#36 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Encerramento do ano. Atendimento de perguntas

FEBtv Brasil 13/12/2025 (há 4 meses) 1:13:29 989 visualizações

Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 36 - Encerramento do ano. Atendimento de perguntas. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer parte do grupo do estudo, acesse: Telegram: https://t.me/livrodo...

Transcrição

Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de Ovre dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional [música] da Federação Espírita Brasileira. >> Olá, você que está conosco. Hoje nós temos o nosso último episódio do semestre. Então, são todos muitos bem-vindos. Damos as boas-vindas aos nossos participantes. Carlos Campete, que é vice-presidente de unificação da Federação Espírita Brasileira, a Ana Maria Pacheco Becker, colaboradora do Centro Espírita Caridade e da União Municipal Espírita de Santana do Livramento, Rio Grande do Sul, da União Municipal Espírita de Santana do Livramento e também do Conselho Regional Espírita da Sesta Região do Rio Grande do Sul, do Centro Espírita Sem Fronteiras. E Ana também é integrante da equipe de traduções de obras da Federação Espírita Brasileira para o Espanhol. E também muito bem-vindo nosso querido Lacera Abraão Fai, que é coordenador da área da mediunidade da Federação Espírita de Mato Grosso. >> Bem-vindos. >> Muito bem-vindos os dois. Satisfação imensa, Euzita, dividimos aqui a tarefa. Saudação fraterna a você que acompanha esse nosso estudo. Nós vamos dar continuidade então a a esse estudo do livro dos médiuns. Hoje nós temos um encontro especial de encerramento, né, do nosso ano de atividades e vamos atender a perguntas. Se você tiver perguntas sobre mediunidade relacionadas com o livro dos médiuns, fique à vontade para colocar as perguntas. Nós temos várias aqui eh preparadas para Ana e pro Lacordo, né? Mas daremos preferência à sua pergunta, né? Nós já recebemos várias, né? A gente tá aqui com elas, mas você também pode colaborar aí no chat fazendo seus comentários. E então nós vamos fazer a primeira pergunta é para todo mundo. A primeira pergunta é pra Ana. Ela vai começar falando do Lacéia também vai responder e nós queríos que você também

ndo seus comentários. E então nós vamos fazer a primeira pergunta é para todo mundo. A primeira pergunta é pra Ana. Ela vai começar falando do Lacéia também vai responder e nós queríos que você também no chat respondesse essa pergunta. >> Olha lá, que diferença faz em sua vida a leitura e estudo de O livro dos médiuns? Olá, é uma alegria estar aqui, Carlos Euzita Lacundero, querido Lacunoder, com todos vocês que estão aí em casa nesse programa aqui que é o encerramento, né, de certa forma até do ano. E essa pergunta ela é muito importante. Eu gostaria também de ouvir a resposta do público, né, porque para mim foi esclarecedor. e esclarecedor, não só em relação à mediunidade, né? Porque quando logo que eu entrei na doutrina espírita, que eu ouvi os trabalhadores falarem, muita gente tinha dificuldade de se assumir espírita, né? o pessoal eh tinha aquela aquela máxima lá que tá no Evangelho segundo espiritismo. Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que empregem domar suas inclinações máximas. E aí o pessoal dizia: "Ah, mas eu ainda não faço isso e até hoje em dia tem gente que diz isso. Eu não faço". Então eu ainda não posso me chamar espírita. Eu tô tentando ser espírita, mas espírita mesmo eu ainda não sou. E aí quando eu li, e eu quase caí nessa conversa, né? Mas aí quando eu li o livro dos médiuns, lá no capítulo 3 do método, né, Kardec fala lindamente sobre os tipos de experiência. E aí ele foi explicando, né, que eh existem espíritas que são experimentadores, que creem simplesmente na só nas manifestações. E para eles o espiritismo é só essa ciência de observação. Eles focam só na mediunidade, no fenômeno. Eles se interessam só por isso de um jeito mais ou menos curioso. Então é o pessoal que dá atenção e foco total à parte prática, a mediunidade. E aí ele foi dizendo que também existem os espíritas exaltados, que são aqueles que confiam cegamente, às vezes de um jeito até infantil na nas questões do mundo invisível, que

prática, a mediunidade. E aí ele foi dizendo que também existem os espíritas exaltados, que são aqueles que confiam cegamente, às vezes de um jeito até infantil na nas questões do mundo invisível, que vão aceitando tudo que os espíritos falam ou que digam que veio dos espíritos. E aí, sem exame, sem verificação. E que esse tipo de espíritas, apesar de crerem nas manifestações e até as alguns até entenderem um pouco por conta disso, de acreditarem muito, né, facilmente em qualquer coisa, eles acabam sendo mais prejudiciais à doutrina espírita do que o texe. Muitas vezes eles se iludem, caem, né, por causa da boa fé. Eh, eles eles entram na conversa de espíritos mistificadores e também de pessoas encarnadas. E aí que apresenta os espíritos, os espíritas imperfeitos. E aí eu me identifiquei, né, que naquela época tava conhecendo, né? Eu digo: "Bom, então tá, então eu posso dizer que eu sou uma espírita imperfeita". Porque são aqueles que olham mais do que os fatos, compreendem a parte filosófica. E aquilo ali eu achava maravilhoso, né? Acho até hoje a parte filosófica linda. São os que admiram a moral, mas ainda não conseguem praticar. Então, às vezes, né, eles estão aí fazendo palestras, às vezes eles estão escrevendo coisas lindas, às vezes a gente tá aqui nos meios, né, nas redes. Eh, mas na vida prática, a influência da doutrina espírita é pequena, quase nula. né? Não são aquelas pessoas que não alteram seus hábitos, não se privam dos prazeres, consideram a caridade cristã só uma ideia bonita, né? Então, é aqueles que têm a doutrina espírita na cabeça, ainda não chegou no coração. E aí ele vai falar então que os verdadeiros espíritas, né, esses que tá lá no evangelho, não se contentam só em admirar a moral espírita, praticam, aceitam as consequências, né, entendem a existência aqui na Terra. E aí as relações com essas pessoas oferecem segurança, porque eles sabem a que vieram e como estão. A caridade é uma prática ou pelo menos, né, eles buscam se inspirar nos exemplos do Cristo e

Terra. E aí as relações com essas pessoas oferecem segurança, porque eles sabem a que vieram e como estão. A caridade é uma prática ou pelo menos, né, eles buscam se inspirar nos exemplos do Cristo e vivenciam de fato, né? Esses são os verdadeiros espíritas, os espíritas cristãos. Então, né, às vezes a gente tem dificuldade de se assumir. Nós devemos, né, precisamos nos assumir como espíritas, talvez ainda imperfeitos, mas o nosso objetivo é chegarmos a ser todos espíritas cristãos. Então, essa foi assim uma coisa maravilhosa para mim dentro do livro dos médiuns. >> Excelente, né? Nossa Ana tá colocando muito bem. Querido Car, querida Euzita. nossa Ana e todos esses corações amigos que nos ouvem, né? O livro dos do livro dos médiuns, em sintonia com o livro dos espíritos, ele vem trazer para nós essa visão como microscópio. O microscópio ele não veio criar um mundo novo, mas veio desvendá-lo. Então, a doutrina espírita através do livro dos médiuns, ela nos traz essa parte prática. E havia muitas ilusões, muitos erros no entorno da mediunidade. Então o livro dos médiuns, ele vem como sendo esse roteiro seguro que o nosso eminente pedagogo Allan Kardec vem nos oferecer, nos trazendo a base de uma convicção sólida, não é? Quando ele coloca que realmente fé inabalável só é aquela que é capaz de enfrentar a razão face a face em todas as épocas da humanidade. Então o livro dos médias vem nos ajudar a mostrar o o mundo dos espíritos que está nós estamos mergulhados nele a todo momento. Então, vem estar nos ajudando esse lado de dessa reflexão profunda e nos trazendo um acesso ao conhecimento dessa paranormalidade que está contida nas relações e inerente ao ser humano. E vem também nos ajudar a desenvolver o aspecto pessoal e moral do uso da mediunidade, mostrando justamente o que Jesus colocou. Dai de graça o que de graça recebeste. Então, o conhecimento do livro dos médiuns, ele é fundamental para que nós possamos estar primeiro desfrutando mais de quem nós somos enquanto espíritos imortais,

ai de graça o que de graça recebeste. Então, o conhecimento do livro dos médiuns, ele é fundamental para que nós possamos estar primeiro desfrutando mais de quem nós somos enquanto espíritos imortais, filho de Deus, aprendiz da vida. em sintonia do que disse nosso querido apóstolo Paulo, nós estamos envoltos por uma nuvem de testemunhas. Então, o livro dos médiuns, o que foi encantador para mim é essa certeza de que nós não estamos desamparados. E onde nós tivermos, nós estamos sob a tutela dos bons espíritos e também com aqueles espíritos que sintonizam conosco em correspondência aos nossos padrões mentais. Então é realmente um guia seguro para todos nós e vem nos trazer essa certeza. A morte ela não é o fim. Nascimento não é o começo. Somos espíritos momentaneamente no corpo físico. Muito bem, Laorder. E para você essa próxima questão, La Corder, o que mais chamou sua atenção quando leu por primeira vez o livro dos médiuns? Olha, naturalmente a a o que mais chama a atenção nossa, que me chamou essa natureza da prática da ciência espírita e o seu papel, né, orientado por Allan Kardec no desenvolvimento das nossas faculdades psíquicas, porque a mediunidade todos nós a possuímos, um grau maior, em grau menor. E o estudo do livro dos espíritos, ele vem nos dar essa possibilidade de nós estarmos aprofundando naquilo que nós já trazemos como atributo divino em nós, são nossas paranormalidades e estabelecer essa relação de uma forma equilibrada, amorosa, fruto do nosso autoconhecimento, que vai nos trazer o autodomínio. E esse autodomínio, nós vamos ter uma condição de ser mais seletivo. Então, é um livro que ele oferece um ensino muito especial sobre todos os gêneros das manifestações mediúnicas, das das manifestações eh psíquicas que nós trazemos e como sendo um roteiro seguro para que nós evitemos sofrimentos desnecessários no mau uso das nossas faculdades. >> Muito bom. Eh, nós temos aqui como resposta à nossa pergunta, né, a primeira pergunta que foi feita para todo mundo. Que diferença

temos sofrimentos desnecessários no mau uso das nossas faculdades. >> Muito bom. Eh, nós temos aqui como resposta à nossa pergunta, né, a primeira pergunta que foi feita para todo mundo. Que diferença faz a sua vida, a leitura estudo do livro dos médiuns? O Aldo Nobre colocou assim: "O intercâmbio de amor e entre o céu e a terra a solicitude paterna". Muito bem, nós temos aqui mais comentários. Temos já duas perguntinhas, já já a gente vai fazer a a Rosa Lúcia. Lê para nós essa aí, Zita, por favor. >> Muito grande por ser médium ostensiva. Essa é minha satisfação muito grande por ser médium ostensiva, participante de reunião mediúnica. Participei do curso com Jacobson e agora com esse estudo. Esse estudo é de suma importância para mim. Muito obrigada, Rosa, para todos nós, né? Estudo é muito importante. >> Muito bem. Eh, Zita e Carlosi. >> É tão importante que quando a gente vê o o livro dos médiuns, é, pelo menos para mim, né, foi muito marcante essa seriedade, um equilíbrio com que Kardec trata, um tema tão sensível, né, e que às vezes é tratada com tanta, tanto descuido, né, com tanta levandade por aí, com abusos. Então, não tem sensacionalismo, não tem promessa paz. ele longe de apresentar a mediunidade como algo extraordinário, especial, né, que às vezes a gente percebe pessoas equivocadamente com essa ideia. Eh, Kardec nos traz que a mediunidade nos apresenta ali no livro dos médiuns a mediunidade como um campo de responsabilidade moral, né, que por trás dos fenômenos tem um convite paraa nossa transformação moral e que não adianta o fenômeno sem essa transformação interior, né? Isso aí não acrescenta nada ao espírito que tem um objetivo maior, né? Não é para nosso divertimento, não é para passar tempo, é pra gente crescer. Então, eh, e também me ensinou que o verdadeiro crescimento espiritual não tá em ver mais, né? E às vezes as pessoas acham isso, ah, é médium e vê e sabe, fala e entra em contato com a espiritualidade, mas é o o verdadeiro crescimento tem que

deiro crescimento espiritual não tá em ver mais, né? E às vezes as pessoas acham isso, ah, é médium e vê e sabe, fala e entra em contato com a espiritualidade, mas é o o verdadeiro crescimento tem que ser melhor, que aquilo ali seja instrumento para nossa transformação. Achei isso fantástico. >> Muito bem. >> E outro, né, Ana, que os espíritos não são seres sobrenaturais, né? Isso >> e e vem justamente nos ajudar eh a mostrar diversas formas, né, a multiplicidade de manifestações e que os espíritos nadaas mais são do que a os homens e as mulheres desencarnados despovido do corpo físico. Então, assim como nós temos alguém que utiliza da sua inteligência de uma forma fazer falcatrugo, fazer enganos, os espíritos também não são diferentes. Não é pelo fato de termos desencarnados que nós já mudamos a nossa personalidade. Então, pelo contrário, aí entra justamente no que disse Jesus, né, a cada um conforme as suas obras. A desencarnação, ela não muda a nossa eh percepção, nossa conduta. Então, se eu tenho uma conduta que eu deixo a Deus, eu vou levar para o mundo dos espíritos em correspondência à forma a vida que eu estou levando. Então, vem justamente nos trazer essa responsabilidade maior e mais ainda, como que os espíritos se manifestam conosco, não é? Kardec vem trazendo eh como que se manifesta através do perespírito, como que se dá, né? Então, a seriedade da prática da mediunidade, né? A importância dessa unidade essencial, né? A moralidade de critérios, como é importante, não é? E mais ainda nos traz essa comprovação de uma forma racional, palpável, que tudo depende da forma como nós nos conduzimos. Nós somos o artífices da nossa felicidade ou não, né? Muito bem. Excelente. A Marilda Veiga colocou o livro que proporciona segurança às atividades mediúnicas, segurança às atividades da casa espírita como um todo. Muito bem, não é? E aí nós temos um outro comentário aqui também, o Beto respondendo. Euzita, pode ler para nós. Boa noite, respondendo. Acredito que me transforma numa pessoa

a espírita como um todo. Muito bem, não é? E aí nós temos um outro comentário aqui também, o Beto respondendo. Euzita, pode ler para nós. Boa noite, respondendo. Acredito que me transforma numa pessoa muito melhor e disposta a seguir estudando para o uso das faculdades adquiridas em favor dos meus semelhantes. >> Muito bom, verdade. >> Excelente. Muito bom mesmo. Aí vão colocando mais comentários. Nós temos aqui eh duas perguntinhas. Podem colocar mais perguntas se tiverem a gente vai apresentando. Eh, nós vamos agora eh uma das coisas que me chamou atenção, aliás eu estranhei, né? Porque Kardec começa logo lá no início do livro dos médiuns perguntando: "Há espíritos?" Então, Ana, por que Kardec inicia o livro dos médiuns perguntando isso? Há espíritos? que isso é o básico, né? Kardec sabia que ele não se constrói um edifício sólido sem alicerces firmes, né? E aí, antes de falar da mediunidade, que é um passo além, ele nos convida a refletir sobre algo mais profundo, sobre a continuidade da vida, né? Sobre a a a permanência em outro de outro em outro modelo, né? A gente pode falar assim, ao perguntar se há espíritos, inclusive ele nos conduz a grande questão, né? O que que nós somos, quem nós somos, né? O que que vai, o que que acontece depois? E essa é a uma reflexão importantíssima e cabível, inclusive hoje em dia, por conta da de tanto que o materialismo tá campeando por aí, nos trazendo desesperança, nos trazendo eh ausências de sentido, né? Então, o saber quem eu sou e que eu continuo ou que os espíritos não são apenas eh criações mentais, né? ideias. Então, se a gente admite que nós somos espíritos imortais, tudo muda, né? Muda a nossa visão da morte, a nossa visão do sofrimento, das relações, do futuro. Então, essa pergunta inicial, ela é menos teórica, mais existencial, profunda. Ela tá chamando a gente para repensar o próprio sentido da vida. E Kardec começava sempre, sempre, sempre tudo, né, do mais simples do mais complexo. Então, para introduzir toda a teoria da mediunidade, ele

chamando a gente para repensar o próprio sentido da vida. E Kardec começava sempre, sempre, sempre tudo, né, do mais simples do mais complexo. Então, para introduzir toda a teoria da mediunidade, ele precisava que a gente tivesse essa certeza, essa segurança de que nós somos espíritos, de que os espíritos continuam, né, depois da morte do corpo físico e que é possível que haja essa comunicação, que a gente pode transformar isto, né, transformar essa capacidade de comunicação em instrumento a serviço do nosso próprio pro crescimento e do crescimento da coletividade. >> Uhum. >> Tanto é, né, Ana, porque eh Kardec vai denominar a doutrina espírito, coloca ela é uma ciência que estuda a natureza, origem do destino dos espíritos e as suas relações com o mundo corporal. Então ele parte do fenômeno conhecido para o desconhecido. Nós vamos perceber que na primeira vez que ele participa do fenômeno das mesas girantes, ele parte daquele fenômeno, ele pergunta o que é que é que está por trás deste fenômeno. Não é nem quem está. O próprio verbete quem subentende-se alguém, né? Ou alguma coisa. Então ele pergunta: "O que é que está por trás deste fenômeno?" Então ele parte do conhecido para mergulhar no desconhecido. E é justamente essa metodologia lógica da doutrina espírita está justamente aí. Então ele vem realmente nos trazer eh essa a forma como ele trabalhou durante toda a confecção de todo o Pentateuco, né, de todas cinco obras. E e é o que realmente como é que eu posso mergulhar em algo que eu não acredito, não é? e vem justamente mostrar o espiritismo como a ciência da alma. Então, se eu acredito, então o que é realmente e ele inclusive ele faz a distinção, a alma, o espírito encarnado. Então, para justamente para ter essa leitura, né, aprofundada da manifestação dos espíritos, né? >> Bem, >> muito bem. E interessante, eh, Ana Cordeir e Carlos, nós lembrarmos que essa pergunta, ela não foi uma pergunta casual, ela foi uma pergunta estratégica, porque mostrou uma decisão metodológica

em, >> muito bem. E interessante, eh, Ana Cordeir e Carlos, nós lembrarmos que essa pergunta, ela não foi uma pergunta casual, ela foi uma pergunta estratégica, porque mostrou uma decisão metodológica de Kardec e profundamente enraizada no contexto histórico e filosófico do século XIX, porque era um período em que se vivenciava na Europa de forma intensa. a transformentual, a ascensão do positivismo popularizado por fonte do materialismo científico. Então, era uma corrente de pensamento que barrava qualquer coisa vinculada à fé. Então, Kardec sacode esse cenário trazendo essa pergunta altamente instigante. E pensando nisso, La Cordé, a questão vai para você. O livro dos médiuns está atual? Sim, profundamente. Hoje quando nós vamos encontrar na psicopatologia um estudo da síndrome de D, né, tromido cromossoma 21, uma hidrocefalia, onde a ciência materialista ou numa visão mais reducionista para, a doutrina espírita complementa. Porque antes da fecundação do espermatozoide com o óvulo, ali já está a presença do agente pensante que é o espírito, que justamente, como dizia Sócrates, nós enquanto seres pensantes, somos viajores do tempo e a vida na Terra é uma estação. Então há o livro dos médunos está profundamente, não só ele, como todo o arcabolso teórico da doutrina espírita atualíssimo. Lá na questão 540 de O livro dos espíritos, numa das respostas os benfeitores colocam: "Na natureza tudo se encadeia, desde o átomo primitivo ao arcanjo." E hoje, quando a física quântica fala, né, desse átomo primitivo, veja, a a matéria, quem tem a matéria numa outra dimensão. Então, a doutrina espírita, tá? Tem um realmente um caráter eh profundamente progressista. Tanto é que Allan Kardec, o codificador, ele tem o cuidado e a e a coragem de dizer que se algum postulado da doutrina espírita a ciência vier a comprovar de forma diferente, que nós abandonemos este postulado e sigamos a ciência. Mas até hoje nós vamos perceber que o todo o conteúdo da doutrina espírita, ele é baseado nas leis

ciência vier a comprovar de forma diferente, que nós abandonemos este postulado e sigamos a ciência. Mas até hoje nós vamos perceber que o todo o conteúdo da doutrina espírita, ele é baseado nas leis naturais, que é o que é permanente. Então ela vem como um complemento da natureza, da da ciência, mostrando justamente aquilo que às vezes nós não encontramos dentro de uma visão reducionista da ciência materialista. Então, ela vem mostrar que os fatos que ocorrem principalmente na área da med da mediunidade não são fatos sobrenaturais. Hoje, quando nós vamos ver, principalmente aqui no Mato Grosso, uma soja com alto índice de produtividade, com alta, os geneticistas não criaram uma nova soja, por entenderem da genética, conseguiram este resultado. Então, quanto as leis naturais, a leis divina, este código moral que nós trazemos, mais nós desfrutaremos de quem somos e daquilo que a vida nos oportuniza. É por isso que Allan Kardec também lá no livro dos no livro dos espíis, na parte terceira, ele coloca as 10 leis, pelo menos 10 leis básicas. Então o livro dos médiuns ele é atualíssimo e justamente quanto mais nós mergulhamos nele, nós vamos ver uma finalidade moral de uma orientação, uma educação moral do espírito. >> Isso >> vem nos mostrar a a a a vivência nossa dentro de parâmetros éticos e morais, a semelhança do que colocou Jesus. Então nós vamos perceber que a doutrina espita com todo o seu conteúdo, principalmente o livro dos médunos, no tocante à manifestações psíquicas estão atualíssimas. >> Muito bem >> isso aí, né Corder? E também é interessante porque agora nesse tempo com tanto excesso de informação que a gente tem, de estímulo, né, de curiosidade, às vezes até pelo invisível, muitas vezes sem discernimento, eh ali no livro dos dos médiuns, a gente tem uma proteção, um antídoto para esse tipo de pensamento, né? Porque ele vai ensinando método, razão, bom senso, ética na no trato das comunicações mediúnicas. Isso. >> O livro tá super atual, porque ele não

roteção, um antídoto para esse tipo de pensamento, né? Porque ele vai ensinando método, razão, bom senso, ética na no trato das comunicações mediúnicas. Isso. >> O livro tá super atual, porque ele não ensina só como se comunicar espiritual, né? Ele ensina por, quando e com que intenção, o que talvez seja mais importante, né? E essas perguntas elas continuam absolutamente necessárias e é urgente que a gente tenha mais responsabilidade, né? Eh, no trato com o invisível. >> Uhum. tanto fazendo a nossa parte, né, de mudança interna, quanto de eh responsabilidade e e cuidado com a prática mediúnica para aqueles que eh têm essa essa atribuição, vamos dizer assim, né, dentro das casas espíritas ou fora, né, porque não é porque a mediunidade ela é medidade está aí independente de sermos espíritas ou não, né? Então, eh, de certa maneira traz essa segurança, inclusive para quem não está dentro das casas espíritas e e precisa de orientação. >> Uhum. É, e hoje nós estamos vivendo um momento da eclosão da mediunidade intensamente desde as crianças. Então é muito importante nós, aqueles que quisermos enriquecer a nossa intimidade e adquirir mais confiança e segurança, a leitura do livro dos médiuns, ela é fundamental porque ela vem nos ajudar nessa vigilância para que evitemos dores desnecessárias, evitemos os enganos. E a doutrina espírita, ela justamente através do livro dos médunos, ela nos ensina a distinguir os bons dos maus espíritos, mas ainda a submeter também as comunicações nos crivos da razão, com essa orientação bastante eh clara, não é? Isso é fundamental nos dias de hoje para que nós não caiamos em embustes, em mistificações, em obsessões que nós estamos vendo aí campeando no seio da coletividade humana, né? Que justamente nós vamos perceber lá em João quando diz assim: "Não creais em todos os espíritos, mas provai se eles são de Deus". Ou seja, é através da mensagem que nós vamos estar analisando. Kardec ensina o passo a passo de como fazer isso, porque Jesus disse, não pode uma árvore mar

espíritos, mas provai se eles são de Deus". Ou seja, é através da mensagem que nós vamos estar analisando. Kardec ensina o passo a passo de como fazer isso, porque Jesus disse, não pode uma árvore mar fruto. Então a gente vai buscar nessa intimidade, com a leitura do livro dos médiuns, ter uma autoconfiança de lidar com muito mais profundidade e aproveitar dessas relações com o mundo corporal no nosso processo da nossa transformação moral. >> Muito bem, >> Euzita. Vamos antecipar e vamos para as perguntas do nosso público. Tem vários comentários também, >> não é? A gente vai apresentando os comentários. Vou fazer pra Ana. Aí você apresenta pro e a gente vai lendo também o que o pessoal comentou aqui. Ana, o Osmar Silva perguntou o seguinte: "Existe inferno eterno de fogo como as religiões creem?" >> Essa é uma ideia cristalizada, né? Eh, na mente, no no no inconsciente coletivo, inclusive, né? Eh, no livro Céu e o Inferno. Recomendo muito a leitura também, né? E >> e um estudo que a gente tem, né, estudando o seu inferno. O estudo já terminou, né, Carlos? Eh, eh, a gente vai descobrindo a visão da doutrina espírita a respeito de inferno, né? Inclusive, é tão interessante porque Kardec nos apresenta o contraponto com as ideias de inferno que a gente tinha em boga na época ali na Europa, que eram as ideias principalmente da da doutrina católica. vai mostrando inclusive como esse inferno, né, apresentado por pela por essa doutrina chega a ser até piorado, né, do que o inferno do do que Kardec chama ali dos pagãos ali, os infernos da mitologia greco-romana, né? A gente conseguiu piorar as ideias a respeito de inferno. Hoje a gente sabe que o inferno e o céu estão mais dentro da nossa consciência. São estados conscienciais. não é? E que muito age muito também os nossos sentimentos de culpa, né? As as situações em que a gente também se compromete por conta da lei de causa e efeito. Aí a gente acaba atraindo, né, espíritos eh afins, eh, e também perturbados e perturbadores ao nosso encontro. E a

as situações em que a gente também se compromete por conta da lei de causa e efeito. Aí a gente acaba atraindo, né, espíritos eh afins, eh, e também perturbados e perturbadores ao nosso encontro. E a gente vive, tento cria, né? A gente vive então aquela realidade psicológica, espiritual de dor e sofrimento e que pode inclusive nos lembrar ou parecer com as ideias que a gente já traz a respeito de inferno. Mas eh dessa maneira como ele está concebido, não, não. inferno são estados conscienciais e graças a Deus, né, a gente pode eh superar, a gente pode eh sair dessas situações tristes graças, então ao fato de que nós somos espíritos e a gente reencarna, a gente cresce, a gente aprende lá no mundo espiritual e a gente aprende aqui na terra ou onde a gente tiver que aprender. Então, Deus é tão maravilhoso que nos dá sempre infinitas possibilidades até que o dia a gente chegue ao estado de Espírito Cristo. Então, isso tudo é transitório. Só o bem e a verdade e a felicidade que é o nosso destino, é que serão permanentes. >> Jesus é muito claro, né, Ana, quando ele diz assim: "O que o Pai quer não é a morte do pecador, é a morte do pecado." né? E o jeito que ele fala assim, eh, com tanto carinho sobre Deus, se um filho pede um pão, o pai dá uma pedra. Se o filho pede um peixe, o pai dá uma serpente. Se vós assim não procedeis, o que não fará Deus por todos nós? Não é? Então, justamente a doutrina espírita vem desmistificar, colocar luzes nessa sombra da nossa ignorância, das penas eternas, né? Ninguém tá aqui para sofrer. Estamos aqui para aprender, educar, né? >> Muito bom. Olha aí, Zita. Então, o Alex Mendonça La Corder gostaria de saber mais sobre o assunto mediunidade que me acompanha, mas existe uma face desconhecida que me ignora e falta entendimento e compreensão. Pode falar um pouquinho mais, Laordé. Certo? Wala, meu irmão querido, olha, a questão, nós vamos encontrar essa confiança que buscamos é principalmente no livro dos médiuns, no tocante a questão da mediunidade.

um pouquinho mais, Laordé. Certo? Wala, meu irmão querido, olha, a questão, nós vamos encontrar essa confiança que buscamos é principalmente no livro dos médiuns, no tocante a questão da mediunidade. >> Mas para que possamos adquirir mais ainda um pouco de confiança, Allan Kardec, o Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 27, 28, ele nos fala da importância do pensamento. É como se a nossa mente ela fosse um canteiro. E tudo que nós plantarmos nesse canteiro de hortalice, ele vai germinar. E que quais são as sementes? São os nossos pensamentos. Então, conforme nós educamos os nossos pensamentos, nós também educamos os nossos padrões mentais, a nossa energia mental. Nós passamos a selecionar essas conexões que nós temos com os espíritos. Os espíritos que muitas vezes tem acesso a nós, eles não são intrusos. Nós podemos dizer assim, são sócios quando de dificuldade, sócio de deficiências, mas nós também temos acesso aos nossos benfeitores quando nós oramos, quando nós nos entregamos uma leitura edificante, uma leitura que nos eleva, que nos faz nos sentir filhos de Deus e aprendiz da vida. Este é o melhor caminho, adentrar o estudo da doutrina espírita. sentido, refletido e colocar realmente o nosso dia a dia. >> Muito bom. A Regina Dible colocou: "Eu não consigo mais ficar sem estar nesse estudo à sextas-feiras. É como se fosse para mim estar batendo ponto no trabalho. Estarei também em fevereiro junto ao estudo da revista espírita e vou pegar mesmo já o bonde andando, o estudo da gênese, o céu e inferno também tá gravado. Evangelho segundo espiritismo, livro dos dos espíritos, né, para quem não fez ainda. E ela comenta assim: "O espiritismo é uma doutrina de estudo, palavras de Carlos Campete." É, é um fato, né, gente? Espiritismo também nos faz tão bem, né, Carlos? Ele nos abre essa essa dimensão mais clara da bondade divina, da sabedoria do criador. >> É isso aí, Zita. O Carlos Campos colocou: "Allan Kardec abre o livro dos médiuns perguntando a espíritos e daí discorre sobre o tema

dimensão mais clara da bondade divina, da sabedoria do criador. >> É isso aí, Zita. O Carlos Campos colocou: "Allan Kardec abre o livro dos médiuns perguntando a espíritos e daí discorre sobre o tema provando que a vida continua como espírito, mas se aprimorando diferentemente de outras religiões." >> Muito bem. E coloca essa pergunta aqui pro Lacel aí. Acho que é a vez dele agora, né? >> Agora é a vez da Ana. >> Ah, é a vez da Ana agora. [risadas] Coloco para você, Ana. O Wilson Leite colocou: "Podemos afirmar que a mediunidade em nós, espíritos inferiores, é uma provação?" >> Eu diria, Vilson, que ela é oportunidade, uma oportunidade de crescimento, uma oportunidade de entendimento, de olhar um pouco mais para pro nosso interior, né? Porque às vezes ela ela nos mostra claramente aquilo que a gente precisa mudar. Ela nos chama pra realidade da vida imortal. Ela nos convida a colocar em prática o evangelho de Jesus. Então, para quem tiver olhos de ver, né, e ouvidos de ouvir, como o mestre dizia, a mediunidade é sempre uma oportunidade. É uma oportunidade de crescimento em direção à luz. mesmo quando vem acompanhada de eventuais perturbações, porque as perturbações elas dizem respeito não à mediunidade. A mediunidade é um instrumento neutro, ela diz respeito àquilo que a gente ainda não curou, não sanou em nós. Então ela é um convite pra gente se curar, né, e pra gente se abraçar, ter paciência com a gente mesmo, porque só uma mente em paz consegue então desenvolver bem a uma mediunidade sadia. falou, o Cordel nos falou muito aqui da importância do pensamento e é o que os espíritos nos dizem, cuidar dos nossos pensamentos, cuidar dos nossos sentimentos e atender as nossas necessidades dentro do espírito que Jesus nos nos disse para nós nos amarmos tanto, tanto, tanto que esse amor seja capaz de transbordar em direção ao nosso irmão, esteja ele encarnado ou não. E a Ana, a mediunidade, né, como você tá colocando, ampliando, ela é uma faculdade que todos nós, aprim todos nós

amor seja capaz de transbordar em direção ao nosso irmão, esteja ele encarnado ou não. E a Ana, a mediunidade, né, como você tá colocando, ampliando, ela é uma faculdade que todos nós, aprim todos nós não temos um anjo de guarda. Como que ele comunica conosco? E quando ela surge, surge quando nós surgimos, por exemplo, não vamos perceber a próprio evangelho. A Bíblia tá repleta de fenômenos mediúnicos. Maria quando ficou grávida, quem falou para ela? Não foi um anjo. Anjo não é um espírito. Então nós Moisés quando ele recebe o decalo, então nós vamos perceber que a mediunidade ela é algo como é a inteligência, como a faculdade de ver, de ouvir, de falar. Agora, o uso que nós fazemos aí depende de cada um. Daí a importância do estudo da doutrina espírita e principalmente o livro dos médiuns, porque como foi colocado na pergunta anterior, até o advento da doutrina espírita falava-se da sobrevivência da alma, mas não havia comprovação. >> Então, com da doutrina espírita, nós podemos dizer que ali é como se fosse o atestado de óbito da morte. comprova nitidamente que nós somos seres viajos do tempo, como grandes sábios da humanidade já havia colocado. E a vida na Terra é um momento, é uma estação, como disse Sócrates. Agora, quando nós adentramos ao estudo da doutrina espírita nos seus múltiplos aspectos, nós ganhamos muito, nós enriquecemos interiormente e passamos também ser aqueles que vamos auxiliar aqueles que gravitem em torno das nossas vidas, não é verdade? Muito bom. Adorei o atestado de óbito paraa morte. A a Maria Helena comentou: "Somos médios 24 horas, não é só na sala mediúnica. Os espíritos nos acompanham no metrô, no coletivo, em casa, na rua. É isso aí. Qualquer lugar que a gente tiver em relação a esse comentário, né? Porque o Lacel lembrou daquela fala, né, das nuvens de testemunhas que nos acompanham, né, >> e os espíritos também nos dizem lá no livro dos espíritos que eles nos influenciam muito mais do que a gente imagina, né? E aí assim a gente pode

, das nuvens de testemunhas que nos acompanham, né, >> e os espíritos também nos dizem lá no livro dos espíritos que eles nos influenciam muito mais do que a gente imagina, né? E aí assim a gente pode hoje adotando uma fala bem da atualidade, né? Eh, os influencers da espiritualidade, [risadas] né? Quem são os influencers da espiritualidade que estão a nos influenciar? que a gente é influenciado por espíritos encarnados, né? Seja eh amigos, conhecidos, seja ideias que são inseridas, né? As mensagens subliminares se falava muito das propagandas dos comerciais antes de haver a internet, né? Do jeito que a gente conhece, a gente já sabia o quanto o ser humano é influenciável, só que agora a gente tem a dimensão que essa influência ela também mais invisíveis, né, que são os espíritos desencarnados, influências para o bem nós temos constantemente. Quando a gente fala em influência, a gente só lembra influência negativa. Não existem aqueles espíritos que estão nos amparando, nos orientando, nos dando boas ideias, nos trazendo força. A gente precisa aprender a conectar e conectar com o nosso anjo da guarda, né? Ele é alguém que tá aqui para isso, né? Olha que coisa maravilhosa. E a gente precisa aprender a conversar mais com ele. >> Muito bom, Euzita. Eh, Federação Espírita Brasileira, conhecimento sobre nós mesmos e a nossa maneira de viver diferenciada a partir do estudo. É o que nos traz a Silvia Cláudia, não é? Muito bom mesmo. E o Aldo Nobre comentou: "O espiritismo que se funda no conhecimento de leis até agora incompreendidas não vem destruir os fatos religiosos. porem sancioná-los, dando-lhes uma explicação racional. Então isso é ótimo, não é? Sobretudo, ele coloca aqui, ó, sobretudo natural, não é? E agora esse aqui, Osita. >> Ah, Maria das Graças de Menezes. O estudo do livro dos médiuns é importante para sabermos a importância de honrarmos na Terra o compromisso assumido no plano espiritual de ser médium. >> Uhum. >> Excelente. Das graças. Ninguém é médium por acaso. Todos nós assinamos um

rtante para sabermos a importância de honrarmos na Terra o compromisso assumido no plano espiritual de ser médium. >> Uhum. >> Excelente. Das graças. Ninguém é médium por acaso. Todos nós assinamos um contrato de trabalho. Isso é patente ainda no plano espiritual. Muito bem. E aqui a Maria Helena colocou: "Eu, em particular não vejo a mediunidade como algo sobrenatural e sim comum. Não vejo os médiuns como alguém importante, mas que os outros eh iam iam ser dotado de dotado de se comunicar com espíritos eh como outra pessoa. E aqui nós temos essa pergunta agora pro Lacordé, né? >> Isso. O Silvio Chico coloca Lacé, tenho uma dúvida sobre inspiração e intuição. Existe diferença? Elas são correlatas. Nós todos nós temos a faculdade da da intuição. Nossa Ana colocou do papel do nosso anjo de guarda lá no livro dos respeitos, Allan Kardec coloca, aliás, Santo São Luís coloca: "O anjo de guarda desempenha o papel de um pai bom, responsável, amoroso, está sempre conosco, jamais, olha, jamais nos abandonam, está sempre nos inspirando intuitivamente para que possamos criar o melhor caminho." Então, a inspiração ele vai estar sempre de uma forma muito sutil. Ah, tive uma inspiração, agora tô tendo uma intuição muito forte. Então, os lampejos conscienciais, como está lá na questão 621 e o livro dos espíritos, quando Allan Kardec perguntou onde encontro escrito a lei de Deus. Na consciência, nós temos uma distinção. A consciência, nós somos uma consciência em essência. E a nossa responsabilidade reencarnatória é transformar a consciência de essência em vivência e através da inspiração, que é algo que eu fui inspirado os espíritos utilizando conteúdos que eu tenho em virtude dos meus padrões mentais. Agora, uma intuição, os benfeitores com com aquela ideia, com aquele pensamento vai me intuir, como tá lá no próprio evangelho, de virar à direita, virar à esquerda e eu encontrar aquilo que está no meu caminho como um propósito existencial. Então, a intuição ela vem como conteúdo

ai me intuir, como tá lá no próprio evangelho, de virar à direita, virar à esquerda e eu encontrar aquilo que está no meu caminho como um propósito existencial. Então, a intuição ela vem como conteúdo próprio. Nós só dividimos didaticamente, mas tudo está muito interligado. A inspiração já é um pensamento de um espírito nos inspirando a realizar quando bons espíritos, porque tanto a intuição quanto a inspiração são faculdades psíquicas que todos nós as trazemos, principalmente e de uma forma, à medida que a gente vai se educando, isso vai se ampliando mais. Nós também podemos ter a intuição e a inspiração para o bem quando estamos bem sintonizados ou pelo atitudes que deixa desejar quando estamos mal sintonizados. As nossas avós, minha avó dizia, ó, diga-me com quem tu andas que eu lhe direi quem tu és. Então a gente pode dizer assim, diga-me comoo tu pensas que eu lhe direi com quem tu andas. Tá lá na questão 459 do livro dos espíritos. e interfere os espíritos da nossa vida em nossos pensamentos muito mais do que imaginais. A tal ponto de hoje ordinário estarão nos dirigindo, utilizando a inspiração e da intuição. >> Muito bem. Eh, nós vamos lembrar que no estudo passado nós estudamos a respeito dos médiuns e Kardec fez aqui, né, os médiuns intuitivos, tá no livro dos médiuns, tá no capítulo 15. no item 180 do livro dos médiuns e ele fala dos médiuns inspirados no 182. Bom, eh didaticamente, como o Lacer disse, a gente estabelece uma diferença entre a intuição como uma faculdade anímica. É uma capacidade do próprio indivíduo, é uma convicção que a gente tem e se é preciso, né, a gente tem aquela certeza. Agora, se precisar explicar pros outros, tem que elaborar para explicar, porque tem aquela certeza que é assim em função das experiências do passado, não é, e tal. e a inspiração, o espírito nos inspirando. Por isso é que não existe musa intuidora, existe musa inspiradora da arte, né, dos escritores e tudo. >> E aí o que que acontece? Emanuel, num texto que eu já procurei de todo jeito

to nos inspirando. Por isso é que não existe musa intuidora, existe musa inspiradora da arte, né, dos escritores e tudo. >> E aí o que que acontece? Emanuel, num texto que eu já procurei de todo jeito encontrar e ainda não encontrei de novo, eu li esse esse de Emanuel. Muitas vezes os espíritos tocam nos nossos canais intuitivos para nos inspirar. Isso. >> E aí a gente fica naquela confusão, é meu ou é dos espíritos? De quem que é isso? Não é? Então, eh, há um momento em que diz que a faculdade, né, do futuro será a intuição. >> Sim. >> A faculdade, né, que vai preponderar no futuro. E eu diria, como casando com o que o Lac falou, casado com a inspiração, não é? Porque, né, a gente vai ter cada vez mais convicção da da das coisas realmente boas, da lei divina e tudo mais, pelas experiências acumuladas, mas isso nos colocará numa sintonia com os planos superiores da vida e seremos muito mais inspirados do que hoje pelos planos superiores da vida, não é? >> E é interessante, né, Carlos, porque a gente esquece, olha de novo, que nós somos espíritos. >> Uhum. e que a gente também traz um conjunto de informações, de conhecimento e de experiências que são nossas, que estão aqui dentro de nós, que a gente pode acessar muitas vezes por meio da intuição, né? Um conjunto de informações, de conhecimento, de habilidades e de possibilidades que estão dentro de nós e todos temos, né? A gente às vezes olha pra pessoa e não enxerga que ali há um fundo de conhecimento que a gente já passou por muita experiência ao longo dos milênios. >> Uhum. Muito bem, Luzita. Aí vem mais. >> A Maria Helena Castro Ferreira. A mediunidade é um benefício para nós mesmos. Não vejo só atendimento aos desencarnados, mas também nos auxilia a ampliação de nossa consciência e nos ajuda a ver as energias negativas que estão em nós. >> Muito bem. >> Então é o meio que nós temos de nos autoperceber melhor também, não é? >> Com certeza. e o Carlos Campos estudando o livro dos médiuns e buscando a ampliação do do entendimento desta obra

uito bem. >> Então é o meio que nós temos de nos autoperceber melhor também, não é? >> Com certeza. e o Carlos Campos estudando o livro dos médiuns e buscando a ampliação do do entendimento desta obra com o mecanismo da mediunidade e nos domínios da mediunidade de André Luiz, né, Chico Xavier. E tem uma série de obras que a gente pode compulsar, não é? Memórias da eh recordações da mediunidade da Ivani Pereira e e no invisível do Leando, né, que a gente não pode deixar de conhecer. E aqui vem outra pergunta agora. Agora é pra Ana, né? Isso, Ana. Quando um médium sintoniza com espíritos como Dr. Bezerra, Viana de Carvalho, por que os espíritas não acreditam que o confrade que é incapaz de comunicar e diz que está obsidiado? Maria Helena, você fala no na situação em da pessoa não acreditar na comunicação. Os espíritos mesmos já nos advertem pra gente eh não acreditar em todos os espíritos, né, mas ver se eles são de Deus. Então, é importantíssimo que a gente aprenda a passar pelo crio da razão, né? Acho que Herasto nos diz que é melhor rejeitarmos 10 verdades do que admitirmos uma única mentira. Então, eh, se trata muitas vezes de prudência. Claro que pode ser às vezes apenas efeito do ego, né, da vaidade, de desacreditar o outro. Mas, né, tem um ditado popular que prudência e e canja de galinha não faz mal para ninguém, né? Então a gente precisa, Kardec era conhecido como bom senso encarnado. Então a gente precisa passar pelo crio da razão e verificar se aquela mensagem realmente pode vir daquele espírito, se ela tá de acordo com eh as ideias, né, com as ideias eh que viriam de um espírito eh como esse. Enfim, né? Cada caso é um caso e a gente não pode falar sem saber qual é a mensagem, como é que ela, como é que foi e tudo mais, mas a gente precisa ter sempre claro esse cuidado e a análise sempre pra gente não ser vistificado, não se enganar. >> Muito bem. Ana quer colaborar, Corder? É o que nossa Ana tá colocando realmente para que nós possamos eh ter essa certeza é avaliar o teorem.

e sempre pra gente não ser vistificado, não se enganar. >> Muito bem. Ana quer colaborar, Corder? É o que nossa Ana tá colocando realmente para que nós possamos eh ter essa certeza é avaliar o teorem. Então esse é o principal, porque você vai reconhecer, são almas muito nobres e o teor da mensagem vai caracterizar sendo ou não desse ou daquele espírito, porque pode também espíritos eh bemfazos utilizar de médiuns que deixam a desejar e naquele momento por misericórdia e bondade e por caridade fazer alguma intervenção amorosa trazendo a sua mensagem. Por isso que o critério não é fixar no médio, mas fixar-se sim na qualidade, no teor mensagem. >> Essa pro Corder Ausita >> Conceição Aparecida pergunta Laa Cordé. Durante o sonho com desencarnados é considerado mediunidade? O sonho >> é considerado, pode ser considerado mediunidade que tem uma faculdade, são faculdades oníricas. Então nós vamos ver isso no Missionários da Luz. Várias obras do Espírito André Luiz, ele nos traz eh mensagens através dos sonhos, né? Agora, o sonho ele é metafórico, ou seja, ele ele tem a mensagem dele é para quem sonhou. Não adianta eu querer interpretar o sonho de uma outra pessoa. E muitas vezes o sonho também ele pode ser, conforme a própria psicologia coloca, resíduos de urno, resíduo daquilo do nosso dia. Não é como se fosse o nosso HD, nosso cérebro está naquele momento fazendo ali um uma limpeza. Então, os sonhos nós precisamos passar eh analisando o aspecto moral, certo? Então não é o sonho pelo sonho. Qual é o sentido para você? Como nós vimos da intuição e da inspiração através do sonho, você pode sim ter eh informações necessárias para o nosso aprimoramento espiritual, moral. >> Muito bem, Ana. Como você recomenda que o interessado estude o livro dos médiuns? >> Essa pergunta é ótima, né? a gente precisa ter calma no estudo devagar, né? Eh, esse livro não é para ser lido com pressa. Cada cada parágrafo, às vezes, cada frase, né, dá muita reflexão, traz muito conhecimento. A gente precisa ler com espírito de

lma no estudo devagar, né? Eh, esse livro não é para ser lido com pressa. Cada cada parágrafo, às vezes, cada frase, né, dá muita reflexão, traz muito conhecimento. A gente precisa ler com espírito de humildade, né? Às vezes os conceitos podem desafiar as nossas crenças, as nossas ideias, a ciência material que talvez ainda não tenha chegado lá, a gente não pode esquecer, né, que a nossa ciência é materialista, então tudo que fica muito difícil para ser admitido. Então eu preciso abrir espaço interior para aprender. se você puder estudar em grupo num centro espírita sério, porque daí a gente tem a oportunidade não só de ficar com as nossas ideias, né, mas ver outros pontos de vista, debater. Às vezes a gente interpreta as coisas do nosso jeito. Quando a gente tem a oportunidade de conversar no grupo, principalmente quando é uma casa espírita que tem uma orientação séria em relação ao estudo e em relação ao trabalho da mediunidade, a gente só cresce, amplia, né? Então é fantástico estudar eh se a gente puder estudar em clima de prece, né? Também pedindo amparo do nosso benfeitor amigo, para que nos esclareça, para que a gente consiga, né? captar aquilo que o texto tem a oferecer e também voltar, voltar ao estudo, voltar ao texto, porque a gente estuda uma vez, né, e depois a gente, quando a gente passa o tempo, a gente é outra pessoa, né? A gente cresceu, a gente aprendeu e aí a gente percebe nuances naquele texto que num primeiro momento não. Isso acontece até com os grupos de estudo, né? dependendo do grupo de estudo ou há quanto tempo a gente tá estudando com aquele grupo, também muda o entendimento. Então, é muito rico estudar o livro dos médiuns e a gente precisa ter paciência com esse estudo e permanecer, perseverar nele. Tudo >> bemudo Corder. E quem já está acompanhando este estudo, o que pode fazer durante o recesso? para aproveitar melhor a sequência do estudo no retorno em fevereiro. >> Olha, aproveitar o recesso do retorno do fevereiro, isso é essencial.

panhando este estudo, o que pode fazer durante o recesso? para aproveitar melhor a sequência do estudo no retorno em fevereiro. >> Olha, aproveitar o recesso do retorno do fevereiro, isso é essencial. Por quê? Pois o estudo da mediunidade ele é um estudo de autoconhecimento. Quando é que nós paramos de conhecer? Nunca. Então ele é um trabalho contínuo, como a nossa Ana colocou muito bem, perseverantes e disciplinado. Porque além do estudo sistematizado que nós fazemos na casa espírita, é muito importante que nós busquemos fazer o nosso estudo. Isso >> nós temos muita vantagem em fazer isso. Primeiro, você vai criar a sua própria metodologia de aprendizado conforme o seu próprio psiquismo ou seu mapa mental, usando uma palavra da neurolinguística. E ao mesmo tempo você vai criar uma aura. Se você marca aquele momento para você estar fazendo, você vai contar também com a inspiração e a intuição dos benfeitores espirituais. E todos nós os possuímos. Espíritos generosos que já alcançaram essa citude do amor, que nos ama profundamente, nos inspirando inclusive até o que estudar. Então, aproveitar esse recesso, ele é fundamental. Primeiro que vai estar nos ajudando no aprofundamento do autoconhecimento. Quando nós vamos lá na questão 919, 919 e o livro dos espíritos, Allan Kardec, olha o que que ele pergunta. Qual a forma, o meio prático para que possamos resistir ao mal e desenvolver o bem? Aí nós vamos ver Santo Agostinho recordando só conheça a ti mesmo. Então o estudo principalmente do livro dos médiuns, nós aqui acabamos de ver agora que mediunidade todos nós as possuímos, nós vamos criar uma estrutura de autoconfiança, fruto do autoconhecimento, o autodomínio. E aí que que nós vamos ganhar com isso? Nós vamos estar fazendo agora, tendo oportunidade, como tá lá na questão 919a, fazer como eu fazia. passava todas as noites em revista as minhas ações. Isso é chamado balanço moral. Então, se eu tenho um bom estudo, eu vou fazer. Não é você estar censurando, criticando, não. Não é isso. Porque

azia. passava todas as noites em revista as minhas ações. Isso é chamado balanço moral. Então, se eu tenho um bom estudo, eu vou fazer. Não é você estar censurando, criticando, não. Não é isso. Porque quando ele diz assim, passar em revista é como se você tivesse fazendo um, olhando um álbum de fotografia, né? Então você vai vendo, interessante. Olha aqui, eu estou percebendo que é a quarta fotografia que eu estou me escondendo. Até hoje eu tenho uma dificuldade de me interrelacionar. Olha, tô vendo aqui duas fotografias, estou sempre chorando. Até hoje eu tenho uma dificuldade de lidar emocionalmente com minhas emoções. Então o estudo ele vem também nos ajudar a ter foco nos valores essenciais que vem fundamental e fortalecer também em nós a nossa disciplina. Por isso que é importante, é um estudo metódico, ou seja, perseverante e disciplinado. E aí, que que nós vamos ganhar mais ainda? Uma oração. Como diz Emanuel, a oração é um interfone que nos liga ao criador e através dos fios invisíveis do pensamento, nós recebemos todas as respostas. Por isso que Allan Kardec dedicou dois capítulos do Evangelho Segundo o Espiritismo, o 27 e o 28, para nos ajudar. Então, o estudo além de da leitura edificante, ele vai estar nos ajudando a ter mais motivação, agir com mais otimismo durante desse tumulto que nós estamos vivendo sociocultural. Então, nós vemos, além de estarmos construindo uma estruturação pessoal, nós também vamos ter uma estruturação amorosa, confiante no nosso processo interrelacional. Então, só ganhamos >> muito bem. Ô, Silvio, eh, você colocou melhor não divulgar 10 verdades que uma mentira. Acho que é de Emanuel. Essa frase ela é assim: Eh, melhor rejeitar 10 verdades do que aceitar uma mentira. E é de Erasto, espírito e não de Emanuel. Tá bem? E tá aqui no livro dos médicos. >> Oi. >> E está aqui no livro dos médiuns. >> E está aqui no livro dos médiuns. Muito bem. Então, eh, nós vamos agora para a pergunta sete, Ana. As pessoas que estão acompanhando esse estudo, podem

. >> Oi. >> E está aqui no livro dos médiuns. >> E está aqui no livro dos médiuns. Muito bem. Então, eh, nós vamos agora para a pergunta sete, Ana. As pessoas que estão acompanhando esse estudo, podem recomendar para outros interessados para iniciar o estudo a essa altura, quando já estamos no capítulo 15, iniciaremos em fevereiro 16. Claro que sim, né? Podem, devem recomendar, né? Só que claro, o ideal é que a pessoa nova saiba que o estudo tem um encadeamento lógico, né? Tem toda uma sequência. Vale começar, mesmo que seja no meio do caminho, mas também é importante em algum momento voltar aos capítulos iniciais para entender melhor os fundamentos, né? Isso a gente pode fazer de duas formas, lendo o livro dos médiuns e acompanhando os episódios anteriores, os programas anteriores. O mais importante mesmo é não desencorajar ninguém. Na verdade, esse estudo aqui é é uma oportunidade, né? Ele traz esclarecimento. Então, se alguém sente o chamado, é um sinal de afinidade espiritual, né? Tem que ser acolhido. É importante a gente se esclarecer. A pessoa só vai ter a ganhar, né? Isso é o que o pessoal chama de maratonar. Aproveita as férias agora e faz uma maratona, né, os episódios iniciais. Isso aí >> até chegar aqui, né, no no que a gente está hoje. Hoje, olha, só para vocês terem uma ideia aqui, nós estamos no estudo 36, ó. Só tem 36 com esse de hoje, né, para maratonar >> e dá tempo aí durante as férias, não é? >> Uhum. Euzita com a bomer la corderindo dessa ideia de maratonar, >> as gravações deste estudo podem ser utilizadas com proveito para o estudo de O livro dos Médiuns nos centros espíritas e como >> Sim, com certeza, >> não é? Com certeza, porque hoje nós temos vários eh recursos, não é? Então você tem, por exemplo, você pode colocar o computador, fazer um projetor multimídia, nãoé, e você fazer a seleção. Inclusive tem gravado, né, na FEB TV, a todo o o os itens, né, dos livros dos médiuns, do céu e o inferno, a gênese. Então, se você for trazer isso pra casa espírita, você vai motivar,

azer a seleção. Inclusive tem gravado, né, na FEB TV, a todo o o os itens, né, dos livros dos médiuns, do céu e o inferno, a gênese. Então, se você for trazer isso pra casa espírita, você vai motivar, vai dinamizar ainda mais o grupo de estudo, porque muitas vezes nós ou temos aqui uma experiência no Mato Grosso, sento muitas vezes no interior, sento às vezes de chão batido, né? muito simples, mas que com essa o advento agora da tecnologia tão levando muitas vezes você pode selecionar os estudos que você quer correspondente à necessidade do grupo e levar é fundamental nós estarmos criando, inovando a metodologia, não é inovar com a questão do conteúdo, porque a doutrina espírita, a sua excelência, né, ela a base é Kardec Agora, cada um de nós podemos estar com base em Kardec estar apresentando em correspondência ao perfil do grupo, que nós aprendemos em em comunicação. Comunicar não é o que você fala, é o que o outro entende. Então é muito importante você levar algo correspondente ao perfil do grupo com quem você tá está interagindo. Mas as gravações são grandes recursos e de grande valia. e de grande eficiência e eficácia para o nosso aprimoramento ético moral. >> Muito bom, Ana. Algum comentário mais do fechamento a respeito do livro dos médiuns, a importância do estudo >> e especificamente em relação ao aproveitamento desse material audiovisual que a gente tem aí bastante rico, os facilitadores podem também pegar trechinhos, né, e cada questão e discutir com o grupo, ver o que que o grupo entende daquela questão, né, e discutir depois apresentar as respostas. é uma forma e existem tantas outras, né? os nossos facilitadores são tão criativos que vão achar mil jeitos, né, da gente eh aproveitar bem todo esse conteúdo que é disponibilizado hoje em dia para nós. Eu só gostaria de deixar aqui a minha gratidão, né, pela oportunidade de participar aqui dessa conversa e e reforçar o convite ao estudo do livro dos médiuns, eh, porque a gente só cresce, a gente só cresce e

staria de deixar aqui a minha gratidão, né, pela oportunidade de participar aqui dessa conversa e e reforçar o convite ao estudo do livro dos médiuns, eh, porque a gente só cresce, a gente só cresce e percebe o quanto nós somos amados por esse pai, né, que nos dá tantas e tantas oportunidades. Que Jesus abençoe a todos. Gratidão. Laia também >> palavras finais. >> É, é muito gratificante, não é? A doutrina espírita é Jesus de volta, porque ela vem com essa missão amorosa de trazer Jesus em espírito e verdade. >> Então, o o grande salto quântico da doutrina espírita é a sua simplicidade e a sua profundidade. Tem um pensamento da psicologia tibetana, diz assim: "Que o que que é a simplicidade? É a complexidade que se resolveu. Jesus era um simples por excelência. falava do pão, do peixe, da pedra, do denário, do grão de mostard, mas ninguém se comunicou como ele e Kardec foi beber nesta fonte. Então nós vamos perceber que no próprio livro dos médiuns ou em qualquer outra obra da codificação, Kardec traz a profundidade com simplicidade e a minha gratidão, meu carinho e rogando que possa nossos dias serem um Natal permanente com a presença amorosa do aniversariante nas nossas vidas, nos nossos lares, govendo toda a humanidade. >> Muito obrigada. E teremos agora um recesso, não é, Carlos, nesta última metade do mês de dezembro e durante todo o mês de janeiro, mas as gravações estão aí, não perca tempo. E no próximo encontro, que será no dia 6 de fevereiro de 2026, daremos continuidade ao estudo de o livro dos médiuns na segunda parte das manifestações espíritas, iniciando pelo capítulo 16 dos médiuns especiais, itens 185 a 189. Aguardamos vocês. >> Muito bem. Nós nós queremos eh agradecer Ana Maria Becker La Cordé e queríamos fazer algo hoje especial, por gentileza, se Marcos se coloca na tela pro pessoal te ver e Gidelma, se puder abrir aqui também eh a câmerara, não sei se ela pode, se o Thigo também puder abrir a Câmara, não sei se ele pode, para verem os nossos pessoal dos, né?

na tela pro pessoal te ver e Gidelma, se puder abrir aqui também eh a câmerara, não sei se ela pode, se o Thigo também puder abrir a Câmara, não sei se ele pode, para verem os nossos pessoal dos, né? Enquanto isso, eu vou colocando nosso agradecimento a você que é participante, você que faz essas perguntas, faz os comentários, acompanha o nosso estudo. Olha, a Gidelma, Gidelma, nossa, é uma das nossas produtoras, ela fica selecionando as perguntas enquanto vocês vão fazendo. O Marcos cuida da técnica e o Thiago também que tá ali, tá com a câmera fechada, provavelmente ele não pode abrir agora e também, né, ajuda a gente na técnica. E nós queremos agradecer muito. Esse semestre foi muito produtivo, né, no nosso estudo. Eh, convidamos você estar conosco em fevereiro. Vai ser muito bom a continuidade do estudo e atento para que no dia 3 de fevereiro nós iniciamos o estudo da revista espírita 1868. 1858 e vamos até 1869. Serão 12 anos de estudo da revista espírita. convidamos você a estar conosco. É uma satisfação muito grande nós podermos estudar Allan Kardec, não é? Com essa metodologia que a gente conta hoje pela internet, chegando nos nossos lares, não é? Levando um pouco de boas informações para dentro dos nossos lares, quando, né, nós estamos aí com tanta informação negativa, tanta coisa que, né, propagada de ruim e as coisas boas ficam às vezes esquecidas, não é? Mas nós temos muitas coisas boas, não só para divulgar, mas nós temos para fazer. E com o espiritismo nós aprendemos como fazer isso. Então, estejamos juntos. Obrigado a todos. Obrigado, Marcos. Obrigado, Gidelma. Agradecimentos à equipe da FEB TV e os nossos colaboradores, que são muitos, não é? Que trabalham nos bastidores, nem sempre se apresenta aqui na tela, mas que fazem com que as coisas aconteçam. Então, tudo de bom para todos vocês. Suas despedidas, Euzita. >> Então, fiquem com >> fiquem na paz. Um grande abraço e até fevereiro. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da

do de bom para todos vocês. Suas despedidas, Euzita. >> Então, fiquem com >> fiquem na paz. Um grande abraço e até fevereiro. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa. E independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam [música] inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção [música] em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, [música] preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam [música] o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados [música] gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, [música] programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador [música] do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho [música] precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar [música] alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez, contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e [música] continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela [música] esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. [música] Estamos juntos com você através da FEB TV. >> Acesse doe.com.br

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