#32 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 24

FEBtv Brasil 15/11/2025 (há 5 meses) 1:12:56 770 visualizações

Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 32 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. XIV Dos médiuns. Link de acesso ao Estudo: https://febtv.live/livrodosmediuns_cfn_feb Para fazer parte do grupo do estudo, acesse: Telegram: h...

Transcrição

Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e [música] suas belezas. Estudo de Ovre dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo [música] Nacional da Federação Espírita Brasileira. Olá, nossas boas-vindas a você que nos assiste. Nossas boas-vindas também aos participantes Carlos Campete, vice-presidente de unificação da Federação Espírita Brasileira e Alessandro Viana, diretor do Departamento de Doutrina e diretor executivo do Centro Espírita Allan Kardecta, São Paulo. Alessandra palestrante e autor de oito livros espíritas. Muito bem, nós contaríamos hoje com a Regina de Fátima Souza, que é vice-presidente da Federação Espírita do Distrito Federal e assessora da área de mediunidade, né, da área nacional de mediunidade, mas está com apagão total, ela tá no escuro e não tem condições de contato, né, pela internet. Então vamos ver se consegue resolver para ela entrar em algum momento. Se ela entrar, ela ela e vai ser colocada aqui e vai participar com a gente. B então hoje nós vamos dar continuidade ao estudo de livro dos médiuns, eh examinando a segunda parte das manifestações espíritas no capítulo 14 dos médiuns, os itens de 159 a 164. Vamos eh fazer a primeira pergunta aqui pro Alessandro. A gente tava até conversando um pouquinho antes. Essa questão ela é bastante profunda, delicada e então nós vamos nos deter um pouquinho aqui nela. A gente vai fazer a pergunta geral para Alessandro e vamos conversando aqui. Alessandro, como Allan Kardec define o médium? Todos nós somos médiuns. E que principais tipos de médiuns apresenta Kardec aqui nesse item 159? Eh, boa noite, Carlos Euzita, aqueles que estão nos acompanhando neste momento pelas redes sociais ou que assistirão oportunamente. A alegria de poder partilhar deste espaço, Carlos. Essa questão, este item 159 é talvez um dos itens mais utilizados quando tratamos da temática da

pelas redes sociais ou que assistirão oportunamente. A alegria de poder partilhar deste espaço, Carlos. Essa questão, este item 159 é talvez um dos itens mais utilizados quando tratamos da temática da mediunidade, porque como você propôs aqui, Allan Kardec vai trazer para nós a definição. E este conceito ele é muito importante, porque ainda hoje ouvimos pessoas que estudam a doutrina espírita, que frequentam com habitualidade a casa usando a expressão que eu não sou médium, né? Usam essa expressão, não sou médium. Então aqui nós estamos, vamos ver que o conceito que Kardec traz aqui, toda pessoa que sente a influência dos espíritos em qualquer grau de intensidade é médium. Esta é uma faculdade inerente ao homem, por isso não se constitui em privilégio. Portanto, Carlos, dentro desse conceito de Kardec, nós vamos perceber que todos nós somos médiuns. E isto tem até um sentido, tem uma utilidade espiritual. Porque se nós vivemos cercados por uma nuvem de testemunhas, como diz Paulo, os espíritos, se nós estamos, mundo físico e mundo espiritual se interpenetram. Se os espíritos não pudessem de nenhum jeito nos acessar, nos tocar, trazer uma ideia, de alguma forma eles não pudessem agir sobre nós, ficaria uma coisa sem sentido, né? E nós vamos ver que Kardec comenta essa questão até do anjo da guarda. Nós vamos trazer um pouco para este lado assim que é um mais do senso comum. Todos nós temos um anjo da guarda. Mas se eu tenho um anjo da guarda que ele não consegue atuar, ele não consegue fazer com que o seu pensamento, a sua ideia chegue até mim, de que adiantaria este anjo da guarda? Há que se ter um mecanismo que permita a todos nós receber esta influência. Então, é neste sentido que Kardec está dizendo que todos somos médiuns. É que, como ele próprio vai explicar, vulgarmente, nós acostumamos nos utilizar da palavra médium apenas para aqueles que têm a faculdade mais ostensiva, visível, que produz esses fenômenos mediúnicos que ele próprio cita. Alguns aqui, você trouxe na pergunta, né? Ele

os utilizar da palavra médium apenas para aqueles que têm a faculdade mais ostensiva, visível, que produz esses fenômenos mediúnicos que ele próprio cita. Alguns aqui, você trouxe na pergunta, né? Ele cita que os principais são médiuns defeitos físicos, médiuns sensitivos ou impressionáveis, auditivos, falantes, videntes, sonâmbulos, curadores, cineastógrafos ou escrita direta, tipógrafos ou escreventes. Então, veja, nós nos acostumamos a usar essa ideia de mediunidade apenas aquele que vê o mundo espiritual, ouve o mundo espiritual, psicografa com a mensagem do mundo espiritual, produzcura. Mas o que Kardec está dizendo é que todos nós somos médiuns. Ela é uma faculdade orgânica. Todos nós trazemos um equipamento orgânico, todos que é capaz de fazer esse registro, ainda que seja, digamos, o mais simples, a inspiração. Todos nós podemos receber esta inspiração, esta ideia, este pensamento do mundo espiritual. E aqui até este momento não estamos nem falando se é um bom pensamento ou se é um mau pensamento. Nós estamos falando dessa, desse mecanismo e dessa possibilidade de receber esta inspiração proveniente eh do mundo espiritual. Eu gosto muito, Carlos, de um livro do nosso querido José Raul Teixeira que se chama Correnteza de Luz. A minha capa é meio surrada daquelas edições antigas, das primeiras edições, onde o espírito Camilo, ele muito bem vai explicando muitas nuances da mediunidade. E aqui ele explica que todos nós trazemos a glândula pineal e o sistema nervoso central ajustado minimamente para poder captar essas ondas mentais provenientes do mundo espiritual. Aqui ele explica o mecanismo, o fenômeno. Se nós formos na obra de Chico, mecanismos da mediunidade, ali vamos ter um estudo mais técnico e aprofundado de como essas ondas mentais chegam até o nosso espírito capta via perespírito, vem ao corpo físico. E nós registramos essas inspirações. Alguns têm consciência, outros não têm consciência. Eu gosto muito de uma passagem do Evangelho que Amélia Rodrigues traz para nós, que é

ito, vem ao corpo físico. E nós registramos essas inspirações. Alguns têm consciência, outros não têm consciência. Eu gosto muito de uma passagem do Evangelho que Amélia Rodrigues traz para nós, que é aquela passagem em que Jesus pergunta a Simão Pedro: "O que o povo pensa que eu sou? O que dizem de mim?" "Ah, mestre, tu é Elias, Jeremias ou um dos profetas da antiguidade? E tu, Simão, que dizes? Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo". Muito bem, Simão, porque não foi nem a carne, nem o sangue que te revelaram. E logo na sequência eles continuam este diálogo. Jesus fala dos desafios futuros que viriam à frente. Simão Pedro é tomado do medo, chama Jesus à parte e o repreende. E aí Jesus vai dizer para ele: "Para atrás de mim, Satanás, que me serve de escândalo." Amélia diz que Simão Pedro vai conversar com Jesus depois para entender, porque em poucos minutos, vejamos, Simão Pedro foi capaz de fazer esse registro do mundo espiritual. Simão não foi nem a carne, nem o sangue que te revelou, ou seja, não era uma concepção dele, era algo que veio do mundo espiritual, que ele captou dentro desse conceito genérico de que todos somos médiuns. Ele captou um bom pensamento, fez uma sintonia elevada, mas vejam, segundos, minutos após, dominado pelo medo, baixa a sintonia, continua sendo médium, capaz de fazer esses registros do mundo espiritual. Aí ele já se viu cercado por espíritos inferiores que tentavam, sem conseguir intimidar Jesus e usar um ele de instrumento. Então esse esta cena para atrás de mim, Satanás, Jesus vai explicar depois a Simão Pedro. Eu não me dirigia a ti, mas aos espíritos inferiores que utilizavam da tua faculdade mediúnica para tentar me intimidar. Então aqui é uma cena do evangelho que eu acho belíssima. Ela abriria para nós aqui um leque muito grande eh de comentário, mas aqui mostra esta ponte mediúnica que todos nós somos, todos nós. E esse item 159, ele praticamente se linca com a questão 459 do livro dos espíritos, né? onde lá os espíritos dizem que todos nós, né, os

ui mostra esta ponte mediúnica que todos nós somos, todos nós. E esse item 159, ele praticamente se linca com a questão 459 do livro dos espíritos, né? onde lá os espíritos dizem que todos nós, né, os espíritos influem na nossa vida de tal forma que frequentemente são eles que nos dirigem. E eu anotei aqui um texto da revista espírita, onde Kardec faz até uma espécie de eh de um dado estatístico que 3/4 dos nossos pensamentos, 3/4, 75% dos nossos pensamentos, eles são provenientes do mundo espiritual. 75%. Se todos nós somos médiuns, nós estamos registrando este fluxo mental de ideias que nos chegam. Então, é nesse sentido que Kardec está nos alertando que todos somos médiuns. Infelizmente nem todos têm esta consciência. Aliás, como eu disse de início, às vezes até espíritas que estudam ainda continuam dizendo o correto, se a gente for seguir assim eh fielmente o que Kardec está dizendo, quando nós queremos dizer que não somos médiuns por não termos um fenômeno ostensivo, deveríamos dizer: "Eu não sou médium ostensivo, porque médium todos nós somos". E é interessante quando ele traz aqui essas principais faculdades mediúnicas, algumas nós vamos até comentar aqui no decorrer eh da nossa fala, né? Eh, médiuns defeitos físicos, sensitivos, médiuns auditivos, né? Eh, falantes, psicofonia, videntes, vida, algumas palavras que não colaram muito, né? Não vieram aqui para o Brasil, parece que não ganhou corpo, não caiu no desuso. Sonâmbulo. É muito raro nós usarmos, né? Hoje em dia tem um livro da Sueli Calda Schubert, onde ela fala sonâmbulos, entenda-se médiuns inconscientes, né? Eh, que é mais comumente utilizado, que entram neste transe mais profundo, num estado mais amplo de emancipação da alma, né? médiuns de escrita direta, médiuns escreventes. Vejam que são aqui as principais faculdades mediúnicos, às vezes médiuns ostensivos, podem ter uma ou às vezes até mais dessas mediunidades. É comum em mandato mediúnico, como diz André Luís, os missionários, Chico Xavier, Divaldo

is faculdades mediúnicos, às vezes médiuns ostensivos, podem ter uma ou às vezes até mais dessas mediunidades. É comum em mandato mediúnico, como diz André Luís, os missionários, Chico Xavier, Divaldo Franco, Ivone do Amaral Pereira, é muito comum quando o médium vem com essa missão na mediunidade que o seu equipamento orgânico vem então preparado glândula pineal. Aliás, Carlos, esta semana passada tivemos aqui em Itaptininga, em São Paulo, a nossa querida Eulália Bueno, que é uma grande estudiosa da mediunidade e ela citou um estudo científico. O que que faz que um médium se organicamente falando, ele seja ostensivo, tem essas essas mediunidades mais patentes e que não seja. Ela sinalizou para nós que há estudos que indicam a presença de cristais de apatita na glândula pineal. que é que produz então essa mediunidade mais ostensiva. Ela fez até uma citação que eu achei bem interessante. Então, vejo que fisicamente o médium vem preparado para ter as ostensivas ou não tê-las, ter uma ou ter mais. Então, a gente via em Chico a psicografia, a psicofonia, efeitos físicos, cura como Divaldo, mas normalmente uma predomina. É importante dizermos isso, mas o item aqui, Carlos, a gente abre até para que vocês possam eh também acrescer comentários, é um convite para que tenhamos mais cuidado moral, já que todos somos médiuns, passíveis de receber a influência espiritual e o pensamento. O mínimo que fica para nós aqui é um cuidado moral mais ativo da nossa vida para sabermos que tipo de sintonia estamos fazendo e que tipo de pensamento estão chegando até a nossa intimidade, até o nosso cérebro. >> Uhum. >> Tudo bem, o link, >> o link que o Alessandro fez com a 459 é muito oportuno, né? >> Sim. Porque ali diz que eh se influencia os espíritos, nossos pensamentos e atos mais do que imaginais, porque de ordinário são eles que vos dirigem. E aí cabe a gente nos perguntar qual o tipo de espírito que está me dirigindo agora aqui no que no que eu estou fazendo, né? Porque muitas vezes a gente nem percebe,

rdinário são eles que vos dirigem. E aí cabe a gente nos perguntar qual o tipo de espírito que está me dirigindo agora aqui no que no que eu estou fazendo, né? Porque muitas vezes a gente nem percebe, começa a ficar agitado ou fica até nervoso com alguma situação e acha que tá sozinho. E na maior parte das vezes a gente tá, né, influenciado ali, sofrendo a influência dos nossos irmãozinhos. Por isso a nossa responsabilidade, como o Alessandro chamou atenção, nós somos responsáveis porque os espíritos podem nos influenciar, mas nós temos o livre arbítrio. Nós é que decidimos fazer ou não, não é? Então, a responsabilidade é totalmente nossa. Agora não adianta ter essa ideia, né, de que, ah, eu sou como uma porta, né, a pessoa não ter mediunidade, eu sou como uma porta. Digo, opa, espera aí, que que você tá querendo dizer com isso? Porque a mediunidade é realmente uma porta entre duas dimensões. [risadas] É, qual o sentido de porta, né? >> O sentido de porta aqui pra gente entender, né? Aí, desculpa, vamos lá, então. >> Não é isso mesmo. A gente tem que ter essa essa consciência que a mediunidade é uma faculdade humana comum, assim como é a inteligência. Todos nós temos inteligência >> em maior ou em menor escala, dependendo das nossas conquistas. Todos nós temos essa sensibilidade mediúnica e cada um de nós, de acordo com a tarefa assumida, com as conquistas, com as outorgas espirituais, nos manifestamos. E essa história da 459 de livro dos espíritos que nos coloca que de ordinário os espíritos nos dirigem e realmente a opção, a escolha é nossa. Tem um ditado popular que para você conhecer a pessoa você diz o seguinte: "Diz-me com quem andas e te direi quem és." em relação à mediunidade, em relação a essa condução espiritual, diz-me o que pensas e te direi em que companhia você está. Então isso aí define muito bem para nós essa situação. Por isso a importância de nós estarmos sempre alimentando a nossa mente com leituras positivas, ideias bondosas, para que a gente tenha essa sintonia. Os

so aí define muito bem para nós essa situação. Por isso a importância de nós estarmos sempre alimentando a nossa mente com leituras positivas, ideias bondosas, para que a gente tenha essa sintonia. Os espíritos estão aí à espera dessa conexão. Agora, sintonizar com o mal ou conectar com o bem é um trabalho totalmente pessoal, individual e intransferível. E Alessandro, continuando nessa >> sóusitas, só para eu fazer a citação da fonte, eu acho sempre importante para que o aqueles que nos ouvem, está na revista espírita de outubro de 1858, quando o Kardec fala que 3/4 dos pensamentos nos são eh sugeridos. E também está na revista espírita de janeiro de 1861, a voz do anjo da guarda, quando Allan Kardec também fala que que todos somos médiuns, porque todos nós ao somos capazes de receber esta influência do anjo da guarda e não só dele, mas ali Kardec usa, como eu citei de início, essa figura do anjo da guarda, que é uma figura assim de outras religiões adotam também um anjo guia, um anjo protetor, é que acaba nos eh dirigindo, né? Então, é só para fazer a citação da revista espírita para quem deseje depois eh buscá-la. E a grande ideia, então, só é a gente usando própria terminologia aqui, quando o Kardec no livro dos médiuns cuida da psicografia e ele fala do da psicografia intuitiva e da que daquela que é inspirada e a gente usa isso. Então ele diz que a intuitiva, ou seja, a intuição é quando eu tenho consciência do fenômeno e a inspiração é quando não tenho consciência. Então, diríamos que a maior parte da humanidade, né, eh, desconhece essa questão de ser médium, mas recebe a inspiração. Ela é inspirada porque ignora, mas está recebendo a inspiração do mundo espiritual, boa ou má, porque todos somos médiuns. O ideal, usando a nomenclatura do livro dos médiuns, é que a gente deixe de ser assim, seguindo fiel ao livro dos médiuns. Deixemos de ser inspirados para sermos intuídos, porque a intuição pressupõe uma consciência, uma participação mais lúcida. Eu sei que eu sou médium, eu sei

assim, seguindo fiel ao livro dos médiuns. Deixemos de ser inspirados para sermos intuídos, porque a intuição pressupõe uma consciência, uma participação mais lúcida. Eu sei que eu sou médium, eu sei que eu capto essas ondas mentais, então agora eu vou passar a ser intuído, porque daí pressupõe, repito, a minha adesão, a minha consciência nesse processo de receber essa inspiração, essa intuição do mundo espiritual. Mas como o Carlos disse, livre arbítrio, nós vamos ter que avaliar os pensamentos que nos chegam para saber se são bons ou maus. E a o grande parâmetro para nós são as lições do Cristo, né? Os bons pensamentos vão na linha, vão ao encontro, né, dos bons valores que o Cristo nos ensinou. as virtudes, os maus pensamentos se afastam das diretrizes do evangelho >> e nos levam para os vícios, né? >> Sim. >> Excelente, Alessandro. Ótimas citações. E como Kardec define médiuns de efeitos físicos e o que ele comenta a a respeito disso no item 160? >> Aqui no item 160, nós estamos aqui com a obra, né, Kardec? Adentrando, que foi o primeiro que ele citou ali nas principais mediunidades, os médiuns defeitos físicos são particularmente aptos a produzir fenômenos materiais, como os movimentos dos corpos, inertes, ruídos e podem ser divididos em facultativos e e involuntários. Então, veja, essa primeira parte, eh, ele está falando então dessas pessoas, desses médiuns, defeitos físicos que são capacitados de produzir esses fenômenos, né, que estamos falando médium, intermediário. Então, ele fornece recursos fluídicos para que o mundo espiritual produza eh essa essa gama de fenômenos que acontece dentro do efeitos físicos. Eu recomendo que depois possam ler e vai chegar o estudo no item 189 do livro dos médiuns, que ali Kardec vai falar dos tipos de de efeitos físicos que os espíritos produzem, movimentações de objetos, sons, né, transporte de objetos, as aparições de espíritos, materializações que a gente costuma falar, tudo isso está nesta classe de médiuns defeitos físicos. E aí as

duzem, movimentações de objetos, sons, né, transporte de objetos, as aparições de espíritos, materializações que a gente costuma falar, tudo isso está nesta classe de médiuns defeitos físicos. E aí as pessoas podem nos perguntar, mas o que que o médio de efeito físico tem que propicia que a espiritualidade manuseiando o que ele ele o que ele fornece pode produzir esses fenômenos. É o que nós chamamos no movimento espírita de ectoplasma. Todos nós temos ectoplasma. Recomendo a obra Nos Domínios da Mediunidade, capítulo 28, efeitos físicos. E na obra Missionários da Luz também André Luiz vai estudar a faculdade de efeitos físicos, porque aqui nós vamos trazer uma linha gerais, nós não vamos fazer um estudo, seria um seminário para estudarmos a mediunidade de efeitos físicos. Aqui nós estamos trazendo conceitos básicos para que aqueles que nos assistem possam entender o que caracteriza esse tipo de faculdade mediúnica. Todos nós temos, produzimos ectoplasma. E aqui é bom dizer a, qual é a origem do ectoplasma? Ele tem a sua origem no fluído vital. É o fluído vital que na intimidade das células é transformado em ectoplasma. E o ectoplasma ele é expelido, é uma matéria que está situada entre a matéria densa e a matéria do perespírito semimaterial. Isso é o livro eh eh aqui livro nos Domínios da Mediunidade que nos fala isso. Então é uma matéria que está ali entre o estado bruto da matéria, o corpo físico, a matéria que nós conhecemos e o perespírito semimaterial. Está no meio ali, uma matéria plástica que o médium de efeitos físicos libera pelos orifícios, nariz, ouvido, pelas extremidades, os dedos, pelo tórax, né? E ele produz então em abundância e com características de produzir efeitos físicos, porque como eu disse, todos nós temos ectoplasma, liberamos, mas a maioria de nós não liberamos um ectoplasma em quantidade com a especificação necessária para produzir um fenômeno de efeitos físicos, tá? Isso quem explica, eu cito aqui, é o Camilo na obra que eu mencionei,

de nós não liberamos um ectoplasma em quantidade com a especificação necessária para produzir um fenômeno de efeitos físicos, tá? Isso quem explica, eu cito aqui, é o Camilo na obra que eu mencionei, correnteza de luz, capítulo 11. mediunidade e organismo. E ele explica até para quem quiser depois buscar essa característica do ectoplasma do médium de efeitos físicos. Então ele tem essa característica, né, a fim de que os espíritos possam, manuseiando o ectoplasma, os fluídos da natureza, os fluídos do mundo espiritual, eles combinando tudo isso, como explica na obra, nos domínios da mediunidade, daí eles possam produzir esses inúmeros fenômenos, né? Porque às vezes a gente acha, por exemplo, uma mesa levanta, uma cadeira levanta e se movimenta. A gente acha que o espírito pegou com as mãos a cadeira, levantou, movimentou, mas a gente sabe que não é assim, né? Os espíritos revestem o objeto com esse ectoplasma combinado com aqueles fluídos que eu mencionei e através da ação do pensamento eles produzem estas movimentações de objeto. Eles eles acabam materializando espírit hoje. É raro, né? Até a década de 50, 60, nós tínhamos algumas casas espíritas que tinham essas tarefas de materializações, onde os espíritos se materializavam. Claro que aguça a curiosidade ainda, é um fenômeno que aguça muita curiosidade das pessoas. As pessoas querem ver, né, movimento se se os objetos se movimentando, os espíritos se materializando, sons sendo produzidos, notas musicais. Como eu disse na faculdade, no mandato mediúnico de Chico, Divaldo, Vô, nós vamos encontrar as manifestações de efeitos físicos, porque eles também tinham esta faculdade mediúnica, o ectoplasma com esta característica e os espíritos manuseando isto, naturalmente que eh produziam esta gama de fenômenos, né, muitas vezes produzindo, cheiros, odores, né, Quantas pessoas rezou no ambiente e falam: "Senti na palestra de Vivaldo, já aconteceu. Senti no final cheiro de rosas". Todo mundo sentiu cheiro de rosas, às vezes cheiro

uzindo, cheiros, odores, né, Quantas pessoas rezou no ambiente e falam: "Senti na palestra de Vivaldo, já aconteceu. Senti no final cheiro de rosas". Todo mundo sentiu cheiro de rosas, às vezes cheiro de éter, porque às vezes os espíritos aproveitavam o ambiente de uma palestra, por exemplo, para produzir curas naqueles que estavam dentro da lei eh do merecimento. Então, Kardec traz esta faculdade, né, eh de efeitos físicos para que a gente entenda. E ele vai citar aqui nesse item 160 os médiuns facultativos, os que têm consciência do seu poder e produzem pela própria vontade. Eu diria que isto é mais raro. É mais raro a pessoa quando ela tem consciência que é médium defeitos físicos, né, e que ela produz junto com o mundo espiritual, né, esses fenômenos. Porque quando a gente fala de mediunidade, a gente tá colocando aqui a participação do mundo espiritual. Porque se o médium produz só por ele próprio, que nós vamos ver mais à frente, médium que usa assim a palavra médium, mas médiuns elétricos, quando eles próprios produzem por si só os fenômenos, né, eh, de de eletricidade, de às vezes uma movimentação de objetos por conta dos fluído elétrico que eles têm. Aí é outra coisa, quando falamos de efeitos físicos, há a participação do mundo espiritual, às vezes do mundo espiritual inferior, que nós vamos ver que produzem movimentações de objetos, barulhos, incomodam as pessoas. Há vários casos da revista espírita. Kardec chamava os vários casos assim, o espírito batedor de e citava a localidade, o espírito batedor de eram espíritos inferiores ligados às vezes ao médium ou ao local que aproveitando da situação e havendo uma permissão divina, tem que estar dentro da lei de causa e efeito, porque senão os espíritos inferiores produziriam um verdadeiro caos na nossa vida, no nosso cotidiano, se eles pudessem manuseando o ectoplasma, movimentar objetos, por exemplo, quando eles quisessem, seria um causo. Eles poderiam atrapalhar essa palestra agora aqui, movimentando o meu notebook, mas há um

eles pudessem manuseando o ectoplasma, movimentar objetos, por exemplo, quando eles quisessem, seria um causo. Eles poderiam atrapalhar essa palestra agora aqui, movimentando o meu notebook, mas há um controle superior. Eles não podem os espíritos inferiores produzir como desejam. Há um controle divino, há um controle superior, mas como disse os médiuns facultativos que têm consciência são mais raros, né? saber que ele tem o ectoplasma com esta característica e com essa abundância e manuseiar isto a seu bel prazer, com a sua vontade e principalmente moral. Mais uma vez nós vamos voltar. Olha como mediunidade e moralidade devem andar de mãos dadas. Porque se eu sou médio de efeitos físicos e eu não tenho uma boa moralidade, eu fico muitas vezes a mercê de que espíritos inferiores possam utilizá-la causando inconvenientes, como nós vamos ver mais à frente. Se eu estou com os bons espíritos, eles vão usar este recurso na direção do bem para produzir o bem. Mas como eu disse, nós vamos seguir mais à frente nos que não sabem, né? Os que são involuntários, que é a maioria, mas são raros os que têm consciência. Como é que a pessoa sabe disso? Pela experiência, normalmente, eh, por revelação espiritual. Às vezes os espíritos usam de médiuns sérios e falam: "Olha, fulano é médium de efeitos físicos, ele tem ectoplasma com essa característica". Aí o médium retransmite esse recado. Olha, você dizem os espíritos aí médio defeitos físicos ou quando ele presente em diversas situações e acabam acontecendo fenômenos de efeitos físicos e você começa a lembrar a peça em comum é aquela pessoa. Então sempre ela está presente quando acontecem fenômenos defeitos físicos. Então é um sugestivo de que ele seja médium defeitos físicos. Aí ele toma consciência disso e aí cabe a ele estudar e moralizar-se para que esta faculdade possa ser usada a serviço do bem e que ele possa ter, como diz aqui, autocontrole, usá-la a partir da própria vontade. Aí, ela pergunta se já começou os estudos da revista espírita e a Luciene responde

ossa ser usada a serviço do bem e que ele possa ter, como diz aqui, autocontrole, usá-la a partir da própria vontade. Aí, ela pergunta se já começou os estudos da revista espírita e a Luciene responde que ainda não. Está previsto a analista para o dia 3 de fevereiro, o primeiro dia, iniciando o estudo então da eh revista espírita, 3 de fevereiro, tá bem? que estamos nos preparando para isso. Esperamos que não não venha a haver nenhum atraso. >> Eh, o Carlos Campos chamou atenção aqui pra gente. Temos também a questão 456 de o livro dos espíritos. Os espíritos vem os nossos pensamentos, mas se interessam somente por aquilo que lhes não que chama a atenção deles, né? E a Marlene tá comentando que é a primeira vez que ela entra em contato com o livro dos médiuns. Não se assuste, viu, Marlene? É devagarinho. A gente às vezes tem que ler várias vezes para ir tomando eh conta. Alessandro, eu vou te pedir que seja objetivo nessas respostas porque tem já várias perguntas do pessoal vão ficar para você responder depois por escrito. Vamos lá. >> Eu vou fazer uma delas aqui. Wilson >> Alessandro, quando Kardec afirma que somos todos mais ou menos médios, significa que alguns são mais ou menos conforme nossa vibração? >> É. É, eh, na verdade ele disse que depois naquele texto da revista espírita, em outros textos, né, ele vai ser até mais assertivo, que todos somos médiuns. Aqui nós poderíamos entender o mais ou menos, porque como nós sabemos, o indivíduo ao tomar consciência disso, ele pode se educar para a mediunidade, né? eh, ele pode ir aprimorando, já que eu sou médium. Então, através do estudo, através da moralização, eu posso estreitando mais esses laços com o mundo espiritual, sentir mais a presença do mundo espiritual. Então, é claro que eu posso ir, entre aspas, posso ir incrementando, melhorando, aprimorando essa relação com o mundo espiritual, né? Então é nesse sentido, mas que todos somos médiuns, somos, mas há estas nuances, conforme nós falamos, até de acordo com o engajamento e a educação do

imorando essa relação com o mundo espiritual, né? Então é nesse sentido, mas que todos somos médiuns, somos, mas há estas nuances, conforme nós falamos, até de acordo com o engajamento e a educação do médium no exercício da mediunidade. >> Uhum. Bem, >> Euzita, tem essa aqui da Graziele, ó. >> Eh, a Graziele coloca, Alessandro, quando nos sentimos perturbados, podemos orar então para o caso de ser uma influência espiritual. oramos e ficamos melhor. Eu sinto mudanças bruscas às vezes. Você quer comentar? >> Sim. Eh, ela própria perguntou e respondeu, né? Porque de fato às vezes nós sentimos sim estas perturbações que muitas vezes podem ser provenientes da mão, ação dos espíritos. Às vezes é nosso, às vezes é próprio, às vezes é anímico, conforme nós usamos, né? às vezes tem a mão do mundo espiritual inferior que potencializa. E se você sente que sente algum grau de perturbação, seja seu ou tem a mão da espiritualidade inferior, buscar a prece, porque com a prece a gente pede o socorro do mundo espiritual superior, o nosso anjo da guarda, enfim, e sem dúvida alguma eles virão em nosso socorro para que essa situação possa ser melhorada e cuidada pelos bons espíritos. >> Ótimo, Carlos. Sim. Antes de você colocar mais alguma questão, eu queria lembrar, o Alessandro falou muito bem da questão dos médiuns de efeitos físicos, que o Chico na década de 40, 50 participou de muitas reuniões de efeitos físicos, de materializações luminosas, materializando vários espíritos e várias formas. E chegou a um determinado ponto que o Emmanuel disse para ele: "Olha, agora chega, porque essa não é sua tarefa". E naturalmente, eh, quando o médium que tem o poder do efeito físico passa para a educação de um outro formato de mediunidade, esta faculdade diminui à medida em que outras, como a psicografia, no caso do do Chico, se desenvolvem, né? Então, a gente tem esses esses registros. Temos eh Kate King, que foi estudado por William Clu, mostrando materializações que pertencem aos clássicos da doutrina que vale a

Chico, se desenvolvem, né? Então, a gente tem esses esses registros. Temos eh Kate King, que foi estudado por William Clu, mostrando materializações que pertencem aos clássicos da doutrina que vale a pena a gente consultar e se inteirar da importância desses fenômenos, mas são raros e tem um objetivo específico. Não é uma continuidade que se espera. >> Bom, e é bom acrescentar que, como diz Kardec aqui no item que nós lemos, há gradações, né? Nem todos os médiuns de efeito físico produz os mesmos efeitos. >> Tanto é que na revista espírita Kardec rasga elogios a Daniel Dunglas Home, né? Porque era um médium que produzia uma variedade, uma intensidade de efeitos físicos impressionante. E certa feita, na revista espírita, é perguntado numa reunião se o espírito podia se materializar e ficar tangível e fazer tal ação. Aí o espírito diz: "Isso só seria possível se Daniel Douglas Rome estivesse aqui". Ou seja, o que que ele tá falando? Para esse tipo de fenômeno de efeito físico que vocês estão pedindo? É preciso de um médium que tem uma um ectoplasma capaz de produzir um efeito físico de tal porte, de tal intensidade. Então, há nuances, há variações. >> Muito bem. Eh, a Ma Souza, como entrar no grupo de estudos da para revista espírita? Eh, quando a gente for começar, vai ser divulgado em todos os grupos. Se você está participando de alguns dos grupos do Telegram, você vai receber a informação, tá OK? Vamos divulgar em todos os grupos o link para entrar no estudo da revista Espírita e vamos criar um grupo específico do estudo da revista espírita, que todo mundo pode entrar também, não é? Bem, eh, só para esclarecer a Marlene aqui, o horário de quinta-feira tem o ido e nada encontro, então é só em fevereiro. É só em fevereiro, vai ser as terças-feiras e não mais as quintas, tá bem? Quinta-feira, por enquanto, tá sem atividade. Eh, Alessandro, vou colocar as duas perguntas da 161. O que são médiuns involuntários ou naturais? E essa faculdade de médiuns involuntários ou naturais teria algo de

, por enquanto, tá sem atividade. Eh, Alessandro, vou colocar as duas perguntas da 161. O que são médiuns involuntários ou naturais? E essa faculdade de médiuns involuntários ou naturais teria algo de patológico? >> Então aqui Kardec conceitua, conforme nós vimos discorrendo, é o médico involuntário é que ele desconhece que tem essa capacidade de produzir mediunidade, mé mediunidade de efeitos físicos, né, ou efeitos físicos. E a maioria das pessoas, né, a pessoa desconhece que ela tem essa capacidade e às vezes ela está no ambiente, está presente e em que pese a sua revelia e o seu desconhecimento, a espiritualidade sábia, o mundo espiritual vê, né, que ela é capaz de produzir esse ectoplasma com essa característica e a usa mesmo assim. É o mais comum, né, de acontecer. A pessoa realmente não tem essa essa essa consciência. Algumas adquirem a consciência, conforme eu disse, por revelação espiritual, mas o que normalmente ocorre é que ela passa a revelia dela, então ela não tem consciência. Agora, o interessante essa questão que você nos perguntou sobre eh patologia, né? Patologia, estado patológico, é quando a pessoa tem uma doença, uma disfunção que acaba afetando a sua qualidade de vida, piorando a sua qualidade de vida. Isso que é um estado patológico num conceito muito simples. E os médiuns defeitos físicos, sejam os facultativos têm consciência, sejam os involuntários que não têm eh consciência, o próprio Kardec diz aqui que não, né? não há nenhuma afetação à sua qualidade física, como se fosse algo negativo, como se fosse algo ruim, como se fosse algo que fosse gerar problemas físicos, né, para o médium. Aí Kardec explica, o que acontece é que os médiuns defeitos físicos, em geral, após a doação do ectoplasma pelo próprio fenômeno biológico, perespiritual, etc., produz uma certa fraqueza. né? Então a gente sabe disso. Por quê? Porque o próprio Kardec fala por conta da excessiva emissão de fluido vital. Nós comentamos agora a pouco, quem quiser, há vários estudos explicando como é que

. né? Então a gente sabe disso. Por quê? Porque o próprio Kardec fala por conta da excessiva emissão de fluido vital. Nós comentamos agora a pouco, quem quiser, há vários estudos explicando como é que o fluído vital com na intimidade da célula citoplasma, ele acaba se transformando em ectoplasma. Então a matéria, a matéria eh prima dele é o fluído vital. Então, à medida que o médium vai utilizando o seu fluído vital para produzir as materializações, naturalmente que isso acaba gerando uma debilidade orgânica inerente ao próprio fenômeno. E no livro, nos domínios da mediunidade, que explica o ambiente, o preparo de uma reunião mediúnica, né, o médium, o instrumento, às vezes ele fica até a parte sentado, deitado, né, a fim de que libere isto e depois eles fica eh conta-se, a nossa companheira Osita citou o Chico, conta-se que nessas épocas o Chico era até este convidado a a questão alimentação, a proteína, né, a reposição, porque havia realmente um desgaste, uma fraqueza. Não se recomenda que o médium de efeitos físicos fique horas a fio, dias consecutivos, eh, produzindo o fenômeno, porque isso vai gerar uma fraqueza por conta do fluído vital, mas não que isso seja uma patologia, algo que seja negativo, ruim, ou seja, então o médio defeitos físicos vai ter doenças, vai ter debilidades físicas, não é uma consequência fraqueza da qual o indivíduo, devidamente cuidado, a alimentação, o descanso, Os cuidados que o mundo espiritual propõe quando trata do tema fará com que o médium possa logoar, logo mais, é, estar devidamente, eh, recuperado. Importante saber que num ambiente onde acontece as reuniões de materialização assistidas pelo mundo espiritual superior, há um preparo prévio, há uma desinfecção do ambiente para evitar bactérias e vírus espirituais, porque o ectoplasma retorna para o médium, né? Se não mesma proporção da cedida, mas retorna. Então, se for num ambiente despreparado, sob a ação do mundo espiritual inferior, sem os cuidados morais, outro ponto importante, sem a

ara o médium, né? Se não mesma proporção da cedida, mas retorna. Então, se for num ambiente despreparado, sob a ação do mundo espiritual inferior, sem os cuidados morais, outro ponto importante, sem a seriedade, o médium aí sim, pelo mau uso, ele fica sujeito a adoecer, né? Então, é importante nós estudarmos essas obras subsidiárias sérias que tratam do tema para que a gente possa entender toda a implicação, todos os cuidados, tudo que envolve uma reunião de materialização sob a tutela do mundo espiritual superior, porque senão eh o médium eh sob a tutela do mundo espiritual inferior, mera curiosidade, né? eh a curiosidade, a frivolidade em qualquer ambiente, para fins de espetáculo. Aliás, a época de Kardec tinha isto, né? É para espetáculos, para aparições públicas, para ganhar dinheiro, naturalmente que sujeita-se aos riscos inerentes, a uma mediunidade descompromissada com a ética, né, eh, com o bem e sem esta sintonia com o mundo espiritual superior. >> Muito bem, Carlos. Eh, a questão da Graziele Favreto sobre ectoplasma. Seria interessante entrarmos nela agora. Que que você acha isso, Alessandro? Essa liberação do ectoplasma é usada para alguma outra coisa na nossa vida ou somente acontece para essa doação de materialização? Vamos supor? >> É, o Camilo estuda essa questão, como eu falei, na obra correnteza de luz. E o ectoplasma e é diferente do fluído vital, né? Vejam que o fluído vital tem características próprias de vitalidade, né? Ele que gera, a anima, vitaliza as nossas células, os nossos órgãos, né? Para a vitalidade orgânica. Mas quando ele se transforma em ectoplasma, ele ganha uma característica diferente. Aí passam a ser coisas distintas, embora na origem a mesma coisa, né? E o ectoplasma, ele naturalmente ele é eh utilizado pelo mundo espiritual, como você bem pontuou, é não só apenas para fenômenos defeitos físicos, é que vai ser tratado mais à frente na continuidade do estudo do livro dos médiuns. Nós sabemos que o ectoplasma ele também é utilizado para

m pontuou, é não só apenas para fenômenos defeitos físicos, é que vai ser tratado mais à frente na continuidade do estudo do livro dos médiuns. Nós sabemos que o ectoplasma ele também é utilizado para curas, para produzir as curas. Também é o ectoplasma. Às vezes a pessoa tem um tumor e a espiritualidade vai fazer com que esse tumor, entre aspas, desapareça do corpo da pessoa. Usa o ectoplasma para produzir este, entre aspas, né, esse desaparecimento das células cancerígenas do corpo da pessoa. Então o ectoplasma também é utilizado, né, para produzir curas, tá? E essa doação acontece e às vezes a espiritualidade, como muitos de nós somos involuntários, ela utiliza. Eu vou dar um exemplo no dia a dia da casa espírita, nos passes. Nós estamos ali na câmara de passe, às vezes tem um médium ali, eh, que tem o ectoplasma, a rebelia ou não, e a espiritualidade usa usa para produzir curas naqueles que estão sendo assistidos, desde que estejam eh dentro da lei do merecimento de cada um. Então, há uma utilidade para o mundo espiritual que não se limita apenas a produzir efeitos físicos, né? Então, mas assim, o tema ectoplasma também ele é amplo estudar suas propriedades, as suas características, aplicabilidade, mas é importante saber dentro do, para não fugir aqui muito do nosso roteiro, né? saber que não é só para efeitos físicos, por exemplo, muito comumente usada para cura em tarefas de cura e também nas câmaras de passe, porque o mundo espiritual sabe da necessidade do assistido e do merecimento de cada um e também sabe daquilo que ele pode extrair daquele ambiente, né, daqueles médiuns, o fluído vital, o ectoplasma, os fluídos da natureza. Então, o mundo espiritual, os espíritos superiores, eles sabem manusear, né? Eles combinam fluídos, dispersam fluídos, potencializam fluídos, né? Importante estudar o capítulo da Gênese. Eu não se eu não me lembro o 14 ou 15 chamado, acho que é o 14 fluídos. >> 14 >> fluídos pra gente poder entender todas essas características, né? Porque

, né? Importante estudar o capítulo da Gênese. Eu não se eu não me lembro o 14 ou 15 chamado, acho que é o 14 fluídos. >> 14 >> fluídos pra gente poder entender todas essas características, né? Porque algumas coisas ali terão aplicabilidade no que diz respeito ao ectoplasma. >> Ótimo, >> Andreia. Nós vamos avisar pelo pelo Telegram e vamos avisar pelas redes sociais da FEBTV, né? Então, eh, a informação chegará, se estiver atenta aí no site da FEB, por todo lado que a gente puder, a gente vai divulgar, tá? >> Muito bem, Carlos. Vamos para o item 162. Alessandro, há pesquisadores que submeteram médiuns a verdadeiras torturas morais e corporais. a título de provar se a mediunidade de efeitos físicos é real. O que Kardec comenta a respeito? >> Kardec faz um excelente comentário, né, a respeito disso. Vamos lembrar daquele contexto, né, século XIX, materialismo intenso. Não se acreditava em geral na na existência dos espíritos, na influência dos espíritos. E quem acreditava não sabia como se dava. Então, havia muitos mitos e fantasias em torno das influências espirituais e também havia aqueles que negavam. E muitos desses materialistas estavam nas academias, na ciência formal e oficial eh daquela época. Então, Kardec comenta eh a respeito disso, né, de pessoas que eram realmente torturadas, sofriam pressões psicológicas, torturas morais, eram amarradas, eram submetidas ou diríamos assim, a verdadeiros experimentos, porque estas pessoas que não acreditavam queriam provar a todo jeito que aquilo era fraude. Havia fraudes, havia, né? Isso nós vamos ver até um pouquinho mais adiante ali. Sem dúvida alguma via as fraldas da revista espírita ao famoso caso célebre dos irmãos Davenport, né, onde Kardec ali escreve várias vezes sobre ele que e eles produziram, eram médiuns defeitos físicos, mas se perturbaram no longo do caminho. O interesse econômico, quando você põe um interesse econômico junto com a mediunidade, aí não dá certo. perdemos a assistência do mundo espiritual superior e ficamos e na mão

aram no longo do caminho. O interesse econômico, quando você põe um interesse econômico junto com a mediunidade, aí não dá certo. perdemos a assistência do mundo espiritual superior e ficamos e na mão de espíritos inferiores, né? Isso aconteceu com os irmãos davenport, né? Então, Kardec comenta e que isso acabaria gerando esta super excitação da imaginação. E um dos pontos que Kardec traz aqui é justamente a respeito do medo, porque à medida que eu não entendo, eu não compreendo, naturalmente que advém o medo. Até hoje há espíritas com medo dos espíritos. Até hoje há médiuns que frequentam as reuniões mediúnicas da casa espírita que não querem ver espíritos de jeito nenhum, que se vê eu desmaio, eu saio correndo, pera lá. Então, alguma coisa está errada, né? Porque o que o espiritismo veio tirar os mitos e as fantasias é dissipar esses medos, né? Porque Kardec fala aqui que junto com o medo, junto com as concepções humanas equivocadas, surgiu a ideia de quem produzia os fenômenos era o diabo. Não. Então, todo lugar que acontecia fenômenos dessa natureza mais ostensivos, nós vamos ver um caso aí mais à frente que eh objetos são atirados, sons são produzidos, as pessoas falam: "Não, é o diabo. Aquela casa está tomada pelo diabo, aquela pessoa está endemoniada." Então, usavam sem entender. Então, Kardec vem nos chamar a atenção, ele chama até o observador de boa fé, naturalmente, que vai procurar compreender melhor a faculdade e entender o que de fato está acontecendo, que não tem nada de diabo, este ser eterno que duela com Deus, né, para que o mal predomine, se eternize aqui na terra. Não existe. Existem espíritos momentaneamente equivocados que se utilizam das faculdades mediúnicas de médiuns descuidados e invigilantes, sem dúvida alguma. Mas que isso é demoníaco, é produzido pelo diabo? Não. E nós vamos ver que muitos dos fenômenos defeitos físicos, embora executados por espíritos, diríamos assim, inferiores, mas muitos desses fenômenos estão sob a tutela, sob o

produzido pelo diabo? Não. E nós vamos ver que muitos dos fenômenos defeitos físicos, embora executados por espíritos, diríamos assim, inferiores, mas muitos desses fenômenos estão sob a tutela, sob o comando do mundo espiritual superior. Para quê? para chamar a atenção da humanidade de que existe algo além da matéria. Porque a hora que eu vejo o espírito materializando, a hora que eu vejo essas movimentações que não t explicação na lei das na lei da matéria, aí eu começo a refletir sobre a possibilidade de ter a mão dos espíritos. Então, quando os espíritos permitem a faculdade de efeitos físicos e atuam sobre médiuns moralizados e que estudam, é justamente para chamar a atenção da humanidade desta vida espiritual pujante, da existência dos espíritos, que nós somos seres espirituais momentaneamente no corpo. Então, há uma mensagem espiritual, há uma mensagem moral por detrás dos fenômenos, defeitos físicos. Não é apenas para olha que bonito, olha que interessante, nossa, olha que que algo, que milagre. Não, não é apenas paratiçar ou aguçar a nossa curiosidade. Há uma mensagem maior por detrás da mediunidade e também por detrás da mediunidade de efeitos físicos. Então, Kardec, ao ouvir a espiritualidade, ao estudar as faculdades mediúnicas, ao explicar como acontece, qual o papel do médium, qual o papel dos espíritos, etc., que é o livro dos médiuns propõe, aí vai tirando esta excitação da imaginação. Aí eu paro de imaginar coisas equivocadas, né, que ao longo da história produziu atrocidades, né, esta imaginação excitada, achando que é demoníaco, que é diabólico, que não tem a mão de Deus ali, nós produzimos atrocidades e a história registra. Então, cobo espiritismo este estudo, né, da mediunidade, a fim de que pudéssemos entender verdadeiramente como é que ela se dava e qual o encaminhamento que devam devemos dar a ela, porque ela vem convidar a humanidade para se espiritualizar e para se moralizar. Muito bem, vamos então para a pergunta sete. O que é preciso fazer quando uma

caminhamento que devam devemos dar a ela, porque ela vem convidar a humanidade para se espiritualizar e para se moralizar. Muito bem, vamos então para a pergunta sete. O que é preciso fazer quando uma faculdade de efeitos físicos se apresenta em uma pessoa? Incluir o exemplo da nota relacionada com esse tópico, por gentileza. Então, esse item Kardec comenta, eh, que ele diz que a faculdade ela não deve ser forçada, que ela serve, isso serve para todas as faculdades mediúnicas, inclusive para esta. Então ele propõe aqui a fim de que nós, que a pessoa possa ser, como hoje na casa espírita, quando uma pessoa chega com uma faculdade mediúnica ostensiva, pode ser de efeitos físicos, como a que estamos aqui comentando, pode ser outra vidência, não apressar a faculdade, não sobreexcitar a faculdade, né? Porque com a pessoa despreparada na área do conhecimento e descuidada na área da moralidade, isso pode trazer riscos e consequências aí sim prejudiciais à pessoa. Então, como diz Kardec aqui, não se deve apressar nada, não se deve forçar nada, né? Então a gente percebe que conforme o próprio texto aqui, conforme Kardec propõe, né, eh, se desenvolva espontaneamente, é deixar que os fenômenos sigam o seu curso natural. A natureza é mais sábia que os homens. Então, veja só que interessante, porque se a gente começa a forçar, aí já entra a ação da da imaginação, alucinação e outras coisas tantas. Então, é isso que você recomenda hoje na casa espírita. A pessoa chega pelo atendimento fraterno, a pessoa chega no dia de evangelho e passe com a faculdade ali ostensiva, com a defeitos físicos, que é o caso aqui citado, deixar seguir o seu curso natural, convidando a pessoa, se for do seu interesse, estudar a doutrina espírita, entender os princípios da doutrina para que mais à frente ela possa chegar nos aspectos da mediunidade, né? Às vezes é um erro. Antigamente nós tínhamos um erro muito comum. A pessoa abre o remédio de efeitos físicos, vai para a reunião mediúnica, né, para que ela puder. Aí

nos aspectos da mediunidade, né? Às vezes é um erro. Antigamente nós tínhamos um erro muito comum. A pessoa abre o remédio de efeitos físicos, vai para a reunião mediúnica, né, para que ela puder. Aí era um erro gravíssimo, né, onde a pessoa sem nenhum conhecimento, ela era colocada numa reunião mediúnica. Eu conheço história, sei que o Carlos aí, o Zita e muitos aí conhece de casos assim desastrosos, né? De que pessoas que realmente não entendiam nada que estava acontecendo e abandonaram a doutrina espírita e criaram uma versão muito grande da doutrina espírita. Então, estudar o espiritismo e começar do ABC, tem, né, comece pelo começo e a campanha, né? E outro erro também é encaminhar a pessoa direto para o estudo da mediunidade. Ah, não. Você tá com a mediunidade, efeitos físicos, então vou encaminhar você para um grupo de estudo da mediunidade. Dificilmente a pessoa vai acompanhar porque falta para ela premissas, conceitos básicos, que não é no estudo da mediunidade. Então há que se ter um, né, por isso que existe o estudo sistematizado. Há uma sequência, né, há uma organização a fim de que a pessoa possa entender. Então, deixar de seguir o seu curso natural, convidar a pessoa para estudar, frequentar o evangelho, orientá-la a fazer o evangelho no lar, a se moralizar, a fim de que ela, devidamente moralizada e procurando estudar e se esforçando, agora sim cria esta sintonia com o mundo espiritual superior que passa agora eh a a a ajudá-la nesse desenvolvimento da mediunidade. Se a mediunidade vai se ampliar ou não, não vai, nós não podemos dizer, né? Nós não sabemos desse curso natural da faculdade mediúnica, mas ela vai se ampliar, vão surgir outras faculdades. Não sabemos, não sabemos qual é o planejamento da pessoa para esta reencarnação, né? Muitas pessoas surge a faculdade para que a pessoa procure muitas vezes a doutrina espírita é o chamariz. Ela vem e a faculdade se acalma, não se agiganta, né? Não se amplia. era ali para que ela pudesse vir buscar ajuda na

faculdade para que a pessoa procure muitas vezes a doutrina espírita é o chamariz. Ela vem e a faculdade se acalma, não se agiganta, né? Não se amplia. era ali para que ela pudesse vir buscar ajuda na casa espírita, buscar o entendimento da doutrina espírita que fazia parte do seu planejamento reencarnatório, né? Ah, mas se a pessoa não for espírita, não quiser vir à casa espírita, ela é médium defeitos físicos, né? Nós nunca podemos constranger ou obrigar a pessoa que a faculdade dela só vai estar bem se ela for espírita, porque há muitos médiuns, inclusive defeitos físicos nas outras religiões. Nós vemos muitos efeitos físicos sendo produzidos nas outras eh dos outros tempos religiosos. Então, a gente recomenda para que a pessoa eh procure a prática do bem, se moralize, porque sempre ao praticar o bem, ser uma pessoa caridosa, uma pessoa respeitosa, uma pessoa útil para a sociedade, para o próximo, ela entra em sintonia com o mundo espiritual superior, com as boas energias, o que acaba de alguma forma equilibrando a faculdade mediúnica também, né? Então isso é muito importante, né? Então, nunca excitar, nunca provocar, nunca estimular o desenvolvimento da faculdade mediúnica, né? Isto o Kardec também mais adiante vai tocar nesse assunto aqui no livro dos médiuns e também eh na revista espírita. >> Muito bem, Alexandre. Eh, fechando esse item 162, você já deu alguns toques, mas você poderia trazer mais intensamente para nós o que Kardec comenta nos três últimos parágrafos? desse item 162. >> É, aqui é é interessante porque ele vai trazer até o Carlos havia nos perguntado sobre um caso, né? Eh, que está aqui na nota de Kardec, né? Nesse item 162 tem uma nota de Kardec que ocorre lá, eu não sei a pronúncia, o Carlos que é mais poliglota, [risadas] né, cara? Eh, Bergsabern, né, que é lá uma comuna alemã, acho que se fala. Hum. Berdesaber, né? Que aliás, para quem quiser conhecer a fundo este caso, revista Espírita de >> é revista espírita de maio, junho e julho de 1858,

né, que é lá uma comuna alemã, acho que se fala. Hum. Berdesaber, né? Que aliás, para quem quiser conhecer a fundo este caso, revista Espírita de >> é revista espírita de maio, junho e julho de 1858, tá? Ah, eu não tenho a revista espírita, pode entrar aí no site da Federação Espírita Brasileira, tem ali para fazer o download ali, né, para que a pessoa possa estudar. Então ali Kardec vai trazer mais detalhes, né? Então ele vai trazer eh esse caso que é um caso muito interessante porque ele vai comentar destas, ele fala assim, ó, eh podem ocorrer às vezes situações em proporções fatigantes e importunas para todos. Este caso aqui que ele cita é um caso que produziu uma na casa aparentemente era a menina de 12 anos que era médium de efeitos físicos, né? Às vezes é difícil você saber quem é o médium que está cedendo ali. Aparentemente é a menina, porque ela foi movimentada para outras casas e os fenômenos continuavam. Então teve barulho, sons, ruídos, objetos movimentados, eh choques elétricos, era arremessado objeto nela. Então, bem se vê neste caso que produzia assim um certo desconforto. Imagina você na sua casa, aí a cadeira levanta, é arremessada na sua direção, você vai dormir, você tá escutando barulho, ruído, a janela abre e etc. Naturalmente que por isso que eu disse na revista espírita, Kardec estudou vários casos assim que ele chamou o espírito batedor de o espírito batedor de aquele chama também o espírito batedor de Bezergaber. Então, eh, vejamos, né, a importância que Kardec traz, porque ele vai falar aqui da importância, olha, vou usar a frase de Kardec, necessário saber relações com o espírito para saber o que ele deseja. Então, vejam eh a importância, porque normalmente nesses casos o espírito tem um propósito. Às vezes é para aquele local especificamente, às vezes é para o médium. A família tem um vínculo do passado. Ele foi alguém prejudicado pela família, está ali em nome da vingança, prejudicar. Então há uma situação. E tanto é que em muitos casos desses os espíritos traziam o

família tem um vínculo do passado. Ele foi alguém prejudicado pela família, está ali em nome da vingança, prejudicar. Então há uma situação. E tanto é que em muitos casos desses os espíritos traziam o espírito batedor, entre aspas, para a reunião mediúnica. E ele explicava o motivo, a razão, porque que ele estava atuando naquele ambiente. A espiritualidade trazia as suas elucidações. Então, é necessário dialogar com o espírito, estabelecer relações, né? Aí normalmente hoje em dia, nunca já tivemos um caso há pouco tempo sobre isso que aconteceu com um colega espírita. Então você anota o nome da pessoa, leva para a reunião mediúnica da casa espírita, né, a fim de que os benfeitores possam cuidar do caso, trazer o espírito para um diálogo na reunião mediúnica, a fim de que ele possa ser esclarecido, ajudado, porque esses espíritos inferiores que produzem esses fenômenos defeitos físicos com esse grau, com essa intensidade para prejudicar, para causar um caos, uma desordem, naturalmente que eles necessitam irmão nossos que estão ali momentaneamente equivocados. Então, Kardec fala: "É importante estabelecer relação com esse espírito". Se é um espírita que tem conhecimento, que não é aquele espírita medroso, que tem medo de espírito, tem medo disso e daquilo, pode-se inclusive mentalmente dialogar com o espírito, fazer uma prece pelo espírito, solicitar o concurso dos bons espíritos para que venham cuidar, dialogar com esse espírito. Hoje em dia, nós poderíamos dizer fazer o evangelho no lar. né? Se está acontecendo fenômenos de efeitos físicos, faz o evangelho no lar mais de uma vez por semana, duas, três, para que esse espírito que está produzindo fenômeno possa ali ser ajudado naquela ambiência de um evangelho no lar, né? Então, o que Kardec está dizendo aqui é um olhar caridoso, porque não é um olhar de alguém que está querendo falar assim: "Não, eu quero que expulse esse espírito daqui. Eu quero que tire na linguagem vulgar o encosto." O espírito é convidado a ter este olhar

porque não é um olhar de alguém que está querendo falar assim: "Não, eu quero que expulse esse espírito daqui. Eu quero que tire na linguagem vulgar o encosto." O espírito é convidado a ter este olhar de caridade também para este que está produzindo o fenômeno de efeito físico, a obsessão que está me prejudicando, porque é um irmão nosso de caminhada. Então, Kardec propõe estabelecer relações, dialogar mentalmente, orar por ele, fazer o evangelho no lar, trazer para a reunião mediúnica da casa espírita para que haja este cuidado do mundo espiritual superior e para que ele sinta a nossa boa vibração, para que ele sinta o nosso desejo de ser útil a ele. Amélia Rodriguez diz que engana-se aqueles que achar acham que quando Jesus intercedia numa obsessão nos endemoniados que ele cuidava só do encarnado, só do obsediado. Ele também cuidava dos espíritos que estavam perturbando aquela pessoa. Porque diz Amélia Rodrigues que Jesus vivia junto de uma corte de espíritos que inferiores ao Cristo, é claro, mas que o ajudavam na tarefa espíritos do bem. que quando Jesus estava dialogando com o obsediado, né, também estava mentalmente dialogando com o obsessor, também estava envolvendo o espírito nas suas energias de amorosidade. E se o espírito ali quisesse aceitasse ajuda e se arrependesse, receberia ajuda em sequência daquele grupo de espíritos que acompanhavam Jesus. Então, vejam só que aqui Kardec troca esse estabelecer relações com o espírito. É importante porque nos dá essa noção de sentimento, de amorosidade para esses espíritos momentaneamente equivocados que estão produzindo, né, esses fenômenos, né? Então é muito importante aqui ele finaliza a moralização do espírito pelos conselhos de uma de uma pessoa influente e experimentada. Se o médium não estiver em condições de fazer, ele quase sempre é quase sempre um meio muito eficaz, né? Então, vejam só, então, dialogar, se se a pessoa se sente incapaz, ela virá a casa espírita pedir ajuda, ela vai ao templo religioso pedir ajuda. E muitas vezes irão lá

empre um meio muito eficaz, né? Então, vejam só, então, dialogar, se se a pessoa se sente incapaz, ela virá a casa espírita pedir ajuda, ela vai ao templo religioso pedir ajuda. E muitas vezes irão lá pessoas religiosas que não necessariamente espíritas, mas de bom coração, de bom sentimento. E a sua presença, a sua autoridade moral será capaz de ajudar aquele espírito e capaz de cessar aquela influência espiritual. Repito, revista espírita de maio, junho e julho de 1858. É um caso bem intenso, porque Kardec comenta que saiu até na imprensa. De tão intenso que foi esse caso, que saiu na imprensa, virou até uma brochura, porque é algo que testemunhas que não eram espíritas, que não tinham nenhum compromisso com o espiritismo, viram aquela gama de fenômenos de efeitos físicos e ali perceberam que havia algo além da matéria. Então, é um caso que Kardec traz aqui na nota do item 162 o livro dos médiuns. Alessandro, vou colocar o item 164. Tem 3 minutos para responder isso aqui, tá? >> Tá. >> O que são médiuns sensitivos ou impressionáveis? Então, seguindo o próprio conceito de Kardec, né, são aquelas pessoas designadas de capazes de sentir a presença do espírito por uma vaga impressão, uma espécie de arrepio geral que elas mesmas não sabem o que seja. E mais adiante, todos os médium são necessariamente impressionáveis. É quase que antes uma qualidade geral do que especial. este médium sensitivo, impressionável. Aí nós nos colocamos também nessa condição, aquele que sente de uma forma rudimentar a presença do espírito, né? Não fica só no campo do pensamento que nós falamos lá da inspiração ou da intuição. A pessoa agora sente algo mais físico, né? Um arrepio, um peso sobre os ombros, né? Algo todas as pessoas às vezes trazem, algumas pessoas trazem relatos a si, né? Então são mé, ah, mas eu só sinto um arrepio, só sinto um peso. Não vai além, não vai além porque é é são médiuns sensitivos ou impressionáveis. É a sua característica, né? Então isso acontece. Muitas pessoas descrevem, cada um tem a

um arrepio, só sinto um peso. Não vai além, não vai além porque é é são médiuns sensitivos ou impressionáveis. É a sua característica, né? Então isso acontece. Muitas pessoas descrevem, cada um tem a sua forma. Às vezes o médium sensitivo tem a sua forma particular. Ah, eu senti a presença de um espírito, eu senti. Não vai além disso. Ela não consegue captar o pensamento, ela não vai dar psicofonia, ela não vai dar psicografia. Porque o médium sensitivo só tá fazendo esse registro rudimentar, né? E ele sente a presença espiritual da sua forma, né? E aí Kardec fala que é uma qualidade geral dos médiuns ostensivos. Por quê? Eu sou médium de psicofonia. Eu, Alessandro, antes de dar cuminar com a psicofonia, com a mensagem verbal, eu já senti a presença do espírito. E o importante, eu já senti a vibração do espírito. Se é boa, se é má. Um bom espírito traz boas impressões, boas energias. O mau espírito oposto. Então o médium mais ostensivo, ele sente primeiro a presença do espírito pelo fluído, né? Por algo característico. Daí avança e culmina numa psicografia, numa psicofonia. Por isso que Kardec diz, é antes uma qualidade geral do que especial dos médiuns, né? Então aquele que tem a ostensiva, normalmente antes vai sentir algo que faça oo perceber a presença do espírito, que irá usá-lo como instrumento. Médium é instrumento intermediário, mas há aqueles que são meramente sensitivos, não vai além sentir a presença do espírito. Arrepio, peso sobre os ombros, né? Alguma coisa no cabelo. A pessoa sente um arrepio no cabelo, alguma coisa, né? A pessoa sente, né? Mas não vai além, porque a faculdade é esta mesmo, é um médium sensitivo, né? Uma mediunidade, diríamos assim, mais rudimentar em relação às demais ostensivas que nós aqui citamos. >> Euzita, para essa 2 minutos para responder. >> Vamos lá, Alessandro. A Graziele coloca: "Se doamos ectoplasma sem perceber, como diz na questão 161, e sentimos essa fraqueza orgânica, como recuperar a energia? Ela volta naturalmente?"

esponder. >> Vamos lá, Alessandro. A Graziele coloca: "Se doamos ectoplasma sem perceber, como diz na questão 161, e sentimos essa fraqueza orgânica, como recuperar a energia? Ela volta naturalmente?" Desculpa tantas perguntas, mas está muito interessante mesmo. >> Não é? O assunto ele é interessante, né? A questão, como a matriz dele é o fluido vital, conforme nós falamos, se a pessoa de forma involuntária realmente vai cedendo, cedendo a espiritualidade, vai usando, ela pode, às vezes acontece ao final de uma tarefa espírita, ao final de algo, a pessoa sente uma fraqueza que muitas vezes a fraqueza tem várias causas. Ah, tô me sentindo fraco, então sou médium defeitos físicos. Não há várias causas para a fraqueza, mas uma fraqueza constante após a tarefa espírita pode sim sinalizar que ela está doando ectoplasma. E como que ela repõe isso? Através do descanso natural, através da prece, através da alimentação. Ela vai repor, não há um ritual especial para repor ectoplasma. Não existe. A matriz dele é o fluído vital. Então, a partir do momento que ela descansa, que ela se alimenta, que ela ora, né, ela estará ali naturalmente se revigorando novamente para o segmento da tarefa da vida. >> Muito bem. Ah, Marcelo colocou: "Boa noite, queridos. Estudar o livro dos médiuns concomitante à revista espírita é uma experiência fantástica e é mesmo essa aqui. Eu vou responder rapidamente, Regina. Não tem resposta se a gente não conhece o grupo, viu, querida? Como pode acontecer de sempre numa mesma reunião mediúnica apenas espíritos sofredores obsessores se manifestarem? Pode ser a programação espiritual, pode ser as condições do grupo, não é? A gente teria que conhecer com mais profundidade para saber uma resposta mais adequada, tá bem? Mas há causas para isso, com certeza. Euzita, você pode encaminhar pro >> Sim. Fechamento. >> Então, vamos agradecer ao Alessandro que esteve conosco, a você que sintonizou e no nosso próximo encontro daremos continuidade ao estudo de O livro dos

você pode encaminhar pro >> Sim. Fechamento. >> Então, vamos agradecer ao Alessandro que esteve conosco, a você que sintonizou e no nosso próximo encontro daremos continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns na segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 13 da psicografia, itens 152 a 158. Então, até a próxima sexta. >> Muito bem. Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio [música] da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. O nosso trabalho [música] acolhe quem mais precisa e independente da distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade [música] e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de [música] dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de 4.000 conteúdos [música] de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura [música] só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. E somos gratos por toda a sua doação [música] até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher ainda mais pessoas. E para [música] continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, [música] mais uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda [música] mais e continuar próximos de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A Padrinha FEB TV. Estamos juntos [música] com você através da FEB TV. Acesse doe.com.br [música] BR e faça sua doação.

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