#30 Estudo de O Livro dos Médiuns AEE CFN/FEB - Das manifestações espíritas - Parte 22

FEBtv Brasil 01/11/2025 (há 5 meses) 1:12:41 816 visualizações

Estudo de O Livro dos Médiuns pela Área de Estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional/FEB. Semanalmente, toda sexta-feira, às 21h30, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo pelos canais da FEB no Facebook, FEBtv no YouTube e Facebook e Portal do Consolador no Youtube. Encontro 30 - Segunda Parte. Das manifestações espíritas. Cap. XII Da pneumatografia ou escrita direta. Da pneumatofonia. Escrita direta. Itens 146 a 149. Pneumatofonia. Itens 150 e 151. Link de acesso ao E...

Transcrição

Vamos juntos nessa jornada de conhecimento e descoberta refletir e expandir nossos horizontes sobre a mediunidade, ampliando nossa compreensão sobre o mundo espiritual e [música] suas belezas. Estudo de Ovre dos Médiuns pela área de estudo do Espiritismo do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. >> Olá, nossas boas-vindas a você que está conosco e também aos participantes, ao Carlos Campete, que é vice-presidente da unificação da FEB, Federação Espírita Brasileira. Acássia Melo, que é a trabalhadora da Federação Espírita do Estado do Maranhão, coordenadora adjunta da área de comunicação social espírita do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira e Sérgio Bento, trabalhador na Sociedade Espírita Amor e Caridade na cidade de Capinzal em Santa Catarina nas áreas do estudo, comunicação social espírita. Atendimento Espiritual e Gestão. Sérgio é coordenador da regional sul na área da comunicação social espírita e vice-presidente da educação e difusão da Federação Espírita Catarinense. Sejam bem-vindos. >> Muito bem-vindos. Saudações fraternas a todos. Uma satisfação imensa compartilharmos esse estudo. Euzita. Nós vamos dar continuidade hoje ao estudo de O livro dos Médiuns. Vamos examinar a segunda parte das manifestações espíritas no capítulo 12 hoje da pneumatografia ou escrita direta. Da pneumatofonia escrita direta e nos itens 146 e 149, não é? E nós vamos ver também pneumatofonia e tem 150. Vamos entrar direto aqui na escrita direta, item 146. Eh, vamos perguntar paraa Cásia o que é pneumatografia e o que esse fenômeno e e o que esse fenômeno da eh da psicografia tem relação com a psicografia, >> certo? Antes de contribuirmos com a nossa resposta, nós queremos cumprimentar o público, rogar Jesus que nos abençoe sempre, que nos mantenha firmes no ideal, em paz, muito tranquilos. Eh, essa palavra, ela é um pouco estranha. Nós estávamos conversando sobre o estudo de hoje por aqui e alguém disse assim: "Essa palavra parece o nome

ntenha firmes no ideal, em paz, muito tranquilos. Eh, essa palavra, ela é um pouco estranha. Nós estávamos conversando sobre o estudo de hoje por aqui e alguém disse assim: "Essa palavra parece o nome de um exame". [risadas] Disse assim: "Realmente é um pouco estranha. Sou sou um pouco estranha os nossos ouvidos". Mas pneumatrafia, amigos, é um efeito muito interessante dos espíritos. eh consiste numa escrita direta por parte dos espíritos, porque para nós é mais comum falarmos de psicografia, onde existe aí uma eh interação do médium na decodificação do pensamento de um espírito. Na pneumatografia não, a escrita é direta. O espírito que tem essa capacidade, que é um atributo do espírito, pode muito perfeitamente, sem fazer se utilizar de um médium ou de uma ponte, como gostamos de dizer, para que passe a sua mensagem. Então a diferença é essa. Em uma, na pneumatografia, não existe a necessidade de um médium para transferir ou decodificar o pensamento de um espírito. E na psicografia não. O espírito vai se utilizar deste médium ou deste canal para que ele possa transmitir a sua mensagem através da escrita. Muito bem, Cásia. E é interessante nós observarmos dentro da origem da própria palavra pneumatografia, pneuma, ar grafia escrita, vem do grego, não é? Então é a escrita direta no ar. É muito interessante e é o que nós estaremos hoje com vocês. E Sérgio, meu amigo, o fenômeno da escrita direta está sujeito à fraude? O que Kardec comenta a respeito? Seu som, por favor, tá desligado. Isso, tinha esquecido. Boa noite a todos. É uma alegria poder compartilhar aqui desses momentos de estudo e reflexão, né? Sejam todos muito bem-vindos e sigamos sempre com Jesus, como nos lembrou a Cácia, né? Eh, esse, como em qualquer outro fenômeno espírita, é possível sim que ocorra a fraude. E cabe também uma reflexão eh que é muito interessante para todos nós. Por que que é permitido a fraude? E e nós podemos viajar bem longe nessas reflexões, porque isso está diretamente ligada a ao nosso

cabe também uma reflexão eh que é muito interessante para todos nós. Por que que é permitido a fraude? E e nós podemos viajar bem longe nessas reflexões, porque isso está diretamente ligada a ao nosso próprio desenvolvimento, a nossa o nosso desenvolvimento intelectual, para que cada um de nós, a partir do estudo, da reflexão, da meditação sobre cada conceito novo que vamos tendo contato, a gente saiba discernir o certo do errado, o bem do mal. Então esse, como outros fenômenos espíritas, eles são possíveis sim de de ter a sua fraude, né? Um espírito frívolo, ele não tem compromisso com a verdade, ele não tem compromisso com o bem. Então ele vai escrever de forma direta aquilo que mais lhe agrada, trazendo conceitos equivocados. Mas para nós é um grande instrumento pro desenvolvimento intelectual em nós observarmos tudo aquilo que recebemos e comparar isso aqui é para o bem ou não. Isso aqui se fosse para mim no íntimo, me auxiliaria ou me prejudicaria. Então, a fraude, ela é também uma ferramenta importante pro nosso desenvolvimento. E nós que buscamos pelo estudo esse conhecimento da verdade é fundamental, é necessário as reflexões, né? É preciso provar se os espíritos são de Deus, né? Então, Kardec comenta sobre as fraudes e e é um grande ensinamento, né, a gente estudar Kardec, porque ele vai abordando os pontos e ele não tá julgando o espírito, ele está apresentando os fatos e nos alertando. É preciso observar e verificar se aquilo está de acordo com a verdade. >> Muito bem. Ótimo. Vamos formando aí a nossa o nosso conceito, né, aquilo que Kardec vai nos colocando sobre o assunto. E aí, no item 147, eh, Cássio Kardec vai tentar aprofundar mais, né, esse fenômeno da escrita direta sempre ocorreu. Poderia citar exemplos da literatura religiosa no passado? Sim, sempre ocorreu. Eh, nós temos uma narrativa que está no livro de Daniel, naquilo que nós chamamos de Antigo Testamento, eh, sobre o festim de Beltazar. Allan Kardec faz referência a esta passagem eh eh bíblica para dar um exemplo desse

arrativa que está no livro de Daniel, naquilo que nós chamamos de Antigo Testamento, eh, sobre o festim de Beltazar. Allan Kardec faz referência a esta passagem eh eh bíblica para dar um exemplo desse fenômeno que que acontece. Eh, a possibilidade de escrever com apresenta aí um dos atributos do espírito. E nós podemos verificar, caso não nos lembremos neste momento, é, do livro dos espíritos, na questão 237 a 257, quando Allan Kardec faz o ensaio teórico da sensação dos espíritos, nós vamos entender que o espírito pode sim escrever sem intermediários e que se os espíritos existem de todo tempo, esses fenômenos estão também, por certo, haveriam de existir também de todos os tempos. Eh, desse modo, eh, quando nós nos recordamos e o codificador recorda também esta passagem na história bíblica, nós temos um exemplo prático de que, poxa, possível, sim, possível é, mas para que que serve? Nós aprendemos em doutrina espírita que tudo o que acontece ou tudo que nos foi desvelado é para um bem maior, é para nos instruir. Então, de que vale nós eh ficarmos sabendo disto sem tirarmos um proveito da informação, do fato, né? Não é simplesmente abarcar uma curiosidade. Mas adiante nós vamos entender o porquê ou como esse fenômeno favorece, né, o nosso amadurecimento espiritual barra moral. Então nós temos aí sim na literatura, né, bíblica, o exemplo do festim de Baltazá, onde para quem não recorda, Baltazá fez uma festa e pediu que os seus servos trouxessem eh os utensílios, né, religiosos adquiridos ali no templo de Jerusalém, para que eles bebessem naqueles cálices, né, comessem naquelas bandejas e depois Depois que isto aconteceu, uma mão materializou-se, né, e escreveu na parede algumas palavrinhas. E daí nós vamos deixar aqui para que o o os amigos que nos assistem nesse momento possam se colocar em ação para que eles visitem o livro de Daniel, mas precisamente ali no capítulo 5, onde narra-se esta esta história para que eles entendam ou vivenci aquilo que o texto tem para nos

ossam se colocar em ação para que eles visitem o livro de Daniel, mas precisamente ali no capítulo 5, onde narra-se esta esta história para que eles entendam ou vivenci aquilo que o texto tem para nos trazer de interessante ou de ensinamento. >> Muito bem. Gáccia, algum comentário, Sérgio? >> E apenas para colocar que Rembran fez um quadro muito famoso também sobre essa passagem bíblica, né? Então, para quem gosta de apreciar a arte, é possível eh digitar ali no na internet e ter contato também com com essa obra, né? Ela é muito interessante a gente observar ali os detalhes tanto eh físicos da pintura quanto o jogo de luzes, né, que Rembran fez. É uma pintura belíssima. >> OK, Sérgio. E a partir de quando esse fenômeno foi levado mais a sério? E qual o papel do Barão de Golden St em relação ao assunto? se possível informar quem foi esse barão. >> Então, eh esse barão, ele era uma pessoa muito reconhecida à sua época na França, em Paris. Então, ele era um homem de sociedade. Ele tinha uma reputação muito sólida, ele era reconhecido pela sociedade a sua época. E ele ficou famoso, não só por esse esse pato, né, mas ele recebeu algum alguns textos de escrita direta e fez diversas cópias. ele editou uma obra eh sobre eh esses assuntos que ele recebeu. E isso então impulsionou o fenômeno da escrita direta, porque o fenômeno da escrita direta não é algo comum, não é algo que se passa para grandes textos. Não é comum a gente observar, né, grandes textos. da Cásia comentou sobre eh o o festinho de Baltazar, né? Eram três palavrinhas, né? E e o Barão eh de Gundest, meu francês não é muito bom, vocês me perdoem. Eh, ele eles eram textos mais longos, né? E ele então fez eh essa obra. São vários, vários, eu não recordo agora precisamente o número, mas foram várias cópias. Então ele era uma pessoa muito reconhecida a sua época pela sua seriedade, pela sua idoneidade. E isso trouxe esse ar de de valia para as a escrita direta para a pneumemografia, porque ele ele não tinha nada a ganhar com a edição dessa obra,

a a sua época pela sua seriedade, pela sua idoneidade. E isso trouxe esse ar de de valia para as a escrita direta para a pneumemografia, porque ele ele não tinha nada a ganhar com a edição dessa obra, né, eh publicando isso. Então isso trouxe um um grau de seriedade muito grande e despertou então o interesse de muitas pessoas, né? Então é um fenômeno eh muito interessante e que ele era contemporâneo, né, um pouquinho antes ali de Kardec. Então, o Kardec se se utilizou também desses estudos, né, e e ampliando a as percepções a partir do estudo do magnetismo. Então, foi um momento paraa história nascente do Espiritismo muito importante. >> Microfone, Carlos, >> desculpa, tava fechado. Muito bem. Nós vemos aí, não é, que eh não é um fenômeno novo, da de fato existiu antes, né, como foi a a Cásia comentou. E mas na época de de Allan Kardec houve experiências, né, profundas ali relacionadas com o assunto. Balão de Gold Golden Stub também, meu francês também é péssimo. Eh, ele ele vai fazer essas experiências e é interessante porque, como o Sérgio chamou atenção, era uma um homem muito conhecido. Ele não ganharia nada com, né, se dedicando a esse tipo de de coisa. poderia até eh ter incompreensão das pessoas e tudo. E ele então vai e faz, né, esse trabalho, publica e tudo e como o Sérgio disse, Kardec vai aproveitar naturalmente examinar essa essa questão. E ali, logicamente há uma preocupação muito com a fraude, né, que já foi comentada pela CAS, foi feita a pergunta a ela de se não haveria fraude aí nessa situação e e aí é é o cuidado muito grande da da para evitar, né, esse tipo de de engano, mas aí tem a seriedade das pessoas que estão se dedicando a esse tipo de de trabalho, né, de de atividade. Então, é bastante importante a gente considerar isso e ficou evidenciado que não havia fraude nenhuma relacionada com esse tipo de trabalho ali que Kardec publica aqui, não é? Então, eram fenômenos reais. E aqui, Cácia, na 148, item 148, como se dá o fenômeno da escrita direta e o que

a fraude nenhuma relacionada com esse tipo de trabalho ali que Kardec publica aqui, não é? Então, eram fenômenos reais. E aqui, Cácia, na 148, item 148, como se dá o fenômeno da escrita direta e o que é necessário para obtê-lo? Vamos entender um pouquinho melhor, não é, do fenômeno, >> certo? Eh, quando o fenômeno dá-se através da espontaneidade, nós já podemos entender que não existe nenhuma intenção por parte das pessoas que ali estão em receber alguma mensagem. Mas para aqueles que querem obter o fenômeno, precisam aí, como nós eh aprendemos em o livro dos médiuns, se preparar um pouquinho para que a sua intenção tenha resultados. Então, Kardec vai dizer pra gente o seguinte, que nessas manifestações que não são espontâneas, nós precisamos nos concentrar, nós precisamos fazer prece, fazer prece que é essencial para que a nossa ligação e a nossa integração seja com os bons espíritos e depois fazermos a evocação do espírito, né? Com relação ao lugar, tem um lugar certo para fazer, tem um lugar específico que possa se fazer. Nós aprendemos em doutrina espírita que o melhor laboratório que nós possuímos para fazer uma evocação é na casa espírita, é no centro espírita. Mas diz Allan Kardec neste item que não necessariamente quem quer obter o fenômeno precisa estar em um lugar específico, em qualquer lugar ele pode fazer essa evocação. E lá ele dá um exemplo por eh de cemitérios que que muitos experimentos foram feitos, né, em túmulos, eh em altares e etc e tal. Então, apesar, né, nós ressaltamos aqui, porque temos um compromisso com Kardec dizermos, né, uma vez e sempre, que se intentamos ter da parte da espiritualidade algo que nos favoreça nessa caminhada de crescimento espiritual, nós precisamos entender que existe hora e existe lugar para que a gente obtenha uma mensagem instrutiva para que nós não sejamos eh vítimas de espíritos que ainda não estão tão afinizados com o bem. Então são algumas coisas que nós precisamos observar, mas que modo geral para quem quer e naquele tempo, eh, quem tentava

sejamos eh vítimas de espíritos que ainda não estão tão afinizados com o bem. Então são algumas coisas que nós precisamos observar, mas que modo geral para quem quer e naquele tempo, eh, quem tentava obter e presenciar, experienciar o fenômeno, você precisaria concentrar-se, fazer uma prece e evocar o espírito, né, através da pergunta. faz, fazia-se uma pergunta, né, naturalmente colocava-se dentro de um envelope ou dentro de uma caixa e deixava ali à vista de todos. Passados-se alguns minutos, eh, a pessoa responsável, né, pelo pela, vamos dizer assim, pelo evento, entre muitas aspas, se dirigia até esse envelope ou até essa caixa, abria o papel que estava dobrado e a resposta da pergunta estava ali. Era assim que acontecia. >> Muito bem, Cia. Interessante lembrar também é que é necessária a presença de um médium pneumatógrafo, o que no caso o nosso barão era especialíssimo. Então aí os fenômenos aconteciam. Sérgio, julgou-se a princípio ser preciso colocar-se aqui ou ali um lápis com papel. Como Kardec desenvolve esse tema? O que que foi que mudou? É, é muito interessante acompanhar essa evolução do conhecimento sobre a realidade do espírito. Então, no início achava-se que seria necessário, né? Mas se nós imaginarmos isso acontecendo hoje, a gente se surpreenderia. muitos de nós se surpreenderiam com o fenômeno. E então esse conhecimento que foi sendo adquirido sobre a realidade do espírito, as potências da alma, né, as potências do espírito, eh não é necessário o lápis, né, uma vez que o espírito tem condições de movimentar eh as forças da natureza, as forças materiais e materializar e e fazer aparecer ali a escrita. Inclusive Kardec cita vários exemplos, né, com cores diferentes, com materiais diferentes. Então, com a a evolução, com o passar do tempo, descobriu-se que não era necessário ter o lápis sempre à disposição, né? Isso que a Cácia colocou é fundamental, é muito mais importante o sentimento envolvido, a prece, a intenção. Com qual objetivo eu quero isso? É um objetivo apenas de saciar a

sempre à disposição, né? Isso que a Cácia colocou é fundamental, é muito mais importante o sentimento envolvido, a prece, a intenção. Com qual objetivo eu quero isso? É um objetivo apenas de saciar a minha curiosidade? Então, às vezes, nem o lápis, nem uma pilha de papel nos auxiliará nesse encontro. Agora, quando o objetivo é nobre, não é necessário o lápis, não é necessário o papel. A Cácia comentou sobre o o cemitério, né? Bom, se a gente vai conversar com os mortos, o melhor lugar é o cemitério, né? Porque lá deveriam estar muitos mortos. Não, na realidade lá tá o corpo, né? Mas o espírito não tá preso ali, assim como ele não fica preso à necessidade do lápis paraa escrita direta. Uhum. Muito bem. Aqui nesse item 148 ainda Kardec vai fazer referência aos itens 1278 do capítulo 8 do livro dos mestres que a gente já examinou, que explica, não é, eh como é que a eh a teoria do do desse tipo de fenômeno, como é que a espiritualidade age, não é? Então ele vai dizer que o espírito não se serve das nossas substâncias, nem dos nossos instrumentos. é o próprio espírito que vai fabricar a matéria e os instrumentos, né, que é necessário. E ele tirando para isso os materiais preciosos do elemento primitivo universal, que pela ação de sua vontade sofre as modificações necessárias à produção do efeito desejado. Então, a base é o fluido universal e o espírito, então, faz a modificação do fluído universal para, mas também pode acontecer, não é, de ao invés de fabricar os elementos, ele retirar de algum lugar que já está pronto, né, e utilizar, o que seria um fenômeno ali de transporte do material para ser eh utilizado, não é? Eh, realmente há há várias possibilidades. Então ele vai colocar que a filha de um senhor que conhecemos, menina de 12 ou 13 anos, obteve páginas e páginas escritas com uma substância análoga ao pastel. É pastel de pintura, né? Pintura pastel que a gente fala aqui. Então, é um um uma espécie de de material assim bem maleável, né? e que a menina se vê 12, 13 anos,

com uma substância análoga ao pastel. É pastel de pintura, né? Pintura pastel que a gente fala aqui. Então, é um um uma espécie de de material assim bem maleável, né? e que a menina se vê 12, 13 anos, e boa parte da das dos médiuns eram jovens, né? Eram mocinhas de de 12 a 15, 17 anos muitas vezes. E então a o fenômeno não era exclusivamente dos adultos. Logicamente essas crianças estavam acompanhadas da sua família, dos seus pais, né? Não estavam fazendo esse tipo de coisa sozinha. Apesar de que o Gabriel Delani, ainda menino, a vizinha, né? Ele falou que o pai dele era magnetizador e que movia a mesa. E a a vizinha disse: "Ah, gostaria de encontrar o seu pai para, né, ver como é que Aí ele disse assim: "Mas eu posso fazer isso". e fez uma ascensão com 8 anos de idade na casa da mulher, né, movendo a mesa e tudo. Então, ah, era tão natural, tão natural, né, que as crianças participavam às vezes da da atividade. Depois nós vamos fazendo um mistério muito grande de todas as coisas. Naturalmente tem que se tomar cuidado. Acho foi o Sérgio que chamou atenção pela influência dos espíritos infelizes. A gente tem que estar num ambiente protegido, tem que fazer oração e tudo. Não significa que tem que ser igreja, um ambiente protegido. Pode ser a nossa própria casa. Se nós fazemos o evangelho no lar, fazemos leitura, protegemos o nosso ambiente, não é? A gente pode ter o nosso próprio lar protegido naquela época. Eh, os fenômenos, as coisas aconteciam, a mediunidade era era em reuniões familiares, né, como Kardec chamava, era em em nos lares, normalmente não tinha tantos centros espíritas formais. depois é que os centros foram se formando ao longo do tempo e tudo. E a gente então hoje eh tem o centro como local mais adequado para porque o centro passou a ser, né, protegido pela espiritualidade. É o local onde a gente se reúne para fazer para realizar a tarefa. Mas a psicografia, por exemplo, eh, é uma das faculdades que a gente pode exercitar no Evangelho no lar, desde que a gente esteja com equilíbrio

nde a gente se reúne para fazer para realizar a tarefa. Mas a psicografia, por exemplo, eh, é uma das faculdades que a gente pode exercitar no Evangelho no lar, desde que a gente esteja com equilíbrio direitinho. E aí eu vou aproveitar e vou colocar a experiência. é orientado, inclusive, eu recebi a orientação quando surgiu a psicografia de escolher um horário no dia, todos os dias, fazer a minha leitura do evangelho, minha prece e fazer o exercício. E eu, né, eh, fazia isso, não tinha um ambiente, eu morava numa república. Então eu ia pra biblioteca de obras raras da universidade, que é um local mais protegido ali, menos, menos frequência, mas num dado momento eu sentia interferência e aí eu vi que lá também não era adequado e passei a fazer só na FEB que eu tava começando a frequentar a Federação Espírita Brasileira. Então, passei a fazer o exercício somente lá, porque eu não estava encontrando um ambiente que fosse adequado para eu poder ter aquela segurança, porque tem interferência dos espíritos inferiores, tem dos mistificadores, tem. Se não houver um ambiente adequado, preparado, pode acontecer esse tipo de coisa. E não tá livre esse tipo de fenômeno aqui também desse desse tipo de influência, né? eh a pneumatografia aqui. Depois nós vamos ver também a pneumatofonia. Bem, então nós vamos para a o item 149. Cásia, qual o objetivo desse fenômeno da escrita direta? Para que isso? >> Eh, Kardec diz assim que de algo vulgar pode sair luz, né? E a intenção e o principal objetivo desse fenômeno era mostrar ou demonstrar para humanidade, para aquelas pessoas que estavam ali, né, interessadas em primeira instância por conta do fenômeno, por conta ali da euforia, etc e tal, mostrar que existe vida após a morte e que, principalmente, nós podemos nos comunicar com ele. estas entidades ou esses corações queridos que partiram para o outro lado da vida. Essa é é a ideia ou a informação, o objetivo principal é mostrar que nós podemos, nós continuamos a existir depois da experiência reencarnatória.

ações queridos que partiram para o outro lado da vida. Essa é é a ideia ou a informação, o objetivo principal é mostrar que nós podemos, nós continuamos a existir depois da experiência reencarnatória. E uma coisa interessante e é e disso tudo é que depois que as coisas se estabelecem, e o Bento bem disse, né, falou desse processo de amadurecimento das experiências e do próprio fenômeno, depois que as pessoas entendem o que aquilo torna-se uma mensagem, né, um fenômeno vulgar, ele vai deixando de existir, porque cumpriu o seu papel, né? Atiçou a curiosidade. Foi mais uma forma ali de demonstrar essa resistência do espírito. O espírito resiste, persiste depois nessa experiência. Então, naquele instante, né, naquele naquela época, naqueles anos onde esse nosso irmão, vou me ater a chamá-lo apenas de Luís, porque é uma tradução mais fácil pra gente, o o nosso querido Barão, eh, foi isso que ele viu, ele era uma pessoa assim apaixonada por descobrir o que acontecia com a humanidade, que acontecia com a gente depois da morte. Ele buscava entender sobre a imortalidade da alma. E foi isso, essa vontade, né, essa essa ganância pela compreensão d destes fatos que fez com que ele se aprofundasse cada vez mais. Então, o objetivo era esse, despertar a curiosidade, fazer nos compreender para depois a gente se aprofundar, esfriar, mas continuando na marcha. Muito bem. Eh, vamos entrar nas questões do pessoal, Carlos, ou continuamos? Seu microfone tá fechado. >> É a pergunta oito, né? Antes. >> Sim. Então, Sérgio, na atualidade seriam válidas experiências no campo da escrita direta? >> É uma questão muito interessante, né? Eh, eh, Kardec no livro Viagem Espírita de 1862, ele num dos seus discursos, ele diz assim: "O espiritismo irá passar por três períodos. O primeiro é o da curiosidade. É isso que a Cácia falava agora, despertar essa curiosidade, despertar a realidade para o mundo espiritual. Despertar essa curiosidade sobre as relações que nós encarnados podemos estabelecer com os espíritos

ue a Cácia falava agora, despertar essa curiosidade, despertar a realidade para o mundo espiritual. Despertar essa curiosidade sobre as relações que nós encarnados podemos estabelecer com os espíritos desencarnados. E qual a influência dos encarnados para os desencarnados e dos desencarnados para os encarnados? Então esse Kardec afirma que era o período da curiosidade e ele duraria muito pouco tempo. O segundo período que ele quando lançou eh o discurso, por volta do ano de 1861, salvo engano, ele diz, "Já estamos entrando no segundo período, que é o período da filosofia, de nós descobrirmos as causas, de nós discutirmos, refletirmos, ponderarmos sobre diferentes pontos de vista sobre as mesmas observações. Esse período, o período da filosofia, iria durar mais tempo." E ele afirma que o terceiro período iria começar em breve, que era o período aonde nós encarnados iríamos utilizar o conhecimento espírito espírita paraa nossa reforma íntima. Então, quando a gente pensa qual a a necessidade, qual a utilidade de se provocar esses fenômenos hoje em dia? Porque se nós estamos no apenas no campo da curiosidade, nós estamos aí 170 anos atrasados, né? Então, é preciso que a gente tome essa ciência da seriedade que é essa relação entre o mundo espiritual e o mundo material. Há uma seriedade muito grande, há uma responsabilidade muito grande. E se nós vamos nos utilizar deste ou de qualquer outro mecanismo de comunicação, é preciso que ele seja feito com um objetivo nobre e sério. Então, se nós formos observar que a realidade atual é a aplicação de todos esses conhecimentos, a nossa reforma íntima não faria muito sentido em nós estarmos provocando esse tipo de fenômeno. Afinal de contas, se nós pegarmos, se formos falar da obra de Kardec, né, as cinco obras básicas, eh, a revista espírita, poxa, a gente já tem material para estudar várias vidas. Aí se a gente pega, né, Emanuel Chico dá mais outras vidas. Por que que nós vamos provocar situações se o conteúdo nós já temos disponível? Então o que nós

e já tem material para estudar várias vidas. Aí se a gente pega, né, Emanuel Chico dá mais outras vidas. Por que que nós vamos provocar situações se o conteúdo nós já temos disponível? Então o que nós precisamos é estudar e como aplicar esses conhecimentos na nossa reforma íntima para que nós, construindo a nossa felicidade a partir do cumprimento da lei de Deus, possamos beneficiar a nós mesmos. em primeiro lugar, né? Seremos os primeiros beneficiados, mas também aqueles que estão junto conosco. Então eu acho assim, eu não vejo muita utilidade. É possível? Claro que é. É um fenômeno natural. O correu desde a mais remota antiguidade. É possível? Claro que é. Seria útil para nós? Que benefícios nós teríamos em provocar esses fenômenos, né? Então, eu acho que a gente tem que refletir muito. Eh, foi falado, né, que o Centro Espírito é o local adequado, embora é possível que a gente passa na nossa casa, é possível que a gente passe em outros locais, mas busquemos sempre esse fim, esse fim útil, nobre, e não apenas pelo fenômeno, né, porque isso isso passa muito rápido, mas a responsabilidade que nós assumimos sobre tudo que decorre desses atos, eles nos acompanham acanharão, nos acompanharão na nossa vida, inclusive coisas que muitas vezes passam desapercebidas por nós, né? Aonde eh o Carlos falou dos jovens, né? os jovens tiveram uma participação importantíssima na obra da codificação, mas se esses jovens hoje nos vendo provocando fenômenos sem esse fim inútil, eles vão olhar para aquilo e vão ver como a gente eh na minha época de de juventude, assim, eu morava num prédio e e o pessoal fazia brincadeira do copo. >> Uhum. fazia a brincadeira do copo lá, botava as letrinhas e botava a mão em cima do copo. E vamos ver aquilo ali não tinha nada de objetivo útil, nem para despertar a curiosidade, porque a gente já sabia como fazer, a gente já, né? Então, muitas vezes o jovem pode olhar para aquilo, dizer: "Ah, isso é charlatanismo, isso isso não contribui pra construção da minha própria

idade, porque a gente já sabia como fazer, a gente já, né? Então, muitas vezes o jovem pode olhar para aquilo, dizer: "Ah, isso é charlatanismo, isso isso não contribui pra construção da minha própria felicidade, isso não contribui pro meu desenvolvimento intelectual. Pode alguns até dizer que isso não irá contribuir paraa aquisição dos bens materiais. Então, às vezes a gente não pensa nas consequências dos nossos atos, mas é preciso pensar, é preciso refletir. Então, nós temos muitas possibilidades de estabelecer intercâmbio com o mundo espiritual e isso se passa de forma eh organizada, protegida no centro espírita, com um fim útil, nobre. E aí sim nós podemos provocar essas manifestações, né? Então, é importante que a gente repita sobre isso. O livro dos Médiuns é um um livro fantástico, né? E Kardec nos traz sempre essa responsabilidade, esse cuidado. Por que a gente está fazendo isso? Então, é possível, é, mas será útil? Será bom? Os três crios de Sócrates, né? Eh, é bom a gente pensar um pouquinho início. >> Muito bom, Sérgio. Também na minha juventude tinha uma senhora que fazia essa questão do copo aí, certo? E e houve problemas, problemas paraa família, porque era um espírito mistificador e e ele, né, saiu da brincadeira do copo e como ela era médium, ele tomou conta da situação e ficou ficou a situação ficou num certo momento complicada. Então, tem que ter seriedade naquilo que a gente faz, porque os o o o mundo espiritual a gente sabe, é exatamente o que é aqui. Nós estamos aqui agora encarnados. Quando desencarnamos, vamos pra realidade espiritual. Então, como há homens bons, pessoas boas e pessoas más, lá do outro lado vai ter a mesma coisa. Então, depende do que a gente tá fazendo, vai atrair por sintonia, né, Sérgio? que você tava colocando, tem que tomar um cuidado tremendo com essa essa situação e não brincar com isso. Isso não é brincadeira, isso é um assunto sério. A gente tem que tratar com seriedade, não é? Eh, Euzita, antes da gente passar paraa pneumatofonia, vamos

om essa essa situação e não brincar com isso. Isso não é brincadeira, isso é um assunto sério. A gente tem que tratar com seriedade, não é? Eh, Euzita, antes da gente passar paraa pneumatofonia, vamos para tem algumas perguntas aqui dos nossos participantes, né? E tem também dois comentários. >> Então, vou colocar para eh pra Cásia a primeira pergunta que foi colocada aqui, que é da Andreia. André Henrique colocou se o se é o espírito que escreve, não é? A letra é dele ou a letra é do médium. Nessa situação da pneumatografia não havia médium escrevendo diretamente, mas tinha que ter presença de médium, como foi falado, né? Então, de repente ela tá fazendo a pergunta, né, nesse sentido. E ainda aqui vale também de todo jeito a pergunta dela, porque se for na psicografia, a letra é de quem? do médium ou é do espírito? >> Pois é, uma pergunta muito interessante, né? nós, paraa gente partir de um de um raciocínio do mais fácil pro mais difícil, a gente coloca, por exemplo, na psicografia, nós sabemos que quanto mais afinizado, né, eh, vamos dizer assim, educado, amadurecido, mediunicamente, está o médium, melhor ele conseguirá, né, transmitir a mensagem do espírito. E nisso ele também consegue assinar como o espírito assinava. Ele consegue ali demonstrar no seus escritos a mesma letrinha que o espírito tinha. Nesse caso aqui a gente entende que não, né? Se não existe ali a participação direta do espírito do do médium, ele está apenas doando, né, o o seu material, né, os seus fluidos para que o fenômeno possa acontecer. É um pouquinho mais difícil, né? Um pouquinho mais difícil. Mas se for da intenção do espírito, ele pode sim imitar a letra de alguém, caso ele queira mistificar em alguns casos e ou passar alguma mensagem. para alguém que esteja ali participando da reunião, mas nesse caso especificamente não, né? É a letrinha do espírito mesmo. >> Agora Elita, tem essa outra aqui. Se o Sérgio quiser comentar também, fica à vontade, né, Elita? Isso, Sérgio. Você pode entrar no comentário da Cásia se

te não, né? É a letrinha do espírito mesmo. >> Agora Elita, tem essa outra aqui. Se o Sérgio quiser comentar também, fica à vontade, né, Elita? Isso, Sérgio. Você pode entrar no comentário da Cásia se quiser complementar alguma coisa, mas diretamente para você, fenômenos físicos já não são mais necessários nos dias de hoje? >> É outra pergunta interessante, né? Qual o objetivo dos fenômenos físicos, né? Eles eles tinham um objetivo muito claro, como Kardec relatou, né, de chamar atenção, de mostrar essa materialidade, mostrar uma comprovação material a um fato que é muito sério. Então, hoje é natural que isso tenha diminuído. E se nós formos observar a nossa própria história, nós nos intelectualizamos. Então, os fenômenos eles também são mais intelectuais, mas nós precisamos entender o planeta Terra como a nossa casa, eh, a nossa morada, sem a divisão de países, sem a divisão de religiões, de crenças. E em muitas dessas regiões, o conhecimento espírita praticamente não existe. Então, se nós formos pensar que para nós que temos esse conhecimento, esse contato com a doutrina, eles eram, esses fenômenos físicos, eles eram mais abundantes no início, em algumas regiões da Terra hoje eles continuam sendo abundantes. Por quê? Porque é preciso despertar em todas as latitudes da Terra os mesmos o os mesmos princípios que despertaram em nós. Então não significa que eles acabaram porque nós estamos em contato com a matéria, esse contato físico, né? Mas eh em determinadas regiões eles são bastante presentes. Então, se a gente lembrar de eh algumas décadas atrás, né, tinham aqueles espíritos materializadores Saipaba, né, que materializava as coisas de forma surpreendente, né, isso faz poucos anos aí, 30, 40 anos atrás, né? Então, eh, não é muito a questão da necessidade assim em si do fenômeno, mas com relação aos espíritos que ali estão em cada uma das regiões, o que aqueles espíritos precisam. E a bondade de Deus, ela atende a necessidade dos espíritos diante da realidade dos próprios espíritos.

m relação aos espíritos que ali estão em cada uma das regiões, o que aqueles espíritos precisam. E a bondade de Deus, ela atende a necessidade dos espíritos diante da realidade dos próprios espíritos. Então, para aqueles espíritos que estão mais avançados, mais evoluídos, os fenômenos se remetem a esse grau de evolução. Aos espíritos que estão ainda um pouco atrasados na sua evolução, os fenômenos serão condizentes com o nível que ele está. Então, eh, eles podem ocorrer? Sim, podem ocorrer, mas hoje é muito mais eh eh interessante, muito mais inteligível os fenômenos que são não físicos, né, os fenômenos mais intelectuais. Não sei se clareou, mas eu acho que é um pouco por aí. >> Uhum. >> Se a Cásia quiser isso aí, né? >> Tudo bem, Cácia? Tá, tá bem explicado. >> Tudo bem, meu amigo. Falou, falou bonito. >> E nós temos mais uma pergunta agora para Cácia. Então, só que eu não sei dizer o nome, if é big, deve ser, né, eh, alguma, não é o nome propriamente, né, a utilidade do centro espírita para socorro de desencarnados nas reuniões mediúnicas vai acabar, >> minha amiga, acabará porque nós estamos evoluindo, vai ter um dia que não vai ser mais necessário, né? Nós aprendemos que participamos da vida material para evoluirmos a nossa moral, né? E eh melhorarmos o nosso intelecto e, em palavras resumidas, caminharmos segundo as leis divinas. Quando nós atingirmos este ideal, nós não precisaremos mais, por exemplo, experienciar por aqui e volvermos ao mundo espiritual, fazendo um checklist da nossa consciência, identificando que poderíamos ter feito algo melhor, agido no bem com mais frequência, isso não vai mais existir. Então nós não estacionaremos mais na dor, no sentimento de culpa. Nós seguiremos a nossa marcha. Quando isto acontecer, não mais. Mas eu digo para você, a esperança é grande. Estamos aí torcendo para que isso chegue, mas eu acho que vai demorar um pouquinho, viu? >> Concordamos. Ainda vai ter muito terreno aí pela frente, né, Osita? Temos algumas mensagens aqui. Lê para nós essa daí do

rcendo para que isso chegue, mas eu acho que vai demorar um pouquinho, viu? >> Concordamos. Ainda vai ter muito terreno aí pela frente, né, Osita? Temos algumas mensagens aqui. Lê para nós essa daí do Carlos Campos. >> O Carlos Campos coloca Ivone do Amaral Pereira cita as reuniões nas casas de irmãos de doutrina. Tinham que chegar um a um e em silêncio para que a vizinhança não percebesse. Uhum. >> Uma realidade, né? >> É. É. Foi um momento difícil. Inclusive houve perseguição, né? Ao a >> Uhum. ao espiritismo num período. Então aqui nós temos do Wilson Leite também. Penso que tudo é evolução. Chegará o dia em que iremos nos comunicar como hoje num celular e diremos que dificuldade ter um mediador para eh ligar ao espírito, né? Então é isso aí, nós vamos evoluindo, a mediunidade vai se acentuando. André Luiz comenta isso, ele registra na obra que a humanidade, né, vai cada vez mais se aproximando da realidade espiritual. Só que por enquanto a realidade espiritual que nos circunda é a do umbral. Então é a gente que diz: "Ah, eu adoraria ser médium". Digo assim, não está sabendo o que está pedindo porque normalmente a gente vê coisas que a gente não quer ver, não é? presencia e sente a a as coisas que a gente não gostaria de sentir. Então, eh, para manter uma sintonia elevada todo o tempo na condição evolutiva que nós estamos ainda não é o nosso padrão. Por isso, eh, é um é um caminho de evolução mesmo. Tem razão, Wilson. Nós vamos evoluindo devagarinho, cada vez mais vai se acentuando à nossa percepção da realidade espiritual e progressivamente o próprio umbral vai se transformando, né? Nós estamos passando agora pela transição. Manuel Fo de Miranda, ele explica pra gente que muitos espíritos já estão sendo transladado da psicosfera da Terra para a psicosfera de mundos inferiores, porque eles não querem que o planeta avance. E chegou o momento do planeta avançar. Então nós vamos sintonizar com a regeneração. A gente já vai já já. O Sérgio lembrou aqui dos períodos do

nferiores, porque eles não querem que o planeta avance. E chegou o momento do planeta avançar. Então nós vamos sintonizar com a regeneração. A gente já vai já já. O Sérgio lembrou aqui dos períodos do Espiritismo. A gente vai ter um tempinho para comentar aqui, mas aqui tem mais mensagem. Eh, Euzita. >> A Corina Adler, o Centro Espírita é um hospital escola, o melhor lugar para os desencarnados se manifestarem. Perfeitamente, Corina. o lugar mais seguro, porque no centro espírita nós temos toda a ambiência preparada para essa conexão, inclusive a a as proteções, a ionização do ambiente que eles promovem. E esse Hospital Escola é de grande valia para todos nós. >> Muito bem. Aqui, olha, sempre com a condição, né, Corina, de que o centro esteja realmente protegido, que os trabalhadores sejam sérios, não é? Porque não é porque tá lá centro espírita automaticamente tá protegido, não é? É, é como o nosso lá também pode estar protegido ou não, depende do que a gente faz lá dentro, não é? Então é preciso que a gente também lá dentro do centro tenha respeito. Eu frequentei uma instituição maravilhoso, vibração lindíssima. Assumi presidente desequilibrado. Meu Deus do céu. Parecia que a gente andava num vespiro, que era um ambiente cheio de coisas escuras por um tempo, até as coisas se modificarem de novo, não é? E aí melhorou tudo outra vez. Então, o nosso comportamento, as nossas intenções criam o ambiente onde nós estamos vivendo, onde nós estamos. Então, o centro é um local de respeito. A gente tem que respeitar, como o nosso lar também, gente, nós temos que aprender a respeitar o nosso lar para que não entre qualquer um. Então, a Maria Marian Maria Lige colocou aqui, houve necessidade de tempos de Kardec para que a doutrina espírita se iniciasse. Naquele tempo de Kardec tinha que acontecer todos os fenômenos possíveis, não é? até a a o início das materializações começou a acontecer com a com a materialização de mãos, não é? Eh, algumas algumas depois de Kardec é que vai haver a materialização mesmo do

nos possíveis, não é? até a a o início das materializações começou a acontecer com a com a materialização de mãos, não é? Eh, algumas algumas depois de Kardec é que vai haver a materialização mesmo do espírito, o corpo todo que Kardec não teve a chance de presenciar. Diz que até isso também teve que haver um período de amadurecimento para que acontecesse, né? Bom, eh, nós temos a pneumatofonia agora. Carlos, me permite, antes de nós entrarmos na pneumatofonia, >> eh alguns fatos interessantes em relação à pneumatografia. Inclusive a Cácia trouxe muito bem o festim do rei Baltazar, mas nós temos que lembrar que pela ação de Daniel, porque ante o espólio do que ele trouxe do templo e ele usava com desrespeito, aí aconteceu a escrita na parede e ele chamou os sábios dele para interpretar, mas nenhum foi capaz. E as palavras que aconteceram lá, men, men, tequel e parim. Meni significa contado. Deus contou os dias do reinado de Baltazar e determinou seu fim. Tequel significa pesado. O rei foi contado e pesado na balança de Deus e considerado insuficiente em falta com a divindade. E parcinho ou per significa dividido. Então era o que aconteceria com o reino babilônico. O reino dele seria dividido e entregue aos Medos e Persas. Isso aconteceu quase que na que na sequência. E um fato histórico de um efeito pneumatógrafo foi o que aconteceu com o imperador Constantino e que deu a grande mudança e também complicação do cristianismo sendo adaptado ao império romano. E o Constantino viu no céu o sinal de uma cruz luminosa com inscrição em latim. Em roxigno vinces. Com este sinal vencerás. Interpretando a maneira dele, ele mandou que todos os escudos tivesse o símbolo do Cristo em grego, que era um XP, fosse pintado no escudo dos seus soldados. E ele venceu a batalha decisiva no dia seguinte. E isso foi uma virada para a ascensão do cristianismo, mas infelizmente a gente sabe também dos resultados. >> Uhum. E com relação ao nosso barão, o livro dele é de tanta importância que

dia seguinte. E isso foi uma virada para a ascensão do cristianismo, mas infelizmente a gente sabe também dos resultados. >> Uhum. E com relação ao nosso barão, o livro dele é de tanta importância que foi um livro que ele catalogou de 1856 a 1872, a realidade dos espíritos e o fenômeno maravilhoso da escrita direta. Esse livro ele é ilustrado por 30 faxsímiles de psicografias ou de pneumatografias obtidas e selecionadas de mais de 2000 espécies em diferentes línguas. Inclusive um desenho do tripé do oráculo de Delfos apresenta-se em um em um desses fenômenos. Então eu acho que às vezes a gente consegue encontrar na rede o livro para baixar, tá? Só essa informação. >> Agora vamos para pneumato. >> Muito bem. Excelente, muito boas informações. Eh, Cásia, no item 150, na tratando da pneumatofonia, o que é pneumatofonia? Interessantíssimo também, porque Kardec vai dizer assim: "Olha, se nós já entendemos que os espíritos eles podem produzir ruídos, podem produzir pancadas, eles podem também com muita naturalidade falar. Eles podem falar e essa capacidade de falar sem que ele utilize o aparelho fonador do médium, é que nós chamamos de pneumatofonia. É isso. Quando o espírito fala e você olha para todos os lados e não vê ninguém que possa estar ali contribuindo, fazendo uma pegadinha com você, você ouve perfeitamente. Isso é pneumatofonia. O espírito fala sem fazer se utilizar de um médium diretamente. >> Muito bem, Cácia. E Sérgio, no item 151, o que Kardec comenta sobre a pneumatofonia? Eh, só antes de comentar sobre o item 151, a obra de Emanuel Chico Xavier fala, né, eh, Cristo, entre outras obras, dos fenômenos de vozes diretas, né, as línguas de povo que ele comenta em várias línguas, né, cada um dos participantes daquela reunião escutando na sua própria língua. Então, também é um um registro desse fenômeno eh à época do Cristo. Bom, Kardec faz uma um comentário muito interessante porque praticamente todos nós temos a ciência de, puxa, eu tô escutando alguma coisa.

também é um um registro desse fenômeno eh à época do Cristo. Bom, Kardec faz uma um comentário muito interessante porque praticamente todos nós temos a ciência de, puxa, eu tô escutando alguma coisa. Então, Kardec utilizando do estudo sobre a pneumatofonia, ele ele ele constrói essa reflexão sobre aquilo que nós eh escutamos dentro de nós, que nós não sabemos se é uma intuição, se é um uma voz eh íntima, se é só eu que tô escutando, se eu tô meio dormindo, se eu tô meio acordado com o fenômeno efetivo, como nós aqui, eh, eu estou na cidade de CA, em Santa Catarina e vocês estão escutando, né, cada um de vocês no seu local. Então, eh, Kardec estabelece essa relação para que a gente construa essa reflexão, né? E, e aí é importante a gente pensar também que muitas vezes a gente fica querendo provocar fenômenos, né? Mas os fenômenos ocorrem conosco de forma muito muito presente. Basta que nós estejamos atentos. Então, eh, a a pneumatofemia, ela talvez seja muito mais interessante de nós treinarmos, porque o nosso anjo de guarda, ele conversa muito com a gente. Ele é uma voz que talvez só eu escute no meu íntimo, às vezes dormindo, às vezes acordado ou às vezes meio acordado no começo do trânsito, mas ele fala com a gente e ele nos dá conselho. E como Kardec nos eh pela orientação dos espíritos nos explica, né, que o anjo de guarda é sempre um espírito superior a nós, porque no momento da dificuldade ele vai saber nos orientar sobre este ou aquele caminho, sobre esta ou aquela decisão. Então, o Kardec traz esses comentários, faz essas reflexões e é muito importante porque no nosso último nós já temos esse fenômeno ocorrendo, né? Mas ele compara também o fenômeno que ocorre e não que seja também um fenômeno assim muito comum, mas eh tem vários relatos, né, aonde as pessoas escutam a voz direta do médium, da desculpa do espírito, sem a participação direta de um médium, né? Então, basicamente essa reflexão que ele nos traz ali, muito interessante. >> Interessante. A Cida Gomes colocou agora

a do médium, da desculpa do espírito, sem a participação direta de um médium, né? Então, basicamente essa reflexão que ele nos traz ali, muito interessante. >> Interessante. A Cida Gomes colocou agora mesmo, escuto bastante espírito falar ao meu lado ou gemer. Aí quando está gemendo é bom a gente orar, não é? E se tá falando, prestar atenção na fala. Se for coisa positiva, ótimo. Se for coisa negativa, entra em oração. Porque e mesmo que se for coisa boa, se a gente orar, a gente eleva o padrão e facilita inclusive também para, né, ouvir o nosso anjo da guarda, os benfeitores, amigos, espíritos familiares, não é, que estão convivendo conosco. Muito bom. Eh, o Jones Elias mandou um abraço para você, Sérgio. H, muito bem. Bom, nós temos um tempinho aqui, Euzita, eu vou eh fazer rememorar aqui um pouquinho a questão dos períodos do espiritismo que o Sérgio tocou nesse assunto, que é muito interessante e ele tem muito a ver eh com o momento que nós estamos vivendo. Allan Kardec, na revista espírita de dezembro de 1863 publica um artigo chamado períodos do Espiritismo. já tinha tocado nesse assunto antes, mas de uma outra maneira, ainda não estava desenvolvida a ideia como em 63. Em 63 ele coloca que o primeiro período do espiritismo é o período da curiosidade. E esse período ele surgiu, não é, com eh os fenômenos dos movimentos, né, seriaville e movimento depois das mesas girantes, né, que eh chamava a atenção das pessoas, era o período da curiosidade. E depois ele diz que o segundo período é o filosófico que surge com o lançamento do livro dos espíritos, 1857. O terceiro período do espiritismo é o período da luta, que começou em 1861 com o Alto de Fé de Barcelona. Aí depois ele disse que eh tem outros três períodos, mas ele não disse quando é que eles começaram. Ele não não toca mais, porque ele diz que o terceiro período vai ser o período religioso do espiritismo. Bom, como ele não volta ao assunto, a gente deduz que o período religioso do Espiritismo começou em 1864.

o toca mais, porque ele diz que o terceiro período vai ser o período religioso do espiritismo. Bom, como ele não volta ao assunto, a gente deduz que o período religioso do Espiritismo começou em 1864. Ele escreveu esse dezembro de 63, 64, ele lança o Evangelho Segundo Espiritismo, imitação do evangelho, né? depois Evangelho Segundo Espiritismo. Então a gente deduz que começou com esse período, eh, com esse lançamento do Evangelho. Aí ele diz que vai haver um período de transição e esse período de transição receberia o nome no momento próprio. E ele diz que o sexto período do espiritismo é o período da regeneração da humanidade. Quem inauguraria o século XX? Aí a pergunta que a gente sempre faz, aconteceu, não aconteceu? >> Na Gênese, Kardec publica uma mensagem de um espírito informando que haveria um atraso de aproximadamente 100 anos por causa da reação das trevas, quando era para estar inaugurando a regeneração da humanidade no início do século XX. Logo aí na desencarnação de Kardec, ainda antes do século XIX, surge a guerra franco-prciana. A a França se envolve na guerra. A França, berço do espiritismo, se envolve numa guerra. No início do século XX, 1914, nós vamos ter a Primeira Guerra Mundial. Quando a humanidade começa a levantar a cabeça, vem a Segunda Guerra Mundial. E a Segunda Guerra Mundial deixa bem claro o seu objetivo. Invade a França e destróem. Eles vão destruind tudo que é elemento de da cultura e destrói os documentos espíritas que estavam guardados na França na época. Mas parte desses documentos já tinham chegado por cópia no Brasil, uma boa parte deles. E a FEB tem um monte de documentos, né? e outros. Canuto Abru trouxe. Eh, aí nós vemos que o período religioso que teria começado em 64 não teve como vicejar na Europa, porque as trevas atacaram para matar o consolador prometido. Algum dia alguém vai reescrever essa história, viu? Aí, o que que os espíritos fazem antes que isso acontecesse? Transfere a árvore do evangelho para América do Sul.

para matar o consolador prometido. Algum dia alguém vai reescrever essa história, viu? Aí, o que que os espíritos fazem antes que isso acontecesse? Transfere a árvore do evangelho para América do Sul. E o Brasil recebe a incumbência de acolher o evangelho do Cristo, gestar esse processo todo para depois levar o evangelho do Cristo de volta paraa humanidade com apoio de hispanoamérica, né? é um trabalho conjunto. E nós vamos ver que é no início do século XX que a humanidade começa a entrar no período da regeneração da humanidade. Bom, temos vários indícios, mensagens já recebidas, apesar da resistência de alguns espíritas, mas nós estamos inaugurando o período da regeneração da humanidade, não é, a partir do início do século XX, ali, logo no começo do século XX. E aí nós estamos nessa luta, não é, de autossuperação, esse trabalho, a revista espírita, eh, sim, a Gidelma tá lembrando aqui, a Gidelma trabalha aqui nos nos bastidores a nossa da nossa produção. Ela Iracema, faz um trabalho maravilhoso e o Marcos Mendes também do portal do Consoladora que nos dá apoio técnico aqui nesse trabalho. A Gidelma está lembrando que no dia 3 de fevereiro de 2025 nós estaremos inaugurando o estudo da revista Espírita 1858 e a estudaremos até 1869, que foi o período que foi escrita por Allan Kardec, 12 anos da revista espírita. Esteja atento aí. Anota a data, 3 de fevereiro de 2026. Desculpa, ela botou 25, agora ela tá corrigindo 26. Isso aí eu falei 25 pro, né? Eh, descuido também. Então, 2026, 3 de fevereiro, inauguraremos o estudo da revista espírita. Vai ser, o pessoal já pergunta a hora, né? Eh, às 21:30, não é isso? 21:30. >> 21:30. À terças-feiras. >> Às terças-feiras, 21:30. Então é isso, Euzita, algum comentário aí final? >> Não, tranquilo. Já estamos Uhum. quase no nosso tempo, >> quase no horário. Vamos ver se a Cásia tem alguma coisa queira comentar ainda. Eu tenho uma fala muito muito breve, porque você comentando eh me veio a lembrança aqui, a minha irmã tá ali falando de um episódio

orário. Vamos ver se a Cásia tem alguma coisa queira comentar ainda. Eu tenho uma fala muito muito breve, porque você comentando eh me veio a lembrança aqui, a minha irmã tá ali falando de um episódio quando eu tinha mais ou menos 10 anos, eh, criança na escola e aconteceu que uma menina disse, mandou um recado dizendo que ia me bater na saída da escola. Eu já estava em casa. Já disse que no outro dia ia me bater na saída da escola. E mole que sou, que não bato nem formiga, fiquei pensando esta moça vai me matar amanhã. Na minha inocência, que que eu fiz? Fui pro quintal de casa e disse assim: "Devo aprender uns golpes de artes marciais". quando estava lá muito desengonçada, testando esses golpes que via nos filmes, uma voz clara disse assim: "Cásia, por que tu estás te esforçando para aprender a brigar? Quando os teus esforços devem ser voltados para viver a paz? Lembrei disso. A minha irmã tá ali, me recordou disso também. E tem muito a ver com o que o Carlos estava falando, porque é um exemplo prático, claro, de pneumatofonia, porque não tinha ninguém no espaço, não tinha ninguém no local. A minha irmã não gosta de falar disso porque ela tem medo dos espíritos. Então essa fala norteou por muito tempo a minha vida e nortei até hoje. Obviamente no outro dia eu fingi uma dor de barriga fraterna, não fui à escola, mas o importante é que isso ficou marcado no meu coração e que dali por diante todos os meus passos são pensando naquilo que quero ser, naquilo que quero exemplificar, no que eu quero construir com Jesus. Então, os amigos que nos assistem agora, não sei se teremos oportunidade de conversarmos assim mais diretamente. Desejo que você e a sua família tenha um excelente Natal, mas com Jesus perto. >> Muito bem, >> com a fala dele ali quentinha no pezinho do ouvido, te convidando a paz também. Que ele nos abençoe. Muito obrigada pela oportunidade, meus amigos. >> Obrigado, Cásia. Sérgio, >> vamos agradecer aí a oportunidade eh rever os amigos queridos. Jones, um

te convidando a paz também. Que ele nos abençoe. Muito obrigada pela oportunidade, meus amigos. >> Obrigado, Cásia. Sérgio, >> vamos agradecer aí a oportunidade eh rever os amigos queridos. Jones, um grande amigo aqui de Santa Catarina, coordenador do Evangelho Rede Vivo aqui em Santa Catarina e juntos somos mais fortes. Buscar o Cristo juntos nos torna mais fortes, né? E e como Jesus disse, né, na um dos seus últimos encontros com os seus discípulos, né, temos chamado amigos, irmãos somos de todos e possamos também nos tornarmos amigos de todos, né? E o estudo é um momento fantástico, mesmo à distância, pela telinha, nós podemos ir nos tornando amigos. Então, um abraço fraternal a todos aí. Obrigado pela oportunidade. >> Bem, Sérgio. Resulita contigo. >> Muito bem. Então, encerrando o nosso trabalho sobre pneumatografia e pneumatofonia. Nós citamos exemplos de pneumatografia. Agora, a Cácia citou um ótimo exemplo de pneumatofonia, mas nós temos também clássicos. Se você duvida que existe, retome, por exemplo, o batismo de Jesus. Quando se ouve no espaço uma voz: "Este é o meu filho bem amado em quem me me comprazo." Bem, >> pegue, por exemplo, também o despertar de Saulo para se transformar em Paulo na estrada de Damasco. Saulo, Saulo, por me persegues? Então, esses fenômenos estão na nossa história e estudá-los é um enriquecimento para nós todos. Então, agradecemos a sua sintonia, agradecemos Sérgio, Cásia, Carlos, Gidelma, Marcos, que estão nos bastidores. E no nosso próximo encontro nós daremos continuidade ao estudo de O livro dos Médiuns, na segunda parte das manifestações espíritas, capítulo 12 da psicografia, itens 152 a 158. Até. >> Até. >> Somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do evangelho do Cristo. Chegamos onde chegamos, conquistamos o que conquistamos. [música] O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da [música] distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os

conquistamos. [música] O nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da [música] distância, nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis. A comunicação é chave em todos os setores de nossa [música] sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia. Esse trabalho é feito com muita dedicação [música] por toda uma equipe profissional, preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público. Já são mais de [música] 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas, produzidos por comunicólogos, produtores audiovisuais, cenógrafos, editores, designers, programadores e técnicos de áudio. Toda essa estrutura só é possível graças a você, apoiador do nosso trabalho. [música] E somos gratos por toda a sua doação até aqui. Mas este trabalho precisa continuar. Podemos acolher [música] ainda mais pessoas. E para continuar alcançando tantos corações, precisamos de você. Por isso, mais [música] uma vez contamos com seu apoio financeiro. Apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos [música] de você. Trabalhamos pelo consolo, pelo esclarecimento e pela esperança. E sabemos que somente [música] juntos com você poderemos fortalecer essa corrente. A padrinha FEB TV. Estamos juntos com você através da FEB TV. Acesse doi.v.com.br BR e faça sua doação.

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