#33 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 25
Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 33 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. XIV Dos médiuns. Itens 165 a 171. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer parte do grupo do estudo, ac...
Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e suas belezas. Estudo de O livro dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. Caríssimos amigos, caríssimas amigas, o nosso Boa noite. Estamos de volta com mais um estudo de O livro dos Médiuns, né, num trabalho da área de estudos do Espiritismo, CFN FEB, em parceria aqui com o portal do Consolador. Sejam todos bem-vindos. eh que nós tenhamos um pedaço de noite agradável, onde possamos bebir dessa fonte que é o livro dos médiuns. Sejam todos bem-vindos, né, a Elusita, o Luciano e a Marcilene, que hoje nós contamos aqui com a presença desses dois amigos, a Marcilene Pereira Reis, que é trabalhadora do Centro Espírita Nosso lar, no Gama, aqui no Distrito Federal. e é também coordenadora da área de estudos do Espiritismo da Federação Espírita do Distrito Federal. Então, que ela seja bem-vinda. O Luciano é figurinha carimbada aqui. O Luciano é colaborador da assessoria jurídica da FEB, é advogado, é professor, empresário e agora eu soube também que é fazendeiro >> lá em Minas Gerais. Então, que ele seja bem-vindo e que nós, como já dissemos, tenhamos a noite agradável aqui. E eu passo a palavra agora a Elsita para os cumprimentos e o início do nosso estudo da noite de hoje. Desejamos a todos muita paz. >> Obrigada, Samuel. Uma alegria estar com você dividindo a tarefa hoje. Nossas boas-vindas à Marcilene, ao Luciano, a você que está conosco e dando continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns, hoje vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 14, dos médiuns, itens 165 a 171. E iniciando pelo item 165, Luciano, o são médiuns audientes? Boa noite, Euzita Samuel, Marcilene e todos aqueles que nos acompanham aqui pelos multimeios do canal da FEB. Médiuns, audientes são aqueles que ouvem a voz dos espíritos, nos disse o
diuns audientes? Boa noite, Euzita Samuel, Marcilene e todos aqueles que nos acompanham aqui pelos multimeios do canal da FEB. Médiuns, audientes são aqueles que ouvem a voz dos espíritos, nos disse o professor Allan Kardec. Mas como que seria ouvir a voz dos espíritos? Kardec traz para nós a informação que muitas vezes é uma voz interior que se faz ouvir assim no foro íntimo. É uma voz que nós ouvimos com o espírito, com a mente, com o pensamento. Mas algumas vezes o médium audiente ele vê uma, ele ouve uma voz exterior, uma voz clara, distinta, como se fosse de uma pessoa viva. Então aí nós vamos verificar que essa mediunidade, esse tipo de médium, ele é muito interessante porque ele pode travar conversação com os espíritos. Então, é muito possível o desenvolvimento ou essa desse dom, essa faculdade mediúnica, por meio da qual o médio audiente ele vai se comunicar com determinados espíritos e vai reconhecê-los pela natureza da sua voz. Então, nós vamos verificar que ela pode eh se comunicar com o espírito e até mesmo o médio audiente pode ser uma espécie de intérprete, ele pode ser uma espécie de tradutor para as outras pessoas conversarem com o espírito. Então, o médium audiente pode ouvir a voz do espírito e pode transmitir a voz do espírito para aqueles que estão ali na reunião mediúnica, trazendo informações valiosas do mundo espiritual. Então, em síntese, temos aí o que o Kardec fala sobre os médiuns audientes. >> Muito bom, Luciano. Marciliene, se você quiser eh fazer alguma algum algum comentário acerca também dos dos médiuns audientes, eh, fique à vontade. Embora o Luciano já tenha espelhado aí muito bem aquilo que Allan Kardec nos traz em o livro dos médiuns aqui nesse item o 65. >> Sem dúvida, Samuel. Aproveito para cumprimentar a todos. Olá, olá Samuel. Olá Euzita. Olá, Luciano. Olá a todos que estão nos acompanhando. Satisfação imensa estarmos aqui estudando juntos esta que é a segunda obra da codificação. E o Luciano já comentou aí com muita maestria, mas só destacando
ano. Olá a todos que estão nos acompanhando. Satisfação imensa estarmos aqui estudando juntos esta que é a segunda obra da codificação. E o Luciano já comentou aí com muita maestria, mas só destacando com relação aos médiuns audientes, a questão é quando se ouve, né, coisas boas, né, mensagens interessantes, mensagens nobres, tudo bem, né? O problema é quando nós somos incomodados por mensagens não tão agradáveis. Aí é complexo isso, mas temos como nos prevenir, né, nos modificando, eh, fazendo o que a proposta da doutrina espírita e que é a transformação de todos nós, não é? buscando, portanto, eh nos aproximar mais dos bons espíritos do que dos espíritos equivocados. E para nos aproximarmos mais dos bons espíritos, é preciso que façamos o bem, né? Assim os bons espíritos estarão mais próximos de nós. >> Isso mesmo. Bem lembrado, né? Nem sempre é bom você tá com uma média unidade auditiva ou qualquer que seja ela em pleno desenvolvimento se não tivermos tido já esses cuidados, né? Nós estamos vendo aqui que temos a presença de companheiros aí do Pernambuco, do Recife, né, de Porto Alegre, eh, São Paulo, também do Texas, né, a Regina nos acompanha aqui do Texas. Então, sejam todos bem-vindos. Mas no item seguinte, na no item 166, Allan Kardec vem nos falar dos médiuns falantes, vem nos dizer no dos médiuns falantes, como Allan Kardec define os médiuns falantes, o que são os médiuns falantes, Marcilen? Aí é interessante, Samuel, que quando Kardec começa a comentar esse item, 166, ele começa dizendo que os médiuns audientes, eles apenas transmitem o que ouvem, né? Eles não são propriamente falantes. E aí os falantes, eh, esses interessantes, porque o que acontece com os médios falantes, os espíritos agem sobre as cordas vocais, né? Assim como eles agem sobre a as mãos, né, dos médiuns escreventes, então sobre os médiuns falantes, os espíritos agem sobre as cordas vocais. Então isso é bem interessante pra gente poder, né, destacar aqui. E aí o médium falante, ele em geral exprime eh quase sempre
então sobre os médiuns falantes, os espíritos agem sobre as cordas vocais. Então isso é bem interessante pra gente poder, né, destacar aqui. E aí o médium falante, ele em geral exprime eh quase sempre alguma coisa que não faz parte assim do conhecimento dele, às vezes coisas que não estão ao alcance da inteligência dele. Então isso é interessante porque aí de fato comprova que a mensagem, né, não é dele. Trata-se de um espírito, trata-se de uma outra inteligência que não a dele. E aí é interessante que às vezes, né, ele não se lembra do que é que foi dito, né, ele não se lembra, ele é um instrumento do dos espíritos eh que utilizam, né, utilizam as cordas vocálicas dele para essa comunicação. E agora também Kardec destaca uma coisa interessante, porque, ó, nem sempre a passividade do médio falante é assim completa. Aos que tem intuição dos que estão dizendo no momento em que pronunciam as palavras. Aí, claro que mais adiante vai se conversar um pouco mais a respeito disso, né? Mas às vezes os médiuns falantes, eles não têm assim consciência exata do que vão falar, né? Claro, com o treinamento, com eh o desenvolvimento, ele vai eh eh tendo essa condição de perceber um pouco antes o que é que vai pronunciar. Mas em linhas gerais, o que que a gente pode destacar? Que os médiuns falantes são aqueles que falam, ou seja, que os espíritos se utilizam das suas cordas vocais para falar. Aí mais adiante nós vamos ver, por exemplo, lá no André Luiz, lá nos domínios da mediunidade, que ele vai dar um nome aí, né, de psicofonia, por exemplo. Então, ele vai destacar isso lá no capítulo seis, nos domínios da mediunidade e a gente vai perceber que psicofonia, né, e o médium falante aí, ou seja, na psicofonia o que que ocorre? do espírito se utiliza das cordas vocais do médium para se comunicar e o médium falante, no caso, é esse que serve também de instrumento para o espírito se comunicar, né? Então o espírito utiliza a voz do médium, o instrumento do médium para se comunicar. >> Muito bem, Marcilene, alguma colocação,
é esse que serve também de instrumento para o espírito se comunicar, né? Então o espírito utiliza a voz do médium, o instrumento do médium para se comunicar. >> Muito bem, Marcilene, alguma colocação, Luciano? Eu gostaria sim de fazer um comentário, porque os espíritos quando eles querem se comunicar e eles se aproximam do médium, eles vão utilizar aquele órgão que seja mais flexível no médium. Então, algumas pessoas têm mais facilidade de escrever, então o espírito vai se comunicar pela psicografia, pela escrita, então ele vai utilizar-se da mão do médium, né, naqueles casos de escrita mecânica. E o médium então vai ser esse intermediário do espírito escrevendo os textos. Agora, outros já têm mais flexibilidade na fala. Então o espírito vai falar através dele. Por isso que o Kardecou de médium falante, porque ele tem essa facilidade de falar. E ainda tem aquelas pessoas que já t mais flexibilidade para ouvir. E aí, Euzita, eu queria fazer aqui eh só uma comparação didática. Quando nós estamos nos bancos escolares, isso acontece eh de uma forma muito clara. Alguns alunos têm facilidade de aprender o conteúdo ouvindo a aula do professor. Outros já t mais facilidade vendo imagens, vendo textos, vendo páginas, né? Tem uma capacidade visual maior, né? E e por aí vai, né? cada um, uns já têm a facilidade de gravar o que é ensinado, fazendo, por exemplo, a transcrição de um texto, digitando um texto ou escrevendo um texto. Então, o que eu destaco é que o médium como intermediário, ele vai ser um instrumento dos espíritos de acordo com as suas próprias capacidades pessoais, né? Essa flexibilidade mediúnica do médium está relacionada exatamente a essas habilidades e competências que ele tem. E como diz o professor Allan Kardec, cada médium tem as suas próprias características, né, como individualidade. Nós nunca vamos encontrar dois indivíduos absolutamente iguais, né? Os indivíduos são semelhantes, mas iguais absolutamente não são. Por cada um tem uma característica. Então o médium também,
alidade. Nós nunca vamos encontrar dois indivíduos absolutamente iguais, né? Os indivíduos são semelhantes, mas iguais absolutamente não são. Por cada um tem uma característica. Então o médium também, né? Nós não nunca vamos ter dois médiuns absolutamente iguais. Cada um deles vai ter mais facilidade de ser intermediário usando uma das suas faculdades nas quais ele transita melhor e traduz melhor o pensamento dos espíritos. >> Muito bem, Luciano. E e realmente é essa diversidade que faz a riqueza do entendimento do fenômeno, não é? Agora passando ao item 167, Juciano, como Kardec define médiuns videntes. E quero lembrar a aqueles que estão conosco que tragam suas dúvidas para aproveitar aí a expertize de Marcilene e Luciano que estão conosco hoje, né, Samuel? >> Então vamos lá. >> Médios videntes. Luciano. >> Perfeito. Kardec é muito didático e ele traz respostas muito objetivas. Então eles ele diz assim: "Olha, médiuns videntes são aqueles dotados de faculdade de ver os espíritos". Então vidente tá relacionado então à visão, a capacidade de ver os espíritos. Só que é curioso, Euzita, que ele comenta para nós que o médium vidente ele não vê com os olhos. Ele não depende da luz ambiente, da luz solar, da luz artificial para enxergar os espíritos, porque ele vê os espíritos através da sua visão espiritual. Tanto é que ele traz um dado muito curioso. Que uma pessoa aqui encarnada, que seja cega, que não consiga enxergar o fenômeno ótico da luz, ele é capaz de ver os espíritos. Por quê? Porque, exatamente, essa capacidade da vidência não é inerente ao corpo, e sim à alma, ao espírito do médium, que é capaz então de enxergar os espíritos e descrevê-lo. E isso traz uma característica muito interessante, porque dá autenticidade ao fenômeno. Muitos são os casos em que o médium vidente registra a presença do espírito e o descreve e às vezes descreve a forma como ele se apresenta, as características da fisionomia, o e até mesmo os sentimentos que às vezes ele está expressando. Porque
registra a presença do espírito e o descreve e às vezes descreve a forma como ele se apresenta, as características da fisionomia, o e até mesmo os sentimentos que às vezes ele está expressando. Porque quando nós nos comunicamos através do corpo, nós eh verificamos que o corpo também fala, né, pela expressão fisionômica, pelos gestos, né, até mesmo pela forma de olhar. Então, o médium vidente ao ver o espírito e descrevê-lo, ele pode ajudar muito na identificação do espírito comunicante e também dando autenticidade à comunicação, principalmente se ele não conhece as pessoas encarnadas e desencarnadas que estão naquele processo de comunicação. Então, evidente, é muito, é uma ferramenta muito útil nas reuniões mediúnicas e também nas tarefas de intercâmbio com o mundo espiritual. >> Muito bem, Luciano. Nós tivemos agora aí a Elita, foi a vez dela, da internet dela. Opa, >> está retornando. Que bom. >> Teve um pique aqui. Retornou. Eh, interessante a colocação de de Allan Kardec. Ele é muito claro, realmente, né, quando nos vem falar sobre essas definições, que a época de Allan Kardec ele tava estabelecendo aí eh digamos esses princípios ou esses conceitos, melhor dizendo. Então, Allan Kardec parte do nada, podemos assim dizer. Nós é que somos herdeiros desse manancial extraordinário que é a obra da codificação, trabalho deixado por Allan Kardec. Então ele vem aclarar sobre o que seja remédio evidente de uma maneira muito direta. E o Luciano até já começou a nos falar também aí dos médiuns que os médiuns dentes vem com os olhos. Isso é muito interessante. Eu eh vou passar a próxima pergunta para a Marcilene, mas se ela quiser ainda fazer algum comentário sobre os médios videntes, que é um tema bastante amplo, mas Allan Kardec no item 168, ele vai fazer alguns comentários. Ele disse, ele vai dizer, por exemplo, que cumpre distinguir as aparições acidentais e espontâneas da faculdade propriamente dita de ver os espíritos e explica em que consiste a faculdade. poderia comentar, por gentileza, né, e
or exemplo, que cumpre distinguir as aparições acidentais e espontâneas da faculdade propriamente dita de ver os espíritos e explica em que consiste a faculdade. poderia comentar, por gentileza, né, e essas aparições acidentais que as pessoas eh percebem vez ou outra em determinadas situações, se configura como a faculdade de médio vidente, comentado pelo Luciano. Então o o Kardec comenta, deixa bem claro, né, que essas aparições aí acidentais e espontâneas, né, propriamente ditas aí, né, essas essas aparições acidentais, elas apare elas ela é interessante porque se a gente for analisar e fazer uma pesquisa, todo mundo já passou por alguma experiência assim nesse sentido. Então, às vezes, quando um parente nosso eh está próximo de partir, né, está próximo de desencarnar, às vezes nos visita em sonho. Mesmo nós morando em cidades diferentes, às vezes esse parente nos visita, vem se despedir e aí a gente acorda ali no outro dia com aquela sensação de que, né, aquele aquele nosso ente querido esteve conosco, né, e que está partindo. Outras vezes vem amigos, né, pessoas amadas por nós, vem nos fazer algum pedido, nos dar alguma orientação, né, às vezes vem pedir oração. Então, essas aparições aí elas são acidentais e espontâneas, né, segundo Kardec. Então, não se trata exatamente dessa faculdade, né, propriamente dita de ver os espíritos. A faculdade, né, de ver os espíritos, ela está mais relacionada ao fato de que o médio vente ele pode ver espíritos que ele nem conhece, né, que ele nunca teve contato, eh, pode evocar espíritos e esses espíritos podem aparecer. diante dele, ele pode descrever, né, as roupas desse espírito, os gestos, né, a expressão fisionômica, enfim, traços característicos dele e até os sentimentos, porque, né, ele pode aliado à vidência, né, tem a sensibilidade e ele pode captar inclusive que tipo de que tipo de espírito se trata, né? é um espírito que tá transmitindo algo bom, né, ou um espírito que está em sofrimento, enfim. Tá? Então, Kardec destaca bem que essas eh essa faculdade
e que tipo de que tipo de espírito se trata, né? é um espírito que tá transmitindo algo bom, né, ou um espírito que está em sofrimento, enfim. Tá? Então, Kardec destaca bem que essas eh essa faculdade de ver acidentalmente, né, os espíritos, a maior parte de nós tem, até porque lá, né, no item 159, Kardecfine que todos nós somos médiuns. Então, somos médiuns eh em maior ou menor grau, né? Então, nesse grau aí, nós somos médiuns, somos capazes, portanto, de receber a visita de entes queridos querendo se despedir de nós. Mas isso não caracteriza exatamente que nós sejamos, né, nós tenhamos a videlecida ali, né, ela é bem estabelecida quando esse médium é capaz de ver espíritos, né, que foram evocados e ali se mostram diante dele. E aí sim, aí nesse caso se caracteriza a a vidência, né, de um modo mais patente. Isso é interessante. E você falando aí dos aqueles que estão próximos da desencarnação, eles também veem aqueles que já foram, né, os parentes, os amigos, né, os familiares que já meu pai desencarnou aos 94 anos e e ele dizia eh hospitalizado, ele tava doente, ficou muitos dias internado. E ele falava: "O que é que Maria está fazendo aqui? E o que é que Miguel vai fazer aqui? Eram os irmãos já desencarnados, né? Então nó vai se aproximando esse momento da desencarnação. A alma desprendida do corpo, né? Tá mais afastada do corpo, percebe no mundo espiritual. Isso não quer dizer eh que tenha a mediunidade de vidência. Uma vez uma senhora perguntou no centro espírita lá em Fortaleza, eu morava em Fortaleza, eu sou do Ceará, e o centro lá ficava próximo a Bezerra de Menezes, que é uma avenida que tem, que não é em homenagem ao Bezerra de Menezes espírita, eh, da família, mas é uma outra pessoa. E ela, um dia ela perguntou, ela tinha um trabalho, pergunta e resposta, eh, que via de vez em quando, eh, eh, o que a gente poderia dizer. E eu brincando, eu disse assim, aí é o médio avulso, né, que é só, não tem assim uma coisa mais continuada. E essa é a verdade. Mas vamos deixar a
e vez em quando, eh, eh, o que a gente poderia dizer. E eu brincando, eu disse assim, aí é o médio avulso, né, que é só, não tem assim uma coisa mais continuada. E essa é a verdade. Mas vamos deixar a palavra aqui com a Elsita. Lembrando que nós temos aí duas eh perguntinhas da Regina e da Mari. Se você, ô >> Samuel, antes de passar para Euzita, permitaame fazer um comentário, só que a meu avô, eh, e a minha avó, eh, por parte de pai, eles combinaram assim, que quando um morresse, o outro não ia demorar muito e vinha chamar o outro, né? Então eles viveram muitos anos, muitos anos meses. Então eles fizeram esse acordo. Quando um morresse, o outro vinha, não era para demorar muito, vinha chamar o outro. Muito bem. A minha avó morreu primeiro e meu avô, né, ficou e um medo, um medo da minha avó aparecer para ele no sonho, porque ele não queria ir embora. Ele não queria, não queria, não queria. Mas muito tempo se passou, muitos anos, seis ou 7 anos. E aí ele já tava assim meio esquecido, com um pouco de Alzheimer e tal. Aí ele contava assim: "Aquela mulher tá me chamando". Mas ele não, aquela mulher tá me chamando. E aí nós que tínhamos, né, esse contato com ele aí já, ah, é a minha avó, né? Porque eles fizeram um acordo lá. Agora só ele não está lembrando quem é aquela mulher, mas ele tá fazendo referência a ela. Achei interessante porque aí aconteceu com ele nas proximidades aí do dia da morte dele. Ele recebeu a visita da minha avó e narrava e dizia como ela estava vestida, mas não dizia, né, quem era ela e era exatamente um vestido que ela costumava usar, né, enquanto encarnada. Pois é. Eu >> é o acordo que eu não quero fazer, mas vamos lá. também. >> Se vocês vocês me permitem, eu também gostaria de dar um testemunho, né? Já que vocês estão contando aí os caus família, eu também tenho um. Pode dar testemunho, Luciano. Vamos lá. >> Então, o Samuel falou que é de Fortaleza. Meu bisavô também é de Fortaleza, o Fernando de Alencar. E ele veio estudar medicina na Bahia.
eu também tenho um. Pode dar testemunho, Luciano. Vamos lá. >> Então, o Samuel falou que é de Fortaleza. Meu bisavô também é de Fortaleza, o Fernando de Alencar. E ele veio estudar medicina na Bahia. E na época existiam só duas faculdades de medicina, uma na Bahia e uma no Rio de Janeiro. E ele estava lá cursando e a mãe dele desencarnou lá em Messejana, né, do ladinho ali. Hoje é bairro de Fortaleza, né? E ela apareceu para ele, então houve uma aparição espontânea. Ela apareceu lá em Salvador para ele e despediu dele dizendo que tinha partido. E aí ele não entendeu nada, né? Porque até então ele era um cientista, né? Ele tava ali fazendo doutorado dele em medicina e ele não entendeu essa aparição espontânea. Achou que era alguma coisa estranha que ele não sabia explicar. Aí, eh, tempos depois chega uma carta fúnebre lá de Fortaleza com uma tarja preta que usava na época dando notícia da desencarnação da dona Josefa Cavalcante de Moura e no dia em que ele a viu. Então, olha que interessante, não é? Ela desencarna em Fortaleza, vai para Salvador, despede do filho e depois vem a prova documental pelos Correios. E aí a partir daí ele começou a investigar o fenômeno e alguém falou para ele lá na faculdade que um tal de professor Allan Kardec tinha escrito uns livros sobre espíritos e sobre mediunidade. E aí ele começou a estudar e depois foi um dos fundadores da União Espírita Mineira. Olha que interessante. >> Bacana, rapaz. Muito bom, Luciano. >> Muito bom mesmo. E continuando aqui na linha dos exemplos, eh, Samuel, acho que nós podemos deixar as duas questões um pouquinho mais para frente, né? Uma é bem pertinente, a outra um pouquinho diferente. Luciano, no item 169, que exemplo Kardec apresenta? Olha, o Kardec diz que ele vai comparecer a um teatro e a uma ópera, né? E junto com o médium vidente que era muito qualificado, muito capaz. E o médium descrevia para ele a movimentação dos espíritos, nesse ambiente teatral, musical. Era curioso porque se relatava a interferência dos
o médium vidente que era muito qualificado, muito capaz. E o médium descrevia para ele a movimentação dos espíritos, nesse ambiente teatral, musical. Era curioso porque se relatava a interferência dos espíritos, tanto no espetáculo, uns debochando, né, dos dos atores, dos cantores, eh, imitando de forma jocosa e outros ao contrário, inspirando, protegendo, orientando. e ele chega a comentar eh até mesmo da interferência dos espíritos com pessoas que estavam ali eh na plateia, espíritos desencarnados na plateia, assistindo a peça e espíritos desencarnados, influenciando os encarnados a a prestarem atenção ou até irem embora daquela sessão, mostrando assim a intervenção dos espíritos nas nossas vidas. Então, o Kardec, ele utiliza-se de um médium vidente para conseguir estudar o ambiente espiritual daquele momento artístico, daquele momento cultural do qual ele estava participando. Então fica muito curioso aí a verve de pesquisador do Kardec contando com a ajuda da vidência para entender o mundo espiritual e explicar o fenômeno que era alvo do interesse do estudo dele. E ele traz isso nesse item do livro dos médiuns, comentando a utilidade da vidência para nós decifrarmos e compreendermos a influência dos espíritos em nossas vidas. Vamos lá então, Samuel Marcilene na continuidade. >> Vamos. Bem interessante essa essa esse item comentado pelo Luciano, né, que mostra realmente, como ele disse, a influência dos espíritos que estão conosco ali no dia a dia, né? Nunca estamos sós. Paulo eh que nos diz em uma de suas cartas que somos observados por testemunhos dos dois lados da vida. Porque não é só o povo que gosta de fofocar da vida da gente, que olha pra gente, não. Os desencarnados também, né? Mas Marcilene, na questão, no item, aliás, 170, Allan Kardec continua falando a respeito dessa questão. Então, ele vai trazer para nós aí um outro exemplo eh de como a vidência pode eh colaborar nesse trabalho de pesquisa, de inquirição, de investigação ou simplesmente demonstrar a realidade da vida
ão. Então, ele vai trazer para nós aí um outro exemplo eh de como a vidência pode eh colaborar nesse trabalho de pesquisa, de inquirição, de investigação ou simplesmente demonstrar a realidade da vida espiritual. O que Kardec comenta nesse item 170. >> Então, Samuel, aí é interessante, né, esses comentários que o Luciano fez eh referente ao outro item. Ah, mas eu queria também destacar, né, do porque tem um trechinho que eu achei assim bem interessante, porque eles estão assistindo lá a peça, né, a ópera, né, Oberon, não sei se é assim que pronuncia, que é do compositor alemão Cal Maria Weber, né? E ele num dado momento eles evocam o Weber, né? E o Weber tá lá assistindo e e aí ele perguntam para ele se ele tá gostando da apresentação. Aí ele disse que é meio fraca, né? Que tá meio fraca, mas aí imediatamente ele eh se direciona lá pro palco. Aí, né? Se vê uns efluvios assim, né? O vidente narrando pro Kardec, né? médio vidente narrando pro Kardec, se vê uns efluvios assim, uma energia diferenciada, né, no palco e aí meio que os atores se se sentem tomados por aquela energia e a intérprete começa, né, a interpretar lá a ópera com mais efusividade. Aí interessante, né, como nós também, se tivermos na sintonia, podemos ser ali influenciados e e fazer, né, naquele caso ali, o bem, né, porque o o autor da ópera, né, ali presente, resolveu estimular os atores a atuarem melhor, porque eles estavam meio mecânicos, mas com a ajuda do próprio autor da ópera, né, isso ocorreu, ficou muito melhor. Mas voltando aí ao a segundo exemplo, né, que que Kardec dá, aí ele conta que num num outro momento ele estava assistindo uma uma apresentação teatral e aí na companhia de um outro médio vidente e eh tinha um espírito, né, como como espectador e esse espírito disse, né, disse a eles que, aliás, perguntou se eles estavam vendo duas senhoras lá num num camarote. E aí eles disseram que sim. E aí o espírito falou para eles: "Pois eu vou, né, tirá-las do salão". Avisou, né, que iria tirá-las do salão. Então, dito
estavam vendo duas senhoras lá num num camarote. E aí eles disseram que sim. E aí o espírito falou para eles: "Pois eu vou, né, tirá-las do salão". Avisou, né, que iria tirá-las do salão. Então, dito isso, o espírito se afasta um pouco, vai lá próximo, fala alguma coisa lá para as duas mulheres, né? O médiente narrando para Kardec. Ele fala alguma coisa, mas ninguém sabe exatamente o que ele disse, mas foi suficiente para que as mulheres de fato deixassem o ambiente, porque ele avisou que tiraria aquelas mulheres, né, do salão e de fato eles as tira de lá. E aí é interessante porque no nosso dia a dia nós estamos sempre cercado de companheiros, cercados de companheiros invisíveis. Alguns companheiros são assim um pouco gaiatos, né? Então, como esse, por exemplo, aí que resolveu que iria tirar as duas senhoras lá do espaço e de fato conseguiu, mas também não ficamos só a a mercer dos companheiros gaiates, temos também companheiros nobres que estão ao próximos de nós, claro, naturalmente, né, somos nós que atraímos esses companheiros, né, a categoria desses companheiros. Mas eh interessante destacar que o o que que Kardec quer chamar a atenção que os espíritos estão em todos os lugares. Estavam lá no teatro, pois estão nos bailes, nos consertos, nos funerais, nos hospitais, em todos os lugares, né? Nos casamentos, enfim, em todos os cantos há espíritos. Eu eu achei interessante essa colocação. Primeiro a gente vê Kardecera. Nós estamos vendo Kardec aqui e não assistir outros espetáculos, ou seja, ele tinha uma vida social e aproveitando isso para trabalhar, isso demonstra a estif desse espírito, né, missionário. E uma coisa que eu achei também interessante é dessas duas senhoras, que o espírito eh se torna visível ao médium que acompanhava. Kardec vai contar essa história toda. Kardec ouve por meio desse médico e ele diz que iria retirar aquelas senhoras e fala com elas alguma coisa e elas saem. E eu lembrava nesse instante do que está escrito na questão eh 459 do livro dos espíritos, quando
eio desse médico e ele diz que iria retirar aquelas senhoras e fala com elas alguma coisa e elas saem. E eu lembrava nesse instante do que está escrito na questão eh 459 do livro dos espíritos, quando Allan Kardec pergunta aos maiores da vida espiritual: "Influem os espíritos em nossos pensamentos e em nossos atos?" E os espíritos respondem: "Muito mais do que imaginais, influem a tal ponto que de ordinário são eles que vos dirigem." Então esse fato relatado por Allan Kardec, ele vem para nós aí eh, digamos assim, num exemplo dessa influência que os espíritos exercem sobre a nossa vida. Daí a necessidade de mantermos um equilíbrio espiritual para que as nossas companhias nos influenciem, mas sempre para o bem. Então elas foram influenciadas e foram dirigidas por esse espírito que não causou nenhum mal a elas, mas só a retiraram, fizeram com que saísse. Vai saber lá o que elas sentiram, os arrepios que possam ter tido ou ou possam até de alguma forma ter vislumbrado aquele espírito uma sombra e vamos embora daqui. Ou seja, alguma coisa houve com aquela senhora. Allan Kardec aproveita isso para nos ensinar sobre essa influência, para nos falar da vidência, mostrando que realmente é um espírito eh missionário, alguém diferente, eh observador por excelência e capaz de tecer eh, digamos assim, eh, as informações que ele deixou para nós na codificação. uma coisa extraordinária, né? Mas agora se o Luciano quiser comentar alguma coisa, senão aí é com Elzita que agora é você, nézita? >> Então eu gostaria de comentar eh porque o livro dos médiuns também foi chamado pelo professor Kardec Manual dos evocadores, porque aquela época era uma metodologia que Kardec utilizava de pesquisa, né? Então, nesse item 169 que a Euzita eh pediu que nós analisássemos, a gente observa, como bem Samuel salientou, que o professor Kardec era culto, né? Ele gostava de coisas eruditas. E nesse dia o que tinha no teatro era a ópera Oberão, como a Marcilene comentou. E o que me chamou muita atenção é que
salientou, que o professor Kardec era culto, né? Ele gostava de coisas eruditas. E nesse dia o que tinha no teatro era a ópera Oberão, como a Marcilene comentou. E o que me chamou muita atenção é que ele depois de assistir a ópera, ele evoca o espírito do próprio autor, né, do Weber, e pergunta para ele, pede ao Weber para fazer uma crítica da ópera, né, como como que o pessoal tá indo, né? Então a gente observa que o gênio acompanha a obra, né, e acompanha também a execução da ópera. E ele faz esse comentário, né, entre aspas, olha, não de todo mar, >> porém frouxa. >> Os os os atores cantam e tudo, não há inspiração. E aí ele interfere e ele fala pro Kardec assim: "Espera, vou tentar dar-lhes um pouco do fogo sagrado". E o que que seria então o fogo sagrado, né? Depois disso, o vidente vê o Weber pairando sobre os atores, né? e enviando para eles o fogo sagrado, ou seja, um tipo de energia que faz com que a partir daquilo ali, de um eflúvio que era derramado sobre os intérpretes, eles reajam com mais energia, com mais empenho, com mais vigor, se entregando mais, né, com mais inspiração, transmitindo assim com mais fidelidade a ópera criado pelo Weber. Isso me chamou muita atenção e me pareceu assim muito curioso, né, da parte dele fazer isso. E ainda nessa mesma linha, eles observaram um espírito que estava muito próximo de uma das cantoras principais da ópera. E aí eles evocaram esse espírito também, achando que esse espírito eh teria sido alguém animado de intenções levianas. E aí o espírito evocado, ele manifesta e se defende. E entre aspas ele diz assim: "Olha, não sou o que julga julgas, eu sou o guia, eu sou o espírito protetor, estou encarregado de dirigi-la, né, a cantora." e fica ali numa palestra junto com o Kardec e com o Vidente e depois ele se despede e diz assim: "Olha, a Deus, ela está no camarim e é preciso que eu vá vigiá-la". Olha que interessante, esse espírito protetor seguia, né, a essa cantora passo a passo, né, par e passo, ia vigiá-la até
diz assim: "Olha, a Deus, ela está no camarim e é preciso que eu vá vigiá-la". Olha que interessante, esse espírito protetor seguia, né, a essa cantora passo a passo, né, par e passo, ia vigiá-la até no camarim. Quer dizer, é algo que nos chama muita atenção e mais uma vez reforça a ideia da nuvem de testemunhas que o Paulo de Tá já dizia, né? Em toda parte há espíritos, né? Não há um local circunscrito para a habitação dos espíritos. Eles povoam aí o multiverso e estão sempre à nossa volta nos observando e muitas vezes interferindo, né, no nosso cotidiano até mesmo numa ópera. >> Perfeito. Ita, eu sei que é você agora, >> mas como nós estamos com tempo, eu queria eh fazer uma uma observação eh nesse texto que Allan Kardec nos traz, em que eh ele evoca o espírito que que estava junto à cantora e logo depois ele vai eh evocar o Weber, né, que que é o autor da ópera. E pela a disposição do texto, Allan Kardec faz isso enquanto a ópera acontecia. Uhum. >> Entre um ato e outro, ou seja, uma evocação mental. E ali o espírito comparece. Quer dizer, ele não foi fazer uma reunião para evocar esses espíritos. É tanto que o espírito diz: "Aguarda um pouco e vai ali inspirá-los". não é fluúvio, ou seja, é uma evocação ali no momento. Então, Kardecigo, isso é extraordinário, porque a gente vê sempre a a evocação quando se fala, faz a reunião e fazer a vocação. E não pelo texto que tá colocado, isso é feito eh durante eh o espetáculo ali em que estava acontecendo, né? Então, só Kardec mesmo, né? com a proteção espiritual que tinha, que é uma celevação para fazer as coisas desse modo, que a gente não anda evocando por aí, que pode não dar muito certo. Perfeito, Samuel. E isso nos leva a observar que para Kardec tudo era motivo de estudo e de pesquisa. quando ele chama Weber para eh indagar sobre uma avaliação do que tava sendo eh interpretado ali, ele mostra pra gente que o que é o que é interessante não é somente a técnica, há a necessidade desse fogo sagrado que é a inspiração.
ndagar sobre uma avaliação do que tava sendo eh interpretado ali, ele mostra pra gente que o que é o que é interessante não é somente a técnica, há a necessidade desse fogo sagrado que é a inspiração. Então tem que haver o envolvimento do artista com a sua arte. Então tudo isso para nós é motivo de aprendizado. E como você bem lembrou, não houve um momento específico para um uma evocação direcional, tudo na velocidade do pensamento acontecendo em tempo real. Olha aí, mais um aprendizado pra gente verificar como que com Kardec realmente a coisa é segura e é diferente. Mas, Luciano, eh nós temos uma questão aí no nosso chat quando acho que Regina pergunta se é possível desenvolver a faculdade de da vidência de ver. E na nossa questão oito, a questão é: a faculdade de ver pode desenvolver-se? Olha só, eh, Regina, né? Regina, muito obrigado pela sua pergunta. Eh, de fato, é possível sim nós desenvolvermos as faculdades mediúnicas. Contudo, professor Kardec recomenda que nós devemos esperar o de seu desenvolvimento natural, sem provocar esse desenvolvimento, porque o médium vidente, ele pode ser joguete da sua própria imaginação, da sua própria criatividade. Então, é possível desenvolver, mas é recomendável que esse desenvolvimento seja natural, aconteça espontaneamente. E nesses aspectos, eh, sempre nós temos visto a recomendação, não só do professor Allan Kardec, mas também pelos seus pósteros, que essa nossa faculdade mediúnica, ela deve ser sempre natural, ela deve ser sempre espontânea e não provocada, porque todas as vezes que nós vamos forçar provocar esse desenvolvimento, nós podemos eh estar diante de situações difíceis para o próprio médium, ele pode ter dificuldade de lidar com essa mediunidade e isso pode gerar até mesmo um processo obsessivo, aonde criam-se vinculações com espíritos que querem se comunicar e o médium às vezes não sabe lidar com essas influências, com essas presenças, com essas comunicações que acabam virando para ele uma mediunidade torturada, ao
es com espíritos que querem se comunicar e o médium às vezes não sabe lidar com essas influências, com essas presenças, com essas comunicações que acabam virando para ele uma mediunidade torturada, ao invés de ser um instrumento de progresso, de esclarecimento, de consolo, passa a ser muitas vezes uma experiência de de dor e de sofrimento e de dificuldade, né? Então, eh, vamos sim desenvolver a mediunidade, mas vamos deixar que elas aconteçam de uma forma natural, um desenvolvimento espontâneo, de acordo com a nossa capacidade de discernimento e de sermos bons instrumentos dos espíritos aqui entre os encarnados. >> Muito bem. Eh, ô, Luciano, e ainda continuando com a dúvida da da Regina, eh, e também faço a mesma pergunta paraa Marcilene, que era a opinião dos dois. Médiuns mendentes são raros. Kardec aqui na no texto, ele diz que essa, né, faculdade, né, eh são raros, eles ainda são raros, né, na no texto aqui de Kardec e ainda diz que é preciso que nós desconfiemos desses que pretendem ter essa faculdade, né, e que de fato é preciso que nós estejamos assim muito atentos, porque algumas pessoas podem enganar-se de boa fé, pode ser produto da própria imaginação da pessoa, mas também nós sabemos, né, sobretudo no mundo de hoje, como pessoas podem simular, né, essa faculdade, às vezes até para fins comerciais. Então a gente precisa assim estar muito atento com relação a isso, porque nós podemos ser ludibriados e para não sermos ludibriados precisamos ficar atentos. E aí, eh, Kardec, ele já aproveita e narra lá, né, o caso de uma senhora viúva que o o marido frequentemente estava junto dela e um médium se aproxima e diz, né, um médium vidente e diz que eh tinha uma pessoa ali ao lado dela. como estava assim habituada eh a, aliás, sabia que o marido frequentemente, né, o marido que já havia desencarnado, né, sabia que o marido frequentemente era visto ao lado dela, imediatamente disse ao médium que, ah, deve ser o meu marido, né? Mas aí o médium aí, interessante porque nesse
que já havia desencarnado, né, sabia que o marido frequentemente era visto ao lado dela, imediatamente disse ao médium que, ah, deve ser o meu marido, né? Mas aí o médium aí, interessante porque nesse momento prova que ele não está eh inventando, né? Não está inventando. Aí ele diz que não, né? que é uma senhora e narra lá as características dessa senhora, o penteado, né, como ela estava, uma senhora ali de uma certa idade que usava uma fita branca na testa, etc, etc. E aí com essa particularidade o que que acontece? Ela acabou reconhecendo a avó, né? A avó. Quando Kardec narra esse exemplo, ele quer nos trazer para o fato de ficarmos atentos, porque sim, nós podemos ser muito enganados, ainda mais no em dias como os de hoje, em que as redes estão sociais estão aí e nós colocamos assim tantas informações a respeito, né, da nossa vida pessoal na internet. Então, não é difícil alguém que queira nos enganar de repente ler as nossas redes sociais, sabe lá que a nossa avó, que nosso pai, que alguém da nossa família desencarnou. Vê lá a foto da pessoa, né, porque nós publicamos várias coisas, né, nas redes sociais. E aí num dado momento, esse médium começa a dizer: "Ah, estou vendo uma senhora ao seu lado com característica X, com característica Y e tal". E aí a gente, ah, então é a minha avó que desencarnou, né? Fulana e tal. Então, às vezes aquele indivíduo com a intenção de nos ludibriar pode ter lido, né, algo, algumas informações que nós mesmos colocamos e aí ele vem e aí dependendo, né, aí não se trata de mediunidade, a gente sabe perfeitamente que a sinonia, né, da mediunidade ou a comercialização eh é proibida, porque mediunidade é coisa santa, que deve ser vivida santamente, né, religiosamente. Então, quando se diz aí religiosamente, no sentido do religar, né, no lado latim, religar a criatura ao criador, a mediunidade deve ser utilizada com o princípio, né, com o objetivo de religar a criatura ao criador. Mas fiquemos atentos, porque muitos de nós ainda, né, somos espíritos em evolução, alguns
riador, a mediunidade deve ser utilizada com o princípio, né, com o objetivo de religar a criatura ao criador. Mas fiquemos atentos, porque muitos de nós ainda, né, somos espíritos em evolução, alguns ainda de nós equivocados, queremos enganar as outras pessoas, enfim, né? Às vezes não é nem por dinheiro, às vezes é por vaidade, né? E aí acabamos dizendo ver determinadas coisas que de fato não estamos vendo, né? Assim, se fôssemos eh em sendo médiuns videntes, sérios, nunca vamos utilizar a nossa mediunidade para ludibriar quem quer que seja, né? >> Muito bem, Marcilene, quer cumprimentar, Luciano? >> Eu gostaria, eh, me chamou também atenção nesse texto eh a respeito daquele da observação que o professor Kardec fala. do risco que nós temos de criarmos ilusões, que ele chamou inclusive de ilusões ridículas, como aquele caso dos chamados espíritos glóbulos, que ele comenta lá no item 108, e aqui ele passa por eles. O que o que que seria isso? É porque nós temos no nosso globo ocular fenômenos óticos que muitas vezes podem tomar forma assim de discos, formas de pequenos riscos, de pequenas formas. E aí, só pra gente fazer uma comparação que ele mesmo usa, é como se a gente olhasse pra lua e nós pudéssemos ver ali algumas formas. Por exemplo, eu tenho uma uma filhazinha de 5 anos, ela olha pra lua e ela fala que tem um coelhinho lá, né? Uma lua cheia. a lua cheia tem um coelhinho. Então o Kardec faz essa comparação porque às vezes eh quando nós eh temos esse fenômeno ótico e vemos eh esses sinais, essas eh pequenas deformações, esses pequenos discos, algumas pessoas acreditam estar vendo espíritos e esses espíritos os seguem por todas as partes. Eles vão pra direita, o espírito glóbulo vai. Eles vão pra esquerda, o glóbulo vai. Vão pra frente, para trás, para cima e para baixo. E aí ele mostra que isso pode nos expor ao ridículo, né? Que é uma ilusão, que ali não tem nada de espírito, é só um fenômeno físico, ótico, não é? Uma vez que os nossos olhos tem grande parte e deles é
aí ele mostra que isso pode nos expor ao ridículo, né? Que é uma ilusão, que ali não tem nada de espírito, é só um fenômeno físico, ótico, não é? Uma vez que os nossos olhos tem grande parte e deles é líquida, né? é uma das partes mais líquidas do nosso corpo. Então, eu gostaria de chamar atenção para isso, porque a preocupação de Kardec é que eh essa mediunidade ainda rara, ela nos pede para que nós possamos desconfiar quando aparece algum vidente falando das suas faculdades, né? Primeiro, nós temos que ter dúvidas, temos que validar essas informações e devemos buscar de forma racional lidar com o fenômeno, porque o espiritismo nos ensina a fé raciocinada. Então, não vamos acreditar em tudo que aparece e nem em tudo que os videntes dizem que vem. E aí, né, só lançando assim uma observação paraa nossa sociedade, se nós formos em qualquer cidade, é comum nós vermos lá nos postes da cidade, das cidades, cartazes, né, de médiuns videntes que se oferecem para fazer os múltiplos serviços que se dizem capazes de fazer. E há muitas pessoas que muitas vezes são iludidas e enganadas. por esses médiuns que se autodenominam videntes e que, na verdade, muitas vezes, eh, têm interesses excusos em relação às pessoas que acabam sendo vítimas, né, de até crimes praticados por essas pessoas, que podem até estorquir, né, dinheiro, que podem pedir favores, que podem praticar até estelionatos, né, e por aí vai. Então fica aí uma uma observação para que eh todas as vezes que pessoas eh se inculcam como possuidores da faculdade da evidência, diz Kardec, o nosso primeiro eh cuidado racional é desconfiar delas. >> Realmente, quando o médium vidente quer se fazer evidente, é um sinal para que a gente fique alerta, né, Samuel? Vamos lá com você. Agora >> tem um ditado no Ceará que diz: "Quando a esmola é muito o cego desconfia". Então a gente desconfia não é do cegoo não é do vidente, né? Quando a coisa tá muito fácil, a não ser que sejam coisas assim comprovadas, né? Vi aqui que a Marcilene comentou os dois últimos
sconfia". Então a gente desconfia não é do cegoo não é do vidente, né? Quando a coisa tá muito fácil, a não ser que sejam coisas assim comprovadas, né? Vi aqui que a Marcilene comentou os dois últimos tópicos já, que era a questão da prudência, porque os médiuns são raros e o exemplo eh que Allan Kardec eh coloca para nós. Mas sobre essa questão dos médiuns ser raros e precisar assim averiguar, alguns médiuns assim notórios, eh, que tinham vidência, muitas pessoas davam testemunho, como o Chico. Eu tive uma experiência com o Chico eh em julho de 85. Eu tenho um irmão que desencarnou no acidente de mó em Fortaleza nos dias 22 de janeiro de 84. E eu fui a Uberaba e tava naquele portãozinho na frente da casa do Chico, eu e mais um um grupo de pessoas. Eu tinha ido mostrar, na verdade, onde era a casa do Chico para uma senhora, um casal que chegou com a moça, muito angustiados, porque o filho havia desencarnado, era só esse casal e o rapaz havia desencarnado no de carro. Então, tava lá na frente, quando chegou o o Eurípides, que é filha adotivo do Chico, né? E ele chegou, empurrou todo mundo, mandou todo mundo sair, que se o Chico não ia atender ninguém. Então, a maioria das pessoas foram embora, mas eu tava lá, eu fiquei escoradinho na parede e Elan disse: "O senhor também saia". Mas eu não saí, eu sou teimoso. Eu digo que eu vou ficar aqui que eu e umas cinco pessoas. E ele entrou na casa, olha, não passou acho questão de um minuto ou pouco mais. Ele voltou e disse: "Entra, o seu Chico quer falar com o senhor". Aí eu digo: "Quer falar comigo?" Aí éramos uns cinco ou seis. Eu digo: "Então todo mundo pode entrar. Nós somos poucos e todo mundo entrou". Ele disse: "O senhor chegue lá, eh, sente num banco atrás. Seu Chico tá conversando com as pessoas, senhor, não falo com ele." Eu digo, "Não, tudo bem". E aí entrei, o Chico tava sentado, umas 20 pessoas com ele lá, a maioria em pé, e eu sentei num banquinho atrás do Chico, que é Tinho. Assim que eu sentei, o Chico parou a
." Eu digo, "Não, tudo bem". E aí entrei, o Chico tava sentado, umas 20 pessoas com ele lá, a maioria em pé, e eu sentei num banquinho atrás do Chico, que é Tinho. Assim que eu sentei, o Chico parou a conversa com todo mundo, se virou e me disse: "A sua voz e a moça está atrás de nós". E começou a conversar. Conversou uns 20 minutos. Eu era recém-chegado no espiritismo, fazia, não fazia muito tempo e conversou bastante e o aí fomos pro centro lá, eu até ajudei o Chico entrar no carro nesse dia, que ele já cansadinho. Fomos lá pra casa da prece. Dessa noite o Chico recebeu uma mensagem do meu irmão, 23 páginas psicografadas e eu levei para casa, para Fortaleza. Eu ia passar em Brasília e fui direto para Fortaleza. Resolvi direto. Cheguei lá à tarde da noite, eh, avisei o meu pai que tava com a mensagem desse meu irmão Alderi. E meu pai sempre foi muito racional. E ele disse paraa minha mãe: "Maria, traz o documento da Alderia". Ele foi conferir a assinatura é idêntica. E o Chico viu assim a moça que eu não sabia quem era. Liguei pro meu irmão mais velho, que é mais velho do que eu, 20 anos. Não sabia, ninguém sabia, só quem sabia quem era assim a moça era meu pai e minha mãe, que na verdade era minha bisavó e o Chico tinha visto. Quer dizer, eu nem eu nem eu conhecia. Esse é um exemplo claro de evidência. E e nessa noite eu tive um fenômeno de dupla vista, porque o Chico quando recebeu seis mensagens, eu tava fora do centro pela janela, lá é pequenino, o o a casa da prece e eu tava do lado de fora e quando ele pegou a terceira mensagem, eu vi meu nome no canto do papel, ele escrita a lápis, meu nome Samuel. Era impossível ler aquela distância, mas quando eu vi, é como se a eh sabe quando você bota aquela lupa na internet que a é que a o a o o a a palavra vem para cima, eu via meu nome e era a última letra da linha, dizia assim: "Querido mano Samuel", era a última palavra da linha. Quer dizer, são fenômenos realmente de vidência. Mas eu gostaria que, já que nós falamos tanto
eu nome e era a última letra da linha, dizia assim: "Querido mano Samuel", era a última palavra da linha. Quer dizer, são fenômenos realmente de vidência. Mas eu gostaria que, já que nós falamos tanto desses outros temas, nós temos um tema aqui que não foi muito comentado e que tem uma pergunta a respeito da Mari Joli. Ela diz assim: "Gostaria de ter mais orientações a respeito da mediunidade através dos sonhos". Allan Kardec quando vai comentar sobre a vidência, ele fala sobre a vidência quando você está fora do corpo, ou seja, quando tá dormindo nos sonhos. Então, o que nós poderíamos eh dizer mais a respeito da mediunidade através do sonho, especificamente, no caso aí vamos falar da vidência, eu passo para a Marcle e depois aí o o Luciano, não foi o caso aí complementa, tá bom? Samuel, tava lembrando aqui do Manuel Filomeno de Miranda que ele fala, né, que existem três tipos de sonhos, né? Então, tem os sonhos eh que a gente pode chamar assim de sonhos fisiológicos, os sonhos psicológicos e os sonhos espirituais. E aí, quais são assim os sonhos fisiológicos? estão aqueles, por exemplo, que nós estamos assim, eh, com muita sede ou estamos assim, de repente, eh, com muita dor no braço, né? Alguma coisa assim, aí a gente pode, de repente eh tá lá com o braço atravessado assim, dormindo sobre o braço de um jeito, ele pode sonhar que ele tá perdendo o braço, algo assim, porque tá com muita dor no braço, algo assim. Então, é o sonho fisiológico, uma necessidade fisiológica. que o sonho registra, né, que a nossa mente registra e aquilo se transforma em em em uma movimentação, né, mental. Então, então há muita gente às vezes a, né, no um uma vontade enorme, né, de de urinar, pode pensar que tá no local exato e aí trata-se de um sonho fisiológico, não tiver atento, né, pode até molhar a cama. E aí tem os sonhos psicológicos, são aqueles acontecimentos assim que às vezes eh durante o dia, né, acontecem, mas o nosso eh consciente não registra, não registra. E aí à noite quando nós vamos
ama. E aí tem os sonhos psicológicos, são aqueles acontecimentos assim que às vezes eh durante o dia, né, acontecem, mas o nosso eh consciente não registra, não registra. E aí à noite quando nós vamos dormir, estamos ali mais relaxados, aí a nossa mente, né, nós vamos visitar as nossas emoções lá no subconsciente. Aí algo que aconteceu às vezes 8 horas da manhã, que naquele momento nós não demos importância, mas aí à noite a gente, ah, então é o sonho psicológico, né? Então, algo que faz parte ali das nossas preocupações do dia a dia. E tem os sonhos espirituais, que estes sim são esses encontros que nós temos não só com desencarnados, tá? Nós podemos também encontrar encarnados. Por quê? Porque quando nós dormimos, né, nós, o corpo físico fica repousando ali, eh, na cama, mas o perespírito, que é o corpo espiritual que todos nós temos, esse corpo espírito, né, continua ligado, como chama André Luiz, pelo cordão de prata, fica ligado ali ao corpo físico, mas esse corpo espiritual vai por aí, né? ele vai e vai ao encontro, de repente dos nossos entes queridos que já desencarnaram, vai ao encontro, inclusive de pessoas encarnadas, enfim. Então, quem desejar aí mais informações pode depois procurar Manuel Filomeno de Miranda, porque ele fala aí a respeito dos desses tipos de sonhos e a gente pode voltar a comentar mais alguma coisa, mas deixa espaço aí também para o Luciano também de repente se quiser acrescentar alguma ideia. OK, Marcilene, eh, nós também podemos lembrar que professor Kardec trabalha o tema no livro dos espíritos, aonde ele coloca para nós o estado de emancipação da alma. Então, ele esclarece que quem dorme é o corpo, né? O espírito não precisa de dormir. Então, enquanto o corpo dorme, ele se emancipa, ele se desdobra. e emancipado no mundo espiritual. Uma das dimensões do sonho é exatamente a possibilidade de contato, de reencontro, de diálogo com os espíritos que eh estão ali vinculados, né, aos nossos pensamentos, aos nossos sentimentos, aqueles
Uma das dimensões do sonho é exatamente a possibilidade de contato, de reencontro, de diálogo com os espíritos que eh estão ali vinculados, né, aos nossos pensamentos, aos nossos sentimentos, aqueles espíritos que nós atraímos, aqueles espíritos que têm sintonia conosco. E uma recomendação que nós poderíamos dar pra nossa espectadora, a Merry, né, eh, seria, se ela quiser, é muito comum durante a o período de sono que nós, ao voltarmos para o corpo, nós trazemos num primeiro momento, uma consciência daquilo que aconteceu fora do corpo, daquele encontro. E aí depois nós adormecemos novamente. E aí quando acordamos, né, pela manhã, é muito comum que nós tenhamos esquecido completamente aquele encontro noturno que nós tivemos com o nosso ente querido, com o nosso amigo espiritual. Então, uma uma tática que pode ser útil é nós deixarmos na beira da cama um bloquinho de anotações, né, seja eletrônico ou seja físico ou até mesmo o celular, né, para nós gravarmos. E quando a gente dá aquela acordadinha à noite lembrando de tudo, nós podemos registrar isso por escrito ou em palavras. E aí no dia seguinte, quando nós despertarmos sem a lembrança do que aconteceu durante o nosso sonho, o nosso desdobramento, a nossa emancipação, nós vamos ter ali um registro da nossa percepção e a partir dali nós vamos poder examinar e investigar se aquilo faz sentido, se é se se trata de uma uma comunicação realmente espiritual. E aí vamos usar o método racional para entendermos aquilo que nos foi dito durante a emancipação da alma. Fica aí essa sugestão. >> Muito interessante, Luciano. Lembrando que o termo desdobramento Allan Kardec não utiliza na codificação. O termo que que ele fala sobre esses eventos é exatamente a emancipação da alma. O termo de isolamento foi incorporado depois à literatura espírita, assim como xenoglossia, ectoplasma. que foi por exemplo foi criado por Charles eh foram se incorporando, mas nós vamos encontrar com o título aí realmente emancipação da alma. Gostaria
atura espírita, assim como xenoglossia, ectoplasma. que foi por exemplo foi criado por Charles eh foram se incorporando, mas nós vamos encontrar com o título aí realmente emancipação da alma. Gostaria de lembrar muito também André Luiz. André Luiz traz muitos fenômenos eh de sonho, ou seja, do dessa desse convívio no mundo espiritual. Tem o caso de uma moça que ele cita lá, ela fora do corpo vai visitar a própria avó. é um local também que ela eh via vibrações negativas em torno dela. Ela é como se ela sonhasse com serpentes que quisessem picar isso e aquilo. Ou seja, a mente converte aquilo em imagens que, na verdade não são os fatos em si. Por isso é tão difícil eh sabermos assim um sonho que ele realmente assim eh nos emprestou eh naqueles momentos que tem gente que quer decifrar sonhos. uma coisa muito complexa. André Luiz traz casos extraordinários dessas vivências fora do corpo físico que a alma aí no estado de emancipação, logicamente mais facilmente se coloca em contato com outros espíritos que estão na mesma situação, desencarnados ou simplesmente fora do corpo, não é? É um tema assim vastíssimo, maravilhoso e que todo mundo adora. é mediunidade. Se entrar no campo dos sonhos, então Elita, nós vamos embora. >> Entrar, entrar no campo dos sonhos e interpretar a simbologia é todo um estudo à parte, né? >> Mas voltando aqui, nós temos duas questões, Luciane e Marcilene, também da Regina Diga. Eh, eu particularmente sonho quase todos os dias com os meus amigos e parentes desencarnados. Que tipo de mediunidade seria essa? Sonhar com os parentes desencarnados é um tipo de mediunidade? >> Entra na categoria, pode ser? Eu >> sim, você começa e Luciano continua. >> Tá certo? Então porque lá Kardec lá no item 159, né? ele diz que todos nós somos médiuns. Então, justamente falando dessa eh dessa possibilidade de comunicação que existe entre os encarnados e os desencarnados e eh faz parte, portanto, dessa dessa designação geral de médium, né? Então, o médium. Então, agora se são sonhos,
dessa possibilidade de comunicação que existe entre os encarnados e os desencarnados e eh faz parte, portanto, dessa dessa designação geral de médium, né? Então, o médium. Então, agora se são sonhos, digamos assim, premonitórios, se tem uma mensagem que eh de repente que a algo vai acontecer e acontece, aí sim, aí você já dá uma uma, né, uma uma destinação. Ah, tá. Então, eu sonhei com isso e aí de fato aconteceu isso. Aí é o o sonho premonitório, né? Mas assim, sonhar com as pessoas que desencarnaram, então nós sonhamos, é que nem todos nos lembramos. Nem todos nos lembramos. Nós ao nós sonhamos sempre, inclusive segundo, né, a a psicologia, nós sonhamos sempre. Mas no nosso quando nós no corpo físico, o que nos comanda basicamente são cinco sentidos. Então, quando e que o que acontece conosco durante o sono do corpo físico, né, vai para além dos cinco sentidos, né, da audição, da visão, do alfato, do paladar e do tato, vai para além dos cinco sentidos. Então, quando retornamos ao corpo, por que às vezes não nos lembramos os detalhes? porque, né, estamos ali presos ao corpo. Mas eh não fique com essa preocupação não, Regina, de, né, de sonhou com seus entes queridos. Que coisa boa que Deus permitiu que esse sonho faça suas preces, né? Agradeça a Deus a oportunidade de ter convivido tanto tempo com eles. Deseje que eles estejam bem, né? que eles busquem tarefas para realizar no plano espiritual, porque os espíritos têm tarefa para realizar no plano espiritual, então eles não ficam à nossa disposição, não, né? Então, se de repente nós estamos sempre sonhando com determinadas pessoas, estamos sempreando dessas pessoas, de repente nós podemos até estar obsediando os nossos companheiros que que nos antecederam na parte espiritual. Então, deixemos os nossos amigos, os nossos entes queridos seguirem, porque eles têm tarefas para desenvolver no plano espiritual. Então, tenhamos esse cuidado. graças a Deus, façamos uma prece, né, em homenagem a esses amigos, desejando que
os entes queridos seguirem, porque eles têm tarefas para desenvolver no plano espiritual. Então, tenhamos esse cuidado. graças a Deus, façamos uma prece, né, em homenagem a esses amigos, desejando que eles estejam bem, que eles fiquem bem e agradecendo a Deus a oportunidade bendita, né, do >> Regina, assim, Regina, eh, o professor Kardec, ele diz que o estado de de emancipação da alma facilita a comunicação com os espíritos, mas além daquilo que a Marcilene me comentou, eu gostaria de fazer uma observação, porque uma das dimensões dos sonhos também pode ser a memória. Então, pode ser que você durante o sono do corpo esteja acionando a sua memória, lembrando dos entes queridos e dos amigos, porque isso está gravado na memória. O espírito Emmanuel no livro Pensamento e Vida nos diz que via de regra nós gravamos na memória tudo aquilo que tem duração e intensidade. Olha que interessante. Então você certamente teve momentos, não é, que teve intensidade e duração com seus entes queridos e com seus amigos. Então, esse fenômeno que você está passando por ele pode ser uma lembrança, pode ser você acionando os seus bancos de dados que estão na sua memória gravada no perespírito, né? Gravado no corpo espiritual. Tá bem? Ô Luciano, ainda atendendo a questão dela aqui, eh, Allan Kardec quando estuda nesse item, meu irmão, ponto 7, que nós vimos, ele diz que vê os espíritos na hora do sono, ou seja, do sonho, não é propriamente a mediunidade de vidência. E ele vai explicar esses casos todos no capítulo sexto do livro dos médiuns, quando ele trata das manifestações visuais. Então, Regina, se você tiver o livro dos médiuns ou poder adquiri-lo, ele também tem para baixar na internet, eh, veja o capítulo das manifestações visuais, o capítulo sexto de O livro dos Médiuns, que Allan Kardec trata dessa questão e você vai poder ter mais clareza sobre esse assunto, tá bom, querido? >> Muito bem, Samuel. O nosso horário acho que chegou. Chegamos, né, >> Euzita? Chegou. Mas eu queria só
rdec trata dessa questão e você vai poder ter mais clareza sobre esse assunto, tá bom, querido? >> Muito bem, Samuel. O nosso horário acho que chegou. Chegamos, né, >> Euzita? Chegou. Mas eu queria só responder uma questãozinha aqui que a Regina falou que ela na reunião mediúnica, ela fica sempre na sustentação, né? Eh, e ela normalmente se lembra dos sonhos, mas quando tá na reunião mediúnica, ela fica sempre na sustentação. Regina, olha, se o seu organismo físico tiver, né, as condições necessárias, não se preocupe. No momento certo a mediunidade, né, a sua mediunidade vai se manifestar. E aí tem uma uma colega aqui entre nós que nós começamos juntas, né, na reunião mediúnica e só 3s anos depois de frequentar regularmente a reunião mediúnica, é que ela começou a dar passividade 3 anos depois. E aí ela já tava lá pensando que ia ser o médio, né? Ela, Marcilene, estava pensando que ia ser médio de sustentação para sempre. Médio de sustentação somos todos nós, né, na reunião mediúnica, né? Então, estamos sempre sustentando, uma hora dialogando, mas sempre sustentando. E aí ela falou: "Nossa, e agora consigo eh ver os espíritos, eles conseguem se comunicar através das minhas cordas vocais, né, que ela é média de psicofonia. Então, continue, né, Regina? Então, se o seu organismo físico tiver as condições necessárias, com toda certeza, num dado momento, a sua mediunidade vai se manifestar. >> E lembrando também, Marcilene, que a sustentação é o ponto de autoequilíbrio de qualquer reunião mediúnica. >> Importante. >> Então, não nos sintamos diminuídos. Estou apenas na sustentação. Não, você não está apenas na sustentação. Você está totalmente se dedicando ao equilíbrio de uma reunião mediúnica através do da sua do dedicação como médium de sustentação, ponto alto de equilíbrio. >> Todos somos importantes, né, na reunião mediúnica e precisamos de sustentação nossa e dos outros. como, né? Se >> é, meus amigos, tá muito boa a conversa, o tema é muito agradável, mas o nosso
rio. >> Todos somos importantes, né, na reunião mediúnica e precisamos de sustentação nossa e dos outros. como, né? Se >> é, meus amigos, tá muito boa a conversa, o tema é muito agradável, mas o nosso tempo chegou ao fim e queremos só lembrar que no nosso próximo encontro aqui hoje o o Carlos Campete não pode estar, me pediu para para substituí-lo, por isso estamos aqui. No próximo possivelmente ele esteja aqui. Então, nós vamos ter a continuidade do estudo ainda no capítulo eh 14. Aí vai ser estudado dos itens 172 a 177. Quem tiver oportunidade de já ler alguma coisa, facilita o entendimento e até fazer algumas questões, tá bom, meus amigos? Um abraço a todos. Passo a palavra, Elita, para que faça o encerramento. >> Muito bem. Nós agradecemos a Marcilene e Luciano que vocês possam estar conosco novamente e a você que esteve conosco ou estará conosco sintonizando, vendo as gravações. E até a próxima sexta. Fiquem em paz. >> A paz a todos. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos
iador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A Padrinha Feb TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doe.com.br BR e faça sua doação.
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