
isso nada prova a intervenção de um espírito. E aí nós observamos, por exemplo, um bom psicólogo, um bom professor consegue manejar bem uma outra pessoa e levá-la a se perceber, a desenvolver as suas potencialidades, sem que ali tenha ação exclusiva, direta eh, de um espírito, como num nos demais eventos que nós vimos ao longo do estudo na noite de hoje. Mas são dois casos bem interessantes e que ficam muito bem aqui ao final desse estudo neste capítulo que estamos discutindo nessa noite, Carlos. >> Muito bem, Zita, vamos colocar isso aqui pro Geraldo, então tá dirigida a ele. >> Então, Geraldo, Geraldo Campete, uma pergunta da Madalena. Quando sonhamos com um familiar ou um amigo, vemos o espírito ou o perespírito? ou às vezes não é um sonho ou algo vivido e ficou na mente um pensamento que tiver do dia vivido, que tive do dia vivido. >> Olha, eh, a gente, obrigado, Madalena, pela pergunta. A gente tinha falado já sobre a questão do perespírito, né? Então, o que é o espírito? É uma essência, né? Tem aí algumas formas e tudo, mas o que dá identidade para nossa identificação do espírito é o perespírito, tá? que é esse corpo que precisa de alguma forma. Essa forma se dá através de uma condensação, de uma materialização, seja ela mais sutil, né, mais densa. Eh, e a gente vê isso no plano espiritual, inclusive quando André Luiz, mesmo os mensageiros, né, eles vão adentrar alguma ambientação mais densa, por exemplo, próximo da crosta, zonas umbralinas, né, abismais, trevosas, eles têm que densificar o seu próprio perespírito para poder, né, adentrarem ali e tal, senão eles não são nem sequer vistos. Assim como a gente não vê os espíritos aqui, porque eles estão numa dimensão diferente, embora numa, né, e relação constante conoscos. E a questão do sonho, Kardec trata muito bem disso, tá no livro, né, dos espíritos aí com várias perguntas e uma das respostas ao sonho, que é a recordação do que aconteceu durante o sono. Então, quando há uma lembrança da experiência noturna, não é? eh, ou da
vro, né, dos espíritos aí com várias perguntas e uma das respostas ao sonho, que é a recordação do que aconteceu durante o sono. Então, quando há uma lembrança da experiência noturna, não é? eh, ou da experiência do sono que a gente se recorda, a gente teria um sonho. E o que que acontece? Todo dia ao dormir a gente se desprende parcialmente do corpo físico e vamos ter o contato, as experiências com aqueles que nos são afim. Podem ser experiências agradáveis ou desagradáveis. Possamos estar com pessoas amigas ou inimigas. Podemos ter bons sonhos ou sonhos que parecem pesadelos, a depender de uma série de questões. Um dos pontos que você colocou pode ter questão orgânica de alimentação, né, de ansiedade, de emoção, pode ter uma série de interferência, mas em termos espirituais nós nos emancipamos eh assim parcialmente, não é um desprendimento total, porque o desprendimento total se dá que é um laço perespirítico que vai se desatar quando há desencarnação. Às vezes a gente morre, mas não desencarna, né, professora? Porque o quê? A morte é a extinção da vida orgânica. A desencarnação é a liberação, libertação espiritual, desprendimento. Por isso que a gente tem que existando esse desapego gradativamente. E o sono, à noite, a nosso dormir é uma oportunidade disso. E o sonho pode ser sim o encontro com pessoas queridas, pode ser um encontro com pessoas com quem a gente tem uma certa vinculação, pode ser um um notícia que vem como um pressentimento. A obra de André Luía é muito farta. Às vezes você tem um contato em toda a experiência total e vai o indivíduo lembra de um detalhezinho. Ele porque a gente quando volta nós não conseguimos nos lembrar integralmente. A lembrança é parcial. Por quê? que enquanto semidisprendidos ou totalmente desprendidos, a vibração perespiritual está num ritmo mais acelerado. Quando a gente vai reencarnar, mergulhar, né, naquela questão da carne, há o esquecimento do passado, porque a vibração perespiritual que estava num ritmo vai diminuindo e aí
num ritmo mais acelerado. Quando a gente vai reencarnar, mergulhar, né, naquela questão da carne, há o esquecimento do passado, porque a vibração perespiritual que estava num ritmo vai diminuindo e aí nós vamos perdendo o acesso aos arquivos memoriais, né, eh, passados. E isso é um benefício. Quando a gente tá na espiritualidade, a gente se recorda parcialmente. Quando a gente volta à materialidade, a gente esquece de novo parcialmente. E a gente vai vivendo assim. O que Manuel Filomeno de Miranda recomenda no livro Trilhas da Libertação, quando a gente acordar, já não sai andando feito um walking Deck aí, né? Qual que é o Walking Dead? Você já sai meio, né? assim, não. Senta-se à cama, fica ali um pouquinho, né? Reflete, faça uma oração, porque ele diz, "Com esse procedimento a gente se sintoniza espiritualmente e consegue acessar com mais facilidade", então se recordando das experiências que a gente teve durante a noite. Espero ter respondido a pergunta. >> Muito bem. Eh, Denise, você já respondeu essa daqui, mas só para pontuar do Rogério Smith, você comentou sobre o assunto, ele disse assim: "E um trabalho mediúnico de assistência a espíritos sofredores, esses espíritos que serão atendidos se aproximam dos médios dias antes do trabalho". Você até disse umas 48 horas, né? Que é o que >> Sim, sim. com base na obra do Manuel Flamengo de Miranda. Esse é mais ou menos o tempo h que o, digamos, os coordenadores espirituais de uma reunião se utilizam para fazer esse processo de aproximação dos espíritos que serão atendidos por parte dos médiuns, a fim de que o médium possa melhor contribuir para essa assistência, para essa comunicação. O que a gente percebe e conclui é que não é improviso. Sabe aquela pergunta sobre o resultado satisfatório da comunicação espírita? Vale para cá. Então, para o resultado satisfatório de uma reunião mediúnica, esse processo de aproximação, ele é imprescindível. Tanto que alguns médiuns mais sensíveis, eles relatam essas horas que antecedem a reunião mediúnica, por
tado satisfatório de uma reunião mediúnica, esse processo de aproximação, ele é imprescindível. Tanto que alguns médiuns mais sensíveis, eles relatam essas horas que antecedem a reunião mediúnica, por vezes como horas difíceis eh de serem atravessadas, com algum mal-estar, com alguma dificuldade, mas é médium a médium, caso a caso, eh, exatamente testemunhando esse essa organização da reunião mediúnica que antecede a sua execução no plano físico propriamente dita. Muito bom. A Regina Dib perguntou, não é? Eh, se é para colocar o dia e data do estudo da Gênese. O estudando da Gênesis acontece nas segundas-feiras às 20 horas pela FEB Lives, OK? Então, a gente colocou aí no chat, inclusive escrito também. Vamos encerrar, não é, Elusita? >> Isso. >> Então, no próximo encontro nós seguiremos com o estudo da segunda parte aqui, né, das manifestações espíritas. Eh, no capítulo 16 dos médiuns especiais e vamos para os itens 190 a 196, fechando esse assunto. >> Isso mesmo. Prepare e traga suas perguntas. E nós queremos agradecer a você que esteve conosco, aos nossos queridos convidados Denise e Geraldo, a nossa equipe da área de estudo do Espiritismo, Gidelma Iracema também ao Tiago da FEB TV. agradecer o apoio e este momento muito gratificante a todos nós. Fiquem na paz, fiquem com Deus e até a próxima. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde [música] chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade [música] e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos [música] de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe [música] profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de [música]
e trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe [música] profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de [música] qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, [música] designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por [música] toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher [música] ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, [música] mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda [música] mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo [música] esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. [música] A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doe.com.br BR e faça [música] sua doação.
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